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Logística de Movimentação e

Armazenagem

Curso: Auxiliar de Operações


Logísticas
Turma: APR00032020Ú048

Professor: Jonatas Guimarães

5/24/2020
1. ARMAZENAGEM
1. ARMAZENAGEM

• A guarda dos materiais no Almoxarifado obedece a


cuidados especiais, que devem ser definidos no
sistema de instalação e no layout adotado,
proporcionando condições físicas que preservem a
qualidade dos
materiais, objetivando
a ocupação plena do
edifício e a ordenação
da arrumação.
1. ARMAZENAGEM

Conceito:
• Atividade que diz respeito à estocagem ordenada e à
distribuição de produtos acabados dentro da fábrica ou
em locais destinados a este fim, pelos fabricantes, ou
através de um processo de distribuição.
1. ARMAZENAGEM

Armazenagem X Estocagem
• É necessário perceber que existem diferenças entre
as funções da armazenagem e as de um armazém
(estoque).
• Armazenagem é a denominação genérica e ampla que inclui
todas as atividades de um ponto destinado à guarda
temporária e à distribuição de materiais (depósitos,
almoxarifados, centros de distribuição, etc.). A armazenagem
consiste em receber os materiais, estocá-los e expedi-los
quando solicitado.
• Não pode ser vista de forma isolada, mas sim, entendida em seu
contexto, envolvendo desde a embalagem da mercadoria,
sua movimentação até a distribuição.
1. ARMAZENAGEM

• Estocagem é uma das atividades do fluxo de materiais


no armazém e o ponto destinado à locação estática
dos materiais. Dentro de um armazém podem existir
vários pontos de estocagem.
A estocagem é uma parte
da armazenagem.
Armazém é o local
e a estrutura
disponível para a
armazenagem.
1. ARMAZENAGEM

Objetivos de Armazenagem
• Máximo aproveitamento do espaço
• Utilização efetiva de mão de obra e equipamento
• Acesso fácil a todos os itens
• Movimentação eficiente dos itens
• Máxima proteção dos itens
• Boa qualidade de armazenagem
1. ARMAZENAGEM

Objetivos do Armazém
• Maximização do serviço ao cliente
• Utilização de mão de obra, equipamentos, espaço,
energia, giro de estoque
• Acesso às mercadorias
• Proteção dos itens
• Controle de perdas,
produtividade
• Minimização de custos
• O propósito de qualquer
armazém é “fornecer o material certo, na quantidade certa, no lugar
certo e no momento certo”.
1. ARMAZENAGEM

Funções da Armazenagem
1. Recebimento:
• todas as atividades inclusas na aceitação de materiais
para serem estocados.

2. Identificação e endereçamento para estoque:


• identifica o que é recebido e decide onde deve ser
estocado.

3. Envio para o estoque:


• movimentação de itens para estoque ou inspeção.
1. ARMAZENAGEM

4. Localização no estoque: onde os itens estão


fisicamente localizados e estocados conforme
características do material.
• Planejando um layout apropriado, os materiais podem
estar estocados no chão, empilhados ou colocados em
estruturas porta paletes.

5. Separação de pedidos:
• função mais importante que também exige um
planejamento quanto à separação de itens de pequeno e
médio porte.
1. ARMAZENAGEM

5. Embalagem e expedição:
• embalar os pedidos para proteção dos materiais.
6. Carregamento:
• consiste em colocar o pedido em uma área de espera
para o carregamento.
7. Expedição:
• embarque e entrega dos produtos no ponto onde será
utilizado.
1. ARMAZENAGEM

8. Registro das operações:


• com a finalidade de alimentar o sistema de informações
que deve ser feito no início e no final das funções de
armazenagem.
1. ARMAZENAGEM

• A principal função da armazenagem é o controle.


• VANTAGENS
• Diminui os Custos com Transportes
• Aproxima a empresa de seus clientes e fornecedores
• Agiliza o processo de entrega
• Compensa defasagens de produção
• DESVANTAGENS
• Imobilização de capital
• Envelhecimento das mercadorias
• Aumento dos Custos com
movimentação
• Necessidade de mais controles e
gerenciamento
1.1 Tipos de armazenagem

Tipos de Armazenagem:
1. Armazenagem por agrupamento:
• esse critério facilita as tarefas de arrumação e busca, mas
nem sempre permite o melhor aproveitamento do
espaço.
2. Armazenagem por tamanhos (acomodabilidade):
• esse critério permite bom aproveitamento do espaço.
3. Armazenagem por frequência:
• esse critério implica armazenar tão próximo quanto
possível da saída os materiais que tenham maior
freqüência de movimento.
1.1 Tipos de armazenagem

4. Armazenagem especial:
• Por meio desse critério, destacam -se:
a) Ambiente climatizado: destina -se a materiais cujas
propriedade físicas exigem tratamento especial.
b) Inflamáveis : os produtos inflamáveis devem ser
armazenados em ambientes próprios isolados,
projetados sob rígidas normas de segurança.
c) Perecíveis: os produtos perecíveis devem ser
armazenados segundo o método FIFO, ou seja, primeiro
que entra primeiro que sai.
1.1 Tipos de armazenagem

5. Armazenagem em área externa:


• diminui os custos e amplia o espaço interno para materiais
que necessitam de proteção em área coberta.
6. Coberturas alternativas:
• utilizadas, temporariamente, para abrigar materiais em
ambiente coberto.
a) Galpão fixo: trata -se de galpão construído com perfilados de
alumínio e conexões de aço galvanizado, com laminado de
PVC anti-chama de elevada resistência a rasgos, fungos e
raios ultra violeta.
b) Galpão móvel: características de estrutura e cobertura
semelhantes às do fixo. Porém, a grande vantagem está na
sua flexibilidade, ou seja, sua capacidade de
deslocamento.
1.2 Almoxarifado

• Almoxarifado é o local destinado à fiel guarda e


conservação de materiais, em recinto coberto ou não,
adequado à sua natureza, tendo a função de destinar
espaços onde permanecerá cada item que aguarda
sua utilização.
• Ele deve ter condições para assegurar que o material
adequado, na quantidade devida, esteja no local
certo, quando for necessário.
1.2 Almoxarifado

• O termo Almoxarifado é derivado de um vocábulo


árabe que significa " depositar".
• Conceituação: Almoxarifado é o local destinado à
guarda e conservação de materiais
• recinto coberto ou não, adequado à sua natureza,
• tendo a função de destinar espaços onde permanecerá
cada item aguardando a necessidade do seu uso,
• ficando sua localização, equipamentos e disposição interna
acondicionados à política geral de estoques da empresa.
• Central • De materiais
• De matérias-primas improdutivos
• De produtos acabados • Para equipamentos de
segurança
• De materiais tóxicos,
corrosivos, explosivos ou • De restaurante
inflamáveis • De papelaria
• De manutenção • De ferramentaria

Não importa quantos almoxarifados existam em uma empresa, é


necessário que todos sigam o mesmo padrão de recebimento e
entrega de materiais.
1.4 Atribuições do Almoxarifado

1. Receber para guarda e proteção os materiais


adquiridos pela empresa
2. Entregar os materiais mediante requisições
autorizadas aos usuários da empresa
3. Manter atualizados os registros necessários
1.4 Atribuições do Almoxarifado
1.4 Atribuições do Almoxarifado

Estrutura Funcional:
• CONTROLE :
• O controle deve fazer parte do conjunto de atribuições de
cada setor envolvido, qual seja, recebimento,
armazenagem e distribuição.
• O controle deve fornecer a qualquer momento as
quantidades que se encontram à disposição em processo
de recebimento, as devoluções ao fornecedor e as compras
recebidas e aceitas
1.4 Atribuições do Almoxarifado

• RECEBIMENTO
• As atividades de recebimento abrangem desde a recepção
do material na entrega pelo fornecedor até a entrada nos
estoques. A função de recebimento de materiais é
caracterizada como uma interface entre o atendimento do
pedido pelo fornecedor e os estoques físico e contábil.
• O recebimento compreende quatro fases :
1a fase : Entrada de materiais;
2a fase : Conferência quantitativa;
3a fase : Conferência qualitativa;
4a fase : Regularização
1.5 Entrada de Materiais

• A primeira fase corresponde à entrada de materiais e


representa o início do processo de recebimento,
tendo como propósito a recepção dos veículos
transportadores, proceder à triagem da
documentação do
recebimento, autorizar
a descarga e efetuar o
lançamento dos dados
pertinentes no sistema.
1.5 Entrada de Materiais

Na portaria da empresa:
• A recepção na portaria da empresa sofre critérios de
conferência primária de documentação que objetiva
identificar, constatar e providenciar, conforme cada caso:
• Se existe pedido de compras, objeto da Nota Fiscal em análise,
autorizado pela empresa;
• Se a compra devidamente autorizada tem programação prevista,
estando no prazo de entrega contratual;
• Se o número do documento de compra consta na Nota Fiscal;
• Cadastramento das informações referentes a compras
autorizadas, para as quais se inicia o processo de recebimento;
• Se houver balança na portaria, proceder à pesagem e
conferência para liberar o veículo
1.5 Entrada de Materiais

Exame de Avarias e Conferência de Volume


• O exame de avarias é necessário para apontar
responsabilidades. A conferência de volume é
efetuada pela confrontação dos dados constantes da
Nota Fiscal com a contagem física dos volumes em
questão.
• A existência de avarias é constatada por meio da análise de
disposição da carga, observando se as embalagens ou
proteção estão intactas e invioláveis ou contém sinais
evidentes de quebra, umidade, amassadas, etc.
1.5 Entrada de Materiais

Recusa do Recebimento
• As divergências constatadas devem ser apontadas no
conhecimento de transporte e também no canhoto
da Nota Fiscal, providência cabível para o
processamento de ressarcimento de danos, se for
o caso.
• Dependendo do exame preliminar, se houver a constatação
de irregularidades insanáveis em relação às condições
contratuais, deve-se recusar o recebimento, anotando-se,
também nestes casos, no verso da 1ª via da Nota Fiscal as
circunstâncias que motivaram a recusa, bem como nos
documentos do transportador.
1.5 Entrada de Materiais

Liberação do Transportador
• O transportador será liberado mediante os
procedimentos anteriormente apresentados e que
contemplam a recusa do recebimento, como também
para os materiais referentes às Notas Fiscais
devidamente verificadas, com assinatura no canhoto
da Nota Fiscal e no conhecimento do transporte.
• Os materiais referentes às Notas Fiscais aprovadas nessa
etapa terão sua descarga autorizada.
1.5 Entrada de Materiais

Conferência Quantitativa
• A conferência quantitativa é a atividade que verifica
se a quantidade declarada pelo fornecedor na Nota
Fiscal corresponde à efetivamente recebida, portanto
típica de contagem.
• Dependendo da natureza dos materiais envolvidos, eles
podem ser contados por um dos seguintes métodos:
manual, por meio de cálculos, por meio de balanças
contadoras e pesadoras, pesagem e medição.
1.5 Entrada de Materiais

Descarga
• Normalmente, no layout do almoxarifado há espaço
destinado ao recebimento, o qual contempla área para
descarga, se possível, com docas.
• Para a realização da descarga do veículo transportador,
dependendo da natureza do material envolvido, é necessária
a utilização de equipamentos, entre os quais se destacam
paleteiras, talhas, empilhadeiras e pontes rolantes, além do
próprio esforço físico humano sendo necessário envolver o
fator segurança, não só com relação ao material em si como
também, e principalmente, ao pessoal.
1.5 Entrada de Materiais

Conferência Qualitativa (Inspeção Técnica)


• A conferência qualitativa é da mais alta importância
no contexto de recebimento de materiais, uma vez
que visa garantir a adequação do material à
finalidade a que se destina.
• Por meio da confrontação das condições contratadas na
autorização de fornecimento com as consignadas na Nota
Fiscal pelo fornecedor, a inpeção técnica visa garantir o
recebimento adequado do material pelo exame dos
seguintes itens: características dimensionais e específicas,
restrições de especificação, embalagem para transporte e
embalagem final.
1.5 Entrada de Materiais

Regularização
• A regularização processa-se por meio da
documentação nos vários segmentos do sistema
de recebimento, pela confirmação da conferência
quantitativa e qualitativa, pelos laudos de
inspeção técnica e pela confrontação dos dados
do pedido com a Nota Fiscal.
• A comprovação da entrega dos materiais constantes
na Nota Fiscal se dá pela assinatura e carimbo com
data no canhoto. No verso do canhoto deve constar o
número do RG do assinante.
1.5 Entrada de Materiais

• O canhoto da Nota Fiscal é o documento legal para


protestar um título não pago. No cartório de protesto
é necessária a apresentação do título e canhoto da
Nota Fiscal que comprove a entrega das mercadorias
ao protestado.
• Se, após essa fase, quando da conferência, nenhuma
irregularidade se constatar, encaminham-se os materiais ao
almoxarifado os quais são incluídos no estoque contábil e
físico, identificados mediante seu código na localização
conveniente e determinada sendo armazenados com os
cuidados adequados.
1.5 Entrada de Materiais

Documentos Envolvidos na Regularização


• Os procedimentos de regularização, visando à
confrontação de dados e objetivando decisões, como,
por exemplo, recontagem e aceite ou não de
quantidades remetidas em excesso pelo fornecedor,
envolvem os seguintes documentos:
1.5 Entrada de Materiais

• Nota Fiscal
• Relatório de Recebimento (RR)
• Conhecimento de transporte rodoviário de carga
• Documento da contagem efetuada
• Parecer da inspeção, contido no
relatório técnico de inspeção
• Especificação da compra
• Catálogos técnicos
• Desenhos.
1.5 Entrada de Materiais

Processamento
• O material liberado deve ser processado mediante o
documento Relatório de Recebimento (RR), uma planilha
numerada sequencialmente em que o conferente lança as
Notas Fiscais recebidas no dia.

• É preenchida em duas vias e no final do expediente encaminha


as Notas Fiscais ao setor de contas a pagar, protocolando a
conferência e o recebimento para futuras diligências
no caso de extravio por parte dos envolvidos.
1.5 Entrada de Materiais

• Esse processamento dará origem a uma das seguintes


situações:
• Lançamento no sistema informatizado
• Devolução de material ao fornecedor
• Reclamação de falta ao fornecedor
• Entrada do material no estoque.
• Emitir etiqueta de identificação para os materiais que
entram no recebimento. Verificar se o item precisa de
etiqueta de rastreabilidade.
1.5 Entrada de Materiais

Baixa do Pedido
• A baixa do predido de compra pode ser feita
automaticamente pelo sistema eletrônico. A baixa
manual deve ser efetuada na cópia do pedido de
compras.
• Se a entrega for parcial, atualizar o saldo restante do
pedido
2. ENDEREÇAMENTO E SISTEMA DE
CONTROLE E IDENTIFICAÇÃO
2. ENDEREÇAMENTO

• O endereçamento é uma ferramenta que auxilia na


localização de materiais dentro de um armazém. Visa
estabelecer locais específicos ou endereços para a
armazenagem dos materiais, visando facilitar as
operações de movimentação, inventários,
estabelecendo parâmetros para a identificação e
facilidade de localização dos itens estocados.
2. ENDEREÇAMENTO

Objetivos do Endereçamento
• No endereçamento é necessário observar alguns
fatores e objetivos para melhor organização e
desempenho do trabalho:
• tipo de produtos estocados
• instalações necessárias
• tipos de processamento
• tamanho dos pedidos
• facilitar localização
• otimizar tempo do separador
2. ENDEREÇAMENTO

• facilitar o controle de validade


• indicar endereçamento no recebimento do produto
• manter correto o endereçamento do produto
• modificações de endereço repassar para o responsável do
setor
• tirar periodicamente relatórios de auditoria para
verificação
2.1 Localização na área de armazenagem

• A definição do sistema de localização está


intimamente ligada à disposição do arranjo físico dos
materiais armazenados, sendo imprescindível à
fixação e determinação do layout. É com base
no layout que o melhor método de endereçamento é
determinado.
• O objetivo de um sistema de localização de materiais é
estabelecer meios necessários para perfeita identificação
da localização dos materiais. É utilizada uma simbologia
(codificação) alfanumérica que deve indicar precisamente o
posicionamento de cada material armazenado, facilitando
as operações de movimentação e estocagem.
2.1 Localização na área de armazenagem

• A organização e a arrumação do estoque devem estar


vinculadas à área física existente e ao que se pretende
armazenar, devendo ser efetuada da seguinte
maneira:
• Armazém
• pode ser identificado por letra ou número (alfanumérico).
• Quadra
• pode ser identificada por letra ou número.
• Rua
• localizada por letra ou número.
• onde cada uma tem os níveis de armazenagem numerados e
comporta pallets ou contenedores
2.1 Localização na área de armazenagem

• Prateleira
• identificada por letra ou número.
• Gaveta
• número
• Área externa
• letra ou número
2.1 Localização na área de armazenagem

• A numeração é ímpar no lado esquerdo destas “ruas” e


par no lado direito, e de acordo com a “altura” ou
andar, recebe a codificação 101, 201 e assim por diante
conforme os apartamentos num edifício.
• Essas três coordenadas (rua, número e altura) constituem
o “sistema de referência”. Com os três dados, qualquer
operário do armazém ou CD tem sempre a posição
correta onde buscar ou colocar o pallet .
2.1 Localização na área de armazenagem

• SISTEMA DE ENDEREÇAMENTO FIXO:


• Nesse sistema existe uma localização específica para cada
material.

• SISTEMA DE ENDEREÇAMENTO VARIÁVEL:


• Nesse sistema não existem locais fixos de armazenagem, a
não ser para itens de armazenagem especial. Os materiais
ocuparão os locais disponíveis dentro do armazém.
2.1 Localização na área de armazenagem
3. ESTRUTURA DA ARMAZENAGEM
3. ESTRUTURAS DA ARMAZENAGEM

• As estruturas de armazenagem são


elementos básicos para a paletização e o
uso racional de espaço e atendem aos
mais diversos tipos de carga.
• São estruturas constituídas por perfis em L,
U, tubos modulares e perfurados, dispostos
de modo a formar estantes, berços ou
outros dispositivos de sustentação de
cargas.
3. ESTRUTURAS DA ARMAZENAGEM

Exemplos de Estrutura de Armazenagem


• Porta-paletes convencional - é a estrutura mais
utilizada, quando as cargas dos paletes forem muito
variadas permitindo a escolha da carga em qualquer
posição da estrutura sem nenhum obstáculo;
movimentação dentro dos armazéns.
• Apesar de necessitar
de muita área para
corredores,
compensa pela
seletividade e
rapidez na operação.
3. ESTRUTURAS DA ARMAZENAGEM

• Porta-paletes para corredores estreitos - permite


otimização do espaço útil de armazenagem em função
da redução dos corredores para movimentação.
• Em caso de pane da empilhadeira, outra máquina
convencional não tem acesso aos paletes.

• Porta-paletes autoportante - elimina a


necessidade de construção de um
edifício previamente. Permite o
aproveitamento do espaço vertical
(em média, utilizam-se em torno de 30m).
3. ESTRUTURAS DA ARMAZENAGEM

• Sugestão de Vídeo
• Bertolini - Auto Portanteundefined
Duração: 1:54’
3. ESTRUTURAS DA ARMAZENAGEM

• Porta-paletes para transelevadores - Em função de


alturas superiores às estruturas convencionais,
permite elevada densidade de carga com rapidez na
movimentação. Possibilita o aproveitamento do
espaço vertical e propicia segurança no manuseio do
palete, automação e controle do FIFO - first in, first
out (1º entrar, 1º a sair).
3. ESTRUTURAS DA ARMAZENAGEM

• Porta-paletes móvel - sua principal característica é a


pequena área destinada à circulação. Muito utilizado
em espaços extremamente restritos para
armazenagem de produtos de baixo giro e alto valor
agregado.
3.1 Estrutura Dinâmica (deslizante)

Estrutura Dinâmica (deslizante)


• A principal característica é a rotação automática
de estoques, permitindo a utilização do sistema
FIFO, pois pela sua configuração, o palete é
colocado em uma das extremidades do túnel e
desliza até a outra por uma pista de roletes com
redutores de velocidade, para manter o palete em
uma velocidade constante.
• Permite grande concentração de carga, pois necessita
de somente dois corredores, um para abastecimento e
outro para retirada do palete.
3.1 Estrutura Dinâmica (deslizante)

• Nesse sistema o palete é colocado pela empilhadeira


num trilho inclinado com roletes e desliza até a outra
extremidade, onde existe um stop para contenção.
• Sem dúvida, é uma das
mais caras, mas muito
utilizada na indústria de
alimentos para atender
aos prazos de validade
dos produtos perecíveis.
3.2 Estrutura cantiléver, drive-in,
drive-thru, flow-rack, push-back

Estrutura Cantiléver
• Permite boa seletividade e velocidade de
armazenagem. Sistema perfeito para armazenagem
de peças de grande comprimento. É destinada às
cargas armazenadas pela lateral, preferencialmente
por empilhadeiras,
como madeiras, barras,
tubos, trefilados,
pranchas.
3.2 Estrutura cantiléver, drive-in,
drive-thru, flow-rack, push-back

• Sugestão de Vídeo
• Bertolini - Cantileverundefined
Duração: 1:32’
3.2 Estrutura cantiléver, drive-in,
drive-thru, flow-rack, push-back

Estrutura Drive-in e Drive-thru


• Um dos maiores problemas enfrentados no
armazenamento de materiais é o dilema entre o
aproveitamento volumétrico da área de armazenagem e a
acessibilidade dos materiais estocados, principalmente
para permitir a rotatitividade tipo FIFO (PEPS).
3.2 Estrutura cantiléver, drive-in,
drive-thru, flow-rack, push-back

Estrutura Drive-in
• Este armazenamento permite melhor aproveitamento do
espaço de estocagem, porém limita o acesso aos materiais.
Este tipo de armazenamento caracteriza-se pela colocação e
retirada dos materiais pelo mesmo corredor.
• Ou seja a rotatividade do
estoque é apropriada
para o tipo LIFO (UEPS).
3.2 Estrutura cantiléver, drive-in,
drive-thru, flow-rack, push-back

• Sugestão de vídeo
• Bertolini - Drive in Dinâmico
Duração: 0:58’
3.2 Estrutura cantiléver, drive-in,
drive-thru, flow-rack, push-back

Estrutura Drive-thru
• No armazenamento drive-thru, o acesso é feito por
dois corredores: um para a entrada de materiais e
outro para a saida. Este tipo de arranjo permite a
rotatividade FIFO (PEPS), mas diminui a área de
estocagem, além de a
ocupação média das
posições-palete ser
menor do que na
opção drive-in.
3.2 Estrutura cantiléver, drive-in,
drive-thru, flow-rack, push-back
3.2 Estrutura cantiléver, drive-in,
drive-thru, flow-rack, push-back

Estrutura Flow-Rack
• É usada com movimentações manuais e mantém,
sempre, uma caixa à disposição do usuário,
facilitando, assim, o picking, ou seja, a montagem de
um pedido, como se fosse um supermercado.
• Como elas precisam ser de pouca altura,
é bastante comum montá-las na parte
inferior de uma estrutura porta-paletes
convencional, no intuito de usar a parte
superior para estocagem do mesmo
produto, em paletes, simulando um
atacado na parte superior e um varejo
na parte inferior.
3.2 Estrutura cantiléver, drive-in,
drive-thru, flow-rack, push-back

Estrutura Push-Back
• Sistema semelhante ao drive-in, também conhecida
por Glide In - Gravity feed, Push-Back (alimentado
por gravidade, empurra e volta),
é insuperável em produtividade de
movimentação, densidade de
armazenagem e economia total de
armazenagem de cargas diferentes.
• Nesse sistema, a empilhadeira "empurra"
cada palete sobre um trilho com vários níveis,
permitindo a armazenagem de até quatro
paletes na profundidade.
3.2 Estrutura cantiléver, drive-in,
drive-thru, flow-rack, push-back

• Os paletes ficam posicionados nos corredores com fácil acesso, isto


é, qualquer nível é completamente acessado sem necessidade de
descarregar o nível inferior.
Vantagens:
• Com o aumento da ocupação volumétrica da fábrica (relação entre
o volume total do armazém e o volume da carga estocada), é possível listar
como benefícios a obtenção de maior produtividade operacional
(itens movimentados por homem-hora), maior agilidade no fluxo de
materiais, maior organização dos estoques, maior produtividade
nas operações de inventário e a utilização do LIFO (last in - first out)
nas operações de transferências entre centro de distribuição e
lojas ou depósitos.
3.2 Estrutura cantiléver, drive-in,
drive-thru, flow-rack, push-back
strutura Push-Back
3.2 Estrutura cantiléver, drive-in,
drive-thru, flow-rack, push-back

• Sugestão de Vídeo
• Bertolini - Push Backundefined
Duração: 1:06’
3.2 Estrutura cantiléver, drive-in,
drive-thru, flow-rack, push-back

Push (Empurrar) & Pull (Puxar)


• Conceitos usados para interpretar situações diversas
em uma cadeia de suprimentos.
• Sistema push: o fabrico do produto se dá, com a previsão
da demanda, antes mesmo que haja um pedido de
compra/venda realizado.
• Este sistema push trás consigo uma segurança quanto ao
cumprimento de prazos e disponibilidade do produto/serviço,
porém faz uso de estoque.
• Sistema pull: o fabrico do produto se vincula ao pedido de
compra/venda realizado. Quem puxa a fabricação é o
pedido.
• Este conceito muito utilizado em JIT (Just in Time) não faz uso de
estoque, porém trás insegurança quanto ao prazo ou
disponibilidade imediata do produto/serviço.
3.2 Estrutura cantiléver, drive-in,
drive-thru, flow-rack, push-back

• Uma simples padaria pode trabalhar com


os dois conceitos simultaneamente, veja:
• Quando o cliente entra, verifica que há pães prontos
para consumo, dispostos em uma vitrine. Neste caso não
houve nenhum pedido ou solicitação (sistema push), a padaria
produziu os pães e os colocou a espera dos clientes.
• Quando o cliente entra, verifica que não há pão doce
na vitrine, sendo necessário a encomenda para que a padaria
possa produzir o pão doce. Neste caso o cliente puxa a
produção (sistema pull), ou seja, a padaria já sabe quantos
pães produzir e para quem vender.
• Vale lembrar que geralmente ao aplicar o sistema push, devemos ter
em mãos informações e histórico de vendas, deste modo evitamos
custos e produção excedente.
3.3 Tipos de Depósito

Tipos de Depósitos
a) De acordo com a propriedade
• Próprios, Alugados ou Terceirizados
3.3 Tipos de Depósito

b) Tipo do Produto Armazenado


• Armazém de commodities: Madeira, algodão, tabaco e
cereais;
• Armazém para granel: Produtos líquidos, petróleo, xaropes,
etc;
• Armazéns frigorificados: Produtos perecíveis, frutas,
comida congelada, etc;
• Armazéns para utilidades domésticas e mobiliário:
Produtos domésticos e mobiliário;
• Armazéns de mercadorias em geral: Produtos diversos.
Obrigado!

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