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UNIVERSIDADE PAULISTA

Instituto de Ciências Exatas e Tecnologia – ICET

ANDERSON JOSE DA SILVA

SAMUEL FONSECA DE SOUZA

WASHINGTON MARCIO S. GONÇALVES

YGOR BRAZ PANASSOL

ENERGIA SOLAR FOTOVOLTAICA

SOROCABA

2019
ANDERSON JOSE DA SILVA

SAMUEL FONSECA DE SOUZA

WASHINGTON MARCIO S. GONÇALVES

YGOR BRAZ PANASSOL

ENERGIA SOLAR FOTOVOLTAICA

Trabalho de PIM – Projeto Integrado


Multidisciplinar apresentado à Universidade
Paulista - UNIP

SOROCABA

2019
ANDERSON JOSE DA SILVA

SAMUEL FONSECA DE SOUZA

WASHINGTON MARCIO S. GONÇALVES

YGOR BRAZ PANASSOL

ENERGIA SOLAR FOTOVOLTAICA

Trabalho de PIM – Projeto Integrado


Multidisciplinar apresentado à Universidade
Paulista – UNIP

Aprovado em:

BANCA EXAMINADORA

_______________________/__/___

Prof. Nome do Professor Universidade Paulista – UNIP

_______________________/__/___

Prof. Nome do Professor Universidade Paulista – UNIP


RESUMO

A busca pela diversificação da matriz energética tem se tornado cada vez mais
necessária, sendo motivada por dois principais fatores. Primeiramente pelo atual
panorama energético, em que com a diminuição das chuvas e consequente redução
da energia gerada por hidrelétricas, associado à necessidade da utilização de
termelétricas, aumentou-se significativamente o preço da energia. E ainda pela
necessidade de explorar recursos renováveis que trazem flexibilidade e
sustentabilidade quando da sua utilização. Diante deste cenário a energia solar
fotovoltaica apresenta-se como uma tecnologia em constante avanço no Brasil e no
mundo. O presente trabalho pretende aplicar a energia solar fotovoltaica como uma
fonte alternativa de energia em determinados pontos do campus, onde será possível
o carregamento de notebooks, celulares tablets, etc., ampliando a utilização da luz
solar para a produção de energia elétrica através de painéis fotovoltaicos,
abordando a micro geração de energia solar como uma forma de economia assim
contribuindo para a disponibilidade energética de maneira consciente com o meio
ambiente. Por meio de uma pesquisa bibliográfica, o presente trabalho busca
apresentar o princípio de utilização desta energia, considerando os equipamentos e
materiais aplicados ao sistema ao final tem-se uma visão ampliada da utilização da
luz solar para a produção de energia elétrica através de painéis fotovoltaicos.

Palavras-chave: Energia solar, Painéis fotovoltaicos, Meio Ambiente


ABSTRACT

The search for diversification of the energy matrix has become increasingly
necessary, being motivated by two main factors. Firstly due to the current energy
scenario, which reduces the gloves and consequently reduces the energy generated
by hydroelectric plants, associated with the need to use thermoelectric plants,
increases the price of energy. It is still necessary to explore renewable resources that
bring flexibility and sustainability when used. Given this scenario, photovoltaic solar
energy presents itself as a constantly advancing technology in Brazil and worldwide.
The present work intends to apply photovoltaic solar energy as an alternative source
of energy at campus points, where it will be possible to use notebooks, tablets, etc.,
expanding the use of sunlight to produce electricity using photovoltaic panels,
addressing a micro generation. Solar energy as a form of economy, thereby
contributing to energy availability in an environmentally conscious manner. Through a
bibliographic research, the present work seeks to present the principle of the use of
this energy, considering the equipment and materials used in the system and the
final system, an expanded view of the use of sunlight for the production of electricity
through photovoltaic panels.

Keywords: Solar energy, Photovoltaic panels, Environment


SUMÁRIO

1 INTRODUÇÃO……………...………………………………………...………………….. 6

2 DESENVOLVIMENTO......………………………………………………………………..7

2.1 Energia Solar Fotovoltaica...............................................................................…7

2.2 Vantagens da Energia Solar Fotovoltaica.........…………………………………..


8

2.3 Desvantagens da Energia Solar Fotovoltaica.......…………………..…………...


9

2.4 Fundamentação Teórica ………....................................…………………………


10

3 APLICAÇAO PRATICA......................................... ................................................


13

3.1 Movimentação da Placa Solar...........................................................................


16

4 COMPONENTES DA PARTE PRATICA................................................................


18

4.1 Painéis Solares...................................................................................................


18

4.2Tipos Básicos de Painéis Solares.....................................................................


19

4.3 Controladores de Carga.................................................................................... 19

4.4 Bateria.................................................................................................................
20

4.5 Inversores...........................................................................................................
20

4.6 Diodo Retificador............................................................................................... 20

4.7 Servo Motores.................................................................................................... 21


4.8 Capacitores........................................................................................................ 21

4.9 Reguladores de Tensao.................................................................................... 22

4.9.1Sensores LDR.................................................................................................. 23

4.9.2 Oscilador de Cristal........................................................................................ 23

4.9.3 Resistor............................................................................................................
24

5 CONSIDERAÇOES FINAIS................................................................................... 26

REFERÊNCIAS..........................................................................................................27
6

1.INTRODUÇÃO

O sol é a mais abundante fonte de energia que se tem conhecimento, e


essa potência energética de caráter renovável é vista atualmente com bastante
interesse, prova disso é a crescente implantação de sistemas fotovoltaicos no
mundo, seu potencial vem ao encontro de atender as necessidades humanas
na forma sustentável, hoje cada vez mais defendida no meio nacional e
internacional, frente a então mudança climática, atrelada ao desenvolvimento da
sociedade e a transformação do meio ambiente. Uma importante reflexão surge
neste contexto, visto que as atuais usinas de energia elétrica não suprem com
eficiência a demanda imposta pelo alto consumo, que associada à escassez hídrica,
e aos impactos ambientais e elevado preço na tarifa de energia, tem intensificado a
busca por melhorias na matriz energética. No Brasil, quando se trata de energia
solar, grande parte da sociedade refere-se a ela com conceitos duvidosos,
principalmente quanto ao fator economia. Todavia, de acordo com especialistas da
área, o setor fotovoltaico tem reagido positivamente a estas críticas, quando de fato
não se apostava muito nos resultados. Hoje na corrida contra as emissões de gás
carbônico emitido pelas usinas termelétricas, assim como a preocupação de
minimizar os impactos ocasionados pelas hidrelétricas, fizeram com que a
humanidade redirecionasse seus olhares as novas oportunidades. A evolução
tecnológica foi sem dúvida relevante nisto, pois contribuiu para que a energia
fotovoltaica se tornasse uma das mais requisitadas dentre as fontes primárias, o que
não era bem vista pelo seu alto custo.
7

2. DESENVOLVIMENTO

2.1 Energia Solar Fotovoltaica

De forma simples e bem óbvia, energia solar é a energia proveniente da luz e do


calor do Sol. A intensidade dessa incidência depende de fatores como localização
geográfica, hora do dia, a estação do ano e outros. Como a Terra é redonda (e não
plana, nem quadrada) e possui uma inclinação, o Sol atinge a superfície em
diferentes ângulos. Quando os raios a atingem verticalmente, a superfície recebe
toda a energia possível. Quanto maior a inclinação, mais dispersos e difusos são os
raios. Quando passa pela atmosfera, a energia do Sol pode encontrar algumas
barreiras e ser absorvida e refletida no meio do caminho, de modo que não chega
100% na superfície.
Alguns exemplos de elementos que absorvem, dispersam ou refletem essa
energia são: moléculas de ar, vapor de água, nuvens, poeira, poluentes, partículas
provenientes de incêndios florestais e vulcões. Certos comprimentos de onda que
passam pela atmosfera chegam até a superfície terrestre e são essenciais para a
manutenção da vida. Essa é a luz solar da qual podemos usufruir.
Diferentemente de alguns tipos de energia renovável, a solar não têm turbinas
girando (como a eólica ou a hidrelétrica). Nesse caso, são instalados painéis
fotovoltaicos que convertem a energia solar em eletricidade. Os painéis
responsáveis pela conversão de energia solar em elétrica são compostos por células
solares feitas de materiais semicondutores (como o silício). A luz solar (na forma de
fótons), incide sobre os átomos da placa e provoca o deslocamento de elétrons, o
que gera uma corrente elétrica. Um inversor converte a corrente contínua em
corrente alternada. Em alguns sistemas, a corrente contínua passa direto para o
inversor e alimenta a residência/empresa. Ainda, a residência também utiliza energia
da rede elétrica convencional quando a solar não é suficiente (durante a noite, por
exemplo). Em outros sistemas, a corrente contínua pode ser armazenada em uma
bateria antes de passar pelo inversor, de modo que é utilizada de acordo com a
demanda. Nesses casos, essa energia armazenada pode ser usada em momentos
em que a conversão pelos painéis é baixa e a dependência da rede elétrica
convencional pode ser menor.
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2.2 Vantagens da Energia Solar Fotovoltaica

O uso da energia solar fotovoltaica é parte fundamental da discussão sobre a


mudança da matriz energética mundial. Isto por ser uma fonte limpa e renovável
com grande potencial de exploração, e por representar um modelo descentralizado
de produção. As previsões para os próximos anos mostram que o uso da energia
solar ganhará mais espaço no âmbito da geração de energia e estará presente na
maioria das residências, comércios e indústrias! Em meio às discussões sobre o
cenário energético do futuro, é pertinente também discutir de maneira mais
aprofundada a energia solar, suas vantagens e desvantagens.

- Proteção ao meio ambiente: A energia solar fotovoltaica é uma fonte de energia


limpa pela simples razão: não agredir o meio ambiente. Ao produzir eletricidade sem
produzir gases do efeito estufa ou demais gases poluentes, a fonte solar não
contribui para o aumento da temperatura global, para a maior ocorrência de
mudanças climáticas, entre diversos outros impactos. Segundo o U.S.
Environmental Protection Agency, a instalação de um sistema solar em uma casa
de duas pessoas diminui de três a quatro toneladas de emissão de carbono da
residência anualmente.

- Redução da dependência: Fazer uso da energia solar, em um nível macro,


representa uma forma de reduzir a dependência de um país em relação a
exploração de recursos naturais como rios e florestas, assim como a necessidade de
exportação de matérias-primas de produção para energia, como, por exemplo,
combustíveis fósseis para termelétricas. No caso do Brasil, como vimos nas últimas
crises de energia, longos períodos de estiagem reduziram o nível dos reservatórios e
acabaram por comprometer a produção de eletricidade. Por isso, alcançar certo grau
de diversificação de fontes também é uma forma de diminuir a dependência em
relação a uma única fonte de energia elétrica.

 - Manutenção: Além de ter uma vida útil garantida de mais 25 anos, os painéis
fotovoltaicos também se destacam por serem de fácil manutenção. A limpeza está
relacionada à possível diminuição da potência máxima das células. Ou seja, poeira,
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folhas ou excrementos de pássaros podem acabar prejudicando a produção de


energia, mas não vão danificar o equipamento. A própria chuva toma conta de limpar
os painéis, mas caso chova pouco na região da instalação, recomenda-se que a
limpeza seja realizada de uma a duas vezes ao ano. Para a limpeza, recomenda-se
o uso apenas de água e nenhum outro material abrasivo, evitando, assim, arranhões
ou danificação do revestimento dos módulos fotovoltaicos.

- Locais distantes: Locais de difícil acesso também podem ser beneficiados pela
instalação de painéis fotovoltaicos, já que ao contrário dos sistemas mais comuns,
conectados à rede (on-grid), sistemas off-grid armazenam a eletricidade produzida
em baterias, permitindo que instalações em locais remotos possam gerar a própria
energia de forma independente.

- Agregam valor à marca: Investir em uma fonte de energia renovável e limpa


também pode ser uma ótima forma de agregar valor à responsabilidade ambiental
de uma marca, caso os painéis sejam instalados em comércios ou indústrias.

2.3 Desvantagens da Energia Solar Fotovoltaica

As “desvantagens” da energia solar fotovoltaica são, em geral, conceitos


equivocados em função do desconhecimento da tecnologia. Confira abaixo alguns
mitos comuns sobre energia solar fotovoltaica.

-Custo alto: Este é um mito que ainda é muito disseminado. De um ponto de vista
econômico, o investimento inicial pode até parecer alto, mas a vantagem da fonte
fotovoltaica reside no retorno sobre o investimento. O tempo decorrente entre a
instalação e o momento em que o sistema se paga varia de acordo com o tamanho
e a região em que os painéis serão instalados, mas, em geral, gira entre 5 a 8 anos,
podendo ser mais ou menos. Considerando o pior caso – e que um painel tem vida
útil de mais de 25 anos – o sistema fotovoltaico produziria energia gratuita por no
mínimo 17 anos.

-Geração de resíduos: Durante seu período de funcionamento, a energia solar


fotovoltaica não gera nenhum tipo de resíduo – nem em forma de emissões de
gases, nem em forma de resíduos sólidos ou perigosos. Porém, a fabricação dos
painéis e demais componentes do sistema, e também o desmantelamento ao fim da
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vida útil dos aparelhos, representam processos que eventualmente produzirão


resíduos. No entanto, o processo de reciclagem dos módulos fotovoltaicos atuais já
chega a recuperar cerca de 95% do material.

-Ocupação do solo: Outro ponto controverso é a ocupação do solo para a


instalação de painéis fotovoltaicos, visto que algumas usinas solares ocupam
extensas áreas. Essas instalações, entretanto, são comuns na geração centralizada,
quando são utilizados grandes terrenos em áreas bastante distantes de centros
urbanos. Já na geração distribuída, os painéis fotovoltaicos são instalados em
telhados, diminuindo assim a alteração da paisagem e otimizando o uso do espaço
que eventualmente era inutilizado.

-Sistemas fotovoltaicos só geram energia para ser usada durante o dia: A


produção de eletricidade por meio da energia solar fotovoltaica depende da luz do
sol, e consequentemente dos níveis de irradiação. Isso quer dizer que durante a
noite ou em dias muito nublados, os sistemas não são capazes de produzir energia
elétrica. Entretanto, isso não quer dizer que a energia gerada por eles não possa ser
aproveitada. Sistemas fotovoltaicos são conectados à rede de eletricidade
convencional dentro do Sistema de Compensação de Energia (net-metering):
quando for gerada mais energia do que estiver sendo consumida, ela é injetada na
rede, e se transforma em créditos que poderão ser utilizados durante à noite ou em
dias chuvosos. No caso dos sistemas isolados, são utilizadas baterias para
armazenar energia e disponibilizá-la quando necessária. Sistemas isolados também
podem ser combinados a outras formas secundárias de geração de energia (para
casos de emergência), como geradores a diesel ou turbinas de vento, por exemplo.

2.4 Fundamentação Teórica

A utilização da fonte solar para gerar energia elétrica proporciona diversos


benefícios, citados por ABSOLAR (2016), tanto do ponto de vista elétrico como
ambiental e socioeconômico. Do ponto de vista elétrico, contribui para diversificação
da matriz, aumento da segurança no fornecimento, redução de perdas e alívio de
transformadores e alimentadores. Sob o aspecto ambiental, há a redução da
emissão de gases do efeito estufa, da emissão de materiais particulados e do uso de
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água para geração de energia elétrica. Com relação a benefícios socioeconômicos,


a geração de energia solar fotovoltaica contribui com a geração de empregos locais,
o aumento da arrecadação e o aumento de investimentos.

A conversão de energia solar em energia elétrica foi verificada pela primeira vez
por Edmond Becquerel, em 1839 onde constatou uma diferença de potencial nos
extremos de uma estrutura de material semicondutor quando exposto a luz. Em
1876 foi montado o primeiro aparato fotovoltaico resultado de estudos das estruturas
no estado sólido, e apenas em 1956 iniciou-se a produção industrial seguindo o
desenvolvimento da microeletrônica. Neste ano a utilização de fotocélulas foi de
papel decisivo para os programas espaciais. Com este impulso, houve um avanço
significativo na tecnologia fotovoltaica onde aprimorou-se o processo de fabricação,
a eficiência das células e seu peso, os fótons contidos na luz solar são convertidos
em energia elétrica por meio do uso de células solares, o processo mais comum de
geração de energia elétrica a partir da energia solar. Entre os materiais mais
adequados para a conversão da radiação solar em energia elétrica, os quais são
usualmente chamados de células solares ou fotovoltaicas, destaca-se o silício.
Cerca de 80% das células fotovoltaicas são fabricadas a partir do silício cristalino ;
20% utilizam filmes finos. Por sua vez, o silício cristalino é obtido a partir do quartzo,
que deve ser purificado até o grau solar, que exige 99,9999% de pureza. O Brasil
possui jazidas de quartzo de alta pureza, mas ainda não desenvolveu a tecnologia
necessária para obter silício com grau solar.

Segundo Esposito & Fuchs (2013), é uma questão de tempo para que as
tecnologias de energia solar se tornem de fato competitivas, sem subsídios, não
somente para aplicações em geração distribuída, mas também em projetos de
grande escala. A estabilidade regulatória e a redução das incertezas no setor
elétrico contribuirão para que os investidores decidam por alocar recursos na
geração de energia elétrica de fonte solar, de forma centralizada ou distribuída. Os
autores consideram que a energia solar é mais uma entre as diversas opções que o
país detém, como hidroeletricidade, energia eólica, biomassa, entre outras. Ou seja,
é mais uma fonte de energia que o País tem à sua disposição e que deve ser
explorada.
Di Souza (2016) ensina que os sistemas fotovoltaicos conectados à rede
aprovisionam energia para as redes de distribuição e que todo o potencial originado
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é velozmente escorrido para a rede, que atua como uma carga, absorvendo a
energia. Os sistemas conectados à rede, do mesmo modo denominado de on-grid,
comumente não usam sistemas de armazenamento de energia, e com isso são mais
competentes que os sistemas autônomos, além de na maioria das vezes serem mais
baratos dependem de regulamentação e legislação favorável, uma vez que utilizam
a rede de distribuição das concessionárias para o escoamento da energia gerada.
Conforme Di Souza (2016), como, nos sistemas on-grid, a energia elétrica gerada é
entregue inteiramente à rede, os dispositivos de condicionamento de potência
devem se ajustar à forma como a eletricidade está correndo nas linhas de
distribuição, reproduzindo esse padrão e provendo o mesmo tipo de sinal elétrico.
Para a conexão à rede, utiliza-se dispositivos e desenhos característicos para tal.
Uma única célula fotovoltaica gera em torno de 0,7 volts e, por ter tensão e
corrente muito baixa, as células fotovoltaicas são agrupadas em várias, formando
assim um módulo fotovoltaico. O arranjo das células nos módulos pode ser feito
conectando-as em série ou paralelo (PINHO; GALDINO, 2014). Na conexão em
série, o terminal positivo de um dispositivo fotovoltaico é conectado ao terminal
negativo do outro dispositivo, e assim por diante para dispositivos idênticos e
submetidos à mesma irradiância; quando a ligação é em série as tensões são
somadas e a corrente elétrica continua a mesma. No caso de associarem-se
dispositivos em série com diferentes correntes de curto-circuito, a corrente elétrica
da associação será limitada pela menor corrente. Não é recomendável se ter
associação de módulos com correntes diferentes, pois pode causar
superaquecimento (PINHO; GALDINO, 2014). Na associação em paralelo, por sua
vez, os terminais positivos dos dispositivos são ligados entre si, assim como os
terminais negativos. As correntes elétricas são somadas e a tensão permanece a
mesma (PINHO; GALDINO, 2014).
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3. APLICAÇAO PRÁTICA

O projeto foi montado com base na viabilidade, de se ter energia renovável aonde
e quando quiser, para carregar aparelhos como celulares ,notebooks e entre outros
componentes eletroeletrônicos .Para colocar esse projeto em pratica, foram
utilizados alguns componentes essenciais para seu funcionamento tais como placa
solar fotovoltaica, controlador de carga ,inversor de tensão ,resistor, servo motor,
oscilador de cristal, diodo, capacitores, reguladores de tensão bateria de
motocicleta, micro controlador “ATMEGA 328” componente que executa o
movimento da placa solar, sensores “LDRs” entre outros componentes. A placa solar
fotovoltaica tem em suas propriedades (silício), utilizado em painéis
fotovoltaicos devido às suas propriedades semicondutoras.  Isso significa
que suas propriedades físicas e químicas são muito favoráveis para
promover o efeito fotovoltaico. Efeito que permite transformar a energia
dos fótons presentes na luz solar em movimento de elétrons e,
portanto, energia elétrica. a energia elétrica começara a ser produzida quando os
fótons “provenientes dos raios solares”, começarem a colidir com os átomos que
existem dentro do painel solar, provocando um deslocamento dos elétrons assim
gerando energia elétrica em corrente continua (CC).A energia que será emitida pela
placa solar, terá a tensão de 12volts em corrente continua(CC) com uma potência de
10W,com isso será gerado uma energia que será utilizada para carregar uma bateria
de 12 volts 6 amperes, visando que bateria tem um limite de carga para ser
armazenado foi utilizado um controlador de carga , para poder controlar o limite de
carga da bateria assim evitando problemas provenientes de uma sobrecarga .Com
isso utilizamos a carga da bateria que será transformada de corrente continua (CC)
em alternada (CA) “energia que usamos no nosso cotidiano “, para isso utilizamos
um inversor de tensão. A energia elétrica terá sua passagem, através de cabos que
iram ser conectados em uma tomada convencional com duas entradas USB, para o
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carregamento de dispositivos como celulares etc. Para se ter uma maior capitação
de luz solar, foi pensado no movimento da placa fotovoltaica, utilizando sensores
(LDRs) em três posições, dois na horizontal e um na vertical, para não perder
nenhum ponto de luz solar. Assim quando um sensor estiver com maior
luminosidade ele irá mandar um sinal para o micro controlador (ATMEGA328), que
por sua vez posicionara um servo motor aonde estiver com maior luminosidade, com
posições de 45º e 90º.A placa foi montada na carroceria de um veículo
confeccionado em madeira acoplada há um eixo de ferro com rolamentos em sua
pontas para facilitar a movimentação, e acoplado nesse eixo um servo-motor (Mg
995) para movimentar a placa, abaixo segue algumas imagens do projeto.

Fonte: Autor
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Fonte: Autor
16

Fonte: Autor

3.1 Movimentação da Placa Solar


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O algoritmo foi montado a partir das informações do projeto, utilizando a lógica de


programação com variáveis e condições como if, else e posições com ângulo. A
programação foi feita na IDE do arduino, usando programação em C++.
Montada a lógica, os sensores irão variar sua resistência aonde estiver com
maior luminosidade, assim que mandar essas informações para as portas
analógicas do micro controlador “ATMEGA 328”, um pulso será emitido para porta
PWM do micro controlador, assim vai ocorrer a movimentação do micro servo motor
“Mg 995”, consequentemente movimentando a placa fotovoltaica.
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4. COMPONENTES DA PARTE PRÁTICA

Para o processo de elaboração e implantação do projeto foram necessários


alguns componentes fundamentais para seu funcionamento tais citados abaixo, a
partir das informações fornecidas no projeto obteve-se base para elaboração
pratica e teórica do mesmo.

4.1 Painéis Solares

Os painéis solares geram energia elétrica a partir do sol de forma muito


simples. Além da energia fotovoltaica ser considerada limpa por não gerar resíduos
para além das placas e não causar danos ao meio ambiente, os painéis que
realizam a transformação da luz solar em energia elétrica demandam manutenção
mínima. Um painel solar fotovoltaico é formado por um conjunto de células
fotovoltaicas que possuem elétrons (partículas de carga negativa que giram ao redor
dos núcleos dos átomos) e esses, por sua vez, ao serem atingidos pela
radiação solar, se movimentam gerando uma corrente elétrica. Por esse motivo, são
necessárias inspeções periódicas para verificar se há acúmulo de poeira, folhas ou
outros interferentes (como detritos de pássaros) sobre o painel. Geralmente a chuva
é o suficiente para manter o painel livre de detritos, mas, quando não for, basta
limpá-lo com um pano úmido e detergente neutro, sempre utilizando luvas de
borracha e checando os fios soltos ou oxidados (o que acontece principalmente em
regiões mais úmidas ou com maresia) para evitar acidentes. Os tamanhos e pesos
dos painéis solares são bastante variáveis. Há vários tipos e variações, mas
um painel possui, em média, aproximadamente um metro quadrado, e pesa pouco
mais de 10 quilos. Um painel destas proporções possui cerca de 36 células
fotovoltaicas, sendo capaz de produzir por volta de 17 volts, e uma potência de até
140 watts. Os modelos existentes geralmente variam de cinco até 300 watts de
potência máxima, dependendo da finalidade de seu uso, e da tecnologia adotada.
Além disso, podem ser instalados diversos painéis fotovoltaicos, que podem ser
organizados de formas diferentes, possibilitando que se trabalhe com muitas
variações de sistemas de energia solar. Um painel solar tem vida útil de
aproximadamente 25 anos, sendo bem prático por não precisar de manutenção
pesada (lembrando que outros componentes do sistema podem ter uma vida útil
20

maior ou menor em comparação a esse). O tempo de retorno do investimento, no


sistema fotovoltaico é variável, e depende da quantidade de demanda de energia.

4.2 Tipos Básicos de Painéis Solares

-Painel solar monocristalino: Apresentam alto rendimento, e são feitos


de células monocristalinas de silício, ou seja, cada célula é formada por um único
cristal desse elemento. O processo de fabricação desses painéis é complexo, pois
exige a produção de cristais únicos de silício de alta pureza para cada célula
fotovoltaica.
-Painel solar policristalino: Menos eficiente que o painel anterior; nos
policristalinos, as células são formadas por diversos cristais, e não somente por um.
O resultado final é uma célula fotovoltaica com aparência de vidro quebrado.
-Painel de filme fino: material fotovoltaico é depositado diretamente sobre uma
superfície (podendo ser de metal ou de vidro), para formar o painel. Apesar de
serem mais baratos, possuem uma eficiência energética muito menor, fazendo com
que seja necessária uma área bem maior para compensar.

4.3 Controladores de Carga

Também chamado de regulador de carga, este componente é, geralmente,


utilizado em sistemas off grid, ou seja, que empregam o uso de baterias para o
armazenamento de energia. Os controladores de carga têm como principal função
proteger os acumuladores, isto é, as baterias de sobrecargas do sistema. Além
disso, se bem regulados, asseguram que o sistema opere em sua máxima eficiência,
ajustados corretamente, irão garantir o bom desempenho do sistema de baterias sob
várias condições (carga, descarga e variações de temperatura). O princípio de
funcionamento, da proteção da bateria através dos controladores de carga, consiste
em impedir que ela sofra sobrecarga de tensão e prevenir que ela seja
completamente descarregada. Ambas as situações acarretam desgaste e,
consequentemente, diminuição da vida útil da bateria, por isso devem ser
controladas
21

4.4 Bateria

Existem outros equipamentos capazes de realizar a função de armazenamento


da energia, porém, a bateria ainda é utilizada em maior escala, devido à sua
eficiência de funcionamento. A mesma é definida como um conjunto de células ou
vasos eletroquímicos, conectados em série e/ou paralelo, capazes de armazenar
energia elétrica na forma de energia química por meio de um processo eletroquímico
de oxidação e redução que ocorre em seu interior.

4.5 Inversores

O Inversor Solar é um dos principais itens do kit de energia solar, e sua função é
basicamente inverter a energia elétrica gerada pelos painéis, de corrente contínua
(CC) para corrente alternada (CA). O Seu papel secundário e garantir a segurança
do sistema e medir a energia produzida pelos painéis solares. A energia elétrica na
saída dos módulos fotovoltaicos é em corrente contínua (CC). Isto inviabiliza a sua
aplicação direta na maioria dos equipamentos que trabalham somente em corrente
alternada (CA). Para a solução deste problema, empregam-se os inversores,
capazes de realizar a conversão desta tensão contínua para um valor de tensão em
CA. Além disso, este equipamento é capaz de ajustar a frequência e nível de tensão
gerada.

4.6 Diodo Retificador

O diodo retificador é um dispositivo semicondutor utilizado para converter sinais


em corrente alternada para corrente contínua, mantendo apenas um semiciclo da
onda senoidal que é a característica da corrente alternada, daí o seu nome
“retificador”. Além disso, o diodo retificador pode ser utilizado normalmente como um
diodo para qualquer aplicação que se necessite a passagem da corrente em apenas
um sentido A conversão de corrente alternada para corrente contínua é muito
utilizada para alimentar adequadamente os circuitos eletrônicos que utilizam
componentes como circuitos integrados, LEDs e transistores visto que eles
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geralmente trabalham alimentados em corrente contínua, os carregadores de bateria


também requerem um circuito retificador pois as pilhas e baterias de todos os tipos
são componentes que armazenam a energia exclusivamente na forma de corrente
contínua e podem explodir caso sejam ligados a uma fonte de corrente alternada.

4.7 Servo Motores

De forma simplificada, um Servo motor é um motor na qual podemos controlar


sua posição angular através de um sinal PWM. Dessa forma, um Servo motor é um
atuador eletromecânico utilizado para posicionar e manter um objeto em uma
determinada posição. Para isso, ele conta com um circuito que verifica o sinal de
entrada e compara com a posição atual do eixo. Diferentemente dos motores de
corrente continua ou motores de passo que podem girar indefinidamente, o eixo de
um servo possui a liberdade de apenas 180º.

4.8 Capacitores

Capacitores são dispositivos utilizados para o armazenamento de cargas


elétricas. Existem capacitores de diversos formatos e capacitâncias. Não obstante,
todos compartilham algo em comum: são formados por dois terminais separados por
algum material dielétrico. Os capacitores são utilizados em diversas aplicações
tecnológicas. É praticamente impossível encontrarmos algum circuito eletrônico que
não contenha esse tipo de dispositivo.
Quando ligados a uma diferença de potencial, um campo elétrico forma-se entre
suas placas, fazendo com que os capacitores acumulem cargas em seus terminais,
uma vez que o dielétrico em seu interior dificulta a passagem das cargas elétricas
através das placas.
A função mais básica do capacitor é a de armazenar cargas elétricas em seu
interior. Durante as descargas, os capacitores podem fornecer grandes quantidades
de carga elétrica para um circuito.
Os capacitores levam um pequeno tempo para serem carregados
completamente, entretanto, sua descarga geralmente é rápida. Por isso, os
23

capacitores são largamente usados em dispositivos eletrônicos que


demandam grandes intensidades de corrente elétrica.
Além de sua função mais fundamental, os capacitores podem ser usados
para implementar temporizadores, retificadores de corrente elétrica, filtros de
linha, estabilizadores etc.
Os capacitores podem diferir em seu formato bem como em seu dielétrico. O
meio que é inserido entre as placas de um capacitor interfere diretamente em sua
capacidade de armazenar cargas elétricas. Meios que apresentam altas
constantes eletrostáticas, ou seja, altamente resistivos, são os preferidos para a
implementação dos capacitores.
Confira alguns tipos de capacitores:
-Capacitores eletrolíticos: contêm finas camadas de alumínio, envolvidas
em óxido de alumínio e embebidas em eletrólitos líquidos.
-Capacitores de poliéster: são um tipo de capacitor bastante compacto, formado
por folhas de poliéster e alumínio.
-Capacitores de tântalo: têm uma vida útil mais longa, usam como dielétrico
o óxido de Tântalo.
-Capacitores de óleo: foram os primeiros tipos de capacitores e, assim como os
capacitores de papel, deixaram de ser usados por serem pouco práticos ou
confiáveis.
-Capacitores variáveis: são os que possuem válvulas capazes de controlar a
distância entre as placas ou a sua área de contato, largamente utilizados em
aparelhos valvulados, como rádios e televisores antigos
-Capacitores cerâmicos: feitos em formato de disco, são formados de placas
condutoras que envolvem um meio como papel, vidro ou ar.

4.9 Reguladores de Tensão

A função do sistema de excitação é estabelecer a tensão interna do gerador


síncrono. Em consequência, o sistema de excitação é responsável não somente
pela tensão de saída da máquina, mas também pelo fator de potência e pela
magnitude da corrente gerada. As principais funções de um regulador automático de
tensão são:
24

- Controlar a tensão terminal da máquina, dentro dos limites prescritos;

- Regular a divisão de potência reativa entre máquinas que operam em paralelo,


particularmente quando estas estão em barra comum, gerando a mesma tensão
terminal, isto é, sem transformador;

- Controlar de perto a corrente de campo, para manter a máquina em sincronismo


com o sistema, quando esta opera a fator de potência unitário ou adiantado;

- Aumentar a excitação sob condições de curto-circuito no sistema, para manter a


máquina em sincronismo com os demais geradores do sistema;

- Amortecer oscilações de baixa frequência que podem trazer problemas de


estabilidade dinâmica. Os reguladores são necessários em compensadores
síncronos cuja finalidade é controlar tensão, e são indispensáveis para manter a
estabilidade dos geradores

4.9.1 Sensores LDR

Um resistor dependente de luz ou fotorresistência, conhecido pela sigla


inglesa LDR (Light Dependent Resistor), é um componente eletrônico passivo do
tipo resistor variável, mais especificamente, é um resistor cuja resistência varia
conforme a intensidade da luz que incide sobre ele.
Tipicamente, à medida que a intensidade da luz aumenta, a sua resistência
diminui.
O LDR é construído a partir de material semicondutor com elevada resistência
elétrica. Quando a luz que incide sobre o semicondutor tem uma frequência
suficiente, os fótons que incidem sobre o semicondutor libertam elétrons para a
banda condutora que irão melhorar a sua condutividade e assim diminuir a
resistência. Em uma utilização normal, o LDR é montado num circuito onde a
resistência é convertida para tensão. A forma mais simples de fazer é através de um
circuito divisor de tensão.
O LDR é muito utilizado em circuitos eletrônicos onde seja necessário um sensor
de luz devido ao seu baixo custo e facilidade de utilização. Por este motivo pode ser
facilmente encontrado nas chamadas fotocélulas, medidores de luz, detectores de
incêndio ou de fumo, controladores de iluminação, etc.
25

4.9.2 Oscilador de Cristal

Um oscilador de cristal é um componente eletrônico que utiliza a ressonância de


um cristal em vibração de um material piezo eletrônico, para criar um sinal elétrico
com uma frequência bastante precisa. O cristal piezoeléctrico mais utilizado é o
quartzo.
Osciladores de cristais são componentes compostos de dois terminais, ligados a
um cristal piezoeléctrico interno. Esse cristal contrai quando submetido a tensão
elétrica, e o tempo de contração varia conforme a construção do cristal. Quando a
contração chega a um certo ponto, o circuito libera a tensão e o cristal relaxa,
chegando ao ponto de uma nova contração. Assim, os tempos de contração e
relaxação desse ciclo determinam uma frequência de operação, muito mais estável
e controlável que circuitos com capacitores os cristais de quartzo são usados
sobretudo em micro controladores eletrônicos.

4.9.3 Resistor

Resistores são componentes de circuitos elétricos que possuem a função de


limitar os valores da corrente elétrica de acordo com necessidades específicas.
A sua função é resistir à passagem da corrente elétrica, por isso, a maior parte
deles é feita com carvão em pasta, componente que é isolante elétrico.
Um resistor  ou uma resistência  é um dispositivo elétrico muito utilizado
em eletrônica, o com a finalidade de transformar energia elétrica em energia
térmica por meio do efeito joule, com a finalidade de limitar a corrente elétrica em
um circuito. Resistores são componentes que têm por finalidade oferecer uma
oposição à passagem de corrente elétrica, através de seu material. A essa oposição
damos o nome de resistência elétrica ou impedância, que possui como unidade
o ohm. Causam uma queda de tensão em alguma parte de um circuito elétrico,
26

porém jamais causam quedas de corrente elétrica, apesar de limitar a corrente. Isso
significa que a corrente elétrica que entra em um terminal do resistor será
exatamente a mesma que sai pelo outro terminal, porém há uma queda de tensão.
Utilizando-se disso, é possível usar os resistores para controlar a corrente elétrica
sobre os componentes desejados. Os resistores podem ser fixos ou variáveis. Um
resistor ideal é um componente com uma resistência elétrica que permanece
constante independentemente da tensão ou corrente elétrica que circula pelo
dispositivo. O valor de um resistor de carbono pode ser facilmente identificado de
acordo com as cores que apresenta na cápsula que envolve o material resistivo, ou
então usando um ohmímetro.
27

5. CONSIDERAÇÕES FINAIS

O presente trabalho tem como objetivo descrever os avanços no


desenvolvimento da energia solar fotovoltaica proporcionado benefícios para o meio
ambiente e para as pessoas promovendo uma redução de custos durante um longo
período, a contribuição para o meio ambiente e consequentemente à sociedade faz
com que sistemas fotovoltaicos sejam muito atraentes, uma vez que torna possível a
geração da energia elétrica que se consome, sem produção ou consumo de
resíduos e gases poluentes geradores do efeito estufa e do aquecimento global.
O presente trabalho se propôs a desenvolver um projeto básico de um sistema de
micro geração de energia elétrica baseando-se em pesquisas e estudos a respeito
da conversão de energia solar em elétrica e dos equipamentos utilizados nesse
processo, seguindo os objetivos específicos propostos, foi possível atingir ao mesmo
com êxito, pois identificou-se que a utilização do sistema solar fotovoltaico fornece
energia limpa e renovável, ainda que o custo das células fotovoltaicas seja alto a
vantagem da fonte fotovoltaica reside no retorno sobre o investimento. Foram
abordados temas importantes visando descrever sobre as características técnicas
dos sistemas e equipamentos utilizados para a convergência da radiação solar
utilizando a tecnologia fotovoltaica e as principais aplicações. Foi descrito ainda
sobre os tipos de sistema on Grid e off Grid desta fonte de energia, foi abordado as
vantagens e desvantagens do uso da energia solar fotovoltaica, bem como as
dificuldades e desafios da utilização desse sistema. O objetivo geral trata-se da
aplicação da energia solar fotovoltaica como uma fonte alternativa de energia, onde
através de um painel solar acoplado a carroceria de um veículo será possível a
28

capitação da radiação solar e convertida em energia elétrica, sendo possível o


carregamento de notebooks, celulares, tablets, dispositivos eletrônicos etc.

REFERÊNCIAS

Associação Brasileira de Energia Solar Fotovoltaica (ABSOLAR).


Geração Distribuída Solar Fotovoltaica. Encontro Nacional dos Agentes do
Setor Elétrico – ENASE. Rio de Janeiro, 2016.

DI SOUZA, Ronilson. Os sistemas de energia solar fotovoltaica: livro digital de


introdução aos sistemas solares. São Paulo: Blue Sol, 2016.

ESPOSITO, Alexandre Siciliano; FUCHS, Paulo Gustavo. Desenvolvimento


tecnológico e inserção da energia solar no Brasil. Revista do BNDES, v. 40,
dez/2013, pp. 85-114.

Edmond Becquerel. Administradores.com.br/artigos/energia-solar-fotovoltaica.

PINHO, João Tavares; GALDINO, Marco Antônio. Manual de Engenharia para


Sistemas Fotovoltaicos (2014).

Bateria. Disponível em: https://programaintegradoronline.com.br/wp-


content/uploads/2016/03/Livro-Digital-de-Introdu%C3%A7%C3%A3o-aos-Sistemas-
Solares-novo.pdf.Acesso em 15/11/ 2019

Capacitores. Disponível em:


https://brasilescola.uol.com.br/fisica/capacitores.html.Acesso em 15/11/ 2019
29

Controladores de Carga. Disponível em:


https://www.researchgate.net/publication/325902997_ESTUDO_E_SIMULACAO_DE
_UM_CONTROLADOR_DE_CARGA_PARA_SISTEMA_FOTOVOLTAICO_OFF-
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Diodo Retificador. Disponível em: https://www.mundodaeletrica.com.br/diodo-


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Energia Solar Fotovoltaica. Disponível em: https://engenharia360.com/o-que-e-


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em: 11/11/ 2019

Painel solar e Tipos Básicos de Painéis Solares. Disponível em:


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Regulador de Tensão. Disponível em: http://genvolt.com.br/blog/pra-que-serve-o-


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Resistor. Disponível
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2019

Servo Motor. Disponível em: https://portal.vidadesilicio.com.br/o-que-e-


servomotor/.Acesso em: 02/11/ 2019

Vantagens e Desvantagens da energia Solar Fotovoltaica. Disponível em:


https://blog-solar.engie.com.br/uso-da-energia-solar-vantagens-desvantagens/?
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so em: 02/11/ 2019

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