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JOÃO E O PÉ DE FEIJÃO

Numa época muuuuito antes da nossa, existiu João e sua mãe. Os


dois viviam uma casinha bem simples e infelizmente estavam quase sem
dinheiro. A única coisa que eles tinham era uma vaquinha branca e velha,
que nem produzia mais leite.
Certo dia a mãe disse para João:
Mãe – João, vá até o mercado da cidade e venda a vaquinha. Cuidado
com o caminho e não fale com estranhos!
João estava indo para o mercado quando passou por um homem.
Homem – Menino! Você está vendendo essa vaquinha? Lhe dou 3
feijões por ela... feijões mágicos!
João aceitou na hora e voltou correndo mostrar para a mãe o lucro que
tiveram.
Mãe – Feijões João? E agora? O que teremos para comer? – Ela
jogou os feijões pela janela – Já para cama!
João foi dormir desapontad. Quando acordou reparou uma sombra,
como se uma árvore tivesse crescido...
João – Um Pé de Feijão Mágico!
Correu até o Pé de Feijão e não acreditou, era tão alto que passava
das nuvens!
João – Eu preciso subir lá! – E foi.
Quando chegou lá encima... tinha um castelo gigante!
João foi até lá e começou a explorar o castelo.. mas e esse cheirinho.
João - Esse castelo tem que ter uma cozinha!
Quando João chegou lá viu uma mulher enorme.
Giganta – Olha só! Que pequenininho. (ouve o barulho da barriga de
João) isso tudo é fome? Venha comer um pouco para se animar!
João comeu muito! E a comida estava ótima!
(TUM TUM TUM TUM)
Giganta – Esse é meu marido e ele come pessoas como você! Melhor
se esconder.
João se escondeu debaixo do pote aonde tinha comido.
Gigante – Comida Já! Sinto cheiro de carne!
Giganta – Não é nada, pode ir para a sala que eu já levo sua comida.
O Gigante comeu, contou suas moedas de ouro e dormiu.
João vendo aquela quantidade de ouro pensou na sua pobre mãe e...
roubou varias moedas! Desceu o pé de feijão e foi de encontro com a mãe.
Viveram por um tempo sem nenhuma preocupação... mas o dinheiro
um dia acabou.
João pensou no castelo do Gigante e subiu novamente no pé de feijão.
Mas com roupas diferentes, para que a Giganta não o reconhecesse.
Quando chegou ao castelo João encontrou a Giganta.
Giganta – Olá pequenino, está perdido? Venha comer uma comida
quentinha que acabei de preparar – disse amavelmente.
(TUM TUM TUM TUM)
Giganta – Esse é meu marido! Melhor se esconder.
João se escondeu novamente debaixo do pote aonde tinha comido.
Gigante – Comida Já! Sinto cheiro de carne!
Giganta – Não é nada, pode ir para a sala que eu já levo sua comida.
O Gigante comeu.
Gigante – Traga a Galinha.
A Giganta levou para ele uma galinha que parecia normal.
Gigante – Bota!
A Galinha botou um ovo de ouro! E toda vez que o Gigante dizia:
Gigante – Bota!
A Galinha botava mais um ovo de ouro. Quando o Gigante cansou de
fazer ovos, adormeceu ali mesmo.
João não pensou duas vezes, pegou a galinha e saiu correndo!
Desceu o pé de feijão e foi de encontro com sua mãe.
Novamente tiveram uma vida boa e sem preocupações. Mas o pé de
feijão ainda estava ali... João não resistiu e subiu novamente o Pé de Feijão!
Com novas roupas, João se aproximou do castelo do Gigante.
Encontrou novamente a amável Giganta.
Giganta – Olá pequenino, está perdido? Venha comer uma comida
quentinha que acabei de preparar, só cuidado, meu marido está muito bravo
porque sumiram moedas de ouro e sua galinha – disse amavelmente.
(TUM TUM TUM TUM)
Giganta – Esse é meu marido! Melhor se esconder.
João se escondeu mais uma vez debaixo do pote aonde tinha comido.
Gigante – Comida Já! Sinto de novo aquele cheiro de carne!
Giganta – Não é nada, pode ir para a sala que eu já levo sua comida.
O Gigante comeu.
Gigante – Traga-me a harpa de ouro!
A Giganta colocou o instrumento ao seu lado.
Gigante – Toque!
A harpa tocava sozinha! João só esperou o Gigante pegar no sono,
pegou o instrumento e saiu correndo.
Mas dessa vez não foi fácil.
Harpa – Socorro! Estão me roubando!
Gigante – Volte aqui!
O Gigante correu atrás de João! João já estava acostumado com o pé
de feijão, por isso teve mais facilidade em descer dele, já o Gigante teve mais
dificuldade.
João conseguiu descer antes dele, pegou um machado e cortou o Pé
de Feijão!
O enorme pé e o Gigante caíram das alturas e João e sua mãe
estavam a salvo.
Viveram uma longa vida felizes e a salvo do gigante!

Agora sim! Sem gigantes! Essa história teve origem lá na Inglaterra e sua
versão mais antiga é a de Benjamin Tabart, lá em 1807. Faz tempo né?

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