Você está na página 1de 2

Novo acordo ortográfico 2

“u” tônico nas formas: argui e redarguir


(tu) arguis, (ele) argui, (eles) arguem
Formas verbais terminadas em: “eem” ou “oo(s)”
Abençoo, creem, doo, enjoo, deem, magoo, perdoo, veem, voos, heroon, descreem, releem
Verbos terminados em: “guar”, “quar” e “quir”
enxaguo, enxaguas, enxagua, enxaguem, delinquo, delinque, delinquem
Segunda palavra iniciada por “h”
Anti higiênico, anti histórico, contra harmônico, macro história, sobre humano, super homem, ultra humano,
sub umano
Vogal final do prefixo diferente da vogal inicial do segundo elemento
Aero espacial, auto escola, ante ontem, anti educativo, co autor, extra escolar, infra estrutura, semi
analfabetos, co ordenar, co operar
Prefixo terminado em vogal e o segundo elemento iniciado por consoantes diferentes de “r” ou “s”
Vice rei, vice presidente, anti pedagógico, anti petismo, auto proteção, semi deus
Prefixo terminado em vogal e segundo elemento iniciado por “r” ou “s”
Anti racismo, anti religioso, anti social, contra regra, contra senso, multi secular, ultra resistente
O segundo elemento inicia-se com a mesma vogal terminada no prefixo
Anti imperialista, auto observação, contra atacar, semi interno

Subjetividade e objetividade na arte


Quando se fala em artes a primeira coisa que vem à mente são: os museus, as músicas, a literatura,
pintura, escultura, peças teatrais...
As pinturas rupestres que transmitiam ideias e emoções
O termo arte provém do vocábulo latino “ars” que significa técnica, isto quer dizer que ela não para na
externalização do interior do artista, mas objetiva levar ao telespectador uma crítica, contemplação e
conhecimento.
A arte tem como finalidade revelar a sociedade como o mundo poderia ser e não simplesmente como
ele é.
A arte apresenta três funções na sociedade, são elas: a pragmática, a naturalista e formalista.
Ao falar de arte não podemos deixar de analisar algumas características que ela apresenta, uma delas
é a estética que é de origem grega “aisthésis” significando percepção e compreensão do que é belo.
Mas, afinal o que é o belo?
Na Grécia Antiga arte era tida como uma habilidade que o indivíduo possuía. Neste caso a poesia não
foi posta como arte, visto que ela era fruto da inspiração.
Platão explicava o belo por meio da teoria das essências. Segundo o filósofo o mundo estava dividido
numa espécie de dicotomia, sendo que o belo era tudo aquilo que está no mundo das ideias, ou seja, o
imutável e uno. Por outro lado, este mundo material e sensível designa uma cópia do mundo das essências.
Aristóteles: Para o filósofo, para adquirir o belo era necessário o uso da técnica, que por sua vez,
deveria conter, ordem, simetria e grandeza.
Para que o conhecimento seja difundido por meio da arte é necessário que o observador apresente
certo esforço para compreender aquilo que será transmitido e o autor, por sua vez, apresente competências
para tal.
Alexandre Baumgarten – O belo não está apenas no objeto, mas nos olhos de quem as vê
Immanuel Kant – O belo está ligado com o prazer e com o desprazer – subjetivo – Não é cognitivo.
Georg Simmel – A obra arte é fechada em si mesma, sem a necessidade de relação com o exterior.
A arte acompanha a cultura em que ela está inserida
A arte é objetiva ou subjetiva? O belo está nas coisas em si ou nos olhos de que vê?
Música - ritmo, compasso
Fotografia – Os variados ângulos da foto
Filme – Os recursos audiovisuais

REFERENCIAS
FTD. Arte: arte e desenvolvimento. São Paulo: FTD, 2018.
FERREIRA, Irama Sonary de Oliveira. Arte: conceito, origem e função. Acesso em: 02/03/2020. Disponível em:
http://www2.ufersa.edu.br/portal/view/uploads/setores/241/texto%205.pdf
PUC. Educação para apreciações artísticas: polêmicas atuais. Acesso em: 02/03/2020. Disponível em:
https://www.maxwell.vrac.puc-rio.br/7000/7000_4.PDF
AMADIO, ITALO. Novo acordo ortográfico da língua portuguesa. São Paulo: Editora Rideel, 2009.

Você também pode gostar