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PRÁTICAS DO SIAFEM:

EXECUÇÃO ORÇAMENTÁRIA E FINANCEIRA


ESTADO DE MATO GROSSO DO SUL

ANDRÉ PUCCINELLI
Governador do Estado de Mato Grosso do Sul

MARIO SERGIO MACIEL LORENZETTO


Secretário de Estado de Fazenda

NEY CARLOS FAUSTINO MARQUES


Auditor-Geral do Estado de Mato Grosso do Sul

VICENTE HIROYUKI YASUNAKA


Coordenador de Contabilidade
GOVERNO DO ESTADO DE MATO GROSSO DO SUL
SECRETARIA DE ESTADO DE FAZENDA
AUDITORIA GERAL DO ESTADO

PRÁTICAS DO SIAFEM:
EXECUÇÃO ORÇAMENTÁRIA E FINANCEIRA
ESTADO DE MATO GROSSO DO SUL

CAMPO GRANDE - MS
2007
Título
PRÁTICAS DO SIAFEM: EXECUÇÃO ORÇAMENTÁRIA E FINANCEIRA
ESTADO DE MATO GROSSO DO SUL

Organização dos textos e elaboração

Coordenação:
VICENTE HIROYUKI YASUNAKA
Agente Tributário Estadual - Coordenador de Contabilidade

Técnicos:
ADEMAR KENDI KASHIYAMA
Analista de Controle Interno - Analista Contábil
ARLY DE FÁTIMA DA CUNHA DAUZACKER
Fiscal de Rendas
LUCIANE OCAMPOS GARCIA
Analista Fazendário e Financeiro
LUCILENE AIRES DE SOUZA
Analista Fazendário e Financeiro
MARIA ELZA GONÇALVES
Agente Tributário Estadual
MARINA HIRAOKA GAIDARJI
Analista de Controle Interno - Analista Contábil
MARYUZA RAMIRES DA COSTA
Técnico Fazendário e Financeiro
NATALINO GONÇALVES DE ALMEIDA
Analista de Controle Interno - Analista Contábil
ODALCIZA MARIA MARTINS
Agente Tributário Estadual
ORAIDE BAPTISTA SERAFIM KATAYAMA
Analista de Controle Interno - Analista Contábil

Digitação
LUCIANE OCAMPOS GARCIA

Projeto Gráfico e Editoração Eletrônica


LUCIANE OCAMPOS GARCIA
lgarcia@net.ms.gov.br

Revisão

A revisão lingüística e ortográfica é de


responsabilidade dos organizadores.
SUMÁRIO

INTRODUÇÃO.......................................................................................................................... 6
1 CONCEITOS BÁSICOS ........................................................................................... 8
1.1 RECEITA................................................................................................................... 8
1.1.1 Classificação .............................................................................................................. 8
1.1.2 Estágios da Receita .................................................................................................... 9
1.1.2.1 Previsão.................................................................................................................... 10
1.1.2.2 Lançamento .............................................................................................................. 10
1.1.2.3 Arrecadação.............................................................................................................. 10
1.1.2.4 Recolhimento ........................................................................................................... 11
1.1.3 Codificação da Receita............................................................................................. 11
1.2 DESPESA ................................................................................................................ 12
1.2.1 Classificação ............................................................................................................ 12
1.2.1.1 Despesas Correntes .................................................................................................. 12
1.2.1.2 Despesas de Capital ................................................................................................. 13
1.2.2 Estágios da Despesa ................................................................................................. 13
1.2.2.1 Empenho .................................................................................................................. 13
1.2.2.2 Liquidação................................................................................................................ 13
1.2.2.3 Pagamento................................................................................................................ 14
1.2.3 Estrutura da Natureza da Despesa............................................................................ 14
2 COTA POR ITEM DE DESPESA........................................................................... 16
2.1 SOLICITAÇÃO DE COTA ..................................................................................... 16
2.2 LIBERAÇÃO DE COTA......................................................................................... 23
2.3 DESCRIÇÃO DA COTA ........................................................................................ 27
2.4 INCLUSÃO DA COTA POR GRUPO.................................................................... 28
2.5 NOTA DE EMPENHO............................................................................................ 29
3 PRÁTICA DE SIAFEM........................................................................................... 32
3.1 O SIAFEM ............................................................................................................... 32
3.1.2 Origem ..................................................................................................................... 32
3.1.3 Objetivos .................................................................................................................. 32
3.1.4 Vantagens................................................................................................................. 32
3.1.5 Abrangência ............................................................................................................. 33
3.2 ACESSO E SEGURANÇA DO SISTEMA............................................................. 33
3.2.1 Como acessar o sistema ........................................................................................... 35
3.2.2 Árvore do Sistema.................................................................................................... 36
3.2.2.1 SUBSISTEMA: AUDICON - Auditoria e Controle ................................................ 36
3.2.2.2 SUBSISTEMA: CADBASICO - Cadastro Básicos................................................. 36
3.2.2.3 SUBSISTEMA: CONTAB - Contabilidade............................................................. 37
3.2.2.4 SUBSISTEMA: EXEFIN - Execução Financeira .................................................... 40
3.2.2.5 SUBSISTEMA: EXEORC - Execução Orçamentária ............................................ 44
3.2.2.6 SUBSISTEMA: GESTOR - Atividades do Gestor.................................................. 45
3.2.2.7 SUBSISTEMAS: GOV-MS – Rotinas de Mato Grosso do Sul............................... 46
3.2.2.8 SUBSISTEMAS: MANUTEJCL - Manutenção de JCL. Compreende as seguintes
transações (transações exclusivas para Analistas Serpro/SGI): ............................... 51
3.2.2.9 SUBSISTEMAS: TABELAS - Utilizado como apoio ao Siafem ........................... 51
3.2.2.10 SUBSISTEMAS: TABORCA – Tabelas Orçamentárias......................................... 55
3.3 TERMOS E CONCEITOS MAIS UTILIZADOS ................................................... 56
3.3.1 Órgão........................................................................................................................ 56
3.3.2 Unidade Gestora (UG) ............................................................................................. 57
3.3.3 Unidade Orçamentária (UO) .................................................................................... 57
3.3.4 Gestão....................................................................................................................... 57
3.3.5 Plano Interno (PI)..................................................................................................... 57
3.3.6 Fonte de Recursos (FR)............................................................................................ 57
3.3.7 Programa de Trabalho ou Classificação Funcional Programática ........................... 57
3.3.8 Programa de Trabalho Resumido - Ptres ................................................................. 58
3.3.9 Inscrição Genérica (IG) ............................................................................................ 58
3.3.10 Categoria de Gasto ................................................................................................... 58
3.3.11 Conta Corrente Contábil .......................................................................................... 58
3.3.12 Evento ...................................................................................................................... 58
3.3.13 Conta Contábil ......................................................................................................... 58
3.3.14 Célula Orçamentária ................................................................................................ 59
3.3.15 Conformidade dos Registros Contábeis................................................................... 59
3.3.16 Conformidade Diária................................................................................................ 59
3.3.17 Conformidade Mensal.............................................................................................. 59
3.4 CONCEITOS DOCUMENTOS OPERACIONAIS UTILIZADOS NO SIAFEM.. 59
3.4.1 Nota de Dotação - ND.............................................................................................. 59
3.4.2 Nota de Crédito - NC ............................................................................................... 59
3.4.3 Nota de Empenho - NE ............................................................................................ 59
3.4.4 Nota de Lançamento - NL........................................................................................ 60
3.4.5 Programação de Desembolso - PD........................................................................... 60
3.4.6 Ordem Bancária - OB............................................................................................... 60
3.4.7 Guia de Recebimento - GR ...................................................................................... 60
3.4.8 Nota de Lançamento de Sistema (NS) ..................................................................... 60
3.4.9 Nota de Lançamento Contador Geral (NLGERAL)................................................. 60
3.4.10 Nota de Apropriação Física (AF)............................................................................. 60
3.5 PLANO DE CONTAS ............................................................................................. 61
3.5.1 Conceituação............................................................................................................ 61
3.5.2 Estrutura ................................................................................................................... 61
3.5.3 Sinais utilizados no Plano de Contas ....................................................................... 64
3.6 TABELA DE EVENTOS ........................................................................................ 64
3.6.1 Conceituação............................................................................................................ 64
3.6.2 Estrutura ................................................................................................................... 65
3.6.3 Fundamentos Lógicos dos Eventos.......................................................................... 66
3.6.3.1 Eventos das classes 10/20/30 e 40 ........................................................................... 66
3.6.3.2 Eventos da classe 51 (movimento a débito)............................................................. 66
3.6.3.3 Eventos da classe 52 (movimento a crédito)............................................................ 66
3.6.3.4 Eventos da classe 53 ................................................................................................ 66
3.6.3.5 Eventos da classe 54 ................................................................................................ 66
3.6.3.6 Eventos da classe 55 ................................................................................................ 67
3.6.3.7 Eventos da classe 61 (não processado) .................................................................... 67
3.6.3.8 Eventos da classe 70 ................................................................................................ 67
3.6.3.9 Eventos da classe 80 ................................................................................................ 67
3.7 PROCEDIMENTOS PARA EMISSÃO DOS DOCUMENTOS ............................ 68
3.7.1 Nota de Dotação....................................................................................................... 68
3.7.2 Nota de Crédito ........................................................................................................ 69
3.7.3 Nota de Empenho..................................................................................................... 70
3.7.4 Nota de Lançamento ................................................................................................ 72
3.7.4.1 Evento para estorno.................................................................................................. 73
3.7.4.2 Preenchimento da Nota de Lançamento................................................................... 73
3.7.5 Programação de Desembolso ................................................................................... 75
3.7.5.1 Preenchimento da Programação de Desembolso ..................................................... 75
3.7.6 Ordem Bancária ....................................................................................................... 77
3.7.6.1 Preenchimento de Ordem Bancária.......................................................................... 78
3.7.7 Guia de Recebimento ............................................................................................... 80
3.7.7.1 Preenchimento da Guia de Recebimento ................................................................. 80
3.7.8 Nota de Lançamento de Sistema .............................................................................. 81
4 SISTEMA FINANCEIRO DA CONTA ÚNICA .................................................... 83
4.1 TIPOS DE ORDENS BANCÁRIAS ....................................................................... 83
4.1.1 Externas.................................................................................................................... 83
4.1.2 Internas..................................................................................................................... 83
4.2 FUNCIONOGRAMA DA CONTA ÚNICA NO SIAFEM..................................... 84
4.2.1 Pagamento de ordem bancária ................................................................................. 84
4.2.2 Cancelamento de “OB” ............................................................................................ 84
4.2.3 Transferência de recursos da conta “C” para conta única ........................................ 84
4.2.4 Pagamento de ordem bancária - Banco do Brasil .................................................... 84
4.2.5 Cancelamento de Ordem Bancária - Banco do Brasil.............................................. 85
4.2.6 Transferência de recursos para a conta única - Banco do Brasil.............................. 85
4.2.7 Rejeição do pagamento da OB por parte do Banco do Brasil .................................. 85
4.3 OUTROS PROCEDIMENTOS ............................................................................... 85
4.3.1 Retorno (cancelamento) ........................................................................................... 86
4.3.2 Retorno..................................................................................................................... 86
4.4 CONCILIAÇÃO BANCÁRIA DA CONTA ÚNICA ............................................. 86
5 FOLHA DE PAGAMENTO E ENCARGOS .......................................................... 88
6 DESTAQUE ORÇAMENTÁRIO ........................................................................... 94
6.1 DESTAQUE CONCEDIDO ENTRE UNIDADES GESTORAS INTEGRANTES
DO SIAFEM ............................................................................................................ 94
7 SUPRIMENTO DE FUNDOS................................................................................. 97
8 REPASSE FINANCEIRO ..................................................................................... 102
9 ANÁLISE DO BALANCETE ............................................................................... 106
9.1 BALANCETE ........................................................................................................ 106
9.1.1 LISCONTIR E CONINCONS ............................................................................... 106
9.2 MÉTODOS DE ANÁLISE .................................................................................... 106
9.2.1 Método Virtual....................................................................................................... 107
9.2.1.1 Contas que devem ter saldos iguais ....................................................................... 107
9.2.1.2 Contas Transitórias ................................................................................................ 109
9.2.1.3 Contas com Saldo Invertido ................................................................................... 110
9.2.1.4 Análise das Disponibilidades Financeiras.............................................................. 110
9.2.2 Método Comparativo ............................................................................................. 110
REFERÊNCIAS ..................................................................................................................... 162
INTRODUÇÃO

O Governo do Estado de Mato Grosso do Sul visando otimizar e compatibilizar a


gestão e o controle orçamentário, financeiro, patrimonial e contábil do estado, maximizando o
uso de recursos e reduzindo os custos financeiros, implantou em 2 de janeiro de 2000, o
SISTEMA INTEGRADO DE ADMINISTRAÇÃO FINANCEIRA PARA ESTADOS E
MUNICÍPIOS - SIAFEM/MS, mediante o Decreto nº 9.754, de 29 de dezembro de 1999.
O Siafem/MS é um sistema desenvolvido pelo Serviço Federal de Processamento de
Dados - Serpro, composto de módulos que propiciam as execuções orçamentárias, financeiras,
patrimoniais e contábeis.
O desenvolvimento de seus aplicativos foi baseado na Lei nº 4.320, de 17 de março
de 1964, que estabelece Normas Gerais de Direito Financeiro para elaboração e controle dos
orçamentos e balanços da União, dos Estados, dos Municípios e do Distrito Federal, e na Lei
nº 6.404, de 15 de dezembro de 1976, que dispõe sobre as Sociedades por Ações.
O Siafem/MS é carregado orçamentariamente pelo SISTEMA INTEGRADO DE
PLANEJAMENTO E ORÇAMENTO PARA ESTADOS E MUNICÍPIOS - SIPLAN, que
funciona de forma integrada no decorrer do exercício. Essa integração possibilita um
gerenciamento nos gastos previstos no orçamento anual, facilitando ao usuário um controle do
que pode ser lançado no sistema, em observância à Lei Orçamentária.
O Siafem/MS é um sistema bem lógico, entretanto, exige-se do usuário um
conhecimento básico de contabilidade para facilitar a interpretação do funcionamento das
contas existentes. Essas contas são as constantes no plano de contas único estruturadas em
ativo, passivo, despesa, receita e resultado do exercício.
O usuário precisa também conhecer a tabela de eventos que serve para a entrada dos
registros dos atos e fatos administrativos, transformando-os em registros contábeis
automáticos no sistema. Quando da utilização desses eventos, o usuário deve sempre consultar
a sua partida contábil antes de efetuar o lançamento, para não correr o risco da utilização
incorreta do evento.
O objetivo deste trabalho é orientar o usuário nas interpretações contábeis, para que o
mesmo possa desenvolver suas atividades de forma uniforme nos órgãos do Poder Executivo
(Adm. Direta, Indireta e Empresas Públicas), bem como dos Outros Poderes integrados ao
Siafem/MS.
Especificamente, a conhecer a ferramenta e aprender a navegar no Siafem;
composição de plano de contas e tabela de eventos; sistema da conta única; aprender a
classificar a receita e despesa; emitir os documentos operacionais no Siafem; classificar a
folha de pagamento e encargos; destaque orçamentário entre unidades gestoras; contabilizar o
suprimento de fundos e o repasse financeiro.
Dessa forma a Coordenadoria de Contabilidade espera fornecer ao usuário um
mecanismo de auxílio às interpretações contábeis obtendo noções básicas do funcionamento
do Siafem, no intuito de propiciar ao usuário a otimização dos trabalhos de execução
orçamentária, financeira, patrimonial e contábil, bem como uma melhor interpretação dos
7

lançamentos contábeis, o qual servirá de base para consulta nas possíveis dúvidas que possam
surgir no seu dia-a-dia de trabalho.
1 CONCEITOS BÁSICOS

1.1 RECEITA

Conceitua-se Receita como sendo a cobrança de tributos pagos pelos contribuintes


em razão de suas atividades, suas rendas, suas propriedades e dos benefícios diretos e
imediatos recebidos do Estado.
Para Machado Jr. (2000/2001) considera-se receita:

Um conjunto de ingressos financeiros com fonte e fatos geradores próprios e


permanentes, oriundos da ação e de atributos inerentes à instituição, e que,
integrando o patrimônio, na qualidade de elemento novo, produz-lhe
acréscimos, sem contudo, gerar obrigações, reservas ou reivindicações de
terceiros.
Considera-se, ainda, como receita pública todo recurso obtido pelo Estado, para
atender às despesas públicas. A receita pública efetiva provém dos serviços prestados direta
ou indiretamente pelo Governo à coletividade, em troca da cobrança dos tributos e por
mutação patrimonial, decorrente da alienação de bens, da amortização dos empréstimos
concedidos, etc.
A conceituação de receita pública absorve as definições encontradas em diversos
estudos, sejam ingressos, entrada ou receita, e desdobra-se em receitas orçamentárias e extra-
orçamentárias.
Receita orçamentária são as receitas que integram o orçamento público. As
arrecadações dessas receitas estão autorizadas por lei, e são provenientes dos tributos, das
rendas, das transferências, das alienações, dos retornos de empréstimos governamentais e das
operações de créditos.
As receitas extra-orçamentárias não integram o orçamento e sua arrecadação não
depende de autorização legislativa, nem se vincula à execução do orçamento, sendo o Estado
apenas depositário desses valores. Pertencem a essa classificação as cauções, as consignações
em folha de pagamento, as retenções na fonte e outras assemelhadas.

1.1.1 Classificação

As receitas são classificadas de acordo com as transações governamentais que se


realizam em operações correntes e de capital:
a) Receitas Correntes: são as que incluem as contas representativas da Receita
Tributária, Contribuições, Patrimonial, Industrial, Agropecuária, Serviços e outras de natureza
semelhante, bem como as transferências recebidas para atender às despesas correntes.
b) Receitas de Capital: são as que incluem as contas representativas de
constituição de dívidas, conversão em espécie de bens e direitos, amortizações, utilização de
saldos de exercícios anteriores, bem como as transferências recebidas para atender às despesas
de capital.
9

As Receitas Correntes são classificadas em:


Receita Tributária - composta de impostos, taxas e contribuições de melhoria.
Resulta da cobrança de tributos pagos pelos contribuintes em razão de suas atividades, rendas,
propriedades e benefícios diretos e imediatos recebidos do Estado.
Receita de Contribuições - destina-se a arrecadar as receitas relativas a contribuições
sociais e econômicas, visando à manutenção dos programas sociais, sindicais, previdenciários.
Receita Patrimonial - decorrente de rendas oriundas da utilização de bens móveis e
imóveis de propriedade do Estado, tais como: aluguéis, arrendamentos, juros, etc.
Receita Agropecuária - provêm da renda obtida com a produção vegetal, animal e
seus derivados.
Receita Industrial - proveniente da indústria extrativa mineral, de transformação e de
construção e de serviços industriais explorados diretamente pelo poder público.
Receita de Serviços - originadas da prestação de serviços de transporte, comunicação,
serviços hospitalares, comerciais, de armazenagem, etc.
Transferências Correntes - recursos recebidos de outras pessoas de direito público ou
privado, independente de contraprestação direta de bens e serviços e destinados a atender
despesas correntes, como os convênios, por exemplo.
Outras Receitas Correntes - decorrentes da cobrança de multas e juros de mora,
cobrança da dívida ativa, indenizações e restituições.
As Receitas de Capital classificam-se em:
Operações de Crédito - decorrentes da realização de empréstimos e financiamentos
internos ou externos. A contratação de empréstimos e financiamentos depende de autorização
legislativa.
Alienação de Bens - provenientes de alienações (venda) de bens móveis e imóveis e
direitos da Administração Pública. A alienação de imóveis depende de autorização legislativa.
Amortização de Empréstimos - recebimento de empréstimos concedidos a outras
entidades de direito público ou privados.
Transferências de Capital - recursos recebidos de outras pessoas de direito público ou
privado, e destinados a atender despesas de capital.
Outras Receitas de Capital - utilizada para classificar receitas não enquadradas nas
fontes anteriores.

1.1.2 Estágios da Receita

A Receita Orçamentária passa por quatro fases denominadas estágios, que são:
− Previsão
− Lançamento
− Arrecadação
− Recolhimento
10

A Lei nº 4.320/64, em seus artigos 51 a 56, mostra com clareza que a receita passa
pelos estágios da previsão (art. 51), do lançamento (arts. 52 e 53), da arrecadação (art. 55) e
do recolhimento (art. 56). Tem-se de compreender que algumas receitas não completam os
quatro estágios, passando, apenas, por dois ou três estágios, mas isso não elimina os quatro
estágios existentes (PIRES, 2001, p. 136).

1.1.2.1 Previsão

A previsão da receita é a estimativa do que se espera arrecadar no exercício


financeiro, para fazer face às despesas programadas para o mesmo período.
A Lei do Orçamento deve conter todas as receitas que se espera arrecadar no
exercício a que ela se referir, isto quer dizer que embora a Lei nº 4.320/64 apresente um
código geral de receitas no Anexo nº 3, muitas outras receitas orçamentárias poderão ser
objeto de arrecadação, mesmo que não estejam previstas.

1.1.2.2 Lançamento

O lançamento é a identificação do devedor ou da pessoa do contribuinte. A Lei


4.320/64 define o lançamento como o ato da repartição competente que verifica a procedência
do crédito fiscal, a pessoa que lhe é devedora e inscreve o débito desta. Em virtude disso,
alguns autores consideram que o lançamento é o primeiro estágio da receita.
Apenas os impostos diretos, aqueles que recaem sobre a propriedade e a renda é que
são passíveis de ser arrecadados mediante prévio lançamento (arts. 52 e 53 da CF). Os demais
impostos ou impostos indiretos, que recaem sobre a produção, uso ou transações, independem
de lançamento prévio, sendo então impostos que ingressam diretamente no estágio da
arrecadação.
Para exemplificar, pode-se citar o Imposto sobre Propriedade de Veículo Automotor
(IPVA), como imposto direto em que ocorre o prévio lançamento, sendo que no exercício
anterior, o órgão competente define o valor da base de cálculo levando em conta o valor e ano
de fabricação do bem. Aplica a alíquota e lança o imposto em nome do proprietário do
veículo, emite o boleto bancário e envia à residência do proprietário para pagamento.
O Imposto sobre Operações Relativas à Circulação de Mercadorias e sobre
Prestações de Serviços de Transporte Interestadual e Intermunicipal e de Comunicação
(ICMS), é feito por homologação, pois o contribuinte faz a apuração do ICMS a recolher,
credita do imposto pago as compras e debita do imposto devido as vendas efetuadas,
efetivando o recolhimento, sem que tenha passado pelo estágio do lançamento.

1.1.2.3 Arrecadação

A arrecadação da receita é o momento em que o contribuinte paga ao agente


arrecadador o valor dos tributos, multas e demais débitos com a Fazenda Pública.
Agentes arrecadadores são os agentes públicos com atribuições legais para arrecadar
receitas públicas, tais como: agências fazendárias, tesourarias, postos fiscais, etc. Agentes
privados são os bancos privados devidamente autorizados a efetuarem, em nome do Estado, a
11

arrecadação das receitas públicas. Para exemplificar, cita-se como agente público, a Agência
Fazendária de Campo Grande.

1.1.2.4 Recolhimento

O recolhimento da receita é o momento em que o agente arrecadador repassa o


produto arrecadado ao Tesouro Nacional, Estadual ou Municipal.
O produto da arrecadação é encaminhado ao Tesouro Público, em obediência ao
princípio de unidade de caixa, mesmo que a dedução da receita hoje prevista em lei considere-
o meramente escritural.
No estado de Mato Grosso do Sul, a arrecadação propriamente dita ocorre em toda a
rede bancária e por força da Resolução/SEFOP nº 1.208, de 29 de dezembro de 1997, alterada
pela Resolução/SEGES nº 320 de 4 de abril de 2001. Os recursos arrecadados são recolhidos
ao Banco do Brasil S/A, no qual o tesouro Estadual centraliza os seus recursos financeiros na
modalidade de “Conta Única”.

1.1.3 Codificação da Receita

Para compreensão do orçamento e da execução orçamentária tem de se entender


sobre a classificação das contas públicas, que serve para padronizar e facilitar a leitura dos
relatórios, tanto os legais que compõem o Balanço Geral do Estado, como os gerenciais que
atendem o gestor público, bem como aqueles que servirão de base para a análise dos usuários
em geral.
A classificação orçamentária da receita é estruturada de forma a facilitar a
identificação de cada item da receita prevista com a respectiva arrecadação pelos cofres
públicos.
O padrão legal da classificação e da codificação da receita orçamentária está previsto
no Anexo nº 3, da Lei Federal nº 4.320/64, que foi atualizado pela Portaria Interministerial
STN/SOF nº 163, de 4 de maio de 2001, conforme define o art. 6º da Portaria Interministerial
STN/SOF nº 325, de 27 de agosto de 2001.
De acordo com o art. 50, § 2º da Lei de Responsabilidade Fiscal, compete ao órgão
central de contabilidade da União editar normas gerais para consolidação das contas públicas,
enquanto não for criado o conselho de gestão pública. Essa normatização é feita por meio de
portarias do Secretário do Tesouro Nacional, anualmente, sendo que o detalhamento da receita
a ser utilizado no exercício de 2007 encontra-se publicado mediante a portaria nº 340, de 26
de abril de 2006, alterada pelas Portarias n° 406, de 26 de maio de 2006 e Portaria n° 504, de
6 de julho de 2006.
Apresenta-se no Quadro 1 o que representa cada item da classificação orçamentária
da receita:
12

Quadro 1 - Classificação orçamentária da receita


NÍVEIS DISCRIMINAÇÃO CLASSIFICAÇÃO ESPECIFICAÇÃO
ORÇAMENTÁRIA
1° Categoria 1.0.0.0.00.00 Receitas Correntes
Econômica
2° Fonte 1.1.0.0.00.00 Receita Tributária
3° Subfonte 1.1.1.0.00.00 Impostos
4° Rubrica 1.1.1.2.00.00 Impostos s/
Patrimônio e a
Renda
5° Alínea 1.1.1.2.04.00 Imposto s/ Renda e
Provento
6° Subalínea 1.1.1.2.04.30 Retido nas Fontes

1.2 DESPESA

Define-se como despesa pública o conjunto de dispêndios do Estado ou de outra


pessoa de direito público para o funcionamento dos serviços públicos. Nesse sentido, a
despesa é parte do orçamento, ou seja, aquela em que se encontram classificadas todas as
autorizações para gastos com várias atribuições e funções governamentais. Em outras
palavras, as despesas públicas formam o complexo da distribuição e o emprego das receitas
para custeio de diferentes setores da administração.
As despesas que são autorizadas legalmente para aquisição de bens, serviços,
materiais e obras denominam-se despesas orçamentárias, ou seja, todas as despesas fixadas na
lei orçamentária. As despesas extra-orçamentárias são representadas por devoluções de
recursos de terceiros, que por força de contratos ou decisões judiciais ingressam nos cofres
públicos, operações de crédito por antecipação da receita orçamentária, pagamento de restos a
pagar.

1.2.1 Classificação

A classificação por categoria econômica é importante para o conhecimento do


impacto que as ações do governo provocam na conjuntura econômica do ente ao qual
pertence, sendo, portanto, um instrumento de análise das ações de governo.
Segundo as categorias econômicas, as despesas orçamentárias classificam-se em:
despesas correntes e despesas de capital.

1.2.1.1 Despesas Correntes

Classificam-se nesta categoria todas as despesas que não contribuem, diretamente,


para a formação ou aquisição de um bem de capital. São as despesas necessárias a manutenção
e funcionamento dos serviços públicos em geral, assim entendidos os serviços que o Estado
13

coloca à disposição dos cidadãos, ou seja, a manutenção das escolas públicas, a limpeza e a
conservação das vias públicas, os serviços de segurança pública, a aplicação nas ações de
saúde, a remuneração dos servidores públicos, entre outros.

1.2.1.2 Despesas de Capital

Classificam-se nesta categoria aquelas despesas que contribuem, diretamente, para a


formação ou aquisição de um bem de capital, tais como: prédios públicos, máquinas e
equipamentos, veículos e demais materiais de natureza permanente.

1.2.2 Estágios da Despesa

Os estágios da despesa são:


− Empenho
− Liquidação
− Pagamento

1.2.2.1 Empenho

O empenho representa o primeiro estágio da despesa. É emitido pela unidade que


recebeu créditos orçamentários ou por descentralização de créditos de outra unidade.
A Lei nº 4.320/64 em seu art. 58 define o empenho como o ato emanado de
autoridade competente que cria para o Estado a obrigação de pagamento, pendente ou não de
implemento de condição.
Para que um fornecedor possa transacionar com o Estado, previamente ao empenho,
ele deverá ser cadastrado no SIAFEM, constando o CNPJ, razão social, endereço, e
principalmente o banco, a agência e a conta corrente, pois todos os pagamentos efetuados pelo
Tesouro do Estado são depositados diretamente na conta bancária do fornecedor.
O empenho será formalizado no documento denominado “Nota de Empenho”, no
qual constará o nome do credor, a especificação e a importância da despesa, bem como os
demais dados necessários ao controle da execução orçamentária e ao acompanhamento da
programação financeira.

1.2.2.2 Liquidação

A liquidação compreende o 2° estágio da despesa. É caracterizado pela entrega da


obra, dos bens, dos materiais ou serviços, objeto do contrato com o fornecedor. É o momento
em que o agente público competente atesta o documento fiscal, indicando que o serviço foi
efetivamente prestado ou o material entregue e que a despesa já está apta a ser paga.
A Lei nº 4.320/64 em seu art. 63 define que a liquidação da despesa consiste na
verificação do direito adquirido pelo credor, tendo por base os títulos e documentos do
respectivo crédito.
14

1.2.2.3 Pagamento

O pagamento da despesa compreende o seu terceiro estágio e consiste no despacho


exarado por autoridade competente, determinando que a despesa seja paga. A ordem de
pagamento só poderá ser exarada em documentos processados pelos serviços de contabilidade.
Não há que se confundir o estágio da liquidação e do pagamento. Na liquidação é
verificado se o bem ou serviço foi entregue e se está de acordo com o estabelecido no
empenho, e o pagamento consiste na transferência de numerário dos cofres públicos para o
credor do empenho.
Para melhor exemplificar os estágios da despesa, apresenta-se na Figura 1 o ciclo da
despesa.

ORÇAMENTO

EXECUÇÃO CONSOLIDAÇÃO
ORÇAMENTÁRIA

PAGAMENTO - TE
LICITAÇÃO -CC

AGE/SEFAZ

LIQUIDAÇÃO

EMPENHO BENS E SERVIÇOS

Figura 1 - Ciclo da Despesa


Fonte: Coordenadoria de Contabilidade/AGE/SEFAZ

1.2.3 Estrutura da Natureza da Despesa

Assim como a receita, a classificação da despesa também é estruturada de forma a


facilitar a identificação. Apresenta-se no Quadro 2, o que representa cada item da classificação
orçamentária da despesa.
15

Quadro 2 - Classificação orçamentária da despesa


NÍVEIS DISCRIMINAÇÃO CLASSIFICAÇÃO ESPECIFICAÇÃO
ORÇAMENTÁRIA
1° Categoria 3.0.0.0.00.00 Despesas Correntes
Econômica
2° Grupo de Natureza 3.1.0.0.00.00 Pessoal e Encargos
de Despesa Sociais
3° e 4° Modalidade de 3.1.90.00.00 Aplicações Diretas
Aplicação
5° e 6° Elemento de 3.1.90.11.00 Vencimento e
Despesa Vantagens Fixas
Pessoal Civil
7° e 8° Item de Despesa 3.1.90.11.XX Facultativo
2 COTA POR ITEM DE DESPESA

As cotas financeiras são aprovadas pela Coordenadoria de Programação Financeira


mediante solicitação via SIAFEM/MS, das unidades gestoras, contendo CNPJ do credor,
programa de trabalho, plano interno, natureza e item de despesa, fonte de recursos, tipo de
licitação, modalidade de empenho e cronograma de desembolso para o exercício (§ 2°, Art 6°,
Decreto n° 11.761 de 29/12/2004).
A cota representa o controle da liberação mensal para empenho do orçamento, o que
traz um acompanhamento mais eficiente da reserva orçamentária. Os tópicos abordados são:
solicitação da cota, solicitação da cota reforço, solicitação da cota licitada, alteração da cota,
cancelamento da cota, alteração da cota autorizada e reprogramação de cota autorizada.

2.1 SOLICITAÇÃO DE COTA

1° Passo: Verificar o saldo disponível na conta 29.211.00.00 mediante a transação


>DETACONTA e >RELATORIO - opção 3. Se o saldo consultado for maior que o do
relatório, significa que já existe valor comprometido com a cota de licitação ou com cota não
autorizada.
Caso na consulta seja constatado o saldo insuficiente na programação do mês,
proceder da seguinte forma:
1 - Acesse a transação >ATUNR no Siplan para fazer a reprogramação;
2 - Retira-se o saldo existente do mês anterior (se o mês ainda não estiver fechado)
ou do mês subseqüente para usar na reprogramação;
3 - Pela transação >CONNR você atende a reprogramação, informando no campo
situação a letra “A” (autoriza);
4 - Se o saldo disponível for insuficiente, faz-se necessário o
remanejamento/suplementação do orçamento mediante a transação >ATUNO.
Após, deve ser solicitado a Seplanct, através do COMUNICA, o atendimento da
solicitação de remanejamento que só poderá ser feito dentro do mesmo grupo de
despesa.
2º Passo: Solicitar cota para empenho da despesa mediante a transação
>SOLICITACT. Preencha o código de sua UG e a opção desejada e tecle <enter>, em seguida
surgirá o campo do mês, preencha-o, dê <enter>.
17
ESTADO DE MATO GROSSO DO SUL USUARIO: NOMNOMNOMNOMNOM
NOME UNIDADE GESTORA CONSULTADA DATA : DD/MM/AAAA
SOLICITACAO/ALTERACAO/CANCELAMENTO DE COTA ABBPOCAD ABBMCAD0
------------------------------------------------------------------------------

UG: XXXXXX

1. Solicitacao de Cota
2. Soliticacao de Cota - Reforco
3. Solicitacao de Cota - Licitada
4. Alteracao de Cota
5. Cancelamento de Cota
6. Alteracao de Cota Autorizada
7. Reprogramacao de Cota Autorizada - Licitada
8. Solicitacao de Cota - Licitada (SGC)
Opcao: __

------------------------------------------------------------------------------
PF3=SAIDA SERC/SGI

Quando da escolha da opção desejada, atentar para os seguintes critérios:


1 - Solicitação de cota
− para licitação - credor 25400000000000
− dispensa de licitação
− preenchimento descrito na seqüência
2 - Solicitação cota reforço
− cota original deve ser estimativa
− preencher data da entrega e valor, cronograma, descrição
3 - Solicitação cota licitada
− para adjudicação
− permite alterar credor modalidade do empenho - data de entrega
2ª tela - valor, cronograma e descrição
4 - Alteração de cota
− não autorizada - permite alterar qualquer campo
5 - Cancelamento de cota
− não autorizada - pela própria UG
− autorizada - pela Coordenadoria de Programação Financeira
6 - Alteração de cota autorizada
− permite alterar por tipo de licitação, referência legal, processo, origem
material
7 - Reprogramação de cota licitada
− cronograma de desembolso
− se na adjudicação a programação mensal for diferente da cota original
(licitada)
− se necessário, fazer >ATUNR
Quando da solicitação de cota (opção 1) proceder da seguinte forma:
18

3º Passo: Nesta tela, informe qualquer um dos campos. Neste caso, para facilitar a
busca dos dados, informe a fonte e a natureza da despesa, tecle <enter>.
ESTADO DE MATO GROSSO DO SUL Usuario: NOMENOMENOMENOM
NOME UNIDADE GESTORA CONSULTADA Data : DD/MM/AAAA
SOLICITACAO DE COTAS ABBPOCBZ ABBMCBN0
------------------------------------------------------------------------------

UNIDADE = XXXXXX

INFORME OPCIONALMENTE UM OU MAIS DOS PARAMETROS ABAIXO

ESFERA = _ (1,2 ou 3)
PT = _________________ (?) PTRES = ______ (?)
FONTE = 0100 (?)
NATUREZA DESP. = 33903001 (?)
UGR = ______ (?)
PI = ___________ (?)

------------------------------------------------------------------------------
<PF3> RETORNA SERC/SGI

4º Passo: Nesta tela marque um “x” no campo indicado, tecle <enter>


ESTADO DE MATO GROSSO DO SUL Usuario: NOMENOMENOMENOM
NOME UNIDADE GESTORA CONSULTADA Data : DD/MM/AAAA
SOLICITACAO DE COTAS ABBPOCBZ ABBMCBN1
------------------------------------------------------------------------------
UNIDADE : XXXXXX / XXXXX - NOME UG

ESF / PROGRAMA TRABALHO / PTRES FONTE DISPONIVEL NO


NATUREZA DESPESA / UGR PI EXERCICIO

1 / 04.123.0085.4130.0000 / 114130 0100000000 604.995,27


( X ) 33.90.30.01 / XXXXXX ARRECONT

------------------------------------------------------------------------------
PF3=RETORNA SERC/SGI

5º Passo: Nesta tela você irá preencher os dados para solicitação da cota.
ESTADO DE MATO GROSSO DO SUL Usuario: NOMENOMENOMENOM
NOME UNIDADE GESTORA CONSULTADA Data : DD/MM/AAAA
SOLICITACAO DE COTAS ABBPOCBZ ABBMCBN2
------------------------------------------------------------------------------
UG / GESTAO: XXXXXX / XXXXX - NOME UG
DATA SOLICITACAO: DD / MM / AAAA
ESFERA : 1 PT : 04.123.0085.4130.0000 PTRES : 114130 FR : 0100000000
NATUREZA DESPESA : 33.90.30.01 UGR : XXXXXX PI : ARRECONT

CREDOR : ______________ (?)

TIPO LICITACAO : __ (?) REFERENCIA LEGAL : Lei n° 8.666/2003___


TIPO EMPENHO : _ (?) MODALIDADE EMPENHO : _ (?)
ACORDO : _ (?) NUMERO ACORDO : ______
NUMERO PROCESSO: XX / ______ / ____ ORIGEM MATERIAL : _ (?)

NUMERO CONVENIO: ______ ADITIVO CONVENIO : ___


NUMERO CONTRATO: ________________ ADITIVO CONTRATO : ___

LOCAL DE ENTREGA DATA DE ENTREGA : _________


_____________________________________________
------------------------------------------------------------------------------
PF3=RETORNA SERC/SGI
19
Credor: informe o CNPJ ou CPF do credor, caso não tenha essas informações digite neste campo o
sinal de “?” aparecerá a seguinte tela:
+-----------**-- Informe CNPJ/CPF ou NOME do Credor--**-----------+
| CNPJ OU CPF = ______________ |
| OU |
| NOME DO CREDOR = _____________________________________________ |
| |
+-----------------------------------------------------------------+
Nome do credor: informe o nome do credor, tecle <enter>. Surgirá a lista de todos os
credores cadastrados com essa denominação no sistema, escolha o desejado.
Tipo de licitação: informe o código desejado, caso não saiba coloque o sinal de “?”
que surgirá a caixa de diálogo abaixo. Escolha a opção desejada.
+-------------------------+
| 1 - Concurso |
| 2 - Convite |
| 3 - Tomada de Preco |
| 4 - Concorrencia |
| 5 - Dispensa |
| 6 - Inexigibilidade |
| 7 - Nao Aplica |
| 8 - Suprimento |
| 9 - Pregao |
| 10- Direta |
| 11- Shopping |
| __ |
+-------------------------+
Referência legal: informe a referência legal de que trata a despesa (Lei, Decreto,
Resolução, Portaria, etc.).
Tipo de empenho: informe o tipo de empenho desejado, caso não saiba coloque o
sinal de “?” que surgirá a caixa de diálogo abaixo. Escolha a opção desejada.
+-------------------------+
| 1 - Repasse |
| 2 - Suprimento |
| 3 - Sub. Social |
| 9 - Desp. Normal |
| _ |
|-------------------------+

Modalidade de empenho: informe o código da modalidade de empenho desejado,


caso contrário coloque o sinal de “?” que surgirá a caixa de diálogo abaixo. Escolha a opção
desejada.
+-------------------------+
| 1 - Ordinario |
| 3 - Estimativo |
| 5 - Global |
| _ |
|-------------------------+
Acordo: informe o código desejado, caso contrário coloque o sinal de “?” que surgirá
a caixa de diálogo abaixo.
+-------------------------+
| 1 - Convenio |
| 2 - Contrato |
| 3 - Ajuste |
| 4 - Outros |
| _ |
|+-------------------------+
Convênio: “todo ajuste celebrado entre entidades da Administração Pública ou entre
essas e organizações particulares, tendo por objeto a realização de interesses comuns”.
Contrato: “todo e qualquer ajuste entre órgãos ou entidades da Administração Pública
e particulares, em que haja um acordo de vontades para a formação de vínculo e a estipulação
de obrigações recíprocas, seja qual for a denominação utilizadas” (Parágrafo único, art. 2° da
Lei n° 8.666/1993).
20

Ajuste: optar por este campo quando se tratar de “acordo, trato, combinação,
convenção, pacto, ajustamento”.
Outros: optar por este campo quando do não atendimento dos demais itens anteriores.
Numero acordo: informe o número do convênio, contrato, ajuste ou instrumento
similar.
Numero processo: informe o número do processo do convênio, contrato, ajuste ou
instrumento similar.
Origem material: informe um dos códigos abaixo:
+-------------------------------------------------------+
| 1 - Origem Nacional |
| 2 - Material estrangeiro adquirido no mercado interno |
| 3 - Material estrangeiro adquirido fora do pais |
| _ |
| |
+-------------------------------------------------------+
Número convênio: informe o número do convênio cadastrado no COVEN
Aditivo convênio: informe o número do termo aditivo do convênio cadastrado no
COVEN
Número contrato: informe o número do contrato cadastrado no COVEN
Aditivo contrato: informe o número do termo aditivo do contrato cadastrado no
COVEN
Local de entrega: informe o local de entrega do produto/serviço adquirido ou
contratado
Data de entrega: informe a data de entrega do produto/serviço adquirido ou
contratado
Notas:
Quando se tratar de licitação e registro de preço o usuário deve solicitar a cota no
CNPJ 25400000000000;
Após a liberação da cota, encaminha-se o processo para licitação na Central de
Compras/SAD;
Feita a licitação, o processo retorna a unidade gestora com o CNPJ do vencedor da
licitação para as providências cabíveis;
Deve reprogramar a cota autorizada para o mês da homologação da licitação;
Deve ser solicitada uma nova cota no CNPJ do credor vencedor na opção 3.
6° Passo: Pressione <enter> surgirá a tela do cronograma de desembolso. Informe o
valor solicitado e o mês de desembolso. Após preencher os campos desejados, confirme a
solicitação da cota e dê <enter>. Surgirá o número da cota criada. Anote esse número.
21

1ª Tela
ESTADO DE MATO GROSSO DO SUL Usuario: NOMNOMNOMNOMNOM
NOME UNIDADE GESTORA CONSULTADA Data : DD/MM/AAAA
SOLICITACAO DE COTAS ABBPOCBZ ABBMCBN3
------------------------------------------------------------------------------
UG / GESTAO: XXXXXX / 00001 - NOMN

VALOR SOLICITADO : 1000_____________

CRONOGRAMA DE DESEMBOLSO

JAN : _________________ FEV : _________________ MAR : _________________


ABR : _________________ MAI : _________________ JUN : _________________
JUL : 1000_____________ AGO : _________________ SET : _________________
OUT : _________________ NOV : _________________ DEZ : _________________

DESCRICAO : solicitacao de cota________________________________________


____________________________________________________________
____________________________________________________________

CONFIRMA (S/N) = s
------------------------------------------------------------------------------
PF3=RETORNA SERC/SGI

2ª Tela
ESTADO DE MATO GROSSO DO SUL Usuario: NOMNOMNOMNOMNOM
NOME UNIDADE GESTORA CONSULTADA Data : DD/MM/AAAA
SOLICITACAO DE COTAS ABBPOCBZ ABBMCBN3
------------------------------------------------------------------------------
UG / GESTAO: XXXXXX / 00001 - NOMN

VALOR SOLICITADO : 1000_____________

CRONOGRAMA DE DESEMBOLSO

JAN :
_________________ FEV : _________________ MAR : _________________
ABR :
_________________ MAI : _________________ JUN : _________________
JUL :
1000_____________ AGO : _________________ SET : _________________
OUT :
______________ +-----------------------------------+ _________________
| NUMERO DA COTA SOLICITADA: |
DESCRICAO : SOLICITA | 2007CF000617 | ____________
________ | | _____________
________ | ENTER | _____________
+-----------------------------------+
CONFIRMA (S/N) = S
------------------------------------------------------------------------------
PF3=RETORNA SERC/SGI
7° Passo: Por meio da transação >CONCOTAS você faz a consulta da cota que foi
solicitada, escolhendo uma das opções abaixo, tecle <enter>.

ESTADO DE MATO GROSSO DO SUL USUARIO: NOMNOMNOMNOMNOM


NOME UNIDADE GESTORA CONSULTADA DATA : DD/MM/AAAA
CONSULTA COTAS ABBPOCA4 ABBMCA41
------------------------------------------------------------------------------

UG: XXXXXX Mes: _3 Opcao: __

01. Cota Autorizada p/ Agrupamento


02. Cota Autorizada c/ Pendencia
03. Cota Autorizada p/ Licitacao
04. Cota Cancelada
05. Cota Nao Autorizada
06. Cota Solicitada
07. Cota - Unica
08. Cota - Solicitada / Autorizada
09. Cota - Cat. Gasto/Fonte
10. Cota - Mostra o Grupo ao qual Pertence
11. Cota Licitada - Saldo
12. Cota Financeira por NE
13. Cota - Consulta Gerencial por UG

------------------------------------------------------------------------------
PF3=SAIDA SEFAZ/SGI
22

Opções:
01(cota autorizada): cota autorizada pela Coordenadoria de Programação Financeira.
02(cota autorizada com pendência): cota autorizada pela Coordenadoria de Programação
Financeira, em análise.
03(cota autorizada para licitação): cota de licitação autorizada pela Coordenadoria de
Programação Financeira, em análise na Central de Compras (SAD).
04(cota cancelada): cotas autorizadas pela Coordenadoria de Programação Financeira
canceladas. (Obs: a reserva/valor dessa cota foi liberada junto ao orçamento).
05(cota não autorizada): cotas não autorizada pela Coordenadoria de Programação Financeira.
(Obs: a reserva/valor dessa cota foi liberada junto ao orçamento)
06(cota solicitada): cota solicitada pela unidade gestora.
07(cota - única): mostra uma determinada cota.
08(cota-solicitada/autorizada): cota solicitada já autorizada pela Coordenadoria de
Programação Financeira, disponível para a unidade gestora a empenhar.
09(cota-cat. gasto/fonte): consulta de cota por categoria de gastos e fonte.
10(cota-mostra o grupo ao qual pertence): consulta de cota a qual grupo a mesma pertence.
11(cota licitada - saldo): consulta de saldo das cotas licitadas.

8 º Passo: Nesta tela marque um “x” na cota solicitada para o respectivo credor.
Após, clique <enter> sucessivamente até a última tela para consultá-la.
1ª tela - lista cotas solicitadas pela UG
ESTADO DE MATO GROSSO DO SUL USUARIO: NOMNOMNOMNOMNOM
NOME UNIDADE GESTORA CONSULTADA DATA : DD/MM/AAAA
CONSULTA DE COTAS SOLICITADAS ABBPOCAP ABBMCAK2
------------------------------------------------------------------------------
UG ESF / PROGRAMA TRABALHO / PTRES FONTE
N.SOL. NAT.DESP. PI CNPJ CREDOR SOLICITADO

XX0101 1 / 04.123.0085.4130.0000 / 114130 0100000000


( x ) 000617 33903001 ARRECONT 01452651000185 TAURUS DI 10,00
------------------------------------------------------------------------------
PF3=SAIDA SERC/SGI

2ª tela - mostra cota criada para determinado credor


ESTADO DE MATO GROSSO DO SUL Usuario: NOMNOMNOMNOMNOM
NOME UNIDADE GESTORA CONSULTADA Data : DD/MM/AAAA
CONSULTA DE COTAS SOLICITADAS ABBPOCAY ABBMCAY3
------------------------------------------------------------------------------
UG / GESTAO : XXXXXX / 00001 - NOMN NUMERO : 2007CF000XXX
DT SOLICITACAO : DD/MM/AAAA SITUACAO : PENDENTE

ESFERA : 1 PT : 04123008541300000 PTRES : 114130 FR : 0100000000


NATUREZA DESPESA : 33.90.30.01 UGR : XXXXXX PI : ARRECONT
CREDOR : 01452651000185 TAURUS DISTRIBUIDORA DE PETROLEO LTDA
UNID.ORCAMENTARIA : XXXXX
TIPO LICITACAO : CONCURSO REFERENCIA LEGAL : LEI N. 8666/2003
TIPO EMPENHO : DESP. NORMAL MODALIDADE EMPENHO : ESTIMATIVO
ACORDO : OUTROS NUMERO ACORDO :
NUMERO PROCESSO: XX / 1 / 2007 ORIGEM MATERIAL : 1

NUMERO CONVENIO: ADITIVO CONVENIO :


NUMERO CONTRATO: ADITIVO CONTRATO :

LOCAL DE ENTREGA DATA DE ENTREGA :

------------------------------------------------------------------------------
PF3=RETORNA SERC/SGI
23

3ª tela - cronograma de desembolso da cota


ESTADO DE MATO GROSSO DO SUL Usuario: NOMNOMNOMNOMNOM
NOME UNIDADE GESTORA CONSULTADA Data : DD/MM/AAAA
CONSULTA DE COTAS SOLICITADAS ABBPOCAY ABBMCAY4
------------------------------------------------------------------------------
UG / GESTAO : XXXXXX / 00001 - NOMN NUMERO : 2007CF000617
DT SOLICTACAO : DD/MM/AAAA SITUACAO : PENDENTE

VALOR SOLICITADO : 10,00

CRONOGRAMA DE DESEMBOLSO

JAN : 0,00 FEV : 0,00 MAR : 0,00


ABR : 0,00 MAI : 0,00 JUN : 0,00
JUL : 10,00 AGO : 0,00 SET : 0,00
OUT : 0,00 NOV : 0,00 DEZ : 0,00

DESCRICAO : SOLICITACAO DE COTA


____________________________________________________________
____________________________________________________________

------------------------------------------------------------------------------
PF3=RETORNA SERC/SGI

2.2 LIBERAÇÃO DE COTA

Esta fase é realizada pela Coordenadoria de Programação Financeira/SUTES/SEFAZ.


A autorização das cotas está condicionada a efetiva reprogramação de orçamento junto a
SEMAC. Para exemplificar, demonstram-se os seguintes procedimentos:
1ª tela - opções para autorização de cota
ESTADO DE MATO GROSSO DO SUL USUARIO: NOMNOMNOMNOMNOM
NOME UNIDADE GESTORA CONSULTADA DATA : DD/MM/AAAA
AUTORIZACAO COTA - CPF ABBPOCAE ABBMCAE0
------------------------------------------------------------------------------

01. Autorizacao de Cota


02. Cancelamento de Cota
03. Celula da Despesa - ND
04. Celula Financeira - NL
05. Celula da Despesa - ND (Solicitada)
06. Cancelamento de Saldo de Cota Licitada
07. Reinpressão ND ou NL
08. Consulta Cotas Autorizadas
09. MENU de Saldo de Cota Mensal
10. Consulta LOTE de ND e NL
11. Relatorio p/ Conferencia de ND
12. Relatorio de Cotas Pendentes no Mes

Opcao: __

------------------------------------------------------------------------------
PF3=SAIDA SERC/SGI
24

2ª tela - autorização de cota por UG


ESTADO DE MATO GROSSO DO SUL USUARIO: NOMENOMENOMENOME
NOME UNIDADE GESTORA CONSULTADA DATA : DD/MM/AAAA
AUTORIZACAO DE COTA P/ NE ABBPOCAB ABBMCAB0
------------------------------------------------------------------------------

UNIDADE GESTORA : ______ ( ? )


MES CRONOGRAMA : 07
DT. SOLIC. INI : DD / MM / AAAA
DT. SOLIC. FIN : DD / MM / AAAA
NR. COTA : ______
ESFERA : _ ( 1,2 ou 3 )
PROG.DE TRABALHO: _________________ ( ? ) ou PTRES: ______ ( ? )
FONTE : __________ ( ? )
NAT.DE DESPESA : ________ ( ? )
UGR : ______ ( ? )
PLANO INTERNO : ___________

-------------------------------------------------------------------------------
PF3=SAIDA SERC/SGI

3ª tela - marque a cota desejada


ESTADO DE MATO GROSSO DO SUL USUARIO: NOMENOMENOMENOME
NOME UNIDADE GESTORA CONSULTADA DATA : DD/MM/AAAA
AUTORIZACAO DE COTA P/ NE ABBPOCAB ABBMCAB3
------------------------------------------------------------------------------
UG ESF / PROGRAMA TRABALHO / PTRES FONTE
N.SOL. NAT.DESP. UGR PI CNPJ CREDOR SOLICITADO

XXXXXX 1 / 04.123.0085.4130.0000 / 114130 0100000000


( x ) 000468 31901313 XXXXXX ARRECONT 04574626000162 200,00
( _ ) 000469 31901312 XXXXXX ARRECONT 00000000277665 300,00
( _ ) 000470 31901313 XXXXXX ARRECONT 04574626000162 450,00
( _ ) 000471 33903001 XXXXXX ARRECONT 05415530000114 10,00
( _ ) 000466 33903017 XXXXXX ARRECONT 12001546904000 10,00

------------------------------------------------------------------------------
PF3=SAIDA SERC/SGI

4ª tela - consulta cota que será autorizada


ESTADO DE MATO GROSSO DO SUL Usuario: NOMENOMENOMENOM
NOME UNIDADE GESTORA CONSULTADA Data : DD/MM/AAAA
AUTORIZACAO DE COTA P/ NE ABBPOCAZ ABBMCAZ4
------------------------------------------------------------------------------
UG / GESTAO : XXXXXX / XXXXX - NOME UG NUMERO : 2007CF000468
DT SOLICITACAO : DD/MM/AAAA SITUACAO : PENDENTE

ESFERA : 1 PT : 04123008541300000 PTRES : 114130 FR : 0100000000


NATUREZA DESPESA : 31.90.30.01 UGR : XXXXXX PI : ARRECONT
CREDOR : CNPJ CREDOR
UNID.ORCAMENTARIA : XXXXX
TIPO LICITACAO : CONCURSO REFERENCIA LEGAL : 1
TIPO EMPENHO : REPASSE MODALIDADE EMPENHO : ORDINARIO
ACORDO : NUMERO ACORDO :
NUMERO PROCESSO: XX / 1 / 2007 ORIGEM MATERIAL : 1

NUMERO CONVENIO: ADITIVO CONVENIO :


NUMERO CONTRATO: ADITIVO CONTRATO :

LOCAL DE ENTREGA DATA DE ENTREGA : 19JUL2007


TESTE
------------------------------------------------------------------------------
PF3=RETORNA SERC/SGI
25

5ª tela - confirmação da cota a ser autorizada


ESTADO DE MATO GROSSO DO SUL Usuario:NOMENOMENOMENOME
NOME UNIDADE GESTORA CONSULTADA Data : DD/MM/AAAA
AUTORIZACAO DE COTA P/ NE ABBPOCAZ ABBMCAZ5
------------------------------------------------------------------------------
UG / GESTAO : XXXXXX / XXXXX - NOME UG NUMERO : 2007CF000468
DT SOLICTACAO : DD/MM/AAAA SITUACAO : PENDENTE

VALOR SOLICITADO : 10,00

CRONOGRAMA DE DESEMBOLSO

JAN : 0,00 FEV : 0,00 MAR : 0,00


ABR : 0,00 MAI : 0,00 JUN : 0,00
JUL : 10,00 AGO : 0,00 SET : 0,00
OUT : 0,00 NOV : 0,00 DEZ : 0,00

DESCRICAO : TESTE
______ --------------------------------------- _____________
______ | CONFIRMA A AUTORIZACAO? <S/N>: s | _____________
| PF3=SAI |
CF LICITADA : 0004 ---------------------------------------
------------------------------------------------------------------------------
PF3=RETORNA SERC/SGI

No caso deste exemplo a situação da cota se encontra liberada, mas com pendência.
Para que a cota seja liberada, faz-se necessário à emissão da ND e NL da respectiva cota.
6ª tela - emissão da Nota de Dotação (ND)
__ SIAFEM2007-EXEORC,UG,ND ( NOTA DE DOTACAO ) _______________________________
USUARIO : NOMENOMENOMENOM
DATA EMISSAO : DDMMMAAAA NUMERO : 2007ND _____
UNIDADE GESTORA : XXXXXX
GESTAO : _____
TIPO REFERENCIA : __ DOC.REF.: _________ DATA REF.: _________
EVENTO : ______

FONTE NATUREZA PLANO


ESF UO PROGRAMA TRABALHO RECURSO DESPESA U G R INTERNO V A L O R
_ _____ _________________ __________ ________ ______ ___________
_________________
_ _____ _________________ __________ ________ ______ ___________
_________________
_ _____ _________________ __________ ________ ______ ___________
_________________
_ _____ _________________ __________ ________ ______ ___________
_________________
OBSERVACAO :
_____________________________________________________________________________
_____________________________________________________________________________
Preenchimento:
Data de emissão: registrar a data de emissão do documento no formato DDMMMAAAA. O
sistema já traz este campo preenchido na data atualizada, porém se necessário, poderá ser
alterado, conforme necessidade.
Número: não preencher. O próprio sistema se encarregará de informar automaticamente este
número por UG.
Unidade gestora: informe o código da UG que está emitindo o documento. O sistema já traz
este campo preenchido com o código da UG em que o operador está cadastrado, caso seja
necessário poderá ser alterado.
Gestão: informe o código da gestão que está emitindo o documento.
Tipo de referência: informe 01
Doc. ref.: informe PORTCPF
Data ref.: informe a data de referência.
Evento: informe o código do evento correspondente ao fato a ser registrado. Evento 200812.
26

ESF.: informe o código identificador do orçamento, podem ser: 1 - Fiscal, 2 - Seguridade, ou


3 - Investimentos.
Unidade orçamentária: informe o código da unidade orçamentária com 5 (cinco) dígitos
numéricos de preenchimento obrigatório, verificar no QDD em caso de dúvida.
Programa de trabalho: informe o código do programa de trabalho correspondente a funcional
programática a ser associado ao PI.
Fonte de recurso: informe o código da fonte de recursos correspondente.
Natureza de despesa: informe o código que identifica a natureza de despesa correspondente.
UGR: informe com o código da UG responsável.
Plano interno: informe o código do plano interno que se deseja utilizar.
Valor: informe o valor da dotação (sem os pontos e as vírgulas).
Observação: preencher com informações adicionais de forma clara e objetiva que completem
a caracterização do fato registrado.

7ª tela - emissão da Nota de Lançamento (NL) de cotas aprovadas


__ SIAFEM2007-EXEFIN,UG,NL ( NOTA DE LANCAMENTO ) ____________________________
USUARIO : NOMENOMENOMENOM
DATA EMISSAO : DDMMMAAAA NUMERO : 2007NL _____
UNIDADE GESTORA : XXXXXX
GESTAO : _____
CGC/CPF/UG FAVORECIDA : ______________
GESTAO FAVORECIDA : _____

EVENTO INSCRICAO DO EVENTO CLASSIFICACAO FONTE V A L O R


______ ______________________ _________ __________ _________________
______ ______________________ _________ __________ _________________
______ ______________________ _________ __________ _________________
______ ______________________ _________ __________ _________________
______ ______________________ _________ __________ _________________
______ ______________________ _________ __________ _________________
______ ______________________ _________ __________ _________________
______ ______________________ _________ __________ _________________
______ ______________________ _________ __________ _________________
______ ______________________ _________ __________ _________________
OBSERVAÇÃO: Liberação de cota financeira.

Preenchimento:
Data emissão: registrar a data de emissão do documento no formato DDMMMAAAA. O
sistema já traz este campo preenchido com a data corrente, mas, se for necessário, poderá ser
alterado.
Número: não preencher. O sistema trará automaticamente.
Unidade gestora emitente: informar o código da UG que está emitindo o documento. O
sistema já traz este campo preenchido com o código da UG em que o operador está
cadastrado, mas, se for necessário, poderá ser alterado.
Gestão: indicar o código da gestão do documento.
CGC/CPF/UG favorecida: informar o código da UG Emitente.
Gestão favorecida: informar o código da UG Emitente.
Evento: informar o evento 540812
Inscrição do evento: informar a categoria de gasto+ano+mês. Ex. 1200707 (pessoal, ano e
mês)
Classificação: não preencher.
Fonte: digitar o código da fonte de recursos relativo a apropriação/liquidação, quando exigido.
Valor: registrar o valor do lançamento, sem pontos ou vírgula.
Notas:
A cota financeira autorizada será creditada na conta 29.212.01.02, reduzindo-se do saldo da
conta 29.211.00.00 do orçamento, com efetivação após a realização do empenho
27

(400091/400092). Portanto, é importante que quando houver anulação de empenho (400093)


seja solicitado o cancelamento da cota financeira para que o crédito seja utilizado em outras
cotas.
No caso de liberação de cotas de destaque a Coordenadoria de Programação Financeira emite
uma NC (evento 300812), ND (evento 200811) e NL (evento 540812).

2.3 DESCRIÇÃO DA COTA

1° Passo: Por intermédio da transação >DESCCOTA você fará a inclusão da


descrição da cota criada para o respectivo credor. Escolha a opção desejada, pressione
<enter>.
1ª tela - opções para escolha
ESTADO DE MATO GROSSO DO SUL USUARIO: NOMENOMENOMENOME
NOME UNIDADE GESTORA CONSULTADA DATA : DD/MM/AAAA
DESCRICAO DA COTA ABBPOACE ABBMACE0
------------------------------------------------------------------------------

1. Cota com Descricao Pendente


2. Inclusao da Descricao de Cota
3. Alteracao da Descricao de Cota
4. Exclusao da Descricao de Cota
5. Consulta da Descricao de Cota

6. Alteracao do Valor da Descricao - NE de Reforco

Opcao: 2_

------------------------------------------------------------------------------
PF3=SAIDA SERC/SGI

Opções:
01(Cota com Descrição Pendente): cota que está sem a descrição ou com a descrição
incompleta.
02(Inclusão da Descrição de Cota): inclui a Descrição de Cota.
03(Alteração da Descrição de Cota): altera a Descrição de Cota.
04(Exclusão da Descrição de Cota): exclui a Descrição de Cota.
05(Consulta da Descrição de Cota): consulta a Descrição de Cota.

2ª tela - UG e mês a descrever


ESTADO DE MATO GROSSO DO SUL Usuario: NOMENOMENOMENOME
NOME UNIDADE GESTORA CONSULTADA Data : DD/MM/AAAA
COTA COM A DESCRICAO PENDENTE ABBPBADN ABBMADN1
-------------------------------------------------------------------------------

UNIDADE GESTORA : XXXXXX

INFORME O MES : 7

-------------------------------------------------------------------------------
<PF3> ENCERRA
Nota: Nesta tela informe o código da unidade gestora e o mês de referência
28

2.4 INCLUSÃO DA COTA POR GRUPO

Por intermédio da transação >INCGRUPO você fará a inclusão da cota no grupo


1ª tela - UG, mês e natureza da despesa a descrever
ESTADO DE MATO GROSSO DO SUL USUARIO: NOMENOMENOMENOM
NOME UNIDADE GESTORA CONSULTADA DATA : DD/MM/DDDD
SOLICITACAO DE INCLUSAO DE GRUPO ABBPOCCP ABBMCAJ4

UNIDADE: XXXXXX
MES ...: 07
INFORME OPCIONALMENTE UM OU MAIS DOS PARAMETROS ABAIXO

COTA INICIAL = ______


ESFERA = _ (1,2 ou 3)
PT = _________________ (?) ou PTRES = ______ (?)
FONTE = __ ________ (?)
NATUREZA DESPESA= 33903001 (?)
UGR = ______ (?)
PLANO INTERNO = ___________ (?)
CREDOR = ______________ (?)
DATA DE ENTREGA = __ / __ / ____
PROCESSO = / ______ / ____
PF3=RETORNA SERC/SGI

2ª tela -Pressione <enter>


ESTADO DE MATO GROSSO DO SUL USUARIO: NOMENOMENOMENOME
NOME UNIDADE GESTORA CONSULTADA DATA : DD/MM/AAAA
SOLICITACAO DE INCLUSAO DE GRUPO ABBPOCCP ABBMCAB3
------------------------------------------------------------------------------
UG ESF / PROGRAMA TRABALHO / PTRES FONTE
N.SOL. NAT.DESP. UGR PI CNPJ CREDOR SOLICITADO
XXXXXX 1 / 04.123.0085.4130.0000 / 114130 0100000000
(X) 000207 33903001 XXXXXX ARRECONT 03228111000148 1.169,00
PF3=SAIDA SERC/SGI

3ª tela - Pressione <enter>


ESTADO DE MATO GROSSO DO SUL USUARIO: NOMENOMENOMENOME
NOME UNIDADE GESTORA CONSULTADA DATA DD/MM/AAAA
SOLICITACAO DE INCLUSAO DE GRUPO ABBPOCCP ABBMCAB3
------------------------------------------------------------------------------
UG ESF / PROGRAMA TRABALHO / PTRES FONTE
N.SOL. NAT.DESP. UGR PI CNPJ CREDOR SOLICITADO

XXXXXX 1 / 04.123.0085.4130.0000 / 114130 0100000000


( x ) 000207 33903001 XXXXXX ARRECONT 03228111000148 1.169,00

+ ** GRUPOS GERADOS ** +
| 000751 ______ ______ |
| ______ ______ ______ |
| ______ ______ ______ |
----------------------------------------------------- | ______ ______ ______ |
PF3=SAIDA | |

Notas:
>INCGRUPO - transação para agrupar os itens de um mesmo elemento de despesa
pertencentes ao mesmo processo e para o mesmo credor, o grupo se forma marcando "X" nas
cotas autorizadas e descritas;
>CONGRUPO - para consulta dos grupos formados;
>EXCGRUPO - para exclusão de algum grupo.
O número gerado na transação "INCGRUPO" é que deverá ser informado na solicitação de
inclusão de NE.
Por meio da transação >NE você fará o preenchimento da nota de empenho, conforme
procedimentos a seguir.
29

2.5 NOTA DE EMPENHO

1° Passo - Informar os códigos da gestão, evento e grupo


__ SIAFEM2007-EXEORC,UG,NE ( NOTA DE EMPENHO ) _______________________________
USUARIO : NOMENOMENOMENOM
UNIDADE GESTORA : XXXXXX

GESTAO : _____

CODIGO EVENTO : ______

GRUPO : ______

Preenchimento:
Unidade gestora: informar o código da UG que está emitindo o documento. O sistema já traz
este campo preenchido com o código da UG em que o operador está cadastrado.
Gestão: indicar o código da gestão do documento.
Código evento: informar o código do evento correspondente ao fato a ser registrado.

EVENTO DESCRIÇÃO
400091 Emissão de Nota de Empenho
400092 Reforço do Empenho original
400093 Anulação total ou parcial do Empenho
Grupo: informar a junção de cotas com o mesmo credor, mesma natureza de despesa, mesmo
número de processo, data entrega, entre outros.
Para obter informações sobre o grupo, o usuário deve consultá-lo mediante a
transação >CONGRUPO. Em seguida tecle <enter>, informe o código da unidade gestora e o
mês de referência.

ESTADO DE MATO GROSSO DO SUL USUARIO: NOMENOMENOMENOM


NOME UNIDADE GESTORA CONSULTADA DATA : DD/MM/AAAA
CONSULTA GRUPO ABBPOAC6 ABBMAC62
------------------------------------------------------------------------------

01. Consulta por Grupo


02. Consulta por Grupo - Cotas

Opcao: 01

INFORME:
UNIDADE GESTORA: XXXXXX
MES ...........: 7_
<PF3=SAIDA>
------------------------------------------------------------------------------
PF3=SAIDA SERC/SGI
30

Pressione <enter> surgirá uma lista com todos os grupos existentes no mês de
referência, escolha o grupo desejado. Para exemplificar, optou-se pelo grupo 000752.
1ª Tela - Lista de Grupos
ESTADO DE MATO GROSSO DO SUL USUARIO: NOMENOMENOMENOME
NOME UNIDADE GESTORA CONSULTADA DATA : DD/MM/AAAA
GRUPO DE COTAS - JULHO ABBPOACK ABBMACK0
------------------------------------------------------------------------------
UNIDADE GESTORA: XXXXXX - NOME UG

GRUPO CREDOR NR.PROCESSO N.DESP VALOR NE


( ) 000737 DIARIAS XX/049337/2007 339014 5.000,00 00727
( _ ) 000738 DIGITO BRASIL ENGENH XX/032739/2007 339037 597.944,00 00728
( _ ) 000739 NASCIMENTO & CIA LTD XX/085658/2007 339035 6.000,00 00729
( _ ) 000740 ITEL INFORMATICA LTD XX/032741/2007 339039 100.394,60 00730
( _ ) 000741 H2L EQUIPAMENTOS E S XX/032740/2007 339039 90.000,00 00732
( _ ) 000742 DIGITO BRASIL ENGENH XX/032739/2007 339039 3.300,00 00731
( _ ) 000743 ITEL INFORMATICA LTD XX/032741/2007 339037 676.145,00 00734
( _ ) 000744 ITEL INFORMATICA LTD XX/032738/2007 339037 118.000,00 00733
( _ ) 000745 EMPRESA BRASILEIRA D XX/032757/2007 339039 5.000,00 00735
( _ ) 000746 DEPARTAMENTO ESTADUA XX/032778/2007 339039 700,00 00736
( _ ) 000747 EXPRESSO MATO GROSSO XX/032762/2007 339039 300,00 00737
( _ ) 000748 SEM LIMITES COM. E S XX/032751/2007 339039 13.078,00 00738
( x ) 000752 TAURUS DISTRIBUIDORA XX/000001/2007 339030 10,00 00739

------------------------------------------------------------------------------
PF3=SAIDA SERC/SGI
Por conseguinte, pressione <enter>

2ª Tela - Consulta de Grupos


GOVERNO DO ESTADO DE MATO GROSSO DO SUL Usuario: NOMENOMENOMENOM
XXXX/SGI CONSULTA DE GRUPO ABBPOACG ABBMACG1 DD/MM/AAAA
------------------------------------------------------------------------------
UG/GESTAO : XXXXXX / XXXXX - NOME DA UG
GRUPO : 000752 GRUPO ORIGINAL: 000752 Valor do Grupo: 10,00
NR.PROCESSO: XX / 000001 / 2007 ELEMENTO DESPESA: 339030 MES: JULHO
CREDOR : 01452651000185 TAURUS DISTRIBUIDORA DE PETROLEO LTDA
Nr.Cota ID Valor Empenho:
000468 01 10,00 .........

<PF12> = Retornar ID = Item de Despesa

2º Passo - Surge automaticamente esta tela para confirmação das informações


contidas no 2º passo.
Modelo de Tela
__ SIAFEM2007-EXEORC,UG,NE ( NOTA DE EMPENHO ) _______________________________
LANCAMENTO EM DD/MM/AAAA USUARIO : NOMENOMENOMENOM
DATA EMISSAO : DDMMMAAAA NUMERO : 2007NE
UNIDADE GESTORA : XXXXXX - NOME DA UG
GESTAO : 00001 - RECURSOS DO TESOURO
CGC/CPF/UG CREDOR : 01452651000185 - TAURUS DISTRIBUIDORA DE PETROLEO LTDA
GESTAO CREDOR : -

EVENTO : 400091 - EMPENHO DA DESPESA


PLANO INTERNO : ARRECONT ESFERA : 1
PT RESUMIDO : 114130 UNID.ORCAMENTARIA : XXXXX
PROGRAMA TRABALHO : 04123008541300000 FONTE RECURSO : 0100000000
NATUREZA DESPESA : 339030 UG RESPONSAVEL : XXXXXX
ACORDO : 4 MODALIDADE : 1
LICITACAO : 02 ORIGEM MATERIAL : 1
REFERENCIA LEGAL : LEI 8.666/93 NUMERO PROCESSO : XX/000001/2007

VALOR : 10,00
NUMERO CONVENIO : ADITIVO CONVENIO :
NUMERO CONTRATO : ADITIVO CONTRATO :
LOCAL DA ENTREGA : TESTE EM 28JUL2007
TIPO DE EMPENHO : 9 - DESPESA NORMAL
CONFIRMA? (C/N/A): c ( C - CONFIRMA N - NAO CONFIRMA A - ALTERA )
31

3º Passo - Apresenta automaticamente o número da NE. É importante anotar este


número para posterior impressão:
Modelo de Tela
__ SIAFEM2007-EXEORC,UG,NE ( NOTA DE EMPENHO ) _______________________________
USUARIO : NOMENOMENOMENOM

UG EXECUTORA : XXXXXX - NOME DA UG


GESTAO : 00001 - RECURSOS DO TESOURO
CGC/CPF/UG CREDOR : 01452651000185 - TAURUS DISTRIBUIDORA DE PETROLEO LTDA
GESTAO CREDOR : -

EMPENHO CADASTRADO

EMPENHO NUMERO : 2007NE00740


DATA EMISSAO : DDMMMAAAA
LANCAMENTO : DDMMMAAAA
VALOR DO EMPENHO : 10,00
TIPO DE EMPENHO : 9 - DESPESA NORMAL

4º Passo - Pressione <enter>, surgirá a seguinte tela:


Modelo de Tela
__ SIAFEM2007-EXEORC, NE ( NOTA DE EMPENHO ) __________________________________
USUARIO : NOMNOMNOMNOMNO
UNIDADE GESTORA : XXXXXX - Código UG emitente
GESTAO : XXXXX - Código gestão UG Emitente
NUMERO : 2007NEXXXXX
ITEM UNID.MEDIDA QTD. PRECO UNITARIO PRECO TOTAL
001 UNID 000000 0,00 10,00....

DESCRICAO

PAGAMENTO CONSUMO ........


DE COMBUSTÍVEL.........

...
VALOR TOTAL DO EMPENHO : 10,00 .....
VALOR TOTAL JA DESCRITO :
CONFIRMA INCLUSAO? : c ( C - CONFIRMA, N - NAO CONFIRMA, A - ALTERA )
PF3/15=SAI PF12/24=VOLTA
OBS: a descrição do empenho é informada na solicitação da cota.

5º Passo: Imprimir a nota de empenho através da transação >IMPNE para colher a


assinatura do ordenador de despesa da unidade gestora, devendo o usuário preencher o que se
pede na tela.
Modelo de Tela
__ SIAFEM2007-EXEORC,UG,IMPNE ( IMPRESSAO DA NOTA DE EMPENHO ) _______________
USUARIO: NOMNOMNOMNOMNOM

UG EMITENTE : Código UG emitente

GESTAO : Gestão UG emitente

NUMERO : 2007NE XXXXX

OPCAO : I (T-TESTE, I-IMPRESSAO)

NUMERO DE VIAS : 2 (1 a 3)

ORDENADOR P/ASS. : Informar o nº CPF Ordenador de Despesa UG

IMPRESSORA : nº da TID da Impressora que se quer imprimir

Obs: Posicionar o formulario de NE com a cabeca da impressora acima do


picote do papel.
3 PRÁTICA DE SIAFEM

3.1 O SIAFEM

A Coordenadoria de Contabilidade/AGE da Secretaria de Estado de Fazenda, tem o


objetivo de produzir informações contábeis; normatizar e uniformizar os procedimentos e
acompanhar as execuções orçamentárias, financeiras, patrimoniais e contábeis de órgãos da
administração direta, autarquias, fundos, fundações e empresas públicas; bem como elaborar o
balanço geral do estado cuja missão é otimizar a gestão e o controle dos gastos públicos,
visando o equilíbrio fiscal para o desenvolvimento das ações do governo.

3.1.2 Origem

O Sistema Integrado de Administração Financeira para Estados e Municípios


(SIAFEM) é um sistema de processamento eletrônico de dados, desenvolvido pelo Serviço de
Processamento de Dados do Governo Federal - Serpro, com base na Lei n. 4.320/64 e no
modelo empregado no Siafi, adotado pelo Distrito Federal em 1987. O Siafi visa simplificar e
uniformizar as execuções orçamentárias, contábeis e financeiras dos estados e municípios, de
forma integrada, minimizando os custos, a luz da eficiência e eficácia na gestão dos recursos
públicos.
O Siafem foi implantado no estado de Mato Grosso do Sul por meio do Decreto nº
9.754 de 29 de dezembro de 1999, sendo implementado a partir de 1º de janeiro de 2000. Esse
sistema funciona de forma integrada com o Sistema Integrado de Planejamento e Orçamento
para Estados e Municípios (SIPLAN), onde são elaboradas e consolidadas as propostas por
Unidades Orçamentárias, o que permite o acompanhamento da execução e da programação
orçamentária, de forma a qualificar os gastos, buscando a eficiência e a eficácia na gestão dos
recursos.

3.1.3 Objetivos

Dar maior transparência aos gastos públicos.


Modernizar a administração pública.
Otimizar e compatibilizar a gestão e o controle orçamentário, financeiro, patrimonial
e contábil do estado, maximizando o uso de recursos e reduzindo os custos financeiros.
Padronizar os procedimentos de execução orçamentária, contábil e financeira.

3.1.4 Vantagens

Confiabilidade: Sistema utilizado na União (SIAFI) e em vários estados e


municípios;
Simplifica, uniformiza e agiliza as execuções orçamentárias, patrimoniais, contábeis
e financeiras;
33

Agilidade de comunicações administrativas;


Reduz o uso do papel e o tempo de mão de obra;
Maior confiabilidade nos pagamentos;
Atualização diária das informações;
Contabilização automática dos atos e fatos administrativos, por meio de eventos
contábeis;
Conhecimento prévio dos desembolsos efetivos a serem realizados no dia seguinte;
Permite o atendimento de prazos da Lei de Responsabilidade Fiscal: consolidação
automática das informações bimestrais e quadrimestrais;
Permite emissão de Balancetes Mensais e Balanço Anual automáticos.

3.1.5 Abrangência

Administração Direta e Indireta, incluindo: Autarquias, Fundações, Fundos Estaduais


e Empresas Públicas.
Outros Poderes: Ministério Público Estadual e Tribunal de Justiça.

3.2 ACESSO E SEGURANÇA DO SISTEMA

O Siafem possui um sistema de segurança de navegação e habilitação que permite


aos cadastradores a autorização de acesso aos dados por meio de perfis e níveis de acesso. O
acesso para registro de documentos ou para consultas no Siafem será autorizado após o prévio
cadastramento e habilitação do usuário.
A solicitação de cadastramento de usuários deverá ser realizada formalmente por
meio de formulários específicos fornecidos pela Coordenadoria de
Contabilidade/AGE/SEFAZ, os quais serão preenchidos com as seguintes informações: dados
funcionais, dados do gestor, unidade gestora em que pertence, o nível de acesso e o perfil
correspondente a sua área de atuação, de acordo com a função que exerce, entre outros.
A solicitação será feita pelo chefe mediato do usuário juntamente com o Ordenador
de Despesas ou Secretário da Pasta, os quais respondem solidariamente por todos os atos que
serão praticados pelo usuário no Siafem.
A habilitação do usuário no sistema é realizada por meio de perfil e nível de acesso,
onde perfil é o conjunto de transações colocadas à disposição dos usuários para a realização
de suas tarefas que exerce na UG, enquanto que nível indica o tipo de informações a que o
usuário pode ter acesso, conforme abaixo:
Nível 1: acessa todos os dados da própria UG em que esteja cadastrado, tanto em
nível analítico quanto sintético;
Nível 2: acessa todos os dados da UG em que esteja cadastrado, tanto em nível
analítico quanto sintético, assim como os das UG off-line pelas quais realize entrada de dados;
34

Nível 3: acessa todos os dados de qualquer UG que pertença ao mesmo


Órgão/Entidade que a UG em que esteja cadastrado, assim como os dados sintéticos do
Órgão/Entidade.
Nível 4: acessa todos os dados de quaisquer UG das quais a UG do usuário seja
setorial.
Nível 5: acessa todos os dados de qualquer UG pertencente ao mesmo órgão que a
UG em que esteja cadastrado, ou a alguma de suas entidades vinculadas, tanto em nível
analítico quanto sintético, bem como os dados sintéticos do próprio.
Nível 6: acessa todos os dados de qualquer UG que pertença a mesma unidade da
federação da UG em que esteja cadastrado.
Nível 7: acessa todos os dados de qualquer UG vinculada àquela em que esteja
cadastrado, tanto em nível analítico quanto sintético. Tal vinculação se processa através de
tabela de vinculação definida no próprio sistema.
Nível 8: acessa todos os documentos, cujos credores estejam localizados na UF ou no
município, conforme seja a UG uma representação do estado ou de município,
respectivamente.
Nível 9: acessa todos os dados, analíticos ou sintéticos, de todas e quaisquer UG.
A escolha do usuário deverá incidir sobre funcionários da estrita confiança do titular
da unidade, de ilibada reputação e idoneidade, o qual responde penal e administrativamente
pelo uso inadequado do sistema, sendo sua identificação realizada mediante o número de seu
CPF.
Constatado o mau uso do sistema, o chefe mediato do usuário deverá solicitar
imediatamente o seu descadastramento, tomando as providências necessárias à apuração de
responsabilidade e aplicação de penalidades, quando for o caso.
O usuário responderá integralmente pelo uso do sistema sob sua senha de acesso ao
SGI, devendo observar as seguintes regras:
− Não revelar, fora do âmbito profissional, fato ou informação de
qualquer natureza de que tenha conhecimento por força de suas
atribuições, salvo em decorrência de decisão competente na esfera
legal ou judicial, bem como de autoridade administrativa superior;
− Manter absoluta cautela quando da exibição de dados em tela ou
impressora, ou ainda, na gravação em meios eletrônicos, a fim de que
deles não venham tomar ciência pessoas não autorizadas;
− Não se ausentar do terminal sem encerrar a sessão de uso do sistema,
garantindo a impossibilidade de uso indevido do Siafem por pessoas
não autorizadas; e
− Responder, em todas as instâncias devidas, pelas conseqüências
decorrentes das ações ou omissões de sua parte que possam pôr em
risco ou comprometer a exclusividade de conhecimento de sua senha
ou das transações em que esteja habilitado.
35

3.2.1 Como acessar o sistema

Na janela iniciar do Windows dê dois clique no ícone da SGI. Você irá acessar o
Extra! Personal Cliente. Siga as seguintes orientações:
1ª Tela: Na tela do SGI informe:

Onde:
Userid: código do usuário seguido de sua matrícula funcional ou a fornecida pelo
SGI, sem o último dígito. Ex: abxxxxxx
Password: informe a sua senha cadastrada que é pessoal e intransferível. Pressione a
tecla <enter>.

2ª Tela: Marque “x” na opção de acesso relativo ao exercício desejado e pressione a


tecla <enter>.
3ª Tela: Bem vindo ao NAVEGA. Nesta tela você deverá marcar um “x” na opção
Siafem. Após, pressione a tecla <enter>, em seguida você irá acessar a tela de diálogo com o
usuário.
4ª Tela: A partir desta tela, você está pronto para trabalhar no sistema optando por
uma das transações disponíveis ou informando o comando desejado constante no rol da árvore
do sistema. O nível de acesso depende do perfil de sua habilitação, uma vez que o Siafem é
estruturado por meio de subsistemas composto de módulos, que contém transações com suas
respectivas funções que permite a integração de todo o processo de execução orçamentária.
Para alternar entre os sistemas Siafem 2000 a 2007, estando ativo em um exercício,
pressione a tecla Page Up (microcomputador) ou Alt Dup (terminal IBM), você irá acessar a
tela do Com Pass. Entre em outro exercício e em qualquer tela.
Para retornar ao exercício anteriormente acessado pressione a tecla Page Up
(microcomputador) ou Alt Dup (terminal IBM), você irá acessar a tela do Com Pass, digite 1 e
pressione a tecla <enter> e assim sucessivamente. Se estiver em uma tela de MENU, digite
dentro do parêntese o sinal (=) na primeira linha e na segunda linha o número (1 ou 2 ou 3),
dependendo de quantos sistemas você deixou suspensos, observando que você só pode
suspender até três sistemas. Exemplo: Se você acessou primeiro o Siafem 2007 então será 1,
caso tenha acessado outro exercício será o número correspondente à seqüência de acesso.
7ª Tela: Nesta tela, digite a letra “a” e dê um <enter> . Você retornará a tela inicial do SGI.
Para conectar e desconectar o SGI clique no comando conectar na barra de
ferramentas.
36

Para fechar totalmente o Extra! Personal Cliente clique no botão fechar ou no menu
arquivo a opção sair do Extra!

3.2.2 Árvore do Sistema

3.2.2.1 SUBSISTEMA: AUDICON - Auditoria e Controle

Dentre suas funções destaca-se a consulta de movimento analítico dos documentos


emitidos por uma determinada Unidade Gestora.
MÓDULOS: CONFSET - Conformidade das Setoriais. Compreende as seguintes
transações:
>ALTCONFCON Altera conformidade contábil. Permite aos contadores das
setoriais contábeis a alterar o registro da conformidade com restrição ou não.
>CONCONFDIA Consulta conformidade diária. Permite aos contadores das
setoriais contábeis consultar a conformidade diária.
>CONCONFORG Consulta conformidade do Órgão. Permite aos contadores das
setoriais consultar a conformidade do órgão da setorial.
>CONCONFSET Consulta conformidade setorial. Permite aos contadores das
setoriais contábeis consultar a conformidade Setorial.
>CONMOVDIA Consulta movimento diário. Permite aos contadores das setoriais
contábeis consultar o movimento do dia em que foi dado a conformidade.
>REGCONFCON Registra conformidade contábil. Permite aos contadores das
setoriais contábeis registrar as conformidade com restrição ou não.
MÓDULO: CONFUG - Conformidade da Unidade. Compreende as seguintes
transações:
>CONCONFUG Consulta conformidade da UG. Permite aos contadores das UG’s
consultar a conformidade.
> CONMOVANA Consulta movimento analítico. Permite aos contadores das UG’s
consultar a conformidade por tipo de documento e data.
>CONMOVSINT Consulta movimento sintético. Permite aos contadores das UG’s
consultar a conformidade de todos os documentos e data.
>IMPCONFORM Imprime conformidade diária. Permite aos contadores das UG’s
imprimir a conformidade registrada no sistema.
>UGCONFORME Registra conformidade diária. Permite aos contadores das UG’s
registrar a conformidade diária com restrição ou não.

3.2.2.2 SUBSISTEMA: CADBASICO - Cadastro Básicos

Permite atualizar os cadastros de convênios, acordos, ajustes, auxílios, contribuições,


subvenções e credores existentes no Siafem.
37

MÓDULO: CONSULTAS - Compreende as seguintes transações:


>CONCREDOR Consulta credor. Permite ao usuário consultar dados do credor
desde que se tenha o CPF/CNPJ.
>CONMOVCRED Consulta movimento do credor. Permite consultar qualquer
movimentação que tenha sido realizado em seu cadastro, desde que se tenha o CPF/CNPJ.
>CONTRANSF Consulta Transferência. Permite ao usuário consultar convênio,
acordo, ajuste etc, desde que, tenha-se o número do registro gerado pelo sistema.
>LISCREDOR Lista cadastro de credores. Lista todos os credores registrados no
Sistema, por ordem cron. de CNPJ/CPF, permitindo consultar, nome, banco, agência e c/c.
>LISTRANSF Lista transferências. Lista os convênios, ajustes, acordo etc,
registrado no sistema desde que tenha conhecimento do concedente/beneficiente
MODULO: CONVÊNIOS - Compreende as seguintes transações:
>ALTETAPA Altera etapa da transferência. Permite ao gestor alterar as etapas
de transferências cadastradas no sistema.
>ALTTRANSF Altera transferência. Permite ao gestor alterar as transferências
cadastradas no Sistema.
>EXCTRANSF Exclui transferência. Permite ao gestor excluir as transferências
cadastradas no sistema.
>INCETAPA Inclui etapas da transferência. Permite ao gestor o registro e
controle das etapas do convênio, acordos, ajustes etc.
>INCTRANSF Inclui transferência. Permite ao gestor registrar e controlar as
transferências financeiras, que visem à execução de projetos ou atividades, ou à realização de
eventos com duração certa, formalizadas através de convênios, acordos, ajustes.
>REATRANSF Reativação de transferência. Permite ao gestor reativar registro
das transferências financeiras relativos a convênios, acordo, ajuste, auxílio, subvenção e
contribuição.
MÓDULO: CREDOR - Compreende as seguintes transações:
>ALTCREDOR Altera credor. Permite ao usuário incluir novas c/c, ou alterar
dados do credor.
>EXCCREDOR Exclui credor. Permite que o credor fique inativo no sistema.
>INCCREDOR Inclui credor. Inclui credor no sistema, fornecendo dados, como:
nome, CPF/CNPJ, banco, agência e c/c.
>REACREDOR Reativa credor. Reativa o credor no sistema, que por qualquer
motivo foi excluído.

3.2.2.3 SUBSISTEMA: CONTAB - Contabilidade

Concentra as funções relacionadas às consultas contábeis e integração de balancetes


de unidades não integrantes do Siafem na modalidade de uso total.
MÓDULO: ADMINISTRA - Atividades do contador geral. Compreende as seguintes
transações:
38

>ATUESC Atualiza Nível de Escrituração. Permite ao gestor do sistema, alterar


níveis de escrituração de algumas contas do sistema.
>FECHAGEST Fecha o Mês por Gestão. Permite ao gestor, a fechar o mês das
gestões que estão com os seus lançamentos validados.
>FECHAGORG Fecha mês por Órgão. Permite ao gestor, a fechar o mês dos
órgãos. Sendo que todas as Unidades Gestoras vinculadas a este órgão, ficarão com mês
fechado.
>FECHAMES Fechamento do Mês. Permite ao gestor geral fechar o mês do
sistema.
>FECHAUGFecha mês por UG. Permite ao gestor fechar o mês da Unidade Gestora
informada.
>INCSALDCTU Saldo Inicial da Conta Única. Inclui o saldo de balanço da conta
única (Inicial).
>MANUALCONT Manual Contábil Evento/Conta. Permite ao usuário a verificar
no sistema o preenchimento dos campos do evento e/ou conta contábil.
>MUDAPAH Muda parâmetros de Habilitação. Permite ao usuário a habilitar-
se em várias Unidades Gestoras acessando a todas as transações do sistema.
>NLGERAL Nota de Lançamento Contador Geral. Permite ao gestor fazer
lançamentos contábeis no encerramento do balanço.
>NLINCORP Nota de Lançamento de Incorporação de Saldo. Incorpora saldos
de balanços, quando o sistema for diferente do Siafem.
>PARAMETROS Inclui Parâmetros do Sistema. Inclui definições no sistema,
como UG contábil, UG financeira, banco que movimenta a conta única, valor limite de ordem
bancária de pagamento, ano do QDD e mês que o sistema está aberto para lançamentos.
MÓDULO: CONSULTAS: Atividades de consulta. Compreende as seguintes
transações:
>BALANCETE Balancete Contábil. Permite ao usuário a consultar o balancete
da Unidade Gestora por mês, acumulado, por conta contábil (SINTÉTICO) e conta corrente
(ANALÍTICO).
>BALANCETEG Balancete Geral do Estado. Permite ao usuário consultar o
balancete geral do estado por mês, acumulado, por classe: completo, ativo, passivo, despesa,
receita e de resultados.
>BALANSINT Balancete Sintético por Órgão. Permite ao usuário a consultar os
balanços: financeiro, patrimonial, variações, orçamentário, demonstração de resultado e
demonstração da execução orçamentária, por tipo de administração ou por Unidade. Gestora e
gestão
>CONDETAUG Balancete Detalhado por UG. Permite ao usuário a consultar o
balancete detalhado de todas as UG’s pertencente a determinado órgão no mês e até o mês
informado.
>CONINCONS Consulta Contas Inconsistentes. Permite ao usuário consultar as
contas contábeis que apresentam saldos superiores a 5% do agrupamento da conta classificada
como outros podendo, inclusive, ser detalhada para se obter o valor de cada uma.
39

>CONSALDO Consulta Saldo Invert./Diferente. Permite ao usuário a consultar


as contas com saldos invertidos ou diferentes de zero, das UG’s contábeis.
>DETABALAN Detalha Balancete. Permite ao usuário a verificação do
movimento e dos saldos contábeis de um Órgão/Gestão, UG/Gestão, Gestão, ou por tipo de
administração envolvendo os sete níveis de desdobramento do plano de contas, de acordo com
a sua codificação.
>DETACONTA Detalha Conta Contábil. Permite ao usuário a consultar o
detalhamento de uma conta contábil em nível de conta corrente.
>DETACONTA2 Detalha Conta Contábil. Permite ao usuário consultar o
detalhamento de uma conta contábil ou conta corrente, possibilitando a consulta do razão
geral ou com intervalo de data desejada.
>DIARIO Consulta Diário Contábil. Permite ao usuário, consultar ao movimento
contábil diário da UG/GESTÃO, de uma determinada data e, ainda, o documento a ser
detalhado.
>ESPCONTAB Espelho Contábil do Documento. Permite ao usuário a consultar
os documentos contábeis de uma UG/GESTÃO, detalhando as contas contábeis que
envolveram os lançamentos.
>IMPBALANCT Imprimir Balancete da UG. Permite ao usuário a imprimir o
balancete, com várias combinações como: Òrgão/Gestão/Mês, UG/Gestão/Mês, Tipo de
Administração/Mês, Mês/Balancete Geral do Estado, e por conta contábil.
>LISCONTIR Lista Irregularidade Equação. Permite ao usuário consultar as
inconsistências com base nas equações contábeis disponíveis no sistema e que estejam na
situação ativa.
>LISUGSALDO Lista UG/Saldo Classificada. Permite ao usuário listar saldo de
contas contábeis por mês, detalhando por UG/Gestão e conta corrente.
>LISUGSALD2 Lista UG/Saldo Não Classificada. Permite ao usuário listar saldo
de contas contábeis por mês, detalhando por UG/Gestão e conta corrente.
>LISUGSALME Lista UG/SLD classificada/mês. Permite ao usuário consultar
saldo de conta contábil por mês e Unidade Gestora.
>RAZÃO Razão da conta Contábil. Permite ao usuário consultar o razão de uma
conta contábil com sua conta corrente, se existir, em um determinado período e, ainda,
detalhar.
MÓDULO: ENCERRANO - Encerramento de Exercício. Compreende as seguintes
transações:
>ATUCDEPARA Atualiza conta contábil de uma para outra. Permite ao gestor
incluir uma conta contábil para transferência de saldo de uma conta contábil para outra.
>BAIXARP Baixa de Restos a Pagar. Permite ao gestor contábil baixar os valores
contidos em restos a pagar processados e não processados.
>BAIXARP-B BaixaRP – Rotina Batch.
>ENCEOUTR-B Enceoutras – Rotina Batch.
>ENCEOUTRAS Encerra/Baixa Outras Contas. Permite ao gestor encerrar ou
baixar as contas contábeis, que não tenham seu saldo baixado automático.
40

>ENCERFIN-B Encerfinal – Rotina Batch.


>ENCERFINAL Encerramento final. Permite ao gestor encerrar todas as contas
contábeis de resultado para a primeira conta de contra partida indicada no plano de contas.
>ENCERRGEST Encerramento por Gestão. Permite ao gestor a encerrar as
gestões que estão com todas as suas Unidades Gestoras com suas contas analisadas.
>ENCERRAUG Encerramento por UG. Permite ao gestor a encerrar as Unidades
Gestoras, que estão com suas contas conciliadas.
>INSCRIRP Inscrição de RP Processado por NE. Permite ao gestor comandar a
inscrição automática da conta contábil, que ficará em RP.
>INSCRIRP-B Inscrirp – Rotina Batch.
>INSCRPPROC Inscrição de RP Processado. Permite ao gestor a comandar a
inscrição de RP automática das contas definidas pelo gestor.
>INSCRPRO-B Inscrproc – Rotina Batch.
>LISDEPARA Lista as Contas do DE/PARA. Permite ao gestor listar as contas
que foram transferidas de uma conta contábil para outra.
>LISPENDENC Lista Pendências de Encerramento. Permite ao gestor listar as
solicitações de encerramento que estão pendentes de rodar o processo Batch.
>TRANSFDIAR Transferência Diária de Saldos. Permite ao gestor transferir os
saldos das contas de um exercício para o outro enquanto o encerramento não ocorrer.
MÓDULO: EQUAÇÕES - Equações Contábeis. Compreende as seguintes
transações:
>ALTEQ Altera Equações Contábeis. Permite ao usuário alterar as equações
contábeis utilizadas no arquivo da transação LISCONTIR
>ALTMESQ Altera Mês Equações Contábeis. Permite ao usuário alterar o mês das
equações que se encontram ativas para obtenção das informações contábeis.
>CONEQ Consulta Equações Contábeis. Permite ao usuário a consultar todas
equações contábeis existentes no sistema.
>EXCEQ Exclui Equações Contábeis. Permite ao usuário inativar as equações
contábeis.
>INCEQ Inclui Equações Contábeis. Permite ao usuário incluir novas equações
contábeis.
>REAEQ Reativa Equações Contábeis. Permite ao usuário reativar as equações
excluídas do sistema.

3.2.2.4 SUBSISTEMA: EXEFIN - Execução Financeira

Neste subsistema encontram-se todas as funções relacionadas a consultas e atividades


de execução financeira da UG.
MÓDULO: CONSULTAS. Compreende as seguintes transações:
41

>CONCOTA Consulta Cota Financeira. Permite ao usuário consultar a


programação e execução da Cota por categoria de gasto, UG, gestão, fonte de recursos.
>CONGR Consulta Guia de Recebimento. Permite ao usuário consultar a Guia de
Recebimento, registradas no sistema.
>CONMOVBAN Consulta Movimento Bancário. Permite ao usuário consultar o
movimento bancário da conta única da sua UG.
>CONMOVBANG Consulta Movimento Bancário Geral. Permite ao usuário
consultar o movimento bancário de sua UG, das contas bancárias tipo “U”, “C” ou “D”, por
dia e mês.
>CONMOVBAN2 Consulta Mov. Diferente de CTU. Permite ao usuário consultar
o movimento bancário das contas movimentos da sua UG.
>CONNL Consulta Nota de Lançamento. Permite ao usuário a consultar o
documento registrado no sistema, devendo-se informar o número gerado.
>CONNS Consulta Nota de Lançamento Sistema. Permite ao usuário a consultar o
documento registrado no sistema, devendo-se informar o número gerado.
>CONOB Consulta Ordem Bancária. Permite ao usuário a consultar o documento
registrado no sistema, devendo-se informar o número gerado.
>CONPD Consulta Programação Desembolso. Permite ao usuário a consultar o
documento registrado no sistema, devendo-se informar o número gerado.
>CONTABANCO Consulta Conta Banco. Permite ao usuário consultar as contas de
banco, informando o número, agência e conta corrente.
>IMPPROGFIN Imprime Programação Financeira. Permite ao usuário a imprimir
relatórios de cronograma de desembolso por categoria de gasto, de receita por fonte, de
despesa realizada por fonte e por projeto atividade, permitindo as combinações UG/GESTÃO,
ÓRGÃO/GESTÃO e tipo de administração.
>LISGR Lista Guia de Recebimento. Permite ao usuário listar todas as GR’s
emitidas por UG/Gestão e data de emissão.
>LISNL Lista Nota de Lançamento. Permite ao usuário listar todas as NL’s
emitidas por UG/Gestão.
>LISNS Lista Notas de Sistema. Permite ao usuário consultar todas as Notas de
Sistemas emitidas pela UG.
>LISOB Lista Ordem Bancária. Permite ao usuário listar todas as OB’s emitidas
por UG/Gestão e por número, ou data, CNPJ/CPF e só da CTU, todas as Contas ou da não
CTU.
>LISPD Lista Programação de Desembolso. Permite ao usuário listar todas as
PD’s emitidas por UG/Gestão, pagas e não pagas, por tipo de OB’s, da CTU, todas as Contas
ou da não CTU.
>LISPD2 Lista Programação de Desembolso não pagas com selec.. Permite ao
usuário listar toda as PD’s emitidas por UG/Gestão-Pagadora, por classificação da despesa,
pagas e não pagas , por tipo de OB’s, da CTU, todas as Contas ou da não CTU, por data.
>LISRELOBLista Relação de RE/RT. Permite ao usuário a listar todas as RE’s
emitidas Internas e Externas.
42

MÓDULO: CONTAS-D – Contas Não Única. Compreende as seguintes transações:


>ALTBANGF-D Arquivo contata não única.
>CANREL-D Cancela RE – Conta não única
>CONMOVCT-D Consulta movimento conta não única
>CONREPEN-D Consulta RE\Pendente – Não Conta Única
>IMPRELOB-D Imprime RE – Contas não única
>LISRELOB-D Lista RE – Conta Não Única
MÓDULO: CONTAUNICA - Conta Única. Compreende as seguintes transações:
>ATUPALAVRA Atualiza Palavra Reservada da CTU. Permite ao gestor, atualizar
palavras reservadas da CTU, que terão o mesmo objetivo da palavra “BANCO” na OB, este
procedimento visa o pagamento de despesas com folha, água, luz etc.
>CONMOVCTU Consulta Montante de CTU. Permite ao gestor efetuar a
conciliação da CTU, em determinada data, para obter o total retirado da conta, por tipo de OB,
quantidade e valor movimentado, bem como o total ingressado.
>CONRELPEN Consulta Relação Pendente. Permite ao usuário a consultar as
relações pendentes de serem encaminhadas ao banco.
>DIANAOGERA Registra dias para não gerar CTU. Permite ao gestor do sistema,
o cadastramento de dias, com o respectivo mês, em que não ocorrerá processamento da conta
única.
>HORAREDE Altera hora Rede do SIAFEM. Permite ao gestor do sistema o
cadastramento do horário de término da rede, por acesso pelos usuários.
>INCSALCTU Inclui saldo inicial da CTU. Permite ao gestor incluir o saldo
inicial da CTU, que ficou em balanço.
>LISSALC Lista Saldo da Conta C por UG. Permite ao gestor a listar o saldo da
conta “C” por UG.
>LISSALCTU Lista saldo da CTU por UG. Permite ao gestor a listar o saldo da
conta única por UG.
>RELOBPNIMP Relação OBP não Impressas. Permite ao gestor a listar todas as
Ordens Bancárias não impressas por data, UG/Gestão, número das OB’s, favorecido, valor,
tipo de OB.
MÓDULO: COTA - Cota Financeira. Compreende as seguintes transações:
>CANLIBCOTA Cancela Liberação de Cota. Permite ao gestor cancelar a
liberação de cota distribuída para determinada Unidade Gestora, por categoria de gasto, mês e
fonte de recursos.
>LIBCOTA Libera Cota Financeira. Permite ao gestor a liberação de cota financeira
para determinada Unidade Gestora, por categoria de gasto, mês e fonte de recursos.
MÓDULO UG - Atividades da Unidade Gestora. Compreende as seguintes
transações:
>ALTPD Altera PD Exercício Anterior.
43

>CANGRDEPC Cancela GR com depósito na “C”. Permite ao usuário cancelar


GR da conta “C”.
>CANOB Cancela Ordem Bancária Não Conta Única. Permite ao usuário a
cancelar o documento contábil no dia de sua emissão.
>CANOB-CTU Cancela OB da Conta Única. Permite ao usuário cancelar o
documento contábil no dia de sua emissão.
>CANPD Cancela Programação de Desembolso. Permite ao usuário a cancelar a
PD.
>CANREL Cancela Relação Externa – RE. Permite ao usuário a cancelar a relação
externa no dia de sua emissão.
>EXEPD Executa Programação Desembolso. Permite ao usuário executar a PD’s,
quando há saldo suficiente na CTU.
>EXEPD2 Executa Programação Desembolso
>EXEPD3 Executa Programação Desembolso
>GR Guia de Recebimento - Permite ao usuário registrar o recolhimento de
devolução de despesas ou o acolhimento de depósitos de diversas origens.
>GRDEPC GR p/Depósito Cta “C” – UG Financ. Permite ao usuário registrar os
depósitos na conta “C” da UG.
>IMPGR Imprime Guia de Recebimento. Permite ao usuário imprimir as GR
emitidas.
>IMPOB Imprime Ordem Bancária. Permite ao usuário a imprimir as OB’s.
>IMPRAZACTU Imprime Razão da Conta Única. Permite ao usuário imprimir o
razão da conta única.
>IMPRAZAO Imprime Razão da Conta “D”. Permite ao usuário imprimir o
razão da conta “D”.
>IMPRELOB Imprime Relação de RE e RT. Permite ao usuário a imprimir as
relações externas e as relações internas intra Siafem.
>NL Nota de Lançamento. Permite ao usuário registrar a apropriação/liquidação de
receitas e despesas, bem como outros atos e fatos administrativos, inclusive os relativos a
entidades supervisionadas.
>NLESPECIAL Nota de Lançamento – Arrecadação
>OB Ordem Bancária. Permite ao usuário registrar o pagamento de compromissos,
bem como a transferência de recursos entre UG, liberação de recursos para fins de
adiantamento, suprimento de fundos, repasse, sub-repasse e afins.
>PD Programação de Desembolso. Permite ao usuário programar os compromissos
por data de vencimento, com o objetivo de estabelecer o fluxo de caixa.
>REIMPGR Autoriza Reimpressão da GR. Permite ao usuário a reimprimir as Guias
de Recebimento.
>REIMPOB Autoriza Reimpressão da OB. Permite ao usuário reimprimir as Ordens
Bancárias
44

3.2.2.5 SUBSISTEMA: EXEORC - Execução Orçamentária

Contém as funções relacionadas a consultas e atividades de execução orçamentária


MÓDULO: CONSULTAS - Consultas Orçamentárias. Compreende as seguintes
transações:
>CELULAS Lista Células. Permite ao usuário a consultar a célula da despesa (UO,
PT, FR, N/D, UGR e Plano Interno) por mês ou acumulado, e por tipo de demonstração.
(Dotação e Crédito Antecipado, Destaque, Provisão, Execução da Despesa).
>CONNC Consulta Nota de Crédito. Permite ao usuário a consultar o documento
registrado no sistema, devendo-se informar o número gerado.
>CONND Consulta Nota de Dotação. Permite ao usuário a consultar o documento
registrado no sistema, devendo-se informar o número gerado.
>CONNE Consulta Nota de empenho. Permite ao usuário a consultar o documento
registrado no sistema, devendo-se informar o número gerado.
>CONORC Consulta Orçamento Detalhado. Permite ao usuário consultar o
orçamento no mês ou acumulado dos demonstrativos dos créditos autorizados, da despesa
autorizada (Destaque ou Provisão), da execução da despesa e de restos a pagar por: UGE,
UGR, projeto ou atividade, subprojeto ou atividade, modalidade, categoria de gasto, sub-
órgão, UO, fonte e plano interno.
>CONSULTORC Consulta Execução Orçamentária. Permite ao usuário a consultar
a execução orçamentária por mês dos créditos autorizados, por: dotação, movimentação
executado, detalhado, indisponível, demonstração do programado e de restos a pagar por:
UGE, UGR, projeto ou atividade, subprojeto ou atividade, modalidade, categoria de gasto,
sub-órgão, UO, fonte e plano interno, natureza da despesa, fonte de recursos e esfera.
>LISCELNE Lista Células dos Empenhos. Permite ao usuário a listar todas as NE’ e
emitidas por células da despesa, credor e valor.
>LISDESCNE Lista NE c/ Descrição Pendente. Permite ao usuário a listar todas
as NE’s emitidas com descrição pendente de informação.
>LISNC Lista Nota de Crédito. Permite ao usuário a listar todas as NC’s
emitidas por UG/Gestão emitente e favorecida e mês de lançamento.
>LISND Lista Nota de Dotação. Permite ao usuário a listar todas as ND’s
emitidas por número ou por data de lançamento.
>LISNE Lista Nota de Empenho. Permite ao usuário a listar todas as NE’s
emitidas por: número ou por data de lançamento, ou CNPJ/CPF, fonte ou natureza da despesa,
modalidade de licitação.
MÓDULO: UG - Atividades da Unidade Gestora. Compreende as seguintes
transações:
>ALTDESCNE Altera Descrição Nota Empenho. Permite ao usuário a alterar as
NE’s emitidas com descrição erradas.
>DETAFONTE Detalhamento de fonte. Permite ao gestor orçamentário detalhar
os créditos em nível de fonte de recursos, UO, PT, natureza da despesa, UGR e PI.
45

>DETAPIURG Detalhamento de PI e UGR. Permite ao usuário transferir uma


despesa para outro PI e UGR.
>IMPNE Impressão da Nota de Empenho. Permite ao usuário imprimir uma NE
em uma via ou mais.
>INCDESCNE Inclui descrição de Nota Empenho. Permite ao usuário a incluir
descrição dos itens da NE.
>NC Nota de Crédito. Permite ao usuário registrar as movimentações de créditos
interna e externa e suas anulações, por UG/Gestão do favorecido, UO, PT, FR, N/D, UGR e
PI.
>ND Nota de Dotação. Permite ao gestor orçamentário registrar os valores
decorrentes dos créditos previstos no orçamento geral do Estado/Município, bem como suas
alterações, (Créditos Suplementares etc).
>NE Nota de Empenho. Permite ao usuário registrar o comprometimento da despesa,
bem como os casos em que se faça necessário o reforço ou a anulação desse compromisso.
>REIMPNE Autoriza reimpressão da NE. Permite ao usuário a reimprimir a Nota de
Empenho, já impressa.

3.2.2.6 SUBSISTEMA: GESTOR - Atividades do Gestor

MÓDULO: ADMINISTRA. Compreende as seguintes transações:


>ABREUGMES Abre mês por UG (Unidade Gestora).
>ATUESC Atualiza Nível de Escrituração.
>CONFECHAUG Consulta UG(s) Fechado(s). Permite ao gestor consultar as
UG(s) que estão com suas movimentações bloqueadas.
>FECHAGEST Fecha mês por Gestão. Permite ao gestor fechar o mês das
gestões que estão com os seus lançamentos validados.
>FECHAMES Fecha mês. Permite ao gestor fechar o mês do sistema (Geral).
>FECHASIPLA Fechar mês conformidade/SIPLAN.
>FECHAUGFecha UG para documentos. Permite ao gestor bloquear UG(s).
>FECHAUGMES Fecha mês por UG.
>INCSALDCTU Saldo Inicial da conta única. Inclui saldo inicial de balanço da
conta única.
>LISSOLEMIT Lista solicitação emitida.
>LISSOLPEND Lista solicitação pendente.
>MANUALCONT Informações Contábeis. Permite ao usuário a verificar no
sistema o preenchimento dos campos do evento e/ou conta contábil.
>MUDAPAH Muda parâmetros de habilitação. Permite ao usuário a habilitar-
se em várias Unidades Gestoras acessando a todas as transações do sistema.
>NLGERAL Nota de Lançamento Geral. Permite ao gestor fazer lançamentos
contábeis no encerramento do balanço.
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>NLINCORP Nota de Lançamento de Incorporada. Incorpora saldos de


balanços, quando o sistema for diferente do Siafem.
>PARAMETROS Incluir Parâmetros do Sistema. Inclui definições no sistema ,
como UG contábil, UG Financeira, banco que movimenta a conta única, valor limite de
Ordem Bancária de Pagamento, ano do QDD e mês que o sistema está aberto para
lançamentos.
>SOLREEMIS Solicitação de reemissão de relatório.
>SOLREL Solicitação de relatório.

3.2.2.7 SUBSISTEMAS: GOV-MS – Rotinas de Mato Grosso do Sul.

MÓDULO: CONSULTAS – Consultas. Compreende as seguintes transações:


>BALPODERES Balancete – Poderes. Consulta balancetes por poderes e por tipo.
Poderes: 1 – Legislativo, 2 – Judiciário, 3- Ministério Público, 4 – Executivo. Tipos: 1 –
Financeiro, 2 – Patrimonial, 3 – Variação Patrimonial, 4 – Balanço Orçamentário, 5 –
Demonstração de Resultado, 6 – Demonstração da Execução Orçamentária, 7 – Origem e
aplicações de recursos, 8 – Demonstração de Lucros ou Prejuízos, 9 – Balanço Patrimonial
Lei 6404.
>COMPCONTAS Confrontar Contas Contábeis. Permite ao usuário comparar on-
line partidas contábeis entre duas contas contábeis. Informando ‘999999’ na Unidade Gestora,
o sistema listará todas as Unidades Gestoras. Além de informar a UG, o usuário deverá
preencher a primeira conta contábil e a segunda conta contábil para consultar por intervalo de
contas.
>CONCREDITO Créditos – Referência NO/ND. Permite ao usuário consultar on-
line relacionamentos das NO’s do Siplan com as ND’s do Siafem. Esta pesquisa poderá ser
realizada por UG, decreto, período de publicação (transação indisponível). Na consulta por
UG, informar o código da UG e escolher uma das opções:
‘G’ – Geral: Informará todas as NO’s e respectivas ND’s
‘D’ – Diferença: Informará todas as diferença de valores entre NO’s e ND’s.
Na consulta por decreto, informar o número do ato e escolher as uma das opções:
‘G’ – Geral: Informará todas as NO’s e respectivas ND’s
‘D’ – Diferença: Informará todas as diferença de valores entre NO’s e ND’s.
>CONUSUARIO Usuários por nome e matrícula. Permite a consulta dos usuários
habilitados no SIAFEM por nome, matrícula ou CPF.
>DEPARA-ND Consulta Tabela De-Para por ND (Natureza de Despesas).
Permite ao usuário consultar on-line o DE_PARA por Natureza da Despesa de 2001/2002.
>DEPARA-UG Consulta Tabela De-Para UG’s. Permite ao usuário consultar on-
line o DE_PARA das Unidades Gestoras, desde o ano de 2000.
>DESTAFIN Destaques financeiro. Permite ao usuário a consulta dos
destaques financeiros realizados por Unidade Gestora Executora e Responsável, e por Fonte
de Recurso.
47

>DESTAQUES Destaques entre UG’s. Permite ao usuário consultar on-line


todos os destaques concedidos a UG executora, podendo ser desmembrado em PI, PT, fonte e
movimento despesa, devendo informar a UG desejada para consulta (somente uma UG), a
gestão e os períodos Inicial e Final.
>EMPENHOS Consulta de Empenhos Emitidos. Permite a consulta de
empenhos emitidos por unidade gestora, número de empenho, mês, credor, fonte de recurso e
evento (1-Empenho, 2 – Reforço, 3 – Anulação).
>EXTRANULNE Extrato de NE com Anulação. Permite ao usuário consultar on-
line a Nota de Empenho anulada por UG, informando o número da NE. Preenchendo no
campo Nota de Empenho ‘?’, o sistema mostrará na tela todas as Notas de Empenho anuladas.
>EXTRATOBAN Extrato bancário. Permite a emissão do Demonstrativo de
Movimentação Bancária da conta única e de outras contas, detalhado por lançamento dia/mês
ou acumulado mensal.
>EXTRATONE Extrato de Empenhos. Permite ao usuário consultar on-line do
Extrato da Nota de Empenho, devendo preencher os campos de Unidade Gestora, gestão e
número do empenho.
>GERENCIAOB Gerenciamento de OB’s. Permite ao usuário listar on-line as
OBs emitidas, devendo preencher os campos de Data Inicial e Data Final respeitando o
período máximo de 1 mês. Os campos banco, agência, conta e tesouro (700), já vêm
carregados com padrões do sistema.
>GERENCIAPD Gerenciamento de PD’s. Permite ao usuário listar as PDs,
devendo escolher qual período (emissão, vencimento e pagamento) desejado para consulta,
respeitando-se o intervalo máximo de 1 mês. Os campos banco, agência, conta e tesouro
(700), já vêm carregados com padrões do sistema.
>LANCAMENTO Consultar Lançamento Contábil. Permite ao usuário consultar
lançamentos contábeis, devendo preencher os campos unidade gestora, gestão, escolhendo
entre o campo (documento) ou (mês e conta contábil). Caso seja informado a UG, gestão e
mês, não informando a conta contábil, o sistema solicitará que seja informada a conta corrente
a ser utilizada. Para fazer a pesquisa das contas correntes existentes coloque ‘?’ no campo de
conta corrente. Selecionar com ‘x’ qual conta corrente desejada.
>LISPLANCON Listar Plano de Contas. Esta rotina tem como função listar o
plano de contas. Nenhum dos campos tem a obrigação de serem preenchidos.
>OBRIGACRED Obrigações por Credor. Permite ao usuário consultar as
obrigações por empenhos liquidados, devendo preencher os campos Unidade Gestora, Gestão
e Consignação <S/N>. Caso deseje listar todas a UG’s, digite ‘999999’ em Unidade Gestora,
ou ‘99999’ em Gestão. Nos parâmetros de conta corrente, terão que ser escolhido um dos
campos referentes a ele, Inscrição Genérica, Unidade Gestora, CNPJ/CPF ou nome do credor.
Os Campos Inscrição Genérica, CNPJ/CPF e nome do credor, possuem HELP de consulta,
somente informando ‘?’ em seu respectivo campo.
>PAGCREDOR Lista Pagamentos efetuados por Credor. Permite ao usuário
listar os pagamentos efetuados ao credor devendo preencher os campos Data Inicial e Data
Final, tendo que respeitar o período máximo de um mês. Os campos banco, agência, conta
corrente, tesouro (700) e cancelado/pago já vêm carregados com padrões do sistema.
48

>REPASSES Repasses Financeiros Concedidos/Recebidos. Permite ao usuário


consultar os repasses financeiros concedidos/recebidos por UG ou todas preenchendo o campo
com ‘999999’. Para detalhar uma Unidade Gestora marque “x” ao lado do código da UG,
sendo que os resultados serão impressos em uma impressora a ser solicitada.
>SALDO Consultar Saldo Contábil. Permite ao usuário consultar saldo contábil
de uma Unidade Gestora. O preenchimento dos campos referentes a Unidade Gestora não são
obrigatórios, entretanto os campos conta contábil e conta corrente são obrigatórios.
>SALDORC Consulta Saldo Orçamentário. Permite ao usuário consultar
saldo ou extrato de uma Unidade Orçamentária. O preenchimento dos campos mês, unidade
orçamentária e tipo consulta são obrigatórios e os campos referentes ao plano de trabalho não
são obrigatórios. Informando ‘?’ no campo de plano de trabalho aparecerá HELP, no qual será
escolhido o plano de trabalho desejado, carregando automaticamente os campos plano interno,
elemento de despesa e fonte.
>SALDOTORC Consulta de saldo – CONSULTORC. Permite a consulta do
saldo orçamentário por Unidade Gestora, Gestão, Mês, Fonte de Recurso, Natureza de
Despesa, Grupo de Despesa e Plano Interno.
>SALDO1 Consulta saldo conta contábil diretas. Permite a consulta do saldo da
conta contábil ou conta corrente por UG, Gestão, Acumulado por conta ou fonte de recursos.
>SLDPODERES Saldo conta contábil de poderes. Permite a consulta a saldo da
conta contábil do mês, por tipo de poderes (1 – Legislativo, 2 – Judiciário, 3- Ministério
Público, 4 – Executivo).
MÓDULO: CONVENIOS – Cadastro de Convênios. Consulta o cadastro de
convênios, compreende as seguintes transações:
>AUDITORIA Consulta convênios/propostas.
>COVEN COVEN – Coord. De convênios.
>GESTORAS Rotinas das Unidades Gestoras.
MÓDULO: COTAS – Consulta Cotas. Consulta o cadastro de cotas compreendendo
as seguintes transações:
>AUTORIZACT Modulo de autorização de cotas. Permite autorização de cota,
cancelamento, célula da despesa (ND), célula financeira (NL), célula da despesa (ND
solicitada), cancelamento de saldo de cota licitada, reimpressão ND ou NL, consulta de cotas
autorizadas, Menu de Saldo de Cota Mensal, de lote de ND e NL, emissão de relatório para
conferência de ND, relatório de cotas pendentes no mês.
>CONCOTAS Modulo de consultas de cotas. Permita a consulta de cota por
unidade gestora e mês, autorizada, com pendência, com licitação, cancelada, não autorizada,
cota solicitada, única, solicitada/autorizada, por categoria de gastos ou fonte, mostra o grupo
ao qual pertence, cota licitada – saldo e cota financeira por NE.
>DESCCOTA Descrição de cota.
>RELATORIO Relatório de cota.
>SOLICITACT Modulo de solicitação de cotas.
MÓDULO: DEVEDORES – Credores Inadimplentes. Consulta credores em débito
com os tributos estaduais, compreende as seguintes transações:
49

>HISTORICO Pagamentos Liberados – INADIMP.


>LISDEVEDOR Lista os Credores/Contribuintes devedores. Informando ‘?’ no
Campo CNPJ/CPF, o sistema mostrará o HELP com os credores e contribuintes cadastrados
no sistema, para que seja escolhido um.
MÓDULO: GRUPO – Rotina de Grupo. Consulta grupo de cotas compreendendo as
seguintes transações:
>CONGRUPO Consulta de Grupo. Consulta grupo de cotas.
>EXCGRUPO Exclusão de Cota de Grupo.
>INCGRUPO Inclusão de Grupo
MÓDULO: MANUTENCAO – Atualização de Arquivos. Manutenção dos arquivos
do sistema compreende as seguintes transações:
>ADEPARA-ND Atualiza Tabela Depara de Natureza de Despesa. Informar a
Natureza de Despesa que se deseja fazer a manutenção.
>ADEPARA-UG Atualiza Tabela Depara de UG. Informar a Unidade Gestora que
se deseja fazer a manutenção.
>ATUENVIAOB Atualiza UG para Remessa de OB. Marcar a opção que se deseja
para a atualização, devendo informar a Unidade Gestora e Gestão.
>CONTAOBARQ Conta/Palavra – Envio arquivo. Ativar e desativar contas
cadastradas para recebimento de arquivo.
MÓDULO: RELATÓRIOS – Relatórios e Demonstrativos. Permite a impressão de
relatórios, compreende as seguintes transações:
> LANCEVENE Liquidações por Evento/UG/NE. Informar o número do evento
liquidado, preenchendo o campo Unidade Gestora, bem como informar a impressora que se
deseja imprimir o relatório. Para impressão do relatório de lançamento por evento, o usuário
deve preencher os campos Unidade Gestora, evento e mês. Informando ‘999999’ na Unidade
Gestora, lista todas as UG’s. Informando ‘999999999’ na conta contábil, lista todas.
Informando ‘99’ no mês, lista todos.
>LANCEVENTO Listar lançamento por evento.
>LISRELBANC Reimpressão de remessas.
>LISRELCTU Remessa de OB’s – Conta Única.
>LISREMESSA Remessa de OB’s Impressas. Informar com ‘x’ em seus
determinados campos, qual se deseja ser impresso.
>LISRESTOS Restos a Pagar por Credor. Informar com ‘x’ qual o período que
se deseja listar dos Restos a Pagar.
>LISRETIR Retenção de IR de Terceiros. Lista retenção de imposto de renda de
terceiros.
>LISUGERROS UG/Gestão sem Relacionamento. Informando ‘999999’ em
Unidade Gestora listará os lançamentos errados de todas as Unidades Gestoras, devendo
indicar a impressora que se deseja imprimir o relatório.
50

>LIVROS Emissão livros diário e razão. Permite e emissão do livro diário e razão
por unidade gestora.
>RDEPARA-ND Lista Natureza Despesa 2001/2002.
>RELANULANE Empenhos com Anulação/Liq/Pgto. A Unidade Gestora deverá
ser informada, assim como o tipo de impressão. Permite listar somente uma Unidade Gestora
por relatório.
>RELBALANCO Demonstrativos de Balanço. Deve ser informado qual balanço se
deseja imprimir, pelo campo opção.
>RELDEMTC Demonstrativos Mensais - TC. Deverá ser informado com ‘x’ a
opção que se deseja imprimir.
>RELDETITEM Rel. Detalhamento de NE/Item.
>RELDIFNE Listar Empenhos com Diferença. Informando ‘999999’ na
Unidade Gestora, lista todas as UG’s.
>RELEXTRANE Rel. de NE’s por itens. Permite listar as notas de empenhos por
itens de despesa.
>RELNESALDO LRF Empenhos com saldo a pagar.
>RELNESALD1 LRF NE c/ saldo a pagar/completo.
>RELSERPRO Rotina de Relatórios do SERPRO (CPD).
>RELSLDCTA Rel. de Saldo por conta contábil
MÓDULO: SECCIONAL – Seccionais de Auditoria. Permite a autorização de
documentos pela Unidade de Auditoria Interna nas Unidades Gestoras compreendendo as
seguintes transações:
>AUTORIZANE Autorização de Pré-Empenho
>AUTORIZANL Autorização de Pré-Liquidação
>CONPRENE Consulta Análise de Pré-NE
>CONPRENL Consulta Análise de Pré-NL
>SOLICANANE Solicitação de Análise de NE
>SOLICANANL Solicitação de Análise de NL
>UGPRENE Seleção de UG p/ Pré-Empenho
>UGSETORIAL Cadastro de Unidades Setoriais
MÓDULO: SUPORTE - Suporte ao Desenvolvimento, compreende as seguintes
transações:
>HABILITA Variáveis Globais - SIAFEM.
>IDEPARA-UG Carregar Tabela De-Para de UG.
>READ-WRITE Display de Arquivo da Produção.
>TESTE Transação para teste de progr
MÓDULO: TESOURO – Tesouro compreende as seguintes transações:
>TESTE1 Altera CC no Roteiro Contábil
51

>TRIBUTO Tributos em Aberto – Não Pagos


MÓDULO: UG-USUARIO – Alterar UG do usuário compreende a seguinte
transação:
>UG-USUARIO Altera UG do usuário

3.2.2.8 SUBSISTEMAS: MANUTEJCL - Manutenção de JCL. Compreende as seguintes


transações (transações exclusivas para Analistas Serpro/SGI):

>CONSJCL Consulta JCL


>CONSOLJCL Consulta Consolidação JCL
>CONSTERJCL Consulta Termos
>DELETAJCL Deleta JCL
>IALJCL Inclui e Altera JCL
>REPLJCL Replace Informações em JCL
>REPLOPJCL Troca argumento com opção

3.2.2.9 SUBSISTEMAS: TABELAS - Utilizado como apoio ao Siafem

MÓDULO: AGÊNCIA - Agência Bancária. Compreende as seguintes transações:


>ALTAGENCIA Altera Agência Bancária. Permite ao usuário, a inclusão,
exclusão ou a reinclusão de código da agência bancária, bem como a alteração de seus dados.
>EXCAGENCIA Exclui Agência Bancária. Permite ao usuário a exclusão
(inativa) de agência bancária.
>INCAGENCIA Inclui Agência Bancária. Permite ao usuário a inclusão de
agência bancária.
>LISAGENCIA Lista Agência Bancária. Permite ao usuário a listar todas as
agências bancárias de um tipo de banco.
>REAAGENCIA Reativa Agência Bancária. Permite ao usuário reativar a agência
que ficou inativa.
MÓDULO: BANCO - Compreende as seguintes transações:
>ALTBANCO Altera Banco. Permite ao usuário a alterar nome do banco, bem
como a alteração de seus dados.
>EXCBANCO Exclui Banco. Permite ao usuário a exclusão (inativa) de um
banco.
>INCBANCO Inclui Banco. Permite ao usuário a inclusão de um banco.
>LISBANCO Lista Banco. Permite ao usuário a listar os bancos cadastrados
no sistema
>REABANCO Reativa Banco. Permite ao usuário a reativar um banco, que fora
excluído
52

MÓDULO: CATGASTO - Categoria de Gasto. Compreende as seguintes transações:


>ALTCATGAST Altera Categoria de Gasto. Permite ao usuário a inclusão,
exclusão ou reinclusão dos dados de uma categoria de gasto, bem como a alteração de seus
dados.
>EXCCATGAST Exclui Categoria de Gasto. Permite ao usuário a exclusão dos
dados de uma categoria de gasto.
>INCCATGAST Inclui Categoria de Gasto. Permite ao usuário a inclusão dos
dados de uma categoria de gasto.
>LISCATGAST Lista Categoria de Gasto. Permite ao usuário listar todas as
categorias de gastos existentes no sistema.
>REACATGAST Reativa Categoria de Gasto. Permite ao usuário a reativar uma
categoria de gasto
MÓDULO: DOMBAN - Domicílio bancário. Compreende as seguintes transações:
>ALTDOMBAN Altera Domicílio Bancário. Permite ao usuário a inclusão,
alteração ou exclusão de domicílio bancário de uma UG.
>EXCDOMBAN Exclui Domicílio Bancário. Permite ao usuário a exclusão de
domicílio bancário de uma UG.
>EXDOMBAN Exclui Domicílio Bancário. Permite ao usuário a exclusão de
domicílio bancário de uma UG.
>INCDOMBAN Inclui Domicílio Bancário. Permite ao usuário a inclusão de
domicílio bancário de uma UG.
>LISDOMBAN Lista Domicílio Bancário. Permite ao usuário a listar todos os
bancos registrados em uma UG.
>READOMBAN Reativa Domicílio Bancário. Permite ao usuário a reativar o
domicílio bancário de uma UG
MÓDULO: EVENTOS. Compreende as seguintes transações:
>ALTEVENTO Altera Evento. Permite ao gestor a alterar os eventos do sistema,
além de seu roteiro de contabilização e das regras de utilização do evento. Permite, também, o
armazenamento de histórico de todas as alterações efetuadas para o evento.
>CONEVENTO Consulta Evento. Permite ao usuário a consultar a tabela de
eventos, seu detalhamento, histórico e quantidade.
>CONMOVEVEN Consulta Movimento de Evento. Permite ao gestor a consultar
alterações efetuadas no evento, bem como o CPF de quem alterou e a data.
>EXCEVENTO Exclui Evento. Permite ao gestor a excluir os eventos do
sistema, além de seu roteiro de contabilização e das regras de utilização do evento.
>INCEVENTO Inclui Evento. Permite ao gestor a incluir os eventos do sistema,
além de seu roteiro de contabilização e das regras de utilização do evento. Permite, também, o
armazenamento de histórico de todas as alterações efetuadas para o evento.
>LISEVENCON Lista eventos por Conta. Permite ao usuário, através da conta
contábil, obter todos os eventos, que geram lançamentos com a conta.
53

>LISEVENTO Lista Evento. Permite ao usuário, a listar todos os eventos


existentes no sistema.
>REAVENTO Reativa Evento. Permite ao gestor do sistema reativar o evento
que foi excluído.
MÓDULO: GERAREL - Equações do balanço. Compreende as seguintes transações:
>ALTGERAREL Altera Equações do Balanço. Permite ao gestor alterar as
equações contábeis utilizadas para gerar os balanços financeiro, patrimonial, demonstrativo
das variações e demonstrativo das disponibilidades por fonte de recursos.
>EXCGERAREL Exclui Equações do Balanço. Permite ao gestor excluir as
equações contábeis utilizadas para gerar os balanços financeiro, patrimonial, demonstrativo
das variações e demonstrativo das disponibilidades por fonte de recursos.
>IMPGERAREL Imprime Relação de Parâmetros.
>INCGERAREL Inclui Equações do Balanço. Permite ao gestor incluir as
equações contábeis utilizadas para gerar os balanços financeiro, patrimonial, demonstrativo
das variações e demonstrativo das disponibilidades por fonte de recursos.
>LISGERAREL Lista de Equações do Balanço. Permite ao usuário listar as
equações contábeis utilizadas para gerar os balanços financeiro, patrimonial, demonstrativo
das variações e demonstrativo das disponibilidades por fonte de recursos.
MÓDULO: GESTÃO. Compreende as seguintes transações:
>ATUGEST Atualiza Gestão. Permite ao gestor atualizar dados da gestão da UG.
>CONGEST Consulta Gestão. Permite ao usuário consultar toda gestão cadastrada no
sistema.
>CONREL Consulta Relacionamento Órgão/Gestão. Permite ao gestor consultar
relacionamento de órgão/gestão.
>INCREL Inclui Relacionamento Órgão/Gestão. Permite ao gestor incluir
relacionamento entre órgão e gestão.
MÓDULO: INSCGEN - Inscrição Genérica. Compreende as seguintes transações:
>ALTINSCGEN Altera Inscrição Genérica. Permite ao gestor alterar o nome ou
número da inscrição cadastrada no sistema.
>EXCINSCGEN Exclui Inscrição Genérica. Permite ao gestor excluir o nome ou
número da inscrição cadastrada no sistema.
>INCINSCGEN Inclui Inscrição Genérica. Permite ao gestor a inclusão de IG de
credor (IG é o código atribuído ao credor (pessoa física ou jurídica) que não possua
cadastramento no país junto à Receita Federal).
>LISINSCGEN Lista Inscrição Genérica. Permite ao usuário listar todas as IG
registradas no sistema.
>REAINSCGEN Reativa Inscrição Genérica. Permite ao gestor reativar o nome
ou número da inscrição genérica inativa no sistema
MÓDULO: ÓRGÃO. Compreende as seguintes transações:
54

>ATUORGÃO Atualiza Órgão. Permite ao usuário atualizar dados dos órgãos


no sistema.
>CONORGÃO Consulta Órgão. Permite ao usuário consultar no sistema os
órgãos existentes.
MÓDULO: ORGGESTAO
MÓDULO: PARAMETROS – Lista Parâmetros. Compreende as seguintes
transações:
>LISPARM Lista Parâmetros. Permite ao gestor consultar parâmetros de grupos no
sistema.
MÓDULO: PLANCONTA - Plano de Contas. Compreende as seguintes transações:
>ALTCONTA Altera Conta Contábil. Permite ao gestor alterar as contas,
contábeis do plano de contas e, ainda, seus indicadores contábeis.
>CONCONTA Consulta Conta Contábil. Permite ao usuário consultar uma
conta contábil cadastrada no sistema.
>CONMOVCONT Cons. Movimento Plano Conta. Permite ao gestor consultar as
alterações efetuadas nas contas contábeis, bem como o CPF de quem alterou e a data.
>DE/PARA De Para de Contas Contábil. Permite ao gestor consultar o De/Para de
uma conta contábil.
>EXCCONTA Exclui Conta Contábil. Permite ao gestor excluir as contas
contábeis do plano de contas.
>INCCONTA Inclui Conta Contábil. Permite ao gestor incluir as contas
contábeis do plano de Contas e, ainda, seus indicadores contábeis.
>LISCONTA Lista Conta Contábil. Permite ao gestor listar todas as contas
contábeis do plano de contas.
>REACONTA Reativa Conta Contábil. Permite ao gestor reativar as contas
contábeis do plano de contas que foram excluídas
MÓDULO: SUBÓRGÃO. Compreende as seguintes transações:
>ATUSUBORG Atualiza Sub-órgão. Permite ao gestor atualizar dados dos sub-
órgãos cadastrados no sistema.
>CONSUBORG Consulta Sub-órgão. Permite ao usuário consultar as UG’s que
estão relacionadas no sub-órgão.
MÓDULO: TIPGEN - Tipo de Inscrição Genérica. Compreende as seguintes
transações:
>ALTTIPGEN Altera Tipo de Inscrição Genérica. Permite ao gestor a alterar o
tipo de IG, cadastrada no sistema.
>EXCTIPGEN Exclui Tipo de Inscrição Genérica. Permite ao gestor a exclusão
do tipo de IG, cadastrada no sistema.
>INCTIPGEN Inclui Tipo de Inscrição Genérica. Permite ao gestor a inclusão
do tipo de IG, para relacionar a inscrição genérica do credor.
55

>LISTIPGEN Lista tipo de Inscrição Genérica. Permite ao usuário listar todas


as IG, cadastradas no sistema.
>REATIPGEN Reativa Tipo de Inscrição Genérica. Permite ao gestor reativar o
tipo de IG que foi excluída do sistema
MÓDULO: TRIBUTO. Compreende as seguintes transações:
>ALTTRIBUTO Altera tributo. Permite ao gestor, alterar o código de tributo
criado.
>EXCTRIBUTO Exclui Tributo. Permite ao gestor excluir o código de tributo
criado no sistema.
>INCTRIBUTO Inclui Tributo. Permite ao gestor, a incluir um código de tributo
(código relacionado a receita arrecadada e a fonte de recursos).
>LISTRIBUTO Lista Tributo. Permite ao usuário a listar o código de tributo
criado no sistema.
>REATRIBUTO Reativa Tributo. Permite ao gestor reativar o código de tributo
excluído do sistema
MÓDULO: UG - Unidade Gestora. Compreende as seguintes transações:
>ATUUG Atualiza Unidade Gestora. Permite ao gestor alterar dados de uma
Unidade Gestora, como denominação, Ordenador de Despesa, endereço, etc.
>CONUG Consulta Unidade Gestora. Permite ao usuário consultar uma Unidade
Gestora.
MÓDULO: UO - Unidade Orçamentária. Compreende as seguintes transações:
>ATUUO Atualiza Unidade Orçamentária. Permite ao gestor atualizar dados no
cadastro de uma Unidade Orçamentária.
>CONUO Consulta Unidade Orçamentária. Permite ao usuário consultar uma
Unidade Orçamentária.

3.2.2.10 SUBSISTEMAS: TABORCA – Tabelas Orçamentárias

MÓDULO: AÇAO - Ação. Compreende as seguintes transações:


>ATUACAO Atualiza ação
>CONACAO Consulta ação
MÓDULO: ETAPA - Etapa. Compreende as seguintes transações:
>ATUETAPA Atualiza Etapa
>CONETAPA Consulta Etapa
MÓDULO: FASEPROG – Fase de Programação. Compreende as seguintes
transações:
>CONFASEPRO Consulta fase de programação.
MÓDULO: FONTE – Fonte de Recursos. Compreende as seguintes transações:
>ATUFONTE Atualiza Fonte de Recurso
56

>CONFONTE Consulta Fonte de Recurso


MÓDULO: GRUPODESC – Grupo de Descrição. Compreende as seguintes
transações:
>ATUGPDESC Atualiza Grupo de Descrição
>CONGPDESC Consulta Grupo de Descrição
MÓDULO: ITEMPROG – Item de Programação. Compreende as seguintes
transações:
>ATUITEMPRO Atualiza Item de Programação
>CONITEMPRO Consulta Item de Programação
MÓDULO: PI – Plano Interno. Compreende as seguintes transações:
>ATUPI Atualiza Plano Interno.
>CONPI Consulta Plano Interno
MÓDULO: PT – Programa de Trabalho. Compreende as seguintes transações:
>ATUPT Atualiza Programa de Trabalho. Permite a atualização do programa de
trabalho, bem como suas subdivisões, e a alteração de seus dados.
>ATUPTRES Atualiza Programa Trabalho Resumido. Permite a atualização do
programa de trabalho resumido.
>CONPT Consulta Programa de Trabalho. Permite a consulta do programa de
trabalho.
>CONPTRES Consulta Programa de Trabalho Resumido. Permite consultar o
programa de trabalho resumido que trata do relacionamento entre Unidade Orçamentária e PT.
MÓDULO: SUBACAO - Subação. Compreende as seguintes transações:
>ATUSUBACAO Atualiza subação
>CONSUBACAO Consulta subação
MÓDULO: UNMEDIDA – Unidade Medida. Compreende as seguintes transações:
>ATUMEDIDA Atualiza Unidade de Medida
>CONMEDIDA Consulta Unidade de Medida

3.3 TERMOS E CONCEITOS MAIS UTILIZADOS

3.3.1 Órgão

Identifica o órgão integrante da Administração Pública Estadual, incluindo os


Poderes Legislativo, Judiciário, Executivo, Ministério Público, Autarquias, Fundações,
Fundos Estaduais e Empresas Públicas instituídas e mantidas pelo estado de Mato Grosso do
Sul. O código do órgão no sistema é composto de cinco dígitos.
57

3.3.2 Unidade Gestora (UG)

É a unidade incumbida de gerir os recursos orçamentários e financeiros da entidade e


fazer a contabilização de todos os seus atos e fatos administrativos, bem como autorizada a
emitir documentos através do Siafem/MS.

3.3.3 Unidade Orçamentária (UO)

Consiste em cada uma das unidades do órgão, para qual a lei orçamentária consigna
dotações orçamentárias específicas de seus programas de trabalho.

3.3.4 Gestão

Ato de gerir parcela do patrimônio público, sob a responsabilidade de uma


determinada entidade. Uma gestão terá uma ou várias UG’s, no entanto a cada UG,
corresponde uma só gestão, cujo código informado contém cinco dígitos, como exemplo:
00001 - Gestão Tesouro.

3.3.5 Plano Interno (PI)

Instrumento de planejamento e de acompanhamento da ação planejada, usado como


forma de detalhamento do projeto/atividade.

3.3.6 Fonte de Recursos (FR)

Identifica a origem dos recursos orçamentários destinados à execução da


programação da entidade, podendo estes recursos ser de natureza própria ou de terceiros.

3.3.7 Programa de Trabalho ou Classificação Funcional Programática

Elenco de projetos ou atividades que identificam as ações a serem realizadas pelas


entidades. É representado por uma estrutura que permite a elaboração e execução
orçamentária, bem como o controle e acompanhamento dos planos definidos pela instituição
para ser exercido em um determinado período. Sua estrutura, formada por dezessete dígitos
tem a seguinte composição:
Função : XX
SubFunção : XXX
Programa : XXXX
Projeto/Atividade : XXXX
Subprojeto/Subatividade : XXXX
58

3.3.8 Programa de Trabalho Resumido - Ptres

É um código de seis dígitos que representa a fusão da unidade orçamentária e o


projeto atividade, com seu respectivo programa de trabalho, com vistas a facilitar o
cadastramento dos empenhos e as consultas orçamentárias específicas.
UO : XX
Projeto/Atividade : XXXX

3.3.9 Inscrição Genérica (IG)

A identificação do credor é feita, normalmente, através do CNPJ ou CPF, e na falta


destes, será atribuída uma inscrição genérica composta de um código de 9 dígitos criado pela
Unidade de Apoio Operacional/CCONT a pedido da UG, tais como:
EX - para fornecedores estrangeiros;
IM - para Depreciação Imobilizado;
PF - para Pessoa Física Nacional;
PJ - para Pessoa Jurídica;
RC - para Receita.

3.3.10 Categoria de Gasto

Identifica o grupo de despesas constantes na legislação vigente.

3.3.11 Conta Corrente Contábil

Representa o nível mais analítico das contas contábeis evidenciadas no plano de


contas. A finalidade é proporcionar flexibilidade no gerenciamento dos dados desejados
como: individualização de credores, devedores, bancos, fontes etc.

3.3.12 Evento

É um código numérico de seis dígitos utilizado para transformar os atos e fatos


administrativos em registros contábeis no Siafem/MS.

3.3.13 Conta Contábil

É a representação de débitos e créditos de uma mesma natureza, reunidos sob um


título representativo do valor de um bem, um direito, uma obrigação, uma receita ou uma
despesa. No plano de contas do Siafem/MS é identificada por um código de nove dígitos.
59

3.3.14 Célula Orçamentária

É a composição de: PTRES, Fonte, Natureza Despesa, Unidade Gestora Responsável


e Plano Interno.

3.3.15 Conformidade dos Registros Contábeis

É a certificação da existência de documento hábil que comprove a operação e retrate


a transação efetuada, bem como a certificação de que os lançamentos e os demonstrativos
contábeis foram elaborados, instituído pelo Decreto nº 10.759 de 06/05/2002 e regulamentada
pela Resolução/SERC nº 1.583 de 10/05/2002.

3.3.16 Conformidade Diária

É a conferência diária dos documentos de entrada de dados no sistema Siafem, pelo


responsável pela emissão do respectivo documento de cada unidade gestora.

3.3.17 Conformidade Mensal

É a análise dos documentos contábeis lançados pelas UG’s, que o contador


responsável terá que fazer, com base na legislação vigente. Após verificação da legalidade dos
atos e fatos efetua-se a conformidade mensal. Também chamada de conformidade contábil ou
setorial.

3.4 CONCEITOS DOCUMENTOS OPERACIONAIS UTILIZADOS NO SIAFEM

3.4.1 Nota de Dotação - ND

Este documento permite o registro da dotação orçamentária inicial e créditos


adicionais, antecipação de cota, liberação de cota de regularização e suplementação, para as
UG’s.

3.4.2 Nota de Crédito - NC

Este documento permite o registro das descentralizações de créditos, ou seja, a


transferência de créditos orçamentários de uma unidade gestora para outra (destaque).

3.4.3 Nota de Empenho - NE

Este documento permite registrar a execução do orçamento no momento da reserva


do saldo da compra de um bem ou prestação de serviço, sendo a garantia de que existe crédito
orçamentário necessário para a efetivação da compra de um bem e liquidação de um
compromisso assumido.
60

3.4.4 Nota de Lançamento - NL

Este documento permite o registro dos atos e fatos administrativos, como


apropriações/realizações de receitas e despesas, e incorporação de patrimônio.

3.4.5 Programação de Desembolso - PD

Documento que permite efetuar a programação de desembolso logo após a liquidação


da despesa possibilitando ao gestor financeiro programar o fluxo de caixa, com base no
cronograma de controle de vencimento disponibilizado nesta programação e também após
execução pelo gestor financeiro tem toda característica de uma OB.

3.4.6 Ordem Bancária - OB

Documento destinado a efetuar os pagamentos das obrigações com credores e


realizações de liberação de recursos a outras unidades do sistema.

3.4.7 Guia de Recebimento - GR

Este documento permite o registro das arrecadações de receitas próprias,


recolhimento de depósitos de diversas origens e da devolução de OB's. Quando a devolução
for parcial, o documento emitido deverá ser a NL.

3.4.8 Nota de Lançamento de Sistema (NS)

Este documento é gerado automaticamente pelo sistema.

3.4.9 Nota de Lançamento Contador Geral (NLGERAL)

Documento destinado a corrigir erros de lançamentos realizados pelas unidades


gestoras. Esse documento é de uso exclusivo do gestor contábil (900002).

3.4.10 Nota de Apropriação Física (AF)

Documento destinado ao registro das despesas liquidadas pelas unidades gestoras.


61

3.5 PLANO DE CONTAS

3.5.1 Conceituação

Sistema de contas estruturado de forma técnica e legal que se possam registrar


contabilmente os fatos ocorridos e os atos praticados pelos órgãos da Administração Pública
Estadual.
O Plano de Contas compõe-se das seguintes partes:
a) relação das contas agrupadas segundo suas funções (elenco de contas);
b) descrição da função de cada conta, mostrando claramente o que ela representa;
c) descrição minuciosa do funcionamento das contas, indicando quando são debitadas
ou creditadas e seu relacionamento com outras contas.

3.5.2 Estrutura

O Plano de Contas está estruturado em oito níveis de desdobramento conforme


abaixo:

DENOMINAÇÃO DOS NÍVEIS


Codificação Nível de Contas Patrimônio Contas de Contas de
Agregação e Res. Exercício Despesa Receita
X.0.0.0.0.00.00 cod. 1º Nível Classe Classe Classe
x.X.0.0.0.00.00 cod. 2º Nível Grupo Cat. Econômica Cat. Econômica
x.x.X.0.0.00.00 cod. 3º Nível Sub-grupo Grupo de Despesa Subcategoria
Econômica
x.x.x.X.0.00.00 cod. 4º Nível Elemento Modalidade de Fonte
x.x.x.x.X.00.00 cod. 5º Nível Sub-elemento Aplicação Rubrica
x.x.x.x.x.XX.00 cod. 6º Nível Item Elem. de Despesa Alínea
x.x.x.x.x.xx.XX cod. 7º Nível Sub-item Item de Conta Subalínea
x.x.x.x.x.xx.xx. cod. 8º Nível C.C. Contábil C. C. Contábil

O Plano de Contas está disposto por classe/grupo conforme abaixo:


1 – Ativo
1.1 – Ativo Circulante.
1.2 - Realizáveis a Longo Prazo.
1.4 – Ativo Permanente.
1.9 – Ativo Compensado
2 – Passivo

2.1 – Passivo Circulante


62

2.2 - Exigível a Longo Prazo


2.3 - Resultado de Exercícios Futuros
2.4 - Patrimônio Líquido
2.5 – Outras Receitas de Capital
2.9 - Passivo Compensado
3 – Despesa

3.3 - Despesas Correntes


3.4 - Despesas de Capital
3.7 – Reserva de Contingência do RPPS
3.9 - Reserva de Contingência
4 - Receita

4.1 - Receitas Correntes


4.2 - Receitas de Capital
4.7 – Receitas Correntes Intra-Orçamentárias
4.8 – Receitas de Capital Intra-Orçamentárias
4.9 - Deduções da Receita Corrente
5 - Resultado Diminutivo do Exercício

5.1 - Resultado Orçamentário


5.2 - Resultado Extra-Orçamentário
6 - Resultado do Exercício

6.1 - Resultado Orçamentário


6.2 - Resultado Extra-Orçamentário
6.3 – Resultado Apurado
O Siafem possui seis classes de contas, identificadas pelo primeiro dígito do código.
O primeiro nível representa as classificações do Ativo (1), Passivo (2), Despesa (3), Receita
(4) e contas de Resultado do Exercício (5 e 6):
1.0.0.0.0.00.00 - Ativo
2.0.0.0.0.00.00 - Passivo
3.0.0.0.0.00.00 - Despesa
4.0.0.0.0.00.00 - Receita
5.0.0.0.0.00.00 - Contas de Resultado do Exercício Diminutivo (-)
6.0.0.0.0.00.00 - Contas de Resultado do Exercício Aumentativo (+)
Ativo são as contas correspondentes aos bens e direitos e demonstra a aplicação dos
recursos.
63

Passivo refere-se às contas correspondentes às obrigações, indicando as origens dos


recursos aplicados no ativo.
Despesa são os dispêndios dos recursos, sendo computados na apuração de resultado.
Receita são os recursos recebidos que serão computados na apuração de resultado.
Resultado Exercício Diminutivo (variações passivas) são as variações patrimoniais
negativas resultantes ou independentes da execução orçamentária, sendo computadas na
apuração de resultado.
Resultado Exercício Aumentativo (variações ativas) é a variação patrimonial
positiva, demonstra a situação líquida do patrimônio e a apuração do resultado.
No Plano de Contas as receitas e despesas são classificadas de acordo com a portaria
interministerial nº 163 de 04 de maio de 2001 e alterações posteriores.
Quando a conta contábil requer um maior detalhamento, é desdobrada em conta
corrente contábil, tanto para as contas patrimoniais, como para as de resultado do exercício, de
despesa e de receita. O objetivo deste nível é o de simplificar os lançamentos contábeis,
evitando implantação de contas contábeis diferentes para o mesmo fato, permitindo um
melhor gerenciamento e um controle individualizado, de acordo com as seguintes descrições e
composições:

Código Descrição Composição


00 Não tem C/C
01 BANCO/AGÊNCIA/CONTA BANCÁRIA XXX+XXXXX+XXXXXXXXXX
02 CGC OU CPF OU UGE/GESTÃO OU 999 XXXXXXXXXXXXXX
03 UNIDADE GESTORA/FONTE DE RECURSOS XXXXXX+XXXXXXXXXX
04 EXERCÍCIO/CGC OU CPF XXXX+XXXXXXXXXXXXXX
05 GUIA DE RECEBIMENTO XXXXGRXXXXX
06 ORDEM BANCÁRIA XXXXOBXXXXX
07 SUBITEM (YY) DA NATUREZA DA YY
DESPESA
08 INSCRIÇÃO GENÉRICA IGXXXXXXX
10 FONTE DE RECURSOS XXXXXXXXXX
11 UNIDADE GESTORA/GESTÃO XXXXXX+XXXXX
12 CÉLULA ORÇAMENTARIA DA RECEITA ND+FONTE+PI
13 EXERCÍCIO/FONTE DE RECURSOS XXXX+XXXXXXXXXX
14 CÉLULA ORÇAMENTARIA DA DESPESA ESF+PTRES+FONTE+ND+UGR
15 CÉLULA FINANCEIRA XXXX+X
16 CÓDIGO TRIBUTO XXXX
17 CÉLULA FINANCEIRA+ANO+MÊS XXXX+X+XXXX+XX
18 NÚMERO DO EMPENHO XXXXNEXXXXX
19 FONTE/NATUREZA XXXXXXXXXX+XXXXXX
20 FONTE SOF XXXX
21 NÚMERO DE CONVÊNIO XXXXXX
22 CÉLULA DE DESPESA C/ND DETALHADA ESF+PTRES+FONTE+ND+UGR
23 UGE+CELULA FINANCEIRA+ANO+MÊS XXXXXX+XXXX+X+XXXX+XX
24 NR DE AUXÍLIO. SUBVENC. OU CONTRIB. XXXXXX
25 FONTE+CATEGORIA DE GASTO+ANO+MÊS XXXXXXXXXX+X+XXXX+XX
64

O Plano de Contas divide-se em contas do Sistema Financeiro (F), Patrimonial (P),


Orçamentário (O) e Compensado (C):
Sistema Financeiro - contas para registro de entrada e saída de recursos de natureza
orçamentária e extra-orçamentária, sendo que as principais contas se relacionam com a do
grupo disponível: caixa, bancos conta movimento, aplicações financeiras, inclusive as contas
que se relacionam como: receita, despesa, fornecedores, restos a pagar, pessoal a pagar,
encargos sociais a recolher, consignações, depósitos de terceiros, etc.
Sistema Patrimonial - contas para registro de fatos não financeiros ou extra-caixa tais
como: bens móveis, imóveis, estoques, créditos, obrigações, valores, inscrição e baixa da
dívida ativa, operações de créditos, superveniências e insubsistências ativas e passivas, etc.
Sistema Orçamentário - contas para registro dos atos de natureza orçamentária como:
previsão da receita, fixação da despesa, cancelamentos de créditos, descentralização de
créditos, empenho da despesa, ou seja, são as contas de receitas e despesas previstas no
orçamento anual do Estado.
Sistema Compensado - são contas de controle e representativas dos atos potenciais
que não afetam diretamente o patrimônio, mas que podem vir a afetá-lo. Essas contas estão
alocadas dentro do grupo 1.9 - Ativo Compensado e 2.9 - Passivo Compensado.

3.5.3 Sinais utilizados no Plano de Contas

sinal = (igual) antes da descrição das contas indica que a conta necessita de
tratamento individualizado, ou seja, significa que exige conta corrente.
sinal * (asterisco) antes de determinadas contas indica que são contas redutoras ou
retificadoras.

3.6 TABELA DE EVENTOS

3.6.1 Conceituação

Evento é um código composto de seis dígitos utilizado pelas Unidades Gestoras no


preenchimento de documentos no Siafem, que transforma atos e fatos administrativos em
registro contábeis automáticos.
Os eventos são classificados em:
Ordinários: não apresentam características especiais;
Implícitos ou de máquina: aqueles cuja indicação é dispensada na transação;
Terminais: somente existentes nos lançamentos quando devem ser apresentados em
último lugar e que indicam ao sistema que outras ações devem ser cumpridas, tais como:
emissão de uma ordem bancária, guia de recebimento, etc.
Estornos: geram reflexos exatamente inversos aos respectivos eventos normais,
classificados em qualquer dos tipos anteriores.
65

3.6.2 Estrutura

Evento é composto de 6 (seis) dígitos assim especificados:


XX . X . XXX
1º e 2º dígitos - classes: identifica o conjunto de eventos de uma mesma natureza.
Os dois primeiros dígitos representam as transações existentes na tabela de eventos.
Exemplos:
10 = previsão de receita
20 = dotação
30 = movimentação de crédito
40 = empenho.
3º dígito - identifica o tipo de utilização:
Utilizado diretamente pelo Gestor
Utilizado internamente pelo sistema (evento de máquina)
Complementar do Evento do Gestor
Complementar do Evento Interno do Sistema
Estorno do Evento do Gestor
Estorno do Evento Interno do Sistema (evento de máquina)
Estorno do Evento complementar do Gestor
Estorno do Evento complementar Interno do Sistema.
4º, 5º e 6º dígitos - código seqüencial do evento variando de 001 a 999.
As classes dos eventos foram criadas em ordem crescente da ocorrência dos atos e
fatos, para facilitar o entendimento pelos usuários dos lançamentos contábeis como: previsão
da receita, fixação da despesa, movimento de crédito, empenho da despesa, liquidação da
despesa, programação de desembolso, etc.
EVENTO DESCRIÇÃO
10.0.000 Eventos de Previsão da Receita
20.0.000 Eventos de Dotação
30.0.000 Eventos de Movimentação de Crédito
40.0.000 Eventos de Empenho
50.0.000 Eventos de Apropriações, Retenções, Liquidações e Outros
51.0.000 Eventos de Apropriações de Despesas
52.0.000 Eventos de Retenções e Obrigações
53.0.000 Eventos de Liquidações de Obrigações
54.0.000 Eventos Diversos
55.0.000 Eventos de Apropriações de Direitos
56.0.000 Eventos de Liquidações de Direitos
60.0.000 Eventos de Restos a Pagar
61.0.000 Eventos de Liquidação de Restos a Pagar
70.0.000 Transferências Financeiras (Programação Financeira - PD)
80.0.000 Receita
66

3.6.3 Fundamentos Lógicos dos Eventos

3.6.3.1 Eventos das classes 10/20/30 e 40

Utilizados no registro dos atos orçamentários:


10.0.XXX - previsão da receita;
20.0.XXX - dotação de despesa;
30.0.XXX - movimentação de créditos orçamentários;
40.0.XXX - emissão de empenhos.
Direcionados para os documentos 10 - NL, 20 - ND, 30 - NC e 40 - NE;
As partidas contábeis desses eventos estão completas.

3.6.3.2 Eventos da classe 51 (movimento a débito)

Utilizado para o registro das apropriações da despesa no momento das ocorrências do


2º estágio da despesa (liquidação da despesa no Siafem é feita isoladamente).
Direcionados para os documentos NL, OB e GR;
A partida contábil do evento está incompleta. Exigem como complemento os eventos
da classe 52.0.XXX para retenção das obrigações.

3.6.3.3 Eventos da classe 52 (movimento a crédito)

Utilizado para o registro das obrigações e retenções na liquidação da despesa, ou


seja, complementam os eventos da classe 51.0.XXX;
Direcionados para o documento NL;
A partida contábil está incompleta.

3.6.3.4 Eventos da classe 53

Utilizado para fazer os pagamentos das obrigações ou estorno de lançamento feito


por GR.
Direcionados para os documentos OB e NL (para correção de lançamento ou
estorno);
A partida contábil desse evento está incompleta.

3.6.3.5 Eventos da classe 54

Utilizado para os fatos extra-caixa (atualizações, incorporações e baixas de


bens/direitos/obrigações) e atos potenciais (contratos, convênios, avais, fianças, hipoteca);
67

Direcionados para o documento NL;


A partida contábil desse evento está completa, porém em determinados casos poderá
se apresentar incompleto necessitando de outros eventos de contrapartida.

3.6.3.6 Eventos da classe 55

Utilizados para os fatos de natureza financeira que não passam pelo orçamento
(pagamento salário-família, auxílio-natalidade, auxílio-maternidade, etc);
Direcionados para os documentos NL;
A partida contábil desse evento está incompleta;
Todo evento 55.0.XXX tem um evento 56.0.XXX correspondente.

3.6.3.7 Eventos da classe 61 (não processado)

Utilizado para liquidar os restos a pagar não processados inscritos no fechamento do


exercício anterior e exigem como complemento, eventos da classe 52 para apropriação das
retenções ou da obrigação.

3.6.3.8 Eventos da classe 70

Utilizado para pagamento das obrigações 70.0.3XX e para as transferências


intragovernamentais 70.0.7XX
Direcionados para os documentos PD, OB, NL (estorno);
A partida contábil desse evento está incompleta.

3.6.3.9 Eventos da classe 80

Utilizados para registros das receitas diretamente arrecadadas;


Direcionados para os documentos NL e GR;
Partida contábil desse evento está incompleta;
Se for utilizado na GR o sistema completará o lançamento com evento de máquina;
Se for necessário apropriar uma receita já depositada em banco, deve-se apropriar por
meio de NL usando um evento 80.0.XXX juntamente com um 55.0.XXX para disponibilidade
imediata desse recurso no sistema.
68

Seqüência básica de operação dos eventos


SEQUÊNCIA DOCUMENTO EVENTO
Previsão Inicial da Receita NL 10
Fixação da Despesa (QDD) ND 20
Créditos Adicionais ND 20
Detalha Plano Interno e UGR – DETAPIUGR ND 20
Detalhamento de Fonte – DETAFONTE ND 20
Descentralização de Crédito Orçamentário NC 30
Autorização de Cota Financeira ND e NL 20/54
Emissão de Nota de Empenho NE 40
Liquidação de Nota de Empenho NL 51
Obrigação a Pagar NL 52
Programação de Desembolso PD 70
Execução da PD EXEPD
Ordem Bancária com PD OB 70
Ordem bancária sem PD OB 53
Recebimento de Receita GR 80

3.7 PROCEDIMENTOS PARA EMISSÃO DOS DOCUMENTOS

3.7.1 Nota de Dotação

1º Passo: O usuário emitirá Nota de Dotação quando do registro de dotação inicial,


suplementações ou anulações de créditos suplementares, especial, extraordinário ou operação
de crédito; remanejamento de crédito; liberação ou anulação de cota orçamentária.
Modelo de Tela

__ SIAFEM2007-EXEORC,UG,ND ( NOTA DE DOTACAO ) _______________________________


USUARIO : NOMNOMNOMNOMNOM
DATA EMISSAO : DDMMMAAAA NUMERO : 2007ND _____
UNIDADE GESTORA : Código UG emitente
GESTAO : Gestão UG emitente
TIPO REFERENCIA : __ DOC.REF.: _________ DATA REF.: _________
EVENTO : XXXXX

FONTE NATUREZA PLANO


ESF UO PROGRAMA TRABALHO RECURSO DESPESA U G R INTERNO V A L O R
_ _____ _________________ __________ ______ ______ ___________
_________________
_ _____ _________________ __________ ______ ______ ___________
_________________
_ _____ _________________ __________ ______ ______ ___________
_________________
_ _____ _________________ __________ ______ ______ ___________
_________________
OBSERVACAO :
_____________________________________________________________________________
_____________________________________________________________________________
_____________________________________________________________________________

Preenchimento:
Data de emissão: registrar a data de emissão do documento no formato DDMMMAAAA. O
sistema já traz este campo preenchido na data atualizada, porém se necessário, poderá ser
alterado, conforme necessidade.
69

Número: não preencher. O próprio sistema se encarregará de informar automaticamente este


número por Unidade Gestora.
Unidade gestora: informe o código da Unidade Gestora que está emitindo o documento. O
sistema já traz este campo preenchido com o código da Unidade Gestora em que o operador
está cadastrado, porém, se necessário, poderá ser alterado.
Gestão: informe o código da Gestão que está emitindo o documento.
Tipo de referência: informe o tipo de documento que originou o Orçamento, conforme tabela
abaixo:
01 - Lei
02 - Medida Provisória
03 - Decreto
04 - Portaria
05 - Transferência Constitucional
06 - Outros
Doc. ref.: informe o número do documento que originou o Orçamento.
Data ref.: informe a data de publicação do documento que originou o Orçamento.
Evento: informe o código do evento correspondente ao fato a ser registrado. Eventos iniciados
com 20XXXX.
ESF.: informe o código identificador do orçamento, podem ser: 1 - Fiscal, 2 - Seguridade ou 3
- Investimentos.
Unidade orçamentária: informe o código da unidade orçamentária com 5 (cinco) dígitos
numéricos de preenchimento obrigatório, verificar no QDD em caso de dúvida.
Programa de trabalho: informe o código do programa de trabalho correspondente a Funcional
Programática a ser associado ao PI.
Fonte de recurso: informe o código da Fonte de Recursos correspondente.
Natureza de despesa: informe o código que identifica a natureza de despesa correspondente.
UGR: informe com o código da UG responsável.
Plano interno: informe o código do plano interno que se deseja utilizar.
Valor: informe o valor da dotação (sem os pontos e as vírgulas).
Observação: preencher com informações adicionais de forma clara e objetiva que completem
a caracterização do fato ora registrada.

Notas:
Evento de estorno: 205.XXX
Após o fechamento do sistema, a data de emissão assumirá o 1º dia do mês que estiver aberto.

3.7.2 Nota de Crédito

1º Passo: A unidade gestora emitirá Nota de Crédito para movimentação de crédito


entre UG’s, bem como para destaque e provisões, usando os eventos iniciados por 300.XXX.
Provisão é descentralização interna de crédito entre unidades gestora pertencentes ao mesmo
órgão ou entidade, respeitando-se a classificação da funcional - programática, enquanto que
destaque é a descentralização externa de crédito entre unidade gestora de órgãos ou entidades
diferentes, respeitando-se a classificação da funcional - programática.
70

Modelo de Tela
__ SIAFEM2007-EXEORC,UG,NC ( NOTA DE CREDITO ) _______________________________
USUARIO : NOMNOMNONOMNOM
DATA EMISSAO : DDMMMAAAA NUMERO : 2007NC _____
UG EMITENTE : Código da UG emitente
GESTAO : Gestão da UG emitente
UG FAVORECIDA : ______
GESTAO FAVORECIDA : _____
EVENTO : ______

FONTE NATUREZA PLANO


ESF UO PROGRAMA TRABALHO RECURSO DESPESA U G R INTERNO V A L O R
_ _____ _________________ __________ ______ ______ ___________
_________________
_ _____ _________________ __________ ______ ______ ___________
_________________
_ _____ _________________ __________ ______ ______ ___________
_________________
_ _____ _________________ __________ ______ ______ ___________
_________________
OBSERVACAO :
_____________________________________________________________________________
_____________________________________________________________________________
_____________________________________________________________________________
Preenchimento:
Data de emissão: registre a data de emissão do documento na forma DDMMMAAAA. O
sistema já traz este campo preenchido com a data corrente, porém, se necessário, pode ser
alterado.
Número: não preencha, o sistema lhe informará automaticamente.
UG emitente: informe o código da unidade gestora, para qual está emitindo o documento. O
sistema já traz este campo preenchido com o código da unidade gestora em que o operador
estiver cadastrado, porém, se necessário, pode ser alterado.
Gestão: indique o código da gestão do órgão emitente.
Evento: informe o código do evento correspondente ao fato a ser registrado.
UO: informe o código da unidade orçamentária.
ESF.: informe o código identificador do orçamento, podem ser: 1 - Fiscal, 2 - Seguridade ou 3
- Investimentos.
Programa de trabalho: informe o código do programa de trabalho correspondente.
Fonte de recurso: informe o código da fonte de recursos correspondente.
Natureza de despesa: informe com código que identifica a natureza de despesa.
UGR: informe o código da UG responsável correspondente. No caso de ser a mesma da
emitente, não se faz necessário o preenchimento.
Plano interno: informe o código do plano interno correspondente.
Valor: informe o valor da dotação orçamentária (sem os pontos e as vírgulas).
Observação: preencher com informações claras e objetivas que complementem a
caracterização do fato a ser registrado.

3.7.3 Nota de Empenho

O empenho é uma das fases mais importantes por que passa a despesa pública,
obedecendo a um processo que vai até o pagamento. O empenho não cria obrigação e, sim,
crédito para garantia do pagamento assegurada na relação contratual existente entre o estado e
seus fornecedores e prestadores de serviços.
O artigo 60 da Lei n. 4.320/64, proíbe a realização de despesa sem emissão prévia da
Nota de Empenho. O empenho constitui instrumento de programação, pois, ao utilizá-lo
racionalmente, o órgão tem sempre o panorama dos compromissos assumidos e das dotações
ainda disponíveis, ou seja, o empenho é uma garantia para os fornecedores, prestadores de
71

serviços e empreiteiros, contratantes em geral. O conceito de empenho pressupõe


anterioridade. O empenho é ex-ante. Daí o receio de ter uma definição legal do empenho
meramente formal.
Os empenhos são do tipo ordinário, global, estimativo, são emitidos mediante prévia
autorização da cota de despesa disponível pela Coordenadoria de Programação Financeira na
conta contábil 29.311.05.02, e a existência de créditos orçamentários na conta contábil
29.212.01.02.
O empenho ordinário é aquele em que o emitente sabe as características do credor, a
importância exata que deve ser empenhada e a entrega do material ou a prestação do serviço
dar-se-á uma única vez. Esse tipo de empenho não admite reforço de empenho.
O empenho global é aquele em que o emitente sabe as características do credor, a
importância global exata e a entrega do material ou quando a prestação do serviço for
parcelada. A emissão desse tipo de empenho poderá ocorrer mediante a previsão do valor das
parcelas fixas para os meses da realização da despesa. Na hipótese da despesa ultrapassar o
valor empenhado, em decorrência de alteração de contrato ou de outra natureza legal, o saldo
do empenho global inicialmente emitido deverá ser anulado, emitindo-se novo empenho
global pelo valor resultante da somatória do saldo a liquidar com o valor do aditamento
contratual.
Já o empenho estimativo é aquele em que o emitente sabe as características do
credor, entretanto, não tem condições de saber a importância exata da despesa (utilidade
pública, pessoal, suprimento de fundos). O valor da previsão para os meses da realização da
despesa deverá corresponder ao constante no cronograma mensal de desembolso.
Esse tipo de empenho admite reforço de empenho, desde que haja saldo orçamentário
e financeiro. No empenho por estimativa o valor da despesa nunca poderá zerar a operação, o
usuário sempre deverá deixar um resíduo de R$ 1,00, para poder fazer o reforço de empenho
continuamente. As notas de empenhos por estimativa somente poderão ser objeto de reforço
quando houver disponibilidade orçamentária.
Na emissão de qualquer tipo de empenho, reforço ou anulação da despesa, as
Unidades Gestoras Emitentes - UG’s deverão utilizar os seguintes códigos de eventos
existentes no Siafem:
400091 - Empenho da Despesa
400092 - Reforço do Empenho
400093 - Anulação de Empenho do próprio exercício.
As Notas de Empenhos serão emitidas no mínimo em 2 (duas) vias, conforme
abaixo:
1ª via será entregue diretamente ao credor, por ofício, do órgão emissor;
2ª via será anexada ao respectivo processo
As vias das notas de empenhos deverão ser emitidas pelo Siafem e formalizadas com
a assinatura do ordenador de despesas da unidade gestora emitente. As notas de empenhos
deverão ser impressas através da transação >IMPNE, caso o usuário precise imprimi-la
novamente, deverá primeiro autorizar a impressão por meio da transação >REIMPNE,
posteriormente retornar a transação >IMPNE e imprimir o empenho.
72

A quantidade de item disponível na nota de empenho é de até 99 itens, havendo


necessidade de preenchimento em quantidade superior ao referido limite, o usuário deverá
emitir duas ou mais notas de empenho. O campo unidade e quantidade comportam até 6
dígitos.
O valor de cada item lançado será somado automaticamente pelo sistema, podendo o
usuário acompanhar diretamente na tela o seu total.

3.7.4 Nota de Lançamento

A Nota de Lançamento - NL representa o registro da apropriação/liquidação de


receita e de despesa, e demais fatos contábeis. A liquidação da despesa consiste na verificação
do direito do credor, tendo por base os títulos e documentos comprobatórios do respectivo
crédito, correspondendo ao 2º estágio da despesa, que caracteriza a entrega do objeto do
empenho à unidade gestora.
Na liquidação da despesa o usuário precisará dos eventos correspondentes, conforme
combinação de classe dos eventos a seguir:
510XXX - evento utilizado para contabilizar uma despesa do exercício reconhecida e
que esteja em condições de pagamento. Exigem como complemento, eventos da
classe 520XXX, para a retenção da respectiva obrigação na NL. O evento a ser
localizado no sistema será de débito na origem, pois contabilmente será debitada a
despesa.
5202XX - evento utilizado em conjunto com os 510XXX, que se destina ao registro
das obrigações e retenções, na liquidação da despesa para pagamento posterior. O
evento a ser localizado no sistema será de crédito na origem, pois contabilmente será
creditada a sua obrigação no passivo.
5303XX - evento utilizado para baixa de pagamento escritural
540XXX - evento utilizado para registro contábil diversos, tais como: lançamento
extra-caixa (baixa de almoxarifado, incorporação de bens móveis, apropriação de
correção monetária, baixa de móveis, baixa de títulos e valores, registros de
contratos, acordos, ajustes, convênios, etc.). Esse tipo de evento possui sua partida
contábil completa no Siafem.
550XXX - evento utilizado para registro dos fatos do sistema financeiro que não
passam pelo orçamento, tais como: pagamentos de salário-família, auxílio-natalidade,
salário-maternidade; impostos recolhidos a maior e transferências entre contas
bancárias da unidade. O evento a ser localizado no sistema será de débito na origem,
pois contabilmente será aumentada a sua conta do ativo.
560XXX - evento da classe 56.0.6XX é utilizado para liquidar direitos apropriados
pelos eventos 55.0.5XX. Na maioria das vezes, suas dezenas finais mantêm
correlação entre si. Esse tipo de evento possui a mesma lógica dos 52 e 53.
610XXX - evento utilizado para liquidação de despesa inscrita em restos a pagar não
processados do exercício anterior. Quando usados na OB, exigem como contrapartida
eventos de saída de banco e em NL os eventos da classe 52, mantendo-se a mesma
lógica dos eventos da classe 51.
73

700XXX - evento utilizado para efetuar transferências financeiras. Este tipo de


evento quando utilizado em OB gera um lançamento de banco como contrapartida
por meio de NS.
800XXX - evento utilizado para apropriação da receita e exige como contrapartida
eventos de entrada de numerário, ou seja, 550XXX.

3.7.4.1 Evento para estorno

Ocorrendo estorno de liquidação de despesa motivada por erro ou omissão de dados


ou inadequabilidade do objeto, deverá estar devidamente justificada em campo específico da
Nota de Lançamento - NL.
Para estorno de lançamento será necessário incluir o número 5 no terceiro dígito do
evento utilizado no lançamento indevido. Exemplo: evento utilizado 510100 para estorno do
lançamento fica 515100.

3.7.4.2 Preenchimento da Nota de Lançamento

1º Passo: Para emissão de a NL consultar previamente a tabela de eventos, o plano de


contas, e/ou instruções da Coordenadoria de Contabilidade/AGE para obtenção dos
respectivos códigos de eventos. Por meio da transação >NL será registrado a nota de empenho
e a obrigação a pagar no passivo:
Modelo de Tela
__ SIAFEM2007-EXEFIN,UG,NL ( NOTA DE LANCAMENTO ) ____________________________
USUARIO : NOMNOMNOMNOMNOM
DATA EMISSAO : DDMMMAAAA NUMERO : 2007NL _____
UNIDADE GESTORA : Código UG emitente
GESTAO : Gestão UG emitente
CGC/CPF/UG FAVORECIDA : 01452651000185 TAURUS DISTRIBUIDORA DE
GESTAO FAVORECIDA : _____

EVENTO INSCRICAO DO EVENTO CLASSIFICACAO FONTE V A L O R


510110 2007NE________________ 333903001 0100000000 1000 __________
520214 0100000000 1000 __________
______ ______________________ _________ __________ _________________
______ ______________________ _________ __________ _________________

Preenchimento:
Data emissão: registrar a data de emissão do documento no formato DDMMMAAAA. O
sistema já traz este campo preenchido com a data corrente, mas, se for necessário, poderá ser
alterado.
Número: não preencher. O sistema trará automaticamente.
Unidade gestora emitente: informar o código da unidade gestora que está emitindo o
documento. O sistema já traz este campo preenchido com o código da unidade gestora em que
o operador está cadastrado, mas, se for necessário, poderá ser alterado.
Gestão: indicar o código da gestão do documento.
CGC/CPF/UGE favorecido: registrar o número completo (inclusive dígito verificador), sem
separação do CNPJ ou CPF do credor, quando se tratar de pessoa jurídica ou física, ou ainda o
código da unidade beneficiada.
Gestão credor: informar o código da gestão se o credor for uma UG.
Evento: informar o código do evento que corresponda ao fato a ser registrado.
Inscrição do evento: informar a inscrição exigida pelo evento.
Classificação: informar a classificação contábil.
74

Fonte: digitar o código da fonte de recursos relativo a apropriação/liquidação, quando exigido.


Valor: registrar o valor do lançamento, sem pontos ou vírgula.
Observações:
1. Para os eventos relativos a apropriações de despesas, os três primeiros dígitos do
código são 510.
2. Para os eventos referentes a retenções e obrigações, os três primeiros dígitos do código
são 520.
3. O lançamento dos eventos 510 e 520 devem ser feitos simultâneos .
4. No exemplo acima, para o evento 51.0.110 a inscrição do evento exigida é o número
da NE e para o evento 52.0.214 a “inscrição do evento” é o número da NE.

2º Passo: Tecle <enter> para fazer o histórico da despesa:


Modelo de Tela
__ SIAFEM2007-EXEFIN,UG,NL ( NOTA DE LANCAMENTO ) ____________________________
USUARIO : NOMNOMNOMNOMNOM
DATA EMISSAO : DDMMMAAAA NUMERO : 2007NL _____
UNIDADE GESTORA : Código UG emitente
GESTAO : Gestão UG emitente
CGC/CPF/UG FAVORECIDA : 01452651000185 - TAURUS DISTRIBUIDORA DE PETROLEO LTD
GESTAO FAVORECIDA : _____

OBSERVACAO:
N.FISCAL NºXXXXX DA TAURUS DISTRIBUIDORA DE PETROLEO LTDA.____________________
_______________________________________________________________________________
_______________________________________________________________________________
Preencher no campo observação informações adicionais, claras e objetivas que completem a
caracterização do fato registrado.

3º Passo: Utilizada para confirmação da NL:


Modelo de Tela
__ SIAFEM2007-EXEFIN,UG,NL ( NOTA DE LANCAMENTO ) ____________________________
USUARIO : NOMNOMNOMNOMNOM
DATA EMISSAO : DDMMMAAAA NUMERO : 2007NL _____
UNIDADE GESTORA : Código UG emitente
GESTAO : Gestão UG emitente
CGC/CPF/UG FAVORECIDA : 01452651000185 - TAURUS DISTRIBUIDORA DE PETROLEO LTD
GESTAO FAVORECIDA : _____

EVENTO INSCRICAO DO EVENTO CLASSIFICACAO FONTE V A L O R


510110 2007NE________________ 333903001 0100000000 1000 __________
520214 0100000000 1000 __________

OBSERVACAO:
N.FISCAL NºXXXXX DA TAURUS REF MES DE MMM/AA
CONFIRMA (C/N/A) ? C (C - CONFIRMA N - NAO CONFIRMA A- ALTERA)

4º Passo: Após confirmação da NL tecle <enter> , surgirá o número da NL. É


importante anotar este número para consulta:
Modelo de Tela
__ SIAFEM2007-EXEFIN,UG,NL ( NOTA DE LANCAMENTO ) ____________________________
USUARIO : NOMNOMNOMNOMNOM

UNIDADE GESTORA : XXXXXX


GESTAO : XXXXX
NUMERO : AAAANLXXXXX

Tecle <enter> para continuar


75

3.7.5 Programação de Desembolso

A PD é utilizada para efetuar a programação dos desembolsos pela unidade gestora


de acordo com as disponibilidades financeiras do Estado. A PD funciona como uma pré-OB,
que será emitida no ato do pagamento pela unidade gestora ou pelo Tesouro do Estado, sendo
executada através da transação >EXEPD que gerará automaticamente uma OB com número
seqüencial do sistema.
Na emissão de PD não há efetivação da contabilização. Os eventos utilizados na PD
são os 700XXX, que servem para transformar as PD’s em OB’s. Havendo necessidade de
cancelar uma programação de desembolso antes de executá-la, o usuário deverá usar a
transação >CANPD.

3.7.5.1 Preenchimento da Programação de Desembolso

1º Passo: A emissão deste documento permite efetuar a programação dos


desembolsos:
Modelo de Tela
__ SIAFEM2007-EXEFIN,UG,PD ( PROGRAMACAO DESEMBOLSO ) ________________________
USUARIO : NOMNOMNOMNOMNO
DATA EMISSAO : DDMMMAAAA DATA VENCIMENTO : DDMMM2005 NUMERO : 2007PD _____
UG : Código UG emitente
GESTAO : Gestão UG emitente
NL REF. : 2007NL_____
PAGADORA
UG : Código UG emitente
GESTAO : Gestão UG emitente
BANCO : ___ AGENCIA : _____ CONTA CORRENTE : UNICA_____

FAVORECIDO
CGC/CPF/UG : 01452651000185 - TAURUS DISTRIBUIDORA DE PETROLEO LTDA
GESTAO : _____
BANCO : XXX AGENCIA : XXXXX CONTA CORRENTE : nº conta bancária

PROCESSO : __________________ VALOR : 1000 _________


FINALIDADE : PAGT. NF XXXXX ...__________________

EVENTO INSCRICAO DO EVENTO CLASSIFICACAO FONTE V A L O R


700314 2007NE _______________ 333903001 0100000000 1000 __________
______ ______________________ _________ __________ _________________

Preenchimento:
Data emissão: registrar a data de emissão do documento no formato DDMMMAAAA. O
sistema já traz este campo preenchido com a data corrente.
Data vencimento: registrar a data de vencimento da obrigação.
Número: não preencher. O sistema trará automaticamente.
UG: informar o código da UG que está emitindo o documento. O sistema já traz esse campo
preenchido com o código da UG em que o operador está cadastrado, se for necessário, poderá
ser alterado.
Gestão: digitar o código da gestão do documento.
NL referência: digitar o número do documento que efetuou a apropriação da despesa e/ou a
retenção.
UG pagadora: digitar o código da UG que efetuará o pagamento.
Gestão: digitar o código da gestão que efetuará o pagamento.
76

Banco: informar o código que identifica, no serviço de compensação, o banco de domicílio da


UG pagadora, ou deixar em branco caso apareça à expressão “UNICA” no campo conta
corrente.
Agência: digitar o código da agência bancária da UG pagadora, inclusive o dígito verificador,
sem hífen, ou deixar em branco caso apareça à expressão “UNICA” no campo conta corrente.
Conta corrente: registrar o número da conta corrente mantida pela UG pagadora na agência
bancária de domicílio, inclusive dígito verificador, sem hífen. No caso de utilização da conta
única, aparecerá à expressão “UNICA”, e o sistema já traz o domicílio bancário principal da
UG.
CGC/CPF/UGE: registrar o número completo (inclusive dígito verificador), sem separação do
CGC ou CPF do credor, tratando-se de pessoa jurídica ou física, ou ainda, o código da UG
beneficiária.
Gestão: digitar o código da gestão se o credor for uma UG.
Banco: não preencher, pois o sistema informará o domicílio bancário do credor
automaticamente.
Agência: não preencher, pois o sistema informará o domicílio bancário do credor
automaticamente.
Conta corrente: não preencher, pois o sistema informará o domicílio bancário do credor
automaticamente.
Obs.: não preencher o domicílio bancário do favorecido. Caso o favorecido tenha apenas um
domicílio na tabela de credores o sistema trará automaticamente. Caso tenha mais de um, o
sistema mostrará uma tela para que o usuário escolha o domicílio desejado. Quando a PD
contiver anexo preencher o código do banco e agência e no campo conta corrente poderá ser
usada uma das seguintes palavras cadastrada no Siafem: ARQUIVO, BOLSA AUX,
CDC/BB, CHEQUE ADM, DIARIAS, FGTS, FL PGTO, INSS, ISS, PAGAMENTO, PDI,
PENSOES, REFIN, SAL. EDUCAC, SUP FUNDOS.
Processo: digitar o número do processo gerador do pagamento realizado.
Valor: preencher com o valor total do pagamento, sem pontos ou vírgula.
Finalidade: indicar a finalidade do pagamento, com informações claras e objetivas, que
melhor caracterizem o pagamento.
Evento: informar o código do evento que corresponda ao fato a ser registrado.
Inscrição do evento: informar a inscrição quando exigida pelo evento.
Classificação: informar a classificação contábil adequada ao evento para indicar a natureza de
despesa/receita, quando exigido.
Fonte: digitar o código da fonte de recursos relativo à apropriação/liquidação, quando exigido.
Valor: registrar o valor do lançamento, sem pontos ou vírgula.
77

2º Passo: Utilizada para as confirmações das informações lançadas na PD:


Modelo de Tela
__ SIAFEM2007-EXEFIN,UG,PD ( PROGRAMACAO DESEMBOLSO ) ________________________
USUARIO : NOMNOMNOMNOMNO
DATA EMISSAO : DDMMMAAAA DATA VENCIMENTO : DDMMM2005 NUMERO : 2007PD _____
UG : Código UG emitente
GESTAO : Gestão UG emitente
NL REF. : 2007NL_____
PAGADORA
UG : Código UG emitente
GESTAO : Gestão UG emitente
BANCO : ___ AGENCIA : _____ CONTA CORRENTE : UNICA_____

FAVORECIDO
CGC/CPF/UG : 01452651000185 - TAURUS DISTRIBUIDORA DE PETROLEO LTDA
GESTAO : _____
BANCO : XXX AGENCIA : XXXXX CONTA CORRENTE : nº conta bancária

PROCESSO : XX/XX.XXX/AA________ VALOR : 1000__________


FINALIDADE : PAGT. NF XXXXX ...__________________

EVENTO INSCRICAO DO EVENTO CLASSIFICACAO FONTE V A L O R


700314 2007NE _______________ 333903001 0100000000 1000_____ _____
______ ______________________ _________ __________ _________________
______ ______________________ _________ __________ _________________
CONFIRMA (C/N/A) ? C ( C -CONFIRMA N - NAO CONFIRMA A - ALTERA)

3º Passo: Após confirmação tecle <enter> para gerar o número da PD:


Modelo de Tela
__ SIAFEM2007-EXEFIN,UG,PD ( PROGRAMACAO DESEMBOLSO ) ________________________
USUARIO : NOMNOMNOMNOMNO

UNIDADE GESTORA : XXXXXX


GESTAO : XXXXX
NUMERO : AAAAPDXXXXX
TECLE <ENTER> PARA CONTINUAR

3.7.6 Ordem Bancária

A Ordem Bancária destina-se ao pagamento de compromissos e transferência de


recursos financeiros, podendo ser do tipo externas e internas, conforme demonstrada no
quadro abaixo.
ExternasInternas (Intra-Siafem)
OBC - Ordem Bancária de Crédito: tira recursos da conta única para pagamento a
terceiros, podendo ser no mesmo banco da conta única ou em outro banco, e neste caso
funciona como um DOC e está sujeito aos prazos estipulados pelo banco.
OBB - Ordem Bancária de Banco: tira recursos da conta única e transfere para o
banco e agência informados na OB. Utilizada para pagamento de FGTS, INSS e Folha de
Pagamento. Transfere recursos da Conta Única de uma UG para Conta Única de outra UG,
esta OB não tramita pela rede bancária e a disponibilidade é imediata para a UG favorecida.
Transfere recursos depositados na conta tipo "C" para Conta Única da Unidade Gestora.
Abaixo, descrevemos algumas transferências de recursos realizadas através de OB:
Evento 550550 - Transfere recursos da conta única para conta "D" da própria gestão.
Evento 530614 - Transfere recursos da conta "D" para conta "D" da mesma Unidade;
conta "D" para conta "C" da mesma Unidade; conta "D" para conta "C" de gestão diferente;
conta "D" para conta "C" de gestão diferente; conta única para conta "D" da mesma Unidade e
da conta única para conta "C" da mesma Unidade.
78

Evento 700517 - Transferência de saldos bancários entre contas da própria Unidade


Gestora e apropriação de outros valores em trânsito.
Nota: OB’s não correspondidas: a contabilização da OB não correspondida será
realizada por NL, informando o número 535XXX com os três últimos dígitos conforme o
evento utilizado na OB.

3.7.6.1 Preenchimento de Ordem Bancária

1º Passo: Para gerar Ordem Bancária o Tesouro do Estado/Unidade Gestora


autorizada, procederá à execução através da transação >EXEPD ou emitirá a ordem bancária
através da transação >OB.
Modelo de Tela
__ SIAFEM2007-EXEFIN,UG,EXEPD ( EXECUTA PROGRAMACAO DESEMBOLSO ) _____________
USUARIO : NOMNOMNOMNOMNO
UNIDADE GESTORA : Código da UG emitente (Tesouro do Estado/UG)

GESTAO : Gestão da UG emitente (Tesouro do Estado/UG)

UG LIQUIDANTE : Código da UG emitente da PD

DATA INICIAL : _____ 2007

DATA FINAL : _____ 2007

INFORME NO CAMPO 'DATA': 2007 PARA AS PD'S DO EXERCICIO ATUAL OU


2006 PARA AS PD'S DO EXERCICIO ANTERIOR

Preenchimento:
Unidade gestora: informar o código da UG que está emitindo o documento. O sistema já traz
esse campo preenchido com o código da UG em que o operador está cadastrado, se for
necessário, poderá ser alterado.
Gestão: digitar o código da gestão da UG emitente do documento.
UG liquidante: informar o código da UG emitente da PD.
Data inicial: informar a data inicial da emissão da PD que se deseja gerar OB, formato:
DDMMM.
Data final: informar a data final da emissão da PD que se deseja gerar OB, formato:
DDMMM.
79

2º Passo: Tecle <enter>


Modelo de Tela
__ SIAFEM2007-EXEFIN,UG,OB ( ORDEM BANCARIA ) ________________________________
USUARIO : NOMNOMNOMNOMNO
DATA EMISSAO : DDMMMAAAA NUMERO : 2007OB _____
UNIDADE GESTORA : Código UG emitente
GESTAO : _____

DOMICILIO BANCARIO EMITENTE


BANCO : ___ AGENCIA : _____ CONTA CORRENTE : UNICA_____

FAVORECIDO
CGC/CPF/UG : ______________
GESTAO : _____

DOMICILIO BANCARIO FAVORECIDO


BANCO : ___ AGENCIA : _____ CONTA CORRENTE : __________

PROCESSO : ____________________ VALOR : _________________


FINALIDADE : ________________________________________

EVENTO INSCRICAO DO EVENTO CLASSIFICACAO FONTE V A L O R


______ ______________________ _________ __________ _________________
______ ______________________ _________ __________ _________________
______ ______________________ _________ __________ _________________
Preenchimento:
Data de emissão: registre a data de emissão do documento no formato DDMMMAAAA. O
sistema já traz este campo preenchido com a data corrente, porém, se necessário, pode ser
alterado.
Número: não preencha o sistema lhe informará automaticamente.
Unidade gestora: informe o código da UG que está emitindo o documento, o sistema já traz
este campo preenchido com o código da UG em que o operador estiver cadastrado, porém se
necessário, pode ser alterado.
Gestão: indique o código da gestão que estiver emitindo o documento.
Banco: informe o código que identifica, no serviço de compensação, o banco do domicílio
bancário da UG que está emitindo o documento.
Agência: informe o código que identifique, no serviço de compensação, a agência do
domicílio bancário da UG que está emitindo o documento, inclusive o dígito verificador, sem
hífen, ou deixe em branco, caso utilize a expressão “ÚNICA” no campo conta corrente.
Conta corrente: registre o número da conta-corrente mantida pela UG pagadora na agência
bancária de domicílio, inclusive o dígito verificador, sem hífen. No caso de utilização da conta
única, utilizar a expressão “ÚNICA”
CGC/CPF/UG: registre o número completo (inclusive dígito verificador), sem separação do
CNPJ ou CPF do credor, conforme se tratar de pessoa jurídica ou física, ou ainda o código da
unidade gestora beneficiária.
Gestão: informe o código da gestão se o credor for uma UG.
Banco: informe o código que identifica o banco do favorecido.
Agência: informe o código que identifica a agência do favorecido, inclusive o dígito
verificador, sem hífen.
Conta corrente: registre o número da conta-corrente do favorecido, inclusive o dígito
verificador, sem hífen. No caso de o favorecido ser uma UG e for utilizada sua conta única,
utilize a expressão “ÚNICA”.
Processo: informe o número do processo gerador do pagamento a ser realizado.
Valor: preencher com o valor total do pagamento, sem os pontos e as vírgulas.
Finalidade: indique a finalidade do pagamento, com informações claras e objetivas, que
caracterizem o pagamento.
Evento: informe o código do evento correspondente ao fato a ser registrado.
80

Inscrição do evento: informe a inscrição do evento exigida pelo evento.


Classificação: informe a classificação da conta contábil adequada ao evento.
Fonte: informe a fonte de recurso relativo a apropriação/liquidação.
Valor: informe o valor do lançamento, sem os pontos e as vírgulas.

3.7.7 Guia de Recebimento

A Guia de Recebimento é utilizada para registros de arrecadação de receitas próprias


e recolhimento de depósitos de diversas origens. O numerário recebido na tesouraria da
unidade gestora será registrada através de guia de recebimento no Siafem. Os eventos
utilizados na GR para registrar receita são os 800XXX.
O estorno de GR será realizado por meio de NL, informando o evento utilizado na
GR com o número 5 no terceiro dígito combinado com um evento de banco 550XXX.
Exemplo: Na primeira linha informar 805XXX. Na segunda linha informar 555XXX.

3.7.7.1 Preenchimento da Guia de Recebimento

Modelo de Tela
__ SIAFEM2007-EXEFIN,UG,GR ( GUIA DE RECEBIMENTO ) ___________________________
USUARIO : NOMNOMNOMNOMNO
DATA EMISSAO : DDMMMAAAA NUMERO : 2007GR _____
DATA RECEBIMENTO : DDMMMAAAA
UNIDADE GESTORA : Código UG emitente
GESTAO : Código gestão UG emitente
DOMICILIO BANCARIO
BANCO : ___
AGENCIA : _____
CONTA CORRENTE : __________
RECOLHEDOR
CGC/CPF/UG : ______________
GESTAO : _____

EVENTO INSCRICAO DO EVENTO CLASSIFICACAO FONTE V A L O R


______ ______________________ _________ __________ _________________

FINALIDADE :
__________________________________________________
__________________________________________________
__________________________________________________
ORDEM BANCARIA DE REFERENCIA : ___________

Preenchimento:
Data de emissão: registre a data de emissão do documento no formato DDMMMAAAA. O
sistema já traz este campo preenchido com a data corrente, porém, se necessário, pode ser
alterado.
Número: não preencha, o sistema lhe informará automaticamente.
Data de recebimento: registre a data do recebimento de recursos, efetuado na conta “C” do
seu Órgão.
Unidade gestora: informe o código da UG que está emitindo o documento. O sistema já traz
este campo preenchido com o código da UG em que o operador estiver cadastrado, porém se
necessário, pode ser alterado.
Gestão: indique o código da gestão da UG que estiver emitindo o documento.
Banco: informe o código que identifica, no serviço de compensação, o banco de domicílio
bancário da UG que está emitindo o documento.
Agência: informe o código que identifica a agência bancária da UG que está emitindo o
documento, inclusive o dígito verificador, sem hífen.
81

Conta corrente: registre o número da conta-corrente mantida pela UG pagadora na agência


bancária, inclusive o dígito verificador, sem hífen.
CGC/CPF/UG: registre o número completo (inclusive dígito verificador), sem separação do
CNPJ ou CPF do credor, conforme se tratar de pessoa jurídica ou física, ou ainda o código da
UG recolhedora.
Gestão: informe o código da gestão se o credor for uma UG.
Evento: informe o código do evento correspondente ao fato a ser registrado.
Inscrição do evento: informe a inscrição exigida pelo evento.
Classificação: informe a classificação da conta contábil adequada ao evento.
Fonte: informe o código da fonte de recurso relativo a apropriação/liquidação.
Valor: informe o valor do lançamento, sem os pontos e as vírgulas.
Finalidade: indique a finalidade do recebimento, com informações claras e objetivas, que
caracterizem o fato a ser registrado.
Ordem bancária de referência: sem utilização, não preencher.

3.7.8 Nota de Lançamento de Sistema

Documento gerado internamente no sistema após emissão de >NLINCORP ou >NLGERAL

1º Passo: A CCONT fará a incorporação do saldo de balanço das unidades gestoras


de exercício anterior e de outros sistemas mediante a transação >NLINCORP, de uso
exclusivo da CCONT
Modelo de Tela
__ SIAFEM2007-GESTOR,ADMINISTRA,NLINCORP ( NOTA DE LANCAMENTO INCORPORADA ) __
USUARIO : NOMNOMNOMNOMNOM
DATA EMISSAO : DDMMMAAAA NUMERO : 2007NS _____
UNIDADE GESTORA : Código da UG emitente
GESTAO : Gestão UG emitente
OPCAO DE LANCAMENTO : _ ( A - ABERTURA, N - NORMAL )

D/C CLASSIFICACAO CONTA CORRENTE V A L O R


_ _________ ______________________ _________________
_ _________ ______________________ _________________
_ _________ ______________________ _________________
_ _________ ______________________ _________________
_ _________ ______________________ _________________
_ _________ ______________________ _________________
_ _________ ______________________ _________________
_ _________ ______________________ _________________

OBSERVACAO :
_____________________________________________________________________________
_____________________________________________________________________________
_____________________________________________________________________________

Preenchimento:
Data de emissão: registre a data de emissão do documento no formato DDMMMAAAA. O
sistema já traz este campo preenchido com a data corrente, porém, se necessário, pode ser
alterado.
Número: não preencha o sistema lhe informará automaticamente.
Unidade gestora: informe o código da UG que está emitindo o documento. O sistema já traz
este campo preenchido com o código da UG em que o operador estiver cadastrado, porém se
necessário, pode ser alterado.
Gestão: indique o código da gestão da UG que estiver emitindo o documento.
Opção de lançamento: informe A (abertura) para incorporação de saldo de exercício anterior
ou N (normal) para lançamento do mês do exercício corrente.
82

D/C: informe D para débito e C para crédito de acordo com o que se deseja registrar.
Classificação: informe a conta contábil desejada.
Conta corrente: informe conforme pede a conta contábil: CNPJ/CPF/IG/UG+GESTÃO.
Valor: informe o valor que se deseja lançar.
Observação: Preencher com informações adicionais, claras e objetivas, que completem a
caracterização do fato registrado.

2º Passo: A CCONT emitirá >NLGERAL quando constatar erro de lançamento nos


documentos emitidos pelas Unidades Gestoras, transação de uso exclusivo da CCONT.
Modelo de Tela
__ SIAFEM2007-GESTOR,ADMINISTRA,NLGERAL ( NOTA DE LANCAMENTO GERAL ) ________
USUARIO : NOMNOMNOMNOMNOM
DATA EMISSAO : DDMMMAAAA
UNIDADE GESTORA : Código UG Emitente
GESTAO : Gestão UG Emitente
OPCAO DE LANCAMENTO : _ ( A - ABERTURA, N - NORMAL, T - MES 13, Q - MES 14 )

D/C CLASSIFIC CONTA CORRENTE V A L O R


_ _________ ___________________________________________ _________________
_ _________ ___________________________________________ _________________
_ _________ ___________________________________________ _________________
_ _________ ___________________________________________ _________________
_ _________ ___________________________________________ _________________
_ _________ ___________________________________________ _________________
_ _________ ___________________________________________ _________________
_ _________ ___________________________________________ _________________

OBSERVACAO :
_____________________________________________________________________________
_____________________________________________________________________________
_____________________________________________________________________________

Preenchimento:
Data de emissão: registre a data de emissão do documento no formato DDMMMAAAA. O
sistema já traz este campo preenchido com a data corrente, porém, se necessário, pode ser
alterado.
Número: não preencha o sistema lhe informará automaticamente.
Unidade gestora: informe o código da UG que está emitindo o documento. O sistema já traz
este campo preenchido com o código da UG em que o operador estiver cadastrado, porém se
necessário, pode ser alterado.
Gestão: indique o código da gestão da UG que estiver emitindo o documento.
Opção de lançamento: informe A (abertura) para incorporação de saldo de balanço de
exercício anterior; N (normal) para lançamento normal no mês de exercício corrente; T (mês
13) para realizar ajustes no encerramento do exercício; Q (mês 14) para transferência dos
saldos de gestão.
D/C: informe D para débito e C para crédito de acordo com o que se deseja registrar.
Classificação: informe a conta contábil desejada.
Conta corrente: informe de acordo com o que se pede a conta contábil:
CNPJ/CPF/IG/UG+GESTÃO.
Valor: informe o valor que se deseja lançar.
Observação: preencher com informações adicionais, claras e objetivas, que completem a
caracterização do fato registrado.
4 SISTEMA FINANCEIRO DA CONTA ÚNICA

A conta única representa a unificação de todas as contas bancárias utilizadas pelo


Estado por meio das unidades gestoras participantes do Siafem. Os ingressos na conta única
ocorrem mediante as entradas de receitas tributárias e receitas próprias de todas as unidades
que participam do Siafem.
No sistema Siafem cada entidade terá uma subconta denominada conta única da UG.
As transferências de numerário na conta única entre UG serão realizadas mediante a emissão
de OB.
O sistema da conta única é operacionalizado com o suporte das contas “C” e “D”,
onde:
Conta “C” ou de recursos transitórios: movimenta os recursos oriundos de ordem
bancária decorrente de erros ou quaisquer devoluções pagas indevidamente, suprimento de
fundos e repasse financeiro não utilizado, bem como outros valores não recolhidos ou
recolhíveis por meio de documento próprio de arrecadação estadual;
Conta “D” ou de controle específico: movimenta os recursos financeiros de
convênios e transferências constitucionais.
Esse sistema também é movimentado com os recursos orçamentários e extra-
orçamentários, exceto os provenientes de convênios que não possam ser movimentados por
força de lei federal.

4.1 TIPOS DE ORDENS BANCÁRIAS

4.1.1 Externas

OBC - Ordem Bancária de Crédito (tipo 12): utilizada para pagamentos por meio de
crédito em conta corrente do favorecido na rede bancária.
OBB - Ordem Bancária de Banco (tipo 13): utilizada para pagamentos de caráter
prioritário a diversos credores mediante lista eletrônica, assim como para documentos em que
o agente financeiro deva dar quitação ou para quitação de folha de pessoal, FGTS, INSS.
OBP - Ordem Bancária de Pagamento (não utilizada pelo Tesouro): utilizada para
pagamentos diretamente ao credor, em espécie, junto à agência de domicílio da unidade
gestora, quando for comprovada a inexistência de domicílio bancário do credor ou quando for
necessária a disponibilidade imediata dos recursos correspondentes.

4.1.2 Internas

OB Intra-Siafem: transfere recursos da conta única de uma UG para conta única de


outra UG, esta OB não tramita pela rede bancária e a disponibilidade é imediata para a UG
favorecida. Assim como, transfere recursos depositados da conta tipo “C” para a conta única
da UG, funciona como depósito e consta do arquivo enviado ao banco.
84

4.2 FUNCIONOGRAMA DA CONTA ÚNICA NO SIAFEM

4.2.1 Pagamento de ordem bancária

1. O Tesouro transfere recursos para a UG.


2. A UG emite PD, o Tesouro seleciona a que será paga e executa através da
transação >EXEPD, transformando-a em OB.
3. O Tesouro acessa a UG e emite OB para devolução do recurso não utilizado que
será relacionada na RT (Relação de Transferência).
4. O Tesouro envia fita ao Banco do Brasil S/A.
5. O Tesouro imprime a OB no mesmo dia de sua emissão e leva a RE (Relação
Externa) ao banco, e este efetua o débito da conta única no período noturno, e no dia seguinte
à emissão da OB, o Banco do Brasil S/A efetua o crédito na conta do favorecido.
6. No caso de OB tipo treze, a UG deverá encaminhar à agência central do Banco do
Brasil S/A os anexos constando os favorecidos para o crédito. Este tipo de OB realiza o saque
na conta única, ficando o recurso à disposição para crédito aos favorecidos constantes nos
anexos da OB.

4.2.2 Cancelamento de “OB”

De acordo com o pedido da UG, a OB pode ser cancelada pelo Tesouro antes da
emissão da relação externa e do fechamento da fita magnética, através da transação
>CANOB-CTU.
7. A UG pode cancelar a OB após o encaminhamento da RE ao banco, emitindo NL
anulando o pagamento, retornando o recurso à conta “C” da própria UG.
7.1 - A UG emite a NL relativa as OB’s não processadas e/ou devolvidas pelo Banco
do Brasil S/A).
7.2 - A OB tipo 21 da conta “C” para conta única volta por conciliação gerando uma
NS.

4.2.3 Transferência de recursos da conta “C” para conta única

8. A UG emite PD transferindo recursos da conta “C” para a sua conta única, ficando
o recurso disponível para emissão de nova PD depois de sanadas as irregularidades.
9. O Tesouro executa a PD transformando-a em OB transferindo os recursos da conta
“C” para a conta única de sua própria unidade, gerando uma RT (Relação de Transferência).

4.2.4 Pagamento de ordem bancária - Banco do Brasil

A - O Tesouro envia arquivo para pagamento a Agência/Sistema Central do Banco do Brasil


S/A na noite anterior;
85

B - No dia seguinte, a Agência/Sistema Central do Banco do Brasil S/A se encarrega de


efetuar os créditos após receber a RE e confrontá-la com as OB’s recebidas no arquivo
enviado na noite anterior, independente de agência ou banco;
C - Neste mesmo dia, a Agência/Sistema Central do Banco do Brasil S/A fornece retorno ao
Tesouro do Estado com as possíveis inconsistências ocorridas nos créditos dos clientes do
mesmo banco, podendo consultar por meio da transação >CONMOVCTU;
D - Quando ocorre este tipo de problema, o recurso é debitado da conta única destinado ao
favorecido com irregularidade e é creditada na conta “C” da própria unidade gestora, a qual
transfere para sua conta única.

4.2.5 Cancelamento de Ordem Bancária - Banco do Brasil

E - A Agência Central do Banco do Brasil S/A credita na conta “C” da UG o recurso


relativo ao cancelamento da OB, procedendo-se o estorno do pagamento.

4.2.6 Transferência de recursos para a conta única - Banco do Brasil

F - Transferência de recursos da conta “C” para a conta única da própria unidade


emitindo PD.

4.2.7 Rejeição do pagamento da OB por parte do Banco do Brasil

O Banco do Brasil S/A poderá rejeitar o cumprimento de uma OB, nesse caso o
banco retira o recurso da conta única e transfere para a conta “C” da UG. Ao tomar
conhecimento do fato, a UG deve verificar se o valor relativo a OB foi efetivamente creditado
na conta “C” da UG, regularizando a situação através de NL.

4.3 OUTROS PROCEDIMENTOS

Diariamente o sistema é fechado, e após o seu fechamento as OB’s não canceladas


serão encaminhadas por transferência de arquivos ao banco. O banco validará as OB’s
recebidas em seus cadastros e retornará os pagamentos inconsistentes que serão processados
no Siafem antes da reabertura do mesmo. Este retorno possibilitará a conciliação bancária de
todos os pagamentos emitidos pelo Estado.
Não poderá haver depósitos diretos na conta única no banco, exceto os referentes às
arrecadações Estaduais ou Municipais, e neste caso utilizará o documento de depósito do
banco, e que devem ser verificados pelo Gestor da Unidade para que se possa fazer o devido
registro contábil no Siafem por meio da opção >NL.
Qualquer outro depósito na conta única terá que passar pela conta tipo “C”, isto se
deve ao fato de fornecer subsídios ao gestor para identificar e controlar todas as transferências
para a conta única. Não poderá haver nenhum pagamento da UG utilizando a conta “C”, esta
conta é utilizada apenas para depósitos e posterior transferência para a conta única da própria
UG.
86

OB’s Banco do Brasil para Banco do Brasil


Crédito para fornecedor = D + 2 D = dia da emissão da OB, acrescido de n dias.
Folha de pagamento =D
OB’s Banco do Brasil para Outros Bancos
Valor até R$ 5.000,00 (DOC)
Valor superior a R$ 5.000,00 (TED)
Crédito para fornecedor = D + 3 (DOC)
D + 2 (TED)

4.3.1 Retorno (cancelamento)

Conta Única
OB foi cancelada (tipo 11, 12, 13) = Unidade Gestora tem que fazer estorno manual e
depois emitir nova PD
OB conta “C”/Única (tipo 21) = estorno automático, podendo emitir PD novamente.
Contas “D”
Estorno automático para qualquer OB, podendo fazer nova PD.

4.3.2 Retorno

No dia seguinte da emissão da OB, retornam as que foram cancelados pelos seguintes
motivos:
− CNPJ do credor inválido, ou
− Conta corrente inválida
Neste mesmo dia retornam, também, as OB’s que foram pagas em dias anteriores, e o
retorno dessas OB’s pode demorar até sete dias para pagamento ou cancelamento de
DOC/TED. As OB’s pagas ou canceladas do Banco do Brasil demoram em média D + 2.

4.4 CONCILIAÇÃO BANCÁRIA DA CONTA ÚNICA

1° - Na primeira hora da manhã, imprimir o extrato da conta única do dia anterior;


2° - Imprimir o razão da conta única no Siafem;
3° - Conciliar o razão com o extrato, havendo divergências, identificar a origem das
diferenças;
4° - Consultar pasta de ofícios expedidos para checar se houve pagamento realizado
mediante ofício para regularização;
5° - Conciliar planilha de arrecadação enviada pelo banco com o extrato da conta
única;
87

6° - Relacionar os créditos pendentes no extrato da conta única, para posteriormente


solicitar ao banco os documentos relativos a esses créditos para lançamento no Siafem;
7° - Conferir os cheques que apresentaram insuficiência de fundos devolvidos pelo
banco com o extrato da conta única;
8° - Verificar diariamente no extrato da conta única a ocorrência de cobrança de
tarifa ou juros, havendo, solicitar imediatamente ao banco o estorno desse lançamento;
9° - O fechamento do movimento da conta única é mensal, onde o saldo da conta
única no banco deve ser igual ao do Siafem, caso o saldo do banco apresente valor maior do
que o registrado, inicialmente é solicitado ao banco aviso de rendimento de aplicação;
persistindo a diferença fica como pendência até sua identificação, posteriormente, registra-se
no sistema;
10 - Quando o saldo do sistema estiver maior do que o banco deve-se identificar os
lançamentos e solicitar as unidades gestoras a regularização dessa diferença.
5 FOLHA DE PAGAMENTO E ENCARGOS

1º Passo: A folha de pagamento será emitida por empenho estimativo, podendo a


Unidade Gestora efetuar reforço de empenho do mês anterior e assim sucessivamente até o
último mês do exercício. Favorecido: PF0000001

2º Passo: A unidade gestora apropriará a despesa da folha de pagamento no mês de


competência.
Modelo apropriação da folha por item
__ SIAFEM2007-EXEFIN,UG,NL ( NOTA DE LANCAMENTO ) ____________________________
USUARIO : NOMENOMENOMENOME
DATA EMISSAO : DDMMMAAAA NUMERO : 2007NL _____
UNIDADE GESTORA : Código UG emitente
GESTAO : Gestão UG emitente
CGC/CPF/UG FAVORECIDA : PF0000001
GESTAO FAVORECIDA : _____

EVENTO INSCRICAO DO EVENTO CLASSIFICACAO FONTE V A L O R


510100 2007NEXXXXX___________ 33X90XXYY 0XX0000000 VLR BRUTO VENC.__
510100 2007NEXXXXX___________ 33X90XXYY 0XX0000000 VLR BRUTO________
510100 2007NEXXXXX___________ 33X90XXYY 0XX0000000 VLR BRUTO________
520299 CGC/CPF/IG/999 OU NULO _________ 0XX0000000 SOMA VLR BRUTO___
OBSERVAÇÃO:
APROPRIACAO DA FOLHA DE PAGAMENTO REFERENTE A MMM/AAAA.

PROVENTOS

01 - APROPRIAÇÃO DE CADA ITEM


- 510100 Valor Bruto da Folha p/ item (c/ exceção Sal. Família)
- 510100 Idem
- 510100 Idem
- 520299 Soma dos itens
* Liquidar 03 (três) itens por NL.

02 - ADIANTAMENTO DE SALÁRIO-FAMÍLIA/SALÁRIO-MATERNIDADE - CLT/ESTATUTÁRIO


- 550512 (Sal. Família)
- 550513 (Sal. Maternidade)
- 520298 (Sal. Família) ou (Sal. Maternidade)
PF0000028 - SAL FAMÍLIA INSS PF0000188 - SAL FAM MS PREV
PF0000177 - SAL MATERNIDADE INSS PF0000189 - SAL MAT MS PREV
PF0000191 - AUX DOENÇA INSS PF0000190 - AUX DOENÇA MSPREV
89

ENCARGOS

01 - APROPRIAÇÃO DO INSS PATRONAL


- 510100
- 520305

02 - APROPRIAÇÃO DO MS-PREV PATRONAL


Favorecido: CNPJ DO MSPREV
331911314 - Msprev patronal civil
- 510097 331911315 - Msprev patronal militar
333914725 - Contr. Msprev - art 117 Lei n° 3.150
- 520194 333914726 - Contr Msprev art. 122 Lei n° 3.15 0

03 - APROPRIAÇÃO DO FGTS
- 510100
- 520206

04 - APROPRIAÇÃO ASSISTÊNCIA SAÚDE PATRONAL (CASSEMS,UNIMED,UNISAÚDE)


- 510100
- 520332

3º Passo: Liquidação dos descontos da folha de pagamento. Caso uma NL não seja
suficiente para o lançamento deverá ser emitida outra até a conclusão de todas as retenções.
Nesse caso, o saldo da 1ª NL será transportado para a seguinte e assim sucessivamente até a
última. O valor da retenção na NL será o bruto e na PD o líquido.

NL - APROPRIAÇÃO DOS DESCONTOS EM FOLHA DE PAGAMENTO


__ SIAFEM2007-EXEFIN,UG,NL ( NOTA DE LANCAMENTO ) ____________________________
USUARIO : XXXXXX
DATA EMISSAO : DDMMMAAAA NUMERO : 2007NL _____
UNIDADE GESTORA : Código UG emitente
GESTAO : Gestão UG emitente
CGC/CPF/UG FAVORECIDA : PF0000001
GESTAO FAVORECIDA : _____

EVENTO INSCRICAO DO EVENTO CLASSIFICACAO FONTE V A L O R


525299 CGC/CPF/IG/999 OU NULO _________ 0XX0000000 VLR. das retenções
520139 CGC/CPF/IG/999 OU NULO 211XXXXXX __________ VLR. Consig
520139 CGC/CPF/IG/999 OU NULO 211XXXXXX __________ VLR. Consig
520139 CGC/CPF/IG/999 OU NULO 211XXXXXX __________ VLR. Consig
530398 2007NEXXXXX___________ 3XX90XXYY 0XX0000000 VLR TOTAL RETENÇÕES
OBSERVACAO:
RETENCOES DA FOLHA DE PAGAMENTO REF A MMM/AAAA.

DESCONTOS

01 - APROPRIAÇÃO DAS CONSIGNAÇÕES


- 525299 Valor das retenções
- 520139 Retenções (inscr. evento: CNPJ credor, classif. 211xxxxxx)
... Idem
- 530398 Empenho da folha. Vl. Total das retenções
Escolher o item de maior valor

02 - TAXA DE CONSIGNAÇÃO
* Apropriação da Taxa de Consignação para Fundescola
- 525139 (CNPJ Consignatário)
- 520139 (CNPJ Fundescola)
90

COMPENSAÇÕES

01 - COMPENSAÇÃO DO SALÁRIO-FAMÍLIA/SALÁRIO-MATERNIDADE - CLT


* Com INSS Patronal
- 560612 (Sal. Família) 560613 (Sal. Maternidade)
- 530305 (NE INSS)

02 - COMPENSAÇÃO DO SALÁRIO-FAMÍLIA/SALÁRIO-MATERNIDADE- AUX DOENÇA - ESTATUTÁRIO


* Com MS-Prev Patronal Favorecido: UG - 130901
- 530116 NE Msprev patronal
- 540258 Sal.família
- 540259 Sal.maternidade
- 540260 Aux.doença

03 - ANULAÇÃO DE DESPESA
Rúbricas Eventos
- 460 Faltas
- 461 Pagamento Indevido Tributável
- 456 Desconto Artigo 150 515100
- 463 Suspensão Transformada em Multa 525299
- 542 Devolução Adiantamento de Uniforme

04 - RECEITA/DESPESA - TRANSFERÊNCIA AO TESOURO


Rúbricas Eventos
- 440 Débito com Fazenda Pública
- 462 Danos/Bens Patrimônio
- 509 Moradia 800954
- 538 Ind. TE 540399
- 572 MS-Prev Recursos a Utilizar

05 - INDENIZAÇÃO VALE-TRANSPORTE E MULTAS DE TRÂNSITO


(COMETIDAS POR SERVIDOR E DESCONTADO)
- 535314 NE Vale-Transporte
- 525214
- 515110 NE Vale-Transporte
- 530399 NE Folha

a) Se o empenho do Vale-Transporte ou multa, não foi pago ou, pertencer ao exercício


anterior, apropria-se como receita no Tesouro, usando os seguintes eventos:
- 800954 (41.921.99.00 - Favorecido Tesouro)
- 540399 NE Folha

b) Indenização Ônibus Especial:


- 530373 (Favorecido-Seges)
- 530398 NE Folha Pagto

06 - ADIANTAMENTO DE FÉRIAS/ 13º - CLT


a) Quando for descontado na Folha:
- 535399 NE adiantamento
- 525299
- 515100 NE adiantamento
- 530399 NE Folha
- 540013 Baixa no adiantamento

b) Adiantamento de férias a ser recuperado no exercício seguinte:


- 515100
- 525299
- 540013 Baixa no adiantamento
91

07 - RESCISÃO CONTRATUAL- CLT


a) Quando for descontado na folha:
- 530399 (NE Folha)
- 535399 (NE Rescisão)
- 525299
- 515100 (NE Rescisão)
- 540013

b) Rescisão CLT a ser recuperada no exercício seguinte:


- 515100
- 525299
- 540013

08 - DESCONTOS OCORRIDOS EM FOLHA DE PAGAMENTO DA U.G.


CUJA DESPESA OCORREU EM OUTRA
a) Na Folha de Pagamento da U.G. que houve o desconto:
- 530373 (Favorecido - UG que pagou o desconto)
- 530398 NE folha

b) Na U.G. que houve o pagamento:


- 530299 (Baixar o passivo recebido)
- 535xxx (NE do credor da despesa)
- 525xxx Idem
- 515xxx Idem

4º Passo: A Unidade Gestora emitirá PD no valor líquido da folha de pagamento


relativo ao empenho correspondente.
PD - PAGAMENTO DA FOLHA
__ SIAFEM2007-EXEFIN,UG,PD ( PROGRAMACAO DESEMBOLSO ) ________________________
USUARIO :NOMENOMENOMENOME
DATA EMISSAO : DDMMMAAAA DATA VENCIMENTO : DDMMMAAAA NUMERO : 2007PD _____
UG : Código UG emitente
GESTAO : Gestão UG emitente
NL REF. : 2007NLXXXXX
PAGADORA
UG : Código UG emitente
GESTAO : Gestão UG emitente
BANCO : AGENCIA : CONTA CORRENTE : UNICA_____

FAVORECIDO
CGC/CPF/UG : 00000000XXXXXX
GESTAO : _____
BANCO : XXX AGENCIA : XXXXX CONTA CORRENTE : FL PGTO

PROCESSO : nº processo_________ VALOR : Vlr folha pagt.


FINALIDADE : Pagamento ref. a folha do mês de MMM/AAAA

EVENTO INSCRICAO DO EVENTO CLASSIFICACAO FONTE V A L O R


700399 2007NEXXXXX 33XXXXXYY 0XX0000000 Vlr item despesa
700399 2007NEXXXXX 33XXXXXYY 0XX0000000 Vlr item despesa
700399 2007NEXXXXX 33XXXXXYY 0XX0000000 Vlr item despesa

PAGAMENTOS

01 - PAGAMENTO LÍQUIDO DA FOLHA


- 700399 NE folha. Vl. Por item.
- 700399 Idem
- 700399 Idem
* Pagar 03 (três) itens por PD.

02 - PAGAMENTO DO SALÁRIO-FAMÍLIA/SALÁRIO-MATERNIDADE - CLT/ESTATUTÁRIO


- 700299
92

COMPENSAÇÕES

01 - COMPENSAÇÃO DO SALÁRIO-FAMÍLIA/SALÁRIO-MATERNIDADE - CLT


* Com INSS Patronal
- 560612 (Sal. Família) 560613 (Sal. Maternidade)
- 530305 (NE INSS)

02 - COMPENSAÇÃO DO SALÁRIO-FAMÍLIA/SALÁRIO-MATERNIDADE- AUX DOENÇA - ESTATUTÁRIO


* Com MS-Prev Patronal Favorecido: UG - 130901
- 530116 NE Msprev patronal
- 540258 Sal.família
- 540259 Sal.maternidade
- 540260 Aux.doença

5º Passo: Emitir PD a favor do consignatário no valor líquido da retenção sendo


descontada a parte da receita pertencente ao Tesouro do Estado.
PD - PAGAMENTO DAS CONSIGNAÇÕES
__ SIAFEM2007-EXEFIN,UG,PD ( PROGRAMACAO DESEMBOLSO ) ________________________
USUARIO : XXXXXX
DATA EMISSAO : DDMMMAAAA DATA VENCIMENTO : DDMMMAAAA NUMERO : 2007PD _____
UG : Código UG emitente
GESTAO : Gestão UG emitente
NL REF. : 2007NLXXXXX
PAGADORA
UG : Código UG emitente
GESTAO : Gestão UG emitente
BANCO : AGENCIA : CONTA CORRENTE : UNICA_____

FAVORECIDO
CGC/CPF/UG : XXXXXXXXXXXXXX
GESTAO : _____
BANCO : XXX AGENCIA : XXXXX CONTA CORRENTE : nº conta bancária

PROCESSO : processo nº ..._____________ VALOR : EM R$


FINALIDADE : pagamento ref. folha do mês MMM/AAAA

EVENTO INSCRICAO DO EVENTO CLASSIFICACAO FONTE V A L O R


700139 CGC/CPF/IG/999 OU NULO 211XXXXXX 0XX0000000 VALOR DAS CONSIGNAÇÕES
540XXX CGC/CPF/IG/999 OU NULO 21XXXXXYY 0XX0000000 Vlr consignação__
93

CONSIGNAÇÕES E ENCARGOS

01 - PAGAMENTO DAS CONSIGNAÇÕES (exceto p/ outra U.G.)


- 700139 (inscr.evento: cnpj credor, classif. 211xxxxxx)

02 - PAGAMENTO DE CONSIGNAÇÕES PARA OUTRA U.G.


a) IRRF (exceto 00):
PD: Favorecido: 900003 / Gestão: 00001 (Tesouro)
- 700020 (inscr. evento: PF0000002, classif. 211130101- Serv. e 211130103 – Inativos/Pensionistas)
- 540018 (classif. 214110600)

b) IRRF (fonte 00)


NL: Favorecido: 900003 gestão: 00001 (Tesouro)
- 530302 (inscr. evento: PF0000002 - classif. 211130101- Servidor)

c) MS-Prev Servidor
PD: Favorecido: 130901 gestão: 13901 (Ms-Prev)
- 700020 (inscr. evento: cnpj ms-prev, classif. 211110500 – Serv. Civil ou 211110600 – Serv. Militar)
- 540018 (classif. 214111000 – Serv. Civil ou 214111100 – Serv. Militar)

03 - PAGAMENTO DOS ENCARGOS


a) MS-Prev:
- 700294
- 540018 ==> 2.1.4.1.1.12.00 Msprev patr civil
2.1.4.1.1.13.00 Msprev patr militar
2.1.4.1.1.25.00 Contr. Msprev Art.122
2.1.4.1.1.26.00 Contr. Msprev Art.117

b) FGTS
- 700306

* Complementar com o evento 540298

c) INSS
- 700330

* Complementar com o evento 540298

d) Assistência Saúde
- 700332

CONTRIBUIÇÕES AO MS-PREV LEI N.º 2.207

01 - PELA APROPRIAÇÃO DA OBRIGAÇÃO


- 540245

02 - PELO REPASSE AO MS-PREV


- 700521 Artigo 2° da Lei n.º 2.207
- 700522 Artigo 101§ 2º da Lei n.º 2.207
- 700523 Alienação de Bens
- 700524 Artigo 79 da Lei n.º 2.207

* Complementar com o evento 540246


6 DESTAQUE ORÇAMENTÁRIO

6.1 DESTAQUE CONCEDIDO ENTRE UNIDADES GESTORAS INTEGRANTES


DO SIAFEM

As transferências relativas a convênios, termo de parceria, cooperação técnica, etc.,


entre unidades gestoras integrantes do SIAFEM deverão ser feitas por meio de DESTAQUES
(Orçamentário) ou REPASSES (Financeiro) e não por emissão de empenhos, pois, caso seja
realizado dessa forma, resulta em duplicidade de receitas e despesas.
As despesas deverão ser empenhadas na unidade responsável pela execução do
objeto do gasto, mediante alocação direta da dotação ou por meio de descentralização de
créditos entre órgãos e/ou entidades executoras.
O empenho da despesa orçamentária será emitido somente pelo órgão ou entidade
beneficiária da despesa, responsável pela aplicação dos recursos (Art. 1° da Portaria MF/STN
n° 339 de 29 de agosto de 2001).
O artigo 17 do Decreto 11.261 de 16 de junho de 2003 estabelece que:

[...]

Art.17. A liberação de recursos financeiros para execução de


convênios ou instrumentos similares obedecerá aos seguintes critérios:

I- sendo o convenente órgão ou entidade da administração pública


estadual, integrante do sistema centralizado de administração
financeira e contábil, a descentralização dos recursos será processada
entre as unidades gestoras por meio da emissão da nota de crédito;

II - [...];

III- quando os participes forem órgãos e ou entidades da administração


pública estadual integrante do orçamento fiscal ou da seguridade
social, a liberação dos recursos será processada por repasse, mediante
transferência financeira entre unidades gestoras de órgãos diferentes

[...]
Por esse motivo, deve-se atentar quando da emissão da Nota de Crédito, conforme o
que segue:
1º Passo. A Unidade Gestora concedente do destaque emitirá NC relativo ao valor a
ser repassado.
95

Modelo de Tela
__ SIAFEM2007-EXEORC,UG,NC ( NOTA DE CREDITO ) _______________________________
USUARIO : NOMNOMNOMNOMNOM
DATA EMISSAO : DDMMMAAAA NUMERO : 2007NC _____
UG EMITENTE : Código UG emitente
GESTAO : Gestão UG emitente
UG FAVORECIDA : Código UG favorecida
GESTAO FAVORECIDA : Gestão UG favorecida
EVENTO : 300061 - DESTAQUE CONCEDIDO

FONTE NATUREZA PLANO


ESF UO PROGRAMA TRABALHO RECURSO DESPESA U G R INTERNO V A L O R
_ _____ _________________ __________ ______ ______ ___________
_________________
_ _____ _________________ __________ ______ ______ ___________
_________________
_ _____ _________________ __________ ______ ______ ___________
_________________
_ _____ _________________ __________ ______ ______ ___________
_________________
OBSERVACAO :
_____________________________________________________________________________
_____________________________________________________________________________

Preenchimento:

Data de emissão: registrar a data de emissão do documento no formato DDMMMAAAA. O


sistema já traz esse campo preenchido com a data corrente, mas, se for necessário, poderá ser
alterado.
Unidade gestora: não preencher este campo. O sistema trará a UG emitente informada na
primeira tela juntamente com a sua denominação.
Gestão: não preencher este campo. O sistema trará a gestão informada na primeira tela
juntamente com a sua denominação.
UG favorecida: informar o código da UG que será beneficiária do destaque.
Gestão favorecida: informar o código de gestão da UG beneficiária do destaque.
Evento: informar o evento 300061 para destaque concedido.
Esfera: informar 1 - fiscal ou 2 - seguridade.
Unidade orçamentária: informar o código da Unidade Orçamentária de UG emitente do
destaque.
Programa de trabalho: informar o código do programa de trabalho relativo ao destaque que
será realizado.
Fonte de recurso: informar o código da fonte de recurso no qual se encontra registrado o
recurso que será repassado.
Natureza despesa: informar o código da classificação de despesa pertencente ao previsto no
PT;
U G R: informar o código da UG Responsável, caso seja a emitente do destaque, não se faz
necessário o preenchimento.
Plano interno: informar o código do Plano Interno correspondente ao PT
Valor: informar o valor do destaque concedido correspondente à dotação orçamentária, sem
pontuação.
Observação: preencher com informações claras e objetivas que complementem a
caracterização do fato a ser registrado.
2º Passo. Liberação da cota-financeira à UG beneficiária do destaque pela
Coordenadoria de Administração Financeira/SUTES.
3º Passo. Após a liberação da cota-financeira, a unidade gestora beneficiária do
destaque emitirá Nota de Empenho com a mesma UO, PI, UGR constante na Nota de Crédito.
96

Modelo de Tela
__ SIAFEM2007-EXEORC,UG,NE ( NOTA DE EMPENHO ) _______________________________
USUARIO : NOMENOMENOMENOME
DATA EMISSAO : DDMMMAAAA NUMERO : 2007NE
UNIDADE GESTORA : Código da UG emitente
GESTAO : Código gestão UG emitente
CGC/CPF/UG CREDOR : CGC/CPF/IG
GESTAO CREDOR :

EVENTO : 400091 - EMPENHO DA DESPESA


PLANO INTERNO : ARRECONT ESFERA : 1
PT RESUMIDO : 114130 UNID.ORCAMENTARIA : XXXXX
PROGRAMA TRABALHO : 04123008541300000 FONTE RECURSO : 0100000000
NATUREZA DESPESA : 339030 UG RESPONSAVEL : XXXXXX
ACORDO : 4 MODALIDADE : 1
LICITACAO : 02 ORIGEM MATERIAL : 1
REFERENCIA LEGAL : LEI 8.666/93 NUMERO PROCESSO : XX/000001/2007
VALOR : em R$
NUMERO CONVENIO : ADITIVO CONVENIO :
NUMERO CONTRATO : ADITIVO CONTRATO :
LOCAL DE ENTREGA DATA DE ENTREGA
TESTE 28JUL2007
TIPO DE EMPENHO : 9 1 - REPASSE 2 - SUPRIMENTO
3 - SUBVENCAO SOCIAL 9 - DESPESA NORMAL ______

OBS. No caso de utilização parcial do valor destacado, a UG beneficiária deverá solicitar a


Coordenadoria de Administração Financeira/SUTES o cancelamento da cota. Em seguida,
efetuar o cancelamento do saldo do empenho.

4º Passo. No caso de cancelamento de saldo remanescente a UG beneficiada deverá enviar


mensagem para UG concedente solicitando o cancelamento do saldo.

Nota
A transação >DESTAQUES permite a consulta dos destaques concedidos e recebidos pelas
unidades gestoras.
97

7 SUPRIMENTO DE FUNDOS

De acordo com as disposições contidas no art. 2° do decreto n° 11.666, de 29 de


julho de 2004, o Suprimento de Fundos poderá ser concedido, a critério do titular de órgão da
administração direta, autarquia ou fundação, ou outra autoridade com delegação para ordenar
despesa, a servidor público para atender a despesas:

I - extraordinárias ou eventuais, inclusive em viagem e com serviços


especiais, que exijam pagamento em espécie;

II - que devam ser realizadas em caráter sigiloso;

III - de pequeno vulto e de pronto pagamento;

IV - de recepção pelos representantes de Poderes a autoridades e


empresários, inclusive despesas em viagens.
Caracterizam-se como despesas:

I - extraordinárias: as realizadas em regime de urgência para promover


o pronto atendimento de situações emergenciais que possam
comprometer a segurança de pessoas, obras ou bens ou interromper o
curso de atendimento de serviços a cargo do órgão ou entidade;

II - eventuais:

a) as despesas especiais realizadas para atendimento a diligências


fiscais, periciais, judiciais, auditorias extraordinárias e outras
investigações imprescindíveis à instrução de processo administrativo
fiscal, disciplinar ou geral, sindicâncias ou inquéritos que exijam
pronto pagamento em espécie;

b) despesas de viagem realizadas com passagens, locomoção no local


de destino, alimentação e hospedagem nos deslocamentos de
autoridade de primeiro nível, comitivas, grupos ou delegações de
pessoas em eventos técnicos, culturais, esportivos representando o
Estado ou em operações policiais ou de fiscalização, quando não
houver concessão de diárias individuais ou despesas no local de
destino devam ser pagas coletivamente;

III - de caráter sigiloso: as de caráter reservado realizadas no interesse


da segurança do Estado e ou da manutenção da ordem política e social
efetuadas com diligências policiais que exijam determinado grau de
sigilo, observado a classificação pela autoridade competente fixada no
Decreto nº 39, de 1º de janeiro de 1979;

IV - de pequeno vulto e de pronto pagamento: as miúdas que


envolvam compra ou contratação de serviço de utilização imediata,
indispensáveis ao funcionamento normal de serviços de competência
98

do órgão ou entidade, cujo pagamento deva ser à vista e no prazo de


aplicação do suprimento, tais como:

a) material de consumo: materiais de limpeza e higiene, de expediente


em geral, de gêneros de alimentação para copa e pessoal de campo, de
gás (GLP), de aquisição avulsa, no interesse público, de jornais,
revistas e outras publicações, de combustível em locais não
guarnecidos por cartão, de peças e acessórios para veículos e
máquinas, de artigos farmacêuticos ou de laboratório;

b) prestação de serviços: pagamento de selos postais, telegramas,


radiogramas, serviços de limpeza e higiene, pequenos carretos e
consertos, passagens de curto percurso em táxi, ônibus, trem e
pedágio, devendo se diferenciar, também, a natureza da pessoa
prestadora dos serviços, se física ou jurídica.

V - de recepção: as de representação realizadas para atender a gastos


em recepções promovidas pelo Governador, para autoridades e ou
empresários, inclusive durante viagens.

Parágrafo único. Os recursos concedidos para atender a despesas de


caráter sigiloso serão aplicados, exclusivamente, na realização de
operações de inteligência policial para prevenção e repressão aos
crimes e nos serviços de prestação de apoio e de segurança ao
Governador e demais autoridades (ART. 3° DECRETO N°
11.666/2004).
Para melhor compreensão, a seguir são demonstrados os procedimentos a serem
realizados na contabilização da despesa junto ao Siafem.
1º Passo: Solicitação de cota e empenho do suprimento de fundos autorizado ao
suprido de acordo com a classificação da despesa realizada:
a) Despesas Extraordinárias ou Eventuais
333903064 Material de Consumo
333903373 Passagens e Despesas com Locomoção
333903695 Outros Serviços de Terceiros - Pessoa Física
333903991 Outros Serviços de Terceiros - Pessoa Jurídica
b) Despesas de Carater Sigilosos
333903094 Material de Consumo
333903624 Outros Serviços de Terceiros - Pessoa Física
333903942 Outros Serviços de Terceiros - Pessoa Jurídica
c) Despesas de Pequeno Vulto e Pronto Pagamento
333903073 Material de Consumo
333903673 Outros Serviços de Terceiros - Pessoa Física
339303975 Outros Serviços de Terceiros - Pessoa Jurídica
99

d) Despesas de Recepção
333903094 Material de Consumo
333903694 Outros Serviços de Terceiros - Pessoa Física
333903955 Outros Serviços de Terceiros - Pessoa Jurídica
2º Passo: O Núcleo Financeiro providenciará a liquidação da despesa ao suprido. Na
NL de liquidação do suprimento de fundos a classificação da despesa a ser lançada será
correspondente a do empenho, informando o subitem da despesa.
NL - LIQUIDAÇÃO SUPRIMENTO DE FUNDOS
__ SIAFEM2007-EXEFIN,UG,NL ( NOTA DE LANCAMENTO ) ____________________________
USUARIO : XXXXXX
DATA EMISSAO : DDMMMAAAA NUMERO : 2007NL _____
UNIDADE GESTORA : Código UG emitente
GESTAO : Gestão UG emitente
CGC/CPF/UG FAVORECIDA : CPF DO SUPRIDO
GESTAO FAVORECIDA : _____

EVENTO INSCRICAO DO EVENTO CLASSIFICACAO FONTE V A L O R


510019 2007NEXXXXX___________ 33390XXYY 0XX0000000 VLR SUPRIMENTO
520211 ______________________ _________ 0XX0000000 VLR SUPRIMENTO
______ ______________________ _________ __________ _________________
______ ______________________ _________ __________ _________________
OBSERVACAO:
SUPRIMENTO DE FUNDOS CONCEDIDO

3º Passo: Núcleo Financeiro providencia o pagamento do suprimento ao CNPJ da


unidade gestora, constando a conta bancária do suprido, no campo conta corrente.
PD - PAGAMENTO DO SUPRIMENTO DE FUNDOS

__ SIAFEM2007-EXEFIN,UG,PD ( PROGRAMACAO DESEMBOLSO ) ________________________


USUARIO : XXXXXX
DATA EMISSAO : DDMMMAAAA DATA VENCIMENTO : DDMMMAAAA NUMERO : 2007PD _____
UG : Código UG emitente
GESTAO : Gestão UG emitente
NL REF. : 2007NLXXXXX
PAGADORA
UG : Código UG emitente
GESTAO : Gestão UG emitente
BANCO : AGENCIA : CONTA CORRENTE : UNICA_____

FAVORECIDO
CGC/CPF/UG : CNPJ DA UG
GESTAO : _____
BANCO : XXX AGENCIA : XXXXX CONTA CORRENTE : CTA SUPRIDO

PROCESSO : ____________________ VALOR : VLR SUPRIMENTO


FINALIDADE : PAGAMENTO DE SUPRIMENTO DE FUNDOS DE MMM/AAAA.

EVENTO INSCRICAO DO EVENTO CLASSIFICACAO FONTE V A L O R


700311 2007NEXXXXX___________ 33390XXYY 0XX0000000 VLR SUPRIMENTO

OBS:
Quando a conta bancária de um novo suprido não couber mais no cadastro de credor da
unidade gestora, na parte de registro de banco/agência/conta, o usuário deverá informar no
campo conta corrente da PD a palavra BANCO e encaminhar relação de todos os supridos
anexada a PD. Caso contrário tem de solicitar a CAO/CCONT a exclusão de contas em
desuso no cadastro e registrar a nova.
100

PRESTAÇÃO DE CONTAS
1º Passo (somente para material de consumo)
__ SIAFEM2007-EXEFIN,UG,NL ( NOTA DE LANCAMENTO ) USUARIO : XXXXXX
DATA EMISSAO : DDMMMAAAA NUMERO : 2007NL _____
UNIDADE GESTORA : Código UG emitente
GESTAO : Gestão UG emitente
CGC/CPF/UG FAVORECIDA : CPF do Suprido
GESTAO FAVORECIDA : _____

EVENTO INSCRICAO DO EVENTO CLASSIFICACAO FONTE V A L O R


540005 SUBITEM DA DESPESA___ 11318XX00 0XX0000000 VLR DESP NFISCAL
540006 SUBITEM DA DESPESA___ 11318XX00 0XX0000000 VLR DESP NFISCAL
Nota: O subitem da despesa será o mesmo usado na classificação da concessão do suprimento
de fundos.

2º Passo: O suprido encaminhará a prestação de contas ao responsável da unidade


gestora, a qual realizará a análise do processo e estando de acordo com as normas legais, será
registrada a prestação de contas dando baixa a responsabilidade do suprido através do evento
540512.
3º Passo: Será realizado o depósito do saldo não utilizado do suprimento de fundos, e
fará o registro no sistema através de NL e anulará o saldo de empenho parcial.
RECOLHIMENTO DE SALDO NÃO UTILIZADO
1° - Mediante depósito na conta “C” da UG, emitir NL para registrar a devolução de
saldo não utilizado do suprimento de fundos.
Modelo de Tela
__ SIAFEM2007-EXEFIN,UG,NL ( NOTA DE LANCAMENTO ) ____________________________
USUARIO : XXXXXX
DATA EMISSAO : DDMMMAAAA NUMERO : 2007NL _____
UNIDADE GESTORA : Código UG
GESTAO : Gestão UG
CGC/CPF/UG FAVORECIDA : _______
GESTAO FAVORECIDA : ______

EVENTO INSCRICAO DO EVENTO CLASSIFICACAO FONTE V A L O R


535311 2007NEXXXXX __________ 33390XXYY 0XX0000000 Vlr saldo SF
550505 001XXXXX6000XXX _____ 111129901 0XX0000000 Vlr saldo SF
______ ______________________ _________ __________ _________________

2° - Transferência do saldo devolvido da conta "C' para conta "única" da própria UG.
Modelo de Tela
__ SIAFEM2007-EXEFIN,UG,PD ( PROGRAMACAO DESEMBOLSO ) ________________________
USUARIO : NOMNOMNOMNOM
DATA EMISSAO : DDMMMAAAA DATA VENCIMENTO : DDMMMAAAA NUMERO : 2007PD _____
UG : Código UG emitente
GESTAO : Gestão UG emitente
NL REF. : ___________
PAGADORA
UG : Código UG emitente
GESTAO : Gestão UG emitente
BANCO : AGENCIA : CONTA CORRENTE : nº conta "C"

FAVORECIDO
CGC/CPF/UG : Código UG emitente
GESTAO : Gestão UG emitente
BANCO : ___ AGENCIA : _____ CONTA CORRENTE : ÚNICA ___

PROCESSO : XX/XX.XXX/AA________ VALOR : VLR SALDO SF_____


FINALIDADE : Transf. Saldo SF devolvido______________

EVENTO INSCRICAO DO EVENTO CLASSIFICACAO FONTE V A L O R


700517 ______________________ 112690000 0XX0000000 VLR SALDO SF_____
______ ______________________ _________ __________ _________________
______ ______________________ _________ __________ _________________
101

3° - Após a emissão da NL de devolução de saldo o responsável emitirá NL


estornando o saldo da liquidação do SF.

__ SIAFEM2007-EXEFIN,UG,NL ( NOTA DE LANCAMENTO ) ____________________________


USUARIO : XXXXXX
DATA EMISSAO : DDMMMAAAA NUMERO : 2007NL _____
UNIDADE GESTORA : Código UG emitente
GESTAO : Gestão UG emitente
CGC/CPF/UG FAVORECIDA : CPF DO SUPRIDO
GESTAO FAVORECIDA : _____

EVENTO INSCRICAO DO EVENTO CLASSIFICACAO FONTE V A L O R


525211 ______________________ _________ 0XX0000000 VLR saldo SF
515019 2007NEXXXXX___________ 33390XXYY 0XX0000000 VLR saldo SF
______ ______________________ _________ __________ _________________

4º Passo - Anular nota de empenho parcial, relativo ao saldo do suprimento de fundos


UNIDADE GESTORA Código UG emitente
GESTÃO Gestão UG emitente
CREDOR CPF SUPRIDO
GESTÃO
EVENTO 400093
Notas
Os itens das despesas realizadas por meio de Suprimento de Fundos e Repasse
Financeiro não precisam ser reclassificados, em cumprimento ao disposto no art. 4°, § 3° do
Decreto n° 11.666 de 29/07/04. Por esse motivo, sugere-se que nos processos de prestação de
contas seja incluído um demonstrativo listando as aquisições e os serviços realizados por item,
conforme dispõe a Portaria MF/STN n° 448 de 13 de setembro de 2002.
8 REPASSE FINANCEIRO

Segundo o Decreto n. 11.685, de 10 de setembro de 2004, a aplicação de recursos


públicos por meio de Repasse Financeiro, para pagamento de despesas que não possam
submeter-se ao processo normal de aplicação no regime de caixa único do Tesouro do Estado,
tem como objetivo assegurar a eficiência na execução de ações e atividades de interesse
público.
O repasse financeiro destina-se a transferência de recursos financeiros à unidade
administrativa de órgão ou entidade da administração pública estadual para cobertura de
despesas vinculadas à sua área de atuação, sob a responsabilidade de o respectivo titular.
Essas despesas são incorporadas ao sistema contábil da respectiva unidade orçamentária
concedente e integrarão a prestação de contas do ordenador de despesas.
A liberação do repasse financeiro é precedida de empenho na classificação
orçamentária própria e sua concessão implica delegação de competência, pelo ordenador de
despesas, ao responsável pela sua aplicação para realizar despesas até o montante concedido
para atender às despesas de aquisição de material de consumo em pequenas quantidades,
aquisição eventual de material permanente e serviços de pequenos reparos e reformas.
Para melhor compreensão, a seguir são demonstrados os procedimentos a serem
realizados na contabilização da despesa junto ao Siafem.

1º Passo: Núcleo Orçamentário empenha o repasse financeiro autorizado à unidade


administrativa, de acordo com as seguintes classificações de repasse financeiro:
333903090 Material de Consumo
333903690 Outros Serviços de Terceiros - Pessoa Física
333903992 Outros Serviços de Terceiros - Pessoa Jurídica
344905190 Obras e Instalações
344905290 Equipamentos e Material Permanente

2º Passo: O Núcleo Financeiro providencia a liquidação da despesa.


NL - LIQUIDAÇÃO REPASSE FINANCEIRO
__ SIAFEM2007-EXEFIN,UG,NL ( NOTA DE LANCAMENTO ) ____________________________
USUARIO : XXXXXX
DATA EMISSAO : DDMMMAAAA NUMERO : 2007NL _____
UNIDADE GESTORA : XXXXXX
GESTAO : XXXXX
CGC/CPF/UG FAVORECIDA : CNPJ Unidade Administrativa
GESTAO FAVORECIDA : _____

EVENTO INSCRICAO DO EVENTO CLASSIFICACAO FONTE V A L O R


510019 2007NEXXXXX__________ 33390XXYY XXXXXXXXXX VLR REPASSE
520280 XXXXXXXXXX VLR REPASSE
______ ______________________ _________ __________ _________________
______ ______________________ _________ __________ _________________
______ ______________________ _________ __________ _________________
OBSERVACAO:
REPASSE FINANCEIRO CONCEDIDO.
103

EVENTOS
510019 33390XXYY Usar esse evento quando se tratar de despesas correntes
510144 34490XXYY Usar esse evento quando se tratar de despesas de capital
3º Passo: Núcleo Financeiro providencia o pagamento do repasse financeiro no CNPJ
da unidade administrativa com a respectiva conta bancária.
PD - PAGAMENTO REPASSE FINANCEIRO
__ SIAFEM2007-EXEFIN,UG,PD ( PROGRAMACAO DESEMBOLSO ) ________________________
USUARIO : XXXXXX
DATA EMISSAO : DDMMMAAAA DATA VENCIMENTO : _________ NUMERO : 2007PD _____
UG : XXXXXX
GESTAO : XXXXX
NL REF. : 2007NLXXXXX
PAGADORA
UG : XXXXXX
GESTAO : XXXXX
BANCO : XXX AGENCIA : XXXXX CONTA CORRENTE : UNICA_____

FAVORECIDO
CGC/CPF/UG : CNPJ UNID. ADMINISTRATIVA
GESTAO : _____
BANCO : XXX AGENCIA : XXXXX CONTA CORRENTE :

PROCESSO : ____________________ VALOR : VLR REPASSE


FINALIDADE : PAGAMENTO REPASSE FINANCEIRO REF MES MMM/AAAA.

EVENTO INSCRICAO DO EVENTO CLASSIFICACAO FONTE V A L O R


700380 2007NEXXXXX___________ 3XXXXXXYY XXXXXXXXXX VLR REPASSE
______ ______________________ _________ __________ _________________

PRESTAÇÃO DE CONTAS
Se for material de consumo
__ SIAFEM2007-EXEFIN,UG,NL ( NOTA DE LANCAMENTO ) ____________________________
USUARIO : XXXXXX
DATA EMISSAO : DDMMMAAAA NUMERO : 2007NL _____
UNIDADE GESTORA : Código UG emitente
GESTAO : Gestão UG emitente
CGC/CPF/UG FAVORECIDA : CPF do Suprido
GESTAO FAVORECIDA : _____

EVENTO INSCRICAO DO EVENTO CLASSIFICACAO FONTE V A L O R


540007 90 11318XX00 0XX0000000 VLR DESP NFISCAL
______ ______________________ _________ __________ _________________

Obs: Na inscrição do evento o subitem da despesa será o mesmo usado na classificação da


concessão do repasse financeiro.

Se for material permanente

__ SIAFEM2007-EXEFIN,UG,NL ( NOTA DE LANCAMENTO ) ____________________________


USUARIO : XXXXXX
DATA EMISSAO : DDMMMAAAA NUMERO : 2007NL _____
UNIDADE GESTORA : Código UG emitente
GESTAO : Gestão UG emitente
CGC/CPF/UG FAVORECIDA : CPF do Suprido
GESTAO FAVORECIDA : _____

EVENTO INSCRICAO DO EVENTO CLASSIFICACAO FONTE V A L O R


540028 - 142129600 0XX0000000 VLR DESP NFISCAL
______ ______________________ _________ __________ _________________

4º Passo: O responsável pelo repasse financeiro encaminhará a prestação de contas ao


núcleo responsável do órgão concedente, o qual realizará a análise do processo e estando de
acordo com as normas legais, será registrada a prestação de contas dando baixa a
responsabilidade do responsável através do evento 540521.
104

5º Passo: Será realizado o depósito do saldo não utilizado do repasse financeiro


através de NL e anulado o saldo de empenho parcial.
RECOLHIMENTO DE SALDO NÃO UTILIZADO (SE HOUVER)
1º Passo: Emitir NL para registrar a devolução parcial de saldo não utilizado do
repasse financeiro
Modelo de Tela
__ SIAFEM2007-EXEFIN,UG,NL ( NOTA DE LANCAMENTO ) ____________________________
USUARIO : XXXXXX
DATA EMISSAO : DDMMMAAAA NUMERO : 2007NL _____
UNIDADE GESTORA : Código UG
GESTAO : Gestão UG
CGC/CPF/UG FAVORECIDA : _______
GESTAO FAVORECIDA : ______

EVENTO INSCRICAO DO EVENTO CLASSIFICACAO FONTE V A L O R


535380 2007NEXXXXX __________ 3XXXXXXYY 0XX0000000 Vlr Saldo RF
550505 001XXXXXXXXXXXX _____ 1111299YY 0XX0000000 Vlr Saldo RF
______ ______________________ _________ __________ _________________

2º Passo: Transferência do saldo devolvido da conta "C' para Conta "Única" da


própria UG.
Modelo de Tela
__ SIAFEM2007-EXEFIN,UG,PD ( PROGRAMACAO DESEMBOLSO ) ________________________
USUARIO : NOMNOMNOMNOM
DATA EMISSAO : DDMMMAAAA DATA VENCIMENTO : DDMMMAAAA NUMERO : 2007PD _____
UG : Código UG emitente
GESTAO : Gestão UG emitente
NL REF. : ___________
PAGADORA
UG : Código UG emitente
GESTAO : Gestão UG emitente
BANCO : XXX AGENCIA : XXXXX CONTA CORRENTE : nº conta "C"

FAVORECIDO
CGC/CPF/UG : Código UG emitente
GESTAO : Gestão UG emitente
BANCO : ___ AGENCIA : _____ CONTA CORRENTE : ÚNICA ___

PROCESSO : XX/XX.XXX/AA________ VALOR : VLR SALDO RF_____


FINALIDADE : Transf. Saldo RF devolvido______________

EVENTO INSCRICAO DO EVENTO CLASSIFICACAO FONTE V A L O R


700517 ______________________ 112690000 0XX0000000 VLR SALDO RF_____
______ ______________________ _________ __________ _________________
______ ______________________ _________ __________ _________________

3º Passo: Após a emissão NL o núcleo responsável emitirá NL estornando a


liquidação do saldo do repasse financeiro (se houver).
Se for material de consumo
Modelo de Tela
__ SIAFEM2007-EXEFIN,UG,NL ( NOTA DE LANCAMENTO ) ____________________________
USUARIO : XXXXXX
DATA EMISSAO : DDMMMAAAA NUMERO : 2007NL _____
UNIDADE GESTORA : XXXXXX
GESTAO : XXXXX
CGC/CPF/UG FAVORECIDA : CNPJ UNIDADE ADMINISTRATIVA
GESTAO FAVORECIDA : _____

EVENTO INSCRICAO DO EVENTO CLASSIFICACAO FONTE V A L O R


525280 XXXXXXXXXX VLR saldo RF
515019 2007NEXXXXX___________ 33390XXYY XXXXXXXXXX VLR saldo RF
______ ______________________ _________ __________ _________________
______ ______________________ _________ __________ _________________
______ ______________________ _________ __________ _________________
105

Se for material permanente


Modelo de Tela
__ SIAFEM2007-EXEFIN,UG,NL ( NOTA DE LANCAMENTO ) ____________________________
USUARIO : XXXXXX
DATA EMISSAO : DDMMMAAAA NUMERO : 2007NL _____
UNIDADE GESTORA : XXXXXX
GESTAO : XXXXX
CGC/CPF/UG FAVORECIDA : CNPJ UNIDADE ADMINISTRATIVA
GESTAO FAVORECIDA : _____

EVENTO INSCRICAO DO EVENTO CLASSIFICACAO FONTE V A L O R


525280 XXXXXXXXXX VLR saldo RF
515144 2007NEXXXXX___________ 33490XXYY XXXXXXXXXX VLR saldo RF
______ ______________________ _________ __________ _________________
______ ______________________ _________ __________ _________________
______ ______________________ _________ __________ _________________

6º Passo: Anular a nota de empenho parcial relativa ao saldo de repasse financeiro.

UNIDADE GESTORA Código UG emitente


GESTÃO Gestão UG emitente
CREDOR CNPJ Unidade Administrativa
GESTÃO
EVENTO 400093
9 ANÁLISE DO BALANCETE

9.1 BALANCETE

Segundo Pires (2001), o balancete é a peça que demonstra os saldos anteriores e


atuais e os movimentos devedores e credores das contas contábeis existentes no plano de
contas, detalhadas até o último nível de desdobramento, cuja finalidade é a conferência e
análise dos registros realizados diariamente evitando o acúmulo de tarefas no final de cada
mês.
A transação >BALANCETE permite ao usuário verificar os saldos de todas as contas
contábeis movimentadas pela sua Unidade Gestora/Órgão, independente da existência de
saldo ou não no mês da consulta. Essa consulta poderá ser feita de forma analítica ou sintética
pela UG/Gestão, e somente sintética pelo Órgão/Gestão.
O usuário antes de proceder a análise do balancete deverá consultar as transações
>LISCONTIR e >CONINCONS.

9.1.1 LISCONTIR E CONINCONS

A transação >LISCONTIR serve para comparar contas contábeis com saldos iguais
ou que não deveriam ter saldos e apresentam saldos decorrentes das equações “ativas” no
SIAFEM, as quais poderão ser consultadas por meio da transação >CONEQ.
A transação >CONINCONS permite identificar contas classificadas como “outros”
ou “diversos” que ultrapassaram mais de 5% do total do grupo a que pertence a conta.

9.2 MÉTODOS DE ANÁLISE

A análise do balancete poderá ser realizada por meio do método virtual ou


comparativo.
O método virtual consiste na identificação de saldos de contas que apresentam:
− saldos elevados em “outros” ou “diversos”;
− os mesmos saldos;
− saldos em contas transitórias;
− valores incompatíveis com as atividades da Unidade Gestora;
− saldos invertidos.
O método comparativo consiste em comparar saldos contábeis em relação a controles
físicos próprios existentes em cada Unidade Gestora.
107
9.2.1 Método Virtual

A Análise virtual poderá ser feita diariamente, analisando-se as equações constantes


na transação >LISCONTIR.

9.2.1.1 Contas que devem ter saldos iguais

Contas representativas de fatos permutativos


Os fatos permutativos são representados por entrada (receita) ou saída (despesa) de
recursos, trocados por patrimônio (bens, direitos ou obrigações), conforme demonstrado
abaixo:

Mutação Passiva
RECEITA

ENTRADA DE RECURSOS SAÍDA DE PATRIMÔNIO


Contas do grupo 4 Contas do grupo 5

FATOS PERMUTATIVOS

Mutação Ativa
DESPESA

SAÍDA DE RECURSOS ENTRADA DE PATRIMÔNIO


Contas do grupo 3 Contas do grupo 6

Como demonstrado acima, diante de um fato permutativo ocorre simultaneamente


receita e mutação passiva ou despesa e mutação ativa, devendo, portanto, os saldos destas
contas serem iguais, no balancete consolidado. No quadro a seguir, alguns exemplos de
equações que representam fatos permutativos.
Quadro 1 – Equações de Fatos Permutativos
EQ. 1º TERMO 2º TERMO MUTAÇÃO PATRIMONIAL
26 344905200 613110201 Equipamentos de Materiais
344909252 613110203 Permanentes x Aquisição de
345906200 613110207 Móveis e Rev
345909262
64 333903000 613110202 Aquisição de Materiais
333903205 613110205
333903206 613110206
333903207
333903208
333903209
333903211
333903212
333903216
108
333903219
333903298
333903299
333909230
333909232
65 419300000 513120200 Dívida Ativa
66 421000000 513310100 Operações de Crédito Contraídas
no Exercício Mutação Passiva
67 422170000 513110201 Alienação de Bens Móveis
422190000
68 422200000 513110100 Alienação de Bens Móveis
69 423000000 513120100 Amortizações de Empréstimos
70 345906400 613110300 Participação Societária x Mutação
345906500 Ativas
Fonte: Siafem, 2007.

Contas representativas de receitas/despesas nos sistemas Orçamentário/Financeiro


Os registros das receitas e despesas orçamentárias nos sistemas orçamentário
(entradas ou saídas de recursos) e financeiro (fatos de natureza orçamentária) são realizados
simultaneamente, conforme demonstrado nas equações listadas no quadro abaixo:
Quadro 2 – Contas dos Sistemas Financeiro e Orçamentário
SISTEMA SISTEMA
EQ. FINANCEIRO ORÇAMENTÁRIO
1º TERMO 2º TERMO
06 191210100 400000000 Comparativo da Receita
Financeira com a Orçamentária
37 300000000 293110504 Comparativo da Cota de
Despesa Executada com a
Despesa Realizada
42 300000000 292130200 Comparativo da Despesa
Realizada Financeiro com
Orçamentário
48 191140000 400000000 Comparativo da Receita
191150000 Orçamentária com a Financeira
50 300000000 293420000 Comparativo da Despesa
Financeira com Orçamentária
Paga
Fonte: Siafem, 2007.

Contas representativas do compensado


São contas do ativo e passivo compensado de controle de atos administrativos que
devem manter igualdade de saldos, não podendo modificar o valor do Patrimônio, conforme
demonstrado nas equações listadas no quadro abaixo:
109
Quadro 3 – Contas do Ativo e Passivo Compensado
EQ. 1º TERMO 2º TERMO CONTROLE
13 192100000 292100000 Execução Orçamentária da Receita
192200000 292200000
15 193000000 293000000 Execução da Programação Financeira
30 192400000 292400000 Execução da Despesa
39 195600000 295600000 Comparativo de Restos a Pagar
Processados
Fonte: Siafem, 2007.

Contas representativas de outros controles


São contas de controles nos sistemas de compensação e orçamentário que devem
manter a igualdade com o sistema financeiro, conforme demonstrado nas equações listadas no
quadro abaixo:
Quadro 4 – Contas de controle
EQ. 1º TERMO 2º TERMO
22 292130200 292420000 Crédito Utilizado x Despesa
Realizada
38 212160101 295310000 Comparativo dos Restos a Pagar
45 292410101 292130100 Comparativo do Crédito Utilizado c/
Crédito Empenhado

9.2.1.2 Contas Transitórias

Existem equações que servem, exclusivamente, para identificar contas de natureza


transitória. Servem para demonstrar à Unidade Gestora que no seu Balancete constam valores
registrados em contas que necessitam de uma análise mais aprofundada. Essas equações têm a
seguinte lógica:
Código da conta transitória 390000000 – Reserva de contingência

A conta de Reserva de Contingência não apresenta saldo em nenhuma Unidade


Gestora, haja vista que não existe no Plano de Contas. Essa conta tem o objetivo de identificar
as contas transitórias que possuem saldos na Unidade Gestora, conforme demonstrada nas
equações abaixo:
Quadro 5 – Contas Transitórias
EQ. 1º TERMO 2º TERMO CONTA TRANSITÓRIA
11 214110000 390000000 Receita a classificar
14 112610000 390000000 Valores a creditar
24 114110000 390000000 Despesas a regularizar
114120000
114130000
41 113300000 390000000 Materiais em trânsito
44 142129800 390000000 Bens móveis a classificar
73 112690000 390000000 Outros valores em trânsito
75 112620000 390000000 OB’s emitidas a compensar
110
9.2.1.3 Contas com Saldo Invertido

São contas que apresentam no Balancete saldo diferente do seu sinal, ou seja, uma
conta de natureza devedora apresentando saldo credor ou vice-versa. Em alguns casos, contas
com saldos invertidos podem não representar erros, mas uma situação real de uma Unidade
Gestora, por exemplo, quando o saldo da conta 19.111.00.00 – Receita a Realizar estiver com
saldo invertido, significa que a unidade superou as expectativas de arrecadação, ficando com
um excesso de arrecadação e não um erro ou omissão de lançamento. O usuário poderá
analisar esse tipo de situação por meio da transação >DETACONTA, e quando for
constatado erro no lançamento deverá proceder a regularização no SIAFEM.

9.2.1.4 Análise das Disponibilidades Financeiras

Deverá ser feito, sistematicamente, uma análise nas contas de disponibilidade


financeira, da seguinte forma:
29.320.00.00 – o saldo desta conta, na transação >DETABALAN, deverá ser
compatibilizado com os valores de Ativo Financeiro (-) Passivo Financeiro do Balanço
Patrimonial, que é demonstrado na transação >BALANSINT - opção 2.
29.330.00.00 – o saldo desta conta, na transação >DETABALAN, deverá ser igual
ao saldo da conta 111100000, na mesma transação.

9.2.2 Método Comparativo

Esse método serve para a Unidade Gestora proceder a análise de saldos contábeis,
comparando-os com controles próprios de cada unidade. Como exemplo, podemos citar:
CONTABILIDADE X CONTROLE FÍSICO

CAIXA X MOVIMENTO DIÁRIO

BANCO X EXTRATO

APLICAÇÕES X EXTRATO –RENDIMENTOS

EMPRÉSTIMOS X PLANILHA DE CONTROLE

ESTOQUES X DMO

B. MÓVEIS X DMO

No controle de banco versus extrato, pode-se analisar o seguinte:


− valores registrados pela contabilidade, mas que não foram
correspondidos pelo banco;
− valores registrados pelo banco, mas não foram correspondidos pela
contabilidade;
− Depósitos não identificados.
111
Para o restante, podemos citar alguns exemplos de planilhas de controle:

Contabilidade versus Controle físico


CONTROLE MENSAL
SALDO ENTRADAS SAÍDAS
TIPO SALDO ATUAL
ANTERIOR INSCRIÇÃO ATUALIZAÇÃO RECEBIMENTO CANCELAMENTO

Empréstimos versus Planilha controle


CONTROLE MENSAL
SALDO ENTRADAS SAÍDAS
TIPO SALDO ATUAL
ANTERIOR CONCESSÃO ATUALIZAÇÃO RECEBIMENTO CANCELAMENTO

Estoques versus DMO (Demonstrativo Mensal de Operações)


CONTROLE MENSAL
SALDO ENTRADAS
TIPO SAÍDAS SALDO ATUAL
ANTERIOR REO IEO

Bens Móveis versus DMO (Demonstrativo Mensal de Operações)


CONTROLE MENSAL
SALDO ENTRADAS
TIPO BAIXAS SALDO ATUAL
ANTERIOR REO IEO
112
ROTEIRO DE ANÁLISE CONTÁBIL VIA SIAFEM

O SIAFEM COMO INSTRUMENTO DE AUDITORIA ROTEIRO DE ACOMPANHAMENTO

ASSUNTO: ROTEIRO DE ANÁLISE CONTÁBIL VIA SIAFEM


FASE: LEVANTAMENTO PRELIMINAR
ETAPA: IDENTIFICAÇÃO DO ÓRGÃO/ENTIDADE E DA UNIDADE GESTORA
SEÇÃO:
ASSUNTO:

ANÁLISE OPERACIONALIZAÇÃO PROVIDÊNCIA LEGISLAÇÃO


1- Identificar o código do órgão/entidade Utilizar a transação >CONORGAO, Solicitar inclusão e/ou alteração dos dados
verificando se no cadastro estão detalhando seus dados cadastrais. cadastrais.
preenchidos todos os campos.
2 - Verificar quais as Ugs que estão Utilizar a transação >CONUG e preencher
cadastradas no órgão. somente o campo relativo ao órgão.
2.2 - Identificar o código da UG verificando Utilizar a transação >CONUG, detalhando Solicitar a inclusão e/ou alteração dos dados
se o cadastro encontra-se com todos os seus dados cadastrais. cadastrais que não estão preenchidos
campos preenchidos. Imprimir as informações obtidas. corretamente.
Juntar ao dossiê as informações impressas.
3 - Identificar na UG:
3.1 - a gestão; Utilizar a transação >LISDOMBAM,
3.2 - o domicílio bancário, verificando: observando que havendo mais de 01 (uma) Juntar ao dossiê as informações impressas.
gestão, esta será apresentada em tela
3.2.1 - se existe mais de uma Conta do tipo distinta subsequente a inicial.
"C", para a UG da Administração Direta e Verificar os motivos da manutenção de mais
Indireta; de uma conta do tipo "C".
Imprimir as informações obtidas.
3.2.2 - se existem varias Contas do tipo "D", Verificar os motivos da manutenção de
para a UG da Administração Direta e diversas contas do tipo "D", identificando
Indireta; cada uma.

Fonte: Adaptado com base em Pires, 2000.


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O SIAFEM COMO INSTRUMENTO DE AUDITORIA ROTEIRO DE ACOMPANHAMENTO

ASSUNTO: ROTEIRO DE ANÁLISE CONTÁBIL VIA SIAFEM


FASE: ANÁLISE INICIAL E REVISÃO PERIÓDICA
ETAPA:LEVANTAMENTO DAS RESTRIÇÕES CONTÁBEIS
SEÇÃO: CONFORMIDADE DA SETORIAL CONTÁBIL
ASSUNTO:

ANÁLISE OPERACIONALIZAÇÃO PROVIDÊNCIA LEGISLAÇÃO

1- Identificar as impropriedades apontadas Utilizar a transação >CONCONFORG.


pela Setorial Contábil, para posterior análise
quando da verificação do Balancete da UG.

Fonte: Adaptado com base em Pires, 2000.


114

O SIAFEM COMO INSTRUMENTO DE AUDITORIA ROTEIRO DE ACOMPANHAMENTO

ASSUNTO: ROTEIRO DE ANÁLISE CONTÁBIL VIA SIAFEM


FASE: ANÁLISE INICIAL E REVISÃO PERIÓDICA
ETAPA:LEVANTAMENTO DAS RESTRIÇÕES CONTÁBEIS
SEÇÃO: INCONSISTÊNCIAS CONTÁBEIS
ASSUNTO:

ANÁLISE OPERACIONALIZAÇÃO PROVIDÊNCIA LEGISLAÇÃO


1- Verificar a existência de contas que
apresentam excesso de saldo no nível Utilizar a transação >CONINCONS Solicitar a reclassificação dos saldos para as
agregado "OUTROS" (5% do total do grupo Imprimir a relação das contas e por meio contas contábeis apropriadas. Caso não
que pertence), identificando os fatos >RAZAO, detalhar os documentos exista no Plano de Contas um subitem
geradores dos registros. identificando-os para posterior adequado para a reclassificação, solicitar ao
reclassificação no subitem correto. gestor do sistema, por meio de mensagem,
a criação da conta contábil ou adequação
em conta existente.

2 - Verificar a existência de equações com Utilizar a transação >LISCONTIR e imprimir


inconsistências contábeis. as equações inconsistentes; Solicitar a regularização dos lançamentos,
Comparar os dois termos da equação, estornando o evento errado e utilizando na
identificando o termo de maior valor e mesma NL o evento correto. Caso o erro
detalhar por meio da transação seja proveniente do evento, solicitar ao
>DETACONTA e >RAZAO, evidenciando os gestor do sistema a regularização do evento.
eventos que movimentaram somente um
termo da equação.

Fonte: Adaptado com base em Pires, 2000.


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O SIAFEM COMO INSTRUMENTO DE AUDITORIA ROTEIRO DE ACOMPANHAMENTO

ASSUNTO: ROTEIRO DE ANÁLISE CONTÁBIL VIA SIAFEM


FASE: ANÁLISE INICIAL E REVISÃO PERIÓDICA
ETAPA:VERIFICAÇÃO DO BALANCETE DA UNIDADE GESTORA
SEÇÃO: ATIVO CIRCULANTE
ASSUNTO: DISPONÍVEL

ANÁLISE OPERACIONALIZAÇÃO PROVIDÊNCIA LEGISLAÇÃO


1- Nas contas do tipo "C", verificar:
1.1 - a existência de saldos prolongados Utilizar transação >BALANCETE e >RAZAO, Solicitar a transferência dos valores para Decreto nº 9.753, de
sem a transferência para a conta única detalhando os documentos. Conta Única: 29 de dezembro de
1.2 - se existe evidência de registro das 1999, publ. D.º 5171,
pendências apresentadas na conciliação; de 30/12/99, p. 01 a
1.3 - confrontar com saldo bancário, caso 02
tenha sido solicitado a confirmação de Utilizar a transação >DETACONTA Solicitar a transferência dos valores para
saldos junto ao banco; Conta Única;
1.4 - se existe evidência de pagamento Utilizar a transação >DETACONTA Orientar a Unidade Gestora que este tipo de
direto pela conta "C". pagamento só poderá ser efetuado pela
conta única;

Utilizar a transação >DETACONTA e Orientar a Unidade Gestora quanto a


2 - Nas contas do tipo "D" - Convênios, >CONMOVCT-D obrigatoriedade de aplicação dos recursos;
verificar se os recursos não utilizados estão
sendo aplicados no mercado financeiro.

3 - Nas aplicações financeiras, conta Utilizar a transação >DETACONTA e Solicitar a reclassificação dos valores
1.1.1.3.XX.00, verificar: >BALANCETE (Para as contas que registrados na conta-corrente contábil 9.9.
3.1 - a legalidade das aplicações; possuem conta corrente contábil) e a
3.2 - se foram utilizadas contas-correntes transação >RAZAO, comparando os valores
contábeis do tipo 9.9; e as datas dos documentos de aplicação e
3.3 - se foram contabilizados os rendimentos resgate. Solicitar a contabilização dos rendimentos
auferidos no período. ao final de cada mês.

Fonte: Adaptado com base em Pires, 2000.


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O SIAFEM COMO INSTRUMENTO DE AUDITORIA ROTEIRO DE ACOMPANHAMENTO


ASSUNTO: ROTEIRO DE ANÁLISE CONTÁBIL VIA SIAFEM
FASE: ANÁLISE INICIAL E REVISÃO PERIÓDICA
ETAPA:VERIFICAÇÃO DO BALANCETE DA UNIDADE GESTORA
SEÇÃO: ATIVO CIRCULANTE
ASSUNTO: BENS E VALORES EM CIRCULAÇÃO
ANÁLISE OPERACIONALIZAÇÃO PROVIDÊNCIA LEGISLAÇÃO
Utilizar a transação >BALANCETE, verificar Solicitar da Unidade Gestora explicações
1- Verificar se a Unidade Gestora controla se existe movimentação no grupo de contas para o não controle do Bens em Estoque;
seus estoques de Materiais na Contabilidade 113100000;

2 - Solicitar da Unidade Gestora o Relatório


Mensal do Almoxarifado e verificar;
a) Se os saldos anteriores estão compatíveis Utilizar a transação >DETACONTA; Solicitar da Unidade Gestora explicações
com a Contabilidade; para as inconsistências apresentadas;
Utilizar a transação >DETACONTA; Solicitar da Unidade Gestora explicações
b) Se a entradas resultantes da execução para as inconsistências apresentadas;
orçamentárias estão compatívies com os
controles da despesas e a conta 613110202
- bens de estoque;
Utilizar a transação >DETACONTA; Solicitar da Unidade Gestora explicações
c) Se as entradas independentes da para as inconsistências apresentadas;
execução orçamentária estão compatíveis
com o saldo da Conta 623120202 -Retorno
de Mat. Requisitado e não Consumido; Utilizar a transação >DETACONTA; Solicitar da Unidade Gestora explicações
d) Se as saídas estão compatíveis com o para as inconsistências apresentadas;
saldo da conta 523120200 - Baixa de
Estoque
e) Se o saldo atual está compatível com o Utilizar a transação >DETACONTA; Solicitar da Unidade Gestora explicações
saldo da conta 113180600 - Estoques para as inconsistências apresentadas;
Interno Almoxarifado - Material de Consumo;
3 - Verificar se há existência de materiais em Utilizar a transação >DETACONTA; Solicitar da Unidade Gestora explicações
trânsito. para as inconsistências apresentadas;
Fonte: Adaptado com base em Pires, 2000.
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O SIAFEM COMO INSTRUMENTO DE AUDITORIA ROTEIRO DE ACOMPANHAMENTO


ASSUNTO: ROTEIRO DE ANÁLISE CONTÁBIL VIA SIAFEM
FASE: ANÁLISE INICIAL E REVISÃO PERIÓDICA
ETAPA:VERIFICAÇÃO DO BALANCETE DA UNIDADE GESTORA
SEÇÃO: ATIVO CIRCULANTE
ASSUNTO: VALORES PENDENTES A CURTO PRAZO
ANÁLISE OPERACIONALIZAÇÃO PROVIDÊNCIA LEGISLAÇÃO
1- Na existência de valores registrados na Utilizara transação >DETACONTA Solicitar a regularização dos registros dentro
conta 1.1.4.1.3.XX.00 - Despesas a detalhando os documentos. do mês de competência;
Regularizar, verificar a origem do
lançamento e o fundamento legal.

2 - Na existência de valores na conta Utilizar a transação >DETACONTA Solicitar a regularização dos registro dentro
1.1.4.1.2.XX.00 - Outras Contas Pendentes, detalhando os documentos. do mês de competência;
verificar a origem do lançamento e o
fundamento legal.

3 - Na persistência de saldo na conta Solicitar a regularização dos registro dentro


1.1.4.2.x.00.00 - Valores Diferidos verificar o Utilizar a transação >BALANCETE e do mês de competência.
motivo pelo qual os registros não foram >DETACONTA e a transação >RAZAO em
baixados correta e tempestivamente. todas as contas, detalhando os documentos.
OBSERVAÇÕES IMPORTANTES:
1) Os valores a classificar na despesa ferem
a LRF, tendo em vista que a referida lei diz
que a DESPESA É REGISTRADA
OBEDECENDO O PRINCÍPIO DE
COMPETÊNCIA.
2) Os valores a classificar na despesa
mostram uma situação irreal do Estado
quando das suas publicações bimestrais e
quadrimestrais, tendo em vista que os
valores foram pagos e não classificados na
despesa.
Fonte: Adaptado com base em Pires, 2000.
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O SIAFEM COMO INSTRUMENTO DE AUDITORIA ROTEIRO DE ACOMPANHAMENTO

ASSUNTO: ROTEIRO DE ANÁLISE CONTÁBIL VIA SIAFEM


FASE: ANÁLISE INICIAL E REVISÃO PERIÓDICA
ETAPA:VERIFICAÇÃO DO BALANCETE DA UNIDADE GESTORA
SEÇÃO: ATIVO REALIZÁVEL A LONGO PRAZO
ASSUNTO: EMPRÉSTIMOS E FINANCIAMENTOS CONCEDIDOS

ANÁLISE OPERACIONALIZAÇÃO PROVIDÊNCIA LEGISLAÇÃO


Utilizara transação >DETACONTA Solicitar a regularização dos registros.;
1- Na existência de valores registrados na detalhando os documentos.
conta 1.2.2.3.X.XX.00 - Empréstimos e
Financiamentos. Evidenciar a origem do
lançamento e o fundamento legal e verificar:
1.1 - Se os valores estão sendo atualizados Utilizar a transação >DETACONTA Solicitar a atualização contábil de acordo
mensalmente; detalhando os documentos. com os contratos;
1.2 - Caso exista o controle físico dos
contratos, deve ser feito o acompanhamento
e confrontar com o controle contábeil;
1.3 - Se há existência de valores Utilizar a transação >DETACONTA. Solicitar a ativação da cobrança e a sua
inadimplentes; respectiva regularização.

Fonte: Adaptado com base em Pires, 2000.


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O SIAFEM COMO INSTRUMENTO DE AUDITORIA ROTEIRO DE ACOMPANHAMENTO

ASSUNTO: ROTEIRO DE ANÁLISE CONTÁBIL VIA SIAFEM


FASE: ANÁLISE INICIAL E REVISÃO PERIÓDICA
ETAPA:VERIFICAÇÃO DO BALANCETE DA UNIDADE GESTORA
SEÇÃO: ATIVO REALIZÁVEL A LONGO PRAZO
ASSUNTO: DÍVIDA ATIVA

ANÁLISE OPERACIONALIZAÇÃO PROVIDÊNCIA LEGISLAÇÃO


1 - Na existência de valores classificados Utilizar a transação >BALANCETE (para as Solicitar a reclassificação dos valores
como Dívida Ativa, solicitar do Órgão contas que possuem conta-corrente detectados na conta-corrente contábil 99.
controlador um quadro composto de saldo contábil).
anterior, inscrições do exercício,
cancelamentos, recebimentos, atualizações
e saldo atual e verificar:
1.1 - se os valores constantes do quadro Utilizar a transação >BALANCETE; Solicitar a compatibilização dos controles à
estão compatíveis com o controle contábil; Unidade Gestora;
1.2 - se a receita arrecadada do exercício Solicitar explicações às Unidades Gestoras
está compatível com expectativa de sobre o não atendimento das metas
arrecadação e com a média das inscrições previstas para o exercício;
do exercício;
2 - Verificar se estão sendo adotadas Solicitar da Unidade Gestoras as medidas
medidas no sentido de melhorar a adotadas.
arrecadação da dívida ativa do Estado;

Fonte: Adaptado com base em Pires, 2000.


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O SIAFEM COMO INSTRUMENTO DE AUDITORIA ROTEIRO DE ACOMPANHAMENTO

ASSUNTO: ROTEIRO DE ANÁLISE CONTÁBIL VIA SIAFEM


FASE: ANÁLISE INICIAL E REVISÃO PERIÓDICA
ETAPA:VERIFICAÇÃO DO BALANCETE DA UNIDADE GESTORA
SEÇÃO: ATIVO PERMANENTE
ASSUNTO: INVESTIMENTOS

ANÁLISE OPERACIONALIZAÇÃO PROVIDÊNCIA LEGISLAÇÃO


1 - Na existência de valores registrados na Utilizar a transação >BALANCETE (para as Solicitar a reclassificação dos valores
conta 1.4.1.X.X.00.00 - Investimentos, contas que possuem conta-corrente detectados na conta-corrente contábil 99.
verificar se foram utilizadas contas-correntes contábil).
contábeis do tipo 99.
2 - Verificar a existência de valores
registrados como a classificar;
3 - Verificar se foi efetuada no final do Utilizar a transação >BALANCETE; Solicitar a reclassificação dos valores à
exercício a atualização dos investimentos Unidade Gestora;
pelo método da equivalência patrimonial Solicitar ao gestor do sistema orientação às
(participações societárias). Unidades Gestoras;
4 - Solicitar das unidades gestoras, com
saldo nesta conta, um quadro detalhado Solicitar explicações das Unidades Gestoras
com saldo anterior, aquisições do exercício, sobre as inconsistências verificadas.
baixas e saldo atual.

Fonte: Adaptado com base em Pires, 2000.


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O SIAFEM COMO INSTRUMENTO DE AUDITORIA ROTEIRO DE ACOMPANHAMENTO

ASSUNTO: ROTEIRO DE ANÁLISE CONTÁBIL VIA SIAFEM


FASE: ANÁLISE INICIAL E REVISÃO PERIÓDICA
ETAPA:VERIFICAÇÃO DO BALANCETE DA UNIDADE GESTORA
SEÇÃO: ATIVO PERMANENTE
ASSUNTO: IMOBILIZADO

ANÁLISE OPERACIONALIZAÇÃO PROVIDÊNCIA LEGISLAÇÃO


1 - Na existência de valores registrados nas
contas 1.4.2.1.2.XX.00 - Bens Móveis e UTILIZAR:
1.4.2.1.1.XX.00 Bens Imóveis, verificar:

1.1 - se foram utilizadas contas-correntes As transações >BALANCETE e Solicitar a reclassificação dos valores
contábeis que registram móveis e imóveis >DETACONTA. Quando a UG. detectados na conta-corrente contábil do tipo
do tipo 99 na classificação; 99.

1.2 - se os valores dos Bens Imóveis estão As transações >BALANCETE e Solicitar esclarecimentos sobre a não
sendo atualizados; >DETACONTA, identificando os reavaliação dos Bens Imóveis.
lançamentos de atualização.
1.3 - se há permanência dos valores A transação >BALANCETE e Solicitar a classificação dos bens.
inscritos nas contas Bens Imóveis a >DETACONTA, identificando os
classificar e Bens Móveis a classificar. documentos não classifcados;

1.4 - se há permanência de saldos nas As transações >BALANCETE e Solicitar da Unidade Gestora explicações
contas de Bens Móveis a Alienar e Bens >DETACONTA, identificando os para a permanência de saldos nesta conta;
Imóveis a Alienar. documentos pendentes de alienação.

1.5 - Solicitar previamente às Unidades A transação >BALANCETE e comparar com Solicitar da Unidade Gestora explicações
Gestoras um quadro do acompanhamento os saldo contábeis. para as insconsistências encontradas.
físico dos Bens Móveis e Imóveis, onde
serão apresentados os saldos anteriores, as
aquisições do exercício (REO e IEO), as
baixas e saldo atualizado.

Fonte: Adaptado com base em Pires, 2000.


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O SIAFEM COMO INSTRUMENTO DE AUDITORIA ROTEIRO DE ACOMPANHAMENTO

ASSUNTO: ROTEIRO DE ANÁLISE CONTÁBIL VIA SIAFEM


FASE: ANÁLISE INICIAL E REVISÃO PERIÓDICA
ETAPA:VERIFICAÇÃO DO BALANCETE DA UNIDADE GESTORA
SEÇÃO: ATIVO COMPENSADO
ASSUNTO: EXECUÇÃO ORÇAMENTÁRIA DA RECEITA

ANÁLISE OPERACIONALIZAÇÃO PROVIDÊNCIA LEGISLAÇÃO


1 - Verificar se os saldos das contas- Utilizar transações >BALANCETE
correntes da Conta 1.9.1.1.4.00.00 = Receita Solicitar a regularização das inconsistências;
Realizada estão compatíveis com os saldos
das constantes da Classe 4 - Receita e
29121.01.00 - Previsão Inicial p/Fonte de Solicitar a contabilização da previsão da
Recursos (Receita Realizada). Utilizar transações >BALANCETE receita.

2 - Verificar se as previsões de receitas


foram registradas, inclusive as previsões
adicionais (Contas 29111.00.00 - Previsão
Inicial e 29112.00.00 - Previsão Adicional),
confrontando com os saldos das contas
19211.00.00 - Dotação Inicial e 29212.00.00 Solicitar da Unidade Gestora as medidas
(Crédito Indisponível). tomadas para atender a LRF.
3 - Verificar se as metas bimestrais da
receita estão atingidas;
4 - Verificar se as previsões de receitas
foram efetuadas obedecendo a LRF.

Fonte: Adaptado com base em Pires, 2000.


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O SIAFEM COMO INSTRUMENTO DE AUDITORIA ROTEIRO DE ACOMPANHAMENTO

ASSUNTO: ROTEIRO DE ANÁLISE CONTÁBIL VIA SIAFEM


FASE: ANÁLISE INICIAL E REVISÃO PERIÓDICA
ETAPA:VERIFICAÇÃO DO BALANCETE DA UNIDADE GESTORA
SEÇÃO: ATIVO COMPENSADO
ASSUNTO: EXECUÇÃO ORÇAMENTÁRIA DA RECEITA

ANÁLISE OPERACIONALIZAÇÃO PROVIDÊNCIA LEGISLAÇÃO


Utilizar a transação >DETACONTA, Indagar se houve autorização legislativa
>BALANCETE a transação >RAZAO,
1 - Verificar se os saldos das contas- detalhando os documentos.
correntes da conta 29213.02.00 = Crédito
Realizado Líquido estão compatíveis com os
saldos das constantes da classe 3 -
Despesa Realizada, 29242.01.01
(Empenhos Liquidados por Emissão) e
29342.00.00 (Valores Liquidados).
Utilizar a Transação >DETABALAN Solicitar explicações para as divergências;

2 - Verificar se os saldos das contas


19211.00.00 (Dotação Inicial) e 29212.00.00
(Crédito Indisponível) + 29213.00.00 (Crédito
Utilizado) + 29214.00.00 - Créditos
Extraordinários (-) 29119.00.00 - Créditos
Cancelados estão compatíveis com a LOA.
3 - Verificar se as despesas realizadas Utilizar a Transação >DETABALAN Solicitar explicações para as divergências;
ultrapassam aos valores das Receitas
realizadas em cada bimestre;
4 - Verificar se existe aumentos de despesas
que contrariam a LRF.

Fonte: Adaptado com base em Pires, 2000.


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O SIAFEM COMO INSTRUMENTO DE AUDITORIA ROTEIRO DE ACOMPANHAMENTO

ASSUNTO: ROTEIRO DE ANÁLISE CONTÁBIL VIA SIAFEM


FASE: ANÁLISE INICIAL E REVISÃO PERIÓDICA
ETAPA:VERIFICAÇÃO DO BALANCETE DA UNIDADE GESTORA
SEÇÃO: ATIVO COMPENSADO
ASSUNTO: EXECUÇÃO DA PROGRAMAÇÃO FINANCEIRA

ANÁLISE OPERACIONALIZAÇÃO PROVIDÊNCIA LEGISLAÇÃO


1 - Verificar se cotas liberadas estão Utilizar a transação >BALANCETE, Solicitar explicações para as inconsistências
compatíveis com as expectativas de >DETACONTA nas contas 29311.01.00 levantadas.
arrecadação do período; (Cota de Despesa a Fixar), 29311.03.00
(Cota de Despesa Disponível a Empenhar) e
2 - Verificar se Órgão Central de 29311.04.00 (Cota de Despesa
Programação Financeira está ajustando, a Empenhada).
nível de fonte, as programações financeiras
deficitárias do período anterior;

3 - Identificar os critérios utilizados para os


pagamentos nas fontes de recursos que
apresentam déficit anterior;

4 - Identificar as medidas corretivas para


eliminação deste déficit.

Fonte: Adaptado com base em Pires, 2000.


125

O SIAFEM COMO INSTRUMENTO DE AUDITORIA ROTEIRO DE ACOMPANHAMENTO

ASSUNTO: ROTEIRO DE ANÁLISE CONTÁBIL VIA SIAFEM


FASE: ANÁLISE INICIAL E REVISÃO PERIÓDICA
ETAPA:VERIFICAÇÃO DO BALANCETE DA UNIDADE GESTORA
SEÇÃO: ATIVO COMPENSADO
ASSUNTO: EXECUÇÃO DE RESTOS A PAGAR

ANÁLISE OPERACIONALIZAÇÃO PROVIDÊNCIA LEGISLAÇÃO


1 - Verificar na conta 1.9.5.1.0.00.00= Utilizar a transação >DETACONTA e Decreto de
Inscrição de Restos a Pagar, a legalidade >BALANCETE no exercício atual e a Encerramento do
das Inscrições efetuadas no exercício transação >CONNE no exercício anterior. Exercício.
anterior;

2 - Se os pagamentos foram efetuados após Utilizar a transação >DETACONTA e


a sua regular liquidação; >RAZAO

3 - Se existem saldos que deveriam ser


cancelados já que os serviços, materiais,
bens ou obras não foram executados;

4 - Na existência de valores registrados na


conta 1.9.5.9.0.00.00 (Cancelamento de
Restos a Pagar), verificar:

4.1 - se são justificáveis os registros Utilizar a transação >BALANCETE,


contidos nessa conta; >DETACONTA e a transação >RAZAO,
4.2 - se apresentam valores relevantes detalhando os documentos.

Fonte: Adaptado com base emPires, 2000.


126

O SIAFEM COMO INSTRUMENTO DE AUDITORIA ROTEIRO DE ACOMPANHAMENTO

ASSUNTO: ROTEIRO DE ANÁLISE CONTÁBIL VIA SIAFEM


FASE: ANÁLISE INICIAL E REVISÃO PERIÓDICA
ETAPA:VERIFICAÇÃO DO BALANCETE DA UNIDADE GESTORA
SEÇÃO: PASSIVO CIRCULANTE
ASSUNTO: OPERAÇÕES DE CRÉDITOS INTERNAS E EXTERNAS

ANÁLISE OPERACIONALIZAÇÃO PROVIDÊNCIA LEGISLAÇÃO


1 - Verificar nas contas se as contas Utilizar a transação >DETACONTA Solicitar a reclassificação das Operações de
representativas de Operações de Créditos Crédito;
Internas e Externas que serão pagas no
exercício foram transferidas para o
Circulante;

2 - Verificar se o Serviço da Dívida a Pagar Utilizar a transação >DETACONTA;


representa os valores empenhados e não Recomendar à Unidade a inscrição em
pagos no exercício anterior; Restos a pagar de todas as Operações de
Créditos vencidas e não pagas no exercício;
3 - Verificar se a escrituração está de acordo Utilizar a Transação >DETACONTA; Recomendar à Unidade Gestora o
com LRF; cumprimento da legislação.

Fonte: Adaptado com base em Pires, 2000.


127

O SIAFEM COMO INSTRUMENTO DE AUDITORIA ROTEIRO DE ACOMPANHAMENTO

ASSUNTO: ROTEIRO DE ANÁLISE CONTÁBIL VIA SIAFEM


FASE: ANÁLISE INICIAL E REVISÃO PERIÓDICA
ETAPA:VERIFICAÇÃO DO BALANCETE DA UNIDADE GESTORA
SEÇÃO: PASSIVO EXIGIVEL A LONGO PRAZO
ASSUNTO: OPERAÇÕES DE CRÉDITOS INTERNAS E EXTERNAS

ANÁLISE OPERACIONALIZAÇÃO PROVIDÊNCIA LEGISLAÇÃO


1 - Solicitar da Unidade Gestora Utilizar a transação >DETACONTA Solicitar da Unidade Gestora a regularização
demonstrativo dos Contratos compostos de das divergências;
saldo anterior, endividamento do exercício,
atualizações, amortizações e saldo atual e
verificar:

1.1 - se os valores estão compatíveis com Utilizar a transação >DETACONTA; Solicitar da Unidade Gestora a regularização
os registros contábeis; das divergências;

1.2 - se os valores vencidos estão sendo Utilizar a Transação >DETACONTA; Solicitar da Unidade Gestora a regularização
empenhados e liquidados para posterior das divergências;
pagamento.

2 - Verificar se a escrituração está sendo Utilizar a Transação >DETACONTA; Solicitar da Unidade Gestora a regularização
observado o disposto na LRF. das divergências;

Fonte: Adaptado com base em Pires, 2000.


128

O SIAFEM COMO INSTRUMENTO DE AUDITORIA ROTEIRO DE ACOMPANHAMENTO

ASSUNTO: ROTEIRO DE ANÁLISE CONTÁBIL VIA SIAFEM


FASE: ANÁLISE INICIAL E REVISÃO PERIÓDICA
ETAPA:VERIFICAÇÃO DO BALANCETE DA UNIDADE GESTORA
SEÇÃO: PASSIVO COMPENSADO
ASSUNTO: EXECUÇÃO ORÇAMENTÁRIA DA DESPESA

ANÁLISE OPERACIONALIZAÇÃO PROVIDÊNCIA LEGISLAÇÃO

1 - Verificar nas contas 2.9.2.2.1.00.00 Indagar se houve autorização legislativa


(Destaque Concedido) a existência de
movimentação de crédito não prevista no
QDD.

Fonte: Adaptado com base em Pires, 2000.


129

O SIAFEM COMO INSTRUMENTO DE AUDITORIA ROTEIRO DE ACOMPANHAMENTO

ASSUNTO: ROTEIRO DE ANÁLISE CONTÁBIL VIA SIAFEM


FASE: ANÁLISE INICIAL E REVISÃO PERIÓDICA
ETAPA:VERIFICAÇÃO DO BALANCETE DA UNIDADE GESTORA
SEÇÃO: PASSIVO COMPENSADO
ASSUNTO: EXECUÇÃO DA PROGRAMAÇÃO FINANCEIRA

ANÁLISE OPERACIONALIZAÇÃO PROVIDÊNCIA LEGISLAÇÃO

1 - Identificar os valores pagos por credor Utilizar a transação >BALANCETE, Anotar os CGC/CPF julgados relevantes
que suscitem dúvidas quanto a finalidade do >DETACONTA na conta 2.9.342.00.00 para serem utilizados na Etapa Identificação
pagamento. (Valores Liquidados). dos Empenhos e das Ordens Bancárias da
U.G.

Fonte: Adaptado com base em Pires, 2000.


130

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ASSUNTO: ROTEIRO DE ANÁLISE CONTÁBIL VIA SIAFEM


FASE: ANÁLISE INICIAL E REVISÃO PERIÓDICA
ETAPA:VERIFICAÇÃO DO BALANCETE DA UNIDADE GESTORA
SEÇÃO: DESPESA
ASSUNTO: DESPESA DE CAPITAL

ANÁLISE OPERACIONALIZAÇÃO PROVIDÊNCIA LEGISLAÇÃO

1 - Verificar na existência de saldo nas Identificar os Contratos, verificando suas


contas 3.4.6.9.0.71.00 - Principal da Dívida Utilizar a transação >RAZAO, detalhando os cláusulas sobre amortização.
por Contrato/Amortização. documentos.

2 - Verificar se as despesas de capital foram Utilizar a transação >DETACONTA e


incorporadas ao patrimônio. >LISCONTIR

Fonte: Adaptado com base em Pires, 2000.


131

O SIAFEM COMO INSTRUMENTO DE AUDITORIA ROTEIRO DE ACOMPANHAMENTO

ASSUNTO: ROTEIRO DE ANÁLISE CONTÁBIL VIA SIAFEM


FASE: ANÁLISE INICIAL E REVISÃO PERIÓDICA
ETAPA:VERIFICAÇÃO DO BALANCETE DA UNIDADE GESTORA
SEÇÃO: RECEITA
ASSUNTO: RECEITA CORRENTE E DE CAPITAL

ANÁLISE OPERACIONALIZAÇÃO PROVIDÊNCIA LEGISLAÇÃO


Utilizar a transação >RAZAO, detalhando os Caso o recurso pertença a outra U.G.
1 - Verificar as receitas contabilizadas nas documentos. solicitar a transferência.
contas 4.1.X.X.XX.XX - Receitas Correntes
referem-se, efetivamente, à arrecadação de
recursos vinculados à U.G., através da
análise do código da fonte de recursos e são
compatíveis com as atividades da Unidade

2 - Verificar se as receitas contabilizadas Utilizar a transação >RAZAO detalhando os Caso o recurso pertença a outra U.G.
nas contas 4.2.X.X.X.XX.XX - Receitas de documentos. solicitar a transferência.
Capital referem-se, efetivamente, à
arrecadação de recursos vinculados à U.G.
através da análise de código da fonte de
recursos e são compatíveis com as
atividades da Uni

3 - Verificar se as receitas de capital Utilizar a transação >LISCONTIR


correspondem as mutações passivas (baixa
de patrimônio).

Fonte: Adaptado com base em Pires, 2000.


132

O SIAFEM COMO INSTRUMENTO DE AUDITORIA ROTEIRO DE ACOMPANHAMENTO

ASSUNTO: ROTEIRO DE ANÁLISE CONTÁBIL VIA SIAFEM


FASE: ANÁLISE INICIAL E REVISÃO PERIÓDICA
ETAPA:VERIFICAÇÃO DO BALANCETE DA UNIDADE GESTORA
SEÇÃO: RESULTADO ORÇAMENTÁRIO PASSIVO
ASSUNTO: INTERFERÊNCIAS PASSIVAS

ANÁLISE OPERACIONALIZAÇÃO PROVIDÊNCIA LEGISLAÇÃO


Utilizar a transação >BALANCETE, Solicitar que a U.G. proceda os seus
>DETACONTA e a transação >RAZAO para registros contábeis de acordo com a
1 - Na existência de saldo na conta as contas 5.1.2.1.3.00.00 (Repasse realidade dos fatos.
5.1.2.1.3.00.00 (Repasse Concedido), Concedido) e 2.9.2.2.1.00.00 (Destaque
verificar se houve a correspondente Concedido), detalhando e confrontando os
movimentação de crédito mediante documentos.
Destaque ou se correspondem as
transferências concedidas para o
pagamento da despesa de outras unidade.

Fonte: Adaptado com base em Pires, 2000.


133

O SIAFEM COMO INSTRUMENTO DE AUDITORIA ROTEIRO DE ACOMPANHAMENTO

ASSUNTO: ROTEIRO DE ANÁLISE CONTÁBIL VIA SIAFEM


FASE: ANÁLISE INICIAL E REVISÃO PERIÓDICA
ETAPA:VERIFICAÇÃO DO BALANCETE DA UNIDADE GESTORA
SEÇÃO: RESULTADO ORÇAMENTÁRIO PASSIVO
ASSUNTO: MUTAÇÕES PASSIVAS

ANÁLISE OPERACIONALIZAÇÃO PROVIDÊNCIA LEGISLAÇÃO


1 - Verificar se as receitas classificadas Utilizar a transação >LISCONTIR Solicitar que a U.G. proceda os seus
referentes aos fatos permutativos registros contábeis de acordo com a
correspondem as baixas de patrimônio realidade dos fatos.
dados em troca dessas receitas
(LISCONTIR)

Fonte: Adaptado com base em Pires, 2000.


134

O SIAFEM COMO INSTRUMENTO DE AUDITORIA ROTEIRO DE ACOMPANHAMENTO

ASSUNTO: ROTEIRO DE ANÁLISE CONTÁBIL VIA SIAFEM


FASE: ANÁLISE INICIAL E REVISÃO PERIÓDICA
ETAPA:VERIFICAÇÃO DO BALANCETE DA UNIDADE GESTORA
SEÇÃO: RESULTADO ORÇAMENTÁRIO PASSIVO
ASSUNTO: DECRÉSCIMOS PATRIMONIAIS

ANÁLISE OPERACIONALIZAÇÃO PROVIDÊNCIA LEGISLAÇÃO


1 - Verificar se os valores registrados neste Utilizar a transação >BALANCETE Solicitar que a U.G. proceda os seus
subgrupo correponde as operações da registros contábeis de acordo com a
Unidade Gestora; realidade dos fatos.

Fonte: Adaptado com base em Pires, 2000.


135

O SIAFEM COMO INSTRUMENTO DE AUDITORIA ROTEIRO DE ACOMPANHAMENTO

ASSUNTO: ROTEIRO DE ANÁLISE CONTÁBIL VIA SIAFEM


FASE: ANÁLISE INICIAL E REVISÃO PERIÓDICA
ETAPA:VERIFICAÇÃO DO BALANCETE DA UNIDADE GESTORA
SEÇÃO: RESULTADO ORÇAMENTÁRIO ATIVO
ASSUNTO: INTERFERÊNCIAIS ATIVAS

ANÁLISE OPERACIONALIZAÇÃO PROVIDÊNCIA LEGISLAÇÃO


Utilizar a transação >BALANCETE,
1 - Verificar na existência de saldo na conta >DETACONTA e a transação >RAZAO, nas
6.1.2.1.3.00.00 (Repasse Recebido), se contas 6.1.2.1.3.00.00 (Repasse Recebido)
houve a correspondente movimentação de e 1.9.2.2.1.00.00 (Destaque Recebido),
crédito mediante Destaque ou dos valores detalhando os documentos.
recebidos para pagamento de sua despesa.

Fonte: Adaptado com base em Pires, 2000.


136

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ASSUNTO: ROTEIRO DE ANÁLISE CONTÁBIL VIA SIAFEM


FASE: ANÁLISE INICIAL E REVISÃO PERIÓDICA
ETAPA:VERIFICAÇÃO DO BALANCETE DA UNIDADE GESTORA
SEÇÃO: SALDOS INVERTIDOS
ASSUNTO: INTERFERÊNCIAIS ATIVAS

ANÁLISE OPERACIONALIZAÇÃO PROVIDÊNCIA LEGISLAÇÃO


1 - Verificar a existência de saldos invertidos Utilizar a transação >BALANCETE por conta- Solicitar a regularização do saldo.
em contas-correntes contábeis, analisando o corrente solicitando somente as contas com
motivo da sua inversão. saldo invertido.

Fonte: Adaptado com base em Pires, 2000.


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ASSUNTO: ROTEIRO DE ANÁLISE CONTÁBIL VIA SIAFEM


FASE: ANÁLISE INICIAL E REVISÃO PERIÓDICA
ETAPA:PROCEDIMENTOS GERAIS
SEÇÃO: ANÁLISE DAS CONSISTÊNCIAS CONTÁBEIS
ASSUNTO:

ANÁLISE OPERACIONALIZAÇÃO PROVIDÊNCIA LEGISLAÇÃO


1 - Verificar a conformidade diária da U.G. Utilizar a transação >CONCONFUG, Selecionar amostra dos documentos
2 - Verificar se os documentos que acessando a descrição das conformidades destacados na descrição da conformidade Decreto nº 10.759 de
receberam conformidade com restrição com restrição. com restrição; 06/05/2002
foram devidamente corrigidos.
3 - Verificar se os eventos e as naturezas de Utilizar as transações específicas de Solicitar que a U.G. corrija os documentos
despesas utilizadas nos documentos consulta aos documentos originais e de com restrição que não apresentem os
guardam conformidade com a finalidade dos acertos obtidos na conformidade com respectivos documentos de acerto.
registros. restrição.
4 - Agrupar os documentos da amostra por Verificar a especificação dos eventos na Solicitar a devida correção.
assunto: "Tabela de Eventos". Solicitar o acerto das contabilizações
- adiantamentos; indevidas.
- diárias;
- passagens aéreas;
- convênios de despesa;
- contratos;
- orçamento; e
- outros.
5 - Verificar se estão sendo utilizadas as Consultar o Plano de Contas Único da Solicitar a reclassificação das
classificações contábeis adequadas e sem a Administração Estadual. contabilizações indevidas.
utilização de grupamentos genéricos
"outros".

Fonte: Adaptado com base em Pires, 2000.


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O SIAFEM COMO INSTRUMENTO DE AUDITORIA ROTEIRO DE ACOMPANHAMENTO
ASSUNTO: ROTEIRO DE CONTROLE INTERNO VIA SIAFEM
FASE: ANÁLISE INICIAL E REVISÃO PERIÓDICA
ETAPA:VERIFICAÇÃO DO BALANCETE DA UNIDADE GESTORA
SEÇÃO: ATIVO COMPENSADO
ASSUNTO: COMPENSAÇÕES ATIVAS DIVERSAS - SUPRIMENTO DE FUNDOS
ANÁLISE OPERACIONALIZAÇÃO PROVIDÊNCIA LEGISLAÇÃO
1 - Com relação à conta 19932.00.00 = Decreto n. 11.666, de
Suprimentos de Fundos, verificar: 29 de julho de 2004.
Utilizar a Transação >DETACONTA Recomendar a observância da legislação.
1.1 - se os saldos do exercício anterior foram
baixados mediante apresentação da prestação
de contas no início do exercício seguinte;
1.2 - se está sendo observada a proibição de Utilizar a transação >BALANCETE, Recomendar a observância da legislação.
conceder adiantamento a servidor: >DETACONTA e a transação >RAZAO.
a) responsável por dois adiantamentos;
b) declarado em alcance; Recomendar a observância da legislação.
c) esteja em atraso com a prestação de contas Utilizar a transação >BALANCETE e
de outro suprimento. >DETACONTA na conta 19912.06.00 e nos
1.3 - se não existe prestação de contas fora do desdobramentos 1.1.2.2.9.00.00 (Diversos
prazo previsto; Responsáveis) e a transação >RAZAO em Recomendar a observância da legislação.
ambas, para se verificar as datas dos registros.
1.4 - se os responsáveis pelos adiantamentos Utilizar a transação >BALANCETE,
estão apresentando as prestações de contas >DETACONTA e a transação >RAZAO.
dentro do prazo de comprovação constante da
Nota de Empenho;
1.5 - se a natureza da despesa indicada na OB e
na NE está de acordo com o objetivo do
adiantamento;
1.6 - se foram utilizadas c/c contábeis de Recomendar a reclassificação para os CPF do
inscrições gene´rica e/ou do tipo 99; responsável pelo adiantamento.
1.7 - se as despesas realizadas por Recomendar a observância da legislação em
adiantamento se enquadram na legislação em vigor
vigor.
Fonte: Adaptado com base em Pires, 2000.
156
139

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ASSUNTO: ROTEIRO DE CONTROLE INTERNO VIA SIAFEM


FASE: ANÁLISE INICIAL E REVISÃO PERIÓDICA
ETAPA:VERIFICAÇÃO DO BALANCETE DA UNIDADE GESTORA
SEÇÃO: ATIVO COMPENSADO
ASSUNTO: COMPENSAÇÕES ATIVAS DIVERSAS - CONTROLE DE CONTRATOS

ANÁLISE OPERACIONALIZAÇÃO PROVIDÊNCIA LEGISLAÇÃO


2 - Na existência de valores registrados na
conta 1.9.9.7.2.XX.00 - Contratos com
Terceiros, verificar:
2.1 - se os contratos foram precedidos de Utilizar a transação >DETACONTA e Recomendar à Unidade a aplicação da
licitação na modalidade adequada ou identificar por meio do RAZAO os empenhos legislação;
justificada sua dispensabilidade ou emitidos;
inexibilidade;
2.2 - se extratos dos contratos estão sendo Utilizar a transação >DETACONTA; Recomendar à Unidade Gestora a
publicados no DOE; publicação dos contratos;
2.3 - se os contratos estão sendo
devidamente registrados no compensado
concomitante com a sua publicação;
2.4 - se os saldo estão sendo baixados nos Utilizar a transação >DETACONTA;
respectivos pagamentos;
2.6 - se foram utilizadas contas-correntes Utilizar a transação >DETACONTA e Recomendar a baixa dos contratos no
contábeis do tipo 99 e/ou se é necessária a identificar por meio do RAZAO os empenhos momento dos respectivos pagamentos;
manutenção de registro em contas-correntes emitidos; Recomendar a reclassificação para
contábeis de inscrição genérica. Utilizar a transação >DETACONTA CGC/CPF correspondente;
2.7 - se os empenhos emitidos Utilizar a transação >DETACONTA Recomendar a aplicação da legislação.
correspondem às parcelas a serem
executadas no exercício.
3 - Na existência de valores registrados na
conta 1.9.9.7.2.03.00 (Contratos de
Aluguéis) verificar a legalidade e a
economicidade das locações.
Fonte: Adaptado com base em Pires, 2000.
140

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ASSUNTO: ROTEIRO DE CONTROLE INTERNO VIA SIAFEM
FASE: ANÁLISE INICIAL E REVISÃO PERIÓDICA
ETAPA:VERIFICAÇÃO DO BALANCETE DA UNIDADE GESTORA
SEÇÃO: ATIVO COMPENSADO
ASSUNTO: COMPENSAÇÕES ATIVAS DIVERSAS - CONTROLE DE CONVÊNIOS
ANÁLISE OPERACIONALIZAÇÃO PROVIDÊNCIA LEGISLAÇÃO
4 - Com relação à conta de Controle de
Convênios, Acordos ou Ajustes, Auxílios,
Contribuições e Subvenções, verificar:
Utilizar a transação >DETACONTA, Recomendar a Unidade o cadastramento
4.1 - se os convênios estão sendo cadastrados GESTORAS e identificar por meio do dos convênios
no sistema no momento da sua assinatura; RAZAO os empenhos emitidos;
Utilizar a transação >DETACONTA; Recomendar à Unidade Gestora o registro
4.2 - se os convênios estão sendo registrados no dos contratos;
sistema no momento da sua assinatura;
Utilizar a transação >DETACONTA; Recomendar a baixa dos convênios no
4.3 - se os pagamentos estão acompanhados no momento dos respectivos pagamentos;
sistema de compensação;
Utilizar a transação >DETACONTA e Recomendar o registro no sistema das
4.4 - se as prestações de contas estão baixadas identificar por meio do RAZAO os empenhos prestações de contas no momento do seu
no sistema no momento estão sendo recebidas; emitidos; recebimento;
4.5 - se as prestações de contas estão sendo Utilizar a transação >DETACONTA Recomendar o registro no sistema das
registradas no sistema no momento que estão prestações de contas no momento da sua
sendo aprovadas aprovação;
4.6 - se os convênios inadimplentes estão Utilizar a transação >DETACONTA p/ a Recomendar o registro em diversos
inscritos em Diversos Responsáveis; conta 1.1.2.2.9.00.00 (Diversos responsáveis e no controle do compensado
4.7 - Impugnados estão inscritos em Diversos Responsáveis) dos convênios inadimplentes;
Responsáveis;
Utilizar a transação >GESTORAS, detalhado
5 - Verificar por amostragem, se os cadastros de as transferências selecionadas
Convênios, Acordos ou Ajustes, Auxílios,
Contribuições e Subvenções encontram-se
devidamente preenchidas.
Fonte: Adaptado com base em Pires, 2000.
141

O SIAFEM COMO INSTRUMENTO DE AUDITORIA ROTEIRO DE ACOMPANHAMENTO

ASSUNTO: ROTEIRO DE CONTROLE INTERNO VIA SIAFEM


FASE: ANÁLISE INICIAL E REVISÃO PERIÓDICA
ETAPA:VERIFICAÇÃO DO BALANCETE DA UNIDADE GESTORA
SEÇÃO: ATIVO CIRCULANTE
ASSUNTO: CONSIGNAÇÕES, DEPÓSITOS DE TERCEIROS E ARO

ANÁLISE OPERACIONALIZAÇÃO PROVIDÊNCIA LEGISLAÇÃO


1 - Com relação à conta de Consignações, Utilizar a transação >DETACONTA e Solicitar providências para eliminação das
verificar: >RAZAO, identificar os valores antigos; pendências à Unidae Gestora;
1.1 - a existência de valores antigos que não
foram recolhidos;
1.2 - se as consignações em folha de pagamento Utilizar a transação .DETACONTA e
e as retenções em fatura de terceiros obedecem >RAZAO
a legislação.

2 - Com relação ao Depositos de Terceiros,


verificar:
2.1 - se os depósitos são compatíveis com o Utilizar a transação >DETACONTA
histórico do documento de registro e com as
operações da Unidade Gestora;
Utilizar a transação >BALANCETE,
2.2 - se não existe valores que deveriam ter sido >DETACONTA e a transação >RAZAO,
devolvidos ou reconhecidos como receita. detalhando os documentos.

3 - Com relação às Operações de Crédito por Utilizar a transação >DETACONTA


Antecipação da Receita Orçamentária (ARO),
verificar:
3.1 - se as operações de créditos estavam
autorizadas na LOA;
3.2 - se existe valores vencidos; Utilizar a transação >DETACONTA
Utilizar a transação >DETACONTA
3.3 - se está ocorrendo refinanciamento das
operações de crédito em desacordo com a LRF.
Fonte: Adaptado com base em Pires, 2000.
142

O SIAFEM COMO INSTRUMENTO DE AUDITORIA ROTEIRO DE ACOMPANHAMENTO

ASSUNTO: ROTEIRO DE CONTROLE INTERNO VIA SIAFEM


FASE: ANÁLISE INICIAL E REVISÃO PERIÓDICA
ETAPA:VERIFICAÇÃO DO BALANCETE DA UNIDADE GESTORA
SEÇÃO: PASSIVO CIRCULANTE
ASSUNTO: DESPESA LIQUIDADA A PAGAR (Fornecedores, Pessoal a Pagar e Encargos Sociais)

ANÁLISE OPERACIONALIZAÇÃO PROVIDÊNCIA LEGISLAÇÃO


1 - Verificar a existência de valores antigos; Utilizar a transação >DETACONTA e Recomendar a Unidade a eliminação das
>RAZAO; pendências;
2 - Verificar a existência de valores vencidos; Utilizar a transação >DETACONTA e Recomendar a Unidade a eliminação das
>RAZAO; pendências;
3 - Verificar a política adotada para a priorização Utilizar a transação >DETACONTA e
dos pagamentos; >RAZAO;
4 - Verificar se a Unidade Gestora está Utilizar a transação >DETACONTA
respeitando essa política.

Fonte: Adaptado com base em Pires, 2000.


143

O SIAFEM COMO INSTRUMENTO DE AUDITORIA ROTEIRO DE ACOMPANHAMENTO

ASSUNTO: ROTEIRO DE CONTROLE INTERNO VIA SIAFEM


FASE: ANÁLISE INICIAL E REVISÃO PERIÓDICA
ETAPA:VERIFICAÇÃO DO BALANCETE DA UNIDADE GESTORA
SEÇÃO: PASSIVO CIRCULANTE
ASSUNTO: RESTOS A PAGAR ( Processados e não Processados)

ANÁLISE OPERACIONALIZAÇÃO PROVIDÊNCIA LEGISLAÇÃO


1 - Verificar se os Restos a Pagar inscritos no Utilizar a transação >DETACONTA e Recomendar a Unidade a eliminação das
Exercício anterior estão de acordo com o Decreto >RAZAO; pendências;
de encerramento; Utilizar a transação >DETACONTA e Recomendar a Unidade a eliminação das
>RAZAO; pendências;
2 - Verificar pelos Restos a Pagar - Pagos se Utilizar a transação >DETACONTA e
estão compatíveis com o Decreto de >RAZAO;
Encerramento de Exercício;

Utilizar a transação >DETACONTA e


3 - Verificar a política adotada para a priorização >RAZAO;
dos pagamentos dos Restos a Pagar;

4 - Verificar se a Unidade Gestora tem Utilizar a transação >DETACONTA e


Restos a Pagar que já deveriam ter sido >RAZAO;
cancelados;

5 - Verificar a existência cancelamentos Utilizar a transação >DETACONTA e


relevantes de Restos a Pagar. >RAZAO;

Fonte: Adaptado com base em Pires, 2000.


144

O SIAFEM COMO INSTRUMENTO DE AUDITORIA ROTEIRO DE ACOMPANHAMENTO

ASSUNTO: ROTEIRO DE CONTROLE INTERNO VIA SIAFEM


FASE: ANÁLISE INICIAL E REVISÃO PERIÓDICA
ETAPA:VERIFICAÇÃO DO BALANCETE DA UNIDADE GESTORA
SEÇÃO: PASSIVO CIRCULANTE
ASSUNTO: RECEITAS A CLASSIFICAR

ANÁLISE OPERACIONALIZAÇÃO PROVIDÊNCIA LEGISLAÇÃO


1 - Verificar nas contas 2.1.4.1.1.XX.00 - Utilizar a transação >RAZAO; Solicitar a classificação das receitas e/ou
Receitas a Classificar a permanência de devolução dos recursos.
registros por prazo prolongado

Utilizar a transação >RAZAO


2 - Verificar se as Receitas Arrecadadas estão
sendo registradas dentro do mês de competência
(Lei 4.320 - Art. 35 - Pertence ao exercício
financeiro as RECEITAS ARRECADADAS)

Fonte: Adaptado com base em Pires, 2000.


145

O SIAFEM COMO INSTRUMENTO DE AUDITORIA ROTEIRO DE ACOMPANHAMENTO

ASSUNTO: ROTEIRO DE CONTROLE INTERNO VIA SIAFEM


FASE: ANÁLISE INICIAL E REVISÃO PERIÓDICA
ETAPA:VERIFICAÇÃO DO BALANCETE DA UNIDADE GESTORA
SEÇÃO: DESPESA
ASSUNTO: DESPESAS CORRENTES

ANÁLISE OPERACIONALIZAÇÃO PROVIDÊNCIA LEGISLAÇÃO


1 - Verificar se existem nas contas Utilizar a transação >RAZAO, detalhando os
3.3.X.X.X.XX.XX - Despesas Correntes documentos.
aquisições de bens e serviços incompatíveis com
a atividade da U.G. ou que suscitem dúvidas
quanto a sua regularidade.

2 - Verificar a existência de saldo nas contas Utilizar a transação >RAZAO detalhando os Identificar os Contratos, verificando suas
3.3.3.9.0.00.00 = Juros e Encargos da documentos. cláusulas sobr juros e encargos.
Dívida Externa - Aplicações Diretas.

3 - Verificar na existência de valores Utilizar a transação >RAZAO detalhando os


registrados nas contas 3.3.1.90.92.XX - documentos.
Despesas de Exercícios Anteriores, se as
despesas possuem amparo legal.

Fonte: Adaptado com base em Pires, 2000.


146

O SIAFEM COMO INSTRUMENTO DE AUDITORIA ROTEIRO DE ACOMPANHAMENTO

ASSUNTO: ROTEIRO DE CONTROLE INTERNO VIA SIAFEM


FASE: ANÁLISE INICIAL E REVISÃO PERIÓDICA
ETAPA:IDENTIFICAÇÃO DOS EMPENHOS E DAS ORDENS BANCÁRIAS DA U.G.
SEÇÃO:
ASSUNTO:

ANÁLISE OPERACIONALIZAÇÃO PROVIDÊNCIA LEGISLAÇÃO


1 - Verificar nos empenhos e ordens bancárias
Utilizar a transação >BALANCETE a
da U.G.:
transação >RAZAO na conta-corrente
1.9.3.4.1.00.00 (Valores Comprometidos) e
1.9.3.4.2.00.00 (Saldos de Compromissos
Anteriores), para se obter os empenhos.

1.1 - a ocorrência de fracionamento de Utilizar a transação >BALANCETE,


despesas que atentem contra o processo >DETACONTA e a transação >RAZAO para
licitatório; consulta.

1.2 - a legalidade e a economicidade dos


Empenhos e Pagamentos;

1.3 - o motivo da predominância de


pagamentos destinados a somente um
fornecedor em área onde existam outros
fornecedores/prestadores do mesmo bem
ou serviço;

1.4 - se o objeto de gasto está de acordo com a


finalidade do programa de trabalho.

Fonte: Adaptado com base em Pires, 2000.


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O SIAFEM COMO INSTRUMENTO DE AUDITORIA ROTEIRO DE ACOMPANHAMENTO

ASSUNTO: ROTEIRO DE CONTROLE INTERNO VIA SIAFEM


FASE: ANÁLISE INICIAL E REVISÃO PERIÓDICA
ETAPA: PROCEDIMENTOS GERAIS
SEÇÃO: ANÁLISE DAS FORMALIDADES INTRÍNSECAS
ASSUNTO:

ANÁLISE OPERACIONALIZAÇÃO PROVIDÊNCIA LEGISLAÇÃO


1 - Verificar se os campos de descrição, Solicitar que a U.G. preencha de forma
finalidade e observação dos documentos elucidativa os campos de descrição,
encontram-se preenchidos de forma a alucidar finalidade e observação.
os motivos de sua emissão.

2 - Verificar nas Notas de Empenho - NE:


2.1 - se o tipo de empenho utilizado está
compatível com a despesa a ser realizada;
2.2 - se existem empenhos que estão Recomendar a anulação do empenho e a
reforçando empenhos ordinários; emissão do tipo correto.
2.3 - se foi utilizado a modalidade de Recomendar a anulação do reforço e a
licitação adequada ou justificada sua emissão do novo empenho ordinário.
dispensa ou inexigibilidade;
2.4 - se havendo licitação o edital resumido Propor anulação do procedimento licitatório
foi publicado no Diário Oficial do Estado;
2.5 - se em empenhos para as aquisições
superiores aos valores fixados na Lei nº Na falta de publicação do edital resumido
8.666/93, vigentes: propor anulação do procedimento licitatório.
2.5.1 - já procedido o registro do respectivo Utilizar a transação >BALANCETE da conta
Contrato, se for o caso, em contas de 1.9.9.7.2.00.00
compensação.

Fonte: Adaptado com base em Pires, 2000.


148

O SIAFEM COMO INSTRUMENTO DE AUDITORIA ROTEIRO DE ACOMPANHAMENTO

ASSUNTO: ROTEIRO DE CONTROLE INTERNO VIA SIAFEM


FASE: ANÁLISE INICIAL E REVISÃO PERIÓDICA
ETAPA: PROCEDIMENTOS ESPECÍFICOS
SEÇÃO: DIÁRIAS
ASSUNTO:

ANÁLISE OPERACIONALIZAÇÃO PROVIDÊNCIA LEGISLAÇÃO


Utilizar a transação >RAZAO na conta Solicitar a devolução dos recursos
1 - Se o servidor foi beneficiado indiretamente no
contábil 1.9.9.1.2.07.00 = Concessão de concedidos mediante adiantamento.
mesmo período, com adiantamentos destinados
a cobrir despesas com locomoção.
Diárias, indicando como conta corrente o
CPF do favorecido, detalhando os
documentos.

1.2 - se as diárias estão sendo pagas Utilizar quando necessário, a transação


antecipadamente. >CONNE.

1.3 - se as prestações de contas estão Utilizar a transação >DETACONTA Recomendar que a U.G. observe a
sendo efetuadas no retorno do servidor. legislação vigente.

Fonte: Adaptado com base em Pires, 2000.


149

O SIAFEM COMO INSTRUMENTO DE AUDITORIA ROTEIRO DE ACOMPANHAMENTO

ASSUNTO: ROTEIRO DE CONTROLE INTERNO VIA SIAFEM


FASE: ANÁLISE INICIAL E REVISÃO PERIÓDICA
ETAPA: PROCEDIMENTOS ESPECÍFICOS
SEÇÃO: PASSAGENS E DESPESAS COM LOCAÇÃO
ASSUNTO:

ANÁLISE OPERACIONALIZAÇÃO PROVIDÊNCIA LEGISLAÇÃO


1 - Analisar as despesas com passagens aéreas. Utilizar a transação >BALANCETE e
transação >RAZAO na conta 3.3.3.9.0.33.00
(Passagens e Despesas com Locomoção),
detalhando os documentos.

Fonte: Adaptado com base em Pires, 2000.


150

O SIAFEM COMO INSTRUMENTO DE AUDITORIA ROTEIRO DE ACOMPANHAMENTO

ASSUNTO: ROTEIRO DE CONTROLE INTERNO VIA SIAFEM


FASE: ANÁLISE INICIAL E REVISÃO PERIÓDICA
ETAPA: PROCEDIMENTOS ESPECÍFICOS
SEÇÃO: CONVÊNIOS, ACORDOS E AJUSTES
ASSUNTO:

ANÁLISE OPERACIONALIZAÇÃO PROVIDÊNCIA LEGISLAÇÃO


1 - Se na análise contábil foram detectados
movimentos nas contas contábeis
1.9.9.7.4.00.00 (Convênios) e 1.9.9.7.5.00.00
(Acordos e Ajustes), verificar:

1.1 - se foram repassados recursos a


beneficiários indaimplentes e/ou com
prestações impugnadas;

1.2 - identificar os convênios, acordos e Utilizar a transação >GESTORAS


ajustes em execução.

1.3 - se existe transferência de recursos Utilizar a transação >GESTORAS


para clubes, associação de servidores ou
quaisquer outras entidades congêneres;

1.4 - se o extrato de transferência foi Utilizar a transação >GESTORAS,


publicado no Diário Oficial da União no confrontando as datas de celebração e
prazo de 20 (vinte) dias da data da sua publicação.
celebração.

Fonte: Adaptado com base em Pires, 2000.


151

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ASSUNTO: ROTEIRO DE CONTROLE INTERNO VIA SIAFEM


FASE: ANÁLISE INICIAL E REVISÃO PERIÓDICA
ETAPA: PROCEDIMENTOS ESPECÍFICOS
SEÇÃO: ORBIGAÇÕES CONTRATUAIS COM TERCEIROS
ASSUNTO:

ANÁLISE OPERACIONALIZAÇÃO PROVIDÊNCIA LEGISLAÇÃO


1 - Verificar se foi publicado no Diário Oficial do
Estado os contratos registrados nas Notas de
Lançamento - NL's.

2 - Verificar nas Ordens Bancárias - OBs:

2.1 - se foi procedido registro do respectivo Utilizar a transação >CONRAZAO da conta


contrato em contas de compensação; 1.9.9.7.2.XX.XX detalhando nas Notas de
Lançamento

2.2 - se os contratos foram precedidos de Utilizar a transação >CONNE


licitação ou se procede sua dispensa.

Fonte: Adaptado com base em Pires, 2000.


152

O SIAFEM COMO INSTRUMENTO DE AUDITORIA ROTEIRO DE ACOMPANHAMENTO

ASSUNTO: ROTEIRO DE CONTROLE INTERNO VIA SIAFEM


FASE: ANÁLISE INICIAL E REVISÃO PERIÓDICA
ETAPA: PROCEDIMENTOS ESPECÍFICOS
SEÇÃO: ORÇAMENTO
ASSUNTO:

ANÁLISE OPERACIONALIZAÇÃO PROVIDÊNCIA LEGISLAÇÃO


1 - Na existência de Notas de Dotação - ND ou
Notas de Sistema - NS, classificadas na análise
contábil como pertencentes à área do
orçamento, verificar:

1.1 - se os créditos foram devidamente Verificar no Diário Oficial do Estado, e na Lei


autorizados e nos limites previstos, deve-se Orçamentária Anual.
confrontar com as respectivas aberturas de
crédito.

Fonte: Adaptado com base em Pires, 2000.


153
ROTEIRO DE ANÁLISE DOS BALANCETES MENSAIS

O SIAFEM COMO INSTRUMENTO DE AUDITORIA ROTEIRO DE ACOMPANHAMENTO

ASSUNTO: ROTEIRO DE ANÁLISE CONTÁBIL VIA SIAFEM


FASE: ANÁLISE INICIAL E REVISÃO PERIÓDICA
ETAPA:PROCEDIMENTOS GERAIS
SEÇÃO: ANÁLISE DE BALANCETE MENSAL
ASSUNTO: EXECUÇÃO ORÇAMENTÁRIA

ANÁLISE OPERACIONALIZAÇÃO PROVIDÊNCIA LEGISLAÇÃO

4.5.1 Comparativo da Receita Orçada com a Utilizar peças do Balancete Mensal das UGs
Arrecadada: para confrontar saldos das respectivas
a) Orçada: 2.9.1.1.1.00.00 contas.
b) Arrecadada: 1.9.1.1.4.00.00
c) Diferença: 1.9.1.1.1.00.00

4.5.2 Demonstrativo de Créditos Utilizar peças do Balancete Mensal das UGs


Suplementares Abertos/Anulações do mês para confrontar saldos das respectivas
com as contas: contas.
a) Dotação Suplementar: 1.9.2.1.2.00.00
b) Cancel.de Dotação: 1.9.2.1.9.03.00

4.5.3 Demonstrativo de Créditos Adicionais Utilizar peças do Balancete Mensal das UGs
INCISOS : para confrontar saldos das respectivas
I - Superávit Financeiro: 1.9.2.1.2.02.00 contas.
II - Excesso de Arrecadação:1.9.2.1.2.01.00
1.9.2.1.2.04.00
III - Anulação de Dotação: 1.9.2.1.2.05.00
IV - Operação de Crédito: 1.9.2.1.2.03.00

Fonte: SIAFEM, 2007.


154

O SIAFEM COMO INSTRUMENTO DE AUDITORIA ROTEIRO DE ACOMPANHAMENTO

ASSUNTO: ROTEIRO DE ANÁLISE CONTÁBIL VIA SIAFEM


FASE: ANÁLISE INICIAL E REVISÃO PERIÓDICA
ETAPA:PROCEDIMENTOS GERAIS
SEÇÃO: ANÁLISE DE BALANCETE MENSAL
ASSUNTO: EXECUÇÃO ORÇAMENTÁRIA

ANÁLISE OPERACIONALIZAÇÃO PROVIDÊNCIA LEGISLAÇÃO

4.5.4 Demonstrativo de Créditos Especiais Utilizar peças do Balancete Mensal das UGs
Abertos/Anulações do mês com as contas: para confrontar saldos das respectivas
a) Excesso Arrecadação: 1.9.2.1.3.01.00 contas.
b) Superávit Financeiro: 1.9.2.1.3.02.00
c) Anul. Total ou Parcial: 1.9.2.1.3.03.00
d) Excesso Arrecadação 1.9.2.1.3.08.00
de Outras Fontes:

4.5.5 Demonstrativo da Execução da


Despesa por Natureza de Despesa:
a) Dotação Inicial: 1.9.2.1.1.01.00
b) Alterações: 1.9.2.1.2.00.00. Dotação Suplementar menos o saldo da
conta 1.9.2.1.9.00.00 dotação cancelada
c) Mov. de Crédito: 1.9.2.2.1.00.00. Destaque Concedido ou Recebido
d) Crédito Bloqueado: 2.9.2.1.2.01.01
e) Despesa Autorizada: 1.9.2.1.0.00.00. Dotação Orçamentária + 1.9.2.2.1.00.00 –
2.9.2.2.1.00.00
f) Empenhado: 1.9.2.4.1.00.00
g) Liquidado: 2.9.2.4.2.01.01
h) Empenhos a Liquidar: 2.9.2.4.1.01.01
i) Crédito Disponível: 2.9.2.1.1.00.00

Fonte: SIAFEM, 2007.


155

O SIAFEM COMO INSTRUMENTO DE AUDITORIA ROTEIRO DE ACOMPANHAMENTO

ASSUNTO: ROTEIRO DE ANÁLISE CONTÁBIL VIA SIAFEM


FASE: ANÁLISE INICIAL E REVISÃO PERIÓDICA
ETAPA:PROCEDIMENTOS GERAIS
SEÇÃO: ANÁLISE DE BALANCETE MENSAL
ASSUNTO: EXECUÇÃO ORÇAMENTÁRIA

ANÁLISE OPERACIONALIZAÇÃO PROVIDÊNCIA LEGISLAÇÃO

4.5.6 Demonstrativo de empenhos a pagar: Utilizar peças do Balancete Mensal das UGs
para confrontar saldos das respectivas
a) Processado por Ne: 1.9.7.1.1.00.00 contas.
b) Não Processado por Ne: 2.9.2.4.1.01.01

4.5.7 Demonstrativo de empenhos emitidos Utilizar peças do Balancete Mensal das UGs
no mês para confrontar saldos das respectivas
a) Empenhado: 1.9.2.4.1.01.01 contas.
b) Reforçado: 1.9.2.4.1.01.02
c) Anulado: 1.9.2.4.1.01.09

4.5.8 Demonstrativos de pagamentos Utilizar peças do Balancete Mensal das UGs


efetivados no mês e anulações de para confrontar saldos das respectivas
pagamentos no mês (um menos o outro): contas.

a) Despesa paga por célula


orçamentária: 1.9.2.5.1.01.00

Fonte: SIAFEM, 2007.


156

O SIAFEM COMO INSTRUMENTO DE AUDITORIA ROTEIRO DE ACOMPANHAMENTO

ASSUNTO: ROTEIRO DE ANÁLISE CONTÁBIL VIA SIAFEM


FASE: ANÁLISE INICIAL E REVISÃO PERIÓDICA
ETAPA:PROCEDIMENTOS GERAIS
SEÇÃO: ANÁLISE DE BALANCETE MENSAL
ASSUNTO: EXECUÇÃO DE RESTOS A PAGAR

ANÁLISE OPERACIONALIZAÇÃO PROVIDÊNCIA LEGISLAÇÃO


4.5.9 Demonstrativo de Restos a Pagar Utilizar peças do Balancete Mensal das UGs
Processados Anterior a 1999 para confrontar saldos das respectivas
Demonstrativo de Restos a Pagar contas.
Processados Anterior a 1999 - Pagos
Demonstrativo de Restos a Pagar Processados
Anterior a 1999 - Cancelados

a) Saldo Unidade Gestora: 2.1.2.1.6.02.01


b) Saldo de Balanço: 2.1.2.1.6.02.01
c) Pagamento do Mês: 2.9.5.6.2.02.01
2.9.5.6.2.02.04
2.9.5.6.2.02.05
2.9.5.6.2.02.06
d) Pagamento do Exercício: 2.9.5.6.2.02.01 Utilizar peças do Balancete Mensal das UGs
2.9.5.6.2.02.04 para confrontar saldos das respectivas
2.9.5.6.2.02.05 contas.
2.9.5.6.2.02.06
e) Cancelamento do Mês: 2.9.5.6.2.03.00
2.9.5.6.2.03.00
f) Cancelamento do Exercício:

Fonte: SIAFEM, 2007.


157

O SIAFEM COMO INSTRUMENTO DE AUDITORIA ROTEIRO DE ACOMPANHAMENTO

ASSUNTO: ROTEIRO DE ANÁLISE CONTÁBIL VIA SIAFEM


FASE: ANÁLISE INICIAL E REVISÃO PERIÓDICA
ETAPA:PROCEDIMENTOS GERAIS
SEÇÃO: ANÁLISE DE BALANCETE MENSAL
ASSUNTO: EXECUÇÃO DE RESTOS A PAGAR

ANÁLISE OPERACIONALIZAÇÃO PROVIDÊNCIA LEGISLAÇÃO

4.5.10 Demonstrativo de Restos a Pagar Utilizar peças do Balancete Mensal das UGs
Processados 1999 para confrontar saldos das respectivas
Demonstrativo de Restos a Pagar contas.
Processados 1999 - Pagos
Demonstrativo de Restos a Pagar
Processados 1999 - Cancelados

a) Saldo Unidade Gestora: 2.1.2.1.6.02.02


b) Saldo de Balanço: 2.1.2.1.6.02.02
c) Pagamento do mês: 2.9.5.6.3.02.01
2.9.5.6.3.02.04
2.9.5.6.3.02.05
2.9.5.6.3.02.06
d) Pgto. Exercício: 2.9.5.6.3.02.01
2.9.5.6.3.02.04
2.9.5.6.3.02.05
2.9.5.6.3.02.06
e) Cancelamento do mês: 2.9.5.6.3.03.00 saldo no mês
f) Canc.do Exercício: 2.9.5.6.3.03.00

Fonte: SIAFEM, 2007.


158

O SIAFEM COMO INSTRUMENTO DE AUDITORIA ROTEIRO DE ACOMPANHAMENTO

ASSUNTO: ROTEIRO DE ANÁLISE CONTÁBIL VIA SIAFEM


FASE: ANÁLISE INICIAL E REVISÃO PERIÓDICA
ETAPA:PROCEDIMENTOS GERAIS
SEÇÃO: ANÁLISE DE BALANCETE MENSAL
ASSUNTO: EXECUÇÃO DE RESTOS A PAGAR

ANÁLISE OPERACIONALIZAÇÃO PROVIDÊNCIA LEGISLAÇÃO


4.5.11 Demonstrativo de Restos a Pagar Utilizar peças do Balancete Mensal das UGs
Processados 2000 para confrontar saldos das respectivas
Demonstrativo de Restos a Pagar Processados contas.
2000 - Pagos
Demonstrativo de Restos a Pagar Processados
2000 - Cancelados
a) Saldo Unidade Gestora: 2.1.2.1.6.02.03
b) Saldo de Balanço: com o 2.1.2.1.6.02.03
saldo inicial da conta 2.1.2.1.6.02.03
c) Pagamento do Mês: 2.9.5.6.1.02.00
d) Pgto do Exercício: 2.9.5.6.1.02.00
e) Canc. do Mês: 2.9.5.6.1.03.00 saldo no mês
f) Canc. do Exercício: 2.9.5.6.1.03.00

4.5.12 Demonstrativo de Restos a Pagar


Processados 2001 (B8)
Demonstrativo de Restos a Pagar Processados
2001 - Pagos
Demonstrativo de Restos a Pagar Processados
2001 - Cancelados
a) Saldo Unidade Gestora: 2.1.2.1.6.02.04
b) Saldo de Balanço: 2.1.2.1.6.02.04
c) Pagamento do Mês: 2.9.5.6.4.02.00
d) Pgto do Exercício: 2.9.5.6.4.02.00
e) Canc. do Mês: 2.9.5.6.4.03.00 (saldo no mês)
f) Canc. do Exercício: 2.9.5.6.4.03.00
Fonte: SIAFEM, 2007.
159

O SIAFEM COMO INSTRUMENTO DE AUDITORIA ROTEIRO DE ACOMPANHAMENTO

ASSUNTO: ROTEIRO DE ANÁLISE CONTÁBIL VIA SIAFEM


FASE: ANÁLISE INICIAL E REVISÃO PERIÓDICA
ETAPA:PROCEDIMENTOS GERAIS
SEÇÃO: ANÁLISE DE BALANCETE MENSAL
ASSUNTO: EXECUÇÃO DE RESTOS A PAGAR

ANÁLISE OPERACIONALIZAÇÃO PROVIDÊNCIA LEGISLAÇÃO


4.5.13 Demonstrativo de Restos a Pagar Não Utilizar peças do Balancete Mensal das UGs
Processados 2001 (CK) para confrontar saldos das respectivas
Demonstrativo de Restos a Pagar não contas.
Processados 2001 - Pagos
Demonstrativo de Restos a Pagar não
Processados 2001 – Cancelados

Demonstrativo de Restos a Pagar não


Processados 2001 Liquidados em 2002 – A pagar

a) Saldo Unidade Gestora: 2.1.2.1.6.01.02


b) Saldo de Balanço: 2.1.2.1.6.01.02
c) Pagamento do Mês: 2.9.5.2.2.00.00
d) Pgto do Exercício: 2.9.5.2.2.00.00
e) Processados a Pagar: 2.9.5.2.1.00.00
f) Cancelamento do Mês: 2.9.5.2.3.00.00 (saldo no mês)
g) Canc. do Exercício: 2.9.5.2.3.00.00

Fonte: SIAFEM, 2007.


160

O SIAFEM COMO INSTRUMENTO DE AUDITORIA ROTEIRO DE ACOMPANHAMENTO

ASSUNTO: ROTEIRO DE ANÁLISE CONTÁBIL VIA SIAFEM


FASE: ANÁLISE INICIAL E REVISÃO PERIÓDICA
ETAPA:PROCEDIMENTOS GERAIS
SEÇÃO: ANÁLISE DE BALANCETE MENSAL
ASSUNTO: CONCESSÃO E COMPROVAÇÃO DE SUPRIMENTO DE FUNDOS E REPASSE FINANCEIRO

ANÁLISE OPERACIONALIZAÇÃO PROVIDÊNCIA LEGISLAÇÃO

4.5.14 Relação de Suprimento de Fundos e Utilizar peças do Balancete Mensal das UGs
Repasses Concedidos (D6) para confrontar saldos das respectivas
Relação de Suprimento de Fundos e Repasses contas.
Comprovados (C8)

a) Suprimento de Fundos: 1.9.9.1.1.06.00 o valor concedido menos o valor


comprovado é igual ao movimento líquido do
mês da conta
b) Repasses Financeiros: 1.9.9.1.1.07.00 o valor concedido menos o valor
comprovado é igual ao movimento líquido do
mês da conta

Fonte: SIAFEM, 2007.


161
O SIAFEM COMO INSTRUMENTO DE AUDITORIA ROTEIRO DE ACOMPANHAMENTO

ASSUNTO: ROTEIRO DE ANÁLISE CONTÁBIL VIA SIAFEM


FASE: ANÁLISE INICIAL E REVISÃO PERIÓDICA
ETAPA:PROCEDIMENTOS GERAIS
SEÇÃO: ANÁLISE DE BALANCETE MENSAL
ASSUNTO: ESTOQUE INTERNO DO ALMOXARIFADO

ANÁLISE OPERACIONALIZAÇÃO PROVIDÊNCIA LEGISLAÇÃO

4.5.15 Demonstrativo Mensal de Operações – Utilizar peças do Balancete Mensal das UGs
DMO para confrontar saldos das respectivas
a) Material de Consumo contas.
Entradas
Compras 6.1.3.1.1.02.02 No Mês
Doações 6.2.3.1.2.02.04 No Mês
Transferências 6.2.2.1.2.00.00 No Mês
Saídas
Requisições p/ Consumo 5.2.3.1.2.02.01
Baixas 5.2.3.1.2.02.03
Doações 5.2.3.1.2.02.04
Transferências 5.2.2.1.2.00.00
Saldo de Estoque 1.1.3.1.8.01.00

b) Material Permanente
Entradas
Compras 6.1.3.1.1.02.01 No Mês
Doações 6.2.3.1.2.01.04 No Mês
Transferências 6.2.2.1.1.01.00 No Mês
Saídas
Requisições p/ uso 1.4.2.1.2.XX.YY
Baixas por perdas 5.2.3.1.2.01.08
Doações 5.2.3.1.2.01.04
Transferências 5.2.2.1.1.01.00
Fonte: SIAFEM, 2007.
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CLIENTE: SIAFEM Sistema Integrado de Administração Financeira para Estados e
Municípios.

______. Serviço de Processamento de Dados do Governo Federal - SERPRO. MANUAL DO


GESTOR: SIAFEM Sistema Integrado de Administração Financeira para Estados e
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______. Serviço de Processamento de Dados do Governo Federal - SERPRO. MANUAL DO


USUÁRIO: SIAFEM Sistema Integrado de Administração Financeira para Estados e
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______. Ministério da Fazenda. Secretaria do Tesouro Nacional. Instrução Normativa n. 3 de


23 de maio de 2001. Brasília, DF, 3 maio 2001.

______. Ministério da Fazenda. Secretaria do Tesouro Nacional. Coordenadoria Geral de


Sistemas de Informática. Norma de Execução n. 1 de 13 de junho de 2001. Brasília, DF, 1º
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______. Lei n° 8.666, de 21 de junho de 1993. Regulamenta o art. 37, inciso XXI, da
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<http://www.stn.fazenda.gov.br/legislacao/download/contabilidade/ReceitaInternet2005.pdf>
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______. Ministério da Fazenda. Secretaria do Tesouro Nacional. Portaria n. 340, de 26 de


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DF, 26 abr. 2006.
163
______. Ministério da Fazenda. Secretaria do Tesouro Nacional. Portaria n. 406, de 26 de
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MATO GROSSO DO SUL. Decreto n. 9.753, de 29 de dezembro de 1999. Dispõe sobre as


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de Mato Grosso do Sul do Sistema Integrado de Administração Financeira para Estados e
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prestação de contas de recursos públicos utilizados na modalidade de Regime Financeiro
Especial, sob a forma de Suprimento de Fundos, no âmbito de competência do Poder
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Acesso em: 9 ago. 2005.

______. Decreto n. 11.685, de 10 de setembro de 2004. Regulamenta a concessão, a aplicação


e a prestação de contas de recursos públicos utilizados na modalidade Regime Financeiro
Especial, sob a forma de Repasse Financeiro, no âmbito de competência do Poder Executivo.
Disponível em:
<http://www.sefaz.ms.gov.br/age/legislacao/RFE/DECRETO%20N°%2011.685-2004%20-
%20Repasse%20Financeiro.pdf>. Acesso em: 9 ago. 2005.
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______. Decreto n° 11.761, de 29 de dezembro de 2004. Estabelece normas relativas à
execução orçamentária e financeira do exercício de 2005 e dá outras providências. Disponível
em:
<http://aacpdappls.net.ms.gov.br/appls/legislacao/secoge/govato.nsf/fd8600de8a55c7fc04256
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