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Diafragma: anatomia, função, suas relações e a visão da Osteopatia

-O diafragma é o principal músculo da inspiração, ou seja, quando puxamos o ar, o diafragma se contrai
se abaulando no sentido do abdome diminuindo a pressão interna na caixa torácica e facilitando a
entrada de ar nos pulmões. É uma divisão músculo-tendínea do tronco em tórax e abdome.

Visão posterior do tórax, sendo possível visualizar a divisão que o diafragma faz entre o tórax e o
abdome (MOORE, DALLEY, 2007)

-Pode ser dividido em dois segmentos: pilares diafragmáticos e centro tendíneo.

-PILARES DIAFRAGMATICOS : estão firmemente inseridos nas últimas vértebras torácicas (T11 e T12) e
nas primeiras lombares (L1-L3), além de inserirem-se nas últimas costelas também. São responsáveis
por fazer o movimento de aberturas das costelas facilitando a entrada de ar.

Pilares diafragmáticos : ( forma o hiato aórtico)

D: maior e mais longo, T12 á L3.

E: L1 e L2 pouco até T12.

-CENTRO TENDINEO: localiza-se na parte ântero-central do diafragma e é apenas ele que se move nas
excursões respiratórias. Assemelha-se a um trevo de 3 folhas e nele há o forame da veia cava inferior
por onde passa a veia de mesmo nome (além do nervo frênico) que desemboca no coração e é
responsável por drenar todo o sangue da porção inferior do corpo, além dessa abertura, há outras
passagens no diafragma conhecidas como hiatos esofágico e aórtico.

-Hiato esofágico, uma abertura ovalada, que passa o esôfago (tubo muscular que provém da boca e
termina no estômago). Junto com o esôfago há a passagem dos troncos vagais direito esquerdo
(responsáveis pela inervação parassimpática dos órgãos torácicos e grande parte dos abdominais).
Vista inferior do diafragma: é possível visualizar o forame da veia cava, os hiatos aórtico e esofágico e os
ligamentos arqueados mediano, medial e lateral.

-Hiato aórtico, há a passagem da artéria aorta, principal vaso que sai do coração e envia sangue para
todo o corpo. É importante lembrar que a aorta não perfura o diafragma, portanto, um aumento de
tensão deste não influencia na passagem de sangue por essa artéria-Este é formado pelos pilares
direito e esquerdo do diafragma e também pelo ligamento arqueado mediano. Além desta estrutura
há também os ligamentos arqueados medial e lateral que são espessamentos fasciais que revestem os
músculos psoas e quadrado lombar, respectivamente.

Vista anterior da região abdominal: é possível visualizar em azul do lado esquerdo, o músculo psoas
maior e do direito, o psoas menor.

-PSOAS: é um dos mais importantes .Localiza-se profundamente ao abdome desde os processos


transversos das vértebras lombares até a eminência ílio-pectínea (psoas menor) e ao trocânter menor
(psoas maior). Este músculo quando se espasma provoca hiperlordose lombar e quando está debilitado
causa retificação da lordose lombar. Tem uma função importante nas adaptações da pelve, pois quando
está espasmado provoca uma fixação na pelve,ilíaco posterior.
Vista posterior da região lombar, destaca-se em azul, o músculo quadrado lombar.

- QUADRADO LOMBAR: se localiza na parede posterior do abdome estendendo-se desde as últimas


costelas até os ilíacos, com fixação em todas as vértebras lombares. Quando ele entra em espasmo gera
um ilíaco anterior.

INVERVAÇÃO DO DIAFRAGMA:

-se dá através dos nervos frênicos direito e esquerdo. Estes se originam dos ramos anteriores dos 3º, 4º
e 5º segmentos cervicais (C3-C5). Os nervos frênicos enviam ramos aferentes e eferentes, ou seja, dão a
ordem para o músculo diafragma contrair (eferência ou motores) assim como, dá informações dolorosas
e proprioceptivas deste músculo ao sistema nervoso central (aferência ou sensoriais). Vale lembrar que
a divisão sensitiva do nervo frênico inerva, ainda, o mediastino, o tecido conjuntivo que reveste o fígado
e as pleuras.

Vista anterior do tórax e a passagem dos nervos frênicos até o diafragma.

-O diafragma ainda tem um importante papel na função das vísceras pois grande parte delas está
conectada por meio de fáscias.

Exemplos:

-o fígado se fixa ao diafragma através de alguns ligamentos chamados: triangulares direito e esquerdo,
coronários direito e esquerdo e falciforme.

-O baço se conecta ao diafragma através do ligamento freno-esplênico e o coração pelo forte ligamento
frênico-pericárdico. Qualquer alteração do tônus diafragmático pode repercutir nestas e em outras
vísceras.

-Uma possível disfunção do diafragma é capaz de ser a causa de um sintoma muito comum entre as
pessoas: a pirose (popularmente conhecida como azia).

O esôfago se fixa ao diafragma através do ligamento frênico esofágico. A musculatura diafragmática que
está em volta ao hiato esofágico funciona como uma válvula, liberando a passagem do alimento do
esôfago para o estômago e também impedindo-o que retorne ao esôfago. Este “portão” é conhecido
como esfíncter esofágico inferior.

“’Pois bem, se o diafragma não apresenta uma boa função, este esfíncter pode se relaxar e parte do
conteúdo gástrico retorna ao esôfago causando o fenômeno chamado refluxo ácido. Acontece que vez
ou outra é normal que algo do estômago reflua para o esôfago. O problema é quando isto se cronifica,
produzindo sintomas que indicam a existência de lesões teciduais no esôfago, é a chamada Doença do
Refluxo Gastroesofágico (DRGE)’’.

*Facilitação medular ocorre de duas formais, quais?

- 1 via central periférica: diafragma gera dor cervical.


-2 via periférica central: dor cervical leva a alteração no diafragma.
Músculos do Quadril

Rotadores do Quadril

ROTADORES EXTERNOS DO QUADRIL:


Piriforme
Gêmeo superior
Gêmeo inferior
Obturador externo
Obturador interno
Quadrado da coxa
ORIGEM: Sacro anterior, porção posterior do ísquio.
INSERÇÃO: no trocanter maior

ROTADORES INTERNOS DO QUADRIL


Glúteo mínimo
Glúteo médio
TFL

ABDUTORES DO QUADRIL:
Glúteo médio
Glúteo mínimo
TFL
Piramidal

ADUTORES
Adutor mínimo
Adutor médio
Adutor máximo
Adutor magno
Pectíneo
Reto interno
Grácil

FLEXORES DO QUADRIL
Psoas e Ilio
Sartorio
Reto anterior
TFL
Quadriceps (Reto da coxa, Vasto lateral, Vasto medial).

EXTENSORES DO QUADRIL:
Glúteo maior
Ísquios tibiais

Anatomia dos membros inferiores

    
Quadriceps: 1-reto da coxa 2-vasto intermédio 3-vasto lateral 4-vasto medial

 Músculos adutores da coxa Pectínio, Adutor longo, Adutor curto, Adutor magno, Grácil

  Trígono Femural

O trígono femoral é um feixe vásculo-nervoso que se localiza na região superior da coxa, na porção
proximal do Fêmur. Seus constituintes são (em ordem lateral-medial) o Nervo Femoral, Artéria Femoral
e Veia Femoral.

-Canal do adutores

É uma passagem longa e estreita no terço médio da coxa. Estende-se do ápice do trígono femural, onde
o sartório cruza sobre o adutor longo até o hiato dos adutores, no tendão do adutor magno.
O canal dos adutores proporciona uma passagem intramuscular para artérias e veias femorais, o nervo
safeno e o nervo para o vasto medial, levando os vasos femurais até a fossa poplítea, onde tornam-se
vasos poplíteos.

LIGAMENTOS DO QUADRIL:

Ligamento redondo
Ligamento Iliofemoral ou de bertin
Ligamento Pulbofemural: feixe ilio –pretocanteriano enfeixe ilio pre trocantiniano: formam um N
(welcker).
Ligamento Isquiofemural
*OSTEOCINEMATICA:

Eixo transversal: plano frontal: permite flexão e extensão.


Eixo longitudinal: plano transverso: permite rotação .
Eixo antero posterior: plano sagital: permite adução e abdução .

*Invervaçao da Capsula articular:


Parte posterior: inervada pelo ciático.
Parte anterior: invervada pelo nervo femoral.
Parte antero interna: uma rama sensitiva do obturador externo.
VASCULARIZAÇÃO DO MEMBRO INFERIOR
*Veia femoral: torna-se ilíaca externa ao passar pelo ligamento inguinal.
*Veias Superficiais: formam dois canais: veia safena magna e veia safena parva: arco venoso dorsal do
pé.
*Artéria femoral origina um grupo de 4 pequenas artérias: no trigono femoral:
-arteria epigástrica superficial
-ramo circunflexo ilíaco superficial

-arteria pudenda externa superficial

-arteria pudenda externa profunda

*COMO É A ORIENTAÇAO DA CABEÇA DO COLO FEMORAL?

É oblico para cima, para dentro e para frente. A cabeça do colo varia de individuo, pode ser: longilíneo e
brevelineo

MUSCULOS QUE FIXAM:

-Iliaco posteiro:

Perna curta’
Isquiotibiais
Reto anterior do abdomem
Psoas
Glúteo maior

Músculos tensionados:
Ilíaco
Sartoreo
Adutores
Quadrado lombar
Reto anterior da coxa
-Iliaco anterior:
Perna longa
Quadrado lombar
Sartóreo
Ilíaco
Reto anterior da coxa
Grande dorsal

-rotaçao externa:
Glúteo
Sartoreo
TFL

-rotaçao interna:
Ilíaco
Obliquo do abdomem
Transverso do abdomem

DIAGNOSTICO OSTEOPATICO DO QUADRIL:

Tipos de pé: plano – calcâneo valgo


Cavo – calcâneo varo

-Retroversão femoral: pode produzir marcha em pé valgo


-Anteroversao femoral: pode produzir marcha em pé varo.

Compensação da perna curta a direita:


-lombar inclina para o lado oposto da concavidade a D.
-toracica D
-Cabeça rodada a D e inclina a E.
-calcaneo E varo
-calcaneo D valgo
- para compensar perna longa, inclinação RE coxofemoral.

ROTAÇOES COXOFEMORAL:
RI: trocanter maior esta mais interno/ anterior
RE: trocanter maior esta mais externo/ posterior

JOELHO

*Articulação biarticular ou bicondílea.

A articulação do joelho consiste em três articulações:

Duas articulações femorotibiais (lateral e medial) entre os


côndilos laterais e mediais do fémur e da tíbia

Uma articulação femoropatelar intermédia entre a patela


e o fémur.

A fíbula não participa da articulação do joelho.


*A estabilidade da articulação do joelho depende:

 O músculo mais importante na estabilidade da articulação do joelho é o grande quadrícipite


femoral, particularmente as fibras inferiores dos vastos medial e lateral

Ligamentos Extracapsulares da Articulação do Joelho

 A cápsula articular é fortalecida por cinco ligamentos extracapsulares ou capsulares


(intrínsecos): ligamentos externos.

 ligamento da patela,
 ligamento colateral fibular,
 ligamento colateral tibial,
 ligamento poplíteo oblíquo
 ligamento poplíteo arqueado

* O ligamento da patela, a parte distal do tendão do quadricípite, é uma faixa fibrosa espessa e forte
que segue do ápex e das margens adjacentes da patela até a tuberosidade da tíbia. O ligamento da
patela é o ligamento anterior da articulação do joelho

*Os ligamentos colaterais do joelho encontram-se tensos quando o joelho está completamente
estendido, contribuindo para a estabilidade na posição de pé
*Durante a flexão, eles tornam-se cada vez mais laxos, permitindo e limitando (servindo como
ligamentos de contenção para) a rotação no joelho

*Ligamento colateral fibular :ou colateral lateral:


 Durante a flexão, eles se tornam cada vez mais frouxos, permitindo e limitando (servindo como
ligamentos de contenção para) a rotação no joelho
 Estende-se inferiormente a partir do epicôndilo lateral do fémur até a superfície lateral da
cabeça da fíbula
 O tendão do poplíteo passa profundamente ao LCF, separando-o do menisco lateral
 O tendão do bicípite femoral é dividido em duas partes por esse ligamento

*O ligamento colateral tibial; ligamento colateral medial:

se estende do epicôndilo medial do fémur ao côndilo medial e à parte superior da face medial da
tíbia

 O LCT, mais fraco do que o LCF, é lesado com maior frequência.


*O ligamento poplíteo oblíquo é uma expansão recorrente do tendão do semimembranoso que reforça
a cápsula articular posteriormente quando transpõe a fossa intracondilar

- origina-se posteriormente ao côndilo medial da tíbia e segue superolateralmente em direcção ao


côndilo lateral do fémur, fundindo-se com a parte central da face posterior da cápsula articular.

*O ligamento poplíteo arqueado também fortalece a cápsula articular posterolateralmente.

 Origina-se da face posterior da cabeça da fíbula, segue superomedialmente sobre o tendão do


poplíteo e estende-se sobre a face posterior da articulação do joelho

Ligamentos Intra-articulares do Joelho

Os ligamentos intra-articulares do joelho consistem nos ligamentos cruzados e meniscos.

 O tendão poplíteo também é intra-articular durante parte de seu trajecto.

 Os ligamentos cruzados cruzam-se dentro da cápsula articular, mas fora da cavidade sinovial

 O quiasma (ponto de cruzamento) ou os ligamentos cruzados servem como eixo para


movimentos giratórios no joelho.

* ligamento cruzado anterior (LCA), o mais fraco dos dois ligamentos cruzados, origina-se na área
intercondilar anterior da tíbia, imediatamente posterior à fixação do menisco medial

 O LCA tem um suprimento sanguíneo relativamente pobre.


 Também impede o deslocamento posterior do fémur sobre a tíbia e a hiperextensão da
articulação do joelho.
 Quando a articulação é flétida em um ângulo reto, a tíbia não pode ser traccionada
anteriormente porque é segura pelo LCA.
*O ligamento cruzado posterior (LCP), o mais forte dos dois ligamentos cruzados, origina-se da área
intercondilar posterior da tíbia

 O LCP limita a rolagem anterior do fémur sobre o platô tibial durante a extensão, convertendo-
a em rotação.
 Também impede o deslocamento anterior do fémur sobre a tíbia ou o deslocamento posterior
da tíbia sobre o fémur e ajuda a evitar hiperflexão da articulação do joelho.
 No joelho flétido sustentando peso, o LCP é o principal factor estabilizador do fémur

Os meniscos são mais espessos em suas margens externas.

* ligamentos coronários são partes da cartilagem articular que se estendem entre as margens dos
meniscos e a maior parte da periferia dos côndilos tibiais.

* ligamento transverso do joelho, une-se às margens anteriores dos meniscos fixando-os um ao outro
durante movimentos do joelho.

Menisco medial: tem formato de C, mais largo posterior do que anteriormente


 O menisco medial adere firmemente à superfície profunda do LCT
 Devido às suas fixações amplas lateralmente à área intercondilar tibial e medialmente ao LCT, o
menisco medial é menos móvel sobre o platô tibial do que o menisco lateral.
Menisco lateral é quase circular, menor e mais livremente móvel do que o menisco medial. O tendão do
poplíteo possui duas partes na região proximal
 Uma alça tendínea forte, o ligamento meniscofemoral posterior, une o menisco lateral ao LCP
e ao côndilo medial do fémur .

A tíbia e a fíbula estão unidas por duas articulações: a articulação tibiofibular (superior) e a
sindesmose tibiofibular (inferior).
 Uma membrana interóssea une os corpos dos dois ossos

Suprimento Sanguíneo da Articulação do Joelho


 Ramos geniculares das artérias femoral, poplítea, recorrente tibial anterior e ramo
descendente da artéria circunflexa femoral lateral
 Os ramos geniculares médios da artéria poplítea penetram na camada fibrosa da
cartilagem articular e suprem os ligamentos cruzados, a membrana sinovial e as
margens periféricas dos meniscos
Inervação da Articulação do Joelho
 A articulação tibiofibular é uma articulação sinovial plana entre a face articular plana na cabeça
da fíbula..
 Uma cápsula articular tensa circunda a articulação e fixa-se às margens das faces articulares da
fíbula e tíbia
 A cápsula articular é fortalecida pelos ligamentos anterior e posterior da cabeça da fíbula, que
seguem superomedialmente a partir da cabeça da fíbula até ao côndilo lateral da tíbia.
 A integridade da sindesmose tibiofibular é essencial para a estabilidade da articulação do
tornozelo, porque mantém o maléolo lateral firmemente contra a face lateral do tálus
Músculos da região anterior da perna

                                                    Tibial anterior


                                                    Extensor longo dos dedos
                                                    Fibular terceiro
                                                    Extensor longo do hálux
Os músculos da região anterior da perna são extensores do tornozelo e dos dedos,

Tibial anterior é flexor, adutor, e inversor do pé .Este músculo está situado junto à face lateral da tíbia,
onde tem sua origem e segue até o primeiro metatarso, onde se insere.
Extensor Longo do Hálux, estende o hálux e flete o pé (dorsiflexão)

 Extensor longo dos dedos faz a extensão dos quatro últimos dedos do pé e assessora a flexão e eversão
do pé.

 Fibular terceiro auxilia a ação e está situado lateralmente ao músculo extensor longo dos dedos

   extensor dos dedos    extensor hálux     tibial anterior


fíbular terceiro

 Músculos da região lateral da perna


                                                        
                                                             Fibular longo
                                                             Fibular curto

O musculo fibular curto everte o pé ele está inserindo na extremidade posterior do quinto metatarso.


O musculo fibular longo e flexor a eversor do pé. É maior e mais volumoso que o fibular curto, desde a
metade da perna ele já é representado pelo seu tendão.

Musculos da região posterior da perna 


                                                      - Camada superficial
                                                       tríceps sural gastrocnêmico
                                                       Sóleo
                                                       Plantar
                                                     -Camada Profunda
                                                      Poplíteo
                                                      Flexor longo dos dedos
                                                      Flexor longo do hálux

O músculo tríceps sural se estende no pé e acessoriamente auxilia na flexão da perna sobre a coxa.

Poplíteo atua na flexão do joelho, fornecendo estabilidade desta articulação, impedindo que o joelho se
desloque para frente durante a flexão, pois destrava e estabiliza esta articulação.

M. popliteo

 Flexor longo dos dedos ou flexor tibial flexiona os quatro últimos dedos e acessora a flexão plantar.

Flexor longo do hálux flete a falange distal do hálux. É o maior dos três músculos mais profundos da loja
posterior da perna, sendo considerado um potente músculo de impulso durante a marcha, a corrida e o
salto.

Tibial posterior é o principal inversor, ou seja, levantador da borda medial do pé e acessoriamente é


extensor e adutor do pé. 

Charneira Toracolombar

-Quais os trajetos dos ligamentos arqueado medial e lateral?:

Media : passa o musculo psoas T12 e L5, inserção no trocanter maior. Sai da L2 e vai até a transversa de
L1, forma o arco do musculo psoas. (psoas: o: t12 até l5 e ins: trocanter maior).

Lateral : passa musculo quadrado lombar, T12 e L5, inserção crista ilíaca . sai da transversa de L1 até a 1
costela, forma o arco do musculo quadrado lombar ( quadrado l. orig: 12 costelas até transversa de l5 e
inse: crista ilíaca e lig, iliolombar).

-Localizaçao do plexo celíaco : T12 e L1, plexo celíaco na região anterior, levam informações nervosas
para o estomago.
Centro frênico: ponto fixo das fibras diafragmáticas, se adapta ao movimento.

Charneira Toracolombar

A vértebra T12 que é uma vértebra de transição, apresenta na sua parte superior,características
torácicas e na parte inferior, características lombares.As facetas articulares superiores da vértebra T12
se encontram- para cima, para trás e para fora, e as facetas inferiores para frente e para fora.

Anatomia Muscular

Existem três músculos importantes que influenciam essa região:

Diafragma ,quadrado lombar e psoas maior. . Temos outros como: psoas menor, serrátil póstero-
inferior, trapézio e latíssimo do dorso.

O diafragma é em forma de cúpula (D e E), que separa as cavidades torácica e abdominal. No centro
apresenta um tendão e nas extremidades apresenta músculos (pilares).

É dividido em três partes:

Parte esternal :Dois fascículos musculares que se inserem na parte posterior do processo xifoide.

Parte costal: Fascículos musculares que se fixam nas faces internas das 6 últimas costelas e cartilagens
costais dos dois lados, formando as cúpulas D e E.

Parte lombar

Origina-se dos ligamentos arqueados medial e lateral e das vértebras L1, L2e L3. Essa parte forma os
pilares que sobem para o centro frênico.

Inervação: nervo frênico (C3-C5).

Ação: inspiração.

-Estruturas que atravessam o diafragma: esôfago, aorta abdominal, veia cava inferior,nervos simpáticos
e sistema linfático.

-Quando em espasmo pode causar uma lordose lombar alta (lordose diafragmática)-lesão em
anterioridade, provocando uma ptose visceral que levará à uma compressão das vísceras, vasos e nervos
que ali passam- consequentemente um mau funcionamento das vísceras.

Músculos: diafragma, quadrado lombar, psoas, adutores e reto do abdômen.Óssea: espinhosa de T12 e
L1, crista ilíaca e sínfise púbica.

DisfunçõesERS- D (Disfunção em Anterioridade)

Características:
Espasmos dos músculos transversos espinhoso D T12 e L1
Dor toracolombar
Posterioridade dolorosa de T12 à D
Costelas inferiores à D posterior
Costelas inferiores à E anterior
T12 lesao de inferioridade em relação a T11
o espaço entre o processo espinhoso da vértebra em disfunção com oda vértebra suprajacente estará
maior e com a subjacente estará menor.
EXTENSAO BILATERAL: lesão de anterioridade.
Palpação do processo espinhoso mais anterior;
Zona plana durante flexão do tronco- T11, T12 e L1;
Sinal Schoeber positivo (restrição à flexão do tronco);
Restrição no movimento de flexão e de latero flexão bilateral.

Disfunção em FRS- D

Características:
Espasmo dos músculos transversos espinhoso à D; T11 e T12
T11 lesão de inferioridade em relação a T10
Migração do núcleo discal posteriormente;
Costelas inferiores posteriores à D;
Costelas inferiores mais baixas e anteriores à E
FLEXÃO BILATERAL: posterioridade bilateral cifose:
O espaço entre o processo espinhoso da vértebra em disfunção com oda vértebra suprajacente estará
menor e com a subjacente estará maior.
Palpação do processo espinhoso mais posterior;
Cifose em T11, T12 e L1;
Restrição no movimento de extensão e latero flexão bilateral- zona plana.

Síndrome compressiva:
Joelho corre mais interno: aumenta o contato externo

Joelho corre mais externo: aumenta contato com o condilo interno

BLOQUEIO:

Rotação externa : ocorre uma ligeira folga, desenrola os cruzados decoapta a superfície
articular, joga antero/posterior folgado.

Rotação Interna: gera efeito compressivo, enrola os cruzados.


SEMIMENBRANOSO: coaptador interno, estabilizador ( fecha a linha interna).

POPLITEO: é um RI, estabiliza a parte externa do joelho, aproxima e coapta, flexor e RI.

PAPI: ponto ângulo póstero interno, semimembranoso. É o principal no enrolamento dos


cruzados, reforço , coaptaçao e compartimento interno.

PAPE: ponto do ângulo póstero externo, poplíteo. Mediante a contração do poplíteo mantem
a coaptaçao externa, especialmente varo RI tibial.

RE: meniscos externos avançam


RI: meniscos internos recuam (avanço da tíbia)
MENISCOS ACOMPANHAM O MOVIMENTO DO CONDILO FEMORAL

MENISCO EXTERNO: dá mobilidade ao joelho, enquanto o interno torna mais estável a


articulação.
Em flexão, o menisco externo é puxado para trás pelo músculo poplíteo e o interno move-se
menos, pela ação do músculo semimembranoso.

O LCA não é muito vascularizado e é definido frágil porque está sujeito a lesão mais
frequentemente do que o LCP.

Mantem estável a articulaçao limitando a rotação interna e a hiperextensão, durante a


flexão reduz a deslocação para a frente da tíbia em relação aos côndilos femorais.

LCP origina-se na cavidade intercondilar tibial e se insere no côndilo medial do fêmur sobre o
lado interno, tem uma boa perfusão e é muito mais robusto do que o LCA.

O LCA é fundamental no controle da rotação e durante a extensão reduz o deslocamento


posterior da tíbia em relação aos côndilos femorais.

Os ligamentos cruzados são em forma de “X”,: Colateral lateral (LCL) e Colateral medial (LCM).
O primeiro tem inserção no epicôndilo lateral do fêmur e se insere na parte externa da cabeça
fibular; tem uma forma semelhante a uma corda.
O LCL é dividido em uma camada profunda e uma superficial e não se junta a cápsula ou ao
menisco.
O LCM tem inserção na superfície externa do côndilo medial e se insere na superfície interna
da tíbia.

-Os colaterais são importantes porque eles bloqueiam os movimentos de inclinação


lateral da tíbia no joelho.

- As extremidades dos dois ligamentos chegam na máxima tensão  com o joelho


estendido, enquanto durante a flexão não têm tensão.
-Na parte anterior do joelho está  situado o ligamento transverso do joelho que conecta
os meniscos entre eles e o menisco medial com a aréa intercondilar.

Ao lado patela estão os retináculos, na parte lateral existe o retináculo externo e na
parte medial existe o interno, sua tarefa é evitar o excessivo deslocamento lateral da
patela.

Na parte de trás do joelho,o ligamento menisco-femoral posterior conecta a face


medial do corno posterior do menisco lateral à face externa do côndilo femoral lateral e
tem uma orientação oblíqua.

Ao nível da patela existem extensões fibrosas provenientes dos músculos vasto medial e
lateral que se inserem no bordo externo da patela.
Esse tecido continua até o colateral lateral e o côndilo tibial do mesmo lado do joelho.

Pata de ganso

Entre os músculos da parte posterior medial, três têm um tendão comum chamado “pata
de ganso” que se insere na superfície interna da epífise proximal da tíbia.

* sartório
* semitendíneo
*grácil.
*Esse grande tendão age junto ao colateral medial na estabilização do joelho e evita
uma excessiva rotação externa.

Gordura  de Hoffa

O corpo de Hoffa é um tecido adiposo abaixo do ligamento patelar e tem uma dupla
função para amortecer os choques e facilitar o movimento, reduzindo o atrito.