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PRATICA DE ENSINO DE MATEMÁTICA NO ENSINO MÉDIO

ATIVIDADE REFLEXIVA – UNIDADE IV

Nome: Silvana Cristina Torres de Siqueira

RGM: 22483691

O presente relatório, referente à disciplina de Pratica de Ensino de Matemática


no Ensino Médio, proposta no Curso de Formação Pedagógica Graduados Não
Licenciados, oferecido pela Cruzeiro do Sul Virtual, na modalidade à distância.

Podemos perceber que a profissão de professor é muito árdua, mas, para quem
realmente quer fazer a diferença, vai a busca de novas práticas e novas metodologias, as
quais poderão contribuir no seu trabalho e na qualidade do ensino. Entre essas, incluem
os processos de formação.

O docente não pode abster-se de estudar, pois grandes são os desafios que o
profissional da educação enfrenta para manter-se atualizado. Desenvolver práticas
pedagógicas é indispensável para que haja maior sensibilização na formação de
professores, é necessário então criar condições favoráveis tanto na formação continuada
quanto na valorização do mesmo.

A existência de um momento para estudo e formação em serviço, dentro da


escola e que também fosse remunerado, sempre foi pautada em reivindicações dos
professores do Estado de São Paulo.

Essas reivindicações começaram a ter resultados quando os governos começaram a reconhecer


que o trabalho do professor vai além de sua presença em sala de aula, ao instituírem a HTP (hora
de trabalho pedagógico) no Estatuto do Magistério em 1985 (OLIVEIRA, 2006, p.28).

Nesse contexto, surge a Escola de Formação e Aperfeiçoamento dos


Profissionais da Educação “Paulo Renato Costa Souza”.

A Escola de Formação e Aperfeiçoamento dos Profissionais da Educação “Paulo Renato Costa


Souza” (EFAPE) é uma iniciativa pioneira no país. Criada em 2009 como parte do Programa
“Mais Qualidade na Escola”, tem como propósito o desenvolvimento profissional dos
servidores da SEDUC-SP, com foco na atuação prática e incorporando as novas
tecnologias como ferramentas da formação continuada.
(http://www.escoladeformacao.sp.gov.br/portais/Default.aspxtabid>dez, 2019)
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De maneira geral, segundo De Grande (2015), ATPC são reuniões entre


docentes e a coordenação da escola e que tem por objetivo tratar de questões
pedagógicas e de gestão escolar. Porém, muitas vezes as jornadas de trabalho do
professor incorporam horas destinadas ao trabalho coletivo fora da sala de aula. No
Estado de São Paulo, essas reuniões das escolas públicas estaduais foram chamadas até
2012 de Hora de Trabalho Pedagógico Coletivo – HTPC, mas atualmente são
denominadas de Aula de Trabalho de Pedagógico Coletivo – ATPC.

A Escola Genésio Machado, por se tratar de uma escola subordinada a Secretária


da Educação do Estado de São Paulo, também pratica a chamada ATPC ( Aula de
Trabalho Pedagógico ). Ou seja, dentro da carga horária da jornada de trabalho do
professor, dois terços são destinados para serem cumpridos dentro de sala de aula e o
outro terço do tempo, que é também remunerado, é destinado a atividades pedagógicas
fora da sala de aula. Nesses horários o professor planeja suas aulas e aperfeiçoa sua
prática pedagógica.

As Aulas de Trabalho Pedagógico Coletivo são utilizadas como reuniões de


estudo, de cunho formativo e coletivo, que são organizadas pela escola , mais
precisamente pelo Professor Coordenador, que deve ser o responsável pela formação
continuada docente em serviço.

A atividade da ATPC tem propósito de ser um espaço de estímulo ao


desenvolvimento das atividades coletivas na escola, abrindo, com isso o espaço para o
diálogo, para as considerações pessoais em paralelo com o projeto da escola, com as
concepções de todos os docentes envolvidos e com o contexto escolar, possibilitando
transformações no trabalho pedagógico. Propõe a formação continuada e deve ter
sempre como meta a qualidade da educação e o desenvolvimento do educador como
agente principal dessa educação.
Neste estágio, tive a oportunidade de assistir a esta atividade, podendo constatar
a importância e como funciona o Trabalho Pedagógico Coletivo. Acredito que este
espaço foi uma grande conquista para a classe dos educadores.
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REFERENCIAS BIBLIOGRAFICAS

Disponível em : escoladeformacao.sp.gov.br

http://www.escoladeformacao.sp.gov.br/portais/Default.aspx?tabid>dez, 2019

DE GRANDE, P. B. Formação Continuada no Local de Trabalho do Professor:


possibilidades de agência e construção de sentidos para a docência. Tese de doutorado
em Linguística Aplicada. Universidade Estadual de Campinas, 2015.

OLIVEIRA, N. A. R. A HTPC como espaço de formação: uma possibilidade.


Dissertação de Mestrado em Educação. Pontifícia Universidade Católica de São Paulo,
2006.