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Ermelindo Manuel Esticane

Resumo das aulas de Auditoria

(Licenciatura em Contabilidade com Habilitações em Auditoria)

Universidade Pedagógica

Lichinga

2019
Ermelindo Manuel Esticane

Trabalho Individual

Resumo das aulas de Auditoria

(Licenciatura em Contabilidade com Habilitações em Auditoria)

Trabalho de pesquisa da Cadeira de


Auditoria Interna, leccionada pela
docente: Irakoze Lydia.

Universidade Pedagógica

Lichinga

2019

Índice
Paginas
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1. Introdução
O presente trabalho faz parte da Cadeira de Auditoria Interna o mesmo têm como
objectivo principal fazer um resumo das aulas de auditoria e sintetizar cada aula dada

2. Objectivos

2.1. Objectivo geral

2.2. Objectivo especial

2.3. Metodologias
Para a concretização deste trabalho, o grupo baseou-se na pesquisa bibliográfica, tendo
se destacado a pesquisa de navegação na internet.
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3. Descrição Teórica
Segundo o dicionário Aurélio

As empresas contratam as empresas de auditoria para dar mais-valia.

Tipos de auditoria

Auditoria surgiu em romã para dar controle eficiente. E a mesma surgiu em


moçambique a muito tempo mais duma maneira rudimentar antes da independência

Razoes para surgimento de auditoria

1ª Razão: Adaptação de necessidade.

2ª Razão: Houve um direito (lei) me obrigou a existência da auditoria e deve ser


cumprir

3ª Razão: a estrutura de um emprego de auditoria,

Planeamento de auditoria

Segundo o dicionário Aurélio planear é planeamento ou acto de planear, isto é


planeamento é uma forma de traçar ou planear.

Planeamento é uma ferramenta de gestão empresarial usada nas empresas, visa prever e
minimizar os riscos dos resultados e maximizar os facilitadores, no processo de tomada
de decisões para o processo de tomada de decisões.

Tipos de Planeamento

Existem 3 tipo de planeamento a saber:

1. Estratégico: fixa a natureza da empresa, (missão, visão, objectivos e valores).

2. Tático: como vai ser os recursos necessário para atingir os planos estratégicos.

3. Operacional: é o planeamento mo local, e a juncão de estratégico e tático/recursos e


procedimentos.

Classificação do planeamento

 Quanto a natureza: Planeamentos


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 Quanto ao tempo: curto (ate um ano), medio (2 a 4 anos) e longo (de cinco anos).
 Quanto ao nível de implantação: macro (toda área – abrangente), micro (um
único sector) e misto (a juncão).

Controle interno

Compreende um conjunto de medirias adoptadas, e não existe um controle interno certo


só simplesmente razoável.

Factores do controle interno: Cada entidade implanta o seu sistema de controle


interno que dever ser flexível.

Objectivos do controle interno

1. Garantir a eficácia para atingir objectivos da empresa.

2. Garantir a fiabilidade livre de erros.

3. Assegura e salvaguarda os activos

Importância do controle interno

A importância ou o benefício deve ser maior que o custo.

Factores de controle interno

 Integridade (deve ser integro que inspire confiança) colaborado


 Valores éticos
 Competência

Elementos fundamental do controle interno

1. Planos bem definidos (principal)

2. Metais realizáveis

3. Políticas de gestão do pessoal (incentivo)

Segregação de funções

Divisão de funções numa instituição deve haver alguém para separar funções, delegação
de funções, um bom sistema de informação deve ter uma segregação.
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Tipos de controle interno

 Preventivo: serve para prevenir de casos inesperados (factos indispensáveis).


 Detectivo: Detecta erros que o sistema prevê e não consegue.
 Administrativo: Para acrescentar, prevenir acrescentar valor.
 Correctivo: para corrigir eventuais erros.
 Compensativo: Para sanar constituir sistema de controle.

Factores limitativos do controle interno

 Factor limitativo
 Dimensão da empresa
 Custo de implementação do sistema
 Transações pouco variáveis.

Controle das operações

Tem fundamental haver com o ciclo.

Obtenção de provas e conferências independentes.

 Documentos analisados (organigrama).


 Forma de recolha e de receber um sistema de controle interno
 Forma de recolha e registar no sistema de controle interno.

Relação controle interno e auditoria

Controle interno é o registo de todas operações de tudo que se passa na empresa, a


relação tem em mão todos os dados tudo o que passa na empresa (controle interno). E o
auditor vem verificar e o auditor vem fazer seu trabalho.

Tipos de auditoria

Quanto a natureza:

 Das demonstrações financeiras (interna e externa)


 Operacional
 Profissional
 Informática
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 Social.

Quanto amplitude

 Geral: Fazer auditoria geral numa entidade


 Parcial: Fazer uma auditoria num sector específico.

Quanto a periodicidade

 Permanente ou sistemático
 Ocasional ou eventual
 Periódico

Quanto ao alcance

 Máximo pouco detalhado: a extensão que o auditor vai alcançar


 Por provas ou amostragem:
 Especifico ou de investimento (corrente): auditoria que acontece em Moz.

Quanto ao sujeito que o realiza

 Interno e externo:

Princípios ou código de ética:

São as funções que devem ter na organização

 Princípio de integridade: o auditor deve ser integro ao exercer o seu trabalho, isto
é o auditor deve possuir um caracter integro.
 Princípio de objectividade: O auditor deve ser objectivo, o auditor deve trazer uma
informação objectiva e não pode ser influenciada.
 Princípio de confidencialidade: O auditor não pode divulgar informações ou expor
relatórios de carácter confidencial.
 Princípio de competência: O auditor deve ter competência

Levantamento de preliminar: é a colecta e a guarda de informações de carácter geral


destinadas a subsidiar a elaboração das demais actividades do planeamento e a
realização de auditoria.

Regras de conduta: é o que caracteriza a personalidade da pessoa.


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Evidencia: estamos afalar de provas o auditor sem provas significa auditor sem nada.
isto é a base para fundamentar a opinião a opinião emitida pelo auditor

Finalidade da evidência: é de fornecer ou testar a eficácia operacional do controle


interno.

Características da evidência:

 Suficiência: Tem haver com o tamanho ou quantidade da prova.


 Pertinência: verificar a qualidade da prova
 Fidedignidade: relação do grau entre a evidência e o objectivo.

Procedimentos gerais de obtenção de provas

1. Observação: Observar como são segregadas as funções que cada funcionário realiza,
desempenho.

2. Indagação: Testemunhas o trabalho ou no caso de houver uma situação


(esclarecimento).

3. Recalculo: verificar a exatidão dos cálculos.

4. Inspensão: Consiste em exame de registos de documentos exames físicos dos


activos, registos normais.

5. Confirmação: Pode ser interno ou externo.

Classificação das evidências

 Físicas: (contagem de caixa, bancos e activos tangíveis)


 Documenta: avaliação dos documentos e registos
 Testemunhal (através de depoimentos)
 Analítica (consiste em cálculos de fórmulas aritméticas)

O auditor deve obter a prova de auditoria para:

 Compreender a empresa e o seu ambiente incluindo o seu


 Testar a eficácia operacional
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Parecer do auditor: é para expor a opinião do auditor.

Relatório do auditor: tudo que realizamos numa instituição. O parecer pode estar
dentro do relatório ou separado.

O prato principal do auditor pode fazer uma auditoria eficiente e eficácia mais se não
tiver o parecer tudo vai por água abaixo.

A principal função do auditor é dizer se esta tudo bem ou não., o auditor deve dizer a
coisa certa no momento certo.

Finalidade do parecer: factos relevantes, trabalho, extenso, forma, os factos


relevantes, e a conclusão.

 Como deve ser o parecer do auditor;


 Deve ser cuidadosamente elaborado;
 Adequadamente planeado;
 Bem escrita;

O que deve conter no parecer

 Factos constatados e relevantes;


 Sugestões;
 Informações.

O parecer deve ser bem elaborado escrito e claro.

Tipos de parecer

 Parecer sem ressalva


 Com ressalva
 Adverso
 Com abstenção de informação

Acontecimento subsequente:

São eventos favorais e não favoráveis que acontecem dentro ou data do balanco e as
datas que são autorizadas as demonstrações financeiras

Tipos de acontecimentos subsequentes


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 Os que evidenciam que ocorrem na data do balanco


 Previstos (justos) imprevistos (não justificar)
 Acontecimentos subsequentes ajustadas
 Acontecimentos subsequentes não ajustadas

Procedimentos analíticos

São formas e procedimentos, ou são exames ou avaliação de infirmações financeiros e


informação não financeiras (relação),

4 Fases de procedimentos analíticos

1. A forma de especulativas (o que pode nos chamar atenção)

2. Encontrará indiferenças (encontrar indiferenças e poder justificar)

3. Investigação das causas (as causas que originam as causas)

4. Avaliação e formação de opinião (opinião)

Tipos de procedimentos analíticos

 Análise de tendências (comparações de dados)


 De rácios (são usadas em analise financeiro)
 De segmento de informação (analise informação dentro da empresa
 Variação (dados estatísticos se a infirmação é credível se tem dinheiro ou não
 Regressão estatística (amostras que usamos na estatística)

5. Papéis de trabalho

5.1. Conceito de papéis de trabalho.

São uma base do que se faz na Auditoria, isto é são todos os registos mantidos pela
Auditoria sobre (conjunto de registos que durante o seu trabalho foram adquiridos).
Acumulam suas auditorias e vão colher evidências de sector e tirar conclusões.

5.1.1. Objectivos de papéis de trabalho

1. Serve de base para o planeamento de auditoria

2. Regista os papéis de trabalho


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3. Regista os testeis dos papeis executados

3. Fornecimento da informação para elaboração de relatórios

4. Fornecimento de informação para treinamento.

5. Auxilia o auditor durante o processo de auditoria

CONCEITUAÇÃO 

Os Papéis de Trabalho de auditoria constituem um registro permanente do trabalho efetuado


pelo auditor, dos fatos e informações obtidos, bem como das suas conclusões sobre os
exames. É com base nos Papéis de Trabalho que o auditor irá relatar suas opiniões, criticas e
sugestões. 

OBJETIVOS DOS PAPÉIS DE TRABALHO 

·         Auxiliar na execução de exames;

·         Evidenciar o trabalho feito e as conclusões emitidas;

·         Servir de suporte aos relatórios;

·         Constituir um registro que possibilite consultas posteriores, a fim de se obter detalhes


relacionados com a auditoria;

·         Fornecer um meio de revisão por Supervisores;

·         Determinar se o serviço foi feito de forma adequada e eficaz, bem como julgar sobre a
solidez das conclusões emitidas;

·         Considerar possíveis modificações nos procedimentos de auditoria adotados, bem como


no programa de trabalho para o exame subseqüente.

O QUE DEVEM CONTER OS PAPÉIS DE TRABALHO 

Os papéis de Trabalho devem ser preparados de modo que apresentem os detalhes


importantes. Uma auditoria envolve tantos detalhes, que itens importantes podem passar
despercebidos, como resultados da elaboração imperfeita dos papéis. Por isso, os Papéis de
Trabalho devem ser completos quanto a: 

·      Informações e fatos importantes;

·      Escopo do trabalho efetuado;

·      Fonte das informações obtidas;


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·      Suas opiniões e conclusões.

Os Papéis de Trabalho devem ser preparados tendo-se em mente seu completo entendimento
por outro auditor que não teve ligação direta com o trabalho. É comum a consulta aos Papéis
de Trabalho em anos posteriores para se prestar esclarecimentos ou informações sobre algum
aspecto a área auditada.

Assim, podemos considerar nossos Papéis de Trabalho completos e perfeitos, toda vez que
tivermos possibilidade de responder satisfatoriamente às seguintes questões, com relação ao
conteúdo:

a)      Os dados, fatos e informações estão colocados de maneira clara, concisa e bem
distribuídos?

b)      Todas as informações contidas nos Papéis são importantes para a formação de uma
opinião sobre a área?

c)      Todas as informações são necessárias para a perfeita visualização da profundidade do


exame efetuado?

d)     Na possibilidade de uma revisão futura por um elemento que não participou do exame,
foram consideradas todas as informações úteis para permitir um rápido entendimento?

e)      Todos os pontos do relatório possuem adequado suporte nos Papéis de Trabalho?

f)       A omissão de alguma informação nos Papéis de Trabalho trará alguma conseqüência a
curto, médio ou longo prazo? 

Teste substantivos

Este tipo de teste é empregado pelo auditor quando ele deseja obter provas
suficientes e convincentes sobre as transações, que lhe proporcionem fundamentação
para a sua opinião a cerca de determinados fatos.

Como objetivos fundamentais dos testes substantivos, destacam-se as seguintes


constatações:

– Existência real: que as transações comunicadas/registradas realmente tenham


ocorrido;

– Integridade: que não existam transações além daquelas registradas/demonstradas;


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– Parte interessada: que os interessados naquele registro/comunicação tenham obtido


as informações na sua totalidade;

– Avaliação e aferição: que os itens que compõem determinada transação/registro


tenham sido avaliados e aferidos corretamente.

– Divulgação: que as transações/registros tenham sido corretamente divulgadas.

Os testes substantivos são imprescindíveis em trabalhos de auditoria uma vez que é


através da aplicação correta destes que o auditor obtém evidências sobre os saldos, e
ou transações apresentadas pela empresa.

EXTENSÃO DOS EXAMES DE AUDITORIA.

Renomados autores de auditoria têm debatido sobre a extensão dos exames que
devem ser realizados, sem no entanto terem chegado a conclusões pacíficas no que
tange a abrangência dos testes.

Uma questão tão controversa como esta, é pendente de uma série de variáveis que
influenciam nos exames de auditoria, tais como: número de transações, número de
auditores, tempo da auditoria, relevância dos itens a examinar entre vários outros
fatores.

Seguindo a linha de raciocínio de FRANCO e MARRA (2001), iremos abordar o tema de


profundidade, levando em consideração três cenários:

 Revisão integral;

 Auditoria por testes (amostragem); e

 Revisão analítica.

Revisão integral

Este tipo de verificação compreende o exame de todos os registros, bem como a


análise de todos os controles internos de uma entidade que respaldaram determinada
transação.

Equivale a uma perícia quanto a sua abrangência, e é praticamente impossível ser


aplicada por auditores externos, e raramente é aplicada por auditores internos.
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O custo de uma auditoria desta natureza tem valor elevado, considerando que uma
equipe de auditores estaria o tempo todo se dedicando ao exame de uma única área,
o que é muito raro acontecer.

Este tipo de auditoria aplica-se mais quando há indícios de fraudes, onde aí sim deve
ser examinada a totalidade das operações, buscando identificar o “modus operandi”  de
como a fraude se processa na organização.

Auditoria por teste (amostragem)

A auditoria por testes, ou por amostragem, compreende o exame de determinada


porcentagem dos registros, dos documentos ou dos controles, considerada suficiente
para que o auditor faça seu juízo sobre a exatidão e a legitimidade dos elementos
examinados.

A profundidade dos exames é determinada pelo auditor, e varia de acordo com a


maior ou menor confiança que ele deposita no sistema de controles internos da
empresa.

O que distingue a revisão integral da auditoria por testes, é a amostragem,


considerando que quando as empresas eram menores, e com poucas operações era
possível a verificação de 100% das transações, fato que hoje em dia é muito raro em
razão do custo da auditoria, da complexidade e volume das operações.

Nos testes de auditoria realizados por amostragem, o auditor poderá utilizar-se da


amostragem estatística ou aleatória, dependendo das circunstâncias e finalidades dos
exames que serão realizados.

Por amostragem estatística, entende-se àquelas que necessitam de cálculos tais como:
média, mediana, moda, desvio padrão, regressão linear, entre outros elementos da
estatística na aplicação dos cálculos de amostragem.

Em relação às amostragens aleatórias, independem de cálculos estatísticos


sofisticados, e sim da experiência e acuidade do auditor, selecionando transações,
operações que estejam adequadas à finalidade dos exames

Revisão analítica

Quando o auditor constata a existência de alguma deficiência relevante nos controles


internos, ou quando através de teste de auditoria, ele detecta erros nos registros
contábeis ou na documentação em que ele se apóia, sentindo a necessidade de
aprofundamento em seus exames, ele estará aplicando procedimentos de revisão
analítica.
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A revisão analítica consiste no exame profundo e minucioso de todo o fluxo de


controles internos e de exame analítico das operações de determinada natureza ou de
certo período do ano, neste caso confundindo-se com a revisão integral.

A revisão analítica de todas as transações de um período pode consistir, por exemplo,


na conferência de todos os documentos de caixas e bancos confrontando os registros
contábeis com os documentos originais, a fim de constar possíveis irregularidades.

A revisão analítica constitui uma forma essencial de teste substantivo. As técnicas


empregadas constam de análises de flutuações, de índices financeiros, de tendências,
dentre outros indicativos, utilizando-se principalmente de técnicas empregadas em
análise das demonstrações financeiras.
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9. Conclusão
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10. Bibliografia