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Instituto do Emprego e Formação Profissional, IP

Centro de Emprego e Formação Profissional da Guarda


CURSO: Educaçã o e Formaçã o de Adultos – NS
NÚCLEO GERADOR: Tecnologias de Informaçã o e Comunicaçã o (TIC)
TEMA: Redes e Tecnologias (RT)
DOMÍNIO DE REFERÊNCIA: CLC5 no Contexto Macro Estrutural (DR4)

A linguagem utilizada na Internet

A comunidade escolar, neste início de século, depara com três


caminhos quando começa a reflectir sobre a “inserção” das novas
tecnologias na educação:
Entrevistado 1. Repelir as tecnologias e tentar ficar fora do processo.
2. Apropriar-se da técnica e transformar a vida em uma corrida atrás
do novo.
3. Fazer uso dos processos, desenvolvendo habilidades que permitam
o acesso e o controle das tecnologias e seus efeitos.

Considero que o terceiro caminho é o que melhor apresenta


informações para uma formação intelectual, emocional e corporal do
cidadão que cria, planeja e interfere na sociedade. Para tanto, é
necessário um trabalho pedagógico em que o professor reflicta sobre
sua ação escolar e elabore e operacionalize projectos educacionais
com a inserção das novas tecnologias da informação e da
comunicação.

Esse educador deverá entender que o simples uso das tecnologias não
assegura a eficiência do processo de ensino — aprendizagem e não
garante uma “inovação” ou “renovação” das metodologias de ensino
no ambiente educacional.

Os questionamentos recebidos de colegas de todo o território


brasileiro me fizeram derrubar a hipótese de que há falta de reflexão,
no ambiente escolar, sobre o uso das novas tecnologias. É óbvio que a
incorporação delas, principalmente da Rede de Computadores, no
fazer diário do professor é bem mais complexa do que se imagina e
depende de muitas outras variáveis. Mas nenhuma intervenção
pedagógica harmonizada com a sociedade contemporânea e com
inovações é eficaz sem a colaboração consciente do educador.

Derrubada essa hipótese, opto por responder aos questionamentos


feitos por meio do Portal Educacional para que cada colega professor
possa avançar em suas reflexões. Vamos a elas então.

1. O que você pensa dos professores de Língua Portuguesa


que, mesmo sabendo da existência dessa nova linguagem,
têm uma antipatia gratuita com relação a ela e difundem
isso entre os colegas?

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Essa linguagem criada pelos jovens pode ser considerada um


neologismo? (Vicente Cândido, São Paulo – SP / Rafael Macedo
Carignato, São Paulo – SP / Rita Daniela de Souza Arend,
Canoas – RS)
Parece-me que esses professores não têm antipatia somente pela
Internet ou o uso do computador. Sua resistência é muito mais
pela inovação da metodologia de suas aulas de Língua
Portuguesa. Inovar as metodologias de sala de aula dá trabalho,
principalmente quando pensamos que, para ensinar Língua
Portuguesa hoje, o professor deve considerar como objecto de
estudo os textos produzidos por pessoas que dominam a leitura e a
escrita. Os textos são a síntese de toda a produção cultural da
época em que vivemos, e a escrita na Internet faz parte dessa
nossa produção neste momento.

Eu não classifico a escrita utilizada na Internet como um neologismo,


pois, para que fosse considerada assim, teríamos de ter um dos
seguintes processos de formação: a possibilidade de combinar de
maneira inovadora os morfemas (radicais, prefixos e sufixos)
preexistentes ou a atribuição de novos sentidos a palavras já
existentes na nossa língua. Na escrita em ambientes como MSN,
blogs, flogs, ICQ e e-mail, percebemos muito mais o uso de
abreviações que neologismos. E a maior quantidade delas pode estar
ocorrendo por causa da “transmutação1” do diálogo quotidiano para a
esfera electrónica. Não podemos esquecer que a essa escrita o
produtor alia muitos caracteres alfanuméricos e recursos semióticos
não-verbais (imagens, emoticons, etc.).

2. Embora seja válido considerar e valorizar a linguagem usada


na Internet, você acha que o professor deve aceitá-la em
trabalhos e provas? Não seria melhor explicar aos alunos que
cada linguagem tem seu espaço e momento de uso? (Lilian
Cristiane Moreira, Barroso – MG / Beatriz Belfort de Aguiar, Vitória
– ES)
Com certeza a produção e a circulação de textos na Internet trazem
desafios para a educação formal das novas gerações. O que
precisamos entender é que essa forma de escrita acontece num
suporte específico (o computador) e tem configurações diferentes
conforme a ferramenta (processador de texto, MSN, e-mail, etc.) que
é utilizada. Cabe ao professor mostrar isso ao seu aluno com
atividades práticas, de preferência utilizando o ambiente
informatizado da escola. Ele tem de mostrar ao estudante que
produzir textos é se comunicar e que cada género textual exige uma
configuração particular, ou seja, deve estar adequado ao lugar,
contexto e interlocutor.

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Aquele professor que insiste em não reflectir sobre as práticas


culturais específicas surgidas de necessidades diferenciadas nas
sociedades do mundo contemporâneo com certeza não conseguirá
trabalhar isso com seu aluno.

3. A linguagem na Internet deve ser informal, uma vez que se


trata de um bate-papo. No entanto, observando adolescentes
conversando pelo computador, percebe-se que, além de palavras
quase que inventadas e abreviações inusitadas, eles cometem
muitos erros de ortografia por causa da rapidez com que têm de
escrever para conseguir conversar com três ou mais colegas, o
que aumenta as dificuldades com a norma culta. Será que isso
não é prejudicial para a formação linguística dos jovens ou limita
o vocabulário deles? Como lidar com essa crescente dificuldade e
desinteresse pela modalidade culta da língua? (Maria Paula M. Di
Pietro, São Paulo – SP / Ladiane Barbosa de Oliveira, São Luís –
MA / Helyenara Maia, Curitiba – PR / Licinio Pereira Nunes Filho,
Curitiba – PR / Maria do Socorro Luz Catunda, Fortaleza – CE /
Clovis Justino da Silva, Curitiba – PR / Pensylvania Noemia de
Paiva dos Santos, São Paulo – SP / Patrícia Delázari Meira Lima de
Bari Corrêa, São Paulo – SP)
A escrita que utilizamos para nos comunicar na Internet é informal e
traz todas as características da diversidade e variabilidade do
português falado no Brasil. Ou seja, os traços de idade, origem
geográfica, situação económica e escolarização aparecem
explicitamente nas conversas nas salas de bate-papo, no MSN, etc.

Precisamos lembrar sempre que a ortografia é artificial, uma decisão


política, e que a língua é natural. Portanto, na Internet, estamos
sempre utilizando a língua. A ortografia oficial é necessária para que
todos possam ler e compreender o que está escrito. Dessa forma, é
normal acharmos que nos bate-papos na Internet teríamos de usá-la
também. Mas, quando empregamos esses recursos, estamos
simulando situações de fala e, por isso, é normal que, em vez de
beijo, eu escreva bêjo ou bju. Não acredito que a variabilidade e a
diversidade prejudiquem o vocabulário de alguém. É em nossas aulas
de Língua Portuguesa que devemos utilizar metodologias que
mostrem aos alunos que linguagem deve ser usada nas diversas
situações comunicativas. Ou seja, tudo depende dos seguintes
factores: quem diz, o quê, a quem, como, quando, onde, por que e
visando a que efeito.

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4. Actualmente, observa-se que as questões discursivas têm


apresentado mais erros de ortografia, possivelmente em função
dessa nova modalidade de escrita e da falta de leitura em geral
por parte dos alunos. Como você vê essa situação, tendo em vista
que avaliações e concursos ainda utilizam a linguagem formal em
seus exames? (Abel Santana Júnior, Vila Velha – ES / Patrícia
Adriana Nascimento, Araçatuba – SP / Thais Martins Bezerra,
Fortaleza – CE / Cristiane Martins dos Santos, Arapongas – PR /
Yvone Dugin Sola , Santo André – SP / Lúcia Regina Oliveira de
Souza, Curitiba – PR / Mara Solange Guedes Campos, Curitiba –
PR)
Novamente, temos de lembrar que a ortografia é artificial, uma
decisão política, e que a língua é natural. É claro que é preciso ensinar
a escrever de acordo com a ortografia oficial e mostrar que há
momentos em que é necessário consultar um dicionário ou gramática
normativa para que a escrita fique correta.

Questões discursivas bem elaboradas exigem do estudante a


capacidade de estabelecer relações, resumir, analisar e julgar. Dessa
forma, ele tem liberdade para expor seus pensamentos, mostrando
habilidades como organização, interpretação e expressão. Por isso,
existe a hipótese de que essa liberdade para expor suas ideias leve o
aluno a cometer mais “erros” ortográficos.
Muito do que às vezes se considera erro (com base na gramática
normativa) pode ser, na verdade, um fenómeno que tem uma
explicação científica perfeitamente demonstrável2.

O importante é que o professor (de qualquer disciplina) que utiliza


esse tipo de avaliação retome as provas fazendo uma reescrita
(individual ou colectiva) com seus alunos para que percebam que no
momento de uma avaliação temos de utilizar a escrita formal.

5. Como os dicionários devem ser utilizados nesse contexto,


principalmente com relação a essas novas expressões criadas e ao
uso em sala de aula? Como utilizar o dicionário para fazer os
alunos diferenciarem essas formas de escrita, uma vez que muitos
deles estão usando a escrita informal da Internet em prova e
trabalhos? (Paraguai Branco, Curitiba – PR)
O dicionário tem de estar presente na sala de aula e no laboratório de
informática, pois os alunos devem consultá-lo sempre para esclarecer
dúvidas tanto com relação à grafia quanto ao significado das palavras.
Se os estudantes estão utilizando em seus trabalhos a mesma escrita
usada na Internet, não basta o professor apontar os problemas; é
importante que trabalhe, por exemplo, com exercícios de reescrita
utilizando o dicionário, a gramática normativa, etc.

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6. O modo de escrever dos internautas já pode ser considerado


uma linguagem ou simplesmente é uma maneira errónea de se
expressar? Será que essa comunicação pode afectar a dicção dos
alunos? (António Diogo Hidee Ideguchi, São Paulo – SP / Ruy
Miranda Reis, Curitiba – PR)
É tudo muito novo, recente. O que se percebe são novos géneros
textuais, mas ainda não se pode ainda afirmar que existe uma nova
linguagem. É claro que estamos diante de um fenómeno que está
obrigando a Linguística a rever alguns de seus postulados teóricos.
Quanto à dicção, seria preciso determinar os factores para analisar:
pronúncia, expressão vocal?

7. Essa nova linguagem, se introduzida na alfabetização, pode


causar vícios na escrita que serão levados para a sala de aula,
atrapalhando o desenvolvimento escolar? Até que ponto o uso do
computador é eficaz na alfabetização na Pré-Escola? (Rosemeire
Da Dalt Candido, Pouso Alegre – MG / Marco Aurélio Sorpilli,
Birigui – SP / Júlia de Souza Moreira, Vitoria – ES / Ana Elisa
Rocha de Campos, Tatuí – SP)
Quando pensamos no que é alfabetização, há dois sentidos. O restrito
diz respeito ao ensino do código da língua escrita para que a criança
adquira as habilidades de ler e escrever e se limita ao período inicial
da escolarização (podemos lembrar daquele professor que utiliza
apenas metodologias baseadas em métodos tradicionais de
alfabetização, prejudicando muito mais o desenvolvimento da
escrita). Já o amplo é entendido como um factor de mudança de
comportamento diante do universo que possibilita ao homem
integrar-se à sociedade de forma crítica e dinâmica. Esse sentido está
relacionado ao que hoje se denomina letramento, ou seja, deve haver
uma dinâmica entre sala de aula e mundo real (podemos pensar no
professor de séries iniciais que leva para seu trabalho todos os tipos
de texto, usando até mesmo o ambiente informatizado).

Se não for bem utilizado pelo educador, nenhum material será eficaz.
Mas os professores têm de receber formação, principalmente em
relação ao uso de softwares (programas), para poderem analisar,
avaliar e decidir sobre quando e como utilizá-los nas séries iniciais.

8. Que conselho você daria a alunos de 6.ª série com problemas de


ortografia e dificuldade de se expressar por escrito? (Cláudia
Regina P. Pádua Soares, São Paulo – SP)
Acho que meu conselho seria para o professor. Primeiramente, seria
necessário fazer uma reflexão a respeito de como estão sendo as aulas
de Língua Portuguesa: qual é o enfoque que está sendo dado?

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Apenas ao ensino da gramática? O que seriam esses problemas de


ortografia? Como tem sido feita a correcção dos textos produzidos
pelos estudantes? Que estratégias de produção têm sido utilizadas
para oportunizar a expressão por escrito aos alunos?

9. De que forma é possível utilizar essa nova linguagem nas aulas


de Língua Portuguesa do Ensino Médio? (Aparecido Lázaro
Justiniano, Ponta Porá – MS)
Não existe um momento especial para se trabalhar essa linguagem.
Mas, com certeza, nas estratégias de produção de texto, as
oportunidades de criação na Internet devem aparecer, como, por
exemplo, produzir home pages, criar um blog para a turma, trocar e-
mails entre alunos e professores, etc.

10. Essa nova linguagem escrita aprendida pelos adolescentes


pode prejudicar o relacionamento deles com pessoas que não têm
acesso a ela, como seus pais? (Ronaldo António Hofmeister,
Curitiba – PR)
Não acredito que isso seja possível. O que temos de trabalhar em
nossas aulas é o fato de que, no momento da fala ou da escrita,
devemos sempre considerar quem é o receptor da mensagem, pois, do
contrário, ela poderá não ser compreendida.

11. A revista Isto é publicou um artigo sobre essa nova forma de


comunicação e um aspecto me deixou intrigada. O canal de TV
por assinatura Telefilme está exibindo filmes, principalmente de
ação e aventura que têm como público-alvo os jovens, com
legendas nessa nova linguagem. Será que isso não é exagero? Será
que não estão misturando as coisas? (Andréa Antonialli, São
Bernardo do Campo – SP)
Assisti recentemente a um desses filmes. Realmente, é um exagero.
Mas não acho que esse projecto terá continuidade, pois, dessa forma,
esse canal está classificando o público desses filmes como sendo só
os jovens, excluindo pessoas mais velhas que poderiam querer assistir
a essas produções com legenda sem abreviações ou emoticons.

12. Onde leccionou, tivemos, em 2003 e 2004, experiências de


produção de blogs na disciplina de Filosofia. A maioria dos alunos
não gostou de produzir uma página com características voltadas
à aprendizagem e teve dificuldade para entender e sistematizar a
linguagem utilizada nessa ferramenta. Por que isso aconteceu?
(Sandro Luís Fernandes, Curitiba – PR)
Para responder de uma forma satisfatória, eu teria de conhecer todo o
projecto.

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Primeiramente, seria necessário observar questões como: como foi


sua Interacção com blogs antes de criar esse projecto? Você já
produziu um blog pessoal e conheceu os dos seus alunos? Quais
temas foram considerados para a produção dessas páginas? Elas
traziam assuntos vinculados à realidade dos estudantes?

Blogs são uma espécie de diário, algo muito pessoal que as pessoas
desejam compartilhar; se perdem essa característica, não são mais
blogs. Se os alunos sentem a obrigação de escrever, sabendo que vão
ser avaliados, as dificuldades podem ser muitas. Se você tivesse
pedido uma produção de site ou a criação de uma comunidade no
Orkut, talvez o resultado fosse outro.

Para aliar sala de aula e Internet, é necessário que o professor


realmente conheça os ambientes dessa rede.

13. Que problema haveria se o adolescente escrevesse da maneira


correcta no MSN, chat, blog, etc? Ele poderia ser rejeitado pelos
colegas? (Vânia Tavares de Menezes, Santos – SP)
Talvez isso pudesse acontecer, mas não há como afirmar. Por
exemplo: quando eu converso com meus alunos numa sala de bate-
papo, por ser a professora de Redacção, no início eles não escrevem
nenhuma abreviatura. Se conversamos em três (eu e dois alunos),
acontece a mesma coisa. Mas, quando começo a usar abreviaturas e
emoticons, imediatamente eles passam a utilizá-las também. É
interessante perceber como eles adaptam a escrita ao seu interlocutor
com facilidade.

Para esclarecer outras dúvidas, entre em contato com nossa


entrevistada: glaucia@ufpr.br

Participaram da entrevista:
Abel Santana Júnior, Vila Velha – ES
Ana Elisa Rocha de Campos, Tatuí – SP
Andréa Antonialli, São Bernardo do Campo – SP
Aparecido Lázaro Justiniano, Ponta Porá – MS
Beatriz Belfort de Aguiar, Vitória – ES
Cláudia Regina P. Pádua Soares, São Paulo – SP
Clovis Justino da Silva, Curitiba – PR
Cristiane Martins dos Santos, Arapongas – PR
Helyenara Maia, Curitiba – PR
Júlia de Souza Moreira, Vitoria – ES
Yvone Dugin Sola, Santo André – SP
Ladiane Barbosa de Oliveira, São Luís – MA
Licinio Pereira Nunes Filho, Curitiba – PR
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Lúcia Regina Oliveira de Souza, Curitiba – PR


Mara Solange Guedes Campos, Curitiba – PR
Marco Aurélio Sorpilli, Birigui – SP
Maria do Socorro Luz Catunda, Fortaleza - Ceará
Maria Paula M. Di Pietro, São Paulo – SP
Nilda Alves das Neves, Salvador – BA
Paraguai Branco, Curitiba – PR
Patrícia Adriana Nascimento, Araçatuba – SP
Patrícia Delázari Meira Lima de Bari Corrêa, São Paulo – SP
Pensylvania Noemia de Paiva dos Santos, São Paulo – SP
Rafael Macedo Carignato, São Paulo – SP
Rita Daniela de Souza Arend, Canoas – RS
Ronaldo António Hofmeister, Curitiba – PR
Rosemeire Da Dalt Candido, Pouso Alegre – MG
Ruy Miranda Reis, Curitiba – PR
Sandro Luís Fernandes, Curitiba – PR
Thais Martins Bezerra, Fortaleza – CE
Vânia Tavares de Menezes, Santos – SP
Vicente Cândido, São Paulo – SP

1 - Transmutação é uma abordagem teórica feita por Bakhtin. Ver


BAKHTIN, Mikhail. Estética da criação verbal. 2. Ed. São Paulo:
Martins Fontes, 1997.

2 - Ver BAGNO, Marcos. Preconceito linguístico: o que é e como se


faz. São Paulo: Loyola, 2002.

A Formadora: Belmira Lourenço

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