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Escafandro

Introdução
As cartas, existem desde muito antes do Siglo VII e a sua origem
praticamente incógnita, especialista especulam que origine de o
Oriente, outros que foi o próprio “Diabo” que as fez.
Estas entraram na Europa, nas mãos dos muçulmanos, e num
principio resultaram um problema, pois grande parte das nações
Europeias proibiram o jogo, com penas pesadas.
Mais foi no Siglo XVI, que foram criadas as primeiras cartas
portuguesas, com bastantes diferenças. As cartas portuguesas do
dragão, conhecidas pela sua iconografia peculiar, com dragões nos
ases e o numero reduzido de 48 cartas por baralho. Sua importância
foi de tal dimensão, que inspiro varias nações a refazer as suas cartas
baseando-se nas do dragão.
Também em este trabalho, se especificaram as regras, objetivos e
requisitos para que o jogo do escafandro seja possível.

Realizado por: Tiago Alexandre de Jesus Pinto Correia 20170689


Estudo das cartas
Ate hoje, a origem das cartas é desconhecida, especialistas procuram
entender, mas especulasse que da sua origem os chineses e os
islâmicos foram responsáveis.
Os primeiros passos na Europa, são feitos pela península Ibérica, pela
mão dos muçulmanos. Eram cartas não figurativas, compostas por
apenas dois naipes. Estas foram aceites pela população, mas não
demorou a serem rejeitadas pelos reis e a igreja, os quais decidiram
impor penas pesadas a quem jogasse cartas ou dados. Mas isso não
parou a sua expansão, pois a pesar de grandes lideres e pastores
pregarem em contra, as cartas adaptaram-se as culturas de cada pais
e novos sistemas foram inventados e implementados.
Os Latim ou Espanhol, Francês e o Alemão, foram os mais
reconhecidos. No siglo XV foram padronizadas por primeira vez, e
apesar de terem algumas características distintas, todas têm uma
estrutura quadripartida hierarquicamente ordenada na sequência
espadas, copas, paus e ouros, no sistema Francês. Paus, espadas,
cálices (copas) e moedas (ouro), no sistema Latino ou Espanhol e
uma bolota “Eichel” (paus), um guizo “Schellen” (ouros), uma folha
“Grun ou Blatt” (espadas) e um coração “Herz” (copas).

Realizado por: Tiago Alexandre de Jesus Pinto Correia 20170689


Cartas do Dragão
Ate o siglo XVI, não existe registo de cartas produzidas em Portugal,
pois a primeiras foram as denominadas Cartas do Dragão,
reconhecidas pela suas diferenças e peculiaridades. Estas eram
constituídas por somente 48, excluindo o valor 10 de cada naipe, e
incluindo iconografia com dragões nas cartas mais altas (os ases).
Esta não só, foi reconhecida em território nacional, pois sua criação
foi de tal relevância que países como Brasil, Japão, India…, acabariam
por adaptar as suas cartas copiando as “do Dragão”, mas de acordo
com as idiossincrasias locais. Mais uma vez o criador, é desconhecido
provavelmente devido a ser ilegal.
Em quinhentos, existiram fabricas clandestinas que as fabricavam,
mas foram detidos e punidos pelos atos devido a transgressão. Desde
essa data as cartas do Dragão, passaram a ser produzidas no
exterior.

Jogo Novo: Escafandro

Objetivo
O jogo do escafandro, é um jogo simples, mas divertido, no cual o
objetivo, é conseguir um jogo rápido e unir mais pontos que o
adversário.

Recorrido do Jogo
1. O jogador que estiver mais a esquerda do repartidor começa,
no caso de não haver repartidor, todos os participantes
começam por tirar uma carta e a mais alta ganha. No caso de
empate, os que tiraram as cartas empatadas repetem até um
ganhar.
2. Quatro cartas viradas para baixo são repartidas por cada
jogador. O que sobrar parte-se, une-se e fica para compra ou
pesca.
3. O primeiro jogador decido um naipe, do qual é obrigado a jugar
a carta mais alta.
4. Os outros jogadores têm que corresponder o naipe, e o que
sacar o valor mais alto.

Realizado por: Tiago Alexandre de Jesus Pinto Correia 20170689


Realizado por: Tiago Alexandre de Jesus Pinto Correia 20170689
Regras
1. O joker é neutro e obrigatório de jogar, e no caso de ser jogado o
jogador em questão recebe o dobro de pontos na jogada a seguir.
2. As cartas de valor 7 dão pontos dependendo do naipe. Espada=1
ponto, Copas=2 pontos, Paus=3 pontos, Ouros=4 pontos.
3. A cada carta jugada, outra que se tem que pescar.
4. Cada 4 jogo é considerado uma ronda
5. Cada ronda recolhem-se as cartas.
6. Cada jogo ganho é um ponto.
7. O rei, a rainha e o cavaleiro, não tem papel no jogo.
8. Ao chegar as 20 rondas o jogo termina.

Bases de Criação
Este jogo, tem como principio a simplicidade e o dinamismo, e esta
inspirado em jogos como o do Burro, o UNO e o bacara.

Sistema de Pontos
Funciona pela ordem dos ponteiros do relógio, cada espaço representa um
jogo, e tem quatro espaços, os quais representam os quatro jogos por cada
ronda. O jogo termina ao chegar aos 20 pontos.

Realizado por: Tiago Alexandre de Jesus Pinto Correia 20170689


Bibliografia
- Cartas de Jugar – Manuel J. Gandra.

Realizado por: Tiago Alexandre de Jesus Pinto Correia 20170689