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ADMINISTRAÇÃO

CURSOS DE GRADUAÇÃO – EAD


Administração – Prof. Dr. João Luiz de Souza Lima

Olá! Meu nome é João Luiz de Souza Lima. Sou doutor em Ciências Sociais (Sociologia), mestre em Administração,
especialista em Administração e Economia, graduado em Administração e, atualmente, cursando pós-doutorado
em Economia. Leciono nos cursos superiores do Centro Universitário Claretiano, na modalidade a distância.
Também atuo como professor do Ministério da Educação, por meio do Instituto Nacional de Estudos e Pesquisas
Educacionais Anísio Teixeira (INEP), para fins de avaliação/credenciamento de instituições de Ensino Superior e
cursos superiores na modalidade presencial e a distância (EaD).
e-mail: jlslima.claretiano@gmail.com
Prof. Dr. João Luiz de Souza Lima

ADMINISTRAÇÃO

Plano de Ensino(PE)/Guia de Estudos(GE)


© Ação Educacional Claretiana, 2013 – Batatais (SP)
Trabalho realizado pelo Centro Universitário Claretiano de Batatais (SP)

Cursos: Graduação
Disciplina: Administração
Versão: fev./2013

Reitor: Prof. Dr. Pe. Sérgio Ibanor Piva


Vice-Reitor: Prof. Ms. Pe. José Paulo Gatti
Pró-Reitor Administrativo: Pe. Luiz Claudemir Botteon
Pró-Reitor de Extensão e Ação Comunitária: Prof. Ms. Pe. José Paulo Gatti
Pró-Reitor Acadêmico: Prof. Ms. Luís Cláudio de Almeida

Coordenador Geral de EaD: Prof. Ms. Artieres Estevão Romeiro


Coordenador de Material Didático Mediacional: J. Alves

Corpo Técnico Editorial do Material Didático Mediacional


Preparação Revisão
Aline de Fátima Guedes Felipe Aleixo
Camila Maria Nardi Matos
Rodrigo Ferreira Daverni
Carolina de Andrade Baviera
Cátia Aparecida Ribeiro Talita Cristina Bartolomeu
Dandara Louise Vieira Matavelli Vanessa Vergani Machado
Elaine Aparecida de Lima Moraes
Josiane Marchiori Martins
Projeto gráfico, diagramação e capa
Lidiane Maria Magalini
Luciana A. Mani Adami Eduardo de Oliveira Azevedo
Luciana dos Santos Sançana de Melo Joice Cristina Micai
Luis Henrique de Souza Lúcia Maria de Sousa Ferrão
Patrícia Alves Veronez Montera
Luis Antônio Guimarães Toloi
Rita Cristina Bartolomeu
Rosemeire Cristina Astolphi Buzzelli Raphael Fantacini de Oliveira
Simone Rodrigues de Oliveira Tamires Botta Murakami de Souza
Viviane Fernanda Zanotin Wagner Segato dos Santos

Todos os direitos reservados. É proibida a reprodução, a transmissão total


ou parcial por qualquer forma e/ou qualquer meio (eletrônico ou mecânico,
incluindo fotocópia, gravação e distribuição na web), ou o arquivamento em
qualquer sistema de banco de dados sem a permissão por escrito do autor e
da Ação Educacional Claretiana.

Centro Universitário Claretiano


Rua Dom Bosco, 466 - Bairro: Castelo – Batatais SP – CEP 14.300-000
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Fone: (16) 3660-1777 – Fax: (16) 3660-1780 – 0800 941 0006
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SUMÁRIO

PLANO DE ENSINO/GUIA DE ESTUDOS


1 APRESENTAÇÃO...............................................................................................................................................................7
2 DADOS GERAIS DA DISCIPLINA......................................................................................................................................7
3 ORIENTAÇÕES PARA O ESTUDO DA DISCIPLINA...........................................................................................................8
4 DESCRIÇÃO DO PROJETO INTEGRADOR........................................................................................................................11
5 AVALIAÇÃO DA APRENDIZAGEM...................................................................................................................................29
6 CONSIDERAÇÕES GERAIS...............................................................................................................................................29
7 BIBLIOGRAFIA BÁSICA....................................................................................................................................................29
8 BIBLIOGRAFIA COMPLEMENTAR...................................................................................................................................29
9 E-REFERÊNCIAS...............................................................................................................................................................29

ANEXOS
ANEXO 1................................................................................................................................................................................ 32
ANEXO 2................................................................................................................................................................................ 35
ANEXO 3................................................................................................................................................................................ 38
Plano de Ensino(PE)/
Guia de Estudos(GE)
PE/GE

1. APRESENTAÇÃO
Seja bem-vindo! Você vai iniciar o estudo de Administração, uma das disciplinas que com-
põem os Cursos de Graduação, na modalidade EaD, cuja finalidade é formar um profissional
consciente dos desafios que irá enfrentar e das possibilidades de ser agente transformador no
âmbito da gestão empresarial.
Para efeitos didáticos, a disciplina Administração está dividida em cinco Ciclos de Aprendi-
zagem e terá os seguintes Cadernos de Referência de Conteúdo (CRC) como materiais de estudo:
• DUTRA, H. N. Administração I. Batatais: Claretiano, 2010.
• BREDA, F. A.; DUTRA, N. H. Administração II. Batatais: Claretiano, 2009.
A proposta dessa disciplina consiste na ajuda ao entendimento dos processos
administrativos e empresariais e, consequentemente, na busca da melhor tomada de decisões.
Nesta disciplina, teremos a oportunidade de trabalhar as relações pertinentes entre os
conceitos e as definições de organização e administração, bem como no detalhamento das fun-
ções pertinentes ao administrador contemporâneo.

2. DADOS GERAIS DA DISCIPLINA

Ementa
Significados do papel da Administração. Perfil do administrador. Processo de administrar
diferentes atividades. Pilares do pensamento administrativo. As escolas de Administração. Ad-
8 © Administração

ministração científica e clássica. Estudo da teoria humanística e comportamental. Processo de-


cisório e planejamento. A abordagem da Teoria Burocrática, suas vantagens e disfunções. O
desenvolvimento organizacional no ambiente empresarial e a aplicação da Teoria Estruturalista.
Abordagem à Teoria Sistêmica. Teoria contingencial. Novos Paradigmas e modelos de Adminis-
tração. Ética e Responsabilidade Social nas empresas. A ação da liderança nas organizações.

Objetivo geral
Os alunos da disciplina Administração, na modalidade EaD do Claretiano, dado o Sistema
Gerenciador de Aprendizagem e suas ferramentas, serão capazes de desenvolver competências
e habilidades, possibilitando a integração da teoria com a experiência simulada nos processos
de tomada de decisões, combinando conceitos e técnicas administrativas aprendidas ao longo
da disciplina e ganhando ou ampliando a compreensão sobre importantes conceitos, tais como:
visão estratégica, postura competitiva, visão sistêmica de empresa e trabalho de equipe, bem
como compreender os pressupostos teórico-metodológicos que norteiam o ensino de Adminis-
tração, refletindo sobre suas atuais problemáticas e tendências na perspectiva de uma interação
entre teoria e prática, professor e aluno, ensino e pesquisa.
Com esse intuito, os alunos contarão com recursos técnico-pedagógicos facilitadores de
aprendizagem, como Material Didático Mediacional, bibliotecas físicas e virtuais, ambiente vir-
tual, bem como acompanhamento do professor responsável, do tutor à distância e do tutor
presencial, complementado por debates no Fórum.
Ao final desta disciplina, de acordo com a proposta orientada pelo professor responsável e
pelo tutor à distância, terão condições de interagir com argumentos contundentes e posterior-
mente fundamentar criticamente sua prática profissional. Para esse fim, levarão em considera-
ção as ideias debatidas na Sala de Aula Virtual, por meio de suas ferramentas, bem como o que
produziram durante o estudo.

Objetivos específicos
(Para que ensinar e aprender?)
• Estudar os fundamentos da Administração, suas concepções e aplicações na organiza-
ção contemporânea.
• Compreender o impacto das Teorias da Administração sobre a moderna gestão.
• Compreender o exercício dos conceitos de gestão, processo de tomada de decisão,
planejamento estratégico, estrutura organizacional, recursos humanos, gestão de sis-
temas de informação e das operações da organização.
• Conhecer as funções administrativas: planejamento, organização, direção e controle.
• Discorrer sobre o funcionamento de empreendimentos organizacionais.

3. ORIENTAÇÕES PARA O ESTUDO DA DISCIPLINA


Os cinco Ciclos de Aprendizagem desta disciplina, cada qual correspondendo a um grupo
de conteúdos apresentados na Ementa, incluem momentos de aprendizagem a distância e de
encontros presenciais.

Claretiano - REDE DE EDUCAÇÃO


© Plano de Ensino(PE)/Guia de Estudos(GE) 9

Projeto Integrador

ATENÇÃO!
Esta disciplina articula a oferta de um Projeto Integrador. Para tanto, observe as orientações de como
realizá-lo no Tópico 4, Descrição do Projeto Integrador.

ATENÇÃO!
O Projeto Integrador, descrito no Tópico 4, destina-se apenas aos alunos dos cursos de Tecnolo-
gia do Centro Universitário Claretiano. Verifique com seu tutor a distância se você terá de realizá-lo!

O Projeto de Atividades Integradas de Disciplinas (ou simplesmente Projeto Integrador) é


um componente curricular obrigatório, independente de qualquer disciplina individual, e cum-
pre a função de articular o conjunto de conteúdos das disciplinas do semestre (ou, pelo menos,
a maior e mais importante parte delas), visando desenvolver questões que integrem o referen-
cial teórico estudado à realidade organizacional vivenciada pelo aluno, ou pesquisada por ele.
De acordo com a Resolução CNE/CES nº 3/2007, que trata do conceito de hora-aula e con-
cebe a incorporação do trabalho discente efetivo na carga horária mínima, em outras palavras,
atividades práticas supervisionadas. Seja trabalho individual ou em grupo, os Cursos Superiores
de Tecnologia podem contemplar Projetos Integrados de disciplinas com o objetivo de estimular
a prática de estudos independentes e interdisciplinares, com o foco na permanente atualização
profissional de forma contextualizada, buscando adquirir relações com o mundo do trabalho.

Encontros presenciais
Os encontros presenciais são momentos importantes para o contato com seus colegas de
curso e tutores presenciais, com a finalidade de promover interação, propiciar momentos de
atividades práticas e de avaliação.
Fique atento às datas de encontros presenciais, confira o calendário de seu curso e ano-
te. Lembre-se de que as datas são sujeitas à alteração. Por isso, é importante que você sempre
consulte o calendário antes de ir ao polo. Basta acessar o link: <www.claretiano.edu.br/calen-
darios>.

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Ciclos de Aprendizagem a Distância


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Os Ciclos de Aprendizagem serão organizados semanalmente para que você possa alcançar
uma aprendizagem que lhe permita o aprofundamento dos conteúdos expostos nesta disciplina.

1º CICLO DE APRENDIZAGEM À DISTÂNCIA


Conteúdos
Escopo da Administração. Ação de administrar. Significado de administração. Importância
do processo administrativo no contexto organizacional. Planejamento. Organização e estrutura
organizacional. Direção, coordenação e tomada de decisão. Controle (principais parâmetros de
comparação e registro). Abordagem científica da Administração. Abordagem à teoria clássica.
Teoria da Burocracia. Abordagem à Teoria Estruturalista e Abordagem Sistêmica das Organiza-
ções.
10 © Administração

1ª semana
Problematização
Você já ouviu falar no termo “administração”? O que a Administração significa para você?
Quais as relações dessa ciência com o campo de estudo na área de formação?

Orientações gerais
Nesta 1ª semana, propomos que você acesse a Sala de Aula Virtual (SAV), leia as orienta-
ções de seu tutor a distância, verifique o Cronograma e os materiais postados no Material de
Apoio e faça a leitura atenta do Guia Acadêmico do Curso, deste Plano de Ensino/Guia de Estu-
dos, para em seguida, realizar a leitura dos materiais indicados.
Esta primeira semana também servirá como um período de ambientação do aluno na sala
de aula virtual para organizar seus estudos.

O que preciso estudar?


Guia Acadêmico do Curso.
Plano de Ensino/Guia de Estudos.

O que preciso fazer?


Ler e estudar os conteúdos propostos. Caso tenha alguma dúvida, entre em contato com
seu tutor a distância pela Lista ou pelo 0800.


ATENÇÃO!
O Projeto Integrador, descrito no Tópico 4, destina-se apenas aos alunos dos cursos de Tecnolo-
gia do Centro Universitário Claretiano. Verifique com seu tutor a distância se você terá de realizá-lo!

Interatividade no Fórum sobre o tema do Projeto Integrador


Dedicar-se desde o início do semestre à elaboração do Projeto Integrador! E interagir no
Fórum do Projeto Integrador, sempre que necessário.

Objetivo
• Viabilizar a interação entre os alunos e também dos alunos com o tutor da disciplina,
permitindo a troca de ideias, bem como a socialização de pesquisa bibliográfica.

Descrição da interatividade
• O Fórum do Projeto Integrador ficará aberto desde o início da disciplina até o final da
18ª semana.
• O aluno pode expressar no Fórum suas ideias sobre a realização dos objetivos do Pro-
jeto Integrador e trocar informações sobre os referenciais bibliográficos e instrumentos
de pesquisa.

Claretiano - REDE DE EDUCAÇÃO


© Plano de Ensino(PE)/Guia de Estudos(GE) 11

4. DESCRIÇÃO DO PROJETO INTEGRADOR


A disciplina de Administração é parte integrante da Matriz Curricular de vários Cursos de
Graduação, na modalidade EaD, do Centro Universitário Claretiano. No entanto, vale ressaltar,
que há um Projeto Integrador específico para cada Curso Superior de Tecnologia, veja o quadro
a seguir:
CURSO TÍTULO DO PROJETO INTEGRADOR
Superior de Tecnologia em Gestão Financeira – Anexo 1 O Perfil do Profissional em Gestão Financeira
Superior de Tecnologia em Gestão de Recursos Humanos – Anexo 2 O Perfil do Profissional Gestor de Recursos Humanos
Superior de Tecnologia em Logística – Anexo 3 O Perfil do Profissional em Logística

ATENÇÃO!
Verifique as informações específicas de seu Projeto Integrador no Anexo ao final deste Plano de
Ensino/Guia de Estudos.

2ª semana
Problematização
O que é Processo Administrativo? Qual a importância do Processo Administrativo? Qual o
objeto de estudo da Administração? Como os conhecimentos da Administração podem auxiliar
o gestor na resolução dos problemas organizacionais? O que são problemas organizacionais?

Orientações gerais
Nesta 2ª semana, propomos que você reflita sobre as questões da problematização, pes-
quise sobre o tema e faça a leitura atenta dos materiais indicados.

O que preciso estudar?


DUTRA, H. N. Administração I. Batatais: Claretiano, 2010. Unidade 1 – Conceitos de Admi-
nistração (confira no Material de Apoio).

O que preciso fazer?


Ler e estudar os conteúdos propostos. Caso tenha dúvida, entre em contato com seu tutor
a distância pela Lista ou pelo serviço 0800.

3ª semana
Problematização
Qual a sua visão/conceituação sobre a Teoria da Burocracia? A Burocracia é boa ou ruim?
Como os conceitos de Burocracia interferem na prática administrativa?

Orientações gerais
Nesta 3ª semana, propomos que você retome as leituras realizadas na semana anterior e
anote eventuais dúvidas e colocações para realizar suas atividades mais adiante.
12 © Administração

O que preciso estudar?


BREDA, F. A.; DUTRA, N. H. Administração II. Batatais: Claretiano, 2009. Introdução, Orien-
tações para o estudo da disciplina e Unidade 1 – Abordagem à Teoria da Burocracia (confira no
Material de Apoio).

O que preciso fazer?


Anotar em seu caderno pessoal de estudos da disciplina Administração suas concepções
iniciais de Burocracia. Ler e estudar os conteúdos propostos. Caso tenha dúvida, entre em con-
tato com seu tutor à distância pela Lista ou pelo serviço 0800.

2º CICLO DE APRENDIZAGEM À DISTÂNCIA


Conteúdos
Abordagem à Teoria Estruturalista, Abordagem Sistêmica das Organizações e Abordagem
do Desenvolvimento Organizacional.

4ª semana
Problematização
O que é uma Teoria Estruturalista? O que é uma Teoria Sistêmica?

Orientações gerais
Nessa 4ª semana, propomos que você estude os materiais indicados e anote suas dúvidas
e colocações em seu caderno pessoal de estudos da disciplina Administração.

O que preciso estudar?


BREDA, F. A.; DUTRA, N. H. Administração II. Batatais: Claretiano, 2009. Unidade 2 – Abor-
dagem à Teoria Estruturalista (confira no Material de Apoio).
BREDA, F. A.; DUTRA, N. H. Administração II. Batatais: Claretiano, 2009. Unidade 3 –
Abordagem Sistêmica das Organizações (confira no Material de Apoio).

O que preciso fazer?


Ler e estudar os conteúdos propostos. Caso tenha dúvida, entre em contato com seu tutor
à distância pela Lista ou pelo serviço 0800.

Atividade no Portfólio

Objetivos
• Compreender os conceitos estudados.

Descrição da atividade
Leia o texto a seguir e realize os exercícios propostos.

Claretiano - REDE DE EDUCAÇÃO


© Plano de Ensino(PE)/Guia de Estudos(GE) 13
Insegurança pública ––––––––––––––––––––––––––––––––––––––––––––––––––––––––––
Cerca de 200 assassinatos foram cometidos no Estado de São Paulo no Carnaval de 1999, alguns deles em
chacinas (assassinatos de grupos). Não estivesse a opinião pública tão acostumada com a violência e as chacinas,
teria ficado muito mais chocada do que ficou com uma delas, ocorrida na cidade de São Vicente, no litoral de São
Paulo. Somente por insistência de parentes das vítimas, as autoridades se movimentaram, para comprovar que o
assassinato de três adolescentes era obra de policiais militares, que os haviam detido na saída de um baile, para
matá-los a sangue frio algumas horas depois, sob o comando de um oficial.
Esse episódio somou-se a outros na história de uma organização supostamente dedicada a proteger o cidadão.
Criada nos anos 70, a polícia militar funcionou como tropa de assalto durante a ditadura militar, sendo utilizada para
reprimir passeatas e invadir escolas e sindicatos. Seus integrantes, naquela época, eram doutrinados para acreditar
que estudantes e operários eram o “inimigo”.
Até os anos 70, existiam diversas organizações policiais fardadas nos estados do Brasil. O sistema jamais funcionou
satisfatoriamente. Em diversas ocasiões, foram feitas propostas para unificar as diferentes corporações, que nunca
prosperaram. Além disso, a existência das milícias estaduais, como a Força Pública em São Paulo, era motivo de
preocupações para as autoridades federais, especialmente para o Exército, que sempre temeu sua utilização como
instrumento de independência dos Estados.
A situação permaneceu assim até os anos 70. Nessa época, a ditadura militar, iniciada em 1964, fundiu todas
as organizações policiais fardadas e as transformou nas polícias militares, abrangendo os bombeiros. As PMs
estaduais foram subordinadas ao Exército, que criou um órgão, para seu controle. Ficaram as PMs responsáveis
pelo policiamento ostensivo fardado, sendo virtualmente separadas das secretarias de Segurança Pública, que
passaram a administrar a chamada polícia civil, responsável pelo policiamento judiciário.
As duas organizações, durante todo o período da ditadura, funcionaram como órgãos de repressão. Os militares
(Exército, principalmente) controlavam as secretarias estaduais de segurança. Isso assegurava certa unidade de
comando das duas corporações, que se perdeu completamente, quando o País foi redemocratizado, em meados
dos anos 80. Quando uma nova Constituição foi promulgada, no final dessa década, o lobby dos militares conseguiu
preservar a independência das PMs.
A criação das polícias militares e sua separação das autoridades civis tornou mais agudo o problema que havia antes
dos anos 70. O que funcionava de forma relativamente mais bem integrada, quando havia diversas corporações
fardadas, transformou-se em um conjunto sem unidade. Polícia militar e polícia civil tornaram-se organizações
concorrentes, praticamente sem nenhuma interação. Diversos fatores contribuíram para que, no limiar do século
XXI, a criminalidade se tornasse uma das grandes preocupações da sociedade brasileira, agravada pela ineficácia
das duas corporações. A cada dia, ocorrem 23 assassinatos, 330 furtos e roubos de carros e cerca de 1.500 roubos
de outros tipos somente na Grande São Paulo. O mais perturbador do aumento da violência no Brasil é o fato de
contrariar a tendência de declínio de longo prazo em outras sociedades civilizadas.
A polícia, em vez de solução, tornou-se parte desse problema. E a violência policial, apenas um grande problema
dentro de uma grande coleção de grandes problemas. Um estudo publicado em 1999 sobre a polícia apresentou um
panorama de seriíssimas distorções:
A PM de São Paulo, com 83 mil integrantes, transformou-se em uma usina de desperdícios. Contra 1.400 sargentos
na ativa, mantém 14.000 reformados. Para 35 coronéis na ativa, sustenta mais de 1.000, precocemente aposentados,
recebendo pensões de 11.000 reais. A banda da PM tem 620 músicos. Suas tropas de choque imobilizam 3.595
homens e 300 veículos, o triplo do necessário, e 10 vezes mais do que o efetivo das forças equivalentes da polícia de
Nova Iorque. Milhares de homens e mulheres fardados não trabalham em qualquer atividade de segurança pública,
mas como cozinheiros, garçons, motoristas, guardas de honra, sentinelas de quartéis, enfermeiros, mecânicos etc.
Mais de 200 homens fardados trabalham como barbeiros.
A atividade-fim, o policiamento, não é valorizada. As unidades operacionais, que prestam serviços à população, são
consideradas local de castigo para os expulsos das castas superiores, os ociosos que ficam no quartel-general.
Estes são promovidos muito mais por apadrinhamento, apoio político ou algum talento diferenciado. Um oficial tem
duas vezes mais probabilidade de ser promovido no quartel-general, mesmo em atividades sem importância, como
relações públicas, do que arriscando a vida em uma unidade operacional.
Jovens recém-saídos da academia militar, sem experiência profissional, são transformados em oficiais que podem
chegar aos postos mais elevados sem nunca prestar qualquer serviço à população. Ao começar a carreira, tentam
compensar sua incompetência com o uso da disciplina militar rigorosa, em relação a soldados mal remunerados, que
estão a muito mais tempo na rua enfrentando a criminalidade.
A incompetência dos oficiais e a excessiva valorização dos princípios militares produzem distorções gravíssimas.
Para um policial militar, é mais fácil se punido por chegar atrasado do que por assassinar ou torturar. No regulamento
disciplinar da PM, “o uso desnecessário de violência no momento da prisão” é ofensa menor do que “criticar as ações
dos superiores e as autoridades em geral”.
A violência policial tem raízes históricas. As primeiras forças policiais tiveram como uma de suas principais tarefas a
recaptura de escravos fugido. A polícia recebia pagamento para açoitar escravos, por encomenda dos proprietários.
Essa foi uma época em que o medo das “classes perigosas” assolava a Europa e contaminou o Brasil, quando
a família real portuguesa aqui se refugiou. “Classes perigosas” formavam a “população hostil e perigosa” do Rio
de Janeiro da época, com seu “espaço público dominado pelos africanos em servidão”. Falavam da brava gente
brasileira.
Em 1997, todo o Brasil viu na televisão um destacamento da PM cometendo atrocidades na Favela Naval, em
Diadema, São Paulo. Poucos meses depois, as polícias militares em sete Estados do Brasil entraram em greve,
por questões salariais. Esses episódios reforçaram as propostas de extinção da PM, ou de fusão das duas policiais.
Mudanças na legislação foram feitas, de modo que os crimes cometidos pela PM, contra civis, fossem julgados em
tribunais civis. No entanto, as propostas de desmilitarização da segurança pública não prosperaram.
14 © Administração

No final de 1998, o relatório da Ouvidoria da Segurança Pública de São Paulo revelou a dimensão da violência
policial. Abuso de autoridade era a principal reclamação da população; Outros relatórios mostravam o descompasso
entre as denúncias contra policiais e as punições a eles aplicadas. Soldados são punidos com muito mais frequência
do que coronéis. O dado mais alarmante, no entanto, não estava nos relatórios. Muitos soldados da PM haviam
morrido – mais por suicídio do que mortos em ação. As explicações estavam nos baixos salários, nas condições
precárias de trabalho e no mau tratamento recebido dos oficiais. Nenhuma providência foi tomada a respeito desse
fato.
Nos meses que se seguiram ao massacre de São Vicente, a criminalidade continuou em seu ritmo normal, dentro e
fora da polícia. Todas as propostas para unificar as duas corporações e para torná-las mais eficientes continuaram
esbarrando nos impedimentos constitucionais e em obstáculos como a falta de poder da Secretaria da Segurança e
a falta de vontade dos políticos de resolver a situação e a inércia das duas corporações (MAXIMIANO, 2000)
–––––––––––––––––––––––––––––––––––––––––––––––––––––––––––––––––––––––––––
Exercícios propostos:
1) Explique, usando o enfoque sistêmico, as principais variáveis que produzem a violência na sociedade
brasileira.

2) Explique, usando o enfoque sistêmico, a violência da polícia em relação à população.

3) Em sua opinião, quais são as desvantagens de haver duas corporações, na mesma base geográfica, res-
ponsáveis pela segurança pública? Há alguma vantagem?

4) Há alguma vantagem na existência de uma corporação militar cuidando da segurança pública? Quais são
as desvantagens?

5) Você acha que seria possível haver, no Brasil, polícias municipais como há nos Estados Unidos, com che-
fes eleitos pela população? Qual sua opinião a respeito do argumento de que “o povo brasileiro não está
preparado para isso”?

6) Em sua opinião, é viável um sistema de segurança único, para um país tão diversificado como o Brasil,
ou seria melhor que cada estado pudesse organizar seu próprio sistema? Nesse caso, como se faria a
integração de todos os sistemas?

Insira, na atividade, cabeçalho com os seguintes dados:

Cabeçalho ––––––––––––––––––––––––––––––––––––––––––––––––––––––––––––––––––
Curso:
Disciplina: Administração
Tutor:
Aluno (a):
RA: Data de entrega:
–––––––––––––––––––––––––––––––––––––––––––––––––––––––––––––––––––––––––––

Pontuação
A atividade vale de 0 a 0,75.

Critérios de avaliação
Na avaliação desta atividade, serão utilizados como critérios:
• utilização da norma padrão da Língua Portuguesa e das normas da ABNT;
• coerência, concisão e coesão;
• compreensão dos textos estudados;
• capacidade de análise do conteúdo e síntese de ideias;
• articulação entre o tema e as considerações apresentadas;
• ligação dos conceitos de Administração ao tema "Insegurança Pública".

Claretiano - REDE DE EDUCAÇÃO


© Plano de Ensino(PE)/Guia de Estudos(GE) 15

5ª semana
Problematização
O que é Desenvolvimento Organizacional (DO)?

Orientações gerais
Nessa 5ª semana, propomos que você estude os materiais indicados e anote suas dúvidas
e colocações.

O que preciso estudar?


BREDA, F. A.; DUTRA, N. H. Administração II. Batatais: Claretiano, 2009. Unidade 4 – Abor-
dagem do Desenvolvimento Organizacional (confira no Material de Apoio).

O que preciso fazer?


Ler e estudar os conteúdos propostos. Caso tenha dúvida, entre em contato com seu tutor
a distância pela Lista ou pelo serviço 0800.

6ª semana
Problematização
Qual a importância do estudo da Cultura Organizacional, no âmbito da gestão contempo-
rânea?

Orientações gerais
Nessa 6ª semana, propomos que você estude os materiais indicados e anote suas dúvidas
e colocações.

O que preciso estudar?


BREDA, F. A.; DUTRA, N. H. Administração II. Batatais: Claretiano, 2009. Unidade 5 – Cultu-
ra Organizacional (confira no Material de Apoio).

O que preciso fazer?


Ler e estudar os conteúdos propostos. Caso tenha dúvida, entre em contato com seu tutor
à distância pela Lista ou pelo serviço 0800.

7ª semana
Problematização
Como avaliar na empresa a utilização de Sistemas de Tecnologia da Informação (TI) ou
Sistemas ERP (Enterprise Resource Planning – Sistemas Integrados de Gestão)?
16 © Administração

Orientações gerais
Nessa 7ª semana, propomos que você estude os materiais indicados e anote suas dúvidas
e colocações. Teremos, também, a realização da primeira interatividade, no Fórum de discus-
sões!

O que preciso estudar?


BREDA, F. A.; DUTRA, N. H. Administração II. Batatais: Claretiano, 2009. Unidade 2 – Abor-
dagem à Teoria Estruturalista, Unidade 3 – Abordagem Sistêmica das Organizações, Unidade 4
– Abordagem do Desenvolvimento Organizacional e Unidade 5 – Cultura Organizacional (confira
no Material de Apoio).

O que preciso fazer?


Ler e estudar os conteúdos propostos. Caso tenha dúvida, entre em contato com seu tutor
à distância pela Lista ou pelo serviço 0800.

Interatividade no Fórum

Objetivos
• Compreender os conceitos estudados.

Descrição da interatividade
Leia o estudo de caso a seguir e discuta com seus colegas as questões de 1 a 5.

Estudo de caso ––––––––––––––––––––––––––––––––––––––––––––––––––––––––––––––


Estudo conclui que o fracasso dos sistemas de TI constitui a principal ameaça ao êxito operacional, mas poucas
companhias tratam de maneira eficiente os riscos associados.
Miami – 19 de julho, 2007 – As companhias temem mais o colapso de seus sistemas de Tecnologia da Informação,
ou TI, que o terrorismo, os desastres naturais, riscos financeiros e as limitações legislativas. No entanto, de acordo
com relatório elaborado pela Unidade de Inteligência da publicação The Economist, intitulado Coming to grips with IT
risk ou “Assimilando os riscos da Tecnologia da Informação”, com base em uma pesquisa realizada junto a 145 altos
executivos de empresas ao redor do mundo, a maioria destas empresas não administra eficientemente os riscos
associados a TI (Tecnologia da Informação).
O estudo em questão, patrocinado pela SAP (*), líder mundial no fornecimento de software de negócios, revela que
somente 13% dos respondentes contam com uma estrutura integral de administração de riscos de TI devidamente
estabelecida em suas respectivas empresas. Embora considerem que os altos executivos de suas organizações
estejam conscientes dos riscos financeiros associados às falhas dos sistemas de TI, apenas 11% dos entrevistados
descrevem o tratamento dado por sua companhia aos riscos de TI como “altamente eficiente”. Isto, apesar de
27% dos participantes citarem o fracasso de sistemas de TI como o maior risco de negócios que podem enfrentar,
superando em seis pontos percentuais o segundo maior risco enfrentado pelos executivos que participaram do
estudo. As violações de segurança da informação representam a principal ameaça para 22% dos respondentes.
Para se manterem competitivas, as companhias devem investir em poderosos e complexos sistemas de TI. Mas,
segundo a maioria dos entrevistados, a complexidade aumenta as probabilidades de fracassar na área de TI. Não
é surpresa, portanto, que a complexidade tenha sido catalogada como uma ameaça de maior envergadura do que
alguns outros fatores que poderiam incidir nas falhas dos sistemas de TI, tais como sistemas de regulamentação
que dão suporte à privacidade de dados, relatórios financeiros, a expansão dos serviços de terceirização para a
Tecnologia da Informação e o aumento do uso das redes sem fio.
Complexos sistemas de TI conectam todas as partes da organização, expandindo consideravelmente o alcance das
falhas potenciais. Apesar disso, “um número considerável de altos diretores nem percebe os riscos associados à
Tecnologia da Informação como algo inerente exclusivamente à segurança”, afirmou Rama Ramaswami, membro
da Unidade de Inteligência do The Economist e editor do relatório em questão. “Esta perspectiva é demasiadamente
obtusa. Os riscos associadas a TI deveriam englobar todos os danos possíveis a gama completa de atividades
associadas a este tipo de tecnologia, incluindo todos os aspectos inerentes à continuidade dos negócios, ao impacto
das demoras ocorridas nos projetos de TI e à maneira como os fracassos na área de TI afetam o serviço ao cliente,
à geração de receitas e a produtividade”.
Outras conclusões-chave tiradas com base no relatório são:
A gestão deficiente dos projetos representa a fonte mais comum de falhas nos projetos de TI. Este fator é citado por

Claretiano - REDE DE EDUCAÇÃO


© Plano de Ensino(PE)/Guia de Estudos(GE) 17
43% dos respondentes e constitui uma preocupação de particular importância na Europa, onde 50% dos executivos
citam a gestão ineficiente de projetos como principal motivo dos fracassos dos projetos de TI.
O “superdimensionamento” do escopo. Outra causa do fracasso dos projetos de TI, citada por 21% dos respondentes,
é a governança inadequada dos requisitos técnicos; quer dizer, “o superdimensionamento do escopo”, ou a adição
de um número de tarefas superior ao originalmente especificado, conduzindo, muitas vezes, a custos maiores, não
cumprimento de datas-limite e à perda dos prazos originalmente definidos.
Os altos dirigentes não entendem adequadamente os temas relacionados com TI. 26% dos entrevistados observam
que os altos dirigentes de suas respectivas empresas não entendem completamente os temas de TI, ao passo
que apenas 15% afirmam que a área de TI desconhece os temas gerais associados aos riscos de negócios. 35%
daqueles que responderam à pesquisa na Europa citam a falta de compreensão por parte da alta direção de suas
empresas como obstáculo fundamental ao aperfeiçoamento da gestão dos projetos de tecnologia da informação.
Os riscos associados a TI aumentarão nos próximos três anos. De acordo com nossos entrevistados, praticamente
todas as áreas de risco associadas a TI gerarão mais problemas nos próximos três anos do que nos últimos três.
44% dos entrevistados temem que os riscos de danos financeiros aumentem devido às filtragens de dados sensíveis,
duplicando a porcentagem de entrevistados que considera que este aumento dos riscos já se apresentou nos últimos
três anos (20% do total).
“O relatório demonstra que além de uma minuciosa gestão operacional dos riscos de projeto, somente a adoção de
um enfoque integrado sobre a governança corporativa, a gestão de riscos e o cumprimento de regras permitirão às
empresas manter um controle satisfatório sobre seus sistemas de TI”, indicou Sachar Paulus, Diretor de segurança
da SAP AG. “Os controles necessários deverão cobrir não só as atividades puramente relacionadas com tecnologia
da informação, mas o panorama completo; não se poderá limitar a isso e deverá integrar adequadamente tanto as
medidas físicas quanto a segurança para a informação”.
O relatório intitulado “Assimilando os riscos associados à tecnologia da informação” está disponível gratuitamente no
site <www.eiu.com/IT_Risk>.
Nota aos editores:
“Assimilando os riscos associados à tecnologia da informação” é um documento elaborado pela Unidade de Inteligência
da publicação The Economist e patrocinado pela SAP. A investigação está baseada na pesquisa virtual que abrangeu
145 executivos em todo o mundo e que foi conduzida pela Unidade de Inteligência da The Economist em outubro de
2006. 54% das companhias pesquisadas para o presente relatório geram receitas anuais de US$500m; 28%, entre
US$500m e US$5.000m; e 18%, mais de US$5.000m.
Sobre a unidade de inteligência da The Economist:
A Unidade de Inteligência Economist ou Unidade de Inteligência da The Economist é o ramo de informações de
negócios do Grupo The Economist, que publica a famosa revista de mesmo nome. Através de uma rede global
composta de mais de 700 analistas e colaboradores, o Grupo avalia e prognostica permanentemente as condições
políticas, econômicas e de negócios de 20 países diferentes. Em sua condição de líder mundial no fornecimento de
informações por país, o Grupo ajuda os executivos de todo o planeta a tomar melhores decisões de negócios, graças
à execução de análises oportunas, confiáveis e imparciais sobre as tendências de mercado e as estratégicas de
negócios que são implementadas ao redor do mundo.
Sobre a SAP:
A SAP (Systems, Applications and Products in Data Processing – Sistemas, Aplicativos e Produtos para Processamento
de Dados) é uma empresa de origem alemã líder mundial em software de negócios. Oferece aplicações e serviços
que permitem empresas de todos os portes em mais de 25 setores da indústria gerir seus negócios de forma muito
mais eficiente. Com mais de 102.500 em mais de 120 países, a companhia tem suas ações negociadas em diversas
bolsas de valores em todo o mundo, incluindo a Bolsa de Valores de Frankfurt e Nova York (NYSE), sob o símbolo
“SAP”. Para obter mais informações, visite o site <www.sap.com/brasil>.
(*) A SAP define software de negócios como aplicações de planejamento de recursos empresariais e outras
relacionadas.
(SAP, 2013)
–––––––––––––––––––––––––––––––––––––––––––––––––––––––––––––––––––––––––––
Com base no texto anterior, interagir no Fórum, respondendo às seguintes questões:
1) Quais são os maiores problemas enfrentados pelos Sistemas de TI (Tecnologia da Informação) nas empresas
contemporâneas? Cite, no mínimo, 03 (três) exemplos.

1) Por que as companhias não tratam de forma adequada seus problemas de TI?

2) Qual a importância da TI na competição empresarial? Cite, no mínimo, 03 (três) exemplos.

3) Podemos afirmar que grande parte dos dirigentes empresariais desconhece o papel da TI na gestão
organizacional? Justifique a sua resposta.

4) O que são soluções de ERP (Enterprise Resource Planning)?


18 © Administração

Pontuação
A interatividade vale de 0 a 0,5.

Critérios de avaliação
Na avaliação desta interatividade, serão utilizados como critérios:
• utilização da norma padrão da Língua Portuguesa e das normas da ABNT;
• coerência, concisão e coesão;
• compreensão dos textos estudados;
• capacidade de análise do conteúdo e síntese de ideias;
• articulação entre o tema e as considerações apresentadas;
• ligação do texto com as Teorias Estruturalista e Sistêmica e a Cultura Organizacional.

3º CICLO DE APRENDIZAGEM A DISTÂNCIA


Conteúdos
Teoria Organizacional. Liderança Organizacional, Ética e Responsabilidade Social.

8ª semana
Problematização
O que é uma Teoria Organizacional?

Orientações gerais
Nessa 8ª semana, iniciamos um novo ciclo de aprendizagem, focando nossos estudos mais
detidos nos métodos que regem o ensino de estratégia empresarial, Ética e Responsabilidade
Social.

O que preciso estudar?


BREDA, F. A.; DUTRA, N. H. Administração II. Batatais: Claretiano, 2009. Unidade 6 – Teoria
Organizacional (confira no Material de Apoio).

O que preciso fazer?


Ler e estudar os conteúdos propostos. Caso tenha dúvida, entre em contato com seu tutor
a distância pela Lista ou pelo serviço 0800.

9ª semana
Problematização
Concepções da ciência administrativa. Definição de Liderança Organizacional.

Orientações gerais
Nessa 9ª semana, propomos que você estude os materiais indicados e anote suas dúvidas
e colocações em seu caderno pessoal da disciplina Administração.

Claretiano - REDE DE EDUCAÇÃO


© Plano de Ensino(PE)/Guia de Estudos(GE) 19

O que preciso estudar?


BREDA, F. A.; DUTRA, N. H. Administração II. Batatais: Claretiano, 2010. Unidade 7 – Lide-
rança Organizacional (confira no Material Didático).

O que preciso fazer?


Ler e estudar os conteúdos propostos. Caso tenha dúvida, entre em contato com seu tutor
a distância pela Lista ou pelo serviço 0800.

10ª semana
Problematização
A Ética é um bom negócio para a organização?

Orientações gerais
Nessa 10ª semana, propomos que você estude os materiais indicados e anote suas dú-
vidas e colocações em seu caderno pessoal de estudo da disciplina Administração. Teremos,
também, a realização da segunda interatividade, no Fórum de discussões!

O que preciso estudar?


BREDA, F. A.; DUTRA, N. H. Administração II. Batatais: Claretiano, 2009. Unidade 8 – Ética
e Responsabilidade Social Empresarial (confira no Material de Apoio).

O que preciso fazer?


Ler e estudar os conteúdos propostos (Unidade 9). Caso tenha dúvida, entre em contato
com seu tutor a distância pela Lista ou pelo serviço 0800.

Interatividade no Fórum

Objetivos
• Compreender os conceitos estudados.

Descrição da interatividade
Neste Fórum, vamos aprofundar nossas discussões sobre algumas práticas envolvendo
a questão da Ética e da Responsabilidade Social Empresarial. Para responder às questões,
considere o que você estudou até o momento e também o texto disponibilizado a seguir:

Ética bem vivida dá lucro –––––––––––––––––––––––––––––––––––––––––––––––––––––


Maria Cecília Coutinho de Arruda
Por Francisco Viana, Mário Viana e Patrícia Branco.
Em entrevista ao site do Instituto Brasileiro de Ética Concorrencial – ETCO, a Vice-Presidente da ISBEE (International
Society of Business, Economics and Ethics), uma ONG sediada na Universidade Notre Dame em South Bend,
Indiana, e coordenadora do Centro de Estudos de Ética nas Organizações da EAESP/FGV, a professora Maria
Cecília Coutinho de Arruda defende uma tese original: o movimento em defesa da Ética vai ganhar força e amplitude
a partir das empresas. Estudiosa de Aristóteles, lembra que o filosofo grego foi o primeiro a aliar a capacidade de criar
riquezas à responsabilidade social. Nos tempos modernos, isto significa que a Ética e o lucro não são incompatíveis.
Pelo contrário. Atitudes éticas fortalecem o mercado, semeiam a prosperidade econômica e fortalecem as empresas.
O que é Ética nos negócios? É uma questão meramente filosófica ou é um conceito que pode sair da filosofia para
a prática?
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Eu entendo a Ética como sendo pensar e agir bem. Isso se aplica dentro das situações de negócios em relação à
conduta pessoal, às políticas e à cultura ética de uma empresa, das organizações, ou até num âmbito mais amplo, que
seria a Ética nas relações internacionais, num macroambiente, nas questões de tecnologias, enfim, nos problemas
que extrapolam as relações da própria empresa e da conduta pessoal. E passa para acordos internacionais e formas
de fazer negócios que sejam boas. Então, o conceito em si é muito simples. Agora, como as aplicações começaram
a ser muito específicas em determinados setores, então se começou a trabalhar o conceito de Ética nos negócios,
diferente de Ética aplicada às organizações. Assim, surgiram algumas teorias específicas para a área de negócios.
O que seria uma empresa Ética na prática?
É difícil dizer que a empresa é Ética, porque são as pessoas que têm a liberdade de agir bem ou mal. Popularmente
se diz que uma empresa é Ética quando ela tem uma reputação favorável, ou seja, ela remunera bem os empregados,
num valor justo, quando ela tem produtos ou serviços que são bons, com qualidade. Quando ela trata com respeito
todos os acionistas, todos os públicos com quem lida direta ou indiretamente. Paga os impostos, atende os clientes
com qualidade, pontualidade. Assume os compromissos e responsabilidades. Uma empresa é Ética porque atua com
princípios éticos.
No ambiente brasileiro, as empresas têm condições de ser éticas enfrentando juros altos, impostos muito elevados,
concorrência desleal etc... Como é que fica esta questão?
O importante é que a empresa tente ao máximo viver a lei corretamente, cumprir tudo o que é preciso, ser leal com os
concorrentes, com os seus funcionários e, o que é mais importante, que faça um lobby bem feito. Quando a legislação
impede de que a empresa sobreviva, por exemplo, pelo excesso de carga tributária, ou excesso de rigidez nos
critérios do governo, é importante fazer um lobby positivo. Não é que a empresa só vá pensar nos seus interesses,
mas que busque junto com os concorrentes caminhos e oportunidades para que os negócios do setor avancem. Sob
esse aspecto, as empresas são um pouco omissas. Quando existe algo de muito interesse econômico, elas lutam,
batalham, fazem lobby positivo e conseguem seus objetivos. Agora, quando é uma questão ética, às vezes não se
mobiliza com tanta força. Tenta encontrar caminhos mais fáceis e que nem sempre são os mais corretos.
A que pode ser atribuída tal contradição?
Falta liderança. Quando há uma liderança ética, ela mobiliza porque as pessoas querem fazer bem feito e não fazem
porque existe um concorrente mais forte que não faz. Ou se fizer, teme perder participação no mercado, perder o
interesse dos investidores, acionistas e teme que talvez no curto prazo perca um pouco de dinheiro. Muitas vezes, os
próprios acionistas no Brasil não estão interessados em perder dinheiro e preferem cortar caminho. Valorizar o seu
patrimônio ao invés de perder no curto prazo e ganhar no longo prazo.
Onde esse tipo de prática construtiva vem conseguindo êxito?
Quando a lei se faz cumprir, quando existe uma cultura de cidadania, os países tendem a agir com respeito. Portanto,
a Ética vem quase que num cumprimento de normas e leis, quando todos concorrem em igualdade de condições.
No Brasil, como a gente não tem o cumprimento da lei, como a grande tradição é burlar a lei quando se pode, é
indispensável uma liderança ética que diga: eu sou um líder de mercado no meu setor, eu vou agir eticamente, eu
vou ter êxito. Os países que poderiam servir de referência para nós têm uma cultura ética muito diferente porque
para eles a legislação é séria.
Que países seriam esses?
A Alemanha e os Estados Unidos são muito sérios na questão ética. Na Inglaterra, trabalha-se muito seriamente.
A Espanha está começando a fazer um trabalho muito interessante nas empresas. A África do Sul e o continente
africano em geral estão começando a melhorar muito o trabalho da Ética, principalmente por meio da academia,
começando a dar suporte às grandes empresas.
Quer dizer que a academia vai às empresas? De que forma?
Através de workshops, congressos, apresentação de casos, pesquisas entre os setores empresariais. Se o tema
da Ética chega com mais prestígio, com mais força, mais qualidade, então as empresas olham com seriedade.
Uma coisa que influencia muito é o benchmarking. Assim como em qualidade e produtividade todos querem ser os
primeiros, nem que seja pela vaidade, se deseja também estar em primeiro lugar no campo da Ética.
Que empresas estariam se destacando neste contexto?
Eu gosto muito da Merck Sharp & Dohme, que é um laboratório americano. Eles têm um programa de Ética há
muitos anos. Existe, inclusive, uma profissional de Ética junto ao presidente da empresa internacional que zela
constantemente pelo programa de Ética interno. Há muitas empresas com atitude semelhante. Não de uma maneira
burocrática, cheia de regras. Mantêm os ombudsman da Ética, os CEOs (Chief Ethics Officers), pessoas que estão
o dia inteiro ou uma parte do dia somente dedicadas para os programas de Ética das empresas. Tiram dúvidas,
esclarecem dificuldades decorrentes de problemas concorrenciais, problemas externos da empresa, problemas
internos que não são resolvidos pelos recursos humanos, mas que demandam uma política interna, uma estratégia.
São profissionais que surgiram nos Estados Unidos e hoje já são mais de 800. Eles têm uma associação dos Ethics
Officers. Nota-se que as empresas começam a ver isso de uma maneira muito mais concreta.
Como é que vem sendo o trabalho ético nas empresas africanas e espanholas?
A África começou com um trabalho muito forte na África do Sul. Criou uma rede que está sendo fortemente
trabalhada por mais de 15 países, principalmente Quênia, Nigéria, Zâmbia e também África do Sul. A África tem
muitos problemas porque as empresas internacionais chegam e pensam que ninguém está tomando conhecimento
de nada e tentam relevar questões como direitos humanos, salários e trabalho infantil. O que os países da África
estão fazendo é aproximar as empresas das universidades para que se encontrem parâmetros de ação capazes
de conciliar investimentos e criação de empregos com comportamentos éticos. Essa é uma discussão que está
acontecendo muito fortemente na África. Na Espanha, o movimento começou nas universidades basicamente por
meio de pesquisas que apontam vulnerabilidades. É um país com muita legislação, onde a lei é muito importante.
Quando se percebe algum problema de ilegalidade, eles pensam assim: já que estamos todos trabalhando fora da lei

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© Plano de Ensino(PE)/Guia de Estudos(GE) 21
e está sendo ruim para todos, vamos criar uma lei específica e vamos todos trabalhar corretamente. É isso que falta
para a gente, o lobby dos que querem fazer o bem para conseguir fazer prevalecer o bem. Aqui acontece o contrário:
o empresário sabe que se for ético perde dinheiro, então fica imóvel.
Então, quer dizer que o Estado teria de contribuir para incentivar atitudes éticas?
No Brasil, o Estado não contribui nada. Ao contrário, contribui para a empresa não ser ética.
Por quê?
Eu acho que é uma questão moral. Nós estamos com legisladores muito pouco éticos. A legislação é feita de maneira
antiética. Exemplo: o excesso de taxação. Se nós formos analisar todos os tributos que são aplicados às empresas
e repassados ao consumidor, a soma alcança mais de 65% do que o consumidor está pagando de imposto. É um
tipo de socialismo, só que sem os benefícios do socialismo. Porque se fosse socialismo de verdade, a saúde deveria
ser ótima, a educação deveria ser ótima, e a segurança deveria ser ótima. A própria empresa teria condições de
trabalhar melhor, sem os dilemas dos dias de hoje, quando não pode empregar mais porque os encargos sociais são
fortíssimos. E se emprega sem registrar o trabalhador, enfrenta dificuldades. O Estado, de certa forma, está forçando
a falta de Ética das empresas.
Como desatar este nó?
A iniciativa vai partir das empresas. De onde é que hoje surgem os princípios morais? A família, que é o pilar da
sociedade, está muito fragilizada. A Igreja, ou as igrejas, não são suficientemente ativas, embora digam de maneira
muito superficial o que deve nortear o caráter das pessoas daqui para frente. As escolas estão fraquíssimas. Cuidam
de conhecimento, mas não estão formando cidadãos. Pelo menos na maioria das escolas. O Estado, por sua vez,
não é modelo. Se olharmos para os grandes líderes políticos, com raras exceções, não são modelos de conduta. Os
meios de comunicação apresentam modelos que são muito fora da realidade. O que sobrou? A empresa. A pessoa
entra na empresa e aprende disciplina, respeito, responsabilidade, hierarquia, criatividade, aprende a ter iniciativa.
Amadurece. Daí, a conclusão: a solução para o Brasil vai partir das empresas.
Sob esse ângulo, como conciliar a questão do lucro e da Ética?
A Ética bem vivida dá lucro. Esse que é o assunto. Não seria correto dizer: eu vou ter um programa de Ética para dar
lucro? A Ética não é um instrumento, mas um princípio. Como princípio, gera integridade nas pessoas que trabalham
nas empresas, nas suas condutas e tomadas de decisão. Se a empresa é Ética, o cliente é fiel. No médio e longo
prazo são empresas sustentáveis, com muito mais consistência do que as empresas que vão quebrando galhos para
conseguir resultados.
Como é que a mídia pode contribuir no processo de democratização da Ética?
A mídia pode contribuir muitíssimo. Primeiro, do ponto de vista do ser humano, ajudando no sentido de cidadania, de
responsabilidade, de integridade, de caráter, de formação pessoal, o que as novelas não costumam fazer, e os vários
programas de divertimento também não A mídia poderia ser mais construtiva sem perder qualidade. Poderia divulgar
mais os bons exemplos de Ética em todos os setores da sociedade, inclusive empresariais. A mídia é muito crítica
naquilo que ela vê como errado, o que é bom, mas é muito omissa naquilo que está sendo feito de bom. Há coisas
maravilhosas que estão sendo feitas e não são divulgadas. O que é positivo está sendo relegado a segundo plano.
A ONU tem feito um trabalho muito positivo de aproximação das universidades com as empresas. Mas o máximo de
mídia que consegue são as notícias no seu próprio site.
A ONU tem um espaço para a questão da Ética e desenvolvimento?
Todos os programas da ONU cuidam da questão ética. Todos promovem a Ética de uma maneira muito forte, muito
séria. Em relação às empresas, o Global Pact está estabelecendo normas e princípios que todas as empresas
deveriam cuidar. As empresas aderiram, assinaram e depois vivem na matriz, mas não vivem nas subsidiárias.
A novidade é que a ONU está fazendo parceria com países para que localmente as empresas, de fato, sejam
responsáveis pelos mesmos princípios seguidos pela matriz.
Quer dizer, a legislação é um ponto central nesse processo?
O cumprimento e o zelo pela legislação.
Os problemas éticos na concorrência podem prejudicar o Brasil na corrida da globalização, na atração de
investimentos?
Já prejudicou. Porque o Brasil não está na lista dos países que vão ser priorizados pelos investimentos? Porque aqui
não existe segurança, que é um princípio básico.
A senhora trabalha com o conceito de Aristóteles na Ética. Por quê?
Não sou só eu. Tem muitas empresas que estão partindo para este modelo, porque o que tem vigorado muito no
mercado internacional mesmo é essa loucura pelo lucro, não interessando os meios. E essa não é uma forma
que satisfaça nem no curto, nem no médio, nem no longo prazo. Embora ela traga recursos, as pessoas acabam
infelizes. Aristóteles já fala outra coisa. Ele foi o primeiro filósofo a tratar do valor ético da riqueza. Ele dizia: se tenho
potencial para mais, eu tenho obrigação de fazer. Aliou a capacidade realizadora com a responsabilidade, por meio
das virtudes. Se uma empresa diz: se tenho potencial, tenho talentos, condições e tecnologia, tenho obrigação
moral de contribuir com a sociedade com recursos a um preço justo. Por que não? A empresa, segundo o princípio
de Aristóteles, age eticamente porque é livre. Não é porque a lei obriga. Sim, porque quer ser um bom instrumento
da sociedade. E aí todo mundo ganha. A sociedade sai ganhando com produtos bons, os clientes, acionistas, os
funcionários, todo mundo tem a ganhar com a forma transparente, com a forma clara, franca, honesta. Isso cria valor
para a empresa.
Aristóteles falava da necessidade de educar o homem para o bem. Ele dizia que a educação do homem devia ser
tanta que, se ele fizesse o mal, ele se sentiria culpado. No Brasil, nós não estamos perdendo o bonde da educação,
deixando escapar isso?
Perdemos muito e não sei se foi proposital por uma questão política. Eu quero dizer que, tendo deixado a educação
22 © Administração

para o último plano, evita-se o surgimento de lideranças éticas. É por isso as empresas vão ser a saída para o Brasil
do ponto de vista ético. Para se chegar numa boa empresa, é preciso conhecer mais, produzir melhor, ser criativo,
com seriedade e responsabilidade. Assim, a empresa acaba sendo um veículo de comunicação de educação muito
forte. Informal do ponto de vista da educação escolar, mas a verdade é que a empresa forma as pessoas, recicla.
Num país como o Brasil, onde o Estado tende a ser sempre forte, é possível se chegar a algum nível de excelência
sem que o Estado participe ativamente?
Eu acredito que sim, sabe por quê? O Estado, por mais forte que seja politicamente, depende do econômico. E o
econômico, se não estiver na mão das empresas, já se viu que não funciona. Esse binômio Estado/empresa, capital
privado? Tem que existir, e se o capital privado for forte o suficiente e produtivo e eficaz, ele consegue ajudar a
trazer o Estado nas linhas certas. É o que está acontecendo agora. Eu nunca vi a empresa dando tanto suporte ao
Estado como nos últimos 10 anos. Parece que eles têm começado a acordar, embora nesse momento nós estejamos
passando por uma fase de transição bem complicada. Eu vejo a empresa cada vez mais dando formas de fazer,
sugerindo, apoiando o governo para tentar conseguir essa mudança e não vejo que a empresa deva diminuir o seu
poder, não. Ela vai, sim, ajudar a tornar ético o poder.
Esse tema da Ética no Brasil em termos empresariais é um tema que data de quando, anos 40, 50?
Eu diria que começou a surgir a partir da chegada das multinacionais nos anos 50 e 60 com a internacionalização
da economia. Mas foi na década de 90 que a questão da Ética tomou realmente um impulso muito grande. Os
consumidores se tornaram mais alertas, mais positivos em relação a isso. Começaram a perder o escrúpulo de
dizer, “olha, se esta empresa fez isso, eu não compro mais”, alguns boicotes começaram a acontecer e, com isso, eu
acho que as empresas começaram a olhar com mais calma. Nesse sentido, o Procon tem um papel forte em relação
à conscientização do consumidor. Não totalmente ainda. O nosso consumidor, ou podemos até confundir com o
cidadão normal, ainda é muito pouco informado. Exige pouco em relação ao que ele quer. Mas sou otimista: acredito
que o consumidor pode cada vez mais, se houver um apoio da mídia, por exemplo, se tornar mais consciente e
boicotar ou deixar de apoiar as empresas que não agem corretamente.
Qual a sua visão quanto ao futuro?
Não há outra saída. O que eu vejo em termos de Ética concorrencial é que hoje a disputa está de uma maneira
predatória na maior parte dos casos. Mas sou otimista.
Mas isso é um fenômeno brasileiro ou internacional?
Eu acho que é mais brasileiro e muito pobre em minha opinião. Por exemplo, Conar. Quais são as maiores reclamações
de propaganda que acontecem lá: dos próprios concorrentes. Eles não estão nem abertos ao consumidor ou governo.
Agora, o concorrente falou, eles vão verificar o que está acontecendo. Então, o concorrente parece que está mais
desperto hoje a destruir do que para construir junto ou tentar se superar naquilo que o concorrente está melhor. E
esse aspecto é muito latino, para nós é muito fácil. A inveja se sai muito desse jeito, querer acabar com o outro. Aliás,
existe uma pesquisa que diz que o vício nacional que antes era a preguiça, hoje é a inveja. Por inveja, as pessoas
são capazes de coisas terríveis. E isso está aparecendo de maneira muito forte nas empresas, já que o público é
o mesmo. O que eu tenho visto em outros países: estamos nos destruindo uns aos outros, vamos juntar, sentar,
conversar e estipular coisas que sejam boas para todos nós. Pactos que sejam feitos de forma que todos ganhem
dinheiro e trabalhem juntos e, depois que é decidido o que é feito, continuamos a disputar o mercado a partir das
nossas capacidades, nossos talentos, nossa criatividade. Um exemplo muito interessante no Brasil foi a questão
dos produtos cosméticos. O IPI foi taxado de uma maneira tão alta para produtos de perfumaria e cosméticos. As
empresas disseram: daqui para frente, nós tememos um problema de saúde social. Porque ficou tão alto o preço
do sabonete, do xampu, que as pessoas vão parar de usar. A consequência disso vai ser um problema de saúde
pública. Juntaram-se todos, pequenos, médios e grandes empresários, e foram ao Ministério da Saúde e disseram:
o problema que nós vislumbramos é saúde pública. O Ministério da Saúde estipulou uma grade com os produtos
mais importantes e os mais dispensáveis e aí fez uma adequação das alíquotas, de maneira que a pessoa mais
simples pudesse ter acesso ao mínimo e quanto mais supérfluo, maior a taxa. E, com isso, voltaram ao mercado
e continuaram com a concorrência normalmente. É essa prática que os sindicatos e associações deveriam ter de
maneira mais forte na questão da Ética. São muito fortes para outras coisas, mas para a Ética não estão muito
atentos. Eu acho que o que falta um pouco ainda é a perda da vergonha. Quando comecei o Centro de Estudos de
Ética em 1992, houve muita gente que dizia “não fale de Ética assim, fale de integridade, de caráter, que é mais fácil”.
E nós dizíamos “não”, os alunos diziam “ou é Ética, ou não é”.
O que mudou nesses últimos anos?
Hoje, falar de Ética já é uma coisa que virou rotina e já é um termo familiar a todo mundo, mas na época era
considerado fora do normal. Então, eu vejo que esta familiaridade com novas formas de fazer negócios na área
concorrencial poderia ser muito correta. Chamo isso de profissionalismos – agir de forma correta para atingir
resultados positivos para todos. Se eu não subornar, eu ganho menos, então vamos todos não subornar? E criar
realmente padrões dentro de associações e sindicatos, de forma que quem burlar vai ficar privado dos benefícios
das ações das entidades de classe.
De novo, a ideia é criar um reforço para as normas, os acordos e iniciativas dos diversos setores empresariais?
Sim. Experiência emblemática foi protagonizada pelo setor de brinquedos. Entravam no Brasil brinquedos de todos
os países sem controle, com tinta tóxica e tudo. E o que uma criança faz quando pega um brinquedo? Leva à boca.
Mais de 300 empresas se reuniram e formaram as primeiras normas que eram voluntárias. Essas empresas diziam:
nós, fabricantes de brinquedos, não vamos fazer tais tipos de produtos que pudessem representar algum tipo de
dano à criança. De voluntárias, as normas passaram a ser consideradas pelo Governo como relevantes e, depois,
obrigatórias. São iniciativas muito positivas para a empresa e que podem se transformar em hábitos de negócios
que são éticos.
Algumas informações interessantes:
Nos Estados Unidos, já existem mais de 800 profissionais que respondem pela Ética nas empresas. Trabalham sem

Claretiano - REDE DE EDUCAÇÃO


© Plano de Ensino(PE)/Guia de Estudos(GE) 23
burocracias e esclarecem dúvidas, que vão desde a Ética na concorrência à Ética interna. As empresas começam a
ver o tema da Ética de forma muito concreta.
O Estado em nada contribui para a Ética. A legislação é feira de forma antiética. O excesso de taxações é um
exemplo. O pagamento dos impostos, de tão elevados, chega a ser um socialismo. Só que não estamos desfrutando
dos benefícios do socialismo. Se assim fosse, a saúde seria ótima, a educação seria ótima... A segurança também.
As próprias empresas teriam condição de trabalhar melhor. O Estado, de certa forma, está forçando a falta de Ética
das empresas.
Aristóteles foi o primeiro filósofo a aliar a capacidade de produzir mais com a responsabilidade ética da riqueza.
Segundo seus ensinamentos, a empresa não deveria ser Ética por força da lei, mas pela liberdade de ser útil à
sociedade. É assim que todos ganham. Não pensando somente na procura do lucro que acumulam capitais, mas
deixa as pessoas infelizes.
(I.T-Sec, 2013)
–––––––––––––––––––––––––––––––––––––––––––––––––––––––––––––––––––––––––––

Pontuação
A interatividade vale de 0 a 0,5.

Critérios de avaliação
Na avaliação desta interatividade, serão utilizados como critérios:
• utilização da norma padrão da Língua Portuguesa e das normas da ABNT;
• coerência, concisão e coesão;
• compreensão dos textos estudados;
• capacidade de análise do conteúdo e síntese de ideias;
• articulação entre o tema e as considerações apresentadas;
• correlações do texto com a Ética e Responsabilidade Social Empresarial.

11ª semana
Problematização
Qual das Teorias de Administração estudadas deve ser aplicada na sua empresa/organi-
zação? Qual a importância da Cultura e da Liderança Organizacional no processo de tomada de
decisões? Por que o gestor contemporâneo deve se utilizar da Ética e Responsabilidade Social
empresarial?

Orientações gerais
Nesta 11ª semana, você deverá responder às Questões on-line, um instrumento avaliativo,
com perguntas objetivas, que compõe a avaliação formativa (continuada). Tem como objetivo
contribuir para que você expresse suas aprendizagens em relação aos conteúdos trabalhados
até o momento.
Ao final do período de uma semana, você terá acesso às respostas e à correção automática.

O que preciso estudar?


Retome as leituras do que foi estudado até o momento.

O que preciso fazer?


Responder às Questões on-line, disponibilizadas na Sala de Aula Virtual, no prazo de uma
semana.
24 © Administração

Pontuação
As Questões on-line valem de 0 a 0,25.

4º CICLO DE APRENDIZAGEM À DISTÂNCIA


Conteúdos
Novos Paradigmas e Tendências da Administração.

12ª semana
Problematização
Quais são os Novos Paradigmas da Administração?

Orientações gerais
Nessa 12ª semana, propomos que você estude os materiais indicados e anote suas dúvi-
das e colocações.

O que preciso estudar?


BREDA, F. A.; DUTRA, N. H. Administração II. Batatais: Claretiano, 2009. Unidade 9 – Novos
Paradigmas e Tendências da Administração (confira no Material de Apoio).

O que preciso fazer?


Ler e estudar os conteúdos propostos. Caso tenha dúvida, entre em contato com seu tutor
a distância pela Lista ou pelo serviço 0800.

13ª semana
Problematização
Quais são as novas Tendências da Administração? Qual a influência dessas tendências na
atual administração das empresas e indústrias?

Orientações gerais
Nessa 13ª semana, propomos que você estude os materiais indicados e anote suas dúvi-
das e colocações.

O que preciso estudar?


BREDA, F. A.; DUTRA, N. H. Administração II. Batatais: Claretiano, 2009. Unidade 9 – Novos
Paradigmas e Tendências da Administração (confira no Material de Apoio).

O que preciso fazer?

Atividade no Portfólio

Objetivos
• Compreender os conceitos estudados.

Claretiano - REDE DE EDUCAÇÃO


© Plano de Ensino(PE)/Guia de Estudos(GE) 25

Descrição da atividade
Realize a atividade a seguir com base nos conteúdos estudados até este momento.
Leia o artigo a seguir e elabore uma análise crítica sobre o texto, incluindo uma conclusão
pessoal sobre o assunto.

Capital Intelectual – Gestão do Conhecimento ––––––––––––––––––––––––––––––––––––


O maior patrimônio dos relacionamentos humanos é a amizade. O maior capital é o conhecimento. O capital
financeiro guardado estagna e se desvaloriza; assim também é com o conhecimento. Só tem valor quando investido.
Rende dividendos, se bem aplicado. Como nas bolsas de valores, assim é a bolsa dos conhecimentos. Nada valem
se ficarem no egoísmo pessoal. Como “dinheiro atrai dinheiro”, conhecimento atrai conhecimento, se investido no
interesse de outros, à disposição das comunidades, com sabedoria e humildade.
Um dos pontos fundamentais na Gestão do Conhecimento é a liderança. Muitas pessoas demonstram nada
possuírem de líderes ao negarem o conhecimento de outros. O conhecimento, se multiplicado de forma organizada,
sem sonegação, prospera e faz prosperar, associando-se a empreendimentos vitoriosos. Quem sonega impostos
comete crime; quem subtrai conhecimentos pratica injustiça; fere princípios, direitos e Ética humana.
Neste mundo moderno, gerir conhecimento, como capital intelectual, sem valorizar o ser humano nem motivá-lo, é
o mesmo que aplicar dinheiro bom em ação sem valor. A Gestão de Conhecimento, ao utilizar o Capital Intelectual,
deve definir como fator preponderante a velocidade e o encantamento com a novidade dos benefícios. Passamos as
épocas demoradas e enfadonhas das circulares, dos comunicados, das mensagens via telex. Hoje, somos movidos
pelas mudanças dentro das próprias mudanças, cuja única certeza é a mudança. Portanto, os processos da Gestão
de Conhecimento de modo algum poderão ser lentos; devem ser ágeis, embora refletidos e amadurecidos.
Assim, seguindo esse caminho – o da velocidade –, para evitar incorrer no erro de chegar depois, a pessoa na
gerência de conhecimentos, sejam pessoais ou coletivos, deve possuir a condição indispensável da serenidade e do
poder desenvolvido da intuição. As mais importantes decisões que beneficiaram a humanidade foram tomadas em
segundos.
As ideias brotam no espírito humano e são como tumores no físico que precisam sair. Ideias fantásticas, quando
brotam do espírito de pessoas igualmente fantásticas, necessitam ser postas em prática imediatamente. No dizer de
Shakespeare, ação é eloquência. Há muita gente sonegando ideias e protelando decisões. Vão pagar pelo crime de
matar no nascedouro a fonte do saber.
Infelizmente, muitos “chefes” agem assim com receio de perder o posto. Ao contrário, na Gestão de Conhecimentos,
na qual estiverem presentes o respeito, o amor, a confiança, a solidariedade, o espírito de parceria, a consciência
formada no “nós”, distanciada do “eu”, o líder vai fomentar o maior banco de talentos. Porque o talento é como a
água, quanto mais se usa, mais a fonte dispõe para oferecer.
Profissionais de Recursos Humanos, lembrem-se de que a qualidade total, tão apregoada em nossos tempos, sem a
qualidade pessoal, é verdadeira falácia, é um engodo, que se esconde atrás de algumas formas de ISO. Qualidade
é efeito, consequência de algo que a precede. A preocupação exagerada com a qualidade final pode transformar-se
em psicose coletiva, em detrimento do essencial, que é a qualidade pessoal.
Antes do profissional e do produto, até mesmo da própria empresa, está a pessoa humana, em todos os níveis.
Qualquer programa de Recursos Humanos que descuide dela está bem distante de alcançar resultados duradouros.
Cuidado com imensas listas de como gerir conhecimento ou administrar capital intelectual, se permanecerem alheios
à motivação humana. Se desse jeito o for, o Capital Intelectual fica como semente esmagada, seca ou mofada e sem
água. Para gerir o conhecimento humano, é preciso que os líderes despertem para a magia do elogio, para o trinômio
milagroso da eficiência.
Quem se descuida da pessoa perde o profissional. A pessoa e o profissional são inseparáveis. Malgrado sejam uma
só, quem se apresenta primeiro é a pessoa. Tanto no vendedor quanto no diretor; tanto nas funções mais simples
quanto nas mais complexas. Tanto nos poderes temporais quanto nos religiosos, a pessoa está acima de tudo.
Está também no cliente, que, antes de ser consumidor ou usuário de serviços, é pessoa humana. Está nos cargos
públicos, nos ministérios, na magistratura, no professorado, na polícia e nos campos de esportes. De igual maneira,
nos religiosos e em todas as atividades. O caráter é indelével e indissociável da pessoa. As características pessoais
agregam-se às do profissional. Vale ressaltar mais uma vez: um e outro estão no mesmo ser, sem se apartarem.
Devem estar unidos, intrinsecamente ligados. Desconhecer essas premissas é o mesmo que afirmar nada saber
acerca de gerenciar ou administrar. A vida é uma escola, e o ser humano é uma universidade, e os mestres deveriam
estar na área de Recursos Humanos.
Se a pessoa é dotada de boa índole, de caráter bem formado, de estrutura familiar sólida, de amor à vida, de vontade
de servir, de garra, com evidência, esforça-se para ser profissional de renome.
(SILVA, 2013)
–––––––––––––––––––––––––––––––––––––––––––––––––––––––––––––––––––––––––––
Insira, na atividade, cabeçalho com seguintes dados:
26 © Administração

Cabeçalho ––––––––––––––––––––––––––––––––––––––––––––––––––––––––––––––––––
Curso:
Disciplina: Administração
Tutor:
Aluno (a):
RA: Data de entrega:
–––––––––––––––––––––––––––––––––––––––––––––––––––––––––––––––––––––––––––

Pontuação
A atividade vale de 0 a 0,75.

Critérios de avaliação
Na avaliação desta atividade, serão utilizados como critérios:
• utilização da norma padrão da Língua Portuguesa e das normas da ABNT;
• coerência, concisão e coesão;
• compreensão dos textos estudados;
• capacidade de análise do conteúdo e síntese de ideias;
• articulação entre o tema e as considerações apresentadas.

14ª semana
Problematização
Qual das Teorias de Administração estudadas seria apropriada para a implantação em em-
presas/organizações brasileiras?

Orientações gerais
Nessa 14ª semana, propomos que você estude os materiais indicados e anote suas dúvi-
das e colocações.

O que preciso estudar?


DUTRA, H. N. Administração I. Batatais: Claretiano, 2010. Unidade 1 – Conceitos de Admi-
nistração (confira no Material de Apoio).
BREDA, F. A.; DUTRA, N. H. Administração II. Batatais: Claretiano, 2009. Unidade 1 – Teoria
da Burocracia, Unidade 2 – Abordagem à Teoria Estruturalista, Unidade 3 – Abordagem Sistêmi-
ca das Organizações e Unidade 4 – Abordagem do Desenvolvimento Organizacional (confira no
Material de Apoio).

O que preciso fazer?


Ler e estudar os conteúdos propostos. Caso tenha dúvida, entre em contato com seu tutor
a distância pela Lista ou pelo serviço 0800.

15ª semana
Problematização
O que você entende por Liderança Organizacional?

Orientações gerais

Claretiano - REDE DE EDUCAÇÃO


© Plano de Ensino(PE)/Guia de Estudos(GE) 27

Nessa 15ª semana, propomos que você estude os materiais indicados e anote suas dúvi-
das e colocações.

O que preciso estudar?


BREDA, F. A.; DUTRA, N. H. Administração II. Batatais: Claretiano, 2009. Unidade 7 – Lide-
rança Organizacional (confira no Material de Apoio).

O que preciso fazer?


Ler e estudar os conteúdos propostos. Caso tenha dúvida, entre em contato com seu tutor
à distância pela Lista ou pelo serviço 0800.

5º CICLO DE APRENDIZAGEM À DISTÂNCIA


Conteúdos
Leituras complementares e, caso você sinta necessidade, leia e estude novamente os ma-
teriais indicados na disciplina. Correção das avaliações.

16ª semana
Problematização
Quais são os novos paradigmas da Administração? Quais são as tendências da Administra-
ção? Qual das Teorias da Administração tem mais afinidade com a realidade empresarial brasi-
leira? O que é ser um líder de líderes?

Orientações gerais
Nesta 16ª semana, você deverá responder às Questões on-line, um instrumento avaliativo,
com perguntas objetivas, que compõe a avaliação formativa (continuada). Tem como objetivo
contribuir para que você expresse suas aprendizagens em relação aos conteúdos trabalhados
até o momento.
Ao final do período de uma semana, você terá acesso às respostas e à correção automá-
tica.

O que preciso estudar?


Retome as leituras do que foi estudado até o momento.

O que preciso fazer?


Responder às Questões on-line, disponibilizadas na Sala de Aula Virtual, no prazo de uma
semana.

Pontuação
As Questões on-line valem de 0 a 0,25.
28 © Administração

17ª semana
Problematização
A competitividade empresarial também consiste em aspectos sociais? Como o administra-
dor contemporâneo deve fazer a articulação da competitividade empresarial com as questões
sociais?

Orientações gerais
Nessa 17ª semana, propomos que você estude o texto complementar indicado no tópico
a seguir.

O que preciso estudar?


PORTER, M. A competitividade também é social. Disponível em: <http://www.intermana-
gers.com.br/artigos/competitividade-tambem-e-social>. Acesso em: 14 fev. 2013.

O que preciso fazer?


Ler e estudar o texto de apoio proposto. Caso tenha dúvida, entre em contato com seu
Tutor à distância pela Lista ou pelo serviço 0800.

18ª semana
Problematização
Quais são os conhecimentos, habilidades e atitudes necessárias aos novos gestores em
suas tomadas de decisões?

Orientações gerais
Nessa 18ª semana, propomos que você estude o texto complementar indicado no tópico
a seguir.

O que preciso estudar?


CECCON, J. J. Os conhecimentos, habilidades e atitudes, necessários aos novos gestores
em suas tomadas de decisões. Disponível em: <http://www.craes.org.br/arquivo/artigoTecnico/
Artigos_Os_CHA_necessrios_aos_novos_gestores_em_suas_tomadas_de_decises.pdf>. Aces-
so em 14 fev. 2013.

O que preciso fazer?


Ler e estudar o texto de apoio proposto. Caso tenha dúvida, entre em contato com seu
Tutor à distância pela Lista ou pelo serviço 0800.

19ª semana
Correção de Provas Substitutivas

20ª semana
Correção de Provas Complementares

Claretiano - REDE DE EDUCAÇÃO


© Plano de Ensino(PE)/Guia de Estudos(GE) 29

5. AVALIAÇÃO DA APRENDIZAGEM
Observe, a seguir, as informações referentes à avaliação.
VALOR
AVALIAÇÕES VALOR TOTAL FORMAS MODALIDADE LOCAL
PARCIAL
Atividades e
3,0 a distância Ambiente Virtual
Avaliação Interatividades
5,0
Formativa Avaliação
2,0 presencial Polo
Intermediária
Prova Dissertativa 3,0 presencial Polo
Avaliação
5,0 Avaliação Semestral
Somativa 2,0 presencial Polo
Integrada
7,0 pontos presenciais e 3,0 a distância
TOTAL 10,0 mínimo de 4 formas
6,0 pontos – média para aprovação

6. CONSIDERAÇÕES GERAIS
Ao longo dessas 20 semanas de estudos, tivemos a oportunidade de construir novos co-
nhecimentos, de forma colaborativa, sobre os fundamentos e os métodos que regem o ensino
de Administração. Continue sempre atento aos novos métodos e caminhos que a Administração
o levará na condução de seus trabalhos como tecnólogo superior. Bons estudos e grande abraço!

7. BIBLIOGRAFIA BÁSICA
CHIAVENATO, I. Introdução à teoria geral da Administração. 6. ed. Rio de Janeiro: Campus, 2000.
MAXIMIANO, A. C. A. Introdução à Administração. 5. ed. São Paulo: Atlas, 2000.
MOTTA, F. C. P. Teoria geral da administração: uma introdução. São Paulo: Pioneira, 1974.

8. BIBLIOGRAFIA COMPLEMENTAR
AKTOUF, O. Pós-globalização, Administração e racionalidade econômica: a síndrome do avestruz. São Paulo: Atlas, 2004.
ARRUDA, M. C. C. et al. Fundamentos de Ética empresarial e econômica. São Paulo: Atlas, 2001.
ASHLEY, P. A. (Coord.). Ética e Responsabilidade Social nos negócios. São Paulo: Saraiva; 2003.
BERGAMINI, C. W. Liderança: administração do sentido. São Paulo: Atlas, 1994.
CERTO, S. C. Administração moderna. São Paulo: Prentice Hall, 2003.
FIGUEIREDO, J. C. O ativo humano na era da globalização. São Paulo: Negócio, 1999.
LOBOS, J. Ética & negócios. São Paulo: Instituto da Qualidade, 2003.
MOTTA, F. C. P.; CALDAS, M. P. (Orgs.). Cultura Organizacional e Cultura Brasileira. São Paulo: Atlas, 1997.
ROBBINS, S. P. Administração: mudanças e perspectivas. São Paulo: Saraiva, 2003.
SROUR, R. H. Poder, Cultura e Ética nas organizações. Rio de Janeiro: Campus, 1998.

9. E-REFERÊNCIAS
I.T-SEC – David Nunes. Entrevista sobre Ética com Marília Cecília Coutinho de Arruda. Disponível em: <http://itsecdavidnunes.
blogspot.com.br/2011/09/entrevista-sobre-etica-com-maria.html>. Acesso em: 14 fev. 2013.
SAP. Disponível em: <http://www.sap.com/brazil/press.epx?pressid=8042>. Acesso em: 14 fev. 2013.
SILVA, J. B. Capital Intelectual – Gestão do Conhecimento – Parte I. Disponível em: <http://www.rh.com.br/Portal/Mudanca/
Artigo/3914/capital-intelectural--gestao-do-conhecimento--parte-i.html>. Acesso em: 14 fev. 2013.
30 © Administração

CRONOGRAMA DA DISCIPLINA

O QUE PRECISO ESTUDAR? ENCONTROS


CICLOS DE
PERÍODO PRESENCIAIS E
APRENDIZAGEM
O QUE PRECISO FAZER? CONTEÚDOS
CPE
Guia Acadêmico do Curso, Plano de
1ª semana 16/02 a 25/02/13 Ensino/Guia de Estudos.
Início do Projeto Integrador da 1º encontro presencial
disciplina (cursos de Tecnologia). (16, 23/02 ou
Ciclo de Aprendizagem 1 CPE 02/03) – atividade
2ª semana 25/02 a 04/03/13 Dutra (2010, Unidade 1 – Conceitos de prática, exposição de
Administração). conteúdos diversos
CPE
3ª semana 04/03 a 11/03/13 Breda; Dutra (2009, Unidade 1 –
Abordagem à Teoria da Burocracia).

4ª semana 11/03 a 18/03/13 0 – 0,75 Atividade


CPE
2º encontro presencial
Breda; Dutra (2009, Unidade 4 –
5ª semana 18/03 a 25/03/13 Abordagem do Desenvolvimento (16, 23/03 ou 06/04) –
Organizacional). atividades práticas ou
Ciclo de Aprendizagem 2
avaliação intermediária
CPE
do conteúdo do 1º
6ª semana 25/03 a 01/04/13 Breda; Dutra (2009, Unidade 5 –
Cultura Organizacional). ciclo

7ª semana 01/04 a 08/04/13 0 – 0,5 Interatividade


CPE
8ª semana 08/04 a 15/04/13 Breda; Dutra (2009, Unidade 6 – Teoria
Organizacional). 3º encontro presencial
CPE (13, 20 ou 27/04) –
9ª semana 15/04 a 22/04/13 Breda; Dutra (2010, Unidade 7 – atividades práticas ou
Ciclo de Aprendizagem 3
Liderança Organizacional). avaliação intermediária
do conteúdo do 1º e 2º
10ª semana 22/04 a 29/04/13 0 – 0,5 Interatividade ciclos
11ª semana 29/04 a 06/05/13 0 – 0,25 Questões on-line
CPE
Breda; Dutra (2009, Unidade 9 –
12ª semana 05/05 a 13/05/13 Novos Paradigmas e Tendências da
Administração).

13ª semana 13/05 a 20/05/13 0 – 0,75 Atividade


CPE 4º encontro presencial
Dutra (2010, Unidade 1 – Conceitos de (11, 18 ou 25/05) –
Administração).
Ciclo de Aprendizagem 4 Prova Dissertativa do
Breda; Dutra (2009, Unidade 1 –
conteúdo do 1º, 2º e
14ª semana 20/05 a 27/05/13 Teoria da Burocracia, Unidade 2 –
Abordagem à Teoria Estruturalista, 3º ciclos
Unidade 3 – Abordagem Sistêmica das
Organizações, Unidade 4 – Abordagem
do Desenvolvimento Organizacional).
CPE
15ª semana 27/05 a 03/06/13 Breda; Dutra (2009, Unidade 7 –
Liderança Organizacional).

Claretiano - REDE DE EDUCAÇÃO


© Plano de Ensino(PE)/Guia de Estudos(GE) 31

CRONOGRAMA DA DISCIPLINA

O QUE PRECISO ESTUDAR? ENCONTROS


CICLOS DE
PERÍODO PRESENCIAIS E
APRENDIZAGEM
O QUE PRECISO FAZER? CONTEÚDOS

16ª semana 03/06 a 10/06/13 0 – 0,25 Questões on-line


CPE – Leituras Complementares: Porter
17ª semana 10/06 a 17/06/13 (2013).
5º encontro presencial
Ciclo de Aprendizagem 5 18ª semana 17/06 a 24/06/13
CPE – Leituras Complementares: (8, 15 ou 22/06) – ASI
Ceccon (2013). do conteúdo do 1º, 2º,
3º e 4º ciclos
19ª semana 24/06 a 01/07/13 Correção de provas substitutivas

Correção de provas
20ª semana 01/07 a 09/07/13
complementares

Legenda
CPE Compromisso Pessoal de Estudos

Interatividade/Atividade

Questões on-line

OBSERVAÇÕES: a) o CPE (Compromisso Pessoal de Estudos) deve apresentar o detalhamento das atividades de estudos necessárias para
cada semana; b) recomenda-se a realização de 4 atividades, ou interatividades, por semestre; c) apresentamos a proposta de duas questões
de múltipla escolha para resposta on-line, nas semanas estipuladas; d) recomenda-se que todas as atividades e interatividades comecem
e terminem na segunda-feira, de tal forma que o aluno tenho 8 dias para postagem e o professor tenha aproximadamente 15 dias para o
feedback; e) todas as semanas de estudo começam e terminam na segunda-feira, dessa forma há sempre um final de semana completo
para realização dos estudos; f) recomenda-se que as atividades de práticas das disciplinas sejam utilizadas como atividade de avaliação
continuada, assim uma mesma atividade terá dupla finalidade.
32 © Administração

Anexo 1 – Projeto Integrador do Curso Superior de


Tecnologia em Gestão Financeira
1. DESCRIÇÃO DO PROJETO INTEGRADOR

CURSO TECNOLOGIA EM GESTÃO FINANCEIRA


Disciplina Administração
Docente Responsável O Tutor a Distância da Disciplina
Título do Projeto O Perfil do Profissional em Gestão Financeira
Data início do Projeto 1ª semana do semestre letivo
Data entrega do Projeto Final da 18ª semana letiva

Descrição do Projeto
Visão geral
Esta descrição apresenta o conjunto de diretrizes – objetivos e normas – que norteiam a
condução e elaboração do Projeto Integrador nos curso de Tecnologia do Centro Universitário
Claretiano.
A elaboração do Projeto Integrador requer do aluno pesquisa bibliográfica, de campo e
ou simulação de dados, que visam dar forma a um projeto de investigação numa perspectiva
interdisciplinar, tendo como referência um tema específico a ser desenvolvido. Objetivo geral e
objetivos específicos propostos diante de um problema claramente definido serão oferecidos a
seguir como roteiros na elaboração desse projeto.
Ao aluno, caberá desenvolver a análise crítica e aguçar sua capacidade de fazer pesquisa,
articulando conceitos apreendidos nas disciplinas e aplicando-os de forma objetiva e prática.
Portanto, o Projeto Integrador visa promover ao aluno a capacidade necessária para integrar
realidade e prática com teoria e pesquisa, permitindo que conteúdos estudados ganhem real
significado no espaço de suas ações sociais e organizacionais.
Por conta dessa intenção, as questões propostas no Projeto Integrador devem ser feitas
em forma de desafio, procurando instigar o desenvolvimento da capacidade de planejamento,
organização, pesquisa (bibliográfica e de campo, quando houver), dissertação com visão crítica
e criatividade por parte do aluno.
Esta atividade é parte obrigatória para integralização curricular da carga horária mínima
no curso, permitindo ao aluno a formação como Tecnólogo.
Será atribuído conceito ao Projeto Integrador – aprovado ou reprovado – e, consequente-
mente, validadas ou não as horas desta atividade.
Nesse sentido, compete a cada aluno e seu grupo, quando houver, dedicar-se desde o iní-
cio do semestre na elaboração do Projeto Integrador, que deve ter, no mínimo, 7 (sete) páginas
e, no máximo, 15 (quinze) páginas.

Público-alvo
Alunos dos cursos de Tecnologia.

Claretiano - REDE DE EDUCAÇÃO


© Nome da unidade 33

Objetivos a serem atingidos


Objetivo geral
Efetuar o levantamento das competências relativas ao profissional em gestão financeira,
destacando os principais elementos de estudo da área.

Objetivos específicos
Os objetivos específicos do presente trabalho são:
• caracterizar os principais elementos que compõem o estudo da gestão financeira das
organizações, destacando seus objetivos centrais;
• identificar as principais atribuições do trabalho do profissional em gestão financeira e
suas preocupações;
• destacar, de forma geral, o conjunto de conhecimentos atuais necessários ao profissio-
nal que atua na gestão financeira;
• descrever as qualidades pessoais que um indivíduo deve possuir para atuar na gestão
financeira.

Equipe
Este Projeto poderá ser realizado individualmente ou em grupo de até 3 (três) alunos.
Caso o Projeto Integrador seja realizado em grupo, os alunos deverão fornecer ao tutor,
com antecedência, na Lista da sala virtual, os nomes dos componentes. Mesmo realizando o
projeto em grupo, cada aluno deverá postá-lo em seu Portfólio individual.

Atividades e horas previstas


Ao longo do semestre, o desenvolvimento do Projeto Integrador pelo aluno, nos termos
desta descrição, tem as seguintes referências:
ATIVIDADES HORAS ATRIBUÍDAS
Pesquisa bibliográfica (física e digital) 14 horas
Interação dos membros da equipe (divisão das responsabilidades) 8 horas
Revisão bibliográfica (leituras do material e troca de ideias no grupo) 24 horas
Contato com o tutor da disciplina (troca de ideias e dúvidas) 20 horas
Elaboração do instrumento de pesquisa 0 hora
Coleta dos dados da pesquisa 0 hora
Análise do material e elaboração do texto do projeto 24 horas
Revisão do texto do projeto 4 horas
Digitação e organização do texto final 6 horas
Total de horas atribuídas 100 horas

É fundamental que você cumpra esta atividade em sua totalidade. Caso contrário, estará automatica-
mente em regime de dependência do Projeto Integrador.

Metodologia
Abertura de um Fórum para debate e dúvidas
Para a elaboração deste Projeto Integrador, o tutor a distância da disciplina abrirá um Fó-
rum durante o período de início e finalização (entrega) do projeto, no qual os alunos poderão
trocar ideias, socializar pesquisas bibliográficas e tirar dúvidas com o tutor.
34 © Administração

Citação bibliográfica
Para a elaboração deste Projeto, o aluno deverá seguir as normas da ABNT para citações
bibliográficas. Verifique com seu tutor a distância, na Sala de Aula Virtual da disciplina, os pa-
drões de citação bibliográfica.

Formato do relatório –––––––––––––––––––––––––––––––––––––––––––––––––––––––––


1. FORMATAÇÃO DO TRABALHO
1.1. Configuração de Página
Papel: A4
Margem: Direita: 2 cm, Esquerda: 3 cm, Superior: 3 cm e Inferior: 2 cm

1.2. Formatação do texto


1.2.1. Fonte: Arial, Times New Roman ou Tahoma
1.2.2. Tamanho Fonte:
Título: 14
Subtítulo e corpo do texto: 12
Estilo da Fonte: Título e Subtítulo: Negrito; Corpo do texto: Normal.
Itálico: Utilizar apenas para citação e nas palavras em idioma diferente ao português.
1.2.3. Parágrafo:
Alinhamento: Justificado
Espaçamento: entre linhas de 1,5 e espaçamento antes de 6 pt.
1.2.4. Número de página
Mínimo: 7 páginas
Máximo: 15 páginas

2. ESTRUTURA DO TRABALHO
2.1. O trabalho deverá conter
Capa, Introdução (Aspectos Gerais do Tema e Objetivos do Trabalho), Desenvolvimento (Metodologia da Pesquisa,
Descrição do Objeto de Estudo e Análise dos Dados Coletados e dos Resultados Obtidos), Conclusão (Retomada
dos Objetivos Propostos e Síntese dos Resultados) e Referências Bibliográficas.
2.2. Estrutura de digitação de Títulos e Subtítulos
O Título deverá ser numerado e o texto deverá ser digitado em letra maiúscula com uma tabulação de dois espaços
de distância.
Por exemplo: 1. INTRODUÇÃO A FINANÇAS
2. XXXXX
2.3. Outros Níveis
O primeiro nível do Subtítulo deverá conter a primeira letra de todas as palavras maiúscula e também ser numerado.
Por exemplo: 1.1. Introdução a Finanças
1.2. Xxxx Xxxxx
Os próximos subníveis deverão conter apenas a primeira letra da frase maiúscula. Por exemplo:
1.1.1. Introdução a finanças
1.1.2. Xxxxxx xxxxx
–––––––––––––––––––––––––––––––––––––––––––––––––––––––––––––––––––––––––––

Claretiano - REDE DE EDUCAÇÃO


© Nome da unidade 35

Anexo 2 – Projeto Integrador do Curso Superior de


Tecnologia em Gestão de Recursos Humanos
1. DESCRIÇÃO DO PROJETO INTEGRADOR

CURSO TECNOLOGIA EM GESTÃO DE RECURSOS HUMANOS


Disciplina Administração
Docente Responsável O Tutor a Distância da Disciplina
Título do Projeto O Perfil do Profissional em Gestão de Recursos Humanos
Data início do Projeto 1ª semana do semestre letivo
Data entrega do Projeto Final da 18ª semana letiva

Descrição do Projeto
Visão geral
Esta descrição apresenta o conjunto de diretrizes – objetivos e normas – que norteiam a
condução e elaboração do Projeto Integrador nos curso de Tecnologia do Centro Universitário
Claretiano.
A elaboração do Projeto Integrador requer do aluno pesquisa bibliográfica, de campo e
ou simulação de dados, que visam dar forma a um projeto de investigação numa perspectiva
interdisciplinar, tendo como referência um tema específico a ser desenvolvido. Objetivo geral e
objetivos específicos propostos diante de um problema claramente definido serão oferecidos a
seguir como roteiros na elaboração desse projeto.
Ao aluno, caberá desenvolver a análise crítica e aguçar sua capacidade de fazer pesquisa,
articulando conceitos apreendidos nas disciplinas e aplicando-os de forma objetiva e prática.
Portanto, o Projeto Integrador visa promover ao aluno a capacidade necessária para integrar
realidade e prática com teoria e pesquisa, permitindo que conteúdos estudados ganhem real
significado no espaço de suas ações sociais e organizacionais.
Por conta dessa intenção, as questões propostas no Projeto Integrador devem ser feitas
em forma de desafio, procurando instigar o desenvolvimento da capacidade de planejamento,
organização, pesquisa (bibliográfica e de campo, quando houver), dissertação com visão crítica
e criatividade por parte do aluno.
Esta atividade é parte obrigatória para integralização curricular da carga horária mínima
no curso, permitindo ao aluno a formação como Tecnólogo.
Será atribuído conceito ao Projeto Integrador – aprovado ou reprovado – e, consequente-
mente, validadas ou não as horas desta atividade.
Nesse sentido, compete a cada aluno e seu grupo, quando houver, dedicar-se desde o iní-
cio do semestre na elaboração do Projeto Integrador, que deve ter, no mínimo, 7 (sete) páginas
e, no máximo, 15 (quinze) páginas.

Público-alvo
Alunos dos cursos de Tecnologia.
36 © Administração

Objetivos a serem atingidos


Objetivo geral
Efetuar o levantamento da evolução histórica do perfil do profissional em Gestão de Re-
cursos Humanos, destacando as alterações na sociedade que afetaram este campo de estudo.

Objetivos específicos
Os objetivos específicos do presente trabalho são:
• caracterizar as mudanças econômicas e sociais que tiveram impacto na gestão de Re-
cursos Humanos nas organizações;
• identificar como evoluíram as características do trabalho do profissional na área da
gestão de Recursos Humanos;
• destacar os conhecimentos atuais necessários ao profissional que atua na gestão de
Recursos Humanos;
• descrever as qualidades pessoais que um indivíduo deve possuir para atuar na área da
gestão de Recursos Humanos.

Equipe
Este Projeto poderá ser realizado individualmente ou em grupo de até 3 (três) alunos.
Caso o Projeto Integrador seja realizado em grupo, os alunos deverão fornecer ao tutor,
com antecedência, na Lista da sala virtual, os nomes dos componentes. Mesmo realizando o
projeto em grupo, cada aluno deverá postá-lo em seu Portfólio individual.

Atividades e horas previstas


Ao longo do semestre, o desenvolvimento do Projeto Integrador pelo aluno, nos termos
desta descrição, tem as seguintes referências:
ATIVIDADES HORAS ATRIBUÍDAS
Pesquisa bibliográfica (física e digital) 14 horas
Interação dos membros da equipe (divisão das responsabilidades) 8 horas
Revisão bibliográfica (leituras do material e troca de ideias no grupo) 24 horas
Contato com o tutor da disciplina (troca de ideias e dúvidas) 20 horas
Elaboração do instrumento de pesquisa 0 hora
Coleta dos dados da pesquisa 0 hora
Análise do material e elaboração do texto do projeto 24 horas
Revisão do texto do projeto 4 horas
Digitação e organização do texto final 6 horas
Total de horas atribuídas 100 horas

É fundamental que você cumpra esta atividade em sua totalidade. Caso contrário, estará automatica-
mente em regime de dependência do Projeto Integrador.

Claretiano - REDE DE EDUCAÇÃO


© Nome da unidade 37

Metodologia
Abertura de um Fórum para debate e dúvidas
Para a elaboração deste Projeto Integrador, o tutor a distância da disciplina abrirá um Fó-
rum durante o período de início e finalização (entrega) do projeto, no qual os alunos poderão
trocar ideias, socializar pesquisas bibliográficas e tirar dúvidas com o tutor.

Citação bibliográfica
Para a elaboração deste Projeto, o aluno deverá seguir as normas da ABNT para citações
bibliográficas. Verifique com seu tutor a distância, na Sala de Aula Virtual da disciplina, os pa-
drões de citação bibliográfica.

Formato do relatório –––––––––––––––––––––––––––––––––––––––––––––––––––––––––


1. FORMATAÇÃO DO TRABALHO
1.1. Configuração de Página
Papel: A4
Margem: Direita: 2 cm, Esquerda: 3 cm, Superior: 3 cm e Inferior: 2 cm

1.2. Formatação do texto


1.2.1. Fonte: Arial, Times New Roman ou Tahoma
1.2.2. Tamanho Fonte:
Título: 14
Subtítulo e corpo do texto: 12
Estilo da Fonte: Título e Subtítulo: Negrito; Corpo do texto: Normal.
Itálico: Utilizar apenas para citação e nas palavras em idioma diferente ao português.
1.2.3. Parágrafo:
Alinhamento: Justificado
Espaçamento: entre linhas de 1,5 e espaçamento antes de 6 pt.
1.2.4. Número de página
Mínimo: 7 páginas
Máximo: 15 páginas

2. ESTRUTURA DO TRABALHO
2.1. O trabalho deverá conter
Capa, Introdução (Aspectos Gerais do Tema e Objetivos do Trabalho), Desenvolvimento (Metodologia da Pesquisa,
Descrição do Objeto de Estudo e Análise dos Dados Coletados e dos Resultados Obtidos), Conclusão (Retomada
dos Objetivos Propostos e Síntese dos Resultados) e Referências Bibliográficas.
2.2. Estrutura de digitação de Títulos e Subtítulos
O Título deverá ser numerado e o texto deverá ser digitado em letra maiúscula com uma tabulação de dois espaços
de distância.
Por exemplo: 1. INTRODUÇÃO A FINANÇAS
2. XXXXX
2.3. Outros Níveis
O primeiro nível do Subtítulo deverá conter a primeira letra de todas as palavras maiúscula e também ser numerado.
Por exemplo: 1.1. Introdução a Finanças
1.2. Xxxx Xxxxx
Os próximos subníveis deverão conter apenas a primeira letra da frase maiúscula. Por exemplo:
1.1.1. Introdução a finanças
1.1.2. Xxxxxx xxxxx
–––––––––––––––––––––––––––––––––––––––––––––––––––––––––––––––––––––––––––
38 © Administração

Anexo 3 – Projeto Integrador do Curso Superior de


Tecnologia em Logística
1. DESCRIÇÃO DO PROJETO INTEGRADOR

CURSO TECNOLOGIA EM LOGÍSTICA


Disciplina Administração
Docente Responsável O Tutor a Distância da Disciplina
Título do Projeto O Perfil do Profissional em Logística
Data início do Projeto 1ª semana do semestre letivo
Data entrega do Projeto Final da 18ª semana letiva

Descrição do Projeto
Visão geral
Esta descrição apresenta o conjunto de diretrizes – objetivos e normas – que norteiam a
condução e elaboração do Projeto Integrador nos curso de Tecnologia do Centro Universitário
Claretiano.
A elaboração do Projeto Integrador requer do aluno pesquisa bibliográfica, de campo e
ou simulação de dados, que visam dar forma a um projeto de investigação numa perspectiva
interdisciplinar, tendo como referência um tema específico a ser desenvolvido. Objetivo geral e
objetivos específicos propostos diante de um problema claramente definido serão oferecidos a
seguir como roteiros na elaboração desse projeto.
Ao aluno, caberá desenvolver a análise crítica e aguçar sua capacidade de fazer pesquisa,
articulando conceitos apreendidos nas disciplinas e aplicando-os de forma objetiva e prática.
Portanto, o Projeto Integrador visa promover ao aluno a capacidade necessária para integrar
realidade e prática com teoria e pesquisa, permitindo que conteúdos estudados ganhem real
significado no espaço de suas ações sociais e organizacionais.
Por conta dessa intenção, as questões propostas no Projeto Integrador devem ser feitas
em forma de desafio, procurando instigar o desenvolvimento da capacidade de planejamento,
organização, pesquisa (bibliográfica e de campo, quando houver), dissertação com visão crítica
e criatividade por parte do aluno.
Esta atividade é parte obrigatória para integralização curricular da carga horária mínima
no curso, permitindo ao aluno a formação como Tecnólogo.
Será atribuído conceito ao Projeto Integrador – aprovado ou reprovado – e, consequente-
mente, validadas ou não as horas desta atividade.
Nesse sentido, compete a cada aluno e seu grupo, quando houver, dedicar-se desde o iní-
cio do semestre na elaboração do Projeto Integrador, que deve ter, no mínimo, 7 (sete) páginas
e, no máximo, 15 (quinze) páginas.

Público-alvo
Alunos dos cursos de Tecnologia.

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© Nome da unidade 39

Objetivos a serem atingidos


Objetivo geral
Efetuar o levantamento das competências relativas ao profissional em logística, destacan-
do os principais elementos de estudo da área.

Objetivos específicos
Os objetivos específicos do presente trabalho são:
• caracterizar, os principais elementos que compõem o estudo da logística aplicada às
organizações, destacando seus objetivos centrais;
• identificar as principais atribuições do trabalho do profissional em logística e suas pre-
ocupações;
• destacar, de forma geral, o conjunto de conhecimentos atuais necessários ao profissio-
nal que atua no campo da logística empresarial;
• descrever as qualidades pessoais que um indivíduo deve possuir para atuar no campo
da logística empresarial.

Equipe
Este Projeto poderá ser realizado individualmente ou em grupo de até 3 (três) alunos.
Caso o Projeto Integrador seja realizado em grupo, os alunos deverão fornecer ao tutor,
com antecedência, na Lista da sala virtual, os nomes dos componentes. Mesmo realizando o
projeto em grupo, cada aluno deverá postá-lo em seu Portfólio individual.

Atividades e horas previstas


Ao longo do semestre, o desenvolvimento do Projeto Integrador pelo aluno, nos termos
desta descrição, tem as seguintes referências:
ATIVIDADES HORAS ATRIBUÍDAS
Pesquisa bibliográfica (física e digital) 14 horas
Interação dos membros da equipe (divisão das responsabilidades) 8 horas
Revisão bibliográfica (leituras do material e troca de ideias no grupo) 24 horas
Contato com o tutor da disciplina (troca de ideias e dúvidas) 20 horas
Elaboração do instrumento de pesquisa 0 hora
Coleta dos dados da pesquisa 0 hora
Análise do material e elaboração do texto do projeto 24 horas
Revisão do texto do projeto 4 horas
Digitação e organização do texto final 6 horas
Total de horas atribuídas 100 horas

É fundamental que você cumpra esta atividade em sua totalidade. Caso contrário, estará automatica-
mente em regime de dependência do Projeto Integrador.

Metodologia
Abertura de um Fórum para debate e dúvidas
Para a elaboração deste Projeto Integrador, o tutor a distância da disciplina abrirá um Fó-
rum durante o período de início e finalização (entrega) do projeto, no qual os alunos poderão
trocar ideias, socializar pesquisas bibliográficas e tirar dúvidas com o tutor.
40 © Administração

Citação bibliográfica
Para a elaboração deste Projeto, o aluno deverá seguir as normas da ABNT para citações
bibliográficas. Verifique com seu tutor a distância, na Sala de Aula Virtual da disciplina, os pa-
drões de citação bibliográfica.

Formato do relatório –––––––––––––––––––––––––––––––––––––––––––––––––––––––––


1. FORMATAÇÃO DO TRABALHO
1.1. Configuração de Página
Papel: A4
Margem: Direita: 2 cm, Esquerda: 3 cm, Superior: 3 cm e Inferior: 2 cm

1.2. Formatação do texto


1.2.1. Fonte: Arial, Times New Roman ou Tahoma
1.2.2. Tamanho Fonte:
Título: 14
Subtítulo e corpo do texto: 12
Estilo da Fonte: Título e Subtítulo: Negrito; Corpo do texto: Normal.
Itálico: Utilizar apenas para citação e nas palavras em idioma diferente ao português.
1.2.3. Parágrafo:
Alinhamento: Justificado
Espaçamento: entre linhas de 1,5 e espaçamento antes de 6 pt.
1.2.4. Número de página
Mínimo: 7 páginas
Máximo: 15 páginas

2. ESTRUTURA DO TRABALHO
2.1. O trabalho deverá conter
Capa, Introdução (Aspectos Gerais do Tema e Objetivos do Trabalho), Desenvolvimento (Metodologia da Pesquisa,
Descrição do Objeto de Estudo e Análise dos Dados Coletados e dos Resultados Obtidos), Conclusão (Retomada
dos Objetivos Propostos e Síntese dos Resultados) e Referências Bibliográficas.
2.2. Estrutura de digitação de Títulos e Subtítulos
O Título deverá ser numerado e o texto deverá ser digitado em letra maiúscula com uma tabulação de dois espaços
de distância.
Por exemplo: 1. INTRODUÇÃO A FINANÇAS
2. XXXXX
2.3. Outros Níveis
O primeiro nível do Subtítulo deverá conter a primeira letra de todas as palavras maiúscula e também ser numerado.
Por exemplo: 1.1. Introdução a Finanças
1.2. Xxxx Xxxxx
Os próximos subníveis deverão conter apenas a primeira letra da frase maiúscula. Por exemplo:
1.1.1. Introdução a finanças
1.1.2. Xxxxxx xxxxx
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