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Curso

Consultoria de Moda I

A Educação é o primeiro passo para um futuro melhor.

Carga Horária: 40 até 280 horas


O bom aluno de cursos à distância:

• Nunca se esquece que o objetivo central é aprender o conteúdo, e não apenas terminar o curso. Qualquer um
termina, só os determinados aprendem!

• Lê cada trecho do conteúdo com atenção redobrada, não se deixando dominar pela pressa.

• Sabe que as atividades propostas são fundamentais para o entendimento do conteúdo e não realizá-las é deixar
de aproveitar todo o potencial daquele momento de aprendizagem.

• Explora profundamente as ilustrações explicativas disponíveis, pois sabe que elas têm uma função bem mais
importante que embelezar o texto, são fundamentais para exemplificar e melhorar o entendimento sobre o
conteúdo.

• Realiza todos os jogos didáticos disponíveis durante o curso e entende que eles são momentos de reforço do
aprendizado e de descanso do processo de leitura e estudo. Você aprende enquanto descansa e se diverte!

• Executa todas as atividades extras sugeridas pelo monitor, pois sabe que quanto mais aprofundar seus
conhecimentos mais se diferencia dos demais alunos dos cursos. Todos têm acesso aos mesmos cursos, mas o
aproveitamento que cada aluno faz do seu momento de aprendizagem diferencia os “alunos certificados” dos
“alunos capacitados”.

• Busca complementar sua formação fora do ambiente virtual onde faz o curso, buscando novas informações e
leituras extras, e quando necessário procurando executar atividades práticas que não são possíveis de serem feitas
durante as aulas. (Ex.: uso de softwares aprendidos.)

• Entende que a aprendizagem não se faz apenas no momento em que está realizando o curso, mas sim durante
todo o dia-a-dia. Ficar atento às coisas que estão à sua volta permite encontrar elementos para reforçar aquilo que
foi aprendido.

• Critica o que está aprendendo, verificando sempre a aplicação do conteúdo no dia-a-dia. O aprendizado só tem
sentido quando pode efetivamente ser colocado em prática.

Aproveite o seu
aprendizado!
EMENTA DO CURSO:

Introdução à Moda

Tópicos da história da Moda

Identificação de cores, padronagens e modelagens

Moda e linguagem

Tendências de Moda

A moda e a indústria

O mercado de moda feminino e masculino

Marcas de Moda

Top Models

Dicionário de Moda

Bibliografia/Links Recomendados
Introdução à Moda

A primeira impressão é a que fica. Uma imagem vale mais que mil palavras. Essas e
milhares de outras frases carregam a veracidade da importância da imagem de uma
pessoa. Por mais bem intencionado que você seja, por mais inteligente e capacitado,
sempre haverá a questão da aparência na hora de arranjar um bom emprego.

Quem nunca olhou alguém de cima para baixo ou de baixo para cima “só uma vez”? A
importância de aprender a vestir-se não se relaciona somente a estar na moda, mas
sim aprender a disfarçar as imperfeições e valorizar o que você tem de melhor. Se a
sua cliente tem pernas finas, porque não mostrar a ela que pode usar roupas que não
evidenciam tanto isso e que possa parecer que ela tem pernas mais grossas? Se uma
pessoa tem aquela barriguinha indesejada, porque não ensinar que uma calça de
cintura alta pode disfarçar?

E não é só isso. Mistura de cores, tecidos, padronagens, modelagens e muito mais


fazem toda a diferença na hora de compor um guarda-roupa. Qual é o seu estilo?
Você já parou para pensar nisso? Imagine quem não tem muito contato ou contato
nenhum com a moda!

É por isso que este curso de consultoria de moda vai ajudar você a conhecer mais o
mundo da moda, aprender a reconhecer o seu estilo e ainda conquistar clientes para
deixar todo mundo fashion e feliz!

Foto: Miroslava Duma


Breve histórico do desenvolvimento do sistema da moda

A Moda e seu reflexo social

A moda é o reflexo de uma sociedade onde todos os acontecimentos refletem no


comportamento das pessoas, seja na maneira de vestir, na maneira de falar, nos
objetos desejados, ou mesmo na identificação de um grupo. Ela nasceu há muitos
anos, visto a modificação de comportamento surgida por uma necessidade.

Segundo Lipovetsky (1989, p.10):

A moda tornou-se um problema esvaziado de paixões e de desafios teóricos, um


pseudoproblema cujas respostas e razões são conhecidas previamente; o reino
caprichoso da fantasia só conseguiu provocar a pobreza e a monotonia do conceito. A
moda está muito mais democrática nos dias de hoje, principalmente em relação à
roupa usada para trabalhar, porém ainda existem alguns empregos formais que são
regidos por regras de etiqueta e protocolos, seguidos por empresas. A roupa de
trabalho é sempre mais sisuda, ternos claros ou escuros fazem parte do dia-a-dia de
muitas secretárias, jornalistas, executivas e demais profissionais formais. Vive-se num
país de clima tropical, iniciando a produção da própria moda brasileira, buscando mais
estilos, mais cores e liberdade de expressão diante do que o profissional quer
representar.

Alguns fatores sociais, políticos e econômicos podem explicar a existência da moda e


sua evolução diante da sociedade, mas não são o suficiente para falar dela como
fenômeno. A Moda segue suas leis formais, interpretando o mundo vivido pelos
homens de uma maneira própria.

Fonte: http://chicwomanchic.blogspot.com.br/2013/03/10-frases-sobre-moda-e-estilo.html
De acordo com Treptow (2005, p.26): A moda surge no momento histórico em que o
homem passa a valorizar-se pela diferenciação dos demais pela aparência, o que
podemos traduzir em individualização. Todavia, essa diferenciação de uns, visa a uma
identificação com outros, pois a moda se dá mediante ao estilo daqueles a quem se
admira. Na era do consumo em massa podemos concluir que moda, são os valores
materializados nos bens de consumo massificados, os quais, à medida que vão sendo
consumidos, pautam as relações interpessoais, pela aparência num ciclo de
obsolescência programada, privilegiando aquilo que é novo. Em resumo, a moda é um
fenômeno social de caráter temporário que descreve a aceitação e a disseminação de
um padrão ou estilo pelo mercado consumidor até a sua massificação e consequente
obsolescência como diferenciador social.

A moda é um fenômeno que passa por alguns processos quando está no mercado.
Ela é lançada, é aceita ou não, é copiada e quando torna-se massificada, sofre um
desgaste.

Por seu um fenômeno sociológico, é preciso que as pessoas aceitem, acreditem e


consumam o produto para que ele vire Moda.

De acordo com Palomino (2003, p.14 e 15): A moda é um sistema que acompanha o
vestuário e o tempo, que integra o simples uso das roupas no dia-a-dia a um contexto
maior, político, social, sociológico. Você pode enxergar a moda naquilo que escolhe de
manhã para vestir, no look de um punk, de um skatista e de um pop star, nas
passarelas do Brasil e do mundo, nas revistas e até no terno que veste um político ou
no vestido de sua avó. Moda não é só “estar na moda”. Moda é muito mais do que a
roupa...Ao acompanhar/retratar/simbolizar essas transformações, a moda serve como
reflexo das sociedades à volta. É possível entender um grupo, um país, o mundo
naquele período pela moda não praticada...A palavra “moda” vem do latim modus,
significando “modo”, “maneira”. Em inglês “moda” é fashion, corruptela da palavra
francesa façon, que quer dizer “modo”, “maneira”.

Fonte: http://www.mmdamoda.com.br/2010/08/o-que-e-moda-conceitual.html
Tópicos da história da Moda

Os trajes do Século XIX

1800 – 1810 – Nos períodos regencial e diretório, destaque para a cintura alta, tecidos
mais finos e modelos com decotes. Época do culto às formas das estátuas gregas.

1810 – 1820 – A roupa masculina vai perdendo o rebuscamento. Homens utilizam


cartola, bengala, plastron roupa justa do tradicional ao Dândi, após o período
napoleônico. As mulheres utilizavam chapéus enormes que cobriam a face. O
espartilho mantem a cintura reta, mas aos poucos vai estreitando a silhueta.

1820 – 1830 – Época do romantismo – a cintura feminina volta a afinar, surgem as


mangas pernil e carneiro. Chapéu com abas largas eram usados até a meia noite. O
vestuário masculino volta a evidenciar sua vaidade.

1830 – 1840 – As mangas formam um balão, mas ao final da década já iniciam um


ajuste. O início da era vitoriana traz a gola pelerine e o arredondamento das saias.

1840 – 1850 – Tempo de revoluções e progressos. As saias vão até o chão. Mas as
mulheres não gostavam muito das saias longas. À noite elas utilizavam o decote no
colo. Sinônimo de burguesia.

1850 – 1860 – O momento do volume das saias. Muitas anáguas foram usadas até a
criação da crinolina. A diversidade dos tecidos, estampas e o glamour vitoriano faz
surgir exagero no volume das saias e babados. No vestuário masculino apenas surge
uma variação no corte dos casacos, afunilamento nas calças, cores sóbrias e escuras
combinando com o papel do homem burguês.

1860 – 1870 – Começam aparecer algumas peças do vestuário masculino adaptadas


ao vestuário feminino como o bolero. Os perfumes voltam a ser utilizados e o estilo
floral se manifesta.

1870 – 1880 – Nesta época, a mulher se cobre cada vez mais de peças, joias e
adornos para mostrar a riqueza do marido. Enquanto ele, se desprende dos enfeites e
detalhes.

1880 – 1890 - Momento de consolidação plena da burguesia, desfrutando de todo


capital acumulado.
1890 – 1900 – Começa a Belle Époque, conhecida como Anos Dourados nos Estados
Unidos. A moda imitava a arte e ela se caracterizou pelo alongamento da silhueta
feminina. Os vestidos foram ajustados acompanhando as curvas sinuosas do corpo. A
sociedade viveu a transição dos rígidos valores vitorianos para o afrouxamento da
moralidade.

Trajes do século XIX


Fonte: http://naturalismoerealismo.blogspot.com.br/2009/12/roupa-e-moda-da-epoca-do-realismo.html

Fonte:http://modahistorica.blogspot.com.br/2013/08/historicismo-na-moda-seculo-xviii-e.html
O Vestuário

O vestuário marcou grande presença no desenvolvimento da sociedade moderna,


desde a época da Revolução Industrial, industrialização, produtividade, sociedade de
consumo até possuir a abrangência do mercado mundial. O vestuário foi uma das
primeiras produções que o ser humano sentiu necessidade, seguindo para objetos
industriais e a informação. A moda não pára, ela é inquieta e acelerada, construindo
variações absorvidas de imediato, diferindo do comportamento e das atitudes, que
possuem suas variações de um modo mais lento e elaborado.

De acordo com Lipovetsky (1989,p.32 –33): Diferentemente da moda, o costume liga-


se as tradições do espaço, orgulha-se do país, prestigia e imita os ancestrais,
assegura a permanência costumeira do coletivo coeso. A moda orgulha-se muito mais
do seu tempo, e vive o zeitgeist, imita modelos presentes, nativos ou estrangeiros,
concede superioridade ao novo, no mesmo tempo em que desqualifica o velho,
possibilitando a ruptura, a permeabilidade, a disjunção do corpo social e a
descontinuidade histórica. Dois grandes princípios regem a temporalidade da moda e
evidenciam sua essência moderna: “amor pela mudança e influência determinante dos
contemporâneos”.

Toda roupa transmite alguma mensagem a respeito da pessoa que está usando, do
grupo pertencente e principalmente a ideia que a pessoa que está vestindo quer
transmitir. Isso tudo diz respeito á semiótica e aos signos da moda, a maneira pela
qual a pessoa quer ser vista pela sociedade em geral. A maneira de vestir-se pode
realçar tanto a vida profissional quanto á vida pessoal. A roupa pode expressar seus
sentimentos e personalidades, porém não define situações. As proporções físicas, o
tecido e o estilo influenciam na reação das demais pessoas para conosco.
O grande ideal é vestir-se harmoniosamente com o corpo e as ideias, atribuídas ao
bem estar. O ser humano precisa aceitar-se a sua maneira, adquirindo signos que o
façam sentir-se bem, em alguns casos não fugindo demasiado de regras protocolares,
no caso de utilizar roupas para trabalho.

O design e sua aplicação

O design é um ramo da atividade humana, que engloba uma série de especializações,


entre as quais podem ser citadas; o design de produtos, a programação visual, o
design de moda, e o design de interiores, entre outras.

De acordo com Azevedo (2005, p.17 e 19): Para compreender melhor a atividade de
um designer é necessário observar ao passar do tempo, alguns movimentos que
surgiram para incentivar a procura do homem por novas formas, e com isso descobrir
novos materiais. Diante do mundo que começa a se mecanizar, o homem vai contribuir
definitivamente para uma grande revolução estética e social, que é a das formas dos
objetos que usamos no dia – a – dia. Elas passam a ser diferentes de um dado
instante para o outro.

O design é uma ferramenta utilizada para a melhoria do padrão de qualidade dos


objetos, podendo atribuir novas qualidades, novas formas e valores. Ele existe para
possibilitar a inovação, e a criação de uma harmonia entre produto e objetivos
atribuídos, com relação à beleza, funcionalidade ou ambas.

De acordo com Azevedo (2005,p.8): O termo design tem aparecido constantemente no


nosso dia-a-dia, representando parte de um novo vocabulário. Muitas vezes pode
significar algo novo que esteja aparecendo no mercado ou mesmo um novo estilo
lançado por um novo mito, ou ainda aparece quando queremos nos referir a algo que
esteja na moda.

A aplicação do design na moda consiste no aprimoramento das características de um


objeto. A problemática traduz uma questão a ser solucionada, e o designer consiste
em aplicar as soluções com maior coerência. Muito depende da funcionalidade e a
estética, as demais características do produto, ou seja, para que o produto vai ser
desenvolvido. A adequação ao ambiente e a necessidade do desenvolvimento, fazem
parte da pesquisa do designer.

O termo designer de moda começa a ser reconhecido por empresas do mundo inteiro,
diante de sua necessidade e funcionalidade no mercado de trabalho. Com uma visão
muito além do que a pesquisa de tendência e o desenvolvimento, o designer de moda
é voltado para a indústria, englobando uma sequência de valores e responsabilidades
que segue até o produto no seu estágio final da moda, a sua extinção.

Atualmente o termo “designer de moda” já é reconhecido por empresas do mundo inteiro.


Fonte:http://www.comuitoestilo.com.br/2011/06/designer-de-moda-x-estilista.html
A moda Clássica

O clássico sempre teve seu espaço garantido na moda. São peças que atravessam as
coleções, enfeitando as mulheres que primam pelo bom gosto. Ser clássica não é
sinônimo de ser desatualizada; ao contrário, quem ama o estilo sabe a importância de
acompanhar as tendências, adquirindo peças de qualidade. Atualizar o visual com as
novidades das coleções também é outra característica das “clássicas”.

A segurança com a utilização da moda clássica é sem dúvida a garantia de sucesso


para qualquer evento, mas isto não coloca em risco o fato de se buscar algo novo e
casual.

A utilização das calças na mulher surge de tempos antigos e foi usada por muitos
ícones da época.

De acordo com Lehnert ( 2002, p.35): As calças de pregas para senhoras, diretas e
inspiradas nos fatos clássicos de homem, estão indissoluvelmente ligadas ao nome de
Marlene Dietrich. Esta atriz de estilo andrógeno afirmava de si própria que sempre foi
metade homem. Foi ela quem no início dos anos 30 tornou moderno a utilização de
calças e casacos como indumentária feminina elegante. Marlene Dietrich era uma
figura carismática, tanto no grande ecrã como na vida real, quando se apresentava
vestida com o conjunto clássico de calças e blazer da mesma cor, ou de fraque e
chapéu alto. Mais tarde substituída por calças mais justas, voltou a ser grande moda
nos anos 80.

Nos anos 30, as mulheres que trabalham em escritórios começaram a usar saia e
blusa. Usava-se saias juntas, ou então saias de pregas ou ligeiramente rodadas.
Os tailleurs eram usados em qualquer ocasião durante o dia, principalmente de
manhã.

De acordo com Lehnert (2002, p.23): Nos anos cinqüenta e sessenta, a petite robe
noire alcança o seu auge. Só nessa altura Coco Chanel criou o seu tailleur, hoje
considerado como a essência do estilo Chanel. Trata-se de um tailleur simples de
tweed colorido ou tecido bouclé, com um casaco de linhas diretas, sem golas,
guarnecido a toda volta com um galão, e fechado com correntes ou com botões
dourados. Faz também parte do conjunto uma leve saia de quatro panos, um pouco
abaixo do joelho. A ideia de Chanel era que este conjunto fosse adequado a todas as
ocasiões. Coco Chanel abriu assim caminho a criadoras Jil Sander ou Donna Karan,
que fiéis a esta idéia, nela basearam as suas coleções destinadas a mulheres
modernas e trabalhadoras, Karl Lagerfeld, diretor artístico da casa Chanel, modernizou
de forma decisiva esse tailleur clássico e já ligeiramente antiquado.
As produções clássicas e elegantes de Chanel
Fonte: http://revistacriativa.globo.com/Revista/Criativa/0,,EMI129734-17098,00-
VISTA+COCO+CHANEL+E+OUTRAS+CELEBRIDADES.html

Nos anos 80 surge o momento em que a mulher expõe sua conquista no mercado e
faz refletir na moda. As mulheres querem provar que podem ser tão competentes
quanto os homens.

Dona Karan foi o sucesso internacional desses tempos. Lançou a moda dedicada à
mulher ambiciosa e com uma vida profissional intensa, que não quer deixar de ser
clássica e feminina. A utilização das calças largas, fluídas e transparentes, podendo
ser utilizada para festas.

A estilista dedicou seu trabalho às “Young Urban Professionals”, mulheres


independentes que vivem e trabalham nas grandes metrópoles.
De acordo com De Carli (1991, p.60)

A sociedade de Consumo também é criticada pela descaracterização da relação entre


o objeto consumido e a utilidade. O foco da compra deslocou-se: não é mais o
utilitarismo, não é mais a necessidade, não é mais o objeto em si que determina a
compra, mas seus estilos, suas novas e incessantes diferenças agregadas, seu signo
social.
Mulheres clássicas e não antigas

Para a mulher que ocupa posição de destaque, a roupa clássica é sempre a grande
solução. Mas não confunda clássico com antigo: o estilo vale sempre, mas deve ser
renovado e atualizado.

Mesmo a moda clássica das executivas acompanha as mudanças no comportamento.


Com a valorização do corpo, as formas ajustadas trazem saias sensatas, na altura do
joelho, e paletós mais acinturados.

As mulheres não querem mais parecer só um instrumento de trabalho, também


querem ser desejadas e observadas.

O local de trabalho deve ser:

• As cores claras são energéticas, mas as escuras tradicionalmente projetam


uma aura de poder. Austeridade demais também pesa. Amenize, jogando
acessórios ou desmembrando o tailleur com novas parcerias. Lembre-se: os
acessórios e complementos podem ser arrojados, mas a peça principal deve
ser comportada. Um bom paletó é indispensável. Pode ser usado sobre uma
saia, calça ou vestido. Roupas mais entreteladas de linhas rígidas impõem
autoridade. Ombros com enchimento assinalam que é capaz de assumir
responsabilidades.

Se o seu trabalho permite, use e abuse das calças. Elas escondem e insinuam as
pernas e, usadas com paletó e camisa aberta, são modernas e discretas.

Mulheres com roupas de Homem

O estereótipo criado há muitos anos em torno de homens e mulheres ainda está


presente em certos momentos da vida e esteve em seu auge durante muitas décadas.
As mulheres conquistam o mercado, cuidam da casa, educam seus filhos e buscam o
melhor para a família, enquanto muitos homens trabalham fora ou cuidam da casa,
atribuindo apenas alguns afazeres. Mas os anos nem sempre foram assim. Nos
tempos mais antigos as mulheres ainda eram muito submissas aos homens. Não
estudavam, não trabalhavam e ainda jovens preparavam-se para o tão esperado
casamento. Aprendiam a cozinhar, arrumar a casa, bordar, costurar e demais afazeres
que as transformariam na perfeita dona de casa.

Com a sociedade em eterna transição, muitos acontecimentos obrigaram as mulheres


a sair de casa para trabalhar, deixar seus lares e suas vidas confortáveis, para buscar
o sustento da casa.

A segunda guerra chegou, levando vários maridos e pais de família para os campos
de concentração. As mulheres esqueceram seus vestidos glamourosos e enfeitados,
para pensar unicamente na praticidade. O racionamento de tecidos no país, obrigou os
lançadores de tendências a buscarem praticidade e conforto, para essas mulheres que
agora eram muito mais que donas de casa.

De acordo com Mendes e De la Haye (2003,p.112): Durante toda a guerra, as


mulheres viram-se sobre a pressão de ter boa aparência em todas as ocasiões,
especialmente para os homens que retornavam da frente de batalha, e ao mesmo
tempo, de cuidar da família e realizar trabalho de guerra, muitas vezes árduo e
potencialmente perigoso.

Com o passar dos tempos, a sociedade sofreu transformações. A guerra chega ao fim,
e a diversidade de materiais e modelos, encantaram as mulheres de várias décadas.

Nos anos 70 a tendência unissex traz os caftãs longos, macacões e calças boca de
sino, que podiam ser usadas para ambos os sexos.

O movimento de libertação feminina tendia a ser antimoda, porém a mulher sentia-se


mais feminina e mais persistente para buscar seu lugar a sociedade. Segundo Mendes
e de La haye (2003, p.195): “Yves Saint Laurent adaptou as técnicas da alfaiataria
masculina para criar conjuntos femininos com calças, altamente desejáveis...”.

As mulheres lutavam cada vez mais para entrar e adquirir cargos em ambientes de
trabalho que antes eram apenas destinados aos homens. Não se tinha muito tempo
para cuidar das roupas e muito menos cuidar dos detalhes, a mulher da década de 70
precisava de algo prático e confortável. Com uma vida competitiva, as roupas
femininas de trabalho apresentaram cortes masculinos em toda a década de 70 e 80.
As roupas femininas ficaram no mesmo nível que a dos homens, juntamente com as
roupas unissex. Desde os tempos da 1º Guerra Mundial, as roupas masculinas cada
vez mais refletem as tendências evidentes na Moda masculina, que muda com muita
frequência.

Com o passar do tempo em que as mulheres ficaram mais independentes, utilizar


terninhos tornou-se uma identidade também feminina. As mulheres tornaram-se mais
independentes entrando em contato com seu lado masculino, tornando essa idéia uma
difusão mundial. Nos anos de 1930, A romancista Francesa George Sand
(pseudônimo de Lucile Aurore Marie Dupin) usava roupas de homem para protestar
contra a desigualdade da mulher. Nos anos 10 e 20, as mulheres européias e norte
americanas audaciosas, a maioria das quais estava associada ao movimento feminista
ou a movimentos filosóficos e artísticos de vanguarda, deliciava-se em chocar a
sociedade tradicional usando ternos, gravatas, chapéus e sapatos de homens. Sua
intenção era óbvia: sacudir o status e declarar sua independência nos papéis de
gênero rígido.

Só décadas mais tarde, nos anos 40, a sociedade como um todo começou a aceitar
mulheres de calças compridas. Porém ainda havia restrições de onde usá-la. As
mulheres não apareciam no trabalho ou na rua de calça comprida, embora pudessem
usá-la para fazer jardinagem, ficar em casa, andar a cavalo e ir à praia, afirma o livro
de Fischer - Mirkin (2001,p.28).

De acordo com Fischer- Mirkin (2001, p.78): Celebridades como Marlene Dietrich,
Katharine Hepburn, Rosalind Russel e Laurel Bacall ajudaram a ampliar a aceitação
dos estilos de aparência masculina. Nos seus ternos chiques, másculos, elas
emanavam uma segurança serena, e, no entanto, permaneciam sedutoras e
femininas.

André Courrèges no ano de 1960, iniciou as calças compridas femininas. Ele


acreditava que a mulher precisava da funcionalidade e do conforto das calças. Calças
brancas tubulares eram a peça chave das coleções. A aceitação das mulheres que
buscavam esse ideal cresceu, incentivando outros estilistas a entrar no mercado com
essa ideia como Cerruti que lançou ternos para homens e mulheres, e Yves Saint
Laurent que inventou o smoking para as mulheres. Giorgio Armani fez muito sucesso
com roupas inspiradas nos modelos masculinos.

De acordo com Fischer – Mirkin (2001,p.80), de modo diverso de uma mulher


impecavelmente vestida num terno masculino de três peças, a que se veste de
andrógino não procura imitar a moda masculina; a transcende. O apelo da androgenia
se ramifica em três:

• Tem uma característica divertida, sem idade, que faz a usuária parecer mais jovem.

• Liberta a necessidade de satisfazer o ideal feminino ou competir com a imagem


masculina. Ela assim parece relaxada e confortável.

• Projeta um erotismo inocente, baseada na ambiguidade misteriosa da sexualidade


da usuária.

A forma clara de androginia representada por calças clássicas, camisas e suéteres do


tipo que se encontra na Gap ou J. A mulher que usa essas roupas transmite que tem
menos expectativas e exigências em relação às pessoas e é menos provável que
julgue os outros de acordo com estereótipos sexuais. Ela põe de lado noções
preconceituosas do que significa ser uma mulher ou um homem e avalia as pessoas
pelo que são, em vez do que aparentam.
Mulheres clássicas buscam roupas clássicas para o trabalho
http://imagempessoal.band.uol.com.br/dress-code-formal-mulheres/

Código de Vestir

Encontrar um equilíbrio entre adaptar-se e revelar suas qualidades únicas é o conceito


seguido por mulheres vencedoras. O vestir-se bem é extremamente importante para
uma carreira de sucesso, porém isso não significa que ela precise esquecer seus
gostos para usar o que está nos livros de etiqueta e nos protocolos empresariais. Tudo
é uma questão de bom senso e criatividade.

Quando as mulheres conquistam seu espaço no mercado, adquirindo um cargo mais


elevado, elas sentem-se mais livres para se vestirem como gostam e como se sentem
bem. Elas possuem um estilo mais pessoal e acabam criando seu próprio uniforme.
Sem muito tempo para as rápidas novidades da moda, elas definem seus gostos com
peças que lhes caem bem, e ao mesmo tempo sigam alguma tendência. Apesar da
aparência masculina ter grande espaço na conquista das mulheres no mercado de
trabalho, as mulheres buscaram outros conceitos com o passar dos anos.

Antes usava-se calças para conquistar grandes cargos e o respeito e admiração do


mercado, porém hoje, a mulher prova que não precisa mais se parecer com os
homens para alcançar seu espaço. Ela provou que pode comandar qualquer empresa
usando vestidos e cabelos soltos. A volta da feminilidade da mulher é uma grande
tendência da atualidade retratada na volta dos vestidos e das românticas.

Hoje as mulheres possuem mais liberdade para determinar como querem ser vistas no
trabalho. Apesar da segurança de muitas mulheres em relação à escolha do seu
uniforme de trabalho, ainda existe uma parcela de mulheres que se sentem mais
seguras aderindo às regras rigorosas do tradicional vestir-se para trabalhar.

De acordo com Toby Fischer – Mirkin, (2001,p.80), ficou provado que as mulheres que
se vestem de maneira criativa estão mais abertas a novas ideias que as que se
vestem de maneira conservadora. Num estudo de John Summers, mais de mil
mulheres foram interrogadas sobre suas vidas, detalhes de suas personalidades e
atitudes, com que frequência elas falavam de moda e se as outras pessoas pediam
suas opiniões em relação à roupa. Ficou claro que aquelas com um sentido
individualizado da moda eram também muito educadas, extrovertidas e possuíam
autoestima. Além disso, concluiu-se que as inovadoras na moda eram bem amadas,
emocionalmente estáveis e confiantes. Vestir-se bem de maneira independente
significa que a mulher está bastante segura de si para formar as próprias opiniões e
estar aberto às ideias dos outros.

O Eterno Terninho

Desde a sua criação, os terninhos nunca mais saíram da moda. Tanto como uniforme
de trabalho como roupa para passeio, o terninho assume várias padronagens e estilos,
novos tecidos e cores. O site www.terra.com.br/moda, mostra um pouco da história
dessa peça elegante, clássica que está sofrendo mudanças, e adaptando-se a novas
ideias e novas necessidades do público-alvo.

Ele foi inspirado em uniformes militares. Passadas mais de cinco décadas desde sua
criação, o terninho já não tem mais a cara de peça-adaptada-do-vestuário-masculino.
Hoje ele expira feminilidade em padronagens delicadas e em cortes que valorizam as
formas da mulher. "Sem dúvida é uma peça versátil e prática. Torná-la cada vez mais
um artigo de moda, porém, é uma busca recorrente", comenta a consultora de moda
do Senac São Paulo Denise Morais.

Se nos anos 30, quando a diva do cinema Marlene Dietrich inaugurou a nova moda os
terninhos femininos não eram propriamente femininos, as décadas seguintes trataram
de corrigir esse equívoco.

Foi a partir dos anos 60 que eles surgiram como coringa no guarda-roupa da mulher.
Tal "milagre" ficou a cargo da estilista Coco Chanel, que tirou o excesso de tecido da
peça, tornando-a mais sequinha, curtinha e acinturada. A mudança agradou as
mulheres, que passaram a usá-lo de forma despretensiosa e divertida nos anos 70
(abusando de pantalonas e cintos largos), como uniforme de trabalho nos anos 80 (a
ditadura dos "neutros", com cortes mais retos), e democrática nos anos 90 (a década
em que o terninho saiu do ambiente de trabalho e chegou ao happy hour).

Os anos 80 foram a década dos grandes contrastes: um mundo do faz de conta e do


supérfluo, mas simultaneamente um palco para numerosos produtos novos e para
tendências criativas. Giogio Armani foi um dos grandes responsáveis pelo êxito da
Moda Italiana nessa década. Com tecidos de aspecto amarrotado, mas elegante,
Armani criou um estilo de genial simplicidade, que esbatia as diferenças entre o
masculino e o feminino: a mulher Armani usava algumas peças de roupa que eram até
então exclusivamente masculinas, como por exemplo o blazer, enquanto que na moda
destinada aos homens havia uma maior escolha de cores e feitios. Mas o cartão de
visita da casa Armani é sem dúvida, o clássico fato completo, que marcou tanto a
moda feminina como a masculina.

Agora é a vez dos terninhos "desconjugados". Lição número um: a calça não precisa
mais acompanhar a padronagem do blazer, que volta a ser curtinho - na altura do
bumbum -, sequinho e com um ou dois botões.

"Por muito tempo existiu um consenso de que terninhos precisavam compor um look
combinado. O que se vê agora é a aposta em padronagens diferentes", conta Morais.
Esse afrouxamento de regra na cartilha da moda pode evitar até desastres em
composições. "Um terninho de tweed é lindo e muito elegante. Mas não fica legal usar
calça e blazer com essa mesma padronagem. O look torna-se cansativo e burocrático,
quase 'jeca'", aposta ela, que sugere a troca por uma calça com corte de alfaiataria em
tonalidade semelhante ou até mesmo um jeans.

Para os terninhos lisos - as cores da vez são os rosés e os vinhos - valem as mesmas
regras. E para dar uma graça no look, troque as flores na lapela (sensação do inverno
passado) por um broche de pedraria falsa. "Até os botões seguirão essa linha de
bijuteria", indica Morais, que elegeu também os tecidos da temporada. "Os terninhos
ganharam corpo nessa estação. O veludo cotelê vem com tudo."

Ternos para mulheres de estilo mais moderno


Fonte: http://imagempessoal.band.uol.com.br/dress-code-formal-mulheres/
Dicas de vídeos sobre moda:

Entrevista com a Jornalista de Moda Érika Palomino – Jornalismo de Moda


https://www.youtube.com/watch?v=ynXXT794L6c&feature=player_embedded

Entrevista com Erika Palomino – ELETRIKA - Gianne Albertoni


https://www.youtube.com/watch?feature=player_embedded&v=c-Zdq2fW7v4

Décadas de moda

1900 a 1910 – A moda sai da era vitoriana caracterizada pelo uso do espartilho para
um novo conceito na busca pela praticidade e conforto. Os trajes masculinos não
dispensam o chapéu, sobre-casaca, fraque e uma variedade de sapatos. A Belle
Époque com toda a sua efervescência foi considerada uma era de ouro da beleza e
inovação. Em meados da primeira década de 1900, Paul Poiret, revoluciona a moda
deslocando a cintura para baixo dos seios, desapertando a silhueta formal e
eliminando o espartilho, trazendo assim um novo conceito de moda pautado no
conforto e no luxo dos tecidos leves.

Fonte: http://modanamoda12.blogspot.com.br/2012/04/teste.html

1920 - A estilista Gabrielle Chanel surge com seus ideais de mulher moderna, com
ternos e elegância em suas criações. Uma marca eternizada no mundo da moda. Os
vestidos femininos de uso diário dos anos 20 variavam entre altura do tornozelo e a
batata da perna.
Com o conceito de praticidade e conforto em alta, as pessoas menos favorecidas já
podiam confeccionar suas roupas. Muitas mulheres aprenderam a costurar e
produziam seus próprios looks. Os vestidos de corte reto foram o sucesso do
momento. Com as pernas a mostra, as meias ganharam destaque e foram se
popularizando. Os cabelos eram curtinhos, lisos, evidenciando as formas da cabeça.
Os homens também abandonaram o excesso e as roupas estritamente formais.

Traje das mulheres dos anos 20


Fonte: http://portalleaodonorte.blogspot.com.br/2013/12/a-mulher-pernambucana-na-decada-de-20.html
Fonte: http://misslittlecherry.files.wordpress.com/2010/02/03anos20.jpg

1930 – Momento em que o mundo sentiu a queda da bolsa de valores de Nova York
em 1929. Empresas faliram e a moda foi se tornando menos ousada. A moda era mais
sombria e mais sofisticada. As curvas femininas voltaram a ser valorizadas. Os
cabelos ficaram longos e penteados em ondas. As saias iam até o tornozelo e os
vestidos eram justos e retos. As peças ganharam uma nova modelagem, o corte
enviesado godê ou apenas godê. Pela primeira vez foram expostas as formas das
nádegas. O suéter passou a ser usado no cotidiano e surgiram também os conjuntos,
que podiam ser combinados: saias, casacos e vestidos. As luvas se tornaram
acessórios do momento. Foram lançadas as sapatilhas, saltos, tamanho médio e
sapatos bicolores.
Surgem então como lançadoras de tendências as atrizes de Hollywood. Com a
depressão, as pessoas buscavam no cinema uma forma de enfrentar as dificuldade e
seguir com a nova situação. Nomes como Marlene Dietrich, Mae West, Katharine
Hepburn, Jean Harllow e Greta Garbo tornaram-se as grandes estrelas. Coco Chanel,
Madeleine Vionnet, Elsa Schiaparelli e Jeanne Lanvin eram as famosas estilistas da
época.
Modelitos dos anos 30
Fonte: http://feelafio.blogspot.com.br/2013/01/a-moda-dos-anos-30.html
1940 – Por conta da guerra, as regras de racionamento tornaram-se cada vez
maiores, e até a quantidade de tecido era limitada. As mulheres tiveram que reciclar o
seu guarda-roupa e buscar a criatividade em materiais alternativos para obter novas
peças. Muitas maisons fecharam em Paris e a moda passou a ter influências da
América. As mulheres foram obrigada a trabalhar. As roupas passaram a ter um
caráter utilitário com o objetivo de serem práticas e confortáveis para o trabalho
inspiradas nas fardas militares. O conjunto saia-casaco se tornou o mais usado na
época. Cinturas finas, saias com pregas finais, chapéus e luvas além de blusas justas
e a forma do ombro quadrada ganharam as ruas. As saias voltaram a encurtar e os
calçados eram masculinizados e de couro brilhante. Os colantes foram substituídos
por meias tipo soquete. Os cabelos eram longos e presos por grampos. Com o
racionamento do uso do náilon, que eram usados para a fabricação de paraquedas, as
mulheres passaram a pintar linhas nas pernas com lápis para criar a ilusão do uso da
meia calça.

Com o fim da guerra, o luxo e a elegância voltaram com tudo. O corte masculino foi
abandonado e a valorização a feminilidade intensificou-se. Em 1947, Dior lançou a
coleção chamada “New Look”, com saia de cintura fina e blusas estruturadas, sapatos
altos, luvas e chapéu. As curvas femininas eram valorizadas. A coleção marcou a volta
da alta costura. No fim da década, o prêt-a-porter, trazido dos Estados Unidos,
começa a competir no mercado com a alta-costura.

Com o isolamento de Paris, os americanos passaram a inventar sua própria moda.


Criaram conjuntos de peças onde podiam ser combinadas com demais roupas,
criando assim o sportswear americano. Com isso, o ready-to-wear, depois chamado
de "prêt-à-porter" pelos franceses, se transformou numa forma prática, moderna e
elegante de se vestir.

Com roupas mais confortáveis e a necessidade de trabalhar, as mulheres passaram a usar a bicicleta
como transporte.
Fonte: http://mylittleicecream.blogspot.com.br/2012/02/1940-moda-guerra-moda-do-seculo-xx.html
Com a escassez do náilon para a fabricação da meia calça, as mulheres pintavam as pernas
Fonte: http://mylittleicecream.blogspot.com.br/2012/02/1940-moda-guerra-moda-do-seculo-xx.html

1950 – A década de 50 é conhecida como Anos Dourados. É marcada pela


sensualidade e pela época juvenil com muito Rock and roll. Os vestidos e as saias
eram longos, que arrastavam no chão. Eram com babados e rodados, e especialmente
acinturados. Os vestidos curtos também estavam em alta, eram rodados e com cores
fortes. Suéter, jeans, cigarrete e saias rodada eram usados pela juventude. Luvas de
couro, renda e seda faziam parte do look.

Os modelitos de Dior foram sendo substituídos pelas criações de Coco Chanel com
saia-line e trança-aparado, casaco estilo jaqueta. Surge uma linha de saias godê para
serem usadas com blusas diversas. Peças de tricô também se tornaram comuns no
guarda-roupa. Surge a bainha sereia e as adolescentes já iniciam o uso da calça
comprida. O estilo “dona de casa” era o objetivo principal da mulher pós guerra, que
teria que cuidar do marido e da casa. A silhueta ampulheta foi valorizada. Nesta época
surge também o consumo da lingerie. As peles eram consideradas símbolo de status.

As atrizes Grace Kelly e Audrey Hepburn eram símbolos de beleza pelo estilo sensual
e jovialidade assim como atrizes Rita Hayworth e Ava Gardner. Em busca de algo
mais jovial na moda, os adolescentes criaram a moda colegial, inspirada no sportwear.
As moças usavam, além das saias rodadas, calças cigarrete até os tornozelos,
sapatos baixos, suéter e jeans. As meninas usavam cabelos longos e retos, as
adolescentes usavam rabo de cavalo, e as mulheres adultas usavam curto, ondulado
ou crespo.

Fonte: http://www.mulhersingular.com.br/2012/12/anos-50-voce-sabe-o-que-usar-em-festas-com-temas-
de-outras-decadas-de-1950-a-2000/

Fonte: http://garotavodu.blogspot.com.br/2011/01/decada-50.html
1960 – A década de 60 foi marcada por transformações no mundo da moda. O ídolo
do Rock Elvis Presley lança a tendência do uso de jaquetas de couro, topete e jeans.
As moças começavam abandonar as saias rodada pelas calças cigarrete, em busca
da liberdade.

A chamada “geração beat”, começava a se opor à sociedade de consumo vigente. A


partir daí a transformação na moda seria radical. Era o fim da moda única e o vestir se
baseava cada vez mais ao comportamento das pessoas.

De acordo com Garcia (Folha Online – Almanaque Moda


http://almanaque.folha.uol.com.br/anos60.htm):

Na moda, a grande vedete dos anos 60 foi, sem dúvida, a minissaia. A inglesa Mary
Quant divide com o francês André Courrèges sua criação. Entretanto, nas palavras da
própria Mary Quant: "A ideia da minissaia não é minha, nem de Courrèges. Foi a rua
que a inventou". Não há dúvidas de que passou a existir, a partir de meados da
década, uma grande influência da moda das ruas nos trabalhos dos estilistas. Mesmo
as ideias inovadoras de Yves Saint Laurent com a criação de japonas e sahariennes
[estilo safári], foram atualizações das tendências que já eram usadas nas ruas de
Londres ou Paris. O sucesso de Quant abriu caminho para outros jovens estilistas,
como Ossie Clark, Jean Muir e Zandra Rhodes. Na América, Bill Blass, Anne Klein e
Oscar de la Renta, entre outros, tinham seu próprio estilo, variando do psicodélico [que
se inspirava em elementos da art nouveau, do oriente, do Egito antigo ou até mesmo
nas viagens que as drogas proporcionavam] ou geométrico e o romântico.

Os jovens passaram a ter uma moda com a cara deles e de seu comportamento, não
mais a moda de seus pais. Surgiram variedades nas estampas, cores e fibras. As
fibras sintéticas se popularizaram e passaram a se misturar as naturais.

Surge então uma modelo magra, com cabelo curto e cílio inferiores pintados com
delineador. Twiggy se tornou um ícone da moda dos anos 60 e definiu até os dias
atuais o chamado padrão de beleza.

A moda masculina foi influenciada pelos Beatles, com paletós sem colarinho de Pierre
Cardin e o cabelo de franjão. Os mods, com paletó cintado, gravatas largas e botinas.
A gola rolê fez sucesso no guarda-roupa masculino.

O avanço da tecnologia e as conquistas espaciais influenciaram a sociedade e a


moda, assim como o movimento artístico art pop. Nesta mesma época surge o
movimento da contracultura, onde os jovens buscavam uma vida underground, à
margem do sistema oficial. A moda era cabelos longos, roupas coloridas, misticismo
oriental, música e drogas. Os jovens foram às ruas protestar e a mulher conquistou o
espaço na sociedade.
Os jovens buscavam a liberdade e um estilo próprio
Fonte: http://3.bp.blogspot.com/-Zc8lNRTu6zI/UBq-
AWTvzUI/AAAAAAAAB7Q/3lvCbMu5LZQ/s1600/miniskirt3_thumb.jpg

Os jovens entraram na onda do movimento da contracultura


Fonte: http://moda.culturamix.com/blog/wp-content/gallery/moda-dos-anos-60/moda-60-8.jpg
1970 – A moda dos anos 70 foi marcada pela rebeldia dos jovens, a liberdade da
mulher e as experimentações de materiais, cores, formas e texturas. A era Hippie-chic
ganhou espaço com as estampas multicoloridas, e tecidos de estilo cashmere das
roupas indianas. A minissaia saiu de cena no início da década, e a calça de boca de
sino e o sapato plataforma passaram a fazer parte do guarda-roupa dos jovens. Surge
a onda glitter com características futurista, andrógina, metálica e espacial sintetizada
na figura do roqueiro David Bowie. As mulheres tinham os cabelos desalinhados, saias
longas ou curtíssimas com inspiração indiana, batas e estampas florais ou
multicoloridas.
A década traz a mistura do rock, da era paz e amor e do disco, onde as meias de lurex
e o top fizeram sucesso nas pistas das discotecas. O movimento punk surge em
seguida para questionar os valores impostos pela sociedade.

De acordo com Mayer (Almanaque especial Moda


http://almanaque.folha.uol.com.br/clip.htm), até hoje, a década é uma referência para
os criadores de moda, que se inspiram nas múltiplas tendências dos anos 70: hippie,
glitter, disco, punk e até a moda engajada, que, ironicamente, chegou a adotar o estilo
militar nas roupas. Por isso, para o Brasil pelo menos, talvez os anos 70 não tenham
terminado em 1979, mas um pouco depois, com a luta pela abertura política, com a
luta pelas "Diretas Já" em 1984, com o amadurecimento de uma produção cultural de
peso no cinema, na música, na televisão, ou até mesmo, em 1982, com a derrota da
Seleção Brasileira na Copa, doze anos depois da conquista do tri.

Fonte: http://fashiondaystb.blogspot.com.br/2011/06/moda-dos-anos-70.html
As mulheres usavam os cabelos desalinhados, saias longas ou curtíssimas com inspiração indiana, batas
e estampas florais ou multicoloridas.
Fonte: http://noiteafull.com.br/blog/?p=2807

1980 – A década de 80 foi marcada pela onda das academias de ginástica. Iniciou-se
a utilização da lycra, sapatilha e a polaina. As roupas eram excêntricas e exageradas,
com cores cítricas, estampas de animais e, sobretudo, muito alegres. Os jovens
buscavam as tinturas com cores exóticas nas roupas. Apesar da adesão à moda
futurista, alguns estilistas como Giorgio Armani mantiveram suas criações com os
cortes sóbrios e estilo clássico. Os cortes assimétricos com franja repicada eram o
sucesso da década. O uso do topete com muito gel fazia parte dos looks.

O culto ao corpo tomou conta da geração dos anos 80. As pessoas queriam fazer
parte do dia a dia da academia, e fazer parte de aulas de dança. Este novo
comportamento originou na utilização de peças como collants, polainas, tênis, o
moletom e a lycra. O All Star conquistou os jovens pela praticidade, simplicidade e
diversidade de cores e estampas. A sandália de plástico Melissa também surge nesta
época com suas cores vibrantes e alegres. Na maquiagem e acessórios, tudo era
colorido e extravagante. Sombras fortes, batom com cores vivas, e muito acrílico,
plástico e cintilante. Nesta época o jeans ganhou status, voltam à tona o glamour e o
excesso de brilho nos vestidos da noite.
Fonte: http://livinhas-place.blogspot.com.br/2011/03/roupas-anos-80.html

Estilos de cabelo dos anos 80


Fonte: http://coisaspraver.blogspot.com.br/2013/11/como-eram-as-roupas-dos-anos-80-
moda.html#.U11x3PldWE0
1990 – A moda dos anos 90 traz estampas geométricas, minimalismo e muito
exagero. As peças como casacos coloridos, camisas coloridas, jeans desbotado, os
bonés de aba reta, acessório anteriormente exclusivo do estilo hip-hop, cada vez mais
se tornaram populares. Os macacões também fizeram parte do cenário. Os sapatos no
estilo casual-descolado e os tênis de cano alto fizeram alegria dos jovens. Os
piercings e tatuagens se tornaram mais comuns. Nesta época não existe mais a moda
universal. Através da personalidade da pessoa é que ela vai definir o que vai usar.

A moda da década de 90 foi marcada pelo surgimento de um dos mais importantes


eventos de moda do Brasil o Morumbi Fashion Brasil, que a partir de 2001
transformou-se em São Paulo Fashion Week. As maiores marcas do Brasil mostram
suas criações a cada seis meses.

O movimento grunge representado por camisas de flanela, meias coloridas, jeans


rasgado e tênis All Star eram uniforme para muitos jovens. No cenário mundial surge a
modelo Kate Moss, exemplo de beleza, com sua imagem franzida e magrela. A moda
segue o caminho da busca pelo estilo próprio, uma mistura de étnico, fetichista,
religioso, clubber e vários outros estilos.

Calças jeans até a cintura e cortes retos marcaram os anos 90


Fonte: http://educacaofisicajoaodoria.blogspot.com.br/2013/05/trabalho-do-segundo-bimestre.html
Seriados e bandas influenciam a busca pela moda pessoal dos anos 90
Fonte: http://2.bp.blogspot.com/-RwSwWCw2y-
E/UCb5RTG_CmI/AAAAAAAACp8/H7DsNuWWLjM/s1600/untitled-21.jpg

2000 até os dias atuais – A partir do ano 2000 a moda se torna cada vez mais
individual e as pessoas buscam se identificar com os estilos que a sua personalidade
pertence. Ela torna-se mais simplificada e os jovens se tornam formadores de opinião.
As botas de plataforma voltam a reinar, o All Star se renova com estampas, cores e
texturas e as mulheres começam a alisar os cabelos. Algumas pessoas seguem as
tendências enquanto outras apenas deixam-se levar pelo gosto, estilo ou o modismo.
As botas de cano alto, as calças rasgadas, as estampas de animais, as blusas de um
ombro só, roupas esportivas, estampas e bordados na moda masculina, e uma
infinidade de peças entram e saem das passarelas. O Brasil começa a observar a
riqueza, o comportamento e o estilo de vida de seu povo e inicia a criação da moda
brasileira.
Algumas pessoas seguem as tendências enquanto outras apenas deixam-se levar pelo gosto, estilo ou o
modismo.
Fonte: http://qualidadidivida.blogspot.com.br/2013/05/moda-retrospectiva-quem-ja-viveu.htm

Dicas de vídeo sobre a História da Moda:

História da Moda parte 1


https://www.youtube.com/watch?v=cFTW3bGuu8I&feature=player_embedded

Programa Todo Seu – Gabrielle Coco Chanel


https://www.youtube.com/watch?v=me3fcmJymMM&feature=player_embedded

Identificação de cores, padronagens e modelagens

Para descobrir o que realmente fica bem em você não existe fórmula mágica, e o seu
melhor consultor é o espelho. Observe seu corpo de todos os ângulos e analise suas
proporções. No mundo da moda não basta só querer, é preciso ter bom senso na hora
de escolher o look e ver de que forma você pode usar aquela peça ou estampa. O jogo
de cores, padronagens e modelos pode fazer toda a diferença, é preciso aprender a
disfarçar as imperfeições e valorizar os pontos positivos.

Para as pessoas muito baixas, altas ou fora do peso, é importante ter cuidado com as
padronagens. O uso excessivo de estampas ou contraste de cores pode prejudicar o
sucesso do look. As roupas com estampa floral exagerada podem ser vilãs na hora de
montar um traje. Assim como poás muito grandes.
Para as baixinhas e gordinhas é importante ficar longe de peças com listras largas
verticais e horizontais, pois evidenciam as gordurinhas. No caso das magras e altas,
elas podem ser uma boa opção, mas no caso apenas de listras largas horizontais.

De acordo com Pezzolo (2011, p.55) listras finais no sentido vertical são indicadas
tanto para gordinhas, como para baixinhas, pois afinam o corpo e alongam a silhueta.

Cores
As cores são um importante artifício para valorizar a beleza e disfarçar imperfeições,
porém é preciso saber identificar de que forma usá-las. As cores escuras e foscas são
usadas para diminuir, já as claras e brilhantes, evidenciam. É preciso tomar cuidado
na hora de misturar as cores, para não causar efeitos contrários. A pessoa que possui
um tronco miúdo e um quadril volumoso não deve usar uma calça clara com uma
blusa escura. O correto é usar cores escuras da cintura para baixo.

Quem possui busto volumoso deve fugir de estampas grandes, cores claras e objetos
chamativos, inclusive decote v. Cores escuras ajudam a disfarçar.

Para as pessoas que estão fora do peso, evite cores claras. Os tons escuros sempre
são a melhor opção.

De acordo com Pezzolo (2009, p.33): Alguns estilistas se valem do poder comunicativo
das cores para caracterizar suas coleções. O vermelho vibrante, por exemplo, tornou-
se a marca de Valentino. A profusão de cores é constante na criação de Lacroix, no
imaginativo Miyake e nas malhas de Missoni. Tons pastel, sóbrios e discretos, são
típicos de Calvin Klein. Enquanto cores primárias marcam a moda de cunho popular.
Já as cores secundárias e os tons intermediários, caminham pari passu com mestres
como Giorgio Armani, por exemplo.

Paleta de cores
Fonte: http://www.7desenvolvimento.com/4-geradores-de-paleta-de-cor/
As cores interferem na imagem perante as pessoas, representando o que elas sentem,
pensam ou acreditam. Elas podem tranquilizar, estimular, dar prazer ou mesmo
deprimir. No mundo da moda busca-se uma harmonização das cores com a coloração
pessoal.

Algumas cores podem fazer as pessoas ficarem amarelas e pálidas outras realçam a
beleza natural da cor da pele ou dos olhos. Para saber as cores ideais para cada tipo
de pessoa, o analista faz uma seleção das cores que a pessoa deve usar. A
intensidade, o valor e o sub tom das cores precisam estar em sintonia.

A hemoglobina, a melanina e a carotina são os três pigmentos que definem a


coloração de uma pessoa, que se identifica pelo tom de pele, cor dos cabelos e dos
olhos.

As cores quentes são mais luminosas, e as cores frias menos. De acordo com Aguiar
(2011, p.102) As cores claras passam a mensagem de uma pessoa romântica, gentil,
e informal. As cores escuras transmitem autoridade e audácia. As cores intermediárias
são cores clássicas e neutras – entre o masculino e o feminino.

As cores nos passam mensagens pela reação que causam nas pessoas. De acordo
com a psicologia das cores, acor vermelha é a cor da paixão e do sentimento.
Simboliza o amor, o desejo, sensual, orgulho, violência, agressividade, arrogância e
intolerante.

O azul é a cor do respeito, da confiança, da estabilidade. Transmite dignidade e


civilidade. Representa uma personalidade honesta, conservadora e atenciosa. Por
outro lado representa também a depressão, frieza, idealismo, obscenidade, medo,
passividade, rigidez, hipocrisia, emocionalmente instável.

A cor rosa é alegre, divertida, significa beleza, a boa saúde, sensualidade e também
romantismo. Tem conotação positiva e é a cor universal do amor. Possui uma
personalidade gentil, afetuosa, feminina, romântica, apaixonada.

A cor laranja é quente como o amarelo e o vermelho. É uma cor audaciosa. Possui
personalidade extrovertida e prática. É ideal para ser usada em festas.

A cor amarela é estimulante e simboliza o otimismo. Possui uma personalidade


receptível, alegre, criativa e ocupada. Ideal para o uso na venda de produtos.

O verde significa a juventude, esperança, calma, amigável, harmonia,


responsabilidade. Possui personalidade receptiva, equilibrada e deve ser usada para
datas românticas.
O violeta significa prosperidade, nobreza, respeito, reflete personalidades que são
criativas e inteligentes.

A cor preta está associada a ideia de morte, luto ou terror, no entanto também se liga
ao mistério e à fantasia. A cor possui um valor de certa sofisticação e luxo. Possui
personalidade dramática, chique, forte, elegante e feminina.

O branco refere-se à paz, a calma, a confiança, a limpeza, a expressividade. Traz a


sensação de mudança. Personalidade calma, conservadora.

A cor marrom é informal e está relacionada à humildade. Cor neutra que não
transmite muita atenção. Personalidade bem-sucedida, confiável e segura.

O cinza pode simbolizar o medo ou a depressão, mas também é a cor do refinamento,


ligada à filosofia. Possui personalidade poderosa, autoritária e controladora. É ideal
para ser usada em atividades criativas e reuniões de negócios.

Modelagens

As linhas verticais alongam e afinam o corpo. Para quem está acima do peso ou é
baixinha, um modelo inteiro, sem corte na cintura, alonga a silhueta. As sobreposições
podem disfarçar os quilos a mais.

Os jabôs, por serem verticais, alongam o decote e valorizam o colo. Babados muito
grandes devem ser evitados.

Recortes verticais, especialmente em vestidos, casacos e paletós alongam a silhueta,


dão um efeito emagrecedor.

O decote V alonga o pescoço e o tronco e favorece as mais cheinhas.

Para Pezzolo (2011, p.58) quem está acima do peso precisa evitar cintura marcada,
decote canoa, pala horizontal, bainha arrematada por viés e também pregas, recortes,
barrados e babados. Basta lembrar que todos viram linhas horizontais que visualmente
contribuem para alargar a silhueta.

Para disfarçar a barriga saliente, pode-se utilizar uma saia com leve drapê lateral, na
altura dos quadris ou pareô com amarração lateral.
Fonte: http://mdemulher.abril.com.br/moda/reportagem/ta-na-moda/xadrez-como-usar-tipos-padronagens-
587383.shtml

Dicas de vídeos sobre tendência:

Tendência para o inverno 2014


https://www.youtube.com/watch?feature=player_embedded&v=oSiWEodoYlU

Programa Fashionistando
https://www.youtube.com/watch?v=8Xt26NyXpFU&feature=player_embedded

Moda e linguagem

A roupa é um signo que transmite muito mais do que um estilo. Ela transmite
pensamentos, sentimentos que habitam o ser humano, no momento em que ele está
usando-a. O look que você está usando hoje pode transmitir exatamente o que você
quer dizer às pessoas que passam por você.

A moda é o reflexo da sociedade por isso vive em constante transformação. Carrega


em sua história momentos de exageros e de economia. Em muitos deles, o uso da
roupa despertava atenção dos demais pelo excesso de adornos e panos. Quanto mais
enfeitada e cheia de joias a mulher estava, mais rico era o seu marido. A estilista
Gabriela Coco Chanel lançou um estilo que marcou a época e jamais foi esquecido.
Enquanto as mulheres usavam espartilhos, chapéus decorados e muitas joias, ela
investia em seu estilo masculinizado e simples. Um novo estilo sem excessos.
De acordo com Cidreira (2005, p.101):

...Certos da veracidade do ditado a primeira impressão é a que fica”, parisienses e


londrinos desfilavam, em pleno período das Luzes, pelas ruas e café da cidade,
trazendo em suas indumentárias preciosos indicadores do seu estatuto social. Ao que
parece a sociedade encontrava-se totalmente delineada e ordenada , havendo
divisões de papéis muito claras e definidas tendo a indústria da moda e sua
consequente distribuição entre a população como fortes aliados.

Algumas informações podem ser compreendidas em vários locais, representando a


mesma mensagem. Cores escuras ainda representam o luto, a morte, enquanto a cruz
vermelha pintada na porta de um carro representa uma ambulância. Profissionais da
saúde trabalham com roupas brancas, assim como as cores das faixas em um
quimono representam as fases que uma pessoa conquista ao longo de seu treino.

Anel dourado do lado direito da mão representa uma pessoa noiva e do lado esquerdo
uma pessoa casada.

De acordo com Martine (1996, p.34) Terno, gravata e camisa branca são considerados
um traje ocidental sóbrio para um homem. Usados quando de alguma cerimônia oficial
significam conformidades aos costumes. Usados quando de um encontro com amigos
com roupas mais descontraídas, podem significar distância ou disfarce.

Existem pessoas que quando estão de bom humor, gostam de se maquiar, colocar
acessórios e roupas chamativas, porém quando estão tristes ou com algum problema,
vestem qualquer coisa e nem penteiam o cabelo. É uma forma de expressar o que ela
sente naquele momento. Sem dizer nada, o simples fato de olhar para ela, você pode
perceber que ela veste o que sente.

A linguagem da moda pode ser identificada também em grupos. As pessoas que


curtem rock gostam de usar camisetas de bandas, coturnos, muito jeans e
maquiagens com tons escuros. É claro que isso não é uma regra, mas são
características percebidas principalmente em eventos que existem várias pessoas com
o mesmo estilo. A moda vem das ruas. E é essa maneira de se expressar que inspira
os designers a criarem peças em que as pessoas se identifiquem e possam gostar.

Com a mistura de estilos e de tendências, fica cada vez mais difícil de identificar a
linguagem de um look. Todos querem buscar autenticidade sem estar fora dos
padrões impostos pela sociedade.

A moda é um reflexo mutável do que somos e dos tempos em que vivemos. As roupas
revelam nossas prioridades, nossas aspirações, nosso liberalismo ou
conservadorismo (Georgina O’hara Callan).
Dica de leitura
CASTILHO, Kathia. Moda e linguagem. 2. ed. São Paulo, SP: Anhembi Morumbi,
2009. 199 p. (Moda e comunicação.)

Fonte: http://estilosamenterockiro.blogspot.com.br/2013/02/blog-post_7406.html

Tendências de Moda

O fato do desfile de moda apresentar características semelhantes em cores, estampas


e tecidos não é mera coincidência. Antes de iniciar a criação de uma coleção, o
designer faz uma pesquisa para saber o que estará na moda na próxima estação. É
uma forma de estar em sintonia com as mudanças do mundo da moda que se
relacionam não somente com as criações mas com o comportamento do ser humano.

As chamadas tendências de moda são previsões e pesquisas realizadas por empresas


ou mesmo pelos profissionais da moda para saber quais são os produtos do ciclo da
moda. São pesquisas de consumo, análise de valores sociais, releituras, desejos dos
consumidores e as mudanças na sociedade, além de consagração de ídolos,
personagens, cores, formas, materiais.

Apesar do grande desenvolvimento da moda brasileira, as pesquisas ainda são


realizadas nas capitais mundiais que ditam a moda. Os caçadores de tendências
chamados de coolhunters conseguem saber o que o grupo ou a grande maioria das
pessoas está desejando. As informações são apresentadas aos bureaux de estilo para
que os profissionais possam trabalhar em seus produtos. É uma mistura de
informações que são filtradas pelos designers para a hora da criação.

Algumas empresas se especializaram em pesquisa de tendência para assim vender as


informações para os profissionais da moda. Um exemplo de empresa que realiza este
trabalho é a WGSN, que surgiu em 1998 como um serviço de pesquisa de tendências
para as indústrias de moda e design, oferecendo tendências e análises para as
maiores e mais influentes empresas do mundo. Hoje, a empresa é líder mundial em
tendências de moda, com mais de 300 colaboradores nas áreas de editorial e design,
em escritórios ao redor do mundo na Europa, Ásia, América do Norte e do Sul e
Oriente Médio. Confira o site http://www.wgsn.com/br

Algumas informações permanecem para outras estações ou até mesmo anos, outras
têm um curto tempo. Dependendo da aceitação do mercado ela pode se tornar um
estilo ou apenas um modismo.

Para o inverno 2014, as tendências de moda se baseiam em calças modeladas;


franjas no estilo western; bolsa saco; moletom chique; fendas; recortes e tiras nas
peças; tons fechados, de cores mais frias e sóbrias; estampas florais; estampas de
animais; uso do couro; figuras geométricas; jardineiras; pied de poule; tricô estilizado,
boho e xadrez.

Tendências para o outono/inverno 2014


Fonte: http://vejario.abril.com.br/especial/tendencias-outono-inverno-2014-777323.shtml
A moda e a indústria

Grandes absorvedoras de mão-de-obra, as indústrias têxtil e fabril estão entre as


atividades mais antigas da humanidade, utilizam métodos e processos muito
conhecidos e uma tecnologia de domínio mundial.

A Produção de fibras, fiação, tecelagem, malharia, acabamento e confecção são os


segmentos que englobam o complexo têxtil. Também podem ser considerados
segmentos do setor agroindustrial, químico e bens de capital que são relacionados à
matéria-prima e equipamentos.

De acordo com Dwyer (2001, p.31) o consumo de têxteis no mundo está dividido, a
grosso modo, na proporção de 50 % entre fibras sintéticas e artificiais e 50% de fibras
naturais. Dentre as fibras sintéticas, a mais importante em termos de consumo é o
poliéster, e o algodão no caso das fibras naturais.

Os países asiáticos e alguns países em desenvolvimento são mais competitivos na


produção de artigos de massa, que podem ser caracterizados como commodities,
tecidos de índigo, tecidos crus de algodão e de rami, camisetas brancas ou de tecidos
sintéticos e artificiais fabricados em plantas integradas, de grande capacidade de
produção e baixos custos.

A partir dos anos 50, 60 e 70, multiplicaram-se as texturas, cores, estilos e o


consumidor tornou-se o foco principal, e adaptação das tendências de moda do
exterior, teria que ser cada vez mais rápida.

Com o desenvolvimento da tecnologia, as empresas possuem máquinas cada vez


mais modernas facilitando as etapas da produção e acabamentos. É a busca pela
eficiência produtiva.

Fonte: http://www.valor.com.br/carreira/1103354/pesquisa-indica-medias-salariais-da-industria-da-moda
Novidades e tecnologias

O mundo da moda traz para o mercado cada vez mais informações, tanto para o
desenvolvimento, quanto para a tecnologia, oferecendo maior qualidade, durabilidade
e praticidade ao cliente.

Calças jeans com diferentes lavações, blusas com passamanarias e bordados,


apliques de vários tipos, novas fibras para o desenvolvimento de tecidos mais
resistentes e mais confortáveis, e praticidade acima de tudo.

A tecnologia têxtil lança novidades para todos os segmentos, buscando atender a


demanda de um público que procura estar bem vestido, sem muito tempo a perder e
que precisa estar confortável para aguentar um dia de trabalho.

As empresas de uniformes buscam no mercado tecidos tecnológicos que possam


oferecer conceitos, para garantir o bem estar do empregado no dia-a-dia.

O site: http://www.polishop.com.br/is-bin/INTERSHOP.enfinity/eCS/Store/pt/-
/BRC/ProduVisualizar (2006), mostra um tipo de tecido tecnológico utilizado para
facilitar e ajudar na saúde das mulheres. O tecido Spandex pode ser utilizado para a
fabricação de ternos, calças e saias.

Shape Control foi pensado e projetado para agir nos pontos críticos e mais difíceis de
modelar. As exclusivas tramas de modelagem instantânea, confeccionadas com
microfios de Spandex*, levantam o bumbum, afinam a cintura, melhoram a postura e
modelam coxas e quadris ao mesmo tempo. Além das faixas cruzadas de compressão
confortável que firmam e modelam o corpo com total conforto, amenizando marcas de
flacidez ou celulite. Ele não deixa marcas sob as roupas e possui o comprimento ideal
para não deixar dobrinhas na região do abdômen superior. É o único que embeleza
seu corpo e ainda permite que sua pele respire. Você pode passar o dia usandoShape
Control sentindo-se bem e com tudo no lugar.

De acordo com o site http://www.hering.com.br/Canais/glossario/ (2006):

ELASTANO, FIO (SPANDEX): fibra artificial proveniente do poliuretano, mais


conhecida comercialmente como LYCRA. Provém da família das fibras químicas que
possuem a maior capacidade elástica existente. Seu espichamento é altíssimo o que
confere a ele a capacidade de esticar e retornar ao seu estado inicial sem
danificações. A Cia Hering utiliza a melhor lycra existente, proveniente de
fornecedores como a Rhodia, por exemplo. O fio de spandex é muito utilizado em
roupas que necessitem de movimentos livres (como nos artigos da linha ACTIVE
WEAR) e uma alta transpiração, sendo que misturado com tecidos como o algodão,
proporcionam conforto, elasticidade, boa transpiração e ótima resistência ao calor e ao
frio.
Outros tecidos tecnológicos surgem no mercado para oferecer qualidade, conforto,
comodidade em relação à transpiração, manchas, fácil manuseio e fácil manutenção.

O Oxford é um exemplo de tecido utilizado pelas empresas de uniforme para a


produção de ternos, calças, camisas e saias. É um tecido de construção de tela sendo
um fio tinto e um fio cru no entrelaçamento da trama e do urdume, deixando um
aspecto na camisa de duas cores (sendo o fundo branco). Sua composição é 100%
poliéster.

O termo microfibra é concedido a fios sintéticos que são formados por filamentos
extremamente finos. Estes filamentos podem ser 60 vezes mais finos que um fio de
cabelo e 10.000 filamentos de microfibra podem pesar menos que 1 grama. Os artigos
de malha produzidos com Microfibras possuem como características, o toque sedoso,
vestem muito bem, encolhimento da peça extremamente baixo, alta resistência, baixo
abarrotamento e bom isolamento quanto a vento e frio. As microfibras podem ser de
poliéster, poliamida (nylon), acrílico ou viscose.

O Suplex fibra DuPont Sudamerica S/A é indicado para tecidos esportivos, visto que
alia as propriedades das malhas de algodão, confere maciez e flexibilidade a peças
confeccionadas, em adição a durabilidade e resistência do nylon (poliamida). Devido
ao sistema de texturização a ar, desenvolve um toque parecido com o do algodão,
aliado a vantagens das fibras sintéticas. Tecido que proporciona conforto, resistência,
caimento e possui uma secagem relativamente mais rápida que outros tecidos.

O algodão/ Cotton constitui uma das principais fibras têxteis de produção, com
comercialização e uso em larga escala mundial. No Brasil, é a principal fibra têxtil,
tendo suas fontes de produção localizada nas regiões Nordeste, Sul e Centro-Oeste
do país. As principais características para a produção de fios de algodão de boa
qualidade são: o comprimento da fibra, e a resistência da fibra.

O tricoline é um tecido de construção de tela com a leveza e a resistência do algodão


penteado mercerizado, atende a um mercado cada vez mais sofisticado e exigente em
tecidos leves, especialmente nos segmentos de camisaria.
Os bordados estão fazendo parte da criação e desenvolvimento dos uniformes. Tanto
para identificação, como para criar um diferencial. As formas tecnológicas de produção
auxiliam na busca pelo diferencial e qualidades dos produtos.

De acordo com Treptown (2005, p.152): Os bordados são traduzidos como programas
que movimentam uma série de bastidores onde as peças são fixadas sob cabeçotes
de costura, alimentados com linhas de diversas cores. Cada desenho resultará em um
programa de sequência de cores (linhas) a serem bordadas e os movimentos que os
bastidores executarão sobre os cabeçotes.
A quantidade de cores em um desenho de bordado é limitada pela quantidade de
agulhas disponíveis no cabeçote das máquinas de bordar. A ordenação das cores
deve ser numerada para que o designer possa programar variantes de cores,
conforme cada cor de fundo utilizado.

Além da tecnologia desenvolvida para bordados em grandes empresas, o mercado


traz as máquinas de bordados domésticas, que podem ser utilizadas por qualquer
pessoa.

A empresa Brother, encontrada no site www.brother.com.br, lança no mercado as


máquinas de bordar, práticas e dinâmicas, elas podem ser facilmente utilizadas, dando
um resultado diferenciado nas peças.

A máquina PE150V dispõe de vários recursos, ideais para uma máquina de bordar
doméstica, incluindo a praticidade e facilidade de uso que possibilitará bordar
trabalhos de alta qualidade.

O mercado de moda feminino e masculino

O desejo do consumo, a variedade de produtos e a mudança no comportamento do


ser humano tem transformado o mercado de moda em um dos mais rentáveis. As
pessoas querem ser cada vez mais únicas dentro de um todo. Vale tudo na hora de
ostentar. Segmentos básicos surgem a cada dia por conta da evolução do mercado e
das culturas.

O segmento masculino é o menos abrangente visto que os homens passaram muito


tempo sem se dedicar ao seu guarda-roupa. Atualmente este conceito mudou e já se
desenvolveram outros segmentos como vanguarda, ginástica, esportes radicais e
fashion. O homem passou a se preocupar com a sazonalidade, tendências e as
novidades do mercado.

De acordo com Cobra (2007, p.23 e 24):

A moda gera empregos porque é uma indústria, e como tal, obriga à renovação, ao
consumo, e portanto a circulação de dinheiro. Quando um consumidor compra um
terno, por exemplo, está movimentando a economia, atingindo um grande número de
pessoas, desde o estilista até a faxineira da loja que comprou a roupa. O negócio de
moda tangencia as áreas de criatividade, produção, administração e Marketing. Para
fascinar e emocionar as pessoas vale-se de conhecimentos oriundos da psicologia e
sociologia. Seu estudo portanto é uma atividade multidisciplinar envolvente e
desafiadora.
O mercado para adolescentes está em constante desenvolvimento. Os jovens estão
começando a trabalhar mais cedo e adquirindo sua independência financeira, além do
poder de escolha na hora da compra.

O jeans é uma matéria-prima que se encaixa em diversos tipos de produtos voltados


para diferentes faixas etárias. A sua produção e comercialização vem se intensificando
na busca por novos materiais e lavagens. Uma busca para agregar valor às peças.

De acordo com Dwyer e Feghali (2001, p.87) Especula-se que há um investimento


médio de R$ 500 mil por ano para o desenvolvimento de uma nova calça jeans – do
tecido à modelagem final. A renovação é constante. A evolução do jeans XX foi brutal:
nenhuma outra roupa sofreu tantas mudanças e ganhou tanto valor simbólico.

A lingerie também é uma peça em destaque no mercado. Ela deixou de ser apenas
uma peça utilitária, para se transformar em artigo de desenho, ganhando estilo,
tendência e novas modelagens. O biquíni e a moda surf seguem o mesmo caminho do
sucesso.

Por ser um país com belas praias e clima tropical, o Brasil produz hoje o que há de
mais moderno e fashion no segmento de moda praia. A modelagem brasileira serve de
referência para demais países. Marcas como Salinas e Água de Coco destacam-se no
cenário mundial. O biquíni, entretanto, não foi inventado por um brasileiro, e sim por
um francês em 1946, mas o “jeitinho brasileiro” conquistou as praias e piscinas do
mundo inteiro.

Seguindo a tendência de nossos quatro mil quilômetros de praias, a moda surfwear


vem ganhando espaço e se aprimorando. O segmento surgiu nos anos 70 de uma
forma artesanal e hoje já possui inúmeras marcas.

Assim como os adolescentes, o público infantil está se tornando independente nas


escolhas. Os pais que antes apenas levavam as crianças às lojas para provar as
roupas, hoje já ouvem os pequenos decidindo o que vão levar. Os gostos variam da
idade de dois a dez anos.

Segundo Dwyer e Feghali (2001, p.92) nas classes mais abastadas, os pais tem
aberto a carteira para comprar peças mais caras, aumentando o faturamento das
empresas do setor. O volume de produção também vem subindo, fato que mostra um
crescimento de vendas entre fabricantes de produtos mais populares.

O mercado de acessórios tem grande importância no Brasil. Qualidade, design,


matéria-prima natural e criatividade fazendo com que os produtos brasileiros tenham
as portas abertas no exterior. É importante que o profissional que queira seguir esta
área, busque uma especialização, afinal possui a mesma base de informação porém
se diferencia na modelagem, manufatura, acabamento e outras técnicas.
O consumidor está cada vez mais informado, mais exigente e com desejo de compra.
Existem segmentos para todas as áreas. Basta você se especializar em uma delas e
empreender. Nichos de mercado são formados por consumidores qualificados, ou
seja, que são mais exigentes quanto ao conceito do produto e sua cadeia produtiva.

Em entrevista ao site Epoch Times (http://www.epochtimes.com.br/), a consultoria de


moda Geni Rodio explica que a moda é ampla, vai além do modelo da roupa e está
estreitamente ligada à economia. “Eu costumo dizer muito isso, que é muito importante
que a gente tenha uma visão mais ampla do modelinho da roupa, sobre o que vai usar
e o que não usar, até porque o que vai usar e o que não vai usar está muito mais
ligado a quanto ela [a roupa] vai custar, do que qualquer outra coisa”, disse Geni.

Os segmentos alternativos como cama, mesa e banho também se adequaram a


conceitos e tendências.

Marcas de Moda

Conheça algumas importantes marcas do mundo da moda

Louis Vuitton - É uma marca francesa, especializada na produção de malas de


viagem e bolsas luxuosas. Foi fundada em 1854 por Louis Vuitton, e é uma das
empresas da holding LVMH, sediada em Paris, França. Além de bolsas e malas,
também produz sapatos, acessórios, vestuário, relógios, etc.
Confira o site: http://www.louisvuitton.com.br/front/#/por_BR/Louis-Vuitton

Fotos: Campanhas da Louis Vuitton / Divulgação.

Hermès - Marca de luxo francesa, fundada por Thierry Hermès em 1837. Iniciou
produzindo artigos em couro para montaria, e depois passou a produzir produtos de
luxo. Ficou mundialmente famosa pela cor laranja e por seus lenços de seda com
motivos eqüestres. Outro produto famoso da marca foi a bolsa de couro, em forma de
trapézio, chamada "Kelly". Esta bolsa foi uma homenagem da marca à princesa de
Mônaco Grace Kelly, que jamais se separava de sua bolsa HERMÈS.
Confira o site: http://www.hermes.com/index_br.html

Gucci – É uma marca italiana, criada em Florença por Gauccio Gucci, em 1921. Seus
principais produtos são roupas, sapatos, bolsas e acessórios de luxo. A marca Gucci é
recordista mundial de vendas italianas.
Confira o site: http://www.gucci.com/us/home

Chanel - Marca parisiense sofisticada, responsável por grande parte das principais
mudanças na moda, que aconteceram no século XX. Foi fundada na França, em 1909,
pela estilista Gabrielle Bonheur Chanel, mais conhecida como Coco Chanel. A marca
é símbolo de elegância, e seus principais produtos são roupas, bolsas, sapatos,
perfumes, maquiagems, etc.
Confira o site: http://www.chanel.com/pt_BR/

Fonte: http://chicstyle.me/tag/chanel/

Cartier - Fundada por Louis-François Cartier, em 1847, na França, é uma das mais
antigas joalherias do mundo, consumida pela realeza, estrelas do cinema e os
milionários. A Marca possui uma reputação invejável por produzir e criar apenas joias,
relógios e acessórios da mais alta qualidade. A marca, que segue fielmente a filosofia
“Inovar sem perder a classe, transformar com bom gosto e ser a vanguarda da criação
com a audácia da excelência”, é sinônimo de luxo desde que foi lançada.
Confira o site: http://www.cartier.com.br/
Prada - É uma marca italiana, que foi fundada por Mario Prada e seu irmão Martino,
em 1913 na cidade de Milão. A marca é considerada um símbolo de sofistacação e
luxo no mundo inteiro. Seus principais produtos são bolsas, roupas, perfumes e
sapatos de luxo.
Confira o site: http://www.prada.com/en?cc=US

Christian Louboutin - o famoso sapato com solado vermelho é marga registrada de


um dos um dos maiores designers de sapatos, o francês Christian Louboutin. Os
saltos altíssimos encantam várias famosas como Angelina Jolie, Dita Von Teese, Katie
Holmes, Victoria Beckham, etc.
Confira o site: www.christianlouboutin.com

Fonte: http://www.tobevogue.com/blog/249.html

Foto: Campanha Christian Louboutin / Divulgação


Rolex - Fundada em 1905, na Inglaterra, pelo alemão Hans Wilsdorf, é uma empresa
suíça fabricante de relógios e acessórios de luxo. O relógio Rolex é conhecido por
nunca falhar. A marca é conhecida por carregar status e luxo.
Confira o site: http://www.rolex.com/pt_br

Burberry - Marca britânica, fundada por Thomas Burberry na Inglaterra, em 1856. É


uma das marcas mais famosas do mundo, e seus principais produtos são roupas,
sapatos, perfumes e acessórios. O xadrez nas roupas e acessórios é marca registrada
da grife.
Confira o site: http://br.burberry.com/

Foto: Campanha Burberry / Divulgação.

Fendi - É uma marca italiana, criada em 1925 por Adele Casagrande e Edoardo Fendi,
artesãos de Roma. A Casa de Fendi iniciou como uma empresa familiar, e com o
tempo se destacou na alta costura. Seu logotipo, que é composto por duas letras "F",
é reconhecido mundialmente como símbolo de sofisticação e status.
Confira o site: http://www.fendi.com

Dior - É uma marca francesa conhecida por suas peças sofisticadas. Foi criada em
1946, por Christian Dior. Seus principais produtos são roupas, sapatos, acessórios,
perfumes e cosméticos de luxo. É uma das marcas mais adoradas e desejadas por
mulheres de todo o mundo.
Confira o site: http://www.dior.com/couture/home/pt_br
Fonte: http://www.wicked-halo.com/wp-content/uploads/2010/12/lady-dior-noir-peter-lindbergh-klein-1.jpg

Ralph Lauren - Marca de roupas e acessórios de estilo sofisticado e esportivo. Foi


criada pelo desenhista Ralph Lauren, em 1967, nos Estados Unidos. A maioria de
suas peças levam um jogador de pólo montado em seu cavalo, símbolo da marca. O
destaque da marca são suas camisas polo coloridas.
Confira o site: http://www.ralphlauren.com

Colcci - É uma marca brasileira, fundada em Brusque - SC, em 1986. Seus principais
produtos são roupas, sapatos e acessórios. Em 1997, a marca passou por uma grande
reformulação, e as peças, que antes eram básicas, adquiriram um conceito mais
fashion.
Confira o site: http://www.colcci.com.br/

Tufi Duek - É um estilista brasileiro, que começou a trabalhar com moda aos 17 anos.
Lançou a marca Triton em 1975, e criou a marca Forum em 1981.
Confira no site: http://www.tufiduek.com.br/

Yves Saint-Laurent - A marca foi criada na França, em 1961, pelo estilista Yves
Saint-Laurent e financiada por seu companheiro Pierre Bergé. Seus principais
produtos são roupas, bolsas, acessórios e perfumes de luxo. Yves Saint-Laurent foi
um dos maiores estilistas do século XX.
Imagem: Logo da Marca Yves Saint-Laurent
Fonte: http://www.trendencias.com/noticias-de-la-industria/cambiara-hedi-slimane-el-nombre-de-yves-
saint-laurent

Veja abaixo outras marcas:

Marcas Nacionais

Alexandre Herchcovitch - http://herchcovitch.uol.com.br


Ronaldo Fraga - http://www.ronaldofraga.com.br
Glória Coelho - http://www.gloriacoelho.com.br
Osklen - http://osklen.com/
Ellus - http://ellus.com
Cavalera - http://www.cavalera.com.br
Forum - http://www.forum.com.br/
Lino Villaventura - http://linovillaventura.com.br/
Movimento - http://www.movimento.com.br
Triton - http://www.triton.com.br
Salinas - http://www.salinascompras.com.br/site/
Hope - http://www.hopelingerie.com.br
Hering - http://www.heringwebstore.com.br
Animale - http://www.animale.com.br/
Vivara - http://www.vivara.com.br
Adriana Degreas - http://www.adrianadegreas.com.br/
Água de Coco http:/loja.aguadecoco.com.br
FH por Fause Haten - http://www.fausehaten.com.br/moda
Melissa - http://www.melissa.com.br/
João Pimenta - http://www.joaopimenta.com.br/index.html
Marcas Internacionais

Dolce & Gabbana - http://www.dolcegabbana.com/


Giorgio Armani - http://www.armani.com/us/giorgioarmani
Givenchy - http://www.givenchy.com/en/
Michael Kors - http://br.michaelkors.com
Hugo Boss - http://www.hugoboss.com/de/en/collection.php
Marc Jacobs - www.marcjacobs.com
Manolo Blahnik - www.manoloblahnik.com
Zara - http://www.zara.com/
Coach - http://brazil.coach.com/
Nike - http://www.nike.com.br/
Adidas - http://www.adidas.com.br/

Top Models

O modelo é o chamado “cabide” ou o “suporte vivo” que apresenta a roupa ao público.


Com a transformação na sociedade e no mundo da moda, os modelos também
mudaram o seu perfil.

Entre muitas novidades na moda, uma das mais marcantes foi o surgimento da
modelo Twiggy, a primeira modelo a se tornar um ídolo de massa. Ela começou a
fotografar com 16 anos. Seu nome é Lesley Lawson e hoje é modelo, atriz, cantora,
estilista e escritora. No ano de 2012 lançou uma coleção própria sob a etiqueta M&S.

Confira mais informações sobre a modelo no site oficial:

http://www.twiggylawson.co.uk/biography.html
Fonte: http://www.marieclaire.com/celebrity-lifestyle/top-british-women-twiggy#slide-10

Após o sucesso de Twiggy, que lançou um novo padrão de exigência para a profissão
de modelo, muitos outros rostos surgiram para dar mais brilho e beleza às passarelas.
Os candidatos à modelo, devem ter um perfil de determinada marca ou um tipo
específico, se adequando a coleção. Altura não deve ser inferir a 1.75 e os quadris
não podem ultrapassar 90 cm. O manequim utilizado costuma ser 38.

O Brasil é conhecido como um país de modelos bonitos e profissionais. Atualmente a


modelo destaque no mundo é brasileira, Gisele Bündchen. Em 2000, Gisele foi
considerada pela revista Rolling Stone, a modelo mais bonita do mundo. Entre 2004 e
2010, pela revista Forbes, a mais bem paga. Gisele abraçou as causas sociais,
contribuiu para programas de prevenção da floresta Amazônia e para o programa
Fome Zero, do governo federal. Em 2009 foi nomeada Embaixadora da Boa Vontade,
pelo programa das Nações Unidas em defesa do meio ambiente.

Gisele Bündchen

Fonte: http://exame.abril.com.br/marketing/noticias/gisele-bundchen-canta-em-nova-campanha-da-h-m

Adriana Lima

A brasileira Adriana Lima iniciou sua carreira com 13 anos. Ela trabalhou para marcos
como Emporio Armani, Ralph Lauren e Christian Dior. Atualmente é conhecida por ser
uma das “Angels” da marca Victoria’s Secret.
Fonte: http://marinamonroe.com/tag/adriana-lima/

Alessandra Ambrósio

A modelo brasileira começou sua carreira aos 12 anos e assinou um contrato com a
Elite Models aos 16 anos. Assim como a modelo Adriana Lima, Alessandra também é
uma das “Angels” da grife de lingerie Victoria’s Secret. Foi eleita em 2010 pelo site
Models como a quinta mulher mais sexy do mundo.

Fonte: http://veja.abril.com.br/blog/ricardo-setti/tema-livre/mulheres-lindas-por-que-sera-que-alessandra-
ambrosio-tem-mais-seguidores-no-instagram-e-mais-citacoes-no-google-do-que-giselle-bundchen/
Isabelli Fontana

Isabelli, que é modelo brasileira, possui 15 anos de carreira. Segundo o site


Models.com, ocupa o 17º lugar entre os vinte ícones top. Já fez trabalhos para
diversas marcas no mundo todo.

Fonte: http://www.istoegente.com.br/noticias/gente/ajude-gente-a-escolher-os-mais-sexy-5/

Kate Moss

Iniciou sua carreira aos 14 anos, desfilou para marcas John Galliano e se tornou o
rosto da Calvin Klein. Se tornou o ícone de moda dos anos 90. Conhecida por ter uma
vida regada a sexo, drogas e rock and roll, ela teve diversas relações conflituosas. Em
2005, o Daily Mirror publicou uma foto da modelo cheirando cocaína, abalando assim
sua carreira e fazendo perder seus contratos com as marcas Chanel, H&M e Burberry.
Em 2007, Kate assinou sua primeira coleção com a marca Topshop e começou a
reestabilizar sua carreira.

Fonte: http://heiratelier.com/blog/2013/07/29/supermodel-style-kate-moss/
Joan Smalls

A modelo de Porto Rico tem 24 anos e já realizou trabalhos muito importantes. Ela
posou para a H&M, Givenchy e Fendi e apareceu em editoriais de várias revistas de
moda como a Vogue, Bazaar e W Magazine. Sua carreira teve início em 2010 quando
foi escolhida a dedo pela Givenchy. Desde então, apresenta-se para Chanel, Lacoste,
Calvin Klein Jeans e foi capa da “Vogue”, da “Harper’s Bazaar” e da “GQ”.

Fonte: http://www.bloginvoga.com/2011/08/09/bloginvoga-campanhas-2011-joan-smalls-e-arizona-muse-
estrelam-a-campanha-de-david-yurman-por-peter-lindbergh/

Candice Swanepoel

A modelo sul-africana começou sua carreira aos 15 anos quando foi descoberta em
um mercado em sua cidade natal, Mooi River, na província de KwaZulu-Natal. Faz
parte do time das angels da grife de lingerie Victoria's Secret. A modelo desfilou para a
grife Dolce & Gabbana. Também já foi capa de diversas revistas como Vogue e Elle.
Em 2010, segundo a revista Forbes, Candice foi a 10ª modelo mais bem paga do
mundo.
Fonte: http://www.fanpop.com/clubs/candice-swanepoel/images/33741590/title/candice-photo

Lara Stone

Iniciou sua carreira aos 12 , e fechou seu primeiro contrato aos 15 anos com uma
agência global. Em 2006, ela assinou com a IMG e abriu o desfile de alta-costura da
Givenchy. Fez trabalhos para Louis Vuitton, Chanel, Lanvin, Miu Miu, Fendi, Prada,
Marc Jacobs, Stella McCartney, Balmain, Hermès, Jean Paul Gaultier, Dolce &
Gabbana, Karl Lagerfeld e até Victoria's Secret. A holandesa virou uma das preferidas
de Carine Roitfeld, editora da Vogue Paris, por sua semelhança com a diva Brigitte
Bardot.

Fonte: Revista Vogue


Conheça a lista das principais modelos do mundo da moda:

http://forbesbrasil.br.msn.com/listas/10-modelos-mais-bem-pagas-do-mundo

Dicionário de Moda

Ankle Boot – bota com cano até o tornozelo.

Balonê – Vem de Balconnet, derivado de balcon – sacada balcão, em francês.


Designa porta-seios com sustentação em barbante na parte inferior, desenhando o
bojo. Hoje, maiôs, tops e vestidos têm decote balonê recortado como o de certos
sutiãs.

Babouches ou clog – são os sapatos com salto ou plataforma de madeira.

Bodouir – tendência de usar peças que parecem ou lembram uma lingerie.

Boho – é o resultado de uma mistura dos estilos hippie, étnico, folk e vintage. Suas
peças principais são: vestidos e saias longas, modelagens mais largas e confortáveis
e bota cowboy.

Baggy – Do inglês solto, largo. Usa-se o termo para definir as calças ajustadas na
cintura, amplas nos quadris e afuniladas nas pernas, muito em voga nos anos 70/80.

Belle Époque – Do Francês “bela época”. É o período compreendido pelos últimos


anos do século XIX até a Primeira Guerra Mundial (1914-1918). Indica uma fase em
que os vestidos longos do século XIX continuam em voga, com o busto saliente, a
cintura muito fina e as ancas com volume, transformando a silhueta feminina em
verdadeira ampulheta.

Bolero – Mini jaqueta, livre de botões, que jamais ultrapassa a cintura. Inspirado nos
trajes de bailarinos e toureiros espanhóis. Foi muito usado nas décadas de 30/40 em
parceria com blusas sofisticadas e jabôs de renda. Muito usado em festas. Ganhou um
acompanhamento com calças, saias e shorts.

Jaqueta bomber ou jaqueta aviador – é uma jaqueta com recorte militar, feita de
couro, com gola mais alta e forrada por lã.
Calça cargo – calça masculina originalmente larga, com bolsos laterais. Hoje, os
modelos tipo skinny dela são sucesso!

Cacharel – Nome do estilista francês Jean Cacharel, que virou sinônimo de um tipo de
blusa em malha de fibra sintética, originalmente fabricada na França. A blusa cacharel
tem gola alta, usada dobrada, e mangas compridas. Versões em malha de Jérsei vão
e voltam.

Casquete – chapéu pequeno, que é preso por grampos ou fixo em uma tiara.

Cardigã – Suéter ou casaqueto de lá. Se origina de agasalhos militares. Era parte do


uniforme dos oficiais do exército na Guerra da Criméia em 1875.

Chanel – O estilo Chanel sobreviveu às últimas décadas com sapatos bicolores, bolsa
de matelassê e outros símbolos típicos. Gabrielle Coco Chanel deu mais liberdade ao
guarda- roupa sem torná-lo menos feminino. Introduziu tecido como jérsei e a malha;
adaptou peças tradicionais masculinas, como calça, trench-coats, camisas, cardigãs.
Inventou acessórios, pérolas, correntes, laços e camélias. Destacou a elegância do
pretinho básico.

Cigarrete – Calça justa de pernas estreitas, popular entre os homens da década de


50. Utilizada pelas mulheres nos anos 60. Era de helanca e fazia parceria com Twin-
sets comportados e sapatilhas baixas. Hoje pode ser usada tanto durante o dia quanto
a noite, em algo mais social.

Chemisier – camisa masculina comprida, o chamado "vestido camisa".

Clean – Do inglês, limpo. Em moda significa peça ou look simples, despojado, livre de
detalhes. Atualmente sinônimo de elegância. Foi o estilo predominando dos anos 90.

Collant – Do francês, colante. Peça inteiriça, colada ao corpo, que tem suas origens
nos maiôs do século XIX, quando era confeccionado em malha cor da pele. Para
modelar o corpo. Na década de 60 foi usado sob vestidos transparentes. Atualmente
ele aparece no cenário com o nome de body.

Cosmopolita – é a pessoa que se julga pertencer ao mundo inteiro. Pode ser alguém
que considera o mundo como a sua pátria ou uma pessoa que viaja muito e se adapta
facilmente a diferentes culturas e modos de vida.

Clutch – bolsa ou carteira de mão, geralmente feita de materiais duros.


Color Blocking – tendência que mistura cores vivas e vibrantes em um mesmo look.

Dockside – sapato de couro, com sola de borracha e tiras laterais.

Écharpe – Do francês, faixa, charpa. Em moda, design lenço longo e estreito que
envolve o pescoço. A função é mais decorativa do que protetora. Uma echarpe pode
dar um colorido, um toque extra ao visual.

Elastano – Fibra química sintética usada em confecções de tecidos que esticam,


tecidos stretch. Inicialmente obrigatórios em maiôs e tecidos de ginástica. Atualmente
é utilizado também misturado ao jeans.

Envelope – Em moda, identifica um tipo de saia que envolve o corpo, com uma parte
sobreposta a outra. A saia-envelope pode ser curta, comprida, ou meio termo.

Espadrilha – sapatos com salto tipo anabela de corda.

Étnico – estilo com referências artísticas e culturais. Por exemplo: roupas que trazem
referências indígenas, indianas e africanas; estampas tropicais, itens como penas.

Flat – sapatos baixos e confortáveis, como as sapatilhas.

Girlie – estilo romântico e superfeminino. Caracterizado por estampas florais, cores


doces como rosa claro e cintura marcada.

Grunge – Traduz um estilo desleixado, no modo de vestir inspirado nas bandas de


Rock de Seattle, nos Estados Unidos.

Hot pants – short super curto e de cintura alta, resgatado dos anos 60.

It – pessoas que tem estilo e atitude e são admiradas por isso, ou peças e acessórios
muito desejados naquele momento. (Exemplo: it girl e it bag)

Jardineira – macacão com alças finas e cavas bem baixas, que você deve usar com
uma camiseta ou top por baixo.

Jeans – Termo inglês originado em 1567 que designa tecido de algodão cerrado,
tingido com índigo. Já a calça jeans foi inventada por Levi Strauss em 1850 para os
mineradores de ouro americano.
Ladylike – estilo superelegante e feminino, que, com traços vintage, abusa de laços e
detalhes românticos.

Liberty – é aquela estampa floral miudinha, bem delicada e feminina.

Midi Boot – bota com cano no meio da canela.

Minimalismo – Estilo clean, com cores claras e neutras e recortes mais retos e
simples. Essa é uma tendência onde menos é mais!

Meia pata – é a plataforma que encontramos na parte da frente de sapatos de salto


alto.

Meia 7/8 – meia calça que termina na coxa, pouco acima do joelho.

Microfibra – Criada pela empresa Rhodia, é uma das mais importantes criações da
indústria têxtil desde a década de 50.

Motorcycle boot- bota com cano médio e boca mais larguinha, bico arredondado e
fivelas.

Navy – estilo inspirado nas roupas de marinheiros, com bastante listras e que tem
como principais cores o azul, branco e vermelho.

Neoclássico – Tendência que dominou a pintura, a escultura, a arquitetura e a moda


europeia do fim do século XVII até a metade do século XIX, imitando as formas
artísticas e arquitetônicas da cultura greco-romana. Foi marcado por vestidos
inspirados em túnicas drapeadas; amarrações, cintura alta. Nos pés sandálias
trançadas envolvendo as pernas.

Open Boot – é a mesma coisa que ankle boot, só que com recortes na frente e/ou
atrás.

Off-white – é um branco puxado para o tom mais pérola ou nude bem clarinho.

Oxford – sapato masculino, fechado e de amarrar, que foi adaptado ao armário


feminino.

Patchwork – Trabalho artesanal em que pequenos retalhos (de diferentes cores e


padronagens) são costurados resultando um tecido. Nasceu no século XVIII durante o
período da revolução francesa: tudo era reaproveitado.
Peep Toe – sapato que tem uma pequena abertura na frente e deixa uma parte dos
dedos a mostra.

Pied de Poule – tipo de estampa xadrez que lembra um “pé de galinha”, como a
própria tradução do nome diz.

Plissado – efeito sanfonado dos tecidos de saias, vestidos e blusas.

Preppy – estilo que lembra as roupas estilo colegial, marcado pelos cardigãs, saias
plissadas, tiaras e meias-calças. Ganhou um toque pop ao apostar em cores fortes!

Polaina – Peça usada sobre o sapato. É feita de brim, veludo, lã, pelica ou camurça.
Nasceu para proteger a barra das calças masculinas da graxa do sapato. Também
define um tipo de meia sem pé para aquecer a área do tornozelo principalmente aos
adeptos a ginástica.

Punk – Termo atribuído ao movimento comportamental juvenil que surgiu em Londres,


na Inglaterra, nos 70 e 80. Com roupas e cortes de cabelos agressivos, os jovens
denunciavam sua insatisfação com a sociedade. Peças negras, recobertas de tachas,
alfinetes e presilhas, camisetas com slogans de protesto, calças justas de couros e
coturnos desgastados.

Prêt - à - porter - são coleções e roupas produzidas em larga escala e vendidas nas
lojas "prontas para vestir", ou seja, aquelas que não são feitas sob encomenda ou sob
medida.

Retrô – Define o estilo antigo, a inspiração no passado. Hoje é super comum a


expressão retrô definindo um estilo que foi reciclado ou com características que
lembram décadas antigas.

Saint Tropez – Nome atribuído às calças e depois também às saias, justas no quadril
sem cós que deixam o umbigo à mostra.

Salto Luíz – Tipo de salto alto que se acredita ter sido usado pela primeira vez pelo rei
francês Luiz XVI. O salto é caracterizado por uma curva côncava e pelo estreitamento
na parte externa.

Sapato Oxford – Sapato informal de salto baixo caracterizado pela frente lisa em
contraste a parte central, que tem costuras com recortes nas gáspea.

Scarpins – é o clássico sapato feminino fechado e de salto alto.


Seventies ou 70's – é a moda e estilo típico da década de 70, adaptado para os dias
atuais.

Spencer – casacos ou terninhos de comprimento mais curto, acima do quadril.


Sneakers – tênis modernos, geralmente de cano alto e supercoloridos.

Tartan – tipo de estampa xadrez, típica do estilo grunge.

Trench Coat - é um casaco originalmente desenhado para enfrentar a chuva, como se


fosse uma capa. Hoje, ganhou status fashion e é usado até mesmo como vestido, já
que fica na altura do joelho ou um pouco abaixo.

Trendsetter – é quando a pessoa é trendy, ou seja, quando ela lança tendências de


moda e está sempre por dentro do mundo fashion.

Tweed – é um tipo de tecido feito de lã, com diferentes fios formando uma mesma
trama. Foi eternizado nos modelos da estilista Coco Chanel.

Vintage – estilo ou peças com modelagens ou formas mais antigas. Atualmente,


busca referências principalmente nas décadas de 50, 60 e 70.

Wrap – casacos, vestidos ou blusas com pontas laterais, com as quais é feita uma
amarração ("wrap", em inglês).

Wedge – é uma versão mais atual do salto anabela, ou seja, é um salto plataforma
que aparece em botas, sandálias e sapatos. Pode ser em materiais como madeira,
veludo e até couro.

Bibliografia/Links Recomendados

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