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Impacto do covid 19 no meio ambiente

Nuno Moreira

André Martins

Pedro Guerner

Francisco Beleza

O que é o Covid 19?

A pandemia de COVID-19 é uma pandemia em curso de COVID-19, uma doença respiratória


aguda causada pelo coronavírus da síndrome respiratória aguda grave. A doença foi
identificada pela primeira vez em Wuhan, na província de Hubei, República Popular da China,
em 1 de dezembro de 2019, mas o primeiro caso foi reportado em 31 de dezembro do mesmo
ano.

Como surgiu o Covid 19?

Os primeiros casos suspeitos foram notificados em 31 de dezembro de 2019, com os primeiros


sintomas aparecendo algumas semanas antes, em 1 de dezembro de 2019. O Mercado foi
fechado em 1 de janeiro de 2020 e as pessoas com os sintomas foram isoladas.

Mais de 700 pessoas, incluindo mais de 400 profissionais de saúde, que entraram em contato
próximo com casos suspeitos, foram posteriormente monitoradas.

Com o desenvolvimento de um teste de PCR de diagnóstico específico para detetar a infeção, a


presença de COVID-19 foi então confirmada em 41 pessoas em Wuhan, das quais duas foram
posteriormente relatadas como sendo um casal, um dos quais não tinha estado no Mercado e
outros três membros da mesma família que trabalhavam nas bancas de produtos do mar do
mesmo Mercado.

A primeira morte decorrente da epidemia ocorreu em 9 de janeiro de 2020.

Impactes positivos

O COVID-19 é responsável pela diminuição das emissões de poluentes, como o CO2 e o NO2,
para a atmosfera. De acordo com a Carbon Brief, as emissões de dióxido de carbono
diminuíram em 25% na China após o Novo Ano Chinês. A nível mundial, as emissões de CO2
podem chega a uma redução de 7% este ano.

Além da atmosfera, a hidrosfera também sofreu melhorias. Foi reportada uma diminuição da
poluição das águas em Veneza, que levou ao aumento da quantidade de seres vivos.

Como se desconfia que o morcego possa ter sido o responsável pela transmissão deste vírus, é
estimado que o consumo destes seres vivos diminua.
Impactes negativos

Com o receio do COVID, tem ocorrido um aumento do uso de máscaras de proteção e luvas
(plásticos descartáveis). Por vezes, estas não são descartadas de forma apropriada, acabando
por parar aos oceanos e ameaçando a vida marinha.

Além disso, todos os aspetos positivos são temporários e certos ambientalistas acreditam que
as emissões de poluentes voltarão a aumentar após o fim da epidemia.

Este vírus pode até levar ao desinteresse por medidas ambientais. Algumas empresas, devido a
quebras nas receitas, admitem adiar as suas políticas ambientais e, para diminuir o impacto
económico, estas poderão chegar a bater recordes de emissões na ânsia de recuperar o tempo
perdido com os bloqueios. Da mesma forma, nos finais da crise de 2008, o governo de Pequim
forneceu apoios às empresas, levando a um aumento de produção e de poluentes emitidos.