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NÚCLEO DE PRÁTICA JURÍDICA

ATIVIDADE: SESSÕES DE JULGAMENTO DATA: 18 de abril de 2020


VARA: 1º CÂMERA CIVEL COMARCA: MANAUS/AM
AÇÃO: APELAÇÃO.
ALUNO: PAULO VITOR MORAES VIEIRA
MATRÍCULA: 16491404 PERÍODO: 9º , NOTURNO TURMA: DIR - 093
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RELATÓRIO DA SESSÃO DE JULGAMENTO DA 1º CÂMERA CIVEL.

Trata-se da sessão de julgamento da 1ª Câmara Cível, ocorrida no dia 13/04/2020,


o presidente deu início a sessão perguntando sobre a retirada de processos da pauta
passou para a análise do primeiro processo sendo uma apelação de uma ação de
reparação por danos morais e materiais decorrente da demora na entrega da obra,
abrindo oportunidade para as sustentação oral, o apelante teve o prazo de 15 min
para fazer sua sustentação oral.

Iniciou com as saudações e logo apresentou o intuito de reformar a sentença que


determinou o dano material exclusivamente pela demora da entrega, não tendo
nenhum outro elemento subjetivo que pudesse ensejar o dano moral, indo de
encontro de Decisões de IRDR já proferidas pelo tribunal, e requerendo
subsidiariamente a redução do valor de danos morais, pois a sentença decretou um
valor de 30 mil reais.

Passando então a palavra para a advogada da apelada, que também defendeu pela
reforma da decisão todavia requerendo o aumento do valor sentenciado, haja vista
os danos que a apelada sofrerá com a demora da entrega do imóvel, tratando-se de
quase 7(sete) anos de demora, ademais a apelada foi obrigada a pagar todas as
taxas condominiais em atraso, mesmo sem adentrar para morar no imóvel.

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Av. Professor Nilton Lins, 3259. Parque das Laranjeiras – UNICENTER – SALA 223S – MANAUS/AM
CEP: 69.058-030 – Telefone: (92) 3643-2184
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Passando então a palavra para o relator, para proferir seu voto, dando parcial
provimento ao recurso, a taxa condominial, acompanha a posse e que a apelada,
não pode ser responsabilizada a pagar todas as taxas de condomínio, sem que
estivesse morando no imóvel, afastou a sentença de condenação de danos morais,
por não ter havido dano especifico, e redistribuiu os danos sucumbenciais.

A próxima desembargadora Graça, votou divergente, por entender que os danos


morais é subjetivo, e que por não poder constituir família no tempo desejado é
elemento que causou dano a apelante sim, concedendo portando os danos morais,
e votando pelo não provimento ao recurso.

Desembargador Anseumo, pediu vista e o processo teve que ser suspenso, antes
porém o presidente perguntou se a nobre desembargador joana, iria proferir logo o
seu voto, está prontamente, e acompanhou o voto divergente.

Por ter havido voto divergente, o serão cinco membros á votar, o Presidente já tinha
sua opinião formada e proferiu o seu votou, relatando que os desembargadores ao
analisar um recurso não estão obrigados a se ater tão somente nos termos da
sentença, cabendo sim, analisar o contesto fático, e percebeu a existência sim do
dano moral, votando pelo não provimento da apelação, mantendo integralmente a
sentença, todavia, deverá ainda assim, esperar a manifestação do desembargador
que pediu vista.

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