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Edson Shimizu | edson@dynatest.com.

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CAPACITAÇÃO EM PAVIMENTOS
Análise Mecanística
Parte 1 - Teoria
19/05/2020
“É IMPOSSÍVEL PARA O HOMEM APRENDER
AQUILO QUE ELE ACHA QUE JÁ SABE”

Epicteto, filósofo grego


O QUE É

PAVIMENTO?
PAVIMENTO
CONCEITO

Estrutura construída após a terraplenagem, destinada a:

• Resistir e distribuir os esforços verticais oriundos de veículos, equipamentos


e cargas em geral;
• Proteger o subleito;
• Melhorar as condições de rolamento quanto ao conforto e segurança.
TIPOS DE PAVIMENTOS
MATERIAIS PARA PAVIMENTAÇÃO
VIDA ÚTIL
FASES DA VIDA DE UM PAVIMENTO
COMO SURGE UMA PANELA?
DIMENSIONAMENTO
CONVENCIONAL
NÚMERO “N”

Fatores de Equivalência de Carga da AASHTO


Número “N” é o número de
repetições equivalentes do
eixo padrão rodoviário (8,2t),
eixo simples de rodagem Fatores de Equivalência de Carga da USACE
dupla, no horizonte de
projeto de um pavimento
rodoviário.
NÚMERO “N”
Paâmetro Descrição

Cálculo do Número “N” N Número "N" para o período de projeto

Na Número de aplicações de um eixo padrão

N = ΣNa VMD Volume Médio Diário do ano de projeto

Vi Fator Veículo de Projeto


Na = VMD ∗ Fvi ∗ 365 ∗ c ∗ FR
Fc Fator de Carga

365 Representa os dias do ano


Fvi = ΣFc x n° de eixos
Percentual de Veículos comerciais na faixa
c
mais solicitada

FR Fator Climático Regional (~1,0)


ÍNDICE DE SUPORTE CALIFÓRNIA (CBR)
ÍNDICE DE SUPORTE CALIFÓRNIA (CBR)
DIMENSIONAMENTO CONVENCIONAL
Método do DNER / Empírico / Murillo
DIMENSIONAMENTO CONVENCIONAL
Método da Resiliência / TECNAPAV / Pinto e Preussler

Cálculo da Deflexão Admissível


Cálculo da Espessura Equivalente de Camada Granular

Hcb: espessura mínima da camada betuminosa, em cm.


Cálculo da Espessura mínima do revestimento betuminoso Ve: Valor estrutural
Hcg: espessura da camada granular
Ht: espessura total equivalente do pavimento

Cálculo da Espessura Total Equivalente do Pavimento


POR QUE ASFALTO?
CARACTERÍSTICA

Termo-
Visco-
Elasto-
Plástico
LITERATURA:
CONCEITOS
MÓDULO DE RESILIÊNCIA
MÓDULO DE RESILIÊNCIA
RESISTÊNCIA
DOS
MATERIAIS
COEFICIENTE DE POISSON
RESISTÊNCIA DOS MATERIAIS
COMPORTAMENTO
MECÂNICO DOS
PAVIMENTOS
CRITÉRIOS DE FADIGA
CRITÉRIOS MECANÍSTICOS

DEFORMAÇÃO VERTICAL MÁXIMA NO REVESTIMENTO

Equação tradicionalmente aceita e proposta por Preussler e Pinto no método


TECNAPAV.
CRITÉRIOS MECANÍSTICOS

FADIGA QUANTO ÀS DEFORMAÇÕES DAS MISTURAS BETUMINOSAS

Equação tradicionalmente aceita e proposta pela Federal Highway Administration


(FHWA, 1976):
CRITÉRIOS MECANÍSTICOS

DEFORMAÇÕES DE COMPRESSÃO NO SUBLEITO

Equação tradicionalmente aceita e proposta por Dormon e Metcalf (1965):


CRITÉRIOS MECANÍSTICOS

FADIGA DE MISTURAS CIMENTADAS

Equação tradicionalmente aceita e proposta por Balbo (1993):


DISCUSSÕES
ANÁLISE MECANÍSTICA
DIVERSAS POSSIBILIDADES

✓ Dimensionamento mecanístico (Critérios de Fadiga)


✓ Estimativa de desempenho de cada camada Misturas
✓ Controle Tecnológico modificadas

✓ Estimativa de vida útil remanescente


✓ Retroanálise
DÚVIDAS?
…é hora da revisão!
subleito
ensaios

tráfego análise
dimensionamento
mecanística
convencional

bibliografia análise
materais
crítica
PROJETAMOS CAMINHOS PARA QUE
W W W . D Y N A T E S T . C O M . B R
VOCÊ POSSA SEGUIR O SEU

SÃO PAULO BRASÍLIA RIO DE JANEIRO


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