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ESCOLA SECUNDÁRIA GERAL 25 DE SETEMBRO –


QUELIMANE/MOÇAMBIQUE - 2013

1. Introdução

O presente trabalho com tema “Arte


moçambicana”obedecera a seguinte sequência: Arte
(definição); Arte Moçambicana; pintura, arquitectura,
escultura seguida da conclusão e bibliografia.

De referir que, ao longo da história da humanidade,


sucederam-se vários estilos artísticos e, a acompanhar, várias
teorias procuram explicar o significado e a finalidade da arte
ao longo de séculos, as técnicas e os materiais de produção
artística predominantes em cada época histórica.

Sendo assim, podemos definir que Arte é a expressão do


Homem através de diferentes manifestações que
representam ou interpretam um determinado fenómeno ou
situações reais, ou imaginarias, que incidem na sensibilidade
humana.

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2. Objectivos

2.1. Geral:

Conhecer a realidade das artes moçambicanas e estudar as


artes moçambicanas.

2.2. Específicos

 Identificar a arte praticada na área rural e urbana de


Moçambique;

 Caracterizar as obras e os respectivos autores


moçambicanos;

 Demonstrar através de imagens as varias características


artísticas

 Sistematização e compilação as informações recolhidas


das artes.

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3. Arte

Ao longo da história da humanidade, sucederam-se vários


estilos artísticos e, a acompanhar, várias teorias procuram
explicar o significado e a finalidade da arte ao longo de
séculos, as técnicas e os materiais de produção artística
predominantes em cada época histórica.

Sendo assim, podemos concluir que Arte é a expressão do


Homem através de diferentes manifestações que
representam ou interpretam um determinado fenómeno ou
situações reais, ou imaginárias, que incidem na sensibilidade
humana.

3.1. Arte Rupestre

Arte rupestre, pintura rupestre


ou ainda gravura rupestre, são
termos dados às mais antigas
representações artísticas conhecidas,
as mais antigas datadas do período
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Paleolítico Superior (40.000 a.C.) gravadas em abrigos ou


cavernas, em suas paredes e tetos rochosos, ou também em
superfícies rochosas ao ar livre, mas em lugares protegidos,
normalmente datando de épocas pré-históricas.

3.2. Arte Moçambicana

A necessidade de sobrevivência levou o homem a usar a


inteligência e as suas mãos para transformar a natureza,
criando instrumentos de trabalho, utensílios domésticos,
armas e posteriormente criou instrumentos de dança ritual,
mascaras, esculturas e outras [pecas que eram usadas na
evocação dos deuses.

Actualmente existe pouca literatura acerca da história da


arte moçambicana, apesar da sua vastidão e riqueza, sendo
de destacar as obras que têm, ao longo dos anos, o
património artístico nacional, assim sendo, a pintura, a
escultura, a cerâmica e a cestaria são algumas das
manifestações artísticas que integram o universo cultural
moçambicano.

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Algumas contribuições que cada um de nós pode dar ao


nível do património podem ser Acções de sensibilização sobre
o valor do património, ajudando a identificar elementos do
nosso património ainda desconhecidos participando na sua
inventariação e em acções de restauro e conservação.

Nos últimos tempos, a actuação do Homem, com o aumento


do número de indústrias, o aparecimento de meios de
transporte motorizados e a guerra, tem vindo a afectar e a
provocar alterações ou até mesmo a destruir este legado,
pondo, desta forma, em perigo o património.

3.2.1. Percurso de alguns artistas moçambicanos

O colonialismo continuava a procurar adaptar-se aos novos


tempos. O pensamento imperial cedeu lugar à Nação
pluricontinental e multirracial. Com o objectivo de
materializar esta política e de alargar a base social de apoio,
alguns colonizados, vivendo e trabalhando nas cidades e
exercendo as profissões que o colonialismo lhes destinava,
foram encorajados pelo governo colonial a receber lições de
arte, a aprender técnicas europeias, a tornar-se artistas.
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Jacob Estevão, Elias Estêvão (1937-1960), Vasco


Campira (n.1933), Agostinho Mutemba tiveram aulas
com Frederico Ayres, um pintor naturalista que se destacou
na pintura de paisagem e na pintura de história. Realizaram
exposições em Moçambique e na metrópole, para dar
visibilidade à acção civilizadora’ exercida, mas o seu
trabalho não foi nunca apreciado de forma independente.
Olhados como derivativos e imitativos foi-lhes negada a
possibilidade de explorarem individualmente esta
experiência. É de notar a influência que exerceram junto de
jovens do seu tempo para quem o seu exemplo foi decisivo
na escolha que, alguns, mais tarde fizeram embora tenham
sido muito poucos os que seguiram o seu género de pintura.
Jacob Estêvão (1933-2008) é quem melhor representa o
que acabamos de referir. Agostinho Mutemba (n. 1937),
menos mediatizado, foi capaz de estabelecer uma relação
diferente com o contexto cultural envolvente e prossegue
calmamente, ainda hoje, um estilo próprio que tem
apreciadores e seguidores. O seu trabalho, embora
escapando a esta percepção dominante, não escapa à

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associação com a ideia de uma África que se mantém


‘no passado’.

Malangatana (1936-2011), um outro jovem colonizado


que ambicionava ser artista, começou a desenhar e a pintar
nesta mesma época. Preferiu, como me disse, ter lições de
arte no Núcleo de Arte onde ensinava João Ayres, um artista
moderno que apreciava, e onde se encontravam pessoas
que admirava. Pouco depois, no Núcleo de Arte, conheceu
Pancho Guedes. Foi um encontro que mudou a sua vida e
sobre o qual já muito se escreveu. Malangatana
abandonará algum tempo depois o Núcleo de Arte, por
conselho do arquitecto, para encontrar um caminho tanto
quanto possível livre de influências e a sua carreira seguiu,
fruto do seu esforço pessoal e de condicionalismos históricos,
um rumo completamente diferente nos anos seguintes. A sua
primeira exposição individual aconteceu em 1961. O seu
nome passou a ser associado a uma expressão moderna
‘puramente’ africana. Foi considerado ‘um dos primeiros
pintores de África’, ‘um pintor natural, autêntico, verdadeiro
e sincero’, um pintor em cujo trabalho ‘a composição e a
harmonia de cores aconteciam tão naturalmente como as
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histórias e as visões’. Malangatana estava interessado em


‘mostrar as coisas dos antigos pois era possível ser civilizado
sem deixar o que era seu/nosso’.

Na mesma época, um outro jovem, Abdias (n.1940),


pintor de automóveis durante o dia, à noite estudante na
Escola Industrial, tinha a mesma ambição que Malangatana.
Tal como ele expressava-se livremente sobre as suas
experiências de vida e sobre a situação que se vivia em
Moçambique. Pancho Guedes seleccionou trabalhos dos dois
(e de outros três jovens, Mitine Macie, Augusto Naftal e
Alberto Mati) para a exposição de arte africana
contemporânea integrada no Congresso Internacional de
Cultura Africana realizado em Salisbury (actual Harare no
Zimbabwe), na então Rodésia do Sul, em 1962.

Ntaluma: nasceu em Nanhagaia, na província de Cabo


Delgado. Em 1992 criou, em Maputo, juntamente com um
grupo de amigos, a “Favana Grupo de Escultores
Makondes”. Começa, em 1994, a ensinar a sua arte e, hoje, a
sua reputação espalha-se já pelos quatro cantos do globo.

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Silva Dunduro: é outro dos grandes pintores de


Moçambique, que se detém a retratar os marginalizados
como deficientes, velhos, prostitutas, etc. os seus quadros, de
cores vibrantes e de formas vigorosas, reflectem a sua
preocupação com a sociedade moçambicana.

4. Pintura

Fonte:http://www.google.co.mz/imgres?q=pintura+mocambicana&sa=X&biw=1
366bih (autor: Malangata)

A pintura é a representação que resulta da aplicação de


tinta numa superfície. A realização da pintura requer
sempre a presença de um suporte de tinta e, se possível, de
fixador. Todo o trabalho de pintura caracteriza-se pela
presença de cor.

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O conceito de pintura vai sendo aperfeiçoado a medida que


os tempos passam e de acordo com os ideais. Inicialmente, a
pintura estava relacionada com a aplicação ou uso de
pigmentos em forma liquida a uma superfície de modo a
colori-la. Com o desenvolvimento tecnológico permitiu a
elaboração de obras de pintura no computador, sem no
entanto recorrer o uso de pigmento em forma líquida.

Ao longo dos tempos, a pintura à óleo algumas das mais


importantes obras de pintura, a mesma que também é
usada por muitos pintores moçambicanos.

Toda pintura é formada por um meio líquido, chamado


médium ou aglutinante, que tem o poder de fixar os
pigmentos (meio sólido e indivisível) sobre um suporte.

A escolha dos materiais e técnica adequadas está


directamente ligada ao resultado desejado para o trabalho
e como se pretende que ele seja entendido. Desta forma, a
análise de qualquer obra artística passa pela identificação
do suporte e da técnica utilizadas.

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A pintura em Moçambique passou por várias fases, das quais


mencionamos:

a) Fase pré-histórica (pinturas rupestres em vários


pontos do país):

 Pintura rupestre em Manica;

 Conjunto pictográfico rupestre da serra de Chicolone e


Chifumbazi;

 Os de Riane na província de Nampula.

b) Fase colonial (anterior a independência): vários


artistas abordavam assuntos relacionados com a
emergência de uma consciência nacional, como é o caso
da pintura de grandes representantes como
Malangatana, Chichorro e outros.

c) Fase da independência: criou-se grandes retratos e


murais abordando o contexto social e político. Neste
momento surgiram muitos artistas pintando paredes
com expressões revolucionárias que estavam espalhadas
por todas as paredes, nos locais públicos.

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Um dos maiores pintores da época contemporânea é


Malangatana Valente Guenha, que alem de pintor,
cantava, dançava, escrevia poemas, participava nas pecas
teatrais, trabalhava com a cerâmica, a escultura entre
outras actividades, passando assim a ser considerado o
embondeiro das Artes plásticas de Moçambique.

4.1. Região de Moçambique

A pintura como obra de arte, em Moçambique, é


relativamente nova em relação a escultura, pois esta
durante muito tempo esteve ligada à pintura corporal, isto
é, tinha como suporte ou superfície o corpo humano. As
pessoas pintavam o seu corpo com fins rituais ou estéticos -
basta lembrar o rosto pintado de mussiro – e assim se
representava a pintura que podia incluir todo o corpo.

A pintura como obra de arte começa a enraizar-se em


Moçambique de forma pronunciada a partir do século XX,
com a imigração de alguns pintores ou descendentes de
colonos vindo da Europa (Portugal) ou Ásia (India

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Portuguesa-Goa), mas é com fundação do Núcleo de Arte


da antiga Lourenço Marques, atual Maputo, que se vai
popularizar esta arte, chegando a ganhar mais destaque
com a entrada de pintores como Malangatana Ngwenya,
Jacob e outros.

5. Arquitectura Moçambicana

Arquitectura é antes de mais nada construção, mas,


construção concebida com o propósito primordial de ordenar
e organizar o espaço para determinada finalidade e visando
a determinada intenção. Ou, arquitectura é uma actividade
que esta virada para a criação de espaços onde o Homem
pode realizar as suas actividades em condições ambientais e
visuais adequadas.

A arquitectura é arte porque usa edifícios para transmitir


sensações estéticas para além do carácter utilitário que esta
desempenha na nossa vida.

Como em qualquer forma visual, a forma arquitectónica é


composta por:

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 Superfície, estruturas, textura, cor, materiais, massa que


contribuem para marcar e caracterizar um lugar, uma
rua, um jardim, uma cidade. A presença da forma
arquitectónica num determinado espaço conduz o
nosso olhar, procurando percepcionar e sentir o espaço.

Em Moçambique o urbano e o rural são dois países com


evoluções próprias, paralelas ou confluentes, mas ainda
muito distantes (ou mesmo em distanciamento
progressivo...) em termos da expressão de formas diversas de
habitar. O camponês, herdeiro das tradições técnicas
ancestrais que lhe permitem viver em equilíbrio com o meio
ambiente, vai, paulatinamente, integrando nos seus saberes
e necessidades outras exigências e outras possibilidades. Mas
está ainda longe das mutações culturais que, um dia, o
farão urbanizado.

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5.1. Arquitectura Tradicional ou Rural Moçambicana

5.1.1. Características da arquitectura tradicional ou


popular moçambicana

A arquitectura tradicional ou popular é de estrutura simples,


de material natural geralmente existentes nas comunidades
rurais.

O conhecimento técnico desta arte obedece os princípios


culturais de formação dos seus construtores baseados na
transmissão de geração em geração, o que as habilidades e
capacidades para construções, são transmitidos de avo para
o pai, para filho até às gerações posteriores.

A arquitectura tradicional moçambicana existe ao longo do


território nacional de modo particular no campo, por outras
palavras, podemos afirmar que esta arquitectura é
tipicamente campestre pôs com o desenvolvimento
industrial as matérias naturais (palha, capim, barro,
madeira, etc) anteriormente usados, foram sendo
substituídos pelas matérias industrialmente produzidas

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(cimento, azulejos, tijolos, chapas de zinco, etc.) dando lugar


ao surgimento das cidades no nosso país.

Esta arquitectura possui várias características das quais se


destacam as seguintes:

 Planta circular de cobertura cónica;

Fonte: Autor (Alberto F. Traquinho)

 Planta quadrangular de cobertura piramidal a


quatro águas.

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Fonte: Autor (Alberto F. Traquinho)

 Planta rectangular com cobertura a uma ou duas


águas.

Fonte: Autor (Alberto F. Traquinho)

A técnica de construção usada e mais conhecida é a técnica


tradicional mas podemos também chamar a técnica de
pau-a-pique, aquela que implica uma construção à base
de material natural (bambu) ou varas entrecruzadas,
posteriormente “maticadas” o que significa cobertas de
barro ou com arreia, para se compor as paredes da casa.

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5.2. Arquitectura urbana e suas características

Fonte: Autor (Alberto F. Traquinho)


Arquitectura Urbana caracteriza-se por integrar
áreas tradicionais da Arquitectura, mas de uma forma
geral não praticada em conjunto: Planejamento, Avaliação
e Controle, Gestão Pública, Desenho Urbano, Transporte,
Geotécnica, Saneamento e Meio Ambiente, procurando
acompanhar o avanço tecnológico e incorporando novas
técnicas e procedimentos operacionais de Planejamento,
Concepção e Produção, ao controle da qualidade ambiental
das cidades e territórios, no Máximo possível usando a
sinergia da dinâmica do desenvolvimento na produção e
registo da cidade, apoiando e se beneficiando da economia
de mercado para a produção da infra-estrutura social.
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Em nossa forma de actuação, procura mos desenvolver e


criar opções criativas, não convencionais, aos conceitos de
cada empreendimento s públicos ou privados em seu
aspecto institucional e técnico, normalmente com soluções
inovadoras. Em significativas oportunidades, nossa
participação se iniciou no apoio ao cliente, na procura de
soluções alternativas a estudos e projectos, muitos dos quais,
em fase adiantada de desenvolvimento, quando por nossa
analise e sugestões , trocou-se de partido para um mais
interessante e a custos menores, obtendo melhor retorno
social e económico.

6. Escultura

Escultura Ntaluma

Fonte:
http://www.google.co.mz/imgres?q=escultura+mocambicana&sa=X&biw=1366b
ih
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Escultura é uma expressão artística que se fundamenta na


criação de objectos tridimensionais. Alargando o campo
estético da pintura, que tem um carácter eminentemente
visual (embora, durante a última centúria tenha conhecido
notável incremento das dimensões sensoriais), a escultura
adiciona a percepção táctil e as sensações de matéria,
volume, peso e espaço. Estas características permitem
aproximá-la da arquitectura, verificando-se que em muitas
culturas era corrente a associação de esculturas com as
estruturas arquitectónicas.
A escultura tradicional pode classificar-se de exenta
(quando tem a forma de estátua de vulto redondo) e de
relevo (adossada a um plano de suporte) - neste caso com as
subclassificações de baixo-relevo ou alto-relevo.
Pode elaborar-se aplicando vários processos.

 Entalhe também designado por cinzelado, um


processo subtractivo que se baseia na eliminação de
matéria a um bloco de maneira a obter-se a forma
pretendida.

 Michelangelo constitui um dos expoentes máximos


desta técnica de trabalho.
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Embora seja mais frequente o uso de pedra, nomeadamente


do mármore, é também possível o emprego de madeira ou
de outros materiais mais raros, como o marfim. Tanto as
esculturas em madeira como as de pedra são muitas vezes
policromadas.

 o modelado, feito com materiais brandos como cera ou


argila. Devido à fragilidade do resultado, o modelado
usa-se sobretudo para esbocetos e estudos preliminares
ou ainda como base de criação de moldes para
estátuas executadas com metais fundidos.
A fundição de esculturas, com utilização de moldes
remonta à pré-história.

6.1. Escultura Maconde

É um tipo de arte escultórica surgido na província de Cabo


Delgado, em Moçambique, que ao longo dos tempos se
estendeu por todo o território nacional.

Esta cultura revela grande domínio da técnica do trabalho


em madeira mas também grande poder de criação artística,

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representando animais e seres humanos, normalmente em


actividades do dia-a-dia da sociedade.

Em muitas das suas criações, embora procurando partida


configuração de tronco de arvore, compõe outras formas
fazendo a combinação de cores da parte interna e externa
do tronco escolhido.

Na escultura maconde existe dois estilos mais usados, que


são:

 Shetani: aquela que apresenta figuras fantásticas ou


do mundo imaginário.

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 Ujamaa: aquela que apresenta esculturas com rigor


técnico de representação anatómica, isto é, respeita as
formas naturais para representar os seres humanos,
assim como os seres animais.

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7. Conclusão

Este trabalho é resultado uma investigação profunda


realizada pelo grupo.

O grupo concluiu que a abordagem deste tema ajuda aos


estudantes, na interacção com o arte no sentido real e
favorece o desenvolvimento de capacidades e habilidades
dos mesmos.

Com este trabalho pretendemos que todos os estudantes se


sinta mais aptos para abrir ou posicionar sua visão artística.

Deste modo, está aberto o espaço de sugestões e criticas


para o seu melhoramento.

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8. Bibliografia

Obras:

JAMISSE, Elídio Gabriel & ZIMBICO, Octávio José. Educação


Visual Para Todos. 8ª Classe. 1ª Ed, DINAME. 2009.

MANJATE, Ranjel et al. EV11 – Educaçao visual 11a classe.


Textos editores.2010.pp.(4-23.)

Internet:

www.infopedia.com/escultura

www.infopedia.com/pintura

www.google.com/historia_da-Arte-mocambicana

www.mocambique-para-todos.blogspot.com/arte-
mocambicana

www.wikipedia.wiki/arquitectura+urbana+mocambicana

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