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Santo Afraates

Afraate 

Seguir o último de todos e o servo de todos


Comentário do dia 
Afraate (?-c. 345), monge e bispo de Nínive, perto de Mossul 
As Exposições, n.º 6

Seguir o último de todos e o servo de todos

Meu amigo, tomemos a aparência daquele que nos deu a vida. Ele, que era rico, empobreceu-Se a Si mesmo. Ele,
que estava colocado no alto, desceu da sua grandeza. Ele, que habitava nas alturas, não tinha onde reclinar a cabeça.
Ele, que há-de vir sobre as nuvens, montou um jumento para entrar em Jerusalém. Ele, que é Deus e Filho de Deus,
tomou a aparência de servo.

Ele, que é o repouso para todos os trabalhos, fatigou-Se com os incómodos do caminho. Ele, que é a fonte que
estanca a sede, teve sede e pediu água para beber. Ele, que é a saciedade que satisfaz a nossa fome, teve fome
quando jejuou no deserto e foi tentado. Ele, que vela e nunca dorme, deitou-Se e adormeceu num barco no meio do
mar. Ele, que é servido na tenda de seu Pai, deixou-Se servir pelas mãos dos homens. Ele, que é o médico de todos
os doentes, viu as suas mãos perfuradas pelos cravos. A Ele, cuja boca anunciava coisas boas, deram a beber fel. Ele,
que não tinha feito mal a ninguém, foi açoitado e suportou ultrajes. Ele que tinha feito viver os mortos, entregou-Se
a Si mesmo à morte na cruz.

Sendo nosso vivificador, Ele próprio experimentou todos estes abaixamentos; abaixemo-nos nós também, meus
amigos.  

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Leer el comentario del Evangelio por 


Afraates (¿-c. 345), monje, obispo cerca de Mossul 
Las Disertaciones, nº 6

Ser el último y el servidor de todos

    Amigo, parezcámonos a aquél que nos da la vida. Siendo rico se empobreció a sí mismo. Estando situado en lo más
alto, abajó su grandeza. Habitando en las alturas, no tuvo lugar donde reposar la cabeza. Siendo así que vendrá
sobre las nubes, cabalgó sobre un asno para entrar en Jerusalén. Siendo Dios e hijo de Dios, se hizo semejante a un
siervo.

    Él, que es el descanso de todas las penas, se cansó de la dureza del camino. Él, que es la fuente que apaga toda
sed, sintió sed y pidió agua para beber.  Él, que es la saciedad que sacia nuestra hambre, tuvo hambre cuando ayunó
en el desierto para ser tentado. Él, que es el centinela que no duerme, se durmió y se acostó en la barca en alta mar.
Él, que es servido en la mansión de su Padre, se dejó servir por manos de hombre. Él, que es el médico de todos los
enfermos, sus manos fueron traspasadas por los clavos. A él, cuya boca anunciaba cosas buenas, se le dio hiel para
beber.

    Él, que no había hecho ningún mal ni perjudicad a nadie, fue golpeado con látigos  y soportó los ultrajes. Él, que da
vida a todos los muertos, se entregó él mismo a la muerte de cruz.

    Si nuestro Vivificador ha hecho él mismo experiencia de todo este abajamiento, abajémonos también nosotros,
amigos míos.

(Referencias bíblicas: 2Co 8,9; Flp 2, 6-8; Mt 8,20; Dn 7,13; Mt 26,64; Jn 12,14-15; Flp 2,7; Jn 4,6; Jn 6,7; Mt 4,2; Sl
121,4; Mt 8,24; Sl 49,4; Sl 69,22; Mt 27,34)
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Afraate 

«Dá o Espírito sem medida»


Comentário do dia 
Afraate (?-c. 345), monge e bispo de Nínive, perto de Mossul 
Exposições, nº 6

«Dá o Espírito sem medida»

Quando, a partir de uma fogueira, acendes outras fogueiras em vários locais, a primeira nem por isso diminui de
intensidade. [...] O mesmo acontece com Deus e o seu Messias, que são um só, permanecendo embora na
multiplicidade dos homens. O sol também não diminui de intensidade pelo facto de a sua potência se difundir sobre
a terra. E quão maior é a força de Deus, dado que é pela força de Deus que o sol subsiste. [...]

Moisés tinha dificuldade em conduzir sozinho o campo de Israel; então, o Senhor disse-lhe: «Reúne junto de ti
setenta homens entre os anciãos de Israel. [...] Então retirarei parte do espírito que está sobre ti a fim de o pôr sobre
eles» (Num 11,16-17). Quando retirou parte do espírito de Moisés e os setenta homens ficaram cheios dele, o de
Moisés diminuiu de intensidade? Alguém se apercebeu de que ele tivesse menos espírito? Também o bem-
aventurado Paulo diz que Deus partilhou o Espírito do Cristo-Messias e O enviou aos profetas [do Novo Testamento]
(1Cor 12,11.28). Mas o Messias nem por isso ficou lesado, porque o Pai deu-Lhe o Espírito sem medida.

É neste sentido que o Cristo-Messias habita nos crentes. E em nada é lesado por ser partilhado com a multidão,
porque foi o Espírito de Cristo que os profetas receberam, na medida em que cada um podia tê-Lo em si. E ainda
hoje é este mesmo Espírito do Messias que é derramado sobre toda a carne, para que homens e mulheres, jovens e
velhos, servos e servas profetizem (Jl 3,1; Act 2,17). O Messias está em nós e está no céu, à direita do Pai. Ele não
recebeu o Espírito com limitações; pelo contrário, o Pai amou-O e tudo entregou nas suas mãos, dando-Lhe poder
sobre todos os seus tesouros. [...] O próprio Senhor o diz: «Tudo Me foi entregue por meu Pai» (Mt 11,27). [...] E o
apóstolo Paulo conclui: «Quando se diz que tudo Lhe está sujeito, é claro que se exceptua Aquele que Lhe sujeitou
todas as coisas. E, quando tudo Lhe estiver sujeito, então também o próprio Filho Se submeterá Àquele que tudo Lhe
submeteu, a fim de que Deus seja tudo em todos» (1Cor 15,27-28).

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Afraates (¿-c. 345), monje, obispo cerca de Mossul 
Las Disertaciones, nº 6

“Dios le da el Espíritu sin medida”

     Si tú, a partir de un fuego primero enciendes muchos otros en muchos y diversos lugares, el primero no queda
empequeñecido… Lo mismo es Dios son su Mesías; son uno a pesar de permanecer en multitud de hombres. El sol
no empequeñece por el mero hecho de que su fuerza llege a toda la tierra. Y cuanto más grande es la fuerza de Dios
puesto que es por su fuerza que existe el sol…

    Para Moisés representaba una carga conducir él solo el campamento de Israel. El Señor le dijo: “Derramaré de tu
mismo Espíritu sobre setenta hombres de entre los ancianos de Israel” (Nm 11,17) Cuando cogió del Espíritu de
Moisés y los setenta hombres quedaron llenos de él ¿acaso disminuyó el Espíritu que habitaba en Moisés? ¿Acaso
percibieron que Moisés tenía menos espíritu? El bienaventurado Pablo dice también: Dios repartió el Espíritu de
Cristo, el Mesías, y lo envió a los profetas (1C 12,11.28). Pero el Mesías no estuvo perjudicado en nada, porque su
Padre le dio el Espíritu sin medida.

    Es en este sentido… que Cristo habita en los creyentes. No queda perjudicado en nada si es compartido con la
multitud, porque es el Espíritu de Cristo que han recibido los profetas [del Nuevo Testamento], cada uno según lo
que necesitaba. Y todavía hoy, es este mismo Espíritu de Cristo el que es derramado sobre toda carne a fin de que
profeticen hijos e hijas, ancianos y jóvenes, siervos y siervas (Jl 3,1; Hch 2,17). El Mesías está en nosotros, y el Mesías
está en el cielo a la derecha de su Padre. No ha recibido el Espíritu comedidamente, sino que su Padre lo ha amado y
lo ha puesto todo en sus manos, dándole poder sobre todo su tesoro… Nuestro Señor dice también: “Todo me lo ha
entregado mi Padre” (Mt 11,27)… En fin, el apóstol Pablo dice: “Todo será sometido a Cristo, salvo su Padre que todo
se lo ha sometido. Al final, cuando todo esté sometido, entonces también el Hijo se someterá a Dios, al que se lo
había sometido todo. Y así Dios lo será todo para todos” (1C 15, 27-28).

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Afraate 

«O servo não é maior que o seu senhor» (Jo 15,20)

Comentário do dia 
Afraate (?-c. 345), monge e bispo de Nínive, perto de Mossul 
As exposições, nº 21

«O servo não é maior que o seu senhor» (Jo 15,20)


Jesus foi perseguido como os justos [do Antigo Testamento] foram perseguidos, a fim de que sejam consolados os
perseguidos de hoje, eles que são perseguidos por causa de Jesus perseguido. Porque Ele disse: «Se o mundo vos
odeia, ficai sabendo que primeiro Me odiou a Mim. Se fosseis do mundo, o mundo amaria o que é seu; mas, porque
não sois do mundo, ao contrário, Eu vos separei do meio do mundo, por isso é que o mundo vos odeia. Lembrai-vos
da palavra que vos disse: o servo não é maior que o seu senhor. Se Me perseguiram a Mim, também vos perseguirão
a vós» (Jo 15,18-20). Com efeito, Ele nos dissera também: «O irmão entregará o seu irmão à morte, e o pai entregará
o seu filho. E levantar-se-ão os filhos contra os pais e lhes darão a morte. E vós sereis odiados por todos, por causa
do meu nome.» Tinha-nos também ensinado: «Mas quando vos entregarem, não vos preocupeis com o que haveis
de falar nem com o que haveis de dizer; nessa altura ser-vos-á inspirado o que tiverdes de dizer. Não sereis vós a
falar, será o Espírito de vosso Pai que falará por vós.»

Foi este Espírito que falou pela boca de Jacob ao seu perseguidor Esaú; foi o Espírito de sabedoria que falou perante
o Faraó pela boca de José perseguido; foi o Espírito que falou pela boca de Moisés em todos os milagres que ele fez
no Egipto […]; foi o Espírito que cantou pela boca de David perseguido, porque era por Ele que cantava para aliviar
do mau espírito a Saúl, seu perseguidor; foi o Espírito que revestiu Elias, e com Ele que este repreendeu Jezebel e
Achad seu perseguidor […]; foi o Espírito que reconfortou Jeremias, e com o qual este se ergueu audaciosamente
para repreender Sedecias; foi o Espírito que protegeu Daniel e os seus companheiros na Babilónia; foi esse mesmo
Espírito que salvaguardou Mardoqueu e Ester no país do seu cativeiro. 

Ouve, meu amigo, os nomes dos mártires, dos confessores e dos perseguidos: Abel, Jacob, José, Moisés, Josué, Jefté,
Sansão, Gedeão e Barac, David, Samuel, Ezequias, Elias, Eliseu, Miqueias, Jeremias, Daniel, Ananias e os seus
companheiros, Judas Macabeu e os seus companheiros. […] Mas o martírio de Jesus foi o maior de todos: ele
ultrapassou em tribulação e em testemunho todos estes que o antecederam e todos os que hão-de vir.

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Afraates (¿-c. 345), monje, obispo cerca de Mossul 
Las Disertaciones, nº 21

“El servidor no es más grande que su amo”

    Jesús ha sido perseguido como lo fueron los justos [del Antiguo Testamento], para que,  los perseguidos hoy, sean
también consolados; esos que son perseguidos a causa de Jesús perseguido. Porque él mismo nos ha escrito y
metido en el corazón: “Si a mi me han  perseguido, también a vosotros os perseguirán. Puesto que os persiguen
porque no sois del mundo, como tampoco yo soy del mundo” (Jn 15,19-20; 17,14). Antes, en efecto, nos había
escrito: “Vuestros padres os entregarán, vuestros hermanos y vuestros parientes, todo el mundo os odiará a causa
de mí”. Y nos enseñó también: “Cuando os harán comparecer ante los jefes, los magistrados y los reyes del mundo,
no os preocupéis por lo que diréis, o como debéis responder: soy yo quien os dará un lenguaje y una sabiduría tal
que vuestros adversarios no os podrán vencer, porque no soy vosotros quienes hablaréis, sino que el Espíritu de
vuestro Padre será quien hablará por vosotros”.

    Es este Espíritu el que, por boca de Jacob ha hablado a Esaú, su perseguidor; es el Espíritu de sabiduría que ha
hablado al Faraón por boca de José perseguido; es el Espíritu quien, por boca de Moisés, ha hablado en todos los
milagros que éste hizo en el país de Egipto…; es este el Espíritu el que cantaba por boca de David perseguido para
apaciguar a Saúl, su perseguidor,  del mal espíritu ; es de este Espíritu que había sido revestido a Elías, con el que dio
una reprimenda a Jezabel y a Acab su perseguidor…; es este Espíritu el que ha reconfortado a Jeremías y le hizo
mantenerse audazmente firme, para corregir a Sedecías; es el Espíritu que ha guardado a Daniel y a sus hermanos en
el país de Babilonia; este mismo Espíritu es el que ha salvaguardado a Mardoqueo y a Ester en el país donde vivían
cautivos.

    Escucha, amigo mío, el nombre de los mártires, confesores y perseguidos: Abel, Jacob, José, Moisés, Josué, Jefté,
Sansón, Gedeón y Barac, David, Samuel, Ezequías, Elías, Eliseo, Miqueas, Jeremías, Daniel, Ananías y sus hermanos,
Judas Macabeo y sus hermanos… Pero el martirio de Jesús ha sido el más grande y el mejor de todos: ha
sobrepasado en tribulaciones y en confesión a todos los anteriores y a todos lo que vendrán.

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Afraate 

«Velai, pois, orando continuamente»

Comentário do dia 
Afraate (?-c. 345), monge e bispo de Nínive, perto de Mossul 
Exposições, n°4; SC 349

«Velai, pois, orando continuamente»


Meu amigo, quando queremos agradar a Deus, oramos, e isso parece-me muito belo. […] Acima de tudo, sê assíduo
na oração sem te cansares, como está escrito, pois Nosso Senhor disse: «orai continuamente.» Sê assíduo nas
vigílias, afasta de ti a sonolência, vigia dia e noite sem te desencorajares.

Vou-te mostrar os modos de oração; com efeito, existe a oração de súplica, de acção de graças e de louvor (cf Fil
4,6): de súplica, quando pedimos misericórdia pelos nossos pecados; de acção de graças, quando agradeces a teu Pai
que está no céu; e de louvor, quando O louvas pelas suas obras. Quando estiveres em perigo, apresenta a tua
súplica; quando estiveres provido de bens, dá graças Àquele que tos dá; e quando te sentires de humor alegre,
apresenta o teu louvor.

Deves levar todas as tuas preces diante de Deus segundo as circunstâncias. Vê o que o próprio David dizia
constantemente: «A meio da noite levanto-me para Te louvar, por causa das tuas justas sentenças» (Sl 119,62).
Noutro salmo diz também: «Louvai ao Senhor do alto dos céus; louvai-O nas alturas!» (148,1). E diz ainda: «Em todo
o tempo bendirei o Senhor; o seu louvor estará sempre nos meus lábios» (34,2). Pois não deves rezar só de uma
maneira, mas de acordo com as circunstâncias.

E eu, meu amigo, tenho a firme convicção de que tudo o que os homens pedem com assiduidade, Deus lho dá. Mas
aquele que oferece com hipocrisia não é aprovado, segundo o que está escrito: aquele que faz uma oração, que olhe
bem para ela, para ver se não lhe encontra defeito, e só depois a ofereça, pois de outro modo a sua oferenda ficará
por terra (cf Mt 5,23-24; Mc 11,25). E o que são as oferendas, senão orações? […] De todas as oferendas, com efeito,
a oração pura é a melhor.
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Afraates (¿-c. 345), monje, obispo cerca de Mossul 
Las Disertaciones, nº 4

« Estad siempre despiertos y pedid insistentemente »

     Amigo, cuando se hace lo que gusta a Dios, eso es oración, y es eso lo que me parece bello... Por encima de todo
sé asiduo a la oración sin cansarte, tal como está escrito pues nuestro Señor dijo: «Orad sin cesar». Asiste con
asiduidad a las vigilias, aleja de ti el sueño y la pesadez, permanece en vela día y noche sin desanimarte.

     Voy a enseñarte los modos de oración: en efecto, está la oración de petición, la de acción de gracias y la alabanza;
la de petición es cuando pedimos misericordia por nuestros pecados, la acción de gracias es cuando das gracias a tu
Padre que está en los cielos, y la alabanza cuando le alabas por sus obras. Cuando estás en peligro, acude a la
petición; cuando te sabes provisto de bienes dale gracias al que te los da; y cuando estás de buen humor, presenta la
alabanza.

     Todas tus plegarias debes presentarlas delante de Dios según las circunstancias. Fíjate en lo que el mismo David
decía en todo momento: «Me levanto a medianoche a darte gracias por tus justos juicios» (Sl 118,62). Y en otro
salmo dice también: «Alabad al Señor en el cielo, alabad al Señor en lo alto» (Sl 148,1). Y, finalmente, dice: «Bendigo
al Señor en todo momento, su alabanza está siempre en mi boca» (sl 33,2). Porque no debes orar siempre de la
misma manera sino según las circunstancias.

     Y yo, amigo, estoy completamente convencido que todo lo que los hombres piden asiduamente, Dios se lo
concede. Pero el que ofrece con hipocresía no es agradable al Señor, tal como está escrito: Al que hace oración, que
se fije bien en si su ofrenda no tiene algún defecto, y si es así que la ofrezca seguidamente, pues de lo contrario su
ofrenda quedará en tierra (cf Mt 5,23-24; Mc 11,25). Y, ¿qué es la ofrenda sino la oración?... En efecto, de todas las
ofrendas, la oración pura es la mejor.

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Afraate 

"Jonas foi um sinal para os habitantes de Nínive: assim será com o Filho do homem com respeito a esta geração"

Comentário do dia 
Afraate (?-c. 345), monge e bispo de Nínive, perto de Mossul 
As Exposições, nº 3: Acerca do jejum

"Jonas foi um sinal para os habitantes de Nínive: assim será com o Filho do
homem com respeito a esta geração"
Os filhos de Nínive fizeram um jejum puro, quando Jonas lhes pregou a conversão. Assim está escrito: "Quando
ouviram a pregação de Jonas, decretaram um jejum permanente e uma súplca ininterrupta, sentando-se em cima de
sacos e de cinza. Despiram as suas vestes delicadas e, em vez delas, revestiram-se de sacos. Recusaram aos recem-
nascidos os seios de suas mães, retiraram o pasto ao gado pequeno e grande" (Jn 3)...
    
E eis o que está escrito: "Deus viu as suas obras, viu que se afastavam do seu mau caminho. Então desviou deles a
cólera e não os aniquilou". Não disse: "Viu uma abstinência de pão e de água, com sacos e cinza" mas, antes, "viu
que se convertiam do seu mau caminho e da malícia das suas obras"... Foi um jejum puro e, por isso, foi aceite,
aquele jejum que fizeram os Ninivitas, quando se afastaram do seu mau caminho e da avidez das suas mãos...
   
Porque, meu amigo, quando se jejua, a melhor abstinência é a abstinência da malícia. É melhor do que a do pão e da
água, melhor do que... "dobrar o pescoço como um junco e cobrir-se de sacos e de cinzas", como diz Isaías (58,5). Na
verdade, quando o homem se abstém de pão, de água ou de qualquer outro alimento, quando se cobre de saco e de
cinzas e entra em aflições, ele é amado, belo e reconhecido. Mas o que agrada mais é que se humilhe a si mesmo,
que "desfaça as cadeias" da impiedade e "corte os laços" da hipocrisia. Então "a sua luz brilhará como o sol e a sua
justiça caminhará diante dele. Será como um pomar bem regado, como uma fonte cuja água nunca cessa" (Is 58, 6
sgg).

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Afraates (¿- c. 345), monje, obispo cerca de Mossul 
Las Disertaciones, nº 3 Del ayuno

“Jonás fue un signo para los ninivitas, también el Hijo del hombre lo será para esta generación"

    Los hijos de Nínive ayunaron con un ayuno puro cuando Jonás les predicó la conversión. Así está escrito: Los
ninivitas creyeron en Dios, proclamaron un ayuno y se vistieron de sayal, grandes y pequeños. Negaron a los niños
de pecho el alimento de sus madres, y que la vacas y ovejas no prueben bocado, no pasten ni beban (Jo 3)…

    Y esto es lo que está escrito: “Cuando vio Dios sus obras y cómo se convertían de su mala vida, se compadeció y se
arrepintió de la catástrofe con que les había amenazado, y no la ejecutó”. No dice: “Vio Dios el ayuno de pan y de
agua, con saco y ceniza”, sino “que vio sus obras y cómo se convertían de su mala vida”… Este fue un ayuno puro, y
fue aceptado el ayuno de los ninivitas cuando se convirtieron de sus malos caminos y de la rapacidad de sus manos…

    Porque, amigo mío, cuando se ayuna, siempre es la abstinencia de la maldad el mejor ayuno. Es mejor que la
abstinencia de pan y de agua, mejor que… “mover la cabeza como un junco, acostarse sobre saco y ceniza” tal como
dice Isaías (58,5). En efecto, cuando el hombre se abstiene de pan, de agua o de cualquier otro alimento, se cubre de
saco y de ceniza y está compungido, es amado y agradable. Pero lo que es más agradable es que se humille a sí
mismo, que “haga saltar los cerrojos de los cepos” de la impiedad y que “rompa los cepos” del engaño.
Entonces  “nacerá una luz como la aurora, te abrirá camino la justicia, detrás irá la gloria del Señor. Será como un
jardín exuberante, como una fuente de agua que no se agota” (Is 58,6s).

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Afraates 
«O jejum que Me agrada é este:  libertar os que foram presos injustamente» (Is 58,6)

Comentário do dia 
Afraates (?-c. 345), monge, bispo perto de Mossul 
Exposições, nº 3 «Sobre o jejum»; SC 349

«O jejum que Me agrada é este:  libertar os que foram presos injustamente» (Is


58,6)
Os ninivitas jejuaram um jejum puro quando Jonas lhes pregou a conversão. […] Eis o que está escrito: «Deus viu as
suas obras, como se convertiam do seu mau caminho e, arrependendo-Se do mal que tinha resolvido fazer-lhes, não
lho fez» (Jn 3,10). Não se diz: «Ele viu a abstinência de pão e água, com saco e na cinza», mas: «Deus viu as suas
obras, como se convertiam do seu mau caminho». Pois o rei de Nínive tinha falado e dito: «Converta-se cada um do
seu mau caminho e da violência que há nas suas mãos» (v. 8). Foi um jejum puro e foi aceite. […]     

Pois, meu amigo, quando se jejua, a melhor abstinência é sempre a da maldade. É melhor que a abstinência de pão e
água, melhor que o jejum «em que o homem se mortifica, curva a cabeça como um junco, deita-se sobre saco e
cinza», como diz Isaías (58,5). Com efeito, quando o homem se abstém de pão, de água ou de qualquer outra
comida, quando se cobre de saco e de cinza e se aflige, é amado, é belo aos olhos de Deus e é acolhido. Mas o que
mais agrada a Deus é «libertar os que foram presos injustamente, livrá-los do jugo que levam às costas» (v. 6). Então,
desse homem, diz-se: «a tua luz surgirá como a aurora. […] A tua justiça irá à tua frente, e a glória do Senhor atrás de
ti. […] Serás como um jardim bem regado, como uma fonte de águas inesgotáveis» (v. 8-11). Ele não será como os
hipócritas «que mostram um ar sombrio e desfiguram o rosto» (cf. Mt 6,16), para mostrar aos outros que jejuam.

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Leer el comentario del Evangelio por 


Afraates (¿- c. 345), monje, obispo cerca de Mossul 
Las Disertaciones, nº 3, Del ayuno; SC 349   

«¿Cuál es el ayuno que yo quiero? ¿Acaso no es abrir las prisiones injustas?» (Is 58,6)

    Los ninivitas ayunaron con un ayuno completo cuando Jonás les predicó la conversión... Esto es lo que está escrito:
“Dios vio sus obras y cómo se convertían de su mala vida, y aplacó el incendio de su ira” (Jon 3,10). No dice: “Vio que
ayunaban a pan y agua y se vestían de saco y ceniza”, sino: “Vio Dios lo que hacían, cómo se convirtieron de su mala
conducta”. Porque el rey de Nínive había dicho: “Que cada uno se convierta de su mala conducta y de la violencia
que hay en sus manos” (v. 8). Hicieron un ayuno sincero y fue aceptado.

    Porque, amigo mío, cuando se ayuna, la abstinencia de la maldad es siempre la mejor. Es mejor que la abstinencia
de pan y de vino, mejor que “humillarse a sí mismo, mover la cabeza como un junco, acostarse sobre saco y ceniza”
como dice Isaías (58,5). En efecto, cuando el hombre se abstiene de pan, de agua o de cualquier alimento, cuando se
cubre de saco y ceniza y se aflige, eso es agradable a los ojos de Dios. Pero lo que a Dios más le place es: “...desatar
los lazos de la maldad, y arrancar todo yugo de esclavitud” (v. 6). Entonces para este hombre “brotará tu luz como la
aurora, te precederá tu justicia, y serás como huerto regado, o como manantial cuyas aguas nunca faltan” (v. 8-11).
No se parece en nada a los hipócritas “que desfiguran su rostro para que los hombres vean que ayunan” (Mt 6,16).

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Afraates (¿- c. 345), monje, obispo cerca de Mossul 


Las Orientaciones, nº 22, SC 359

Nuestros difuntos viven gracias a él


    La gente piadosa, prudente y buena no vive asustada por la muerte por la gran esperanza que tienen. Todos los
días piensan en la muerte como si fuera un éxodo y el día último en el que nacerán los hijos de Adán. El apóstol
Pablo dice: “La muerte reinó desde Adán hasta Moisés, incluso sobre los que no habían pecado, así la muerte pasó a
todos los hombres” (Rm 5, 14.12)... Así es como ella ha alcanzado a todos los hombres desde Moisés hasta el fin del
mundo. Sin embargo, Moisés proclamó que su reinado sería destruido; la muerte pensaba tener prisioneros a todos
los hombres y reinar sobre ellos para siempre..., pero cuando el Altísimo llamó a Moisés desde la zarza ardiendo, le
dijo: “Yo soy el Dios de Abraham, de Isaac y de Jacob” (Ex 3,6). Al escuchar estas palabras la muerte se vio sacudida,
tembló de temor y comprendió... que Dios es rey de muertos y de vivos y que llegaría el tiempo en que los hombres
escaparían a sus tinieblas. Y he aquí que Jesús, nuestro Salvador ha repetido estas palabras a los saduceos
diciéndoles: “No es Dios de muertos sino de vivos: porque para él todos están vivos” (Lc 20, 38)...

    Porque Jesús ha venido como homicida de la muerte; se vistió de un cuerpo como el de los descendientes de
Abraham, estuvo clavado en la cruz y ha sufrido la muerte. Esta comprendió que iba a bajar hasta ella. Temblando ha
cerrado fuertemente sus puertas, pero él rompió estas puertas, entró y comenzó a arrancar a los que la muerte tenía
retenidos. Los muertos, viendo la luz en medio de las tinieblas, han sacado la cabeza fuera de su prisión y han visto el
resplandor del Rey Mesías... Y la muerte, viendo que las tinieblas comenzaban a disiparse y los justos a resucitar, ha
sabido que, al final de los tiempos, él se llevaría a todos sus cautivos de las garras de su poder.   

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Afraate 
«Então, os discípulos compreenderam que Se referia a João Baptista»

Comentário do dia 
Afraate (?-c. 345), monge e bispo de Nínive, perto de Mossul 
Exposições, n° 6, 13

«Então, os discípulos compreenderam que Se referia a João Baptista»


Nosso Senhor diz que João é o maior dos profetas, mas ele recebeu o espírito de maneira moderada, uma vez que
obteve um espírito semelhante ao que Elias recebera.

Tal como Elias permanecera na solidão, o Espírito de Deus enviou João para o deserto, para as montanhas e as
grutas. Um corvo havia voado em auxílio de Elias para o alimentar; João comia gafanhotos. Elias usava um cinto de
pele; João vestia uma faixa de pele em torno dos rins. Elias foi perseguido por Jezabel; Herodíades perseguiu João.
Elias repreendera Acab; João censurou Herodes. Elias dividira as águas do Jordão; João inaugurou o baptismo. O
duplo do espírito de Elias pousou sobre Eliseu; João impôs as mãos ao nosso Salvador, que recebeu o Espírito sem
medida (Jo 3,34). Elias abriu o céu e subiu, João viu os céus abrirem-se e o Espírito de Deus descer a pousar sobre o
nosso Salvador.

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Leer el comentario del Evangelio por 


Afraates (¿- c. 345), monje, obispo cerca de Mossul 
Las Disertaciones, nº 6, 13

«Los discípulos comprendieron que les hablaba de Juan, el Bautista»

        Nuestro Señor da testimonio de que Juan es el más grande de los profetas, pero ha recibido al Espíritu con
medida, puesto que Juan ha obtenido un espíritu semejante al que había recibido Elías.
        De igual manera que Elías había permanecido en la soledad, así el Espíritu de Dios ha conducido a Juan a
permanecer en el desierto, en las montañas y en las grutas. Un cuervo había volado para socorrer a Elías y
alimentarle; Juan comía saltamontes. Elías llevaba un cinturón de piel; Juan llevaba un vestido de piel de camello
alrededor de la cintura (Mt. 3,4). Elías fue perseguido por Jezabel; Herodías ha perseguido a Juan. Elías había reñido
a Acaz; Juan riñó a Herodías. Elías había partido en dos las aguas del Jordán; Juan ha abierto el bautismo. El doble del
espíritu de Elías se puso sobre Eliseo; Juan ha impuesto las manos a nuestro Salvador, que ha recibido el Espíritu sin
medida (Jn 3,34). Elías abrió el cielo y se elevó, Juan vio los cielos abiertos y al Espíritu descender y posarse sobre
nuestro Salvador.

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Afraate 
«Permanece um repouso sabático para o povo de Deus» (Heb 4,9)

Comentário do dia 
Afraate (?-c. 345), monge e bispo de Nínive, perto de Mossul 
Exposições, nº 13, 1.3.9

«Permanece um repouso sabático para o povo de Deus» (Heb 4,9)


O sábado não foi estabelecido como uma prova que permita um discernimento entre a vida e a morte, entre a
justiça e o pecado, tal como outros preceitos pelos quais «o homem que os observar viverá» (Lv 18,5), ou morrerá se
não os cumprir.  Não, o sábado, no seu tempo, foi dado ao povo, tendo em vista o repouso; tal como os homens, os
animais também deviam parar de trabalhar (cf. Ex 23,12). [...]

Se o sábado não tivesse sido instituído para o repouso de todos os seres que exercem um trabalho corporal, as
criaturas que não trabalham, para serem justificadas, teriam de observar também o sábado desde a origem. Pelo
contrário, nós vemos o sol avançar no céu sem cessar, a lua percorrer a sua órbita, as estrelas seguirem o seu curso,
os ventos soprarem, as nuvens vogarem no céu, os pássaros voarem, os ribeiros jorrarem das nascentes, as vagas a
agitarem-se, os raios caírem e iluminarem a criação, o trovão ribombar violentamente a seu tempo, as árvores
darem os seus frutos e cada criatura crescer e fortificar-se. Na verdade, não vemos nenhum ser repousar ao dia de
sábado, a não ser os homens e os animais de carga que estão submetidos à lei do trabalho.

A nenhum dos justos do Antigo Testamento foi dado o sábado para nele encontrarem a vida [...], mas a fidelidade ao
sábado foi prescrita para que aqueles que se fatigavam com o seu trabalho, os servos, as servas, os mercenários, os
estrangeiros e os animais de carga, pudessem descansar e refazer-se. Porque Deus cuida de toda a Sua criação, tanto
dos animais domésticos como das feras, tanto dos pássaros como dos animais selvagens. Escuta agora qual é o
sábado que agrada a Deus. Isaías disse-o: «Nisto consiste o repouso: deixem descansar os fatigados» (Is 28,12). [...]
Guardemos, pois, fielmente, o sábado de Deus; façamos o que agrada ao Seu coração. Entraremos assim no sábado
do grande repouso em que o céu e a terra repousarão, em que toda a criatura é recriada.

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Leer el comentario del Evangelio por 


Afraates (¿- c. 345), monje, obispo cerca de Mossul 
Demostraciones, n° 13, 1.3.9

«Un tiempo de descanso, el séptimo día, está reservado para el pueblo de Dios» (He 4,9)

    El sábado no ha sido establecido como una prueba para el discernimiento entre la vida y la muerte, entre la
justicia y el pecado, así como otros preceptos mediante los cuales «el hombre encuentra la vida» (Lv 18,5) o la
muerte, si no los observa. No, el sábado, en su tiempo, ha sido dado al pueblo en vistas al descanso; con los
hombres, los animales debían cesar el trabajo (Ex 23,12)...

    Si el sábado no había sido creado para el descanso de todo ser que realiza un trabajo corporal, las criaturas que no
trabajan habrían debido, desde su origen, también, observar el sábado para estar justificadas. Por el contrario,
vemos el sol avanzar, sin descanso, la luna recorrer su órbita, las estrellas proseguir su carrera, los vientos soplar, las
nubes moverse por el cielo, las aves volar, los arroyos manar las fuentes, las olas agitarse, los relámpagos caer e
iluminar la creación, el trueno estallar violentamente a su tiempo, los árboles dar sus frutos, y cada criatura crecer y
fortalecerse. No vemos en verdad ningún ser descansar el sábado, salvo los hombres y los animales de carga que
están sujetos a la ley del trabajo.    

    A ninguno de los justos del Antiguo Testamento, el sábado les fue dado para que encontraran la vida... Pero la
fidelidad al sábado estaba prescrita para que descansaran servidores, esclavas, mercenarios, extranjeros, animales
de carga, con el fin de que pudieran restablecerse del trabajo abrumador. Ya que Dios ha cuidado de toda su
creación, tanto de animales de carga como de animales feroces, de las aves como de los animales silvestres. Escucha
ahora cuál es el sábado que Dios quiere. Isaías dijo: "He aquí mi descanso: hacer descansar al que está cansado»
(28,12)... Nosotros por lo tanto, guardemos fielmente el sábado de Dios; haciendo lo que complace a su corazón. Así
entraremos en el sábado del gran descanso, donde cielo y tierra reposarán, donde toda criatura se recrea.

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 Afraate 
«Cria em mim, ó Deus, um coração puro» (Sl 50, 12)

Comentário do dia 
Afraate (?-c. 345), monge e bispo de Nínive, perto de Mossul 
Demonstrações (Epístolas), n°4

«Cria em mim, ó Deus, um coração puro» (Sl 50, 12)


A pureza do coração é uma oração mais excelente do que todas as orações recitadas em voz alta, e o silêncio,
conjugado com uma consciência sincera, ultrapassa a voz alta do homem que grita. Portanto agora, meu amigo, dá-
me o teu coração e a tua inteligência: ouve-me falar-te da força da oração pura e vê como os nossos pais, os justos
de antigamente, ganharam prestígio pela sua oração diante de Deus, e como esta se tornou para eles numa
oferenda pura.
Com efeito, foi pela oração que as oferendas foram aceites. Foi ela que fez parar o dilúvio, curou a esterilidade, fez
retirar exércitos, desvendou mistérios, fendeu o mar e abriu um caminho no Jordão, reteve o sol e imobilizou a lua,
exterminou os impuros e fez cair fogo, conteve o céu, permitiu sair da fossa, libertou do fogo e salvou do mar. A sua
força é muitíssimo considerável, como era considerável o poder do jejum puro. [...] 

Efectivamente, foi, antes de mais, devido à pureza do coração Abel que a sua oferenda foi aceite diante de Deus,
enquanto a de Caim foi rejeitada (Gn 4, 4ss.). [...] Foram os frutos do coração deste que demonstraram e
testemunharam que ele estava cheio de malícia, visto que tinha matado o seu irmão. Com efeito, o que o seu
pensamento tinha concebido, as suas mãos o tornaram realidade; mas a pureza do coração de Abel estava na sua
oração.

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Leer el comentario del Evangelio por 


Afraates (¿- c. 345), monje, obispo cerca de Mossul 
Las Disertaciones, nº 4

«Oh Dios, crea en mí un corazón puro»

     La pureza de corazón es una oración mucho más excelente que todas las oraciones recitadas en voz alta, y el
silencio, unido a una conciencia sincera, se oye más que la voz alta de un hombre que grita. Ahora pues, amigo mío,
dame tu corazón y tu inteligencia: escúchame que voy a hablarte de la fuerza de la oración pura, y verás cómo
nuestros padres, los justos de otros tiempos,  se han vuelto prestigiosos a través de su oración delante de Dios, y
cómo ésta ha llegado a ser para ellos una ofrenda pura. 

     En efecto, es por la oración que han sido aceptadas las ofrendas. Es ella la que ha hecho que el diluvio cesara, la
que ha curado la esterilidad, la que ha hecho retirar a los ejércitos, la que ha desvelado los misterios, la que ha
partido el mar en dos, la que ha abierto una brecha en el Jordán, detenido al sol e inmovilizado la luna, la que ha
exterminado a los impíos y ha hecho caer fuego, la que ha sujetado el cielo, la que ha hecho salir de la fosa, ha
liberado del fuego y ha librado del mar. Su fuerza es totalmente considerable, como fue considerable la fuerza del
ayuno puro... 

     Efectivamente, es ante todo a causa de la pureza de su corazón que la ofrenda de Abel fue aceptada delante de
Dios, siendo así que la de Caín fue rechazada (Gn 4,4s)... Son los frutos del corazón de éste último que han mostrado
y dado testimonio contra él, que estaba lleno de astucia, ya que ha matado a su hermano. En efecto, lo que había
concebido en su pensamiento, sus manos lo ejecutaron; pero la pureza de Abel era la de su oración.

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Afraate 
O Senhor do sábado

Comentário do dia 
Afraate (?-c. 345), monge e bispo de Nínive, perto de Mossul 
Exposições, n°13, 1-2.13

O Senhor do sábado
Por intermédio de Moisés, Seu servo, o Senhor pediu aos filhos de Israel que observassem o sábado. Disse-lhes:
«Trabalharás durante seis dias e farás todo o teu trabalho. Mas o sétimo dia é o sábado consagrado ao Senhor, teu
Deus» (Ex 20, 9-10). [...] E avisou-os : «Não farás trabalho algum, tu, o teu filho e a tua filha, o teu servo e a tua
serva, os teus animais». E até acrescentou: «O mercenário e o estrangeiro repousarão igualmente, assim como todos
os animais que penam ao teu serviço» (cf. Ex 23, 12). [...] O sábado não foi imposto como uma prova, uma escolha
entre a vida e a morte, entre a justiça e o pecado, como os outros preceitos pelos quais o homem pode viver ou
morrer. Não: o sábado, nessa altura, foi dado ao povo tendo em vista o descanso – não apenas dos homens, como
também dos animais. [...]
Agora escuta qual é o sábado que agrada a Deus. Isaías disse: «Deixem descansar os fatigados» (28, 12). E também:
«Os [...] que guardaram os Meus sábados [sem os profanar] são os que escolheram o que Me é agradável e se
afeiçoaram à Minha aliança» (56, 4). [...] O sábado não traz qualquer benefício aos maus, aos assassinos, aos ladrões.
Mas àqueles que optam por aquilo que agrada a Deus e guardam as suas mãos do mal, nesses, habita Deus; Ele faz
deles Sua morada, segundo a Sua palavra: «Habitarei e andarei no meio deles» (Lv 26, 11-12; 2Cor 6, 16). [...]
Portanto, guardemos fielmente o sábado do Senhor, quer dizer, aquilo que agrada ao Seu coração. Assim
entraremos no sábado do grande repouso, no sábado do céu e da terra em que toda a criatura repousará.

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Afraates (¿- c. 345), monje, obispo cerca de Mossul 
Disertaciones, nº 13, 1-2.13

Señor del sábado

     El Señor, por medio de Moisés, su servidor pidió a los hijos de Israel que observaran el sábado. Les dijo:
«Trabajarás durante seis días pero el día séptimo es el sábado, un día de reposo dedicado al Señor tu Dios» (Ex
20,9)...  Y les advirtió: «Descansarás tú, tu esclavo, tu esclava, tus bueyes y tu asno». Y añadió: «Igualmente
descansarán el mercenario y el extranjero y todo animal que trabaja a tu servicio» (Ex 23,12)... El sábado no ha sido
impuesto como una prueba, una opción entre la vida y la muerte, entre la justicia y el pecado igual que los demás
preceptos según los cuales el hombre puede escoger entre la vida y la muerte. No, el sábado es el día que se ha dado
al pueblo para su descanso, no sólo el de los hombres sino también el de los animales...

     Escucha ahora, pues, cual es el sábado que Dios quiere. Isaías lo ha dicho: «Dad  descanso a los abatidos» (28,12).
Y en otra parte: «Los que observan el sábado sin profanarlo, se verán reconfortados por mi alianza y son los que
escogen lo que a mí me place» (56,4)... El sábado no hace ningún provecho a los malvados, los asesinos, los ladrones.
Pero los que escogen hacer lo que Dios quiere y alejan de sus manos el hacer el mal, Dios habita en ellos y hace su
morada en ellos, tal como lo dice su palabra: «Habitaré en ellos y caminaré junto a ellos» (Lv 26,12; 2Co 6,16)...
Nosotros, pues, guardemos fielmente el sábado de Dios, es decir, lo que es grato a su corazón. Así entraremos en el
sábado del gran descanso, el sábado del cielo y de la tierra en el que toda criatura descansará.

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Afraate 
Assentar os alicerces sobre a rocha

Afraate (?-c. 345), monge e bispo de Nínive, perto de Mossul 


Exposições, n°1 «De la foi» (a partir da trad. SC 349, pp. 209ss. rev.)

Assentar os alicerces sobre a rocha


Escuta-me: falo-te da fé que foi edificada sobre a rocha e do edifício que é erguido sobre a rocha. Com efeito, o
homem começa por acreditar e, quando crê, ama; quando ama, espera; quando espera, é justificado; quando é
justificado, atinge a completude; quando atinge a completude, atinge o seu máximo. Quando todo o seu edifício está
construído, atinge a completude e a plenitude e torna-se morada e templo onde Cristo habita. [...] Eis o que diz o
bem-aventurado apóstolo Paulo: «Sois templo de Deus e o Espírito de Deus habita em vós» (1Cor 3, 16; 6, 19). E
Nosso Senhor diz aos Seus discípulos: «Vós estais em Mim e Eu em vós» (Jo 14, 20). [...]

Quando o edifício se torna casa de habitação, o homem começa e preocupar-se com aquilo que Aquele que nela
habita lhe pede. É como numa casa onde morasse um rei ou um homem de família nobre com nome real. Nessa
altura, o rei exige todas as insígnias da realeza e todo o serviço devido à sua dignidade real. Um rei não habita numa
casa vazia. [...] Assim se passa também com o homem que se tornou casa de habitação para o Cristo/Messias: que
ele providencie tudo o que é conveniente ter ao serviço do Messias que em si habita, tudo aquilo que Lhe agrada.

Com efeito, este homem começou por construir o seu edifício sobre a rocha, quer dizer, sobre o próprio Cristo.
Sobre essa pedra se baseia a sua fé. [...] O bem-aventurado Paulo faz duas afirmações sobre isso: «Como sábio
arquitecto, assentei o alicerce [...]. Mas [...] ninguém pode pôr um alicerce diferente do que já foi posto: Jesus
Cristo» (1Cor 3, 10.11) [...] E também: «O espírito de Deus habita em vós», porque Nosso Senhor diz: «Eu e o Pai
somos Um» (Jo 10, 30). Desde então, cumpre-se a palavra segundo a qual o Messias permanece nos homens que
n'Ele crêem e é Ele o alicerce sobre o qual se ergue todo o edifício.

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Afraates (¿- c. 345), monje, obispo cerca de Mossul 
Las Disertaciones, nº 1 «Sobre la fe»

Poner los cimientos sobre la roca

     Escúchame que voy a hablarte de la fe cimentada sobre la roca y del edificio que se levanta sobre esa roca. En
efecto, el hombre comienza por creer, y cuando cree, ama; cuando ama, espera; cuando espera, es justificado;
cuando está justificado, está acabado; cuando está acabado, llega a la cima. Cuando todo su edificio está levantado,
llegado a la cima y acabado, llega a ser casa y templo habitado por Cristo/el Mesías... Esto es lo que dice el
bienaventurado apóstol Pablo: «Sois templo de Dios, y el Espíritu de Cristo habita en vosotros» (1C 3,16; 6,19). Y
nuestro Señor mismo dice a sus discípulos: «Vosotros estáis en mí y yo en vosotros» n 14,20)...

     Cuando el edificio llega a ser casa habitada, entonces el hombre comienza a preocuparse de lo que le pide el que
habita en esta casa. Es como una casa en la que vive el rey o un hombre de noble familia que lleva un nombre real.
Entonces se piden para el rey todas las insignias de la realeza y todo el servicio que corresponde a su dignidad real.
Nunca un rey vive en una casa vacía... Así ocurre con el hombre que ha llegado a ser casa habitada por Cristo/el
Mesías: atiende a lo que conviene para el servicio del Mesías que le habita, a las cosas que le dan gusto.

     En efecto, ese hombre primero construye su edificio sobre roca, es decir, sobre el mismo Cristo. Sobre esta piedra
pone su fe... El bienaventurado Pablo dice estas dos cosas: «Como hábil arquitecto coloqué el cimiento. Nadie puede
poner otro cimiento fuera del ya puesto, que es Jesucristo» (1C 3,10.11) Y también: «El Espíritu de Cristo/el Mesías
habita en vosotros» porque nuestro Señor dice: «Mi Padre y yo somos uno» (Jn 10,30). Desde entonces se realiza la
palabra según la cual el Mesías habita en los hombres que creen en él, y él es el fundamento sobre el cual se levanta
todo el edificio

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Afraate 
«Velai, pois, orando continuamente»

Comentário do dia 
Afraate (?-c. 345), monge e bispo de Nínive, perto de Mossul 
Exposições, n°4 (a partir da trad. SC 349, p. 316)

«Velai, pois, orando continuamente»


Mau amigo, para agradar a Deus, temos a oração. [...] Acima de tudo, sê assíduo à oração sem a abandonares, como
está escrito, porque Nosso Senhor disse: «Orai sempre sem cessar». Sê assíduo às veladas, afasta de ti a sonolência,
permanece vigilante dia e noite, sem te desencorajares.

Vou mostrar-te os modos da oração; com efeito, temos a petição, a acção de graças e o louvor; a petição, quando se
pede misericórdia pelos próprios pecados; a acção de graças, quando se dá graças ao Pai que está nos céus; e o
louvor, quando se O louva pelas Suas obras. Quando estiveres em perigo, apresenta a petição; quando fores provido
de bens, dá graças Àquele que tos dá; e, quando estiveres de humor alegre, apresenta o louvor.

Deves apresentar as tuas orações a Deus de acordo com as circunstâncias. Ouve o que dizia o próprio David a todo o
momento: «No meio da noite levanto-me para Vos louvar, por causa dos Vossos justos decretos» (Sl 118, 62). E,
noutro salmo, diz: «Louvai o Senhor do alto dos céus, louvai-O nas alturas» (Sl 148, 1). E diz ainda: «Bendirei o
Senhor em todo o tempo; o Seu louvor estará sempre nos meus lábios» (Sl 33, 2). Porque não deves rezar de uma só
maneira, mas de acordo com as circunstâncias.

E eu, meu amigo, tenho a firme convicção de que tudo o que os homens pedem com assiduidade, Deus lho concede.
Mas aquele que oferece com hipocrisia não é atendido, segundo aquilo que está escrito: aquele que oferece a
oração, vire e revire a sua oferenda, para se certificar de que não encontra nela algum defeito, e ofereça-a em
seguida, pois de outra maneira a sua oferenda ficará em terra (cf Mt 5, 23-24; Mc 11, 25). E que oferenda é esta,
senão a oração? [...] Com efeito, de entre todas as oferendas, a oração pura é a melhor.

http://evangeliodeldia.org/main.php?language=PT&module=commentary&localdate=20091128

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Afraates (¿- c. 345), monje, obispo cerca de Mossul 
Las Disertaciones, nº 4

« Estad siempre despiertos y pedid insistentemente »

     Amigo, cuando se hace lo que gusta a Dios, eso es oración, y es eso lo que me parece bello... Por encima de todo
sé asiduo a la oración sin cansarte, tal como está escrito pues nuestro Señor dijo: «Orad sin cesar». Asiste con
asiduidad a las vigilias, aleja de ti el sueño y la pesadez, permanece en vela día y noche sin desanimarte.

     Voy a enseñarte los modos de oración: en efecto, está la oración de petición, la de acción de gracias y la alabanza;
la de petición es cuando pedimos misericordia por nuestros pecados, la acción de gracias es cuando das gracias a tu
Padre que está en los cielos, y la alabanza cuando le alabas por sus obras. Cuando estás en peligro, acude a la
petición; cuando te sabes provisto de bienes dale gracias al que te los da; y cuando estás de buen humor, presenta la
alabanza.

     Todas tus plegarias debes presentarlas delante de Dios según las circunstancias. Fíjate en lo que el mismo David
decía en todo momento: «Me levanto a medianoche a darte gracias por tus justos juicios» (Sl 118,62). Y en otro
salmo dice también: «Alabad al Señor en el cielo, alabad al Señor en lo alto» (Sl 148,1). Y, finalmente, dice: «Bendigo
al Señor en todo momento, su alabanza está siempre en mi boca» (sl 33,2). Porque no debes orar siempre de la
misma manera sino según las circunstancias.

     Y yo, amigo, estoy completamente convencido que todo lo que los hombres piden asiduamente, Dios se lo
concede. Pero el que ofrece con hipocresía no es agradable al Señor, tal como está escrito: Al que hace oración, que
se fije bien en si su ofrenda no tiene algún defecto, y si es así que la ofrezca seguidamente, pues de lo contrario su
ofrenda quedará en tierra (cf Mt 5,23-24; Mc 11,25). Y, ¿qué es la ofrenda sino la oración?... En efecto, de todas las
ofrendas, la oración pura es la mejor.

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Afraate 
«O jejum que me agrada é este: libertar os que foram presos injustamente, [...] quebrar toda a espécie de opressão»
(Is 58,6)

Comentário do dia 
Afraate (?-c. 345), monge e bispo de Nínive, perto de Mossul 
Demonstrações, n.º 3, Do jejum (a partir da trad. SC 349, p.277 rev.)

«O jejum que me agrada é este: libertar os que foram presos injustamente, [...]
quebrar toda a espécie de opressão» (Is 58,6)
Os Ninivitas jejuaram com rigor, um jejum puro e verdadeiro, quando Jonas lhes pregou a conversão [...]. Eis o que
está escrito: «Deus viu as suas obras, como se convertiam do seu mau caminho, e, arrependendo-se do mal que
tinha resolvido fazer-lhes, não lho fez» (Jon 3,10). Não é dito: «Vive em abstinência de pão e de água, vestido de
saco e coberto de cinzas», mas «Que eles regressem dos maus caminhos e da malvadez das suas obras». Pois o rei
de Nínive tinha dito: «Converta-se cada um do seu mau caminho e da violência que há nas suas mãos» (v.8). Foi um
jejum puro, e foi aceite. [...]

Porque, meu amigo, quando se jejua, a melhor abstinência é sempre a da maldade. É melhor do que a abstinência de
pão e de água, melhor que «curvar a cabeça como um junco, deitar-se sobre saco e cinza», como diz Isaías (58,5). De
facto, quando o homem se abstém de pão, de água ou de qualquer alimento que seja, quando se cobre de saco e de
cinzas e se atormenta, é amado, é belo aos olhos de Deus e aprovado. Mas o que mais agrada a Deus é «[...] libertar
os que foram presos injustamente, livrá-los do jugo que levam às costas, pôr em liberdade os oprimidos, quebrar
toda a espécie de opressão» (v.6). Para o homem que se abstém da maldade, «a luz surgirá como a aurora [...]. A sua
justiça irá à sua frente. Será como um jardim bem regado, como uma fonte de águas inesgotáveis» (v.8-11). Não se
assemelhará aos hipócritas que mostram «um ar sombrio [...], que desfiguram o rosto para que os outros vejam que
eles jejuam» (Mt 6,16).

http://evangeliodeldia.org/main.php?language=PT&module=commentary&localdate=20090304

Leer el comentario del Evangelio por 


Afraates (¿- c. 345), monje, obispo cerca de Mossul 
Las Disertaciones, nº 3, Del ayuno; SC 349   

«¿Cuál es el ayuno que yo quiero? ¿Acaso no es abrir las prisiones injustas?» (Is 58,6)

    Los ninivitas ayunaron con un ayuno completo cuando Jonás les predicó la conversión... Esto es lo que está escrito:
“Dios vio sus obras y cómo se convertían de su mala vida, y aplacó el incendio de su ira” (Jon 3,10). No dice: “Vio que
ayunaban a pan y agua y se vestían de saco y ceniza”, sino: “Vio Dios lo que hacían, cómo se convirtieron de su mala
conducta”. Porque el rey de Nínive había dicho: “Que cada uno se convierta de su mala conducta y de la violencia
que hay en sus manos” (v. 8). Hicieron un ayuno sincero y fue aceptado.

    Porque, amigo mío, cuando se ayuna, la abstinencia de la maldad es siempre la mejor. Es mejor que la abstinencia
de pan y de vino, mejor que “humillarse a sí mismo, mover la cabeza como un junco, acostarse sobre saco y ceniza”
como dice Isaías (58,5). En efecto, cuando el hombre se abstiene de pan, de agua o de cualquier alimento, cuando se
cubre de saco y ceniza y se aflige, eso es agradable a los ojos de Dios. Pero lo que a Dios más le place es: “...desatar
los lazos de la maldad, y arrancar todo yugo de esclavitud” (v. 6). Entonces para este hombre “brotará tu luz como la
aurora, te precederá tu justicia, y serás como huerto regado, o como manantial cuyas aguas nunca faltan” (v. 8-11).
No se parece en nada a los hipócritas “que desfiguran su rostro para que los hombres vean que ayunan” (Mt 6,16).

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Afraate 
«Porque ninguém pode pôr outro fundamento diferente do que foi posto, isto é, Jesus Cristo» (1Co 3, 11)

Comentário do dia 
Afraate (?-c. 345), monge e bispo de Nínive, perto de Mossul 
Exposições nº 1

«Porque ninguém pode pôr outro fundamento diferente do que foi posto, isto é,
Jesus Cristo» (1Co 3, 11)
Um rei não permanece numa casa que se encontra vazia de tudo. Um rei exige toda uma ornamentação doméstica,
por forma a que nada lhe falte. [...] O mesmo acontece ao homem que se torna uma habitação para Cristo-Messias:
provê a tudo quanto convém ao serviço do Messias que nele habita, provê às coisas que Lhe agradam.

Com efeito, começa por construir o seu edifício sobre a rocha, que é o próprio Messias. Sobre esta rocha faz assentar
a fé, e é sobre a fé que se eleva todo o edifício. Para que a casa se torne Sua morada, é-lhe exigido o puro jejum,
estabelecido sobre a fé. É-lhe exigida a oração pura, recebida na fé. É-lhe exigido o amor, montado sobre a fé. Tem
igualmente necessidade de esmolas, dadas com fé. Que peça a humildade, amada com fé. Que escolha para si a
virgindade, apreciada na fé. Que leve para sua casa a santidade, plantada sobre a fé. Que medite igualmente na
sabedoria, encontrada na fé. Que peça para si a condição de estrangeiro, proveitosa na fé. Terá de ter simplicidade,
combinada com a fé. Que peça igualmente paciência, que é realizada por meio da fé. Que se torne perspicaz pela
doçura, adquirida pela fé. Que ame a penitência, que aparece à fé. Que peça ainda a pureza, guardada pela fé. [...]
Eis as obras exigidas pelo rei Messias, que habita nos homens que constroem por meio de tais obras. Com efeito, a fé
é composta por muitas coisas e adorna-se com muitas cores, porque é semelhante a um edifício construído com
diversos materiais, e o seu edifício eleva-se até aos céus. [...]

O mesmo se passa com a nossa fé: o seu fundamento é a verdadeira rocha, Nosso Senhor Jesus, o Messias. [...] Este
fundamento é a base de todo o edifício. Se alguém acede à fé, está firmado sobre a rocha, isto é, sobre Nosso
Senhor Jesus, o Messias. E o seu edifício não será abalado pelas torrentes, nem colocado em perigo pelos ventos,
nem se abaterá nas tempestades, porque o edifício foi construído sobre a rocha, que é o verdadeiro fundamento.

http://evangeliodeldia.org/main.php?language=PT&module=commentary&localdate=20080601

Leer el comentario del Evangelio por 


Afraates (¿- c. 345), monje, obispo cerca de Mossul 
Las Disertaciones, nº 1

«Nadie puede poner otro cimiento fuera del ya puesto, que es Jesucristo» (1C 3,11)

     Un  rey no reside en una casa vacía de todo; de ninguna manera habitará en ella. Sino que se necesita una buena
ornamentación para la casa del rey, de modo que no falte nada en ella... Así ocurre también en el hombre que se
convierte en una casa para que resida en ella Cristo, el Mesías: provee todo lo que conviene para el servicio del
Mesías que reside en ella, todas las cosas que le placen.

     En efecto, primero de todo: construye su edificio sobre piedra, es decir, sobre el mismo Mesías. Sobre esta piedra
pone la fe, y sobre la fe se levanta todo el edificio. Para que la casa llegue a ser su residencia, se le pide el ayuno
puro, establecido sobre la fe. Se le pide la oración pura, recibida en fe. Se necesita el amor, crecido sobre la fe.
Precisa también las limosnas, dadas con fe. Se le pide la humildad, amada por la fe. Que escoja para sí mismo la
virginidad, querida por fe. Que lleve consigo la santidad, plantada sobre la fe. Que también medite la sabiduría,
encontrada en la fe. Que también pida para sí la condición de extranjero, provechosa para la fe. Precisará
también  de la simplicidad, mezclada con la fe. Que pida también la paciencia, llevada a término por la fe. Que se
vuelva perspicaz por la dulzura, adquirida por la fe. Que ame la penitencia, que aparece con la fe. Que pida también
la pureza, guardada por la fe... Estas son las obras necesarias para el rey Mesías que habita en los hombres que se
edifican con tales obras. En efecto, la fe está compuesta de muchas cosas y se adorna de muchos colores, porque es
semejante a un edificio construido con múltiples materiales y su edificio se levanta hasta lo alto...

     Así es nuestra fe: su fundamento es la piedra verdadera, nuestro Señor Jesucristo, el Mesías... Este fundamento es
la base de todo el edificio. Si alguno llega a la fe, está sólidamente edificado sobre esta roca, es decir, nuestro Señor
Jesucristo, el Mesías. Y su edificio no se verá quebrantado por las olas, ni estropeado por el viento, ni la tempestad lo
derrumbará, porque este edificio se levanta sobre la roca, el verdadero fundamento.

http://evangeliodeldia.org/main.php?language=SP&module=commentary&localdate=20080601

Afraate 
«Dá o Espírito sem medida»

Comentário do dia 
Afraate (?-c. 345), monge e bispo de Nínive, perto de Mossul 
Exposições, nº 6

«Dá o Espírito sem medida»


Quando, a partir de uma fogueira, acendes outras fogueiras em vários locais, a primeira nem por isso diminui de
intensidade. [...] O mesmo acontece com Deus e o Seu Messias, que são um, permanecendo embora na
multiplicidade dos homens. O sol também não diminui de intensidade pelo facto de a sua potência se difundir sobre
a terra. E quão maior é a força de Deus, dado que é pela força de Deus que o sol subsiste. [...]

Moisés tinha dificuldade em conduzir sozinho o campo de Israel; então, o Senhor disse-lhe: «Reúne junto de ti
setenta homens entre os ancião de Israel. [...] Então retirarei parte do espírito que está sobre ti a fim de o pôr sobre
eles» (Num 11, 16-17). Quando retirou parte do espírito de Moisés e os setenta homens ficaram cheios dele, o de
Moisés diminuiu de intensidade? Alguém se apercebeu de que ele tinha menos espírito? Também o bem-aventurado
Paulo diz que Deus partilhou o Espírito do Cristo-Messias e O enviou aos profetas [do Novo Testamento] (1Cor 12,
11.28). Mas o Messias nem por isso ficou lesado, porque o Pai deu-Lhe o Espírito sem medida.

É neste sentido que o Cristo-Messias habita nos crentes. E em nada é lesado por ser partilhado com a multidão,
porque foi o Espírito de Cristo que os profetas receberam, na medida em que cada um podia tê-Lo em si. E ainda
hoje é este mesmo Espírito do Messias que é derramado sobre toda a carne, para que homens e mulheres, jovens e
velhos, servos e servas profetizem (Jl 3, 1; Act 2, 17). O Messias está em nós e o Messias está no céu, à direita do Pai.
Não recebeu o Espírito com limitações; pelo contrário, o Pai amou-O e tudo entregou nas Suas mãos, dando-Lhe
poder sobre todos os seus tesouros. [...] E Nosso Senhor diz também: «Tudo Me foi entregue por Meu Pai» (Mt 11,
27). [...] E o apóstolo Paulo conclui: «Quando se diz que tudo Lhe está sujeito, é claro que se exceptua Aquele que
Lhe sujeitou todas as coisas. E, quando tudo Lhe estiver sujeito, então também o próprio Filho Se submeterá Àquele
que tudo Lhe submeteu, a fim de que Deus seja tudo em todos.» (1 Cor 15, 27-28).

http://evangeliodeldia.org/main.php?language=PT&module=commentary&localdate=20080403

Leer el comentario del Evangelio por 


Afraates (¿- c. 345), monje, obispo cerca de Mossul 
Las Disertaciones, nº 6

“Dios le da el Espíritu sin medida”

     Si tú, a partir de un fuego primero enciendes muchos otros en muchos y diversos lugares, el primero no queda
empequeñecido… Lo mismo es Dios son su Mesías; son uno a pesar de permanecer en multitud de hombres. El sol
no empequeñece por el mero hecho de que su fuerza llege a toda la tierra. Y cuanto más grande es la fuerza de Dios
puesto que es por su fuerza que existe el sol…

     Para Moisés representaba una carga conducir él solo el campamento de Israel. El Señor le dijo: “Derramaré de tu
mismo Espíritu sobre setenta hombres de entre los ancianos de Israel” (Nm 11,17) Cuando cogió del Espíritu de
Moisés y los setenta hombres quedaron llenos de él ¿acaso disminuyó el Espíritu que habitaba en Moisés? ¿Acaso
percibieron que Moisés tenía menos espíritu? El bienaventurado Pablo dice también: Dios repartió el Espíritu de
Cristo, el Mesías, y lo envió a los profetas (1C 12,11.28). Pero el Mesías no estuvo perjudicado en nada, porque su
Padre le dio el Espíritu sin medida.

     Es en este sentido… que Cristo habita en los creyentes. No queda perjudicado en nada si es compartido con la
multitud, porque es el Espíritu de Cristo que han recibido los profetas [del Nuevo Testamento], cada uno según lo
que necesitaba. Y todavía hoy, es este mismo Espíritu de Cristo el que es derramado sobre toda carne a fin de que
profeticen hijos e hijas, ancianos y jóvenes, siervos y siervas (Jl 3,1; Hch 2,17). El Mesías está en nosotros, y el Mesías
está en el cielo a la derecha de su Padre. No ha recibido el Espíritu comedidamente, sino que su Padre lo ha amado y
lo ha puesto todo en sus manos, dándole poder sobre todo su tesoro… Nuestro Señor dice también: “Todo me lo ha
entregado mi Padre” (Mt 11,27)… En fin, el apóstol Pablo dice: “Todo será sometido a Cristo, salvo su Padre que todo
se lo ha sometido. Al final, cuando todo esté sometido, entonces también el Hijo se someterá a Dios, al que se lo
había sometido todo. Y así Dios lo será todo para todos” (1C 15, 27-28).

http://evangeliodeldia.org/main.php?language=SP&module=commentary&localdate=20080403

Afraate 
"Jonas foi um sinal para os habitantes de Nínive: assim será com o Filho do homem com respeito a esta geração"
Comentário do dia 
Afraate (?-c. 345), monge e bispo de Nínive, perto de Mossul 
As Exposições, nº 3: Acerca do jejum

"Jonas foi um sinal para os habitantes de Nínive: assim será com o Filho do
homem com respeito a esta geração"
Os filhos de Nínive fizeram um jejum puro, quando Jonas lhes pregou a conversão. Assim está escrito: "Quando
ouviram a pregação de Jonas, decretaram um jejum permanente e uma súplca ininterrupta, sentando-se em cima de
sacos e de cinza. Despiram as suas vestes delicadas e, em vez delas, revestiram-se de sacos. Recusaram aos recem-
nascidos os seios de suas mães, retiraram o pasto ao gado pequeno e grande" (Jn 3)...
   
E eis o que está escrito: "Deus viu as suas obras, viu que se afastavam do seu mau caminho. Então desviou deles a
cólera e não os aniquilou". Não disse: "Viu uma abstinência de pão e de água, com sacos e cinza" mas, antes, "viu
que se convertiam do seu mau caminho e da malícia das suas obras"... Foi um jejum puro e, por isso, foi aceite,
aquele jejum que fizeram os Ninivitas, quando se afastaram do seu mau caminho e da avidez das suas mãos...
  
Porque, meu amigo, quando se jejua, a melhor abstinência é a abstinência da malícia. É melhor do que a do pão e da
água, melhor do que... "dobrar o pescoço como um junco e cobrir-se de sacos e de cinzas", como diz Isaías (58,5). Na
verdade, quando o homem se abstém de pão, de água ou de qualquer outro alimento, quando se cobre de saco e de
cinzas e entra em aflições, ele é amado, belo e reconhecido. Mas o que agrada mais é que se humilhe a si mesmo,
que "desfaça as cadeias" da impiedade e "corte os laços" da hipocrisia. Então "a sua luz brilhará como o sol e a sua
justiça caminhará diante dele. Será como um pomar bem regado, como uma fonte cuja água nunca cessa" (Is 58, 6
sgg).

http://evangeliodeldia.org/main.php?language=PT&module=commentary&localdate=20071015

AFRAAT
El Padre más antiguo de la Iglesia siria es AFRAAT, que entre el 337 y el 345 escribió 23 tratados que vienen a resumir
toda la vida cristiana.

Demostraciones

La verdadera circuncisión:

La ley y la alianza antiguas fueron totalmente cambiadas. Primeramente, el pacto con Adán fue sustituido por el de
Noé; más tarde, el concertado con Abraham fue reformado por el de Moisés. Mas como la alianza mosaica no fue
observada, al llegar la plenitud de los tiempos vino la nueva alianza, ésta ya definitiva. En efecto, el pacto con Adán
se basaba en el mandato de no comer del árbol de la vida; el de Noé en el arco iris; el de Abraham, elegido por su fe,
en la circuncisión, como sello característico de su descendencia; el de Moisés en el cordero pascual, propiciación
para el pueblo.

Todas estas alianzas eran diversas entre sí. Ahora bien, la circuncisión grata a los ojos de aquel de quien procedían
todas estas alianzas es la que dice Jeremías:Circuncidad el prepucio de vuestros corazones.  Pues si el pacto
concertado por Dios con Abraham fue firme, también éste es firme e inmutable, y ninguna ley se le puede añadir, ya
venga de los que están fuera de la ley, ya de los que están sometidos a la ley.

Dios, en efecto, dio a Moisés la ley con todas sus observancias y preceptos, mas, como ellos no la observaron, anuló
la ley y sus preceptos; prometió que había de establecer una nueva alianza, la cual afirmó que sería distinta de la
primera, por más que el mismo sea el autor de ambas. Y ésta es la alianza que prometió darnos:Todos me
conocerán, desde el pequeño al grande. Y  en esta alianza ya no existe la circuncisión carnal como signo de
pertenencia a su pueblo.

Sabemos con certeza, queridos hermanos, que Dios impuso, en las diversas generaciones, unas leyes, que estuvieron
en vigor hasta que él quiso y que más tarde quedaron anuladas, tal como dice el Apóstol, a saber, que el reino de
Dios subsistió antiguamente en multitud de semejanzas, según las diversas épocas.
Ahora bien, nuestro Dios es veraz y sus preceptos son fidelísimos; por esto cada una de las alianzas fue en su tiempo
firme y verdadera, y los circuncisos de corazón viven y son de nuevo circuncidados en el verdadero Jordán, que es el
bautismo para el perdón de los pecados. Jesús, hijo de Nun, o sea Josué, circuncidó al pueblo por segunda vez con un
cuchillo de piedra, cuando él y su pueblo atravesaron el Jordán: Jesús, nuestro salvador, circuncida por segunda vez,
con la circuncisión del corazón, a todos los que creen en él y reciben el baño bautismal, los cuales son
circuncidados con la espada, que es la palabra de Dios, más tajante que espada de dos filos.

Jesús, hijo de Nun, introdujo al pueblo en la tierra prometida; Jesús, nuestro salvador, ha prometido la tierra de la
vida a todos los que atraviesen el verdadero Jordán, crean y sean circuncidados en su corazón.

Dichosos, pues, los que han sido circuncidados en el corazón y han renacido de las aguas de la segunda circuncisión;
éstos recibirán la herencia junto con Abraham, guía fidedigno y padre de todos, ya que su fe le fue reputada como
justicia.

(11, 11-12; Liturgia de las Horas)

http://www.mercaba.org/Moline/afraat.htm

 Afraate 
“O servo não é maior que o seu senhor” (Jo 15,20)

Comentário do dia 
Afraate (?-c. 345), monge e bispo de Nínive, perto de Mossul 
As exposições, nº 21

“O servo não é maior que o seu senhor” (Jo 15,20)


Jesus foi perseguido como os justos [do Antigo Testamento] foram perseguidos, a fim de que sejam consolados os
perseguidos de hoje, eles que são perseguidos por causa de Jesus perseguido. Porque ele disse: “ Se o mundo vos
odeia, ficai sabendo que primeiro me odiou a mim. Se fosseis do mundo, o mundo amaria o que é seu; mas, porque
não sois do mundo, ao contrário, eu vos separei do meio do mundo, por isso é que o mundo vos odeia. Lembrai-vos
da palavra que vos disse: - o servo não é maior que o seu senhor. - Se me perseguiram a mim, também vos
perseguirão a vós” (Jo 15, 18-20). Com efeito, ele nos dissera antes: “O irmão entregará o seu irmão à morte, e o pai
entregará o seu filho. E levantar-se-ão os filhos contra os pais e lhes darão a morte. E vós sereis odiados por todos,
por causa do meu nome”. Tinha-nos também ensinado: “Mas quando vos entregarem, não vos preocupeis nem com
o que haveis de falar nem com o que haveis de dizer; nessa altura ser-vos-á inspirado o que tiverdes de dizer. Não
sereis vós a falar, é o Espírito de vosso Pai que falará por vós”.

Foi este Espírito que falou pela boca de Jacob ao seu perseguidor Esaú; o Espírito de sabedoria que falou perante o
Faraó pela boca de José perseguido; o Espírito que falou pela boca de Moisés em todos os milagres que ele fez no
Egipto…; O Espírito que cantava pela boca de David perseguido, porque era por ele que ele cantava para aliviar do
mau espírito Saúl seu perseguidor; o Espírito que revestiu Elias, com o qual ele repreendeu Jezebel e Achad seu
perseguidor…; o Espírito que reconfortou Jeremias, e ele ergueu-se, audaciosamente, para repreender Sedecias; o
Espírito que protegeu Daniel e os companheiros na Babilónia; esse mesmo Espírito que salvaguardou Mardoqueu e
Ester no país do seu cativeiro. 

Ouve, meu amigo, os nomes dos mártires, dos confessores e dos perseguidos: Abel, Jacob, José, Moisés, Josué, Jefté,
Sansão, Gedeão e Barac, David, Samuel, Ezequias, Elias, Eliseu, Miqueias, Jeremias, Daniel, Ananias e os seus
companheiros, Judas Macabeu e os seus companheiros… Mas o martírio de Jesus foi o maior de todos: ele
ultrapassou em tribulação e em testemunho todos estes que o antecederam e todos os que hão-de vir. 

http://evangeliodeldia.org/main.php?language=PT&module=commentary&localdate=20070713

Leer el comentario del Evangelio por 


Afraates (¿- c. 345), monje, obispo cerca de Mossul 
Las Disertaciones, nº 21
“El servidor no es más grande que su amo”

     Jesús ha sido perseguido como lo fueron los justos [del Antiguo Testamento], para que,  los perseguidos hoy, sean
también consolados; esos que son perseguidos a causa de Jesús perseguido. Porque él mismo nos ha escrito y
metido en el corazón: “Si a mi me han  perseguido, también a vosotros os perseguirán. Puesto que os persiguen
porque no sois del mundo, como tampoco yo soy del mundo” (Jn 15,19-20; 17,14). Antes, en efecto, nos había
escrito: “Vuestros padres os entregarán, vuestros hermanos y vuestros parientes, todo el mundo os odiará a causa
de mí”. Y nos enseñó también: “Cuando os harán comparecer ante los jefes, los magistrados y los reyes del mundo,
no os preocupéis por lo que diréis, o como debéis responder: soy yo quien os dará un lenguaje y una sabiduría tal
que vuestros adversarios no os podrán vencer, porque no soy vosotros quienes hablaréis, sino que el Espíritu de
vuestro Padre será quien hablará por vosotros”.

     Es este Espíritu el que, por boca de Jacob ha hablado a Esaú, su perseguidor; es el Espíritu de sabiduría que ha
hablado al Faraón por boca de José perseguido; es el Espíritu quien, por boca de Moisés, ha hablado en todos los
milagros que éste hizo en el país de Egipto…; es este el Espíritu el que cantaba por boca de David perseguido para
apaciguar a Saúl, su perseguidor,  del mal espíritu ; es de este Espíritu que había sido revestido a Elías, con el que dio
una reprimenda a Jezabel y a Acab su perseguidor…; es este Espíritu el que ha reconfortado a Jeremías y le hizo
mantenerse audazmente firme, para corregir a Sedecías; es el Espíritu que ha guardado a Daniel y a sus hermanos en
el país de Babilonia; este mismo Espíritu es el que ha salvaguardado a Mardoqueo y a Ester en el país donde vivían
cautivos.

     Escucha, amigo mío, el nombre de los mártires, confesores y perseguidos: Abel, Jacob, José, Moisés, Josué, Jefté,
Sansón, Gedeón y Barac, David, Samuel, Ezequías, Elías, Eliseo, Miqueas, Jeremías, Daniel, Ananías y sus hermanos,
Judas Macabeo y sus hermanos… Pero el martirio de Jesús ha sido el más grande y el mejor de todos: ha
sobrepasado en tribulaciones y en confesión a todos los anteriores y a todos lo que vendrán.

http://evangeliodeldia.org/main.php?language=SP&module=commentary&localdate=20070713

Afraate 
«Se acreditásseis em Moisés, acreditaríeis também em mim»

Comentário do dia 
Afraate (?-c. 345), monge e bispo de Nínive, perto de Mossul 
As Exposições, n° 21

«Se acreditásseis em Moisés, acreditaríeis também em mim»


Moisés foi perseguido, tal como Jesus foi perseguido. Esconderam-no por altura do seu nascimento para que não
fosse morto pelos perseguidores; a Jesus, obrigaram-no a fugir para o Egipto logo que nasceu, para que Herodes, o
seu perseguidor, não o matasse. Na altura em que nasceu Moisés, afogavam as crianças no rio; quando nasceu Jesus,
mataram os meninos de Belém e dos arredores. A Moisés, Deus disse: "Morreram aqueles que queriam a tua vida"
(Ex 4,19); o anjo disse a José, no Egipto: "Levanta-te, toma o menino e volta para a terra de Israel, porque morreram
os que queriam a sua vida" (Mt 2,20). Moisés fez o povo sair da servidão do Faraó; Jesus salvou todos os povos da
servição de Satanás... Quando Moisés imolou o cordeiro, os primogénitos dos Egípcios foram mortos; Jesus tornou-
se o verdadeiro cordeiro quando o crucificaram... Moisés fez descer o maná para alimentar o seu povo; Jesus deu o
seu próprio corpo aos povos. Moisés amaciou as águas amargas com a madeira; Jesus amaciou a nossa amargura
sendo crucificado no madeiro. Moisés fez descer a Lei para o povo; Jesus deu Testamentos aos povos. Moisés venceu
os Amalecitas estendendo as suas mãos; Jesus venceu Satanás com o sinal da cruz.
Moisés fez sair água do rochedo para o povo: Jesus enviou Simão Pedro levar o seu ensinamento aos povos. Moisés
retirava o véu do rosto para falar com Deus; Jesus retirou o véu que cobria o rosto dos povos para que eles ouvissem
e recebessem o seu ensinamento (2Co 3,16). Moisés impôs as mãos aos anciãos e eles receberam o sacerdócio;
Jesus impôs a mão aos apóstolos e eles receberam o Espírito Santo. Moisés subiu à montanha e aí morreu; Jesus
subiu aos céus e sentou-se à direita de Seu Pai.    
http://evangeliodeldia.org/main.php?language=PT&module=commentary&localdate=20070322

Leer el comentario del Evangelio por 


Afraates (¿- c. 345), monje, obispo cerca de Mossul 
Las Disertaciones, nº 21

“Si creyerais en Moisés, creeríais también en mí”

     Moisés ha sido perseguido, y Jesús también ha sido perseguido. Se le escondió después de su nacimiento para que
no lo mataran sus perseguidores; a Jesús se le hizo huir a Egipto después de su nacimiento a fin de que no lo matara
Herodes, su perseguidor. Cuando nació Moisés, a los recién nacidos se les ahogaba en el río: cuando nació Jesús, se
mató a los niños pequeños de Belén y sus alrededores. Dios dijo a Moisés: “Ya han muerto los que te querían matar”
(Ex 4,19), y el ángel dijo a José en Egipto: “Levántate, coge al niño y a su madre, y vuélvete a Israel, porque ya han
muerto los atentaban contra la vida del niño” (Mt 2,20). Moisés hizo salir a su pueblo de la servidumbre del Faraón;
Jesús salvó a todos los pueblos de la servidumbre de Satán… Cuando Moisés inmoló al cordero, fueron muertos los
recién nacidos de los egipcios; Jesús fue el Cordero verdadero cuando lo crucificaron… Moisés hizo bajar el maná
para su pueblo; Jesús dio su cuerpo a todos los pueblos. Moisés, por el leño, suavizó las aguas amargas; Jesús,
suavizo nuestra amargura siendo crucificado sobre el leño.  Moisés hizo bajar la Ley para el pueblo; Jesús dio los dos
Testamentos a los pueblos. Moisés venció a los amalequitas extendiendo sus manos: Jesús venció a Satán con el
signo de la cruz.

     Moisés hizo salir de la piedra agua para el pueblo; Jesús envió a Simón Pedro a llevar su enseñanza a todos los
pueblos. Moisés se quitaba el velo de su rostro para hablar con Dios; Jesús quitó el velo que estaba sobre el rostro de
los pueblos, para que pudieran escuchar y recibir su enseñanza (2C 3,16). Moisés impuso su mano a los ancianos y
recibieron el sacerdocio; Jesús impuso la mano a los apóstoles y recibieron el Espíritu Santo. Moisés subió a la
montaña y allí murió; Jesús subió a los cielos y se sentó a la derecha de su Padre.

http://evangeliodeldia.org/main.php?language=SP&module=commentary&localdate=20070322

Afraate 
Seguir o último de todos e o servo de todos

Comentário do dia 
Afraate (?-c. 345), monge e bispo de Nínive, perto de Mossul 
As Exposições, nº 6

Seguir o último de todos e o servo de todos


Meu amigo, tomemos a aparência daquele que nos deu a vida. Ele que era rico, empobreceu-se a si mesmo. Ele que
estava colocado no alto, abaixou a sua grandeza. Ele que habitava as alturas, não teve sítio onde apoiar a cabeça. Ele
que devia vir sobre as nuvens, montou um jumento para entrar em Jerusalém. Ele que é Deus e filho de Deus, tomou
a aparência de servo.

Ele que é o repouso para todos os trabalhos, fatigou-se com o incómodo do caminho. Ele que é a fonte que estanca a
sede, teve sede e pediu água para beber. Ele que é a saciedade que satisfaz a nossa fome, teve fome quando jejuou
no deserto para ser tentado. Ele que é o velador que nunca dorme, adormeceu e deitou-se no barco no meio do
mar. Ele que é servido na tenda de seu Pai, deixou-se servir pelas mãos de homens. Ele que é o médico de todos os
homens doentes, teve as suas mãos perfuradas pelos cravos. Ele cuja boca anunciava coisas boas, deram-lhe a beber
o fel. Ele que não tinha feito mal a ninguém, foi açoitado e suportou o ultraje. Ele que tinha feito viver os mortos,
entregou-se a si mesmo à morte na cruz.

Nosso Vivificador, ele próprio, experimentou todos estes abaixamentos; abaixemo-nos nós mesmos, meus amigos.  

http://evangeliodeldia.org/main.php?language=PT&module=commentary&localdate=20070220
Leer el comentario del Evangelio por 
Afraates (¿- c. 345), monje, obispo cerca de Mossul 
Las Disertaciones, nº 6

Ser el último y el servidor de todos

     Amigo, parezcámonos a aquél que nos da la vida. Siendo rico se empobreció a sí mismo. Estando situado en lo
más alto, abajó su grandeza. Habitando en las alturas, no tuvo lugar donde reposar la cabeza. Siendo así que vendrá
sobre las nubes, cabalgó sobre un asno para entrar en Jerusalén. Siendo Dios e hijo de Dios, se hizo semejante a un
siervo.

Él, que es el descanso de todas las penas, se cansó de la dureza del camino. Él, que es la fuente que apaga toda sed,
sintió sed y pidió agua para beber.  Él, que es la saciedad que sacia nuestra hambre, tuvo hambre cuando ayunó en el
desierto para ser tentado. Él, que es el centinela que no duerme, se durmió y se acostó en la barca en alta mar. Él,
que es servido en la mansión de su Padre, se dejó servir por manos de hombre. Él, que es el médico de todos los
enfermos, sus manos fueron traspasadas por los clavos. A él, cuya boca anunciaba cosas buenas, se le dio hiel para
beber.
Él, que no había hecho ningún mal ni perjudicad a nadie, fue golpeado con látigos  y soportó los ultrajes. Él, que da
vida a todos los muertos, se entregó él mismo a la muerte de cruz.

     Si nuestro Vivificador ha hecho él mismo experiencia de todo este abajamiento, abajémonos también nosotros,
amigos míos.

(referencias bíblicas: 2Co 8,9; Flp 2, 6-8; Mt 8,20; Dn 7,13; Mt 26,64; Jn 12,14-15; Flp 2,7; Jn 4,6; Jn 6,7; Mt 4,2; Sl
121,4; Mt 8,24; Sl 49,4; Sl 69,22; Mt 27,34)

http://evangeliodeldia.org/main.php?language=SP&module=commentary&localdate=20070220

Afraate (?-c. 345), monge e bispo de Nínive, perto de Mossul 


Les Exposés

O Senhor do sábado
Por intermédio de Moisés, seu servidor, o Senhor pediu aos filhos de Israel que observassem o sábado. Disse-lhes:
«Durante seis dias, farás o teu trabalho, mas o sétimo dia é um sábado, um dia de santo repouso para o Senhor teu
Deus» (Ex 20,9)... Ele advertiu-os: «descansarás tu, o teu servo, a tua serva, os teus bois e o teu jumento».
Acrescentou mesmo: «Os mercenários e estrangeiros descansarão igualmente, bem como todo o animal que esteja
ao teu serviço» (Ex 23,12)... O sábado não foi imposto como uma prova, uma escolha entre a vida e a morte, entre a
justiça e o pecado, como os outros preceitos pelos quais o homem poderia viver ou morrer. Não, o sábado, no seu
tempo, foi dado ao povo tendo em vista o repouso – não só dos homens, mas também dos animais.

Escuta agora qual é o sábado que agrada a Deus. Isaías disse-o: «Dai repouso aos que estão cansados» (28,12). E
noutro lado: «Aqueles que guardam o sábado, sem o profanar, são aqueles que são reconfortados pela minha
aliança e escolhem o que me agrada» (56,4)... O sábado não tem qualquer proveito para os maus, os assassinos, os
ladrões. Mas aqueles que escolhem o que agrada a Deus e guardam as suas mãos do mal, nesses, Deus habita; faz
deles a sua morada segundo a Sua palavra: «Habitarei neles e caminharei no meio deles» (Lv 26,12; 2Co 6,16)... Nós,
portanto, guardamos fielmente o sábado de Deus, quer dizer, o que agrada ao Seu coração. Entraremos assim no
sábado do grande repouso, o sábado do céu e da terra onde toda a criatura descansará.

http://evangeliodeldia.org/main.php?language=PT&module=commentary&localdate=20070116

Leer el comentario del Evangelio por 


Afraates (¿- c. 345), monje, obispo cerca de Mossul 
Las Disertaciones, nº13, 1-2.13

El señor del sábado


     El Señor, por medio de Moisés, su servidor pidió a los hijos de Israel que observaran el sábado. Les dijo:
“Trabajarás durante seis días pero el día séptimo es el sábado, un día de reposo dedicado al Señor tu Dios” (Ex
20,9)...  Y les advirtió: “Descansarás tú, tu esclavo, tu esclava, tus bueyes y tu asno”. Y añadió: “Igualmente
descansarán el mercenario y el extranjero y todo animal que trabaja a tu servicio” (Ex 23,12)... El sábado no ha sido
impuesto como una prueba, una opción entre la vida y la muerte, entre la justicia y el pecado igual que los demás
preceptos según los cuales el hombre puede escoger entre la vida y la muerte. No, el sábado es el día que se ha dado
al pueblo para su descanso, no sólo el de los hombres sino también el de los animales...

     Escucha ahora, pues, cual es el sábado que Dios quiere. Isaías lo ha dicho: “Dad  descanso a los abatidos” (28,12).
Y en otra parte: “Los que observan el sábado sin profanarlo, se verán reconfortados por mi alianza y son los que
escogen lo que a mí me place” (56,4)... El sábado no hace ningún provecho a los malvados, los asesinos, los ladrones.
Pero los que escogen hacer lo que Dios quiere y alejan de sus manos el hacer el mal, Dios habita en ellos y hace su
morada en ellos, tal como lo dice su palabra: “Habitaré en ellos y caminaré junto a ellos” (Lv 26,12; 2Co 6,16)...
Nosotros, pues, guardemos fielmente el sábado de Dios, es decir, lo que es grato a su corazón. Así entraremos en el
sábado del gran descanso, el sábado del cielo y de la tierra en el que toda criatura descansará.

http://evangeliodeldia.org/main.php?language=SP&module=commentary&localdate=20070116

Afraate 
« Os discípulos compreenderam que lhes falava de João Baptista»

Comentário do dia 
Afraate (?-c. 345), monge e bispo de Nínive, perto de Mossul 
Les Exposés, nº 6, 13

« Os discípulos compreenderam que lhes falava de João Baptista»


Nosso Senhor testemunha acerca de João que ele é o maior dos profetas, mas ele recebeu o Espírito de forma
moderada, pois João obteve um espírito semelhante ao que recebera Elias.
Tal como Elias permaneceu na solidão, assim o Espírito de Deus conduziu João a habitar no deserto, nas montanhas
e nas grutas. Um corvo voara em socorro de Elias para o alimentar; João comia gafanhotos. Elias usava um cinto de
pele; João usava uma tanga de pele à volta dos rins (Mt 3,4). Elias foi perseguido por Jesabel; Herodíades perseguiu
João. Elias repreendera Acab; João repreendeu Herodes. Elias dividira as águas do Jordão; João iniciou o Baptismo. O
dobro do espírito de Elias depositou-se sobre Eliseu; João impôs as mãos sobre o nosso Salvador, que recebeu o
Espírito sem medida (Jo 3,34).
Elias abriu o céu e elevou-se; João viu os céus abertos e o Espírito de Deus descer e depositar-se sobre o nosso
Salvador.

http://evangeliodeldia.org/main.php?language=PT&module=commentary&localdate=20061216

Leer el comentario del Evangelio por 


Afraates (¿- c. 345), monje, obispo cerca de Mossul 
Las Disertaciones, nº 6, 13

«Los discípulos comprendieron que les hablaba de Juan, el Bautista»

     Nuestro Señor da testimonio de que Juan es el más grande de los profetas, pero ha recibido al Espíritu con
medida, puesto que Juan ha obtenido un espíritu semejante al que había recibido Elías.

     De igual manera que Elías había permanecido en la soledad, así el Espíritu de Dios ha conducido a Juan a
permanecer en el desierto, en las montañas y en las grutas. Un cuervo había volado para socorrer a Elías y
alimentarle; Juan comía saltamontes. Elías llevaba un cinturón de piel; Juan llevaba un vestido de piel de camello
alrededor de la cintura (Mt. 3,4). Elías fue perseguido por Jezabel; Herodías ha perseguido a Juan. Elías había reñido
a Acaz; Juan riñó a Herodías. Elías había partido en dos las aguas del Jordán; Juan ha abierto el bautismo. El doble del
espíritu de Elías se puso sobre Eliseo; Juan ha impuesto las manos a nuestro Salvador, que ha recibido el Espíritu sin
medida (Jn 3,34). Elías abrió el cielo y se elevó, Juan vio los cielos abiertos y al Espíritu descender y posarse sobre
nuestro Salvador.

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Afraate 
Os nossos defuntos vivem para ele

Comentário do dia 
Afraate (?-c. 345), monge e bispo de Nínive, perto de Mossul 
As Exposições, nº 22

Os nossos defuntos vivem para ele


As pessoas piedosas, prudentes e boas não temem a morte, por causa da grande esperança que têm na sua frente.
Pensam todos os dias na morte como num êxodo, como no último dia em que serão gerados filhos de Adão. O
apóstolo Paulo diz: "A morte reinou desde Adão até Moisés, mesmo sobre aqueles que não pecaram: ela imperou
sobre todos os filhos de Adão" (Ro 5,14.12)... Imperou também sobre todos os homens desde Moisés até ao fim do
mundo. Contudo, Moisés proclamou que o seu reinado seria abolido; a morte julgava que ia aprisionar todos os
homens e reinar para sempre sobre eles..., mas quando o Altíssimo chamou Moisés do meio da sarça, disse-lhe: "EU
sou o Deus de Abraão, de Isac e de Jacob" (Ex 3,6). Ao ouvir estas palavras, a morte estrebuchou, tremeu de medo e
compreendeu... que Deus é o rei dos mortos e dos vivos e que viria um tempo em que os homens escapariam às
suas trevas. E eis que Jesus, nosso Salvador, repetiu esta palavra perante os saduceus e lhes disse: "Ele não é um
Deus dos mortos; todos vivem para Ele" (Lc 20,38)...
Porque veio Jesus, o destruidor da morte; revestiu um corpo da descendência de Adão, foi crucificado e provou a
morte. E a morte comprendeu que ele ia descer aos abismos, a sua casa. Perturbada, aferrolhou as portas mas Ele
quebrou essas portas, entrou-lhe em casa e começou a arrebatar-lhe os que ela tinha prisioneiros. Os mortos, vendo
a luz entrar nas trevas, levantaram a cabeça fora da prisão e viram o esplendor do Rei Messias... E a morte, vendo as
trevas começarem a dissipar-se e os justos a ressuscitarem, aprendeu que, no fim dos tempos, Ele faria sair todos os
captivos do seu domínio.      

http://evangeliodeldia.org/main.php?language=PT&module=commentary&localdate=20061102

Afraates (¿- c. 345), monje, obispo cerca de Mossul 


Las Orientaciones, nº 22, SC 359

Nuestros difuntos viven gracias a él


    La gente piadosa, prudente y buena no vive asustada por la muerte por la gran esperanza que tienen. Todos los
días piensan en la muerte como si fuera un éxodo y el día último en el que nacerán los hijos de Adán. El apóstol
Pablo dice: “La muerte reinó desde Adán hasta Moisés, incluso sobre los que no habían pecado, así la muerte pasó a
todos los hombres” (Rm 5, 14.12)... Así es como ella ha alcanzado a todos los hombres desde Moisés hasta el fin del
mundo. Sin embargo, Moisés proclamó que su reinado sería destruido; la muerte pensaba tener prisioneros a todos
los hombres y reinar sobre ellos para siempre..., pero cuando el Altísimo llamó a Moisés desde la zarza ardiendo, le
dijo: “Yo soy el Dios de Abraham, de Isaac y de Jacob” (Ex 3,6). Al escuchar estas palabras la muerte se vio sacudida,
tembló de temor y comprendió... que Dios es rey de muertos y de vivos y que llegaría el tiempo en que los hombres
escaparían a sus tinieblas. Y he aquí que Jesús, nuestro Salvador ha repetido estas palabras a los saduceos
diciéndoles: “No es Dios de muertos sino de vivos: porque para él todos están vivos” (Lc 20, 38)...

    Porque Jesús ha venido como homicida de la muerte; se vistió de un cuerpo como el de los descendientes de
Abraham, estuvo clavado en la cruz y ha sufrido la muerte. Esta comprendió que iba a bajar hasta ella. Temblando ha
cerrado fuertemente sus puertas, pero él rompió estas puertas, entró y comenzó a arrancar a los que la muerte tenía
retenidos. Los muertos, viendo la luz en medio de las tinieblas, han sacado la cabeza fuera de su prisión y han visto el
resplandor del Rey Mesías... Y la muerte, viendo que las tinieblas comenzaban a disiparse y los justos a resucitar, ha
sabido que, al final de los tiempos, él se llevaría a todos sus cautivos de las garras de su poder.   

http://evangeliodeldia.org/main.php?language=SP&module=commentary&localdate=20061102
Das Demonstrações de Afraates, bispo
(Dem.11,De circumcisione, 11-12:PS 1,498-503)

(Séc.IV)

A circuncisão do coração

A lei e a aliança foram totalmente mudadas. Primeiramente Deus substituiu o pacto com Adão por outro que
estabeleceu com Noé; e ainda estabeleceu outro com Abraão, substituindo-o depois por um novo, feito com Moisés.
Como a aliança mosaica não era observada, ao chegar a plenitude dos tempos, Deus firmou uma aliança que não
seria mais mudada. Com efeito, a Adão Deus ordenara não comer da árvore da vida, a Noé dera o arco-íris, a Abraão,
já escolhido por causa da sua fé, deu mais tarde a circuncisão, como sinal característico de seus descendentes; a
Moisés deu o cordeiro pascal para ser imolado como propiciação pelo povo.

Todas essas alianças eram diferentes umas das outras. Mas a circuncisão que agrada ao autor de todas elas é aquela
de que fala Jeremias: Circuncidai o vosso coração (Jr 4,4). Pois se o pacto estabelecido por Deus com Abraão foi
firme, também este é firme e imutável e não seria possível estabelecer depois outra lei, seja por parte dos que estão
fora da Lei ou dos que a ela estão submetidos.

O Senhor deu a lei a Moisés, com todas as suas observâncias e preceitos; como não cumpriram, anulou a lei e seus
preceitos e prometeu fazer uma nova aliança, que seria, como disse, diferente da primeira, embora fosse um só o
doador de ambas. E é esta a aliança que prometeu dar: Todos se reconhecerão, do menor ao maior deles (Jr 31,34).
Nessa aliança não há mais a circuncisão da carne como sinal de pertença a seu povo. 

Sabemos com certeza, caríssimos irmãos, que durante várias gerações Deus estabeleceu leis que estiveram em vigor
enquanto foi de seu agrado, e que mais tarde caíram em desuso, como disse o Apóstolo: “No passado, o reino de
Deus assumiu formas diversas, segundo os diversos tempos”.

O nosso Deus é veraz e os seus preceitos são fidelíssimos. Por isso, cada uma das alianças foi em seu tempo firme e
verdadeira. Agora, os circuncisos de coração têm a vida por meio da nova circuncisão que se realiza no verdadeiro
Jordão, isto é, por meio do batismo para a remissão dos pecados.

Josué, filho de Nun, com uma faca de pedra circuncidou o povo pela segunda vez, quando ele e seu povo
atravessaram o rio Jordão. Jesus, nosso Salvador, circuncidou pela segunda vez, com a circuncisão do coração,os
povos que nele creram purificados pelo batismo e circuncidados com a espada que é a palavra de Deus, mais
cortante do que qualquer espada de dois gumes (Hb 4,12).

Josué, filho de Nun, introduziu o povo na terra da promissão; Jesus, nosso Salvador, prometeu a terra da vida a todos
que atravessassem o Jordão, cressem nele e fossem circuncidados no coração.

Felizes, portanto, os que foram circuncidados em seu coração e renasceram das águas da segunda circuncisão! Estes
receberão a herança prometida, juntamente com Abraão, guia fiel e pai de todos os povos, porque a sua fé lhe foi
atribuída como justiça.

http://www.liturgiadashoras.org/oficiodasleituras/1quarta_quaresma.html

Santo Aphraata ( ? - cerca de 345), monge e bispo em Nínive, perto de Mossul no


actual Iraque
As Exposições, nº 22

Os nossos defuntos vivem para ele.

As pessoas piedosas, prudentes e boas não temem a morte, por causa da grande esperança que têm na sua frente.
Pensam todos os dias na morte como num êxodo, como no último dia em que serão gerados filhos de Adão.

O apóstolo Paulo diz: "A morte reinou desde Adão até Moisés, mesmo sobre aqueles que não pecaram: ela imperou
sobre todos os filhos de Adão" (Ro 5,14.12)... Imperou também sobre todos os homens desde Moisés até ao fim do
mundo.

Contudo, Moisés proclamou que o seu reinado seria abolido; a morte julgava que ia aprisionar todos os homens e
reinar para sempre sobre eles..., mas quando o Altíssimo chamou Moisés do meio da sarça, disse-lhe: "EU sou o Deus
de Abraão, de Isac e de Jacob" (Ex 3,6). 

Ao ouvir estas palavras, a morte estrebuchou, tremeu de medo e compreendeu... que Deus é o rei dos mortos e dos
vivos e que viria um tempo em que os homens escapariam às suas trevas.

E eis que Jesus, nosso Salvador, repetiu esta palavra perante os saduceus e lhes disse: "Ele não é um Deus dos
mortos; todos vivem para Ele" Lc 20,38)...

Porque veio Jesus, o destruidor da morte; revestiu um corpo da descendência de Adão, foi crucificado e provou a
morte. E a morte comprendeu que ele ia descer aos abismos, a sua casa.

Perturbada, aferrolhou as portas mas Ele quebrou essas portas, entrou-lhe em casa e começou a arrebatar-lhe os
que ela tinha prisioneiros.

Os mortos, vendo a luz entrar nas trevas, levantaram a cabeça fora da prisão e viram o esplendor do Rei Messias... E
a morte, vendo as trevas começarem a dissipar-se e os justos a ressuscitarem, aprendeu que, no fim dos tempos, Ele
faria sair todos os captivos do seu domínio. 

 http://www.orkut.com.br/Main#CommMsgs?cmm=8141710&tid=2496599491285428068

Citações
"Um homem que foi ferido na guerra não sente vergonha de se entregar nas mãos de um médico sábio; do mesmo
modo, quem foi ferido por Satanás não se deve envergonhar de reconhecer a sua culpa e de se afastar dela, pedindo
a medicina da penitência".

Afraates, o sábio persa. Exposições (SCh 349).


Afraates foi bispo da Pérsia, no século IV.

AFRAATES, O SÁBIO PERSA

EXPOSIÇÃO 21 – Comparações

“Maria (irmã de Moisés) estava na margem do rio, e Moisés boiava nas águas. Outra Maria deu à luz Jesus, depois do
anjo Gabriel lho ter prometido. Quando Moisés imolou o cordeiro, morreram os primogênitos dos egípcios, e
quando crucificaram Jesus, o verdadeiro cordeiro, o povo que o matava pereceu por lhe ter dado a morte. Moisés
fez com descesse o maná para o povo, mas Jesus deu o seu corpo aos gentios...”

Afraates, Exposições (Sch 349,359). Foi bispo da Pérsia, no século IV.

AFRAATES, O SÁBIO PERSA

EXPOSIÇÃO 4 – Sobre a oração

“A pureza de coração é uma oração mais excelente do que todas as orações recitadas em voz alta, e o silêncio,
juntamente com uma consciência sincera, ultrapassa tudo quanto o homem possa dizer a gritar”.

Afraates, Exposições (Sch 349,359). Foi bispo da Pérsia, no século IV.

Afraates el sabio, obispo

Demostraciones: El sábado es hacer lo que Dios quiere


Demostración n° 13, 1.3.9
«Un tiempo de descanso, el séptimo día, está reservado para el pueblo de Dios» (He 4,9)

El sábado no ha sido establecido como una prueba para el discernimiento entre la vida y la muerte, entre la justicia y
el pecado, así como otros preceptos mediante los cuales «el hombre encuentra la vida» (Lv 18,5) o la muerte, si no
los observa. No, el sábado, en su tiempo, ha sido dado al pueblo en vistas al descanso; con los hombres, los animales
debían cesar el trabajo (Ex 23,12)…

Si el sábado no había sido creado para el descanso de todo ser que realiza un trabajo corporal, las criaturas que no
trabajan habrían debido, desde su origen, también, observar el sábado para estar justificadas. Por el contrario,
vemos el sol avanzar, sin descanso, la luna recorrer su órbita, las estrellas proseguir su carrera, los vientos soplar, las
nubes moverse por el cielo, las aves volar, los arroyos manar las fuentes, las olas agitarse, los relámpagos caer e
iluminar la creación, el trueno estallar violentamente a su tiempo, los árboles dar sus frutos, y cada criatura crecer y
fortalecerse. No vemos en verdad ningún ser descansar el sábado, salvo los hombres y los animales de carga que
están sujetos a la ley del trabajo.

A ninguno de los justos del Antiguo Testamento, el sábado les fue dado para que encontraran la vida… Pero la
fidelidad al sábado estaba prescrita para que descansaran servidores, esclavas, mercenarios, extranjeros, animales
de carga, con el fin de que pudieran restablecerse del trabajo abrumador. Ya que Dios ha cuidado de toda su
creación, tanto de animales de carga como de animales feroces, de las aves como de los animales silvestres. Escucha
ahora cuál es el sábado que Dios quiere. Isaías dijo: «He aquí mi descanso: hacer descansar al que está cansado»
(28,12)… Nosotros por lo tanto, guardemos fielmente el sábado de Dios; haciendo lo que complace a su corazón. Así
entraremos en el sábado del gran descanso, donde cielo y tierra reposarán, donde toda criatura se recrea.

https://www.deiverbum.org/mt-12_01-08/#Homilias_comentarios_meditaciones_desde_la_Tradicion_de_la_Iglesia

Afraates

Disertación: El sábado que Dios quiere


«Jesucristo es Señor del sábado» (Mc 2, 28)
Disertación 13, 1-2. 13

El Señor, por medio de Moisés, su servidor pidió a los hijos de Israel que observaran el sábado. Les dijo: «Trabajarás
durante seis días pero el día séptimo es el sábado, un día de reposo dedicado al Señor tu Dios» (Ex 20,9). Y les
advirtió: «Descansarás tú, tu esclavo, tu esclava, tus bueyes y tu asno». Y añadió: «Igualmente descansarán el
mercenario y el extranjero y todo animal que trabaja a tu servicio» (Ex 23,12). El sábado no ha sido impuesto como
una prueba, una opción entre la vida y la muerte, entre la justicia y el pecado igual que los demás preceptos según
los cuales el hombre puede escoger entre la vida y la muerte. No, el sábado es el día que se ha dado al pueblo para
su descanso, no sólo el de los hombres sino también el de los animales.

Escucha ahora, pues, cual es el sábado que Dios quiere. Isaías lo ha dicho: «Dad descanso a los abatidos» (28,12). Y
en otra parte: «Los que observan el sábado sin profanarlo, se verán reconfortados por mi alianza y son los que
escogen lo que a mí me place» (56,4). El sábado no hace ningún provecho a los malvados, los asesinos, los ladrones.
Pero los que escogen hacer lo que Dios quiere y alejan de sus manos el hacer el mal, Dios habita en ellos y hace su
morada en ellos, tal como lo dice su palabra: «Habitaré en ellos y caminaré junto a ellos» (Lv 26,12; 2Co 6,16).
Nosotros, pues, guardemos fielmente el sábado de Dios, es decir, lo que es grato a su corazón. Así entraremos en el
sábado del gran descanso, el sábado del cielo y de la tierra en el que toda criatura descansará.

https://www.deiverbum.org/mc-02_23-
28/#Homilias_comentarios_y_meditaciones_desde_la_tradicion_de_la_Iglesia

Afraate (?-c. 345)

monge e bispo de Nínive, perto de Mossul

Exposições, n.º 13, 1.3.9


«Permanece um repouso sabático para o povo de Deus» (Heb 4,9)
O sábado não foi estabelecido como uma prova que permita um discernimento entre a vida e a morte, entre a
justiça e o pecado, tal como outros preceitos pelos quais «o homem que os observar viverá» (Lv 18,5), ou morrerá se
não os cumprir.  Não, o sábado, no seu tempo, foi dado ao povo tendo em vista o repouso; tal como os homens, os
animais também não deviam trabalhar nesse dia (cf Ex 23,12). [...] Se o sábado não tivesse sido instituído para o
repouso de todos os seres que exercem um trabalho corporal, as criaturas que não trabalham, para serem
justificadas, teriam de observar também o sábado desde a origem. Pelo contrário, nós vemos o sol avançar no céu
sem cessar, a lua percorrer a sua órbita, as estrelas seguirem o seu curso, os ventos soprarem, as nuvens vogarem no
céu, os pássaros voarem, os ribeiros jorrarem das nascentes, as vagas agitarem-se, os raios caírem e iluminarem a
criação, o trovão ribombar violentamente a seu tempo, as árvores darem os seus frutos e cada criatura crescer e
fortificar-se. Na verdade, não vemos nenhum ser repousar ao dia de sábado, a não ser os homens e os animais de
carga que estão submetidos à lei do trabalho. A nenhum dos justos do Antigo Testamento foi dado o sábado para
nele encontrarem a vida [...], mas a fidelidade ao sábado foi prescrita para que aqueles que se fatigavam com o seu
trabalho, os servos, as servas, os mercenários, os estrangeiros e os animais de carga pudessem descansar e refazer
as suas forças. Porque Deus cuida de toda a sua criação, tanto dos animais domésticos como das feras, tanto dos
pássaros como dos animais selvagens. Escuta agora qual é o sábado que agrada a Deus. Isaías disse-o: «Nisto
consiste o repouso: deixai descansar os fatigados» (Is 28,12). [...] Guardemos, pois, fielmente, o sábado de Deus;
façamos o que agrada ao seu coração. Entraremos assim no sábado do grande repouso em que o Céu e a Terra
repousarão, em que toda a criatura será recriada.

Afraates (¿-c. 345)

monje, obispo cerca de Mossul

Demostraciones, n° 13, 1.3.9

«Un tiempo de descanso, el séptimo día, está reservado para el pueblo de Dios»
(He 4,9)
    El sábado no ha sido establecido como una prueba para el discernimiento entre la vida y la muerte, entre la
justicia y el pecado, así como otros preceptos mediante los cuales «el hombre encuentra la vida» (Lv 18,5) o la
muerte, si no los observa. No, el sábado, en su tiempo, ha sido dado al pueblo en vistas al descanso; con los
hombres, los animales debían cesar el trabajo (Ex 23,12)...     Si el sábado no había sido creado para el descanso de
todo ser que realiza un trabajo corporal, las criaturas que no trabajan habrían debido, desde su origen, también,
observar el sábado para estar justificadas. Por el contrario, vemos el sol avanzar, sin descanso, la luna recorrer su
órbita, las estrellas proseguir su carrera, los vientos soplar, las nubes moverse por el cielo, las aves volar, los arroyos
manar las fuentes, las olas agitarse, los relámpagos caer e iluminar la creación, el trueno estallar violentamente a su
tiempo, los árboles dar sus frutos, y cada criatura crecer y fortalecerse. No vemos en verdad ningún ser descansar el
sábado, salvo los hombres y los animales de carga que están sujetos a la ley del trabajo.         A ninguno de los justos
del Antiguo Testamento, el sábado les fue dado para que encontraran la vida... Pero la fidelidad al sábado estaba
prescrita para que descansaran servidores, esclavas, mercenarios, extranjeros, animales de carga, con el fin de que
pudieran restablecerse del trabajo abrumador. Ya que Dios ha cuidado de toda su creación, tanto de animales de
carga como de animales feroces, de las aves como de los animales silvestres. Escucha ahora cuál es el sábado que
Dios quiere. Isaías dijo: "He aquí mi descanso: hacer descansar al que está cansado» (28,12)... Nosotros por lo tanto,
guardemos fielmente el sábado de Dios; haciendo lo que complace a su corazón. Así entraremos en el sábado del
gran descanso, donde cielo y tierra reposarán, donde toda criatura se recrea.

Afraates, monje y obispo

Obras: Poner los cimientos sobre la roca.


Explicación del Sermón de la Montaña, 19.

«El que viene a mí, escucha mis palabras y las pone en práctica, edifica sobre la roca» (cf. Lc 6,47s).
Escúchame que voy a hablarte de la fe cimentada sobre la roca y del edificio que se levanta sobre esa roca. En
efecto, el hombre comienza por creer, y cuando cree, ama; cuando ama, espera; cuando espera, es justificado;
cuando está justificado, está acabado; cuando está acabado, llega a la cima. Cuando todo su edificio está levantado,
llegado a la cima y acabado, llega a ser casa y templo habitado por Cristo/el Mesías… Esto es lo que dice el
bienaventurado apóstol Pablo: «Sois templo de Dios, y el Espíritu de Cristo habita en vosotros» (1Cor 3,16; 6,19). Y
nuestro Señor mismo dice a sus discípulos: «Vosotros estáis en mí y yo en vosotros» n 14,20)…

Cuando el edificio llega a ser casa habitada, entonces el hombre comienza a preocuparse de lo que le pide el que
habita en esta casa. Es como una casa en la que vive el rey o un hombre de noble familia que lleva un nombre real.
Entonces se piden para el rey todas las insignias de la realeza y todo el servicio que corresponde a su dignidad real.
Nunca un rey vive en una casa vacía… Así ocurre con el hombre que ha llegado a ser casa habitada por Cristo/el
Mesías: atiende a lo que conviene para el servicio del Mesías que le habita, a las cosas que le dan gusto.

En efecto, ese hombre primero construye su edificio sobre roca, es decir, sobre el mismo Cristo. Sobre esta piedra
pone su fe… El bienaventurado Pablo dice estas dos cosas: «Como hábil arquitecto coloqué el cimiento. Nadie puede
poner otro cimiento fuera del ya puesto, que es Jesucristo» (1C 3,10.11) Y también: «El Espíritu de Cristo/el Mesías
habita en vosotros» porque nuestro Señor dice: «Mi Padre y yo somos uno» (Jn 10,30). Desde entonces se realiza la
palabra según la cual el Mesías habita en los hombres que creen en él, y él es el fundamento sobre el cual se levanta
todo el edificio.

Afraates

Disertación: El mejor ayuno es abstenerse de la maldad.


Disertaciones, n. 3, sobre el ayuno : SC 349

«¿Cuál es el ayuno que yo quiero? ¿Acaso no es abrir las prisiones injustas?» (Is 58,6)

Los ninivitas ayunaron con un ayuno puro cuando Jonás les predicó la conversión. Así está escrito: Los ninivitas
creyeron en Dios, proclamaron un ayuno y se vistieron de sayal, grandes y pequeños. Negaron a los niños de pecho
el alimento de sus madres, y que la vacas y ovejas no prueben bocado, no pasten ni beban (Jo 3)…

Y esto es lo que está escrito: “Cuando vio Dios sus obras y cómo se convertían de su mala vida, se compadeció y se
arrepintió de la catástrofe con que les había amenazado, y no la ejecutó”. No dice: “Vio Dios el ayuno de pan y de
agua, con saco y ceniza”, sino “que vio sus obras y cómo se convertían de su mala vida”… Este fue un ayuno puro, y
fue aceptado el ayuno de los ninivitas cuando se convirtieron de sus malos caminos y de la rapacidad de sus manos…

Porque, amigo mío, cuando se ayuna, siempre es la abstinencia de la maldad el mejor ayuno. Es mejor que la
abstinencia de pan y de agua, mejor que… “mover la cabeza como un junco, acostarse sobre saco y ceniza” tal como
dice Isaías (58,5). En efecto, cuando el hombre se abstiene de pan, de agua o de cualquier otro alimento, se cubre de
saco y de ceniza y está compungido, es amado y agradable. Pero lo que es más agradable es que se humille a sí
mismo, que “haga saltar los cerrojos de los cepos” de la impiedad y que “rompa los cepos” del engaño. Entonces
“nacerá una luz como la aurora, te abrirá camino la justicia, detrás irá la gloria del Señor. Será como un jardín
exuberante, como una fuente de agua que no se agota” (Is 58,6s).

https://www.deiverbum.org/lc-11_29-32/

Afraates, monje

Disertaciones
Las Disertaciones, nº 4.

«Estad siempre despiertos y pedid insistentemente» (Lc 21,).

Amigo, cuando se hace lo que gusta a Dios, eso es oración, y es eso lo que me parece bello… Por encima de todo sé
asiduo a la oración sin cansarte, tal como está escrito pues nuestro Señor dijo: «Orad sin cesar». Asiste con asiduidad
a las vigilias, aleja de ti el sueño y la pesadez, permanece en vela día y noche sin desanimarte.
Voy a enseñarte los modos de oración: en efecto, está la oración de petición, la de acción de gracias y la alabanza; la
de petición es cuando pedimos misericordia por nuestros pecados, la acción de gracias es cuando das gracias a tu
Padre que está en los cielos, y la alabanza cuando le alabas por sus obras. Cuando estás en peligro, acude a la
petición; cuando te sabes provisto de bienes dale gracias al que te los da; y cuando estás de buen humor, presenta la
alabanza.

Todas tus plegarias debes presentarlas delante de Dios según las circunstancias. Fíjate en lo que el mismo David
decía en todo momento: «Me levanto a medianoche a darte gracias por tus justos juicios» (Sal 118,62). Y en otro
salmo dice también: «Alabad al Señor en el cielo, alabad al Señor en lo alto» (Sal 148,1). Y, finalmente, dice:
«Bendigo al Señor en todo momento, su alabanza está siempre en mi boca» (Sal 33,2). Porque no debes orar
siempre de la misma manera sino según las circunstancias.

Y yo, amigo, estoy completamente convencido que todo lo que los hombres piden asiduamente, Dios se lo concede.
Pero el que ofrece con hipocresía no es agradable al Señor, tal como está escrito: Al que hace oración, que se fije
bien en si su ofrenda no tiene algún defecto, y si es así que la ofrezca seguidamente, pues de lo contrario su ofrenda
quedará en tierra (cf Mt 5,23-24; Mc 11,25). Y, ¿qué es la ofrenda sino la oración?… En efecto, de todas las ofrendas,
la oración pura es la mejor.

https://www.deiverbum.org/lc-21_34-36/#San_Maximo_el_Confesor

Afraates

Disertación: Paralelismo Moisés-Jesús


«Si creyerais en Moisés, creeríais también en mí» (Jn 5,46)
n. 21

Moisés ha sido perseguido, y Jesús también ha sido perseguido. Se le escondió después de su nacimiento para que
no lo mataran sus perseguidores; a Jesús se le hizo huir a Egipto después de su nacimiento a fin de que no lo matara
Herodes, su perseguidor. Cuando nació Moisés, a los recién nacidos se les ahogaba en el río: cuando nació Jesús, se
mató a los niños pequeños de Belén y sus alrededores. Dios dijo a Moisés: «Ya han muerto los que te querían matar»
(Ex 4,19), y el ángel dijo a José en Egipto: «Levántate, coge al niño y a su madre, y vuélvete a Israel, porque ya han
muerto los atentaban contra la vida del niño» (Mt 2,20). Moisés hizo salir a su pueblo de la servidumbre del Faraón;
Jesús salvó a todos los pueblos de la servidumbre de Satán… Cuando Moisés inmoló al cordero, fueron muertos los
recién nacidos de los egipcios; Jesús fue el Cordero verdadero cuando lo crucificaron… Moisés hizo bajar el maná
para su pueblo; Jesús dio su cuerpo a todos los pueblos. Moisés, por el leño, suavizó las aguas amargas; Jesús,
suavizo nuestra amargura siendo crucificado sobre el leño. Moisés hizo bajar la Ley para el pueblo; Jesús dio los dos
Testamentos a los pueblos. Moisés venció a los amalecitas extendiendo sus manos: Jesús venció a Satán con el signo
de la cruz.

Moisés hizo salir de la piedra agua para el pueblo; Jesús envió a Simón Pedro a llevar su enseñanza a todos los
pueblos. Moisés se quitaba el velo de su rostro para hablar con Dios; Jesús quitó el velo que estaba sobre el rostro de
los pueblos, para que pudieran escuchar y recibir su enseñanza (2C 3,16). Moisés impuso su mano a los ancianos y
recibieron el sacerdocio; Jesús impuso la mano a los apóstoles y recibieron el Espíritu Santo. Moisés subió a la
montaña y allí murió; Jesús subió a los cielos y se sentó a la derecha de su Padre.

https://www.deiverbum.org/jn-05_31-47/#Pedro_Crisologo

Afraates, obispo

Orientaciones: Pensar en la muerte.


Las Orientaciones, n. 22 : SC 359.

Nuestros difuntos viven gracias a él.

La gente piadosa, prudente y buena no vive asustada por la muerte por la gran esperanza que tienen. Todos los días
piensan en la muerte como si fuera un éxodo y el día último en el que nacerán los hijos de Adán. El apóstol Pablo
dice: “La muerte reinó desde Adán hasta Moisés, incluso sobre los que no habían pecado, así la muerte pasó a todos
los hombres” (Rm 5, 14.12)… Así es como ella ha alcanzado a todos los hombres desde Moisés hasta el fin del
mundo. Sin embargo, Moisés proclamó que su reinado sería destruido; la muerte pensaba tener prisioneros a todos
los hombres y reinar sobre ellos para siempre…, pero cuando el Altísimo llamó a Moisés desde la zarza ardiendo, le
dijo: “Yo soy el Dios de Abraham, de Isaac y de Jacob” (Ex 3,6). Al escuchar estas palabras la muerte se vio sacudida,
tembló de temor y comprendió… que Dios es rey de muertos y de vivos y que llegaría el tiempo en que los hombres
escaparían a sus tinieblas. Y he aquí que Jesús, nuestro Salvador ha repetido estas palabras a los saduceos
diciéndoles: “No es Dios de muertos sino de vivos: porque para él todos están vivos” (Lc 20, 38)…

Porque Jesús ha venido como homicida de la muerte; se vistió de un cuerpo como el de los descendientes de
Abraham, estuvo clavado en la cruz y ha sufrido la muerte. Esta comprendió que iba a bajar hasta ella. Temblando ha
cerrado fuertemente sus puertas, pero él rompió estas puertas, entró y comenzó a arrancar a los que la muerte tenía
retenidos. Los muertos, viendo la luz en medio de las tinieblas, han sacado la cabeza fuera de su prisión y han visto el
resplandor del Rey Mesías… Y la muerte, viendo que las tinieblas comenzaban a disiparse y los justos a resucitar, ha
sabido que, al final de los tiempos, él se llevaría a todos sus cautivos de las garras de su poder.

https://www.deiverbum.org/11-02_conmemoracion-de-todos-los-fieles-
difuntos_homilias/#San_Braulio_de_Zaragoza_c_590-651_obispo