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A Prescrição Homepática

Paciente chamado pelo nome do remédio

Os indivíduos sensíveis que exibem uma patogenesia


causada por determinada experimentação ou
indivíduos doentes que exibem os mesmos sintomas
desta patogenesia, normalmente são chamados pelo
nome do remédio que provoca estes sintomas no
individuo sadio.

Ex.: “O sono de Belladona é cheio de


sonhos e agitado”
“Há em Abrotanum uma fadiga
muito acentuada
INDICAÇÃO

 Segundo a lei dos semelhantes


 Diluição
 Dose

O medicamento homeopático é individualizado

O medicamento de uma pessoa pode não ser de


outra, mesmo que a doença seja a mesma

Não tem bula!


DILUIÇÃO X DINAMIZAÇÃO X POTÊNCIA

Diluição: adição de solvente e divisão da dose.

Dinamização: ato de sucussionar ou triturar a diluição.

Potência: nº de dinamizações.

 Alta potência: quanto mais diluído e dinamizado, mais


alta a potência, maior o distanciamento do nível
ponderável do ponto de partida (Ex.: C30, C200).

 Baixa potência: medicamento com poucas


dinamizações (Ex.: C6)
PASSOS PARA PRESCRIÇÃO INICIAL
Apanhado total do caso clínico (tomada de caso)

Correlação sintomática do doente com um quadro


patogenético.

Individualização de um remédio, cuja patogenesia


coincida melhor com a sintomatologia presente.

Dose mínima dinamizada, capaz de despertar reações


de defesa indispensáveis à cura.

Interrupção do remédio desde que a melhora se


estabilize.
A TOMADA DE CASO

É a consulta homeopática.
Anamnese
Confissão
Interrogatório inicial
Antecedentes mórbidos familiares e pessoais
Hábitos e condições de vida
Interrogatório geral
CONFISSÃO

• Paciente detalha seus sofrimentos.

• O médico deve manter-se calado, sem interromper o


paciente, para os sintomas serem coletados
espontaneamente.

• Obtenção da QUEIXA PRINCIPAL (o que fez o paciente


procurar ajuda).
INTERROGATÓRIO INICIAL

Obtenção de informações mais precisas sobre cada


sintoma, na ordem em que foi relatado durante a
confissão.

Exemplos
• Quando ocorreu?
• Que espécie de dor?
• Dor repentina, em acessos, várias vezes ou dor
contínua?
• Quanto tempo durou?
• Em que parte do corpo?
• Em que posição do corpo piorou?
• A que hora do dia?
ANTECEDENTES MÓBIDOS, HÁBITOS E CONDIÇÕES DE VIDA

• Histórico de doenças familiares.

• Histórico de doenças pessoais em ordem cronológica.

• Conhecimento global do indivíduo quanto a seu estilo de


vida (condições de moradia, dieta, uso de medicamentos
ou drogas, prática de esportes, etc).

Permite o entendimento da evolução pessoal e os


caminhos patológicos que o paciente poderá vir
percorrer.
INTERROGATÓRIO GERAL
Busca de sintomas não relatados na confissão, de
acordo com a ordem dos repertórios, procurando
modalizá-los.

Mente Dentes Peito


Tonturas Garganta Costas
Cabeça Garganta Externa Extremidades
Olhos Estômago Respiração
Visão Abdome Calafrios
Ouvido Reto Febre
Audição Fezes Transpiração
Nariz Órgão urinários Pele
Face Genitália Generalidades
Boca Laringe e Traqueia
MODALIZAÇÃO DOS SINTOMAS
Horário Hora definida, período do dia, ao deitar, ao
acordar, ao levantar
Sazonalidade Estações do ano, influência do sol, lua.
Hábitos Alimentos, vícios, vestuário
Clima Calor, frio, umidade, secura, vento, chuva,
tempestade, neve, sol
Fisiológicas Evacuações, transpiração, sede, fome,
menstruação, sono
Postural Deitado, em pé, sentado, parado, movendo-se
Localização Lateralidade, localização parcial
Gerais Luz, escuridão, calor, frio, banho, água, odores,
cores, altura
Mentais Locais fechados, sozinho, em companhia, ato
sexual
MODALIZAÇÃO DOS SINTOMAS
Exemplos de modalização de sintomas:

 Fezes: Qual a frequência de suas evacuações? Que


tipo de fezes? Houve dor? Que tipo? Onde se
localizava?

 Sono: Como se comporta quando dorme? Geme, fala


dormindo? Levanta-se à noite? Ronca? Dorme de
costas ou de lado? Cobre-se todo ou não suporta as
cobertas? Acorda com facilidade ou dorme
profundamente? Como se sente ao acordar?
MODALIZAÇÃO DOS SINTOMAS

Exemplos de modalização de sintomas:

 Calafrios: Quando sentiu o calafrio? Sentiu tremor?


Sentiu calor? Que partes eram quentes ao toque?
Quanto tempo durou o calafrio/calor?

 Sede: Quando sente sede? Durante o frio/calor? Qual


intensidade? Que bebida deseja?
ESCOLHA E HIERARQUIZAÇÃO DOS SINTOMAS

• Identificar os sintomas MAIS FORTES, ESTRANHOS,


RAROS E PECULIARES (sintomas mais gerais e indefinidos
como dor de cabeça, perda de apetite são comuns para
várias doenças e sintomas mentais vagos e indefinidos
podem estar sujeitos a erros interpretativos).

• Dar preferência aos sintomas mais RECENTES (traduzem


com maior precisão a alteração dinâmica atual)
ESCOLHA E HIERARQUIZAÇÃO DOS SINTOMAS

• Eleger 3 a 5 sintomas  SÍNDROME MÍNIMA DE VALOR


MÁXIMO.

• Formação do tripé ou base para sustentação da


pesquisa e encontro do Simillimum.

• Busca nos REPERTÓRIOS e confirmação pela MATÉRIA


MÉDICA.
ESCOLHA DA DOSE EM HOMEOPATIA
• Tem caráter essencialmente qualitativo e não
quantitativo, sendo seu poder curativo condicionado
pela lei da similitude (dose forte e superdosagem
deixam de ter importância).

• O efeito do remédio se traduz pela reação vital, variável


de indivíduo para outro. Já na alopatia, os efeitos das
drogas são bem estabelecidos de acordo com a dose e
seus efeitos primários.

• Volume: não há normas definitivas, pois o medicamento


atua pela presença e não pela quantidade.
Normalmente empregado volumes suficientes para
estimularem as mucosas.
POTÊNCIAS MAIS EMPREGADAS
• Potencias mais empregadas em decorrência da
vivência clínica são C6, C12, C30 e C200.

• Hahnemann utilizou inicialmente baixas potências, mas


com o estudo de doenças crônicas, se fixou na C30,
como forma de uniformizar a prescrição.

• Não há normas quanto à dinamização a ser prescrita,


pois a resposta ao simillimum será variável em cada
paciente.

MAIS IMPORTANTE QUE A POTÊNCIA, É O GRAU DE


SIMILITUDE.
AJUSTE DA POTÊNCIA

• Poucas drogas dispõem de patogenesias


correlacionadas com as diferentes dinamizações.

• O importante é que a potência seja readaptada com


base nas transformações clínicas gradativas, até que a
cura se estabeleça.

• Na prática, normalmente se inicia com C6 e C12 nos


casos agudos ou lesionais e C30 nos casos crônicos,
funcionais e psíquicos. A medida que o paciente
melhorar, o médico tenderá para potências mais
elevadas.
AJUSTE DA POTÊNCIA

• Quanto maior a similitude com a patogenesia, mais


elevada será a dinamização, pois maior será a
reatividade do organismo.

• Quanto mais antiga e crônica a doença, mais o


doente estará marcado por sinais psíquicos,
devendo a dinamização prescrita ser mais elevada.
AÇÃO MEDICAMENTOSA DEPENDENTE DA POTÊNCIA

• De modo geral, não é estabelecido uma dinamização


ótima na qual cada medicamento tem melhor ação,
pois a resposta depende do organismo e não da
quantidade de droga.

• Porém, a observação clínica mostra que determinadas


potências podem promover ações específicas.
AÇÃO MEDICAMENTOSA DEPENDENTE DA POTÊNCIA

Algumas drogas revelam maior atividade em determinadas


dinamizações:

Substâncias inertes (Lycopodium, Silicia, Natrium


muriaticum): C30

Substância tóxicas (metais em geral): C30

Venenos ofídicos (Lachesis, Bothrops): C30


AÇÃO MEDICAMENTOSA DEPENDENTE DA POTÊNCIA

Um mesmo medicamento pode atuar diferentemente de


acordo com o grau de dinamização:

Aconitum napelus:
C3 e C6 em processos reativos inflamatórios
C30 em casos de hipertensão
C200 para fobia e ansiedade.

Arsenicum
C12 para gastroenterites
C30 nas disfunções gástricas
C200 em desvios de comportamento.
AÇÃO MEDICAMENTOSA DEPENDENTE DA POTÊNCIA

Alguns medicamentos provocam reações inversas no


decurso das dinamizações (é suposto que em baixa
potência ainda se tem o efeito primário –
farmacológico)

Hepar sulfuris
• C6 favorece evacuação de abscessos
• C30 promove reabsorção de secreções purulentas

Podophyllum
• baixa potência corrige obstipação
• alta potência normaliza diarreias
DURAÇÃO DA AÇÃO DAS DROGAS

• O principal cuidado no tratamento pela semelhança é a


não repetição do remédio enquanto a dose
anteriormente ministrada estiver sendo manifestada.

• Toda melhora perceptível que esteja progredindo de


modo evidente durante todo o tratamento, contraindica
absolutamente qualquer repetição de dose, para
permitir que a ação benéfica do medicamento correto
possa continuar a se completar.

• Quanto mais alta a diluição e maior a similitude do


medicamento selecionado, mais prolongada no tempo
será a ação medicamentosa.
SINAIS DE ATUAÇÃO DA AÇÃO DAS DROGAS

• Melhora dos sintomas, o fato do doente se sentir


melhor
• Retorno de sintomas antigos.
• Sintomas que regridem e desaparecem, na ordem
inversa do seu aparecimento.
• Em alguns casos, agravação dos sintomas iniciais
(necessidade de ajuste de potência)
• Cura evoluindo dos órgãos mais profundos em direção
aos tegumentos.
• Regressão dos sintomas na direção de cima para baixo.

Estes sinais asseguram bom prognóstico e a conduta


correta é esperar a atuação do simillimum sem interferir.
LEIS DE CURA
A ordem natural de cura espontânea:
dentro para fora
de cima para baixo
mais graves para os menos graves
recentes para os mais antigos
Ex: Sarampo
• 1º se curam os sintomas da infecção (febre, tosse, vomitos)
• depois curam-se as manifestações externas (erupções cutâneas)
- de dentro para fora
• Quanto às erupções, 1º se cura o rosto, depois abdome, depois
braços e pernas, ou seja, de cima para baixo.

Logo, a homeopatia procura curar seguindo a ordem


natural de reequilíbrio orgânico.
INDICAÇÃO DA SEGUNDA DOSE
• Reaparecimento de sintomas que motivaram a consulta
inicial.

• Aparecimento de sintomas novos.

• O paciente não melhora mais, permanecendo


estacionário.

Na evolução positiva dos casos, adota-se também a


evolução na dinamização (C6, C12, C30, C200), intercaladas
por intervalos de estabilização, variável de semanas a
meses, quando então é adotada a potência seguinte.
OBSTÁCULOS NA CONDUTA DE ESPERA
• Barreira psicológica da população acostumada com
doses repetidas. O paciente tende a repetir por conta
própria o medicamento.

• Profissionais orientados por má literatura, além de


prescreverem vários medicamentos, indicam-nos em
doses repetidas.

• A prescrição de doses repetidas se justifica


exclusivamente no início do tratamento de quadros
agudos, sendo espaçadas logo que sobrevenha melhora.
Como a Homeopatia possui caráter qualitativo, a resposta
orgânica pode ser dada por uma única dose do
simillimum.
Textos auxiliares
Para determinar qual será o remédio utilizado, é preciso
ouvir o paciente.
Quando ele chega até nós, traz uma queixa.
Nosso trabalho é transformar essa queixa em
"sintomas". Por vezes os sintomas em homeopatia são
diferentes do que se considera sintoma em alopatia.

Exemplo: uma criança que tem medo de escuro e grita e vê


vultos de sua própria sombra ou dorme bem a noite toda,
mas tem um sono muito agitado. Para o alopata isso é
normal, para o homeopata esse relato é sintoma. Para um
homeopata, quanto mais raro e estranho é o sintoma, mais
valioso ele se torna, pois acaba por ser muito característico
da pessoa.
• O sintoma traduz perturbação do equilibro biológico
que o doente sente e relata, inerente a seus sentidos.
• Isso é uma manifestação do paciente, subjetiva: o
doente sente, mas nem sempre transparece.

Em certas circunstâncias esses sintomas


repercutem no comportamento do doente,
sendo assim percebidos pelo médico,
passando a ser sintomas objetivos.
• O doente chega ao médico e se expressa de maneira
pessoal, exclusiva e cada paciente a sua maneira.
• Em consulta, ele conta:
 como a doença começou ,
 desde quando
 o que piora,
 o que melhora,
 o que adoeceu junto,
 como se sente com isso.

Às vezes não conta e fazemos uma consulta a "saca


rolha". Assim criamos um quadro clínico de nome:
"Síndrome Mínima de Valor Máximo".
• Depressão,
• febre,
representam sintomas muito comuns
• ansiedade,
• enxaqueca

• depressão desde que mudei de


casa,
• febre que aumenta às 16 horas,
• ansiedade antes de andar de sintomas modalizados
avião,
• enxaqueca que melhora ao
vomitar,
E quanto mais modalizados, estranhos e raros, maior acerto
na medicação que prescrevemos
Bom, então já temos os sintomas. Como prescrever o
melhor medicamento?
• Nos pilares da homeopatia, o item 3 diz:

Remédio Único

Esse fundamento é o mais importante em


homeopatia e o mais difícil de ser seguido
• Se os medicamentos revelam suas propriedades nas
experimentações, buscamos dentre eles o mais
semelhante à doença de nosso paciente,
administramos ao paciente e ele fica bom.
É assim? Seria uma maravilha! Não, temos cerca de
2000 medicamentos.
Tem mais um senão: o paciente que procura homeopatia
acaba aprendendo a se observar para poder definir
sintomas de forma mais clara:
• qual é sua posição de dormir,
• qual é a comida preferida e
• qual faz mal,
• se ele transpira quente ou frio...
paciente passa a se perceber de forma mais atenta

Podemos prescrever de diferentes formas, de acordo com


experiência e formação: prescrição do medicamento mais
adequado ao caso, o paciente retorna , fazemos nova
repertorização dos sintomas restantes e damos outro
medicamento... A essa forma damos o nome
de Alternismo ou Pluralismo.
Pode-se preparar uma formulação contendo vários
medicamentos misturados

Complexismo

é uma conduta de prescrição de um


Unicismo único medicamento, correspondente
ao simillimum de determinado doente.
Além da variação da forma de prescrição temos as diferentes
formas de o medicamento ser entregue ao paciente:

glóbulos, líquido, pastilhas, comprimidos...


E ainda tem as diferentes formas de diluição: CH (centesimal
Hahnemanniana), LM (cinquenta milesimal). D (decimal de Hering), FC
(Fluxo continuo).
Kalmat é quem diz em sua afirmação,
Que os limites da homeopatia poderão
Estar relacionados, dependentes, ligados
“ao contexto social, ao paciente...”
E ainda também dependentes
Da doença, dos sintomas que o doente apresente,
Como nele se manifesta, como se sente.
Mas isso vai além do que relata o doente,
Exige a capacidade, acuidade do clínico observar
O doente, na totalidade, na sua dor,
E de ser bom e correto prescritor.
Gilberto Pozetti
REFERÊNCIAS

Kossak-Romanach, A. Homeopatia em 1000

conceitos, São Paulo: ELCID, 1984.


É importante a indicação clara dos seguintes pontos:

• Via de administração.
• Nome correto do medicamento, respeitando as regras de
nomenclaturas e evitando abreviaturas que possam levar a
erros ou confusões.
• Potência: o grau de dinamização.
• Escala: Decimal, Centesimal ou Cinquenta Milesimal.
• Método de preparação: Hahnemanniano, Korsakoviano ou de
Fluxo Contínuo.
• Forma farmacêutica.
• Quantidade.
• Posologia.

Letra legível (Cap.3, art. 11, código de ética médica)


É vedada a prescrição sem exame direto do paciente
FORMAS FARMACÊUTICAS DE USO INTERNO

Sólidas
• Tabletes
• Glóbulos
• Papéis

Líquidas
• Gotas (Solução hidroalcoólica)
• Dose Única Líquida

FORMAS FARMACÊUTICAS DE USO EXTERNO

• Semissólidos (géis, cremes)


• Supositórios
• Óvulos
ABREVIATURAS E SÍMBOLOS
(utilizados na Prescrição Médica e na Rotulagem dos Medicamentos)

• Cem sucussões = 
• Comprimidos = comp.
• Diluição = dil.
• Dinamização = din.
• Escala centesimal preparada segundo o método
hahnemanniano = CH
• Escala cinqüenta milesimal = LM
• Escala decimal preparada segundo o método hahnemanniano =
DH
• Farmacopéia Homeopática Brasileira = Farm. Hom. Bras.= FBH
• Glóbulo = glob.
• Método de Fluxo Contínuo = FC
• Método Korsakoviano = K
• Microglóbulo = mcglob.
• Partes iguais = ãã (abreviatura de ana, palavra grega)
• Resíduo seco = r.s.
• Resíduo sólido = r. sol.
• Quantidade suficiente = q.s.
• Quantidade suficiente para = q.s.p.
• Solução = sol.
• Tablete = tabl.
• Tintura-mãe = TM, Ø, Tint. mãe
• Trituração = trit.
Nomenclatura das drogas segue a norma científica latina

 Gênero + espécie
 Não necessita ser em itálico
Atropa belladona, Solanum dulcamara

 Pode simplificar, desde que não dê origem a dúvidas:


Belladona, Dulcamara

 Origem mineral: valência positiva seguido da negativa:


Acidum phosphoricum, Kalium bichromicum

 Algumas substâncias sintéticas conservam designação química:


Aloxana, Sulfanilamida
 O responsável pela avaliação das prescrições, manipulação e
dispensação é o farmacêutico registrado em seu CRF

 Durante a dispensação, o farmacêutico homeopata deve orientar o


paciente quanto a:

1) Utilização do medicamento

• líquidos são gotejados e sólidos dissolvidos na boca;


• as doses devem ser ingeridas longe das refeições e escovação dos
dentes – meia hora antes ou depois;
• se dose única, tomar em jejum ao deitar;
• evitar o contato de medicamentos sólidos com as mãos (usar a tampa
do frasco para manusear)
2) Compreensão sobre o tratamento homeopático

• medicamentos homeopáticos e alopáticos não devem ser


tomados juntos;

• não é indicado uso de café, chá, álcool;

• evitar a automedicação, pois os medicamento homeopáticos são


individualizados, indicados de acordo com a lei dos semelhantes.
Consultar

www.anvisa.gov.br

ou

www.cff.org.br
Prerrogativas para o exercício da responsabilidade técnica em
homeopatia.

• Ter cursado a disciplina de homeopatia com conteúdo mínimo de 60


(sessenta) horas no curso de graduação, além de estágio obrigatório
com o mínimo de 120 (cento e vinte) horas nas farmácias de
Instituições de Ensino Superior ou conveniadas, em laboratórios de
medicamentos e/ou de insumos homeopáticos;

• Possuir título de especialista ou curso de aprimoramento profissional


em homeopatia que atenda as resoluções vigentes do Conselho
Federal de Farmácia.”
A homeopatia encerre ou não encerre princípios opostos à
medicina até hoje reconhecida, é sempre uma parte da arte de curar;
é sempre sobre a saúde e a vida da população que tem de se fazer
sentir os bons ou maus efeitos de sua prática pois que a medicina
não se entende a arte de curar desta ou daquela maneira, com
grande ou pequenas doses, com semelhantes ou contrários, mas sim
a arte ou ciência de auxiliar a saúde e a vida do homem, seja por que
meios for, cuja escolha compete ora à Ciência ora à experiência.
(Francisco Bruno Lobo, Prof. UFRJ,1968)
http://www.homeozulian.med.br/homeozulian_visualizarinteressegeral.
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Fontes, O. L. Farmácia Homeopática, Teoria e Prática, Barueri: Manole,


2005.

Alves, J. M. Matéria Médica Homeopática Dos Principais Medicamentos,


2007. www.homeoesp.org