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Santa Gertrudes de Helfta

Santa Gertrudes de Helfta (1256-1301)

monja beneditina

Exercícios 7

«Vinde a Mim, todos os que andais cansados e oprimidos, e Eu vos


aliviarei.»
A Ti, que por mim fizeste tão grandes e belas coisas, que me obrigaste a ficar ao teu serviço para sempre, que Te
darei por tão grandes benefícios? Que louvores, que ações de graças poderia oferecer-Te, ainda que me gastasse mil
vezes? O que sou eu, pobre criatura, em comparação contigo, que és a minha abundante redenção? Assim, pois,
oferecer-Te-ei por inteiro a minha alma que Tu resgataste, entregar-Te-ei o amor do meu coração. Sim, transporta a
minha vida em Ti, leva-me toda inteira em Ti e, encerrando-me em Ti, faz com que eu seja uma única coisa contigo.
Ó amor, o teu ardor divino abriu-me o doce coração do meu Jesus. Ó coração fonte de doçura, coração
transbordante de bondade, coração superabundante de caridade, coração de onde corre, gota a gota, a
benevolência, coração cheio de misericórdia [...], coração tão amado, peço-te que absorvas todo o meu coração em
ti. Pérola preciosíssima do meu coração, convida-me para o teu festim que dá vida; serve-me os vinhos da
consolação [...], a fim de que as ruínas do meu espírito se encham da tua caridade divina, e de que a abundância do
teu amor supra a pobreza e a miséria da minha alma. Ó coração amado acima de todas as coisas [...], tem piedade de
mim. Suplico-Te que a doçura da tua caridade dê coragem ao meu coração. Que, pela tua bondade, as entranhas da
tua misericórdia se comovam a meu favor; porque os meus deméritos são numerosos, e nulos são os meus méritos.
Meu Jesus, que o mérito da tua morte preciosa, que foi o único que teve o poder de compensar a dívida universal,
me redima de todo o mal que fiz [...]; que ele me atraia a Ti de maneira tão poderosa, que, totalmente transformada
pela força do teu amor divino, eu encontre graça a teus olhos. [...] E concede-me, querido Jesus, que Te ame só a Ti
em todas as coisas, que a Ti me ligue com fervor, que espere em Ti e não coloque limites à minha esperança.

Santa Gertrudis de Helfta (1256-1301)

monja benedictina

Los Ejercicios, 7

«Venid a mi todos los que estáis cansados y agobiados»

     Tú, que has hecho por mí tan grandes y bellas cosas, que me has puesto a tu servicio para siempre, ¿qué te voy a
devolver por tantos beneficios? ¿Qué alabanzas y acciones de gracias podré ofrecerte, aunque me ocupara en ello
mil veces? ¿Qué soy yo, pobre criatura, en comparación a ti, mi abundante redención? Mi alma que tú has
rescatado, te la ofreceré toda entera, te homenajearé con el amor de mi corazón. Sí, transporta mi vida en ti,
llévame contigo enteramente, encerrándome en ti, haz que no sea más que una sola cosa contigo. Oh Amor, tu ardor
divino me ha abierto el corazón dulcísimo de mi Jesús. Oh corazón fuente de dulzura, corazón desbordante de
bondad, corazón sobreabundante de caridad, corazón de donde destila, gota a gota, la benevolencia, corazón lleno
de misericordia..., corazón muy amado, te pido que absorbas mi corazón todo entero en ti. Perla muy amada de mi
corazón, invítame a tus banquetes que dan la vida; derrama para mi los vinos de tu consolación...para que la ruindad
de mi espíritu se llene de tu caridad divina, y la abundancia de tu amor supla la pobreza y la miseria de mi alma. Oh
corazón amado por encima de todo..., ten piedad de mi. Te suplico que la dulzura de tu caridad vuelva valiente mi
corazón. Hazme la gracia de que las entrañas de tu misericordia se conmuevan en mi favor, porque
desgraciadamente, mis bajezas son numerosas, mis méritos son nulos. Mi Jesús, que el mérito de tu muerte
preciosa, me perdone todo lo que he cometido de mal...; que me atraiga hacia ti tan fuertemente que transformada
totalmente por la fuerza de tu amor divino, encuentre gracia a tus ojos... Y dame, oh mi querido Jesús, amarte a ti
solo en todas las cosas y por encima de todas las cosas, me ligue a ti con fervor, espere en ti y no ponga ningún límite
a mi esperanza.

Santa Gertrudes de Helfta (1256-1301)

monja beneditina
Exercícios VII, SC 127

Terei de dar contas a Cristo


Eis que os meus pecados me causam vivo temor, que as minhas omissões me enchem de profunda vergonha, que a
dissipação da minha vida suscita em mim grande receio. Temo o exame futuro em que terei de dar contas a Cristo, o
homem nobre. Se Ele quisesse exigir de mim o tempo que me confiou em depósito, e a inteligência, esse talento que
me confiou para dar juros, eu ficaria sem resposta para Lhe dar. Que poderia eu fazer? Para onde me voltaria? Não
sei cultivar a terra; de mendigar, tenho vergonha (cf Lc 16,3). Ó Ternura! Ternura! Abre a tua boca e que o teu doce
conselho me reconforte a alma. Pela tua graça, responde-me: que decidirás fazer-me nesta conjuntura, Tu que,
segundo o teu nome, és um coração verdadeiramente terno, e sabes perfeitamente o que nesta conjuntura me
convém. Pela tua graça, perdoa-me e vem em meu socorro; não me olhes com indiferença nesta tribulação. Deixa-Te
comover pela pobreza do meu espírito e, com o coração tocado pela compaixão, diz-me na tua bondade: «Façamos,
tu e Eu, bolsa comum» (cf Prov 1,14). Ó Ternura! Ternura! Não tens em Ti tantas e tão belas riquezas, que o céu e a
terra não chegam para contê-las? Tu levaste o meu Jesus a dar a sua alma pela minha alma, a sua pela minha vida;
dessa maneira, tornaste meu tudo o que é seu e assim, pela sua abundância, fizeste crescer os recursos do pobre.
Pela tua graça, convoca a minha famélica alma às tuas liberalidades, a fim de que eu viva plenamente das tuas
riquezas e, por Ti criada e por Ti alimentada, não fraqueje no serviço do Senhor, até que, sob a sua orientação,
regresse ao meu Deus e entregue o espírito Àquele que mo deu (cf Ecle 12,7).

Santa Gertrudes de Helfta (1256-1301)

monja beneditina

Exercícios VII, SC 128

Pela virtude da tua cruz, devolve-me a vida


Ó Sabedoria, o jogo que tu jogas! Com que artifícios ludibrias o meu Jesus! Despojas o Rei da glória, fazendo dele um
espetáculo de desprezo. Fazes depender do cadafalso o resgate do mundo. Só tu pesas e aprecias o valor deste
mistério, que paga a dívida de toda a prevaricação. Tu elevas Aquele que é a vida de todos, a fim de que, atraindo-os
a Ele na sua morte (cf Jo 12,32), Ele a todos vivifique. Ó Amor sapiente, que amálgama compões para pôr termo à
ruína unversal! Que curativo utilizas para curar a ferida de todos! Ó amor, a tua prudência vem em socorro daqueles
que estavam perdidos. Tu condenas o Justo a fim de salvar o infeliz culpado. Ó Amor sapiente, a tua sentença é a
cura dos infelizes. Tu defendes a causa da paz. Tu exerces a misericórdia que intercede por nós. Tu, em desígnio
prudente, acorres à angústia de todos pela vontade benevolente da tua clemência. Tu pões fim à universal miséria
pela obra gloriosa da tua misericórdia. Ó amor, a tua descoberta é ocasião de salvação para os perdidos. Eis, ó
Sabedoria, que se abriu o celeiro da bondade. Pela tua graça, olha para mim, o réu que bate à porta da tua caridade.
Pela tua graça, preenche os farrapos da minha indigência com a bênção da tua doçura. Eis que diante de Ti se
oferece o cálice vazio do meu desejo (cf Sl 37.10). Que, pela tua graça, se abra a fechadura da tua plenitude. Pela tua
graça, não me trates segundo os meus pecados, não me castigues segundo as minhas iniquidades (Sl 102,10), meu
Jesus. Pela tua graça, tal como me foste verdadeiramente propício pelo teu sangue, devolve-me a vida pela virtude
da tua preciosa cruz.

Santa Gertrudes de Helfta (1256-1301)

monja beneditina

Exercícios I, SC 127

«Os seus anjos, no Céu, vêem constantemente a face de meu Pai que está no
Céu» (Mt 18,10)
Pede com fervor ao Senhor Jesus que imponha sobre ti a sua mão, a fim de habitares para sempre sob a guarda do
Altíssimo e permaneceres sob a proteção do Deus do Céu (cf Sl 90,1). [...] Ah, Jesus, Príncipe da Paz, Anjo do grande
conselho, deixa-Te estar sempre à minha direita como guia e protetor da minha peregrinação, a fim de eu não ser
abalada e não me perder longe de ti. Digna-Te enviar do Céu o teu santo anjo, que sob a tua proteção cuide de mim,
me dirija segundo a tua vontade e me leve a Ti pelo caminho perfeito (Ex 23,20). Ave, santo anjo de Deus, guardador
da minha alma e do meu corpo. Pelo dulcíssimo coração de Jesus, Filho de Deus, por amor daquele que nos criou a
ambos, por amor daquele que, no batismo, me confiou a ti, recebe-me na proteção da tua fidelíssima paternidade.
Possa eu, ajudada por ti, percorrer por uma via imaculada a torrente desta vida, até ao dia em que, contigo na
alegria, for admitida a contemplar essa face que tu vês, a delicada beleza de Deus, cuja doçura ultrapassa toda a
suavidade. Ah, Jesus, meu Pastor tão cordialmente amado, faz com que eu, tua ovelhinha indigna, siga sempre e
reconheça a tua voz dulcíssima e, difundindo o suavíssimo odor de uma fé viva, corra para as pastagens da vida
eterna, onde poderei experimentar o repouso eterno e verificar que és verdadeiramente suave, ó meu Senhor.

Santa Gertrudes de Helfta (1256-1301)

monja beneditina

O Arauto, livro III, SC 143

O coração divino atraído pela nossa miséria


Certo dia, na sua [de Gertrudes] meditação, tomou consciência da sua miséria interior, o que lhe provocou um tal
desprezo por si própria que, ansiosa e perturbada, se perguntou como poderia agradar a Deus, que via todas as suas
manchas, porque onde ela descobria apenas uma, o olhar divino e penetrante percebia uma infinidade. Recebeu a
consolação com a seguinte resposta divina: «O amor torna amável o amado». Compreendeu então que, se neste
mundo, entre os homens, o amor tem tanta força que a própria fealdade agrada ao amante por causa do amor que
lhe tem, chegando a fazer-lhe desejar, por amor, assemelhar-se ao amado, como poderia ela duvidar de que Aquele
que é Deus-caridade pudesse, em virtude do amor, tornar amável aquele que ama? [...] Doutra vez, a memória das
suas culpas passadas lançou-a em tal confusão que apenas queria esconder-se para sempre; e eis que o Senhor Se
inclinou para ela com tal reverência que toda a corte celeste, como que tomada de espanto, se empenhou em O
conter; ao que o Senhor respondeu: «Não posso deixar de ir ter com aquela que puxa pelo meu coração divino com
as sólidas cordas da humildade».

Santa Gertrudis, Libro de las Insinuaciones de la divina piedad (Lib 2, 23,


1.3.5.8.10: SC 139, 330-340)
Tuviste sobre mí designios de paz y no de aflicción

Que mi alma te bendiga, Dios y Señor, mi creador, que mi alma te bendiga y, de lo más íntimo de mi ser, te alabepor
tus misericordias, con las que inmerecidamente me ha colmado tu bondad.

Te doy gracias, con todo mi corazón, por tu inmensa misericordia y alabo, al mismo tiempo, tu paciente bondad, la
cual puse a prueba durante los años de mi infancia y niñez, de mi adolescencia y juventud, hasta la edad de casi
veintiséis años, ya que pasé todo este tiempo ofuscada y demente, pensando, hablando y obrando, siempre que
podía, según me venía en gana —ahora me doy cuenta de ello—, sin ningún remordimiento de conciencia, sin
tenerte en cuenta a ti, dejándome llevar tan sólo por mi natural detestación del mal y atracción hacia el bien, o por
las advertencias de los que me rodeaban, como si fuera una pagana entre paganos, como si nunca hubiera
comprendido que tú, Dios mío, premias el bien y castigas el mal; y ello a pesar de que desde mi infancia,
concretamente desde la edad de cinco años, me elegiste para entrar a formar parte de tus íntimos en la vida
religiosa.

Por todo ello, te ofrezco en reparación, Padre amantísimo, todo lo que sufrió tu Hijo amado, desde el momento en
que, reclinado sobre paja en el pesebre, comenzó a llorar, pasando luego por las necesidades de la infancia, las
limitaciones de la edad pueril, las dificultades de la adolescencia, los ímpetus juveniles, hasta la hora en que,
inclinando la cabeza, entregó su espíritu en la cruz, dando un fuerte grito. También te ofrezco, Padre amantísimo,
para suplir todas mis negligencias, la santidad y perfección absoluta con que pensó, habló y obró siempre tu
Unigénito, desde el momento en que, enviado desde el trono celestial, hizo su entrada en este mundo hasta el
momento en que presentó, ante tu mirada paternal, la gloria de su humanidad vencedora.

Llena de gratitud, me sumerjo en el abismo profundísimo de mi pequeñez y alabo y adoro, junto con tu misericordia,
que está por encima de todo, aquella dulcísima benignidad con la que tú, Padre de misericordia, tuviste sobre mí,
que vivía tan descarriada, designios de paz y no de aflicción, es decir, la manera como me levantaste con la multitud
y magnitud de tus beneficios. Y no te contentaste con esto, sino que me hiciste el don inestimable de tu amistad y
familiaridad, abriéndome el arca nobilísima de la divinidad, a saber, tu corazón divino, en el que hallo todas mis
delicias.

Más aún, atrajiste mi alma con tales promesas, referentes a los beneficios que quieres hacerme en la muerte y
después de la muerte, que, aunque fuese éste el único don recibido de ti, sería suficiente para que mi corazón te
anhelara constantemente con una viva esperanza.

Santa Gertrudes de Helfta (1256-1301)

monja beneditina

Exercícios 7

«VINDE A MIM, TODOS OS QUE ANDAIS CANSADOS E OPRIMIDOS,


E EU VOS ALIVIAREI.»
A Ti, que por mim fizeste tão grandes e belas coisas, que me obrigaste a ficar ao teu serviço para sempre, que Te
darei por tão grandes benefícios? Que louvores, que ações de graças poderia oferecer-Te, ainda que me gastasse mil
vezes? O que sou eu, pobre criatura, em comparação contigo, que és a minha abundante redenção? Assim, pois,
oferecer-Te-ei por inteiro a minha alma que Tu resgataste, entregar-Te-ei o amor do meu coração. Sim, transporta a
minha vida em Ti, leva-me toda inteira em Ti e, encerrando-me em Ti, faz com que eu seja uma única coisa contigo.
Ó amor, o teu ardor divino abriu-me o doce coração do meu Jesus. Ó coração fonte de doçura, coração
transbordante de bondade, coração superabundante de caridade, coração de onde corre, gota a gota, a
benevolência, coração cheio de misericórdia [...], coração tão amado, peço-te que absorvas todo o meu coração em
ti. Pérola preciosíssima do meu coração, convida-me para o teu festim que dá vida; serve-me os vinhos da
consolação [...], a fim de que as ruínas do meu espírito se encham da tua caridade divina, e de que a abundância do
teu amor supra a pobreza e a miséria da minha alma. Ó coração amado acima de todas as coisas [...], tem piedade de
mim. Suplico-Te que a doçura da tua caridade dê coragem ao meu coração. Que, pela tua bondade, as entranhas da
tua misericórdia se comovam a meu favor; porque os meus deméritos são numerosos, e nulos são os meus méritos.
Meu Jesus, que o mérito da tua morte preciosa, que foi o único que teve o poder de compensar a dívida universal,
me redima de todo o mal que fiz [...]; que ele me atraia a Ti de maneira tão poderosa, que, totalmente transformada
pela força do teu amor divino, eu encontre graça a teus olhos. [...] E concede-me, querido Jesus, que Te ame só a Ti
em todas as coisas, que a Ti me ligue com fervor, que espere em Ti e não coloque limites à minha esperança.

Santa Gertrudis de Helfta (1256-1301)

monja benedictina

Los Ejercicios, 7

«VENID A MI TODOS LOS QUE ESTÁIS CANSADOS Y AGOBIADOS»

     Tú, que has hecho por mí tan grandes y bellas cosas, que me has puesto a tu servicio para siempre, ¿qué te voy a
devolver por tantos beneficios? ¿Qué alabanzas y acciones de gracias podré ofrecerte, aunque me ocupara en ello
mil veces? ¿Qué soy yo, pobre criatura, en comparación a ti, mi abundante redención? Mi alma que tú has
rescatado, te la ofreceré toda entera, te homenajearé con el amor de mi corazón. Sí, transporta mi vida en ti,
llévame contigo enteramente, encerrándome en ti, haz que no sea más que una sola cosa contigo. Oh Amor, tu ardor
divino me ha abierto el corazón dulcísimo de mi Jesús. Oh corazón fuente de dulzura, corazón desbordante de
bondad, corazón sobreabundante de caridad, corazón de donde destila, gota a gota, la benevolencia, corazón lleno
de misericordia..., corazón muy amado, te pido que absorbas mi corazón todo entero en ti. Perla muy amada de mi
corazón, invítame a tus banquetes que dan la vida; derrama para mi los vinos de tu consolación...para que la ruindad
de mi espíritu se llene de tu caridad divina, y la abundancia de tu amor supla la pobreza y la miseria de mi alma. Oh
corazón amado por encima de todo..., ten piedad de mi. Te suplico que la dulzura de tu caridad vuelva valiente mi
corazón. Hazme la gracia de que las entrañas de tu misericordia se conmuevan en mi favor, porque
desgraciadamente, mis bajezas son numerosas, mis méritos son nulos. Mi Jesús, que el mérito de tu muerte
preciosa, me perdone todo lo que he cometido de mal...; que me atraiga hacia ti tan fuertemente que transformada
totalmente por la fuerza de tu amor divino, encuentre gracia a tus ojos... Y dame, oh mi querido Jesús, amarte a ti
solo en todas las cosas y por encima de todas las cosas, me ligue a ti con fervor, espere en ti y no ponga ningún límite
a mi esperanza.

Santa Gertrudes de Helfta 

«Senhor, que eu veja»

Comentário do dia 
Santa Gertrudes de Helfta (1256-1301), monja beneditina 
Exercícios, n°6
«Senhor, que eu veja»

Em ti, ó Deus vivente, o meu coração e a minha carne estremeceram e a minha alma se alegrou em ti, minha
salvação verdadeira (Sl 83,3). Quando Te verão os meus olhos, Deus dos deuses, meu Deus? Deus do meu coração,
quando me alegrarás com a visão da doçura da Tua face? Quando preencherás o desejo da minha alma pela
manifestação da Tua glória?
     
Meu Deus, Tu és a minha herança, escolhida entre todos, minha força e minha glória! Quando entrarei no Teu poder
para ver a Tua força e a Tua glória? Quando então, em vez do espírito de tristeza, me revestirás do manto de louvor
(Is 61,10) para que, unida aos anjos, todos os meus membros Te ofereçam um sacrifício de aclamação (Sl 26,6)? Deus
da minha vida, quando entrarei no tabernáculo da Tua glória, a fim de cantar em presença de todos os santos e
proclamar de alma e coração que as Tuas misericórdias por mim foram magníficas (Sl 70,16)? Quando se quebrará o
fio desta morte, para que a minha alma possa ver-Te sem intermediários? (Gn 19,19) [...]

Quem se saciará à vista da Tua claridade? Como poderá o olho bastar para ver e o ouvido para ouvir na admiração
da glória da Tua face?

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Leer el comentario del Evangelio por 


Santa Gertrudis de Helfta (1256-1301), monja benedictina 
Ejercicios, n°6; SC 127

«Maestro, que pueda ver»

        En ti, Oh Dios vivo, mi corazón y mi carne se estremece, y mi alma se regocija en ti, mi verdadera salvación.
¿Cuándo te verán mis ojos, Dios de los dioses, Dios mío? ¿Dios de mi corazón, cuándo me regocijarás con la visión de
la dulzura de tu rostro? ¿Cuándo colmarás el deseo de mi alma con la manifestación de tu gloria?

        ¡Dios mío, tu eres mi herencia escogida de entre todos, mi fuerza y mi gloria! ¿Cuándo entraré en tu
omnipotencia para ver tu fuerza y tu gloria? ¿Cuándo en lugar del espíritu de tristeza me revestirás con el manto de
la alabanza, para que unida a los ángeles, todos mi ser te ofrezca un sacrificio de aclamación?

        ¿Dios de mi vida, cuándo entraré en el tabernáculo de tu gloria, para poder cantarte en presencia de todos los
santos, y proclamar con el alma y el corazón que tus misericordias para conmigo han sido magníficas? ¿Cuándo se
romperá la red de esta muerte, para que mi alma pueda verte sin intermediario?... ¿Quién resistirá a la vista de tu
claridad? ¿Cómo podrá verte el ojo y oírte la oreja, contemplando la gloria de tu rostro?

(Referencias bíblicas: Sal. 83,3; Sal. 70,16; Lc 1,47; Is 61,10; Sal. 26,6; Gn 19,19)  

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Santa Gertrudes de Helfta 


«O próprio David chama-Lhe Senhor»

Comentário do dia 
Santa Gertrudes de Helfta (1256-1301), monja beneditina 
Exercícios, Nº 3; SC 129
«O próprio David chama-Lhe Senhor»

Quem é semelhante a Ti, meu Senhor Jesus Cristo, meu doce amor, tão imenso e grandioso, e que atende às coisas
mais humildes (Sl 112,6)? Quem entre os deuses é como Tu, ó Senhor (Ex 15,11), Tu que escolheste as coisas fracas
deste mundo (1 Co 1,27)? Quem é como Tu, que fizeste os céus e a terra [...], e queres encontrar as Tuas delícias
com os filhos dos homens (Prov 8,31)? Como é a Tua grandeza, ó Rei dos reis e Senhor dos senhores (1 Tim 6,15), Tu
que comandas os astros e pões sobre o homem o Teu coração (Job 7,17)? Quem és Tu, que tens à Tua direita as
riquezas e a glória (Prov 3,16)? [...] Ó amor, até onde abaixas a Tua majestade? Amor, aonde conduzes a fonte da
sabedoria (Prov 18,4)? Certamente até ao abismo da miséria. [...]

«Vem, vem, vem»: eu venho, eu venho, eu venho a Ti, amoroso Jesus, que tenho amado, procurado, desejado. Por
causa da Tua bondade, da Tua compaixão e do Teu amor, amando-Te com todo meu coração, com toda a minha
alma, com todas as minhas forças (Lc 10,27), eu me rendo ao Teu apelo.

http://evangeliodeldia.org/main.php?language=PT&module=commentary&localdate=20120608

Leer el comentario del Evangelio por 


Santa Gertrudis de Helfta (1256-1301), monja benedictina 
Ejercicios, n°3; SC 129

David le llama Señor

        ¿Quién se asemeja a ti, mi Señor Jesucristo, mi dulce amor, altísimo e inmenso, y que te fijas en los
humildes?  ¿Quién se asemeja a ti entre los poderosos, Señor, tú que escoges lo más débil del mundo? Quién como
tú, que formaste el cielo y la tierra...

        ¿Y quién quiere encontrar tus delicias con los niños de los hombres? ¿Cuál es tu grandeza, Oh Rey de reyes y
Señor de los señores? ¿Tú que mandas a los astros y que acercas tu corazón al hombre? ¿Quién eres, tú que tienes a
tu derecha las riquezas y la gloria?... ¿Oh amor, hasta dónde inclinas tu majestad? ¿Amor a dónde conduces la
fuente de la sabiduría? Ciertamente hasta el abismo de la miseria...

        "Ven, ven, ven ": vengo, vengo, vengo a ti, Jesús amadísimo, tu al que amé, al que busqué, al que deseé. A causa
de tu dulzura, a causa de tu compasión y a causa de tu caridad, queriéndote con todo mi corazón, con toda mi alma,
con toda mi fuerza, me rindo a tu llamada.

(Referencias bíblicas: Sal. 112,6; Ex 15,11; 1Co 1,27; Pr 8,31; 1Tm 6,15; Jb 7,17; Pr 3,16; 18,4; Lc 10,27)

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Santa Gertrudes de Helfta 

«Quando vires isto,  ficarás radiante de alegria» (Is 60,5)

omentário do dia 
Santa Gertrudes de Helfta (1256-1301), monja beneditina 
Exercícios, nº 6
«Quando vires isto,  ficarás radiante de alegria» (Is 60,5)
Que grande será a minha alegria, meu Deus, que grande será o meu gozo, que grande será o meu júbilo, quando Tu
me revelares a beleza da Tua divindade e a minha alma Te vir face a face! [...] Então tu, minha alma, «verás e viverás
em abundância, o teu coração maravilhar-se-á e dilatar-se-á, quando receberes uma multitude de riquezas», delícias
e a magnificência da glória «deste mar» imenso da Trindade, digno para sempre de adoração; quando «vier a ti o
poder das nações» que «o Rei dos reis e o Senhor dos senhores» (Is 60,5; 1Tm 6,15), com a força do Seu braço,
retirou da mão do inimigo para Si; quando a torrente da misericórdia e a caridade divina te cobrir. [...]

Então, o cálice da visão ser-te-á apresentado e tu embriagar-te-ás (cf Sl 22,5 Vulg) — é o cálice embriagador e
sublime da glória da face divina. Beberás do «rio das delícias» (Sl 36,9) de Deus, quando a própria fonte da luz te
preencher eternamente com a Sua plenitude. Então verás os céus repletos da glória de Deus que neles vive e esse
Astro virginal, que depois de Deus ilumina todo o céu com a sua luz tão pura [Maria], e as obras admiráveis dos
dedos de Deus [os santos: Gn 2,7], e «essas estrelas da manhã» que estão sempre diante da face de Deus com muita
alegria e que O servem [os anjos: Jb 38,7; Tb 12,15].

Deus do meu coração e minha herança de eleição (cf Sl 73,26), durante quanto tempo ficará ainda a minha alma
frustrada sem a presença da Tua dulcíssima face? [...] Por favor, faz-me ir depressa para junto de Ti, Deus, «fonte de
vida» (Sl 37,10), a fim de que, em Ti, eu possa receber a vida eterna para sempre. Bem depressa «faz brilhar sobre
mim a Tua face» (Sl 31,17) para que, na alegria, eu Te veja cara a cara. Depressa, oh, depressa, mostra-Te Tu mesmo
a mim, para que eternamente me regozije em Ti na felicidade.

http://evangeliodeldia.org/main.php?language=PT&module=commentary&localdate=20120215

Leer el comentario del Evangelio por 


Santa Gertrudis de Helfta (1256-1301), monja benedictina 
Ejercicios espirituales, n°6; SC 127

"Entonces lo verás, y quedarás radiante " (Is 60,5)

    ¿Cuál será mi felicidad, Dios mío, cuál será mi alegría, cuál será mi júbilo, cuando me descubras la belleza de tu
divinidad y cuando mi alma te vea cara a cara?... Entonces, alma mía, " verás y estarás en la abundancia, tu corazón
se  admirará y se dilatará, cuando recibas multitud de riquezas ",de delicias, y la magnificencia de la gloria " de este
mar " inmenso de la Trinidad, digna para siempre de adoración; cuando " recibas la fuerza de las naciones " que " el
Rey de reyes y el Señor de los señores " (Is 60,5; 1Tm 6,15), por la fuerza de su brazo, ha librado de la mano del
enemigo; cuando te cubras de inmensa misericordia y caridad divina ...

    Entonces la copa de la visión te será presentada y te embriagarás (Sal. 22,5 tipos de Vulg) - es la copa
embriagadora y sublime de la gloria del rostro divino. Beberás " del torrente de las delicias " (Sal. 35,9) de Dios
cuando la misma fuente de la luz te colme eternamente de su plenitud. Entonces verás los cielos totalmente llenos
de la gloria del Dios que los habita, y este Astro virginal que, después de Dios, ilumina todo el cielo de su luz purísima
[María], y las obras admirables de los dedos de Dios [los santos: Gn 2,7] y " estas estrellas de la mañana " que
siempre están ante el rostro de Dios con tanta alegría y que lo sirven [los ángeles: Jb 38,7; Tb 12,15].

    ¿Dios de mi corazón y mi herencia elegida (Sal. 72,26), por desgracia, cuánto tiempo todavía mi alma se verá
privada de la presencia de tu rostro tan dulce?... Por gracia, hazme ir rápidamente hacia ti, Dios " fuente de vida "
(Sal. 36,10), con el fin de que en ti tenga la vida eterna para siempre. Rápidamente " muéstrame tu rostro " (Sal.
30,17) con el fin de que felizmente te vea cara a cara. Rápido, sí, rápidamente, muéstrateme tú mismo, con el fin de
que me regocije en ti, en la dicha, eternamente.

http://evangeliodeldia.org/main.php?language=SP&module=commentary&localdate=20120215

Santa Gertrudes de Helfta 


«Observavam-No, [...] a fim de O poderem acusar»

Comentário do dia 
Santa Gertrudes de Helfta (1256-1301), monja beneditina 
Exercícios, nº 7
«Observavam-No, [...] a fim de O poderem acusar»

Na hora da oração coloca-te na presença da paz e do amor [...]; oh paz de Deus, que ultrapassas toda a inteligência
(Fl 4,7), doce e agradável, suave e preferível a tudo, em todo o lado onde penetras reina uma segurança
imperturbável. Só tu tens o poder de pôr freio à cólera do soberano; tu ornas o trono do rei com a tua clemência;
iluminas o reino da glória com a piedade e a misericórdia. Pela tua graça toma a teu cargo a minha causa, de mim
que sou culpada e indigente. [...] Eis que já o credor bate à porta [...]; não é prudente da minha parte falar-lhe, pois
não tenho como pagar a minha dívida. Mui doce Jesus, minha paz, por quanto tempo permanecerás silencioso? [...]
Pela Tua graça, pelo menos agora fala por mim, dizendo estas palavras caridosas: «Eu te resgatarei». Tu que és
seguramente o refúgio de todos os pobres. Não passas ao pé de ninguém sem lhe dares a salvação. Tu nunca
deixaste partir aquele que se refugia junto de Ti sem que fique reconciliado. [...]

Pela Tua graça, meu amor, meu Jesus, nesta hora do dia foste flagelado por mim, coroado de espinhos,
lamentavelmente coberto de sofrimentos. Tu és o meu verdadeiro rei, para além de Ti não conheço ninguém. Tu
fizeste-Te opróbrio dos homens, abjecto e repugnante como um leproso (cf Is 53,3) até a própria Judeia se recusar a
reconhecer-Te como Seu rei (Jo 19,14-15). Por Tua graça, que pelo menos eu Te reconheça como meu rei! Meu
Deus, dá-me esse inocente, tão ternamente amado, o meu Jesus, que por mim «pagou» tão plenamente «aquilo que
não tinha roubado» (Sl 68,5); dá-Mo, para que Ele seja o apoio da minha alma. Que eu O receba no meu coração;
que, pela amargura das Suas dores e da Sua Paixão, Ele reconforte o meu espírito. [...]

E tu, paz de Deus, sê a amarra querida que me acorrenta para sempre a Jesus. Sê o sustentáculo da minha força [...],
para que eu não seja senão «um só coração e uma só alma» com Jesus (Act 4,32). [...] Por ti, ficarei para sempre
ligada ao meu Jesus.

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Santa Gertrudis de Helfta (1256-1301), monja benedictina 
Ejercicios, n° 7; SC 127

«Observaban a Jesús... para acusarlo»

        A la hora de la oración, ponte en presencia de la paz y del amor: ¡Oh paz de Dios que sobrepasas todo
sentimiento! (Fl 4,7), paciente y agradable, dulce y preferible a todo, por donde penetras, reina una seguridad
imperturbable. Sólo tú, tienes el poder de frenar la cólera del soberano; adornas el trono del rey con clemencia;
iluminas el reino de la gloria con piedad y misericordia.
        Por favor, encárgate de mi causa, yo, el culpable y el indigente... Que el acreedor está ya a la puerta... no es
prudente hablarle, ya que no tengo con qué pagar mi deuda. ¿Dulce Jesús, mi paz, cuánto tiempo estarás en
silencio?... Por favor, ahora, por lo menos, habla por mí, diciendo esta palabra caritativa: " Yo, la rescataré". Tú, tu
eres ciertamente el refugio de todos los pobres. No pasas cerca de nadie sin salvarlo. Tú, jamás dejaste irse al que se
había refugiado cerca de tuyo, sin que fuera reconciliado...
        Por favor, mi amor, mi Jesús, a esta hora del día, fuiste flagelado por mí, coronado de espinas, abrevado
lamentablemente por sufrimientos. Eres mi verdadero rey, fuera de ti no conozco otro. Te hiciste el oprobio de los
hombres, despreciado y rechazado como un leproso (Is 53,3), hasta en Judea se niegan a reconocerte como su rey
(Jn 19,14-15). ¡Por tu gracia, que yo, por lo menos, te reconozca como mi rey! Dios mío, dame esta inocencia, tan
tiernamente deseada, mi Jesús, que "pagaste" tan plenamente por mí, «lo que no habías robado " (Sal. 68,5);
dámelo para que sea el apoyo de mi alma. Qué la reciba en mi corazón; qué por la amargura de sus dolores y de su
Pasión reconforte mi espíritu...
        Y tú, paz de Dios, eres el amado lazo que me encadena para siempre a Jesús. Eres el apoyo de mi fuerza..., a fin
de que sea "un solo corazón y una sola alma" con Jesús (Hch. 4,32)... Por ti, permaneceré atado para siempre a mi
Jesús.

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Santa Gertrudes de Helfta 

«Aí vem o noivo, ide ao seu encontro!»

Comentário do dia 
Santa Gertrudes de Helfta (1256-1301), monja beneditina 
Exercícios, n°5
«Aí vem o noivo, ide ao seu encontro!»

Meu Deus, minha suave Noite, quando para mim chegar a noite desta vida, faz com que adormeça docemente em Ti,
e experimente esse feliz descanso que preparaste para os que Te são queridos. Que o olhar calmo e gracioso do Teu
amor ordene e disponha com bondade os preparativos para as minhas núpcias. Que a abundância da Tua bondade,
cubra [...] a pobreza da minha vida indigna; que a minha alma habite nas delícias da Tua caridade numa confiança
profunda.

Ó amor, sê então para mim uma noite tão bela, que a minha alma diga com júbilo e alegria ao meu corpo um suave
adeus e que o meu espírito, voltando ao Senhor, repouse em paz à Tua sombra. Então dir-me-ás claramente [...]: «Aí
vem o Noivo: sai agora e une-te a Ele mais intimamente, a fim de te deleitares com a glória do Seu rosto». [...]

Quando, quando Te mostrarás, para que Te veja e acorra com deleite a essa fonte viva que és Tu, meu Deus? (Is
12,3) Então beberei, inebriar-me-ei na abundância da doçura dessa fonte viva, que brota das delícias da face
Daquele que a minha alma deseja (Sl 41,3). Ó doce presença, quando me preencherás de Ti? Então entrarei no
santuário admirável, até à contemplação de Deus (Sl 41,5); para já, estou apenas à entrada, e o meu coração geme
pela duração do meu exílio. Quando me saciarás de alegria com a Tua suave presença? (Sl 15,11) Então contemplarei
e abraçarei o verdadeiro Esposo da minha alma, o meu Jesus. [...] Aí conhecer-me-ei como sou conhecida (1Co
13,12), amarei como sou amada; deste modo ver-Te-ei, meu Deus, tal como és (1Jo 3,2), na Tua visão, no Teu gozo e
na Tua bem-aventurada posse para sempre.

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Santa Gertrudis de Helfta (1256-1301), monja benedictina 
Ejercicios, n° 5; SC 127

«¡Qué llega el esposo! salid a recibirlo!»

        Mi Dios, mi dulce Noche, cuando me llegue la noche de esta vida, hazme dormir dulcemente en ti, y
experimentar el feliz descanso que has preparado para aquellos que tú amas. Que la mirada tranquila y graciosa de
tu amor, organice y disponga con bondad, los preparativos para mi boda. Con la abundancia de tu amor, cubre... la
pobreza de mi vida indigna; que mi alma habite en las delicias de tu amor, con una profunda confianza.
        ¡Oh amor, eres para mi una noche hermosa, que mi alma diga con gozo y alegría a mi cuerpo un dulce adiós, y
que mi espíritu, volviendo al Señor que me lo dio, descanse en paz   bajo tu sombra. Entonces me dirás claramente...
"Que viene el Esposo: sal ahora y únete a él íntimamente, para que te regocijes en la gloria de su rostro" ...
        ¿Cuándo, cuándo te me mostrarás, para que te vea y dibuje en mi, con deleite, esta fuente de vida que tú eres,
Dios mío? (Isaías 12,3) Entonces beberé, me embriagaré en la abundante dulzura de esta fuente de vida de donde
brotan las delicias de aquel que mi alma desea (Sal 41,3) ¡Oh, dulce rostro, ¿cuándo me colmarás de ti? Así entraré
en el admirable santuario, hasta la visión de Dios (Sal 41,5); no estoy más que a la entrada, y mi corazón gime por la
larga duración de mi exilio. ¿Cuándo me llenarás de alegría en tu rostro dulce? (Salmo 15,11) Entonces contemplaré
y abrazaré al verdadero Esposo de mi alma, mi Jesús... Entonces conoceré como soy conocida (1 Corintios 13,12),
amaré como soy amada; entonces te veré, Dios mío, tal como eres (1 Jn ,:2), en tu visión, tu felicidad y tu posesión
bienaventurada por los siglos.

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Santa Gertrudes de Helfta 

«Aí vem o noivo, ide ao seu encontro!»

Comentário do dia 
Santa Gertrudes de Helfta (1256-1301), monja beneditina 
Exercícios, n°5
«Aí vem o noivo, ide ao seu encontro!»

Meu Deus, minha suave Noite, quando para mim chegar a noite desta vida, faz com que adormeça docemente em Ti,
e experimente esse feliz descanso que preparaste para os que Te são queridos. Que o olhar calmo e gracioso do Teu
amor ordene e disponha com bondade os preparativos para as minhas núpcias. Que a abundância da Tua bondade,
cubra [...] a pobreza da minha vida indigna; que a minha alma habite nas delícias da Tua caridade numa confiança
profunda.

Ó amor, sê então para mim uma noite tão bela, que a minha alma diga com júbilo e alegria ao meu corpo um suave
adeus e que o meu espírito, voltando ao Senhor, repouse em paz à Tua sombra. Então dir-me-ás claramente [...]: «Aí
vem o Noivo: sai agora e une-te a Ele mais intimamente, a fim de te deleitares com a glória do Seu rosto». [...]

Quando, quando Te mostrarás, para que Te veja e acorra com deleite a essa fonte viva que és Tu, meu Deus? (Is
12,3) Então beberei, inebriar-me-ei na abundância da doçura dessa fonte viva, que brota das delícias da face
Daquele que a minha alma deseja (Sl 41,3). Ó doce presença, quando me preencherás de Ti? Então entrarei no
santuário admirável, até à contemplação de Deus (Sl 41,5); para já, estou apenas à entrada, e o meu coração geme
pela duração do meu exílio. Quando me saciarás de alegria com a Tua suave presença? (Sl 15,11) Então contemplarei
e abraçarei o verdadeiro Esposo da minha alma, o meu Jesus. [...] Aí conhecer-me-ei como sou conhecida (1Co
13,12), amarei como sou amada; deste modo ver-Te-ei, meu Deus, tal como és (1Jo 3,2), na Tua visão, no Teu gozo e
na Tua bem-aventurada posse para sempre.

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Santa Gertrudis de Helfta (1256-1301), monja benedictina 
Ejercicios, n° 5; SC 127

«¡Qué llega el esposo! salid a recibirlo!»

        Mi Dios, mi dulce Noche, cuando me llegue la noche de esta vida, hazme dormir dulcemente en ti, y
experimentar el feliz descanso que has preparado para aquellos que tú amas. Que la mirada tranquila y graciosa de
tu amor, organice y disponga con bondad, los preparativos para mi boda. Con la abundancia de tu amor, cubre... la
pobreza de mi vida indigna; que mi alma habite en las delicias de tu amor, con una profunda confianza.
        ¡Oh amor, eres para mi una noche hermosa, que mi alma diga con gozo y alegría a mi cuerpo un dulce adiós, y
que mi espíritu, volviendo al Señor que me lo dio, descanse en paz   bajo tu sombra. Entonces me dirás claramente...
"Que viene el Esposo: sal ahora y únete a él íntimamente, para que te regocijes en la gloria de su rostro" ...
        ¿Cuándo, cuándo te me mostrarás, para que te vea y dibuje en mi, con deleite, esta fuente de vida que tú eres,
Dios mío? (Isaías 12,3) Entonces beberé, me embriagaré en la abundante dulzura de esta fuente de vida de donde
brotan las delicias de aquel que mi alma desea (Sal 41,3) ¡Oh, dulce rostro, ¿cuándo me colmarás de ti? Así entraré
en el admirable santuario, hasta la visión de Dios (Sal 41,5); no estoy más que a la entrada, y mi corazón gime por la
larga duración de mi exilio. ¿Cuándo me llenarás de alegría en tu rostro dulce? (Salmo 15,11) Entonces contemplaré
y abrazaré al verdadero Esposo de mi alma, mi Jesús... Entonces conoceré como soy conocida (1 Corintios 13,12),
amaré como soy amada; entonces te veré, Dios mío, tal como eres (1 Jn ,:2), en tu visión, tu felicidad y tu posesión
bienaventurada por los siglos.

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Santa Gertrudes de Helfta 

«Ninguém tem mais amor do que quem dá a vida pelos Seus amigos» (Jo 15, 13)

Comentário do dia 
Santa Gertrudes de Helfta (1256-1301), monja beneditina 
Exercícios, VII nona
«Ninguém tem mais amor do que quem dá a vida pelos Seus amigos» (Jo 15, 13)

Amor, tu que reténs o meu Jesus, o meu doce Salvador, tão preso e pregado à cruz que, ao expirar por tua mão, Ele
morre cheio de ti, Amor, que fazes? Não te poupas nem descansas para vir em auxílio dos infelizes, Amor, nem te
impões a ti próprio limites. A tua perícia tocou com tanta força o coração do meu Jesus que, despedaçado por amor,
o Seu coração foi chamuscado. E eis-te contente e doravante satisfeito, agora que o meu Jesus foi suspenso e morto
diante dos teus olhos — morto, morto de verdade, para que eu tenha vida em abundância; morto para que eu seja
uma criança adoptada pelo Pai com ainda mais ternura; morto para que eu viva mais feliz. [...]

Ó Morte que nos trouxeste tantos frutos por graça, que a minha morte seja tranquila e sem medo debaixo da tua
protecção. Morte de Cristo que trazes a vida por pura graça, deixa-me desaparecer debaixo das tuas asas (Sl 36 (35),
8). Morte donde sai a vida, faz arder em mim para sempre uma só centelha da tua acção vivificante. Morte gloriosa,
morte frutuosa, súmula de toda a salvação, amoroso contrato do meu resgate, pacto inviolável da minha
reconciliação, morte triunfal, doce e cheia de vida, em ti brilha para mim tão grande caridade que nada há de
comparável no céu e na terra.

Morte de Cristo que amo com todo o coração, és a confiança espiritual da minha alma. Morte amantíssima, em ti
estão contidos para mim todos os bens. Só te peço que me guardes sob a tua benevolente protecção, para que na
minha morte eu repouse com suavidade à tua sombra (Ct 2, 3). Morte cheia de misericórdia, és a minha vida
felicíssima, a melhor porção da minha herança (Sl 16 (15), 5), abundante redenção, preciosíssimo legado.

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Santa Gertrudis de Helfta (1256-1301), monja benedictina 
Ejercicios, VII – 9

"Nadie tiene amor más grande que el que da la vida por sus amigos" (Jn 15,13)

     Oh Amor, que retienes a mi Jesús, mi dulce salud, tan fuertemente unido a la cruz, que expira bajo tu mano, se
muere de amor. Amor, ¿qué estás haciendo? Tú no te ahorras nada ni te das descanso hasta que hayas rescatado a
todos los malhechores. Tú no pones medida al amor... Amor, tu experiencia ha tocado el corazón de mi Jesús con
tanta fuerza que, roto por el amor, este corazón se ha estrujado. Amor, hete aquí feliz, de aquí en adelante
satisfecho, porque mi Jesús se suspende muerto ante sus ojos: muerto, verdaderamente muerto, a fin de que yo
tenga la vida en abundancia; muerto, para que el Padre que me adopte como hijo muy amado, muerto a fin de que
yo viva más feliz...

     Oh muerte que das tantos frutos, de gracia, que bajo tu protección, mi muerte es tranquila y sin temor. Muerte
de Cristo que traes la vida, la gracia, me refugio a la sombra de tus alas (Sal 35,8). Muerte de donde brota la vida, haz
que una suave chispa de tu amor vivificante arda en mí para siempre. Muerte gloriosa, muerte fructífera, muerte en
suma de mi salvación, amistoso contrato de mi rescate, pacto firme de mi reconciliación, muerte triunfante, dulce y
llena de vida, en ti brilla para mí con una caridad tal que ni en el cielo y ni en la tierra hemos encontrado  otra
comparable.

     Oh muerte de Cristo, que amo de todo corazón, tu eres la confianza espiritual de mi corazón. Muerte amante, en
ti se contienen para mi todos los bienes. Tómame, por favor, bajo tu benevolente protección, a fin que en mi muerte
repose dulcemente bajo tu sombra (Ct 2,3). Muerte misericordiosa tu eres mi vida feliz. Tú eres mi mayor suerte (Sal
15,5). Tú, tu eres mi sobreabundante salvación. Tú eres mi más preciosa heredad.

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Santa Gertrudes de Helfta 

«Ele convocou os servos»

Comentário do dia 
Santa Gertrudes de Helfta (1256-1301), monja beneditina 
Exercícios, 7, Prémio (a partir da trad. SC 127, p. 265 rev.)
«Ele convocou os servos»

Ó Verdade querida, ó justa Rectidão de Deus, como comparecerei perante ti, levando a minha iniquidade [...], o
fardo da minha tão grande negligência? O tesouro da fé cristã e da vida espiritual, infelizmente, não o entreguei ao
tesouro dos banqueiros da caridade, de onde o poderias ter retirado em seguida, segundo a tua vontade,
aumentado com os juros de toda a perfeição. O talento que me foi confiado, o meu tempo, não só o gastei em vão,
como o deixei fugir, desbaratado e totalmente perdido. Onde irei? Para que lado me voltarei? «Como poderei
ausentar-me do Vosso espírito e como fugirei à Vossa presença?» (Sl 138, 7).

Ò Verdade, tu tens por assessores inseparáveis a justiça e a rectidão [...]. Mal de mim se comparecer perante o teu
tribunal sem ter advogado que responda por mim. Ó Caridade, vem resgatar-me. Responde tu por mim. Solicita tu o
meu perdão. Defende tu a minha causa a fim de que, graças a ti, eu viva.

Já sei o que farei: «Elevarei o cálice da salvação» (Sl 115, 13). Colocarei o cálice de Jesus sobre a bandeja vazia da
Verdade. Assim suprirei tudo o que me falta. Assim cobrirei todos os meus pecados. Por esse cálice reconstruirei
todas as minhas ruínas. Por esse cálice suprirei, dignamente e muito para além do necessário, tudo o que há em mim
de imperfeito. [...]

Ó Verdade querida, vir a ti sem o meu Jesus ser-me-ia intolerável; mas com o meu Jesus, comparecer perante ti será
para mim coisa bem agradável e aprazível. Ó Verdade, senta-te agora no teu tribunal. [...]. «Nenhum mal temerei»
(Sl 22, 4).

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Santa Gertrudis de Helfta (1256-1301), monja benedictina 
Los Ejercicios, 7, Prima

«Mandó llamar a los empleados»

     Oh Verdad amada, oh justa Equidad de Dios ¿cómo compareceré ante tu faz llevando conmigo mi iniquidad..., el
peso mi negligencia demasiado grande? El tesoro de la fe cristiana y de la vida espiritual, desgraciadamente no lo he
dado a guardar a los banqueros de la caridad donde tú los hubieras podido retirar inmediatamente, según tu placer,
aumentado con los intereses de toda la perfección. El talento que me confiaste, mi tiempo, no tan sólo lo he
malgastado en vano sino que incluso lo he dejado huir, estropeado y perdido totalmente. ¿Adónde iré? ¿Hacia
dónde me dirigiré? « Adónde escaparé de tu mirada? » (Sl 138,7).

     Oh Verdad, tus asesores inseparables son la justicia y la equidad... Desdichada de mí si comparezco ante tu
tribunal sin tener un abogado que responda por mí. Oh Caridad, descárgame tú. Responde tú por mí. Solicita tú mi
perdón. Pleitea tú mi causa para que, gracias a ti, yo viva.

     Ya sé lo que haré: «Alzaré la copa de la salvación» (Sl 115,13). Pondré el cáliz de Jesús sobre la bandeja vacía de la
Verdad. Esa actitud suplirá todo lo que me falta. Así cubriré todos mis pecados. Por este cáliz levantaré todas mis
ruinas. Por este cáliz supliré, dignamente y más todavía, todo lo que en mí hay de imperfecto...

     Oh amada Verdad, venir a ti sin mi Jesús me sería intolerable, pero con mi Jesús, comparecer delante de ti será
para mí una cosa muy agradable y amable. Oh Verdad, siéntate ahora en tu tribunal... «Nada temo» (Sl 22,4).

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Santa Gertrudes de Helfta 

«Vinde a mim, todos os que estais cansados e oprimidos, que Eu hei-de aliviar-
vos»

Comentário do dia 
Santa Gertrudes de Helfta (1256-1301), monja beneditina 
Exercícios 7
«Vinde a mim, todos os que estais cansados e oprimidos, que Eu hei-de aliviar-vos»

Tu, que por mim fizeste tão grandes e belas coisas, que me obrigaste a ficar ao Teu serviço para sempre, que Te
darei eu por tão grandes benefícios? Que louvores, que acções de graças poderia oferecer-Te, ainda que me gastasse
mil vezes? O que sou eu, pobre criatura, em comparação Contigo, que és a minha abundante redenção? Assim, pois,
oferecer-Te-ei por inteiro a minha alma que Tu resgataste, entregar-Te-ei o amor do meu coração. Sim, transporta a
minha vida em Ti, leva-me toda inteira em Ti e, encerrando-me em Ti, faz com que eu seja uma única coisa Contigo.

Ó amor, o teu ardor divino abriu-me o doce coração do meu Jesus. Ó coração fonte de doçura, coração
transbordante de bondade, coração superabundante de caridade, coração de onde corre, gota a gota, a
benevolência, coração cheio de misericórdia [...], coração tão amado, peço-te que absorvas todo o meu coração em
ti. Pérola preciosíssima do meu coração, convida-me para o Teu festim que dá vida; serve-me os vinhos da
consolação [...], a fim de que as ruínas do meu espírito se encham da Tua caridade divina, e de que a abundância do
Teu amor supra a pobreza e a miséria da minha alma.

Ó coração amado acima de todas as coisas [...], tem piedade de mim. Suplico-Te que a doçura da Tua caridade dê
coragem ao meu coração. Que, pela Tua bondade, as entranhas da Tua misericórdia se comovam a meu favor;
porque os meus deméritos são numerosos, e nulos são os meus méritos. Meu Jesus, que o mérito da Tua morte
preciosa, que foi o único que teve o poder de compensar a dívida universal, me redima de todo o mal que eu fiz [...];
que ele me atraia a Ti, de maneira tão poderosa que, totalmente transformada pela força do Teu amor divino, eu
encontre graça a Teus olhos. [...] E concede-me, querido Jesus, que Te ame, só a Ti em todas as coisas, que a Ti me
ligue com fervor, que espere em Ti e não coloque limites à minha esperança.

http://evangeliodeldia.org/main.php?language=PT&module=commentary&localdate=20080530

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Santa Gertrudis de Helfta (1256-1301), monja benedictina 
Los Ejercicios, 7

«Venid a mi todos los que estáis cansados y agobiados»

     Tú, que has hecho por mí tan grandes y bellas cosas, que me has puesto a tu servicio para siempre, ¿qué te voy a
devolver por tantos beneficios? ¿Qué alabanzas y acciones de gracias podré ofrecerte, aunque me ocupara en ello
mil veces? ¿Qué soy yo, pobre criatura, en comparación a ti, mi abundante redención? Mi alma que tú has
rescatado, te la ofreceré toda entera, te homenajearé con el amor de mi corazón. Sí, transporta mi vida en ti,
llévame contigo enteramente, encerrándome en ti, haz que no sea más que una sola cosa con tigo.

     Oh Amor, tu ardor divino me ha abierto el corazón dulcísimo de mi Jesús. Oh corazón fuente de dulzura, corazón
desbordante de bondad, corazón sobreabundante de caridad, corazón de donde destila, gota a gota, la
benevolencia, corazón lleno de misericordia..., corazón muy amado, te pido que absorbas mi corazón todo entero en
ti. Perla muy amada de mi corazón, invítame a tus banquetes que dan la vida; derrama para mi los vinos de tu
consolación...para que la ruindad de mi espíritu se llene de tu caridad divina, y la abundancia de tu amor supla la
pobreza y la miseria de mi alma.

     Oh corazón amado por encima de todo..., ten piedad de mi. Te suplico que la dulzura de tu caridad vuelva valiente
mi corazón. Hazme la gracia de que las entrañas de tu misericordia se conmuevan en mi favor, porque
desgraciadamente, mis bajezas son numerosas, mis méritos son nulos. Mi Jesús, que el mérito de tu muerte
preciosa, me perdone todo lo que he cometido de mal...; que me atraiga hacia ti tan fuertemente que transformada
totalmente por la fuerza de tu amor divino, encuentre gracia a tus ojos... Y dame, oh mi querido Jesús, amarte a ti
solo en todas las cosas y por encima de todas las cosas, me ligue a ti con fervor, espere en ti y no ponga ningún límite
a mi esperanza.

http://evangeliodeldia.org/main.php?language=SP&module=commentary&localdate=20080530

Santa Gertrudes de Helfta 

«Não vedes? Ainda não compreendestes?»

Comentário do dia 
Santa Gertrudes de Helfta (1256-1301), monja beneditina 
Exercícios, n° 5; SC 127
«Não vedes? Ainda não compreendestes?»

«Deus, meu Deus, procuro-Te desde a aurora» (Sl 62,2 Vulg). […] Ó luz mui serena da minha alma, manhã
resplandecente, torna-Te em mim o nascer do dia; brilha sobre mim com tanta clareza que na tua luz vejamos a luz
(Sl 35,10). Que através de Ti a minha noite se transforme em dia. Minha manhã muito amada, que por amor do teu
amor eu despreze tudo o que não és Tu.  Visita-me desde a aurora para me transformares súbita e totalmente em Ti.
[…] Destrói tudo o que é de mim; faz com que eu passe totalmente para Ti, de modo que nunca mais me possa
encontrar em mim durante este tempo limitado, mas que fique estreitamente ligada a Ti para a eternidade. […]

Quando serei saciada por beleza tão grande e tão brilhante? Ó Jesus, magnífica Estrela da manhã (Ap 22,16),
resplandecente de claridade divina, quando serei iluminada pela tua presença? Esplendor tão digno de amor,
quando me saciarás de Ti? Oh, se aqui em baixo eu pudesse descobrir ao menos os raios delicados da tua beleza […],
ter ao menos uma percepção da tua doçura e saborear-Te antecipadamente, a Ti que és a minha herança de eleição
(cf Sl 15,5). […] Tu és o espelho resplandecente da Trindade Santa que é permitido aos puros de coração contemplar
(Mt 5,8): lá em cima face a face, cá em baixo apenas num reflexo.

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Santa Gertrudis d'Helfta (1256-1301), monja benedictina 
Ejercicios, n° 5 ; SC 127

"¿No veis? ¿Todavía no comprendéis?”

    “Dios mío, desde la aurora te busco " (Sal 62,2 tipos de Vulg) … Oh luz serena de mi alma, resplandeciente por la
mañana, nace en mi cada mañana; brilla sobre mí con tanta claridad que "en tu luz contemple la luz" (Sal. 35,10).
Que por ti, mi noche se convierta en día. Mi mañana deseada, que por amor de tu amor, tenga por nada y vanidad
todo lo que no eres tu. Visítame desde el amanecer, para transformarme totalmente en ti… Destruye lo que es mío;
haz que me transforme totalmente en ti, de modo que nunca más pueda encontrarme en mí durante este tiempo
limitado, sino que permanezca estrechamente unida a ti por toda la eternidad…

    ¿Cuándo seré saciada por una belleza tan grande y brillante? ¿Tú Jesús, Estrella resplandeciente de la mañana (Ap
22,16), resplandeciente de claridad divina, cuándo seré iluminada por tu presencia? ¿Esplendor tan digno de amor,
cuándo me saciarás de ti? ¡Oh, si solamente aquí abajo pudiera percibir un poco, los delicados rayos de tu belleza…,
por lo menos saborear anticipadamente tu dulzura, saborearte de antemano, tu que eres mi herencia elegida! (cf
Sal. 15,5)… Tú eres el espejo resplandeciente de la santa Trinidad que permite contemplar a los de mirada pura y
límpio corazón (Mt 5,8): allí arriba cara a cara, aquí abajo sólo un reflejo.

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Santa Gertrudis de Helfta 

“Negociad con ello”

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Santa Gertrudis de Helfta (1256-1301), monja benedictina 
Oración, séptimo ejercicio
“Negociad con ello”

Temo el juicio que se entablará cuando el “hombre noble”, Jesucristo, ajustará las cuentas conmigo. Si quiere
pedirme el rendimiento de mi tiempo y los intereses del talento de la inteligencia que él me ha dado, ciertamente no
le podré presentar nada que satisficiera su caridad.

¿Qué haré entonces? ¿En dónde buscar ayuda? “Cavar la tierra no sé, mendigar me da vergüenza”. O, bondad, o
Dios mío, Dios de bondad, abre tu boca y que tu consejo, te lo suplico, infunda nueva vida a mi espíritu.
Respóndeme, por favor, dime que piensas que tengo que hacer. Pues tu mismo nombre me dice que tienes
realmente un corazón lleno de bondad y sabes bien lo que me conviene. Por favor, perdóname, ven en mi ayuda, no
seas insensible a la tribulación que padezco. Que la pobreza de mi espíritu te conmueva, y que toques la fibra más
íntima de mi corazón al decirme: ¡entre los dos, hagamos bolsa común!

O bondad, o bondad, en ti se encuentran tan grandes riquezas que ni el cielo ni la tierra los pueden contener. Tú has
dejado que Jesús dé su vida por mí, su alma por mi alma, para darme todos sus bienes y para, en tu abundancia,
enriquecer a los pobres. Por favor, llama a tu mesa a mi alma hambrienta para que se sacie de tus riquezas y que,
alimentada y sostenida por ti bajo la mirada del Señor, ya no desfallezca, hasta que, conducida por ti, yo vuelva a ti,
mi Dios, y entregue mi espíritu a aquel que me lo dio.

http://evangeliodeldia.org/main.php?language=SP&module=commentary&localdate=20031119

Santa Gertrudis de Helfta 

«Maestro, que pueda ver»

Leer el comentario del Evangelio por 


Santa Gertrudis de Helfta (1256-1301), monja benedictina 
Ejercicios, n°6; SC 127
«Maestro, que pueda ver»

        En ti, Oh Dios vivo, mi corazón y mi carne se estremece, y mi alma se regocija en ti, mi verdadera salvación.
¿Cuándo te verán mis ojos, Dios de los dioses, Dios mío? ¿Dios de mi corazón, cuándo me regocijarás con la visión de
la dulzura de tu rostro? ¿Cuándo colmarás el deseo de mi alma con la manifestación de tu gloria?

        ¡Dios mío, tu eres mi herencia escogida de entre todos, mi fuerza y mi gloria! ¿Cuándo entraré en tu
omnipotencia para ver tu fuerza y tu gloria? ¿Cuándo en lugar del espíritu de tristeza me revestirás con el manto de
la alabanza, para que unida a los ángeles, todos mi ser te ofrezca un sacrificio de aclamación?

        ¿Dios de mi vida, cuándo entraré en el tabernáculo de tu gloria, para poder cantarte en presencia de todos los
santos, y proclamar con el alma y el corazón que tus misericordias para conmigo han sido magníficas? ¿Cuándo se
romperá la red de esta muerte, para que mi alma pueda verte sin intermediario?... ¿Quién resistirá a la vista de tu
claridad? ¿Cómo podrá verte el ojo y oírte la oreja, contemplando la gloria de tu rostro?

(Referencias bíblicas: Sal. 83,3; Sal. 70,16; Lc 1,47; Is 61,10; Sal. 26,6; Gn 19,19)  

http://evangeliodeldia.org/main.php?language=SP&module=commentary&localdate=20031026

A FONTE DA PAZ
MEU SENHOR JESUS CRISTO, possa Tua paz estar comigo.

Em Ti, ó Jesus, verdadeira paz, eu possa ter paz sobre paz eternamente.

Por Ti eu possa chegar àquela paz que ultrapassa todo entendimento,

na qual, alegremente, eu possa ver-Te em mim mesma.

(Santa Gertrudes de Helfta,  1256 – 1302).

ADVENTO – 3º DOMINGO – Te entregarei o amor do meu coração


DOMINGO III DO ADVENTO

«Oferecer-Te-ei por inteiro a minha alma que Tu resgataste, entregar-Te-ei o amor do meu coração»

Tu, que por mim fizeste tão grandes e belas coisas, que me obrigaste a ficar ao Teu serviço para sempre, que Te
darei eu por tão grandes benefícios? Que louvores, que ações de graças poderia oferecer-Te, ainda que me gastasse
mil vezes? O que sou eu, pobre criatura, em comparação Contigo, que és a minha abundante redenção? Assim, pois,
oferecer-Te-ei por inteiro a minha alma que Tu resgataste, entregar-Te-ei o amor do meu coração. Sim, transporta a
minha vida em Ti, leva-me toda inteira em Ti e, encerrando-me em Ti, faz com que eu seja uma única coisa Contigo.

Ó amor, o teu ardor divino abriu-me o doce coração do meu Jesus. Ó coração fonte de doçura, coração
transbordante de bondade, coração superabundante de caridade, coração de onde corre, gota a gota, a
benevolência, coração cheio de misericórdia, coração tão amado, peço-te que absorvas todo o meu coração em ti.
Pérola preciosíssima do meu coração, convida-me para o Teu festim que dá vida; serve-me os vinhos da consolação,
a fim de que as ruínas do meu espírito se encham da Tua caridade divina, e de que a abundância do Teu amor supra
a pobreza e a miséria da minha alma.

Ó coração amado acima de todas as coisas, tem piedade de mim. Suplico-Te que a doçura da Tua caridade dê
coragem ao meu coração. Que, pela Tua bondade, as entranhas da Tua misericórdia se comovam a meu favor;
porque os meus deméritos são numerosos, e nulos são os meus méritos. Meu Jesus, que o mérito da Tua morte
preciosa, que foi o único que teve o poder de compensar a dívida universal, me redima de todo o mal que eu fiz; que
ele me atraia a Ti, de maneira tão poderosa que, totalmente transformada pela força do Teu amor divino, eu
encontre graça a Teus olhos. E concede-me, querido Jesus, que Te ame, só a Ti em todas as coisas, que a Ti me ligue
com fervor, que espere em Ti e não coloque limites à minha esperança.

Santa Gertrudes de Helfta 


Esercizi Spirituali, 7
Tivestes sobre mim pensamentos de paz, de Santa Gertrudes
Tivestes sobre mim pensamentos de paz, de Santa Gertrudes

Que minha alma te bendiga, Senhor Deus, meu criador, e do mais íntimo do meu ser, louvem-te as tuas
misericórdias com que gratuitamente me envolveu tua imensa piedade! Dou graças, onde e sempre que posso, à tua
infinita misericórdia. Com ela louvo e glorifico tua generosa paciência com que encobriste todos os anos de minha
infância e meninice, adolescência e juventude, até perto dos vinte e cinco anos. Anos vividos com tão cega
insensatez que, por pensamentos, atos e palavras, fazia sem remorsos, assim me parece agora, tudo o que queria,
onde quer que podia. Se não me previnisses pelo inato horror ao mal e gosto pelo bem, pela exortação exterior das
pessoas circunstantes, teria vivido como pagã entre os pagãos. Nunca teria, então, entendido que tu, meu Deus,
recompensas o bem e castiga o mal. No entanto, desde a infância, isto é, os cinco anos, tu me tinhas escolhido para
me admitir entre os mais fiéis dos teus amigos na prática da santa religião.

Por isto, Pai amantíssimo, como reparação, eu te ofereço a paixão de teu dileto Filho, desde a hora em que deu o
primeiro vagido, deitado nas palhas da manjedoura, e, em seguida, suportou as fraquezas da infância, os limites da
meninice, as adversidades da adolescência e os sofrimentos juvenis, até a hora em que, inclinando a cabeça na cruz,
entregou o espírito com um forte grito. Da mesma forma, em satisfação de todas as negligências, ofereço-te, Pai
amantíssimo, a mais santa das vidas, perfeitíssima em todos os pensamentos, palavras e atos, a vida de teu
Unigênito, desde o instante em que, enviado das alturas do teu trono, entrou em nosso mundo, até depois daquela
hora em que apresentou a teus paternos olhos a glória da carne vencedora.

Em ação de graças, mergulhando no profundo abismo da humildade, cubro de louvores tua mais que excelente
misericórdia. Ao mesmo tempo adoro a suavíssima benignidade com que tu, Pai das misericórdias, pensaste
pensamentos de paz e não de aflição sobre mim que vivia tão desorientada, e com que me exaltarias com a multidão
e grandeza de teus benefícios. Acrescentaste ainda para mim o dom da familiaridade inestimável da amizade. De
diversos modos me abriste a nobilíssima arca da divindade, quero dizer, teu coração divinizado, para a satisfação de
todos os meus desejos.

Além de tudo isto, atraíste minha alma com as promessas tão firmes de benefícios com que queres me cumular na
morte e depois da morte. Com toda razão, se não recebesse de ti nenhum outrodom, só por elas o meu coração com
viva esperança ansiaria sem cessar por ti.

-- Dos livros das Revelações do amor divino, de Santa Gertrudes, virgem (século XIII)

http://tesourosdaigrejacatolica.blogspot.com.br/2010/11/tivestes-sobre-mim-pensamentos-de-paz.html

Quando o silêncio e a Complacência são pecados, nos mostra Santa Gertrudes


Obs: sabe quando lhe dizem para não julgar seus irmão quando ele comete um pecado publico e esse pecado é
claro? Esses que lhe dizem tal coisa também serão cobrados, pois participam daquele erro.

Lendo essas palavras: "Onde está Abel, teu irmão?" (Gn 4 : 9), Santa Gertrudes compreendeu que Deus cobrará
contas de cada religioso pelas as falhas que seus irmãos religiosos cometeram contra a Regra, pois essas falhas
poderiam ter sido evitadas tanto pelo aviso do irmão ou do abade. As desculpas de alguns - "Eu não sou encarregado
de corrigir o meu irmão" ou "Eu sou pior do que ele" - não receberá uma melhor acolhida de Deus do que as palavras
de Caim: "Sou eu o guarda do meu irmão?" (Gn 4 : 9 ).

Pois, diante do Senhor cada homem é obrigado a afastar seu irmão do mau caminho e exortá-lo para o bem. A este
respeito, quando alguém é negligente em ouvir a voz de sua consciência, ele sempre peca contra Deus. Ele não pode
dar a desculpa de que ele não tem o dever de corrigir seu irmão, porque sua consciência é o seu testemunho de que
Deus está chamando-o a fazê-lo. Se ele negligencia esse dever, terá de prestar contas por isso, e talvez mais do que
ao superior, que pode esta ausente ou não percebeu a falha.
Daí que vem a ameaça: "Ai daquele que faz o mal. Ai daquele que por duas vezes, é complacente com ele" - Vae
faciendi, vae, vae consentienti . É evidente que aquele que permanece em silêncio sobre uma falha é complacente
com ela, uma vez que algumas palavras dele seria suficiente para evitar uma ofensa para a glória de Deus.

Revelações de Santa Gertrudes, Livro III, pág. 218.

Traduzido do Blog Traditioninaction

UNA PODEROSA SÚPLICA REPARADORA DE GERTRUDIS


Santa Gertrudis, religiosa y mística alemana del siglo XIII, apodada la Grande, y cuya fiesta celebra hoy la Iglesia, sin
duda guiada por la luz del Espíritu Santo veía con mucha claridad los nítidos contornos de su propia miseria: “Te doy
gracias –escribe en el libro de las revelaciones-, con todo mi corazón, por tu inmensa misericordia y alabo, al
mismo tiempo, tu paciente bondad, la cual puse a prueba durante los años de mi infancia y niñez, de mi
adolescencia y juventud, hasta la edad de casi veintiséis años, ya que pasé todo este tiempo ofuscada y demente,
pensando, hablando y obrando, siempre que podía, según me venía en gana —ahora me doy cuenta de ello—, sin
ningún remordimiento de conciencia, sin tenerte en cuenta a ti, dejándome llevar tan sólo por mi natural
detestación del mal y atracción hacia el bien, o por las advertencias de los que me rodeaban, como si fuera una
pagana entre paganos, como si nunca hubiera comprendido que tú, Dios mío, premias el bien y castigas el mal; y
ello a pesar de que desde mi infancia, concretamente desde la edad de cinco años, me elegiste para entrar a
formar parte de tus íntimos en la vida religiosa”. Pero igualmente advierte que tiene derecho a apropiarse los
méritos infinitos de Jesucristo –este es el grandioso derecho del cristiano- y ofrecerlos como reparación grata y
suficiente al Padre. Por eso sigue diciendo:“Te ofrezco en reparación, Padre amantísimo, todo lo que sufrió tu Hijo
amado, desde el momento en que, reclinado sobre paja en el pesebre, comenzó a llorar, pasando luego por las
necesidades de la infancia, las limitaciones de la edad pueril, las dificultades de la adolescencia, los ímpetus
juveniles, hasta la hora en que, inclinando la cabeza, entregó su espíritu en la cruz, dando un fuerte grito. También
te ofrezco, Padre amantísimo, para suplir todas mis negligencias, la santidad y perfección absoluta con que pensó,
habló y obró siempre tu Unigénito, desde el momento en que, enviado desde el trono celestial, hizo su entrada en
este mundo hasta el momento en que presentó, ante tu mirada paternal, la gloria de su humanidad vencedora”.
(Del libro de las Insinuaciones de la divina piedad, de santa Gertrudis, virgen (Libro 2, 23,1. 3. 5. 8.10: SC 139, 330-
340)

Quando Silêncio e Complacência São Pecados


Por Tradition in Action

Traduzido por Andrea Patrícia

Frequentemente nos somos censurados por falar contra o progressismo na Igreja e os costumes revolucionários.
“Vocês não são padres nem teólogos”, “Vocês não são responsáveis pela formação deles” são alguns dos
comentários que os críticos fazem a nós sob o pretexto de manter-nos calados.
Na verdade, o argumento deles é fútil. Cada católico tem a obrigação de denunciar o erro sempre e onde quer que
apareça. Santa Gertrudes, que recebeu incontáveis revelações de Nosso Senhor, nos diz que nós temos o dever de
corrigir o erro, caso contrário nós pecamos.

Santa Gertrudes

Lendo estas palavras: “Onde está seu irmão, Abel?” (Gen 4, 9), Santa Gertrudes entendeu que Deus irá pedir contas
de cada religioso pelas faltas que seus irmãos religiosos cometeram contra a Regra, porque tais faltas poderiam ter
sido prevenidas se o irmão em falta ou o Abade tivesse sido avisado. A desculpa de alguns: – “Não sou responsável
por corrigir o meu irmão” ou “Eu sou pior que ele” – não irá receber melhor acolhida por Deus do que aquelas
palavras de Caim “Sou eu o guardião de meu irmão?” (Gen 4, 9).

Diante do Senhor cada homem é obrigado a prevenir seu irmão sobre o mau caminho e exortá-lo a seguir o bom.
Sobre isso, quando alguém é negligente em ouvir a voz de sua consciência, ele sempre peca contra Deus. Ele não
pode dar a desculpa de que ele não tem o dever de corrigir seu irmão, porque sua consciência é sua testemunha de
que Deus está chamando-o a fazer isso.  Se ele negligencia seu dever, ele terá de prestar contas disso, e talvez mais
ainda do que o superior, que pode ser que esteja ausente ou não tenha notado a falta.

Daí vem a ameaça: “Ai daquele que faz o mal. Pior ainda para aquele que é complacente com isso” –Vae faciendi,
vae, vae consentienti. É evidente que aquele que permanece em silêncio sobre a falta é complacente com ela, já que
apenas algumas palavras seriam o suficiente para prevenir uma ofensa a glória de Deus.

(St. Gertrude, Book III, chap. 30, in Révélations de Saint Gertrude,


Vièrge de l’Ordre de Saint Benoit, Paris: Alfred Mame, 1921, p. 218).

Original aqui.

Do «Livro das Revelações do amor divino» de Santa Gertrudes, virgem (Liv.


2, 23,1.3.5.8. 10: SC 139, 330-340) (Sec. XIII)
Tivestes sobre mim pensamentos de paz

           "A minha alma Vos bendiga, Senhor Deus, meu Criador, a minha alma vos bendiga e do mais íntimo do meu
coração Vos louvem as vossas misericórdias de que a vossa infinita piedade tão generosamente me envolveu. Eu Vos
dou graças pela vossa imensa misericórdia e pela vossa paciente bondade para comigo. Todos os anos da minha
infância e puerícia, da adolescência e da juventude, quase até ao fim dos vinte e cinco anos, decorriam numa
cegueira tão louca; pensava, falava e procedia segundo os meus caprichos e não sentia remorso algum de
consciência. 

            Dou me conta disso agora. Não Vos prestava atenção alguma, mas apenas me deixava conduzir por uma
repugnância natural e inata pelo mal e pelo gosto do bem, ou pelas advertências dos que me rodeavam. Vivia como
pagã entre pagãos, como se nunca tivesse ouvido dizer que Vós, meu Deus, recompensais o bem e punis o mal. E no
entanto, já desde a infância, concretamente desde os cinco anos, Vós me tínheis escolhido para me admitir entre os
mais fiéis dos vossos amigos na prática da santa religião. 

            Por isso, Pai amantíssimo, em reparação das minhas faltas, ofereço Vos todos os sofrimentos de vosso Filho
bem amado, desde aquela hora em que, deitado nas palhas do presépio, soltou o primeiro vagido, e tudo o que
suportou depois: as dificuldades da infância, as fraquezas da idade pueril, as adversidades da adolescência e as
provas da juventude, até ao momento em que, inclinando a cabeça, com forte brado expirou na cruz. De igual modo,
para suprir todas as minhas negligências, ofereço Vos, Pai amantíssimo, toda aquela santíssima vida de vosso Filho
Unigénito, perfeitíssima em todos os pensamentos, palavras e acções, desde a hora em que foi enviado do trono
celeste e desceu à nossa terra até ao momento em que apresentou perante o vosso olhar paterno a glória da sua
humanidade vitoriosa.

           Em ação de graças e imersa no mais profundo abismo de humildade, louvo a vossa incomensurável
misericórdia e adoro a dulcíssima benevolência pela qual, Pai de misericórdia, no meio da minha vida errante
tivestes sobre mim pensamentos de paz e não de desgraça e quisestes elevar me com a multidão e grandeza dos
vossos benefícios. Além disso, entre tantos favores, concedestes me o dom inestimável da vossa intimidade e
amizade, ao abrir me aquela arca nobilíssima da divindade, a saber, o vosso Coração divino, no qual encontro o
tesouro de todas as minhas alegrias.

           Finalmente, atraístes a minha alma com as fiéis promessas que desejais conceder me na morte e depois da
morte; e, por isso, ainda que não tivesse recebido de Vós nenhum outro benefício, este dom seria suficiente, por si
só, para que o meu coração suspirasse continuamente por Vós com viva esperança."

Santa Gertrudes de Helfta 


«Nascer da água e do Espírito»

Comentário do dia 
Santa Gertrudes de Helfta (1256-1301), monja beneditina 
Exercícios, n.º 1, Para recuperar a inocência baptismal; SC 127
«Nascer da água e do Espírito»

Para a imersão na fonte baptismal: Em nome do Pai, e do Filho, e do Espírito Santo. Jesus, fonte da vida, faz-me
beber a taça de água viva na própria fonte que és Tu, a fim de que, tendo-Te saboreado para a eternidade, não tenha
outra sede senão de Ti (cf Jo 4,10)! Imerge-me toda inteira nas profundezas da tua misericórdia! Baptiza-me e
entrega-me sem mancha à tua preciosa morte. […] Com a água do teu Santíssimo Lado (Jo 19,34), lava-me de toda a
mácula com que manchei a inocência baptismal! Preenche-me com o teu Espírito e toma total posse de mim na
pureza do corpo e da alma. […]

Para a veste branca: Jesus, sol de justiça (Mal 3,20), consente que seja revestida com a tua pessoa, e assim viva
segundo a tua palavra! Permite que, sob a tua direcção, seja capaz de manter branca, santa e imaculada a veste da
inocência baptismal para que, apresentando-a sem mácula no teu tribunal, a conserve para a vida eterna!      

Para pedir a iluminação interior na entrega do círio: Jesus, luz inextinguível, acende em mim a candeia ardente do
teu amor, e faz que ela nunca se apague; ensina-me a conservar o meu baptismo livre de todo o pecado, para que,
convidada então para as tuas bodas, dos pés à cabeça mereça entrar nas delícias da vida eterna, onde Te verei, ó
verdadeira luz, e à doce face da tua divindade (cf Mt 25,1 ss)! […]

Senhor, meu Deus, meu Criador e Reparador, renova hoje mesmo o meu coração com o teu Espírito. […] Senhor meu
Deus, verdadeiro Rei, torna-me grande na fé, alegre na esperança, paciente na tribulação, digna das delícias dos teus
louvores, cheia do fervor do Espírito Santo, fielmente afeiçoada ao teu serviço e perseverante na tua vigilância até
ao último dia da minha vida! Desse modo, contemplarei um dia verdadeiramente com os meus olhos aquilo em que
creio e espero. Então, ver-Te-ei tal como és, face a face (1Jo 3,2; 1Cor 13,12); então, doce Jesus, Tu me saciarás de Ti
próprio; e na contemplação do teu divino rosto serás o meu repouso eterno. Ámen.

http://evangeliodeldia.org/main.php?language=PT&module=commentary&localdate=20140428

Santa Gertrudes de Helfta 

«Não vedes? Ainda não compreendestes?»

Comentário do dia 
Santa Gertrudes de Helfta (1256-1301), monja beneditina 
Exercícios, n° 5; SC 127
«Não vedes? Ainda não compreendestes?»

«Deus, meu Deus, procuro-Te desde a aurora» (Sl 62,2 Vulg). […] Ó luz mui serena da minha alma, manhã
resplandecente, torna-Te em mim o nascer do dia; brilha sobre mim com tanta clareza que na tua luz vejamos a luz
(Sl 35,10). Que através de Ti a minha noite se transforme em dia. Minha manhã muito amada, que por amor do teu
amor eu despreze tudo o que não és Tu.  Visita-me desde a aurora para me transformares súbita e totalmente em Ti.
[…] Destrói tudo o que é de mim; faz com que eu passe totalmente para Ti, de modo que nunca mais me possa
encontrar em mim durante este tempo limitado, mas que fique estreitamente ligada a Ti para a eternidade. […]
Quando serei saciada por beleza tão grande e tão brilhante? Ó Jesus, magnífica Estrela da manhã (Ap 22,16),
resplandecente de claridade divina, quando serei iluminada pela tua presença? Esplendor tão digno de amor,
quando me saciarás de Ti? Oh, se aqui em baixo eu pudesse descobrir ao menos os raios delicados da tua beleza […],
ter ao menos uma percepção da tua doçura e saborear-Te antecipadamente, a Ti que és a minha herança de eleição
(cf Sl 15,5). […] Tu és o espelho resplandecente da Trindade Santa que é permitido aos puros de coração contemplar
(Mt 5,8): lá em cima face a face, cá em baixo apenas num reflexo.

http://evangeliodeldia.org/main.php?language=PT&module=commentary&localdate=20140218

Leer el comentario del Evangelio por 


Santa Gertrudis d'Helfta (1256-1301), monja benedictina 
Ejercicios, n° 5 ; SC 127

"¿No veis? ¿Todavía no comprendéis?”

    “Dios mío, desde la aurora te busco " (Sal 62,2 tipos de Vulg) … Oh luz serena de mi alma, resplandeciente por la
mañana, nace en mi cada mañana; brilla sobre mí con tanta claridad que "en tu luz contemple la luz" (Sal. 35,10).
Que por ti, mi noche se convierta en día. Mi mañana deseada, que por amor de tu amor, tenga por nada y vanidad
todo lo que no eres tu. Visítame desde el amanecer, para transformarme totalmente en ti… Destruye lo que es mío;
haz que me transforme totalmente en ti, de modo que nunca más pueda encontrarme en mí durante este tiempo
limitado, sino que permanezca estrechamente unida a ti por toda la eternidad…

    ¿Cuándo seré saciada por una belleza tan grande y brillante? ¿Tú Jesús, Estrella resplandeciente de la mañana (Ap
22,16), resplandeciente de claridad divina, cuándo seré iluminada por tu presencia? ¿Esplendor tan digno de amor,
cuándo me saciarás de ti? ¡Oh, si solamente aquí abajo pudiera percibir un poco, los delicados rayos de tu belleza…,
por lo menos saborear anticipadamente tu dulzura, saborearte de antemano, tu que eres mi herencia elegida! (cf
Sal. 15,5)… Tú eres el espejo resplandeciente de la santa Trinidad que permite contemplar a los de mirada pura y
límpio corazón (Mt 5,8): allí arriba cara a cara, aquí abajo sólo un reflejo.

http://evangeliodeldia.org/main.php?language=SP&module=commentary&localdate=20140218

Santa Gertrudes de Helfta 

«Tomai ânimo, não temais! Eis o vosso Deus, [que] vem em pessoa retribuir-vos
e salvar-vos» (Is 35,4)

Comentário do dia 
Santa Gertrudes de Helfta (1256-1301), monja beneditina 
Exercícios, n°3; SC 127
«Tomai ânimo, não temais! Eis o vosso Deus, [que] vem em pessoa retribuir-vos e salvar-vos» (Is 35,4)

Voz da alma que se oferece a Deus: «Sou uma órfã sem mãe, sou indigente e pobre. Sem Jesus, não tenho nenhuma
consolação; só Ele pode satisfazer a sede da minha alma. Ele é o amigo preferido e único do meu coração, “o Rei dos
reis e Senhor dos senhores” (Ap 19,16). […] O meu corpo e a minha alma estão na sua mão; que Ele faça de mim
tudo o que agradar à sua bondade. Quem me concederá tornar-me um ser segundo o seu coração, para que Ele
encontre em mim o que desejar, segundo a excelência do seu gosto? Só isso poderá alegrar-me e consolar-me.

«Por favor, Jesus, único amor do meu coração […], amado acima de tudo o que alguma vez foi amado: o desejo do
meu coração enlanguesce e suspira por Ti, Tu, que és um dia de Primavera cheio de vida e de flores. Faz chegar esse
dia em que eu esteja tão estreitamente unida a Ti que Tu, Sol Verdadeiro, faças nascer as flores e os frutos do meu
progresso espiritual. “Espero-Te com grande impaciência” (Sl 39,2). […] Por favor, amigo, meu amigo, faz com que se
realize o teu desejo e o meu.»

Voz de Cristo: «No meu Espírito Santo, tomar-te-ei como esposa; ligar-te-ei a Mim com uma união inseparável.
Sentar-te-ás à minha mesa e encher-te-ei com a ternura do meu amor. Vestir-te-ei com o nobre manto púrpura do
meu precioso sangue; coroar-te-ei com o ouro puro da minha morte. Eu próprio satisfarei o teu desejo e assim
tornar-te-ei feliz para toda a eternidade.»
http://evangeliodeldia.org/main.php?language=PT&module=commentary&localdate=20131215

Leer el comentario del Evangelio por 


Santa Gertrudis de Helfta (1256-1301), monja benedictina 
Los Ejercicos, n°3 ; SC 127 (trad. SC p. 97 rev.)

“Sed fuertes, no temáis, ¡he aquí vuestro Dios!...: viene en persona y os salvará. (Is 35,4)”

    Voz del alma ofreciéndose a Dios: "soy una huérfana sin madre, soy indigente y pobre. Fuera de Jesús, no tengo
ningún consuelo; sólo él puede satisfacer la sed de mi alma. Él es el amigo preferido y único de mi corazón, Él 'el Rey
de reyes y Señor de los señores' (Ap 19,16)… Mi cuerpo y mi alma están en su mano; que haga de mi lo que su
bondad desee.

    ¿Quién me regalará hacerme un ser según su corazón, con el fin de que en mí encuentre lo que desea, según la
excelencia de su bondad? Sólo esto sería capaz de regocijarme y consolarme. "Por gracia, Jesús, único amado de mi
corazón, amado por encima de todo lo que jamás ha sido amado: el deseo de mi corazón languidece y suspira por ti,
tú el día primaveral lleno de vida y de flores. Haz llegar este día en el que me uniré tan estrechamente a ti, que, tú el
Sol verdadero, harás nacer las flores y las frutas de mi progreso espiritual. 'Te aguardo con una gran esperanza ' (Sal.
39,2)… Por gracia, amigo, mi amigo, cumplidos efectivamente tu deseo y el mío."

    Voz de Cristo: " en mi Espíritu Santo te tomaré por esposa; te ataré a mí por una unión inseparable. Te sentarás a
mi mesa y te envolveré con la ternura de mi amor. Te vestiré de la nobleza púrpura de mi preciosa sangre; te
coronaré con el oro puro de mi muerte. Yo mismo colmaré tu deseo, y así te haré feliz para la eternidad."

http://evangeliodeldia.org/main.php?language=SP&module=commentary&localdate=20131215

Santa Gertrudes de Helfta 

«É por Ele que vós estais em Cristo Jesus, que Se tornou para nós sabedoria que
vem de Deus, justiça, santificação e redenção» (1Cor 1,30)

Comentário do dia 
Santa Gertrudes de Helfta (1256-1301), monja beneditina 
Exercícios, n°8 Sexta; SC 127
«É por Ele que vós estais em Cristo Jesus, que Se tornou para nós sabedoria que vem de Deus, justiça, santificação
e redenção» (1Cor 1,30)

Ó Sabedoria admirável de Deus, quão poderosa, quão brilhante é a tua voz! Chamas a Ti sem excepção todos os que
Te desejam; fazes dos humildes a tua morada; confortas os que Te confortam (Pr 8,17); julgas a causa do pobre; com
bondade, de todos tens piedade. «Não detestas nada do que fizeste»; «desvias os olhos dos pecados dos homens» e
misericordiosamente esperas que venham penitenciar-se (Sab 11,23-24). […] Tu que renovas todas as coisas, com a
tua graça renova-me e santifica-me em Ti, para que possas estabelecer-Te na minha alma […]. Faz que, desde a
manhã, eu vele por Ti, para Te encontrar em verdade (Is 26,9; Sab 6,12-14); manifesta-Te pois diante de mim, para
que em verdade eu Te deseje com ardor.

Com que prudência ages em teus desígnios! Com que providência dispões de tudo, quando, para salvar o homem,
inspiraste ao Rei de glória (Sl 23,8; 1Cor 2,8) […] o pensamento da paz, o cumprimento da caridade: escondendo a
sua majestade, impuseste sobre os seus ombros o momento favorável do amor para que, subindo ao madeiro, Ele
carregasse com os nossos pecados (1Ped 2,24). Oh, sim, Sabedoria brilhante de Deus, a malícia do diabo não pode
travar nenhuma das tuas obras magníficas […]; a amplidão do mal que fizemos não conseguiu prevalecer contra a
multidão das tuas misericórdias, contra a imensidão do teu amor, contra a plenitude da tua bondade. Mais ainda, o
teu zelo soberano ultrapassou todos os obstáculos, tudo governando com bondade, chegando «com vigor de uma
extremidade à outra» do mundo (Sab 8,1).
http://evangeliodeldia.org/main.php?language=PT&module=commentary&localdate=20131213

Leer el comentario del Evangelio por 


Santa Gertrudis de Helfta (1256-1301), monja benedictina 
Ejercicios, n° 8 Sexto; SC 127

“A Él se debe que vosotros estéis en Cristo Jesús, el cual se ha hecho para nosotros sabiduría de parte de Dios,
justicia, santificación y redención” (1Co 1,30)

    ¡Oh Sabiduría admirable de Dios, cuán poderosa y brillante es tu voz! Tu llamas sin ninguna excepción a todos los
que te desean; haces en los humildes tu morada; amas a los que te aman (Pr 8,17); juzgas la causa del pobre; con
bondad, te compadeces de todos. "No odias nada de lo que has creado"; "no tienes en cuenta los pecados de los
hombres" y esperas misericordiosamente que se arrepientan (Sb 11,23-24)… Tu que renuevas todas las cosas, por tu
bondad, renuévame y santifícame en ti, con el fin de que puedas morar en mi alma… haz que, desde la mañana, vele
por ti, con el fin de encontrarte de verdad (Is 26,9; Sg 6,12-14); ven delante mío, para que de verdad te desee con
ardor.

    ¡Qué prudente eres en tus designios! Con qué providencia lo dispones todo, cuando, con vistas a salvar al hombre,
le inspiraste al Rey de gloria (Sal. 23,8; 1Co 2,8)… el pensamiento de la paz, el cumplimiento de la caridad:
escondiendo su majestad, pusiste sobre sus hombros el momento favorable del amor, con el fin de que él "cargara
sobre el leño de la cruz los pecados del pueblo" (1P 2,24).

    Oh sí, Sabiduría desbordante de Dios, la malicia del diablo no pudo trabar ninguna de tus  obras magníficas…; la
magnitud del mal que hicimos, no pudo prevaler ante la multitud de tus misericordias, ante la inmensidad de tu
amor, ante la plenitud de tu bondad. Mucho más, tu soberano poder, eliminó todos los obstáculos, disponiendo
todas las cosas con dulzura, y "abarcando con fuerza de un extremo al otro de la tierra” (Sb. 8,1).

http://evangeliodeldia.org/main.php?language=SP&module=commentary&localdate=20131213

Salve Lírio Branco da Santíssima Trindade, Rosa Brilhante que embeleza o céu!
Nossa Senhora apareceu a Santa Gertrudes na forma de um magnífico lírio de grande brancura. Este lírio tinha três
folhas, das quais uma se ergue para cima no centro e as outras duas se inclinavam uma para cada lado. Santa
Gertrudes compreendeu, por esta visão, que a Gloriosa Mãe de Deus é chamada com muita razão “O Lírio Branco da
Trindade”, pois participou mais do que ninguém das virtudes divinas, as quais jamais manchou com menor pecado.

A folha erguida para cima representava a onipotência do Pai e as duas inclinadas significavam a sabedoria do Filho e
a bondade do Espírito Santo, virtudes das quais a Santíssima Virgem possuiu em grau eminente.

Depois disso, a Mãe de Misericórdia fez uma importantíssima promessa que todos podem alcançar facilmente,
garantiu que todo aquele que A proclamasse: “SALVE LÍRIO BRANCO DA SANTÍSSIMA TRINDADE, ROSA BRILHANTE
QUE EMBELEZA O CÉU!”:

1- experimentaria o poder que a onipotência do Pai lhe comunicou como a Mãe de Deus;

2- admiraria as engenhosas misericórdias que a sabedoria do Filho lhe inspira para a salvação dos homens;

3- contemplaria, finalmente a ardente caridade acesa em seu coração pelo Espírito Santo;

4- e finalmente, “Mostrar-me-ei a ele na hora de sua morte, – disse a Virgem Mãe – com o esplendor de uma tão
grande beleza que Minha aparição lhe consolará e lhe comunicará as alegrias celestiais.”

Animados por tão GRANDE PROMESSA, saudemos a Mãe de Deus, diariamente,


sobretudo ao acordar e ao deitar, nos momentos de perigo e nos momentos de alegria.

SALVE LÍRIO BRANCO DA TRINDADE, ROSA BRILHANTE QUE EMBELEZA O CÉU, rogai por nós que recorremos a Vós e
pelos que não recorrem a Vós!
Extraído do livro Mensagem do Amor de Deus – Revelações de Santa Gertrudes,
Livro III, Editora Artpress, São Paulo, 2009, págs 78 a 81.

http://www.amoranossasenhora.com.br/2011/11/salve-lirio-branco-da-santissima-trindade-rosa-brilhante-que-
embeleza-o-ceu/

A promessa de Nosso Senhor de salvar mil almas do purgatório todos os dias


Nosso Senhor prometeu à Santa Gertrudes que salvaria MIL almas do purgatório todos os dias, por cada pessoa
que rezar com fervor esta Oração:

"Eterno Pai, ofereço-Vos o Preciosíssimo Sangue do Vosso Divino Filho Jesus, em união com todas as Missas que
hoje são celebradas em todo o mundo, por todas as Santas Almas do Purgatório, pelos pecadores em todos os
lugares, pelos pecadores na Igreja Católica, pelos pecadores em todas as outras igrejas, pelos de minha casa e
meus vizinhos. Amém!"

* Obviamente, esta oração deve ser feita em um profundo estado de contrição para que possa ser realizada a
promessa de Nosso Senhor Jesus Cristo.

http://www.catolicostradicionais.com.br/2011/10/promessa-de-nosso-senhor-de-salvar-mil.html

Do «Livro das Revelações do amor divino» de Santa Gertrudes, virgem

(Liv. 2, 23,1.3.5.8. 10: SC 139, 330-340) (Sec. XIII)

Tivestes sobre mim pensamentos de paz

A minha alma Vos bendiga, Senhor Deus, meu Criador, a minha alma vos bendiga e do mais íntimo do meu coração
Vos louvem as vossas misericórdias de que a vossa infinita piedade tão generosamente me envolveu. Eu Vos dou
graças pela vossa imensa misericórdia e pela vossa paciente bondade para comigo. Todos os anos da minha infância
e puerícia, da adolescência e da juventude, quase até ao fim dos vinte e cinco anos, decorriam numa cegueira tão
louca; pensava, falava e procedia segundo os meus caprichos e não sentia remorso algum de consciência. Dou me
conta disso agora. Não Vos prestava atenção alguma, mas apenas me deixava conduzir por uma repugnância natural
e inata pelo mal e pelo gosto do bem, ou pelas advertências dos que me rodeavam. Vivia como pagã entre pagãos,
como se nunca tivesse ouvido dizer que Vós, meu Deus, recompensais o bem e punis o mal. E no entanto, já desde a
infância, concretamente desde os cinco anos, Vós me tínheis escolhido para me admitir entre os mais fiéis dos
vossos amigos na prática da santa religião.

Por isso, Pai amantíssimo, em reparação das minhas faltas, ofereço Vos todos os sofrimentos de vosso Filho bem
amado, desde aquela hora em que, deitado nas palhas do presépio, soltou o primeiro vagido, e tudo o que suportou
depois: as dificuldades da infância, as fraquezas da idade pueril, as adversidades da adolescência e as provas da
juventude, até ao momento em que, inclinando a cabeça, com forte brado expirou na cruz. De igual modo, para
suprir todas as minhas negligências, ofereço Vos, Pai amantíssimo, toda aquela santíssima vida de vosso Filho
Unigénito, perfeitíssima em todos os pensamentos, palavras e acções, desde a hora em que foi enviado do trono
celeste e desceu à nossa terra até ao momento em que apresentou perante o vosso olhar paterno a glória da sua
humanidade vitoriosa.

Em acção de graças e imersa no mais profundo abismo de humildade, louvo a vossa incomensurável misericórdia e
adoro a dulcíssima benevolência pela qual, Pai de misericórdia, no meio da minha vida errante tivestes sobre mim
pensamentos de paz e não de desgraça e quisestes elevar me com a multidão e grandeza dos vossos benefícios.
Além disso, entre tantos favores, concedestes me o dom inestimável da vossa intimidade e amizade, ao abrir me
aquela arca nobilíssima da divindade, a saber, o vosso Coração divino, no qual encontro o tesouro de todas as
minhas alegrias.
Finalmente, atraístes a minha alma com as fiéis promessas que desejais conceder me na morte e depois da morte; e,
por isso, ainda que não tivesse recebido de Vós nenhum outro benefício, este dom seria suficiente, por si só, para
que o meu coração suspirasse continuamente por Vós com viva esperança.

http://www.portal.ecclesia.pt/ecclesiaout/liturgia/liturgia_site/santos/santos_ver.asp?cod_santo=196

ORACIÓN DE SANTA GERTRUDIS A LAS CINCO LLAGAS


DE JESUCRISTO
Cristo de las Batallas, Catedral de Salamanca.

Permitid, Jesús mío, que adore las llagas de vuestras manos y pies, y haced que la sangre preciosa que de ellas mana,
cayendo sobre mí, me comunique la santidad, y me preserve del pecado.

Dejadme también contemplar la llaga de vuestro santo costado como la puerta de mi salvación; y puesto que por mí
se abre vuestro Corazón, permitid que penetre en este santuario de la caridad, permanezca en él todos los días de
mi vida, y os ame eternamente.

Llagas sagradas, prendas del amor infinito de mi Dios, sois otras tantas bocas que para mí pedís misericordia, y otros
tantos puros manantiales donde puedo lavarme de todas mis manchas.

CÓMO HEMOS DE IMITAR LAS ACCIONES DE SU PASIÓN


Nos enseña Nuestro Divino Maestro, como hemos de imitar las acciones de su Pasión en las que ordinariamente
hacemos, con mucho fruto, y provecho de nuestras almas.

Considerando Nuestra Madre Santa Gertrudis un Viernes Santo, con amorosa ternura, y dulzura de su alma, lo
mucho que el Señor había padecido en su Pasión por su amor, y deseando con fervoroso afecto de lo íntimo de su
corazón, mostrarse agradecida, y corresponder en algo al amor infinito de su Divino Esposo le dijo: Ea Señor, única
Esperanza y salud de mi alma, enséñame, en qué, o cómo,  podré mostrarme agradecida a tu Santísima Pasión, tan
amarguísima para Ti, cuanto saludabilísima para mi.

Respondió el Señor:

1. El que sujeta su voluntad a la de otro, no gobernándose por su parecer, sino por el ajeno, este tal me agradece el
dolor, y afrenta, que a la hora de Maitines padecí, cuando por la salud del género humano fui preso, maniatado,
afligido, y escarnecido con muchos golpes, y oprobios.

2. El que con humildad reconoce, y confiesa sus defectos, me agradece el sentimiento que tuve a la hora de Prima,
cuando, como Reo en juicio fui acusado de falsos testigos, y condenado a muerte afrentosa.

3. El que mortifica sus sentidos, negándoles los deleites sensibles me agradece los crueles azotes que padecí a la hora
de Tercia.

4. El que con humilde rendimiento se sujeta a los Prelados poco ajustados, y que no son tan observantes, y
morigerados como deben; me alivia el terrible dolor que me causó la Corona de espinas.

5. El que habiendo sido agraviado de otro, procura por el bien de la paz, disimular su ofensa, y con humildad se
adelanta a reconciliarse con el que le ofendió, solicitando su amistad, me recompensa el trabajo que tuve en llevar
sobre mis heridas y delicados hombros la Cruz.

6. El que por ejercitar la caridad con el prójimo, se anima, y emprende obras que exceden sus posibles, y fuerzas,
extendiéndose a más de lo que puede; me agradece el terrible dolor, que padecí cuando a la hora de Sexta fui
extendido, descoyuntado y clavado en la Cruz.

7. El que por corregir a su prójimo,  o apartarle de que peque, no repara en la desazón, tribulación, afrenta o
molestias, que de esto se le pueden seguir, me agradece la afrenta, y amarga muerte, que padecí a la hora de Nona,
por la salud, y remedio de todos los hombres.
8. El que, viéndose sin razón injuriado, responde con humildad, y blandura a los que le injurian; me quita compasivo
de la Cruz, donde estaba mi cuerpo pendiente.

9. Y finalmente el que con humildad estima más a su prójimo que a si mismo, juzgando que es razón que le sea
preferido en honor, conveniencia, o en otra cualquiera cosa; me ofrece sepultura en que descanse mi cuerpo. Lib. 4
cap. 26

Ato de resignação à Vontade de Deus (de Santa Gertrudes)


Ato de resignação à Vontade de Deus 

(de Santa Gertrudes) 

Pai onipotente e santíssimo, ainda que eu não seja mais que uma pobre e vil criatura, dignai-Vos permitir-me de
renunciar nas Vossas mãos a minha própria vontade. 

Eu me ofereço e sacrifico inteiramente à Vossa divina Vontade. Desejo que esta amabilíssima Vontade se cumpra
sempre em mim, tanto no corpo como na alma, no tempo e na eternidade. 

Unindo-me àquela divina resignação com que Jesus se entregou no Horto das Oliveiras à Vossa santíssima Vontade,
apropriando-me Sua intenção, Sua palavra e Seu Coração, digo-Vos e torno a dizer-Vos mil vezes: “Ó meu Pai, Vossa
Vontade e não a minha se cumpra, no tempo e na eternidade!” 

Ó Bom Jesus, eu me ofereço a Vós, e me entrego nas Vossas mãos, com a disposição de bem receber as aflições e
adversidades que me ameaçam. Recebê-las-ei de bom grado e as suportarei com toda a paciência de que eu for
capaz, unindo-me ao amor com que recebestes as penas, as injúrias e as calúnias que Vosso Pai permitiu. 

Dignai-Vos conceder-me a paciência e as forças necessárias para suportar com ânimo estas tribulações que vão cair
sobre mim, e fazei que sirvam para Vossa glória, para minha salvação e a de todos os pecadores e para alívio das
almas do Purgatório. Amém.

(Oração retirada do livro "Adoremus: Manual de Orações e Exercícios Piedosos", de Dom Eduardo Herberhold, OFM,
1926, 15ª edição)

http://a-grande-guerra.blogspot.com.br/2011/10/ato-de-resignacao-vontade-de-deus-de.html

SAGRADO CORAÇÃO DE JESUS, ÉS NOSSA ESPERANÇA


Meu Senhor, és minha esperança , minha glória,

minha alegria, minha bem-aventurança.

És Aquele de que tem sede o meu espiríto.

És a vida de minha alma. És a alegria do meu coração.

Meu Deus, aonde me levará minha admiração, senão a Ti?

És o começo e o fim de todo bem.

És o louvor de minha boca e do meu coração.

És deslumbrante de beleza, na doce primavera de Teu amor em festa…

Não há criatura que te possa louvar dignamente.

Tu Te bastas a Ti mesmo, pois em Ti não há nenhuma falha.

Tua doce Face, mais doce que o mel, que o mel em favo,

torna felizes as almas santas.

Ó meu Deus, porque és meu, nada me poderia faltar.


Porque sou Tua, em Ti me glorificarei eternamente.

Todas as vezes em que me entristeço, Tu preparas, em Ti, um festim muito desejado.

Onde estaria bem a minha alma, senão em Ti, Deus de minha vida!

Santa Gertrudes Magna, 1256- 1301

Oração de Santa Gertrudes a Nossa Senhora


“Ó castíssima Virgem Maria, peço-te, pela pureza imaculada com que preparaste para o Filho de Deus uma habitação
agradável em teu ventre virginal, que por tua intercessão possa ficar limpo de toda mancha de pecado.
Ó humilíssima Virgem Maria, peço-te, pela humildade mais profunda pela qual mereceste ser erguida acima de
todos os coros dos anjos e dos santos, que por tua intercessão toda minha negligência possa ser expiada.
Ó amorosíssima Virgem Maria, peço-te, pelo amor inefável que te uniu tão íntima e inseparavelmente a Deus, que
por tua intercessão possa obter a abundância de todos os méritos. Amém.”

Santa Gertrudes de Helfta (1256-1301)

monja beneditina

Exercícios, n.º 7

«Observavam Jesus para [...] poderem assim acusá-l’O.»


Na hora da oração, coloca-te na presença da paz e do amor [...]; ó paz de Deus, que ultrapassas toda a inteligência
(Fil 4,7), doce e agradável, suave e preferível a tudo, onde tu penetras reina uma segurança imperturbável. Só tu
tens o poder de pôr freio à cólera do soberano; tu ornas o trono do rei com a tua clemência; iluminas o reino da
glória com a piedade e a misericórdia. Pela tua graça, toma a teu cargo a minha causa, de mim que sou culpada e
indigente. [...] Eis que já o credor bate à porta [...]; não é prudente da minha parte falar-lhe, pois não tenho maneira
de pagar a minha dívida. Mui doce Jesus, minha paz, por quanto tempo permanecerás silencioso? [...] Pela tua graça,
fala agora por mim, dizendo estas palavras caridosas: «Eu te resgatarei». Tu és seguramente o refúgio de todos os
pobres e não passas ao pé de ninguém sem lhe dares a salvação. Tu não deixas partir aquele que se refugia junto de
Ti sem que fique reconciliado. [...] Por tua graça, meu amor, meu Jesus, nesta hora do dia foste flagelado por mim,
coroado de espinhos, lamentavelmente coberto de sofrimentos. Tu és o meu verdadeiro rei, para além de Ti não
conheço ninguém. Tu fizeste-Te opróbrio dos homens, abjeto e repugnante como um leproso (cf Is 53,3), a ponto de
a própria Judeia se recusar a reconhecer-Te como seu rei (Jo 19,14-15). Por tua graça, que pelo menos eu Te
reconheça como meu rei! Meu Deus, dá-me esse inocente, tão ternamente amado, o meu Jesus, que por mim
«pagou» tão plenamente «aquilo que não tinha roubado» (Sl 68,5); dá-mo, para que Ele seja o apoio da minha alma.
Que eu O receba no meu coração; que, pela amargura das suas dores e da sua Paixão, Ele reconforte o meu espírito.
[...] E tu, paz de Deus, sê a amarra querida que me acorrenta para sempre a Jesus. Sê o sustentáculo da minha força
[...], para que eu não seja senão «um só coração e uma só alma» com Jesus (At 4,32). [...] Por ti, ficarei para sempre
ligada ao meu Jesus.

Santa Gertrudis de Helfta (1256-1301)

monja benedictina

Ejercicios, n° 7; SC 127

«Observaban a Jesús... para acusarlo»

A la hora de la oración, ponte en presencia de la paz y del amor: ¡Oh paz de Dios que sobrepasas todo sentimiento!
(Fl 4,7), paciente y agradable, dulce y preferible a todo, por donde penetras, reina una seguridad imperturbable. Sólo
tú, tienes el poder de frenar la cólera del soberano; adornas el trono del rey con clemencia; iluminas el reino de la
gloria con piedad y misericordia. Por favor, encárgate de mi causa, yo, el culpable y el indigente... Que el acreedor
está ya a la puerta... no es prudente hablarle, ya que no tengo con qué pagar mi deuda. ¿Dulce Jesús, mi paz, cuánto
tiempo estarás en silencio?... Por favor, ahora, por lo menos, habla por mí, diciendo esta palabra caritativa: " Yo, la
rescataré". Tú, tu eres ciertamente el refugio de todos los pobres. No pasas cerca de nadie sin salvarlo. Tú, jamás
dejaste irse al que se había refugiado cerca de tuyo, sin que fuera reconciliado... Por favor, mi amor, mi Jesús, a esta
hora del día, fuiste flagelado por mí, coronado de espinas, abrevado lamentablemente por sufrimientos. Eres mi
verdadero rey, fuera de ti no conozco otro. Te hiciste el oprobio de los hombres, despreciado y rechazado como un
leproso (Is 53,3), hasta en Judea se niegan a reconocerte como su rey (Jn 19,14-15). ¡Por tu gracia, que yo, por lo
menos, te reconozca como mi rey! Dios mío, dame esta inocencia, tan tiernamente deseada, mi Jesús, que "pagaste"
tan plenamente por mí, «lo que no habías robado " (Sal. 68,5); dámelo para que sea el apoyo de mi alma. Qué la
reciba en mi corazón; qué por la amargura de sus dolores y de su Pasión reconforte mi espíritu... Y tú, paz de Dios,
eres el amado lazo que me encadena para siempre a Jesús. Eres el apoyo de mi fuerza..., a fin de que sea "un solo
corazón y una sola alma" con Jesús (Hch. 4,32)... Por ti, permaneceré atado para siempre a mi Jesús.

Santa Gertrudes de Helfta (1256-1301)

monja beneditina

Exercícios, n.° 6, SC 127

«Mestre, que eu veja»


Em Ti, ó Deus vivente, o meu coração e a minha carne estremeceram, e a minha alma se alegrou em Ti, minha
salvação verdadeira (Sl 83,3). Quando Te verão os meus olhos, Deus dos deuses, Deus meu? Deus do meu coração,
quando me alegrarás com a visão da doçura da tua face? Quando preencherás o desejo da minha alma com a
manifestação da tua glória? Meu Deus, Tu és a minha herança, escolhida entre todos, a minha força e a minha glória!
Quando entrarei no teu poder para ver a tua força e a tua glória? Quando então, em vez do espírito de tristeza, me
revestirás do manto de louvor (Is 61,10), para que, unida aos anjos, todos os meus membros Te ofereçam um
sacrifício de aclamação (Sl 26,6)? Deus da minha vida, quando entrarei no tabernáculo da tua glória, a fim de cantar
em presença de todos os santos e proclamar de alma e coração que as tuas misericórdias por mim foram magníficas
(Sl 70,16)? Quando se quebrará o fio desta morte, para que a minha alma possa ver-Te sem intermediários (Gn
19,19)? [...] Quem se saciará à vista da tua claridade? Como poderá o olho bastar para ver e o ouvido para ouvir na
admiração da glória da tua face?

Santa Gertrudis de Helfta (1256-1301)

monja benedictina

Ejercicios, n°6; SC 127

«Maestro, que pueda ver»

En ti, Oh Dios vivo, mi corazón y mi carne se estremece, y mi alma se regocija en ti, mi verdadera salvación. ¿Cuándo
te verán mis ojos, Dios de los dioses, Dios mío? ¿Dios de mi corazón, cuándo me regocijarás con la visión de la
dulzura de tu rostro? ¿Cuándo colmarás el deseo de mi alma con la manifestación de tu gloria? ¡Dios mío, tu eres mi
herencia escogida de entre todos, mi fuerza y mi gloria! ¿Cuándo entraré en tu omnipotencia para ver tu fuerza y tu
gloria? ¿Cuándo en lugar del espíritu de tristeza me revestirás con el manto de la alabanza, para que unida a los
ángeles, todos mi ser te ofrezca un sacrificio de aclamación? ¿Dios de mi vida, cuándo entraré en el tabernáculo de
tu gloria, para poder cantarte en presencia de todos los santos, y proclamar con el alma y el corazón que tus
misericordias para conmigo han sido magníficas? ¿Cuándo se romperá la red de esta muerte, para que mi alma
pueda verte sin intermediario?... ¿Quién resistirá a la vista de tu claridad? ¿Cómo podrá verte el ojo y oírte la oreja,
contemplando la gloria de tu rostro? (Referencias bíblicas: Sal. 83,3; Sal. 70,16; Lc 1,47; Is 61,10; Sal. 26,6; Gn 19,19)  

Santa Gertrudes de Helfta (1256-1301)

monja beneditina

Exercícios VII, SC 127

Ó Ternura, presta atenção!


Ó Ternura! Ternura! Não me abandones na minha angústia. Não desvies o teu rosto dos meus soluços e dos meus
gritos. Que a tua caridade se incline para me escutar com paciência. Abre-me o teu seio, para que eu posso repousar
um momento e expandir o meu espírito diante de ti. Estou certa de que, em virtude da bondade e da benevolência
que te são naturais, não desdenhas homem algum na desolação nem desprezas aquele que se encontra na
tribulação. Oh, que agradável é o odor dos teus perfumes para aquele que estava a cair no desalento. Tu levantas os
feridos, Tu libertas os presos (Sl 145,7). Tu a ninguém desdenhas na tribulação; Tu estás atenta às necessidades de
todos, de forma maternal e misericordiosa. Tu velas com ternura sobre os desesperados. Tu dignas-Te compensar a
indigência de todos com grande clemência. Presta, pois, ouvidos à minha indigência, a fim de que, para bem da
minha alma, possa ter contigo preciosas conversas e de Ti receba conselhos de amor.

Santa Gertrudes de Helfta (1256-1301)

monja beneditina

Exercícios VII, SC 127

Desperta em Ti o meu espírito adormecido!


Ó Amor estável, forte e sempre vitorioso, que a tua indústria me ensine a amar Jesus com invencível constância, e a
servi-l'O com inabalável perseverança. Desperta-me, abana-me, a fim de que eu esteja sempre pronta quando o meu
Senhor chegar, na primeira ou na segunda vela; que não esteja adormecida quando, à meia-noite, se ouvir o brado;
mas que, sob as tuas moções e a tua orientação, entre dignamente para as núpcias com o Cordeiro. E então, pela tua
graça, faz com que a minha lamparina esteja cheia do azeite da caridade, cheia do incêndio do amor, cheia da luz
esplêndida das obras que a fé viva produz, a fim de que, por Ti, seja colocada na posse das delícias da vida eterna.
Meu Jesus dulcíssimo, Esposo bem-amado, desperta agora em Ti o meu eespírito adormecido; na tua morte, dá-me
uma vida que seja vivida só por Ti. Dá-me uma existência que corresponda dignamente ao preço do teu sangue. Dá-
me um espírito que Te saboreie, um coração que Te sinta, uma alma que compreenda a tua vontade, uma virtude
que realize o que Te agrada, a estabilidade que persevere contigo. E, pela tua graça, à hora da minha morte, abre-me
sem demoras a porta do teu coração dulcíssimo, a fim de que, por Ti, eu mereça penetrar sem obstáculos na câmara
nupcial do teu vivo amor, onde gozarei de Ti e Te possuirei, a Ti, que és a verdadeira alegria do meu coração. Amén.

Santa Gertrudes de Helfta (1256-1301)

monja beneditina

Exercícios III, SC 127

Que eu vá adiante de Ti!


Faz com que à hora da minha morte, envergando a veste nupcial e tendo a lamparina acesa, eu vá adiante de Ti no
meio das virgens prudentes, como a esposa adiante do Esposo. Pelo beijo da tua boca, introduz-me como tua
própria esposa no tálamo nupcial do teu amor, que é fonte de alegria. [...] A Ti que sondas os corações, não
agradarei pelo meu corpo, mas pela minha alma; faz com que eu pertença ao número das virgens sensatas: tendo a
lamparina acesa com o azeite que preparei, esperarei o celeste Esposo; sem me perturbar com a súbita chegada do
Rei, segura da minha luz, avançarei jubilosamente ao encontro do coro das virgens que caminham à frente dele; e
não serei rejeitada com as virgens loucas, mas entrarei livremente no palácio real com as virgens sensatas,
permanecendo pura e casta, na perpétua companhia do teu Cordeiro. [...] Ó amor, amor, na bela dileção, prepara-
me o atalho que leva a Ti: [...] Tu conduzes contigo, em bem-aventurado exército celeste, as miríades e miríades de
virgens resplandecentes [...] que repetem alegremente os suaves cânticos da união eterna. Pela tua graça, ó amor,
no seio desta miséria, guarda-me à sombra da tua caridade, de tal maneira que, após este exílio, sob a tua
orientação, penetrando sem mancha no teu santuário, entre a multidão das virgens, eu seja reconfortada por um
simples riacho da tua amizade divina e saciada por um júbilo simples, que é doce como o mel. Amen, amen. Que tal
seja o grito de todos os seres.

Santa Gertrudes de Helfta (1256-1301)

monja beneditina

«O Arauto», Livro III, SC 143


«Uma mulher – uma pecadora – [...] trouxe um vaso de alabastro»
Gertrudes compreendeu que, sempre que o homem pede a Deus que o preserve do pecado, ainda que o secreto
desígnio de Deus permita que ele caia em alguma falta grave, esta queda não será tal, que a graça divina não lhe seja
dada como bengala onde pode apoiar-se para regressar mais facilmente à penitência, [...] Viu-se junto do Senhor,
pedindo-lhe a bênção. Tendo-a obtido, pareceu-lhe que, em troca, o Senhor lhe pedia que fosse ela a abençoá-l'O.
Com isto, compreendeu que o homem abençoa o Senhor sempre que se arrepende interiormente de todas as
ofensas que cometeu contra o seu Criador, e Lhe pede ajuda para delas se preservar no futuro. O Senhor dos Céus
inclinou-Se profunda e reconhecidamente, mostrando que esta bênção Lhe era eminentemente agradável, como se
dela proviesse toda a sua felicidade. [...] Doutra vez, perante a dificuldade de um certo trabalho, [Gertrudes] disse ao
Pai: «Senhor, ofereço-Vos este trabalho pelo vosso Filho único, na virtude do Espírito Santo, pela vossa eterna
glória». Uma graça de luz revelou-lhe a eficácia destas palavras, a ponto de todos os oferecimentos feitos com essa
intenção assumirem, de forma magnífica, uma elevada qualidade que ultrapassa todo o valor humano, tornando-se
agradáveis a Deus Pai. Pois assim como os objetos parecem verdes quando são observados através de um vidro
verde, e vermelhos quando o vidro é vermelho, e por aí fora, assim também nada é mais infinitamente doce e
agradável a Deus Pai do que aquilo que Lhe é oferecido por seu Filho único.

Santa Gertrudes de Helfta (1256-1301)

monja beneditina

«O Arauto», livro III, SC 143

Ternura com Deus


Mostrando-se certa vez interiormente preocupada por não ser capaz de sentir um desejo tão grande como gostaria
pela glória de Deus, Gertrudes recebeu a seguinte explicação divina: Deus fica satisfeito quando o homem, sem
conseguir fazer mais, quer ter, se possível, grandes desejos; eles serão tão grandes diante de Deus quanta for a sua
vontade. Deus encontra maiores delícias em permanecer num coração cheio deste desejo de querer ter desejo, que
o homem no florescimento da mais fresca primavera. Doutra vez, por doença, ela tinha estado alguns dias menos
atenta a Deus; depois, tomando consciência desta culpa, aplicou-se a confessar ao Senhor a sua negligência com
piedosa humildade. Temendo ter de sofrer grande demora antes de recuperar a antiga doçura da presença divina,
subitamente, num instante, sentiu que a bondade de Deus Se inclinava para ela com um abraço cheio de amor e
estas palavras: «Minha filha, tu estás sempre comigo, e tudo o que é meu é teu». Esta resposta permitiu-lhe
compreender que, ainda que o homem, pela fragilidade da sua natureza, deixe por vezes de voltar a sua atenção
para Deus, este, na sua bondade misericordiosa, não deixa de considerar todas as nossas obras dignas da
recompensa eterna, bastando para isso que não nos afastemos deliberadamente dele e nos arrependamos com
frequência de tudo aquilo que a nossa consciência nos censure

Santa Gertrudes
Tal vez uno de los textos más expresivos y valioso de la mediación e intercesión de Cristo ante el Padre como
Supremo Pontífice de nuestra fe lo encontremos en los escritos de Santa Gertrudis:

«Vio la santa que el Hijo de Dios decía ante el Padre: “¡Oh, Padre mío, único y coeterno y consustancial Hijo!
Conozco en mi insondable Sabiduría toda la extensión de la flaqueza humana mucho mejor que esta misma criatura
y que toda otra cualquiera. Por eso me compadezco de mil maneras de esa flaqueza. En mi deseo de remediarla, os
ofrezco, santísimo Padre mío, la abstinencia de mi sagrada boca para reparar con ella las palabras inútiles que ha
dicho esta elegida”...» [Y así va enumerando diversos ofrecimientos y reparación y sigue:] “Finalmente, ofrezco,
Padre amantísimo a Vuestra Majestad mi deífico Corazón por todos los pecados que ella hubiere cometido”»
(Legatus IV,17).