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Guidorizzi solution volume 2 -

cap. 13
Física
Universidade Federal de São João del-Rei (UFSJ)
15 pag.

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CAPÍTULO 13
Exercícios 13.1

Ê ∂f ∂f ˆ ∂f ∂f
1. a) ⵜf(1, 3) ⫽ Á (1, 3), (1, 3)˜ ⫽ (2, 6) pois ⫽ 2x e ⫽ 2 y.
Ë ∂x ∂y ¯ ∂x ∂y
A reta tangente a ␥ em ␥(t0) ⫽ (1, 3) coincide com a reta tangente à curva de nível
f(x, y) ⫽ 10 em (1, 3). A equação da reta tangente a ␥ no ponto (1, 3) é

ⵜf(1, 3) · [(x, y) ⫺ (1, 3)] ⫽ 0

(2, 6) · (x ⫺ 1, y ⫺ 3) ⫽ 0

2(x ⫺ 1) ⫹ 6(y ⫺ 3) ⫽ 0 ou 2x ⫹ 6y ⫺ 20 ⫽ 0 ou

x 10
y ⫽⫺ ⫹ .
3 3

Em notação vetorial (o vetor (⫺6, 2) é perpendicular a ⵜf(1, 3) ⫽ (2, 6), logo é paralelo a
␥⬘(t0)):

(x, y) ⫽ (1, 3) ⫹ ␭(⫺6, 2) ␭ 僆 ⺢.

b) Seja ␥(t) ⫽ (x(t), y(t)), satisfazendo

[x(t)]2 ⫹ [y(t)]2 ⫽ 10, ou seja,


2 2
Ê x (t ) ˆ Ê y( t ) ˆ
Á ˜ ⫹Á ˜ ⫽ 1.
Ë 10 ¯ Ë 10 ¯

x (t )
Logo ⫽ sen t, x(t) ⫽ 10 sen t,
10
y( t )
⫽ cos t e y(t) ⫽ 10 cos t. Assim,
10

␥(t) ⫽ ( 10 sen t, 10 cos t).

2. Seja f(x, y) ⫽ xy ⫺ 10.


Ê ∂f ∂f ˆ ∂f ∂f
ⵜ f (2, 5) ⫽ Á (2, 5), (2, 5)˜ ⫽ (5, 2), pois ⫽y e ⫽ x.
Ë ∂x ∂y ¯ ∂x ∂y

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Reta tangente em notação vetorial (o vetor (⫺2, 5) é perpendicular ao vetor ⵜf ⫽ (5, 2);
logo, o vetor (⫺2, 5) é paralelo à reta tangente):
(x, y) ⫽ (2, 5) ⫹ ␭(⫺2, 5) ␭ 僆 ⺢.
Reta normal em notação vetorial (o ⵜf ⫽ (5, 2) é um vetor normal à curva de nível de f
que passa por (2, 5)).

(x, y) ⫽ (2, 5) ⫹ ␭ (5, 2).

3.
Ê ∂f ∂f ˆ ∂f ∂f
a) ⵜ f ⫽ Á (1, 2), (1, 2)˜ ⫽ ( 4, 2) pois ⫽ 2 x⫹ y e ⫽ x ⫹ 2 y ⫺ 3.
Ë ∂x ∂y ¯ ∂x ∂y

Reta tangente:
(x, y) ⫽ (1, 2) ⫹ ␭(⫺2, 4) ␭ 僆 ⺢ (em notação vetorial)
ou

ⵜf · [(x, y) ⫺ (1, 2)] ⫽ 0,


(4, 2) · (x ⫺ 1, y ⫺ 2) ⫽ 0,
4(x ⫺ 1) ⫹ 2(y ⫺ 2) ⫽ 0,
4x ⫺ 4 ⫹ 2y ⫺ 4 ⫽ 0 e, portanto, y ⫹ 2x ⫺ 4 ⫽ 0.

b) Sendo f(x, y) ⫽ e2x ⫺ y ⫹ 2x ⫹ 2y, temos

f Ê , 1ˆ ⫽ 4 e
1
Ë2 ¯
Ê ∂f Ê 1 ˆ ∂f Ê 1 ˆ ˆ
ⵜ f Ê , 1ˆ ⫽ Á
1
, 1 ⫽ ( 4, 1), pois ∂f ⫽ 2e 2 x ⫺ y ⫹ 2 e
Ë 2 ¯ Ë ∂x Ë 2 ¯ ∂y Ë 2 ¯ ˜¯
,1 ,
∂x
∂f
⫽⫺e 2 x ⫺ y ⫹ 2.
∂y

Reta tangente:

ⵜ f ( , 1) ◊ ÈÍ( x, y) ⫺ ( , 1)ùú ⫽ 0
1 1
2 Î 2 û

( 4, 1) ◊ Ê x ⫺ , y ⫺ 1ˆ ⫽ 0
1
Ë 2 ¯
4x ⫺ 2 ⫹ y ⫺ 1 ⫽ 0 ou seja, y ⫽ ⫺ 4x ⫹ 3.

∂F
( x 0 , y0 )
4. ⫺ ∂x 4x 2x
⫽⫺ 0 ⫽⫺ 0 (é o coeficiente angular da reta tangente à elipse).
∂F 2 y0 y0
( x 0 , y0 )
∂y
2x ⫹ y ⫽ 5 Þ y ⫽ ⫺2x ⫹ 5 (⫺2 é o coeficiente angular da reta paralela).
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Logo:

2 x0
⫺ ⫽⫺2 Þ x 0 ⫽ y0
y0

(x0, y0) 僆 elipse Þ 2 x 02 ⫹ x 02 ⫽ 3 Þ x0 ⫽ ⫾ 1 Þ y0 ⫽ ⫾ 1.

Reta tangente que passa por (1, 1):


ⵜf(1, 1) · [(x, y) ⫺ (1, 1)] ⫽ 0
(4, 2) · (x ⫺ 1, y ⫺ 1) ⫽ 0
4x ⫺ 4 ⫹ 2y ⫺ 2 ⫽ 0 ou seja, y ⫽ ⫺2x ⫹ 3.
Reta tangente por (⫺1, ⫺1):
ⵜf (⫺1, 1) · [(x, y) ⫺ (⫺1, ⫺1)] ⫽ 0
(4, 2) · (x ⫹ 1, y ⫹ 1) ⫽ 0
4x ⫹ 4 ⫹ 2y ⫹ 2 ⫽ 0 ou seja, y ⫽ ⫺2x ⫺ 3.

∂F
( x 0 , y0 )
5. ⫺ ∂x 2 x ⫹ y0
⫽⫺ 0 (coeficiente angular da reta tangente).
∂F 2 y0 ⫹ x 0
( x 0 , y0 )
∂y
4 17
4x ⫹ 5y ⫽ 17 Þ 5y ⫽ ⫺4x ⫹ 17 Þ y ⫽ ⫺ x ⫹
5 5
4
(coeficiente angular da reta paralela: ⫺ ).
5

Então: ⫺ 2 x 0 ⫹ y0 ⫽⫺ 4
2 y0 ⫹ x 0 5
10x0 ⫹ 5y0 ⫽ 8y0 ⫹ 4x0 Þ 6x0 ⫽ 3y0 Þ y0 ⫽ 2x0.

(x0, y0) ⫽ (x0, 2x0) 僆 curva Þ 4 x 02 ⫹ 2 x 02 ⫹ x 02 ⫽ 7 Þ x0 ⫽ ⫾1 e


y0 ⫽ ⫾2.
Reta tangente à curva em (1, 2):
ⵜf(1, 2) · [(x, y) ⫺ (1, 2)] ⫽ 0, ou seja,

4 14
y ⫽⫺ x⫹ .
5 5
Reta tangente à curva em (⫺1, ⫺2):

ⵜf(⫺1, ⫺2) · [(x, y) ⫺ (⫺1, ⫺2)] ⫽ 0, ou seja,

4 14
y ⫽⫺ x⫺ .
5 5

∂f ∂f
6. a) 3 ⫹2 ⫽ 0.
∂x ∂y
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Sendo f(x, y) uma solução da equação a derivadas parciais, para todo (x, y) 僆 ⺢2,
segue:

∂f ∂f
3 ( x, y) ⫹ 2 ( x, y) ⫽ 0
∂x ∂y
ou (3, 2) · ⵜf(x, y) ⫽ 0.
Então, para todo (x, y) ,ⵜf(x, y) é perpendicular ao vetor (3, 2). Como ⵜf(x, y) é
perpendicular, em (x, y), à curva de nível de f que passa por (3, 2), então as curvas de
nível de f são retas paralelas a (3, 2). Assim f é constante sobre cada reta paralela ao vetor
(3, 2). Logo f(x, y) ⫽ f(0, m). Temos

y⫺m 2 3y ⫺ 2 x
⫽ ou m ⫽ .
x ⫺0 3 3

Assim, f(x, y) ⫽ f Ê 0,
3y ⫺ 2 x ˆ .
Ë 3 ¯

Tomando-se ␸(u) ⫽ f Ê 0, u ˆ , resulta que f(x, y) ⫽ ␸(3y ⫺ 2x), onde ␸: ⺢ 씮 ⺢ é


Ë 3¯
função derivável, é solução de 6.a.
Assim, e3y⫺2x, sen(3y ⫺ 2x) etc. são soluções de 6.a.

∂¶ ∂¶ ∂¶ ∂¶
b) ⫺ ⫽0 Þ ( x, y) ⫺ ( x , y ) ⫽ 0.
∂x ∂y ∂x ∂x

Analogamente a a:
(1, ⫺1) · ⵜf(x, y) ⫽ 0
f(x, y) ⫽ f(0, m)
y⫺m
⫽⫺ 0 Þ m ⫽ x ⫹ y
x ⫺0
f(x, y) ⫽ f(0, x ⫹ y).
Tomando-se ␸(u) ⫽ f(0, u) Þ f(x, y) ⫽ ␸(x ⫹ y) onde ␸: ⺢ 씮 ⺢ é derivável, é solução
de 6.b.
Assim, ex⫹y, sen (x ⫹ y) etc. são soluções de 6.b.
∂¶ ∂¶
c) ∂¶ ⫹ ∂¶ ⫽ 0 . Como f(x, y) é solução de ( x, y) ⫹ ( x, y) ⫽ 0
∂x ∂y ∂x ∂y

ⵜf(x, y) · (1, 1) ⫽ 0.
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y⫺m
f(x, y) ⫽ f(0, m) onde ⫽1 , m⫽y⫺x
x ⫺0

␸(u) ⫽ f(0, u) Þ f(x, y) ⫽ ␸(y ⫺ x) é solução de 6.c.


Assim, ey⫺x, sen (y ⫺ x) etc. são soluções de 6.c.

∂¶ ∂¶
d) y ⫺x ⫽0
∂x ∂y
ⵜf (x, y) (y, ⫺x) ⫽ 0
(y, ⫺x) é vetor tangente, em (x, y), à circunferência de centro na origem e que passa por
este ponto. Assim, f(x, y) deve ser constante sobre tais circunferências, logo,
f(x, y) ⫽ ␸(x2 ⫹ y2), com ␸(u) diferenciável, é a solução da equação dada.
2 2
Assim, e x ⫹ y , sen (x2 ⫹ y2) etc. são soluções de 6.d.

∂f ∂f
7. z ⫽ f(x, y) ⫽ ␸(x ⫹ y), com ␸(u) derivável, satisfaz à condição ⫽ .
∂x ∂y

Seja ␸(u) ⫽ au2 ⫹ bu ⫹ c. Temos


␸(1 ⫹ 1) ⫽ ␸(2) ⫽ 3 Þ 4a ⫹ 2b ⫹ c ⫽ 3,
␸(0 ⫹ 0) ⫽ ␸(0) ⫽ 1 Þ c ⫽ 1,
␸(0 ⫹ 1) ⫽ ␸(1) ⫽ 2 Þ a ⫹ b ⫹ c ⫽ 2.
Então a ⫽ 0, b ⫽ 1, c ⫽ 1 e (u) ⫽ u ⫹ 1.
Assim ␸(x ⫹ y) ⫽ x ⫹ y ⫹ 1 e, portanto, f(x, y) ⫽ x ⫹ y ⫹ 1 atende às condições
propostas.
∂f ∂f
8. z ⫽ f (x, y) ⫽ ␸(u) ⫽ ␸(2x ⫹ y) satisfaz ⫽2 .
∂x ∂y
Para que o gráfico de f contenha a imagem de
y(t) ⫽ (t, t, t2), t 僆 ⺢, é preciso que ␸ (3t ) ⫽ t 2
123
␸ (2t ⫹ t )
[x ⫽ t, y ⫽ t , z ⫽ f(x, y) ⫽ t2].
u2
Assim ␸(u) ⫽ .
9
1
A função f(x, y) ⫽ (2x ⫹ y)2 resolve o problema.
9
9. Seja F(x, y) ⫽ x2 ⫹ 2y2.
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Vamos determinar ␥(t) ⫽ (x(t), y(t)) que intercepte ortogonalmente F(x, y) ⫽ c. Devemos
ter ␥⬘(t) ⫽ ⵜF(␥(t)). Temos

␥⬘(t ) ⫽ Ê
dx dy ˆ dx dy
, . Então ⫽ 2x e ⫽ 4 y.
Ë dt dt ¯ dt dt

Segue que x ⫽ k1 e2t e y ⫽ k2 e4t.

␥(0) ⫽ (1, 2) e ␥(0) ⫽ (k1, k2). Logo, k1 ⫽ 1 e k2 ⫽2.

Portanto, ␥(t) ⫽ (e2t, 2e4t) intercepta ortogonalmente todas as curvas da família x2 ⫹ 2y2 ⫽ c
e passa por (1, 2).

10. Seja F(x, y) ⫽ xy.

A função y ⫽ y(x) deve interceptar ortogonalmente as curvas da família xy ⫽ c, com


∂F
∂y
x ⬎ 0 e y ⬎ 0. O coeficiente angular da direção determinada pelo vetor ⵜF é . Então
∂F
∂x
∂F
dy ∂y , ou seja,

dx ∂F
∂x
dy x . Temos xdx ⫽ y dy e daí y2 ⫽ x2 ⫹ c.

dx y

a) y(1) ⫽ 1 Þ c ⫽ 0. Logo,
y ⫽ x.

b) y(1) ⫽ 2 Þ 4 ⫽ 1 ⫹ c Þ c ⫽ 3. Daí
y2 ⫽ x2 ⫹ 3 e, portanto,
y ⫽ x2 ⫹ 3.

Exercícios 13.2

1. a) F(x, y, z) ⫽ x2 ⫹ 3y2 ⫹ 4z2 ⫺ 8. Temos

Ê ∂F ∂F ∂F ˆ
ⵜF( x, y, z ) ⫽ Á , , ˜ ⫽ (2 x, 6 y, 8z ) e daí
Ë ∂x ∂y ∂z ¯
ⵜF(1, ⫺1, 1) ⫽ (2, ⫺6, 8).
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Plano tangente em (1, ⫺1, 1):

ⵜF(1, ⫺1, 1) · [(x, y, z) ⫺ (1, ⫺1, 1)] ⫽ 0, ou seja,

x ⫺ 3y ⫹ 4z ⫽ 8.

Reta normal em (1, ⫺1, 1):

(x, y, z) ⫽ (1, ⫺1, 1) ⫹ ␭(2, ⫺6, 8) ␭ 僆 ⺢.

b) F(x, y, z) ⫽ 2xyz ⫺ 3. Temos


Ê ∂F ∂F ∂F ˆ
ⵜF( x, y, z ) ⫽ Á , , ˜ ⫽ (2 yz, 2 xz, 2 xy) e daí
Ë ∂x ∂y ∂z ¯
1
ⵜF( , 1, 3) ⫽ (6, 3, 1) .
2
1
Plano tangente em ( , 1, 3) :
2
1 1
ⵜF( , 1, 3) ◊ [( x, y, z ) ⫺ ( , 1, 3)] ⫽ 0 , ou seja,
2 2

6x ⫹ 3y ⫹ z ⫽ 9.

1
Reta normal em ( , 1, 3):
2

1
( x, y, z ) ⫽ ( , 1, 3) ⫹ ␭(6, 3, 1), ␭ 僆 ⺢.
2

c) F(x, y, z) ⫽ z ex⫺y ⫹ z3 ⫺ 2.

Ê ∂F ∂F ∂F ˆ x⫺y , ⫺ze x⫺y , e x⫺y ⫹ 3z 2 ) e daí


ⵜF( x, y, z ) ⫽ Á , , ˜ ⫽ ( ze
Ë ∂x ∂y ∂z ¯
ⵜF(2, 2, 1) ⫽ (1, ⫺1, 4).

Plano tangente em (2, 2, 1):

ⵜF(2, 2, 1) · [(x, y, z) ⫺ (2, 2, 1)] ⫽ 0, ou seja,

x ⫺ y ⫹ 4z ⫽ 4.

Reta normal em (2, 2, 1):

(x, y, z) ⫽ (2, 2, 1) ⫹ ␭(1, ⫺1, 4 ), ␭ 僆 ⺢.

2. F(x, y) ⫽ x3 ⫹ y3 ⫹ z3 ⫺ 10 Þ ⵜF(x, y, z) ⫽ (3x2, 3y2, 3z2).


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z ⫽ f(x, y) ⫽ 3 10 ⫺ x 3 ⫺ y3 e
z ⫽ f(1, 1) ⫽ 3 8 ⫽ 2.

Plano tangente em (1, 1, f(1, 1)) ⫽ (1, 1, 2):

ⵜF(1, 1, 2) · [(x, y, z) ⫺ (1, 1, 2)] ⫽ 0, ou seja,

x ⫹ y ⫹ 4z ⫽ 10.

11
3. Seja F(x, y, z) ⫽ x2 ⫹ 3y2 ⫹ 2z2 ⫺ . Temos
6
ⵜF (x, y, z) ⫽ (2x, 6y, 4z).
Seja (x0, y0, z0) o ponto de tangência. Logo:

11
x 02 ⫹ 3 y02 ⫹ 2 z02 ⫽ .
6
Da condição de paralelismo:
ⵜF (x0, y0, z0) ⫽ ␭(1, 1, 1) (ortogonal ao plano x ⫹ y ⫹ z ⫽ 10).
Portanto:
␭ ␭ ␭
2x0 ⫽ ␭, 6y0 ⫽ ␭, 4z0 ⫽ ␭, ou seja, x 0 ⫽ , y0 ⫽ e z0 ⫽ .
2 6 4
Substituindo na equação, temos
2 2 2
Ê ␭ˆ Ê ␭ˆ Ê ␭ˆ 11
Ë 2¯
⫹3
Ë 6¯
⫹2
Ë 4¯
⫽ e, portanto, ␭2 ⫽ 4, ou seja, ␭ ⫽ ⫾ 2. Assim, os pontos
6
Ê 1 1ˆ Ê 1 1ˆ
de tangência são Ë1, , ¯ e Ë⫺1, ⫺ , ⫺ ¯ .
3 2 3 2

1 1
Plano tangente em (1, , ):
3 2
1 1 1 1
ⵜF(1, , ) [( x, y, z ) ⫺ (1, , )] ⫽ 0, ou seja,
3 2 3 2
11
x⫹ y⫹ z⫽ .
6

1 1
Plano tangente em (⫺1, ⫺ , ⫺ ) :
3 2
1 1 1 1
ⵜF(⫺1, ⫺ , ⫺ ) [( x, y, z ) ⫺ (⫺1, ⫺ , ⫺ )] ⫽ 0
3 2 3 2
11
ou seja, x ⫹ y ⫹ z ⫽⫺ .
6

4. F(x, y, z) ⫽ x2 ⫹ y2 ⫹ z2 ⫺ 1.
109

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ⵜF (x, y, z) ⫽ 2x, 2y, 2z) e daí
1 1 2
ⵜF( , , ) ⫽ (1, 1, 2 ).
2 2 2
1 1 2 1 1 2
ⵜF( , , ) ◊ [( x, y, z ) ⫺ ( , , )] ⫽ 0, ou seja,
2 2 2 2 2 2
x⫹y⫹ 2 z ⫽ 2 é a equação do plano tangente.

5. F(x, y, z) ⫽ x2 ⫹ y2 ⫹ z2 ⫽ 3 e
G(x, y, z) ⫽ x2 ⫹ 3y2 ⫺ z2 ⫽ 3.

Para todo t no domínio de ␥ tem-se


F(␥(t) ⫽ 3 e G(␥(t)) ⫽ 3, pois a imagem de ␥ está contida nas superfícies
F(x, y, z) ⫽ 3 e G(x, y, z) ⫽ 3. Segue que
ⵜF(␥(t0)) · ␥⬘(t0) ⫽ 0 e
ⵜG(␥(t0)) · ␥⬘(t0) ⫽ 0.

␥⬘(t0) é normal aos vetores ⵜF (1, 1, 1) ⫽ (2, 2, 2) e ⵜG(1, 1, 1) ⫽ (2, 6, ⫺2).

Logo ␥⬘(t0) é paralelo ao produto vetorial


r r r
i j k r r r
ⵜF(1, 1, 1) Ÿ ⵜG(1, 1, 1) ⫽ 2 2 2 ⫽⫺ 16i ⫹ 8 j ⫹ 8k .
2 6 ⫺2

A equação da reta tangente a ␥ no ponto ␥(t0) ⫽ (1, 1, 1) é

(x, y, z) ⫽ (1, 1, 1) ⫹ ␭(⫺16, 8, 8) ou

(x, y, z) ⫽ (1, 1, 1) ⫹ ␭(⫺2, 1, 1), ␭ 僆 ⺢.

6. a) F(x, y, z) ⫽ x2 ⫹ y2 ⫽ 2 e
G(x, y, z), ⫽ x2 ⫹ y2 ⫹ z2 ⫽ 3. Temos
ⵜF(1, 1, 1) ⫽ (2x, 2y, 0) ⫽ (2, 2, 0) e

ⵜG(1, 1, 1) ⫽ (2x, 2y, 2z) ⫽ (2, 2, 2).

r r r
i j k r r
ⵜF(1, 1, 1) Ÿ ⵜG(1, 1, 1) ⫽ 2 2 0 ⫽ 4i ⫺ 4 j .
2 2 2

Reta tangente:

(x, y, z) ⫽ (1, 1, 1) ⫹ ␭(1, ⫺1, 0), ␭ 僆 ⺢.

b) ÏÌ x 2 ⫹ y 2 ⫽ 22
2 2

Óx ⫹ y ⫹ z ⫽ 3 Þ z2 ⫽1 Þ z ⫽ 1 ou z ⫽⫺ 1.
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Como a curva deve passar por (1, 1, 1) vamos considerar z ⫽ 1.
2 2
Ê x (t ) ˆ Ê y( t ) ˆ
x 2 ⫹ y2 ⫽ 2 Þ Á ˜ ⫹Á ˜ ⫽ 1. Fazendo
Ë 2¯ Ë 2¯
x (t ) y( t )
⫽ sen t e ⫽ cos t temos a curva
2 2
␥ (t ) ⫽ ( 2 sen t, 2 cos t, 1).

7. a) F(x, y, z) ⫽ 4x2 ⫹ y2 ⫽ 1 e
G(x, y, z) ⫽ x ⫹ y ⫹ z ⫽ 1.

ⵜF(0, 1, 0) ⫽ (8x, 2y, 0) ⫽ (0, 2, 0) e

ⵜG(0, 1, 0) ⫽ (1, 1, 1) ⫽ ( 1, 1, 1).

r r r
i j k r r
ⵜF(0, 1, 0) Ÿ ⵜG(0, 1, 0) ⫽ 0 2 0 ⫽ 2i ⫺ 2 k .
1 1 1

Reta tangente a ␥ em ␥(t0) ⫽ (0, 1, 0):

(x, y, z) ⫽ (0, 1, 0) ⫹ ␭(1, 0, ⫺1), ␭ 僆 ⺢.

sen t
b) [2x(t)]2 ⫹ [y(t)]2 ⫽ 1 onde x (t ) ⫽ e y(t ) ⫽ cos t.
2

De x ⫹ y ⫹ z ⫽ 1 vem z(t) ⫽ 1 ⫺ x ⫺ y. Daí


sen t
z(t) ⫽ 1 ⫺ ⫺ cos t e, portanto,
2
1 1
␥ (t ) ⫽ ( sen t, cos t, 1 ⫺ sen t ⫺ cos t ).
2 2

4 8 ⫹ x 2 ⫹ y2
8. a) z ⫽ Þ zy ⫽ 4 8 ⫹ x 2 ⫹ y 2
y

Þ y4 z 4 ⫽ 8 ⫹ x 2 ⫹ y2 Þ x 2 ⫹ y 2 ⫺ y 4 z 4 ⫹ 8 ⫽ 0.
144424443
F ( x, y, z )

b) ⵜF(2, 2, 1) · [(x, y, z) ⫺ (2, 2, 1)] ⫽ 0, ou seja,


x ⫺ 7y ⫺ 16z ⫽ ⫺28.

9. ⵜF(1, 2, 3) ⵩ ⵜG(1, 2, 3) é perpendicular ao plano normal a determinar. Como


ⵜF(1, 2, 3) ⫽ (2, 4, 6) e
ⵜG (1, 2, 3) ⫽ (6, 3, 2), resulta
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r r r
i j k r r r
ⵜF(1, 2, 3) Ÿ ⵜG(1, 2, 3) ⫽ 2 4 6 ⫽⫺ 10i ⫹ 32 j ⫺ 18k .
6 3 2

(⫺10, ⫹32, ⫺18) · (x ⫺ 1, y ⫺ 2, z ⫺ 3) ⫽ 0, ou seja,

⫺5x ⫹ 16y ⫺ 9z ⫽ 0.

10. Equação do plano tangente ␣ em (x0, y0, z0):

x0(x ⫺ x0) ⫹ 2y0(y ⫺ y0) ⫹ z0(z ⫺ z0) ⫽ 0. Temos

(5, 0, 1) 僆 ␣ Þ x 02 ⫹ 2 y02 ⫹ z02 ⫺ z0 ⫺ 5 x 0 ⫽ 0,


(1, 0, 3) 僆 ␣ Þ x 02 ⫹ 2 y02 ⫹ z02 ⫺ x 0 ⫺ 3z0 ⫽ 0 e
x 02 ⫹ 2 y02 ⫹ z02 ⫽ 7.

Daí 5x0 ⫹ z0 ⫽ 7 e x0 ⫹ 3z0 ⫽ 7.


Logo x0 ⫽ 1, z0 ⫽ 2 e y0 ⫽ ⫾ 1.

Plano tangente em (1, 1, 2):


(2, 4, 4) (x ⫺ 1, y ⫺ 1, z ⫺ 2) ⫽ 0 Þ 2(x ⫺ 1) ⫹ 4(y ⫺ 1) ⫹ 4(z ⫺ 2) ⫽ 0
Þ x ⫹ 2y ⫹ 2z ⫽ 7.

Plano tangente em (1, ⫺1, 2):


2(x ⫺ 1) ⫹ 4(y ⫹ 1) ⫹ 4(z ⫺ 2) ⫽ 0 Þ x ⫺2y ⫹ 2z ⫽ 7.

Exercícios 13.4
1. a) Sejam f(x, y) ⫽ x2 ⫺ 3y2, (x0, y0) ⫽ (1, 2) e

r (2, 1) Ê 2 1 ˆ
u⫽ ⫽Á , ˜.
5 Ë 5 5¯
∂f r Ê ∂f ∂f ˆ r
r ( x 0 , y0 ) ⫽ ⵜ f ( x 0 , y0 ) ◊ u ⫽ Á ( x 0 , y0 ), ( x 0 , y0 )˜ ◊ u , ou seja,
∂u Ë ∂x ∂y ¯
∂f Ê 2 1 ˆ 4 12 ⫺8
r ( x 0 , y0 ) ⫽ (2, ⫺12) ◊ Á , ˜⫽ ⫺ ⫽ .
∂u Ë 5 5¯ 5 5 5

2 ⫺y 2 (3, 4) Ê 3 4 ˆ
b) Sejam f(x, y) ⫽ e x
r
; (x0, y0) ⫽ (1, 1) e u ⫽ ⫽ , .
5 Ë 5 5¯
∂f r Ê ∂f ∂f ˆ r
r ( x 0 , y0 ) ⫽ ⵜ f ( x 0 , y0 ) ◊ u ⫽ Á ( x 0 , y0 ), ( x 0 , y0 )˜ ◊ u e
∂u Ë ∂x ∂y ¯
2 ⫺y 2 2 ⫺y 2
ⵜ f ( x, y) ⫽ (2 xe x , ⫺2 ye x ). Então,
∂f Ê 3 4 ˆ ⫽⫺ 2 .
r (1, 1) ⫽ (2, ⫺2) ◊ ,
∂u Ë 5 5¯ 5
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2. a) f(x, y) ⫽ x2 ⫹ xy ⫹ y2 em (1, 1).
r r
ⵜf(1, 1) ⫽ (3, 3) ⫽ 3i ⫹ 3 j aponta, em (1, 1), a direção e sentido de maior crescimento
da função.
r r
⫺ⵜf(1, 1) ⫽ ⫺3i ⫺ 3 j dá a direção e sentido de maior decrescimento da função.

b) f(x, y) ⫽ ln x 2 ⫹ y 2 em (1, ⫺1).

Ê ∂f ˆ Ê x ˆ
(1, ⫺1)˜ ⫽ Á 2 0 2 , 2 0 2 ˜ ⫽ Ê , ⫺ ˆ .
∂f y 1 1
ⵜ f (1, ⫺1) ⫽ Á (1, ⫺1),
Ë ∂x ∂y ¯ Ë x 0 ⫹ y0 x 0 ⫹ y0 ¯ Ë 2 2¯
r r
i ⫺ j dá a direção e o sentido de maior crescimento e
r r
⫺i ⫹ j dá a direção e o sentido de decrescimento mais rápido.

em Ê1,

c) f(x, y) ⫽ 4 ⫺ x 2 ⫺ 2 y2 , . Temos
Ë 2¯
1 Ê 1 1 ˆ
ⵜ f (1, ) ⫽ Á⫺ ,⫺ ˜ . Assim,
2 Ë 3 3¯
⫺i ⫺ j dá a direção e o sentido de maior crescimento e
i ⫹ j dá a direção e o sentido de decrescimento mais rápido.

7. T(x, y, z) ⫽ 16 ⫺ 2x2 ⫺ y2.

␥(t) ⫽ (x(t), y(t)) e


␥⬘(t) ⫽ ⵜT (␥(t)).

␥⬘(t) ⫽ ⵜT (␥(t)) ¤ ( x˙ (t ), y˙(t )) ⫽ (⫺4 x (t ), ⫺2 y(t )) .


ẋ ⫽⫺4 x ¤ x(t) ⫽ k1e⫺4t e
ẏ ⫽⫺2y ¤ y(t) ⫽ k2e⫺2t.
De x(0) ⫽ 1 e y(0) ⫽ 2 segue k1 ⫽ 1 e k2 ⫽ 2.
Logo, x(t) ⫽ e⫺4t e y(t) ⫽ 2e⫺2t, t ⭓ 0.

9. Sejam ␥(t) ⫽ (x0 ⫹ at, y0 ⫹ bt, f(x0 ⫹ at, y0 ⫹ bt)) e (x0, y0) ⫽ (1, 2).
ⵜf (x, y) ⫽ (y, x) Þ ⵜf(1, 2) ⫽ (2, 1).

Então ␥(t) ⫽ (1 ⫹ 2t, 2 ⫹ t, f(1 ⫹ 2t, 2 ⫹ t)).

␥(0) ⫽ (1, 2, f(1, 2)) ⫽ (1, 2, 2)


∂f
␥⬘(0) ⫽ (a, b, r (1, 2)), com (a, b) unitário.
∂u
∂f r ⵜ f (1, 2)
r (1, 2) ⫽ ⵜf(1, 2) · u ⫽ (2, 1) ◊ , ou seja,
∂u 얍 ⵜ f (1, 2)얍
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∂f Ê 2 1 ˆ 4 1 5
r (1, 2) ⫽ (2, 1) ◊ Á , ˜⫽ ⫹ ⫽ ⫽ 5 . Então
∂u Ë 5 5¯ 5 5 5

␥⬘(0) ⫽ ÊÁ ˆ
2 1
, , 5 ˜.
Ë 5 5 ¯
A tangente em ␥(0) é a reta procurada:

Ê 2 1 ˆ
(x, y, z) ⫽ (1, 2, 2) ⫹ ␭ ÁË , , 5˜ ,
¯ ␭ 僆 ⺢,
5 5
ou
(x, y, z) ⫽ (1, 2, 2) ⫹ ␭(2, 1, 5).

11. ⵜf (x, y) ⫽ (8x, 2y), daí


ⵜf(1, 1) ⫽ (8, 2).
Sendo P⬘ a projeção de P sobre o plano xy, P⬘ move-se na direção e sentido de
máximo crescimento de f, ou seja, na direção do vetor ⵜf(x, y) ⫽ (8x, 2y).

dy 2 y 1
⫽ Þ ln y ⫽ ln x ⫹ k. Como y(1) ⫽ 1 temos k ⫽ 0 e y ⫽ 4 x .
dx 8 x 4
y⫽t Þ x ⫽ t4.
z ⫽ f(x(t), y(t)) ⫽ f(t4, t) ⫽ 4t8 ⫹ t2.
Logo, a parametrização para a trajetória de P é
␥(t) ⫽ (t4, t, 4t8 ⫹ t2).

14. a) T(x, y) ⫽ 40 ⫺ x2 ⫺ 2y2 e


T(3, 2) ⫽ 23.
40 ⫺ x2 ⫺ 2y2 ⫽ 23 Þ x2 ⫹ 2y2 ⫽ 17.
r r
b) ⵜT(3, 2) ⫽ (⫺2x, ⫺4y) ⫽ (⫺6, ⫺8) ⫽ ⫺6i ⫺8 j .

∂T
c) r (3, 2) ⫽ 얍 ⵜT (3, 2) 얍 ⫽ 얍 (⫺6, ⫺8) 얍 ⫽ 10.
∂u
r r
A partir do ponto (3, 2) e na direção e sentido de ⵜT (3, 2) ⫽ ⫺6i ⫺8 j , a temperatura
está aumentando a uma taxa de 10∞C por km. Caso caminhe 0,01 km nesta direção a
temperatura se elevará de 0,01 · 10 ⫽ 0,1∞C, aproximadamente.

∂f
d) r (3, 2) ⫽ ⵜT (3, 2) ◊ (0, 1) ⫽ (⫺6, ⫺8) ◊ (0, 1) ⫽⫺8.
∂j
r
Na direção j a temperatura decresce a uma taxa de 8∞C por km.
r
Caso caminhe, na direção j , 0,01 km a temperatura decrescerá 0,01 · 8 ⫽ 0,08∞C
aproximadamente.
r r r r
15. a) f(x, y, z) ⫽ xyz em (1, 1, 1) e na direção w ⫽ 2i ⫹ j ⫺ k . Temos
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r
r w 2 r 1 r 1 r
u⫽ r ⫽ i⫹ j⫺ k,
얍 w얍 6 6 6

∂f r
r (1, 1, 1) ⫽ ⵜ f (1, 1, 1) ◊ u , ou seja,
∂u
∂f Ê 2 1 1 ˆ 2 6
r (1, 1, 1) ⫽ (1, 1, 1) ◊ Á , ,⫺ ˜⫽ ⫽ .
∂u Ë 6 6 6¯ 6 3

Ê ∂f ˆ
(1, 1, 1)˜ ◊ Ê 0, , ˆ ⫽ 1,
∂f ∂f ∂f 4 3
16) r (1, 1, 1) ⫽ Á (1, 1, 1), (1, 1, 1),
∂v Ë ∂x ∂y ∂z ¯ Ë 5 5¯
Ê ∂f ˆ
(1, 1, 1)˜ ◊ Ê⫺ , , 0ˆ ⫽ 2 e
∂f ∂f ∂f 4 3
r (1, 1, 1) ⫽ Á (1, 1, 1), (1, 1, 1),
∂w Ë ∂x ∂y ∂z ¯ Ë 5 5 ¯
∂f Ê ∂f ∂f ∂f ˆ
r (1, 1, 1) ⫽ Á (1, 1, 1), (1, 1, 1), (1, 1, 1)˜ ◊ (0, 1, 0) ⫽ 0. Assim,
∂j Ë ∂x ∂y ∂z ¯
4 ∂f 3 ∂f 4 ∂f 3 ∂f ∂f
⫹ ⫽ 1; ⫺ ⫹ ⫽ 2; ⫽ 0.
5 ∂y 5 ∂z 5 ∂x 5 ∂y ∂y
∂f 5 ∂f ∂f 5
Logo, (1, 1, 1) ⫽⫺ ; (1, 1, 1) ⫽ 0; (1, 1, 1)⫽ . Então
∂x 2 ∂y ∂z 3
∂f Ê 5 5ˆ 325 5 13
r (1, 1, 1) ⫽ 얍 ⵜ f (1, 1, 1)얍 ⫽ 얍 ⫺ , 0, 얍 ⫽ ⫽ .
∂u Ë 2 3¯ 36 6

17. ⵜf(x, y) é um vetor do ⺢2.


Como u e v são dois vetores unitários e ortogonais de ⺢2, eles constituem uma base
r r

ortonormal do ⺢2.
r r
Logo ⵜf(x, y) deve ser escrito como combinação linear de u e v . Então
r r r r
ⵜf(x, y) ⫽ a u ⫹ b v onde a e b são as componentes de ⵜf(x, y) em relação à base { u , v }.
Ê ˆ r ∂f
Por outro lado, ⵜf(x, y) ⫽ Á ∂f , ∂f ˜ e ⵜf · u ⫽ r .
Ë ∂x ∂y ¯ ∂u
Fazendo o produto escalar:
r r r r r
ⵜ f ( x, y) ◊ u ⫽ a u{ ◊ u ⫹ b v{◊u ∂f
14243 (os vetores são ortogonais), logo r ( x, y) ⫽ a
∂f 얍 u얍 2 ⫽ 1 0 ∂ u
r
∂u

◊ v , logo, ∂fr ( x, y) ⫽ b.
r r r r r
ⵜ f ( x, y) ◊ v ⫽ a u{◊ v ⫹ b v{
14243
∂f 0 얍 v얍 2 ⫽ 1
∂v
r
∂v

Portanto,
∂f r ∂f r
ⵜ f ( x, y) ⫽ r ( x, y) u ⫹ r ( x, y) v .
∂u ∂v
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4
È y ù
19. f ( x, y) ⫽ Íarcsen ú . Seja g(r, ␪) ⫽ f(x, y) onde
ÍÎ x 2 ⫹ y 2 úû

x ⫽ r cos ␪ e y ⫽ r sen ␪. Temos

4
È ù
Í ú
r sen ␪
g(r, ␪ ) ⫽ Íarcsen ú ⫽␪ 4
Í r 2 cos 2 ␪ ⫹ r 2sen 2␪ ú
Í 1444 424444 3ú
Î r û

Sabemos que pelo item c do Exercício 18,


6
얍 ⵜ f ( x, y)얍 2 ⫽
1
[ 4␪ 3 ]2 ⫽ 16␪ .
r2 r2

Temos x ⫽ 1, y ⫽ 1, r cos ␪ ⫽ 1, r sen ␪ ⫽ 1, r2 ⫽ 2, r⫽ 2 e ␪⫽ . Daí
4
16␪ 6 4앚␪ 3앚 2␲ 3
얍 ⵜ f (1, 1)얍 2 ⫽ Þ 얍 ⵜ f (1, 1)얍 ⫽ Þ 얍 ⵜ f (1, 1)얍 ⫽ .
r2 r 32

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