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Resolução dos exemplos

de aplicação do Capítulo 7

7.8.2 Verificação de um pilar em perfil I soldado com instabilidade por torção


Propõe-se novamente a verificação do pilar ABC do Subitem 7.8.1, mantendo-se o empenamento e a rotação em
torno do eixo longitudinal impedidos em A, mas supondo-se que em B e C não haja impedimento dessa rotação nem
do empenamento.

Solução
Pode-se manter a solução do Subitem 7.8.1, porém, na verificação da instabilidade da barra, deve-se calcular
adicionalmente a força de flambagem por torção, pois o comprimento de flambagem da barra por torção supera o
comprimento de flambagem por flexão em relação ao eixo de menor inércia (eixo y). Esse comprimento de flamba-
gem, conforme o Subitem 7.2.3.4 (só a extremidade A tem empenamento e a rotação em torno do eixo longitudinal
impedidos), é:
K zLz = 2 × 10 m = 20 m = 2.000 cm
A força axial de flambagem elástica por torção é dada por:

1 π2 Ea Cw
Nez = + Ga J
ro2 ( K z Lz )2
onde

ro = rx2 + ry2 + xo2 + yo2 = 27, 36 2 + 8,95 2 + 0 2 + 0 2 = 28, 79 cm

( 65 − 0,95) 10.136 = 10.395.488 cm6


2
h2 I
Cw = 0 y =
4 4

1 1
Σ (bt ) = 2 × 40 × 0,95 3 + ( 65 – 2 × 0,95 ) 0,8 3 = 33,63 cm4
3
J=
3 3
Logo:

1 π2 × 20.000 × 10.395.488
N ez = + 7.700 × 33,63 = 931, 33 kN
28, 79 2 2.000 2

Esse valor de Nez prevalece, pois é menor que o de Ney obtido no exemplo anterior. Assim:
Q Ag f y 0, 43 × 126,5 × 34,5 2
= 1,42 < 1,5 ⇒ χ = 0,658 λ0 = 0,6581,42 = 0,430
2
0 = =
Ne 931, 33
e
χ Q Ag f y 0, 43 × 0, 43 × 126,5 × 34,5
Nc,Sd = 1.500 kN > Nc,Rd = = = 733,59 kN ⇒ Não atende!
γ a1 1,10

Portanto, com as novas condições de contorno à torção, o perfil não atende aos estados-limites últimos. Verificando
agora a esbeltez:

Ea Ag 20.000 × 126, 5
λz = π =π = 163, 74 < 200 ⇒ Atende!
N ez 931, 33

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2  Dimensionamento de elementos estruturais de aço e mistos de aço e concreto~~

7.8.5 Força axial resistente de cantoneira simples com e sem travamento central
Agora, será obtida a força axial de compressão resistente de cálculo da diagonal de treliça AB do Subitem 7.8.3,
supondo-se que seja constituída por uma cantoneira simples (L 88,9 x 7,94) conectada nas duas extremidades pelas
duas abas, por meio de solda, para as duas situações seguintes (ver figura a seguir):

a) cantoneira sem travamento central;


b) cantoneira com travamento central, proporcionado por outra barra, no plano da treliça.
Para a situação da cantoneira sem travamento central, propõe-se, ainda, determinar o comprimento da barra (L)
abaixo do qual a flambagem por flexo-torção prevalece.

B B
L = 3,4 m 2 × 1,7 = 3,4 m

A A
Cantoneira sem travamento central Cantoneira com travamento central

a) Cantoneira sem travamento central


a1) Propriedades geométricas relevantes
As propriedades geométricas relevantes do L 88,9 x 7,94 foram determinadas no tópico a1 do Subitem 7.8.3 e
são reproduzidas a seguir:

25,2 mm

y y1 Ag = 13,5 cm2 Iy = 41,34 cm4


x (eixo de
maior inércia)
88,9 mm x1 x1 Ix 1 = Iy 1 = 102 cm4 Ix = 162,66 cm4

25,2 mm rx 1 = ry 1 = 2,75 cm rx = 3,47 cm


x S y1 7,94 mm ry = 1,75 cm J = 2,83 cm4
88,9 mm
y (eixo de
menor inércia)

a2) Flambagem local


Q = 1,0 (igual ao tópico a2 do Subitem 7.8.3)

a3) Instabilidade da barra e esbeltez


Em cantoneira simples ligada pelas duas abas, não se aplica o disposto no Subitem 7.2.3.5. Assim, a cantoneira
deve ser tratada como uma barra de seção monossimétrica, de acordo com o Subitem 7.2.3.3, ou seja, sujeita à flam-
bagem por flexão em relação ao eixo central de inércia y e à flambagem por flexo-torção com flexão em relação ao
eixo central x. Adicionalmente, de forma conservadora, supõe-se que a cantoneira tenha as extremidades perfeita-
mente rotuladas.

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  Resolução dos exemplos de aplicação do Capítulo 7  3

• Força de flambagem por flexão em relação ao eixo y:


π 2E a Iy π 2 × 20.000 × 41, 34
Ney = = = 70,59 kN
(K L )
2
y y
340 2

• Força de flambagem por flexo-torção com flexão em relação ao eixo x:

4 N ex N ez 1 – ( xo / ro )
2
N ex + N ez
Nexz = 1– 1–
( N ex + N ez )
2
2 1 – ( xo / ro )
2

π 2 Ea I x π 2 × 20.000 × 162,66
Nex = = = 277,75 kN
( K x Lx ) 2 3402

1  2 Ea C w
N ez = + Ga J
ro2 (K z Lz )2

Cw = 0

ro = rx2 + ry2 + xo2 + yo2

yo = 0

b02 (8,89 – 0, 794 / 2)2


xo = 8
=
8
= 3,00 cm

ro = 1, 75 2 + 3, 47 2 + 3,00 2 + 0 2 = 4,91 cm

1
Nez = (0 + 7.700 × 2,83) = 903,89 kN
4,912

4 × 277, 75 × 903,89 1 – ( 3,00 / 4,91)


2
277,75 + 903,89
N exz = 1– 1– = 244,05 kN
( 277, 75 + 903,89)
2
2 1 – ( 3,00 / 4,91)
2

• Esbeltez máxima:
A esbeltez máxima está relacionada com a menor força de flambagem, no caso, Ney igual a 70,59 kN. Logo,
tem-se:
Ea Ag 20.000 × 13,5
λ máx = λ y =  = = 194,29 < 200 ⇒ Atende!
N ey 70,59

• Valores de Ne, λ0 e χ:
Ne = Ney = 70,59 kN (menor valor entre Ney e Nexz )

Q Ag f y 1,0 ×13,5 × 25 0,877 0,877


λ0 = = = 2,19 > 1,5 ⇒ χ = 2
= = 0,183
Ne 70,59 λ0 2,19 2

a4) Força axial de compressão resistente de cálculo


χ Q Ag f y 0,183 × 1,0 × 13,5 × 25
Nc,Rd = = = 56,15 kN
γa1 1,10
Notar que essa força resistente é aproximadamente 9% menor que a obtida no tópico c do Subitem 7.8.3, referente à
cantoneira conectada nas duas extremidades por apenas uma das abas.

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4  Dimensionamento de elementos estruturais de aço e mistos de aço e concreto~~

a5) Comprimento abaixo do qual a flambagem por flexo-torção prevalece


A flambagem por flexo-torção prevalece se Nexz ≤ Ney . Logo, deve-se ter:

4 N ex N ez 1 – ( xo / ro )
2
N ex + N ez 2 E I y
Nexz = 1– 1– ≤ Ney =
( N ex + N ez ) (K L )
2 2
2 1 – ( xo / ro )
2
y y

Como a constante de empenamento Cw é nula, Nez independe de L e é igual a 903,89 kN. Tem-se, ainda, que:
2 2
π Ea I x π × 20.000 × 162,66 32.107.797
N ex = = =
( K x Lx )
2
L2 L2

2 Ea I y 2 × 20.000 × 41, 34 8.160.189


N ey = = =
(K L )
2
y y
L2 L2

Logo, a condição em que a flambagem por flexo-torção prevalece é:

32.107.797 32.107.797
903,89 1 − ( 3,00 / 4,91)
2
+ 903,89 4
≤ 8.160.189
2
L2 L
1− 1− 2
2 1− ( 3,00 / 4,91)
2
32.107.797 L2
+ 903,89
L2

Essa condição fornece L ≤ 100,88 cm. Em resumo, se o comprimento da barra não superar 100,88 cm, prevalecerá
a flambagem por flexo-torção com flexão em relação ao eixo x.

b) Cantoneira com travamento central


b1) Flambagem local
Q = 1,0 (igual ao tópico a2 do Subitem 7.8.3)

b2) Instabilidade da barra e esbeltez

• Força axial de flambagem por flexão em relação ao eixo y1:


Simplificadamente, conforme a prática usual, pode-se considerar que o travamento no centro da cantoneira im-
pede esse ponto de transladar na direção perpendicular aos eixos centrais de inércia x e y e ao eixo x1. Assim,
o comprimento total da barra, de 3,4 m, somente pode flambar por flexão em relação ao eixo y1 (ver figura a
seguir). Logo:

y
y1
x

x1 2 Ea I y1  2 × 20.000 × 102
Ney1 = 2
= = 174,17 kN
(Ky1 Ly1) 340 2

Travamento

• Força axial de flambagem por flexão em relação ao eixo y:


Para o movimento de flexão no plano da treliça, o travamento funciona e o comprimento de flambagem fica
igual a 1,70 m. Nesse comprimento, pode ocorrer flambagem por flexão em relação ao eixo central de inércia
y e flambagem por flexo-torção com flexão em relação ao eixo central x. Sabe-se, no entanto, com base no
resultado do tópico a5 anterior, que a flambagem por flexão em relação a y prevalece, pois o comprimento é
superior a 100,88 cm. Logo:

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  Resolução dos exemplos de aplicação do Capítulo 7  5

2
π Ea I y π 2 × 20.000 × 41, 34
N ey = = = 282, 36 kN
(K L )
2
y y
170 2

• Esbeltez máxima:
A esbeltez máxima está relacionada com a menor força de flambagem, no caso, Ney1 igual a 174,17 kN. Logo:
Ea Ag 20.000 × 13,5
λmáx = λy1 =  = = 123,69 < 200 ⇒ Atende!
Ney1 174,17

• Valores de Ne, λ0 e χ:

Ne = Ney1 = 174,17 kN (menor valor entre Ney1 e Ney )

Q Ag f y 1,0 × 13,5 × 25 2

= 1, 39 < 1,5 ⇒ χ = 0,658 = 0,6581,39 = 0, 445


λ 2
λ0 = = 0

Ne 174,17

b3) Força axial de compressão resistente de cálculo

χ Q Ag f y 0, 445 × 1,0 ×13,5 × 25


N c,Rd = = = 136,53 kN
γa1 1,10
Observa-se que a barra de travamento central deve ser dimensionada para suportar 1% dessa força axial resistente
de cálculo, da forma como apresentado no tópico e do Subitem 7.8.4.

7.8.8 Dimensionamento de escoras


Agora, sugere-se a realização do dimensionamento das escoras do Subitem 7.8.7 quanto à capacidade resistente
usando perfil laminado H da Gerdau, em aço ASTM A572 – Grau 50. Sabe-se que essas escoras possuem compri-
mento de 7 m e que suas extremidades têm rotação em torno do eixo longitudinal e empenamento impedidos.

a) Aço estrutural
ASTM A572 – Grau 50 ⇒ f y = 345 MPa = 34,5 kN/cm2

b) Força axial solicitante de cálculo


Conforme a Equação (5.11), a força axial solicitante de cálculo nas três escoras, de tração ou compressão, é dada por:
Nbr,Sd = αred [0,01(ΣNcont,Sd )] = 1,0 [0,01(3.114)] = 31,14 kN

Notar que Ncont,Sd, no caso em foco, é a força axial de compressão solicitante de cálculo no elemento contraven-
tado (pilar ABC) travado pelas escoras, ou seja, o valor de Nc,Sd obtido no tópico e do Subitem 7.8.7, e αred é igual a
1,0, pois as escoras travam um único elemento.
Neste exemplo, será considerado, como normalmente ocorre, que a situação mais desfavorável de dimensiona-
mento das escoras se dá quando a força axial é de compressão. Portanto, as escoras serão dimensionadas para uma
força axial de compressão solicitante de cálculo igual a 31,14 kN.

c) Escolha preliminar do perfil e propriedades geométricas relevantes


Da mesma forma que no tópico c do Subitem 7.8.6, inicialmente supõe-se χ = 0,658 e Q = 1,0. Logo:

χ Q Ag f y 0,658 × 1,0 × Ag × 34,5


N br , Sd ≤ N c, Rd ⇒ 31,14kN ≤ = ⇒ Ag ≥ 1, 51 cm2
γ a1 1,10
Como se deseja usar um perfil laminado H da Gerdau, o mais leve deles é o W 150 x 22,5, que possui as seguintes
dimensões e propriedades geométricas principais:

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6  Dimensionamento de elementos estruturais de aço e mistos de aço e concreto~~

152 mm
y Ag = 29 cm2

6,6 mm Ix = 1.229 cm4


R = 10 mm
rx = 6,51 cm
x
152 mm
Iy = 387 cm4
5,8 mm
ry = 3,65 cm

d) Flambagem local
• Mesas:
b 152 / 2
= = 11, 52
t 6, 6

 b Ea 20.000
  = 0,56 = 0,56 = 13, 48
 t lim fy 34, 5

b  b
= 11, 52 <   = 13, 48 ⇒ Qs = 1, 0
t  t  lim
• Alma:
b 152 − 2 (10 + 6, 6 ) 118, 8
= = = 20, 48
t 5, 8 5, 8
 b E 20.000
  = 1, 49 a = 1, 49 = 35, 87
 t lim fy 34, 5

b b
= 20, 48 <   = 35,87 ⇒ Qa = 1, 0
t  t lim
• Fator de redução total:
Q = Qs Qa = 1,0 × 1,0 = 1,0

e) Instabilidade da barra e esbeltez


• Força axial de flambagem:
A seção transversal tem constante de empenamento não nula, e a barra tem comprimentos de flambagem em re-
lação aos eixos x e y iguais (700 cm), maiores que o comprimento de flambagem por torção (0,5 × 700 = 350 cm).
Dessa forma, conclui-se que a menor força axial de flambagem se dará para flambagem por flexão em relação
ao eixo y (que possui o menor momento de inércia), cujo valor é:
π 2 Ea I y π2 × 20.000 × 387
N ey = = = 155, 90 kN
(K L )
y y
2
700 2

• Esbeltez máxima:
A esbeltez máxima é:

Ea Ag 20.000 × 29
λ máx = λ y = π =π = 191, 62 < 200 ⇒ Atende!
Ney 155, 90
• Valores de Ne, λ0 e χ:
Ne = Ney = 155,90 kN

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  Resolução dos exemplos de aplicação do Capítulo 7  7

Q Ag f y 1,0 × 29 × 34,5
λ0 = = = 2, 53 ⇒ Tabela 7.1 ⇒ χ = 0,137
Ne 155, 90

f) Verificação dos estados-limites últimos


χ Q Ag f y 0,137 × 1,0 × 29 × 34,5
N br , Sd ≤ N c, Rd ⇒ 31,14 kN < = = 124, 61 kN ⇒ Atende!
γa1 1,10
Observa-se uma folga grande quando se usa o perfil escolhido. No entanto, esse perfil será mantido por ser o de
menor área entre os integrantes da tabela de perfis da Gerdau.

7.8.9 Verificação de banzo de treliça em perfil T


O banzo comprimido (banzo BCD) da treliça do Subitem 6.10.9, em aço com resistência ao escoamento de
345 MPa, será verificado, lembrando que nesse subitem foi determinada a força axial de compressão solicitante de
cálculo no banzo, Nc,Sd, cujo valor é de 575,95 kN.

y Pd = 364 kN
2m
x y ½ perfil W 250 x 73
y
B x x (dimensões e propriedades
geométricas no Subitem 6.10.9)
2m
C x y
Seção transversal do banzo BCD
D
3m 3m

a) Flambagem local
• Mesa (elemento AL):
b 254 / 2
= = 8, 94
t 14, 2
 b E 20.000
  = 0, 56 a = 0, 56 = 13, 48
t
  lim f y 34, 5
b b
= 8, 94 <   = 13,48 ⇒ Qs = 1,0
t  t  lim
• Alma (elemento AL):
b 112, 3 + 14, 2 126, 5
= = = 14, 71
t 8, 6 8, 6

b E 20.000
  = 0, 75 a = 0, 75 = 18, 06
 t  lim fy 34, 5
b  b
= 14, 71 <   = 18, 06 ⇒ Qs = 1, 0
t  t  lim

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8  Dimensionamento de elementos estruturais de aço e mistos de aço e concreto~~

• Fator de redução total:


Q = Qs = 1,0

b) Instabilidade da barra e esbeltez


• Força de flambagem por flexão em relação ao eixo x:
π 2 Ea I x π 2 × 20.000 × 412
N ex = = = 814, 43 kN
( K x Lx )2 316 2
• Força de flambagem por flexo-torção com flexão em relação ao eixo y:
  2 
N ey + N ez  4 N ey N ez  1 − ( yo / ro )  
N eyz =  1− 1− 
 
( N ey + N ez )
2
 2  
2 1 − ( yo / ro )   
  

π 2 Ea I y π2 × 20.000 × 1.940
N ey = = = 958, 73 kN
(K L )
2
y y
632 2

1  π EaCw 
2
N ez = + Ga J
2  2
ro  ( K z Lz ) 

Cw = 0
56, 94
J = = 28, 47 cm4
2
r = r 2 + r 2 + x 2 + y 2
o x y o o

xo = 0
yo = 2,05 – 1,42/2 = 1,34 cm

ro = 2, 98 2 + 6, 47 2 + 0 + 1, 34 2 = 7,25 cm

1
Nez = ( 0 + 7.700 × 28, 47) = 4.171 kN
7, 25 2

4 × 958, 73 × 4.171 1 − (1, 34 / 7, 25 ) 


2
958, 73 + 4.171
Neyz = C1 − 1 − S = 949,18 kN
2 1 − (1, 34 / 7, 25 ) 
2
( 958, 73 + 4.171)2
 
• Esbeltez máxima:
A esbeltez máxima está relacionada com a menor força de flambagem, no caso, Nex igual a 814,43 kN. Logo,
tem-se:
Ea Ag 20.000 × 46, 35
λ máx = λ x = π =π = 105, 99 < 200 ⇒ Atende!
N ex 814, 43
• Valores de Ne, λ0 e χ:
Ne = Nex = 814,43 kN (menor valor entre Nex e Neyz )
Q Ag f y 1,0 × 46,35 × 34,5 λ2 2
λ0 = = = 1, 40 < 1,5 ⇒ χ = 0, 658 0 = 0, 6581,40 = 0, 440
Ne 814, 43

c) Verificação final
χ Q Ag f y 0,440 × 1,0 × 46,35 × 34,5
Nc, Sd ≤ Nc, Rd ⇒ 575, 95 kN < = = 639, 63 kN ⇒ Atende!
γ a1 1,10

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