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RESISTÊNCIA
ÔHMICA DE
CONTATO

Disjuntores de BT
Disjuntores de MT
Disjuntores de AT
Chaves seccionadoras

Power Service Manutenção Integrada


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TREINAMENTO - RESISTÊNCIA ÔHMICA DE CONTATO

Sumário
INTRODUÇÃO ............................................................................................................................................................... 2

DISPOSITIVOS DE MANOBRA E PROTEÇÃO ................................................................................................................... 3

DISJUNTORES........................................................................................................................................................................ 3

DISJUNTORES DE BAIXA TENSÃO .................................................................................................................................. 4

PROTEÇÃO CONTRA SOBRECARGA ................................................................................................................................... 5


PROTEÇÃO CONTRA CURTO CIRCUITO ............................................................................................................................. 5
CURVAS DE RUPTURA ............................................................................................................................................................. 5

DISJUNTORES DE MEDIA TENSÃO ................................................................................................................................. 7

TIPOS DE DISJUNTORES .................................................................................................................................................... 7


Disjuntor a seco ............................................................................................................................................................ 7
Disjuntor a óleo mineral isolante ................................................................................................................................. 8
GVO .............................................................................................................................................................................. 8
PVO .............................................................................................................................................................................. 8
Disjuntor a ar comprimido ........................................................................................................................................... 9
Disjuntores a Vácuo ................................................................................................................................................... 10
Disjuntor a sopro magné co ...................................................................................................................................... 10
Disjuntor a gás hexa uoreto de enxofre .................................................................................................................... 11

MECANISMO DOS PRINCIPAIS TIPOS DE DISJUNTORES MT .........................................................................................13

Disjuntor po DS - Wes nghouse............................................................................................................................... 13


Disjuntor po 3AC - Siemens ...................................................................................................................................... 13
Disjuntor po DR - Sace .............................................................................................................................................. 14
Disjuntor po VD4- ABB ............................................................................................................................................. 14

ENSAIOS DE ROTINA .................................................................................................................................................... 15

ENSAIOS DE ROTINA DISJUNTORES BT ..................................................................................................................................... 15


ENSAIOS DE ROTINA DISJUNTORES MT .................................................................................................................................... 15
ENSAIOS DE ROTINA DISJUNTORES AT ..................................................................................................................................... 15
Instrução de Trabalho – ITM 19 (resumo) ...................................................................... Error! Bookmark not de ned.

MANUTENÇÃO PREVENTIVA EM DISJUNTORES ........................................................................................................... 16

CHAVES SECCIONADORAS ...........................................................................................................................................17

CLASSIFICAÇÃO DAS SECCIONADORAS DE MT ............................................................................................................................ 17


Chave seccionadora sem carga .................................................................................................................................. 17
Chave seccionadora sob carga ................................................................................................................................... 17
Mecanismo de operação ............................................................................................................................................ 18
Aplicações - Bene cios – Compara vo ....................................................................................................................... 19
Inspeção - Conceito .................................................................................................................................................... 19

MANUTENÇÃO ............................................................................................................................................................19

MANUTENÇÃO PREVENTIVA .................................................................................................................................................. 20


ENSAIOS DE ROTINA: ............................................................................................................................................................ 20
Instrução de trabalho ................................................................................................................................................. 20
ANEXO 1 – RESISTENCIA ÔHMICA DE CONTATO CONFORME FABRICANTES. ...................................................................................... 21

BIBLIOGRAFIA: ............................................................................................................................................................. 24

“Não somos o que sabemos, somos o que


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TREINAMENTO - RESISTÊNCIA ÔHMICA DE CONTATO

INTRODUÇÃO

A manutenção executada nos equipamentos de manobra como chaves secionadoras e disjuntores


contempla medições elétricas (ensaios) para avaliação funcional, limpeza, lubrificação da parte
mecânica e acionamento, estas manutenções podem ser preditiva, preventiva e corretiva.

Todo serviço de manutenção tem por objetivo, corrigir defeitos de menor influência no desempenho
funcional do disjuntor, e que possa ser postergado com o objetivo de ser inserido em programa de
manutenção para restabelecimento das condições normais de operação.

Ensaios
São medições elétricas realizadas com o objetivo de efetuar avaliação funcional dos equipamentos,
o principal ensaio a ser realizado em disjuntores é o de Resistência ôhmica dos contatos que é
aplicado a todas as classes de tensão, este ensaio é destinado a constatar a real condição dos
contatos principais do disjuntor, esta resistência é definida pelo fabricante.

Conforme norma ABNT NBR 14039 – Instalações de media tensão, define que ensaios de
resistência de contatos elétricos é aplicáveis a disjuntores, seccionadores e barramentos ou
outras conexões de alta capacidade de corrente. Ele tem o objetivo de garantir, pela aplicação
de uma corrente elétrica e a leitura do valor da queda de tensão local, a resistência existente nos
contatos de um equipamento de chaveamento ou barramento de energia. Essa queda de tensão,
normalmente ocasionada por fontes de corrente contínua, estabelece por meio da aplicação
direta da lei de Ω o valor da qualidade do contato elétrico das partes envolvidas. Os
fabricantes dos diversos equipamentos apresentam seus valores típicos de fábrica e
normalmente são enquadrados dentro de valores limites definidos por normas específicas de
equipamentos.

Cita na norma ABNT NBR 14039 – 7.3.6 Ensaios recomentados pelos fabricantes dos
equipamentos, sendo todo equipamento que possuírem condições especiais de instalação
devem sofrer a inspeção de sua montagem com base nas informações fornecidas pelo
fabricante, assim como necessidade de ensaios.

Este treinamento usara como referencia a norma ABNT NBR 14039:2005 Instalações elétricas de
média tensão de 1,0 kV a 36,2 kV e os principais fabricantes de disjuntores, onde o foco será a
resistência ôhmica de contato em disjuntores sendo esta definida pelos fabricantes (anexa tabela1)
Assuntos serão dividido em tipos de equipamentos com sua principais características e
procedimentos de manutenção.

Há outros ensaios a serem realizados como: Resistência ôhmica da isolação; simultaneidade no


fechamento e abertura; fator de potencia do isolamento (disjuntores at). Este serão apresentado
em treinamentos posteriores.

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DISPOSITIVOS DE MANOBRA E PROTEÇÃO


Disjuntores
São dispositivos automáticos para proteção contra sobre correntes, podendo estabelecer, conduzir
e interromper correntes sob condições normais, bem como anormais por um tempo especificado,
sob condições determinadas.

O disjuntor é basicamente uma chave elétrica, constituída de contatos e dispositivos mecânicos,


formada por molas e alavancas, ficando a proteção sob-responsabilidade de relés e disparadores.

Podemos classificar os disjuntores em:


1) tensão de trabalho
2) tipo de execução
3) mecanismo de operação
4) princípio de extinção do arco elétrico.

1) Tensão nominal
A norma ABNT NBR 7118:1994, substituída pela ABNT NBR IEC 62271-100:2006, atualmente
cancelada classificava disjuntores com tensão nominal até 1.000 Volts = Baixa Tensão e acima de
1.000 Volts = Alta Tensão.

Antigamente existiam outras faixas de classificação para tensão nominal, as quais são utilizadas
até hoje por facilitarem a identificação de equipamentos que atualmente estão generalizados
como:. até 1.000 Volts = Baixa Tensão, de 1.000V até 38KV = Média Tensão, de 38KV até 138KV
= Alta Tensão

2) Tipo de execução
Os disjuntores podem ser de: a) execução fixa ou b) extraível.

a) Os disjuntores fixos têm os terminais de entrada e saída fixados com parafusos diretamente
aos barramentos do painel.
b) Os disjuntores extraíveis são inseridos em celas ou gavetas, e estas são fixadas aos
barramentos.

A cela possui buchas de passagem para os contatos de conexão e o disjuntor é dotado de pinças
(garras) que se acoplam aos contatos de conexão da cela quando inserido.
A decisão sobre qual tipo de execução o disjuntor deverá ter, levará em conta não apenas seu
custo, mas, sua aplicabilidade, o tipo de programa de manutenção a ser adotado e sua
periodicidade e, até mesmo, a seletividade do circuito.

3) Mecanismo de operação
Podemos definir mecanismo de operação como sendo um subconjunto que possibilita o
armazenamento da energia necessária à operação mecânica do disjuntor, bem como a liberação
desta energia através de mecanismos apropriados, quando do comando de abertura ou
fechamento do mesmo.
Dentro de cada categoria, existe uma variação imensa de detalhes construtivos, característicos de
cada fabricante.

4) Principio de extinção do arco elétrico


A extinção do arco elétrico pode ser por câmaras (laminas, sopro magnético), por efeito de
hidrogênio (SF6) ou efeito de fluxo líquido (óleo).

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DISJUNTORES DE BAIXA TENSÃO

As normas vigentes para disjuntores de baixa tensão são extensas para estudo e entendimento,
sendo estas: ABNT NBR 5410 Instalação elétrica de baixa tensão.
ABNT NBR IEC 60947-2 Dispositivos de manobra e comando de baixa tensão - Disjuntores
ABNT NBR IEC 60898 Disjuntores para proteção de sobrecorrentes para instalações domésticas e
similares. Segundo NBR5410/, o disjuntor deve assegurar as seguintes funções:
a) proteção contra sobrecarga
b) proteção contra curto circuito
c) comando funcional
d) seccionamento
e) proteção contra contatos indiretos
f) proteção contra quedas e faltas de tensão

A ABNT NBR IEC 60898 não se aplica aos disjuntores destinados à proteção de motores e àqueles
cuja regulagem de corrente seja acessível ao usuário.
As prescrições relativas aos disjuntores para equipamentos constam da IEC 60934, enquanto os
disjuntores utilizados como dispositivos de partida de motores são tratados, pelo menos
parcialmente, pela IEC 60947-4.

Abaixo tabela resumida com categorias dos disjuntores e características conforme normas:

Os disjuntores mais tradicionais, para uso geral, são equipados com disparadores térmicos, que
atuam na ocorrência de sobrecorrentes moderadas (tipicamente correntes de sobrecarga), e
disparadores magnéticos, para sobrecorentes elevadas (tipicamente correntes de curto-circuito).
Daí o nome disjuntores termomagnéticos

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PROTEÇÃO CONTRA SOBRECARGA


a) Os disparadores podem ser térmicos, magnéticos e eletrônicos;
b) Alguns disparadores térmicos possuem uma faixa de corrente de ajustagem. Também
existem disparadores térmicos com compensação de temperatura.

PROTEÇÃO CONTRA CURTO CIRCUITO


a) o disparador é magnético constituído por uma bobina (eletroímã);
b) O eletroímã atrai um peça articulada (armadura) quando a corrente atinge um certo valor.
Esse deslocamento da armadura provoca, através de acoplamentos mecânicos, a abertura
dos contatos principais do disjuntor;
c) Há disjuntores que têm o disparo magnético ajustável.

Informações de operação e proteção


Tensões Nominais
a) Tensão nominal de operação, ou tensão nominal de serviço (Ue)
b) Tensão nominal de isolamento (Ui).

Correntes Nominais
a) ABNT NBR IEC 60947-2: a corrente nominal (In) de um disjuntor é a corrente ininterrupta
nominal (Iu) e tem o mesmo valor da corrente térmica convencional ao ar livre (Ith),
isto é, In = Iu = Ith;
b) A IEC 60898: (In) é a corrente que o disjuntor pode suportar em regime ininterrupto, a uma
temperatura de referência especificada (30°C) temperatura ambiente de referência
In: 6, 10, 13, 16, 20, 25, 32, 40, 50, 63, 80, 100 e 125 A.

Capacidade de Interrupção C.C.


a) (Icu) Capacidade limite de interrupção de C.C.
b) (Ias) Capacidade de interrupção C.C
c) (Icn) Capacidade de interrupção nominal C.C

Disparo Instantâneo:
A IEC 60898 define, para o disparo instantâneo, em geral magnético, as faixas de atuação B, C e D
onde:
a) B: de 3 In a 5 In;
b) C: de 5 In a 10 In;
c) D: de 10 In a 20 In.

Curvas de ruptura
Para cada tipo de carga foi estipulado uma curva de ruptura para o disjuntor e essas curvas foram
separadas em categorias. A curva de ruptura do disjuntor é o tempo em que o disjuntor suporta
uma corrente acima da corrente nominal por determinado tempo.

a) A curva de ruptura B para um disjuntor estipula, que sua corrente de ruptura esta
compreendido entre 3 e 5 vezes a corrente nominal, um disjuntor de 10A nesta curva deve
operar quando sua corrente atingir entre 30A a 50ª

b) A curva de ruptura C para um disjuntor estipula, que sua corrente de ruptura esta
compreendido entre 5 e 10 vezes a corrente nominal, um disjuntor de 10A nesta curva deve
operar quando sua corrente atingir entre 50A a 100A.

c) A curva de ruptura D para um disjuntor, estipula que sua corrente de ruptura esta
compreendido entre 10 e 20 vezes a corrente nominal, um disjuntor de 10A nesta curva
deve operar quando sua corrente atingir entre 100A a 200A.

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Os disjuntores de curva D são usado onde se espera uma curto circuito de intensidade alta e onde
a corrente de partida é muito acentuada, sendo muito utilizados em grande motores e grandes
transformadores.

Existem ainda disjuntores cuja a faixa ruptura da corrente pode ser selecionada dentro de uma
faixa, por exemplo os disjuntores motores que possuem faixa se seletividade, como por exemplo 6
a 10 vezes a corrente nominal neste caso a faixa é selecionada de acordo com a necessidade o
que possibilita uma flexibilidade na proteção de equipamentos, neste caso normalmente motores.

.Corrente de interrupção admissível:


a) Corrente estipulada (vulgarmente designada por calibre): valor para o qual o disjuntor
atuara.
Correntes estipuladas: 6 – 10 – 16 – 20 – 25 – 32 – 40 – 50 – 63 – 80 – 100 – 125 A.
b) Corrente convencional de não funcionamento: valor para o qual o disjuntor não deve
funcionar durante o tempo convencional;
c) Corrente convencional de funcionamento: valor para o qual o disjuntor deve funcionar antes
de terminar o tempo convencional;
d) Poder de corte: corrente máxima de curto-circuito que o disjuntor é capaz de interromper
sem se danificar.
Os poderes de corte estipulados normalizados são: 1,5 – 3 – 4,5 – 6 – 10 KA

Exemplo:
Calibre Corrente convencional de não Corrente convencional de Poder de corte
(In) funcionamento (Inf) funcionamento (Pdc)
16 A 18 A (1,13 x In) 23 A (1,45 x In) 6 KA

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DISJUNTORES DE MEDIA TENSÃO

Conforme norma ABNT NBR 14039:2005 Instalações elétricas de média tensão de 1,0 kV a 36,2
kV , as SUBESTAÇÃO FORNECIMENTO ACIMA DE 300 KVA, a proteção geral de media tensão
deve ser exclusivamente de disjuntor MT com rele secundário com no mínimo as funções 50 e 51
de fase e neutro quando fornecido.

Nesses casos é obrigatório o uso de equipamentos de MT do tipo acionamento automático na


abertura e com capacidade de interrupção simétrica mínima de 350 MVA nas tensões de 11,4 KV
ate 34,5 KV com corrente nominal mínima de 350 A

Tendo em vista a imensa variedade de modelos e fabricantes de disjuntores existentes no


mercado, há necessidade de que o operador ou inspetor tenha total conhecimento do equipamento
a ser operado, seguindo os procedimentos pré- estabelecidos.

TIPOS DE DISJUNTORES
Mecanismo de operação com fechamento e abertura a molas
Neste tipo de acionamento, a energia para o fechamento é acumulada em uma mola, que pode ser
carregada manualmente ou através de um motor.
Quando o mecanismo de disparo é acionado, a mola é destravada, acionando os contatos do
disjuntor fechando-o, acontecendo nesta operação o carregamento simultâneo da mola de
abertura. Cada fabricante tem o seu próprio arranjo para esse tipo de acionamento, porém, o que
acabamos de descrever é o princípio de funcionamento comum a todos eles.

A grande maioria dos disjuntores de baixa e média tensão utilizam estes modelos de mecanismo
de operação.

Acessórios
O disjuntor é conceitualmente uma chave elétrica. Para que possa caracterizar-se como dispositivo
automático para proteção à sobre corrente, faz-se necessária a utilização de acessórios como:
bobina de abertura, bobina de fechamento, bobina de mínima tensão, motor de carregamento de
molas, relé anti-religamento, relé de proteção contra sobre correntes, dentre outros.
A decisão sobre os acessórios que o disjuntor deverá possuir deve ser determinada em função do
projeto elétrico do circuito, em razão da aplicação do disjuntor e da seletividade das instalações.

Princípios de extinção do arco e detalhes construtivos

Disjuntor a seco
A extinção do arco elétrico durante a abertura rápida dos contatos é, em geral, obtida através de
lâminas radiadoras montadas em câmaras de extinção. Este sistema provoca o resfriamento do
arco elétrico e sua consequente extinção que, por intermédio das referidas lâminas, seccionam o
percurso do mesmo em pequenos segmentos.

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Disjuntor a óleo mineral isolante


Nos disjuntores a óleo podem-se distinguir dois efeitos principais de extinção do arco voltaico:
a) O efeito de hidrogênio
b) O efeito de fluxo líquido

a) Efeito de hidrogênio consiste no fato de que a altíssima temperatura do arco voltaico


decompõe óleo, liberando de tal modo vários gases onde o hidrogênio predomina, a
ponto de se poder dizer que o arco queima numa atmosfera de hidrogênio. Como este
gás tem uma condutividade térmica bastante elevada comparado ao nitrogênio, por
exemplo, a retirada de calor das vizinhanças do arco se processa de maneira eficiente,
resfriando o mesmo.
b) O segundo efeito, consiste em se jogar óleo mais frio sobre o arco dando continuidade
ao processo de evaporação aludido, de maneira que grandes quantidades de calor
possam ser retiradas pelos gases resultantes.

Existem dois tipos de óleos isolantes para disjuntores:


1) Parafínico
2) Naftênico

1) O óleo parafínico é proveniente de petróleo parafínico e pode ser empregado em classe de


tensão de até 145 KV. Como exemplo de óleo parafínico, podemos citar o tipo “AV-10 -
Petrobrás”.
2) O óleo naftênico é proveniente de petróleo naftênico e pode ser empregado em qualquer
classe de tensão. Como exemplo de óleo naftênico, podemos citar o tipo “AV-58 -
Petrobrás”.

Disjuntores a óleo

Os Disjuntores a óleo são devidos em dois grupos, GVO e PVO.

Disjuntor a grande volume de óleo

GVO
Este é o tipo mais antigo de disjuntores a óleo. No passado, consistia apenas de um recipiente
metálico com os contatos simplesmente imersos no óleo sem nenhuma câmara de extinção.
Hoje os disjuntores GVO possuem câmaras de extinção onde se força o fluxo de óleo sobre o arco.
Em Média Tensão, normalmente as três fases estão imersas em um único recipiente que contém
de 50 a 100 litros de óleo isolante. No caso de Alta Tensão, o encapsulamento é monofásico e
cada tanque contém acima de 2.000 litros de óleo isolante.

Os disjuntores GVO são usados em média e alta tensão até 230kV. A característica principal dos
disjuntores GVO é a sua grande capacidade de ruptura em curto – circuito

Os disjuntores GVO cobrem em média tensão, praticamente, toda a gama de capacidades de


ruptura de 63kA. No nível de 138kV a sua capacidade de ruptura por câmara está limitada a um
máximo de 20kA.

Disjuntor a pequeno volume de óleo

PVO
Estes disjuntores representam o desenvolvimento natural dos antigos disjuntores GVO, na medida
em que se procura projetar uma câmara de extinção com fluxo forçado de óleo sobre o arco
aumentando-se a eficiência do processo de interrupção da corrente e diminuindo-se drasticamente
o volume de óleo no disjuntor.

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Quando utilizado em Média Tensão, contém em média, de 2 a 5 litros de óleo isolante por polo.
Para Alta Tensão, contém em média, de 50 a 100 litros de óleo isolante por polo.

PVO - Aplicações em 13,8kV, bem como em 69kV, estão ainda predominantemente na faixa dos
disjuntores PVO, principalmente por razões de preço

Disjuntor a ar comprimido
Embora possam ser usados em toda a gama de tensões, os disjuntores de ar comprimido
encontram a sua gama de aplicação na alta e na muito alta tensão, ou seja, acima de 245kV.
UMA DAS DESVANTAGNES é no caso de operação junto a áreas residenciais onde existem
limitações de nível de ruído, é obrigatório o uso de silenciadores para estes disjuntores.

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Disjuntores a Vácuo
Nos disjuntores a vácuo, ao contrário, o arco não é resfriado. O plasma de vapor metálico tem alta
condutibilidade e, por esse motivo, temos como resultado, uma tensão de arco extremamente
pequena, que varia de 20 a 200V.
Por esta razão e pelo pequeno tempo de arco, a energia entre contatos é muito pequena. A câmara
de extinção é, devido a esta pequena solicitação, livre de manutenção.

O disjuntor a vácuo representa a tendência mais moderna na área de Média


Tensão até 38KV.

Disjuntor a sopro magnético


Neste tipo de disjuntor, os contatos se abrem no ar, induzindo o arco voltaico para dentro das
câmaras de extinção, onde ocorre a interrupção, devido a um aumento na resistência do arco e,
consequentemente, na sua tensão.

Os disjuntores a sopro magnético são usados em média tensão até 24kV, principalmente montados
em cubículos. O facto de não possuírem meio extintor inflamável como o óleo, torna-os seguros e
aptos para certos tipos de aplicações específicas.

Este aumento na resistência do arco é conseguido através de:


aumento no comprimento do arco; fragmentação do arco em vários arcos menores, em série, nas
várias fendas da câmara de extinção e; resfriamento do arco em contato com as múltiplas paredes
da câmara.

As forças que induzem o arco para dentro das fendas da câmara são produzidas pelo campo
magnético da própria corrente, passando por uma ou mais bobinas (daí o nome de sopro
magnético) e, eventualmente, por um sopro pneumático auxiliar produzido pelo mecanismo de
acionamento.

Este sopro pneumático, é muito importante no caso de interrupção de pequenas correntes, cujo
campo magnético é insuficiente para induzir o arco para dentro da câmara, o que ocasionaria
tempos de arcos muito longos. Existem vários tipos e formatos de câmaras de extinção para
disjuntores a sopro magnético.
As placas que formam a câmara podem ser de material isolante e refratário ou de aço, ou ainda de
uma combinação dos dois. Em cada uma destas alternativas, encontramos vários tipos de
configuração de câmara, específicos de cada fabricante.

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Disjuntor a gás hexafluoreto de enxofre


SF6

O hexafluoreto de enxofre (SF6) é um gás que é usado em equipamento de energia eléctrica. É


transparente, inodoro, não inflamável e quimicamente estável. Isto significa que em
temperaturas não reage com qualquer outra substância.
A estabilidade vem do arranjo simétrico dos seis átomos de fluoreto em torno do átomo central de
enxofre. É esta estabilidade que faz este gás útil em equipamentos eléctricos.

O SF6 é um isolador eléctrico muito bom e pode efetivamente extinguir arcos eléctricos nos
aparelhos de alta e media tensão enchidos com SF6.
O SF6 puro não é venenoso. O gás não é perigoso ao inalar, uma vez que o conteúdo de oxigénio
é bastante alto. Em princípio pode-se inalar sem perigo uma mistura de 80% de oxigénio e 20% de
SF6.
O SF6 é aproximadamente 6 vezes mais pesado do que o ar.

Esta categoria de disjuntores pode ser dividida em dois tipos principais:


1) Disjuntor a dupla pressão
2) Disjuntor a pressão única

1) No disjuntor a dupla pressão, em uma operação de abertura, quando o contato móvel inicia
o seu afastamento do contato fixo, a válvula de sopro é aberta e um forte sopro de gás é
dirigido contra o arco, esfriando-o, desionizando-o e acabando por extinguí-lo.
A válvula de sopro é, em seguida, fechada e o compressor transfere o excesso de gás da
câmara para o reservatório de alta pressão, através de filtros de alumina (Al2 O3 ), que

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TREINAMENTO - RESISTÊNCIA ÔHMICA DE CONTATO

retiram do gás os produtos de sua decomposição e os resíduos formados pela ação do arco
sobre os contatos.
Para as redes com tensões nominais de 420kV e acima, é de extrema Importância obter-se
tempos de interrupção bastante curtos para grandes correntes de curto – circuito,
tendo-se em vista a estabilidade da rede e a carga dos geradores, que estão alimentando o
curto – circuito.
Para isto especificam-se, geralmente, os chamados disjuntores de 2ciclos (“Two – cycle
breakers), ou seja, disjuntores, que manobram com a rapidez e eficiência suficientes
para cortar correntes de curto – circuito em apenas 2ciclos, o que significa 40ms para redes
de 50Hz e 33,33ms para redes de 60Hz

2) No disjuntor a pressão única, em uma operação de abertura, o contato móvel se


movimenta simultaneamente com um cilindro de sopro que tem, na sua parte interna, um
pistão sobre o qual desliza.
O gás SF6 do interior do cilindro é comprimido e acaba sendo lançado contra o arco,
através do bocal de sopro.

Nestes disjuntores o gás está num sistema fechado com pressão única de 6 a 8bar,
conforme o tipo.

O diferencial de pressão, sempre necessário nos disjuntores de meio gasoso para criar um
fluxo de gás sobre o arco.

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TREINAMENTO - RESISTÊNCIA ÔHMICA DE CONTATO

Mecanismo dos Principais tipos de Disjuntores MT

Disjuntor tipo DS - Westinghouse

Disjuntor tipo 3AC - Siemens

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TREINAMENTO - RESISTÊNCIA ÔHMICA DE CONTATO

Disjuntor tipo DR - Sace

Disjuntor tipo VD4- ABB

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TREINAMENTO - RESISTÊNCIA ÔHMICA DE CONTATO

REISISTENCIA X LEI DE OHM


A segunda lei de Ohm diz que a resistência elétrica de um condutor homogêneo e de seção
transversal constante é proporcional ao seu comprimento , inversamente proporcional à sua área
transversal e depende da temperatura e do material de que é feito o condutor.

Ou seja:
Para realizar os ensaios deve desconsiderar os barramentos, elementos de fixação, pois
esta resistência pode-se somar a resistência do contato sendo medido podendo levar a
valores acima do máximo aceitável.

Portanto a garra do instrumento utilizado deve estar mais próximo possível do contato ou conjunto
que forma ao contato a ser ensaiado.

Atuação dos disjuntores de AT, MT e BT podem acorrer pela atuação das proteções físicas e/ou
por inter-travamentos elétricos de chaves seccionadoras (micro switch) embora sua principal
função seja atuar com as correntes de carga e curto circuito.

ENSAIOS DE ROTINA
Ensaios de rotina Disjuntores BT
a) Confirmar se dispositivo esta desenergizado e executar a limpeza interna (retirando a tampa
frotal), externa e dos contatos.
b) Após concluído limpeza, com a abertura da tampa frontal efetuar a lubrificação do
mecanismo, cuidado lubrificação excessiva nas bobinas e possíveis embreagens.
c) Efetuar fechamento e abertura do dispositivo manualmente e com inspeção visual.
d) Ensaio de resistência ôhmica de contato com disjuntor fechado.
e) Máximo aceitável é de 300μΩ – todos os modelos.

Ensaios de rotina Disjuntores MT


a) Confirmar se dispositivo esta desenergizado e executar a limpeza interna (retirando a tampa
frontal), externa e contatos;
b) Após concluído limpeza, com a abertura da tampa frontal efetuar a lubrificação do
mecanismo, cuidando a lubrificação excessiva nas bobinas e possíveis embreagens.
c) Efetuar carregamento da mola manualmente e eletricamente;
d) Efetuar fechamento e abertura do dispositivo efetuando a inspeção do funcionamento
mecânico acionando manualmente as bobinas de fechamento e abertura;
e) Verificar funcionamento dos intertravamentos mecânicos e elétricos:
- não fechar sem carregamento total da mola
- chaves de bloqueio
- bobinas de mínima
f) Ensaio de resistência ôhmica de contato com disjuntor fechado.
g) Máximo aceitável é de resistência (μΩ) definido conforme fabricante. (anexo tabela1)
h) Verificar viscosidade e nível do óleo de houver;
i) Atuação manual do rele se houver, acionando-o de forma a abrir disjuntor quando fechado;
j) Verificar nível de óleo e presença de vazamento.

Ensaios de rotina Disjuntores AT


a) Confirmar se dispositivo esta desenergizado e executar a limpeza interna, externa e
contatos;
b) Após concluído limpeza a lubrificação do mecanismo, cuidando a lubrificação
excessiva nas bobinas e possíveis embreagens;
c) Efetuar fechamento e abertura do dispositivo efetuando a inspeção do funcionamento
mecânico acionando manualmente as bobinas de fechamento e abertura quando houver.

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TREINAMENTO - RESISTÊNCIA ÔHMICA DE CONTATO

d) Verificar funcionamento dos intertravamentos mecânicos e elétricos:


- não fechar sem carregamento total da mola
- chaves de bloqueio
- bobinas de mínima
e) Ensaio de resistência ôhmica de contato com disjuntor fechado.
f) Máximo aceitável é de resistência (μΩ) definido conforme fabricante. (anexo tabela1)
g) Verificar nível do óleo, pressão SF6, quando houver.

Manutenção Preventiva em Disjuntores

Equipamento alvo
Em uma subestação existem disjuntores com diferentes níveis de manobra. Há uma tendência
natural das equipes técnicas em identificar como alvo da manutenção os disjuntores
frequentemente manobrados, pois, tendem a apresentar maior desgaste mecânico e dos contatos,
deixando os disjuntores de menor atividade, relegados a segundo plano.

Acontece, porém, que na experiência de campo, encontram-se comumente disjuntores que,


durante um longo período de tempo em repouso (abertos ou fechados), apresentam falhas quando
solicitados.

Por estarem em repouso e sem manutenção durante um longo período, também


estão sujeitos às seguintes situações:
1) Emperramento do mecanismo de operação devido a:
- Acúmulo de poeira
- Umidade (causando oxidação do mecanismo)
- Fadiga das molas
- Lubrificação ressecada
- Rolamentos e êmbolo de bobinas emperrados e outros.

2) Oxidação dos contatos, ocasionando aumento em sua resistência ôhmica.


3) Baixa isolação provocada por acúmulo de poeira e absorção de umidade.
4) Nos disjuntores a óleo, pode ocorrer a perda da rigidez dielétrica devido à absorção de
umidade.

Conclui-se, assim, que devem ser alvo de manutenções programadas tanto os disjuntores
frequentemente manobrados como os que repousam ligados ou não (e os reservas).

Inspeções Básica
São itens básicos a serem observados durante a manutenção preventiva:
- Limpeza geral do equipamento
- Substituição do liquido isolante após período longo periodo ou quantidade de manobras
- completar nível do liquido isolante se analisado como suficiente
- Lubrificação dos pontos de articulação
- Reaperto de conexões elétricas
- Ajuste e limpeza dos contatos principais, corta-arcos e pinças, com ênfase na verificação da
qualidade das pastilhas
- Lubrificação e regulagem do mecanismo de acionamento, com ênfase na inspeção das molas de
abertura e fechamento
Inspeção e testes do circuito de acionamento (bobinas e motor de carregamento de mola)
- Inspeção e testes do circuito de sinalização (contatos auxiliares)

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- Lubrificação e regulagem do mecanismo de inserção/extração


- Inspeção e ajustes dos limites de inserção/extração.

Falta de manutenção
A falta de manutenção pode acarretar desde pequenos problemas de acionamento até a perda
total de uma subestação.

CHAVES SECCIONADORAS
São dispositivos destinados a realizar manobras de seccionar e isolar um circuito elétrico. Em
condições normais e com seus contatos fechados, elas devem manter a condução de sua corrente
nominal, inclusive de curtocircuito até a abertura do disjuntor, sem sobreaquecimento.
Basicamente a seccionadora é uma extensão do condutor que, se desloca quando acionado,
abrindo e fechando através dos contatos fixo e móvel.
Normalmente em média tensão seu controle é manual através de alavanca ou bastão.

Classificação das seccionadoras de MT


Chave seccionadora sem carga
Cada fase é munida de um isolador para sustentação do contato fixo e outro para sustentação do
braço de acionamento (varão), um eixo rotativo, que quando acionado através de uma alavanca
manual, provoca o fechamento ou abertura simultânea das três facas (contatos móveis).
Esse tipo de seccionadora pode, também, ser dotada de fusíveis (fase a fase) que, quando
queimado, interrompe a alimentação da respectiva fase, porém, sem provocar a abertura da
seccionadora.

Conforme norma ABNT NBR 14039, os fusíveis da chave seccionadora não devem estar
fixados com base no contato móvel.
Este equipamento de seccionamento sem carga deve, conforme descrito na norma
paragrafo 6.3.6.1.7, ter indicação visível: “ ESTA CHAVE NÃO DEVE SER MANOBRADA EM
CARGA”.

Chave seccionadora sob carga


Também chamada de interruptor tripolar de média tensão, possui um dispositivo destinado a abrir e
fechar um circuito sob carga. É projetada para ser instalada em ambiente abrigado. O arco elétrico
é dissipado dentro de uma câmara e os contatos são acionados com o auxílio de molas para
acelerar a abertura e fechamento.

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TREINAMENTO - RESISTÊNCIA ÔHMICA DE CONTATO

Esse tipo de seccionadora pode, também, operar com fusíveis (fase a fase) que, quando queimam,
provocam o acionamento de um disparador (espoleta) que, por sua vez, aciona o dispositivo de
abertura da chave, seccionando o circuito.

Mecanismo de operação
Podemos definir mecanismo de operação como sendo um subconjunto que possibilita a operação
mecânica da seccionadora, quando das manobras de abertura e fechamento.
O mecanismo de operação das chaves seccionadoras possui, de forma geral, o mesmo princípio
de funcionamento e pouca variação de detalhes construtivos em razão dos vários fabricantes.
Em geral, as chaves seccionadoras de média tensão, possuem dispositivo de bloqueio
dotado de fechaduras (bloqueio KIRK), que impede a operação do mecanismo e
consequentemente a manobra da seccionadora, sem a necessária observância dos
procedimentos de segurança.

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Aplicações - Benefícios – Comparativo

Em instalações onde a chave seccionadora está localizada próxima do disjuntor (em geral
de 3 a 5m) aplica-se usualmente a seccionadora seca, visto que o próprio disjuntor desempenha a
função de proteção contra sobrecorrentes.

Nas instalações onde se dispõe o disjuntor distante da seccionadora (em geral acima de 5m),
recomenda-se a utilização de seccionadoras com fusíveis para proteção, inclusive dos cabos
condutores e, até mesmo, para melhoria da seletividade.

As chaves seccionadoras que operam sem carga são, em geral, dispostas entre disjuntores
e para isolação dos circuitos. Utiliza-se, normalmente, a chave seccionadora sob carga em
circuito de alimentação de transformadores de pequeno porte.
Inspeção - Conceito
Exame visual periódico das características principais da seccionadora em serviço, sem qualquer
espécie de desmontagem.
Este exame é geralmente feito, observando-se a conexão dos contatos e a poluição das partes
isolantes, compreendendo também as operações de lubrificação e limpeza das partes que podem
ser acessadas com a seccionadora em serviço.

As constatações feitas durante uma inspeção deverão instruir relatório técnico e podem indicar a
necessidade de manutenção preventiva e/ou corretiva.

Manutenção
As manutenções podem ser: preditiva, preventiva e corretiva

Periodicidade dos intervalos de inspeção e manutenção


Os intervalos entre inspeções e revisões de seccionadoras não devem ser tão longos, que
coloquem em risco sua confiabilidade e nem tão curtos que redundem em despesas e trabalhos
desnecessários. Para se determinar os períodos das inspeções e revisões periódicas
programadas, deve-se ter em vista as partes principais da seccionadora:
a) Estrutura; -Isoladores; (pontos de sobreaquecimento)
b) Contatos fixos e móveis;
c) Mecanismo de operação; (área de fechamentos dos contatos)
d) bloqueio KIRK e
e) Intertravamentos (micro switch – atuação com disjuntor de media ou sinalização)

Os períodos das inspeções e revisões comumente estabelecidos conforme as instruções do


fabricante e a experiência adquirida pelo usuário da seccionadora.
Os intervalos estabelecidos pelo número de manobras podem ser variáveis, uma vez que o número
de operações, em geral, depende de fatores muitas vezes aleatórios. Independentemente do
critério adotado, recomenda-se a intervenção técnica sempre que se verificar a ocorrência de curto-
circuito.

Equipamento alvo
Há uma tendência natural das equipes técnicas em identificar como alvo da manutenção
equipamentos frequentemente manobrados, pois, tendem a apresentar maior desgaste mecânico e
dos contatos. Assim como os disjuntores por estarem em repouso e sem manutenção durante
um longo período, também estão sujeitas às seguintes situações:
1) Emperramento do mecanismo de operação devido a:
- Acúmulo de poeira;

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TREINAMENTO - RESISTÊNCIA ÔHMICA DE CONTATO

- Umidade;
- Fadiga das molas;
- Lubrificação ressecada;
- Acionamento travado
2) Oxidação dos contatos ocasionando aumento em sua resistência ôhmica.
3) Baixa isolação provocada por acúmulo de poeira e absorção de umidade.

Conclui-se, assim, que devem ser alvo de manutenções programadas tanto as seccionadoras
frequentemente manobradas como as que repousam ligadas ou não (e as de reservas). Falta de
manutenção A falta de manutenção pode acarretar desde pequenos problemas de acionamento até
a perda total de uma subestação.

Manutenção Preventiva
Parte das operações de inspeção e revisão, compreendendo a substituição de peças que tenham
atingido ou ultrapassado os limites de desgaste estabelecidos, com exceção da substituição de
peças devido a uma falha ou defeito;
Esse tipo de manutenção visa manter o funcionamento satisfatório da seccionadora e prevenir
contra possíveis ocorrências que acarretem a sua indisponibilidade.

Ensaios de rotina:
- Limpeza geral do equipamento
- Lubrificação dos pontos de articulação
- Reaperto das conexões elétricas
- Ajuste e limpeza dos contatos fixos e móveis, com ênfase na verificação de desgastes
- Lubrificação e regulagem do mecanismo de acionamento
- Inspeção e testes do circuito de sinalização (contatos auxiliares)
- Inspeção, limpeza e verificação da continuidade dos fusíveis
- Inspeção, limpeza e lubrificação do bloqueio KIRK
- Realização dos ensaios elétricos Resistência ôhmica dos contatos Resistência ôhmica da
isolação dos contatos principais
-Testes operacionais
- resistência ôhmica de contato , máximo admissível é 400 μΩ.

Não é ideal uso de graxa cobreada nos contatos com intensão de melhorar o contato, por esta
graxa com o tempo ressecar e gerar pontos de sobreaquecimento.

A resistência ôhmica de isolamento é diretamente proporcional a pressão das molas.

INSTRUÇÃO DE TRABALHO
Instrução de Trabalho – ITM 19 (resumo)
MEDIÇÃO DE RESISTÊNCIA DE CONTATO

Necessário revisar e atualizar esta instrução

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TREINAMENTO - RESISTÊNCIA ÔHMICA DE CONTATO

Anexo 1 – Resistencia ôhmica de contato conforme fabricantes.


Tabela dos principais fabricantes de disjuntores e chaves religadoras, referente à resistência
ôhmica de contato.

TABELA DE REFERENCIA PARA ENSAIOS RESISTÊNCIA ÔHMICA DE CONTATO

VALORES DE NORMA
Val Valor
Tipícos
Unid Equip or Valor
MAXIM
ENSAIO Marca/Tipo MI MAXIM
O
. . NI O
MO
1 Resistencia Ohmica de Contato µΩ DJBT Todos 300 300
2 Resistencia Ohmica de Contato µΩ SECBT Todos 400
3 Resistencia Ohmica de Contato µΩ SECMT Todos 400
4 Resistencia Ohmica de Contato µΩ SECAT Todos 400
5 Resistencia Ohmica de Contato µΩ SECAT ABB SEF 24.12.25 70
6 Resistencia Ohmica de Contato µΩ DJMT ASEA HLD 145/1200 B 200
7 Resistencia Ohmica de Contato µΩ DJMT AEG 40/200 100
8 Resistencia Ohmica de Contato µΩ DJMT AEG DKU 100
9 Resistencia Ohmica de Contato µΩ DJMT AEG DSF 200
10 Resistencia Ohmica de Contato µΩ DJMT AEG MC 5012/24 100
11 Resistencia Ohmica de Contato µΩ DJMT ALSTHOM F-219 400
12 Resistencia Ohmica de Contato µΩ DJMT ALSTHOM HJ 15-19-B 70
13 Resistencia Ohmica de Contato µΩ DJMT ALSTHOM HJ 15-19-A 250
14 Resistencia Ohmica de Contato µΩ DJMT ALSTHOM HJO 1131 250
15 Resistencia Ohmica de Contato µΩ DJMT ALSTHOM HPE 9-10 250
16 Resistencia Ohmica de Contato µΩ DJMT ALSTHOM HJO 113 300
17 Resistencia Ohmica de Contato µΩ DJMT BBC DB-20 - K400, M600, N1000 70
18 Resistencia Ohmica de Contato µΩ DJMT BBC DB-20 - K4000 80
19 Resistencia Ohmica de Contato µΩ DJMT BBC DCF 150 200
20 Resistencia Ohmica de Contato µΩ DJMT BBC DCF 180 70
21 Resistencia Ohmica de Contato µΩ DJMT BBC DCVF 170 M4 200
22 Resistencia Ohmica de Contato µΩ DJMT BBC DCVF 80 70
23 Resistencia Ohmica de Contato µΩ DJMT BBC DLF 145 60
24 Resistencia Ohmica de Contato µΩ DJMT BBC DLGF 145 60
25 Resistencia Ohmica de Contato µΩ DJMT BBC S - 20K 400 150
26 Resistencia Ohmica de Contato µΩ DJMT BBC DB 20M 400 80
27 Resistencia Ohmica de Contato µΩ DJMT BBC DLF 245N C2 60
28 Resistencia Ohmica de Contato µΩ DJMT BBC DLGF 245 NC2 60
29 Resistencia Ohmica de Contato µΩ DJMT BEGHIM - TODOS 200
30 Resistencia Ohmica de Contato µΩ DJMT COEMSA ORE 15 130
31 Resistencia Ohmica de Contato µΩ DJMT COEMSA ORE 20 130
32 Resistencia Ohmica de Contato µΩ DJMT COEMSA IOCI 24 300
33 Resistencia Ohmica de Contato µΩ DJMT DASA BNR 4 N -3 250
34 Resistencia Ohmica de Contato µΩ DJMT DELLE ALSTHOM HL 6-9 35
35 Resistencia Ohmica de Contato µΩ DJMT GALILEO IOCI 15 150
36 Resistencia Ohmica de Contato µΩ DJMT GALILEO OC 15 300
37 Resistencia Ohmica de Contato µΩ DJMT GALILEO OE 30 500
38 Resistencia Ohmica de Contato µΩ DJMT GALILEO ORE 30 500
39 Resistencia Ohmica de Contato µΩ DJMT GALILEO IAD 2145 100
40 Resistencia Ohmica de Contato µΩ DJMT GALILEO OCED 150 PL 600
41 Resistencia Ohmica de Contato µΩ DJMT GALILEO OCERF 72 250

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TREINAMENTO - RESISTÊNCIA ÔHMICA DE CONTATO

42 Resistencia Ohmica de Contato µΩ DJMT GALILEO OCEU 45 250


43 Resistencia Ohmica de Contato µΩ DJMT GALILEU OCEUB 45 250
44 Resistencia Ohmica de Contato µΩ DJMT GALILEU ORE 20 300
45 Resistencia Ohmica de Contato µΩ DJMT GALILEU IAC 4245 250
46 Resistencia Ohmica de Contato µΩ DJMT GE AM 13,8 - 5 - 7 H 60
47 Resistencia Ohmica de Contato µΩ DJMT GE AM 5 - 50 - H 4 120
48 Resistencia Ohmica de Contato µΩ DJMT GE KSO 69 - 1000 50
49 Resistencia Ohmica de Contato µΩ DJMT GE BR BTOL 100 100
50 Resistencia Ohmica de Contato µΩ DJMT GE FK 339/23/250/3 500
51 Resistencia Ohmica de Contato µΩ DJMT GE FK 399/500 300
52 Resistencia Ohmica de Contato µΩ DJMT GE FK 439/23 - 250 150
53 Resistencia Ohmica de Contato µΩ DJMT GE FLO - 14,4 - 100 - 3 100
54 Resistencia Ohmica de Contato µΩ DJMT GEC ALSTHOM HPWI 506 E 70
55 Resistencia Ohmica de Contato µΩ DJMT MAGRINI MF 60 80
56 Resistencia Ohmica de Contato µΩ DJMT MAGRINI 6 HDF 400 30
57 Resistencia Ohmica de Contato µΩ DJMT MAGRINI MFS 15 - 35 - 45 80
58 Resistencia Ohmica de Contato µΩ DJMT MAGRINI GALILEO - 24 MGE 750 60
59 Resistencia Ohmica de Contato µΩ DJMT MAGRINI MF 15 500
60 Resistencia Ohmica de Contato µΩ DJMT MAGRINI MF 25 400
61 Resistencia Ohmica de Contato µΩ DJMT MAGRINI MF 80 600
62 Resistencia Ohmica de Contato µΩ DJMT MAGRINI MFA 150 300
63 Resistencia Ohmica de Contato µΩ DJMT MAGRINI MFR 80 600
64 Resistencia Ohmica de Contato µΩ DJMT MAGRINI MFS 15 400
65 Resistencia Ohmica de Contato µΩ DJMT MARINI DAMINELLI HR 24 200
66 Resistencia Ohmica de Contato µΩ DJMT MERLIN GERIN DSE25 70
67 Resistencia Ohmica de Contato µΩ DJMT MITSUBISHI 70 SFA - 32A 30
68 Resistencia Ohmica de Contato µΩ DJMT MITSUBISHI 200 SFL - 32A 50
69 Resistencia Ohmica de Contato µΩ DJMT MITSUBISHI 200 SFM - 40A 45
70 Resistencia Ohmica de Contato µΩ DJMT MITSUBISHI 70 SFM - 32A 30
71 Resistencia Ohmica de Contato µΩ DJMT SACE B - 64F 150
72 Resistencia Ohmica de Contato µΩ DJMT SACE C 15C 250
73 Resistencia Ohmica de Contato µΩ DJMT SACE RG 15 100
74 Resistencia Ohmica de Contato µΩ DJMT SACE RN 24 -75 50
75 Resistencia Ohmica de Contato µΩ DJMT SACE RP 200
76 Resistencia Ohmica de Contato µΩ DJMT SACE RM 24 P 50 200
77 Resistencia Ohmica de Contato µΩ DJMT SACE RMS 200
78 Resistencia Ohmica de Contato µΩ DJMT SIEMENS 3AC BRA/800-201 5EU 70
79 Resistencia Ohmica de Contato µΩ DJMT SIEMENS 3AC BRA/630-500 20ER 70
80 Resistencia Ohmica de Contato µΩ DJMT SIEMENS 3AC BRA/630-500/13,8 EK 90
81 Resistencia Ohmica de Contato µΩ DJMT SIEMENS 3WE 431 100
82 Resistencia Ohmica de Contato µΩ DJMT SIEMENS 3AC - ANG/630- 350/24 HN 100
83 Resistencia Ohmica de Contato µΩ DJMT SIEMENS R 28/28B 100
84 Resistencia Ohmica de Contato µΩ DJMT SIEMENS R 28/28B / N 500
85 Resistencia Ohmica de Contato µΩ DJMT SPRECHER E SCHUCH HPFC 312M 100
86 Resistencia Ohmica de Contato µΩ DJMT SPRECHER E SCHUCH HP 306- E 70
87 Resistencia Ohmica de Contato µΩ DJMT SPRECHER E SCHUCH HPF 312 - L 100
88 Resistencia Ohmica de Contato µΩ DJMT SPRECHER E SCHUCH HPF 409 - K 100
89 Resistencia Ohmica de Contato µΩ DJMT SPRECHER E SCHUCH HPTW 306 100
90 Resistencia Ohmica de Contato µΩ DJMT SPRECHER E SCHUCH HPTW 306 - E 70
91 Resistencia Ohmica de Contato µΩ DJMT SPRECHER E SCHUCH HPTW 306 - ES 70
92 Resistencia Ohmica de Contato µΩ DJMT SPRECHER E SCHUCH HPTW 306 - F 70
93 Resistencia Ohmica de Contato µΩ DJMT SPRECHER E SCHUCH HPTW 505 - FA 70

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TREINAMENTO - RESISTÊNCIA ÔHMICA DE CONTATO

94 Resistencia Ohmica de Contato µΩ DJMT WESTINGHOUSE GO- 1 - B 200


95 Resistencia Ohmica de Contato µΩ DJMT WESTINGHOUSE CLS 500
96 Resistencia Ohmica de Contato µΩ DJMT WESTINGHOUSE ES - 108 300
97 Resistencia Ohmica de Contato µΩ DJMT WESTINGHOUSE GO- 1A 500
98 Resistencia Ohmica de Contato µΩ DJAT BROWN BOVERI ELF245NC2 70
99 Resistencia Ohmica de Contato µΩ DJAT DASA BNR 4 NE 250
100 Resistencia Ohmica de Contato µΩ DJAT DELLE ALSTHOM HPGE 9-12E 60
101 Resistencia Ohmica de Contato µΩ DJAT DELLE ALSTHOM HPGE 9-14C 60
102 Resistencia Ohmica de Contato µΩ DJAT GALILEO OCER-60 M 400
103 Resistencia Ohmica de Contato µΩ DJAT GALILEO OCER-80 250
104 Resistencia Ohmica de Contato µΩ DJAT MAGRINI MSF-15 400
105 Resistencia Ohmica de Contato µΩ DJAT
106 Resistencia Ohmica de Contato µΩ DJAT
107 Resistencia Ohmica de Contato µΩ DJAT
108 Resistencia Ohmica de Contato µΩ RELIG MC GRAW EDISON 6H bobina 25 A 33700
109 Resistencia Ohmica de Contato µΩ RELIG MC GRAW EDISON 6H bobina 35 A 20400
110 Resistencia Ohmica de Contato µΩ RELIG MC GRAW EDISON 6H bobina 50 A 12700
111 Resistencia Ohmica de Contato µΩ RELIG MC GRAW EDISON 6H bobina 70 A 8800
112 Resistencia Ohmica de Contato µΩ RELIG MC GRAW EDISON 6H bobina 100 A 4300
113 Resistencia Ohmica de Contato µΩ RELIG MC GRAW EDISON RV bobina 25 A 17300
114 Resistencia Ohmica de Contato µΩ RELIG MC GRAW EDISON RV bobina 35 A 9760
115 Resistencia Ohmica de Contato µΩ RELIG MC GRAW EDISON RV bobina 50 A 4700
116 Resistencia Ohmica de Contato µΩ RELIG MC GRAW EDISON RV bobina 70 A 2780
117 Resistencia Ohmica de Contato µΩ RELIG MC GRAW EDISON WWV bobina 100 A 1520
118 Resistencia Ohmica de Contato µΩ RELIG MC GRAW EDISON WWV bobina 140 A 1070
119 Resistencia Ohmica de Contato µΩ RELIG MC GRAW EDISON R bobina 150 A 1000
120 Resistencia Ohmica de Contato µΩ RELIG MC GRAW EDISON R bobina 160 A 950
121 Resistencia Ohmica de Contato µΩ RELIG MC GRAW EDISON VW bobina 185 A 820
122 Resistencia Ohmica de Contato µΩ RELIG MC GRAW EDISON VW bobina 225 A 740
123 Resistencia Ohmica de Contato µΩ RELIG MC GRAW EDISON VW bobina 280 A 700
124 Resistencia Ohmica de Contato µΩ RELIG
125 Resistencia Ohmica de Contato µΩ RELIG
126 Resistencia Ohmica de Contato µΩ RELIG

“Não somos o que sabemos, somos o que


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estamos dispostos a aprender.”
Impresso por Leandro, CPF 904.671.160-91 para uso pessoal e privado. Este material pode ser protegido por direitos autorais e não
pode ser reproduzido ou repassado para terceiros. 15/04/2020 09:54:05

TREINAMENTO - RESISTÊNCIA ÔHMICA DE CONTATO

BIBLIOGRAFIA:

http://gcmmel.com.br/pdf/apostila%20manutencao%20de%20subestacao.pdf
http://www.abraman.org.br/Arquivos/32/32.pdf
http://www.abraman.org.br/arquivos/34/34.pdf
http://www.engenheirosassociados.com.br/manutencao.php
http://www.dee.ufrn.br/~joao/manut/12%20-%20Cap%EDtulo%2010.pdf
http://repositorio.roca.utfpr.edu.br/jspui/bitstream/1/3474/1/CT_CEEST_XXVII_2014_12.pdf
http://monografias.poli.ufrj.br/monografias/monopoli10005170.pdf
http://www.abntcatalogo.com.br/default.aspx

Associação Brasileira de normas técnicas – Normas:


ABNT NBR 14039 Instalações elétricas de medi a tensão de 1,0 Kv a 36,2 Kv
ABNT NBR 5410 Instalação elétrica de baixa tensão
ABNT NBR IEC 60947-2 Dispositivos de manobra e comando de baixa tensão - Disjuntores
ABNT NBR IEC 60898 Disjuntores para proteção de sobrecorrentes para instalações domésticas e
similares

Instruções de trabalho:
Aguardando homologação do controle de qualidade.

Dados da apostila:
10.1 Setor: DEMEL
10.2 Treinamento: Resistência Ôhmica de contato
10.3 Objetivo: Nivelar conhecimento
10.4 Foco: Qualidade na prestação de serviços -
10.5 Elaborado por: Fabiano Villan (03/2016)
10.6 Revisado por: (00/2016)
10.7 Aprovado por: (00/2016)
10.8 Ultima revisão: (00/2016)

“Não somos o que sabemos, somos o que


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estamos dispostos a aprender.”