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Controlador Guia de Aplicação

Inteligente de
Motor SMC 150
Dialog Plus TM do Produto
Em vista da variedade de aplicações deste equipamento, e considerando sua distinta diferença com
relação aos equipamentos eletromecânicos, deverá ser verificada a aplicabilidade para cada caso
em específico.

As instruções, gráficos e exemplos de configuração que aparecem neste manual têm por finalidade
auxiliar no entendimento do texto. Devido às muitas variáveis e exigências associadas com
qualquer instalação em particular, a Rockwell Automation não assumirá responsabilidade pelo uso real
baseado em ilustrações de aplicações.

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Rockwell Automation do Brasil Ltda.
Controladores SMC
A linha de Controladores SMC da Allen-Bradley oferece uma ampla faixa de produtos para
partida e parada de motores de indução CA de 1/3 HP a 6.000HP. Os recursos inovadores e o
projeto compacto atendem os requisitos industriais do mundo inteiro para o controle motores. Se
você precisa controlar um único motor ou um sistema de automação integrado, nossa linha de
controladores atende às suas necessidades com o Controlador de Torque de Partida (STC - Starting
Torque Controller) e com a família dos Controladores Inteligentes de Motor (SMC-2, SMC PLUS,
MV SMC PLUS e SMC Dialog Plus).


STC 
SMC-2 SMC PLUS  SMC Dialog
MV SMC PLUS  Plus
Recursos 100-240V 200-600V 200-600V 200-600V 200-600V
Monofásico Trifásico 1-97A 2400-4200V 1-1000A
1-22A 1-22A 1-1000A
Partida Suave H H H H H
Impulso de Partida H H
Partida com Limitação de Corrente H H H
Duas Rampas de Partida H
Partida à Tensão Plena H H H
Economizador de Energia H H H
Parada Suave H H H
Controle de Bomba H H
Baixa Velocidade Pré-selecionada H H
Freio Inteligente de Motor SMB H H
Parada Precisa H H
Baixa Velocidade com Frenagem H HŒ
Operação Monofásica H
Normal/Velocidade nominal Aux H H
Contato de Falha H
Projeto Modular H H
Proteção contra Sobrecarga H
Monitoração H
Comunicação H
Display de Cristal Líquido H
Teclado de Programação H
Reversão de Fase H
Rebalanceamento de Fase H
Detecção de Obstrução H
Detecção de Subcarga H
H = Disponível
Œ
Inclui a opção Parada Precisa.
Índice

Controlador Capítulo 1
Inteligente de Motor Descrição ........................................................................................................ 1-1
Modos de Partida ........................................................................................1-2
SMC Dialog Plus
Partida Suave com Impulso de Partida Selecionável ................................. 1-2
Partida com Limitação de Corrente ............................................................. 1-3
Duas Rampas de Partida .............................................................................1-3
Partida à Tensão Plena ............................................................................... 1-4
Recursos ......................................................................................................... 1-4
Display de Cristal Líquido .......................................................................... 1-4
Teclado de Programação .............................................................................1-4
Sobrecarga Eletrônica .................................................................................1-5
Porta de Comunicação Incorporada ............................................................ 1-5
Travamento e Obstrução .............................................................................1-6
Rebalanceamento de Fase ........................................................................... 1-7
Monitoração ............................................................................................... 1-7
Indicação de Falha ...................................................................................... 1-7
Contatos Auxiliares .................................................................................... 1-8
Economia de Energia .................................................................................. 1-8
Projeto Modular ......................................................................................... 1-8
Descrição do Terminal de Controle ........................................................... 1-9
Ajustes ............................................................................................................ 1-10
Partida Suave ............................................................................................. 1-10
Partida com Limitação de Corrente ............................................................ 1-11
Partida com Duas Rampas .......................................................................... 1-12
Partida à Tensão Plena ............................................................................... 1-14
Diagramas de Fiação Típicos (sem opções) .............................................. 1-15
Opções de Controle ................................................................................... 1-19
Opção de Parada Suave ............................................................................. 1-19
Opção Controle de Bomba ........................................................................ 1-23
Opção Baixa Velocidade Pré-selecionada ................................................ 1-27
Opção Freio Inteligente de Motor SMB ............................................... 1-32
Parada Precisa/ Opção Baixa Velocidade com Frenagem ....................... 1-36

Perfis de Aplicação Capítulo 2


Compressor com Partida Suave .............................................................. 2-2
Cilindro para Tamboreamento com Duas Rampas de Partida ................. 2-3
Cilindro para Tamboreamento com Partida Suave e Freio Inteligente
de Motor SMB ........................................................................................ 2-4
Cilindro para Tamboreamento com Opção Parada Precisa ................... 2-5
Bomba com Partida Suave ..................................................................... 2-6
Bomba com a Opção Controle de Bomba .............................................. 2-7
Serra de Fita com Partida Suave ............................................................ 2-8
Serra de Fita com as Opções Partida Suave e Freio Inteligente de
Motor SMB ........................................................................................... 2-9
Índice
Guia de Aplicação do Produto

Perfis de Aplicação Capítulo 2


(cont.) Serra de Fita com as Opções Partida Suave e Baixa Velocidade com
Frenagem ...................................................................................................... 2-10
Trole com Duas Rampas de Partida .............................................................. 2-11
Trole com as Opções Partida Suave e Baixa Velocidade Pré-selecionada ... 2-12
Exaustor com Partida Suave .......................................................................... 2-13
Palletizer?? com Duas Rampas de Partida .................................................... 2-14
Britadeira de Rocha com Partida Suave ........................................................ 2-15
Retalhador com Partida Suave ...................................................................... 2-16
Moinho de Martelos com Partida com Limitação de Corrente .................... 2-17
Moinho de Martelos com Partida com Limitação de Corrente e Freio Inteligente
de Motor SMB ............................................................................ 2-19
Centrífuga com Partida com Limitação de Corrente .................................... 2-20
Centrífuga com Partida com Limitação de Corrente e Freio Inteligente de Motor
SMB .................................................................................................... 2-21
Misturador com Duas Rampas de Partida ..................................................... 2-22
Misturador com Baixa Velocidade Pré-selecionada ..................................... 2-23
Resfriador com Partida Suave ....................................................................... 2-24
Trefiladeira com Partida Suave ..................................................................... 2-25
Ventilador da Torre de Esfriamento com Duas Rampas de Partida .............. 2-26
Esteira Rolante com Partida e Parada Suaves ............................................... 2-27
Escada Rolante com Baixa Velocidade Pré-selecionada .............................. 2-28
Transportador com Partida Suave ................................................................. 2-29
Transportador com Partida e Parada Suaves ................................................. 2-30
Transportador de Corrente com Partida Suave ............................................. 2-31
Transportador de Corrente com Partida e Parada Suaves ............................. 2-32
Carrinho de Movimentação com Partida Suave e Parada Precisa ................. 2-33
Trocador de Moldes com Partida Suave e Parada Precisa ............................. 2-34
Esmerilhadeira com Partida Suave ................................................................ 2-35
Esmerilhadeira com Partida Suave e Freio Inteligente de Motor SMB ........ 2-36
Guindaste com Duas Rampas de Partida ....................................................... 2-37
Mesa Rotativa com Partida Suave e Parada Precisa ...................................... 2-38
Máquina de Encher Garrafas com Partida e Parada Suaves .......................... 2-39
Moinho de Esferas com Partida com Limitação de Corrente ........................ 2-40
Moinho de Esferas com Partida Suave e Freio Inteligente de Motor SMB ... 2-41
Moinho de Esferas com Partida Suave e Parada Precisa ................................ 2-42

ii
Índice
Guia de Aplicação do Produto

Considerações Capítulo 3
Especiais de SMC Dialog Plus em Aplicações com Inversores .......................................... 3-1
Uso dos Módulos de Proteção ......................................................................... 3-1
Aplicação
Fusíveis com Limitação de Corrente (Proteção contra Sobrecorrente dos
SCRs) ............................................................................................................. 3-3
Proteção contra Sobrecarga do Motor ............................................................. 3-4
Rebalanceamento de Fase ............................................................................... 3-4
Detecção de Travamento e Obstrução ............................................................ 3-5
Comunicação SCANport ................................................................................ 3-5
Capacitores do Fator de Potência ................................................................... 3-6
Aplicações com Vários Motores .................................................................... 3-8
Motores Especiais .......................................................................................... 3-8
Estrela-Triângulo ........................................................................................... 3-8
Motor com Dois Enrolamentos ............................................................ 3-9
Rotor Bobinado .................................................................................... 3-9
Síncrono ............................................................................................... 3-9
Depreciação por Altitude .............................................................................. 3-10
Contator de Isolação ...................................................................................... 3-10
SMC Dialog Plus com Contator de Bypass .................................................. 3-11
SMC Dialog Plus com Contator de Reversão ............................................... 3-11
SMC Dialog Plus como Bypass para um Inversor CA ................................. 3-12
Capacidades de Torque do Motor com as Opções do SMC ......................... 3-13
Freio Inteligente de Motor SMB ........................................................ 3-13
Baixa Velocidade Pré-selecionada ...................................................... 3-13
Parada Precisa ...................................................................................... 3-14
Economizador de Energia .............................................................................. 3-14
Operação do Economizador de Energia ............................................... 3-14
Fundamentos ........................................................................................ 3-15
Requisitos de Aplicação ....................................................................... 3-15
Estimativas Preliminares ...................................................................... 3-16

Filosofia do Projeto Capítulo 4


Filosofia...........................................................................................................4-1
Condições de Tensão da Linha ....................................................................... 4-1
Faixas Térmicas e de Corrente .........................................................................4-1
Choque Mecânico e Vibração ........................................................................ 4-1
Ajustes ............................................................................................................4-2

iii
Índice
Guia de Aplicação do Produto

Partida com Tensão Capítulo 5


Reduzida Introdução à Partida com Tensão Reduzida ................................................. 5-1
Tensão Reduzida ........................................................................................... 5-2
Estado Sólido ................................................................................................. 5-6

Acionadores de Capítulo 6
Acionadores de Estado Sólido que Utilizam SCRs ....................................... 6-1
Estado Sólido que
Utilizam SCRs

Referência Capítulo 7
Introdução....................................................................................................... 7-1
Potência/Torque/Velocidade do Motor .......................................................... 7-1
Torque e Potência .......................................................................................... 7-1
Torque de Rotor Travado (LRT) ......................................................... 7-3
Torque Mínimo na Partida (PUT) ....................................................... 7-3
Torque Máximo na Partida (BT) ......................................................... 7-3
Torque à Plena Carga (FLT) ................................................................ 7-4
Corrente à Plena Carga ........................................................................ 7-4
Corrente de Rotor Travado ................................................................. 7-5
Saída do Motor para Designações NEMA Polifásico 1-500 HP .................. 7-7
Cálculo de Torque (Torque de Aceleração para o Movimento de Rotação). 7-11
Cálculo de Potência ...................................................................................... 7-12
Inércia ........................................................................................................... 7-12
Fórmulas de Torque ...................................................................................... 7-13
Fórmulas do Motor CA ................................................................................. 7-14
Características de Torque em Aplicações Comuns ....................................... 7-15
Fórmulas Elétricas ......................................................................................... 7-17
Lei de Ohm .......................................................................................... 7-17
Potência em Circuitos CC ................................................................... 7-17
Cálculo da Corrente do Motor ....................................................................... 7-18
Outras Fórmulas ............................................................................................ 7-19
Calculando a Força de Aceleração para o Movimento Linear ............ 7-19
Constantes de Engenharia .............................................................................. 7-19
Temperatura ......................................................................................... 7-19
Comprimento ....................................................................................... 7-19
Peso ...................................................................................................... 7-20
Potência ................................................................................................ 7-20
Área ...................................................................................................... 7-20
Matemática ........................................................................................... 7-20
Pressão ..................................................................................................7-20
Volume ................................................................................................. 7-21
Temperatura .......................................................................................... 7-21
Comprimento ........................................................................................ 7-21
Peso ...................................................................................................... 7-21
Elétrico ..................................................................................................7-21

iv
Índice
Guia de Aplicação do Produto

Potência/Energia ............................................................................. 7-22


Trabalho/Inércia .............................................................................. 7-22
Área ................................................................................................. 7-22
Rotação/Taxa ................................................................................... 7-22
Matemática ...................................................................................... 7-22
Pressão ............................................................................................. 7-22
Fatores de Conversão ...................................................................................... 7-23

Glossário

v
Capítulo
1
Controlador Inteligente de Motor SMC
Dialog Plus

Descrição Quando o Controlador Inteligente de Motor (SMC) foi introduzido pela primeria vez
em 1986, suas características de projeto modular, configuração digital e controle do
microprocessador determinaram um padrão para os acionadores suaves. Desde seu
lançamento em 1989, o SMC PLUS tem estado numa classe específica,
fornecendo desempenho inigualável com opções inovadoras de partida e parada.
Agora, o SMC Dialog Plus atinge um nível mais alto de sofisticação com proteção
avançada, diagnóstico expandido e a habilidade de registrar a operação do motor
(fator de potência, kW e consumo), assim como a opção de “comunicar” com vários
protocolos de rede.

Ao mesmo tempo que o SMC Dialog Plus incorpora novos recursos no seu projeto,
sua operação e configuração permanecem fáceis. É possível utilizar quantos recursos
sua aplicação necessitar.

O SMC Dialog Plus é um controlador de estado sólido, multi funcional, modular e


compacto utilizado para partir motores de indução tipo gaiola trifásicos e para
controlar cargas resistivas. A linha de produto SMC Dialog Plus inclui faixas de
corrente de 24 a 1000A, 200 a 600V, 50/60Hz. Isso engloba aplicações de até
1000HP. O SMC Dialog Plus atende os requisitos e padrões aplicáveis.

Figura 1.1
Controlador SMC Dialog Plus (24-1000A)

1-1
Capítulo 1
Características Gerais do
Produto

Modos de Partida O SMC Dialog Plus possui vários modos de partida no modelo standard:
• Partida Suave com Impulso de Partida Selecionável;
• Partida com Limitação de Corrente;
• Duas Rampas de Partida
• Partida à Tensão Plena

Os recursos opcionais incluem:

• Parada Suave
• Controle de Bomba
• Baixa Velocidade pré-selecionada
• Freio Inteligente de Motor SMB
• Parada Precisa/ Baixa Velocidade com Frenagem

Partida Suave com Impulso de Partida Selecionável

Esse modo tem a aplicação mais geral. O motor recebe um ajuste inicial de
torque, definido pelo usuário de 0 a 90% do torque de rotor bloqueado. A
partir do nível de torque inicial, a tensão de saída para o motor é aumentada,
gradualmente, durante o tempo da rampa de aceleração, que é definido pelo
usuário de 0 a 30 segundos. Se o Controlador SMC Dialog Plus perceber que
o motor atingiu a velocidade nominal durante a operação da rampa de tensão,
a tensão de saída, automaticamente, se altera para tensão plena.

O recurso Impulso de Partida fornece um impulso na partida para tirar a carga


da inércia, através de um pulso de torque elevado na partida. Esse recurso
fornece um pulso de corrente que corresponde a 550% da corrente de plena
carga. O Impulso de Partida é definido pelo usuário de 0,0 a 2,0 segundos.

Figura 1.2
Partida Suave com Impulso de Partida Selecionável

Porcentagem
de Tensão
Impulso de Partida

100%

Torque
Inicial

Partida Operação
Tempo (segundos)

1-2
Capítulo 1
Características Gerais do
Produto

Partida com Limitação de Corrente·

Esse modo de partida permite uma partida com tensão reduzida fixa, sendo utilizado
quando uma corrente de partida máxima limitadora é necessária. O nível de
Limitação de Corrente é definido pelo usuário e varia de 50 a 600% da faixa de
corrente à plena carga do motor e o tempo, também definido pelo usuário, varia de 0
a 30 segundos.

Figura 1.3
Partida com Limitação de Corrente

Porcentagem
da Corrente à
Plena Carga 600%

50%

Partida
Tempo (segundos)

Duas Rampas de Partida

O modo Duas Rampas de Partida é utilizado em aplicações com cargas variantes


(e que necessitam, portanto, de torque de partida variável). Esse modo permite ao
usuário selecionar dois tipos separados de Partida Suave com tempos de rampa e
ajustes de torque inicial definidos separadamente.

Figura 1.4
Duas Rampas de Partida
Porcentagem
de Tensão

Rampa No. 2

Torque
Inicial
Rampa No. 1

Partida No. 1 Operação No. 1


Operação
Partida No. 2
No. 2
Tempo (segundos)
1-3
Capítulo 1
Características Gerais do
Produto

Partida à Tensão Plena

Esse modo de partida é utilizado em aplicações que necessitam de partida direta. O


SMC Dialog Plus funciona como um contator de estado sólido. São realizados o
surto de corrente e o torque de rotor travado.

Figura 1.5
Partida à Tensão Plena

100%

Porcentagem
da Tensão

Tempo (segundos)

Recursos Display de Cristal Líquido


Um display de cristal líquido, iluminado pela parte de trás do equipamento, de duas
linhas e dezesseis caracteres disponibiliza a definição dos parâmetros com texto
contínuo para que a configuração do controlador possa ser realizada sem o manual
de referência. Os parâmetros são organizados em uma estrutura de menu com
quatro níveis de utilizam um formato de texto que permite fácil programação e
acesso rápido aos parâmetros.

Teclado de Programação
A programação dos parâmetros é feita através de um teclado de cinco botões,
localizado na parte frontal do SMC Dialog Plus. Os cinco botões incluem teclas de
seleção e as teclas Enter, Select e Escape. O usuário precisa apenas digitar a
seqüência correta das teclas para programar o SMC.

Figura 1.6
Display de Cristal Líquido com Teclado

1-4
Capítulo 1
Características Gerais do
Produto

Sobrecarga Eletrônica

O Controlador SMC Dialog Plus atende as exigências aplicáveis como um


dispositivo de proteção contra sobrecarga. A proteção contra sobrecarga é definida
eletronicamente através de um algoritmo I2t.

A sobrecarga é programável, permitindo uma flexibilidade ao usuário. A classe de


desarme é selecionável para classe de proteção 10, 15, 20 ou 30. A corrente de
desarme é configurada através da faixa de corrente à plena carga do motor.

A memória térmica fornece proteção adicional à temperatura de operação do motor.


A insensibilidade do ambiente é inerente no projeto eletrônico de sobrecarga.

Obs.: A capacidade de detecção de corrente do SMC é desabilitada durante operação


de bypass. Recomenda-se utilizar um Módulo Conversor 825 nessas aplicações para
permitir realimentação de corrente.

Porta de Comunicação Incorporada

O SMC Dialog Plus possui como padrão uma porta serial de interface. Essa porta de
comunicação permite a conexão a uma Interface de Operação e Programação 1201.
Permite também a comunicação com outros dispositivos, incluindo E/S Remota, DH-
485, RS232/422/485-DF1 e rede DeviceNet da Allen-Bradley através da conexão
dos módulos de comunicação 1203.

1-5
Capítulo 1
Características Gerais do
Produto

Travamento e Obstrução

Os motores podem detectar correntes de rotor travado e desenvolver o torque


máximo no caso de um travamento (durante a partida) ou uma obstrução (depois que
a velocidade plena for atingida). Essas condições podem resultar na perda de
isolação do enrolamento ou danos mecânicos à carga conectada.

O SMC Dialog Plus pode detectar condições de travamento e obstrução,


possibilitando uma melhor proteção do sistema e do motor. A proteção contra
travamento permite que usuário programe um tempo máximo de travamento de até
10 segundos. A detecção de obstrução permite que o usuário determine o nível de
obstrução como uma porcentagem da faixa de corrente à plena carga do motor e o
tempo de atraso de até 10 segundos.

Obs.: O tempo de atraso é somado ao tempo programado de partida.

Figura 1.7
Proteção contra Travamento

Porcentagem
da Corrente
à Plena Carga

Tempo de Partida Programado Trava-


mento
Tempo (segundos)

Figura 1.8
Detecção de Obstrução
Nível de Desarme Programado
pelo Usuário
Porcentagem
da Corrente
à Plena Carga

Operação Obs-
trução
Tempo (segundos)

1-6
Capítulo 1
Características Gerais do
Produto

Rebalanceamento de Fase

Apenas 4% de desbalanceamento de tensão da fonte pode resultar em um


desbalanceamento de corrente de 20% e em um aumento de 25% na temperatura do
motor, possivelmente resultando em uma falha do motor. O Controlador SMC
Dialog Plus monitora, continuamente, a tensão da linha trifásica de entrada e ajusta,
automaticamente, a tensão de saída para balancear as correntes trifásicas
consumidas pelo motor.

Figura 1.9
Rebalanceamento de Fase

Tensão
da
Fonte

Obs.: O Rebalanceamento de Fase não fica ativo durante a operação de bypass.

Monitoração

O SMC Dialog Plus possui vários parâmetros de monitoração:

• Corrente trifásica • Fator de Potência


• Tensão trifásica • Utilização da capacidade térmica do
• Potência em kW motor
• Utilização da potência em kWH • Tempo decorrido

Indicação de Falha

O SMC Dialog Plus monitora os modos de pré-partida e operação. Ao detectar uma


falha, o SMC Dialog Plus fecha o motor e exibe a condição de falha apropriada no
display de cristal líquido. O controlador monitora as seguintes condições:

• Gate Aberto • Subcarga


• Subtensão • Excesso de Partidas por Hora
• Desbalanceamento de Tensão • Sobretemperatura
• Reversão de Fase • Travamento
• Perda de Alimentação • Obstrução
• Sobrecarga • Sistema
• Falha na Linha

Qualquer condição de falha fará com que os contatos mudem de estado e o circuito
seja desarmado.
1-7
Capítulo 1
Características Gerais do
Produto

Contatos Auxiliares

O SMC Dialog Plus possui três contatos. Os dois primeiros contatos são
programáveis em Normal/Up-to-speed. O terceiro é programável em Normal/Fault.

Economia de Energia

O recurso Economia de Energia é geralmente utilizado em aplicações onde o motor


trabalha descarregado ou com uma carga leve por períodos extensos. Com esse
recurso habilitado, o controlador monitora, continuamente, a carga do motor através
do seu circuito de feedback interno. Como os SCRs controlam a tensão de saída, as
perdas de energia do motor podem ser reduzidas, diminuindo-se a tensão do terminal
do motor.

Obs.: O recurso Economia de Energia não fica disponível quando um contator de


bypass é utilizado.

Projeto Modular

O SMC Dialog Plus é projetado para operar em ambientes industriais. A


modularidade dos módulos de controle e de alimentação possui a funcionalidade
plug-in. Não existem fios de gate para remover e não é necessária a soldagem. A
intercambiabilidade dos módulos de controle permite reduzir os itens de inventário.

Figura 1.10
Vista Explodida do SMC Dialog Plus de 24A

1-8
Capítulo 1
Características Gerais do
Produto

Descrição do Terminal de Controle

O SMC Dialog Plus possui 20 terminais de controle, localizados na parte frontal.


Esses terminais de controle estão descritos abaixo. Consulte a Figura 1.11.

Placa da Fonte de Alimentação

Número do Terminal Descrição


11 Entrada da Alimentação de Controle
12 Comum da Alimentação de Controle
13 Entrada Habilitada do Controlador
14 Terra Lógico
15 Duas Rampas/Opção de Entrada
16 Entrada de Partida
17 Entrada de Parada
18 Comum do Relé Auxiliar
19 Contato Auxiliar N.A. 1 (Normal/Up-to-speed)
20 Contato Auxiliar N.F. 2 (Normal/Up-to-speed)

Placa Lógica

Número do Terminal Descrição


21 Não Utilizado
22 Não Utilizado
23 Não Utilizado
24 Não Utilizado
25 Comum (Módulo Conversor)
26 Entrada da Fase A (Módulo Conversor)
27 Entrada da Fase B (Módulo Conversor)
28 Entrada da Fase C (Módulo Conversor)
29 Contato Auxiliar N.A./N.F. 3 (Normal/Fault)
30 Contato Auxiliar N.A./N.F. 3 (Normal/Fault)

Figura 1.11
Terminais de Controle do SMC Dialog Plus

1-9
Capítulo 1
Características Gerais do
Produto

Ajustes Partida Suave

Os parâmetros a seguir são utilizados, especificamente, para ajustar a rampa de


tensão fornecida ao motor.

Parâmetro Opção
Starting Mode Soft Start, Current Limit
Deve ser programado em Soft Start.
Ramp time #1 0 a 30 segundos
Esse parâmetro programa o período no qual o controlador irá fazer a
rampa da tensão de saída.
Initial Torque # 1 0 a 90% do torque de rotor
O nível da tensão de saída reduzida inicial para a rampa de tensão é travado
estabelecida e ajustada através desse parâmetro.
Kickstart Time 0,0 a 2,0 segundos
Um impulso de 550% da corrente à plena carga é fornecido ao motor
durante o tempo programado
Stall Delay 0 a 10 segundos
Permite ao usuário programar o tempo de atraso na proteção contra
travamento. O tempo de atraso começa depois que o tempo de
partida foi interrompido.
Energy Saver Off, On
O recurso Energy Saver monitora a carga do motor, regulando a
tensão de saída para o motor quando o mesmo está levemente
carregado ou descarregado.
Aux Contacts 1 & 2 Normal, Up-to-speed
Os contatos tipo C são fornecidos como padrão com o Controlador
SMC Dialog Plus. Esses contatos localizam-se nos terminais 18, 19
e 20. Os contatos auxiliares 1 e 2 permitem ao usuário configurar a
operação dos contatos.
Aux Contact 3 Normal, Fault
Um terceiro contato auxiliar é fornecido entre os terminais 29 e 30. O
contato auxiliar 3 permite ao usuário programar a operação do
contato.
Contact 3 Config N.O., N.C.
Esse parâmetro permite ao usuário programar o estado “na
energização” do terceiro contato auxiliar.
Parameter Mgmt Ready, Default Init., Recll Frm
Os valores dos parâmetros programados recentemente podem ser EE, Store In EE
gravados na memória ou os valores ajustados de fábrica podem ser
recuperados.

1-10
Capítulo 1
Características Gerais do
Produto

Partida com Limitação de Corrente

Para aplicar tensão de saída reduzida fixa ao motor, os parâmetros a seguir


permitem ajuste do usuário.

Parâmetro Opção
Starting Mode Soft Start, Current Limit
Deve ser programado em Current Limit.
Ramp Time # 1 0 a 30 segundos
Esse parâmetro programa o período no qual o controlador irá manter a
tensão de saída reduzida, fixa antes de ajustar a tensão plena.
Current Limit Level 50 a 600% da corrente a plena
Esse parâmetro permite ajustes para o nível de tensão de saída carga
reduzida fornecida ao motor.
Kickstart Time 0,0 a 2,0 segundos
Um impulso de 550% da corrente a plena carga é fornecido ao motor
durante o tempo programado
Stall Delay 0 a 10 segundos
Permite ao usuário programar o tempo de atraso na proteção contra
travamento. O tempo de atraso começa depois que o tempo de
partida foi interrompido.
Energy Saver Off, On
O recurso Energy Saver monitora a carga do motor, regulando a
tensão de saída para o motor quando o mesmo está levemente
carregado ou descarregado.
Aux Contacts 1 & 2 Normal, Up-to-speed
Os contatos tipo C são fornecidos como padrão com o Controlador
SMC Dialog Plus. Esses contatos localizam-se nos terminais 18, 19
e 20. Os contatos auxiliares 1 e 2 permitem ao usuário configurar a
operação dos contatos.
Aux Contact 3 Normal, Fault
Um terceiro contato auxiliar é fornecido entre os terminais 29 e 30. O
contato auxiliar 3 permite ao usuário programar a operação do
contato.
Contact 3 Config N.O., N.C.
Esse parâmetro permite ao usuário programar o estado “na
energização” do terceiro contato auxiliar.
Parameter Mgmt Ready, Default Init., Recll Frm
Os valores dos parâmetros programados recentemente podem ser EE, Store In EE
gravados na memória ou os valores ajustados de fábrica podem ser
recuperados.

1-11
Capítulo 1
Características Gerais do
Produto
Ajustes Partida com Duas Rampas
(cont.)
O Controlador SMC Dialog Plus permite ao usuário selecionar dois tipos de Partida
Suave. Os parâmetros a seguir estão disponíveis no modo de programação Advanced
Setup para obter controle de Duas Rampas.

Obs.: O recurso de Duas Rampas só está disponível com o módulo de controle


padrão.

Parâmetro Opção
Advanced Setup -
O usuário deve selecionar o modo de programação Advanced Setup
para acessar os parâmetros para Duas Rampas.
Starting Mode -
Deve ser programado para Soft Start
Dual Ramp
Permite ao usuário escolher entre dois tipos de Partida suave,
definidos por:
1. Ramp Time #1/Initial Torque #1 e
2. Ramp Time #2/Initial Torque #2 No, Yes
Quando esse recurso está habilitado, a combinação Ramp time/initial
torque é determinada por uma entrada por contato seco no terminal
15. Quando esse sinal de entrada está desenergizado, a opção ramp
time/initial torque #1 é selecionada. Quando essa entrada está
energizada, a opção ramp time/initial torque #2 é selecionada.
Ramp Time #1 0 a 30 segundos
Esse parâmetro programa o período no qual o controlador irá fazer a
rampa de tensão de saída até a tensão plena para o primeiro ajuste
de Partida Suave.
Initial Torque #1 0 a 90% do torque de rotor
Esse parâmetro estabelece e ajusta o nível de tensão de saída travado
reduzida inicial para a primeira configuração de Partida Suave.
Ramp Time #2 0 a 30 segundos
Esse parâmetro programa o período no qual o controlador irá fazer a
rampa de tensão de saída até a tensão plena para o segundo ajuste
de Partida Suave.
Initial Torque #1 0 a 90% do torque de rotor
Esse parâmetro estabelece e ajusta o nível de tensão de saída travado
reduzida inicial para a segunda configuração de Partida Suave.
Kickstart Time 0,0 a 2,0 segundos
Um impulso de 550% da corrente a plena carga é fornecido ao motor
durante o tempo programado
Stall Delay 0 a 10 segundos
Permite ao usuário programar o tempo de atraso na proteção contra
travamento. O tempo de atraso começa depois que o tempo de
partida foi interrompido.
Energy Saver Off, On
O recurso Energy Saver monitora a carga do motor, regulando a
tensão de saída para o motor quando o mesmo está levemente
carregado ou descarregado.

1-12
Capítulo 1
Características Gerais do
Produto

Partida com Duas Rampas (continuação)

Aux Contacts 1 & 2 Normal, Up-to-speed


Os contatos tipo C são fornecidos como padrão com o Controlador
SMC Dialog Plus. Esses contatos localizam-se nos terminais 18, 19
e 20. Os contatos auxiliares 1 e 2 permitem ao usuário configurar a
operação dos contatos.
Aux Contact 3 Normal, Fault
Um terceiro contato auxiliar é fornecido entre os terminais 29 e 30. O
contato auxiliar 3 permite ao usuário programar a operação do
contato.
Contact 3 Config N.O., N.C.
Esse parâmetro permite ao usuário programar o estado “na
energização” do terceiro contato auxiliar.
Parameter Mgmt Ready, Default Init., Recll Frm
Os valores dos parâmetros programados recentemente podem ser EE, Store In EE
gravados na memória ou os valores ajustados de fábrica podem ser
recuperados.

1-13
Capítulo 1
Características Gerais do
Produto

Ajustes Partida à Tensão Plena


(cont.)
O Controlador SMC Dialog Plus pode ser programado para fornecer uma partida à
tensão plena na qual a tensão de saída para o motor atinge a tensão plena em ¼ de
segundo.

Parâmetro Opção
Starting Mode Soft Start, Current Limit
Este parâmetro deve ser programado para Soft Start.
Ramp Time #1 0 a 30 segundos
Este parâmetro deve ser programado em 0 segundo
Initial Torque #1 0 a 90% do torque de rotor
Este parâmetro deve ser programado em 90% para partida à tensão travado
plena.
Kickstart Time 0,0 a 2,0 segundos
Um impulso de 550% da corrente a plena carga é fornecido ao motor
durante o tempo programado
Stall Delay 0 a 10 segundos
Permite ao usuário programar o tempo de atraso na proteção contra
travamento. O tempo de atraso começa depois que o tempo de
partida foi interrompido.
Energy Saver Off, On
O recurso Energy Saver monitora a carga do motor, regulando a
tensão de saída para o motor quando o mesmo está levemente
carregado ou descarregado.
Aux Contacts 1 & 2 Normal, Up-to-speed
Os contatos tipo C são fornecidos como padrão com o Controlador
SMC Dialog Plus. Esses contatos localizam-se nos terminais 18, 19
e 20. Os contatos auxiliares 1 e 2 permitem ao usuário configurar a
operação dos contatos.
Aux Contact 3 Normal, Fault
Um terceiro contato auxiliar é fornecido entre os terminais 29 e 30. O
contato auxiliar 3 permite ao usuário programar a operação do
contato.
Contact 3 Config N.O., N.C.
Esse parâmetro permite ao usuário programar o estado “na
energização” do terceiro contato auxiliar.
Parameter Mgmt Ready, Default Init., Recll Frm
Os valores dos parâmetros programados recentemente podem ser EE, Store In EE
gravados na memória ou os valores ajustados de fábrica podem ser
recuperados.

1-14
Capítulo 1
Características Gerais do
Produto

Diagramas de Fiação Típicos Figura 1.12


(sem opções) Diagrama de Fiação Típico para o SMC Standard

Alimentação de

Entrada Trifásica

Fusíveis SCR
de Ação Rápida SMC Dialog Plus
Proteção do (opcional)
Circuito de Derivação

Parada

Partida

Terminais de Controle
do SMCDialog Plus

Contatos
Auxiliares
Internos

Fornecido pelo usuário

1-15
Capítulo 1
Características Gerais do
Produto

Diagramas de Fiação Típicos Figura 1.13


(sem opções) (cont.) Diagrama de Fiação Típico para Aplicações de Duas Rampas

Alimentação de
Controle de
100-240Vca, 50/60Hz
Parada

Rampa 1 Rampa 2
Partida

Terminais de Controle
do SMC Dialog Plus

Contatos
Auxiliares
Internos

Fornecido pelo usuário Obs: O Recurso de Duas Rampas só está disponível


com o módulo de controle Standard.

1-16
Capítulo 1
Características Gerais do
Produto

Figura 1.14
Diagrama de Fiação Típico para Controle de Partida/Parada através da
SCANport

Alimentação de
Controle de
100-240Vca, 50/60Hz

Terminais de Controle
do SMC Dialog Plus

Contatos
Auxiliares
Internos

Fornecido pelo usuário

1-17
Capítulo 1
Características Gerais do
Produto

Diagramas de Fiação Típicos Figura 1.15


(sem opções) (cont.) Diagrama de Fiação Típico para Aplicações com Retrofit

Alimentação de

Entrada Trifásica

Proteção do Acionador Fusíveis SCR SMC Dialog Plus


Circuito de Derivação de Motor de Ação Rápida
(opcional)

Partida
Parada

Contatos Auxiliares
Ajustados em Normal

Terminais de Controle
do SMC Dialog Plus Contatos
Auxiliares
Internos

Fornecido pelo usuário

1-18
Capítulo 1
Características Gerais do
Produto

Opções de Controle O Controlador SMC Dialog Plus oferece uma variedade de opções de controle para
fornecer melhores capacidades de partida e parada. As opções relacionadas nesta
seção são, reciprocamente, exclusivas e devem ser especificadas no pedido.

• Parada Suave
• Controle de Bomba
• Baixa Velocidade Pré-selecionada
• Freio Inteligente de Motor SMB
• Parada Precisa/ Baixa Velocidade com Frenagem

Opção de Parada Suave

Essa opção pode ser utilizada em aplicações que requerem parada por inércia
prolongada. O tempo de ajuste da rampa de parada é definido pelo usuário de 0 a 60
segundos e é definido independentemente do tempo de partida. A carga pára quando
a tensão de saída é reduzida a um ponto onde o torque da carga é superior ao torque
desenvolvido pelo motor.

Figura 1.16
Opção Parada Suave

Porcentagem
de Tensão

Impulso de Partida
Parada por Inércia

Parada Suave

Torque
Inicial

Partida Operação Parada


Tempo (segundos) Suave

ATENÇÃO: A opção Parada Suave não deve ser utilizada como uma
parada de emergência. Consulte as normas aplicáveis para os
requisitos de parada de emergência.

1-19
Capítulo 1
Características Gerais do
Produto

Opções Opção Parada Suave


(cont.)

Figura 1.17
Diagrama de Fiação Típico para a Opção Parada Suave

Alimentação de
Controle de
100-240Vca, 50/60Hz

Parada

Parada Suave

Partida

Terminais de Controle
do SMC Dialog Plus

Contatos
Auxiliares
Internos

Fornecido pelo usuário

1-20
Capítulo 1
Características Gerais do
Produto

Programação - Partida Suave com a Opção Parada Suave

Parâmetro Opção
Opção do SMC -
“Soft Start” será exibido.
Starting Mode Soft Start, Current Limit
Permite ao usuário programar o SMC Dialog Plus para o tipo de
partida mais conveniente à aplicação.
Ramp time #1 0 a 30 segundos
Esse parâmetro programa o período no qual o controlador irá fazer a
rampa da tensão de saída.
Initial Torque # 1 0 a 90% do torque de rotor
O nível da tensão de saída reduzida inicial para a rampa de tensão é travado
estabelecida e ajustada através desse parâmetro.
Kickstart Time 0,0 a 2,0 segundos
Um impulso de 550% da corrente à plena carga é fornecido ao motor
durante o tempo programado
Stall Delay 0 a 10 segundos
Permite ao usuário programar o tempo de atraso na proteção contra
travamento. O tempo de atraso começa depois que o tempo de
partida foi interrompido.
Energy Saver Off, On
O recurso Energy Saver monitora a carga do motor, regulando a
tensão de saída para o motor quando o mesmo está levemente
carregado ou descarregado.
Aux Contacts 1 & 2 Normal, Up-to-speed
Os contatos tipo C são fornecidos como padrão com o Controlador
SMC Dialog Plus. Esses contatos localizam-se nos terminais 18, 19
e 20. Os contatos auxiliares 1 e 2 permitem ao usuário configurar a
operação dos contatos.
Aux Contact 3 Normal, Fault
Um terceiro contato auxiliar é fornecido entre os terminais 29 e 30. O
contato auxiliar 3 permite ao usuário programar a operação do
contato.
Contact 3 Config N.O., N.C.
Esse parâmetro permite ao usuário programar o estado “na
energização” do terceiro contato auxiliar.
Soft Stop Time 0 a 60 segundos
Permite ao usuário programar o tempo de Parada Suave (Rampa de
Tensão Decrescente) mais conveniente à aplicação.
Parameter Mgmt Ready, Default Init., Recll Frm
Os valores dos parâmetros programados recentemente podem ser EE, Store In EE
gravados na memória ou os valores ajustados de fábrica podem ser
recuperados.

1-21
Capítulo 1
Características Gerais do
Produto

Opções Opção Parada Suave


(cont.)

Figura 1.18
Seqüência de Operação da Opção Parada Suave

100%

Velocidade Parada por Inércia


do Motor

Partida Operação Parada Suave

Botões Tempo (segundos)

Partida
Fechado
Aberto

Parada
Fechado
Aberto
Parada Suave
Fechado
Aberto

Contatos
Auxiliares
Normal
Operação Parada Suave

Velocidade Operação Parada


Nominal por Inércia

ATENÇÃO: O usuário tem a responsabilidade final de determinar


qual modo de parada é mais adequado à aplicação e qual atende as
normas aplicáveis para a segurança do operador em uma determinada
máquina.

1-22
Capítulo 1
Características Gerais do
Produto

Opção Controle de Bomba

O Controle de Bomba interativo do SMC Dialog Plus é projetado para reduzir surtos
de fluido no sistema de bombeamento. Possui controle de aceleração e desaceleração
de malha fechada dos motores de uma bomba centrífuga, sem precisar de
dispositivos de realimentação.

Figura 1.19
Opção Controle de Bomba

Velocidade
do Motor

Partida Operação Parada da


da Bomba Tempo (segundos) Bomba

ATENÇÃO: A opção Parada da Bomba não deve ser utilizada como


uma parada de emergência. Consulte as normas aplicáveis para os
requisitos de parada de emergência.

1-23
Capítulo 1
Características Gerais do
Produto

Opções Figura 1.20


(cont.) Diagrama de Fiação Típico para a Opção Controle de Bomba

Alimentação de
Controle de
100-240Vca, 50/60Hz

Parada

Parada da Bomba

Partida

Terminais de Controle
do SMC Dialog Plus

Contatos
Auxiliares
Internos

Fornecido pelo usuário

1-24
Capítulo 1
Características Gerais do
Produto

Programação - Partida e Parada com Controle de Bomba

Parâmetro Opção
Opção do SMC -
“Pump Control” será exibido.
Starting Mode Soft Start, Current Limit, Pump
Permite ao usuário programar o SMC Dialog Plus para o tipo de Start
partida mais conveniente à aplicação.
Ramp time #1 0 a 30 segundos
Esse parâmetro programa o período no qual o controlador irá fazer a
rampa da tensão de saída.
Initial Torque # 1 0 a 90% do torque de rotor
O nível da tensão de saída reduzida inicial para a rampa de tensão é travado
estabelecida e ajustada através desse parâmetro.
Kickstart Time 0,0 a 2,0 segundos
Um impulso de 550% da corrente à plena carga é fornecido ao motor
durante o tempo programadoŒ
Stall Delay 0 a 10 segundos
Permite ao usuário programar o tempo de atraso na proteção contra
travamento. O tempo de atraso começa depois que o tempo de
partida foi interrompido.
Energy Saver Off, On
O recurso Energy Saver monitora a carga do motor, regulando a
tensão de saída para o motor quando o mesmo está levemente
carregado ou descarregado.
Aux Contacts 1 & 2 Normal, Up-to-speed
Os contatos tipo C são fornecidos como padrão com o Controlador
SMC Dialog Plus. Esses contatos localizam-se nos terminais 18, 19
e 20. Os contatos auxiliares 1 e 2 permitem ao usuário configurar a
operação dos contatos.
Aux Contact 3 Normal, Fault
Um terceiro contato auxiliar é fornecido entre os terminais 29 e 30. O
contato auxiliar 3 permite ao usuário programar a operação do
contato.
Contact 3 Config N.O., N.C.
Esse parâmetro permite ao usuário programar o estado “na
energização” do terceiro contato auxiliar.
Pump Stop Time 0 a 120 segundos
Permite ao usuário programar o tempo de Parada da Bomba mais
conveniente à aplicação.
Parameter Mgmt Ready, Default Init., Recll Frm
Os valores dos parâmetros programados recentemente podem ser EE, Store In EE
gravados na memória ou os valores ajustados de fábrica podem ser
recuperados.
Œ O Impulso de Partida (Kickstart) não fica disponível se “ Pump Start” for selecionado.

1-25
Capítulo 1
Características Gerais do
Produto

Opções Opção Controle de Bomba (cont.)


(cont.)

Figura 1.21
Seqüência de Operação da Opção Controle de Bomba

Parada por Inércia


100%

Velocidade
do Motor

Partida Operação Parada Suave

Botões Tempo (segundos)

Partida
Fechado
Aberto

Parada
Fechado
Aberto

Parada Suave
Fechado
Aberto

Contatos
Auxiliares
Normal Operação Parada Suave

Velocidade Operação Parada


Nominal por Inércia

ATENÇÃO: O usuário tem a responsabilidade final de determinar


qual modo de parada é mais adequado à aplicação e qual atende as
normas aplicáveis para a segurança do operador em uma determinada
máquina.

1-26
Capítulo 1
Características Gerais do
Produto

Opção Baixa Velocidade Pré-selecionada

Essa opção pode ser utilizada em aplicações que requerem uma baixa velocidade
para posicionamento de materiais. A Baixa Velocidade Pré-selecionada permite
ajustes de 7% da velocidade nominal (baixa) ou 15% da velocidade nominal (alta) na
direção para frente. A reversão pode também ser programada e oferece ajustes de
10% da velocidade nominal (baixa) e 20% da velocidade nominal (alta).

Figura 1.22
Opção Baixa Velocidade Pré-selecionada

Para frente
Alta

Baixa

Tempo (segundos) Partida Ope-


ração

Baixa

Alta
Reversão

ATENÇÃO: A operação de baixa velocidade não deve ser utilizada


em operação contínua devido ao resfriamento reduzido do motor.

1-27
Capítulo 1
Características Gerais do
Produto

Opções Figura 1.23


(cont.) Diagrama de Fiação Típico para a Opção Baixa Velocidade Pré-selecionada

Alimentação de
Controle de
100-240Vca, 50/60Hz

Parada

Baixa Velocidade

Partida

Terminais de Controle
do SMC Dialog Plus

Contatos
Auxiliares
Internos

Fornecido pelo usuário

1-28
Capítulo 1
Características Gerais do
Produto

Programação - Partida Suave com Opção Baixa Velocidade Pré-selecionada

Parâmetro Opção
Opção do SMC -
“Preset Slow Speed” será exibido.
Starting Mode Soft Start, Current Limit
Permite ao usuário programar o SMC Dialog Plus para o tipo de
partida mais conveniente à aplicação.
Ramp time #1 0 a 30 segundos
Esse parâmetro programa o período no qual o controlador irá fazer a
rampa da tensão de saída.
Initial Torque # 1 0 a 90% do torque de rotor
O nível da tensão de saída reduzida inicial para a rampa de tensão é travado
estabelecida e ajustada através desse parâmetro.
Kickstart Time 0,0 a 2,0 segundos
Um impulso de 550% da corrente à plena carga é fornecido ao motor
durante o tempo programado
Stall Delay 0 a 10 segundos
Permite ao usuário programar o tempo de atraso na proteção contra
travamento. O tempo de atraso começa depois que o tempo de
partida foi interrompido.
Energy Saver Off, On
O recurso Energy Saver monitora a carga do motor, regulando a
tensão de saída para o motor quando o mesmo está levemente
carregado ou descarregado.
Aux Contacts 1 & 2 Normal, Up-to-speed
Os contatos tipo C são fornecidos como padrão com o Controlador
SMC Dialog Plus. Esses contatos localizam-se nos terminais 18, 19
e 20. Os contatos auxiliares 1 e 2 permitem ao usuário configurar a
operação dos contatos.
Aux Contact 3 Normal, Fault
Um terceiro contato auxiliar é fornecido entre os terminais 29 e 30. O
contato auxiliar 3 permite ao usuário programar a operação do
contato.
Contact 3 Config N.O., N.C.
Esse parâmetro permite ao usuário programar o estado “na
energização” do terceiro contato auxiliar.
Slow Speed Sel High, Low
Permite ao usuário programar a Baixa Velocidade Pré-selecionada
mais conveniente à aplicação.
Slow Speed Dir Forward, Reverse
Permite ao usuário selecionar a direção da Baixa Velocidade Pré-
selecionada.

1-29
Capítulo 1
Características Gerais do
Produto
Opções Programação - Partida Suave com Opção Baixa Velocidade Pré-selecionada
(cont.) (cont.)

Slow Accel Cur. 0 a 450% da corrente à plena


Permite ao usuário programar a corrente de aceleração da Baixa carga
Velocidade Pré-selecionada.
Slow Running Cur. 0 a 450% da corrente à plena
Permite ao usuário programar a corrente de operação da Baixa carga
Velocidade Pré-selecionada.
Parameter Mgmt Ready, Default Init., Recll Frm
Os valores dos parâmetros programados recentemente podem ser EE, Store In EE
gravados na memória ou os valores ajustados de fábrica podem ser
recuperados.

1-30
Capítulo 1
Características Gerais do
Produto

Opções Opção Baixa Velocidade Pré-selecionada (cont.)


(cont.)

Figura 1.24
Seqüência de Operação da Opção Baixa Velocidade Pré-selecionada

7 ou 15%
Velocidade
do Motor

Partida Operação Parada Parada


Suave por Inércia
Tempo (segundos)
Botões

Partida
Fechado
Aberto

Parada
Fechado
Aberto
Parada Suave
Fechado
Aberto

Contatos
Auxiliares
Normal

Velocidade
Nominal

1-31
Capítulo 1
Características Gerais do
Produto

Opções 
Opção Freio Inteligente de Motor SMB
(cont.)

Essa opção pode ser utilizada em aplicações que requerem que o motor pare
rapidamente. É um sistema de frenagem com base em um microprocessador que
aplica corrente de frenagem em um motor de indução tipo gaiola. Essa opção permite
um ajuste da corrente de frenagem de 150% a 400% da corrente à plena carga do
motor.

Figura 1.25
Opção Freio Inteligente de Motor SMB

Freio Inteligente de Motor

Velocidade
do Motor Parada por Inércia

Partida Operação Frena-


gem
Tempo Desligamento automático
(segundos) em velocidade zero

ATENÇÃO: A frenagem pode causar aquecimento do motor e


vibração do equipamento, dependendo da corrente, freqüência e
duração de frenagem. Selecione o menor ajuste de corrente de frenagem
para frear satisfatoriamente.

ATENÇÃO: O Freio Inteligente de Motor SMB não deve ser utilizado


como uma parada de emergência. Consulte as normas aplicáveis para
os requisitos de parada de emergência.

1-32
Capítulo 1
Características Gerais do
Produto

Figura 1.26
Diagrama de Fiação Típico para a Opção Freio Inteligente de Motor SMB

Alimentação de
Controle de
100-240Vca, 50/60Hz

Parada

Freio
Partida

Terminais de Controle
do SMC Dialog Plus

Contatos
Auxiliares
Internos

Fornecido pelo usuário

1-33
Capítulo 1
Características Gerais do
Produto

Opções 
Programação - Partida Suave com Opção Freio Inteligente de Motor SMB
(cont.)

Parâmetro Opção
Opção do SMC -
“SMB Smart Motor” será exibido.
Starting Mode Soft Start, Current Limit
Permite ao usuário programar o SMC Dialog Plus para o tipo de
partida mais conveniente à aplicação.
Ramp time 0 a 30 segundos
Esse parâmetro programa o período no qual o controlador irá fazer a
rampa da tensão de saída.
Initial Torque 0 a 90% do torque de rotor
O nível da tensão de saída reduzida inicial para a rampa de tensão é travado
estabelecida e ajustada através desse parâmetro.
Kickstart Time 0,0 a 2,0 segundos
Um impulso de 550% da corrente à plena carga é fornecido ao motor
durante o tempo programado
Stall Delay 0 a 10 segundos
Permite ao usuário programar o tempo de atraso na proteção contra
travamento. O tempo de atraso começa depois que o tempo de
partida foi interrompido.
Energy Saver Off, On
O recurso Energy Saver monitora a carga do motor, regulando a
tensão de saída para o motor quando o mesmo está levemente
carregado ou descarregado.
Aux Contacts 1 & 2 Normal, Up-to-speed
Os contatos tipo C são fornecidos como padrão com o Controlador
SMC Dialog Plus. Esses contatos localizam-se nos terminais 18, 19
e 20. Os contatos auxiliares 1 e 2 permitem ao usuário configurar a
operação dos contatos.
Aux Contact 3 Normal, Fault
Um terceiro contato auxiliar é fornecido entre os terminais 29 e 30. O
contato auxiliar 3 permite ao usuário programar a operação do
contato.
Contact 3 Config N.O., N.C.
Esse parâmetro permite ao usuário programar o estado “na
energização” do terceiro contato auxiliar.
Braking Current 0 a 400% da corrente à plena
Permite ao usuário programar a porcentagem da corrente de carga
frenagem aplicada ao motor durante a seqüência de parada. Com a
opção Freio Inteligente de Motor SMB, essa é a corrente aplicada
para deixar o motor com velocidade zero.
Parameter Mgmt Ready, Default Init., Recll Frm
Os valores dos parâmetros programados recentemente podem ser EE, Store In EE
gravados na memória ou os valores ajustados de fábrica podem ser
recuperados.

1-34
Capítulo 1
Características Gerais do
Produto

 (cont.)
Opção Freio Inteligente de Motor SMB

Figura 1.27
Seqüência de Operação da Opção Controle de Bomba

100% Freio Inteligente


do Motor
Velocidade
do Motor
Parada por Inércia

Partida Operação Freio

Botões Desligamento
Tempo (segundos) Automático em
Partida Velocidade zero
Fechado
Aberto

Parada
Fechado
Aberto
Parada Suave
Fechado
Aberto

Contatos
Auxiliares
Normal
Operação Parada Suave

Velocidade Operação Parada por Inércia


Nominal

ATENÇÃO: O usuário tem a responsabilidade final de determinar


qual modo de parada é mais adequado à aplicação e qual atende as
normas aplicáveis para a segurança do operador em uma determinada
máquina.

1-35
Capítulo 1
Características Gerais do
Produto

Opções Parada Precisa/ Opção Baixa Velocidade com Frenagem


(cont.)

A Parada Precisa oferece frenagem rápida para uma baixa velocidade e, em seguida,
a frenagem até parar, facilitando o controle geral de posicionamento de custo efetivo.

Figura 1.28
Opção Parada Precisa

Frenagem
Velocidade
do Motor ou
Frenagem em
Baixa Velocidade
Baixa
Velocidade
Baixa Ope- Parada
Velocidade Partida ração Precisa
Tempo (segundos)

ATENÇÃO: A operação de baixa velocidade não deve ser utilizada


em operação contínua devido à redução do resfriamento do motor.

ATENÇÃO: A frenagem pode causar aquecimento do motor e


vibração do equipamento, dependendo da corrente, freqüência e
duração de frenagem. Selecione o menor ajuste de corrente de frenagem
para frear satisfatoriamente.

ATENÇÃO: A Parada Precisa não deve ser utilizada como uma


parada de emergência. Consulte as normas aplicáveis para os
requisitos de parada de emergência.

1-36
Capítulo 1
Características Gerais do
Produto

Opção Parada Precisa

Figura 1.29
Diagrama de Fiação Típico para a Opção Parada Precisa

Alimentação de
Controle de
100-240Vca, 50/60Hz

Parada

Parada Precisa
Partida

Terminais de Controle
do SMCDialog Plus

Contatos
Auxiliares
Internos

Fornecido pelo usuário

1-37
Capítulo 1
Características Gerais do
Produto

Opções Programação - Partida Suave com Opção Parada Precisa


(cont.)

Parâmetro Opção
Opção do SMC -
“Accu-Stop” será exibido.
Starting Mode Soft Start, Current Limit
Permite ao usuário programar o SMC Dialog Plus para o tipo de
partida mais conveniente à aplicação.
Ramp time 0 a 30 segundos
Esse parâmetro programa o período no qual o controlador irá fazer a
rampa da tensão de saída.
Initial Torque 0 a 90% do torque de rotor
O nível da tensão de saída reduzida inicial para a rampa de tensão é travado
estabelecida e ajustada através desse parâmetro.
Kickstart Time 0,0 a 2,0 segundos
Um impulso de 550% da corrente à plena carga é fornecido ao motor
durante o tempo programado
Stall Delay 0 a 10 segundos
Permite ao usuário programar o tempo de atraso na proteção contra
travamento. O tempo de atraso começa depois que o tempo de
partida foi interrompido.
Energy Saver Off, On
O recurso Energy Saver monitora a carga do motor, regulando a
tensão de saída para o motor quando o mesmo está levemente
carregado ou descarregado.
Aux Contacts 1 & 2 Normal, Up-to-speed
Os contatos tipo C são fornecidos como padrão com o Controlador
SMC Dialog Plus. Esses contatos localizam-se nos terminais 18, 19
e 20. Os contatos auxiliares 1 e 2 permitem ao usuário configurar a
operação dos contatos.
Aux Contact 3 Normal, Fault
Um terceiro contato auxiliar é fornecido entre os terminais 29 e 30. O
contato auxiliar 3 permite ao usuário programar a operação do
contato.
Contact 3 Config N.O., N.C.
Esse parâmetro permite ao usuário programar o estado “na
energização” do terceiro contato auxiliar.
Slow Speed Sel High, Low
Permite ao usuário programar a Baixa Velocidade Pré-selecionada
mais conveniente à aplicação.
Slow at Start Off, On
Permite ao usuário ativar ou desativar a corrente de aceleração da
Baixa Velocidade Pré-selecionada.
Slow Accel Cur. 0 a 450% da corrente à plena
Permite ao usuário programar a corrente de aceleração da Baixa carga
Velocidade Pré-selecionada.

1-38
Capítulo 1
Características Gerais do
Produto

Programação - Partida Suave com Opção Parada Precisa (cont.)

Slow Running Cur. 0 a 450% da corrente à plena


Permite ao usuário programar a corrente de operação da Baixa carga
Velocidade Pré-selecionada.
Brake to Stop No, Yes
Permite ao usuário programar o SMC Dialog Plus para frear desde a
velocidade plena até a velocidade zero.
Braking Current 0 a 450% da corrente à plena
Permite ao usuário programar a porcentagem da corrente de carga
frenagem aplicada ao motor durante a seqüência de parada. Com a
opção Freio Inteligente de Motor SMB, essa é a corrente aplicada
para deixar o motor com velocidade zero.
Stopping Current 0 a 400% da corrente à plena
Permite ao usuário programar a porcentagem da corrente de carga
frenagem aplicada ao motor desde a Baixa Velocidade Pré-
selecionada até a velocidade zero.
Parameter Mgmt Ready, Default Init., Recll Frm
Os valores dos parâmetros programados recentemente podem ser EE, Store In EE
gravados na memória ou os valores ajustados de fábrica podem ser
recuperados.

1-39
Capítulo 1
Características Gerais do
Produto

Opções Opção Parada Precisa (cont.)


(cont.)

Figura 1.30
Seqüência de Operação da Opção Parada Precisa

Frenagem
100%

Velocidade
do Motor Baixa Velocidade
com Frenagem/Inércia

Baixa Operação Parada Precisa


Velocidade Partida
Botões
Tempo (segundos)
Partida
Fechado
Aberto

Parada
Fechado
Aberto

Parada Suave
Fechado
Aberto

Contatos
Auxiliares
Normal

Operação Parada por Inércia


Velocidade
Nominal

Œ Quando o botão Parada Precisa estiver fechado, a função partida/parada será desabilitada.
• Seleção da Partida em Baixa Velocidade em “ On”.

ATENÇÃO: O usuário tem a responsabilidade final de determinar


qual modo de parada é mais adequado à aplicação e qual atende as
normas aplicáveis para a segurança do operador em uma determinada
máquina.

1-40
Capítulo 1
Características Gerais do
Produto

Opções Parada Precisa/ Opção Baixa Velocidade com Frenagem


(cont.)

A Baixa Velocidade com Frenagem combina os benefícios das opções Freio


Inteligente de Motor SMB e Baixa Velocidade Pré-selecionada para aplicações que
requerem ajustes de baixas velocidades e parada por frenagem.

Figura 1.31
Baixa Velocidade com Frenagem

Parada por Inércia


Velocidade
do Motor 7% ou 15%

Frenagem

Baixa Operação Parada


Velocidade Partida

ATENÇÃO: A operação de baixa velocidade não deve ser utilizada


em operação contínua devido à redução do resfriamento do motor.

ATENÇÃO: A frenagem pode causar aquecimento do motor e


vibração do equipamento, dependendo da corrente, freqüência e
duração de frenagem. Selecione o menor ajuste de corrente de frenagem
para frear satisfatoriamente.

ATENÇÃO: A Baixa Velocidade com Frenagem não deve ser


utilizada como uma parada de emergência. Consulte as normas
aplicáveis para os requisitos de parada de emergência.

1-41
Capítulo 1
Características Gerais do
Produto

Opções Baixa Velocidade com Capacidade de Frenagem


(cont.)

Figura 1.32
Diagrama de Fiação Típico para a Opção Baixa Velocidade com Capacidade de
Frenagem

Alimentação de
Controle de
100-240Vca, 50/60Hz

Freio

Baixa Velocidade

Partida

Terminais de Controle
do SMC Dialog Plus

Contatos
Auxiliares
Internos

Fornecido pelo usuário

1-42
Capítulo 1
Características Gerais do
Produto

Programação - Partida Suave com Baixa Velocidade com Capacidade de


Frenagem

Parâmetro Opção
Opção do SMC -
“Accu-Stop” será exibido.
Starting Mode Soft Start, Current Limit
Permite ao usuário programar o SMC Dialog Plus para o tipo de
partida mais conveniente à aplicação.
Ramp time 0 a 30 segundos
Esse parâmetro programa o período no qual o controlador irá fazer a
rampa da tensão de saída.
Initial Torque 0 a 90% do torque de rotor
O nível da tensão de saída reduzida inicial para a rampa de tensão é travado
estabelecida e ajustada através desse parâmetro.
Kickstart Time 0,0 a 2,0 segundos
Um impulso de 550% da corrente à plena carga é fornecido ao motor
durante o tempo programado
Stall Delay 0 a 10 segundos
Permite ao usuário programar o tempo de atraso na proteção contra
travamento. O tempo de atraso começa depois que o tempo de
partida foi interrompido.
Energy Saver Off, On
O recurso Energy Saver monitora a carga do motor, regulando a
tensão de saída para o motor quando o mesmo está levemente
carregado ou descarregado.
Aux Contacts 1 & 2 Normal, Up-to-speed
Os contatos tipo C são fornecidos como padrão com o Controlador
SMC Dialog Plus. Esses contatos localizam-se nos terminais 18, 19
e 20. Os contatos auxiliares 1 e 2 permitem ao usuário configurar a
operação dos contatos.
Aux Contact 3 Normal, Fault
Um terceiro contato auxiliar é fornecido entre os terminais 29 e 30. O
contato auxiliar 3 permite ao usuário programar a operação do
contato.
Contact 3 Config N.O., N.C.
Esse parâmetro permite ao usuário programar o estado “na
energização” do terceiro contato auxiliar.
Slow Speed Sel High, Low
Permite ao usuário programar a Baixa Velocidade Pré-selecionada
mais conveniente à aplicação.
Slow at Start Off, On
Permite ao usuário ativar ou desativar a corrente de aceleração da
Baixa Velocidade Pré-selecionada.
Slow Accel Cur. 0 a 450% da corrente à plena
Permite ao usuário programar a corrente de aceleração da Baixa carga
Velocidade Pré-selecionada.

1-43
Capítulo 1
Características Gerais do
Produto
Opções Programação - Partida Suave com Baixa Velocidade com Frenagem
(cont.)

Slow Running Cur. 0 a 450% da corrente à plena


Permite ao usuário programar a corrente de operação da Baixa carga
Velocidade Pré-selecionada.
Brake to Stop No, Yes
Permite ao usuário programar o SMC Dialog Plus para frear desde a
velocidade plena até a velocidade zero.
Braking Current 0 a 450% da corrente à plena
Permite ao usuário programar a porcentagem da corrente de carga
frenagem aplicada ao motor durante a seqüência de parada. Com a
opção Freio Inteligente de Motor SMB, essa é a corrente aplicada
para deixar o motor com velocidade zero.
Stopping Current 0 a 400% da corrente à plena
Permite ao usuário programar a porcentagem da corrente de carga
frenagem aplicada ao motor desde a Baixa Velocidade Pré-
selecionada até a velocidade zero.
Parameter Mgmt Ready, Default Init., Recll Frm
Os valores dos parâmetros programados recentemente podem ser EE, Store In EE
gravados na memória ou os valores ajustados de fábrica podem ser
recuperados.

1-44
Capítulo 1
Características Gerais do
Produto

Baixa Velocidade com Capacidade de Frenagem

Figura 1.33
Seqüência de Operação da Baixa Velocidade com Capacidade de Frenagem

Frenagem
100%

Velocidade
do Motor

Baixa Partida Operação Freio


Velocidade
Tempo (segundos)

Botões

Partida
Fechado
Aberto

Freio
Fechado
Aberto

Baixa Velocidade
Fechado
Aberto

Contatos
Auxiliares
Normal

Velocidade Nominal

ATENÇÃO: O usuário tem a responsabilidade final de determinar


qual modo de parada é mais adequado à aplicação e qual atende as
normas aplicáveis para a segurança do operador em uma determinada
máquina.

1-45
Capítulo
2
Perfis de Aplicação

Nesse capítulo serão descritas algumas das várias aplicações possíveis para o SMC
Dialog Plus. A base para selecionar um método de controle particular também é
detalhado. As ilustrações ajudam a identificar a aplicação. As faixas do motor são
especificadas, mas podem variar em outras aplicações típicas.

Por exemplo, um cilindro para tamboreamento é descrito como se precisasse do


recurso Partida Suave. Essa aplicação é examinada para determinar como as opções
do SMC Dialog Plus podem ser usadas para aprimorar o desempenho e a
produtividade do cilindro para tamboreamento.

2-1
Capítulo 2
Perfis de Aplicação

Compressor com Partida Suave

Filtro
de Ar

Problema: Um fabricante de compressor forneceu seus equipamentos para o mercado global.


Existiam vários requisitos de tensão e freqüência para atender por causa do destino
final dos compressores. Devido aos requisitos da companhia de energia e ao stress
mecânico no compressor, era necessário um acionador de tensão reduzida. Isso
dificultou os pedidos e o estoque das peças de reposição. A economia de energia era
desejada porque esse é tipicamente um dos maiores motores na planta e freqüentemente
opera com carga leve. Além disso, por causa do tamanho do motor, o desbalanceamento
da tensão na linha de entrada estava causando aquecimento excessivo no motor.

Solução: O SMC Dialog Plus foi instalado e configurado para uma Partida Suave de 18
segundos, que reduziu a tensão para o motor durante a partida e atendeu os requisitos
da companhia de energia. Ao reduzir a tensão, o torque de partida também foi reduzido,
minimizando o choque para o compressor. Houve economia de espaço no painel pois o
SMC Dialog Plus possui um recurso de proteção de sobrecarga embutido. O recurso de
Rebalanceamento de Fase ajustou automaticamente a saída de tensão a fim de
balancear as correntes trifásicas requeridas pelo motor. Além disso, o recurso
Economizador de Energia otimizou a tensão para o motor enquanto estava operando
sem carga.

2-2
Capítulo 2
Perfis de Aplicação

Cilindro para Tamboreamento com Duas Rampas de Partida

Porta de Carregamento

Correia Motriz
Cilindro para Tamboreamento

Problema: Um cilindro para tamboreamento utilizado em um processo de acabamento de


pregos estava quebrando a correia motriz devido à aceleração incontrolada da
partida direta. Além disso, um acionador de reversão era necessário para posicionar
o tambor no topo para o carregamento do produto. Devido à necessidade de
aceleração controlada, vários jogs foram utilizados para posicionar o tambor. Nessa
aplicação, o tempo de parada não era problema. Quando em manutenção, o cilindro
partia sem carga, atingindo a velocidade plena muito rapidamente. Era necessária
uma segunda rampa de partida para condições sem carga. Além disso, a operação do
motor com apenas duas fases era um problema freqüente, causando falha no motor.

Solução: O SMC Dialog Plus foi instalado depois do contator de reversão para controlar o
torque de partida do motor. Isso diminuiu o escorregamento da correia motriz no
start-up, o que por sua vez aumentou a vida da corrente e reduziu o tempo
inoperante do cilindro para tamboreamento. Além disso, o SMC Dialog Plus
facilitou o posicionamento do tambor para carregar e descarregar. (O SMC Dialog
Plus diminuiu a taxa de aceleração para evitar excessos.) Quando em manutenção, o
recurso de Duas Rampas de Partida foi utilizado para fornecer uma partida suave,
especificamente para condições sem carga. Isso melhorou a produtividade do
processo de carregamento e descarregamento. O SMC Dialog Plus detectou
rapidamente uma falha de fase durante os modos de partida ou operação. O
controlador iria parar com uma “falha de linha” e evitaria a reinicialização do motor
até que a linha fosse corrigida. Isso forneceu proteção adicional ao motor e ao
sistema.

2-3
Capítulo 2
Perfis de Aplicação

Cilindro para Tamboreamento com Partida Suave e Freio Inteligente de Motor


SMB

Porta de Carregamento

Correia Motriz
Cilindro para Tamboreamento

Problema: Um cilindro para tamboreamento utilizado no processo de rebarbação estava


quebrando a correia motriz devido à aceleração incontrolada da partida direta. Para
aumentar a produção no tambor, o tempo de parada por inércia tinha que ser
reduzido. Soluções anteriores incluiam um pacote de partida suave mais um freio de
motor, que necessitava de mais espaço no painel e fiação de alimentação. Eram
necessários um pequeno painel e uma fiação de alimentação simplificada a fim de
reduzir o custo dos controles. Devido ao fato de que um CLP estava controlando
vários processos da fábrica, a capacidade de comunicação fazia-se necessária.

Solução: Foi instalado um SMC Dialog Plus com a opção Freio Inteligente de Motor SMB. A
Partida Suave forneceu uma aceleração suave da correia motriz, que reduziu o tempo
de máquina parada. A aceleração controlada facilitou o posicionamento para
carregamento/descarregamento. A opção Freio Inteligente de Motor SMB permitiu
que o sistema parasse rapidamente, melhorando a produtividade. Além disso, essa
opção não requer espaço ou fiação adicionais. A proteção de sobrecarga embutida do
SMC eliminou a necessidade de se montar um relé de sobrecarga externo,
economizando espaço no painel. O recurso de comunicação do SMC permitiu partida
e parada remotas do processo a partir de um CLP.

2-4
Capítulo 2
Perfis de Aplicação

Cilindro para Tamboreamento com Opção Parada Precisa

Porta de Carregamento

Correia Motriz

Cilindro para Tamboreamento

Problema: Um cilindro para tamboreamento utilizado em uma fábrica de


processamento de couro cru precisava de uma aceleração controlada para
evitar que a correia motriz se quebrasse. Além disso, era necessário
minimizar o tempo de carregamento e descarregamento. O tambor ficaria
por inércia por um longo tempo antes de parar para o descarregamento.
Antes disso, foi aplicada uma partida suave com freio eletrônico. Esse
método ainda precisava de jog excessivo para carregar e descarregar, o
que resultava em longos tempos de produção. Eram necessários também
espaço no painel e fiação adicionais para a frenagem. Conseqüentemente,
isso acarretaria em maiores custos de instalação.

Solução: Foi instalado um SMC Dialog Plus com a opção Parada Precisa. Isso
permitiu que o tambor fosse posicionado para o carregamento, utilizando a
Baixa Velocidade Pré-selecionada. Para o descarregamento, o tambor foi
girado à Baixa Velocidade Pré-selecionada e depois parado precisamente.
Isso aumentou a produtividade do ciclo de carregamento/descarregamento.
O SMC não precisava de espaço no painel ou fiação de alimentação
adicionais, facilitando o retrofit e reduzindo os custos de instalação.

2-5
Capítulo 2
Perfis de Aplicação

Bomba com Partida Suave

Nível de
Aterramento

Válvula de
Retenção

Bomba

Problema: Uma companhia municipal de água estava enfrentando problemas com as pás
da bomba que estavam sendo danificadas. O dano ocorreu durante uma partida
direta e foi causado pelo choque pesado nas pás. O motor da estação de
bombeamento estava a mais de 30 metros abaixo da terra, encarecendo o
reparo. Para fins de manutenção programada, um medidor de tempo de
operação do motor deveria ser instalado no painel. Problemas adicionais foram
consumo de energia e freqüentes falhas de linha, que resultou em operação do
motor com apenas duas fases.

Solução: Foi instalado o SMC Dialog Plus, fornecendo aceleração controlada do motor.
Ao diminuir o torque durante o start-up, o choque à pá foi reduzido. O recurso
Economizador de Energia do SMC era automaticamente ativado toda vez que a
bomba estava levemente carregada por longos períodos. O espaço do painel foi
economizado com a utilização do medidor de tempo. Os diagnósticos de linha
detectaram a condição monofásica de pré-partida e operação e pararam o
motor, protegendo, assim, contra danos.

2-6
Capítulo 2
Perfis de Aplicação

Bomba com a Opção Controle de Bomba

Válvula de Retenção

Entrada Saída

Carcaça de Bomba

Problema: Uma bomba municipal estava utilizando um controlador de partida suave com
parada suave para controlar o motor da bomba. A parada suave estava
controlando o motor em uma malha aberta através da redução de tensão para
o motor. Devido ao fato de não haver torque suficiente para conduzir a carga,
o ponto de travamento do motor era rapidamente atingido. Durante o modo de
parada, vários surtos estavam causando vibração do cano e ruptura.

Solução: Foi instalado o SMC Dialog Plus com a opção Controle de Bomba. Essa
opção removeu os surtos, controlando a velocidade do motor durante a
partida e a parada. O micro-processador dentro do SMC analisou as variáveis
do motor e gerou comandos de controle para reduzir os surtos no sistema.

2-7
Capítulo 2
Perfis de Aplicação

Serra de Fita com Partida Suave

Lâmina de Serra

Madeira

Carro

Rodas de Alta Inércia

Problema: Devido à localização remota da fábrica e das limitações de distribuição de


energia, um acionador de tensão reduzida era necessária em uma aplicação de
serra de fita. A saída era desligada apenas durante mudança de cargas. Quando a
lâmina de serra ficou cega, a corrente requerida pelo motor aumentou. Por esse
motivo, era necessária a instalação de um amperímetro. Medir a aplicação para
condições de travamento era uma necessidade. Além disso, a operação do motor
com apenas duas fases era um problema por causa das limitações de distribuição.

Solução: O SMC Dialog Plus foi instalado para fornecer uma partida com tensão
reduzida. Isso minimizou o choque do torque de partida para o sistema. O
recurso de Economia de Energia era ativado toda vez que a serra de fita estava
operando com carga leve. Os recursos de monitoração de corrente e detecção de
travamento do SMC foram implementados, economizando espaço no painel e os
gastos com dispositivos dedicados de monitoração. Foi utilizada a proteção
programável contra sobrecarga, incorporada ao SMC. A capacidade de
diagnóstico do SMC Dialog Plus detectaria a operação com apenas duas fases e
desligaria o motor.

2-8
Capítulo 2
Perfis de Aplicação

Serra de Fita com as Opções Partida Suave e Freio Inteligente de Motor SMB

Lâmina de Serra

Madeira

Carro

Rodas de Alta Inércia

Problema: Uma aplicação com serra de fita precisava de uma partida com tensão
reduzida por causa das restrições da companhia. Era necessário um kit de
frenagem para reduzir o tempo de parada da serra. Anteriormente, um
auto-transformador era utilizado para ligar a serra. A serra era parada por
uma desaceleração. A desaceleração da serra é conseguida através da
alimentação de troncos na serra depois que o motor era desenergizado, o que
resulta em uma grande quantidade de madeira cortada. Outros métodos de
parada com dispositivos de frenagem foram estudados, mas eram inaceitáveis
devido à complexidade da instalação. Além disso, outros métodos requeriam
espaço no painel para o módulo de freio, contatores de freio e temporizadores,
e não ofereciam detecção de velocidade zero.

Solução: Foi instalado o SMC Dialog Plus com a opção Freio Inteligente de Motor
SMB. Isso forneceu a partida com tensão reduzida necessária para atender às
restrições da companhia de energia. A opção Freio Inteligente de Motor SMB
não requer espaço adicional no painel nem contatores de frenagem CC. O
controle de partida e parada foi fornecido em um projeto modular único,
facilitando a instalação.

2-9
Capítulo 2
Perfis de Aplicação

Serra de Fita com as Opções Partida Suave e Baixa Velocidade com Frenagem

Lâmina de Serra

Madeira

Carro

Rodas de Alta Inércia

Problema: Uma aplicação com serra de fita precisava de uma parada por rampa para
mudar a direção da lâmina de serra. Era necessário um kit de frenagem para
reduzir o tempo de parada. Outros métodos de parada com dispositivos de
frenagem foram estudados, mas eram inaceitáveis devido à complexidade da
instalação. Esses métodos requeriam espaço adicional no painel para o
módulo de freio, contatores de freio e temporizadores. Por causa dos
problemas de alinhamento, era perigoso deixar a serra com velocidade plena
depois de instalar uma nova lâmina.

Solução: Foi instalado o SMC Dialog Plus com a opção Baixa Velocidade com
Frenagem. Isso forneceu uma Baixa Velocidade Pré-selecionada, permitindo
que o rastreamento da lâmina de serra fosse inspecionado antes de o motor
atingir a velocidade plena. A opção de frenagem do SMC Dialog Plus não
requer espaço adicional no painel nem contatores de frenagem CC. O controle
de partida e parada foi fornecido em um projeto modular único, facilitando a
instalação.

2-10
Capítulo 2
Perfis de Aplicação

Trole com Duas Rampas de Partida

Corrente de Rebocar

Problema: Um trole carregando tijolos de cerâmica entrou em um forno para


aquecimento. Quando aquecido, o trole saía do forno e entrava na área de
produção. Qualquer movimento brusco faria com que os tijolos caissem,
resultando em produtos danificados. Uma partida direta, uma caixa de
engrenagens e um acoplamento fluido eram utilizados para desempenhar esse
trabalho, com algumas perdas de produção.

Solução: O SMC Dialog Plus foi instalado para utilizar o controle de aceleração, que
resultou em uma melhoria de produtividade e em uma redução de produtos
danificados. O tempo de manutenção do acoplamento fluido também foi
reduzido. Além disso, o recurso Duas Rampas de Partida permitiu que duas
rampas separadas de aceleração fossem programadas: uma rampa para
partida com carga pesada e uma para partida com carga leve.

2-11
Capítulo 2
Perfis de Aplicação

Trole com as Opções Partida Suave e Baixa Velocidade Pré-selecionada

Corrente de Rebocar

Problema: Uma aplicação com trole precisava de uma baixa velocidade, assim como uma
partida suave, para eliminar a inclinação do produto durante a aceleração a partir
do repouso. Considerou-se o uso de um inversor de freqüência variável. No
entanto, não era necessária a velocidade variável durante o ciclo de operação. Era
necessária uma solução de custo efetivo.

Solução: Foi instalado um SMC Dialog Plus com a opção Baixa Velocidade Pré-
selecionada, que foi selecionada em 15% da velocidade nominal. Depois de operar
à 15% da velocidade plena por alguns segundos, foi selecionada uma partida em
rampa de 25 segundos para acelerar o motor à velocidade plena. O SMC com a
opção Baixa Velocidade Pré-selecionada ajudou a proteger contra inclinação do
produto durante a partida. Além disso, o controle de aceleração desejado foi
fornecido a um custo razoável.

2-12
Capítulo 2
Perfis de Aplicação

Exaustor com Partida Suave

Entrada Exaustor

Correias

Problema: As correias de um exaustor estavam se quebrando com muita freqüência,


causando problemas de manutenção. Além do alto custo das correias, o
protetor de correia do ventilador era difícil de se remover. O alto torque de
partida do motor era o maior contribuinte para o desgaste das correias. Além
disso, eram necessárias partida e parada remotas do ventilador a partir de um
CLP. O espaço no painel era limitado, sendo necessário um dispositivo
compacto.

Solução: O SMC Dialog Plus foi instalado como um retrofit do acionador existente. O
tempo de rampa foi ajustado para 28 segundos, facilitando uma aceleração
suave enquanto reduzia o torque de partida do motor e minimizava o choque
mecânico para as correias. O SMC possui capacidade de comunicação
incorporada, permitindo o controle remoto através de um CLP. Possui
também proteção contra sobrecarga, que economiza espaço no painel.

2-13
Capítulo 2
Perfis de Aplicação

Paletizador com Duas Rampas de Partida

Problema: Um paletizador movia caixas de cereais através de um processo de empacotamento


para uma máquina empacotadora. A partida direta causava derramamento
indesejado dos produtos, assim como a interrupção da produção devido ao torque
incontrolado do motor no start-up. Uma vez que vários tipos de cereais, em tipos
de caixas diferentes, eram produzidos na mesma linha, a habilidade de combinar a
rampa de aceleração ao cereal era necessária. A fábrica estava padronizada com
os Centros de Controle de Motor (CCM) Allen-Bradley. Por esse motivo, era
necessária a instalação de uma partida suave em uma gaveta de CCM.

Solução: O SMC Dialog Plus foi instalado, fornecendo uma aceleração controlada,
reduzindo o choque para a carga e eliminando o derramamento dos produtos. O
recurso Duas Rampas de Partida permitiu que o controlador fosse programado
com duas rampas de aceleração separadas, combinando a aceleração do motor
com o cereal produzido. O SMC foi instalado em uma gaveta de CCM, sendo um
atrativo para o cliente e eliminando a necessidade de um painel isolado.

2-14
Capítulo 2
Perfis de Aplicação

Paletizador com as Opções Partida Suave e Baixa Velocidade Pré-selecionada

Aplicador de Fitas

Pilha de Papel

Problema: Pilhas de papel em uma esteira eram movidas até um aplicador de fitas e,
em seguida, eram movidas até um cavalete. Quando os papéis estavam
soltos, era necessária uma aceleração controlada de baixa velocidade no
aplicador de fitas. Depois que os papéis eram amarrados, era necessária
uma partida suave para evitar que os fardos caissem do paletizador. O custo
de um inversor de freqüência variável para controlar a velocidade do motor
não era praticável.

Solução: Foi instalado o SMC Dialog Plus com a opção Baixa Velocidade com
Frenagem, eliminando a necessidade de realizar o jog da esteira para alinhar
a carga com o aplicador de fitas. Os papéis soltos eram movidos para o
aplicador de fitas à 15% da velocidade plena. Uma Partida Suave foi usada
para acelerar o motor à velocidade plena e carregar sobre o cavalete as
pilhas amarradas sobre o cavalete. O SMC Dialog Plus foi um método de
baixo custo para alcançar os resultados requeridos pela aplicação.

2-15
Capítulo 2
Perfis de Aplicação

Britadeira de Rocha com Partida Suave

Partida: Sem Carga

Caixa de Engrenagem

Saída

Problema: Devido à localização remota de uma pedreira, a companhia de energia


precisava de uma partida com tensão reduzida em todos os motores acima
de 150 HP. A corrente de partida nesses motores grandes estendeu a
capacidade do sistema de energia, causando quedas bruscas de tensão.
Quando a britadeira de rocha ficou sobrecarregada, a corrente requerida
pelo motor aumentou. Por esse motivo, eram necessárias capacidades de
monitoração de corrente com a partida suave. Devido ao fato de que a
esteira que alimenta a britadeira era controlada por um CLP, a comunicação
entre a partida suave e um CLP era necessária. A britadeira operava sem
carga às vezes e ocasionalmente ocorria um travamento ou obstrução.

Solução: Foi instalado o SMC Dialog Plus, atendendo os requisitos da companhia de


energia. As capacidades de monitoração do SMC permitiu que a corrente
requerida pelo motor fosse monitorada. Com a capacidade de comunicação
incorporada, a corrente do motor poderia ser monitorada pelo CLP. Quando
a corrente do motor atingiu um limite específico, a esteira que alimenta a
britadeira poderia ter a velocidade reduzida. Ao reduzir a velocidade da
esteira, uma condição de obstrução na britadeira era evitada. O recurso
Economia de Energia reduziu a tensão para o motor quando o sistema
operava levemente carregado. As capacidades de detecção de obstrução e
travamento do SMC desligaria o motor quando ocorresse uma dessas
condições.

2-16
Capítulo 2
Perfis de Aplicação

Retalhador com Partida Suave

Sucata

Entrada

Dentes do Retalhador

Saída Caixa de Engrenagem

Problema: Devido às restrições da companhia de energia, um retalhador de metais


precisava de uma partida com tensão reduzida. Ocasionalmente ocorria uma
obstrução durante o processo de retalhamento. Além disso, o equipamento
operava sem carga por longos períodos. Um acionador do tipo auto-
transformador tinha sido usado.

Solução: Foi instalado o SMC Dialog Plus, facilitando a partida com tensão reduzida.
O SMC também forneceu detecção de obstrução, o que ajudou a proteger
contra o aquecimento excessivo do motor, quando uma condição de
obstrução era encontrada. O recurso Economia de Energia reduziu a tensão
para o motor quando o sistema operava levemente carregado. O recurso
incorporado de sobrecarga economiza espaço no painel.

2-17
Capítulo 2
Perfis de Aplicação

Moinho de Martelos com Partida com Limitação de Corrente

Correias
Martelo

Alimentação

Problema: Um moinho de martelos com carga de alta inércia precisava de uma partida
com tensão reduzida para atender os requisitos da companhia de energia. O
alto torque no start-up estava causando desgaste nas correias. O espaço no
painel era limitado. As partidas com tensão reduzida tradicionais não
caberiam no espaço disponível.

Solução: O SMC Dialog Plus foi instalado e ajustado para uma partida com
limitação de corrente de 425% e 23 segundos, que atendia os requisitos da
companhia de energia para a partida com tensão reduzida. A vida útil das
correais foi aumentada, uma vez que o torque de partida foi reduzido. Foi
selecionada uma partida com limitação de corrente para rapidamente
desfazer a carga de alta inércia e ainda fornecer uma partida com tensão
reduzida. O recurso Economia de Energia foi utilizado quando o moinho
operava levemente carregado. O tamanho compacto do SMC, juntamente
com o recurso de proteção de sobrecarga, permitiu que o controlador fosse
instalado no espaço disponível do painel.

2-18
Capítulo 2
Perfis de Aplicação

Moinho de Martelos com Partida com Limitação de Corrente e Freio Inteligente


de Motor SMB

Correias
Martelo

Alimentação

Problema: Um moinho de martelos precisava de uma partida com tensão reduzida


para atender os requisitos da companhia de energia. Era necessário um
tempo de parada menor que os 5 minutos atuais de parada por inércia.
Para economizar espaço no painel, o cliente queria incorporar o controle
de partida e parada no mesmo dispositivo.

Solução: Foi instalado o SMC Dialog Plus com a opção Freio Inteligente de
Motor SMB. Foi programada uma aceleração com limitação de corrente
de 425% e 23 segundos, que atendia os requisitos da companhia de
energia e reduzia o stress mecânico nas correias durante o start-up. A
função de frenagem foi instalada sem fiação de alimentação, espaço no
painel ou contatores adicionais. A velocidade zero foi detectada sem
sensores ou temporizadores adicionais. A partida com limitação de
corrente, a frenagem e a proteção contra sobrecarga foram incorporadas
no mesmo pacote modular.

2-19
Capítulo 2
Perfis de Aplicação

Centrífuga com Partida com Limitação de Corrente

Centrífuga

Caixa de Engrenagens

Problema: Por causa do alto torque de partida, a caixa de engrenagens para uma
centrífuga estava sendo danificada. Era necessário o uso de uma partida com
tensão reduzida, pois o motor estava perto da extremidade da linha de
distribuição. Além disso, a alimentação de entrada estava desbalanceada. Era
necessário um controlador com um disjuntor no mesmo painel. Quando a
porta do painel era aberta, as placas do circuito do controlador não podiam
ser expostas.

Solução: Foi instalado o SMC Dialog Plus. Foi programado para uma partida com
limitação de corrente de 300% e 27 segundos, o que limitou o torque de
partida do motor e o choque para a caixa de engrenagens no start-up. O
recurso Economia de Energia reduziu a tensão para o motor quando este
operava levemente carregado. O SMC foi comprado como um controlador
combinado com um disjuntor. O SMC não possui placas de ciruito expostas,
atendendo os requisitos de empacotamento.

2-20
Capítulo 2
Perfis de Aplicação

Centrífuga com Partida com Limitação de Corrente e Freio Inteligente de


Motor SMB

Centrífuga

Caixa de
Engrenagens

Problema: Uma centrífuga precisava de uma partida com tensão reduzida para atender os
requisitos da companhia de energia. O alto torque durante a partida estava
causando danos na caixa de engrenagens. Era necessário um tempo de parada
menor que os 15 minutos atuais de parada por inércia. O longo tempo de parada
causava atrasos no processo de produção. Um acionador Estrela-triângulo com
freio mecânico estava sendo utilizado. Uma chave de velocidade zero era utilizada
para soltar o freio. O freio mecânico necessitava de manutenção e substituição
freqüentes, o que era caro e tomava muito tempo. Tanto o freio mecânico quanto a
chave de velocidade zero ficaram gastas e necessitaram de substituição.

Solução: Foi instalado o SMC Dialog Plus com a opção Freio Inteligente de Motor SMB.
Foi programado para uma partida com limitação de corrente de 340% e 28
segundos, atendendo os requisitos da companhia de energia e reduzindo o stress do
torque de partida para a caixa de engrenagens. A opção Freio Inteligente de Motor
SMB permitia que a centrífuga parasse em aproximadamente 1 minuto. O SMC
com a opção Freio Inteligente de Motor não precisava de espaço ou fiação no
painel adicionais. O controlador foi instalado em um painel consideravelmente
menor que o controlador anterior. Além disso, o SMC não necessitava de
manutenção freqüente e podia detectar a velocidade zero sem um dispostivo de
feedback.

2-21
Capítulo 2
Perfis de Aplicação

Misturador com Duas Rampas de Partida

Problema: Um misturador utilizava uma partida direta para controlar a partida do motor.
O choque da partida à tensão plena freqüentemente quebrava o eixo, fazendo
com que o lote estragasse quando o material se solidificava. Além disso,
quando o pino de travamento quebrava, o tonel precisava ser limpo.
Ocasionalmente, o material começaria a solidificar-se antes que o misturador
fosse acionado. Seria necessário, então, um torque pleno de partida. Havia
necessidade também de uma conexão a um CLP para o controle de várias
aplicações na fábrica.

Solução: O SMC Dialog Plus foi instalado e ajustado para uma partida suave de 13
segundos, o que amenizou o choque para o eixo no start-up e evitou que o
mesmo se quebrasse. O recurso Economia de Energia reduziu a tensão para o
motor quando esse estiver operando levemente carregado. O recurso Duas
Rampas de Partida permitiu duas rampas de partida: a primeira para condições
normais de partida e a segunda com um torque de partida maior para quando o
produto começar a solidificar-se. Além disso, esse recurso economizou o tempo
de produção, uma vez que o tonel não precisava mais ser descarregado quando
o produto começasse a solidificar-se. A capacidade de comunicação do SMC
permitiu a conexão a um CLP.

2-22
Capítulo 2
Perfis de Aplicação

Misturador com Baixa Velocidade Pré-selecionada

Fita

Caixa de
Engrenagens

Problema: Um processo de mistura requeria uma partida suave para evitar danos ao misturador,
assim como para atender os requisitos locais de energia para a partida com tensão
reduzida. Era necessário operar a máquina em baixa velocidade durante o start-up
para assegurar que a mesma não ficasse travada. O misturador então operaria à
velocidade plena.

Solução: Foi instalado o SMC Dialog Plus com a opção Baixa Velocidade Pré-selecionada,
permitindo que o misturador fosse movimentado (jog) em baixa velocidade para
assegurar que não houvesse travamentos. O SMC foi ajustado para uma partida suave
de 22 segundos a fim de atender os requisitos locais de tensão reduzida. O
Economizador de Energia foi ativado para os períodos de inatividade da produção.
Isso permitiu um maior controle do motor sem precisar gastar com um inversor de
freqüência.

2-23
Capítulo 2
Perfis de Aplicação

Resfriador com Partida Suave

Condensador
Ventilador

Correias

Problema: Um ventilador acionado a correia em um resfriador estava freqüentemente


quebrando a correia por causa do alto torque de partida. Estava ocorrendo um
tempo excessivo de parada, pois o invólucro tinha que ser removido para
substituir a correia. Uma partida direta combinada estava sendo usada para
controlar o motor. O espaço no painel de controle era limitado. Era necessário
um dispositivo com as mesmas tensões de linha e de controle porque não havia
espaço para um transformador do circuito de controle

Solução: O SMC Dialog Plus foi instalado como um “retrofit” para o resfriador. Foi
programado para uma partida suave de 18 segundos a fim de reduzir a pressão
nas correias, resultado do alto torque de partida. Isso também reduziu o barulho
das correias durante o start-up. Devido ao fato de o SMC poder operar com
tensões de linha e de controle de 240V, não era necessário o uso de um
transformador do circuito de controle. A proteção contra sobrecarga do SMC
reduziu ainda mais o espaço no painel. O cliente foi capaz de fazer o retrofit do
controlador no painel já existente.

2-24
Capítulo 2
Perfis de Aplicação

Trefiladeira com Partida Suave

Desbobinadeira
Molde
Bobinadeira

Corrente

Fio

Problema: Uma partida direta estava sendo usada em uma máquina trefiladeira para
puxar o fio. Essa aplicação de ciclo rápido causava desgaste mecânico nas
correias e no acionador eletromecânico. Outras partidas suaves tinham que
ser testadas, porém não havia torque suficiente para puxar o fio através da
extrusora.

Solução: O SMC Dialog Plus foi instalado para acelerar suavemente o motor. O
recurso de pulso de partida foi ajustado para fornecer torque suficiente para
puxar o fio através da extrusora. Depois do pulso de partida inicial, o SMC
voltou ao modo de aceleração de partida suave, reduzindo a quantidade do
torque de partida na corrente e ajudando a diminuir a manutenção e o tempo
de reparo. O SMC foi programado para uma rampa de 9 segundos.

2-25
Capítulo 2
Perfis de Aplicação

Ventilador da Torre de Esfriamento com Duas Rampas de Partida

Fluxo de Ar

Ventilador

Corrente

Problema: Um ventilador acionado por corrente, que modera a temperatura da água em um


processo químico, utilizava uma partida direta. O sistema requeria manutenção e
inspeção freqüentes devido aos problemas com o acionador das correntes. Em
épocas de inverno, as lâminas ficariam cobertas de gelo. Além disso, a densidade
do ar variava no inverno e no verão, o que afetava o tempo de partida. Era
necessária uma partida controlada.

Solução: O SMC Dialog Plus foi instalado para fornecer uma aceleração controlada,
minimizando assim o choque mecânico encontrado durante a partida direta. A
manutenção também foi reduzida. No inverno, quando uma partida maior era
necessária, o SMC era rapidamente programado para a segunda rampa do recurso
Duas Rampas de Partida.

2-26
Capítulo 2
Perfis de Aplicação

Esteira Rolante com Partida e Parada Suaves

Problema: Uma esteira rolante em um aeroporto precisava de uma partida suave para
evitar danos na caixa de engrenagens acionada por correntes. Uma parada
suave também era necessária no caso de a esteira parar com pessoas sendo
transportadas. Várias esteiras foram instaladas no aeroporto e cada uma
precisava de sua própria partida suave. Era necessário um controlador que
pudesse ser rapidamente substituído e ajustado. Além disso, o espaço no painel
era limitado.

Solução: Foi instalado o SMC Dialog Plus com a opção Parada Suave. Foram
programadas uma partida suave de 8 segundos e uma parada suave de 12
segundos, facilitando o controle da partida e da parada. Durante os períodos
que a esteira estava sem carga, o recurso Economia de Energia do SMC
reduziu a tensão para o motor. A proteção contra sobrecarga eliminou a
necessidade de um relé de sobrecarga separado, economizando, assim, espaço
no painel. No caso de um módulo de controle necessitar de substituição, um
outro poderia ser rapidamente conectado. O mesmo módulo de controle foi
utilizado em todas as aplicações, minimizando a necessidade de peças de
reposição.

2-27
Capítulo 2
Perfis de Aplicação

Escada Rolante com Baixa Velocidade Pré-selecionada

Problema: Uma escada rolante de um shopping center precisava de uma partida suave para
evitar danos na caixa de engrenagens acionada por correntes durante o start-up. Era
preciso também uma baixa velocidade a fim de se realizar a inspeção e a
manutenção. Devido ao fato de as escadas estarem nas extremidades do shopping e a
escada rolante estar localizada no centro dele, era necessário um controlador que
fosse facilmente substituído. O painel de controle, localizado sob a escada rolante,
precisava ser pequeno.

Solução: Foi instalado o SMC Dialog Plus com a opção Baixa Velocidade Pré-selecionada. O
SMC fornecia partida suave, que reduzia os danos à caixa de engrenagens, e uma
baixa velocidade, para realizar-se a inspeção e a manutenção. A proteção contra
sobrecarga eliminou a necessidade de um relé de sobrecarga separado,
economizando, assim, espaço no painel.

2-28
Capítulo 2
Perfis de Aplicação

Transportador com Partida Suave

Transportador
Caixa Caixa em Corrente

Problema: Um transportador em um armazem de cargas possuía três motores para


acionar o sistema de transporte. As partidas diretas causavam danos ao
transportador e derrubavam a carga. Ocasionalmente, o transportador parava
completamente carregado. Seria necessária uma partida direta para fornecer
torque suficiente para acelerar a carga.

Solução: O fabricante do transportador instalou um SMC Dialog Plus a fim de


fornecer uma aceleração suave aos três motores, reduzindo o torque de
partida dos motores e o choque mecânico para o transportador e para a carga.
Além disso, o controlador poderia ser configurado para simular uma partida à
tensão plena, permitindo que o transportador acelerasse mesmo quando
estivesse completamente carregado. O fabricante gostou do SMC por causa
de sua habilidade de controlar três motores como se eles fossem um único,
eliminando a necessidade de vários acionadores.

2-29
Capítulo 2
Perfis de Aplicação

Transportador com Partida e Parada Suaves

Palete
Carga Carga

Caixa de Engrenagens

Problema: Um transportador na extremidade da linha de produção sofria freqüentes danos à


caixa de engrenagens, causados pelo torque da partida direta do motor. Ocorriam
também freqüentes deslocamentos durante a partida e a parada. Ocasionalmente, o
transportador precisava ser ligado com carga pesada. Essa aplicação possuía uma
variedade de requisitos de partida que outros acionadores não atendiam. Investir em
um inversor de freqüência não era viável.

Solução: O SMC Dialog Plus com a opção Parada Suave foi instalado como um retrofit da
partida direta atual. Os tempos de partida e parada foram programados para 13
segundos. O torque reduzido de partida diminuiu o choque para a caixa de
engrenagens e evitou o deslocamento da carga no start-up. A opção Parada Suave
protegeu contra deslocamento da carga durante a parada. O recurso de pulso de
partida foi utilizado para fornecer um pulso de corrente que, por sua vez, freou a
carga quando um maior torque de partida era necessário. O SMC atendeu os
requisitos de partida e foi uma solução de custo efetivo.

2-30
Capítulo 2
Perfis de Aplicação

Transportador de Corrente com Partida Suave

Fardo Fardo

Corrente

Problema: Um transportador em corrente era utilizado para transportar fardos de


papel. Por causa do alto torque de partida, a corrente quebrava uma vez por
dia. A manutenção do transportador causava interrupções na produção e
perda na produtividade. Surtos de linha também eram um freqüente
problema.

Solução: Foi instalado o SMC Dialog Plus. Foi programada uma partida suave de 12
segundos, reduzindo o torque de partida e o choque mecânico para a
corrente. Estima-se que o SMC é pago em três meses devido à redução no
tempo de parada. Foi instalado um módulo de proteção (MOV) no lado da
linha para suprimir os transientes de tensão.

2-31
Capítulo 2
Perfis de Aplicação

Transportador de Corrente com Partida e Parada Suaves

Pára-brisas

Problema: Um transportador de corrente era utilizado para transportar pára-brisas de


automáveis até a área de empacotamento. O alto torque de partida causava
desvio da carga, danificando os pára-brisas. A parada do transportador
também causava problemas de desvio quando a carga desacelerava
rapidamente. Uma partida direta era utilizada nessa aplicação. Devido ao
custo de máquina parada ser muito alto, era necessário um controlador
modular para facilitar a manutenção.

Solução: Foi instalado o SMC Dialog Plus com a opção Parada Suave, reduzindo o
torque de partida e diminuindo o desvio do produto no start-up. A opção
Parada Suave estendeu o tempo de parada, fazendo com que o transportador
parasse suavemente. O SMC possui um módulo de controle tipo plug-in e
pólos de alimentação. O controlador pode ser ajustado para os parâmetros
desejados de rampa, além de ser facilmente substituído.

2-32
Capítulo 2
Perfis de Aplicação

Carrinho de Movimentação com Partida Suave e Parada Precisa

Carga Carga

Caixa de Engrenagens

Problema: Um carrinho de movimentação era utilizado para transportar produtos


em uma aplicação de manuseio de materiais. O fabricante do carrinho
de movimentação estava utilizando um motor de duas velocidades com
um freio mecânico. Para evitar desvio de cargas, a baixa velocidade era
utilizada quando o carrinho partia; a alta velocidade era utilizada para
a operação. Conforme o carrinho se aproximava da segunda estação, o
freio era aplicado. Havia um considerável desgaste do freio. Devido ao
fato de o freio estar dentro do motor, a substituição era difícil e cara.
Outros dispositivos de controle tinham valores muito altos.

Solução: O SMC Dialog Plus com a opção Parada Precisa foi instalado com um
motor de velocidade única. O SMC foi programado para uma baixa
velocidade de 15% para partir o carrinho, seguida de uma rampa até a
tensão plena. Conforme o carrinho se aproximava da segunda estação,
a velocidade cairia para a baixa velocidade de 15%. Uma ação de
frenagem pararia completamente o carrinho. O SMC ocuparia
praticamente o mesmo espaço no painel que o acionador de multi-
velocidade. A fiação de alimentação foi significantemente simplificada.
O novo motor era de padrão NEMA, Projeto 2, diminuindo muito o
custo. O SMC era uma solução de baixo custo para os requisitos da
aplicação.

2-33
Capítulo 2
Perfis de Aplicação

Trocador de Moldes com Partida Suave e Parada Precisa


230 Volts
50 HP

Molde Prensa Molde

Problema: Um trocador de moldes em uma prensa precisava de jog freqüente para


posicionar corretamente o molde. Uma partida direta estava sendo
utilizada. Quando novos operadores controlavam a prensa, o tempo de
setup aumentava, pois ocorriam mais falhas e tentativas no
posicionamento. A aplicação requeria uma velocidade reduzida quando o
molde se aproximava da prensa. A companhia também queria automatizar
o processo de troca de moldes com o uso de um CLP. Era necessário um
controlador com capacidade de comunicação.

Solução: O SMC Dialog Plus com a opção Parada Precisa foi instalado nos dois
carros. O motor possuía uma partida suave. A medida que o carro se
aproximava da prensa, ele desacelerava a uma baixa velocidade pré-
selecionada (15%). Uma ação de frenagem pararia, então, o carro na
posição correta. Isso reduziu o tempo anteriormente requerido para
posicionar o molde. A capacidade de comunicação do SMC possibilitou a
comunicação com vários protocolos diferentes, deixando várias opções de
rede disponíveis à companhia.

2-34
Capítulo 2
Perfis de Aplicação

Esmerilhadeira com Partida Suave

575 Volts
20 HP

Roda de
Esmeril

Caixa de
Motor Engrenagens

Problema: Por causa do alto torque da partida direta, as engrenagens que


acionavam a roda de esmeril eram freqüentemente danificadas,
resultando em um tempo de parada não programado. Essa aplicação
requeria um dispositivo rígido porque a vibração no painel de controle
era um problema.

Solução: O SMC Dialog Plus foi instalado e programado para uma aceleração
de 23 segundos, reduzindo o torque de partida e o tempo necessário
para reparo. O recurso Economia de Energia reduziu a tensão para o
motor quando esse estava operando levemente carregado. O SMC
atende os mesmos requisitos de choque e vibração que os dispositivos
eletromecânicos, e, por conseqüência, atende os requisitos de
durabilidade da aplicação.

2-35
Capítulo 2
Perfis de Aplicação

Esmerilhadeira com Partida Suave e Freio Inteligente de Motor SMB

480 Volts
10 HP

Roda de
Esmeril

Caixa de
Motor Engrenagens

Problema: Uma aplicação de esmerilhadeira utilizava uma partida suave e um kit de


frenagem separado para partir e parar o motor. Esse método era
funcionalmente aceitável, mas requeria fiação de alimentação e contatores
extras. Espaço no painel e ajustes adicionais eram necessários para interligar
a partida suave e o freio, o que significava um painel de controle maior e um
custo adiconal para o kit.

Solução: Foi instalado o SMC Dialog Plus com a opção Freio Inteligente de Motor
SMB. A partida suave reduziu o torque de partida, protegendo contra danos à
caixa de engrenagens. Essa opção parava rapidamente a esmerilhadeira e não
requeria espaço no painel e fiação adicionais. A fiação de alimentação, a
instalação e a programação do SMC tornaram-se mais fáceis e o custo do kit
de controle foi significantemente reduzido.

2-36
Capítulo 2
Perfis de Aplicação

Guindaste com Duas Rampas de Partida

Motor na Transversal
(Controlado pelo SMC Dialog Plus)

Trilho

Carga

Problema: Um guindaste suspenso precisava de um jog freqüente devido aos ajustes


na posição transversal (horizontal). Uma partida direta era utilizada,
causando dificuldade no posicionamento do gancho em uma carga. Ao
partir com carga, o guindaste precisava de muito mais torque de partida.
Os contatores ficavam freqüentemente desgastados, necessitando de
substituição ou reparo. A aplicação requeria um dispositivo que pudesse
ser programado rapidamente, porém que a programação não ficasse
acessível aos operadores.

Solução: Foi instalado o SMC Dialog Plus. Reduzir o torque de partida do motor
fez com que o guindaste fosse posicionado corretamente, o que resultou
em menos partidas. O SMC ajudou a reduzir a manutenção requerida e a
melhorar a produtividade do guindaste. O tempo de rampa foi
programado através das teclas de programação, localizadas na frente do
SMC. O recurso de Duas Rampas de Partida permitiu que dois tempos
de rampa fossem programados, um para a partida convencional e um
para partida com carga. A proteção por senha evitou que os operadores
alterassem os ajustes.

2-37
Capítulo 2
Perfis de Aplicação

Mesa Rotativa com Partida Suave e Parada Precisa

Caixa de
Engrenagens

Vista Lateral Vista de Cima

Problema: Um processo de usinagem requeria uma mudança de estação para anexar uma
ferramenta diferente. A peça tinha que ser devidamente posicionada através do
comando de jog antes que a ferramenta pudesse ser trocada. A ferramenta era
substituída aproximadamente três vezes por hora. Uma vez que a maioria da
operação era controlada por um CLP, era necessária a capacidade de
comunicação. O cliente não precisava da funcionalidade de métodos mais
sofisticados e caros para posicionar os motores.

Solução: Foi instalado o SMC Dialog Plus com a opção Parada Precisa, permitindo que
a peça fosse posicionada na estação a uma baixa velocidade. O SMC foi
programado para frear a mesa rotativa para uma baixa velocidade pré-
selecionada e, em seguida, parar a mesa no local adequado. A opção Parada
Precisa forneceu o controle de posição necessário sem precisar fazer jog no
motor, aumentando assim a produtividade da estação da mesa rotativa. O
recurso de comunicação do SMC disponibilizou a comunicação com o CLP,
controlando o resto da operação.

2-38
Capítulo 2
Perfis de Aplicação

Máquina de Encher Garrafas com Partida e Parada Suaves

Enchedor

Problema: Uma linha de encher garrafas estava tendo desperdício de produto


durante a partida e a parada. Uma partida direta era utilizada para
partir o motor. Além disso, a aplicação requeria um contato auxiliar
que se energizasse quando o motor estivesse à velocidade nominal.

Solução: O SMC Dialog Plus foi instalado e programado para uma partida
suave de 13 segundos com uma parada suave de 18 segundos. A
partida controlada reduziu o torque de partida e, conseqüentemente, o
desperdício do produto. A opção Parada Suave estendeu o tempo de
parada, amenizando o desvio de carga na parada. Os contatos
auxiliares foram configurados para mudar de estado quando o motor
estiver à velocidade nominal.

2-39
Capítulo 2
Perfis de Aplicação

Moinho de Bolas com Partida com Limitação de Corrente

Porta de Carregamento

Tambor

Caixa de
Engrenagens
Substância

Bolas

Problema: Uma partida direta era utilizada para partir o motor em uma aplicação de moinho
de bolas. A partida incontrolada estava causando danos na caixa de engrenagens,
resultando em tempo de máquina parada para manutenção, assim como a perda
do produto (tinta que estava se misturando). Falhas na linha eram um problema
freqüente. A aplicação necessitava de proteção contra pré-partida e operação,
assim como um medidor de tempo para monitorar o tempo do processo. Era
necessária a capacidade de comunicação e o espaço no painel era limitado.

Solução: Foi instalado o SMC Dialog Plus. Foi programado para uma partida com
limitação de corrente de 26 segundos, reduzindo, assim, o torque de partida e
danos na caixa de engrenagens. O recurso de monitoração do SMC possui um
medidor de tempo, que pode monitorar o tempo do processo. A capacidade de
comunicação do SMC permitiu que o tempo do processo se comunicasse com um
CLP, o que poderia parar remotamente o moinho de bolas. Os diagnósticos de
linha requeridos na aplicação são padrão no SMC e a proteção contra sobrecarga
economizava espaço no painel.

2-40
Capítulo 2
Perfis de Aplicação

Moinho de Bolas com Partida Suave e Freio Inteligente de Motor SMB

Porta de Carregamento

Tambor

Caixa de
Engrenagens
Substância

Bolas

Problema: A caixa de engrenagens em um moinho de bolas estava sendo danificada


pelas partidas diretas. O resultado era tempo de manuteção extra para
manter o moinho em operação. Devido à alta inércia da carga, o tempo
de parada por inércia era aproximadamente 5 minutos. A aplicação
requeria uma partida suave e um kit de frenagem em um único
controlador, pois o painel não possuía muito espaço.

Solução: Foi instalado o SMC Dialog Plus com a opção Freio Inteligente de
Motor SMB. A partida suave reduziu o choque para a caixa de
engrenagens no start-up. A opção Freio Inteligente de Motor reduziu o
tempo de parada e aumentou a produtividade do moinho. O SMC foi
instalado ocupando o mesmo espaço que o contator anterior. Não houve
fiação de alimentação adicional.

2-41
Capítulo 2
Perfis de Aplicação

Moinho de Bolas com Partida Suave e Parada Precisa

480 Volts
150 HP

Problema: Uma partida direta era utilizada em uma aplicação de moinho de bolas. Um
kit de freio eletrônico era usado para parar o moinho. Para posicionar a porta
para carregamento era necessário um jog excessivo. Os problemas na caixa
de engrenagens eram causados pelos surtos do torque de partida. A aplicação
necessitava de um método de baixo custo para posicionar o moinho e
controlar a parada.

Solução: Foi instalado um SMC Dialog Plus com a opção Parada Precisa. A opção
Parada Precisa permitia que o tambor freasse a 15% da baixa velocidade e
girasse a porta de carregamento para a posição antes de parar. O SMC
precisou de menos espaço e menos fiação de alimentação do que a partida
direta e o kit de frenagem.

2-42
Capítulo
3
Considerações Especiais de Aplicação

SMC Dialog Plus em O SMC Dialog Plus pode ser instalado em aplicações de controle de partida e
Aplicações com parada. Um inversor de freqüência variável deve ser instalado quando houver
necessidade de variação da velocidade durante a operação.
Inversores

Uso dos Módulos de Um módulo de proteção (consulte a Figura 3.1), contendo varistores de óxido
Proteção metálicos (MOVs) e capacitores, pode ser instalado para proteger os componentes
de potência contra transientes elétricos e/ou ruído elétrico. Os módulos de proteção
limitam os transientes gerados nas linhas e evitam surto e danos nos SCRs. Os
capacitores nos módulos de proteção são utilizados para diminuir a energia dos
ruídos que podem prejudicar a eletrônica do SMC Dialog Plus.

Obs.: Nos SMCs de 500A e superiores, a proteção MOV é incorporada como


padrão.

Figura 3.1
Módulos de Proteção
Capítulo 3
Considerações Especiais de
Aplicação

Uso dos Módulos de Existem duas situações que podem indicar a necessidade de se utilizar os módulos de
Proteção (cont.) proteção.

1. Podem ocorrer impulsos de transientes nas linhas que alimentam o SMC (ou que
alimentam a carga do SMC). Relâmpagos podem causar esses impulsos. Os
impulsos também são criados na linha quando dispositivos são ligados a
indutâncias portadoras de corrente, que são de circuito aberto. A energia
armazenada no campo magnético é liberada quando os contatos abrem o circuito.
Como exemplo podemos citar motores levemente carregados, transformadores,
solenóides e freios eletromecânicos.

2. A segunda situação ocorre quando o SMC é instalado em um sistema que possui


variações de onda, embora não necessariamente altas tensões de pico. Descargas
eletrostáticas (relâmpagos) podem causar esse tipo de resposta. Além disso, se o
SMC estiver no mesmo barramento que outros dispositivos SCR, (inversores
CA/CC, equipamento de aquecimento de indução ou equipamento de soldagem, a
queima dos SCRs naqueles dispositivos podem causar ruído. Esse alto ruído de
freqüência pode penetrar no SMC através de capacitâncias parasitas.

ATENÇÃO: Ao instalar ou inspecionar o módulo de proteção, desconecte o


SMC da fonte de alimentação. O módulo de proteção deve ser verificado
periodicamente. Verifique se há danos ou descolorificação. Substitua se
necessário.

3-2
Capítulo 3
Considerações Especiais de
Aplicação

Fusíveis com Limitação A energia térmica das correntes de falha de alto nível pode danificar rapidamente
de Corrente (Proteção um SCR. Como apresentado na Figura 3.2, um fusível com limitação de corrente
limita o pico através da corrente (Ip) a um nível que é uma fração da potência
contra Sobrecorrente
disponível da corrente de pico do curto circuito.
dos SCRs)
A rápida resposta ao acúmulo de corrente de curto circuito e a rápida queda de
corrente de curto circuito, enquanto o fusível impede o arqueamento interno, podem
limitar a I2t através de valores substancialmente menores que a capacidade de I2t do
dispositivo semicondutor. O tempo de desarme do fusível diminui com o aumento
das correntes de curto circuito disponíveis.

Os fusíveis SCR são coordenados com os SCRs utilizados no SMC Dialog Plus.
Eles são programados para remover uma falha de curto circuito em
aproximadamente três milissegundos ou menos.

Esses fusíveis SCR são projetados para operar o SMC à 60-70% da faixa do
fusível a fim de evitar deterioração do fusível. O fusível recomendado para o
dispositivo de corrente nominal deve ser utilizado para permitir proteção adequada
dos SCRs. Os fusíveis subdimensionados causarão desarmes por transientes e
custos na substituição do fusível.

Os fusíveis de ação rápida podem não fornecer proteção do circuito de derivação. A


proteção do circuito de derivação, de acordo com os códigos elétricos aplicáveis,
pode requerer um fusível de proteção adicional (ou um disjuntor) mesmo quando
utilizar fusíveis limitadores de corrente de ação rápida.

Figura 3.2
Tempo de Desarme do Fusível
Corrente

Corrente de Curto Circuito Disponível

Tempo

Tempo Total de Desarme do Fusível

3-3
Capítulo 3
Considerações Especiais de
Aplicação

Proteção contra Quando coordenada com a proteção contra curto circuito, a proteção contra sobrecarga
Sobrecarga do Motor tem como objetivo proteger o motor, o controlador do motor e a fiação de alimentação
contra o sobreaquecimento, causado pela sobrecorrente excessiva. O SMC Dialog Plus
atende os requisitos aplicáveis como um dispositivo de proteção contra sobrecarga do
motor.

O SMC incorpora como padrão a proteção contra sobrecarga eletrônica do motor. Essa
proteção é realizada eletronicamente com um algoritmo I2t.

A proteção contra sobrecarga é programável, permitindo maior flexibilidade ao usuário.


A classe para desarme de sobrecarga pode ser selecionada em 10, 15, 20 e 30. A
corrente de desarme pode ser programada para a faixa de corrente à plena carga do
motor.

A mémoria térmica é incluída para ajustar precisamente a temperatura de operação do


motor. A insensibilidade do ambiente é inerente ao projeto eletrônico da sobrecarga.

Obs.: A capacidade de detecção de corrente do SMC é desabilitada durante a operação


de bypass. Recomenda-se utilizar um Módulo Conversor 825 nessas aplicações
para permitir feedback de corrente.

Rebalanceamento de Um mínimo de 4% de desbalanceamento da fonte de alimentação pode resultar em um


Fase desbalanceamento de corrente de 20% e um aumento de 25% na temperatura do motor,
possivelmente causando falha no motor. O SMC Dialog Plus incorpora como padrão um
recurso dinâmico de rebalanceamento de fase. O SMC monitora continuamente a tensão
da linha trifásica de entrada. Compensa o desbalanceamento da tensão ajustando
automaticamente a tensão de saída para balancear as correntes trifásicas requeridas pelo
motor. Quando o rebalanceamento de fase é executado, a vida do motor pode ser
estendida e a produção pode continuar sem interrupção.

Obs.: A performance do recurso de Rebalanceamento de Fase depende das


características e da carga do motor. Vários desbalanceamentos não podem ser
corrigidos.

3-4
Capítulo 3
Considerações Especiais de
Aplicação

Detecção de Em caso de travamento ou obstrução, os motores podem ter correntes de rotor


Travamento e Obstrução travado e desenvolver altos níveis de torque. Essas condições podem resultar em
ruptura na isolação do enrolamento ou em dano mecânico à carga conectada.

O SMC Dialog Plus oferece detecção de travamento e obstrução para uma melhor
proteção ao sistema e ao motor. A proteção contra travamento permite ao usuário
programar um tempo máximo de atraso de 0 a 10 segundos. O tempo de atraso da
proteção contra travamento é acrescido ao tempo programado de partida e começa
somente depois que o tempo de partida tenha expirado.

A deteção de obstrução permite ao usuário determinar o nível de detecção de


obstrução do motor como uma porcentagem da faixa de corrente à plena carga do
motor. Para evitar desarme por transientes, o tempo de atraso da detecção de
obstrução pode ser programado de 0,0 a 10,0 segundos. Isso permite ao usuário
selecionar o tempo de atraso requerido antes que o SMC desarme por uma condição
de obstrução do motor. A corrente do motor deve permanecer acima do nível de
detecção de obstrução durante o tempo de atraso. A detecção de obstrução está
ativa somente depois que o motor atingir a velocidade plena.

Comunicação Uma porta de interface serial SCANport é fornecida como padrão no SMC Dialog
SCANport Plus para permitir a conexão do controlador a um Módulo de Operação e
Programação 1201 ou a vários Módulos de Comunicação 1203. Utilizando a
capacidade de comunicação incorporada, o usuário pode acessar remotamente os
ajustes dos parâmetros, os diagnósticos de falhas e a monitoração. Também pode
ser realizado o controle remoto de partida/parada.

Quando utilizado com os Módulos de Comuniação 1203, o SMC oferece


capacidade de ligação em rede com vários protocolos, incluindo E/S Remota,
DeviceNet, DH-485 e RS 232/422/485-DF1, todos da marca Allen-Bradley.

3-5
Capítulo 3
Considerações Especiais de
Aplicação

Capacitores do Fator O controlador pode ser instalado em um sistema com capacitores de correção do fator de
de Potência potência. Esses capacitores devem ser instalados ao lado da linha para evitar danos aos
SCRs do SMC Dialog Plus (Consulte a Figura 3.3).

Figura 3.3
Capacitores do Fator de Potência

Alimentação de

Entrada Trifásica

Contator
Proteção do Circuito de Derivação de Isolação SMC Dialog Plus

Fornecido pelo usuário


A proteção contra sobrecarga é incluída como
recurso padrão do SMCDialog Plus

Capacitores de Correção do Fator de Potência

Altos valores de surto de corrente e tensões instáveis são comuns quando os


capacitores são chaveados. Por esse motivo, deve-se adicionar impedância,
conectada em série com o banco de capacitores, para limitar e amortecer as
oscilações e surtos de corrente. A prática recomendada é inserir indutores de núcleo
de ar, como apresentado na Figura 3.4.

Os indutores podem ser simplesmente produzidos:

• para tensões maiores ou iguais a 460V: utilize uma bobina com diâmetro de 15cm
e 8 voltas
• para tensões menores que 460V: utilize uma bobina com diâmetro de 15cm e 6
voltas

A fiação deve ser dimensionada para transportar a corrente de regime que passará
pelo banco de capacitores, durante operações normais.

As bobinas devem ser montadas em suportes isolados, longe de partes metálicas. Isso
minimizará os efeitos de aquecimento. Não posicione as bobinas uma sobre a outra
durante a montagem, pois isso resultaria em um efeito de cancelamento dos
indutores.

3-6
Capítulo 3
Considerações Especiais de
Aplicação

Se um contator de isolação for utilizado, coloque os capacitores em frente do


contator (Consulte a Figura 3.4). Em algumas instalações, isso pode não ser possível
e o banco de capacitores terá que ser conectada aos terminais de carga do contator.
Nesse caso, o usuário deve ser cauteloso e assegurar-se de que a indutância de
núcleo de ar é suficiente para evitar tensões instáveis a partir da interferência com a
performance adequada do SMC. Pode ser necessário adicionar mais voltas à bobina.

Figura 3.4
Capacitores do Fator de Potência com Contatores de Isolação

Alimentação de

Entrada Trifásica

Contator
Proteção do Circuito de Derivação de Isolação SMC Dialog Plus

Fornecido pelo usuário


A proteção contra sobrecarga é incluída como
recurso padrão do SMC Dialog Plus

Capacitores de Correção do Fator de Potência

3-7
Capítulo 3
Considerações Especiais de
Aplicação

Aplicações com O SMC Dialog Plus pode operar com mais de um motor conectado. Para dimensionar o
Vários Motores SMC, adicione a corrente total das cargas conectadas ou de todas as cargas. Os recursos
de travamento, obstrução, Rebalanceamento de Fase e Economizador de Energia devem
ser desabilitados. (Se as cargas separadas do motor não estão mecanicamente acopladas,
é possível que um motor seja levemente carregado; e se o Economizador de Energia é
ativado, isso pode fazer com que o motor com alta carga trave).

Obs.: A proteção contra sobrecarga não pode ser utilizada em aplicação com vários
motores.

Figura 3.5
Aplicações com Vários Motores

Relé de Sobrecarga

Alimentação de
Entrada Trifásica

Relé de Sobrecarga
Proteção do Circuito de Derivação SMCDialogPlus

Fornecido pelo usuário

Motores Especiais O SMC Dialog Plus pode ser aplicado ou ajustado para motores especiais (estrela-
triângulo, de dois enrolamentos, síncrono e rotor bobinador), como descrito abaixo.

Estrela-Triângulo

O estrela-triângulo é um método eletromecânico tradicional de partida com tensão


reduzida. Requer um motor com fechamento em triângulo com todos os condutores
designados para facilitar uma conexão estrela. No comando de partida,
aproximadamente 58% da tensão plena da linha é aplicada, gerando 33% da
capacidade de torque de partida à tensão plena do motor. Depois de um intervalo de
tempo ajustável, o motor é automaticamente conectado em triângulo.

Para aplicar um SMC Dialog Plus a um motor estrela-triângulo, a fiação de


alimentação do SMC é simplesmente conectado em uma configuração triângulo ao
motor. Devido ao fato de o SMC aplicar eletronicamente uma partida com tensão
reduzida, a conexão estrela não é mais necessária. Além disso, o torque de partida
pode ser ajustado através da programação do parâmetro.

3-8
Capítulo 3
Considerações Especiais de
Aplicação

Motor com Dois Enrolamentos

Os motores com dois enrolamentos incorporam dois enrolamentos separados e


paralelos. Com o acionador de dois enrolamentos tradicional, o primeiro enrolamento
é dado à tensão plena da linha e o motor consome aproximadamente 400% da faixa
de corrente à plena carga. Além disso, é gerado quase 45% do torque de rotor
travado. Depois de um intervalo pré-selecionado, o segundo enrolamento fica on-line
em paralelo com o primeiro e o motor desenvolve o torque normal.

O motor com dois enrolamentos pode ser ligado ao SMC conectando-se os dois
enrolamentos em paralelo. Novamente o torque de partida pode ser ajustado para
combinar a carga com a programação do parâmetro.

Rotor Bobinado

Os motores de rotor bobinado requerem cuidados especiais quando ligados ao SMC


Dialog Plus. Um motor de rotor bobinado depende de resistores externos para
desempenhar um alto torque de partida. É possível conseguir torque de partida
suficiente utilizando-se o SMC e um único conjunto de resistores. Os resistores
ficam no circuito do rotor até que o motor atinja aproximadamente 70% da
velocidade síncrona. Nesse ponto, os resistores são removidos do secundário por um
contator de curto. O dimensionamento do resistor dependerá das características do
motor utilizado.

Observe que não se recomenda provocar curto-circuito nos anéis do rotor durante o
start-up, uma vez que o torque de partida será amplamente reduzido, mesmo com
tensão plena aplicada ao motor. O torque de partida será reduzido ainda mais com o
SMC, uma vez que a tensão de saída para o motor é reduzida no start-up.

Síncrono

Os motores síncronos do tipo escova diferem dos motores de indução tipo gaiola na
construção do rotor. O rotor de um motor síncrono é composto de dois enrolamentos
separados, um enrolamento de partida e um de campo magnético CC.

O enrolamento de partida é utilizado para acelerar o motor a quase 95% da


velocidade síncrona. Ao atingir essa velocidade, o enrolamento de campo magnético
CC é energizado para puxar o motor até a velocidade síncrona.

O SMC pode ser utilizado para um controlador síncrono substiuindo-se o contator do


estator por um SMC e mantendo a aplicação do campo CC.

Para suporte técnico sobre como utilizar o SMC com esses


motores especiais, contate a Rockwell Automation.

3-9
Capítulo 3
Considerações Especiais de
Aplicação

Depreciação por Por causa da pouca eficiência dos ventiladores e dissipadores de calor, é necessário
Altitude depreciar o SMC Dialog plus quando aplicado acima de 2.000 metros. Ao utilizar o SMC
acima de 2.000 metros, utilize o dispositivo um tamanho acima para proteger contra
desarmes por sobretemperatura.

Contator de Isolação Quando o contator de isolação não é utilizado, a tensão residual, que pode ser perigosa,
está presente nos terminais de carga do módulo de potência, mesmo quando o SMC estiver
desligado. Deve-se anexar etiquetas de avisos à caixa de terminal do motor, ao gabinete do
controlador e à estação de controle para indicar esses riscos.

O contator de isolação é utilizado para fornecer isolação elétrica automática ao circuito do


motor e do controlador quando este estiver desligado. O desligamento pode ocorrer de
duas maneiras: manualmente, pressionando-se o botão de parada ou automaticamente,
pela presença de condições anormais (tal como um desarme do relé de sobrecarga do
motor).

Sob condições normais, o contator de isolação transporta apenas corrente de carga.


Durante a partida, o contator de isolação é energizado antes que os SCRs sejam ligados.
Na parada, os SCRs são desligados antes que o contator de isolação seja desenergizado. O
contator de isolação não está trabalhando no ligamento ou no desligamento de carga.

Figura 3.6
Diagrama Típico de Conexão com Contator de Isolação

Alimentação de

Entrada Trifásica

Contator Fusíveis SCR


Proteção do Circuito de Derivação de Isolação de Ação Rápida SMC Dialog Plus
(opcional)

Fornecido pelo usuário


A proteção contra sobrecarga é incluída como
recurso padrão do SMC Dialog Plus

3-10
Capítulo 3
Considerações Especiais de
Aplicação

SMC Dialog Plus com A partida e a parada controladas são fornecidas ao se fazer a fiação do SMC,
Contator de Bypass conforme a Figura 3.7. Quando o motor estiver à velocidade nominal, o contator de
bypass é “puxado” para operação. O modo bypass reduz a quantidade de calor
produzido pelos SCRs.

Figura 3.7
Diagrama Típico de Aplicação de um Contator de Bypass

Alimentação de

Entrada Trifásica

Fusíveis SCR
de Ação Rápida
Proteção do Circuito de Derivação SMC Dialog Plus
(opcional)

Fornecido pelo usuário


CB
A proteção contra sobrecarga é incluída como
recurso padrão do SMC Dialog Plus

SMC Dialog Plus com Ao utilizar o controlador conforme a Figura 3.8, o motor acelera sob um modo de
Contator de Reversão partida controlada tanto para frente quanto para trás.

Obs.: O tempo mínimo de transição para a reversão é 0,5 segundo.


Obs.: A Reversão de Fase deve estar desligada.

Figura 3.8
Diagrama Típico para Aplicações de Reversão com uma Velocidade

Alimentação de

Entrada Trifásica

Proteção do Circuito de Derivação SMC Dialog Plus

Fornecido pelo usuário


A proteção contra sobrecarga é incluída como
recurso padrão do SMC Dialog Plus

3-11
Capítulo 3
Considerações Especiais de
Aplicação

SMC Dialog Plus como Ao utilizar o SMC conforme a Figura 3.9, pode-se conseguir uma partida suave no caso
Bypass para um de um inversor CA não ser operacional.
Inversor CA
Obs.: Uma aceleração controlada pode ser atingida com esse esquema, mas o controle
de velocidade não está disponível no modo de bypass.

ATENÇÃO: Deve-se ter cuidado especial ao isolar o inversor CA da linha e


da carga quando o controlador estiver energizado.

Figura 3.9
Diagrama Típico de Aplicação do Contator de Bypass em um Inversor CA

R.S.

Alimentação de

Entrada Trifásica

Proteção do Circuito de
Derivação VFD

CI 2
CI 1
SMC Dialog Plus

Necessário um intertravamento mecânico


Fornecido pelo usuário
Muitos inversores VF possuem 150% de corrente à plena carga. Devido ao fato de o SMC poder ser usado para partida de
600% de corrente à plena carga, pode ser necessário o uso de uma proteção separada do circuito de derivação
A proteção contra sobrecarga é incluída como recurso padrão do SMC Dialog Plus

3-12
Capítulo 3
Considerações Especiais de
Aplicação

Capacidades de Torque Freio Inteligente de Motor SMB 


do Motor com as
A saída do torque de parada do SMC irá variar dependendo do ajuste da corrente
Opções do SMC
de frenagem e das características do motor. Tipicamente, o torque máximo de
parada será entre 80-100% do torque à plena carga do motor, quando ajustado em
400% da corrente de frenagem.

Baixa Velocidade Pré-selecionada

Deve-se considerar duas características de torque da opção Baixa Velocidade


Pré-selecionada. A primeira é o torque de partida. A segunda é o torque de operação
disponível em baixa velocidade (consulte a Figura 3.11). Essas características de
torque também variam dependendo da velocidade selecionada. Consulte a Tabela 3.A
para verificar o torque máximo à plena carga de partida e operação em ajustes
máximos de corrente. Um ajuste (Baixa Corrente de Velocidade) irá controlar os
valores do torque de partida e operação.

Figura 3.11
Torque de Partida e Operação

Velocidade
do Motor

7 ou 15%

Tempo (segundos)
Torque de Partida
Torque de Operação

Tabela 3.A
Torque Máximo em Ajustes Máximos de Correnteƒ

Baixa Torque Máximo de Partida como Torque Máximo de Operação como


Velocidade uma Porcentagem do Torque à uma Porcentagem do Torque à
Pré-selecionada Plena Carga Plena Carga
7% 90-100% 110-120%
15% 50% 100%
ƒ
Os valores podem variar de acordo com os tipos de motor.

3-13
Capítulo 3
Considerações Especiais de
Aplicação

Parada Precisa

Dois níveis de torque de frenagem são aplicados com a opção Parada Precisa.
Existem duas rampas de desaceleração: uma que desacelera para a baixa velocidade
e outra que desacelera para a parada (consulte a Figura 3.12). O nível dessas
correntes de frenagem é ajustado através de uma chave rotativa.

O torque máximo de frenagem disponível a partir da frenagem até uma baixa


velocidade e a partir parada em baixa velocidade é aproximadamente 80-100% do
torque à plena carga do motor.

Utilizar a partida em baixa velocidade da opção Parada Precisa resultará nas


mesmas características de partida e operação da opção Baixa Velocidade Pré-
selecionada.

Figura 3.12
Opção Parada Precisa

Frenagem (A)

Baixa Velocidade
Baixa Velocidade Frenagem/Inércia
Velocidade
do Motor

Tempo (segundos)

Economizador O Economizador de Energia é um recurso do SMC Dialog Plus. Pode ser utilizado em
de Energia aplicações como esteiras, equipamento para manuseio de materiais, unidades de
controle do ar, bombas, compressores e várias outras aplicações nas quais o motor
trabalha descarregado ou com uma carga leve por longos períodos.

Operação do Economizador de Energia

Uma vez que a tensão de saída do SMC é controlada pelo SCR, o Economizador de
Energia pode diminuir automaticamente as perdas de alimentação do motor,
controlando a tensão no terminal do motor.

O modo do Economizador de Energia é operacional quando acionado e quando o


motor estiver operando com menos que a carga plena. Com o motor descarregado, a
tensão no terminal do motor é reduzida. O motor, então, opera no nível requerido
para conduzir uma certa carga sem afetar muito a velocidade.

Quando a carga é reaplicada, a tensão do motor aumenta. O SMC fornece apenas a


tensão necessária para manter o motor em operação. O tempo de resposta típico de
sem carga para a carga plena é 50 milissegundos. O tempo de resposta de carga
plena para sem carga para um nível ótimo é tipicamente menor que 5 segundos.

3-14
Capítulo 3
Considerações Especiais de
Aplicação

Fundamentos

As perdas dentro de um motor são divididas em componentes distintos. Existem as


perdas de enrolamento e atrito, de I2R, de núcleo e magnéticas. As perdas de
enrolamento e atrito permanecem constantes tanto no modo à plena carga quanto no
modo sem carga. No entanto, no modo sem carga, as perdas de I2R, de núcleo e
magnéticas podem ser reduzidas, diminuindo-se a tensão aplicada.

Por exemplo, um motor de 30 kW (40 HP) consome 30 kW da linha para operar.


Uma quantidade adicional de energia é consumida da linha por causa das perdas
internas para o motor. Se o motor tiver 90% de eficiência, 3 kW adicionais ou um
total de 33 kW são consumidos da linha de alimentação quando o motor estiver
operando à plena carga.

Se um economizador de energia fosse ser projetado para eliminar todas as perdas no


motor, a quantidade máxima de energia que esse dispositivo teórico iria economizar
seria de 3 kW em perdas. O motor ainda consumiria 30 kW da linha, o que seria
convertido para alimentar a partir do eixo de saída.

A indústria de motores indica que metade das perdas poderia, teoricamente, ser
poupada. A outra metade não poderia por causa de variáveis como fricção, atrito do
vento, etc. Utilizando essa aproximação com o motor de 30 kW (40 HP), metade das
perdas de 3 kW seria poupada. A economia teórica máxima seria igual a 1,5 kW.
Provavelmente, as aplicações atuais teriam menos de 1,5 kW.

Requisitos de Aplicação

Economizar gastos com energia é possível em algumas aplicações. A Figura 3.13


apresenta o resultado dos testes de motores atuais. Essa figura foi desenvolvida
utilizando-se motores de 10, 50 e 125 HP.

Com base nesses resultados e em outros dados, existe muito pouca economia em
operações com menos de 50% da carga. Uma curva da economia máxima teórica
pode ser desenhada, utilizando-se economias teóricas de 50% das perdas e dados que
indicam pouca ou nenhuma economia abaixo de 50%. Isso é ilustrado na Figura
3.14.

Ao rever os dados do teste, pode-se estimar que 20% das perdas são economizadas
quando sem carga e nenhuma perda é economizada a 20% da carga. Consulte a
Figura 3.14.

Figura 3.13 Figura 3.14


% de kW Economizado Economia de Energia Estimada
x % da Carga Nominal

% de kW % das Perdas
Economizado Economizadas

% da Carga do Motor % da Carga do Motor

3-15
Capítulo 3
Considerações Especiais de
Aplicação

Estimativas Preliminares

Uma simples estimativa “plena carga-sem carga” para a aplicação de um


economizador de energia pode ser feita utilizando-se o seguinte procedimento:

1. Converta HP em kW.

2. Determine o kW total utilizado pelo motor, dividindo o kW do HP pela eficiência


do motor.

3. Determine as perdas do motor, subtraindo o kW convertido do HP do total de


kW.

4. Calcule a economia máxima teórica em kW, multiplicando as perdas do motor


por 0,50.

5. Determine o kW/h economizado, multiplicando a economia máxima teórica em


kW pelo número de horas por ano que o motor opera sem carga.

6. O custo da economia máxima teórica pode, então, ser determinada,


multiplicando o kW/h economizado pelo custo da eletricidade por kW/h.

3-16
Capítulo 3
Considerações Especiais de
Aplicação

Figura 3.15
Exemplo de Cálculo

Eficiência do Motor: 90%


Ciclo de Trabalho do Motor com Carga: 50% (Ligado por 15 minutos e desligado por 15 minutos)
Potência do Motor e tempo de operação: 50HP, 8 horas por dia, 2080 horas por ano
Utilize os dados acima e o procedimento a seguir para determinar a economia máxima de energia.
1. kW = 0,746(50)
kW = 37,3

2. kWtotal = (37,3) ÷ 0,90


kW total = 41,4 kW

3. Perdas = 41,4 - 37,3


Perdas = 4,1 kW

4. Economia Máxima Teórica = (4,1 kW) x (0,50)


Economia Máxima Teórica = 2,05 kW

5. (2,05) x (0,5) x (2080) = 2132 kWh por ano

Finalmente, para um custo de $0,08 por kWh, a economia estimada é de:

6. (0,08) x (2132) = $170,56 por ano

Obs.: Os cálculos assumem que a carga normal é igual a faixa de plena carga do motor e que o nível de
carregamento é uma condição sem carga.

Se esse cálculo parecer favorável, então deve-se realizar cálculos mais detalhados
para obter uma figura exata da quantia economizada. O ciclo de trabalho e os ciclos
de carregamento devem ser estimados com precisão. Pode-se selecionar pontos a
partir da curva de economia máxima teórica. Deve-se calcular a economia para cada
incremento de carga.

Observe que um motor operando sem carga e não conectado ao equipamento não é o
mesmo que o motor conectado ao equipamento. Os fabricantes de motores devem ser
contatados para determinar as características atuais de sem carga.

Esses cálculos foram feitos com base de que um controlador de estado sólido era
necessário por outros motivos que não a economia de energia. Se a economia de
energia é a razão principal para a compra desse tipo de dispositivo, a economia
diminuiria porque existe aproxidamente de 1 a 1-1/2 da queda de tensão em cada
pólo de alimentação do estado sólido. Existem perdas adicionais associadas aos
dispositivos de estado sólido.

Por exemplo, um controlador de estado sólido para um motor trifásico que consome
50A terá uma perda variando de 150 a 225 Watts acima de um dispositivo
eletromecânico equivalente. Por esse motivo, se o economizador de energia estava
substituindo um dispositivo eletromecânico, essas perdas são deduzidas da economia
total de energia.

3-17
Capítulo
4
Filosofia do Projeto

Filosofia O SMC Dialog Plus é projetado para operar em ambientes industriais. Esses
controladores são fabricados para fornecer uma operação consistente e confiável.

Condições de Tensão da Transientes de tensão, distúrbios, harmônicas e ruídos estão presentes em qualquer
Linha ambiente industrial. Um controlador de estado sólido deve ser capaz de suportar
esses ruídos e não deve ser uma fonte de ruídos desnecessária na linha.

• A facilidade de seleção para a tensão requerida da linha é obtida com um


projeto que fornece operação através de uma ampla faixa de tensão, em 50/60
Hz, dentro de uma dada faixa.
• O SMC pode suportar surtos de 3000V em uma faixa de 100 rupturas por
segundo durante 10 segundos (Padrão IEEE 472). Além disso, o controlador
pode resistir ao arco de tensão de 350-1500V (Padrão NEMA ICS2-230) para
resistências maiores no caso de mal funcionamento em ambientes ruidosos.
• Um módulo MOV opcional está disponível para proteger os SCRs de
transientes de tensão.

Faixas Térmica e O controlador de estado sólido deve garantir a confiabilidade para a ampla faixa de
de Corrente níveis de corrente e tempos de partida necessários em várias aplicações.

• O kit de SCR mantém a temperatura de junção abaixo de 125º C quando


operando à corrente plena para reduzir o stress térmico e fornecer uma
operação mais confiável.
• A capacidade térmica do SMC atende os padrões NEMA MG-1 e IEC34 (S1).

Choque Mecânico Os controladores de estado sólido devem resistir ao choque e à vibração gerados
e Vibração pelas máquinas que eles controlam.

• O SMC Dialog Plus atende as mesmas especificações de choque e vibração


que os acionadores eletromecânicos. Pode resistir um choque de 30G por 11ms
em qualquer plano e uma hora de vibração de 2,5G sem mal funcionamento.

Ajustes Os ajustes simples e de fácil compreensão fornecem resultados consistentes e são


facilmente identificados.

• Para facilitar a instalação, os controladores incluem projeto compacto e


alimentação por fios.
• SMC é um produto global com faixa de 50/60 Hz.
• Todos os ajustes de parâmetros são programados através do teclado incorporado.
• Uma completa linha de gabinetes disponíveis.
Capítulo
5
Partida com Tensão Reduzida

Introdução à Partida Existem dois motivos principais para se utilizar a tensão reduzida ao partir um
com Tensão Reduzida motor:

• Limitar os distúrbios da linha


• Reduzir o torque excessivo para o equipamento acionado

Os motivos para se evitar esses problemas não serão descritos. No entanto, serão
explorados diferentes métodos de partida com tensão reduzida de motores.

Ao partir um motor à plena carga, a corrente requerida da linha de alimentação é


tipicamente 600% da corrente à plena carga. Essa alta corrente passa até que o
motor esteja quase à velocidade nominal e depois diminui, conforme a Figura 5.1.
Isso poderia causar quedas na tensão da linha e blecautes.

Figura 5.1
Corrente à Plena Carga x Velocidade

% da Corrente
à Plena Carga

% de Velocidade

Além das altas correntes de partida, o motor também produz torque de partida
maiores que o torque à plena carga. A magnitude do torque de partida depende do
projeto do motor. Tipicamente, um motor NEMA Projeto B possuirá um rotor
travado ou um torque de partida na área de 180% do torque à plena carga.

Em muitas aplicações, esse torque de partida pode causar excessivos danos


mecânicos, como quebra das correias, das correntes e do acoplamento.

5-1
Capítulo 5
Partida com Tensão Reduzida

Tensão Reduzida O método mais utilizado para partida eletromecânica com tensão reduzida é o auto-
transformador (chave compensadora). O outro método popular é o Estrela-Triângulo.

Figura 5.2
Auto-transformador Cód. Cat. 570

Todas as formas de partida com tensão reduzida afetam as características de torque e


corrente do motor. Quando uma tensão reduzida é aplicada ao motor em repouso, a
corrente requerida é reduzida. Além disso, o torque produzido pelo motor é também
reduzido em um fator de, aproximadamente, o quadrado da porcentagem de tensão
aplicada.

Por exemplo, se 50% de tensão for aplicado ao motor, será produzido um torque de
partida de, aproximadamente, 25% do torque normal de partida. No exemplo anterior
de tensão plena, o motor NEMA Projeto B tinha um torque de partida de 180% do
torque à plena carga. Com apenas 50% da tensão aplicada, isso resultaria em,
aproximadamente, 45% do torque à plena carga. A tabela 5.A apresenta a relação
típica de tensão, corrente e torque para um motor NEMA Projeto B.

5-2
Capítulo 5
Partida com Tensão Reduzida

Tabela 5.A
Características Típicas de Tensão, Corrente e Torque para motores NEMA,
Projeto B

Corrente de Partida do Motor Corrente da Linha como uma Torque de Partida do Motor
Método de % de Tensão como uma % de: % de: como uma % de
Partida nos Terminais Corrente do Corrente à Corrente do Corrente à Torque do Torque à
do Motor Rotor Travado Plena Carga Rotor Travado Plena Carga Rotor Travado Plena Carga
Tensão Plena 100 100 600 100 600 100 180
Auto-transf.
Tap de 80% 80 80 480 64 384 64 115
Tap de 65% 65 65 390 42 252 42 76
Tap de 50% 50 50 300 25 150 25 45
Motor com dois 100 65 390 65 390 50 90
enrolamentos
Estrela-Triângulo 100 33 198 33 198 33 60
Estado Sólido 0-100 0-100 0-600 0-100 0-600 0-100 0-180

Com uma ampla faixa de características de torque para os vários métodos de partida,
selecionar uma partida eletromecânica com tensão reduzida torna-se dependente da
aplicação. Em muitos casos, o torque disponível torna-se o fator decisivo nos
processos de seleção.

Limitar a corrente da linha era o motivo principal para se utilizar uma partida
eletromecânica com tensão reduzida. As restrições na utilização da corrente, assim
como capacidade de barramento na planta, podem requerer que motores acima de
uma certa potência tenham que partir com tensão reduzida. Algumas localidades do
mundo requerem que qualquer motor acima de 7-1/2 HP seja acionado com tensão
reduzida.

As partidas eletromecânicas com tensão reduzida devem fazer a transição da tensão


reduzida para tensão plena em algum ponto do ciclo de partida. Nesse ponto,
normalmente ocorre um surto de corrente da linha. A quantidade de surtos depende
do tipo de transição utilizado e da velocidade do motor no ponto de transição.

5-3
Capítulo 5
Partida com Tensão Reduzida

Tensão Reduzida Existem dois métodos de transição: Transição Aberta do Circuito e Transição Fechada
(cont.) do Circuito. A transição aberta do circuito significa que o motor fica desconectado da
linha por um curto período de tempo enquanto ocorre a transição. Com a transição
fechada, o motor permanece conectado à linha durante a transição. A transição aberta do
circuito produzirá um maior surto de corrente porque o motor estará momentaneamente
desconectado da linha. As Figuras 5.3 e 5.4 apresentam exemplos das correntes da
transição aberta e fechada do circuito.

Figura 5.3
Transição Aberta do Circuito

% da Corrente
à Plena Carga

% de Vellocidade

Figura 5.4
Transição Fechada do Circuito

% da Corrente
à Plena Carga

% de Vellocidade

5-4
Capítulo 5
Partida com Tensão Reduzida

A velocidade do motor pode determinar a quantidade de surto de corrente que ocorre


na transição. A transição de tensão reduzida para tensão plena deve ocorrer o mais
próximo possível da velocidade plena. Isso também minimiza a intensidade de surto
na linha.

As figuras a seguir ilustram a transição em baixa velocidade do motor e próxima à


velocidade plena. A transição em baixa velocidade mostra o surto de corrente quando
a transição ocorre a 550%, que é maior que a corrente de partida de 400%. A
transição próxima à velocidade plena mostra que o surto de corrente é de 300%, que
é menor que a corrente de partida.

Figura 5.5
Transição em Baixa Velocidade

% da Corrente
à Plena Carga

% de Vellocidade

Figura 5.6
Transição Próxima à Velocidade Plena

% da Corrente
à Plena Carga

% de Vellocidade

5-5
Capítulo 5
Partida com Tensão Reduzida

Estado Sólido A principal função dos controladores de estado sólido é a habilidade de fornecer uma
partida suave ou uma partida com tensão reduzida dos motores CA. Os mesmos
princípios de corrente e torque se aplicam aos controladores de estado sólido e às
partidas com tensão reduzida. Muitos controladores de estado sólido oferecem a escolha
de quatro modos de partida: partida suave, partida com limitação de corrente, duas
rampas de partida e partida à tensão plena no mesmo dispositivo.

Figura 5.7
Controladores de Estado Sólido

Além a seleção dos modos de partida, o controlador de estado sólido permite o ajuste
de tempo para a rampa de partida suave ou o valor máximo do limite de corrente, o
que possibilita a seleção das características de partida para atender a aplicação. A
versão mais utilizada é a partida suave. Esse método fornece uma partida suave para
a maioria das aplicações.

As maiores vantagens dos controladores de estado sólido são a eliminação do ponto


de transição de corrente e a capacidade de ajuste do tempo para atingir a tensão
plena. O resultado é: a não ocorrência do surto de corrente quando o controlador de
estado sólido for ajustado e corretamente combinado à carga, como ilustrado na
Figura 5.8.

5-6
Capítulo 5
Partida com Tensão Reduzida

Figura 5.8
Partida Suave

Operação
Porcentagem
de Tensão

Ajustável de 0 a 30 segundos

Tempo (segundos)

A partida com limitação de corrente pode ser utilizada quando as limitações ou


restrições da linha de alimentação requerem uma carga específica de corrente. A
ilustração a seguir apresenta uma curva com limitação de corrente de 450%. Outros
valores podem ser selecionados, tais como 200%, 300% ou 400%, dependendo da
aplicação. A partida com limitação de corrente também pode ser utilizada em
aplicações onde um torque de partida maior, comparado à uma partida suave, é
necessário. A partida com limitação de corrente é tipicamente utilizada em cargas de
alta inércia, tal como um moinho de bolas.

Figura 5.9
Partida com Limitação de Corrente

% de Corrente
à Plena Carga

% de Velocidade

Os controladores de estado sólido controlam a tensão aplicada, mesmo quando o


motor estiver à velocidade nominal, por causa dos semicondutores utilizados no
circuito de alimentação. Isso permite uma tensão reduzida no estado sólido para
fornecer uma função de economia de energia para os motores que operam sem carga
ou levemente carregados por longos períodos de tempo. A inteligência dos
controladores de estado sólido determina quando o motor está levemente carregado.
A tensão para o motor pode ser reduzida através do controle adequado dos
semicondutores, até que o motor esteja operando em um ponto correto. Essa mesma
inteligência detecta quando uma carga é reaplicada e aumenta a tensão para evitar o
travamento.

5-7
Capítulo 5
Partida com Tensão Reduzida

Estado Sólido Outros recursos disponíveis com os controladores de estado sólido incluem proteção
(cont.) adicional para o motor e para o controlador, e diagnósticos para auxiliar na
programação e na localização de falhas. A proteção tipicamente fornecida inclui SCR
em curto, perda de fase, condutor aberto, sobretemperatura do SCR e rotor travado.
São exibidas mensagens de falhas para auxiliar na localização de falhas quando ocorrer
uma dessas condições no controlador de estado sólido.

5-8
Capítulo
6
Acionadores de Estado Sólido que
Utilizam SCRs

Acionadores de Estado Nos acionadores de estado sólido, os retificadores semi-condutores (SCRs)


Sólido que Utilizam (consulte a Figura 6.1) são utilizados para controlar a saída de tensão para o motor.
Um SCR permite que a corrente passe apenas em uma direção. A capacidade de
SCRs
condução de um SCR é controlada por pulsos recebidos no gate do SCR. Quando
dois SCRs são conectados em anti-paralelo (consulte a Figura 6.2), a alimentação
CA para uma carga pode ser controlada pela mudança do ângulo de disparo da
tensão da linha (consulte a Figura 6.3), a cada meio ciclo. Ao mudar o ângulo, é
possível aumentar ou diminuir a tensão e a corrente para o motor. O SMC Dialog
Plus incorpora um microprocessador para controlar o disparo dos SCRs. São
utilizados 6 SCRs na seção de alimentação para fornecer o controle do ciclo inteiro
de tensão e corrente. A tensão e a corrente podem ser lentamente aumentadas para o
motor.

Figura 6.1
Retificador Semi-condutor (SCR)

Gate

SCR

6-1
Capítulo 6
Acionadores de Estado Sólido
que Utilizam SCRs

Acionadores de Estado Figura 6.2


Sólido que Utilizam Diagrama Típico de Fiação dos SRCs
SCRs (cont.)
Alimentação de
Entrada Trifásica

Seção de Alimentação do
SMC Dialog Plus

6-2
Capítulo 6
Acionadores de Estado Sólido
que Utilizam SCRs

Figura 6.3
Diferentes Ângulos de Disparo (Simplificação Monofásica)

Tensão da Fonte

Disparo para Tensão


de Aprox. 50% RMS

Disparo para
Tensão de 25% RMS

Disparo para
Tensão de 100% RMS

6-3
Capítulo
7
Referência

Introdução Certos parâmetros mecânicos devem ser considerados ao se aplicar os


controladores de motor. A seção a seguir explica como esses parâmetros devem
ser calculados ou medidos.

Potência/Torque/ A velocidade na qual um motor de indução opera depende da freqüência de


Velocidade do Motor alimentação de entrada e do número de pólos no qual o motor é enrolado. Quanto
maior freqüência, mais rápido o motor opera. Quanto mais pólos o motor possui,
mais devagar ele opera. Para determinar a velocidade síncrona de um motor de
indução, utilize a seguinte equação:

Velocidade Síncrona = 60 x 2 x Freqüência


Número de Pólos

A velocidade real à plena carga (a velocidade na qual o motor irá operar na carga
nominal) será menor que a velocidade síncrona. A diferença entre a velocidade
síncrona e a velocidade à plena carga é chamada de escorregamento. A
porcentagem de escorregamento é definida da seguinte forma:

Porcentagem de Escorregamento = Velocidade Síncrona - Velocidade à Plena Carga x 100


Velocidade Síncrona

Os motores de indução são projetados com uma faixa de escorregamento de


menos de 5% até um máximo de 20%. Um motor com escorregamento de menos
de 5% é chamado de motor com escorregamento normal. Motores com um
escorregamento de 5% ou mais são utilizados em aplicações que necessitam de
um alto torque de partida.

Torque e Potência O torque e a potência, duas características importantes do motor, determinam o


tamnho do motor requerido em uma determinada aplicação. A diferença entre os
dois pode ser explicada utilizando-se uma simples ilustração de um eixo e uma
chave inglesa.

7-1
Capítulo 7
Referência

Torque e Potência Figura 7.1


(cont.) Eixo e Chave Inglesa

Uma Libra

Um pé

O torque é simplesmente um esforço de torção. Na figura acima, é necessária uma


libra aplicada na extremidade da chave inglesa de um pé para girar o eixo em
velocidade constante. Portanto, o torque necessário é 1 libra x 1 pé ou 1 libra-pé. Se
a chave for girada duas vezes mais rápido, o torque necessário continuaria o mesmo,
desde que mantida a velocidade constante.

Por outro lado, a potência (HP) leva em consideração a velocidade na qual o eixo
gira. Girar o eixo mais rápido requer mais potência do que girá-lo devagar. Portanto,
a potência é a medida da velocidade em que o trabalho é feito. Por definição, a
relação entre o torque e a potência é a seguinte:

1 HP = 33.000 pé-libras/min.

No exemplo acima, a uma libra de força move uma distância de:

2 Pés x π x 1 Lb. ou 6,68 pés-libras

Para produzir uma potência (HP), o eixo teria que ser girado a:

1 HP x 33.000 pés-libras/min. = 5250 RPM


6,28 pés-libras/Revolução

Para essa relação, uma equação pode ser derivada para determinar a saída de
potência a partir da velocidade e do torque.

HP = RPM x 2 x Torque ou HP = RPM x Torque


30.000 5250

Para essa relação, o torque à plena carga é:

Torque à Plena Carga em pé-lib. = HP x 5250


RPM à Plena Carga
7-2
Capítulo 7
Referência

O gráfico a seguir ilustra uma curva típica de velocidade-torque para um motor de


indução NEMA, Tipo B. Um entendimento dos vários pontos dessa curva ajudará na
aplicação adequada dos motores.

Figura 7.2
Curva Velocidade/Torque

Velocidade Síncrona
Torque Máximo - BT

Torque de Rotor
Travado - LRT

Escorregamento
% do
Torque Torque Mínimo na Partida - PUT
à Plena
Carga

Torque à Plena Carga - FLT

Velocidade Plena

Torque de Rotor Travado (LRT)


O torque de rotor travado é o torque no qual o motor permanecerá em repouso em
todas as posições angulares do rotor, com tensão nominal à freqüência nominal
aplicada. É chamado, às vezes, de “torque de partida” e é usualmente medido como
uma porcentagem do torque à plena carga.

Torque Mínimo na Partida (PUT)


Esse é o torque mínimo de um motor de indução desenvolvido durante o período de
aceleração, desde o rotor travado até a velocidade na qual ocorre o torque máximo de
partida. Para motores que não possuem torque máximo na partida definido (tal como
o NEMA, Tipo D), o torque mínimo na partida é o torque desenvolvido até a
velocidade nominal à plena carga, e é geralmente expresso como uma porcentagem
do torque à plena carga.

Torque Máximo na Partida (BT)


Esse é o torque máximo de um motor de indução que o motor desenvolverá com
tensão nominal aplicada, à freqüência nominal, sem uma queda brusca da velocidade.
O torque máximo na partida é geralmente expresso como uma porcentagem do
torque à plena carga.

7-3
Capítulo 7
Referência

Torque e Potência Torque à Plena Carga (FLT)


(cont.) O torque à plena carga de um motor é o torque necessário para produzir potência nominal
à velocidade à plena carga. Em pé-libras, é igual à potência nominal, multiplicada por
5250 e dividida pela velocidade à plena carga em RPM.

Além dessa relação entre velocidade e torque, a relação da corrente requerida para esses
dois valores é uma consideração importante na aplicação. A curva velocidade/torque é
apresentada novamente com a inclusão da curva de corrente para demonstrar a relação
típica.

Figura 7.3
Curva Velocidade/Torque com a Curva de Corrente

Corrente de
Rotor Travado Velocidade Síncrona

Torque Máximo BT

Torque
de Rotor
Travado - LRT Escorraguemento

% do
Torque Torque Mínimo na Partida - PUT
à Plena
Carga

Torque à Plena Carga - FLT

Velocidade Plena

Corrente à Plena Carga

Dois pontos importantes nessa curva de corrente requerem explicação.

Corrente à Plena Carga


A corrente à plena carga de um motor de indução é a corrente de estado estacionário
obtida a partir da linha de alimentação, quando o motor estiver operando em torque à
plena carga com tensão e freqüência nominais aplicadas.

7-4
Capítulo 7
Referência

Corrente de Rotor Travado


A corrente de rotor travado é a corrente de estado estacionário de um motor com
rotor travado e com tensão nominal aplicada à freqüência nominal. O padrão NEMA
definiu uma lista de códigos para definir o rotor travado:
Quilovolt - ampéres - por -potência (kVA/HP). Esse código aparece na etiqueta de
identificação de todos os motores de indução CA tipo gaiola.

O kVA/HP é Calculado da Seguinte Forma:

Para motores trifásicos:

kVA/HP = 1,73 x Corrente (em Ampéres) x Volts


1000 x HP

Para motores monofásicos:

kVA/HP = Corrente (em Ampéres) x Volts


1000 x HP

Tabela 7.A
Códigos da Corrente de Rotor Travado NEMA

Letra •
kVA por HP•
A 0-3,15
B 3,15-3,55
C 3,55-4,0
D 4,0-4,5
E 4,5-5,0
F 5,0-5,6
G 5,6-6,3
H 6,3-7,1
J 7,1-8,0
K 8,0-9,0
L 9,0-10,0
M 10,0-11,2
N 11,2-12,5
P 12,5-14,0
R 14,0-16,0
S 16,0-18,0
T 18,0-20,0
U 20,0-22,4
V 22,4 e superior
• A taxa kVA/HP de rotor travado inclui da menor figura até, mas não inclusive, a maior
(por exemplo, 3,14 é letra “A” e 3,15 é letra “B”).

7-5
Capítulo 7
Referência

Torque e Potência Ao utilizar a equação para kVA/HP para motores trifásicos, a equação a seguir pode ser
(cont.) utilizada para calcular a corrente de rotor travado:

LRA = 1000 x HP x kVA/HP


1,73 x Volts

Essa equação pode ser usada, então, para determinar a corrente aproximada de partida
para qualquer motor. Por exemplo, a corrente aproximada de partida para um motor de
7,5 HP, 230V com kVA de rotor travado da letra G seria:

LRA = 1000 x 7,5 x 6,0 = 113 Ampéres


1,73 x 230

Operar um motor em uma condição de rotor travado por um longo período resultará em
falha de isolação por causa do calor excessivo gerado no estator. O gráfico a seguir
ilustra o tempo máximo que o motor pode ser operado com rotor travado sem causar
danos por aquecimento. Esse gráfico apresenta um motor NEMA, Tipo B com Classe B
de temperatura.

Figura 7.4
Tempo Seguro do Motor x Corrente da Linha - Motores de indução Padrão

Da Temperatura
de Operação

Do Ambiente

Corrente
da Linha Motor Travado
do Motor
Fator de Serviço
por Unidade
de 1,15 do Motor

Motor em Operação
Fator de Serviço
de 1,0 do Motor

Tempo em Segundos

Œ Obs.: Corrente Base e Corrente da Etiqueta de Identificação

A proteção do motor, tanto inerente quanto no controle do motor, deve ser


selecionada para limitar o tempo de travamento do motor.

7-6
Capítulo 7
Referência

Saída do Motor para O padrão NEMA possui vários tipos específicos de motores, cada um tendo
Designações NEMA relações exclusivas de velocidade/torque. Esses projetos, juntamente com algumas
aplicações, são descritos abaixo. Depois dessas descrições são apresentadas
Polifásico 1-500 HP
características de performance.

Figura 7.5
Curva Típica de Velocidade/Torque para NEMA Tipo A

Torque

Velocidade

Corrente de Partida: Alto


Torque de Partida: Alto
Torque Máximo na Partida: Alto
Escorregamento à Plena Carga: Baixo
Aplicações: Ventiladores, ventoinhas, bombas,
ferramentas de máquina ou outras aplicações
com alto torque de partida e uma essencial
carga constante.

7-7
Capítulo 7
Referência

Saída do Motor para Figura 7.6


Designações NEMA Curva Típica de Velocidade/Torque para NEMA Tipo B
Polifásico 1-500 HP
(cont.)

Torque

Velocidade

Corrente de Partida: Normal


Torque de Partida: Normal
Torque Máximo na Partida: Normal
Escorregamento à Plena Carga: Normal
Aplicações: Ventiladores, ventoinhas, bombas,
ferramentas de máquina ou outras aplicações
com alto torque de partida e uma essencial
carga constante.

7-8
Capítulo 7
Referência

Figura 7.7
Curva Típica de Velocidade/Torque para NEMA Tipo C

Torque

Velocidade

Corrente de Partida: Baixo


Torque de Partida: Alto
Torque Máximo na Partida: Baixo
Escorregamento à Plena Carga: Baixo
Aplicações: O maior torque de partida dos motores
NEMA, Tipo C traz vantagens para o uso
com cargas de difícil partida, tais como
bombas de pistão, transportadores e
compressores.

7-9
Capítulo 7
Referência

Saída do Motor para Figura 7.8


Designações NEMA Curva Típica de Velocidade/Torque para NEMA Tipo D
Polifásico 1-500 HP
(cont.)

Torque

Velocidade

Corrente de Partida: Normal


Torque de Partida: Alto
Torque Máximo na Partida: Nenhum
Escorregamento à Plena Carga: Alto (5-13%)
Aplicações: A combinação do alto torque de partida e o
alto escorregamento tornam os motores
NEMA Tipo D ideais para o uso com cargas
de inércia muito alta e/ou em aplicações onde
existe uma considerável variação na carga.
Esses motores são geralmente usados em
prensas, máquinas de cortar, guindastes,
guinchos e elevadores.

7-10
Capítulo 7
Referência

Tabela 7.B
Saída do Motor - Comparação dos Modelos Polifásicos NEMA

Modelo Torque de Torque de Torque Máximo % de Aplicações


NEMA Partida Rotor Travado na Partida Escorregamento
A Alto Alto Alto < 5% Várias aplicações, incluindo ventiladores, ventoinhas, bombas e
ferramentas de máquina.
B Normal Normal Normal < 5% Torque normal de partida para ventiladores, ventoinhas, bombas
rotativas, compressores sem carga, transportadores, máquina
de cortar metal, máquinas diversas.
C Baixo Alto Baixo Baixo Partidas de alta inércia, tais como ventiladores centrífugos,
volantes e britadores. Partidas carregadas, tais como bombas
de pistão, compressores e transportadores.
Alto Inércia muito alta e partidas carregadas. Escolha da taxa de
escorregamento de acordo com a aplicação.
D Normal Alto Nenhum 5-8% Prensas, máquinas de modelagem
8-13% Guindastes, guinchos e elevadores

Cálculo de Torque Algumas máquinas devem ser aceleradas a uma certa velocidade em um
(Torque de Aceleração determinado período de tempo. A faixa de torque do inversor pode ser aumentada
para atender esse objetivo. A equação a seguir pode ser usada para calcular o
para o Movimento de torque médio requerido para acelerar uma inércia conhecida (WK2). Esse torque
Rotação) deve ser acrescido a todos os outros requisitos de torque da máquina ao se
determinar a saída do torque de pico do inversor e do motor.

T = (WK2) x (∆N)
308 x t

Onde:
T = Torque de aceleração (pé-libras)
WK2 = inércia total do sistema (pé-libras2) que o motor deve acelerar. Esse
valor inclui armação, redutor e carga do motor.
∆N = Mudança na velocidade requerida (RPM)
t = tempo para acelerar a carga total do sistema (segundos).

Obs.: O número (WK2) para essa equação deve ser em unidades de


pé-libras2. Consulte as tabelas de conversão para verificar o fator
adequado.

7-11
Capítulo 7
Referência

Cálculo de Torque A mesma fórmula pode ser usada para determinar o tempo mínimo de aceleração de um
(Torque de Aceleração certo inversor ou pode ser usada para estabelecer se um inversor pode realizar a
mudança desejada na velocidade dentro do tempo requerido.
para o Movimento de
Rotação) (cont.) Fórmula:

T = WK2 x (∆N)
308 x t

Regra Geral:
Se o torque de operação for maior que o torque de aceleração, utilize o primeiro como o
torque à plena carga requerido para determinar a potência do motor.

Cálculo de Potência Obs.: As equações a seguir para o cálculo de potência devem ser usadas somente para
fins de estimativas. Essas equações não incluem qualquer permissão para fricção
e enrolamento da máquina ou outros fatores que devem ser considerados ao
selecionar um dispositivo para uma aplicação.

Depois que o torque da máquina for determinado, a potência requerida é calculada


através da fórmula:

HP = T x N
5250

Onde:
HP = Potência
T = Torque (pé-libras)
N = Velocidade do motor à carga nominal (RPM)

Se a potência calculada for menor que as faixas padrão disponíveis no motor, selecione
o maior valor. É uma boa prática deixar alguma margem ao selecionar a potência do
motor.

Inércia Inércia é uma medida da resistência do corpo para alterações na velocidade, se o corpo
estiver em repouso ou a uma velocidade constante. A velocidade pode ser linear ou
rotacional.

O momento de inércia (WK2) é o produto do peso (W) de um objeto e o quadrado do


raio de rotação (K2). O raio de rotação é uma medida de como a massa do objeto é
distribuida sobre o eixo da rotação. Por causa dessa distribuição de massa, uma peça
cilíndrica de pequeno diâmetro possui uma inércia menor que uma peça de grande
diâmetro.

7-12
Capítulo 7
Referência

WK2 ou WR2
Onde:
WR2 refere-se à inércia de um membro de rotação, calculada com base no fato
de que o peso do objeto foi concentrado em torno de seu arco a uma distância
R (raio) do centro (ex. volante).

WK2 refere-se à inércia de um membro de rotação, calculada com base no fato


de que o peso do objeto foi concentrado em alguns raios menores, K
(denominado raio de rotação). Para determinar o WK2 de uma peça, o peso é
normalmente requerido (ex. cilindro, engrenagem, polia).

Fórmulas de Torque
T = HP x 5250
N

Onde:
T = Torque (pé-libra)
HP = Potência
N = Velocidade de motor à carga nominal (RPM)

T=FxR

Onde:
T = Torque (pé-libra)
F = Força (libras)
R = Raio (pés)

T (Aceleração) = WK2 x (∆RPM)


308 x t

Onde:
T = Torque (pé-libras)
WK2 = Inércia refletida para o Eixo do motor (pé-libra2)
∆RPM = Mudança na velocidade
t = Tempo para acelerar (seg.)

7-13
Capítulo 7
Referência

Fórmulas do
Motor CA Velocidade Sínc. = Freq. x 120
Número de Pólos

Onde:
Velocidade Sínc. = Velocidade Síncrona (RPM)
Freq. = Freqüência (Hz)

% de Escorregamento = Veloc. Sínc. - Velocidade FL x 100


Veloc. Sínc.

Onde:
Velocidade FL = Velocidade à Plena Carga (RPM)
Velocidade Sínc. = Velocidade Síncrona (RPM)

WK2 Refletido = (WK2 de Carga)


(Taxa de Redução)2

WK2 = Inércia (pé-libras2)

7-14
Capítulo 7
Referência

Características de Esse quadro oferece um guia rápido sobre o torque requerido para partir, parar e
Torque em Aplicações operar muitas aplicações.
Comuns

Tabela 7.C
Características de Torque

Aplicação Torque de Carga como Porcentagem do Torque à Plena Carga


Parada Aceleração Operação de Pico
Agitadores:
Líquido 100 100 100
Pasta 150 100 100
Ventoinhas, centrífugas:
Válvula fechada 30 50 40
Válvula aberta 40 110 100
Ventoinhas 40 40 100
Máquinas de cartão, têxtil 100 110 100
Centrífugas (extratores) 40 60 125
Madeira, partida à vazio 50 40 200
Compressores, carregado 40 100 100
Compressores, alternado, partida sem carga 100 50 100
Transportadores, correias (carregado) 150 130 100
Transportadores, arrasto (ou esteira rolante) 175 150 100
Transportadores, parafusos (carregado) 175 100 100
Transportadores, oscilantes (vibração) 150 150 75
Prensas de estirar (volante) 50 50 200
Máquina de furar 25 50 150
Escadas rolantes, escadas (partida sem carga) 50 75 100
Ventiladores, centrífugos, ambiente:
Válvula fechada 25 60 50
Válvula aberta 25 110 100
Ventiladores, centrífugos, quente:
Válvula fechada 25 60 100
Válvula aberta 25 200 175
Ventiladores, hélice, circulação axial 40 110 100
Alimentadores, (correia) carregados 100 120 100
Alimentadores, distribuição, inversor oscilante 150 150 100
Alimentadores, parafusos, cilindro compacto 150 100 100
Alimentadores, parafusos 150 100 100
Alimentadores, parafusos, secos 175 100 100
Alimentadores, vibrantes, acionado por motor 150 150 100
Chassi, fiação, têxtil 50 125 100
Esmerilhadeira, metal 25 50 100
Lavanderia (calandras) 50 50 125
Junteira, trabalho em madeira 50 125 125

7-15
Capítulo 7
Referência

Tabela 7.C (cont.)


Características de Torque

Aplicação Torque de Carga como Porcentagem do Torque à Plena Carga


Parada Aceleração Operação de Pico
Máquinas de engarrafamento 150 50 100
Máquinas de amortecimento automáticas 50 75 100
Máquinas do bloco de escória, vibração 150 150 70
Máquinas de abrir rasgos de chaveta 25 50 100
Máquinas de polimento 50 75 100
Moinhos, farinha, trituração 50 75 100
Moinhos, serra, tira 50 75 200
Misturadores, químico 175 75 100
Misturadores, concreto 40 50 100
Misturadores, massa 175 125 100
Misturadores, líquido 100 100 100
Misturadores, areia, centrífugo 50 100 100
Misturadores, areia, parafuso 175 100 100
Misturadores, lama 150 125 100
Misturadores, sólidos 175 125 175
Aplainadores, trabalho em madeira 50 125 150
Prensas, grão de chumbo (volante) 150 75 150
Prensas, furador (volante) 150 75 100
Bombas, lâmina ajustável, vertical 50 40 125
Bombas, centrífuga, descarga aberta 40 100 100
Bombas, campo petrolífero, volante 150 200 200
Bombas, óleo, lubrificação 40 150 150
Bombas, óleo combustível 40 150 150
Bombas, hélice 40 100 100
Bombas, recíproca, disposição positiva 175 30 175
Bombas, tipo parafuso, descarga aberta 150 100 100
Bombas, manuseio de lama, descarga aberta 150 100 100
Bombas, turbina, centrífuga, poço profundo 50 100 100
Bombas, vácuo (fábrica de papel) 60 100 150
Bombas, vácuo (outras aplicações) 40 60 100
Bombas, tipo ventoinha, disposição positiva 150 150 175
Cilindros, trituração (cana de açúcar) 30 50 100
Cilindros, escamação 30 50 100
Lixadeira, trabalho em madeira, disco ou correia 30 50 100
Serras 30 50 100
Serras, circular, metal, de corte 25 50 150

7-16
Capítulo 7
Referência

Tabela 7.C (cont.)


Características de Torque

Aplicação Torque de Carga como Porcentagem do Torque à Plena Carga


Parada Aceleração Operação de Pico
Serras, circular, madeira, produção 50 30 150
Serras
Serras, conjugada 60 30 150
Peneiras, centrífuga 40 60 125
Peneiras de vibração 50 150 70
Separadores, ar (tipo ventilador) 40 100 100
Tesoura tipo volante 50 50 120
Maquinaria Têxtil 150 100 90
Esteira rolante, mecanizado 50 50 100
Lavadeira, lavanderia 25 15 100

Fórmulas Elétricas Lei de Ohm:

I=E R=E E=IxR


R I

Onde:
I = Corrente (A)
E = Tensão (V)
R = Resistência (Ω)

Potência em Circuitos CC

P=IxE HP = I x E
746

kW = I x E kWH = I x E x Hora
1000 1000

Onde:
P = Potência (W)
I = Corrente (A)
E = Tensão (V)
kW = Quilowatts
kWH = Quilowatts -Horas

7-17
Capítulo 7
Referência

Fórmulas Elétricas kVA (1 fase) = I x E kVA (3 fases) = I x E x 1,73


(cont.) 1000 1000

Onde:
kVA = Quilovolt-Ampéres
I = Corrente (A)
E = Tensão (V)

kW (1 fase) = I x E x PF
1000

kW (2 fases) = I x E x PF x 1,42
1000

kW (3 fases) = I x E x PF x 1,73
1000

PF = W = kW
VxI kVA

Onde:
kW = Quilowatts
I = Corrente (A)
E = Tensão (V)
PF = Fator de Potência
W = Watts
V = Volts
kVA = Quilovolt- Ampéres

Cálculo da Corrente Corrente do Motor = HP x 746


do Motor E x 1,732 x Eff x PF

Corrente do Motor = kVA x 1000


1,73 x E

Corrente do Motor = kW x 1000


1,73 x E x PF

Onde:
HP = Horsepower (Potência)
E = Tensão (V)
Eff = Eficiência do Motor (%/100)
kVA = Quilovolt- Ampéres
kW = Quilowatts
PF = Fator de Potência

7-18
Capítulo 7
Referência

Outras Fórmulas Calculando a Força de Aceleração para o Movimento Linear

F (Aceleração) = W x ∆V
1933 x t
Onde:
F = Força (libras)
W = Peso (libra)
∆V = Variação na Velocidade (FPM)
t = Tempo para acelerar o peso (segundos)

LRA = HP x (Partida kVA/HP) x 1000


E x 1,73
Onde:
LRA = Corrente do Rotor Travado
HP = Potência
kVA = Kilovolt- Ampéres
E = Tensão (Volts)

LRA @ Freq. X = 60 Hz LRA


60 / Freq. X
Onde:
60 Hz LRA = Corrente do Rotor Travado
Freq. X = Freqüência Desejada (Hz)

Constantes de Temperatura
Engenharia 0º C = Ponto de congelamento da água
32º F = Ponto de congelamento da água = 0º C
100º C = Ponto de ebulição da água na pressão atmosférica
212º F = Ponto de ebulição da água na pressão atmosférica
1,8º WF = 1º WC
0,252 Calorias = 1 BTU
-270º C = Zero absoluto
-459,6º F = Zero absoluto

Comprimento
1760 Jardas = 1 Milha
25,4 mm = 2,54 cm = 1 pol.
3 pés = 1 Jarda
3,2808 pés = 1 m
39,37 pol. = 1 m = 100 cm = 1000 mm
5280 pés = 1 Milha
0,62137 Milhas = 1 km

7-19
Capítulo 7
Referência

Constantes de Peso
Engenharia (cont.) 16 onças = 1 libra
2,2046 libras = 1 kg
2,309 pés de água a 62º F = 1 PSI
28,35 gm = 1 onça
59,76 libras = Peso de 1 pé3 de água a 212º F
0,062428 libra por pé3 = 1kg/m3
62,355 libras = Peso de 1 pé3 de água a 62º F
8 (8,32675) libras = Peso de 1 gal. de água a 62º F

Potência
1,3410 HP = 1 kW
2,545 BTU por hora = 1 HP
33.000 pés-libras por minuto = 1 HP
550 pés-libras por segundo = 1 HP
745,7 W = 1 HP

Área
10,764 pés2 = 1 m2
1.273.239 circular mils = 1 pol.2
144 pol.2 = 1 pé2
645 mm2 = 1 pol.2
9 pés2 = 1 jarda2
0,0929 m2 = 1 pé2

Matemática
1,4142 = raiz quadrada de 2
1,7321 = raiz quadrada de 3
3,1416 = π raio da circunferência do círculo para o diâmetro
= raio da área de um círculo ao quadrado do raio
57,296 graus = 1 rad. (ângulo)
0,7854 X diâmetro ao quadrado = área de um círculo

Pressão
14,223 PSI = 1 kg por cm2 = 1 “atmosfera métrica”
2,0355 pol. Hg a 32º F = 1 PSI
2,0416 pol. Hg a 62º F = 1 PSI
2.116,3 PSF = 1 pol. de água a 62º F
760 mm Hg = pressão atmosférica a 0º C
0,07608 libra = peso de 1 pé3 de ar a 62º F e 14,7 PSI

7-20
Capítulo 7
Referência

Volume
1,728 pol.3 = 1 pé3
231 pol.3 =1 gal. (Americano)
277,274 pol.3 = 1 gal. (Britânico)
27 pé3 = 1 jarda3
31 gal. (31,5 gal Americano) = 1 barril
35,314 pés3 = 1 m3
3,785 litros = 1 gal.
61,023 pol. 3 = 1 litro
7,4805 gal. = 1 pé3

Temperatura
º = graus
C = Celsius (Centígrado)
F = Fahrenheit
BTU = Unidade Térmica Britânica (British Thermal Unit)

Comprimento
jd = jarda
m = metro
mm = milímetro (1/1000 de um metro)
cm = centímetro (1/100 de um metro)
pol. = polegada
km = quilômetro

Peso
oz. = onça
lb. = libra
kg. = quilograma
g = grama

Elétrico
Ω = Ohms
∅ = Fase
V = Volts
A = Ampéres
mA = miliamperes
µA = microamperes
mV = milivolts
kV = quilovolts

7-21
Capítulo 7
Referência

Constantes de Potência/Energia
Engenharia (cont.) HP = horsepower
W = watt
kW = quilowatt
kWH = quilowatt-hora

Trabalho/Inércia
pé-lb. = pé-libras
WK2 = momento de inércia
N-m2 = Newton-metros2

Área
mil = unidade de comprimento ou medida angular
mm2 = milímetro quadrado

Rotação/Taxa
FPM = pés por minuto (feet per minute)
FPS = pés por segundo (feet per second)
m/s = metros por segundo
mph = milhas por hora
cfm = pé cúbico por minuto

Matemática
π = “pi”
rad. = radiano
p = densidade
E = somatória
∆ = variação

Pressão
kg. por cm2 = quilogramas por centímetro quadrado
Hg = símbolo do Mercúrio
PSI = libras por polegada quadrada
PSF = libras por pé quadrado

7-22
Capítulo 7
Referência

Fatores de Conversão Tabela 7.D


Comprimento

Para Converter: Para: Multiplique por:


Metros Pés 3,281
Metros Polegadas 39,37
Polegadas Metros 0,0254
Pés Metros 0,3048
Milímetros Polegadas 0,0394
Polegadas Milímetros 25,4
Jardas Metros 0,914
Exemplo: 10 Metros x 3,281 = 32,81 Pés

Tabela 7.E
Área

Para Converter: Para: Multiplique por:


2 -9
Circular mil Metro 0,50 x 10
2 2
Jarda Metro 0,8361
-9 2
Exemplo: (0,5 x 10 Circular mils = 0,0000000005 m )

Tabela 7.F
Potência

Para Converter: Para: Multiplique por:


Watts HP 0,00134
pés-libras/min. HP 0,0000303
HP kW 0,746
Exemplo: 1500W x 0,00134 = 2,01 HP

7-23
Capítulo 7
Referência

Fatores de Conversão Tabela 7.G


(cont.) Rotacional/Taxa

Para Converter: Para: Multiplique por:


RPM deg./seg. 6,00
RPM Rad./seg. 0,1047
deg./seg. RPM 0,1667
Rad./seg. RPM 9,549
FPM m/s 0,00508
FPS m/s 0,3048
3
gal./min. cm /seg. 63,09
pol./seg. m/seg. 0,0254
km/hr. m/seg. 0,2778
mph m/seg. 0,447
mph km/hr. 1,609
3 3
jarda /min. m /seg. 0,1274
Exemplo: 1800 RPM x 6,00 = 10800 deg./seg.

Tabela 7.H
Momento de Inércia

Para Converter: Para: Multiplique por:


2 2
Newton-Metros pés-libra 2,42
2 2
onça-pol. pés-libra 0,000434
2 2
libra-pol. pés-libra 0,00694
2 2
Slug-pés pés-libra 32,17
2 2
onça-pol.-seg. pés-libra 0,1675
2 2
pol.-libra-seg. pés-libra 2,68
2 2
Exemplo: 25 Newton-Metros x 2,42 = 60,5 pés-libra

Tabela 7.I
Massa/Peso

Para Converter: Para: Multiplique por:


onça g 31,1
kg libras 2,205
libra kg 0,4536
Newtons libras 0,2248
Exemplo: 50 onças x 31,1 = 1555 g

7-24
Capítulo 7
Referência

Tabela 7.J
Torque

Para Converter: Para: Multiplique por:


Newton-Metros pés-libras 0,7376
pés-libras Newton-Metros 1,3558
pés-libras pés-libras 0,0833
pés-libras pés-libras 12,00
Exemplo: 30 Newton-Metros x 0,7376 = 22,13 pés-libras

Tabela 7.K
Volume

Para Converter: Para: Multiplique por:


3 3
cm m 0,000001
3
fl.oz. cm 29,57
3
pés de água (39,2º F) kg (ou litro) 28,32
3
cfm m /seg. 0,000472
3
litro m 0,001
3 3
jarda m 0,7646
3 3
Exemplo: 250 cm x 0,000001 = 0,00025 m

Tabela 7.L
Temperatura

Para Converter: Para: Multiplique por:


ºF ºC º C = (º F - 32)
1,8
ºC ºF º F = (º C x 1,8) + 32
Exemplo: 20º C = (20 x 1,8) + 32 = 68º F

7-25
Glossário

CA Corrente Alternada

Contator CA Um contator CA é projetado com o objetivo específico de estabelecer ou interromper um


circuito de alimentação CA

Display Alfa-numérico Um dispositivo capaz de exibir caracteres (letras, números e símbolos), mas não gráficos.

Temperatura Ambiente Temperatura ambiente é a temperatura do ar, da água ou de qualquer meio onde o
equipamento esteja operando ou armazenado

Bitola do Fio em em Sistema padrão que estabelece a bitola dos condutores elétricos. Esses números têm uma
medida americana relação inversa de tamanho: os números maiores têm uma área seccional menor.
(AWG) Entretanto, um condutor simples trançado possui uma área seccional maior do que um
condutor multi-trançado de mesma bitola, de forma que os mesmos tenham a mesma
especificação de condução de corrente.

Eixo Uma direção principal ao longo da qual ocorre o movimento de uma ferramenta ou de um
corpo. O termo eixo também se refere a uma das linhas de referência de um sistema
coordenado.

Parte Traseira do Motor É a extremidade que suporta o acoplamento ou a polia de acionamento (NEMA). É, às
vezes, chamado de extremidade do inversor ou extremidade da polia.

Velocidade Nominal É a faixa de velocidade indicada na etiqueta de identificação do fabricante na qual o


motor desenvolverá a potência nominal à tensão e carga nominais.

Mancal (Esferas) Um componente esférico utilizado para reduzir a fricção e o desgaste ao suportar
elementos de rotação. Para um motor, esse tipo de mancal fornece um suporte
relativamente rígido para o eixo de saída.

Mancal (Rolos) Sistema especial de mancal com rolos cilíndricos apropriados para acoplamento por polia
que exceda os limites para mancais normais.

Frenagem A frenagem fornece um meio de parar um motor CA ou CC e pode ocorrer de várias


maneiras:

• Injeção CC (Inversores CA) - Um método que oferece forças eletromagnéticas de


frenagem no motor ao remover duas (2) fases do motor CA e injetar corrente CC. O
resultado é uma característica de frenagem linear (rampa) que não diminui com a
velocidade do motor. A aplicação é normalmente limitada a 10-20% da velocidade
nominal do motor devido ao aumento de aquecimento no rotor.

• Frenagem Dinâmica (Inversores CA) - Uma vez que os motores CA não possuem
excitação separada, a frenagem dinâmica é realizada ao continuar a excitar o motor a
partir do inversor. Isso causa uma corrente regenerativa para o circuito de barramento
CC intermediário do inversor. Os resistores do Freio dinâmico são então posicionados
no barramento CC para dissipar a potência de retorno. O resistor de freio é geralmente
chaveado por um transistor ou outra chave de potência controlada pelo inversor.

1
Glossário

• Frenagem Dinâmica (Inversores CC) - reduz a velocidade do motor ao aplicar uma carga
resistiva através dos condutores de armação depois da desconexão da fonte CC. Isso deve
ser feito enquanto o campo do motor estiver energizado. O motor, então, age como um
gerador até que a energia da armadura de rotação seja dissipada. Isso não mantém o eixo
parado.
• Freio Montado no Motor ou Externo ao Motor - é um dispositivo de fricção, mecânico e
de ação positiva. A configuração normal ocorre da seguinte forma: quando a alimentação é
removida, o freio é ajustado. Isso pode ser usado para manter o eixo parado. (Obs.: Um
Freio Montado Externo ao Motor não é aquele localizado em alguma parte do trem
mecânico do inversor diferente do motor.)
• Frenagem Regenerativa - é similar à frenagem dinâmica, mas é executada eletricamente.
A potência gerada é devolvida para a linha através do conversor de potência. Também
pode ser dissipada como perdas no conversor (dentro das limitações).
• Freio Inteligente de Motor SMB
 - Um recurso de freio inteligente de motor de um
SMC Allen-Bradley.

Torque Mínimo É o torque requerido para partir uma máquina a partir do estado estacionário. O torque
mínimo é sempre maior que o torque necessário para manter o movimento.

Torque Máximo É o torque máximo que um motor CA desenvolverá com tensão nominal aplicada à freqüência
nominal.

Buffer 1. Em termos de software, um registro ou grupo de registros utilizados para armazenagem


temporária de dados para compensar as diferenças de taxa de transmissão entre o
dispositivo transmissor e o receptor.
2. Em termos de hardware, um circuito de isolação utilizado para evitar a reação de um
circuito com outro.

Força Contra É o produto de uma armação de motor operando em um campo magnético. Essa geração será
Eletromotriz ativada toda vez que o motor estiver em operação. Sob condições de estabilidade do motor, a
tensão gerada é igual à tensão fornecida para o motor menos as perdas menores. No entanto, a
polaridade da força contra eletromotriz é oposta àquela da energia a ser fornecida para a
armação.

Malha Fechada Refere-se ao circuito regulador no qual o valor atual da variável controlada (por exemplo,
velocidade) é detectada e um sinal proporcional à esse valor (sinal de feedback) é comparado a
um sinal proporcional ao valor desejado (sinal de referência). A diferença entre esses sinais
(sinal de erro) faz com que o valor atual mude na direção que reduzirá a diferença em sinais
para zero.

Oscilação de Velocidade Uma condição na qual um motor não opera suavemente, mas “em passos” ou “em trancos” de
uma posição para outra durante a revolução do eixo. A oscilação de velocidade é mais comum
em baixas velocidades e pode causar vibrações desagradáveis na máquina.

2
Glossário

Faixa de Potência Faixa de operação do motor onde a velocidade é controlada por enfraquecimento de
Constante campo. O torque do motor diminui conforme a velocidade aumenta. Uma vez que a
potência é a velocidade multiplicada pelo torque (dividido por uma constante), o valor de
potência desenvolvido por um motor nessa faixa é constante.

Faixa de Torque Faixa de velocidade na qual o motor é capaz de devolver um torque constante, sujeito à
Constante limitações de resfriamento do motor.

Reversão de Contato Método para reversão da rotação do motor, através da utilização de dois contatores
separados, um produz rotação em uma direção e o outro produz rotação na direção oposta.
Os contatores são eletricamente (e mecanicamente) intertravados, de forma que os dois
possam ser energizados ao mesmo tempo.

Operação Contínua Um motor que pode continuar a operar dentro dos limites de temperatura de isolação
(CONT) depois de atingir a temperatura normal de operação (equilíbrio).

Controlador Uma unidade, tal como um controlador lógico programável ou um painel de relé, que
controla os elementos do processo e da máquina.

CSA Associação dos Padrões Canadenses (Canadian Standard Association)

Limitação de Corrente Um método eletrônico de limitar a corrente máxima disponível para o motor. É ajustável
para que a corrente máxima do motor possa ser controlada. Também pode ser pré-
selecionada como um dispositivo para proteger o motor e controlar altas sobrecargas.

Cursor Elemento intensificado ou intermitente em um display de vídeo. Um meio para indicar onde
a edição ou entrada de dados ocorre.

Ciclo 1. Seqüência de operações que se repete regularmente.


2. Tempo que uma seqüência de operações demora para ocorrer.

CC Corrente contínua

Motor para Serviço Um motor para serviço específico é qualquer projeto de motor, listado e oferecido em
Específico faixas padrão com características de operação padrão a partir de uma construção mecânica
para o uso sob condições de serviço diferentes das usuais ou para o uso em um tipo
particular de aplicação.

Flange “D” Esse tipo de montagem do motor é utilizado quando o motor deve ser acoplado como parte
(Montagem do Motor) da máquina. Os furos de montagem do flange não são rosqueados. Os parafusos passam
pelo flange na lateral do motor. Normalmente, os motores flange “D” são fornecidos sem
pés uma vez que o motor é montado diretamente na máquina de acionamento.

Link DH-485 Rede Data Highway 485. Rede da Allen-Bradley com base no padrão RS-485

Diagnósticos Pertence à detecção e isolação de um erro ou mal funcionamento.

Diodo Um dispositivo que passa corrente em uma direção, mas bloqueia a corrente na direção
contrária.

3
Glossário

Desabilitar Para evitar que a lógica seja ativada

Display É a imagem que aparece em uma tela de tubo de raios catódicos ou em outros sistemas de
projeção de imagens.

Menu do Display É a lista de displays a partir da qual é possível selecionar a informação específica
desejada.

Ciclo de tarefas A relação entre os tempos de operação e descanso ou operação repetida com cargas
diferentes.

Eficiência Relação da saída mecânica pela entrada elétrica indicada por uma porcentagem. Em
motores, é a efetividade com a qual um motor converte a energia elétrica em mecânica.

Habilitar Permite uma ação ou aceitação de dados, através da aplicação de um sinal adequado à
entrada adequada

Gabinetes O gabinete é o invólucro no qual o controlador é montado. Encontram-se disponíveis em


projetos para várias condições ambientais.
• NEMA Tipo 1 - Um gabinete com objetivos gerais de variedade com ou sem
ventilação. É utilizado para a moiria das aplicações em ambiente aberto e tem como
objetivo proteger contra poeira, luz, respingos de água e contato acidental com o
circuito elétrico.

• NEMA Tipo 3R - Tem como objetivo o uso em ambientes abertos, principlamente


para fornecer um grau de proteção contra chuva. Não protege contra poeira,
condensação ou congelamento internos.

• NEMA Tipo 4 - Um gabinete à prova de água é necessário toda vez que a unidade
estiver sujeita à uma grande quantidade de água proveniente de qualquer ângulo. É
normalmente utilizado em áreas que são repetidamente jateadas. Esses gabinetes não
são projetados para serem submergidos.

• NEMA Tipo 7 - Um gabinete projetado para ser utilizado em locais perigosos,


Classe 1 (ar) Grupo D, de acordo com o Código Elétrico Nacional. Esses ambientes
de risco são aqueles nos quais vapores ou gases inflamáveis estão ou podem estar
presentes no ar em quantidade suficiente para produzir misturas explosivas e de
ignição. Esse gabinete deve ser construído com um material que suporte a pressão
interna resultante das explosões sem estouro, distorcendo ou soltando as juntas.

4
Glossário

• NEMA Tipo 9 - Um gabinete projetado para operar em locais de risco, Classe 2


Grupos F e G, de acordo com o Código Elétrico Nacional. A atmosfera na qual
esse controle deve operar contém negro-de-fumo, carvão ou poeira de coque,
farinha, amido ou grãos.
• NEMA Tipo 12 - projetado para uso industrial. Tem como objetivo o uso em
aplicações onde é necessário excluir materiais, tais como óleo de esfriamento,
filtração, poeira, linho, fibras e limaduras. É normalmente um gabinete não
ventilado com uma junta sintética resistente a óleo entre o revestimento e a tampa.
A tampa é articulada para mover-se horizontalmente e é fixada com fechaduras
adequadas que requerem o uso de uma ferramenta.
• Locais de Risco - Os gabinetes geralmente atendem algumas ou todas as seguintes
especificações: Classe I, Grupo D; Classe II, Grupos E, F e G; NEMA Tipo 7 e
NEMA Tipo 9.
1. Classe I, Grupo D - projetado para atender os requisitos de aplicação da
NEC e está de acordo com as especificações mais atuais de Underwriters
Laboratories, Inc., para locais com atmosferas que contêm gasolina, hexano,
nafta, benzina, butano, propano, álcool, acetona, benzol, vapores de solvente
de verniz ou gás natural.
2. Classe II, Grupos E, F e G - projetado para atender os requisitos de
aplicação da NEC e está de acordo com os requisitos da UL para atmosferas
que contêm pó metálico, incluindo: alumínio, magnésio e ligas comerciais; e
outros metais de risco similar: negro-de-fumo, carvão ou poeira de coque,
farinha, amido ou grãos.

Fiação de Fábrica 1. Fiação realizada antes que o produto saia da fábrica em que foi construído.
2. Comparada à Fiação de Campo.

Falha Qualquer função incorreta que interfere na operação do sistema normal.

Terra Flutuante Um circuito cujo ponto elétrico comum não está no potencial de aterramento ou no
mesmo potencial terra que o circuito está associado. Pode ocorrer uma diferença de
tensão entre o terra flutuante e o aterramento.

Força A tendência de mudar o movimento ou a posição de um objeto ao empurrá-lo ou


puxá-lo.

Carcaça O tamanho físico de um motor, geralmente consistindo nas dimensões mínimas


NEMA tipo “D” e “F”. A dimensão “D” é a distância em ¼” a partir do centro do
eixo do motor até a parte inferior da montagem. A dimensão “F” refere-se à distância
entre os centros dos furos de montagem.

5
Glossário

Freqüência O número de ciclos periódicos por unidade de tempo.

Parte Frontal A extremidade oposta ao acoplamento e à polia de acionamento (NEMA). É, às vezes,


do Motor chamado de extremidade do comutador ou extremidade oposta da polia.

Torque à Plena É o torque necessário para produzir a potência nominal em velocidade à plena carga.
Carga

Gate Elemento de controle de um SCR (retificador controlado por silicone) geralmente conhecido
como tiristor. Quando uma tensão positiva pequena é aplicada no gate momentaneamente, o
SCR conduzirá a corrente (quando o ânodo é positivo em relação ao cátodo do SCR). A
condução de corrente continua mesmo depois que o sinal do gate é removido.

Motor para Serviços Esse motor possui um projeto Classe “B”, listado e oferecido em faixas padrão com
Gerais características de operação padrão e uma construção mecânica para o uso sob condições
incomuns de serviço sem restrições a uma aplicação particular ou a um tipo particular de
aplicação (NEMA).

Contatos Secos Qualquer tipo de contato físico de chaveamento.

Hardware Componentes mecânicos, elétricos e eletrônicos.

Potência Uma medida da quantidade de trabalho que um motor pode desenvolver em um certo período
de tempo.

Motor de Indução Um motor de corrente alternada no qual o primeiro enrolamento em um membro (geralmente
um estator) é conectado à fonte de alimentação. O segundo enrolamento no outro membro
(geralmente o rotor) transporta a corrente induzida. Não há conexão elétrica física para o
segundo enrolamento, sua corrente é induzida.

Inércia É uma medida da resistência do corpo para alterações na velocidade, se o corpo estiver em
repouso ou a uma velocidade constante. A velocidade pode ser linear ou rotacional. O
momento de inércia (WK2) é o produto do peso (W) de um objeto e o quadrado do raio de
rotação (K2). O raio de rotação é uma medida de como a massa do objeto é distribuida sobre
o eixo da rotação.

Dispositivo de Um dispositivo analógico ou digital, como por exemplo um interruptor de posição, um


Entrada botão, um sensor de pressão ou de temperatura, que fornece dados de entrada através de um
circuito de entrada para um controlador lógico programável.

Intertravamento 1. Uma chave ou outro dispositivo que evita a ativação de uma parte do equipamento
quando uma porta de proteção é aberta ou alguma outra condição de risco ocorre.
2. Software que inibe a execução de outro software lógico a menos que existam condições
definidas.

Operação Um motor que nunca atinge a temperatura de equilíbrio, mas permite o resfriamento entre as
Intermitente operações. Por exemplo, o motor de um guindaste, de um guincho ou de uma máquina de
ferramentas é geralmente programado para 15 ou 30 operações intermitentes.

6
Glossário

Organização dos Padrões Uma organização que promove o desenvolvimento dos padrões internacionais.
Internacionais (ISO)

Transformador Um transformador que separa eletricamente o inversor da linha de alimentação CA.


de Isolação Um transformador de isolação oferece as seguintes vantagens:

1. Em aplicações com motor CC, protege contra aterramento inadvertido das


linhas de alimentação da planta através dos terras no circuito de armação do
motor CC.
2. Melhora a proteção de semicondutores a partir dos transientes de tensão da
linha.
3. Reduz os distúrbios de outros equipamentos de estado sólido, tais como
inversores sem transformadores de isolação, sistemas de relógios, contadores
eletrônicos, etc.

Jogging Jogging é um meio de se realizar um movimento momentâneo do motor, através do


fechamento repetido de um circuito, utilizando um simples botão ou um elemento de
contato.

Joule 1. Trabalho feito pela força de um newton agindo através de uma distância de 1
metro.
2. A energia requerida para transportar um coulomb entre dois pontos com
diferença potencial de 1 volt.

Jumper Um condutor curto com o qual se conecta dois pontos.

K 1K = 210 = 1024. Um prefixo utilizado como um múltiplo de bits, bytes ou palavras


em tamanho simbólico de um bloco de dados ou de memória. Exemplo: 2K bytes =
2048 bytes.

Relé de Retenção Um relé que mantém uma certa posição por meios mecânicos ou elétricos até que
seja liberado mecânica ou eletricamente.

Display de cristal líquido Dispositivo visual refletivo comumente utilizado em relógios digitais ou
computadores laptop.

Corrente de Fuga Em um dispositivo de chaveamento, é a corrente que continua apesar de o


dispositivo estar desligado. Isso ocorre com dispositivos de chaveamento de estado
sólido e filtros para dispositivos de chaveamento de contato seco.

LED Diodo de emissão de luz.

Interruptor de posição Uma chave elétrica ativa por alguma parte e/ou movimento de uma máquina ou
equipamento em contato com a chave.

Linha Condutor ou conjunto de condutores para transportar sinais ou potência.

Corrente de Rotor Travado Corrente de estado estacionário obtida a partir da linha com um rotor também no
estado estacionário (à tensão e freqüência nominais). Essa é a corrente ao se partir
um motor e uma carga.

Torque de Rotor Travado Torque mínimo que um motor desenvolve em descanso para todas as posições
angulares do rotor (com tensão nominal aplicada à freqüência nominal)

7
Glossário

M 1. Mega. Um prefixo utilizado com unidades de medida para designar um múltiplo de


1.000.000.

2. 1M = 220 = 1.048.576. Um prefixo utilizado como um múltiplo de bits, bytes ou


palavras em tamanho simbólico de um bloco de dados ou de memória. Exemplo: 2M
bytes = 2.097.152 bytes.

Teste com Megômetro Teste utilizado para medir uma resistência do sistema de isolação. É geralmente medido em
megaohms e testado passando-se uma alta tensão à baixa corrente através dos
enrolamentos do motor e medindo-se a resistência dos vários sistemas de isolação.

Menu Uma lista de opções, em uma tela, a partir da qual o usuário pode fazer a seleção.

Mensagem 1. Uma combinação significativa de caracteres alfa-numéricos que estabelece o conteúdo


e o formato de um relatório.
2. Em uma rede de comunicação, é a unidade de troca em uma camada da aplicação.

Microprocessador Uma unidade de processamento central fabricada em um único circuito integrado (ou em
apenas poucos circuitos integrados) utilizando-se a tecnologia de integração de larga
escala.

Modo Método selecioando de operação. Exemplo: run, test ou program

Módulo Um item intercambiável tipo “plug-in” dentro de uma grande estrutura (modular).

Motor • Motor CA - é um dispositivo que converte (fase única ou múltipla) corrente elétrica
alternada em energia mecânica. Não requer dispositivos de comutação, tais como
escovas.

• Motor CC sem Escova - é um tipo de motor CC que utiliza comutação eletrônica ao


invés de escovas (como padrão) para transferir corrente.

• Motor CC - é um dispositivo que converte corrente elétrica contínua em energia


mecânica. Requer um dispositivo de comutação, ou eletrônico ou por escovas.

• Motor CC de Imã Permanente - é um tipo de motor CC que utiliza imã permanente


para produzir um campo magnético. Possui características de torque-velocidade linear.
• Motor de Passo - é um motor CC especializado que permite posicionamento discreto
sem feedback.

Controlador de Motor, Um dispositivo ou um grupo de dispositivos que serve para controlar, de uma maneira
Acionador de Motor predeterminada, a energia elétrica transferida para um motor.

Motor de Multi-velocidade Um motor de indução que pode ter duas, três ou quatro velocidades discretas (fixas)
através da seleção de várias configurações de enrolamento do estator.

8
Glossário

NEC O Código Elétrico Nacional “Norte Americano” (National Electrical Code) são
recomendações da National Fire Protection Association e é revisado a cada três
anos. As regulamentações municipais ou estaduais podem diferir das
regulamentações do código e têm precedência das regras do NEC.

NEMA A Associação Nacional dos Fabricantes Elétricos (National Electrical


Manufacturers Association) é uma organização não comercial criada e integrada
por fabricantes de equipamentos elétricos e suprimentos. Alguns dos padrões
NEMA são: faixa de potência, velocidades, carcaças e dimensões, torques e
gabinetes.

Padrões NEMA Padrões de conformidade nos EUA para equipamentos elétricos, aprovados pelos
membros da Associação Nacional dos Fabricantes Elétricos.

Rede Uma série de estações (nós) conectadas por algum tipo de meio de comunicação.
Uma rede pode ser feita por um único link ou por vários links.

Ruído Distúrbios indesejados impostos por um sinal que tende a ocultar o conteúdo dos
dados.

Contatos Normalmente Um conjunto de contatos em um relé ou chave que são fechados quando o relé está
Fechados desenergizado ou a chave está desativada. Os contatos são abertos quando o relé é
energizado ou a chave é ativada.

Contatos Normalmente Um conjunto de contatos em um relé ou chave que são abertos quando o relé está
Abertos desenergizado ou a chave está desativada. Os contatos são fechados quando o relé é
energizado ou a chave é ativada.

Off 1. Termo utilizado para designar o estado 0 de um bit, o estado inoperante de um


dispositivo, o estado de uma chave ou circuito aberto. Designado pelo símbolo
0.
2. Oposto de On.

Off-line Descreve os equipamentos ou dispositivos que não estão sob controle direto e que
não estão controlando diretamente. Quando o equipamento está ocioso, em reparo ou
desempenhando uma tarefa sob direção própria, diz-se que está “off-line”.

On 1. Termo utilizado para designar o estado 1 de um bit, o estado operante de um


dispositivo, o estado de uma chave ou circuito fechado. Designado pelo símbolo
1.
2. Oposto de Off.

On-line Refere-se aos equipamentos ou dispositivos que estão em comunicação direta e


interativa.

Sistema de Malha Aberta Um sistema de controle que não possui meios de comparação entre a saída e a
entrada para fins de controle.

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Glossário

Dispositivo da Interface Um terminal a partir do qual um operador pode monitorar e possivelmente afetar os aspectos
de Operação da máquina ou o controle do processo.

Dispositivo de Saída 1. Para um controlador lógico programável, qualquer dispositivo de carga da


máquina/processo (tais como um solenóide ou um acionador de motor) de um circuito de
saída do controlador.
2. Para um computador, um terminal de tubo de raios catódicos ou uma impressora.

Capacidade de A habilidade que o inversor tem de suportar as correntes acima das faixas de sistemas
Sobrecarga contínuos. É normalmente especificada como uma porcentagem da corrente à plena carga por
um período especificado. A capacidade de sobrecarga é definida pela NEMA como 150% da
corrente à plena carga por um minuto, de acordo com Standard Industrial DC Motors.

Controlador CLP Controlador Lógico Programável da Rockwell Automation do Brasil

Porta Em uma rede de comunicação, o circuito lógico ou software em uma estação que determina os
parâmetros de comunicação para um determinado canal de comunicação.

Potência Trabalho realizado por unidade de tempo. Medida em HP ou Watts:


1HP = 33.000 pé-lb/min. = 746 watts.

Fator de Potência Uma medida da diferença de tempo da fase entre a tensão e a corrente em um circuito CA. É
representado pelo co-seno do ângulo dessa diferença de fase. O fator de potência é a razão da
Potência Verdadeira (kW) em relação ao total de kVA ou a razão da potência real (W) em
relação à potência aparente (VA)

Fonte de Alimentação Um dispositivo que converte a potência disponível em uma forma que o sistema pode usar -
geralmente converte potência CA em potência CC.

Velocidade A velocidade pré-selecionada se refere a uma ou mais velocidades fixas nas quais o
Pré-selecionada controlador vai operar.

Controlador Lógico Sistema de estado sólido que possui uma memória programável pelo usuário para
Programável armazenagem de instruções para implementar funções específicas, como por exemplo,
controle de E/S, lógica, temporização, contagem, geração de relatórios, comunicação,
aritmética e manipulação de arquivo de dados. Um controlador consiste de um processador
central, interface de entrada e saída e memória. Um controlador é projetado como um sistema
de controle industrial.

Protocolo Conjunto de convenções que comandam o formato e temporização de dados entre os


dispositivos de comunicação.

Pulso Uma mudança brusca na tensão, na corrente ou na iluminação.

E/S Remota E/S conectada a um controlador através de um enlace serial. Com um enlace serial, a E/S
remota pode ser colocada longe do controlador.

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Glossário

Reversão Troca da direção de rotação do motor ou do rotor. Um motor CC é revertido ao se


trocar a polaridade do campo ou da armação, mas não de ambos. Um motor CA é
revertido ao se trocar as conexões de uma perna em uma linha de alimentação
trifásica ou ao se reverter os condutores em uma linha de alimentação monofásica.

RS-232-C Um padrão EIA que especifica as características elétricas, mecânicas e funcionais


para os circuitos de comunicação binário serial em uma rede ponto-a-ponto.

RS-422 Um padrão EIA que especifica as características elétricas de circuitos de interface


digital de tensão balanceada em uma rede ponto-a-ponto.

RS-485 Um padrão EIA que especifica as características elétricas de circuitos de interface


digital de tensão balanceada em uma rede de vários pontos.

Rolagem Movimento vertical de dados em uma tela causado pela descida de uma linha com
dados exibidos para cada nova linha acrescentada na extremidade oposta.

Auto diagnóstico Uma descrição de hardware e de firmware que monitora a própria operação e indica
se ocorrer qualquer falha.

Serial Pertence à transmissão seqüencial de tempo, armazenagem ou de operações lógicas


sobre datas, utilizando os mesmos recursos para partes sucessivas.

Fator de Serviço Quando utilizado em uma placa de identificação de motor, um número que indica
quanto acima da faixa da placa de identificação um motor pode ser carregado sem
causar degradação séria (por exemplo, um motor com 1.15F.S pode produzir 15% a
mais de torque do que um com 1.0F.S) para ajustar cargas medidas como tentativa
de compensar as condições que são difíceis de medir ou definir.

Velocidade Selecionada É a velocidade desejada de operação.

Sinal É o evento ou a quantidade elétrica que passa informações de um ponto para outro.

Retificador Controlado por Chave de estado sólido, algumas vezes denominada tiristor. O SCR possui um
Silicone (SCR) ânodo, cátodo e elemento de controle denominado gate. O dispositivo possibilita
retificação controlada desde que seja controlado adequadamente pelo gate (porta). O
SCR pode rapidamente chavear grandes correntes a tensões elevadas. São pequenos
e leves.


Controlador SLC Um controlador programável da Rockwell Automation do Brasil com um nome que
inclui as letras SLC. Veja Controlador Programável.

Escorregamento A diferença entre a velocidade do campo magnético de rotação (velocidade síncrona)


e a velocidade do rotor dos motores de indução CA. Geralmente expresso como uma
porcentagem da velocidade síncrona.

Controlador SMC Um Controlador Inteligente de Motor da Rockwell Automation.

Motor para Serviço Especial Um motor com características especiais de operação ou construção mecânica
especial ou ambos, projetado para uma aplicação particular e não entra na definição
de um motor para serviço específico ou de um motor para serviço geral (NEMA).

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Glossário

Faixa de Velocidade É a velocidade mínima e máxima na qual um motor deve operar sob condições de carga de
torque variável ou constante. Uma faixa de velocidade de 50:1 para um motor com
velocidade máxima de 1800 RPM significa que o motor deve operar abaixo de 36 RPM e
permanecer dentro das especificações. Os controladores possuem maiores faixas de
velocidade controlável que os motores porque não há limitação térmica, apenas elétrica. A
faixa de velocidade controlável de um motor é limitada pela habilidade de devolver torque
de 100% abaixo da velocidade nominal sem resfriamento adicional.

Conexão Estrela 1. Ajuste dos enrolamentos da fase, em um circuito polifásico, no qual uma extremidade
de cada enrolamento de fase é conectada a uma junção comum. Em um circuito
trifásico, é às vezes chamada de conexão Y.
2. Comparada à Conexão Triângulo.

Status Condição a um determinado tempo de várias entidades dentro de um sistema. Essas


condições podem ser representadas por valores em uma linha de status.

Proteção de Pico Processo de absorver ou grampear transientes de tensão em uma linha de entrada CA ou
circuito de controle. Os varistores de óxido metálicos e redes R-C especialmente projetadas
são geralmente utilizadas para essa finalidade.

Supressão de Pico Processo de absorver ou grampear transientes de tensão em uma linha de entrada CA ou
circuito de controle. Os varistores de óxido metálicos e redes R-C especialmente projetadas
são geralmente utilizadas para essa finalidade.

Supressor de Pico Um dispositivo que atenua a magnitude de ruído elétrico.

Síncrono Um tipo de transmissão serial que mantém um intervalo constante de tempo entre os
eventos sucessivos.

Velocidade Síncrona A velocidade no campo magnético de um motor de indução CA. É determinada pela
freqüência aplicada ao estator e o número de pólos magnéticos presentes em cada fase dos
enrolamentos do estator. Matematicamente, é expressa como:
Vel. Sínc. (RPM) = 120 x Freq. Apl. (Hz)/ Nº de pólos por fase.

Marcha Lenta Uma baixa velocidade fixa, geralmente ajustável, que fornece um método conveniente para
carregar e atarraxar máquinas. Também chamada de velocidade pré-selecionada.

Alternar Para chavear alternadamente entre duas seleções possíveis.

Constante do Torque Esse parâmetro do motor fornece uma relação entre a corrente de entrada e o torque de
saída. Para cada ampére de corrente aplicado ao motor, ocorrerá uma quantidade fixa de
torque.

Controle do Torque Um método de utilizar o circuito de limitação de corrente para regular o torque ao invés da
velocidade.

Transiente Um desvio momentâneo em um sistema elétrico ou mecânico

UL Underwriters Laboratories (agência certificadora)

Trabalho Uma força movendo um objeto a uma distância. Medido em polegada-onças ou pé-libras.
Trabalho = distância dos tempos de força.

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A Rockwell Automation ajuda seus clientes a obter um melhor retorno sobre o investimento, oferecendo-lhes
marcas líderes de automação industrial e criando uma grande variedade de produtos fáceis de integrar. Esses
produtos são suportados por recursos técnicos locais disponíveis em todo o mundo, por uma rede global de
fornecedores de soluções para sistemas e pelos avançados recursos tecnológicos da Rockwell.

Representação Mundial.

África do Sul • Alemanha • Arábia Saudita • Argentina • Austrália • Áustria • Barein • Bélgica • Bolívia • Brasil • Bulgária • Canadá • Catar • Chile •
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Publicação 150-5.2PT – Junho, 1995 Ref.: 000.101.38