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CASA DE FORÇA

GERAL
SISTEMA DE ESGOTO SANITÁRIO
MANUAL DE OPERAÇÃO E MANUTENÇÃO

0 APROVADO PELO CEP/SINOP EM 23/10/2018 MKR FDL MAR/19

No Descrição Prep. Aprov. Data

REVISIÕES

UHE SINOP
PROJETO EXECUTIVO
Aprovador CÓDIGO INTERTECHNE Rev.
Elaborado por MKR/ASR Monica C. L. de Carvalho
Gerente do Projeto 1320-SN-8-C0-G00-00-M-17-MN-0002 0
Verificado por FDL
FDL CÓDIGO UNIFICADO Rev.
Supervisor Lourenço J. N. Babá
Resp. Técnico
Data SET/16 1320-SN-ITT-8-C0-G00-00-M-17-MN-0002 0
CREA RJ 36084/D
UHE SINOP

CASA DE FORÇA
GERAL
SISTEMA DE ESGOTO SANITÁRIO
MANUAL DE OPERAÇÃO E MANUTENÇÃO

ÍNDICE

1. INTRODUÇÃO .................................................................................................................................... 4
2. DESCRIÇÃO ....................................................................................................................................... 4
3. CARACTERÍSTICAS DO SISTEMA DE ESGOTO SANITÁRIO ........................................................ 4
3.1. BOMBAS ................................................................................................................................... 4
3.2. ESTAÇÃO DE TRATAMENTO DE ESGOTO .......................................................................... 5
3.3. INSTRUMENTOS ..................................................................................................................... 5
3.4. VÁLVULAS................................................................................................................................ 7
4. OPERAÇÃO DO SISTEMA DE ESGOTO SANITÁRIO DA CASA DE FORÇA ................................. 7
4.1. OBJETIVO ................................................................................................................................ 7
4.2. EQUIPAMENTOS E INSTRUMENTOS ENVOLVIDOS NO PROCESSO ............................... 8
4.2.1 Bombas ........................................................................................................................ 8
4.2.2 Painéis Elétricos ........................................................................................................... 8
4.2.3 Instrumentação Envolvida ............................................................................................ 8
4.3. OPERAÇÃO DA ESTAÇÃO DE TRATAMENTO DE EFLUENTES ......................................... 8
4.4. OPERAÇÃO DAS BOMBAS ..................................................................................................... 8
4.4.1 Operações e efeitos ..................................................................................................... 9
4.4.2 Sinalizações ............................................................................................................... 11
4.4.3 Supervisão e controle ................................................................................................ 12
5. MANUTENÇÃO DO SISTEMA ......................................................................................................... 12
5.1. REQUISITOS PRÉVIOS ......................................................................................................... 12
5.2. PLANO DE MANUTENÇÃO ................................................................................................... 13
6. SEGURANÇA .................................................................................................................................... 14
7. DOCUMENTOS DE REFERÊNCIA .................................................................................................. 16
7.1. CIVIL ....................................................................................................................................... 16
7.2. MECÂNICA ............................................................................................................................. 16
7.3. INSTRUMENTAÇÃO, SUPERVISÃO E CONTROLE ............................................................ 17
7.4. FABRICANTES ....................................................................................................................... 17
8. ANEXOS ........................................................................................................................................... 19
9. PROTOCOLOS ................................................................................................................................. 19
9.1. GERAL – INSPEÇÃO DE TUBULAÇÕES E ACESSÓRIOS ................................................. 20

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9.2. EQUIPAMENTOS – AVALIAÇÃO QUALITATIVA DAS BOMBAS ......................................... 25


9.3. GERAL – INSPEÇÃO GERAL DOS EQUIPAMENTOS ......................................................... 27
9.4. EQUIPAMENTOS – MEDIÇÃO DOS NÍVEIS DE VIBRAÇÃO .............................................. 30
9.5. GERAL – VERIFICAÇÃO DA CONFORMIDADE DOS INSTRUMENTOS ............................ 33
9.6. GERAL – AVALIAÇÃO FUNCIONAL DOS INSTRUMENTOS ............................................... 35
9.6.1 Chaves de nível ......................................................................................................... 35
9.6.2 Pressostatos .............................................................................................................. 35
9.7. EQUIPAMENTOS – INSPEÇÃO GERAL DOS PAINÉIS ELÉTRICOS ................................. 37
9.8. SISTEMA DE ESGOTO SANITÁRIO – GERAL – TESTE FUNCIONAL DO SISTEMA ........ 39
9.9. MOTORES E CABOS – MEDIÇÃO DO ISOLAMENTO, TEMPERATURA E
RESISTÊNCIA DOS MOTORES ............................................................................................ 43
9.10. MOTORES E CABOS – MEDIÇÃO DA CORRENTE E TENSÃO DE FUNCIONAMENTO .. 46

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CASA DE FORÇA
GERAL
SISTEMA DE ESGOTO SANITÁRIO
MANUAL DE OPERAÇÃO E MANUTENÇÃO

1. INTRODUÇÃO
O presente manual tem como objetivo descrever a operação e a manutenção do
sistema de esgoto sanitário da UHE Sinop.
Para a operação, são descritos os passos necessários para operar de forma correta e
eficiente este sistema, e para a manutenção, são fornecidas as instruções básicas e
os documentos de referência para a manutenção do sistema.

2. DESCRIÇÃO
Para a descrição do funcionamento do sistema de esgoto sanitário da UHE Sinop, ver
documento 1320-SN-ITT-8-C0-G00-00-M-17-MD-0001.
A descrição do sistema de controle e supervisão do sistema de esgoto sanitário da
UHE Sinop pode ser visualizada no documento 1320-SN-ITT-8-C0-G00-00-E-30-MD-
0007.

3. CARACTERÍSTICAS DO SISTEMA DE ESGOTO SANITÁRIO

3.1. BOMBAS
O sistema de esgoto sanitário da casa de força é composto por 2 (duas) bombas tipo
centrífugas verticais.
As características das bombas são apresentadas na Tabela 3.1–1:

Tabela 3.1–1 – Características das bombas


Bombas do poço de efluente tratado
Marca SCHNEIDER
Tipo Centrífuga Monoestágio
Modelo BC-92T-1C
Número de bombas 02 conjuntos
C1M02 GRK50 AP120 /
TAG
C1M02 GRK50 AP130
Cota de instalação El. 259,00 m
Local Sala das Bombas de Esgoto
Vazão nominal 2,0 m³/h
Altura manométrica nominal 30,0 mca
Altura manométrica shut-off 36,0 mca
Peso total do conjunto 21 kg

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Bombas do poço de efluente tratado


Motor Elétrico
Potência 0,75 kW
Tensão 440 V
Fases 3
Frequência 60 Hz
Rotação 3500 rpm
Tipo de vedação do eixo Selo Mecânico

3.2. ESTAÇÃO DE TRATAMENTO DE ESGOTO


As características da E.T.E. são apresentadas na Tabela 3.2–1:

Tabela 3.2–1 – Características da E.T.E.


Estação de Tratamento de Efluentes
Marca Fibratec
Estação de Tratamento de
Tipo Efluentes por Lodos
Ativados
Modelo MINI ETE-PP
Número de equipamentos 01 conjunto
TAG -
Cota de instalação El. 259,00 m
Local Sala das Bombas de Esgoto
Vazão nominal 1000 l/dia
Peso total do conjunto vazio 725 kg
Peso total do conjunto cheio 8185 kg
Motor Elétrico
Potência 0,05 kW
Tensão 440 V
Fases 3
Frequência 60 Hz

3.3. INSTRUMENTOS
Os instrumentos estão listados na

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Tabela 3.3–1 abaixo:

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Tabela 3.3–1 – Tabela de instrumentos


Fabricante Modelo TAG Função
Chave de nível boia magnética
C1M02 Monitoração e comando das bombas do poço
Wika FLS-SA
GRK50 CL101 de efluente tratado
Pressostato eletrônico
C1M02 Indicação local da pressão na descarga e
Wika PSD-30
GRK50 CP141 falha mec. bomba C1M02 GRK50 AP120
C1M02 Indicação local da pressão na descarga e
Wika PSD-30
GRK50 CP151 falha mec. bomba C1M02 GRK50 AP130

3.4. VÁLVULAS
As válvulas estão listadas na Tabela 3.4–1 abaixo:

Tabela 3.4–1 – Tabela de Válvulas


Fabricante Modelo TAG Função
Válvula Gaveta
C1M02 GRK50 Bloqueio da sucção bomba C1M02 GRK50
AA021 AP120
C1M02 GRK50 Bloqueio da sucção bomba C1M02 GRK50
AA031 AP130
C1M02 GRK50 Bloqueio do recalque bomba C1M02 GRK50
AA042 AP120
C1M02 GRK50 Bloqueio do recalque bomba C1M02 GRK50
AA052 AP130
C1M02 GRK50 Bloqueio da drenagem do header de
AA461 recalque (normalmente fechada)
Válvula de Retenção
C1M02 GRK50 Retenção no recalque da bomba C1M02
AA041 GRK50 AP120
C1M02 GRK50 Retenção no recalque da bomba C1M02
AA051 GRK50 AP130
Válvula Agulha
C1M02 GRK50 Válvula para pressostato eletrônico C1M02
AA341 GRK50 CP141
C1M02 GRK50 Válvula para pressostato eletrônico C1M02
AA351 GRK50 CP151

4. OPERAÇÃO DO SISTEMA DE ESGOTO SANITÁRIO DA CASA DE FORÇA

4.1. OBJETIVO
Este item apresenta as instruções para operação normal do “Sistema de Esgoto
Sanitário” da Casa de Força pelo PCL-ES (Painel de Comando Local do Sistema de
Esgoto Sanitário).

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4.2. EQUIPAMENTOS E INSTRUMENTOS ENVOLVIDOS NO PROCESSO

4.2.1 Bombas
C1M02 GRK50 AP120 – Bomba centrífuga vertical;
C1M02 GRK50 AP130 – Bomba centrífuga vertical;

4.2.2 Painéis Elétricos


PCL-ES – Painel de Comando Local do Sistema de Esgoto Sanitário
PSC-SA – Painel de Supervisão e Controle dos Serviços Auxiliares da Casa de Força
QCA-G1 – Quadro de Distribuição 440 V

4.2.3 Instrumentação Envolvida

a) Chaves de Nível:
C1M02 GRK50 CL101 – Sinalização e comando das bombas do poço de efluente
tratado

b) Chaves de processo:
C1M02 GRK50 CP141 – Sinalização de pressão baixa na descarga da bomba C1M02
GRK50 AP120
C1M02 GRK50 CP151 – Sinalização de pressão baixa na descarga da bomba C1M02
GRK50 AP120

4.3. OPERAÇÃO DA ESTAÇÃO DE TRATAMENTO DE EFLUENTES


Os aspectos relativos à operação da Estação de Tratamento de Efluentes podem ser
encontrados no documento do fabricante 1320-SN-ATN-8-C0-G00-00-M-17-MN-0001
– Casa de Força – Geral – Sistema de Esgoto Sanitário – Manual de Instalação,
Operação e Manutenção – ETE.

4.4. OPERAÇÃO DAS BOMBAS


Os aspectos operacionais relativos à supervisão e controle do sistema estão descritos
no documento 1320-SN-ITT-8-C0-G00-00-E-30-MD-0007 – Casa de Força – Geral –
Sistema de Supervisão e Controle – Memorial Descritivo – Sistema de Esgoto
Sanitário.
A partida das bombas está condicionada a pré-condições de partida que devem ser
satisfeitas. Uma vez partido o sistema, essa pré-condições não serão mais
consideradas.
As pré-condições de partida das bombas estão descritas no item 4.1 do documento
citado no primeiro parágrafo deste item, e descritas novamente abaixo:

a) Bombas
• Chave de nível C1M02 GRK50 CL101 com nível “2” não atuado
• Pressão baixa na descarga atuada
• Demarrador disponível

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Toda operação de transferência de “automático” para “manual” e vice-versa é feita


através de chaves no PCL-ES.
No PCL-ES existe a chave seletora “manual – automático” sendo uma para cada
bomba. No modo “manual” as bombas são comandadas por botões “liga” e botões
“desliga”, que atuam em relés acionando os demarradores no QCA-G1.
Os intertravamentos serão responsáveis por bloqueios operacionais e pela parada
e/ou bloqueio das bombas quando ocorrerem condições que comprometam a
segurança e/ou possam danificar equipamentos e serão executados pelo PCL-ES. Os
intertravamentos devem atuar em qualquer condição de operação, seja manual ou
automático. Após bloqueio por falha, as bombas somente poderão ser religadas
depois do acionamento da botoeira de reset de falhas no PCL-ES.
No modo “manual” não existem automatismos, apenas intertravamentos, portanto, a
bomba, se não desligada manualmente pelo botão “desliga”, irá desligar quando o
nível do poço atingir o nível 1 (baixo).
Para as condições de pressão baixa na descarga o intertravamento para e bloqueia a
bomba.
No modo “automático” as bombas são ligadas e desligadas automaticamente com
base nos sinais da chave de nível. O nível de desliga bomba para o modo “automático”
é o nível 2.
Os automatismos e intertravamentos estão detalhados nos item 4.3 e 4.4 do
documento citado no primeiro parágrafo deste item.
A seleção da bomba principal, ou primária, poderá ser realizada de modo manual, a
partir das botoeiras na porta do PCL-ES, ou de modo manual/automático a partir da
lógica executada no SDSC (PSC-SA).
A seleção automática no SDSC será por horas de operação, segundo critérios
estabelecidos pelo cliente. Caso ocorra falha/indisponibilidade da bomba principal ou
esta seja colocada em manual, a bomba secundária deverá ser selecionada como
principal através de lógica executada no SDSC.
A comutação de bomba principal só poderá ser realizada se as duas bombas
estiverem desligadas. Determinada bomba poderá ser selecionada como principal
somente se estiver em automático e não estiver em falha ou indisponível. Estas
condições serão verificadas no PCL-ES e no SDSC.
Será possível a seleção apenas da bomba principal.

Tabela 4.4–1 – Tabela de bombas


Principal Secundária
C1M02 GRK50 AP120 C1M02 GRK50 AP130
C1M02 GRK50 AP130 C1M02 GRK50 AP120

4.4.1 Operações e efeitos


A Tabela 4.4–2 abaixo descreve as operações que podem ser realizadas no sistema e
seus efeitos.

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Tabela 4.4–2 – Operações e efeitos


Operação Dispositivo Efeito Efeito no sistema
Posição MANUAL –
Seleciona Manual,
Ativa operação via
habilita comando
botoeiras ou pelo
liga/desliga por
Seleção Manual / automatismo,
Chave 43AP120MA botoeiras no PCL-ES.
Automático para conforme posição
(Manual / Automático Posição MANUAL ou
bomba C1M02
Bomba AP120) AUTOMÁTICO – AUTOMÁTICO.
GRK50 AP120
Seleciona comando
Sinal externo para o
liga/desliga a partir
SDSC (PSC-SA).
dos sinais da chave
de nível.
Posição MANUAL –
Seleciona Manual,
Ativa operação via
habilita comando
botoeiras ou pelo
liga/desliga por
Seleção Manual / automatismo,
Chave 43AP130MA botoeiras no PCL-ES.
Automático para conforme posição
(Manual / Automático Posição MANUAL ou
bomba C1M02
Bomba AP130) AUTOMÁTICO – AUTOMÁTICO.
GRK50 AP130
Seleciona comando
Sinal externo para o
liga/desliga a partir
SDSC (PSC-SA).
dos sinais da chave
de nível.
Ligar bomba C1M02
GRK50 AP120, via
Ligar manual bomba painel PCL-ES. Sinalização visual
Botão AP120BL
C1M02 GRK50 Necessita da pela lâmpada H1 –
(Ligar bomba AP120)
AP120 (pelo PCL-ES) condição chave Vermelha.
43AP120MA na
posição MANUAL.
Desligar bomba
C1M02 GRK50
Desligar manual AP120, via painel
Botão AP120BD PCL-ES. Sinalização visual
bomba C1M02
(Desligar bomba pela lâmpada H2 –
GRK50 AP120 (pelo Necessita da
AP120) Verde.
PCL-ES) condição chave
43AP120MA na
posição MANUAL.
Ligar bomba C1M02
GRK50 AP130, via
Ligar manual bomba painel PCL-ES. Sinalização visual
Botão AP130BL
C1M02 GRK50 Necessita da pela lâmpada H5 –
(Ligar bomba AP130)
AP130 (pelo PCL-ES) condição chave Vermelha.
43AP130MA na
posição MANUAL.
Desligar bomba
C1M02 GRK50
Desligar manual AP130, via painel
Botão AP130BD PCL-ES. Sinalização visual
bomba C1M02
(Desligar bomba pela lâmpada H6 –
GRK50 AP130 (pelo Necessita da
AP130) Verde.
PCL-ES) condição chave
43AP130MA na
posição MANUAL.

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Operação Dispositivo Efeito Efeito no sistema


Seleciona bomba
C1M02 GRK50 Sinalização visual
Seleção bomba Botão AP120BP AP120 como pela lâmpada H13 –
C1M02 GRK50 (Seleção Bomba principal, ficando Vermelha.
AP120 – Principal AP120 Principal) bomba C1M02 Sinal externo para o
GRK50 AP130 como SDSC (PSC-SA).
secundária.
Seleciona bomba
C1M02 GRK50 - Sinalização visual
Seleção bomba Botão AP130BP AP130 como pela lâmpada H14 –
C1M02 GRK50 (Seleção Bomba principal, ficando Vermelha.
AP130 – Principal AP130 Principal) bomba C1M02 Sinal externo para o
GRK50 AP120 como SDSC (PSC-SA).
secundária.
Reset de falhas no
Reset de Falhas Botão RST (Reset)
PCL-ES.

4.4.2 Sinalizações
O teste das lâmpadas no PCL-ES deve ser feito acionando o botão TL - (Teste de
Sinalização).
Na Tabela 4.4–3 abaixo estão relacionadas todas as sinalizações do PCL-ES
correspondentes a falhas no sistema.

Tabela 4.4–3 – Sinalizações e causas


Sinalização Dispositivo Causa Finalidade
Lâmpada H3 –
(amarela) Bomba Conhecimento
Visual – Painel
AP120 Demarrador operacional
Indisponível
Lâmpada H4 –
(amarela) Bomba Conhecimento
Visual – Painel
AP120 Falha / operacional
Bloqueio
Lâmpada H7 –
(amarela) Bomba Conhecimento
Visual – Painel
AP130 Demarrador operacional
Indisponível
Lâmpada H8 –
(amarela) Bomba Conhecimento
Visual – Painel
AP130 Falha / operacional
Bloqueio
Lâmpada H9 –
(amarela) Nível 1
Tanque Armaz. Conhecimento
Visual – Painel
Bloqueio de bombas operacional
e alarme de nível
baixo
Lâmpada H10 –
(amarela) Nível 5 Conhecimento
Visual – Painel
Tanque Armaz. operacional
Alarme nível alto

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Lâmpada H11 –
(amarela) Falha na Conhecimento
Visual – Painel
Tensão de Controle operacional
125Vcc
Lâmpada H12 –
(amarela) Falha na Conhecimento
Visual – Painel
Tensão de Controle operacional
24Vcc

4.4.3 Supervisão e controle


As bombas C1M02 GRK50 AP120 e C1M02 GRK50 AP130 estão sujeitas aos
seguintes sinais de supervisão e controle:
• Sinais da chave de nível C1M02 GRK50 CL101 estão configurados para atuar da
seguinte forma:

Tabela 4.4–4 - Níveis


Condições de processo Ação
Alarme de nível baixo – desligar as duas
Nível 1 <= El. 259,50 m
bombas (intertravamento)
Nível 2 <= El. 259,65 m Desligar as duas bombas
Nível 3 >= El. 260,00 m Ligar bomba primária
Nível 4 >= El. 260,15 m Ligar bomba secundária
Nível 5 >= El. 260,30 m Alarme de nível alto

• Sinal (Discreto) dos pressostatos eletrônicos:

Tabela 4.4–5 – Pressão de descarga


Condições de processo Ação
Supervisão de operação da bomba C1M02
C1M02 GRK50 CP141 <= 2,4 kgf/cm² man
GRK50 AP120
Supervisão de operação da bomba C1M02
C1M02 GRK50 CP151 <= 2,4 kgf/cm² man
GRK50 AP130

5. MANUTENÇÃO DO SISTEMA

5.1. REQUISITOS PRÉVIOS


Enfatiza-se que a intenção deste manual não é a de substituir as orientações e
recomendações dos fabricantes dos equipamentos individuais que compõem o
sistema e por esta razão para maiores detalhes do planejamento da manutenção
deverão ser consultados os documentos de referência e anexos citados no texto.
Algumas recomendações gerais sob o ponto de vista do sistema como um todo são
dadas na sequência:
• Desligamento da energia elétrica principal e previsão de energia provisória para
iluminação e para ferramentas elétricas devidamente isoladas e protegidas contra
curtos circuitos e choques mecânicos. Existência de ar comprimido para
ferramentas pneumáticas;
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• Tubulações e acessórios: a desmontagem e remontagem de partes de tubulações


deverão ser precedidas de instalação de andaimes e de equipamentos de
levantamento compatíveis com as dimensões e pesos envolvidos. Deverão ser
previstos equipamentos de solda, desbaste, esmirilhamento, e até de pintura no
local, quando estas operações não puderem ser realizadas em oficina. A correta
montagem de válvulas, obedecendo ao sentido de fluxo, direcionamento dos
volantes de acionamento e outros requisitos, deverá ser seguida de acordo com
os desenhos executivos e fluxogramas. As tubulações embutidas deverão ser
inspecionadas quanto a desobstrução por meio de dispositivos apropriados do tipo
rotativo;
• Sinalização de segurança em geral, obedecendo aos requisitos da CIPA;
• Transporte de componentes para oficina para desmontagem e montagem;
• Pessoal disponibilizado e treinado e planejamento de tarefas antes do início dos
serviços, compatibilizando a falta temporária do sistema ou parte dele na usina
durante a manutenção, prevendo alternativas para suprir esta falta;
• Ferramentas e demais equipamentos e materiais disponibilizados previamente:
• Multímetro de 750 V;
• Megger 0,5/1,0 kV;
• Amperímetro tipo alicate;
• Medidor de vazão ultrassônico portátil, tipo “clamp-on”;
• Intercomunicadores;
• Cronômetro;
• Tacômetro;
• Manômetro padrão de peso morto;
• Bancada de calibração de instrumentos;
• Escadas e andaimes;
• Trenas.
• Manuais de manutenção dos componentes individuais dos sistemas, instruções,
planos de inspeção e desenhos deverão estar separados e disponíveis durante o
planejamento e execução dos trabalhos de manutenção.

5.2. PLANO DE MANUTENÇÃO


As ações a serem tomadas nas colunas da Periodicidade correspondem às seguintes
operações numeradas a seguir:
1. Inspeção visual e limpeza;
2. Pintura e eliminação de corrosão;
3. Lubrificação – verificação/troca/complementação;
4. Vedação e juntas – verificação e troca;
5. Manutenção geral;
6. Verificação das ligações elétricas;
7. Vibrações e ruídos;

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8. P9.1: Geral – Inspeção de tubulações e acessórios;


9. P9.2: Equipamentos – Avaliação qualitativa das bombas;
10. P9.3: Geral – Inspeção geral dos equipamentos;
11. P9.4: Equipamentos – Medição dos Níveis de Vibração;
12. P9.5: Geral – Verificação da conformidade dos instrumentos;
13. P9.6: Geral – Avaliação funcional dos instrumentos;
14. P9.7: Equipamentos – Inspeção geral dos painéis elétricos;
15. P9.8: Sistema de Esgoto Sanitário – Geral – Teste funcional do sistema;
16. P9.9: Motores e cabos – Medição do isolamento, temperatura e resistência dos
motores;
17. P9.10: Motores e cabos – Medição da corrente e tensão de funcionamento.

Tabela 5.2–1 – Periodicidade das inspeções e verificações


Periodicidade sugerida

Semestral
Semanal

Mensal
Item
Diária

Anual
Ralos 1
Aparelhos Sanitários 1 4
Tubulações embutidas 1
Tubulações expostas 2-4 1
Válvulas 1-2-3 5
Poço 1 5
Estação de Tratamento de Efluentes (Nota 1) 1 5
Motobombas (Nota 1) 4 6-7 11 2-5-9-10-16-17
Instrumentos (Nota 1) 6-12 5-13
Painel PCL-ES 1 6 5-14
Sistema de esgoto sanitário 8-15
Nota 1: Para os equipamentos que possuem manuais de operação e manutenção elaborados pelos
fabricantes, estes serão mandatórios sobre o manual da Intertechne.

6. SEGURANÇA
Os requisitos necessários para a realização da manutenção de forma segura deverão
ser analisados especificamente para cada equipamento ou conjunto, de modo a
atender no mínimo aos seguintes pontos:

Tabela 6–1 – Pontos de segurança


Item Descrição Avaliação
1. Isolamento das áreas envolvidas: cones, placas de aviso, fitas/correntes
de sinalização nas cores amarela e preta, principalmente em áreas
energizadas, proteção contra quedas em aberturas no piso (guarda corpo
provisório), acessos restritos em galerias, escadas, plataformas e
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Item Descrição Avaliação


equipamentos.
2. Quando os dispositivos de interrupção ou de comando não puderem ser
manobrados, por questões de segurança, principalmente em casos de
manutenção, devem ser sinalizados por meio de placas indicando a
proibição, visíveis à distância mínima de 5,0 m (cinco metros), e cartão
de segurança indicando o nome da pessoa encarregada do bloqueio e da
recolocação em uso normal, do referido dispositivo;
3. Prever meios para o combate a incêndio especificamente para os testes
de manutenção, tendo em vista a presença de painéis energizados, óleo
lubrificante, plásticos, tintas, panos e materiais combustíveis em geral.
Este item inclui além de extintores, pessoal treinado e equipamentos
pessoais de proteção;
4. A equipe de manutenção deverá ser treinada para emergências, como
quedas, choques elétricos e outros, incluindo a utilização de
equipamentos para parada cardiorrespiratória, técnicas de imobilização e
remoção de feridos para assistência local com recursos como hospital,
por ambulância;
5. Prever equipamentos e acessórios para prevenir inundações causadas
pelos próprios testes, como bombas auxiliares, mangueiras e conexões
de campo, além de meios para evacuação rápida do pessoal em área de
risco;
6. Prever a disponibilização de escadas, andaimes, guarda corpo, pontos de
ancoragem, cordas, cintos de segurança e todos os demais
equipamentos de proteção individual e coletiva que podem ser utilizados
durante a manutenção do sistema;
7. A operação de máquinas e equipamentos que exponham o operador ou
terceiros a riscos só pode ser feita por trabalhador qualificado e
habilitado, devidamente treinado e identificado;
8. As máquinas, equipamentos e ferramentas utilizados na manutenção,
devem ser submetidos à inspeção e manutenção de acordo com as
normas técnicas oficiais vigentes, dispensando-se especial atenção a
freios, mecanismos de direção, cabos de tração e suspensão, sistemas
elétricos e dispositivos de segurança;
9. As inspeções/manutenções de máquinas e equipamentos devem ser
registradas em documento específico, constando as datas e falhas
observadas, medidas corretivas adotadas e a indicação de pessoa,
técnico ou empresa habilitada que as realizou;
10. Na operação de equipamentos pesados, devem ser observadas as
NA
seguintes medidas de segurança:
a. Antes de iniciar a movimentação ou dar partida no motor é preciso
certificar-se de que não há ninguém trabalhando sobre, debaixo, ou perto
do mesmo, acionando a sirene do sistema de movimentação;
b. O transporte de acessórios e materiais por içamento deve ser feito o mais
próximo possível do piso, tomando-se as devidas precauções de
isolamento da área de circulação, transporte de materiais e de pessoas;
c. As máquinas autoportantes (guindastes), não devem ser operadas em
posição que comprometa a sua estabilidade.

1320-SN-ITT-8-C0-G00-00-M-17-MN-0002-R0 15/47
UHE SINOP

Item Descrição Avaliação


Avaliação:
NA – Não Aplicável (Não Aplicável)
NC – Não Conforme (Não aceito / Divergente do projeto)
F – Falta (Falha/Omissão/Ausência)
C – Conforme (aceito/OK)

7. DOCUMENTOS DE REFERÊNCIA

7.1. CIVIL
• 1320-SN-ITT-8-C0-M02-44-C-50-DE-0001 – Casa de Força – Área de Montagem
02 – Até El. 276,00 – Forma – Plantas;
• 1320-SN-ITT-8-C0-M02-47-C-95-DE-0001 – Casa de Força – Área de Montagem
02 – Peças Metálicas – Escada Marinheiro, Quadro e Tampa com Vedação.

7.2. MECÂNICA
• 1320-SN-ITT-8-C0-G00-00-M-17-FL-0001 – Casa de Força – Geral – Sistema de
Esgoto Sanitário – Fluxograma;
• 1320-SN-ITT-8-C0-G00-00-M-17-MD-0001 – Casa de Força – Geral – Sistema de
Esgoto Sanitário – Memorial Descritivo e de Cálculo;
• 1320-SN-ITT-8-GE-G00-00-M-00-ET-0001 – Geral – Especificações Técnicas –
Procedimento de Teste para Tubulações;
• 1320-SN-ITT-8-GE-G00-00-M-00-ET-0002 – Geral – Especificações Técnicas –
Procedimento de Pintura;
• 1320-SN-ITT-8-C0-M02-00-M-17-DB-0001–Casa De Força–Área De Montagem 02
- Geral –Sistema De Esgoto Sanitário –Desenho De Embutidos – Isométricos;
• 1320-SN-ITT-8-C0-M02-00-M-17-DB-0002–Casa De Força–Área De Montagem 02
- Geral –Sistema De Esgoto Sanitário –Desenho De Embutidos – Isométricos;
• 1320-SN-ITT-8-C0-M02-00-M-17-DX-0001–Casa De Força–Área De Montagem 02
- Geral –Sistema De Esgoto Sanitário –Desenho De Expostos – Isométricos;
• 1320-SN-ITT-8-C0-M02-M1-M-17-DB-0001–Casa De Força–Área De Montagem
02 – Galeria Mecânica–Sistema De Esgoto Sanitário – Desenho De Embutidos –
Isométricos;
• 1320-SN-ITT-8-C0-M02-M1-M-17-DX-0001–Casa De Força–Área De Montagem
02 - Galeria Mecânica – Sistema De Esgoto Sanitário – Desenho De Expostos –
Isométricos;
• 1320-SN-ITT-8-C0-M02-E1-M-17-DB-0001–Casa De Força – Área De Montagem
02 - Galeria Elétrica – Sistema De Esgoto Sanitário – Desenho De Embutidos –
Isométricos;
• 1320-SN-ITT-8-EC-P02-00-M-17-DX-0001 – Edifício De Controle – Piso 02 - Geral
– Sistema De Esgoto Sanitário – Desenho De Expostos – Isométricos;
• 1320-SN-ITT-8-C0-M02-00-M-17-DB-0003 – Casa De Força – Área De Montagem
02 -Geral – Sistema De Esgoto Sanitário – Desenho De Embutidos – Isométricos;

1320-SN-ITT-8-C0-G00-00-M-17-MN-0002-R0 16/47
UHE SINOP

• 1320-SN-ITT-8-C0-M02-E1-M-17-DB-0002 – Casa De Força – Área De Montagem


02 - Galeria Elétrica – Sistema De Esgoto Sanitário – Desenho De Embutidos –
Isométricos;
• 1320-SN-ITT-8-C0-M02-M1-M-17-DB-0002–Casa De Força–Área De Montagem
02 - Galeria Mecânica – Sistema De Esgoto Sanitário – Desenho De Embutidos –
Isométricos;
• 1320-SN-ITT-8-C0-U01-DK-M-17-DB-0001–Casa De Força – Unidade 01 - Deck –
Sistema De Esgoto Sanitário – Desenho De Embutidos – Isométricos;
• 1320-SN-ITT-8-C0-M02-M1-M-17-DX-0002–Casa De Força–Área De Montagem
02 - Galeria Mecânica – Sistema De Esgoto Sanitário – Desenho De Expostos –
Isométricos;
• 1320-SN-ITT-8-C0-M02-00-M-17-DB-0004–Casa De Força – Área De Montagem
02 - Geral –Sistema De Esgoto Sanitário – Desenho De Embutidos – Isométricos;
• 1320-SN-ITT-8-C0-M02-E1-M-17-DE-0001–Casa De Força–Área De Montagem
02 - Galeria Elétrica –Sistema De Esgoto Sanitário –Desenho De Embutidos De 2º
Estágio;
• 1320-SN-ITT-8-C0-M02-M1-M-17-DE-0001–Casa De Força–Área De Montagem
02 - Galeria Mecânica – Sistema De Esgoto Sanitário –Desenho De Embutidos De
2º Estágio;
• 1320-SN-ITT-8-EC-P01-00-M-17-DE-0001–Edifício De Controle–Piso 01 - Geral –
Sistema De Esgoto Sanitário –Desenho De Embutidos De 2º Estágio –
Isométricos;
• 1320-SN-ITT-8-C0-M02-M1-M-17-DE-0002–Casa De Força–Área De Montagem
02 - Galeria Mecânica – Sistema De Esgoto Sanitário –Desenho De Embutidos De
2º Estágio;
• 1320-SN-ITT-8-C0-M02-E1-M-17-DE-0002–Casa De Força–Área De Montagem
02 - Galeria Elétrica –Sistema De Esgoto Sanitário –Desenho De Embutidos De 2º
Estágio.

7.3. INSTRUMENTAÇÃO, SUPERVISÃO E CONTROLE


• 1320-SN-ITT-8-C0-G00-00-E-30-MD-0007 – Casa de Força – Geral – Sistema de
Supervisão e Controle – Memorial Descritivo – Sistema de Esgoto Sanitário;
• 1320-SN-ITT-8-C0-G00-00-M-17-FD-0002 – Casa de Força – Geral – Sistema de
Esgoto Sanitário – Folha de Dados – Instrumentação.

7.4. FABRICANTES
• 1320-SN-ATN-8-C0-G00-00-M-17-DE-0003 – Sistema de Esgoto Sanitário –
Desenho Bomba;
• 1320-SN-ATN-8-C0-G00-00-M-17-DE-0004 – Sistema de Esgoto Sanitário –
Desenho Pressostato Eletrônico;
• 1320-SN-ABE-8-C0-G00-00-M-17-DE-0005 – Sistema de Esgoto Sanitário –
Desenho Chave de Nível;
• 1320-SN-ATN-8-C0-G00-00-M-17-DE-0006 – Sistema de Esgoto Sanitário /
Desenho ETE;

1320-SN-ITT-8-C0-G00-00-M-17-MN-0002-R0 17/47
UHE SINOP

• 1320-SN-ATN-8-C0-G00-00-M-17-DE-0007 – Sistema de Esgoto Sanitário /


Desenho Sistema Móvel Para Sucção de Lodo;
• 1320-SN-ATN-8-C0-G00-00-M-17-DE-0008 – Sistema de Esgoto Sanitário –
Desenho – Base do Tanque de Vazão;
• 1320-SN-ATN-8-C0-G00-00-M-17-DK-0002 – Sistema de Esgoto Sanitário –
Relatório de Inspeção – ETE;
• 1320-SN-ATN-8-C0-G00-00-M-17-FD-0003 – Sistema de Esgoto Sanitário – Folha
de Dados da Bomba;
• 1320-SN-ATN-8-C0-G00-00-M-17-FD-0004 – Sistema de Esgoto Sanitário – Curva
da Bomba;
• 1320-SN-ABE-8-C0-G00-00-M-17-FD-0005 – Sistema de Esgoto Sanitário / Folha
de Dados ETE
• 1320-SN-ATN-8-C0-G00-00-M-17-FD-0006 – Sistema de Esgoto Sanitário – Folha
de Dados – Pressostato PSD 30;
• 1320-SN-ATN-8-C0-G00-00-M-17-FD-0007 – Sistema de Esgoto Sanitário – Folha
de Dados – Chave de Nível FLS-AS;
• 1320-SN-ATN-8-C0-G00-00-M-17-MD-0001 – Sistema de Esgoto Sanitário /
Memorial Descritivo e de Cálculo ETE;
• 1320-SN-ATN-8-C0-G00-00-M-17-MN-0002 – Sistema de Esgoto Sanitário –
Manual Técnico Pressostato Eletrônico PSD-30;
• 1320-SN-ATN-8-C0-G00-00-M-17-MN-0003 – Sistema de Esgoto Sanitário –
Manual Técnico ETE;
• 1320-SN-ATN-8-C0-G00-00-M-17-MN-0004 – Sistema de Esgoto Sanitário –
Manual do Soprador da ETE;
• 1320-SN-ATN-8-C0-G00-00-M-17-MN-0005 – Sistema de Esgoto Sanitário –
Manual Bomba;
• 1320-SN-ATN-8-C0-G00-00-M-17-PI-0001 – Sistema de Esgoto Sanitário – Plano
de Inspeção Pressostato Eletrônico;
• 1320-SN-ATN-8-C0-G00-00-M-17-PI-0002 – Sistema de Esgoto Sanitário – Plano
de Inspeção ETE;
• 1320-SN-HDS-8-C0-G00-00-E-31-DE-0007 – Casa de Força – Geral - Sistema De
Supervisão E Controle - PCL-ES - Painel Sistema Esgoto Sanitário – Desenho
Dimensional;
• 1320-SN-HDS-8-C0-G00-00-E-31-DE-0008 – Casa de Força – Geral – Sistema de
Supervisão e Controle – PCL-ES-Painel Sistema Esgoto Sanitário – Diagramas
Elétricos;
• 1320-SN-HDS-8-C0-G00-00-E-31-LM-0004 – Casa de Força – Geral – Sistema De
Supervisão E Controle - PCL-ES - Painel Sistema Esgoto Sanitário – Lista de
Material.
• 1320-SN-HDS-8-C0-G00-00-E-24-DE-0006 – Casa de Força – QCA-G1
Diagramas Elétricos;
• 1320-SN-HDS-8-C0-G00-00-E-27-DE-0006 – Casa de Força – QCC-CG- Quadro
de Distrib. 125V – Diagramas Elétricos;

1320-SN-ITT-8-C0-G00-00-M-17-MN-0002-R0 18/47
UHE SINOP

• 1320-SN-AHI-8-C0-G00-00-E-31-DE-0000 – Painel Supervisão e Controle Serv.


Aux.-PSC-SA – Diagrama Funcional;

8. ANEXOS
Não Aplicável.

9. PROTOCOLOS

Tabela 9–1 – Identificação dos protocolos


Identificação Conjunto – Subconjunto
9.1 Geral – Inspeção de tubulações e acessórios
9.2 Equipamentos – Avaliação qualitativa das bombas
9.3 Geral – Inspeção geral dos equipamentos
9.4 Equipamentos – Medição dos Níveis de Vibração
9.5 Geral – Verificação da conformidade dos instrumentos
9.6 Geral – Avaliação funcional dos instrumentos
9.7 Equipamentos – Inspeção geral dos painéis elétricos
9.8 Sistema de Esgoto Sanitário – Geral – Teste funcional do sistema
Motores e cabos – Medição do isolamento, temperatura e resistência dos
9.9
motores
9.10 Motores e cabos – Medição da corrente e tensão de funcionamento

Os protocolos não apresentam a ordem sequencial de manutenção do sistema e


deverão ser preenchidos com as seguintes convenções:

Tabela 9–2 – Instrução para preenchimento


NA Não Aplicável Não Aplicável
NC Não conforme Não aceito / Divergente do projeto
F Falta Falha / Omissão / Ausência
C Conforme Aceito / OK
Nota: em caso de não conformidade, a descrição da(s) anomalia(s) deve ser anexada a este manual.

Os certificados de calibração de todos os instrumentos utilizados nos testes


(multímetros, amperímetros, medidores de pressão, vazão temperatura, umidade,
outros) devem ser anexados a este manual. Devem constar, no mínimo, as seguintes
informações:
• Número do certificado;
• Número de série do instrumento;
• Data de validade.

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UHE SINOP

9.1. GERAL – INSPEÇÃO DE TUBULAÇÕES E ACESSÓRIOS

Instrumentos e Acessórios:
• Trenas;
• Lanterna;
• Rádios para comunicação interna;
• Outros instrumentos/acessórios que se julguem necessários.

Procedimentos:

Tabela 9.1–1– Avaliação qualitativa das tubulações expostas

uniões e conexões roscadas


Ancoragem da tubulação
Vazamento em flanges,

Desobstrução
Aterramentos
Finalidade

Soldagem
Pintura
Visual
TAG

TAG (C1M02 GRK50) – Área de Montagem 2 – Piso El. 259,00


BR010 Saída da Estação de Tratamento de Esgoto até o
tanque de efluente tratado
BR020 Tubulação de sucção da bomba C1M02 GRK50
AP120
BR030 Tubulação de sucção da bomba C1M02 GRK50
AP130
BR040 Tubulação de recalque da bomba C1M02 GRK50
AP120
BR050 Tubulação de recalque da bomba C1M02 GRK50
AP130
BR060 Header de recalque para o canal de fuga
BR341 Tubulação para o pressostato C1M02 GRK50 CP141
BR351 Tubulação para o pressostato C1M02 GRK50 CP151
BR461 Dreno do header de recalque para o canal de fuga

Tabela 9.1–2– Avaliação qualitativa das tubulações embutidas


TAG Finalidade Desobstrução
TAG (GEG00 GQC10) – Área de Montagem 2 – Geral
BR020 Coletor vertical atendendo a todos os pisos da Casa de Força
e Edifício de Controle
BR510 Coletor vertical de ventilação atendendo a todos os pisos da
Casa de Força e Edifício de Controle
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UHE SINOP

TAG Finalidade Desobstrução


BR520 Ventilação do tanque de efluente tratado
TAG (ECP03 GQC10) – Área de Montagem 2 – Edifício de Controle 2º Piso
BR010 Pia da copa
BR020 Ralo da copa
BR030 Ralo do sanitário
BR040 Lavatório do sanitário
BR050 Saída da caixa sifonada do sanitário
BR060 Bacia sanitária do sanitário
BR070 Bacia sanitária do sanitário
BR080 Ralo do sanitário
BR090 Lavatório do sanitário
BR100 Saída da caixa sifonada do sanitário
BR110 Coletor do 2º piso do edifício de controle
BR510 Ventilação do sanitário
BR520 Ventilação do sanitário
BR530 Header de ventilação do 2º piso do edifício de controle
TAG (ECP02 GQC10) – Área de Montagem 2 – Edifício de Controle 1º Piso
BR010 Bacia sanitária do vestiário masculino
BR020 Bacia sanitária do vestiário masculino
BR030 Bacia sanitária do vestiário masculino
BR040 Coletor das bacias sanitárias do vestiário masculino
BR050 Ralo do chuveiro do vestiário masculino
BR060 Ralo do chuveiro do vestiário masculino
BR070 Mictório do vestiário masculino
BR080 Mictório do vestiário masculino
BR090 Ralo do vestiário masculino
BR100 Lavatório do vestiário masculino
BR110 Lavatório do vestiário masculino
BR120 Saída da caixa sifonada do vestiário masculino
BR130 Coletor do 1º piso do edifício de controle
BR140 Bacia sanitária do vestiário feminino
BR150 Bacia sanitária do vestiário feminino
BR160 Ralo do vestiário feminino
BR170 Lavatório do vestiário feminino
BR180 Lavatório do vestiário feminino
BR190 Saída da caixa sifonada do vestiário feminino
BR200 Ralo do chuveiro do vestiário feminino
BR210 Pia da cozinha
BR220 Ralo da cozinha
BR230 Saída da caixa sifonada da cozinha
BR240 Coletor do 1º piso do edifício de controle

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UHE SINOP

TAG Finalidade Desobstrução


BR510 Ventilação do vestiário masculino
BR520 Ventilação do vestiário masculino
BR530 Ventilação do vestiário feminino
BR540 Header de ventilação do 1º piso do edifício de controle
TAG (C1M02 GQC20) – Área de Montagem 2 – Piso Principal
BR010 Saída da caixa de gordura
BR020 Saída da caixa de gordura
TAG (C1M02 GQC30) – Área de Montagem 2 – Galeria Elétrica
BR010 Ralo do sanitário
BR020 Lavatório do sanitário
BR030 Saída da caixa sifonada do sanitário
BR040 Bacia sanitária do sanitário
BR050 Bacia sanitária do sanitário
BR060 Ralo do sanitário
BR070 Lavatório do sanitário
BR080 Saída da caixa sifonada do sanitário
BR090 Coletor da galeria elétrica
BR510 Ventilação do sanitário
BR520 Ventilação do sanitário
BR530 Header de ventilação dos sanitários
TAG (C1M02 GQC40) – Área de Montagem 2 – Galeria Mecânica
BR010 Ralo do sanitário
BR020 Lavatório do sanitário
BR030 Saída da caixa sifonada do sanitário
BR040 Bacia sanitária do sanitário
BR050 Bacia sanitária do sanitário
BR060 Ralo do sanitário
BR070 Lavatório do sanitário
BR080 Saída da caixa sifonada do sanitário
BR090 Coletor da galeria elétrica
BR510 Ventilação do sanitário
BR520 Ventilação do sanitário
BR530 Header de ventilação dos sanitários

1320-SN-ITT-8-C0-G00-00-M-17-MN-0002-R0 22/47
UHE SINOP

Tabela 9.1–3– Avaliação qualitativa das válvulas

uniões e conexões roscadas


Vazamento em flanges,

(manual / automático)
Acionamentos

Desobstrução
Aterramentos
Soldagem
Pintura
Visual
Local
TAG

Válvula Gaveta
TAG (C1M02 GRK50) – Área de Montagem 2
AA021 Sucção bomba C1M02 GRK50 AP120
AA031 Sucção bomba C1M02 GRK50 AP130
AA042 Recalque bomba C1M02 GRK50 AP120
AA052 Recalque bomba C1M02 GRK50 AP130
Dreno do header de recalque (normalmente
AA461
fechada)
Válvula de Retenção
TAG (C1M02 GRK50) – Área de Montagem 2
Retenção no recalque da bomba C1M02
AA041
GRK50 AP120
Retenção no recalque da bomba C1M02
AA051
GRK50 AP130
Válvula Agulha
TAG (C1B01) – Bloco Lateral
AA341 Pressostato C1M02 GRK50 CP141
AA351 Pressostato C1M02 GRK50 CP151

Tabela 9.1–4– Avaliação do poço


Poço de efluente tratado Avaliação
Estado Visual
Limpeza

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UHE SINOP

Observações:

Executado por: Ass: Data:

Acompanhado por: Ass: Data:

Acompanhado por: Ass: Data:

1320-SN-ITT-8-C0-G00-00-M-17-MN-0002-R0 24/47
UHE SINOP

9.2. EQUIPAMENTOS – AVALIAÇÃO QUALITATIVA DAS BOMBAS

Instrumentos e Acessórios:
• Medidor de vazão ultrassônico portátil, tipo “clamp-on”;
• Lanterna;
• Rádios para comunicação interna;
• Outros instrumentos/acessórios que se julguem necessários.

Procedimentos:

Tabela 9.2–1– Avaliação qualitativa dos dados das bombas


Sistema: Esgoto Sanitário

Equipamento: Bombas de Efluente Tratado

Data da última inspeção:

Medidor de Vazão tipo “clamp- N°/modelo/fabricante:


on”:
Bomba de Vazão Vazão Medida Medidor Pressão Medida
Drenagem Tag Esperada (m³/h) (m³/h) pressão tag n° (kPa)
n°: Ver nota
Pressão
esperada (kPa)
Ver nota
C1M02 GRK50
C1M02 GRK50 CP141
AP120

C1M02 GRK50
C1M02 GRK50 CP151
AP130

Nota: Os valores são aqueles informados pelo Fabricante, ajustados/ratificados no


comissionamento do sistema/equipamento, após a aprovação e liberação para operação,
registrados nos Protocolos do Manual de Comissionamento.

1320-SN-ITT-8-C0-G00-00-M-17-MN-0002-R0 25/47
UHE SINOP

Observações:

Executado por: Ass: Data:

Acompanhado por: Ass: Data:

Acompanhado por: Ass: Data:

1320-SN-ITT-8-C0-G00-00-M-17-MN-0002-R0 26/47
UHE SINOP

9.3. GERAL – INSPEÇÃO GERAL DOS EQUIPAMENTOS

Instrumentos e Acessórios:
• Lanterna;
• Rádios para comunicação interna;
• Outros instrumentos/acessórios que se julguem necessários.

Procedimentos:

Tabela 9.3–1– Inspeção geral bomba C1M02 GRK50 AP120


Item Verificação Avaliação
Pintura Cor – riscos – manchas
Fixação Na base de concreto
Nivelamento Geral
Bomba + Motor Identificação – Entrada/saída de cabos
Tampa superior/inferior Estado – fixação – vedações
Aterramento Fixação – identificação
Aparelhos internos/externos Estado – fixação – identificação
Fiação/cabos Estado – fixação – identificação
Aquecimento Estado – fixação – identificação
Conjunto guia/pedestal das
bombas submersíveis
Óleo lubrificante Nível – condições do óleo
Vibrações e Ruídos Ruídos anormais, vibrações e
temperaturas dos mancais
Vazamentos Vazamentos nas bombas e conexões
Gaxetas/selos mecânicos Estado – fixação – vazamentos excessivos

Tabela 9.3–2– Inspeção geral bomba C1M02 GRK50 AP130


Item Verificação Avaliação
Pintura Cor – riscos – manchas
Fixação Na base de concreto
Nivelamento Geral
Bomba + Motor Identificação – Entrada/saída de cabos
Tampa superior/inferior Estado – fixação – vedações
Aterramento Fixação – identificação
Aparelhos internos/externos Estado – fixação – identificação
Fiação/cabos Estado – fixação – identificação
Aquecimento Estado – fixação – identificação
Conjunto guia/pedestal das
bombas submersíveis
Óleo lubrificante Nível – condições do óleo

1320-SN-ITT-8-C0-G00-00-M-17-MN-0002-R0 27/47
UHE SINOP

Item Verificação Avaliação


Vibrações e Ruídos Ruídos anormais, vibrações e
temperaturas dos mancais
Vazamentos Vazamentos nas bombas e conexões
Gaxetas/selos mecânicos Estado – fixação – vazamentos excessivos

Tabela 9.3–3– Inspeção geral ETE


Item Verificação Avaliação
Pintura Cor – riscos – manchas
Fixação Na base de concreto
Nivelamento Geral
Soprador + Motor Inspeção – limpeza
Tampas superiores Estado – fixação – vedações
Aterramento Fixação – identificação
Fiação/cabos Estado – fixação – identificação
Filtro de ar Inspeção – limpeza
Parafusos Inspeção – aperto
Vibrações e Ruídos Ruídos anormais e vibrações
Vazamentos Vazamentos nas conexões

1320-SN-ITT-8-C0-G00-00-M-17-MN-0002-R0 28/47
UHE SINOP

Observações:

Executado por: Ass: Data:

Acompanhado por: Ass: Data:

Acompanhado por: Ass: Data:

1320-SN-ITT-8-C0-G00-00-M-17-MN-0002-R0 29/47
UHE SINOP

9.4. EQUIPAMENTOS – MEDIÇÃO DOS NÍVEIS DE VIBRAÇÃO


Instrumentos e Acessórios:
• Acelerômetro portátil;
• Rádios para comunicação interna;
• Outros instrumentos/acessórios que se julguem necessários.

Procedimentos:
Para medição de vibração das bombas principais, do tipo centrífuga monoestágio,
deverão ser medidos os valores de vibração (velocidade RMS) nos pontos indicados
na figura abaixo (mancais/rolamentos).

Figura 9.4-1 – Pontos de medição dos níveis de vibração para bomba centrífuga vertical

Os valores medidos deverão ser registrados na Tabela 9.4-2 e comparados com os


valores recomendados pela norma ISO 10816-7:2009, indicados na tabela abaixo.

Tabela 9.4-1-Valores de vibração recomendados pela ISO 10816-7:2009


CLASSIFICAÇÃO DOS EQUIPAMENTOS
CLASSE I (*) CLASSE II (*)
NÍVEL
≤ 200 kW > 200 kW ≤ 200 kW > 200 kW
VALOR RMS DA VELOCIDADE DE VIBRAÇÃO (mm/s)
A - Bom até 2,5 até 3,5 até 3,2 até 4,2
B - Satisfatório 2,5 a 4,0 3,5 a 5,0 3,2 a 5,1 4,2 a 6,1
C - Insatisfatório 4,0 a 6,6 5,0 a 7,6 5,1 a 8,5 6,1 a 9,5
D - Inaceitável Acima de 6,6 acima de 7,6 acima de 8,5 acima de 9,5
(*) As bombas classificadas na classe I são consideradas bombas com alto nível de
confiabilidade, utilizadas para aplicações críticas (óleo e gás, líquidos tóxicos, etc.). As
bombas classificadas na classe II são bombas de uso geral ou aplicações pouco críticas.

Tabela 9.4-2-Verificaçãos dos níveis de vibração das bombas


C1M02 GRK50 AP120
Potência do motor: kW (CV)
Valores RMS de referência
Ponto Valores medidos (mm/s) Avaliação
(mm/s)
1H
A – Bom: Até 3,2 1V
B – Satisfatório: 3,2 a 5,1 2H
C – Insatisfatório: 5,1 a 8,5 2V
D – Inaceitável: acima de 8,5 3H
3A
C1M02 GRK50 AP130
Potência do motor: kW (CV)
Valores RMS de referência
Ponto Valores medidos (mm/s) Avaliação
(mm/s)
A – Bom: Até 3,2 1H
B – Satisfatório: 3,2 a 5,1 1V

1320-SN-ITT-8-C0-G00-00-M-17-MN-0002-R0 30/47
UHE SINOP

C – Insatisfatório: 5,1 a 8,5 2H


D – Inaceitável: acima de 8,5 2V
3H
3A
NOMENCLATURA: 1 a 3 – Mancais numerados no sentido do motor para a bomba
A – Direção Axial V – Direção Vertical H – Direção Horizontal

1320-SN-ITT-8-C0-G00-00-M-17-MN-0002-R0 31/47
UHE SINOP

Observações:

Executado por: Ass: Data:

Acompanhado por: Ass: Data:

Acompanhado por: Ass: Data:

1320-SN-ITT-8-C0-G00-00-M-17-MN-0002-R0 32/47
UHE SINOP

9.5. GERAL – VERIFICAÇÃO DA CONFORMIDADE DOS INSTRUMENTOS

Instrumentos e Acessórios:
• Multímetro;
• Lanterna;
• Rádios para comunicação interna;
• Outros instrumentos/acessórios que se julguem necessários.

Procedimentos:

Tabela 9.5–1– Verificação da conformidade dos instrumentos


Instrumento: Chave de nível boia magnética
TAG: C1M02 GRK50 CL101
Item Verificação Avaliação
Identificação Estado – fixação
Limpeza / conservação Estado
Conexão ao processo Estado – fixação – vedação
Conexão elétrica Estado – fixação – vedação
Tensão de alimentação NA
Instrumento: Pressostato eletrônico
TAG: C1M02 GRK50 CP141
Item Verificação Avaliação
Identificação Estado – fixação
Limpeza / conservação Estado
Conexão ao processo Estado – fixação – vedação
Conexão elétrica Estado – fixação – vedação
Tensão de alimentação 24 Vcc
Instrumento: Pressostato eletrônico
TAG: C1M02 GRK50 CP151
Item Verificação Avaliação
Identificação Estado – fixação
Limpeza / conservação Estado
Conexão ao processo Estado – fixação – vedação
Conexão elétrica Estado – fixação – vedação
Tensão de alimentação 24 Vcc

1320-SN-ITT-8-C0-G00-00-M-17-MN-0002-R0 33/47
UHE SINOP

Observações:

Executado por: Ass: Data:

Acompanhado por: Ass: Data:

Acompanhado por: Ass: Data:

1320-SN-ITT-8-C0-G00-00-M-17-MN-0002-R0 34/47
UHE SINOP

9.6. GERAL – AVALIAÇÃO FUNCIONAL DOS INSTRUMENTOS

Instrumentos e Acessórios:
• Multímetro;
• Manômetro padrão;
• Trenas;
• Lanterna;
• Rádios para comunicação interna;
• Outros instrumentos/acessórios que se julguem necessários.

Procedimentos:

9.6.1 Chaves de nível

Tabela 9.6–1– Verificação leituras e alarmes


Nível de
TAG Atuação PCL-ES Alarme SDSC Histerese Avaliação
referência
N5
N4 NA NA
C1M02
GRK50 N3 NA NA
LS101 NA NA
N2
N1

Nota: Os níveis de referência são aqueles ajustados/ratificados no comissionamento dos instrumentos,


após a aprovação e liberação para operação, registrados nos Protocolos do Manual de Comissionamento.

9.6.2 Pressostatos

Tabela 9.6–2– Verificação dos pressostatos


Ponto de atuação Leitura display Atuação relé de
TAG Histerese Avaliação
de referência local (valor) interface PCL-ES
C1M02
GRK50
CP141
C1M02
GRK50
CP151

Nota: Os pontos de atuação de referência são aqueles ajustados/ratificados no comissionamento dos


instrumentos, após a aprovação e liberação para operação, registrados nos Protocolos do Manual de
Comissionamento.

1320-SN-ITT-8-C0-G00-00-M-17-MN-0002-R0 35/47
UHE SINOP

Observações:

Executado por: Ass: Data:

Acompanhado por: Ass: Data:

Acompanhado por: Ass: Data:

1320-SN-ITT-8-C0-G00-00-M-17-MN-0002-R0 36/47
UHE SINOP

9.7. EQUIPAMENTOS – INSPEÇÃO GERAL DOS PAINÉIS ELÉTRICOS

Instrumentos e Acessórios:
• Multímetro;
• Lanterna;
• Rádios para comunicação interna;
• Outros instrumentos/acessórios que se julguem necessários.

Procedimentos:

Tabela 9.7–1– Inspeção geral no PCL-ES


Item Verificação Avaliação
Limpeza e conservação Estado
Pintura (externa e interna) Cor – riscos – manchas
Fixação Na base de concreto
Nivelamento Geral
Painel Identificação – Entrada/saída de cabos
Tampa superior Estado – fixação – vedações
Porta do painel Abertura/fechamento – vedações
Aterramento Continuidade – fixação – identificação
Componentes/dispositivos Posição – estado – fixação –
internos identificação
Componentes/dispositivos Posição – estado – fixação –
externos identificação
Fiação/cabos Estado – fixação – identificação
Réguas de bornes Estado – fixação – identificação
Proteção contato partes Estado – fixação – identificação
energizadas (se aplicável)
Conexão de cabos Ponto de conexão – aperto
internos/externos
Canaletas plásticas Estado – fixação
Tomada/Lâmpada/Aquecimento Estado – fixação
Relés temporizados Ajustes

1320-SN-ITT-8-C0-G00-00-M-17-MN-0002-R0 37/47
UHE SINOP

Observações:

Executado por: Ass: Data:

Acompanhado por: Ass: Data:

Acompanhado por: Ass: Data:

1320-SN-ITT-8-C0-G00-00-M-17-MN-0002-R0 38/47
UHE SINOP

9.8. SISTEMA DE ESGOTO SANITÁRIO – GERAL – TESTE FUNCIONAL DO SISTEMA

Instrumentos e Acessórios:
• Multímetro;
• Rádios para comunicação interna;
• Outros instrumentos/acessórios que se julguem necessários.

Procedimentos:

Tabela 9.8–1– Teste em modo manual


Item Descrição Avaliação
1. Liga C1M02 GRK50 AP120
2. Desliga C1M02 GRK50 AP120
3. Liga C1M02 GRK50 AP130
4. Desliga C1M02 GRK50 AP130
Nota: procedimentos realizados seguindo descrições do memorial do sistema de supervisão e controle
1320-SN-ITT-8-C0-G00-00-E-30-MD-0007.

Tabela 9.8–2– Teste em automático


Item Descrição Avaliação
1. Automatismo A1 (controle de nível no poço de efluente tratado)
Nota: procedimentos realizados seguindo descrições do memorial do sistema de supervisão e controle
1320-SN-ITT-8-C0-G00-00-E-30-MD-0007.

Tabela 9.8–3– Verificação da atuação dos intertravamentos


Item Descrição Avaliação
1. I1 (nível baixo bombas)
2. I2 (condições associadas à bomba C1M02 GRK50 AP120)
3. I3 (condições associadas à bomba C1M02 GRK50 AP130)
Nota: procedimentos realizados seguindo descrições do memorial do sistema de supervisão e controle
1320-SN-ITT-8-C0-G00-00-E-30-MD-0007.

Tabela 9.8–4– Teste de seleção de bomba principal


Item Descrição Avaliação
1. Seleção manual C1M02 GRK50 AP120 pelo PCL-ES
2. Seleção manual C1M02 GRK50 AP130 pelo PCL-ES
3. Seleção manual C1M02 GRK50 AP120 pelo SDSC
4. Seleção manual C1M02 GRK50 AP130 pelo SDSC
5. Seleção automática no SDSC por horas de operação
Nota: procedimentos realizados seguindo descrições do memorial do sistema de supervisão e controle
1320-SN-ITT-8-C0-G00-00-E-30-MD-0007.

1320-SN-ITT-8-C0-G00-00-M-17-MN-0002-R0 39/47
UHE SINOP

Tabela 9.8–5– Verificação de sinalizações, botoeiras e chaves seletoras no PCL-ES


Item Descrição Avaliação
Sinalizações
Led na porta do painel – bomba C1M02 GRK50 AP120
1. Ligada;
2. Desligada;
3. Demarrador indisponível;
4. Bloqueada (falha);
5. Bomba selecionada como principal.
Led na porta do painel – bomba C1M02 GRK50 AP130
6. Ligada;
7. Desligada;
8. Demarrador indisponível;
9. Bloqueada (falha);
10. Bomba selecionada como principal.
Led na porta do painel – Geral
11. Alarme de nível baixo tanque de efluente tratado (nível 1);
12. Alarme de nível alto tanque efluente tratado (nível 5);
13. Falha na tensão de controle 24 Vcc;
14. Falha na tensão de controle 125 Vcc;
Botoeiras e chaves seletoras na porta do PCL-ES
Bomba C1M02 GRK50 AP120
15. Botoeira Liga;
16. Botoeira Desliga;
17. Chave seletora “Manual/Automático”;
18. Botoeira seleção de principal.
Bomba C1M02 GRK50 AP130
19. Botoeira Liga;
20. Botoeira Desliga;
21. Chave seletora “Manual/Automático”;
22. Botoeira seleção de principal.
Geral
23. Botoeira reset falhas bombas;
24. Botoeira teste leds.

Tabela 9.8–6– Verificação do fluxo de sinais


Item Descrição Avaliação
Fluxo de sinais (sinais enviados do PCL-ES para o PSC-SA)
Bomba C1M02 GRK50 AP120
1. Bloqueada (falha);
2. Bomba em “Automático”;
3. Bomba selecionada como principal.

1320-SN-ITT-8-C0-G00-00-M-17-MN-0002-R0 40/47
UHE SINOP

Item Descrição Avaliação


Bomba C1M02 GRK50 AP130
4. Bloqueada (falha);
5. Bomba em “Automático”;
6. Bomba selecionada como principal.
Geral
7. Alarme de nível baixo tanque de efluente tratado (nível 1)
8. Alarme de nível alto tanque de efluente tratado (nível 5)
9. Falha na tensão de controle 125 Vcc;
10. Falha na tensão de controle 24 Vcc;
11. Falha dispositivos de proteção contra surtos – circuito auxiliar (sinalização
agrupada para painéis adjacentes);
Fluxo de sinais (sinais enviados do PCL-ES para o QCA-G1)
Bomba C1M02 GRK50 AP120
12. Comando de liga;
13. Comando de desliga.
Bomba C1M02 GRK50 AP130
14. Comando de liga;
15. Comando de desliga.
Fluxo de sinais (sinais enviados do QCA-G1 para o PCL-ES)
Bomba C1M02 GRK50 AP120
16. Ligada;
17. Desligada;
18. Demarrador indisponível.
Bomba C1M02 GRK50 AP130
19. Ligada;
20. Desligada;
21. Demarrador indisponível.
Fluxo de sinais (sinais enviados do PSC-SA para o PCL-ES)
22. Seleciona bomba C1M02 GRK50 AP120 como principal (pulso);
23. Seleciona bomba C1M02 GRK50 AP130 como principal (pulso).
Fluxo de sinais (sinais enviados do QCA-G1 para o PSC-SA)
24. Bomba C1M02 GRK50 AP120 demarrador indisponível;
25. Bomba C1M02 GRK50 AP120 ligada;
26. Bomba C1M02 GRK50 AP130 demarrador indisponível;
27. Bomba C1M02 GRK50 AP130 ligada.

1320-SN-ITT-8-C0-G00-00-M-17-MN-0002-R0 41/47
UHE SINOP

Observações:

Executado por: Ass: Data:

Acompanhado por: Ass: Data:

Acompanhado por: Ass: Data:

1320-SN-ITT-8-C0-G00-00-M-17-MN-0002-R0 42/47
UHE SINOP

9.9. MOTORES E CABOS – MEDIÇÃO DO ISOLAMENTO, TEMPERATURA E


RESISTÊNCIA DOS MOTORES

Instrumentos e Acessórios:
• Multímetro;
• Alicate amperímetro;
• Megger 0,5 kV;
• Termômetro;
• Higrômetro;
• Pasta de ferramentas para elétrica;
• Rádios para comunicação interna;
• Outros instrumentos/acessórios que se julguem necessários.

Pré-condições:
Antes de executar os testes, analisar o manual do respectivo motor e verificar se o
fabricante recomenda que o teste seja executado e em quais condições. O manual do
fabricante deve ser mandatório em relação a este protocolo.

Procedimentos:

Tabela 9.9–1– Medições de isolamento motor C1M02 GRK50 AP120


Valor Valor T(°C)
Conexões Motor U.R.A. (%) Avaliação
Medido Esperado Ambiente
Fase A  Massa > 2 MΩ
Fase B  Massa > 2 MΩ
Fase C  Massa > 2 MΩ

Tabela 9.9–2– Medições de isolamento motor C1M02 GRK50 AP130


Valor Valor T(°C)
Conexões Motor U.R.A. (%) Avaliação
Medido Esperado Ambiente
Fase A  Massa > 2 MΩ
Fase B  Massa > 2 MΩ
Fase C  Massa > 2 MΩ

Tabela 9.9–3 – Medições de resistência de enrolamento motor C1M02 GRK50 AP120


Valor Valor T(°C) T(°C)
Conexões Motor Avaliação
Medido Esperado (1) Ambiente Referência
Fase A
Fase B
Fase C
(1) O valor esperado deverá ser informado pelo fabricante do motor.

1320-SN-ITT-8-C0-G00-00-M-17-MN-0002-R0 43/47
UHE SINOP

Tabela 9.9–4 – Medições de resistência de enrolamento motor C1M02 GRK50 AP130


Valor Valor T(°C) T(°C)
Conexões Motor Avaliação
Medido Esperado (1) Ambiente Referência
Fase A
Fase B
Fase C
(1) O valor esperado deverá ser informado pelo fabricante do motor.

Tabela 9.9–5– Medições de temperatura dos motores


Motor Valor Medido (1) T(°C) Ambiente
C1M02 GRK50 AP120
C1M02 GRK50 AP130

(1) A temperatura da carcaça do motor pode ser utilizada, em conjunto com outros parâmetros, como
variável de avaliação do estado do motor/problemas ao longo do tempo. O registro de temperatura aqui
servirá para avaliações em conjunto com medições futuras como parâmetro das condições de
operação normal desde que as demais verificações realizadas neste protocolo forem satisfatórias.

1320-SN-ITT-8-C0-G00-00-M-17-MN-0002-R0 44/47
UHE SINOP

Observações:

Executado por: Ass: Data:

Acompanhado por: Ass: Data:

Acompanhado por: Ass: Data:

1320-SN-ITT-8-C0-G00-00-M-17-MN-0002-R0 45/47
UHE SINOP

9.10. MOTORES E CABOS – MEDIÇÃO DA CORRENTE E TENSÃO DE


FUNCIONAMENTO

Instrumentos e Acessórios:
• Alicate amperímetro;
• Multímetro;
• Rádios para comunicação interna;
• Outros instrumentos/acessórios que se julguem necessários.

Procedimentos:

Tabela 9.10–1– Medições de corrente e tensão C1M02 GRK50 AP120


Corrente de partida – fase A
Corrente de partida – fase B
Corrente de partida – fase C
Corrente de regime – fase A
Corrente de regime – fase B
Corrente de regime – fase C
Tensão fase A – fase B
Tensão fase B – fase C
Tensão fase C – fase A

Tabela 9.10–2– Medições de corrente e tensão C1M02 GRK50 AP130


Corrente de partida – fase A
Corrente de partida – fase B
Corrente de partida – fase C
Corrente de regime – fase A
Corrente de regime – fase B
Corrente de regime – fase C
Tensão fase A – fase B
Tensão fase B – fase C
Tensão fase C – fase A

1320-SN-ITT-8-C0-G00-00-M-17-MN-0002-R0 46/47
UHE SINOP

Observações:

Executado por: Ass: Data:

Acompanhado por: Ass: Data:

Acompanhado por: Ass: Data:

1320-SN-ITT-8-C0-G00-00-M-17-MN-0002-R0 47/47