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Introdução

Ao longo dos últimos trinta anos, o HIVSIDA tornou-se um fenómeno cada vez mais
mundial. Nos países mais gravemente atingidos pela pandemia, a morbilidade e a
mortalidade cresceram e prevê-se que vão continuar a subir. O facto de a morbilidade
e a mortalidade aumentarem não só significa que o HIVSIDA está a modificar a
estrutura demográfica dos agregados familiares como também que ele atinge
gravemente o bem estar socioeconômico doa agregados familiares e das
comunidades.
Investigações efectuadas sobretudo nos anos noventa, mostraram que o HIVSIDA tem
um efeito negativo nas pequenas explorações agrícolas e por conseguinte, na vida dos
agregados familiares rurais. Só por este motivo já não é necessário prestar atenção ao
nível da políticas. Os efeitos socioeconômico são duramente sentidos pelos indivíduos,
pelos agregados familiares e pelas comunidades, os quais recebem pouco apoio ou
mesmo nenhum da comunidade encarregada das mudanças tecnológicas e dos
estrategas políticos.

Objectivos
Objectivo Geral
Compreender melhor as acções de resposta das comunidades e dos agregados
familiares, principalmente rurais, na luta contra o impacto do HIV/SIDA.
Objectivo Específico

 Identificar as respostas dos agregados familiares e das comunidades;


 Avaliar as respostas e a sua sustentabilidade perante o impacto.
Delimitação do Tema
Segundo Cervo e Bebiam (2005:82) diz que delimitar o tema é selecionar um tópico ou
parte a ser focalizada.
O presente trabalho faz análise sobre o impacto da epidemia do SIDA nas famílias,
comunidades e sector de trabalho.
Problema

De acordo com Lakatos e Marconi (2005:161) consensualizam que problema “é uma


dificuldade, teórica ou prática, no conhecimento de alguma coisa de real importância,
para o qual se deve encontrar uma solução “.

 SIDA é uma doença que pode atacar a qualquer pessoa seja na família, na
comunidade, em geral, ou mesmo no sector do trabalho, causando, deste
modo, várias consequências negativas de saúde para a pessoa. Partindo deste
pressuposto, qual tem sido o impacto (psicológico, emotivo, relacional,
afectivo, social, ou mesmo existencial) nas pessoas que são portadoras dessa
epidemia nas familias e nas comunidades onde vivem incluindo nos seus
sectores de trabalho, onde estabelecem, diáriamente, o contacto directo com
outras pessoas e como tem sido a "recepçao" e o julgamento dos outros no
meio social para as pessoas que são afectadas por essa epidemia (HIV/SIDA),
uma vez que elas se encontram no meu social composto por seres humanos
que julgam, subjectivamente, as consequências das doenças de formas
diversificadas?
Metodologia
A metodoligia utilizada para elaboração do estudo foi explicativo, avaliado através de
pesquisas bibliográficas, é baseado na análise da documentação existente mediante a
consulta das publicações na website.
FUNDAMENTAÇÃO TEÓRICA
História da epidemia
O principal modo de transmissão do HIV é a relação heterossexual, que se estima que
represente 93% dos casos entre os adultos, seguida da transmissão vertical e das
transfusões de sangue. As investigações sobre os impactos socio-económicos do
HIV/SIDA nos agregados familiares dos países em vias de desenvolvimento mostraram
que os principais impactos são sociais, psicológicos e económicos.
Caracterização do HIV/SIDA em Moçambique
Além do aspecto económico, as diversas caracterizações em torno do HIVSIDA, é
incuravel, fizeram com que a doença fosse associada a diversos estigmas e
preconceitos presentes na sociedade Moçambicana, especialmente sobre a morte, a
infecção e a sexualidade. O efeito desses estigmas em torno da doença reflete-se
imediatamente nas vidas das pessoas seropositivas (doente ou não), que vêm a sua
vida social implicada por atitudes discriminatórias.
É evidente que Moçambique enfrenta uns grave epidemia de HIVSIDA, comum rápido
e continuo aumento de infecções, devido ao alto nível da taça prevalência,
actualmente 16% em 2009 e o facto de existirem factos estruturais como pobreza,
desigualdade de género, condições culturais e altos níveis de mobilidade de mão-de-
obra.
Em termos gerais, a epidemia de HIVSIDA atinge negativamente a economia do País,
enfraquecendo a capacidade institucional e interrompendo a funcionalidade normal
das instituições públicas e não só, através da perda de recursos humanos, alguns dos
quais podem constituir pontos cruciais do funcionamento efectivo destas instituições.
Também altera drasticamente o grupo-alvo das políticas e programas de
desenvolvimento, umavez que aumenta a atenção dada às crianças, adolescentes e
idosos, e empobrece directamente as famílias e comunidades afectadas.
Conceitos
Epidemia é uma doença infecciosa e transmissível que ocorre numa comunidade ou
região e pode se espalhar rapidamente entre as pessoas de outras regiões, originando
um surto epidémico. Isso ocorre por causa de um grande desequilíbrio (mutação) do
agente transmissor da doença ou pelo surgimento de um novo agente (desconhecido).
Uma epidemia se caracteriza pela incidência, em curto período de tempo, de grande
número de casos de uma doença. O termo tem origem grego clássico : epi (sobre) +
demos (povo) e sabe-se ter sido utilizado por Hipócrates no século VI a.C..
A ocorrência, numa comunidade ou região, de casos de doença, acidente, mal
formação congénita, comportamento especificamente relacionado com a saúde ou
outros acontecimentos relacionados com a saúde que ocorre em um determinado
momento é espaço, é um facto até aqui normal, já que interagimos com o ambiente e
outras formas de vida. Um surto epidémico ocorre quando há um grande desequilíbrio
com o agente (ou surgimento de um), sendo este posto em vantagem. Este
desequilíbrio é comum quando uma nova estirpe do organismo aparece (mutação) ou
quando o hospedeiro é exposto pela primeira vez ao agente.
Pandemia o conceito moderno de pandemia é o de uma epidemia de grandes
proporções, que se espalha em vários países e a mais de um continente.
Na definição de Rouquayrol, deve ser entendida como “a ciência que estuda o
processo saúde- doença na comunidade,analisando a distribuição e os factores
determinantes das enfermidades e dos agravos à saúde colectiva, sugerindo medidas
específicas de prevenção, de controlo ou de erradicação “.
Neste sentido ,a epidemia estudactantobas epidemias como as doenças e condições
morbigenad não epidêmicas.
Comunidade é o grupo específico de pessoas vivendo geralmente numa zona geografia
comum, que partilham una cultura comum, que estão organizados numa estrutura
social e que possuem uma cena consciência da sua identidade como grupo ( allman et
al., 1997).
Diferenças entre VIH, HIV é SIDA
VIH é a sigla em português para Vírus da Imunodeficiência Humana.
HIV é a sigla em inglês para Human Immunodeficiency Virus.
SIDA significa Síndrome da Imunodeficiência Humana Adquirida. É um conjunto de
sinais e sintomas bem definidos que podem surgir em indivíduos com a infecção pelo
HIV. Desde que se adquire a infecção até que surjam sintomas de doença decorre un
pedido de tempo, designado como fase assintómatica da infecção pelo HIV, (que boi
de durar em média 8 a 10 anos) em que a pessoa infectada não tem qualquer sintoma
e se sente bem. Nesta fase a infecção poder ser detectada apenas se efectuarem as
análises específicas para o HIV. Está é a fase da doença em que se diz que o indivíduo é
soropositivo.
Na evolução da infecção pelo HIV verifica se uma destruição progressiva do sistema de
defesa do organismo humano (sistema imunológico) com estabelecimento de un
estão de imunodepressão que permite o aparecimento de infecções oportunistas e
determinados tipos de tumores. Quando uma pessoa infectada pelo HIV tem uma
destas infecções oportunistas ou tumores passa a dizer-se que já tem SIDA. Quer um
seropositivo, quer um indivíduo com sua podem transmitir a infecção a outras pessoas
através de comportamento de risco.
O impacto da epidemia do SIDA nas famílias
É crescente, de alguns anos para cá, a preocupação com o impacto da epidemia de HIV
na África Subsaarina com relação ao desenvolvimento sustentável. É uma região que
conta com uma proporção cada vez maior de pessoas mais pobres do mundo, e onde
os padrões de vida caíram em geral nas últimas duas décadas. Muitos indicadores
socioeconômicos, utilizados para medir o desempenho, na realidade regrediram, em
parte devido ao impacto do HIV e da aids.
A mais importante estatística geral refere-se a expectativa de vida, que está caindo em
muitos países da África Subsaarina. O Programa Conjunto das Nações Unidas sobre HIV
/Aids (UNAIDS)estima que a expectativa de vida caiu para menos de 40 anos tem
Botswana, Malawi, Moçambique e Suazilândia, enquando para a região, como um
todo, e de 47anos (comparados com uma estimativa de 66, não houvesse a Aids).
Calcula-se que o HIV/Aids tenha matado 2,3 milhões de africanos em 2001, o que
significa que, desde o começo da epidemia na década de 1980, morreram,
cumulativamente, cerca de 20 Milhões de pessoas. Havia uma estimativa de 3,4
milhões de novas infecções em 2001, oque significa que há actualmente 29,3 milhões
de africanos portadores de vírus. Outros muitos países no Sul da África juntaram se a
Botswana e à Suazilândia CI. Índices predominantes de HIV acima de 30%. Algumas
cidades de países do Sul da África têm índices ainda. Ais elevados entre adultos -acima
de 50% em alguns casos.
Na maioria dos países, há contínuos diferenciais urbanos-rurais nos índices de HIV na
população, mas, mesmo com índices mais baixos de HIV, a maioria da pessoas
infectadas encontram se nas populações rurais. Um aspecto impressionante e
contínuo da epidemia é que há mais mulheres infectadas que homens e que as
mulheres tipicamente contraem a doença em idades mais jovens do que os homens,
perdendo assim anos mais saudáveis de vida. Um dos aspectos mais críticos da
epidemia é sua concentração na população em idade activa (idade entre 15 e 49 anos),
de modo que pessoas com importantes papéis sociais e económicos são directa ou
indiretamente afectadas.
A epidemia está levando a reduções substanciais na força de trabalho activa na região
e, se a epidemia desenvolver-se conforme previsto, nas próximas duas décadas haverá
uma queda na força de trabalho disponível em todos os países da conhecida
Comunidade de Desenvolvimento da África Austral (SADC). As reduções da população
economicamente activa (tanto homens e mulheres) são as mais acentuadas onde é
mais elevado o índice do HIV, como Botswana e Zimbabué (com indice de 20-30%). A
maioria dos países inclusive Moçambique, deve enfrentar, comforme se prevê
declínios de mais de 10% na força de trabalho em 2000 e 2010.
Os agregados familiares que praticam a agricultura de assistência são muitas vezes
atingidos de forma mais violenta do que as famílias urbanas. Eles têm que suportar o
desaparecimento de membros activos na produção, a descida de rendimentos, a
diminuição das suas reservas alimentares e dos seus bens, a redução das suas
economias, pois estas são consagradas aos cuidados de saúde Eva despesas com
funerais. Além disso, as oportunidades de educação ficam reduzidas pois as crianças
são tiradas da escola para se ocuparem das pessoas doentes ou para realizarem
pequenos trabalhos que proporcionem um rendimento suplementar. A diminuição do
nível de nutrição foi igualmente observada em agregados familiares pobres
(Loewenson et al.,1997).
Por outro lado, os efeitos do HIV/Aids na família e na economia informal põem
algumas importantes questões sobre como transferir habilidades e conhecimentos
para filhos e outros problemas relacionados com o género de muitas tarefas na
agricultura de pequeno proprietário e em outras áreas de produção familiar. Na
maioria dos países não há mecanismos disponíveis para resolver essas questões
fundamentais, importantes como são para sustentar a subsistência rural.
Que não está claro como a produção de alimento e de outras culturas será sustentada
e como as famílias serão capazes de se manterem como entidades sociais e
económicas viáveis.
Isso é de fundamental importância, uma vez que em todas as sociedades, as famílias
desempenham a tarefa vital de preparar a futura força de trabalho, e mudanças em
sua capacidade de executar essa tarefa têm amplas implicações em todo os sistemas
socioeconômicos.
O mesmo se diga da economia informal que tem sido, nestas últimas décadas, em
todos os países em desenvolvimento, fonte dinâmica de emprego e de aumento de
renda. Mais uma vez, o impacto do HIV/Aids é difuso e complexo. Não de menor
sustentabilidade de empresas do sector informal altamente dependentes da geração
interna e de poupanças para sua sobrevivência.
As poupanças estão ameaçadas pela necessidade de remédios e de assistência caros
para tratar de infecções oportunistas como a TB. Ainda mais importantes, a julgar pela
limitada evidência no impacto do HIV nas empresas produtivas do sector informal, são
as perdas de experiência e de capacidades técnico- administrativas essências para a
sobrevivência.
O impacto da epidemia do SIDA nas comunidades
Ao nível comunitário, quanto mais se acentua a epidemia do HIV/SIDA, mais os
impactos socioeconômicos afectam a comunidade no seu conjunto. A longo prazo,
provocam efeitos negativos na própria função e estrutura comunitárias. As perdas em
termos de recursos humanos afectam toda as instituições (ONG, organizações de base
comunitária) assim como as estruturas comunitárias e é necessário planificar estas
perdas.
Os problemas comunitários inerentes à esta nova situação compreendem: a
necessidade de apoio à um número cada vez maior de órfãos, a redução da
participação da comunidade nas estruturas comunitárias e de bairro, o aumento do
número da pessoas sem lar e o aumento da criminalidade.
Por outras palavras, a coesão social está ameaçada e a situação que de aí advém faz
aumentar o risco de transmissão do HIV.
Os agregados familiares e as comunidades já tomaram algumas medidas para
enfrentar os impactos do HIV/SIDA, tal como já o tinham feito em relação a outras
calamidades como a seca. Se assim não tivessem feito, teriam simplesmente deixado
de existir. Os agregados familiares mais afectados são as famílias pobres para as quais
o impacto do SIDA acentua os problemas, reforça a pobreza e prolonga o tempo
necessário para se recomporem.
O impacto da epidemia do SIDA no sector de trabalho
São muito limitadas as informações sobre o impacto, e as acções seguintes oferecem
apenas uma visão global de materiais disponíveis. Projecções do impacto do HIV/Aids
na oferta total de mão -de-obra em Moçambique. Um importante aspecto do
problema, os efeitos na oferta da força de trabalho familiar tanto agora como no
futuro, por de tratar de questões relativas à efeitos entre gerações devido ao impacto
do HIV/Aids em crianças.
A OIT tem feito projecções do impacto do HIV /Aids na força de trabalho. Todavia,
essas estimativas devem ser encaradas com cautela, uma vez que dependem dos
níveis e da distribuição, no futuro, da infecção do HIV na população, e estão sujeitas a
erro. Não obstante, dão uma ideia do provável impacto na oferta da força de trabalho
e sua distribuição por género.
Dai surge a questão seguinte: qual tem sido o impacto do HIV e da Aids no estoque de
capital humano de Moçambique?
A epidemia terá causado perdas de pessoas com alguma qualificação de alto nível,
como médicos. Engenheiros, Contadores, juristas, gerentes de banco e professores,
como também tem pessoas com habilidades técnicas, Como trabalhadores de
extensão agrícola, enfermeiros e técnicos em medicina, especialistas em
telecomunicações, supervisores e quadros gerenciais.
A essas perdas de capital humano deve ser acrescentado o desgaste daqueles
supostamente sem habilidades mas que, de facto, têm qualificações para tarefas e
situações específicas de difícil reposição, como os agricultores. Mas o futuro do
desenvolvimento de Moçambique será triste, se ocorrer ocorrer mais desgaste de
recursos humanos devido ao HIV/Aids.
Impacto no sector de negócios privados
Vale observar que grande parte das informações sobre o impacto do HIV /Aids nas
empresas em Moçambique não está, em geral a disposição de estranhos, uma vez
que os dados têm sido geralmente coletados para fins internos (para orientar decisões
administrativas com relação ao impacto da epidemia nos custos de produção, inclusive
termino de emprego de empregados doentes e outras questões como o
comparecimento de empregados a funerais).
É muito mais fácil listar os aspectos do impacto do HIV /Aids que podem ser
importantes para todas as empresas do sector formal em Moçambique do que fazer
uma avaliação empírica do impacto real sobre produtores e empregados. Como acima
observado, a incidência do HIV concentra-se na população em idade de trabalho, tanto
de homens como de mulheres e, uma vez que muitas empresas em Moçambique são
de mão -de-obra intensiva, deve ser significativo o impacto de enfermidade e de
mortalidade nos custos.
Os principais custos que enfrentam empregadores e empregados são os seguintes :
Perdas de habilidades e experiência devido a mortalidade relacionada com HIV. Essas
perdas serão especialmente difíceis de repor quando as habilidades forem específicas
de um emprego e do empregador e, ao mesmo tempo, resultado de uma educação
formal e estiverem relacionadas com determinadas tarefas nas empresas. De
particular importância, nesse respeito, serão as perdas de pessoal com conhecimentos
técnicos, de supervisão e de gerenciamento.
A ruptura da produção resultante de enfermidade de empregados, devido ao HIV
/Aids, que muitas vezes manifestar-se-a em níveis altos e crescentes de faltas.
Gerenciar a produção nessas circunstâncias tornar-se cada vez mais oneroso e, tendo
em vista a especificidade de função de muitos empregados, é cada vez mais difícil
recrutar reposições temporárias ou permanentes. Isso põe problemas especiais para
pequenas empresas.
Perdas de produtividade em razão de una miríade de causas, inclusive a ruptura da
produção devido a comparecimento a funerais (com custos directos e indiretos para as
empresas), custos de recrutamento de pessoal de reposição e a sua formação,
assistência médica e custos correlatos para pessoal e seus dependentes (quando
cobertos por cláusulas contratuais), custos de funeral é benefícios por morte (quando
providos pela empresa) e perdas gerais do moral entre o pessoal quando ao se
confrontar com doenças e mortes constantes.
Estimativas do impacto sobre empresas da região em geral são difíceis de fazer, e
estimativas não detalhadas estão a disposição das empresas em Moçambique.
Conclusão e sugestões
Em termos gerais, a epidemia de HIV/SIDA atinge negativamente a economia do país,
enfraquecendo a capacidade institucional e interrompendo a funcionalidade normal
das instituições públicas e não só, através da perda de recursos humanos, alguns dos
quais podem constituir pontos cruciais do funcionamento efectivo destas instituições.
Também altera drasticamente o grupo alvo das políticas e programas de
desenvolvimento, uma vez que aumenta a atenção dada às crianças adolescentes e
idosos, e empobrece directamente as famílias e comunidades afectadas.

Bibliografia
ACORD, Desvendando as dinâmica do estigma e descriminação relacionado com HIV
/SIDA: papel da pesquisa baseada na comunidade, estudos de caso no Norte de
Uganda e Burundi, 2004
CNCS. Medição de Gastos com HIV e SIDA (MEGAS) Moçambique (2007-2008).2009.
CNCS. Plano Estratégico Nacional de Combate ao HIV e SIDA (2005-2009). Componente
Estratégica – I Parte: Análise da Situação. Novembro de 2004
Introdução à Epidemiologia de Naomar de Almeida Filho e Maria Zélia Rouqualyrol –
2002
Epidemiologia e Saúde de Maria Zélia Rouqualyrol e Naomar de Almeida Filho, 6º
edição, 2003.