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COPYRIGHT 1953 por

The Walter Russell Foundation


COPYRIGHT 1989 por
The University of Science and Philosophy
Impresso nos Estados Unidos da América

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por cento do tratado. Qualquer variação desta limitação deve ser acordada com a University
of Science and Philosophy. Fica estipulado que uma cópia de qualquer um desses artigos
editoriais ou resenhas reimpressas deste livro será enviada para a University of Science and
Philosophy.

SWANNANOA
LAR DA UNIVERSITY OF SCIENCE AND PHILOSOPHY
Anteriormente, Walter Russell Foundation
WAYNESBORO, VIRGÍNIA 22980

Página 1
WALTER RUSSELL
Autor de

The Secret of Light


The Book of Early Whisperings
The Message of the Divine Iliad--Vol. I.
The Message of the Divine Iliad--Vol. II.
Your Day And Night
Scientific Answer to Sex

WALTER e LAO RUSSELL


Coautores de

Hume Study Course in Universal Law, Natural Science


And Living Philosophy
Atomic Suicide?
The World Crisis--Its Explanation and Solution
The electrifying Power of Man-Woman Balance
Scientific Answer to Human Relations

LAO RUSSELL
Autora de

God Will Work With You But Not For You


Love - A Scientific & Living Philosophy of Love and Sex
Why You Cannot Die! - Reincarnation Explained

Página 2
Página 3
DEDICATÓRIA

À minha tão iluminada esposa, Lao, dedico este livro com um coração cheio de gratidão pela
sua sabedoria orientadora e pelo trabalho incansável e altruísta durante os últimos seis anos para
tornar esta apresentação possível.

À medida que a Nova Era da Transmutação lentamente desdobra um novo mundo para o
homem, que o gênio penetrante de Lao seja sentido nestas palavras sobreviventes das milhões que
tiveram que ser destruídas quando trabalhei sozinho sem a sua Luz nelas.

Talvez a lição duradoura da minha e da vida da minha amada Lao seja uma demonstração do
poder infinitamente multiplicado que vem a cada homem e mulher a quem Deus uniu plenamente
em Espírito, dando-lhes a herança do Seu reino da Luz, que assim encontram um no outro.

Walter Russell
Fevereiro de 1953

Página 4
Conteúdo
Página

Uma Carta Aberta ao Mundo da Ciência ........................................................... 8

Tabelas Periódicas dos Elementos ...................................................................11-12

Agradecimentos ................................................................................................ 13

Prefácio............................................................................................................. 14

Um Novo Conceito Sobre o Universo ............................................................. 15

Equívocos Básicos da Ciência ......................................................................... 16


Equívoco do Eletromagnetismo ................................................................... 17
Equívoco da Energia ................................................................................... 18
Equívoco da Matéria ................................................................................... 19
Equívoco da Substância na Matéria ............................................................ 20

O Segredo das Eras .......................................................................................... 21

I A Luz Indivisa .................................................................................................. 22

II A Luz Dividida ................................................................................................. 22

III Este Universo Elétrico de Ideias Simuladas .................................................... 23

IV O Equívoco da Lei de Coulomb ....................................................................... 25

V Este Universo Elétrico de Energia Simulada ................................................... 25

VI A Dualidade do Efeito Elétrico ........................................................................ 27

VII Qual é o “Trabalho” Deste Universo? .............................................................. 29

VIII Este Universo Polarizado, Sexualmente Condicionado, Pulsante de Ondas-


pensamento ....................................................................................................... 29

IX A Periodicidade é a Base da Constituição da Matéria ..................................... 30

X As Chamadas Linhas Magnéticas de Força .................................................... 31

XI A Inadequada Lei da Conservação da Energia ................................................ 33

XII O Equívoco da Termodinâmica ....................................................................... 34

XIII Inadequação e Falácia das Três Leis de Newton e Uma Hipótese .................. 36
Equívocos do Peso ....................................................................................... 39
Quanto ao “Impulso Inicial” ....................................................................... 40

Página 5
Os Dois Caminhos de Vida e Morte ............................................................ 42
O que São a Vida e a Morte? ....................................................................... 42
Agora Voltamos às Leis Unidirecionais e à Matemática Unidirecional
de Newton..................................................................................................... 42

XIV A Falácia da Matemática de Newton ............................................................... 43

XV Dois Fatos Ainda Desconhecidos da Natureza ................................................ 44

XVI A Inadequação da Primeira Lei de Kepler ....................................................... 45

XVII Sobre a Teoria Quântica ................................................................................... 47

XVIII Sobre Partículas Carregadas Individualmente ................................................. 47

XIX A Ciência do Futuro deve Revolucionar Completamente seu o Conceito de


Matéria ............................................................................................................. 48

XX O Novo Conceito da Matéria ........................................................................... 51


Criação - Postulada Progressivamente ....................................................... 52

XXI O Mistério Desconhecido e Insuspeito dos Polos Magnéticos ........................ 54


Trabalhos Recíprocos de Polos Opostos ......................................................... 55

XXII A Ilusão de Três Dimensões e Como elas Aparecem ...................................... 56

XXIII A Terra não é um Ímã ...................................................................................... 58


XXIV Cada Partícula de Matéria é Catódica e Anódica, tal como os Corpos
Vivos Também Estão Morrendo ...................................................................... 58

XXV Não há Partículas ou Elementos Separados ..................................................... 59

XXVI A Curvatura Também é Polarizada .................................................................. 59

XXVII Todas as Condições da Matéria Dependem da sua Condição Oposta ............. 59

XXVIII Matéria Vibrante - O princípio Fundamental da Estrutura Atômica ............... 60

XXIX O Mistério do Crescimento e do Decaimento - e da Vida e da Morte ............. 62


O Mistério do Tempo ................................................................................... 63

XXX Ciclos de Oitava de Onda ................................................................................. 64

XXXI Introduzindo o Giroscópio na Oitava de Onda ............................................... 65

XXXII O Núcleo é o Centro da Roda do Giroscópio ................................................... 66

XXXIII Todos os Sistemas são Sistemas em Expansão ................................................ 69


Postulado ..................................................................................................... 69
Postulado ..................................................................................................... 70

Página 6
XXXIV Esferas Oblatas ................................................................................................. 70

XXXV Sistemas Atômicos, Solares e Estelares Desbalanceados Oscilam .................. 71


Primeiro Passo ............................................................................................ 72
Segundo Passo ............................................................................................. 72
Resumo ......................................................................................................... 73
Exemplos ...................................................................................................... 73

XXXVI Giroscópios Oscilantes Procuram o Balanço ................................................... 75

XXXVII Como a Gravitação e a Radiação Geram uma à Outra .................................... 75


Postulado ..................................................................................................... 77

XXXVIII A Tabela Periódica de Nova Oitavas dos Elementos ....................................... 77

XXXIX Os Processos de Criação de Energia da Indústria ainda são Primitivos .......... 81

XL O Segredo do Poder do Homem....................................................................... 83

XLI Novo Poder da Ciência ..................................................................................... 84

XLII A Era da Transmutação - Novos Conceitos para a Ciência e Novos


Valores para a Humanidade ............................................................................. 88

XLIII E Amanhã? ....................................................................................................... 92

XLIV Por Que Estamos Aqui? ................................................................................... 93

Epílogo por Lao Russel .................................................................................... 94

Diagramas explicativos .................................................................................... 98

Página 7
Uma Carta
Aberta ao
Mundo da Ciência

Cavalheiros:

Esta Carta Aberta ao Mundo da Ciência, acompanhada de um Tratado sobre a Cosmogonia de


Russell, está sendo enviada a aproximadamente 350 membros da nossa Academia Nacional de
Ciências e da Sociedade Real de Londres, 100 Universidades e 300 jornais de renome.

Este anúncio com o seu novo conceito de Luz, Matéria, Energia, Eletricidade e Magnetismo é
uma cosmogonia simples, mas completa, consistente e funcional, que permitirá aos futuros cientistas
visualizar o universo como UM TODO, e abrirá a porta para a Nova Era da Transmutação.

Recordar as importantes contribuições que já fiz à ciência, como o meu trabalho em completar a
oitava de hidrogênio e a minha prévia descoberta da existência dos dois elementos da bomba
atômica dados ao mundo científico em minhas duas Tabelas Periódicas dos Elementos, assegura-me
que você vai pensar seriamente e dar atenção a estes documentos.

As atuais condições ameaçadoras do mundo tornam imperativo que a ciência revele o caminho
pelo qual as nações mais fracas podem se proteger das mais fortes e tornar impotente o ataque por
terra, mar e ar.

Este novo conhecimento dará à ciência este poder.

A Inglaterra poderia ter ficado imune ao seu devastador bombardeio se o mundo tivesse sido
receptivo a essas novas descobertas científicas que eu me esforcei para dar a ele quando a Segunda
Guerra Mundial começou. A ciência, no entanto, fez uso dos dois elementos da bomba atômica
mencionados acima, que eu mapeei e registrei em 1926.

O mundo precisa de novos metais. Muitos novos metais inoxidáveis de maior densidade,
maleabilidade e condutividade aguardam a divisão em grandes quantidades de carbono e silício.
Estes serão encontrados quando a ciência descartar seu conceito de matéria como sendo
substância, e se tornar consciente do controle giroscópico do movimento que irá dividir o carbono
em isótopos como um tom musical é dividido em sustenidos e bemóis.

Nos elementos químicos, os sustenidos e os bemóis são isótopos. Estes podem ser produzidos
pelo homem em maior número do que a Natureza os produziu, pois a Natureza não começa a dividir
seus tons até que ela tenha passado duas oitavas além do carbono. Há uma tremenda oportunidade
para o futuro metalúrgico criar novos metais nas oitavas de carbono e silício.

De importância ainda maior para o mundo neste período crucial é a produção de quantidades
ilimitadas de hidrogênio livre. Este combustível sem peso ideal poderia ser transmutado a partir da
atmosfera enquanto estivesse em trânsito sem a necessidade de capacidade de armazenamento.

Página 8
Estas são as coisas importantes que poderiam agora ser conhecidas se a descoberta de Kepler
tivesse divulgado os fatos da simetria geométrica e curvatura dual dentro do campo da onda.

Sua lei de órbitas elípticas evidencia que ele estava prestes a descobrir que quatro - não dois -
polos magnéticos controlam o balanço dual oposto deste universo bidirecional. Com apenas dois
polos magnéticos um universo radial tridimensional de intervalos de tempo e sequências seria
impossível. Um universo balanceado deve ter dois polos para controlar a força centrípeta e
generativa, e dois polos compensadores para controlar a força centrífuga e radioativa.

Por meio de tal conhecimento, a ciência poderia livrar a Terra do medo do ataque de qualquer
nação, não importa como o ataque possa vir, seja por terra, mar ou ar.

Este novo conhecimento dará à ciência a causa de todos os efeitos que durante séculos de
investigação enganaram os sentidos dos observadores científicos.

O homem tem uma Mente, além de ter sentidos, mas deu preferência à evidência de seus sentidos
na construção de sua cosmogonia. O homem pode raciocinar com os seus sentidos, mas não pode
saber com eles. Raciocinar é pensar com os sentidos, e não saber com a mente. Ele também
produziu efeitos sem saber a sua causa.

Os sentidos não revelaram ao homem que este é um universo sem substância, apenas de
movimento. Tampouco lhe disseram o princípio da polaridade, que divide o equilíbrio universal em
pares de condições opostas, para criar um universo elétrico bidirecional, dividido em sexos.

Chegou o momento na história do homem em que só o conhecimento pode salvar a raça humana.
O ser humano deixou por muito tempo o Criador fora de sua Criação, pensando que Ele não pode ser
provado em laboratório.

Deus não só pode ser provado no laboratório, como também por causa dos fatos dessa prova o
homem pode resolver muitos mistérios ocultos do universo até agora - como o da semente e do
crescimento - ciclos de vida e morte - o propósito dos gases inertes como registradores elétricos de
todos os efeitos repetitivos - e o verdadeiro processo da estrutura atômica.

Você pode razoavelmente perguntar porque é que tenho guardado este conhecimento durante
tantos anos. Eu não o guardei. Eu tentei, em vão, dá-lo a partir de 1926, quando eu primeiro
publiquei gráficos das tabelas periódicas completas aqui anexadas, até o início da Segunda Guerra
Mundial, quando eu tentei organizar um grupo de laboratório para salvar a Inglaterra de seu
bombardeio desnecessário.

Também aceitei e exerci a Presidência da Sociedade de Artes e Ciências em Nova Iorque durante
sete anos com o único propósito de dar ao mundo esta nova cosmogonia baseada num universo
contínuo e equilibrado bidirecional para substituir o universo descontínuo e desbalanceado
unidirecional que supostamente está se expandindo para uma morte pelo calor.

Durante este período, dei uma palestra sobre a ideia equivocada de que o hidrogênio é o átomo
número um básico da tabela periódica. Expliquei que há vinte e um outros elementos que o
precedem e que o hidrogênio em si não é um único elemento, mas toda uma oitava complexa.
Também expliquei a impossibilidade de haver qualquer elemento sem um gás inerte como fonte.
Naquela época eu distribuí minhas tabelas periódicas para aproximadamente 800 cientistas e
universidades.

Página 9
Além de incentivar a pesquisa que produziu os chamados isótopos de hidrogênio e água pesada,
nada resultou do meu esforço, nem recebi o crédito que me era devido. A propósito, os chamados
isótopos não são isótopos, mas sim elementos de tons inteiros de uma série de grupos de oitava
ordenada. Os isótopos não ocorrem na Natureza até atingirem a oitava seguinte à do silício. As
razões para isso estão totalmente explicadas em nosso Curso de Estudo.

Eu escrevi dois livros, dei muitas palestras e criei um laboratório para demonstrações em uma
universidade para provar que os elementos não são substâncias diferentes, mas são pressões de
movimento diferentemente condicionadas - e que a estrutura do átomo é baseada no princípio
giroscópico.

Como uma após outra das minhas descobertas apareceu sob outros nomes, eu agi sob o conselho
de um editor de ciência amigável para guardar mais da minha nova cosmogonia até que ela fosse
totalmente concluída em palavras e diagramas, e novamente com direitos autorais.

Levou muitos anos para completá-la de tal modo que é invulnerável ao ataque, mas agora já está
feito, e este tratado é tão completo em resumo quanto toda a cosmogonia é completa em detalhes.

Não procuro a aceitação imediata deste novo conhecimento revolucionário. Eu espero, no entanto,
que sua semente cresça dentro da consciência da ciência, e à medida que me aproximo dos 82 anos
de idade, sinto que é meu dever anunciar o fato à ciência através desta carta aberta e tratado que a
Cosmogonia de Russell, que minha talentosa esposa, Lao, e eu escrevemos juntos no Curso de
Estudo de um ano de 935 páginas inquestionáveis, e 182 diagramas, está agora completa.

Este curso está agora sendo estudado em todo o mundo e, através de nossos alunos como semente,
este novo conhecimento irá transformar o mundo.

É com o desejo profundo de que uma civilização mais elevada surja que eu envio esta mensagem à
humanidade. Chegou o dia em que a Ciência e a Religião devem se casar, ou, por ignorância das Leis
Universais de Deus, o homem perecerá da terra.

Espero que o mundo da ciência reconheça que este tratado tem dentro de si a resposta à causa
básica pela qual tanto tempo e incansavelmente buscou.

Atenciosamente,

13 de fevereiro de 1953

Página 10
Figura 176. A Tabela Periódica dos Elementos de Russel, Nº 1. 1, 2, 3

1
NT: os elementos que tiveram seus nomes mantidos como no original não possuem tradução consagrada em português, visto que
não chegaram a fazer parte da Tabela Periódica conhecida hoje em dia.
2
NT: nitônio, do original “niton” é o nome dado a Russell para o elemento hoje conhecido como “radônio”.
3
NT: os elementos marcados com hashtags foram anteriormente marcados como “Desconhecidos” e foram substituídos por seus
nomes conhecidos atualmente.
Página 11
Periodicidade é uma característica de todos os fenômenos da natureza

As nove oitavas dos elementos da matéria manifestam o princípio da polarização para produzir ação
dinâmica, estendendo dois equadores a partir do ponto de repouso do fulcro. Estes dois equadores surgem
por ação giroscópica, multiplicada centralmente, em quatro esforços concentradores a um plano de
amplitude que está a 90 graus do plano zero dos gases inertes. Em seguida, descem em quatro estágios
descentralizadores e despolarizantes para desaparecer nos seus gases inertes e, novamente, reaparecem deles
em ciclos sem fim ao longo da eternidade. Assim, todos os corpos aparecem e desaparecem - para reaparecer
novamente - para sempre.

Figura 177. A Tabela Periódica dos Elementos de Russel, Nº 2

Página 12
AGRADECIMENTOS

Há muitas pessoas que encontrei no longo caminho a quem devo muito pelo interesse sincero,
pela ajuda construtiva e pela compreensão solidária. A estes muitos amigos eu desejo expressar
minha gratidão por ajudar a suavizar muitos momentos difíceis em uma estrada aparentemente
impossível, e por lançar um pouco mais de luz sobre alguns de seus intervalos escuros.

Portanto, agradeço ao Dr. Henry Norris Russell por verificar minhas primeiras cartas celestes em
1922 - Dr. George Pegram por me avisar da impossibilidade de alguma vez esperar forçar uma
mudança tão radical no pensamento científico - Dr. H.H. Sheldon por colocar um laboratório à
minha disposição na Universidade de Nova Iorque para demonstrar minhas descobertas sobre
hidrogênio - à Westinghouse Lamp Company por me dar pleno uso de suas instalações para minhas
transmutações de gás, incluindo suas análises de espectro - e os muitos que incentivaram e ajudaram
a pesquisa de hidrogênio que resultou no isolamento de vários desses elementos da oitava do
hidrogênio exibidos em meus novos mapas que foram indevidamente nomeados "isótopos de
hidrogênio".

Sinto-me especialmente grato ao falecido A. Cressy Morrison pela sua visão e profunda crença
nos meus princípios que ele demonstrou ao separar o oxigênio do nitrogênio, e fez com que a The
Union Carbide Company mudasse sua base para produzir hidrogênio a partir do gás de carvão em
vez do processo eletrolítico - e ao falecido Thomas Edison pelo seu interesse mais que passageiro
nas minhas ideias de polaridade e na natureza da eletricidade durante meus meses de associação
profissional com ele como seu biógrafo escultural.

Muitos outros a quem devo a minha gratidão são o Dr. Robert Andrews Millikan, Dr. Harlow
Shapley, Dr. Willis D. Whitney, os falecidos Doutores Lee de Forest, Nicola Tesla, Michael Pupin,
Harvey Rentschler e A. A. Michaelson, e Charles Kettering, David Sarnoff e Gerard Swope.

Ao New York Times expresso também o meu apreço pelo espaço generoso dado às muitas cartas
a favor e contra os meus ensinamentos durante as minhas atividades no início dos anos trinta, e pelo
nome da minha cosmogonia “O Universo Bidirecional de Russel”4.

É com prazer que incluo na minha apreciação os distintos escritores da ciência William L.
Laurence, Waldemar Kaempffert, John O’Neil, Gobindi Behari Lal e o falecido Howard Blakeslee,
cuja atitude em relação a uma cosmogonia tão diferente daquela a que a sua formação os tinha
habituado, foi sempre generosa e simpática.

A atitude de todos os homens de ciência com quem alguma vez discuti os meus princípios
sempre foi cooperativa, e encontrei-me com muitos durante os meus sete anos de presidência da
Sociedade das Artes e das Ciências, pois a intolerância é a reação habitual da natureza humana a
qualquer mudança radical.

Walter Russell
(1953)

4
NT: “The Russell Two-Way Universe” no original.
Página 13
PREFÁCIO

Dr. Walter Russell estava no processo de revisão de sua publicação de


1953, Um Breve Tratado sobre a Cosmogonia de Russell, quando ele morreu
em 1963. Entre os seus artigos, foram encontradas notas que indicavam a
edição por ele contemplada, caso fosse necessário atualizar algo para novas
edições deste livro. Como pode ser facilmente visto, seu propósito era
esclarecer e não mudar seus conceitos.

É com profunda humildade e gratidão que apresentamos esta nova edição


como um memorial ao serviço altruísta e dedicado prestado ao mundo pelo
Dr. Russell, que foi o instrumento para esta mensagem à humanidade.

The University of Science and Philosophy


Anteriormente, Walter Russell Foundation
Swannanoa, Waynesboro, Virgínia 22980

Novembro de 1989

Página 14
UM NOVO CONCEITO SOBRE O UNIVERSO

Edição especial revisada de


“UM BREVE TRATADO SOBRE A
COSMOGONIA DE RUSSELL”
por
Walter Russell

De vez em quando, em longos períodos de séculos, algum vasto conhecimento novo vem à raça
humana, que se desenvolve lentamente, por meio de gênios de inspiração cósmica, ou homens de
super-visão que têm uma consciência da realidade que está além desse universo de ilusão.

Esse novo conhecimento é de natureza tão revolucionária em seu tempo de chegada, que
sistemas inteiros de pensamento, até mesmo cosmogonias inteiras, se tornam obsoletos.

Quando cada mensageiro cósmico dá esse novo conhecimento inspirado ao mundo, toda a raça
humana sobe um degrau naquela longa escada do desdobramento que vai desde a selva dos
primórdios do homem até os céus elevados da Consciência Cósmica completa definitiva e da
consciência da unidade com Deus.

Assim é que o homem sempre foi transformado pela “renovação da sua mente” com novos
conhecimentos que lhe foram dados desde os seus primórdios, através do Mahabharata e
Bhagavad-Gita dos primeiros dias Bramânicos, através de místicos antigos como Lao Zi, Confúcio,
Zaratustra, Buda, Platão, Aristóteles, Sócrates, Epiteto, Euclides, Maomé, Moisés, Isaías e Jesus,
cujo conhecimento cósmico transformou totalmente a prática das relações humanas de sua época.

Então surgiu um novo dia da reunião do chamado “conhecimento empírico”, que é adquirido
através dos sentidos pela pesquisa e observação dos efeitos da matéria-em-movimento em vez de
através da Consciência da Mente inspirada na meditação, que é a forma como os místicos e gênios
adquirem seu conhecimento.

Desde os dias de Galileu, este método não confiável de adquirir conhecimento através dos
sentidos serviu para multiplicar os poderes de raciocínio do homem, ensinando-lhe COMO fazer
coisas maravilhosas com eletricidade e os elementos da matéria, mas nenhum grande conhecedor
da ciência pode dizer o PORQUÊ - ou a CAUSA - de seus efeitos familiares.

Se perguntado o que é eletricidade, luz, magnetismo, matéria ou energia, ele responde


francamente: “Eu não sei”.

Se a ciência realmente não sabe o PORQUÊ - ou o QUÊ - ou a CAUSA - destes fundamentos


essenciais, conclui-se necessariamente que ela não tem conhecimento.

É meramente informado - mas a informação recolhida através dos sentidos não é conhecimento.
Os sentidos sentem apenas EFEITOS. O conhecimento limita-se à CAUSA dos EFEITOS.

Página 15
Os sentidos estão limitados a uma pequena gama de percepção dos EFEITOS que eles sentem, e
mesmo essa pequena gama está saturada com os enganos e distorções criadas pela ilusão do
movimento.

É impossível que os sentidos penetrem em qualquer EFEITO para determinar sua CAUSA, pois
a causa da ilusão não está dentro do efeito. Por esta razão, toda a massa do chamado conhecimento
empírico que a ciência adquiriu ao raciocinar através dos sentidos é inválida.

Vamos examinar algumas dessas conclusões que formam a base da teoria científica e ver por que
toda a teoria atual é inválida, e por que toda a sua estrutura não tem nenhuma semelhança com as
leis da Natureza ou seus processos. Vou agora enumerar algumas destas teorias não naturais.

EQUÍVOCOS BÁSICOS DA CIÊNCIA


1. O erro fundamental da ciência reside em afastar o Criador da sua Criação.

Este erro básico derruba toda a estrutura, pois dele surgiram todos os outros equívocos sobre de
luz, matéria, energia, eletricidade, magnetismo e estrutura atômica.

Se a ciência soubesse o que a LUZ realmente É, ao invés das ondas e corpúsculos de sóis
incandescentes que a ciência agora pensa que é, uma nova civilização surgiria a partir desse
único fato.

A luz não são ondas que viajam a 299.000 quilômetros por segundo, o que a ciência diz que é,
tampouco a luz viaja de fato.

A luz dos sóis incandescentes é apenas um efeito de uma das duas condições igualmente opostas
de pressão elétrica que entrelaçam esse universo em sólidos e líquidos visíveis, rodeados por gases
invisíveis do espaço.

Estas duas condições elétricas opostas, que formam a base da constituição da matéria, são a
condição comprimida da pressão de gravidade e a condição expandida da pressão de radiação.
Estas duas condições elétricas são as pressões iguais-e-opostas que tornam o movimento
imperativo e sem as quais o movimento é impossível.

A condição elétrica positiva comprime grandes volumes de ondas de luz em pequenos volumes,
enrolando-as de forma centrípeta em vórtices espirais, empurrando-os de fora para dentro. Isso é o
que a gravitação é.

A condição elétrica negativa expande pequenos volumes de ondas de luz em grandes volumes,
desenrolando-as de forma centrífuga em equadores que se anulam, onde a matéria desaparece. Isso
é o que a radiação é. A radiação é empurrada de dentro para fora para despolarizar a matéria e
invalidar o movimento.

A luz dos sóis e a escuridão do espaço são apenas duas condições opostas da mesma coisa. Elas
se intercambiam constantemente. Cada uma se torna a outra sequencialmente.

A ciência excluiu Deus de sua consideração por causa da suposição de que não se poderia
provar que Deus existisse por métodos laboratoriais.
Página 16
Esta decisão é lamentável porque Deus É comprovável por métodos de laboratório. A Luz
imóvel localizável que o homem chama erroneamente de magnetismo é a Luz invisível, mas
familiar, que Deus É - e com ela Ele controla Seu universo - como veremos.

Equívoco do Eletromagnetismo
2. A teoria de Einstein da constituição da matéria concebe este universo como sendo “um
grande oceano de eletromagnetismo, do qual - e para o qual - fluem as correntes de gravitação,
matéria e energia”.

A radiação, o par igual-e-oposto da gravitação, sem a qual a gravitação seria impossível, é


inteiramente ignorada neste conceito fantástico e antinatural.

Igualmente fantástica é a afirmação desta teoria de que “é possível ter gravitação sem matéria”,
e “que o espaço exista sem gravidade ou sem matéria”.

O ponto fraco desta teoria é o fato de que o eletromagnetismo não é uma força existente na
Natureza, nem existem campos eletromagnéticos ou campos magnéticos. Os campos de ondas
são elétricos - exclusivamente elétricos.

A eletricidade é a única força que Deus usa para criar este universo. E as únicas duas
“ferramentas” que Deus usa para criar Seu universo de matéria e movimento são dois pares de
vórtices espirais opostos. Um destes pares opostos encontra-se nos ápices das amplitudes das ondas
para criar esferas de matéria e o outro par oposto encontra-se nas bases do cone do eixo da onda
para anular tanto a matéria como o movimento. (Consulte as Figuras 129 e 130).

Estes dois pares de vórtices espirais elétricos opostos são as unidades básicas que constroem
toda a matéria. Juntos formam as ondas elétricas de movimento que criam as várias condições de
pressão necessárias para produzir os muitos elementos aparentemente diferentes da matéria visível
e invisível.

A eletricidade é dividida em duas forças iguais-e-opostas que se afastam uma da outra para
construir este universo polarizado.

Quando a incapacidade de se afastarem uma da outra toma a sua vez sequencial no pulso do
batimento cardíaco universal, a despolarização anula toda a oposição. Assim, este universo consiste
em ciclos de vida seguidos de morte - crescimento seguido de decaimento, e geração seguida de
radiação - cada um expresso simultaneamente e repetido sequencialmente para sempre sem fim.

Aquilo a que a ciência chama magnetismo, e que acredita ser uma força que tem o poder de
levantar toneladas de aço, é a Luz imóvel de Deus que equilibra e controla a igualdade da divisão
elétrica, mas só a eletricidade realiza todo o trabalho deste universo. A Luz magnética que controla
o equilíbrio universal não realiza qualquer trabalho.

Uma barra magnética atrai pregos por causa da corrente elétrica que dividiu esse aço em suas
condições polarizadas ativadas, e não por causa de seus polos focais de imobilidade que centram
suas duas atividades. Mesmo que a corrente elétrica tenha sido retirada, o aço mantém sua atividade
elétrica por longos períodos e atua como se a corrente ainda permanecesse.

Página 17
O controle da Luz Magnética pode ser comparado ao leme de um navio que controla a direção
do movimento do navio sem de forma alguma motivar esse movimento.

Poderia ser novamente comparado ao fulcro que estende seu poder de expressão através do
movimento a uma alavanca, sem de forma alguma agir para motivar aquele movimento expresso da
alavanca.

A Luz magnética de Deus é o fulcro deste universo criador. A eletricidade é a alavanca


bidirecional que se estende a partir desse fulcro para dar ao universo sua pulsação de sequências
simuladas de vida-morte.

Onde quer que a Luz de Deus apareça na matéria, a imobilidade centra o movimento, mas não
há movimento nesse ponto. O centro de gravidade em um sol ou terra esféricos é um ponto
localizável onde está a Luz de Deus. Da mesma forma, os dois centros fixos dos vórtices espirais
norte e sul são outros pontos de equilíbrio de controle localizáveis. Da mesma forma, a haste que
liga todos os pares de polos opostos é uma extensão da imobilidade desde o zero do início da onda
até o zero das amplitudes da onda, e o retorno do movimento ao zero de seus inícios na imobilidade
do seu local de origem sobre o seu eixo ondulatório.

Este é um universo de Luz-em-repouso onde duas luzes-de-movimento opostas parecem


manifestar a IDEIA que está eternamente selada na Luz-em-repouso.

Equívoco da Energia
3. O fracasso em reconhecer que este corpo universal de matéria em movimento foi criado por
algum poder fora de si mesmo levou a ciência a concluir que a energia que criou a matéria está
dentro dela mesma. Ainda mais errada é a conclusão de que a energia é uma condição da
matéria, como o calor.

Esta falácia levou à conclusão de que a Criação desaparecerá quando a energia calórica “se
esgotar”. A primeira e segunda leis da termodinâmica são construídas sobre esta conclusão
obviamente errada. O universo nunca vai "se esgotar". É tão eterno como Deus é eterno.

Este universo de matéria-em-movimento é um corpo concebido e criado pela Mente. Como tal, é
tanto um produto da Mente como um par de sapatos, um poema, uma sinfonia ou um túnel sob uma
montanha é um produto da Mente que a concebeu e motivou a ação que a produziu como um corpo
formado de matéria.

O poema não é o poeta, porém, nem a sinfonia é o seu compositor. No mesmo sentido, este
universo não é o seu próprio Criador. Quaisquer que sejam as qualidades ou atributos que existem
em qualquer produto - quer seja uma máquina de somar ou um universo - foram estendidos a esse
produto pelo seu criador para manifestar qualidades, atributos e energias que estão apenas no criador
desse produto.

Tampouco está a IDEIA que a matéria manifesta dentro da matéria. A IDEIA nunca é criada. A
ideia é uma qualidade da Mente. A ideia nunca deixa a Luz onisciente da Mente. A ideia é apenas
simulada pela matéria-em-movimento.

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A IDEIA nunca deixa o seu estado invisível para se tornar matéria visível. Corpos que
manifestam a IDEIA são feitos à imagem das imaginações do seu criador.

Toda criação, seja de Deus ou do homem, é uma extensão de seu criador. É projetada a partir dele
por uma força que está dentro de seu criador e não no produto projetado.

Todo o conhecimento, energia e método de criação de qualquer produto são apenas propriedades
da Mente. Não há conhecimento, energia, vida, verdade, inteligência, substância ou pensamento no
movimento que a matéria é.

Equívoco da Matéria
4. A matéria elétrica é apenas um espelho que reflete qualidades que estão fora de si mesmo
para simular aquelas dentro de si mesmo.

Na Mente de qualquer criador de qualquer produto está a IDEIA do corpo formado que a Mente
deseja produzir. Assim como o conhecimento, a energia e o método de produção estão na mente do
criador desse produto e não no produto. O arquiteto não diz que a energia, ideia ou métodos de
construção estão no templo de sua concepção, nem o homem deveria dizer que eles estão no templo
da concepção de Deus.

Afirmar assim que a energia é uma propriedade da matéria é privar o Criador de Sua onipotência e
onisciência. O universo inteiro manifesta poder, mas o universo não é o poder que manifesta.

Nenhuma partícula de matéria que constitui o corpo material de qualquer produto pode mover-se
por si mesma. Só pode mover-se através do desejo e do comando da Mente do seu criador que a
estende eletricamente.

Os poderes de “atração” e “repulsão” que a ciência atribui erroneamente à matéria são efeitos
elétricos desempenhando sua única função de dividir um equilíbrio em duas condições opostas, que
se estendem igualmente de um equador divisor. A Luz magnética controla o balanço dessas duas
condições opostas, que se alternam de duas maneiras para anular suas condições opostas, mas as
tensões e deformações que parecem fazer a matéria atrair ou repelir a matéria são efeitos elétricos.

Os efeitos elétricos do movimento podem ser isolados uns dos outros - mas a luz magnética
do Criador, que causa tais efeitos, não pode ser isolada da matéria pela matéria.

Toda a matéria é elétrica. Todas as condições de eletricidade estão sob o controle medido de
UMA LUZ MAGNÉTICA, que balanceia para sempre as DUAS luzes condicionadas de matéria e
espaço eletricamente divididas.

A matéria dividida deforma-se para encontrar um balanço no zero do equilíbrio a partir do qual
foi dividida. Os sentidos do homem são grandemente enganados pelas ilusões da aparência que o
levam a concluir o contrário.

A maçã de Newton não foi atraída para o solo pela gravitação. A condição de alto potencial dessa
maçã sólida buscava uma condição de alto potencial similar. Isto quer dizer que “caiu” na terra para
cumprir a lei da Natureza de semelhante atraindo semelhante.

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Se Newton tivesse sentado com a maçã por uma ou duas semanas, ele teria visto a mesma maçã
“subir” aos céus como um gás de baixo potencial, buscando uma posição semelhante de baixo
potencial para balancear seu estado eletricamente dividido. A “subida” da maçã decadente e em
expansão cumpre novamente a lei da Natureza de semelhante atraindo semelhante.

Todos os corpos polarizadores aumentam as suas densidades e potenciais. A maçã que caiu no
chão era um corpo polarizado. Todos os corpos polarizados devem inverter as polaridades e
despolarizar-se. Depois perdem as suas densidades e potenciais. A maçã despolarizada voltou ao seu
ponto zero de seu início.

A lei newtoniana é, a este respeito, inválida porque representa apenas metade do ciclo de
crescimento-decaimento da maçã. Este é um universo bidirecional de efeitos opostos de movimento -
não um universo unidirecional.

Equívoco da Substância na Matéria


5. O sentido da observação levou à conclusão errada de que existem 92 substâncias diferentes
de matéria.

Este universo não tem substância. Consiste apenas em movimento. O movimento simula a
substância pelo controle de suas ondas de pressão opostas do movimento que enganam os sentidos
para que vejam substância onde o só há movimento. Os sentidos não vão além da ilusão do
movimento, nem aqueles que acreditam que podem adquirir conhecimento dos segredos desse vasto
universo de faz-de-conta, nem mesmo vagamente compreendem a irrealidade dessa miragem da luz-
em-movimento polarizada, que eles tão firmemente acreditam ser real.

O movimento é bidirecional, pois todo o movimento é causado pela divisão de um equilíbrio, e


sua extensão em duas direções opostas cria duas condições opostas de pressões necessárias para
tornar o movimento imperativo.

Uma dessas duas condições de movimento elétrico empurra para dentro em direção a um centro
para criar um vórtice centrípeto para simular a gravidade. No outro lado do equador divisor, a outra
condição empurra para fora a partir de um centro para criar um vórtice centrífugo para simular a
vacuidade.

Ondas móveis de matéria de condições opostas simulam substância, mas não há substância no
movimento que simule a IDEIA na matéria. Se uma teia de aranha se movesse rápido o suficiente,
simularia um disco de aço sólido - e poderia cortar aço. Se tal coisa pudesse acontecer, não seria a
“substância” da teia de aranha que cortaria o aço - seria o movimento que o cortaria.

Ondas curtas de movimento rápido simulam sólidos, enquanto ondas longas de movimento lento
simulam os gases do espaço que rodeiam os sólidos. No entanto, as ondas de movimento não têm
substância. Eles apenas simulam substâncias.

O movimento em si é controlado pela Mente do Criador que o usa para expressar Seu desejo de
simular a IDEIA da Mente, dando-lhe um corpo formado. Não há outro propósito para o movimento.

O desejo da Luz da Mente de expressão criativa é a única energia neste universo. Todo o
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movimento é motivado pela Mente. Todos os movimentos registram pensamentos da Mente na
matéria.

Toda a matéria é apenas um movimento condicionado pela pressão. Condições variáveis de


pressão produzem estados variáveis de movimento. Os diferentes estados de movimento são o que a
ciência interpreta erroneamente como os elementos da matéria.

As variações de pressão numa onda são tonais. Em cada oitava de onda há quatro pares de tons,
cada um dos quais tem a mesma posição relativa em seu espectro de cores que tem em suas oitavas
de elementos químicos.

As ondas são, portanto, oitavas de tons elétricos condicionados pela pressão.

O SEGREDO DAS ERAS


Em um passo a passo simples, desdobrarei brevemente o mistério supremo de todos os tempos
para permitir a ciência anular a confusão que surgiu da sua incapacidade para relacionar a realidade
do universo invisível à sua simulação da realidade, que tão lamentavelmente enganou os sentidos
dos observadores ao longo das eras. Faço isto não só pela ciência, mas pela grande necessidade da
religião, que tanto precisa de um Deus que possa ser CONHECIDO por todos os homens como UM,
para substituir os muitos conceitos imaginados de Deus que tão desastrosamente desuniram a raça
humana.

Ninguém, exceto os poucos místicos de tempos imemoriais, jamais conheceu Deus, ou os


caminhos de Deus. A humanidade também não conheceu ainda o significado do AMOR sobre o
qual se funda o universo, nem da VIDA que o universo elétrico simula em ciclos sem fim, nem da
CAUSA dos EFEITOS pelos quais o homem tanto paga em lágrimas e angústia pelo seu não saber,
nem da CONSTITUIÇÃO DA MATERIA, nem dos processos invisíveis de Deus na criação de
pressões para condicionar a matéria.

A paz, há muito anunciada, que ultrapassa o entendimento, espera que a ciência rasgue o véu que
durante tanto tempo escondeu o rosto do Criador. A religião só pode ser unida como UMA se
dissipar a ignorância que agora encobre o deus da fé e da crença do medo, que criou tantos grupos
intolerantes de homens desconhecedores.

Falamos familiarmente sobre o universo espiritual e invisível da mente do Criador, e falamos com
igual familiaridade sobre o universo “físico” da matéria que chamamos de Criação, mas o mundo
ainda não conheceu nenhum deles separadamente, nem a sua unidade como um só, o suficiente para
definir cientificamente qualquer um deles.

Agora farei isso o mais simplesmente possível para que o futuro físico possa conhecer e
compreender o Universo como um todo, em vez de o sentir como tantas partes separadas que ele
nunca será capaz de encaixar juntas.

Página 21
I
A LUZ INDIVISA

A base da Criação é a Luz da Mente que a criou.

Deus é a Luz da Mente. A Mente pensante de Deus é tudo o que existe. A Mente é universal. A
Mente de Deus e a Mente do homem são UMA.

Este universo em eterna criação, que é o corpo eternamente renovado de Deus, é o produto do
conhecimento da Mente, expresso através do pensamento da Mente.

Na Luz da Mente de Deus está todo o conhecimento. Todo o conhecimento significa pleno
conhecimento da IDEIA ÚNICA do Criador que se manifesta na Sua Criação.

A Luz da Mente indivisa e incondicionada é um estado eterno de repouso. Essa Luz invisível do
Espírito é o equilíbrio do balanço absoluto e da imobilidade absoluta, que é a base do universo de
movimento dividido e condicionado pela pressão.

Nessa Luz não há mudança, nenhuma variação de condição, nenhuma forma e nenhum
movimento. É o universo zero da REALIDADE. Nela estão todas as qualidades da Mente de
conhecimento, inspiração, poder, amor, verdade, balanço e lei, que nunca são criadas, mas são
simuladas em quantidades móveis no universo dividido de ondas em movimento que chamamos de
matéria.

A Luz da Mente é o fulcro zero da onda alavanca a partir da qual o movimento é projetado. A sua
condição zero é eterna.

O infeliz erro da ciência está em assumir que o poder que pertence unicamente ao fulcro da Luz-
em-repouso está no movimento da alavanca que simula esse poder.

II
A LUZ DIVIDIDA

Na Luz da Mente do Criador está o DESEJO de dramatizar Sua IDEIA ÚNICA, dividindo sua
unidade incondicionada e imutável de balanço e repouso em pares de unidades de condições
opostas, que devem sempre intercambiar entre si para buscar balanceamento e repouso.

O DESEJO então multiplica esses pares de unidades em uma infinidade de repetições eternas
para dar corpos formados às imaginações do Criador. Todos os corpos formados são criados “à Sua
imagem”.

Através da expressão do DESEJO na Luz, este drama universal de CAUSA e EFEITO é criado
como o produto do Conhecimento da Mente dividido pelo Pensamento da Mente.

A CAUSA está eternamente em repouso na unidade balanceada da Luz indivisa. A CAUSA É


UMA.

O EFEITO está eternamente em movimento para buscar o balanço e o repouso no equilíbrio


centralizador das duas luzes opostas deste universo dividido, balanço esse que encontra apenas
para então perder. O EFEITO É DOIS

Página 22
A Luz da CAUSA, dividida nas duas luzes opostas do EFEITO, é a única ocupação da Mente que
chamamos de PENSAMENTO.

O pensamento da Mente ajusta a ideia dividida em movimento oposto bidirecional para produzir
o efeito de simular a ideia dando-lhe forma.

Os corpos formados são apenas movimentos condicionados pela pressão, entretanto. Eles não são
a IDEIA que eles simulam.

III
ESTE UNIVERSO ELÉTRICO DE IDEIAS SIMULADAS

O pensamento da Mente é elétrico. As pulsações elétricas do pensamento divididas manifestam o


desejo criativo em ciclos de ondas de movimento, que vibram para sempre entre as duas condições
elétricas de CONCENTRAÇÃO e DESCENTRALIZAÇÃO.

As sequências concentradoras e descentralizadoras de pensamento elétrico produzem as pressões


opostas de compressão e expansão, que formam corpos sólidos de movimento rodeados de espaço
gasoso numa pulsação de onda, e invertem essa ordem na próxima.

O pensamento concentrador é centrípeto. Concentra-se num ponto. Dá origem à gravidade. Ele


“carrega” multiplicando o baixo potencial em alto e o frio em calor.

O pensamento descentralizador é centrífugo. Expande-se para o espaço. Dá origem à radiação.


Ele “descarrega” dividindo o alto potencial em baixo e o calor em frio.

Todo o movimento é uma viagem contínua e bidirecional em direções opostas entre dois destinos.

Um destino é o ápice de um cone em um centro de gravidade incandescente. Neste ponto, o


movimento para e inverte a sua direção.

O outro destino é a base de um cone que circunda um centro de radiação frio e evacuado. Neste
ponto, o movimento chega novamente ao repouso e inverte sua direção de centrífuga para centrípeta.
(Consulte as Figuras 129-130).

Enquanto a Mente do Criador dividir o Seu conhecimento pelo Seu pensamento, esse movimento
bidirecional continuará suas sequências de ciclos para registrar as imaginações de Deus em formas
de Suas imaginações. Deus sendo eterno, assim como o Seu universo é eterno.

A crença da ciência de que o Universo teve um começo em algum período remoto passado -
como resultado de algum cataclismo gigante - e chegará ao fim em algum período remoto futuro é
devido ao desconhecimento de que as ondas de movimento são as ondas-pensamento do Pensador
Universal.

Também a crença da ciência de que o universo está morrendo por calor pela expansão dos sóis
se deve a não saber que existem tantos buracos negros evacuados no espaço para o renascimento
dos sóis quanto existem sóis comprimidos para o renascimento dos buracos negros evacuados.
(Consulte as Figuras 101 e 102).

Juntos, o intercâmbio entre estas duas condições constitui o batimento cardíaco do universo, e
são IGUAIS. Sendo iguais, são balanceados e contínuos, eternamente.
Página 23
A viagem em direção à gravidade simula a vida e a viagem oposta simula a morte nos ciclos de
repetição eternos que, juntos em sua continuidade, simulam a vida eterna.

As duas condições de pressão opostas que controlam os ciclos de vida-morte de todos os corpos
são: - (a) a condição negativa de expansão que empurra para fora, radialmente e em espiral, a
partir de um zero centralizador em repouso para formar a condição de baixo potencial que constitui
o “espaço”, e (b) a condição positiva de compressão que empurra para dentro em direção a um
zero centralizador em repouso para formar a condição de gravidade comprimida que gera corpos
formados por sólidos rodeados pelo espaço.

O desejo da Mente expressa o seu desejo através do processo elétrico do pensamento. O


pensamento divide a IDEIA em pares de unidades de movimento de condições opostas que registram
uma simulação da IDEIA em formas de pensamento.

Sir James Jeans sugeriu a possibilidade de que a matéria pudesse ser provada como
“pensamento puro”. A matéria não é pensamento puro, mas é o registro elétrico do pensamento.
Cada onda elétrica é um instrumento de registro que está sempre registrando a forma do pensamento
em campos ondulatórios da matéria.

Todas as ondas-pensamento criadas em qualquer lugar em qualquer campo de ondas tornam-se


universais, ao repeti-las em qualquer lugar.

Ondas de pensamento de estados de movimento expandidos e comprimidos são moldados em


padrões móveis que simulam as formas de imaginação do Criador. Todos os corpos formados assim
são “feitos à Sua imagem”.

Essa divisão da Luz indivisa e sua extensão em estados de movimento opostos é a base do
batimento cardíaco universal das ondas-pensamentos pulsantes, que aparentemente dividem UMA
IDEIA INTEIRA em muitas outras.

O intercâmbio entre pares de unidades de registro de pensamentos condicionados de forma oposta


é expresso em ondas de movimento.

Este é um universo de ondas-pensamento. As ondas-pensamento são reproduzidas em todo o


universo à velocidade de 290.000 quilômetros por segundo.

Acredita-se comumente que a incandescência dos sóis é Luz. A Incandescência simula a Luz neste
universo cinematográfico de faz-de-conta macrocósmico, mas a incandescência não é Luz. É apenas
movimento. A incandescência é apenas a metade comprimida de um par de condições opostas que
constitui matéria e espaço. A vacuidade negra do espaço frio constitui a metade expandida. Juntos, estes
dois são tão parceiros5 como o macho e a fêmea. Cada um é igualmente essencial para o outro. Cada
um encontra balanço no outro pela anulação do desbalanceamento do outro.

Essas duas condições e direções de compressão e expansão são necessárias para o intercâmbio
bidirecional do movimento que realiza o trabalho de integrar e desintegrar os ciclos de movimento
oposto de vida-morte que é esse universo elétrico.

A incandescência da matéria comprimida e a vacuidade negra da matéria expandida são as duas

5
NT: No original “mate”. Ao longo do texto o autor utiliza o termo para definir literalmente “parceiros sexuais”.
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extremidades polares opostas da “barra magnética” da Natureza. A Natureza não faz barras
magnéticas na forma de cilindros como o homem faz. Ela os faz na forma de cones. Neste universo
radial nenhuma outra forma de movimento além da forma espiral de cones é possível. (Consulte as
Figuras 158, 159, 160).

Isto significa que o polo negativo do “ímã” da Natureza é dezenas de milhares de vezes maior em
volume do que o polo positivo, embora os potenciais de cada polo sejam iguais. Significa também
que o plano de equilíbrio que divide o “on” da Natureza é curvo, enquanto que o mesmo plano em
uma barra magnética cilíndrica é um plano achatado de curvatura zero.

IV
O EQUÍVOCO DA LEI DE COULOMB

O postulado da Lei de Coulomb de que os opostos se atraem e os semelhantes se repelem


não é verdadeira à Lei Natural.

Condições opostas SÃO condições opostas. Da mesma forma, são efeitos opostos causados por
cada impulso em direções opostas. Não é lógico dizer que os opostos cumprem qualquer outra
função que não seja a de se OPOR. Nem é lógico dizer que coisas opostas se atraem umas às outras.

Em todo este universo, condições semelhantes buscam condições semelhantes. Os gases e


vapores buscam gases e vapores elevando-se para os encontrar. Líquidos e sólidos buscam líquidos
e sólidos caindo em sua direção.

A matéria radiante busca uma condição radiante na direção externa da radiação. A matéria
gravitacional busca a direção radial interna da condensação para encontrar sua condição semelhante.

Os polos opostos de uma barra magnética afastam-se uns dos outros até onde puderem. Esse é o
mesmo objetivo da corrente elétrica que divide o equilíbrio universal. Se os polos opostos se
atraíssem uns aos outros, teriam que estar juntos no meio, em vez de se “afastarem” uns dos outros.

Quando ocorre a despolarização, os polos parecem aproximar-se, mas isso se deve à sua
vitalidade cada vez menor. Eles ainda se afastam uns dos outros até que a desvitalização esteja
completa. Quando o movimento cessa, a matéria que ele manifesta deixa de existir.

Os observadores científicos foram enganados pelos seus sentidos ao pensar que os opostos se
atraem uns aos outros porque veem o polo norte de um ímã “puxar” em direção ao polo sul de outro
ímã.

O fato de que polaridades opostas se anulam mutuamente quando entram em contato não foi
considerado como um fator na questão. É um fato, entretanto, que quando dois opostos são reunidos
pela sua aparente ânsia de se contatarem, ambos os polos deixam de existir. Cada um anulou o outro
tão completamente quanto os opostos químicos sódio e cloro se anulam e não deixam vestígios de
nenhum deles após esse contato.

Se a lei de Coulomb fosse válida, não seria possível reunir sequer 30 gramas de qualquer
elemento.

Página 25
V
ESTE UNIVERSO ELÉTRICO DE ENERGIA SIMULADA

Para saber mais dinamicamente o que é realmente a eletricidade, vou defini-la. Ampliarei então a
minha definição com exemplos.

A eletricidade é um efeito de deformação, tensão e resistência causado pela energia do desejo na


Luz da Mente para dividir e estender a unidade equilibrada da Luz ÚNICA imóvel da Mente
Universal em pares de muitas unidades divididas de pensamentos da Mente.

Quando as deformações e tensões elétricas deixam de se opor umas às outras, a eletricidade deixa
de existir. A eletricidade é uma dualidade ação-reação. Quando as ações-reações duais deixam de
vibrar, o efeito elétrico é anulado pela condição única universal de repouso.

As vibrações sonoras da corda de uma harpa são um efeito elétrico. As vibrações elétricas do som
são uma divisão do silêncio indiviso. Quando as vibrações sonoras cessam, o silêncio “engoliu-as”,
anulando-as.

A IDEIA da nota silenciosa da corda da harpa existe eternamente. A divisão elétrica em som
manifesta a IDEIA, mas a IDEIA pertence ao silêncio, e ao silêncio retorna para renascer novamente
como uma simulação de IDEIA.

As duas pressões elétricas formadas pela divisão do equilíbrio universal têm funções separadas a
cumprir. A pressão negativa expande-se para criar espaço dividindo o potencial e multiplicando o
volume. Inversamente, a pressão positiva contrai para multiplicar o potencial em sólidos dividindo o
volume.

A eletricidade realiza assim o “trabalho” do mundo, deformando-se em direção à separação e à


multiplicidade de unidades e também relaxando de tais deformações e tensões resistidas até que o
movimento cesse suas vibrações, retirando-se para a imobilidade universal.

O único “trabalho” realizado neste universo é o “trabalho” causado pelas deformações e tensões
da matéria eletricamente dividida em movimento.

A matéria move-se apenas para procurar repouso e balanço.

A matéria não repele nem atrai a matéria. Toda a matéria que estiver desbalanceada com seu
ambiente, volume por volume - ou potencial por potencial - se moverá apenas para buscar repouso
em um ambiente equipotencial de igual volume de deslocamento.

É por isso que as correntes de ar ou oceânicas se movimentam, e não por outra razão que não seja
procurar o seu equilíbrio perdido. E, enquanto se movem, realizarão “trabalho”, - e a medida do seu
potencial para realizar “trabalho” é a medida do seu desbalanceamento.

As marés da Terra não são “atraídas” pela lua. A curvatura nas pressões dos seus campos de onda
que controlam o seu balanço é a causa disso. E isso explica por que as marés são empurradas da face
da Terra oposta à da lua, assim como são aproximadas na direção da lua em sua face mais próxima.

Quando as marés sobem, elas realizam “trabalho”, e também realizam “trabalho” quando descem,
mas “trabalho” deixa de ser realizado no momento em que o movimento de subir ou descer cessa.

Página 26
Da mesma forma, uma cachoeira realizará “trabalho” enquanto cai, mas não quando as águas
deixem de se mover.

Uma bateria de armazenamento realizará um “trabalho” enquanto é carregada com pressões


potenciais cada vez mais altas que se opõem umas às outras, e realizará uma quantidade igual
enquanto estiver descarregando para buscar a pressão de equilíbrio que unirá as duas divididas.
Quando estiver totalmente descarregada, deixará de executar “trabalho” porque encontrou equilíbrio
no seu zero e já não pode mais se mover.

Em uma bateria elétrica viva, ou em sua contraparte química como o sódio e o cloro, há três
equadores, o divisor central sendo o fulcro dos dois estendidos. Quando os dois equadores
estendidos da bateria elétrica energizada se retiram até seu balanceamento, a bateria fica
“descarregada”. Eles encontraram sua eterna imobilidade.

Do mesmo modo, os seus homólogos químicos deixaram de existir como elementos separados
quando se retiram para o seu fulcro de cloreto de sódio. Mesmo que o sódio e o cloro tenham
desaparecido, eles ainda existem, pois certamente reaparecerão, assim como a noite se seguirá ao
dia.

Para recarregar a bateria, o equador divisor deve ser estendido em direções opostas até que haja
novamente três equadores, antes que o movimento seja possível. O movimento é então não só
possível como imperativo.

O batimento cardíaco do universo é eterno. Enquanto o batimento cardíaco universal continuar,


cada par dividido, e cada unidade de cada par dividido, reaparecerá para expressar a vida tão
seguramente como desaparecerá novamente em repetições eternas para expressar a morte.

O “trabalho” não é realizado pela atração da matéria pela matéria, nem por causa de uma
condição de matéria como o calor, que se presume ser energia. O “trabalho” é realizado somente
porque a corrente elétrica, que divide uma condição imóvel em duas condições desbalanceadas, cria
duas tensões de deformação opostas de agitação que devem se mover para liberar essas tensões.

VI
A DUALIDADE DO EFEITO ELÉTRICO

Nenhum efeito pode ser produzido se não houver um efeito oposto igual para trabalhar com ele.
Os trabalhadores elétricos são dois, que se movem em direções opostas para realizar esse efeito
chamado “trabalho”.

O efeito é, portanto, bidirecional, assim como o “trabalho” também é realizado em dois sentidos.

Os dois trabalhadores elétricos são como dois homens em extremidades opostas de uma serra
dupla que “puxam” e empurram em direções opostas de extremidades opostas para realizar o
“trabalho” de serrar uma árvore.

Ou eles são como duas extremidades de compressão e expansão de um pistão que “puxa” e
empurra em direções opostas, sequencialmente, para mover e executar “trabalho”, enquanto eles se
movem em qualquer direção oposta. Cada extremidade da serra, ou pistão, é inútil sem a outra.

O calor, por exemplo, é uma extremidade do pistão cósmico. O frio é a outra ponta. Enquanto
estas duas condições existirem, o pistão do movimento intercambiável continuará expandindo-se e
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contraindo-se sequencialmente. Quando cada um tiver encontrado equilíbrio ao anular o outro, o
movimento cessará imediatamente e o “trabalho” não poderá mais ser realizado.

A ciência diz que frio é menos calor. Da mesma forma, seria possível dizer que mulher é menos
homem, ou que sul menos norte.

A ciência também diz que não há um fluxo de energia compensador ascendente para equilibrar o
seu fluxo descendente. Existe um fluxo ascendente. Caso contrário, um fluxo descendente seria
impossível.

Cada onda é uma bomba de expansão-compressão. O universo inteiro é uma bomba gigante. O
pistão bidirecional da bomba universal constitui o batimento cardíaco universal. Um universo
unidirecional é tão impossível quanto uma bomba unidirecional.

A condição comprimida deste universo é exatamente igual à condição expandida. A condição


comprimida é a gravitação. A condição expandida é a radiação. Gravitação e radiação são um par
de opostos iguais. Uma é inútil sem ao outra. Na verdade, cada condição é impossível de produzir
sem produzir simultaneamente a outra. O calor é o efeito da resistência multiplicada à compressão da
gravitação. O frio é o efeito da deformação oposta de resistência à evacuação, ou vazio, que resulta
da expansão da radiação.

Há tanto frio nas grandes extensões do espaço quanto há calor nos sóis comprimidos em todo este
universo.

Não há um único ampere de diferença entre estas duas condições opostas de trabalhadores
elétricos em todo o universo, ou há um miligrama de peso nele que não esteja balanceado entre os
dois. Este universo de ondas elétricas é dividido em campos de ondas. Cada campo está dividido
igualmente pela contração da gravitação e expansão da radiação. O potencial dos sólidos num campo
de ondas é igualmente compensado pelo potencial do espaço que envolve os sólidos.

É tão impossível desigualar estas duas condições em qualquer campo de ondas, ou produzir uma
delas separadamente sem simultaneamente produzir a outra, como seria polarizar uma extremidade
de uma barra magnética sem produzir um polo igual de oposição na outra.

Este universo de ondas está dividido em campos de ondas. Cada campo de onda é uma bateria
elétrica que está sempre sendo carregada pelo poder de polarização centrípeta da gravitação e
descarregada pelo poder de despolarização centrífuga da radiação.

Este processo é uma manifestação do princípio da vida-morte, crescimento-decaimento que está


sempre presente em todos os efeitos do movimento na Natureza, sem exceção. Juntas elas
constituem as sequências elétricas de ação-reação sem as quais não haveria universo.

Não é verdade para a Natureza, portanto, dizer que calor, frio, compressão, expansão ou qualquer
outra expressão de movimento é energia.

Se o potencial para causar movimento estiver no estado balanceado de repouso, segue-se


necessariamente que a energia está na imobilidade do repouso e não em movimento, o que é efeito
de causa.

A Mente do Criador é o fulcro a partir do qual a alavanca ondulatória do pensamento da Mente se


estende para expressar a energia da Mente criativa. As ondas-pensamento não podem, portanto, ser a
Página 28
energia que as fez tornarem-se ondas-pensamento.

Qualquer alavanca é impotente sem um fulcro. O poder de mover-se está no fulcro que nunca se
move.

Todo o movimento parte de um ponto de repouso, procura um ponto de repouso e retorna na


direção inversa ao seu ponto inicial de repouso. Teste esse fato jogando uma bola no ar, respirando e
expirando, puxando uma corrente ou andando.

Os efeitos elétricos do movimento não são energia. A matéria-em-movimento é uma marionete no


final de duas cordas elétricas controladas pela Mente.

VII
QUAL É O “TRABALHO” DESTE UNIVERSO?

O único “trabalho” realizado neste universo é o “trabalho” de registrar formas de pensamento das
imaginações da Mente em corpos positivamente carregados, que estão expressando a metade
vitalizante do ciclo de vida-morte de criar corpos - e em corpos negativamente descarregados, que
estão expressando a outra metade desvitalizante desse ciclo.

Essa é o único trabalho que se pode fazer em toda a Criação, pois Deus registra seu pensamento
concentrador-descentralizador nas ações-reações elétricas de corpos vivos-mortos que aparecem e
desaparecem em ciclos sequenciais.

A criação de corpos é o único trabalho que o homem faz. Todo corpo criado por Deus ou pelo
homem surge da imobilidade invisível e desaparece nessa mesma imobilidade de sua fonte, para
reaparecer, periodicamente, nos ciclos de vida-morte, crescimento-decaimento para sempre.

Todos os corpos manifestam a IDEIA eterna, repetindo eternamente as suas manifestações de


IDEIA em ciclos contínuos que não têm começo nem fim. Para exemplificar: o frio é gerado - a
geração se contrai - a geração se aquece - calor irradia - a radiação expande-se e a expansão
arrefece.

O som - para outro exemplo - é um corpo de movimento alternante que surge de uma corda de
harpa silenciosa e retorna a ela. A corda silenciosa da harpa é o fulcro da energia a partir da qual a
corda se estende como uma alavanca vibratória de movimento para manifestar a IDEIA de um tom
musical em ciclos de vida-morte.

VIII
ESTE UNIVERSO POLARIZADO,
SEXUALMENTE CONDICIONADO,
PULSANTE, DE ONDAS-PENSAMENTO

Por anos a ciência procurou um simples princípio básico de motivação subjacente, que está
presente em todos os efeitos do movimento. Os matemáticos esperavam encontrá-lo e reduzi-lo a
uma fórmula básica. Os físicos procuraram-no na esperança de descobrir assim o princípio da vida.

A ciência nunca o encontrou, e nunca o encontrará enquanto ele for procurado na matéria ou no
movimento.

Página 29
Esse segredo elusivo só pode ser encontrado na Luz zero do equilíbrio universal, que é o fulcro
do universo elétrico sexualmente dividido de ondas-pensamentos de movimento bidirecional.

Esse segredo eternamente escondido das eras é o divisor do zero ÚNICO em DOIS zeros
aparentemente estendidos. E é o multiplicador destes DOIS em inúmeros outros DOIS.

O nome desse grande divisor de repouso em movimento elétrico bidirecional é POLARIDADE.

A polaridade é o controlador - o medidor - e o pesquisador da intensidade elétrica do desejo na


Mente para as ações-reações necessárias para a expressão criativa.

A polaridade estende sua medida do desejo do ponto zero de repouso na Luz universal para dois
pontos zero estendidos de repouso onde o movimento inverte sua direção, sua polaridade e sua
condição.

Estes dois pontos de imobilidade onde o movimento elétrico se inverte de uma condição de
pressão oposta para a outra são o que a ciência chama de polos magnéticos. A função dos polos
magnéticos é equilibrar e controlar todo o movimento eletricamente dividido no universo.

Toda a matéria eletricamente dividida, seja um átomo ou um sol gigante, é controlada por um
ponto central imóvel de Luz magnética. Os dois polos estendidos dessa Luz imóvel medem a
intensidade do desejo que motiva essas extensões a partir de sua fonte de energia na Luz imóvel.

A eletricidade vitaliza e desvitaliza - carrega e descarrega - gravita e irradia - inspira e expira -


vive e morre - aparece e desaparece - comprime e expande - aquece e arrefece - cresce e decai -
integra e desintegra - e solidifica e vaporiza através das suas ações-reações elétricas que dividem o
UM em incontáveis pares de ações separadas sob controle polar.

Quando o homem inspira, ele polariza o seu corpo. Ele o vitaliza em uma ação de vigília e uma
consciência da sensação. Ele carrega o seu corpo com maior potencial elétrico. Ele manifesta vida.

Quando o homem expira, ele despolariza seu corpo. Ele o desvitaliza em uma inação adormecida
e uma menor consciência da sensação. Ele descarrega o seu corpo diminuindo o seu potencial. Ele
manifesta morte.

IX
A PERIODICIDADE DA POLARIDADE É
A BASE DA CONSTITUIÇÃO DA MATÉRIA

A natureza está empenhada em criar apenas uma forma - o cubo-esfera - que significa o mesmo
que dizer feminino-masculino do homem.

A esfera é o sol centralizador positivo. O cubo é o campo de ondas invisível circundante. Toda a
matéria é assim dividida em sólidos positivos rodeados de espaço negativo.

À medida que a matéria começa a sua formação em esferas, a sua primeira forma é semelhante a
um disco, pois ela começa como a base de um cone. Numa série de esforços que constituem a oitava
de onda, o primeiro esforço em forma de disco prolonga-se gradualmente até que a esfera perfeita se
forme na amplitude da onda. Este é o processo através do qual “a matéria emerge do espaço”.

Durante este processo, os polos de balanço que controlam toda a matéria movem-se gradualmente
Página 30
em direção ao polo de rotação. Quando a esfera é aperfeiçoada, como é finalmente em carbono, os
dois polos coincidem com o polo de rotação e o equador da esfera aperfeiçoada está a 90 graus do
eixo ondulatório. Da mesma forma, o campo de ondas torna-se um verdadeiro cubo. Da mesma
forma, qualquer elemento que tenha atingido o seu verdadeiro estado de esfera irá cristalizar como
um cubo verdadeiro. Da mesma forma, quaisquer pares divididos de elementos que se unem como
um na amplitude da onda - como o sódio e o cloro - cristalizarão na forma de cubo verdadeiro de seu
campo de onda.

Inversamente, à medida que verdadeiras esferas se tornam oblatas, os dois polos de balanço se
afastam do polo de rotação e vão em direção ao eixo da onda, até que se complete a despolarização e
os polos magnéticos desapareçam no plano do eixo da onda. Esta é a maneira pela qual “o espaço
engole a matéria”.

A mecânica deste processo de polarização e despolarização sob o controle orientador de dois


pares de polos magnéticos será mais detalhadamente descrita mais adiante.

Este processo elétrico de polarização ocorre com intensidade crescente durante metade de cada
ciclo, seja de uma respiração, o ciclo de um dia, um ano ou uma vida.

Um homem de quarenta anos terá atingido a sua força totalmente polarizada para manifestar a
vida na primeira metade do seu ciclo de vida-morte. A despolarização assume então o controle à
medida que a polaridade se inverte na amplitude ondulatória do ciclo de vida do homem. A
desvitalização então começa e a partir daí o homem manifesta a metade da morte do ciclo.

Esse processo ocorre em cada partícula criadora de matéria ou qualquer combinação de


partículas, seja no homem, formiga, elétron ou nebulosa.

À medida que a polarização aumenta em intensidade, as deformações e tensões criadas pelo


desejo dos opostos de polaridade de “afastarem-se” uns dos outros aumentam em intensidade. Este
fato é precisamente o efeito oposto ao da conclusão estabelecida pela lei de Coulomb.

À medida que a polarização diminui, as deformações e tensões da oposição elétrica relaxam, até
que a polaridade desaparece completamente na condição de repouso do plano equipotencial do eixo
ondulatório. Este fato não deve ser interpretado como a atração entre opostos elétricos, pois a
despolarização significa que a capacidade de oposição diminui à medida que cada polo esvazia o
outro na condição de repouso, mas eles ainda se afastam um do outro até o fim.

Todo o processo de polarização e despolarização de cada ação-reação da Natureza poderia muito


bem ser descrito como uma alavanca que se estende em direções opostas a partir de seu fulcro até
que não pudesse estender mais, então invertendo essas direções e, sem querer, se retirando para seu
fulcro, onde o movimento cessa para recomeçar e novamente reverter.

X
AS CHAMADAS LINHAS MAGNÉTICAS DE FORÇA

Uma das grandes ilusões da Natureza que enganou os observadores científicos é o princípio da
curvatura, que está sempre presente no efeito em constante mudança em todos os campos de ondas,
e nos campos de ondas dentro dos campos de ondas em todo o Universo.

Os campos de ondas são delimitados por planos de curvatura zero, que atuam como espelhos para
inverter toda a radiação que atinge os limites destes campos de ondas.
Página 31
Um exemplo de tal plano de curvatura zero é o equador de uma barra magnética. As limalhas de
ferro que se estendem a partir de qualquer um dos polos irão curvar-se gradualmente nos gradientes
de pressão em constante mudança que rodeiam os polos. A ciência chama erroneamente estas linhas
curvas de linhas magnéticas de força. (Consulte as Figuras 75, 76, 77, Figura 173, e Figura 174).

Quando estas linhas curvas atingem o equador que divide os dois polos, elas revertem e repetem
sua curvatura como se fossem refletidas por um espelho.

Não há linhas magnéticas de força na Natureza. Essas chamadas linhas curvas são os raios das
esferas e esferoides que constituem esse universo radial de matéria em formato prolato e oblato.

A radiação é um efeito elétrico. Não magnético. As pressões que rodeiam as esferas e os


esferoides variam muito nos seus gradientes de pressão equipotenciais. Como a radiação é máxima
nos equadores solares ou planetários e a gravitação é máxima nos seus polos, os gradientes de
pressão em torno das esferas ou esferoides variam na sua curvatura para adaptar-se a essas pressões.

Gravitação e radiação são ambas radiais. Os raios tanto da direção interna da gravidade como da
direção externa da radiação não podem ser projetados através de pressões variáveis sem se curvar
para se conformar às densidades variáveis de gradientes de pressão variáveis.

Assim como um bastão quando empurrado para a água parece quebrar repentinamente no plano
de divisão das duas densidades diferentes, assim também os raios de entrada e saída de raios de luz
parecem dobrar-se gradualmente à medida que as pressões se tornam gradualmente mais ou menos
densas.

Este universo dividido é curvo. Suas duas condições opostas de gravitação e radiação são
curvadas de maneira oposta. Cada um tem um sistema de curvatura próprio e cada sistema é oposto
ao outro pois seus propósitos são opostos.

O sistema de curvatura da gravidade é evidenciado na camada esferoidal e elipsoidal de


gradientes de pressão equipotenciais que se curvam em torno dos centros de gravidade. A superfície
da terra e as camadas de Heaviside são bons exemplos.

A curvatura da gravitação é centrípeta. É controlada pelos polos magnéticos norte-sul. A sua


função é estender os corpos em movimento desde os seus eixos de onda até às suas amplitudes de
onda.

O sistema de curvatura radial é evidenciado em camadas elipsoidais de gradientes de pressão


equipotenciais que se estendem radialmente afastando-se dos centros de gravidade. A curvatura
radial tem a mesma relação com os equadores de sóis e planetas que a curvatura da gravidade tem
com os seus polos de rotação.

Bons exemplos de curvatura radial são os anéis de Saturno, a Nebulosa do Haltere, (ver Figura
148) e a coroa solar.

O sistema de curvatura radial é centrífugo. É controlado por dois polos magnéticos ainda
desconhecidos que serão amplamente descritos mais tarde como polos Leste-Oeste.

As inter-relações desses dois pares de polos são mais plenamente estabelecidas no Capítulo XXI

Página 32
Todo o assunto sobre curvatura é uma das muitas ilusões de ótica das quais a Natureza é
completamente composta. Os gradientes de pressão curvos agem como lentes para dobrar a luz
irradiante para fora à medida que passam através da sua concavidade de dentro para fora. O reverso
ocorre quando os raios gravitacionais passam através da convexidade das lentes de luz de fora para
dentro.

A polaridade investiga e mede estas pressões, mas a eletricidade somente projeta e retrai a luz que
causa estas ilusões. A suposição de que o magnetismo é uma força misteriosa de algum tipo, que
atrai e repele, ajudou a construir essas conclusões erradas que os sentidos fizeram os observadores
acreditar. (Consulte a Figura 77; Figura 161; Figuras 170, 171, 172; Figura 173; Figura 174).

Em nosso Home Study Course, diagramamos com muito cuidado e clareza o princípio da curvatura
bidirecional dentro dos campos de ondas, e o princípio da curvatura zero, que limita os campos de
ondas e isola o efeito de um campo de ondas de todos os outros por um princípio de reversões, por isso
devemos deixar que esta breve descrição seja suficiente para o propósito deste tratado.

XI
A INADEQUADA LEI DA CONSERVAÇÃO DA
ENERGIA

A lei diz que “a quantidade de energia no universo é constante”.

Isso é verdade porque a energia é imutável na indivisa Luz-no-repouso. Mas o significado


científico dessa verdadeira lei não é o significado da Natureza.

A energia pertence ao universo invisível. Estende-se no universo visível do movimento


SOMENTE A PARTIR DE UM FULCRO que está em repouso. A energia, porém, não passa além
do fulcro para a matéria, ou condição da matéria, ou movimento da matéria. Aquilo que vai além do
repouso para o movimento é uma expressão de energia - uma simulação de energia - um efeito
projetado a partir de uma causa para demonstrar o que a energia pode fazer quando projetada nas
ilusões do movimento.

A energia assim expressa pode ser comparada às inúmeras ações de um filme. O movimento
assim expresso simula a energia, e a IDEIA, que foi projetada a partir de uma Fonte mental indivisa
através de uma fonte de onda elétrica dividida por meio de um fulcro zero sobre o qual a onda
oscila.

Não se pode dizer, portanto, que a energia simulada pelo filme esteja na imagem e não na fonte
da imagem.

Da mesma forma, o mesmo não pode ser dito do filme cinematográfico cósmico da Natureza de
causa e efeito, que o Mestre Dramaturgo projetou na tela do espaço a partir da Luz de Seu
conhecimento através das lentes de luz do Seu pensamento elétrico.

Para provar que o significado científico da lei verdadeiramente declarada não é o significado da
Natureza, citarei um livro de texto científico que explica o significado da lei da seguinte forma:
“Esta lei significa... que se a energia aparece em uma forma, ela deve ter desaparecido de outra em
quantidade correspondente”.

As palavras “aparece” e “desaparece” indicam que a energia deve estar realmente dentro do

Página 33
movimento visível e não no seu fulcro.

XII
O EQUÍVOCO DA TERMODINÂMICA

Se a polaridade tivesse sido corretamente compreendida pela ciência, as leis termodinâmicas e os


princípios aceitos nunca teriam sido escritos. Clausius originalmente escreveu a segunda lei da
termodinâmica da seguinte forma: “É impossível a construção de um dispositivo que, por si só, isto
é, sem intervenção do meio exterior, consiga transferir calor de um corpo para outro de
temperatura mais elevada”.

Isso não é verdade, pois a Natureza está constantemente fazendo justamente isso em todas as
expressões da gravidade. Todo corpo frio de chuva, ou neve, aquece ao cair na terra e transmite esse
calor para elevar a temperatura mais alta da terra a uma temperatura ainda mais alta.

Cada corpo frio que é adicionado por gravidade a um corpo maior a uma temperatura mais
elevada aumenta a temperatura de ambos os corpos pelo peso esmagador e compressivo da
gravidade.

É função da gravidade comprimir - e é função da compressão aquecer - e é função do calor


expulsar seus corpos quentes para que eles possam esfriar e retornar como corpos de contração para
novamente aquecer.

Cada corpo frio que se aproxima de um corpo maior “carrega” ambos os corpos. Os corpos em
carga aquecem. Inversamente, cada corpo que irradia de um corpo maior “descarrega” ambos os
corpos. Os corpos em descarga arrefecem.

O frio do espaço aquece ainda mais os sóis quentes por meio de seus polos, e os sóis quentes
irradiam seu calor por meio de seus equadores para formar anéis de resfriamento, que novamente
aquecem para se tornarem planetas quentes.

A lei é ainda mais explicada pela afirmação de que um objeto cairá por si próprio de um nível
mais elevado para um nível mais baixo, mas não subirá por si próprio de um nível mais baixo para
um nível mais elevado.

Isto também não é verdade. Tudo o que “cai” em direção a uma das duas condições polarizadas
da matéria deve “subir” em direção à outra condição oposta. O intercâmbio é igual. A maçã que cai
por conta própria sobe por conta própria.

A água une suas partículas em uma relação mais próxima para cair, depois se divide em uma
relação mais remota para subir. (Consulte a Figura 160).

Tudo o que emerge do espaço pela via da gravidade é “engolido” pelo espaço pela via da
radiação.

Isto é tão verdadeiro para os sóis como para as maçãs. Todo sol que é projetado no espaço por
uma oscilação do pêndulo da polaridade tem como parceiro um buraco negro e vazio de igual
potencial do outro lado de seu eixo de onda, que está esperando para “engoli-lo” quando o pêndulo
inverte sua oscilação.

A confusão dos observadores que conceberam essa lei deve-se ao desconhecimento do equilíbrio
Página 34
da Natureza que a polaridade controla. Eles pensam na maçã como um objeto pesado que não pode
subir como um objeto pesado.

O leigo pensa objetivamente em uma maçã como um objeto sólido, mas o cientista deve pensar
na maçã como uma parte fugaz de um ciclo inteiro. A maçã sólida é a parte do seu ciclo que se
condensou de um grande volume para se tornar um pequeno volume localizado no ápice do ciclo do
seu cone espiral.

Os cientistas devem pensar ciclicamente e não objetivamente. O ápice de um cone, que se


considera objetivamente como uma maçã, se expandirá para se tornar a base de um cone que
eventualmente espiralará em seu ápice no ramo de alguma árvore, para se tornar novamente uma
maçã.

Este não é um universo objetivo. É cíclico. A objetividade é apenas uma etapa de um ciclo que se
move para sempre através de muitas etapas entre o aparecimento e o desaparecimento do que os
sentidos interpretam como objetivo.

O astrônomo também deve pensar assim de seus sóis e estrelas. Deveria ser mais fácil para o
astrônomo pensar ciclicamente do que para o físico, pois ele pode ver os ápices do cone se
expandirem em bases de cone para depois retroceder em novos sóis, da mesma forma que as maçãs
se expandem para se tornarem bases de cone para depois retroceder em formas objetivas de maçã
nos ápices do cone.

A Figura 131 é um bom exemplo da maneira como um astrônomo deve pensar em relação a todos
os corpos estelares. Se Newton tivesse pensado assim em relação a uma maçã, não teria escrito uma
lei tão inadequada, não natural e enganosa.

Os cientistas não devem pensar apenas em efeitos sequenciais, devem também pensar no
funcionamento simultâneo de todas as expressões bidirecionais.

É assim que funciona a Natureza. À medida que a maçã sólida cai, um potencial igual sobe
simultaneamente. Se eu colocar minha mão na água, uma quantidade igual àquela que é deslocada
pela minha mão sobe.

Quando a maçã cai, ela simultaneamente “carrega” a terra e “descarrega” o espaço. Quando a
maçã sobe, ela simultaneamente “carrega” espaço e “descarrega” a terra.

O balanço no potencial entre a matéria gravitacional e a matéria irradiante em cada campo de


ondas é absoluto. Os observadores científicos nunca pensaram nisso dessa forma. Eles não pensaram
no espaço como sendo dividido em “compartimentos” definitivamente medidos, tais como campos
de ondas.

Quanto mais espaço evacuado houver em um campo de ondas, mais sólida é a matéria que o
centraliza e maior é o volume de espaço. À medida que o espaço arrefece mais, e os seus campos de
ondas se expandem mais em volume, o seu sol central contrai-se e aquece igualmente.

A polaridade divide todos os seus efeitos elétricos igualmente. O volume do espaço negativo
pode ser milhares ou milhões de vezes maior do que o volume do seu centro positivo, mas os seus
potenciais são iguais ao milionésimo de um ampere.

Se assim não fosse, a lei de Kepler que diz que “áreas iguais num vetor de raio são cobertas em
Página 35
um tempo igual” não seria viável, nem as relações cúbicas de aceleração e desaceleração
funcionariam.

XIII
INADEQUAÇÃO E FALÁCIA DAS TRÊS LEIS DE
NEWTON E UMA HIPÓTESE

As leis e hipóteses de Newton pareciam ser uma afirmação magistral dos princípios subjacentes
da Natureza. Elas têm mantido o seu prestígio com reverência pela sua validade durante trezentos
anos, durante os quais o equívoco de que toda a matéria atrai toda outra matéria com poder
matematicamente mensurável foi um fundamento do pensamento científico.

A nova iluminação quanto aos caminhos e processos de Deus demonstrará que esta crença é
apenas mais um dos muitos fatos aparentemente óbvios da Natureza que enganam os sentidos para
formar conclusões erradas. Os sentidos do homem têm aceitado muito prontamente essas simulações
de fatos como fatos reais.

A primeira lei de Newton diz: “Todo corpo continua em seu estado de repouso ou de movimento
uniforme em uma linha reta, a menos que seja forçado a mudar aquele estado por forças aplicadas
sobre ele”.

Esta lei foi redigida para se adequar a premissas inexistentes que foram erroneamente presumidas
como existentes. Um corpo não pode continuar o seu estado de repouso porque os corpos em
repouso não existem na Natureza. Os corpos são apenas ondas de movimento. Quando o movimento
cessa, os corpos deixam de existir. Poder-se-ia referir apropriadamente ao fato de o som estar em
repouso no silêncio, pois o som é matéria-em-movimento como todos os outros corpos.

Um corpo não pode continuar seu movimento uniforme em linha reta nesse universo radial de
gradientes de pressão curvos. Tal fenômeno é impossível. Da mesma forma, todos os corpos estão
sendo continuamente acionados por duas forças externas opostas - e não por uma força intermitente.

Todos os corpos do universo estão constantemente em movimento violento, mesmo que simulem
repouso. Quando o movimento cessa, a matéria cessa. Uma nuvem que flutua imóvel sobre a terra se
move a uma velocidade de mil e seiscentos quilômetros por hora enquanto a terra gira. Está também
se movendo violentamente em todas as suas partes.

Ela também está se movendo em uma linha curva, não em uma linha reta, mesmo que a força
atuando sobre ela seja imutável.

O mesmo se pode dizer de aviões, planetas, luas ou ondas de rádio. Todos seguem a curvatura
dos gradientes de pressão da gravidade porque a gravidade é sempre curva.

Mesmo o lápis parado sobre uma mesa não pode simular um repouso, a não ser por um
movimento tão violento que toda a sua casa seria instantaneamente destruída se as forças duais que
provocam esse movimento retirassem subitamente o seu apoio.

Com isto ofereço as seguintes leis que têm significado na Natureza para substituir esta primeira
lei sem sentido:

1. Todo o movimento nesse universo radial polarizado é curvo, e toda a curvatura é espiral.

Página 36
2. Todo corpo é o resultado do esforço de duas deformações opostas que se afastam uma da
outra em direções radiais opostas para condicionar seus atributos e determinar seu
movimento.

3. Todo corpo está em movimento perpétuo até que as deformações de oposição que o
mantêm em movimento se anulem mutuamente no ponto universal zero de repouso, no qual
todos os corpos desaparecem para reaparecer em polaridade invertida.

A terceira lei de Newton diz: “A toda ação há sempre uma reação oposta e de igual
intensidade”.

Esta lei é inadequada e incompleta, pois confunde os fatos que regem o movimento. O que ela
significa, exatamente? Se tivesse sido escrita de qualquer uma das duas maneiras seguintes, a
confusão quanto ao seu significado desapareceria, mas qualquer uma delas ainda estaria incompleta.

(1) Para cada ação há uma reação simultânea oposta e de igual intensidade, ou (2) Para cada ação
há uma reação sequencial oposta e de igual intensidade.

A inferência é que o último significado era a intenção de Newton.

Para reescrever esta lei em conformidade com os processos da Natureza, a terceira lei de Newton
deve ter a seguinte interpretação:

“Cada ação é simultaneamente balanceada por uma reação oposta e de mesma intensidade, e é
repetida sequencialmente em polaridade invertida”.

Para que o acima mencionado possa ser mais bem compreendido pelo cientista cuja formação
tradicional fixou na sua Consciência o conceito de um universo unidirecional, seria bom que eu
desse alguns exemplos familiares do princípio fundamental do conceito bidirecional que opera em
cada efeito de ação-reação do movimento sem exceção em qualquer lugar.

1. Uma explosão para fora comprime no sentido da direção da ação e simultaneamente evacua na
direção oposta. A metade seguinte do ciclo é inversa. A condição evacuada torna-se comprimida e a
condição comprimida torna-se evacuada.

Não poderia ser citado nenhum exemplo de polaridade melhor do que o acima referido. Toda a
divisão elétrica do equilíbrio indivisível em pares de condições opostas ocorre desta maneira - e as
únicas duas condições no Universo são as condições comprimidas - mais - e as condições
expandidas - menos -, e seus efeitos resultantes de calor e frio - masculino e feminino - positivo e
negativo, e outros pares de opostos ondulatórios vibrantes.

2. O disparo de um revólver e o seu recuo são simultâneos. A reação sequencial é inversa. O que
era uma descarga torna-se uma carga - e suas direções são invertidas. O que foi evacuado torna-se
uma força de gravidade que se comprime no seu centro em vez de em torno da sua circunferência. A
concavidade das pressões externas reverte para a convexidade das pressões internas.

A curvatura de cada ação-reação simultânea é a inversa da sequencial.

3. A descarga de cada corpo que expira, seja homem, ou sol, ou elétron, carrega o espaço
comprimindo-o, e simultaneamente descarrega o corpo, expandindo-o. A ação-reação sequencial de
inspiração reverte esse processo.
Página 37
Da mesma forma, os corpos de evacuação comprimem simultaneamente, e o espaço de
compressão simultaneamente expande seus limites do campo de ondas para equilibrar um oposto
com o outro.

Toda ação para fora é uma explosão que forma anéis de compressão em seu equador. Estes
rodeiam um grande volume de espaço expandido. A reação interna sequencial desta ação forma um
centro de gravidade dentro do volume expandido como núcleo de uma esfera formadora. Cada
esfera assim formada “explode” radialmente para formar anéis de compressão no seu equador, que
se tornam novamente sistemas de esferas.

Estes são os fundamentos da constituição da matéria.

Este processo subjacente da Natureza está presente em todas as suas ações-reações. É a própria
mecânica do processo universal de inspiração-expiração da Natureza que motiva o batimento
cardíaco do Universo. São as viradas de dentro para fora e de fora para dentro do espaço e da
matéria, que se engolem mutuamente até gerarem uns aos outros sequencialmente. Este processo é o
mais notável fundamento da Natureza. A repetição na Natureza deve-se a este processo.

4. Cada coisa em crescimento que se desdobra do padrão invisível de sua semente6 para a forma
visível se redobra simultaneamente dentro de sua semente como um registro invisível do padrão da
forma em desenvolvimento. A reação sequencial reverte a direção de redobramento interna e repete
a direção de desdobramento externa do crescimento.

A hipótese de Newton diz o seguinte: “Cada partícula de matéria no universo atrai cada outra
partícula com uma força que varia diretamente como produto das massas e inversamente como o
quadrado da distância”.

A ciência afirma que a matemática de Newton prova sem dúvida que a matéria atrai a matéria.
Isto não é verdade. A matemática pode provar as medidas e relações de uma miragem, mas não
prova que os trilhos da ferrovia se encontram lá.

Da mesma forma, a matemática de Newton pode provar as taxas de aceleração e desaceleração


das pressões opostas da gravidade e da radiação, à medida que as massas se deslocam e se afastam
umas das outras na sua ânsia de encontrar repouso das deformações e tensões de desbalanceamento,
mas isso não prova que a matéria atrai a matéria. Isso só prova que a matéria parece atrair a matéria,
assim como as ferrovias parecem se encontrar no horizonte.

Seria igualmente lógico afirmar que os planetas foram atraídos por seus periélios porque poderia
ser matematicamente provado que todos os planetas aumentam sua velocidade à medida que se
aproximam de seus periélios.

Para que a terceira lei de Newton seja válida, ela deve aplicar-se a todos os movimentos, como as
órbitas dos planetas, bem como aos corpos que caem, como a maçã, que se diz cair porque é atraída
para a terra. Não deve ter exceções, e tem muitas. Vamos considerar uma delas.

Quando a maçã cai em direção a um centro de gravidade, Newton soma o produto das duas
massas - maçã e terra - e contabiliza matematicamente a taxa de aceleração à medida que os dois
corpos “mutuamente atrativos” se aproximam.

6
NT: mantido o sentido do original “seed”.
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Quando um planeta se aproxima do seu periélio, no entanto, a sua velocidade aumenta assim
como a velocidade da queda da maçã aumenta. Ao contrário da maçã que está se aproximando de
outro corpo, no entanto, o planeta está apenas se aproximando de um ponto vazio no espaço onde
não há outro corpo para somar ao do planeta, como há quando os potenciais do planeta e da maçã
podem ser totalizados.

O planeta acelera, porém, sem ter outro corpo para “atraí-lo”. Por que este fato mais óbvio não
foi observado há muito tempo?

Vejamos esta lei de outro ponto de vista. A ciência fundou sua teoria cosmogênica na crença de
que este é um universo unidirecional, descontínuo, não compensatório, a despeito do universo
bidirecional, muito obviamente contínuo, compensatório, que se manifesta em todos os seus efeitos,
sem uma única exceção em toda a Natureza.

Sempre que a Natureza projeta qualquer alavanca de onda a partir de seu fulcro, ela a projeta de
duas maneiras opostas - simultaneamente - e então inverte ambas, retirando ambas as extensões da
alavanca de volta para seu fulcro. Isso cumpre sua lei invariável que decreta que todo movimento
nasce do repouso, busca dois pontos opostos de maturidade para repousar, depois retorna ao zero de
seu início para o renascimento.

Equívocos do Peso

Todos os corpos livremente flutuantes que estão em harmonia com o seu ambiente não têm
qualquer peso.

No momento em que qualquer potencial é retirado de um ambiente de igual potencial,


deformações e tensões elétricas são dispostas na massa desbalanceada removida, medindo a
resistência a essa remoção.

Uma pedra, por exemplo, está muito desbalanceada com um volume igual de ar. A pedra cairá
em busca de um potencial semelhante, não porque tenha o peso como propriedade intrínseca, mas
por causa das deformações da polaridade elétrica que dividem o equilíbrio universal em pares
iguais-e-opostos desbalanceados, e insistem em manter o universo balanceado.

A ciência acredita que um homem que pesa 70 quilos enquanto rodeado pelo ar ainda pesa 70
quilos quando rodeado pelas pressões completamente diferentes da água em que ele flutua. Esse não
é um conceito verdadeiro.

Quando um homem é cercado pelo ar, ele está desbalanceado com a polaridade que divide as
pressões igualmente. As tensões elétricas então atuam como elásticos que são suficientemente
esticados para registrar uma deformação de 70 quilos em direção ao zero de seu balanço. Quando
ele é cercado por água, no entanto, as pressões de deslocamento e a reposição são equalizadas.
Cada um está balanceado com o outro e o peso desaparece.

Se o peso fosse um atributo fixo da matéria, seria imutável. Varia, no entanto, à medida que os
potenciais de massas desbalanceadas variam. Um homem pesa menos à medida que sobe uma
montanha, e mais num poço profundo. À medida que a água cai, ela comprime e ganha em potencial.
À medida que sobe, divide-se em vapores e perde potencial. Por conseguinte, pesa menos. Quando
seu potencial é igual em volume ao volume do potencial deslocado, ela flutua em forma de nuvem.
Então não tem peso.
Página 39
E assim é com estrelas, sóis, planetas e luas. Todos eles são corpos livremente flutuantes e não
têm peso em relação a nenhum outro corpo no universo.

Cada sólido centra um volume de espaço polarizado oposto num campo de ondas em que cada
condição polarizada é de igual potencial, mas de volume desigual. Cada campo ondulatório
balanceado é isolado de cada outro campo por reversões de curvatura, que serão consideradas
separadamente em páginas posteriores.

As seguintes definições de peso ajudarão a esclarecer o presente equívoco a seu respeito.

1. O peso é a medida de desbalanceamento entre as duas forças elétricas que polarizam o


equilíbrio universal.

2. O peso é a soma da diferença entre as duas pressões que atuam sobre cada massa.

3. O peso é a soma da diferença de potencial elétrico entre qualquer massa e o volume que
ocupa.

4. O peso é a medida da força que um corpo exerce na busca do seu verdadeiro potencial.

5. O peso é a soma da diferença entre o impulso interno da gravitação e o impulso externo da


radiação.

Quanto ao “Impulso Inicial”

O movimento dos planetas em torno de seus sóis, e das luas em torno de seus planetas, sempre foi
um mistério inexplicável. Nos tempos antigos, até o século XVI, acreditava-se que os anjos
empurravam os planetas nas suas órbitas.

Hoje em dia, acredita-se muito comumente que, na época da criação deste universo, um impulso
inicial foi dado a cada planeta e lua, que era justamente suficiente para manter cada um movendo-se
para sempre em torno do seu primário.

A menor compreensão da natureza da corrente elétrica, e seu processo mecânico de dividir uma
condição de balanço eterno em duas condições opostas de desbalanceamento, dissiparia tal crença.

Há incontáveis bilhões de sóis, terras e luas nos céus. Não poderia apenas “acontecer” que cada
um deles tivesse apenas a velocidade inicial certa para mantê-lo em sua órbita como resultado do
cataclismo primal que é creditado com o nascimento do universo. Isso seria uma coincidência
cósmica grande demais para ser aceita por qualquer pessoa que raciocinasse.

Também tal teoria não suportaria o peso de um fator tão perturbador desta crença como o fato de
que nenhuma velocidade de qualquer corpo solar é constante, como teria que ser para dar substância a
tal alegação. Cada corpo solar está eternamente, e constantemente, variando sua velocidade em torno
de seu primário.

Ele varia em cada revolução, indo mais rápido por uma metade, e mais lento pela outra metade.
Ela também varia ao longo dos seus milhões de anos de movimento, diminuindo gradualmente a sua
velocidade de revolução e aumentando a sua velocidade de rotação à medida que se afasta do seu
primário. Durante esses períodos, nenhum dos bilhões de corpos solares se move suficientemente
Página 40
rápido para sair pela tangente do seu primário, nem suficientemente lento para cair nela, o que de
qualquer forma não poderia acontecer independentemente da velocidade.

Para além do que precede, é o fato de que nunca houve um cataclismo primário que tenha criado o
universo. A eletricidade não funciona assim, e não há outra força de trabalho neste universo além da
força elétrica dual.

A eletricidade expressa seus poderes de divisão igualmente e simultaneamente. A eletricidade


então aumenta seus efeitos até a maturidade e os separa para repeti-los sequencialmente.

Também houve milhões de gerações de sóis, assim como houve milhões de gerações de homens.
Se a teoria do impulso inicial tem algum mérito, esse mérito não se aplicaria aos descendentes dez
vezes dez bilhões de gerações afastadas.

A nossa lua não tem nem um minuto de idade no tempo cósmico. Não poderia, portanto, ter um
“impulso inicial”.

Este é um universo radial e cada centro de gravidade em cada corpo solar é o ápice de uma seção
cônica. Cada satélite de cada um desses corpos é uma projeção radial do equador do seu primário.

Primeiro aparece como um anel lançado de maneira centrífuga do equador de seus antecessores. O
anel se torna uma esfera que centraliza seu próprio campo de ondas dentro de seus campos de ondas
“ancestrais”, então continua sua jornada espiral externa por milhões de anos de velocidade e potencial
em constante mudança para manter-se balanceado com o potencial em constante mudança de seu campo
de ondas.

O nosso sistema solar é um bom exemplo. Considere Mercúrio como a última extensão do nosso
sol. É um planeta muito quente e muito comprimido que gira em torno do seu primário em menos de
três meses. Quando Mercúrio espiralar até onde está a nossa Terra, levará quatro vezes mais tempo
para fazer uma revolução e ele terá cerca de quatro vezes mais volume, pois ele deve expandir-se
gradualmente para manter-se balanceado com as camadas equipotenciais em constante mudança do
gradiente de pressão que vai do sol para o espaço.

Quando Mercúrio atingir a posição de Júpiter, será muitas vezes maior e o seu período de
revolução será de muitos anos. Além disso, o seu período de rotação irá acelerar à medida que o seu
período de revolução diminui, para que os efeitos centrípetos e centrífugos da polarização
mantenham o seu balanço um com o outro.

Da mesma forma, a lua interna de Marte circunda o seu primário a cada sete horas, enquanto a lua
externa leva trinta horas.

Todas as órbitas são elípticas, pois são seções cônicas angulares. Da mesma forma, todas são
espirais centrípetas ou centrífugas, pois seus caminhos estão na direção do ápice ou da base de um
cone.

A contradição na direção centrípeta é responsável pelo aumento da velocidade à medida que os


planetas se aproximam de seu periélio, e a expansão na direção de uma base cônica é responsável
pela diminuição da velocidade de revolução dos planetas mais externos, e também pela diminuição da
velocidade à medida que os planetas se aproximam de seu afélio.

Em vista de todas essas periodicidades e processos muito ordenados na formação de sistemas


Página 41
materiais, parece incrível que uma fórmula como a hipótese de Newton tenha sido pensada como
prova de que a matéria atrai a matéria, ou que o “impulso inicial” tenha sido responsável pela
velocidade da revolução planetária.

Os Dois Caminhos de Vida e Morte

A natureza projeta - ou estende - sua alavanca ondulatória por metade de seu ciclo para manifestar
o princípio de vida e crescimento. Esse é o processo de polarização. A polarização vitaliza os corpos
dividindo sua condição zero de repouso e estendendo os pares divididos longe de seu equador zero até
onde puderem. A polarização empurra para dentro em espirais centrípetas. Contrai-se para criar
gravidade.

A natureza então recolhe sua alavanca ondulatória em sua fonte zero para manifestar o princípio da
morte e decaimento durante a outra metade de cada ciclo. Esse é o processo de despolarização. A
despolarização desvitaliza os corpos, anulando o desejo das condições divididas de se oporem umas às
outras. Relaxa as deformações e tensões da oposição elétrica. A despolarização empurra para fora em
espirais centrífugas. Ela se expande para irradiar cada corpo gerado de volta ao zero de sua fonte para
que a morte possa reverter sua manifestação e reaparecer como vida.

A matéria aparece quando a polarização divide um zero de equilíbrio em dois zeros de polaridade
oposta. A matéria desaparece, então, quando os polos divididos e opostos se unem para repousar no
eterno zero da Luz imóvel de onde todas as coisas aparecem e nas quais desaparecem com o propósito
de reaparecerem em sequências eternas.

O que São a Vida e a Morte?

O que o homem chama de vida nos corpos é apenas movimento de aceleração - o movimento
centrípeto de troca de vibrações de onda entre dois polos que foram estendidos a partir do UM de sua
fonte. É o movimento de aceleração da força centrípeta que gera e contrai.

A ciência há muito procura o princípio da vida em algum germe da matéria. Pode também lançar
redes no mar para procurar oxigênio.

Aquilo a que se chama morte é apenas a metade oposta de todo o ciclo de vida. É o movimento de
desaceleração da força centrífuga que degenera, decai e se expande.

Embora todos os corpos estejam vivendo e morrendo em cada sequência de respiração de todo o
seu ciclo, a força geradora da polarização é mais forte na primeira metade do ciclo. Por outro lado,
todos os corpos moribundos vivem enquanto morrem, mas a força degenerativa da despolarização que
desvitaliza é a mais forte na segunda metade.

A vida é eterna. Não existe morte. A vida é apenas simulada na matéria por sequências de
polarização-despolarização, tal como toda ideia da Mente é apenas simulada em ondas de
pensamentos da matéria em movimento.

Agora Voltamos às Leis Unidirecionais e à Matemática Unidirecional de Newton

As leis e hipóteses unidirecionais de Newton explicam a queda de corpos que estão dentro do
mesmo campo de ondas, e como consequência têm peso em relação aos seus centros de gravidade em
comum. Corpos em queda são corpos polarizadores. Eles ganham peso à medida que caem.

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As leis de Newton não levam em conta, no entanto, o aumento de corpos que inverteram suas
polaridades e perdem peso à medida que sobem.

Tampouco consideram corpos flutuantes, como sóis, planetas de luas, que centram seus próprios
campos de ondas, e como consequência não têm peso em relação a nenhum outro corpo no universo.

As maçãs expandem-se em gases, no entanto, e sobem. E os líquidos expandem-se em vapores e


sobem. Os ciclos não terminam na gravidade. Esta é apenas seu ponto médio onde eles revertem
simultaneamente todos os seus atributos.

Eles invertem suas direções, seus potenciais, suas polaridades, suas densidades, suas cores de
espectro e seu peso. Um atributo não pode ser revertido sem reverter tudo. A direção polarizante da
gravidade multiplica o poder de todas as expressões de força, enquanto a direção despolarizante da
radiação as divide todas em proporções iguais, mas opostas.

O atributo de atração que Newton dá aos corpos em queda que explodem para dentro em direção à
gravidade também se aplica aos corpos em ascensão que explodem para fora em direção ao espaço
expandido. Para aplicar essa verdade, teríamos de dizer: Toda partícula de matéria no universo repele
toda outra partícula com uma força que varia inversamente em função do produto das massas e
diretamente em função do quadrado da distância.

Pode ser verdade que toda partícula de matéria atrai toda outra partícula de matéria no Universo e
também repele toda outra partícula? Como pode um ou ambos serem verdadeiros se um nega a
verdade do outro?

A matéria não atrai nem repele a matéria. A matéria move-se em duas direções opostas com o
único propósito de simular a IDEIA em corpos formados por sequências dinâmicas de ação-reação, e
então procura o repouso na Luz da IDEIA para despertar o desejo de simular novamente a IDEIA.

Todo o movimento é desbalanceado. Todo movimento está sempre buscando o repouso de sua
condição desbalanceada através da anulação de seu movimento.

XIV
A FALÁCIA DA MATEMÁTICA DE NEWTON

Mesmo que um astrônomo possa encontrar um novo planeta aplicando a matemática de Newton,
este fato não prova a alegação feita para a lei. Um exemplo notável da tentativa de provar uma
premissa falsa por equações - que têm mérito nelas como equações, mas não têm o menor mérito
factual - foi a tentativa de Newton para provar matematicamente que a lua iria cair sobre a terra se não
fosse por um mítico “impulso inicial” que deu à lua justamente a velocidade certa para impedi-la de
cair sobre a terra ou de sair pela tangente.

Como uma preliminar ao que pretendo dizer sobre este assunto, a lua não só não está “caindo” sobre
este planeta, como está lentamente se afastando dele. Além disso, todos os planetas em qualquer sistema
solar - e todas as luas de todos os planetas - e todos os sóis, planetas e luas de cada sistema de nebulosas
nos céus - estão todos se afastando de seus primários. Este é o método da Natureza de se preparar para o
renascimento. O vapor de água surge da água pela mesma razão - para se desintegrar.

Todo corpo se desintegra depois de ter passado o ponto de maturidade que marca a metade
geradora de seu ciclo, mas a desintegração e a morte são apenas preparativos para a regeneração
para a vida.
Página 43
Os sóis enrolam-se de forma centrípeta para se polarizar. Quando se tornam verdadeiras esferas,
desenrolam-se de forma centrífuga para se despolarizar. Para despolarizar, lançam anéis a partir dos
seus equadores. Os anéis transformam-se em planetas que, da mesma forma que os anéis em espiral
centrífuga, se transformam em luas.

Este é o método da Natureza de devolver os seus corpos polarizados ao zero da sua fonte. Ela
divide suas massas em sistemas em expansão e essa divisão continua até que a matéria tenha sido
"“engolida pelo espaço”.

Newton evidentemente não conhecia esse princípio despolarizante da Natureza. Ele assumiu que a
lua tem peso em relação à terra, assim como uma bola de canhão tem peso em relação à terra.

Acreditando na evidência enganosa dos sentidos, ele calculou a velocidade do impulso contínuo
necessário para evitar que uma bola de canhão caísse para a terra ou saísse pela tangente. Na
suposição de que a lua tem peso em relação à terra, assim como a bola de canhão - ele provou ao
mundo que a lua cairia para a terra se não fosse pelo “impulso inicial” que impediu a lua de cair.

E essa é a crença da ciência de hoje, por causa da crença de que o peso é uma propriedade fixa da
matéria em vez de ser uma propriedade em constante mudança de uma polaridade em constante
mudança.

XV
DOIS FATOS AINDA DESCONHECIDOS DA NATUREZA

Ao considerar as leis de Newton, eu gostaria de tocar levemente em duas características ainda


desconhecidas da Natureza.

1. Uma delas é o fato de que toda ação-reação simultânea e sequencial está em sentido inverso à
outra, mas a Natureza nunca inverte sua direção a partir do instante em que começa a polarização.
Ele então estende seus efeitos divisores em duas direções opostas - cada uma no sentido oposto da
outra - até que ambas as extensões sejam anuladas em seu zero de origem, mesmo que elas cruzem o
Universo ao fazer isso.

A ilusão da reversão é tão convincente que parece incrível que não seja factual. O impulso
interno da gravidade está na direção inversa do impulso externo da radiação. As espirais no sentido
horário são o inverso das espirais no sentido anti-horário, mas cada uma nasce da outra sem uma
inversão de direção, mesmo que o efeito pareça ser no sentido inverso.

Isto deve ter sido intuitivamente revelado por Newton quando escreveu a sua primeira lei. As
palavras “continuar … em linha reta” têm em si uma sugestão de sua compreensão intuitiva
daquele princípio, que ele não foi capaz de expressar na medida de sua inspiração. De muitas
maneiras, ele dá provas do místico que há nele.

2. A outra característica é o estranho efeito de polaridade que faz com que todas as ações-reações
na Natureza se transformem para sempre de dentro para fora e de fora para dentro. Esse efeito
ilusório contribui para a simulação da reversão na Natureza, dando à Natureza as sequências de
corpos sólidos de sóis incandescentes, cercados por buracos negros vazios do espaço, seguidos pelo
efeito inverso dos buracos negros vazios do espaço cercados por anéis tênues do que um dia foram
sóis incandescentes.

Página 44
Este fato será explicado mais adiante ao discutir o princípio do giroscópio.

A compreensão desse efeito pulsante bidirecional na Natureza torna mais fácil compreender o
batimento cardíaco rítmico da bomba cósmica universal, pois os seus pistões devem continuar as
sequências de respiração interna e externa em cada partícula de matéria no universo, para simular o
princípio da vida eterna por meio de repetições eternas de ciclos de vida-morte.

A compreensão desse fato também esclarecerá a ilusão que esse cinema cósmico realmente é, e
também tornará compreensível a razão pela qual “todo acontecimento em qualquer lugar acontece
em todos os lugares”.

Mais esclarecimentos sobre esses segredos do universo invisível prolongariam


desnecessariamente esse tratado, mas antes de passar eu darei uma lei que é válida na Natureza. Esta
nova lei que é totalmente explicada em The Home Study Course é a seguinte: Cada ação-reação na
Natureza é anulada à medida que ocorre, é gravada à medida que é anulada e repetida à medida
que é gravada.

Este é um universo zero de aparência. Sua aparente realidade é apenas uma miragem estendida de
dois zeros sobre a tela em branco do espaço para criar a ilusão da realidade em um universo irreal.

XVI
INADEQUAÇÃO DA PRIMEIRA LEI DE KEPLER

A graça salvadora da matemática de Kepler reside no fato de que ele não tentou provar por ela
uma premissa ou conclusão que não é verdade, como fez Newton, alegando que suas equações
provaram que a matéria atrai a matéria, e que a lua está caindo sobre a terra.

Suas leis são livres de tais reivindicações e demonstram em alto grau a ordem dos efeitos de
deformações e tensões em um campo de ondas. Se os campos de ondas não estivessem balanceados
em sua polaridade, tais leis não funcionariam na Natureza como funcionam. É por causa da absoluta
igualdade de divisão das pressões opostas em todos os campos de ondas que tais leis são viáveis.

A primeira lei de Kepler diz o seguinte: “O planeta em órbita em torno do Sol descreve uma
elipse em que o Sol ocupa um dos focos”.

Esta lei está certa até onde vai, mas há dois focos em cada órbita, e cada um deles tem igual poder
na determinação das taxas de aceleração e desaceleração da velocidade.

Assim como a lei de Newton representou a queda da maçã, mas ignorou a outra metade do ciclo
da maçã desde o ponto zero do seu início até o ponto zero do seu fim, da mesma forma, a primeira
lei de Kepler representa apenas metade de uma órbita pela referência a apenas um de seus dois
focos.

Cada órbita é balanceada e controlada por quatro polos magnéticos, não dois. Ainda não se sabe
que existem quatro polos magnéticos, mas um universo tridimensional em forma de cubo-esfera
seria impossível apenas com os dois polos norte-sul. Vou entrar mais em detalhes sobre estes quatro
polos magnéticos em um capítulo posterior, e descrever as funções distintas que cada um cumpre na
extensão e retração dos campos ondulatórios.

Os dois polos leste-oeste desconhecidos que controlam o encurtamento e alongamento das órbitas
elípticas são os referidos na lei de Kepler.
Página 45
Para compreender a periodicidade dos polos magnéticos norte-sul, é necessário compreender a
relação entre esses dois pares opostos de polos magnéticos norte-sul e leste-oeste, e sua forma de
extensão a partir de um fulcro comum e sua retração a ele.

À medida que os planetas se tornam oblatos, os seus polos norte-sul afastam-se gradualmente dos
seus polos de rotação. A nossa Terra tornou-se suficientemente oblata para que os seus polos
magnéticos se movam a um ângulo de 23 graus em relação ao polo de rotação.

Esta periodicidade é balanceada por uma periodicidade angular dos equadores dos planetas que se
afastam dos equadores dos seus sóis centralizadores, onde todos os planetas de todos os sistemas
nascem de anéis.

O equador da nossa terra saiu do plano do equador solar para acompanhar a mudança polar. Cada
um deve balancear o outro. Os quatro polos magnéticos controlam esse balanceamento. Estes são os
fatos importantes que deveriam ter sido investigados quando Kepler escreveu sua lei.

Não é importante saber que o sol está em um de seus focos orbitais se o importante significado
dos dois focos for ignorado. O fato surpreendente é que a matéria e o espaço estão brincando de
gangorra nas proporções de uma formiga e de um elefante. A mecânica que balanceia e controla um
“jogo” tão estupendo com tanta precisão matemática é a coisa mais importante a saber.

Uma formiga e um elefante podem brincar de gangorra se a formiga tem uma alavanca longa
suficiente, e isso é praticamente o que está acontecendo em todo o universo – com sóis e planetas
sendo a formiga e espaço sendo o elefante.

Os planetas e luas de todos os sistemas solares estão gradualmente destruindo os seus sóis para
formar anéis de um modo muito ordenado, com uma precisão que é matematicamente mensurável
em relações diretas e inversas. Os quatro polos magnéticos - em dois pares opostos - controlam esta
incrível performance da Natureza dentro de cada onda.

Essa é a coisa mais importante a saber. Por meio desse conhecimento dos caminhos de Deus na
Natureza, podemos fazer deles nossos caminhos no laboratório, e assim ter um comando sobre a
Natureza que o homem nunca teve além da compreensão de seus dias.

Parece incrível que Kepler pudesse ter conhecido estes dois polos leste-oeste sem ter percebido
seu propósito e sua necessidade em um universo tridimensional.

Só o conhecimento dos caminhos de Deus dará à ciência o poder de balancear todos os efeitos
no universo da criação do homem à medida que Deus os balanceia no universo da Sua criação. A
precisão de cada efeito no universo de Deus é tão perfeitamente administrada que um astrônomo
pode calcular com precisão de segundos a posição de qualquer planeta no sistema solar, ou prever
com precisão um eclipse.

O segredo da capacidade do homem para controlar o seu universo está no conhecimento da


oitava tonal e do seu campo. Portanto, conheça a onda em toda a sua simplicidade de três-por-três
em efeitos numerados, multiplicada a uma complexidade infinita, mas ainda não indo além do três-
por-três da compreensão fácil do ser humano.

O primeiro grande passo na aquisição de conhecimento sobre o campo das ondas deve ser a
grande revolução no pensamento científico em relação à própria matéria.
Página 46
Para controlar a matéria, a ciência deve saber o que ela é e todos os vários passos da sua geração,
do zero à forma, e a sua degeneração de volta a zero. Ela deve conhecer a matéria pelo que ela É, em
vez de acreditar no que ela não é e trabalhar com ela com base nessa premissa.

O resto deste tratado será dedicado à clarificação do significado deste tema.

XVII
SOBRE A TEORIA QUÂNTICA

Esta teoria afirma não só que a energia está dentro da matéria, mas que ela existe em “pacotes”.
Sua própria base não tem nenhuma relação com a Natureza em nenhum lugar, nem com o
funcionamento da polaridade - o grande divisor - nem com a onda elétrica.

Uma parte da teoria descreve certos “ressoadores” microscópicos incorporados dentro de


partículas de matéria para fazê-la vibrar. Estes são postos em movimento, de acordo com um artigo
recente na Scientific American, pela luz que entra através de buracos que devem ser do tamanho
certo em todos os casos para causar as vibrações para liberar esses “pacotes” de energia. Nada
poderia ser mais fantástico nem mais uma farsa da Natureza, pois a única causa de vibração é a
polaridade.

As únicas vibrações que existem na Natureza são as trocas entre os dois opostos de polaridade
que se estendem de zero até um mais e menos zero. Estes são os pontos de chegada entre os quais o
movimento oscila em sequências de reversões. As reversões são as pulsações da Natureza.

XVIII
SOBRE PARTÍCULAS CARREGADAS INDIVIDUALMENTE

Assim como é impossível polarizar o lado positivo de uma barra magnética sem polarizar
simultaneamente o negativo - ou despolarizar uma extremidade separadamente - ou criar uma bateria
de uma célula sem criar simultaneamente a outra célula - ou criar um hemisfério de um planeta sem
criar simultaneamente o outro - ou levantar uma extremidade de uma alavanca sem simultaneamente
baixar a outra - ou congelar profundamente sem gerar calor - é impossível para o homem ou a
Natureza produzir partículas negativas, positivas ou neutras carregadas individualmente.

Não há partículas negativamente “carregadas” neste universo. A eletricidade negativa descarrega


enquanto a positiva carrega. A força despolarizante negativa funciona de maneira e direção opostas
à força polarizante positiva.

A eletricidade positiva produz a condição de gravidade por compressão - o que significa carregar
ou gerar.

A eletricidade negativa produz a condição de radiação pela expansão - o que significa descarregar
ou degeneração.

É impossível que uma das condições polarizadas esteja presente sem a outra, pois cada oposto
gera seu parceiro e se intercambia com ele até que um se torne o outro.

Todas as partículas de matéria no Universo são iguais em um aspecto, quer essa partícula seja um
elétron invisível, planeta ou sol. Esse atributo universal é o fato de que cada um tem dois hemisférios
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opostos que estão sob o controle de dois polos contrapostos. Um polo controla a sua carga e o outro
a sua descarga. Juntos eles mantêm o universo balanceado.

Como não existe uma lei para massas microscópicas e outra para massas colossais, consideremos
a terra como um exemplo típico, tendo em conta que massas colossais são apenas muitas pequenas
partículas. A terra está sendo constantemente carregada em um potencial maior pela força
multiplicadora centrípeta da energia elétrica positiva que polariza e vitaliza. Os raios de sol que
chegam à terra são um bom exemplo. Inversamente, a terra está sendo constantemente descarregada
em um potencial mais baixo pela força centrífuga e divisória da eletricidade negativa que despolariza
e desvitaliza. Testemunhe os raios que saem da terra.

Ambos são raios. Eles apenas mudaram suas polaridades invertendo sua direção externa de
expansão para uma direção interna de contração. Quando os raios solares deixam seu cátodo no sol,
eles são partículas negativas - ou vórtices de movimento que chamamos de matéria. A sua polaridade
muda constantemente até que mudem de direção no equador entre o sol e a terra. Eles então se
tornam vórtices que se contraem de forma centrípeta em vez de vórtices que se expandem de
maneira centrífuga. Depois de passar pelo equador, a sua polaridade se torna positiva em vez de
negativa. As suas cargas positivas aumentam à medida que se aproximam do seu ânodo, a Terra.

O efeito inverso ocorre em relação à radiação que deixa a terra que é agora o cátodo para o vórtice
projetado do movimento espiral, e o sol é o seu ânodo.

A carga e descarga simultânea de cada partícula ou massa de partículas, repete-se


sequencialmente nas pulsações das ondas que constituem o batimento cardíaco universal. Cada
partícula do universo inspira e expira em sequências de polarização-despolarização.

Como não há exceção a esta lei, não é possível que a Natureza ou o homem criem partículas que
sejam individualmente carregadas. A ciência listou cerca de vinte destas partículas carregadas
separadamente e reivindicou para elas atributos diferentes, assim como os elementos são presumidos
ser diferentes “substâncias”, com atributos diferentes.

Chegou o momento em que devemos pensar na matéria de uma forma nova. Nosso velho conceito
de substância - e dos atributos da substância, que chamamos de matéria - deve mudar radicalmente.

É sobre essa mudança revolucionária que quero falar agora. As páginas precedentes são apenas
uma preparação para uma transformação completa do pensamento sobre a matéria.

XIX
A CIÊNCIA DO FUTURO DEVE REVOLUCIONAR COMPLETAMENTE O SEU
CONCEITO DE MATÉRIA

Durante séculos, o homem pensou na matéria como sendo substância.

A posteridade deve aprender a pensar a matéria apenas como movimento.

Os sentidos do homem lhe falaram, durante tanto tempo, das muitas e variadas substâncias que
compõem o Universo. Portanto, não será fácil para ele fazer esta transição.

A rocha de granito, a barra de ferro, o navio de aço e muitas outras substâncias que o ferem por
um contato muito bruto, ou o queimam com seu calor - ou o refrescam com sua fria umidade - ou o
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alimentam com a carne de seus corpos - ou lhe emprestam seus corpos para formar incontáveis
coisas de seu desejo - todas essas muitas coisas de aparente substância de terras e mares disseram
aos seus sentidos sobre seu corpo aparentemente substancial.

Disseram-lhe que a matéria é substância e que é real. Que sem dúvida existe. A objetividade da
matéria é o fato mais óbvio do universo para os sentidos do homem.

Ao longo dos tempos, os místicos afirmaram que o universo é apenas ilusão e que “não há vida,
inteligência ou substância na matéria”. As afirmações abstratas, entretanto, não são convincentes
nem para o cientista nem para o leigo, cujos sentidos lhe ensinaram o contrário.

Infelizmente para o mundo, aqueles que falam abstratamente, e afirmam sem poder explicar
dinamicamente, foram ouvidos com ouvidos que não podiam compreender aquilo que não tinha
sentido para eles.

Agora, porém, chegou a hora de dar sentido aos místicos e poetas inspirados que foram
iluminados com o conhecimento interior, que eles acharam impossível de colocar em palavras para
o homem. O princípio básico do universo é totalmente simples, mas a mais simples das histórias é a
mais difícil de contar.

Não será fácil nem para o leigo nem para o cientista fazer a transição em seu pensamento de um
universo de substância real e confiável para um universo de ondas-pensamento de movimento sem
substância cujo único propósito é o registro de imaginações-pensamento. O resultado de tal
movimento é criar um universo de faz-de-conta no qual tanto a substância como a forma são
simuladas por tantos estados de movimento quanto as substâncias e formas simuladas na matéria.

O cientista não só dividiu a matéria em 92 tipos diferentes de substâncias, como também dividiu
estas 92 substâncias em sistemas atômicos compostos por muito mais partículas minúsculas em
algum lugar ao redor de vinte substâncias “primárias”. A estas ele chama elétrons, prótons, nêutrons,
antineutrons, antiprotons, fótons, grávitons, mésons, mésons kappa, mésons mu positivos, mésons
mu negativos, mésons pi positivos, mésons pi negativos, méson pi neutros, mésons tau, partículas V
positivas, partículas V negativas, partículas V neutras e assim por diante, sem um fim e ainda assim
tendo em vista as muitas substâncias inexistentes. Eles agem de forma tão convincente ao
produzirem as miragens da substância neste universo que os maiores cientistas deste mundo não têm
a menor suspeita de que as muitas e diferentes substâncias da matéria são apenas diferentes estados
de movimento.

A razão para esta grande confusão é porque os observadores científicos começaram com a
premissa errada. Com uma crença injustificada dada à evidência dos seus sentidos, a ciência - desde
Demócrito - tem procurado uma unidade irredutível de matéria que explicaria o universo.

A nenhum dos grandes pensadores dos tempos parece ter ocorrido que a Criação não pudesse
criar a si mesma. Assim como o quadro não pinta a si mesmo, mas deve ter sua fonte no pintor, ou
como o poema não pode escrever a si mesmo, mas também deve ter seu poeta criador, assim
também esse drama mestre de causa e efeito deve ter seu dramaturgo criador, que concebeu a
IDEIA da Criação e lhe deu forma.

Poder-se-ia razoavelmente raspar até o fundo da pintura de Leonardo da Vinci, A Última Ceia,
para encontrar seu pigmento primordial e sua primeira pincelada na esperança de encontrar a IDEIA
que a pintura manifesta, e seu criador também.

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Como nem a IDEIA da Criação nem o seu Criador estão no pigmento que pintou a obra-prima
universal e, da mesma forma, como o pigmento primário e a primeira pincelada não foram a causa
do quadro, pode-se procurar por incontáveis eras sem encontrar aquilo para o qual se procurou.

Tendo assim começado com a premissa errada a respeito da matéria, e tendo passado por essas
premissas e suposições erradas através de gerações de ensinamentos que se tornaram tradições para
os seus herdeiros, não é estranho que as conclusões da ciência sejam tão inválidas quanto as
premissas sobre as quais elas foram fundadas.

A ciência ainda busca o princípio de vida primordial na matéria tão avidamente quanto buscou a
substância primordial da qual outras substâncias se estendem.

Chegou o momento do desenvolvimento mental do homem em que ele deve reconhecer que toda
IDEIA é eterna no equilíbrio zero da Luz magnética imóvel da Mente Universal - que é Deus - e que
a IDEIA é apenas manifestada em movimento de formas corpóreas por ciclos polarizados. Estes
aparecem do zero eterno e devem desaparecer nesse zero para que possam reaparecer em ciclos
sem fim.

O leigo, assim como o cientista, deve pensar diferentemente e expressar seus pensamentos com
uma maior compreensão da Lei Natural. O leigo, por exemplo, que diz: “John está morto”, e pensa
que John é o corpo de John, não está expressando os fatos da Lei Natural.

O John não é o corpo de John. John não está morto, e nem pode morrer. O John eterno é uma
IDEIA da Mente. Seu corpo despolarizado é apenas um fim de um ciclo mais longo do que o ciclo
de sua inspiração-expiração, mas nem um pouco diferente. Sua respiração irá repolarizar em um
segundo, mas seu corpo despolarizado levará um período mais longo, assim como o carvalho
despolarizado irá repolarizar novamente a partir do zero em sua semente.

O cientista também deve pensar em termos de polaridade e usar termos que tenham essa
conotação neles. Vou dar um exemplo do meu significado citando um parágrafo da The Scientific
American de janeiro de 1952:

“Ainda mais confuso é o fato de que todos os mésons, pi e mu, sofrem desintegração
espontânea”.

Por que não dizer que eles se tornaram despolarizados - ou que atingiram seu equilíbrio - ou que
atingiram o zero! O simples fato é que o movimento que os fazia existir cessou. Não há tal efeito de
“desintegração espontânea” na Natureza.

Citarei o resto do mesmo parágrafo para chamar a atenção para a complexidade desnecessária da
terminologia descritiva que a crença na substância parece tornar necessária. É o seguinte: “Quando
deixado sozinho no espaço livre, um méson pi positivo ou negativo decai em um méson mu positivo
ou negativo e um neutrino dentro de aproximadamente 250 milionésimos de segundo. Então o
méson mu positivo ou negativo decai em um elétron positivo ou negativo mais dois neutrinos dentro
de cerca de dois milionésimos de segundo. O méson pi neutro também é instável e se decompõe em
dois raios gama em um tempo muito curto realmente - cerca de um centésimo de milionésimo de
milionésimos de segundo".

O acima é uma maneira muito complexa e confusa de dizer que a matéria desapareceu com a
despolarização porque o movimento cessou.

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O universo de Deus consiste apenas em ondas vibrantes de movimento de intercâmbio
bidirecional. Todos os efeitos na Natureza estão incluídos nessa simplicidade. Qualquer criança irá
compreendê-lo plenamente quando você a disser que o som é um efeito causado por vibrações
rápidas. Você pode demonstrá-la através do uso de uma corda de harpa para que ela possa ver que o
som é causado pelo movimento rápido.

Você nem precisa dizer-lhe que o som cessa quando o movimento cessa. O seu senso comum vai
dizer-lhe isso.

Se, porém, você lhe disser que o fio é composto de prótons positivos que se decompõem em
elétrons negativos em um centésimo de milionésimo de segundo para produzir som, e então os
elétrons negativos se decompõem no silêncio em outro centésimo de milionésimo de segundo, ela
vai olhar para você vagamente e não entender uma palavra.

Todas essas muitas partículas nomeadas, que a ciência pensa como substâncias carregadas de
forma diferente, são basicamente as mesmas unidades espirais de movimento. Estes estão sendo
constantemente transformados de uma condição para outra, já que cada par dividido obedece à carga
polarizadora da gravidade até que tenha completado a metade externa de sua jornada até seu ponto
de reversão de repouso. Em seguida, retorna à medida que cada um despolariza e se recolhe para
dentro do seu zero de repouso do fulcro.

A mesma coisa vale para todos os elementos. A ciência lhes deu 92 nomes e listou seus muitos
atributos, tais como metais, semimetais e ametais - alcalinos e ácidos - frágeis e maleáveis -
condutores e não-condutores - densos – líquidos - macios - gasosos - e muitos outros atributos.

Para qualquer um, seja cientista ou leigo, um pedaço de ferro, um pedaço de alumínio e um
pedaço de ouro são três metais diferentes que sempre foram e sempre serão exatamente o que
inquestionavelmente são - três substâncias inalteravelmente diferentes.

Qualquer outra interpretação deles seria impensável.

Esse é o tipo de pensamento, no entanto, que deve ser remetido às eras passadas. A humanidade
deve daqui em diante aprender a olhar para a matéria como gravação da ideia fugaz em um filme
com movimentos que a simula. Para o que ela realmente é - um cinema Cósmico jogado na tela
majestosa do espaço.

XX
O NOVO CONCEITO DA MATÉRIA

Todas as muitas substâncias aparentes neste universo são apenas condições de pressão muito
diferentes. Elas foram criadas pelo intercâmbio do movimento bidirecional entre dois polos de
repouso opostos, que se estenderam do universo zero da Mente-inteligente para simular as
múltiplas ideias da Mente-pensante.

Qualquer forma de matéria torna-se outra forma de matéria se a sua condição de pressão for
alterada. A natureza muda perpetuamente uma forma de matéria para outra, alterando perpetuamente
as suas condições de pressão.

Cada elemento na tabela periódica inteira é uma transmutação do elemento precedente de seu
ciclo, desde seu início em zero até o final das nove oitavas inteiras no zero de seu início.

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A era da transmutação dos elementos pelo homem começa quando ele tem pleno conhecimento
da maneira pela qual a Natureza transmuta um elemento em outro.

Criação - Postulada Progressivamente

1. Esse universo de formas corpóreas em movimento é uma expressão do desejo de divisão da


unidade Pai-Mãe balanceada, sem forma e assexuada em pares de formas desbalanceadas,
desunidas, condicionadas pelo sexo, iguais e opostas.

2. O propósito dessa divisão em pares desunidos e condicionados pelo sexo, de formas corpóreas
em movimento de pai e mãe, é estender eternamente o desejo de unificar as formas corpóreas
desunidas de pai e mãe, a fim de estender eternamente o desejo de repetir nelas as suas sequências
de divisão e unidade.

3. A única energia no universo é o desejo pulsante da Mente para a expressão criativa do


conhecimento da Mente, dando formas corpóreas imaginadas por pensamentos à IDEIA do
conhecimento da Mente.

4. O único meio de expressar o desejo pulsante da Ideia-Mente é através das pulsações


concentradoras e descentralizadoras do pensamento da Mente.

5. O pensamento da Mente é elétrico. As pulsações de desejo do pensamento elétrico são


concentradoras e descentralizadoras.

6. O pensamento concentrador focaliza a ideia na forma padronizada da matéria para manifestar a


paternidade da Criação. Focar é comprimir. O produto do pensamento concentrador é a compressão
da gravitação que produz todas as formas de corpo.

7. O pensamento decentralizador expande a ideia concebida a partir da sua semente padronizada,


estendendo-a para fora da ideia-semente, para dar-lhe forma de ideia ao corpo, e assim manifestar a
maternidade da Criação. Estender é expandir. O produto do pensamento descentralizador é a
expansão da radiação que gera todas as formas de corpo.

8. O polo-mãe da Criação desdobra o corpo em movimento de sua ideia-semente e o projeta em


direção ao seu zero nos céus do espaço.

9. O polo-pai da Criação redobra a forma mãe estendida até sua semente e a retira para o seu zero
em formas corpóreas de terras.

10. Todas as formas corpóreas de matéria produzem vida pulsante como sua ação e recebem
morte pulsante como sua reação.

11. Todas as formas corpóreas de matéria são o ventre e o túmulo de toda a vida e morte.

12. Toda a vida nasce da morte - e a morte nasce da vida - para renascer morte e vida. Todos os
opostos geram uns aos outros e tornam-se uns os outros em sequências alternadas.

13. A semente é o fulcro-zero a partir do qual as formas corpóreas divididas de pai e mãe se
estendem, e retornam sequencialmente para a re-extensão. A semente de todas as coisas centraliza
todas as coisas. É o fulcro da árvore da vida eternamente manifestada e de cada raiz, ramo e folha - e
Página 52
de cada corpúsculo de cada raiz, ramo e folha.

14. A Alma centra a semente de toda a Ideia. Todas as pulsações de ação-reação das formas
corpóreas vivas-mortas são registradas na Semente de Alma de todas as formas corpóreas vivas-
mortas. Todas as formas corpóreas vivas estão morrendo enquanto vivem, e vivendo enquanto
morrem. Verdadeiramente, a morte nasce no mesmo berço da vida, e o túmulo volta a embalar a
morte como vida.

15. Os registros eletroquímicos da semente zero de todas as coisas são os elementos zero que são
conhecidos como os gases inertes, de cujo centro do fulcro-zero de polaridade todas as formas
corpóreas polarizadoras se estendem para manifestar a vida vitalizante, e retornam como formas
despolarizadoras para manifestar a morte desvitalizante.

16. Os gases inertes são o sistema de gravação e repetição de Deus. Eles registram, lembram e
repetem todas as ações-reações de todas as coisas desde a eternidade até a eternidade. Eles
transmitem toda a Criação a toda a Criação e, do mesmo modo, recebem as transmissões de toda a
Criação para serem retransmitidas a toda a Criação.

17. Os gases inertes são zeros no equilíbrio universal. A polaridade divide e estende a Luz Única
em ciclos elétricos de pensamento-ondas, que surgem da Luz Única Imóvel como pares de luzes
móveis e desaparecem naquela Luz imóvel para reaparecer para sempre sem fim.

18. Os gases inertes são os “elementos espirituais” que criam e recriam os elementos físicos, e
meticulosamente fazem registros espectrais de suas eternidades de renascimentos.

19. Os gases inertes centralizam todos os elementos de dentro para controlar os seus ciclos de
polarização-despolarização, e os balanceiam por dois polos de Luz imóvel para controlar o
redobramento de sua forma em sua semente zero.

20. Os gases inertes registram desdobramentos úteis e devolvem a cada corpúsculo de


movimento a sua memória celular de propósito e a sua orientação instintiva.

21. Do mesmo modo, eles devolvem à Consciência despertadora os registros de todos os ciclos
de despertar da Alma que foram escritos nas Sementes de Alma de todas as formas de corpo que se
desdobram e redobram.

22. Os gases inertes escrevem nos livros de Luz de Deus tudo o que John, Bill e Sue já foram -
como a formiga, o elefante, o tigre, a violeta e a abelha já foram - ou já fizeram desde seus começos
- e os devolvem depois de cada período de repouso que divide seus ciclos.

23. A única “ocupação” de Deus é a construção de formas corpóreas em movimento para simular
Sua Única Ideia de CAUSA e EFEITO que é a Criação.

Toda a CAUSA está dentro da Luz da Mente, não condicionada, balanceada e magnética.

Todo o EFEITO está dentro das duas luzes polarizadas e desbalanceadas do pensamento
elétrico, que criam as duas condições desbalanceadas e opostas que é a Criação.

24. O pensamento elétrico divide todos os efeitos em pares opostos igualmente. Cada um de cada
par de efeitos é igual. O seu equilíbrio é absoluto.

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O balanço do universo não pode ser perturbado nem mesmo por um milionésimo do peso de um
elétron. A resposta para este segredo está em resolver ainda mais o mistério que envolve a
polaridade. A polaridade nunca foi compreendida. Agora deve ser entendida.

25. Pergunta: Como pode haver movimento num universo balanceado?

Resposta: Se duas crianças de mesmo peso se sentam em lados opostos de uma gangorra, ou dois
pesos iguais ficam balanceados, não há desbalanceamento - mas, da mesma forma, não há
movimento. A menos que possa haver desbalanceamento, não pode haver movimento.

Pergunta: Como pode haver desbalanceamento em um universo igualmente dividido e


igualmente balanceado?

Resposta: Duas crianças de mesmo peso brincando de gangorra não intercambiam entre si
enquanto estão em repouso. Quando desejam se mover, elas se desbalanceiam com seu fulcro por
suas inclinações iguais, mas estão em equilíbrio uma com a outra. O movimento é então imperativo.
Quando assim são desbalanceadas, elas devem reverter suas inclinações para restaurar o
equilíbrio e perdê-lo novamente, como todas as coisas na Natureza fazem.

A natureza tem uma maneira diferente de brincar de gangorra. Em vez de oscilarem sobre uma
alavanca continuamente estendida, as extensões de polaridade se retiram em seus fulcros e se
estendem novamente, virando de dentro para fora e de fora para dentro.

A constituição da matéria não pode ser conhecida até que este princípio de reversões seja
compreendido.

A natureza brinca de gangorra com a matéria e o espaço como parceiros opostos. É como se uma
formiga e um elefante brincassem. Quando eles trocam, a formiga incha até o volume do elefante e o
elefante encolhe até o volume da formiga. Ambos têm o mesmo potencial, no entanto, pois a solidez
de um balanceia a tenuidade do outro.

A causa do movimento contínuo e das reversões sequenciais reside nas duas condições opostas da
matéria. O centro de aquecimento comprimido aquece e o calor se expande, enquanto o espaço tênue
resfria e o frio se contrai. As reversões necessárias da alavanca de onda da Natureza, devido à
diferença de volume entre a formiga e o elefante, produzem o mesmo efeito ao desbalancear ambos
com o seu fulcro.

XXI
O MISTÉRIO DESCONHECIDO E INSUSPEITO
DOS POLOS MAGNÉTICOS

26. Há quatro polos magnéticos em cada campo ondulatório, não dois como até agora se
acreditava. Um universo radial tridimensional limitado pela forma de um cubo, centrado pela forma
de uma esfera, seria impossível apenas com dois polos magnéticos.

No entanto, os dois polos magnéticos insuspeitos não são desconhecidos. São os dois focos tão
casualmente referidos na lei das órbitas elípticas de Kepler, e estão num plano de 90 graus do plano
dos polos norte e sul positivo e negativo.

Os dois polos magnéticos até agora ignorados já foram referidos como polos magnéticos leste e
oeste. A função destes polos positivos e negativos leste e oeste consiste em controlar o equilíbrio das
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esferas que se prolatam e oblatam e as suas órbitas à medida que se contraem em esferas e se
expandem em anéis equatoriais, em oposição aos polos norte e sul que controlam o balanço de
extensão e de contração na direção dos polos rotativos.

27. A natureza dedica-se exclusivamente à fabricação de esferas de matéria sólida rodeadas por
campos de ondas cúbicas de espaço tênue. As esferas são criadas prolongando os discos planos, que
são gases inertes, em anéis e esferoides que gradualmente se tornam esferas. A oposição dos polos
magnéticos norte e sul é responsável por isso. Eles se afastam uns dos outros o máximo que podem
para cumprir a metade generativa do ciclo elétrico.

A metade generativa é a metade polarizante. É a metade vitalizante, comparável aos anos de


amadurecimento da vida do homem desde bebê até os quarenta anos. Os polos norte e sul não apenas
se empurram contra a resistência um do outro, mas contra o impulso oposto dos polos leste e oeste,
que finalmente conquistam o poder generativo da gravidade e achatam esferas em esferoides, então
transformam esferoides em anéis e discos até que o processo de despolarização esteja completo. A
metade despolarizante irradiante do ciclo pode ser comparada ao envelhecimento da metade final da
vida de um homem.

As forças de impulsão são elétricas. A divisão em condições opostas é elétrica. Os polos


magnéticos controlam e balanceiam os dois divisores elétricos do equilíbrio universal, mas o
trabalho de extensão do fulcro da imobilidade é inteiramente elétrico.

A eletricidade é o motor que fornece a força motivadora ao navio universal, mas a polaridade
fornece o leme e o balanço que qualquer corpo em movimento deve ter.

A eletricidade é a expressão física da Criação, mas a Luz magnética do Universo é a Fonte dessa
expressão que atua sob a direção espiritual e o controle dos polos magnéticos da Luz. Os polos só
aparecem quando o movimento começa sua divisão de UM em DOIS e desaparecem quando os
DOIS deixam de ser dois em sua unidade como UM.

28. A natureza gera matéria a partir de anéis transformados em esferas pelo caminho dos polos
norte-sul e irradia esferas transformando-as de volta em anéis pelo caminho de seus polos equatoriais
leste-oeste. Desta forma, a matéria emerge do espaço para formar corpos em movimento, e é
engolida pelo espaço para desaparecer na imobilidade de sua fonte zero.

Trabalhos Recíprocos de Polos Opostos

Os polos norte-sul equilibram e controlam o prolongamento das esferas de que a Natureza


necessita para a formação dos corpos e sua divisão em pares. Eles se estendem em direções opostas
em ângulos de 90 graus a partir de eixos ondulatórios para formar polos de rotação para formas de
corpo esférico. Eles são as hastes das ondas e de todas as esferas que giram sobre as hastes.

Os polos leste-oeste equilibram e controlam o achatamento de esferas que a Natureza já não


precisa para as suas formas corpóreas. Eles se estendem em eixos de ondas até equadores de esferas
em formação. São as bordas das rodas que giram sobre as hastes norte-sul.

Os polos Norte-Sul controlam a divisão do equilíbrio em duas condições opostas que ocupam
lados opostos dos equadores mútuos.

Os polos leste-oeste exercem seu controle a partir dos equadores de esferas em formação e

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balanceiam os movimentos de todas as órbitas e de todos os afélios e periélios das órbitas à medida
que a matéria aparece de seu fulcro e desaparece dentro dela.

Os polos leste-oeste marcam nos equadores da esfera as oscilações aparentes dos cursos do pistão
norte-sul à medida que a compressão da gravidade e a expansão da radiação cruzam e re-cruzam
equadores para executar o trabalho de desdobrar e dobrar as formas corpóreas da Ideia-Mente.

Os polos Norte-Sul controlam os enrolamentos centrípetos das esferas que se formam onde os
ápices de dois cones se encontram, e os polos leste-oeste controlam os desenrolamentos centrífugos
das esferas e sistemas de esferas em bases de cones nos eixos das ondas.

Os polos norte-sul dividem a condição UMA em DUAS contra a resistência da polaridade oeste,
enquanto os polos leste-oeste unem as DUAS condições em UMA contra a resistência da polaridade
norte-sul e mantêm o equilíbrio entre hemisferas e hemisferoides opostos.

A polaridade norte-sul, por exemplo, controla a divisão elétrica de uma condição balanceada de
cloreto de sódio em duas condições desbalanceadas. O cloreto de sódio é o fulcro. Sódio e cloro são
extremidades opostas de uma alavanca que se estende do fulcro como duas crianças em
extremidades opostas de uma gangorra.

A polaridade leste-oeste controla a retirada elétrica das duas extensões em seu fulcro, unindo
assim os dois equadores estendidos ao seu fulcro na amplitude ondulatória. Em vez de três equadores
para as duas extensões, existe agora apenas um equador para o par unido.

Os polos Norte-Sul dão uma das três dimensões que este equilíbrio sem dimensão necessita para a
projeção de suas ilusões, enquanto os polos leste-oeste dão as outras duas.

A única dimensão da polaridade norte-sul é o comprimento, pois os polos de rotação não têm
outra dimensão, já que são apenas um raio de uma esfera. As outras duas dimensões são largura e
amplitude, pois os equadores de esferas são círculos, e os círculos têm raios infinitos.

Os polos norte-sul se distanciam uns dos outros em um ângulo de 90 graus de seus equadores para
dividir a condição universal em duas condições opostas.

Os polos leste-oeste permanecem nos planos dos seus equadores para unir as duas condições
divididas em uma condição balanceada.

As direções norte-sul afastam-se umas das outras, para o infinito. São opostos e opostos opõem-se
até que a despolarização anule toda a polaridade.

XXII
A ILUSÃO DE TRÊS DIMENSÕES E COMO ELAS
APARECEM

29. A ação-reação elétrica do pensamento universal poderia ser comparada a uma explosão de
fora para dentro. Este universo da Mente está engajado na expressão do pensamento em todos os
lugares. De todos os pontos do universo, pequenas e grandes explosões polarizantes-despolarizantes
estão ocorrendo continuamente.

As ações para fora manifestam a metade do ciclo do princípio do Amor que motiva este universo.

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As reações para dentro manifestam a metade regente do ciclo. A natureza nunca toma. Apenas dá
para dar novamente.

Uma ação em qualquer lugar se repete em todos os lugares. A medida do desejo de ação é medida
em eixos ondulatórios em oitavas harmônicas a uma velocidade de 299.000 quilômetros por
segundo. As oitavas harmônicas em eixos ondulatórios são os polos magnéticos leste-oeste. A
mesma medida de desejo é marcada a partir da mesma fonte zero nas direções polares norte-sul que
se estendem a partir do zero centrado a 90 graus do plano equatorial dos polos leste-oeste.

A matéria nasce em planos zero de igual potencial. A polarização a constrói até a maturidade a 90
graus a partir de planos zero. A despolarização devolve-a então ao zero do seu nascimento.

Se balões semelhantes fossem inflados, eles se tocariam em seis pontos em suas superfícies
curvas. Continuar a inflar até que os espaços vazios fossem preenchidos achataria essas superfícies
curvas até que se tornassem seis planos achatados de curvatura zero.

É o que acontece na Natureza. Os campos ondulatórios cúbicos são formados para ligar campos
ondulatórios e isolá-los uns dos outros, obrigando a uma inversão de direção e polaridade quando os
raios encontram os planos de curvatura zero.

Toda a estrutura interna de cada campo ondulatório é curvada, começando pela esfera que a
centraliza e terminando nos planos de curvatura zero que a delimitam.

30. Cada campo ondulatório é um projetor cósmico que irradia luz para fora através das lentes
côncavas de gradientes de pressão esferoidais para dobrar-se em direção aos espelhos dos limites do
campo ondulatório de curvatura zero, onde a curvatura reverte quando é refletida em campos
ondulatórios vizinhos. É também um receptor de raios de luz que se dobram para dentro em direção
ao seu centro de gravidade através das lentes convexas de gradientes de pressão.

31. Os verdadeiros campos ondulatórios cúbicos ocorrem apenas onde as esferas verdadeiras são
formadas. Isto ocorre em apenas um lugar em todo o ciclo ondulatório de nove oitavas. Este lugar é
carbono. Os cristais de carbono puro são verdadeiros cubos. Falarei mais sobre este fato
posteriormente.

32. A ilusão tridimensional da Natureza é causada por uma série de três espelhos luminosos de
curvatura zero que centram o cubo em três planos - todos eles a ângulos retos entre si - e seis
espelhos limitantes do cubo - que estão igualmente a ângulos retos entre si. (Consulte Figuras 106 a
114)

33. Este é um universo zero de repouso do qual o movimento é projetado na existência aparente,
e então é retraído em seu zero de repouso.

Esse campo de limite zero de movimento invertido se retrai dentro do seu zero central à medida
que despolariza, deixando um registro completo do padrão de suas ações-reações no gás inerte zero
de sua oitava de onda para se repolarizar na mesma forma padronizada que reaparece.

34. Toda ação-reação é três. Três é o número básico deste universo. Três é uma extensão polar
bidirecional de sua fonte centralizadora. Três é o fulcro e a alavanca. Três é a expansão-contração de
uma fonte centralizadora do seu batimento cardíaco e do batimento cardíaco do universo.

Três é o balanço estendido para dois balanços iguais e opostos. Três é o Pai-Mãe assexuado,
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dividido e estendido até o pai e à mãe sexualmente condicionados. Três é a sua inspiração-expiração,
e é o pistão da bomba de picos e vales, compressão e expansão que é este universo.

Três é a única dimensão da polaridade - norte e sul, ou leste e oeste - mas o volume tridimensional
que a polaridade centra e limita são três multiplicados por três.

Três é a esfera, pois a esfera é apenas uma forma das três dimensões de comprimento, largura e
espessura. Seus raios são iguais em todas as três dimensões. Não tem diagonais, ângulos ou planos.

Nove é o sol esférico quente cristalizado no cubo frio do espaço. O cubo possui nove dimensões.
Seus oito tons e fulcro são nove. As suas oito diagonais e fulcro são nove. Os seus três planos
estendidos e seis planos de fronteira são nove.

Nove é a oitava que consiste em quatro pares estendidos, centrados pelo zero de sua fonte.

35. Além de nove, a Natureza não pode passar. No entanto, toda ação-reação, deve somar nove.
Nenhum evento na Natureza pode ser mais ou menos que nove. (Consulte a Figura 114)

XXIII
A TERRA NÃO É UM ÍMÃ

36. É comumente afirmado nos livros de ciência que a Terra é um ímã gigante. Isso não é verdade
para os processos da Natureza. O equador de um ímã não é um centro de gravidade. O centro da
Terra é um centro de gravidade.

Toda a matéria, seja de terras, sóis ou corpúsculos, é formada entre os polos opostos de dois ímãs.
Para produzir o efeito da gravidade, dois equadores divisores devem ser unidos como um. (Consulte
as Figuras 78 a 83)

As barras magnéticas do homem são cilindros de condição imutável. Os ímãs da natureza são
cones de condições em constante mudança. (Consulte as Figuras 158-159)

O equador dos ímãs do homem é de curvatura zero e centram seus polos. O equador dos ímãs da
Natureza é curvo e está fora do centro. Muita confusão surgiu deste equívoco. (Consulte as Figuras
159-160)

XXIV
CADA PARTÍCULA DE MATÉRIA É CATÓDICA E
ANÓDICA, TAL COMO OS CORPOS VIVOS
TAMBÉM ESTÃO MORRENDO

37. Este é um universo radial de pressões em constante mudança. Toda partícula extensível que
deixa um cátodo ou ânodo é negativa, pois ela se expande à medida que sai de seu primário e,
portanto, descarrega. Essa mesma partícula negativa - o elétron ou outra - muda sua intensidade de
polarização a cada milionésimo de polegada de seu cátodo ou ânodo. É por isso que a ciência tem
tantos nomes para as mesmas partículas.

Quando uma partícula chega à amplitude ondulatória - ou qualquer equador onde a condição de
pressão é invertida - pode muito bem ser chamada de nêutron, pois a sua polaridade é balanceada

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nesse ponto de inversão.

Depois de revertida a sua curvatura, torna-se então uma partícula positivamente carregada, pois
contrai-se à medida que se aproxima radialmente do ânodo. Pode então ser chamada de pósitron ou
méson positivo, ou muitos outros nomes à medida que sua condição muda. (Consulte a Figura 77)

XXV
NÃO HÁ PARTÍCULAS OU ELEMENTOS
SEPARADOS

38. Este mesmo princípio aplica-se a todos os elementos da matéria. Todos eles são compostos
pelas mesmas unidades de movimento oposto. Chamamos-lhes hidrogênio, ferro, carbono, enxofre,
magnésio, níquel e muitos outros nomes. Pensamos neles como substâncias separadas que têm
propriedades separadas.

Todos os elementos são compostos pelas mesmas unidades espirais de movimento - ou vórtices. A
única razão que temos para pensar neles como substâncias diferentes é porque eles têm certos efeitos
previsíveis uns sobre os outros e sobre os nossos sentidos.

A verdade, porém, é que as suas condições de pressão são diferentes em cada parte da onda em
que se encontram. As partículas de lítio tornam-se partículas de boro quando a relação giroscópica
do plano da órbita do lítio muda para o plano ocupado pelo boro - e assim por diante durante as nove
oitavas inteiras de alteração das condições de pressão.

XXVI
A CURVATURA TAMBÉM É POLARIZADA

39. Existem dois sistemas opostos de curvatura dentro de campos ondulatórios. Um sistema de
curvatura produz gradientes de pressão esferoidais em torno dos polos norte e sul, o que faz de cada
polo um centro gravitacional e irradiante.

O outro sistema de curvatura produz gradientes de pressão esferoidais ao redor dos polos leste e
oeste. Estes causam a formação de centros gravitacionais e irradiantes entre polos norte-sul e unem
pares divididos em um.

Os gradientes de pressão agem como lentes na curvatura dos raios para dentro ou para fora, de
acordo com a direção do movimento, através da curvatura convexa ou côncava. Este é um assunto
muito vasto para ser explicado aqui, mas os diagramas do The Russell Home Study Course, Figuras
162 a 174 irão explicá-lo mais completamente.

XXVII
TODAS AS CONDIÇÕES DA MATÉRIA
DEPENDEM DA SUA CONDIÇÃO OPOSTA

40. A polaridade cria formas de corpo em movimento em pares de opostos, e coloca o oposto de
cada par em lados opostos de um equador mútuo. Da mesma forma, torna cada parceiro tão
dependente do outro que nenhum deles poderia sobreviver sem intercâmbio constante.

Nenhum corpo vivo poderia sobreviver sem receber sua inspiração de sua contraparte espacial,
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nem o parceiro espacial poderia sobreviver sem a expiração de seu corpo oposto para recarregá-lo.
Nem qualquer coisa viva poderia existir sem trocar com o seu parceiro raiz 7. Nem a árvore que está
ligada às suas raízes, nem o homem que não está ligado, mas que depende igualmente do
intercâmbio com eles, poderiam existir sem o outro.

A célula seca não poderia manter sua condição sem troca com seu oposto do outro lado do
equador. Carregar uma, carrega ambas de maneira igual. Descarregar uma significa morte para
ambas. Cada sol tem o seu companheiro igual e oposto num buraco negro vazio do outro lado do seu
equador. O sol é comprimido a uma maior vitalidade pela frieza que o alimenta vinda de seu
parceiro, o buraco negro expandido. Inversamente, o buraco negro se expande em maior vitalidade
pelo calor que o alimenta vindo sol; assim o ciclo se completa com este intercâmbio.

Sequencialmente, o buraco negro vazio se tornará o sol e o sol se tornará um buraco negro vazio.
(Consulte a Figura 102)

XXVIII
MATÉRIA VIBRANTE - O PRINCÍPIO
FUNDAMENTAL DA ESTRUTURA ATÔMICA

41. A corda Lá de uma harpa está silenciosa porque não está em movimento. Se a tocar, vai pô-la
em movimento. Ao fazer isso, você criou um corpo material de som ao produzir movimento. O
corpo sonoro que você criou pela energia do desejo estendido da sua Mente para a matéria é o tom
de Lá.

A razão pela qual você produziu o tom de Lá é porque o fio foi eletricamente condicionado para
produzir esse tom.

Se você apertar o fio, mudando assim sua condição de pressão, você produz o tom de Si. Ao
contrair repetidamente o fio, apertando-o, você pode produzir uma oitava inteira de tons cada vez
mais altos. Inversamente, uma oitava inteira de tons baixos pode ser produzida pela expansão do fio,
afrouxando-o.

O mesmo fio pode produzir muitos sons tonais. Produz tons diferentes alterando a condição do
fio. A mudança é uma diferença de compressão ou expansão.

42. O nascimento de qualquer corpo a partir do seu fulcro zero ao seu zero de maturidade e de
volta ao seu fulcro é um ciclo. Ciclos de vibrações de onda em uma corrente elétrica, ou em uma
nota musical onde as vibrações são tão rápidas que o som é ouvido como um tom contínuo, são
conhecidos como frequências de onda.

As altas frequências do som de uma corda de harpa são muito rápidas para que o ouvido possa
ouvir o CRESCIMENTO desse som desde o seu nascimento até a sua maturidade e vice-versa. O
ouvido ouve apenas o tom completamente amadurecido, repetido em centenas de ciclos em um
segundo, sem estar ciente do crescimento de centenas de corpos através de ciclos de vida inteiros,
desde o nascimento até a morte.

Por esta razão, não pensamos num som como um corpo, como pensamos de um homem, árvore ou
pássaro como sendo um corpo. É um corpo, porém - assim como um homem é um corpo - pois é
movimento, e todo movimento é corpo material.

7
NT: mantido o sentido do original “root mate”.
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Temos muitos anos para testemunhar as muitas mudanças no ciclo de vida de um homem. Temos
mesmo períodos de muitos anos em que cada um de nós testemunha diferentes estágios desse
crescimento, tais como o bebê - depois o menino - o jovem - o homem maduro - depois o homem
idoso - e o homem muito velho.

Cada corpo criador progride através desses períodos de crescimento desde o nascimento até a
morte, seja esse corpo um ciclo de um centésimo de milionésimo de segundo de uma corrente
elétrica de alta frequência - um ciclo de oitenta anos de um homem - ou um ciclo de um sol de um
trilhão de anos. Não há diferença, exceto no tempo.

43. É possível compreender melhor o significado desta ideia fazendo uma filmagem em câmara
lenta do tom de Lá da corda da harpa. Ao fazê-lo, prolongamos o ciclo de vida do corpo sonoro para
um ciclo em sessenta segundos em vez de um ciclo numa tricentésima ou quadringentésima parte de
um segundo.

Agora você pode testemunhar o crescimento desse corpo tonal desde sua “infância” até sua
“velhice”. Você ouvirá primeiro um som baixo e fraco, que se parece tanto com o tom adulto de Lá
quanto um bebê se parece com um homem adulto. Gradualmente, ele cresce através de seus estágios
iniciais em direção à maturidade e o som que você ouve é como uma sirene ficando cada vez mais
estridente até que o tom totalmente crescido de Lá seja alcançado em sua maturidade.

Se você pudesse ver esse corpo, ele seria uma verdadeira esfera, comprimida em um espaço muito
pequeno no centro da corda de harpa estendida. Seria o centro de gravidade do campo ondulatório,
criado pela divisão do equilíbrio do silêncio em estado de movimento condicionado. O resto do
campo ondulatório seria “espaço vazio” de um volume milhões de vezes maior.

Seu polo de rotação e o eixo que une os dois polos magnéticos norte-sul coincidiriam e seriam
paralelos ao eixo vibratório da corda da harpa. O seu equador estaria a 90 graus desse eixo.

Gradualmente, você veria a esfera achatar e lançar os anéis do seu equador - e você ouviria o tom
da sirene ao contrário até que não pudesse mais ouvi-lo. O movimento terá cessado ao retirar-se para
a sua fonte silenciosa. Não dizemos que ele está morto, sabemos que será repetido no outro lado do
seu equador instantaneamente. Dizemos que um homem está morto porque o intervalo de tempo
entre os ciclos repetitivos é tão longo que não percebemos que a lei das vibrações repetitivas é a
mesma para todos os ciclos, nem percebemos que todos os ciclos são iguais no fato de que eles
crescem até a maturidade e morrem, a fim de que possam renascer para viver e morrer novamente.

O espaço que rodeava a esfera sonora “engoliu-a”. O sol vira de dentro para fora para se tornar
espaço e o espaço vira de fora para dentro para se tornar o sol do outro lado do eixo da onda. Você
novamente ouve o crescimento da sirene do tom de Lá.

44. Se agora “acelerássemos” os ciclos do homem para tantas frequências quanto o tom de Lá, tudo
o que poderíamos ver do seu ciclo seria o homem envelhecido. Não podíamos ver as fases de infância,
juventude ou adulta do seu ciclo. Em vez de ver o homem envelhecido de um ciclo, veríamos centenas
de ciclos amadurecidos desse mesmo homem sem poder ver os estágios de mudança de qualquer um
dos ciclos.

45. Se igualmente “acelerássemos” os ciclos de crescimento das estrelas nos céus, veríamos que elas
iriam e viriam como vaga-lumes piscando em um campo. Suas dezenas de bilhões de anos de duração
são apenas uma diferença no tempo de seus ciclos, mas o princípio de crescimento e decaimento é
Página 61
idêntico em todos os estados de movimento criados para manifestar cada ideia na Criação.

A resposta a isso é a polaridade. A polaridade é expressa em ondas. As ondas têm dimensão. O


tempo é uma dimensão. Leva tempo para criar uma onda, pois uma onda é um ciclo que tem um
começo e um fim aparentes. Os ciclos temporais para a reprodução das ondas elétricas do
pensamento são constantes, mas os períodos temporais dos ciclos de vida-morte variam à medida
que as ondas de pensamento se acumulam em ciclos sobre ciclos de corpos formados por som, ou de
insetos, animais, homens, árvores, sóis ou nebulosas.

Nisto reside a solução do mistério do crescimento e do decaimento, da vida e da morte, que foi
considerado insolúvel em todas as épocas do ser humano.

A vida e o crescimento são ondas-pensamento multiplicadas pelo tempo, enquanto o decaimento e


a morte são tempo dividido em anulação.

Todo este universo é apenas uma projeção da Ideia-Mente para um universo tridimensional de
sequências temporizadas de ondas-pensamento desde o zero universal de repouso, seguido de uma
anulação dessa projeção retirando-a no zero universal de repouso.

XXIX
O MISTÉRIO DO CRESCIMENTO E DO
DECAIMENTO - E DA VIDA E DA MORTE

46. O homem concebe a ideia de vida e morte do seu corpo como o início e o fim da ideia de si
mesmo. Por trás desse conceito está a crença de que o seu corpo é ele próprio.

Não há início ou fim de qualquer efeito na Natureza, pois não há início ou fim da causa. A causa
é eterna. O efeito é eternamente repetido.

O corpo do homem é um efeito eternamente repetido da sua causa, que é o homem eterno. O
homem é uma IDEIA - uma parte da IDEIA ETERNA ÚNICA. A ideia é imutável. Só os corpos
mudam. A ideia nunca é criada. Só os corpos são criados para manifestar a ideia.

Todos os corpos são repetições sequenciais de efeitos. Todos os efeitos na Natureza “surgem” do
zero de repouso eterno para manifestar a IDEIA através da ação. Fazem-no por um período, depois
deitam-se para repousar antes de voltarem a entrar em ação. Não há exceção a este princípio em todo
o universo de estrelas poderosas e partículas microscópicas.

Todas as ações de todos os corpos estão sempre sob o controle da Mente que as causou. Os corpos
não têm poder para mover-se por iniciativa própria, pois não têm energia ou iniciativa própria. A
iniciativa é estendida aos corpos pela Mente universal que os controla.

Ainda que este tratado tenha por finalidade explicar a mecânica e os processos utilizados pela
Mente para criar a matéria, não devemos esquecer por um momento a realidade da Mente nem a
ilusão da matéria.

Continuando, portanto, a explicar os métodos da Natureza de desdobrar os corpos de sua ideia da


Semente de Alma em formas, e refazer os registros dessas formas em sua ideia da Semente de Alma,
devemos cultivar a compreensão de que estamos lidando com padrões de ondas-pensamento de
ideia, e não com substância ou matéria.

Página 62
O Mistério do Tempo

47. Quando pensamos na matéria, devemos pensar nas ondas-pensamento que a criaram. Da
mesma forma, devemos pensar no tempo como uma acumulação de ondas-pensamento.

As ondas-pensamento acumulam-se em ciclos sobre incontáveis ciclos na formação de corpos.


Assim como as ondas-pensamento acrescentam densidade e outras dimensões de massa aos corpos
que criam, elas também acrescentam tempo, alongando os intervalos de tempo necessários para
repetir o corpo.

As ondas-pensamento “acumulam” tempo à medida que armazenam massa. Corpos de matéria são
“enrolados” em ondas-pensamento. O tempo consumido para polarizar um ciclo de ondas-
pensamento é tão incrivelmente rápido que as suas frequências reprodutivas alcançam o universo a
uma velocidade de cerca de 3.220 quilômetros em um centésimo de segundo. Quando elas se
transformam em massas de ondas para criar corpos, elas retardam suas frequências repetitivas e
assim alongam seu ciclo de crescimento e decaimento em proporção à massa de ondas-pensamento
que foram enroladas em um corpo formado.

As ondas-pensamento que criam um corpo de som devem desenrolar as suas acumulações. Isso
também leva tempo. O som de um tiro de pistola é um corpo de ondas-pensamento acumuladas.
Estes devem desenrolar-se e rebobinar antes de poderem reproduzir um corpo sonoro. Por esta razão,
o som pode reproduzir-se a apenas 340 metros de distância de sua fonte em um segundo, enquanto a
onda-pensamento de sua fonte pode circundar a terra sete vezes em um segundo.

O ciclo de crescimento-decaimento-vida-morte de uma árvore exemplifica bem este princípio.


Cinquenta anos podem ser consumidos durante um período de acumulação de padrões de ondas-
pensamento desdobrados a partir de sua semente, e anulando-os, redobrando o registro desses
padrões de volta em sua semente.

Os ciclos de vida-morte dos corpos de insetos variam de minutos a meses. Os ciclos de vida-morte
dos animais atingem séculos, enquanto as acumulações de ondas-pensamentos dos sistemas solar e
de nebulosas atingem as centenas de bilhões de anos para uma frequência de vibração que é um ciclo
de vida-morte.

Os períodos de gestação também se alongam em duração proporcionalmente à acumulação de


gravações de padrões de ondas-pensamento sobre outros padrões de ondas-pensamento que
produzem corpos complexos.

Todos os outros ciclos, dentro dos ciclos, do mesmo modo, variam em proporções semelhantes,
ciclos tais como a respiração, a pulsação, o sono, a digestão e outras frequências de repetição.

O fato que é importante saber em relação às frequências vibratórias é que por mais complexo que
seja o corpo formado e por maior que seja a sua duração no tempo, o processo de crescimento de
cada ciclo é o mesmo sem a menor variação. Cada coisa em crescimento deve passar por nove
etapas neste universo tridimensional de movimento temporizado desde o zero do seu início até ao
seu fim zero.

Cada ciclo é uma oitava completa - e cada oitava é uma série de oito tons, sendo a amplitude do
tom dois, unidos como um, e um gás inerte - totalizando nove.

Página 63
A estrutura atômica seria difícil de compreender, em princípio, sem a compreensão dos fatos
acima mencionados.

Deve-se ser capaz de ver um sol nos céus cuja duração é de bilhões de anos, e o sol que centraliza
a onda tonal de uma corda de harpa de um centésimo de segundo de duração como sendo um em
princípio. A diferença está na quantidade de tempo que deve ser gasta para desenrolar essa massa de
padrões de ondas-pensamento em suas unidades de ondas-pensamento. Do mesmo modo, deve-se
poder ver o intercâmbio entre o sol de um sistema solar e seu homólogo de buraco negro do outro
lado de seu parceiro vazio como o mesmo EFEITO simples da mesma CAUSA ÚNICA.

Muita confusão se dissipará quando o conhecimento de toda a CAUSA e EFEITO for assim
simplificado.

A confusão em relação às muitas partículas de matéria aparentemente diferentes se dissipará


quando se souber que cada partícula aparentemente diferente é apenas um estágio diferente no
crescimento de um tom elementar - e que cada elemento é um estágio no crescimento de um ciclo de
onda-oitava.

Assim como um homem é a mesma carne, sangue e osso em cada um de seus estágios de
crescimento, todas as partículas também são os mesmos vórtices de unidade ultra-microscópicos de
movimento que estão mudando suas condições de pressão durante suas viagens de ciclo de vida
inteira de simular substâncias diferentes.

A confusão também se dissipará para aqueles que buscam o princípio da vida na matéria quando
sabem que o que assumem como vida é apenas o movimento multiplicando suas pressões para
simular a IDEIA da vida, e depois dividindo-as para simular a IDEIA da morte.

XXX
CICLOS DE OITAVA DE ONDA

48. A fim de compreender a grande simplicidade que subjaz à série aparentemente complexa de
nove oitavas que constituem a tabela periódica dos elementos, juntamente com a simplicidade que
subjaz à estrutura atômica, seria bom pintar um quadro de palavras do desejo básico da natureza e sua
maneira simples de realizar seu desejo.

Vejamos, portanto, um homem que está deitado para repousar. Ele está em perfeito equilíbrio com
seu ambiente, pois cada parte de seu corpo ocupa a mesma relação de pressão com o centro de
gravidade da Terra. Nesta posição balanceada ele está sem as deformações e tensões da divisão
elétrica de seu equilíbrio.

Essa posição de pressões imutáveis está em um plano de 90 graus da direção radial das pressões
variáveis - que se estendem para fora do centro de gravidade até o espaço.

No momento em que esse homem deseja demonstrar ação para a realização de seus desejos, ele
deve se levantar de seu plano de repouso até adquirir esse ângulo radial de 90 graus em relação ao
plano.

Mesmo que ele possa encontrar o balanceamento quando está de pé, ele deve estar desperto e
alerta, a fim de manter o balanço. Caso contrário, ele cairia para o nível zero do qual se levantou. A
razão para isso é porque ele dividiu seu balanço em dois balanços iguais que são controlados pelo
balanço centrado nele.
Página 64
Eventualmente, ele não pode mais controlar eletricamente seu próprio balanço contra a resistência
das duas condições opostas que criou, estendendo a gravidade para as condições de pressão em
constante mudança que existem nas direções radiais. A condição polarizada que ele criou pelo seu
desejo de ação agora expressa seu desejo pela condição única e balanceada de repouso, e retorna seu
corpo ao zero de pressões iguais das quais se levantou.

O supracitado é um verdadeiro quadro simbólico de palavras de cada ação-reação de cada


acontecimento para cada corpo no universo.

É também uma verdadeira imagem das sequências de crescimento-decaimento e morte-vida. Vou


agora relacionar o princípio universal acima referido com as ondas oitavas dos elementos da matéria
e com o princípio giroscópico que controla a periodicidade da oitava dos elementos da matéria.
Descreverei também como o princípio giroscópico coopera com os polos magnéticos norte-sul, que
controlam a extensão dos corpos de ondas-pensamento polarizantes desde seus fulcros até suas
amplitudes de onda, e os polos leste-oeste, que controlam a retirada dos corpos de ondas-pensamento
despolarizantes para seus fulcros a partir de suas amplitudes.

XXXI
INTRODUZINDO O GIROSCÓPIO
NA OITAVA DE ONDA

49. A relação e o propósito do giroscópio para com a estrutura de onda da tabela periódica de
nove oitavas dos elementos é um assunto muito grande para um breve tratado. Por isso, posso apenas
tocá-lo levemente, mas com clareza suficiente para dar plena compreensão dos princípios e
processos da Natureza.

À medida que todos os cento e vinte e um elementos, isótopos e gases inertes, que são produzidos
pela máquina de ondas elétricas na oficina da Natureza, adquirem propriedades aparentemente
diferentes por causa das rodas giroscópicas que os giram em suas várias condições, é necessário
saber como a Natureza faz com que o mesmo tipo de unidades de movimento pareça ser tantas
substâncias diferentes.

O conceito atual de estrutura atômica não tem nenhuma semelhança com os processos da
Natureza, pois não há lugar dentro da mecânica das ondas para que ele se encaixe. Este universo
consiste apenas em ondas de movimento. Qualquer teoria que não consiga encontrar um lugar
adequado dentro da onda não tem outro lugar para ela na Natureza.

O conceito atual de estrutura atômica é baseado em conchas concêntricas, uma dentro da outra,
que se tornam a base para os elétrons rotativos colocados de acordo com a fórmula sobre esses
estratos de concha.

No centro desses elétrons geocentricamente e geometricamente colocados, estão os grupos


nucleares de prótons e fótons carregados separadamente e opostos. Ao adicionar um elétron a uma
concha exterior, um elemento seguinte em número é produzido. Por outro lado, acredita-se que se
um elétron pudesse ser eliminado de um elemento, como o mercúrio, o próximo elemento sucessor -
o ouro - poderia ser produzido.

No que diz respeito à Lei Natural, poder-se-ia dizer que, se um dos filhos de uma família francesa
morresse, mudaria a nacionalidade da família para italiana.

Página 65
A transmutação será impossível até que a ciência perceba que a estrutura atômica é controlada
giroscopicamente.

A ciência tem uma teoria separada para sistemas de estrutura atômica que não se aplica a sistemas
estelares. Este é um raciocínio estranho para a ciência, pois ela admitiu que a grande massa é apenas
um múltiplo da pequena massa.

Um planeta, um sol ou uma nebulosa é apenas uma acumulação de átomos. Uma pequena
quantidade de matéria de um sol ou planeta é apenas uma pequena quantidade de átomos. A
estrutura de um átomo não varia em quantidades pequenas, então por que deveria variar em
quantidades pequenas de átomos suficientes para fazer uma estrela?

Em que ponto particular da acumulação em massa de átomos deve a teoria da estrutura atômica
mudar para outra teoria de estrutura atômica múltipla? Parece que os primeiros sábios falharam em
pensar nas coisas.

Se a teoria da concha concêntrica atual tivesse alguma validade, nossos telescópios revelariam
esses núcleos antinaturais de sóis brancos e negros negativos e positivos se juntando no centro de
camadas concêntricas semelhantes a conchas de planetas seguindo órbitas que são impossíveis neste
universo de matéria que é criado por pares de vórtices espirais que formam a base da construção
atômica, solar ou estelar.

Nunca se veem tais monstruosidades nos céus. O que se vê são sóis, planetas e luas duplamente
carregados que formam sistemas solares. Você também vê grupos de muitos sistemas solares que
chamamos de nebulosas espirais. Cada sol, planeta ou lua nos céus tem um polo norte e sul que
divide a massa em hemisférios norte e sul. Um hemisfério não é uma massa carregada negativamente
que flutua por si só, nem o outro hemisfério é uma massa carregada positivamente. Cada sistema
solar tem apenas um sol duplamente carregado, não um número de sóis de prótons que se opõem aos
sóis de nêutrons ou fótons em grupos.

Todos os sóis e planetas nos céus estão lançando anéis em seus equadores que se tornam planetas
ou luas. Cada massa começa como um anel e termina dessa forma. O conhecimento da onda e das
unidades espirais que formam a base da construção da matéria evitaria teorias não naturais como a
atual. O segredo da constituição da matéria está na onda. Esse segredo ainda é desconhecido para a
ciência. À medida que a onda se torna conhecida, tais teorias não naturais serão descartadas.

XXXII
O NÚCLEO É O CENTRO DA RODA DO
GIROSCÓPIO

50. O núcleo de cada sistema atômico é uma única massa comprimida, como o sol do nosso
sistema solar. O núcleo é o maior potencial e a maior massa do seu sistema. É mantida unida pelo
poder polarizador da gravidade contra a resistência do poder despolarizador da radiação.

Cada massa nuclear deve primeiro ser “enrolada” em espiral por força centrípeta antes de poder
ser “desenrolada” em espiral por força centrífuga.

Tal como os homens e as mulheres devem aproximar-se da maturidade antes de poderem ter
filhos, também os sóis devem estar perto dos seus pontos de maturidade antes de poderem suportar
planetas para se tornarem sistemas atômicos ou solares.

Página 66
51. A força centrípeta é generativa. Polariza os corpos desde a sua fonte até à sua maturidade. A
força centrífuga é radiativa. Despolariza os corpos e os anula na fonte onde o movimento cessa.

A força centrípeta é a condição da gravitação que comprime as ondas-pensamento em formas


corpóreas.

A força centrífuga é a condição da radiação que expande as ondas-pensamento para a forma


vazia.

52. Se todos as pessoas gravassem esse fato indelevelmente em sua Consciência, isso esclareceria
todos os mistérios que afligem a humanidade. Estar realmente ciente deste fato é estar ciente da
REALIDADE a partir da qual uma simulação da realidade se estende em formas de imaginações da
Mente e retorna ao repouso das deformações elétricas das imaginações da Mente.

Todas as coisas vivem e morrem - crescem e decaem - inspiram e expiram - arrefecem e aquecem
- comprimem e expandem - solidificam e liquefazem - despertam e dormem ao ritmo poderoso do
pêndulo elétrico do cosmos.

53. O crescimento-decaimento dos elementos é o mesmo processo que o crescimento-decaimento


de uma árvore ou do ciclo de vida de um homem. Os ciclos de infância, juventude e adolescência de
um homem maduro são os mesmos efeitos que os ciclos de lítio, berílio e boro que precedem o
carbono nos elementos.

Esses primeiro, segundo e terceiro elementos da oitava são considerados substâncias diferentes,
cada um com condutividade, densidade, maleabilidade, resistência à tração, potencial e pontos de
fusão diferentes. A ciência não tem pensado nisso como sendo os estágios iniciais do crescimento do
carbono, como se pensa do crescimento de um homem. No entanto, a ciência deve começar a pensar
assim para compreender a simplicidade da transmutação. Um menino, um garoto e um jovem são a
mesma carne e sangue da sua maturidade. A sua aparência em cada uma destas fases é totalmente
diferente. Da mesma forma, os seus atributos diferem completamente em cada ciclo.

Em seu ciclo de infância, ele deseja brinquedos como chocalhos e bonecos. Em seu ciclo de
juventude, ele descarta totalmente estes itens em troca de soldados de brinquedo, bicicletas, roupas de
cowboy e livros juvenis. Mais tarde, ele descarta estes, já que seus desejos mudam para estudos
superiores, futebol, esqui, golfe e preparação para uma carreira.

Este processo de crescimento é universal. Como o vemos na árvore, na violeta, no homem, no


elefante ou no inseto, devemos também vê-lo nos elementos do tempo acumulado, ou na incrível
velocidade do tempo básico. Toda coisa criadora é baseada na onda, e a onda é um crescimento de
um ponto de repouso para um ponto de repouso através da gravitação, depois de volta a esse ponto
de repouso através da radiação.

Temos de aprender a pensar em toda a matéria acumulada como tempo retardado que prolonga
os seus intervalos na proporção em que a matéria aparece.

Da mesma forma, devemos pensar no tempo como uma ilusão rítmica de sequências de
movimento. O tempo só aparece quando o movimento na matéria começa. O tempo desaparece
quando as sequências de movimento terminam.

O tempo é apenas o gravador da mudança. Remova a alteração e o tempo também é removido.

Página 67
Se alguém vivesse em luz perpétua - ou em escuridão perpétua - estaria a viver num universo
atemporal. Ele poderia então criar a ilusão do tempo apenas como a Natureza cria, contando as
sequências de suas respirações, ou suas adormecidas e despertadas - ou sua fome.

As sequências temporais são as inversões de ondas que oscilam o pêndulo da Natureza entre os
nascimentos e as mortes de todas as coisas que aparecem e desaparecem.

A vida é apenas uma inversão da morte, e a morte também é apenas uma inversão da vida.

O tempo conta os nascimentos e os soma em anos, séculos e milênios - mas o tempo também
subtrai as mortes dos nascimentos para permanecer o zero que é o tempo.

Pois o tempo vive com a vida e morre com a morte, como você e eu e todas as outras coisas do
mesmo modo vivemos e morremos para sempre para viver novamente neste universo eterno de
ilusão eternamente repetida.

Os sentidos registram somente o fluxo para frente do tempo - mas há um fluxo para trás do tempo
que anula o tempo, como há um fluxo para trás da vida em direção à morte que anula a vida.

Este é um universo zero de EFEITOS que parecem - mas não são.

O fulcro do universo a partir do qual as ações e reações se estendem e retornam pode ser
comparado a um espelho. À medida que a ação se afasta desse espelho, também estende a imagem
do espelho que se afasta dele. A reação caminha simultaneamente no sentido oposto com seu fulcro
espelhado sempre centrado nela, para compensar e anular a ação.

Tanto a ação como a reação vêm então a repousar e simultaneamente se retiram dentro de seu
fulcro para recuperar a vitalidade necessária para repetir a ação da gravidade e sua reação radiativa.

54. Cada efeito do movimento é anulado à medida que ocorre, é gravado (nos seus gases
inertes) à medida que é anulado, e repetido à medida que é gravado.

O tempo não tem existência. As entradas no Livro do Tempo são apenas a matemática das
inversões de polaridade. Como a Natureza soma inversões de polaridade, ela também adiciona seus
ritmos em tons mais profundos de menos frequências de vibração de tempo retardado. Quando a
Natureza subtrai reversões, ela também multiplica os ritmos das vibrações das ondas elétricas que
pulsam em uníssono com esses ritmos.

Essa é a única razão pela qual o homem sente o tempo. O TEMPO é apenas o pêndulo do
movimento. A sua função é gravar o batimento cardíaco do movimento bidirecional. Sem reversões
de movimento, o TEMPO não tem existência.

O tempo é apenas uma daquelas muitas ilusões que enganam o homem, levando-o a crer que a
irrealidade é realidade. Engana até mesmo os maiores conhecedores da ciência em suas tentativas
de projetar a forma deste universo sem forma. Todos eles incluem o tempo nas suas formas
imaginadas do universo.

Cada ponto no universo é uma extensão espelhada infinita de cada ponto. Cada ponto é o centro
da extensão universal naquele infinito espelhado que termina no seu ponto de partida. O universo,
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portanto, não pode ter forma.

Removendo assim o tempo como uma realidade na Natureza, e aprendendo a pensar ciclicamente
na simplicidade rítmica ordenada que a Natureza aplica a todas as coisas criadoras, a pessoa será
grandemente ajudada em seu esforço de ver o universo como um todo.

Com a plena compreensão desse princípio pulsante de intercâmbio entre os dois opostos da
expressão elétrica, a teoria do Universo em expansão nunca teria sido concebida.

XXXIII
TODOS OS SISTEMAS SÃO SISTEMAS EM EXPANSÃO

55. Assim como um negócio ou uma família, ou qualquer grupo organizado, deve primeiro gerar
um núcleo para a expansão de uma ideia em um sistema, assim também o universo gera um núcleo
para estender a sua ideia em sistemas.

Naturalmente, o universo está expandindo e estendendo suas massas nucleares geradas em


sistemas, mas está sempre contraindo massas em núcleos, a fim de estendê-las em sistemas.

A natureza gera primeiro a matéria polarizando-a numa massa nuclear esférica. Ela então
irradia matéria despolarizando-a em sistemas de expansão. Todo sistema, seja atômico, solar ou de
nebulosas, está se expandindo em relação a todos os outros sistemas do universo, e também está se
expandindo a partir de si mesmo.

56. Os planetas nascem de anéis lançados dos equadores de sóis. As luas nascem de anéis
lançados de planetas. Os anéis “enrolam-se” em planetas e luas. Estes contraem-se à medida que se
enrolam, até se tornarem esferas. Eles então se expandem à medida que se “desenrolam” em esferas
oblatas.

Todos os sóis e luas de sistemas estelares são criados apenas pela compressão de ondas elétricas.
A teoria da acumulação de poeira estelar em matéria não é fiel à Lei Natural. Não existe tal poeira no
espaço, nem sequer um miligrama.

O espaço é um equilíbrio que se polariza em ondas de quatro oitavas de matéria invisível, mas
ondas de oitava de matéria mesmo que invisíveis não são “poeira”. Estas oitavas de espaço serão
abordadas mais tarde.

Todos os planetas e luas dos seus sistemas espiralam-se cada vez mais longe dos seus primários.
Eles também espiralam para fora de seus próprios eixos de rotação, que encurtam à medida que seus
equadores se alongam. Eles gradualmente “incham” em muitas vezes o seu tamanho original à
medida que se expandem.

Quando Júpiter estava onde está a terra, não era mais do que o dobro do tamanho da terra. É agora
muitas vezes maior. Também se expandiu lançando anéis como os que se veem à volta de Saturno.
Estes tornaram-se luas. Quatro deles ainda estão no plano do equador de Júpiter. Mesmo agora está
se preparando para lançar mais anéis que são vistos como cinturões circundando seu equador.

Postulado

57. As espirais centrípetas multiplicam a gravidade para formar os núcleos dos sistemas
nascentes, e as espirais centrífugas dividem a gravidade para irradiar em sistemas dissipadores.
Página 69
A matéria contrai-se em sólidos ao “espremer” o espaço para fora dela. Isto aproxima as
suas partículas e diminui o seu volume. A matéria expande-se ao “engolir” espaço dentro dela.
Isto afasta cada partícula ainda mais.

58. Os polos norte-sul controlam a geração em forma. Os polos leste-oeste controlam a


degeneração da forma de volta à sua fonte. Quando as esferas verdadeiras são geradas, os quatro
polos se unem como um e então revertem suas direções. O prolongamento então cessa e o
achatamento começa.

Este universo de EFEITO é dual. É um universo dividido no qual cada metade positiva de cada
efeito é balanceada pela sua metade negativa oposta. Para cada sol quente, há uma igual vacuidade
fria esperando no espaço para gerar outro sol. As marés ao descer são simultaneamente
ascendentes, e o dia não pode vir sem balancear a noite.

Nossos sentidos podem detectar a expansão de massas amadurecidas em sistemas, pois os ferozes
braços dos sistemas em expansão são visíveis em milhares de nebulosas. As massas radiantes
quentes são visíveis, mas as espirais geradoras de frio que criam corpos quentes não são visíveis. Os
dois braços negros em cada nebulosa estão gerando e contraindo os corpos radiantes quentes que são
seus ferozes braços. (Consulte as Figuras 131, 132, 133)

Postulado

59. Onde quer que haja movimento, há dois polos magnéticos para controlar sua contração em
“matéria”, e outros dois para controlar sua expansão em “espaço”.

Quando a matéria engole espaço, a matéria desaparece. Quando o espaço engole matéria, a
matéria reaparece.

XXXIV
ESFERAS OBLATAS

60. É preciso saber que a polaridade norte-sul, que divide a condição universal de repouso em duas
condições opostas de movimento para criar matéria, deve ter uma polaridade que contrabalanceie a sua
função de anular as duas condições opostas de movimento para restaurar a condição de repouso.

Cada uma destas opõe-se uma à outra. Um par ganha ascendência para metade do ciclo. Depois o
outro par ganha. Este princípio é demonstrado pela metade da vida de um ciclo de vida-morte sendo
mais forte do que a metade da morte - então a metade da morte vem mais forte até que o ciclo seja
completado.

Em qualquer metade do ciclo, a polaridade controla seu balanço, mas a função da polaridade
norte-sul é prolongar a massa desde seu início na base de um cone até uma esfera no ápice do cone,
estendendo seus polos, enquanto a função da polaridade contrabalanceadora é achatar a massa de
uma esfera até a base de um cone, estendendo seus equadores.

Em uma esfera oblata como nosso moribundo planeta, a polaridade leste-oeste ganhou a
ascendência. Esses dois polos controlam e balanceiam a extensão do equador da Terra, a expansão
do seu volume e a sua órbita em elipses sempre mais longas, à medida que a Terra gradualmente
achata e aumenta a sua distância do sol.

Página 70
61. O inverso deste efeito é exemplificado no nosso sol prolato. Ainda não amadureceu numa
esfera verdadeira. Sua polaridade norte-sul ainda é preponderante e continuará a predominar até que
o sol atinja a verdadeira maturidade da esfera em seu ponto de meio ciclo.

Éons passarão antes que os quatro polos se unam e invertam suas posições e direções, o que
iniciará o achatamento do sol em seus polos e seu eventual desaparecimento, jogando fora anéis
gigantes sequenciais.

O sol continua se prolongando enquanto os seus planetas se tornam cada vez mais oblatos. No
momento em que as terras ou luas começam a se achatar, nesse momento seus equadores deixam o
plano do equador do Sol e suas órbitas elípticas são estendidas pela extensão de seus dois focos
leste-oeste.

Planetas e luas recém-nascidos, como Mercúrio e as quatro luas internas de Júpiter, agarram-se
aos seus planos de nascimento no equador do Sol até começarem a achatar.

XXXV
SISTEMAS ATÔMICOS, SOLARES E ESTELARES
DESBALANCEADOS OSCILAM

62. Quando um pião gira suficientemente rápido sobre o seu eixo para manter um ângulo de 90
graus com solo, ele gira sem oscilar sobre o seu eixo, pois está balanceado com a gravidade. O seu
eixo aponta diretamente para o centro da Terra.

Quando a rotação diminui, o seu centro de gravidade é dividido. O pião, então oscila. Dizemos
que ele está desbalanceado. Cientificamente falando, devemos dizer que o seu balanço está dividido.
Para dividir o balanço, o seu centro de gravidade deve ser estendido para dois focos em vez de um.
Exemplificamos este efeito.

63. Duas crianças brincam de gangorra alongando alternadamente as extremidades opostas da sua
alavanca. Isso divide a gravidade tirando a alavanca do centro do seu fulcro. O fulcro aparentemente
se move em direção à extremidade curta da alavanca para compensar o balanço.

Quando o movimento inverso ocorre, o fulcro desloca-se aparentemente para o outro lado do seu
próprio centro para compensar novamente o balanço. Isso desenvolve duas extensões aparentes do
fulcro a partir de seu próprio centro. O fulcro não se moveu, no entanto, pois o fulcro é a gravidade.
Apenas pareceu ter se deslocado para dois pontos leste-oeste. Pareceu fazer a gravidade oscilar
entre dois pontos de balanço estendidos.

64. Essas duas extensões leste-oeste da gravidade são polos magnéticos leste-oeste, pois se
estendem como tais apenas com o propósito de manter esse universo balanceado em todos os seus
esforços. Quando a gangorra retorna ao seu nível, esses dois focos leste-oeste retornam ao seu fulcro
e deixam de existir - porque o desbalanceamento deixou de existir.

Quando o topo giratório abranda, inclina-se para longe do seu eixo vertical. Torna-se
desbalanceado com seu eixo vertical norte-sul que aponta diretamente para o centro da terra.

Essa inclinação descreve um círculo em torno do seu eixo perpendicular. O Norte-Sul está
aparentemente dividido em um par estendido, o que parece fazer com que a gravidade oscile.

65. Essas oscilações aparentes são extensões leste-oeste do balanço que neutralizam e controlam
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qualquer desbalanceamento que ameace perturbar o equilíbrio das extensões norte-sul.

66. O parágrafo anterior tem um significado que deve ser clarificado. A relação de balanço com a
gravidade é tão pouco compreendida que deve ser esclarecida.

Nós vemos um homem em uma corda bamba estendendo um polo de balanço leste e oeste de sua
direção sul-norte para compensar qualquer desbalanceamento que ele possa criar.

Relacionamos esse fato à gravidade de uma maneira muito vaga de pensar. Não deveria ser vago.
Deveríamos SABER dinamicamente o seu significado.

67. Sua explicação é dada em duas etapas. O primeiro passo é reduzi-lo, em princípio, à
simplicidade absoluta. O segundo passo será ampliar esse simples fundamento.

Primeiro Passo

68. Primeiro temos de perceber que a Criação é apenas o pensamento elétrico da Ideia, expresso
por formas corpóreas em movimento imaginadas na Mente do Criador. As formas corpóreas em
movimento são criadas à imagem das imaginações do Criador. As formas corpóreas não são ideia:
elas simulam ideia.

Quando o homem cria formas de pensamento para suas ideias, sua concepção se expande a partir
do ponto zero de seu início. Ele constrói uma forma mental tridimensional completa para a sua ideia
e cria um corpo para simular essa ideia. Ele então se cansa de pensar nessa ideia e descansa por um
intervalo antes de pensar novamente em outra forma. Os pensamentos que ele estende para fazer
com que as formas corpóreas apareçam, agora ele retrai e eles desaparecem.

As formas corpóreas da matéria aparecem quando a mente se concentra em pensar na ideia. Elas
desaparecem quando a mente se descentraliza para descansar de pensar na ideia.

A Mente de Deus e a Mente do homem são uma só. O Criador pensa a ideia como o homem pensa
- estendendo-a em ondas de pensamento elétrico e retirando-a pela inversão do pensamento
estendido.

Resumidamente, então, podemos definir a Criação como uma Mente imaginada como uma
extensão elétrica de um ponto e sua retração até esse ponto.

Segundo Passo

69. Este universo é a soma total das ações e reações elétricas expressas em ondas-pensamento de
movimento bidirecional.

Cada ação é uma extensão radial para fora do balanço a partir de uma condição balanceada
para criar duas condições opostas igualmente balanceadas.

Cada ação é, portanto, uma extensão radial para fora do balanço a partir de um ponto de
centralização do balanço universal.

70. A extensão de raios infinitos a partir de um ponto sem dimensão traz à existência um universo
radial tridimensional. Tem comprimento, largura e espessura. E tem forma, a esfera.

Página 72
Também tem medida - a medida da energia que o desejo de extensão lhe deu. O desejo de dividir
e estender uma condição de repouso em dois intervalos de movimento é marcado em todo o universo
pelo Inspetor e Controlador Magnético de balanço.

71. Os polos norte e sul são medidos para limitar a extensão da forma do seu eixo de onda a uma
esfera de curvatura balanceada.

A polaridade leste-oeste resiste à extensão norte-sul da matéria para além da forma de uma esfera.
A sua função é devolver a esfera ao seu eixo de onda. A polaridade norte-sul resiste a essa mudança.

72. No universo radial de pressões variáveis, a mudança de pressão é apenas para dentro e para fora.
Há, portanto, apenas duas direções de mudança de pressões neste universo.

73. Para dentro é a direção das pressões multiplicadas. Gravidade significa pressão multiplicada.
A gravidade é o norte. O norte é positivo.

74. Para fora é a direção das pressões divididas. Radiação significa pressão dividida. A radiação é
o sul. O sul é negativo.

75. Norte-sul é a direção da ação dinâmica. O pistão do batimento cardíaco universal é norte-sul.
Ciclones, tornados, relâmpagos, raios, chuvas e todos os outros efeitos dinâmicos do movimento são
norte-sul. Todos os seus potenciais multiplicam-se na direção do norte e dividem-se na direção do
sul. A solidez da matéria é norte. O vazio do espaço é sul.

76. Norte-sul representa o universo dividido de pares de condições opostas iguais - a condição a
que chamamos gravidade e a condição a que chamamos radiação. Resumidamente dito, norte-sul é
a direção do movimento e do tempo, pois as sequências são inversões norte-sul que geram o tempo.

Resumo

77. Os polos leste-oeste são intervalos medidos de extensões em planos de repouso. Eles
representam o universo indiviso do balanço imutável e da condição potencial.

78. Os polos norte-sul são intervalos medidos de extensões em planos de movimento. Eles
representam o universo dividido de balanço mutável e da condição potencial.

79. A polaridade norte-sul divide o universo em duas condições iguais e opostas, estendendo o
balanço dualmente e dividindo-o em pares.

80. A polaridade leste-oeste resiste a essa divisão e configura dois polos leste-oeste em contrapeso
para controlar o balanço das duas condições em seu retorno à única condição de repouso.

Exemplos

81. Um sol esférico verdadeiro está em perfeito balanço. Tem apenas um centro de gravidade
focal porque os seus raios são de igual comprimento. No momento em que a esfera se achata, seus
raios são de comprimento desigual. Seus potenciais variam porque as extensões equatoriais de massa
desbalanceiam as extensões polares. Dois polos de equilíbrio leste-oeste então se estendem do centro
de gravidade para controlar o desbalanceamento do potencial agora estabelecido na esfera.

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Uma seção do Sol, cortada no plano do seu equador, seria circular. Os raios de um círculo são
iguais. Uma seção cortada através dos polos seria elíptica. Os raios de uma elipse são desiguais.

82. Uma esfera tem apenas um centro focal, mas uma elipse tem dois. Durante a prolação dos
esferoides elípticos para a forma esférica, os dois focos leste-oeste aproximam-se do centro de
gravidade à medida que os focos norte-sul se afastam desse centro. À medida que as esferas se
achatam para esferoides elípticos, os polos leste-oeste se distanciam do centro de gravidade à medida
que a despolarização aproxima os polos norte-sul.

83. O sol é praticamente uma esfera verdadeira. O seu anel equatorial de centenas de milhões de
quilômetros é uma roda giroscópica. Sua forma é circular em seu equador, mas suas direções de
pressão são espirais. O planeta Mercúrio é praticamente uma esfera verdadeira. É uma extensão
equatorial do Sol. Se ainda fosse uma parte do corpo do sol, giraria em torno do eixo do sol como
parte integral do corpo do sol.

84. Mesmo que se tenha separado dele e tenha um eixo próprio sobre o qual deve girar, ele ainda
deve girar em torno do corpo do sol, bem como do seu próprio corpo.

85. Mercúrio também é uma roda giroscópica. Sua extensão anelar coincide com a extensão
anelar do sol. Eles estão no mesmo plano: portanto, seus polos de rotação são paralelos. Se as
pressões do anel fossem círculos equipotenciais, Mercúrio descreveria uma órbita circular em torno
do sol, mas eles não são - eles são espiralados, portanto são focos periélios e afélios que balanceiam
e controlam a extensão e a retração da sua órbita em torno do sol.

Esta mesma coisa é verdadeira para as quatro luas internas de Júpiter e a lua interna de Marte.

86. A nossa terra não está localizada no plano do anel giroscópico do Sol. Ela se afastou para um
ângulo de 23 graus. O seu disco giroscópico está tão desbalanceado com o do sol que tem de girar
em torno do sol abaixo do disco giroscópico do sol durante metade do ano e acima dele durante a
outra metade, em vez de se manter no mesmo plano que Mercúrio.

Isso coloca a terra na mesma situação em que o caminhante de corda bamba se encontra quando
se desequilibra com a gravidade, ou um pião giratório quando se desloca para fora do centro.

87. O ângulo de suas inclinações é o mesmo em princípio que a inclinação do eixo da terra. Ele
faz a Terra balançar no seu eixo para descrever círculos em torno do seu plano de gravidade,
enquanto busca dois focos de contrapeso, exatamente como o caminhante da corda bamba busca dois
focos de contrapeso.

88. A ciência tem tardado em descobrir este fato do contrapeso da polaridade, interpretando mal a
ação do equilibrista, com a interpretação de que a extensão de um polo de balanceamento é para
compensar o peso de seu desbalanceamento ao estender um peso igual sobre o outro lado de seu
equador de balanceamento.

89. Isso é verdade, mas a concepção de peso não é verdadeira. Ao ler o meu capítulo sobre o
peso, isto será clarificado pela verdadeira concepção do peso como potencial de resistência às
deformações e tensões criadas por qualquer desvio de uma condição balanceada.

90. Quando a terra “se endireitou”, ela não teve necessidade de estender seu polo de balanço, mas
no momento em que se inclinou, ela precisava desses focos de contrapeso tanto quanto o equilibrista
da corda bamba precisava deles.
Página 74
XXXVI
GIROSCÓPIOS OSCILANTES PROCURAM O BALANÇO

91. A massa é movimento e o movimento deve ser equilibrado por pares de polos opostos.
Quando o movimento cessa, a polaridade também cessa.

O movimento não cessa, no entanto, até que a massa estendida retorne ao eixo ondulatório a
partir do qual foi projetada. No momento em que ele novamente deixa esse eixo em extensões
bidirecionais opostas, os polos aparecem porque o balanço está dividido e deve ser controlado.

92. Os piões giram em seus pinos e os giroscópios solares e atômicos giram em seus eixos
centrais, mas o princípio de sua oscilação é o mesmo. Eles oscilam quando os seus eixos estão
descentrados.

Os eixos das rodas giroscópicas não centram seus aros nos três primeiros pares de tons da oitava.
As rodas são elipses e o centro do eixo da onda é a gravidade, por isso a gravidade não centra a roda
durante as primeiras três oitavas.

Uma roda giroscópica metálica, ou um volante, multiplica a força centrífuga à medida que
aumenta a velocidade, mas as rodas giroscópicas atômicas da Natureza são vórtices centrípetos que
se contraem em torno de seus eixos. São como redemoinhos ou ciclones que impulsionam a força
centrípeta para dentro e multiplicam a força centrípeta, ao contraírem-se, assim, para formar centros
para as suas rodas que são sóis centralizadores.

93. Duas crianças não podem se mover enquanto estão balanceadas com o seu fulcro, pois o
movimento é impossível num equilíbrio. O balanço deve ser dividido em pares opostos
desbalanceados antes que o movimento se torne possível.

A natureza também não pode produzir movimento sem, portanto, dividir o balanço para produzir
duas condições opostas. A força centrípeta produz então carbono quando a sua velocidade tiver se
multiplicado suficientemente em cada esforço tonal sucessivo para encontrar um balanço entre essas
duas condições opostas.

A oscilação diminui gradualmente à medida que o centro esferoidal que se prolonga da roda
giroscópica se contrai para uma esfera verdadeira e o eixo de gravidade centra o eixo, e seus polos
norte-sul são paralelos ao eixo de onda de seu início.

XXXVII
COMO A GRAVITAÇÃO E A RADIAÇÃO GERAM
UMA À OUTRA

94. A natureza trabalha de formas estranhas. De todos os seus processos mistificadores, sua
maneira de produzir a dupla polaridade, que assegura o balanço bidirecional para a jornada
bidirecional de suas duas condições, é talvez a mais mirabolante de suas ilusões. É bom esclarecer
este mistério, passo a passo, neste momento.

(A) A roda de carbono gira sobre um eixo horizontal que surgiu verticalmente do seu plano de
equilíbrio.

(B) A borda da roda começa a girar no plano horizontal de equilíbrio e surge para se tornar o
Página 75
equador vertical de seu centro.

(C) A vertical tornou-se horizontal e a horizontal tornou-se vertical para transformar uma
condição de repouso imutável em duas condições de movimento variáveis.

(D) O trabalhador elétrico positivo fez com que o aro da roda se tornasse seu centro pelo uso de
sua força centrípeta. É assim que a Natureza fabrica GRAVIDADE e multiplica o potencial para
contrair ondas em sólidos rodeados de espaço.

(E) O trabalhador elétrico negativo fez com que o centro da roda se tornasse o seu aro através do
uso da sua força centrífuga. É assim que a Natureza fabrica a RADIAÇÃO e divide o potencial para
expandir as ondas no espaço centrado por sólidos.

(F) A borda da roda está agora a 90 graus do plano de equilíbrio do seu nascimento, e a 90 graus
do eixo do seu centro. De um plano sem movimento, tornou-se uma esfera de movimento máximo.

(G) O eixo central da roda está agora paralelo ao plano de repouso e a 90 graus do plano de
movimento máximo.

(H) O aro da roda tinha velocidade máxima e o centro tinha velocidade mínima quando o
movimento começou no plano de repouso, mas agora o centro tem velocidade máxima e o aro tem
velocidade mínima quando a roda sai do repouso.

95. Este é o processo da Natureza de dividir a Luz imóvel do Criador em duas luzes móveis de
matéria e espaço para simular as imaginações mentais do Criador movendo formas de imagem da
Sua Criação.

Um quadro de palavras deste processo pode simplificar o método da Natureza. Imagine, portanto,
a semente da ideia colocada sobre o eixo ondular como a semente de uma árvore colocada no solo.

Agora imagine o solo erguendo-se como um bambolê se ergueria do chão até que ele ficasse de
pé em vez de horizontal.

À medida que o solo se levanta para ficar de pé, imagine a ideia da árvore se desenvolvendo-se
em uma série de quatro esforços que chamaremos de estágios de crescimento.

A semente da ideia torna-se um corpo maduro totalmente formado quando o solo tiver levantado
do nível do eixo da onda para a altura da amplitude da onda, a 90 graus do seu nível do eixo.

O solo, que originou a semente sem forma, é agora o equador vertical que balanceia o corpo
totalmente formado.

Metade da árvore vertical estende-se para o norte desse equador e a outra metade para o sul dele.
As suas raízes estendem-se para o norte em direção à gravidade, e os seus ramos irradiam para o sul
em direção ao espaço.

Esta é a forma como a matéria em crescimento aparece.

Agora vem o processo inverso. Aquele corpo totalmente formado que se desenvolveu a partir de
sua semente deve agora retornar a sua semente. Isto acontece em quatro fases inversas de
decaimento e, como tal, o solo se deita gradualmente com todo o corpo ainda contido nele, mas
Página 76
novamente como uma semente padronizada.

Esta é a maneira como a matéria em decomposição desaparece.

Esta visualização retrata esse método da Natureza que cria e recria suas ideias padronizadas para
sempre sem fim. O que vem do solo deve voltar a ele para renascer. As formas padronizadas devem
desaparecer em suas sementes e ser adicionadas a cada renascimento.

A Ideia é eterna. Os corpos que manifestam a ideia são transitórios, mas as repetições dos
herdeiros são eternas. Não há exceção a este processo de repetição de corpos que se chama
reencarnação quando aplicado ao homem. O processo é universal, no entanto, e aplica-se a todas as
coisas criadoras - não apenas ao homem.

96. Se alguém conhecesse o batimento cardíaco do universo, poderia conhecê-lo, compreendendo


esse intercâmbio rítmico balanceado entre os pares de condições opostas que deram eternidade a esse
universo, por meio de repetições eternas de sequências de vida-morte.

É assim que o processo de vida-morte-crescimento-decaimento da divisão de um equilíbrio em


dois estados de movimento condicionados opostamente é repetido em cada ação-reação de
movimento, não importa quão simples ou quão grande seja.

Postulado

97. Toda a matéria começa a sua acumulação a partir de uma base cônica sobre o eixo
ondulatório. Ela multiplica a sua acumulação enquanto espirala até o ápice do cone. Para de se
acumular quando se torna uma esfera - e redistribui sua acumulação em anéis ao redor da esfera
para se tornar uma base cônica sobre o eixo ondulatório para repetir sua acumulação. (Consulte a
Figura 131)

Na verdade, a esfera - o que é o carbono - surgiu de seu lugar de repouso para se levantar e entrar
em ação em um universo de mudança tridimensional dividido por pouco tempo antes de se deitar
para repousar no universo indiviso da imobilidade, a fim de regenerar a vitalidade para novamente
surgir em ação.

XXXVIII
A TABELA PERIÓDICA DE NOVE OITAVAS DOS
ELEMENTOS

98. A tabela periódica de hoje lista 92 elementos8, incluindo isótopos e gases inertes. Muitos dos
elementos listados como elementos são isótopos, que são elementos fracionários divididos.

Minha tabela periódica lista 63 elementos, 49 isótopos e 9 gases inertes, perfazendo um total de
121.

Do ponto de vista da Natureza há apenas um elemento - CARBONO - e apenas uma forma – O


CUBO-ESFERA.

O carbono cristaliza na forma do seu campo ondulatório, que é um cubo verdadeiro. O núcleo do

8
NT: número de elementos descobertos até o momento em que o livro foi escrito (1953). O modelo atual (2019) da tabela periódica
aceito contém 118 elementos químicos, sendo 92 naturais e 26 artificiais.
Página 77
seu sistema é uma esfera verdadeira. O plano do seu sistema está a 90 graus do seu eixo ondulatório,
90 graus do seu polo de rotação e 90 graus do eixo dos seus polos norte-sul. A forma do sistema
atômico de carbono é um disco, como mostrado na Figura 131. A órbita de cada planeta do sistema
de carbono está no plano do equador do carbono, e esse equador está no plano da amplitude da onda.

O carbono manifesta-se assim de forma balanceada no corpo e unidade no acasalamento sexual


balanceado. Só tem um equador. Todos os elementos que não estão em amplitudes de onda são
pares desunidos que são divididos por três equadores. Cada elemento é dividido em si mesmo pelo
seu próprio equador e cada par é dividido pelo equador de amplitude de onda.

99. O carbono simboliza a ideia de casamento na Natureza. O seu único equador é a ligação da
sua unidade. Não é mais um par - e é isso que o casamento na Natureza significa, e o que deve
significar nas práticas de acasalamento do homem. Os pares divididos têm atributos opostos. Os
negativos dos pares são ácidos metálicos – os positivos são os alcalinos metálicos. Todos são
condutores, pois a condutividade é uma busca por balanço.

A unidade equilibrada anula acidez, alcalinidade, qualidade metálica e condutividade. Ao


eliminar estas qualidades, o carbono torna-se um sal - o que significa um mineral com as
qualidades de uma pedra.

Quando pares iguais e opostos desunidos “se casam”, como o sódio e o cloro, eles também têm
apenas um equador em vez de três no instante em que se unem como cloreto de sódio. Perdem
também suas qualidades metálicas, ácidas, alcalinas e condutoras e se cristalizam como cubos
verdadeiros.

Um exemplo de acasalamento desbalanceado na Natureza é o do casamento entre sódio e iodo ou


sódio e bromo. Cada um destes casamentos tem estabilidade, mas há um resíduo de desbalanceamento
em cada um deles que é evidenciado em cubos cristalinos distorcidos. Cada um deles também
continuaria como casamentos harmoniosos, a menos que o cloro aparecesse, caso em que a Natureza
anularia imediatamente o casamento em favor do cloro.

100. O carbono tem o ponto de fusão mais alto e a maior densidade de todos os elementos. Isto
significa que o carbono é também o mais duradouro de todos os elementos por ter acumulado mais
ciclos de tempo. Significa também que o carbono é o menos radioativo de todos os elementos
porque a radioatividade só começa a se expressar pela explosão externa na amplitude da onda,
embora seja mais forte naquele ponto de reversão onde a generatividade e a radioatividade se
encontram.

É do ponto de vista da Natureza que vamos descrever muito brevemente o ciclo de nove oitavas
dos elementos, com a esperança de unificar o ponto de vista do homem com o da Natureza.

101. A única característica suprema deste universo elétrico de efeitos de movimento balanceados
bidirecionais é o desenvolvimento cíclico de formas corpóreas amadurecidas para manifestar a
IDEIA-MENTE, e seu retorno à Fonte de todas as IDEIAS.

Corpos de formas amadurecidas são desenvolvidos por uma série de quatro esforços em pares
positivo-negativo. Da mesma forma, eles são retornados por uma série reversa de quatro esforços
em pares acoplados de forma similar.

102. Cada esforço na Natureza para desenvolver e retornar é um estágio de crescimento para
dentro e para fora em direção à formação de um corpo polarizado amadurecido, e longe dele, em
Página 78
direção à sua Ideia-semente.

O quarto par positivo-negativo de cada oitava está unido como um. (Consulte as Figuras 87 e
114)

Eles se unem como um na sua amplitude de onda, que em cada onda aponta diretamente para o
centro de gravidade. Estes dois esforços unidos constituem a forma amadurecida do corpo da ideia
concebida.

São os pontos de encontro da vida e da morte - os pontos de reversão do repouso que dividem a
geração e a radiação. Nesse ponto de encontro está a maior densidade, o maior ponto de fusão e o
maior potencial de todo o ciclo.

Nesse par unido está o corpo amadurecido do único elemento - CARBONO.

Cada ideia concluída na Natureza é expressa em nove esforços - ou estágios - que são ondas de
oito oitavas mais a onda de amplitude centrada amadurecida de todo o ciclo de nove oitavas.

103. Cada oitava dos elementos cresce a partir do seu gás inerte, tal como uma árvore cresce a
partir da sua semente. Os gases inertes registram e armazenam para repetição tudo o que se passou
antes naquela oitava.

104. Na tabela de Mendeleiev dos elementos, o hidrogênio é mostrado sem um gás inerte. Isto é tão
impossível como produzir uma criança sem pais.

O hidrogênio também é mostrado como sendo o único elemento em uma oitava inteira. Isso
também é tão impossível quanto carregar apenas uma das duas células de uma bateria.

105. O hidrogénio não é um elemento, mas sim oito. É uma oitava inteira em si mesma, mas a
Natureza não permitiu que os sentidos do homem detectassem isso facilmente.

Quando eu expliquei este fato muitos anos atrás para a ciência, ela começou a pesquisar e
encontrou outros tons desta oitava que ela equivocadamente chamou de isótopos. O que a ciência
encontrou foram tons cheios, não isótopos. A ciência tinha numerado os elementos de 1 a 92,
entretanto, na presunção de que não havia outros, e não tinha alternativa senão chamar-lhes de
isótopos.

106. Na tabela de Mendeleiev, as séries 5-7-10-11 e 12 são mostradas sem gases inertes e sem
serem oitavas completas. Estas séries são também parcialmente preenchidas com isótopos que não
pertencem aos grupos em que são colocadas. Também um grupo com o número 8 consiste em nove
isótopos, aos quais foram atribuídos números inteiros. Na verdade, todos os isótopos são numerados
como se fossem tons inteiros.

107. Os isótopos não aparecem na Natureza até a sexta oitava, e então apenas entre 3 e 4
positivos e 4 e 3 negativos. Eles aumentam em números nas oitavas sucessivas mais antigas porque
o carbono envelhecido é incapaz de alcançar a verdadeira esfera em qualquer um deles. As suas
muitas tentativas de o fazer resultam na produção de muitos isótopos.

Como o homem forte plenamente amadurecido que mantém sua vitalidade por um longo período,
o carbono sobe novamente para a amplitude do silício como um não-metal, mas a partir daí o
declínio radioativo gradual torna impossível para outro não-metal balanceado aparecer na amplitude
Página 79
da onda.

108. A quinta oitava é o balanceamento de uma das nove que a Natureza exige em todas as suas
expressões. Essa é a oitava da vitalidade amadurecida. As quatro oitavas mais antigas são totalmente
evidentes para os nossos sentidos porque acumularam densidade ao acumularem ciclos de tempo.

As quatro oitavas mais novas estão além do nosso alcance sensorial, com exceção do hidrogênio,
que foi listado como sendo apenas uma dessas oitavas.

Estes existem na Natureza, pois a Natureza é balanceada. Deve ter as quatro oitavas mais novas
para compensar as mais velhas.

Como eu disse até agora, uma pessoa pode saber muitas coisas que não pode sentir. Pode,
portanto, SABER que o balanço no princípio de polarização da Natureza DEMANDA igualdade de
divisão em todos os seus efeitos emparelhados.

No entanto, não é apenas necessário SABER este fato para estar convencido de sua verdade, pois
ele pode ser comprovado lendo a história dos elementos a partir de suas linhas iniciais do espectro.
As linhas vermelhas no espectro do hidrogênio não pertencem a uma oitava apenas. Cada linha
vermelha fala de outra oitava invisível. As linhas de espectro devem ser lidas como tempo
acumulado na história, não como se todas as linhas de qualquer leitura pertencessem a um elemento
de uma oitava.

109. A razão para os intervalos entre essas linhas vermelhas no espectro não é porque elas
representam as pressões de um elemento, mas porque cada oitava sequencial aumenta em densidade,
o que também retarda as sequências de tempo.

O inverso deste princípio aplica-se aos corpos que se despolarizam. Despolarização de corpos na
metade radioativa de qualquer ciclo projeta acumulações de tempo a velocidades tremendas. O hélio
e outros gases inertes explodem para fora do tungstênio a aproximadamente metade da “velocidade
da luz” enquanto “raios” semelhantes explodem para fora do rádio, actínio, tório, urânio e urídio 9
quase à velocidade da luz.

Por outro lado, os raios generativos explodem para dentro a velocidades tremendas nas três
primeiras oitavas invisíveis. Os raios alfa, beta, gama e “cósmicos” explodem para dentro, para
centralizar a matéria geradora invisível, à medida que eles e os gases inertes mais antigos explodem
para fora, a partir da matéria visível degenerada.

Os nove gases inertes que formam os padrões seminais da matéria que se desenvolve confundem
os observadores que não compreendem a sua ação nem o seu propósito. A recusa dos gases inertes
em combinar com os elementos sempre foi um mistério insolúvel.

Após o escândio na 6ª oitava e o arsênio na 7ª oitava, cinco esforços separados são necessários
para produzir cobalto. O carbono ainda é tremendamente forte de corpo em seu estágio de cobalto,
mas o cobalto não é uma esfera verdadeira, nem seu campo de ondas é um cubo verdadeiro. Por esta
razão, o cobalto é metálico, tal como os protótipos de carbono nas oitavas de ródio e de lutécio.

Naturalmente, isótopos como o cério, tório, tungstênio e muitos outros, também mostram sua
relação direta com o hidrogênio de muitas maneiras, como a inflamabilidade.
9
NT: do original “Uridium”, elemento posteriormente renomeado para Netúnio.
Página 80
O próprio carbono dá muitas provas da sua ligação com o hidrogênio. Todo químico sabe que o
carbono é a base de toda a matéria orgânica e inorgânica, e que os compostos de hidrocarbonetos
são mais numerosos na Natureza do que qualquer outra combinação.

A carne deixa um resíduo de carbono quando os ácidos agem sobre ela. O carbono é a base de
todo o crescimento vegetal e animal, como evidenciado nas jazidas de carvão da terra e no carvão
vegetal da madeira queimada.

Da mesma forma, os hidrocarbonetos não reagem aos ácidos ou bases porque os ácidos e bases
são anulados nos elementos quando encontram o balanço de gravidade perfeito no campo da onda
cúbica verdadeira.

O carbono é o único elemento que está completamente a altura desse requisito. O hidrogênio de
tal forma quase se iguala a ele que é imunizado a partir reação por ácidos ou bases quando em
combinação com carbono.

Esses fatos são citados para que o metalúrgico e o químico baseiem seu pensamento no princípio
da matéria do crescimento-decaimento ou da vida-morte, e não na ideia de muitas substâncias
separadas.

Ao dividir todo o ciclo das nove oitavas em seus dois semiciclos opostos, sendo metade
generativa e a outra metade igualmente radioativa, uma base abrangente para a transmutação
substituirá o conceito atual de deslocar elétrons, ou acrescentar a eles, para transmutar um em outro.

A era da transmutação só virá através da transformação do homem, e a transformação do homem


só poderá vir “pela renovação de sua Mente” através de novos conhecimentos. Sempre foi assim
desde o alvorecer da Consciência, e sempre será.

Sempre que um novo conhecimento de uma natureza transformadora permeia a raça, o padrão da
cultura mundial sobe. A arte da Renascença Italiana transformou a humanidade desde os sete
séculos da Idade das Trevas. O novo conhecimento da Lei Natural está lentamente afastando a
superstição do homem.

O conhecimento espiritual transformou a humanidade pouco a pouco desde a era da selva. As


revelações científicas também transformaram o homem pouco a pouco desde que os primeiros
pensadores redescobriram que a terra era redonda, depois de a terem esquecido durante mais de
dez séculos.

O homem pensa diferente a cada transformação de um novo saber, seja religioso, filosófico,
científico ou artístico. Outro tipo de homem emerge de novos padrões de pensamento.

XXXIX
OS PROCESSOS DE CRIAÇÃO DE ENERGIA DA
INDÚSTRIA AINDA SÃO PRIMITIVOS

O homem primata descobriu o fogo. Ele começou a usá-lo queimando grandes quantidades da
gravidade armazenada dos recursos da Terra como uma grande porcentagem de combustível para
obter uma pequena quantidade de calor.
Página 81
Mais tarde, ele aprendeu a usar o calor como potência, mas ele ainda usou uma grande quantidade
de combustível para obter uma pequena quantidade de radiação para sua potência.

A indústria tem agora gigantescas fornalhas que queimam grandes quantidades de combustível
por uma pequena quantidade de radiação que pode usar, e um grande desperdício que não pode usar.

O combustível que está usando é escavado do solo com trabalho duro, transportado com grande
esforço e empurrado para as fornalhas pelo suor da testa do homem. O homem está começando a
usar a gravidade do Niágara e dos rios correntes como energia elétrica, que ele desperdiça em
radiação ao invés de multiplicar sua gravidade, como a Natureza a multiplica neste universo radial
curvo.

Essas vastas fornalhas, que parecem tão impressionantemente sugestivas de grande progresso, são
apenas a chama multiplicada do homem primata. Eles glorificaram a primazia do homem, mas não o
tiraram dela.

Há ainda o desperdício desnecessário dos recursos da terra - ainda a carga dele no suor do
trabalho pesado - ainda a esteira dele que é a causa raiz da atual revolta em massa.

QUAL É A RESPOSTA?

Só o conhecimento tirará o mundo industrial de tal estado primitivo.

Essas vastas e imundas fornalhas fumegantes e favelas de trabalhadores de esteiras desaparecerão


quando a ciência transformar o uso de energia industrial pela “fabricação” da gravidade para uso de
energia, da mesma forma que a Natureza a fabrica em suas máquinas esféricas de fabricação de
gravidade.

A natureza é curvada - e é radial. Esse universo radial curvo de esferas transformadoras


elevadoras e diminuidoras armazena a gravidade que o homem tão desperdiçadamente está usando
na de sua própria maneira.

Os usuários de energia devem perceber que nem a gravidade nem o que a ciência chama de
“energia radiante” são forças existentes na Natureza. Estas duas expressões de força são produtos
manufaturados da Natureza, e o homem pode fabricá-las tão prontamente quanto a Natureza, pois
tem o mesmo equipamento para fabricá-las que a Natureza tem.

Esse equipamento é a corrente elétrica, com sua resultante dupla polaridade, e a curvatura de
ambas as polaridades. É tudo o que é necessário, exceto o combustível para a corrente elétrica.

Este tem sido o único obstáculo à expressão de energia ilimitada. Mesmo agora o uso de pressões
gravitacionais nas águas que caem do rio Columbia estão causando “apagões” por causa do
rebaixamento do rio e dos drenos excessivos da indústria.

O hidrogênio livre acabaria com esses problemas para sempre. Poderia ser tão simples e fácil de
obter em quantidades ilimitadas que qualquer homem, seja agricultor, ferreiro ou proprietário de
fábrica, poderia produzi-lo como fosse necessário para calor ou para energia, com patentes apenas
sobre as máquinas, mas não sobre o combustível.

Página 82
O conhecimento novo da maneira da natureza de multiplicar a generatividade e a radioatividade
criará uma civilização nova, pois elevará o homem ao status mais elevado necessário para uma
civilização nova.

XL
O SEGREDO DO PODER DO HOMEM

O conhecimento do controle da polaridade e da curvatura dual desse universo radial de pressões


radiais de multiplicação e divisão é o segredo do novo poder do homem. A ciência não usou este
poder para a indústria porque era desconhecido. Com esse conhecimento a ciência poderia explodir
este planeta em pedaços multiplicando o poder da radioatividade através das lentes de curvatura da
polaridade, além do poder explosivo da reação em cadeia. O poder dentro de qualquer massa pode
ser usado contra si mesmo, assim como um homem pode - e faz - usar seu próprio grande poder
contra si mesmo.

Através deste conhecimento, o homem pode eletrocutar ou incinerar exércitos em marcha até ao
último homem, ou destruir aviões ou navios em aproximação tão longe quanto pudessem ser
detectados por radar.

Nações inteiras poderiam isolar os seus povos de qualquer inimigo de fora. No momento em que
isso se torna possível, entretanto, não haverá inimigo sem - pois a coisa que faz do homem o inimigo
de outros homens é ganância pela riqueza material e medo da insegurança corporal.

Tanto a ganância quanto o medo desaparecerão da face da Terra, quando o homem não precisar
mais matar outros homens para obter todas as suas necessidades materiais de engrandecimento
pessoal ou segurança corporal, pois a abundância material não será dependente da matéria.

Um novo poder do homem será a sua capacidade de projetar a gravidade na forma de um alto
potencial focado a partir de um ponto a um ponto focal distante, em vez de projetar apenas radiação,
como ele faz agora.

Uma explosão para fora de dinamite, por exemplo, é radiativa. É eficaz apenas para uma distância
limitada da fonte da explosão.

Uma explosão para dentro é gravitacional, e é eficaz onde quer que seja projetada. Seu tremendo
poder poderia derreter a pedra de uma montanha por metais necessários, ou destruir um inimigo
durante o intervalo de tempo necessário para ensinar à humanidade a futilidade da inimizade.

É isso que quero dizer com a transformação do homem através de novos conhecimentos. As
condições novas erguem-se do conhecimento novo, e o homem deve conformar-se às condições
novas. Ele não pode deixar de fazer isso.

A natureza do homem é essencialmente boa. O mal no homem brota a partir do medo pela
segurança do seu corpo, e da ganância pela satisfação dos desejos corporais. Retire estes e o
homem responderá naturalmente ao bem que há nele, porque todos os homens procuram a paz, a
felicidade e a segurança que só um sistema balanceado de relações humanas lhe dará.

Página 83
XLI
NOVO PODER PARA A CIÊNCIA

A transformação do homem pela ciência levará muito tempo, mas pode começar AGORA. Um
começo é uma inversão de direção. Reverter a direção do mergulho para baixo é começar a subir nas
alturas.

O primeiro passo para a ciência é isolar seus países do ataque de outros países e assim salvar o
sangue vital de suas nações e voltar a dar aos exércitos objetivos úteis. Como muito pouco tempo é
necessário para que isso aconteça depois que os princípios envolvidos forem completamente
compreendidos, a ameaça e o medo da guerra devem passar da mente do homem para sempre. Mesmo
que a guerra comece antes que isso tenha sido feito, ela não poderia ir longe antes que pudesse ser
remediada.

O segundo passo deve ser dar ao mundo um combustível novo e inesgotável. O hidrogênio livre é
o suprimento lógico porque o hidrogênio livre é a base das quatro oitavas de espaço. Toda a
população de dez planetas como o nosso não poderia diminuir seu total porque a Natureza equilibra
as retiradas de gases com substituições contínuas. As substituições da natureza por retiradas de
sólidos consomem o tempo necessário para o seu crescimento.

A natureza pode levar um milhão de anos para transformar florestas em carvão. O carvão é
nitrogênio multiplicado, pois o nitrogênio é um gás de carbono. O nitrogênio pode ser transmutado
continuamente da atmosfera em quantidades ilimitadas para sempre.

A atmosfera é composta por nitrogênio e oxigênio. O oxigênio é carbono duas vezes removido,
assim como o nitrogênio é carbono uma vez removido. Da mesma forma, o hidrogênio é carbono
uma oitava mais baixa, mas não removido tonalmente. Giroscopicamente, carbono e hidrogênio são
os mesmos, pois seus planos de estrutura são idênticos.

O hidrogênio poderia, portanto, ser transmutado da atmosfera em quantidades ilimitadas,


simplesmente mudando o plano giroscópico do nitrogênio para o ângulo de 90 graus de amplitude de
onda sobre o qual o hidrogênio gira.

Isso simplificaria o pensamento científico se a ciência visse o universo da “matéria” e do “espaço”


como a gravidade que acumula predominância generativa em hidrogênio nas primeiras três oitavas e
meia invisíveis de matéria que o homem hoje pensa ser o espaço.

O universo visível começa no meio da quarta oitava e continua a carbonizar - seu máximo
generativo - onde quarta e quinta oitavas se encontram na amplitude da onda.

A partir daí, a radioatividade começa seu processo de despolarização, mas os “corpos das oitavas
crescem mais” e se mantêm dentro da faixa visível enquanto morrem, assim como uma árvore, ou o
homem cresce mais em corpo durante os anos declinantes.

Se, portanto, a ciência formasse o hábito de pensar em matéria e espaço em termos das oitavas de
carbono e das oitavas de hidrogênio, simplificaria poderosamente seu trabalho de transmutação.

A ciência também deveria formar o quadro mental das oitavas de carbono visíveis como um
volume de matéria sólida do tamanho de uma ervilha, suspenso no centro de um grande auditório de
matéria gasosa rara, milhões de vezes maior em volume. Então perceba que os glóbulos muito
pequenos de muitos elementos sólidos das oitavas de carbono são enrolados a partir desse vasto
Página 84
volume das oitavas de hidrogênio do espaço.

A matéria assim enrolada é desenrolada sequencialmente em gases das oitavas de espaço de


hidrogênio, e suas reações de ação são registradas nos gases inertes que nascem a cada oitava.

Assim, a matéria giroscópica emerge do espaço e é “engolida” por desenrolamento giroscópico


para o “espaço” que lhe deu origem, como foi justamente concebido.

O “espaço” não é vazio - nem é um “éter”. O espaço que rodeia cada partícula de matéria em cada
campo ondulatório é a metade negativa do campo de onda. O núcleo sólido é a metade positiva.
Ambas as metades são iguais em potencial, mas muito desiguais em volume.

O próximo passo no pensamento de formação de hábitos é pensar na matéria como sendo a


acumulação da mesma coisa - movimento de onda - enrolada em camadas de tempo como uma bola
de neve - a camada final sendo chamada de carbono, mas todas sendo diferentes condições e
pressões da mesma coisa.

Acrescente a este pensamento que o Universo consiste em campos de ondas dentro de campos de
ondas - estelar, solar e atômico em medida - mas de uma “substância” semelhante e de uma formação
estrutural semelhante. A natureza não tem nenhum método ou processo separado de criação de
sistemas. Os céus evidenciam claramente o desenrolar da massa através de anéis e sistemas, mas os
sentidos não registram tão claramente o enrolamento da massa como base dos sistemas.

Durante todo este processo, cada elemento sucessivo torna-se uma outra fase da mesma coisa ao
longo de todo o percurso. A mudança de atributo deve-se unicamente às diferentes relações de
pressão e isso é determinado pelas relações polares.

A natureza não transmuta um elemento em outro. Ela apenas faz a sua mudança progressiva de
elementos através de um reajuste contínuo do seu giroscópio.

Os elementos são tonais. Uma corda de um piano pode tornar-se uma oitava inteira mudando suas
relações de pressão o suficiente para multiplicar ou dividir suas frequências de vibração. Todo mundo
está familiarizado com o fato de que colocar um livro em cima do tubo de um órgão eleva seu tom
apenas uma oitava acima.

Tais efeitos não são transmutação. São apenas dimensões modificadas dos estados de
movimento. Todas as notas que o organista toca são apenas um tom multiplicado ou dividido em
relações de pressão rítmica.

É assim que o futuro químico deve pensar nos elementos, e não pensar neles como diferentes
substâncias químicas com diferentes atributos. A química deve ser baseada na ideia de alterar
giroscopicamente as polaridades norte-sul-leste-oeste de um tom para aumentar - ou diminuir - suas
frequências de tempo. O afinador de piano usa um instrumento para transformar suas pressões de tons
mais baixos para tons mais altos. O químico deve usar a corrente elétrica e solenoides como seu
instrumento de afinação.

A própria estrutura de pensamento do futuro químico deve mudar radicalmente em muitos outros
aspectos muito numerosos para descrever. Uma delas é eliminar do seu pensamento a ideia de uma
coisa se tornar outra. Não é assim que a Natureza funciona.

Na Natureza, um tom deixa de ser e outro passa a ser. Em outras palavras, uma fórmula para uma
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vibração de onda padronizada cessa quando outra vibração medida começa. Devemos também levar
este pensamento mais longe, não pensando em cessações, começos e finais. Devemos pensar nelas
como continuidades despertadas que podemos “colocar para dormir” quando não temos mais
necessidade delas, ou “acordar” quando temos necessidade delas.

A corrente elétrica do universo está pronta para motivar qualquer tom quando desejamos despertá-
lo, assim como a corrente elétrica do órgão está pronta para despertar qualquer tom quando o
organista deseja despertar.

Não devemos pensar que o sódio e o cloro se tornaram cloreto de sódio - ou que o som se tornou
silêncio - pois cada um deles é e sempre será. Devemos pensar em cada um deles como uma outra
nota tocada no órgão universal. Nós mudamos seu padrão de ajuste se quisermos novos isótopos que
a Natureza ainda não nos deu - ou unimos duas metades desequilibradas para garantir a estabilidade -
ou produzimos explosivos multiplicando o desbalanceamento.

É assim que a Natureza funciona. O carbono desenrola-se em nitrogênio por causa do poder
predominante da polaridade negativa leste-oeste. Da mesma forma, o nitrogênio desenrola-se para o
oxigênio. Isso não significa que o carbono tenha deixado de ser, ou que se tenha tornado nitrogênio e
oxigênio. Significa que o carbono ainda é, mas mudou as suas dimensões de pressão, assim como
John Jones10 é o mesmo John Jones que era dez anos atrás.

A natureza demonstra este fato “transmutando” nitrogênio e oxigênio de volta em carbono. Cada
raiz de todo o crescimento vegetal rebobina os dois voltando ao carbono. Da mesma forma, os corpos
de todos os animais rebobinam oxigênio e nitrogênio de volta às proteínas de sua carne, ossos, chifres
e pelos.

As raízes adquirem a complexa fórmula para rebobinar em violetas, pinheiros, carvalhos ou


macieiras - ou homem ou aves - a partir dos gases inertes de suas oitavas que registraram os
desdobramentos das muitas ideias da Natureza na semente dessas ideias.

À medida que a Natureza se desdobra a partir da semente para registrar os seus padrões em
formas de corpo em movimento, ela redobra-se simultaneamente na sua semente para que as dobras
possam ser repetidas em padrões semelhantes.

Todas as muitas formas da Natureza são projeções “cinematográficas” padronizadas a partir dos
padrões geradores ainda armazenados nos gases inertes para criar os “positivos” das formas
corpóreas. A direção inversa da reação cria os “negativos” dessas formas corpóreas. O princípio da
fotografia é aplicado em toda a Natureza.
Todos os padrões de desdobramento e redobramento são giroscopicamente manipulados,
eletricamente motivados e magneticamente medidos e controlados.

Os fatos acima mencionados tornam necessário para o futuro químico fazer uso da corrente
elétrica, o solenoide e sistemas de medidas de polaridade de planos giroscópicos, para fazer em seu
laboratório o que a Natureza faz em seu laboratório.

A natureza “coloca um livro” no topo de seu órgão de tubo no tom de nitrogênio para produzir sua
oitava harmônica - fósforo - e novamente para produzir o tom da próxima oitava acima - que é
arsênio. A natureza faz o mesmo com o oxigênio para produzir enxofre e selênio.

10
NT: mantido igual ao original. Aqui aparentemente o autor usa o nome “John Jones” como um nome muito frequente. No Brasil
temos alguns equivalentes. Um deles poderia ser “José da Silva”.
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O químico de hoje faz uso esbanjador e complexo da corrente elétrica, cadinhos e outros
equipamentos. A energia elétrica é desperdiçada porque não é direcionada e controlada pela
polaridade dual. O giroscópio e a polaridade dual da Natureza não fazem parte do laboratório atual.

Um bom exemplo é o processo Haber de fixação de nitrogênio, que é puramente um método


laboratorial caro e complexo para “separar” oxigênio e nitrogênio, e baseado na crença de que cada
um é uma substância diferente.

Um ligeiro reajuste no giroscópio da Natureza produzirá nitrogênio em vez de oxigênio - ou vice-


versa. O oxigênio é dividido em nitrogênio e o giroscópio elétrico controlado por polaridade é o
instrumento de divisão.

Em vez do dispendioso e demorado método químico de obtenção de nitrogênio livre em


quantidades LIMITADAS, o método da Natureza produziria nitrogênio livre de forma barata, rápida
e em quantidades ILIMITADAS. Não é necessário chamar a atenção para o valor ao comércio e à
agricultura, sem falar da regeneração dos solos, que este método de obtenção de nitrogênio traria
para o mundo.

Em setembro de 1927, eu demonstrei este princípio de controle de polaridade dual ao dispor dois
pares de solenoides - um par com mais enrolamentos do que o outro - de tal forma que a polaridade
dual da Natureza fosse simulada.

Com um disco de aço ou de vidro para o equador e uma haste de aço para a amplitude, eu ajustei
meus solenoides aproximadamente para um ângulo plano onde eu aproximadamente calculei que o
oxigênio pertencia em sua oitava. Improvisei um aparelho de ajuste que me permitisse fixar com
segurança qualquer ajuste em qualquer ângulo que eu escolhesse.

Eu então inseri alguns centímetros cúbicos de água em um tubo de quartzo evacuado que tinha
eletrodos em cada extremidade para leituras de análise do espectro.

Ao aquecer o tubo em uma fornalha elétrica e inseri-lo no solenoide com a corrente elétrica ligada
até que o tubo esfriasse, a primeira análise do espectro mostrou que mais de 80% era hidrogênio e o
restante praticamente todo hélio. Havia pouco oxigênio.

Cada vez que o reiniciei, obtive uma nova análise. Sempre que o estabeleci de modo que a
polaridade norte-sul fosse predominante devido ao uso de bobinas mais fortes, o resultado deu mais
nitrogênio. Isso porque a polaridade norte-sul preponderante prolongava o núcleo do átomo de
oxigênio para seu próximo tom mais alto.

Quando inverti a polaridade para preponderância leste-oeste, a análise mostrou mais do que sua
quantidade adequada de oxigênio e gases inertes e menos hidrogênio. Isto significa que a polaridade
leste-oeste preponderante tinha achatado o núcleo de hidrogênio.

A análise a seguir é um bom exemplo. Quando levei o tubo para o laboratório, não tinha água. É
por isso que o analista se referiu ao seu relatório como “amostra de gás Nº 5”, que se segue:
Oxigênio ............................ 14,9
Hidrogênio ......................... 16,0
Nitrogênio .......................... 69,1

É desnecessário dizer que a análise acima mostra preponderância leste-oeste.


Página 87
Estou convencido de que, através de ajustes matemáticos adequados, calculados em fórmulas por
experimentos, hidrogênio, nitrogênio ou oxigênio livres poderiam ser obtidos sem nenhum traço dos
outros.

A única diferença entre os dois métodos de trabalho é que a eletricidade é usada como energia no
laboratório sem controle de polaridade ou orientação giroscópica, como eu fiz uso.

Quando os gases tiverem sido suficientemente transformados por meio da prática, a transformação
da matéria densa pode então ocorrer.

XLII
A ERA DA TRANSMUTAÇÃO
NOVOS CONCEITOS PARA A CIÊNCIA E NOVOS
VALORES PARA A HUMANIDADE

O homem deve ser transformado ou perecer. Conceitos antigos e valores materiais antigos devem
se tornar tão obsoletos quanto o transporte de cavalos e vagões se tornou obsoleto quando motores e
aviões apareceram.

O homem ainda é bárbaro. Enquanto o homem matar o homem, ele será bárbaro. O amanhecer da
sua Consciência é apenas seis mil anos de história. O homem deve ter novos conceitos, novos ideais
e novos valores que o elevarão dos desejos bárbaros de matar por ganância - para construir impérios
de poder - para buscar a felicidade através de posses materiais - ou para acumular ouro sob a ilusão
de que ele está criando riqueza.

Os valores materiais como padrões de riqueza devem ser menos valorizados. A ciência tem o
poder de fazer a transição tão gradualmente que o reajuste não criará dificuldades aos interesses
comerciais e à economia mundial. Assim como a transição para a era das máquinas diminuiu os
encargos do homem e aumentou a sua riqueza, assim também a transição para a era da Transmutação
terá um efeito benéfico semelhante.

Todas as grandes transições mundiais que trouxeram maior facilidade e riqueza ao homem foram
antecipadas como calamidades. Esta, maior de todas as transições que agora amanhecem na história
do homem deve ser encarada como a meta final para um mundo unificado pacífico e próspero.

Os bens do homem desta época são materiais. O homem transformado deve gradualmente
descobrir que seu maior patrimônio é o homem. Sua felicidade, realização e maior fonte de riqueza e
poder estão em sua capacidade de servir ao homem. Quanto maior for o seu serviço ao homem, mais
ele acrescenta à sua riqueza - tanto material quanto espiritualmente. Porque isto é LEI - LEI
irrevogável e inevitável.

É a lei inviolável em toda a Natureza e em toda a parte. A natureza cria sua riqueza estendendo-se
por todo o universo a partir de cada ponto.

A selva é rica porque estende tudo o que tem a toda a selva, enquanto o deserto é pobre por
guardar o que tem dentro de si. O deserto não entrega nada ao deserto, nem aos céus, portanto, suas
re-entregas dos céus não são nada.

A natureza não tem motivo para suas entregas, pois as re-entregas são o cumprimento da lei, e o
homem não precisa pensar neles.
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Os homens mais ricos de todo o mundo são os gênios que estenderam a sua imortalidade a outros
homens sem pensar no ganho. Estes imortais nunca perecerão da memória do homem que encontrou
a sua própria imortalidade através deles, enquanto aquele cuja riqueza é apenas ouro, ainda que seja
maior do que a montanha mais alta, será esquecido antes do amanhecer.

O ser humano é, portanto, o maior bem do ser humano, pois a maior necessidade do ser humano
são outros homens a quem ele pode entregar o seu próprio Eu abundante para assim enriquecer-se
através das suas re-entregas.

A natureza é baseada na Lei do Amor, que é o ENTREGAR para RE-ENTREGAR balanceado.


Tudo o que esse homem tem é aquilo que ele deu. Essa é a única lei da Natureza, e deve
eventualmente tornar-se a única lei do homem.

A natureza re-entrega em espécie para todos os serviços prestados. O homem dá a semente - e o


seu serviço em semear a semente. A natureza regula o fruto da semente. Essa é a Lei da Natureza. A
ação é o livre arbítrio do homem, mas a reação é a da Natureza. Ela re-entrega igualmente em
espécie.

Se o homem toma um trono, este lhe será tirado e ele se tornará pobre. Mas se um homem
entrona outros homens, ou honra outros homens, ele será entronizado e honrado por outros homens.

Os valores espirituais podem substituir os valores materiais apenas cortando os valores materiais
do seu poder de nutrir a ganância e a avareza. Será um processo lento, mas certamente passará à
medida que a ciência ganhar o poder de cortar os valores da matéria física.

A ciência deu ao homem essa nova era elétrica de rádio, radar e televisão que operou milagres a
partir do pensamento da última era, que é comum para nós hoje em dia. Se o Nazareno tivesse
declarado que chegaria o tempo em que o mundo inteiro poderia ouvir a voz de um homem, Ele teria
sido morto. Muitos, desde então, foram queimados na fogueira e torturados impiedosamente pelo
que um estudante de hoje entenderia basicamente como Lei Natural.

O telefone, o automóvel, o voo, o rádio, o radar e a televisão foram dados ao mundo pela ciência
em menos de um século. Cada um deles transformou o pensamento do homem e seus modos de vida,
pois pesados fardos de trabalho e trabalhos domésticos foram reduzidos tanto para o homem quanto
para a mulher.

Coloca-se agora a trágica questão de saber se as transformações que durante muitos séculos
influenciaram o pensamento do homem foram na direção certa. Será que valorizamos demais a
diminuição do cansaço, a maior comodidade e outros valores físicos que multiplicaram o tempo para
o homem e tornaram este planeta muito pequeno?

Será que o nosso pensamento de hoje está correto? Podemos dizer, com razão, que é em face do
fato de que a raça humana decaiu mais nos últimos cinquenta anos do que se desenvolveu durante
sete séculos de crescimento direto?

Podemos dizer que pensar no mundo de hoje é pensar bem diante do fato indiscutível de que o
mundo está enfrentando uma ameaça de mergulhar em outro período da idade das trevas?

Será que as grandes contribuições científicas dos últimos cem anos realmente ocorreram a fim de
beneficiar a raça humana, aumentando o conforto e o poder de produção do homem na direção de
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uma vida pacífica?

As artes da paz foram multiplicadas? Estamos produzindo homens de gênio nas artes e filosofias
que enriqueceram o mundo desde os dias de Michelangelo, Leonardo da Vinci, Mozart ou
Shakespeare?

Os nossos estadistas da última geração tinham o caráter moral, dignidade ou patriotismo de


Washington, Jefferson, Lincoln ou Theodore Roosevelt?

Não teremos nós descoberto que a traição substituiu o patriotismo, e que estadistas estão mais
preocupados em como escravizar cada vez mais o homem e confiscar os seus ganhos para construir
bebedouros gigantescos para os esbanjadores?

A ciência ajudou inconscientemente a degradar toda a raça humana multiplicando as artes da


guerra para multiplicar a ganância do homem por impérios pelo poder multiplicado de matar? Será
que estas terríveis contribuições da ciência para a guerra não compensaram tão completamente as
suas contribuições para a paz que não teria sido melhor se os dias de arco e flecha ainda estivessem
aqui?

Qual é a responsabilidade da ciência a este respeito? E pode a ciência reverter os resultados dos
explosivos feitos para matar homens e salvar a raça invertendo o pensamento do homem?

Eu acho que pode - e é por isso que minha esposa, Lao, e eu temos trabalhado tão
incansavelmente para dar esse novo conhecimento à ciência agora que o mundo está ameaçado pela
destruição. Este conhecimento permitirá que a ciência tenha tal comando sobre a matéria que irá
tornar o poder de matar multiplicado do homem para a ganância impotente, e, em seguida, tornar
esses atributos da ganância no homem também impotentes, substituindo-os por novos e maiores
valores em seu pensamento.

Uma ciência transformada pode evitar esse perigo que o homem está trazendo sobre si mesmo por
sua própria extravagância, fazendo com que todo o carvão, petróleo, nitratos e fosfatos do mundo
não valham a pena cavar para o homem de hoje, e desnecessários para o homem de amanhã.

Estas coisas ele pode fazer AGORA porque são simples em princípio e os meios para produzi-las
são simples. Uma geração precisa não passar sem antes estender esse princípio aos metais pesados, e
tornar o ouro que constitui a ideia de riqueza do homem - para a qual ele matou incontáveis irmãos -
sem nenhum valor além da sua utilidade.

Todo produto da natureza, nos elementos da matéria que a natureza tão escassamente produziu,
pode ser produzido pelo homem em quantidades ilimitadas e com menos esforço do que as
escavações atuais. Isso inclui ferro, cobre, manganês, platina, alumínio, estanho e todos os outros
metais. O homem tem sido primitivo há tempo suficiente. É tempo de ele aceitar sua herança de
conhecimento que lhe dará domínio sobre a terra.

Em sua pedra de amolar está o alumínio, e no silício e no carbono - os elementos mais abundantes
da terra - estão todos os metais.

Onde o cobre ou o minério de ferro não podem ser encontrados, o silício pode fornecê-los a nós.
Se não conseguirmos obter fornecimentos de estanho ou manganês de outras partes do mundo, o
silício poderá nos fornecer.

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A ciência da metalurgia deve perceber que todos os metais são condições desbalanceadas de
carbono e silício. Ferro e níquel são extensões positivas e negativas desbalanceadas de silício. O
silício é o seu fulcro de balanceamento, assim como duas crianças em extremos opostos de uma
gangorra são extensões desbalanceadas do fulcro que controla o seu balanço. Agora obtemos níquel
de outros países. Temos uma oferta ilimitada dele em todas as nossas montanhas.

Assim como o sódio e o cloro encontram balanço em seu sal, perdendo suas qualidades
metálicas, todos os pares de metais perdem seu desbalanceamento metálico em seus sais. Um sal na
Natureza é um par balanceado de elementos.

Inversões de movimento balanceadas e recíprocas são o único poder que a natureza ou o homem
jamais usou. Essa é a base da corrente elétrica - o pistão dos motores de ondas da Natureza ou dos
motores e bombas do homem.

Até agora, a ciência tem usado apenas metade do princípio de poder da Natureza e tem usado até
mesmo o caminho mais difícil. A maneira fácil - e a maneira simples - é usar plenamente as
inversões recíprocas e balanceadas deste universo bidirecional que estão sempre ocorrendo entre as
duas condições de gravitação e radiação que motivam este universo.

A estratégia mundial de hoje é largamente baseada na localização do petróleo. O mundo está


pronto para matar para proteger seu suprimento de petróleo para abastecer seus aviões e navios de
guerra.

A ciência também pode tornar o suprimento de petróleo do mundo inútil como combustível, não
valendo a mínima briga entre os homens pelo suprimento necessário para a lubrificação.

Mas maior do que tudo isso é o poder da ciência para verificar Deus e validar Sua Lei inviolável
que dá ao homem em espécie o que o homem dá aos outros homens, e assim trazer a humanidade à
compreensão de que aquele que iria ferir o outro machuca, mas a si mesmo.

É responsabilidade da ciência unificar as muitas religiões do homem, dando-lhe plena


compreensão do Deus Único de Luz e Amor, para substituir as muitas imaginações mal concebidas
de um deus impossível do medo, que tão desastrosamente desuniram os buscadores espirituais e
dividiram o mundo inteiro em grupos intolerantes e antagônicos.

A raça humana nunca pode tornar-se unida como um todo harmonioso, enquanto as concepções
errôneas de Deus desunirem e dividirem a raça. O principal entre essas concepções erradas é o deus
vingativo do medo e da ira, que é o principal responsável pelo medo, ganância, ódio, superstição e
intolerância sobre os quais a nossa civilização atual se baseia.

Chegou o tempo em que a ciência deveria incutir na humanidade o princípio da troca balanceada
de amor sobre o qual o universo está fundado e em todos os lugares manifestados na Natureza, de
modo que as nações da Terra se tornarão amantes de Deus ao invés de homens tementes a Deus.

O temor a um Deus irado é uma herança dos terrores da ignorância no homem primitivo que viu a
vingança e a ira de Deus nas fúrias das tempestades da terra.

A ignorância e o terror continuam a criar os medos que estão na base da nossa civilização
mundial. Os líderes mundiais de grande visão em ciência e governo são agora a grande necessidade
do mundo.

Página 91
Pode ser que nosso Pai do céu tenha enviado um salvador para acabar com esta maior de todas
as ameaças ao nosso modo de vida americano. Nosso novo Presidente tem o poder - com a ajuda da
ciência - de realizar o milagre de acabar com todas as guerras enquanto governantes do passado
foram ajudados pela ciência para fazer guerras.

Este milagre pode acontecer? O pensamento da ciência pode ser transformado? Eu acho que isso
só é possível se formos capazes de olhar para o mundo de hoje diretamente nos olhos - vê-lo como
ele é - e encontrá-lo com o novo conhecimento transformador e o poderoso poder que atende ao
conhecimento transcendente.

Ao olharmos assim diretamente para o mundo de hoje, vemos Deus ser expulso dele para deificar
o homem. Metade do mundo está desenhando uma cortina de ferro à sua volta para fechar Deus e
exaltar um monstro em Seu lugar para desumanizar e escravizar o homem.

Vemos a degradação, a corrupção, a ganância, o medo, a luxúria pelo poder e o ateísmo invadindo
metade do mundo, e as torturas da inquisição russa superando em muito as torturas da inquisição
espanhola da Idade Média como frutos do pensamento do mundo de hoje.

Vemos a paz, a felicidade, a segurança e a liberdade saindo do mundo e a guerra engolindo-o para
escravizar e degradar o homem.

Vemos a beleza e a cultura sendo expulsas do mundo, e os ritmos espirituais das belas artes
perdidos no mar de feiura que está degradando a cultura da raça.

Vemos o gênio sendo expulso da face da terra por falta de reconhecimento e de patrocínio que,
por si só, o alimentará para a sobrevivência.

Vemos a oscilação do pêndulo cósmico longe da glória dos sete séculos renascentistas para outra
decadente era do esquecimento de tudo o que é bom no homem.

XLIII
E AMANHÃ?

Sim - e amanhã! Nós, hoje em dia, estamos rapidamente esgotando os recursos que levaram
milhões de anos para armazenar para uso do homem. O carvão, o petróleo, os nitratos e os minerais
que a humanidade tirou do solo em cem anos fizeram grandes incursões nos seus depósitos totais.

Vamos supor que temos cinco séculos de abastecimento, ou mesmo dez séculos. O homem viverá
neste planeta durante milhões de anos antes que ele se espirale para além da órbita de Marte, onde a
vida humana cessará. O que acontecerá com eles?

Estamos destruindo a terra para nossas crianças de um distante futuro? Estamos esvaziando seus
cofres para eles? Será que estamos roubando a fertilidade do nosso solo e perdendo-a no mar,
roubando as encostas das montanhas das suas florestas?

A ganância e a ignorância de algumas gerações de hoje podem varrer a raça humana da face da
terra por longas eras por puro desperdício dos recursos da terra. Levaria milhões de anos para a
Natureza restaurar o balanço, trazendo continentes com novos recursos acima dos mares e levando
continentes velhos e desgastados para os seus mares para a regeneração.

Página 92
XLIV
POR QUE ESTAMOS AQUI?

O único propósito do homem na Terra é manifestar o seu Criador. Ele não tem outro propósito.

O desejo da alma do homem na Terra é encontrar paz e felicidade.

A única maneira que o homem pode encontrar paz e felicidade é descobrir a sua unidade com o
seu Criador. O maior milagre que pode acontecer a qualquer homem é a descoberta do seu Eu e da
sua unidade com todos os outros homens.

Àquele que fez essa descoberta suprema, tudo o mais será acrescentado.

Só o conhecimento levará o homem a essa suprema descoberta, é tarefa e responsabilidade da


ciência iluminar o caminho para todos os homens que buscam o Reino dos Céus.

Página 93
EPÍLOGO
por Lao Russell

“Todos os homens virão a mim a seu tempo, mas sua é a agonia da espera.” Assim diz Deus em
Sua Mensagem da Ilíada Divina.

Ao longo dos séculos, o homem sofredor levantou a sua voz ao seu Deus dizendo: “Conduze-nos
para fora das trevas das nossas iniquidades para a Luz do Teu reino.”

E Deus respondeu às preces do homem por meio de mensageiros inspirados que trazem ao mundo
um novo conhecimento da Luz do Amor e da Irmandade dos Homens para a renovação da Mente do
homem com o poder do novo saber.

Mas o homem não ouviu a Voz de Deus através dos Seus mensageiros, pois o homem ainda era
novo nos seus dias primordiais de pouca compreensão. O homem crucificou os mensageiros de
Deus e, novamente, sofreu a queda de civilização após civilização, fazendo com que todos os
homens temessem a todos os outros homens.

E mais uma vez em nossos dias, as agonias de dez vezes dez milhões de mães de homens que
sofrem estão clamando a Deus para salvar o mundo de outro mergulho em longas eras de trevas.
Pois mais uma vez a raça humana está se aproximando de outra queda em eras de trevas de sua
própria criação, pois mais uma vez o homem fez um mundo de ódio onde todos os homens temem
todos os outros homens.

Uma e outra vez o homem tem subido aos céus em busca da paz e da felicidade que só o amor do
homem pelo homem lhe pode dar, e uma e outra vez ele caiu porque aprendeu apenas a odiar, temer
e matar o seu semelhante por ganância egoísta, pensando assim pelo poder do poder, ele ganhará as
riquezas da sua busca.

O homem nunca conheceu o Amor como o próprio batimento cardíaco deste universo - a força
motivadora por trás de toda a matéria e movimento que controla as estrelas em suas órbitas e produz
os frutos da Terra para o sustento do homem.

Ele nunca conheceu o Amor como Lei - Lei irrevogável - nem emoção ou sentimento dentro do
livre arbítrio do homem, direito de dar e receber, mas como Lei inviolável, que traz uma penalidade
inevitável a qualquer homem que viole essa Lei em suas relações com outros homens, ou com seu
próprio corpo.

Ele nunca soube que o Amor é um balanço entre entregar e re-entregar que a Natureza obedece
em todas as suas transações. O homem sempre tomou o que queria, sem saber que a dor de tal ato é
toda dele.

O homem nunca soube que o Amor é uma troca balanceada entre os pares de opostos deste
universo dividido. Sem balanço nas transações da Natureza, o universo não poderia sobreviver. Da
mesma forma, sem balanço nas transações do homem, o homem não pode sobreviver.

Nunca houve balanço na relação do homem com o homem. O amor ainda não entrou no mundo
nem na Consciência do homem. O homem nunca praticou o princípio da irmandade universal que os
mensageiros de Deus deram eras após eras de temor ao homem. Nunca houve uma época na história
mundial em que o homem não tenha temido e odiado seu semelhante, e trancado suas portas e
policiado suas ruas porque ele temia seu vizinho.
Página 94
Também nunca houve um tempo em que as nações dos homens não se armaram com medo de
outras nações, nem mataram, quando uma nação queria a posse de outras nações ou escravizar os
seus povos por ganância de poder e ouro.

Nunca houve um momento no dia mais negro da história mundial do que a falta de esperança do
mundo de hoje, de medo e ódio da metade do mundo pela outra metade, e a crescente degradação e
redução dos padrões espirituais do mundo.

Este mundo desunido, cheio de medo, carregado de impostos, dos séculos de construção do
império do homem pela conquista dos fracos pelos fortes, não pode sobreviver. Ele está fadado à
autodestruição, a menos que, nesta última hora, a lição do Amor, mais uma vez dada ao homem na
Divina Mensagem da Ilíada de Deus, seja aprendida e atendida pelos poucos entre os homens a
quem Deus dará novo poder para imunizar os poucos do mal de muitos.

A menos que os poucos entre os líderes dos homens se levantem ao poder do novo conhecimento
dado na Mensagem de Deus da Ilíada Divina, o mundo livre do homem desaparecerá. O mundo dos
escravos então aparecerá como um capataz da degradação impensável de toda a raça humana.

Onde está o Amor também está a unidade, a harmonia e a paz dos ritmos balanceados do Amor
num mundo unido. Onde há ódio, segue-se a degeneração da desunião como a noite segue o dia.

Essa é a lição que o homem ainda tem de aprender. Até que ele aprenda essa simples lição de
poder que vem de dar serviço ao seu semelhante, em vez de tomar dele contra a sua vontade, suas
civilizações vão desaparecer em seu próprio caos feito pelo homem, um após o outro, até que ele
aprenda essa lição.

Depois de milhões de anos sendo tomado pelo poder da sua força, os seus seis mil anos fora da
selva não foram suficientemente longos para que ele aprendesse aquela lição de poder que está
somente em dar do Amor, nem aprendeu ainda que a sua destruição é da sua própria autoria através
da violação da Lei do Amor.

O homem não adquiriu nenhum conhecimento e pouca compreensão durante o seu lento
desenrolar nas épocas primatas e pagãs, pois não estava pronto para isso. A Consciência da Mente
nele ainda não tinha amanhecido. Através da ignorância densa dos caminhos de Deus, o homem
sofreu as agonias causadas pela ignorância densa.

Então veio a aurora da Consciência no homem bárbaro e suas primeiras suspeitas de um Deus-
Criador que para ele era um deus vingativo da ira por quem ele derramou o sangue dos novilhos, e
até mesmo dos homens, nos altares sacrificiais para apaziguar seu deus vingativo do medo e da ira.

Deus enviou novos conhecimentos e a Sua mensagem de Amor e a unidade do homem por meio
de um mensageiro iluminado após o outro, durante todos os seus primeiros dias de bárbaro, mas o
homem ainda era novo demais para compreender, pois ainda não estava pronto para compreender
um Deus de Amor nem a Sua mensagem de Amor. Ele ainda derramava sangue nos seus altares
sacrificiais para apaziguar o seu deus vingativo do medo, e ainda sofria as agonias da sua pouca
compreensão.

O homem ainda é bárbaro, pois o homem ainda mata o homem; e ele ainda adora um deus irado
do medo. E o homem sofrerá para sempre as agonias da sua ignorância, até que a consciência
mental do Deus do Amor desperte nele, na sua plenitude, e o homem conheça o homem como uma

Página 95
fraternidade única, e comece a servir ao homem, em vez de matá-lo.

O homem aprende as suas lições por meio do sofrimento profundo, porque só em momentos de
grande sofrimento se dirige a Deus para que a Luz ilumine o seu caminho para fora do seu poço
escuro de desespero sem esperança.

O homem de hoje teve meio século de profundo sofrimento e muitos há entre os homens que
viraram os seus rostos para os céus elevados e clamaram em voz alta para serem salvos das suas
agonias.

O homem de hoje não é assim tão novo. Sua compreensão agora é grande o suficiente para
entender os caminhos de Deus como manifestados em Sua Única Lei de Amor. O homem de hoje
está pronto para novos conhecimentos e Deus deu àqueles poucos que são capazes de compreendê-
los o poder do novo saber para comandar as forças que ordenam os movimentos das estrelas em suas
órbitas e a terra para produzir seus frutos.

O conhecimento dos caminhos de Deus dado ao homem para o seu novo dia dará aos poucos entre
os homens um novo e poderoso poder para controlar todos os homens da terra através da Única Lei
do Amor de Deus até que a sua semente se multiplique sobre a face da terra e traga consigo a
harmonia e a paz dos seus ritmos balanceados.

Quando a Consciência da Mente amanhece no homem, a consciência de Deus amanhece também


nele, e ele torna-se iluminado com o pleno conhecimento da Unidade da Mente do homem e da
Mente de Deus.

Quando esse dia chegar para o homem, ele terá o comando sobre todo o universo, pois a energia
da Mente nele criou o universo, e o conhecimento da Mente Nele controla sua energia.

O medo então o deixa, pois ele sabe que tem domínio sobre todas as coisas. Ele não pode mais ser
ferido pelo homem, nem irá ferir o homem, mas a força será sua para impedir o homem de ferir o
homem, despertando nele a Consciência para o Amor, ainda que ele possa perder mais uma vida para
encontrá-la.

A única Mensagem de Amor de Deus - que Ele envia novamente ao homem para o seu novo dia -
está escrita na Mensagem da Ilíada Divina nas seguintes palavras imperecíveis do entendimento do
homem:

“A grande arte é simples. O meu universo é uma grande arte, pois é simples.

“A grande arte é balanceada. O meu universo é arte consumada, pois é uma simplicidade
balanceada.

“O meu universo é aquele em que muitas coisas têm uma medida majestosa; e, novamente, um
outras muitas têm uma medida muito sutil para ser sentida.

“Todavia, não tenho uma lei para as coisas majestosas, nem outra lei para as que estão além dos
sentidos.

“Eu tenho apenas uma lei para todos os meus pares opostos de criação de coisas; e essa lei
necessita apenas de uma palavra para explicá-la, então ouça-me quando eu disser que a única
Página 96
palavra da Minha única lei é

BALANÇO

“E se o homem precisa de duas palavras para ajudá-lo a conhecer o funcionamento dessa lei,
que essas duas palavras sejam

INTERCÂMBIO BALANCEADO

“Se o homem ainda precisa de mais palavras para ajudar o seu conhecimento da Minha única
lei, dê-lhe outra, e sejam estas três palavras

INTERCÂMBIO RÍTMICO BALANCEADO”.

- Da ILIADA DIVINA

Aquele que ler estas palavras com visão interior e conhecimento interior terá poder onipotente
para salvar o mundo do homem de si mesmo e trazer à existência a nova era do novo poder do
homem.

****

Página 97
Portfólio de Diagramas Explicativos

Reproduzidos de

The Home Study Course

em

Universal Law, Natural Science


and Living Philosophy

por

Walter e Lao Russell

Página 98
Fig. 10

OS DOIS SENTIDOS DINÂMICOS DE PRESSÕES VARIÁVEIS E O


SENTIDO ESTÁTICO E IMUTÁVEL DE PRESSÕES IGUAIS.

CADA EFEITO MUTÁVEL NA NATUREZA EMPURRA DE FORA PARA


DENTRO PARA CONSTRUIR CORPOS, E EMPURRA DE DENTRO
PARA FORA PARA OS DESTRUIR.

O sentido interno da gravitação comprime as ondas luminosas da matéria em


esferas incandescentes de alto potencial. O impulso externo da radiação
expande as ondas luminosas em gases de baixo potencial e éteres do espaço
frio e escuro para circundar as esferas sólidas.

Página 99
Fig. 71

TODOS OS CORPOS DO UNIVERSO SE INTERCAMBIAM COM TODOS OS


OUTROS CORPOS POR MEIO DA INVERSÃO BIDIRECIONAL DA
POLARIDADE NOS CENTROS DE GRAVIDADE E, NOVAMENTE, NOS
PLANOS DE CURVATURA ZERO QUE LIGAM OS CAMPOS
ONDULATÓRIOS. CADA UM, ENTÃO, TORNA-SE O OUTRO E CUMPRE A
FUNÇÃO DO OUTRO. A CARGA POSITIVA DA GRAVITAÇÃO INVERTE A
POLARIDADE NOS CENTROS DE GRAVIDADE. TORNA-SE ENTÃO UMA
DESCARGA NEGATIVA QUE IRRADIA PARA A METADE NEGATIVA DO
SEU CORPO DUAL. NESTE UNIVERSO DE ONDAS ELÉTRICAS, AS
CONDIÇÕES SEMELHANTES BUSCAM UMAS ÀS OUTRAS. A CRENÇA
GERAL DE QUE OS OPOSTOS SE ATRAEM E OS SEMELHANTES SE
REPELEM NÃO TEM PRECEDENTE NA LEI NATURAL.

Todo ânodo é também um cátodo e todo cátodo é um ânodo. Cada corpo que
carrega também está descarregando, e cada corpo que descarrega também está
carregando. Desta forma, a vida dá à morte para que possa morrer, e a morte dá à
vida para que possa viver.

Página 100
DEUS É LUZ – E DEUS É AMOR
O AMOR É DIVIDIDO EM PARES DE OPOSTOS – ENTREGAR E RE-ENTREGAR.
A RADIAÇÃO É A AÇÃO DE ENTREGAR, SUA REAÇÃO É A GRAVITAÇÃO

Página 101
ILUSTRANDO O PRINCÍPIO PAI-MÃE DA CONSTRUÇÃO DE CORPOS AO
DIVIDIR A LUZ EM UNIDADES POLARIZADAS - E REPRODUZIR CORPOS, AO
UNIR DOIS CAMPOS ONDULATÓRIOS OPOSTOS EM UMA ÚNICA UNIDADE.

Página 102
NA OITAVA DA ONDA LUMINOSA ENCONTRA-SE O SEGREDO DA
CRIAÇÃO E DE TODOS OS SEUS PROCESSOS. À ESQUERDA ESTÃO AS
UNIDADES POLARIZADAS MÃE-PAI E NO CENTRO ESTÃO AS METADES
PAI-MÃE UNIDAS EM CASAMENTO PARA PRODUZIR UM CORPO
ESFÉRICO PERFEITAMENTE BALANCEADO.

Página 103
SEÇÃO TRANSVERSAL DA OITAVA DE ONDA QUE ILUSTRA O PRINCÍPIO
GIROSCÓPICO ESPIRAL DE MULTIPLICAÇÃO DA POTÊNCIA, AUMENTANDO
A VELOCIDADE DE FORMA CENTRÍPETA PARA CONSTRUIR UMA ESFERA,
DEPOIS DIVIDINDO A POTÊNCIA AO DESACELERAR A VELOCIDADE DE
FORMA CENTRÍFUGA ATÉ QUE O MOVIMENTO SEJA NOVAMENTE ZERO NO
EIXO ONDULATÓRIO.

Página 104
FIG. 87

AS OITAVAS DE ONDAS LUMINOSAS VIBRATÓRIAS, QUE CONSTITUEM OS


ELEMENTOS DA MATÉRIA, CONSISTEM EM QUATRO PARES DE TONS
CENTRADOS POR UM ZERO DE REPOUSO QUE CONTROLA O SEU
EQUILÍBRIO DE DENTRO, E SÃO LIMITADAS POR DOIS POLOS ZERO DE
REPOUSO QUE A CONTROLAM DE FORA.

QUANDO QUALQUER UM DESTES DOIS PARES IGUAIS DE TONS OPOSTOS


SE UNEM, TORNAM-SE ESTÁVEIS - COMO O CLORETO DE SÓDIO. QUANDO
SE TORNAM DESUNIDOS, SÃO ENTÃO INSTÁVEIS - COMO O SÓDIO E O
CLORO.

FIG. 88
EXIBINDO UMA DAS NOVE OITAVAS DOS ELEMENTOS DA MATÉRIA

Página 105
FIG. 94
NAS CINCO DAS NOVE OITAVAS DE MATÉRIA ACIMA, O PRINCÍPIO DO
FULCRO-E-ALAVANCA DE DIVISÃO E EXTENSÃO DE UMA CONDIÇÃO
BALANCEADA EM DUAS CONDIÇÕES OPOSTAS PARA MOTIVAR O
BATIMENTO CARDÍACO DA NATUREZA É ILUSTRADO GRAFICAMENTE.

Página 106
QUALQUER FORÇA EXPRESSA EM QUALQUER LUGAR SIMULTA-
NEAMENTE CRIA UMA FORÇA IGUAL E OPOSTA EM SENTIDO INVERSO
PARA ANULÁ-LA - E REPETI-LA.

Página 107
QUALQUER SISTEMA, SEJA DE UM ÁTOMO DOS ELEMENTOS OU DE UM
SISTEMA SOLAR NA NOSSA VIA LÁCTEA, SE SOBRE A AMPLITUDE DA SUA
ONDA E A NOVENTA GRAUS DO SEU EIXO ONDULATÓRIO, SEU SOL
CENTRAL É UMA ESFERA VERDADEIRA E TODOS OS SEUS PLANETAS
GIRAM SOBRE O PLANO DO EQUADOR DO SEU SOL.

Página 108
Fig. 112 - OS SEIS ESPELHOS QUE FORMAM A TELA DO ESPAÇO SOBRE A
QUAL É LANÇADO O DRAMA CÓSMICO DA CRIAÇÃO.
Fig. 113 - A MÁQUINA INTEIRA DE PROJEÇÃO DE CAMPO ONDULATÓRIO
DE NOVE ESPELHOS QUE CRIAM A ILUSÃO DE FORMA E MOVIMENTO EM
UM UNIVERSO ZERO DE IMAGINAÇÕES MENTAIS REGISTRADAS
ELETRICAMENTE.

Página 109
O EQUILÍBRIO UNIVERSAL NÃO PODE SER PERTURBADO POR SISTEMAS
DE CAMPOS ONDULATÓRIOS DE NOVE EQUADORES. DENTRO DESSES
CAMPOS ISOLANTES, A POLARIZAÇÃO PODE EXPRESSAR SUA OPOSIÇÃO,
MAS NÃO PODE IR ALÉM.

Página 110
Fig. 115
AS ESFERAS ATINGEM A PLENITUDE EM FORMAS VERDADEIRAS
SIMETRICAMENTE BALANCEADAS APENAS EM AMPLITUDES
ONDULATÓRIAS ONDE AS DIAGONAIS DE OITO CAMPOS ONDULATÓRIOS
SE ENCONTRAM. POR ESTA RAZÃO, AS ESFERAS TÊM DENTRO DE SI OS
OITO TONS DE OITAVA, QUE SE PROJETAM RADIALMENTE NOS OITO
TONS DE OITAVA SEPARADOS DA ESFERA, QUE É O PAI-MÃE DOS OUTROS
TRÊS PARES DIVIDIDOS.

Página 111
ILUSTRANDO O MÉTODO DA NATUREZA DE ENROLAR A LUZ EM ESFERAS
SÓLIDAS PARA CRIAR A CONDIÇÃO DE GRAVIDADE EM PICOS E VALES
DE ONDAS. O EFEITO DA GRAVITAÇÃO É PRODUZIDO PELO IMPULSO
PARA DENTRO DA FORÇA CENTRÍPETA.

Página 112
OS CICLOS DE FORÇA EM UMA CORRENTE ELÉTRICA SÃO
ENROLADOS DE FORMA CENTRÍPETA ASSIM COMO OS SISTEMAS
SOLAR E ESTELAR SÃO ENROLADOS NOS CÉUS.
A FORÇA CENTRÍFUGA DESENROLA-OS PARA SEREM ENROLADOS
NOVAMENTE E REPETIR O PROCESSO.

Página 113
A Fig. 131 ILUSTRA O MÉTODO DE CRIAR INCANDESCÊNCIA AO
MULTIPLICAR A ESCURIDÃO. A INCANDESCÊNCIA É ENTÃO
DIVIDIDA PARA SE TORNAR NOVAMENTE ESCURIDÃO.
As Figs. 132 e 133 MOSTRAM NEBULOSAS GIGANTES COMPRIMINDO
A ESCURIDÃO EM LUZ E EXPANDINDO A LUZ EM ESCURIDÃO PARA
CRIAR CORPOS E DESTRUÍ-LOS.

Página 114
A ELETRICIDADE DESINTEGRA AS ESFERAS DESENROLANDO-AS
PELOS SEUS EQUADORES. GRANDES ANÉIS SÃO ATIRADOS PARA
FORA, QUE RETROCEDEM PARA SE TORNAREM SATÉLITES. ESTE
PROCESSO CONTINUA ATÉ QUE A MATÉRIA SE EXPANDA A ZERO.

Página 115
A ELETRICIDADE INTEGRA AS ESFERAS ENROLANDO A LUZ EM TORNO
DOS SEUS POLOS DE ROTAÇÃO. A FORÇA CENTRÍPETA DA GRAVIDADE
OS ENROLA EM CENTROS DE ALTO POTENCIAL DE SISTEMAS
GIROSCÓPICOS DE ESFERAS MENORES.

Página 116
OBSERVE A DIFERENÇA NO BALANÇO ENTRE AS DUAS FORÇAS
POLARIZANTES EM DUAS NEBULOSAS DE MEIA-IDADE. A DE BAIXO
INDICA UM BALANÇO PERFEITO ENTRE AS DUAS FORÇAS QUE A
CRIARAM. AS SETAS APONTAM PARA AMBOS OS SENTIDOS
OPOSTOS.

Página 117
A MORTE DE UM SISTEMA POR EXPANSÃO. A FORÇA CENTRÍFUGA
FEZ UM BURACO ATRAVÉS DESTE SOL OUTRORA INCANDESCENTE E
FEZ UM ANEL A PARTIR DELE. UM SOL MENOR ESTÁ SE FORMANDO
EM SEU CENTRO, COMO NAS FIGURAS 134 E 136.

O NASCIMENTO DE UM SISTEMA POR CONTRAÇÃO. DAQUI A


BILHÕES DE ANOS ESTA MASSA NEBULOSA SERÁ ENROLADA ATÉ O
ESTÁGIO MOSTRADO NA FIGURA 154. BILHÕES DE ERAS DEPOIS, ELA
AMADURECERÁ PARA O ESTÁGIO MOSTRADO NAS FIGURAS 133 E
147. AINDA SERÃO NECESSÁRIAS INCALCULÁVEIS IDADES PARA
CHEGAR A ZERO.

Página 118
SÓLIDOS SÃO GASES COMPRIMIDOS. GASES SÃO SÓLIDOS DIVIDIDOS.

MATÉRIA MULTIPLICADA IRÁ CAIR CURVA DE RAIOS NAS LENTES


E MATÉRIA DIVIDIDA IRÁ SUBIR. DOS EQUADORES CURVOS.

NESTE UNIVERSO CURVO GRAVIDADE E RADIAÇÃO SÃO CURVOS.


GRAVIDADE FUNDE RADIAÇÃO DIFUNDE

Página 119
ILUSTRANDO O MÉTODO DE PRODUÇÃO E REPRODUÇÃO DA NATUREZA.

ESTE SISTEMA DE CURVATURA DIVIDE UMA ESTE SISTEMA DE CURVATURA UNE DUAS
CONDIÇÃO BALANCEADA EM DUAS CONDIÇÕES DESBALANCEADAS EM UMA E
CONDIÇÕES DESBALANCEADAS. AS MULTIPLICA.

Página 120
O IMPULSO DE RADIAÇÃO SOBRE OS RAIOS QUE SE DOBRAM DOS
POLOS PARA PERDER A SUA CURVATURA NOS EQUADORES E GANHÁ-
LA NOVAMENTE EM SENTIDO INVERSO, JUNTAMENTE COM O IMPULSO
INTERNO DOS RAIOS QUE SE DOBRAM EM DIREÇÃO AOS POLOS E
PERDEM SUA CURVATURA NOS POLOS E VOLTAM A GANHAR NO
SENTIDO INVERSO, CAUSAM RADIAÇÃO MÁXIMA NOS EQUADORES E
GERAÇÕES MÁXIMAS NOS POLOS. ASSIM, OS SÓIS SÃO ENROLADOS E
DESENROLADOS.

Página 121
A NATUREZA ESTÁ ETERNAMENTE DIVIDINDO A UNIDADE DA
PATERNIDADE-MATERNIDADE EM PAIS E MÃES SEXUALMENTE
DIVIDIDOS, QUE SE UNEM NA UNICIDADE DA PATERNIDADE-
MATERNIDADE PARA MULTIPLICAR PAIS E MÃES SEXUALMENTE
DIVIDIDOS

Página 122
ILUSTRANDO O PROCESSO REPRODUTIVO DA NATUREZA. A
CURVATURA PARA PARES DIVIDIDOS DEVE INVERTER-SE PARA
PARES UNIDOS. DOIS EQUADORES DEVEM SE TORNAR UM E DOIS
CENTROS DE GRAVIDADE TAMBÉM DEVEM SER UM.

Página 123
OS SISTEMAS PLANETÁRIOS ATÔMICOS SE ESTENDEM A PARTIR DE
SEUS GASES INERTES ZERO, ENROLANDO EM ESPIRAL EM UMA SÉRIE
DE QUATRO VÓRTICES TONAIS QUE SÃO REGISTRADOS NA MATÉRIA
COMO ESFEROIDES QUE SE PROLONGAM. ESTAS SE TORNAM ESFERAS
VERDADEIRAS ONDE A ONDA SE ENCONTRA COM OUTRA NA
AMPLITUDE ONDULATÓRIA. A ACELERAÇÃO DAS REVOLUÇÕES
ENROLA AS ESFERAS - A ACELERAÇÃO DA ROTAÇÃO AS DESENROLA.

Página 124