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PERIODO REGENCIAL - 1° PARTE

01. No governo do regente Araú jo Lima (1837-1840) foi aprovada a


Lei de Interpretaçã o ao Ato Adicional. Esta lei 

a) modificava alguns pontos centrais da Constituiçã o vigente,


extinguindo o Conselho de Estado, mas conservando o Poder
Moderador e a vitaliciedade do Senado. 
b) buscava a centralizaçã o como forma de enfrentar os levantes
provinciais que ameaçavam a ordem estabelecida, limitando os
poderes das Assembleias Legislativas Provinciais. 
c) criava o Município Neutro do Rio de Janeiro, territó rio
independente da Província, como sede da administraçã o central,
propiciando a centralizaçã o política. 
d) revelava o cará ter liberal dos Regentes, suspendendo o exercício
do Poder Moderador pelo governo, eixo da centralizaçã o política no
Primeiro Reinado. 
e) restabelecia os poderes legislativos dos Conselhos Municipais,
colocando nas mã os dos conselheiros o direito de governar as
Províncias.

02. Entre as medidas liberais determinadas pelo Ato Adicional de


1834, encontra-se a 

a) instituiçã o do poder Moderador. 


b) convocaçã o de Assembléia Constituinte para elaboraçã o de novo
projeto constitucional. 
c) eleiçã o de uma Regência Trina Provisó ria em substituiçã o ao
Imperador Pedro I. 
d) criaçã o de Assembleias Legislativas Provinciais. 
e) extensã o do voto para todos os brasileiros.

03 (ESA) O Período Regencial foi agitado por freqü entes


perturbaçõ es da ordem pú blica. O fato que determinou o término
dessa fase de nossa histó ria foi o (a) :  

a) Maioridade de D. Pedro II  


b) Dia do Fico  
c) Proclamaçã o da Repú blica  
d) Guerra do Paraguai 
e) Revoluçã o Farroupilha
04. (ESA) Integrou a Regência Trina Permanente ( 1831 / 1835) 

a) Brigadeiro Luiz Alves de Lima e Silva 


b) Senador Campos Vergueiro 
c) Ministro Bernardo Pereira de Vasconcelos 
d) Deputado Brá ulio  Muniz 
e) Francisco Alves de Lima e Silva

05. (ESA) O Ato Adicional de 1834 procurou a centralizaçã o do


poder político no Brasil mediante o estabelecimento:  

a) das regências trinas   


b) da regência una  
c) da maioridade de D. Pedro  
d) do Município Neutro 
e) da Guarda Nacional

06. (ESA) O Período Regencial (1831-1840) caracterizou-se


politicamente por: 

a) estabilidade de governo 
b) instituiçã o do regime presidencialista. 
c) Gênese das idéias republicanas. 
d) Eclosã o de graves movimentos sediciosos no País 
e) instituiçã o da sede do Governo Português no País

07.  (ESA) A criaçã o da Guarda Nacional, em 1831 durante o


Governo Regencial, teve como um de seus objetivos: 

a) Apoiar o governo de D. Pedro I na consolidaçã o da


Independência. 
b) Defender a integridade das fronteiras ameaçadas de invasã o. 
c) Substituir as tropas que formavam as milícias do Exército. 
d) Conter as agitaçõ es e amotinaçõ es que perturbavam a naçã o.
e) Garantir o golpe da maioridade de D. Pedro I.

08.  (ESA) Uma das modificaçõ es constitucionais do Ato Adicional


votado em 1835 previa: 

a) a proibiçã o da imprensa em noticiar os trabalhos legislativos. 


b) que a Regência Trina fosse mantida com o referendo de eleiçõ es
populares. 
c) a decretaçã o imediata da maioridade de D. Pedro II. 
d) a inelegibilidade dos "liberais exaltados". 
e) que a Regência Trina se transformasse em Regência Una. 

09. (ESA) Um dos objetivos do grupo dos liberais exaltados da época


regencial era: 

a) a volta de D. Pedro I ao trono do Brasil. 


b) A concessã o de autonomia à s províncias. 
c) A manutençã o da ordem pú blica. 
d) A preservaçã o da Monarquia. 
e) O fim da escravidã o. 

10.  (ESA) O Período Regencial deu-se : 

a) durante a maioridade de D. Pedro II 


b) entre a abdicaçã o de D. Pedro I e 1840 
c) entre a Independência e o 2 Reinado. 
d) no início da maioridade de D. Pedro II 
e) durante o 1 Reinado

GABARITO:
01 - B | 02 - D | 03 - A | 04 - D | 05 - B | 06 - D | 07 - D | 08 - E | 09 - B | 10 - B

PERIODO REGENCIAL – 2° PARTE

01. (Uel) No governo do regente Araú jo Lima (1837-1840)


foi aprovada a Lei de Interpretaçã o ao Ato Adicional. Esta lei

a) modificava alguns pontos centrais da Constituiçã o


vigente, extinguindo o Conselho de Estado, mas
conservando o Poder Moderador e a vitaliciedade do
Senado.
b) buscava a centralizaçã o como forma de enfrentar os
levantes provinciais que ameaçavam a ordem estabelecida,
limitando os poderes das Assembléias Legislativas
Provinciais.
c) criava o Município Neutro do Rio de Janeiro, territó rio
independente da Província, como sede da administraçã o
central, propiciando a centralizaçã o política.
d) revelava o cará ter liberal dos Regentes, suspendendo o
exercício do Poder Moderador pelo governo, eixo da
centralizaçã o política no Primeiro Reinado.
e) restabelecia os poderes legislativos dos Conselhos
Municipais, colocando nas mã os dos conselheiros o direito
de governar as Províncias.

02. (Ufrn) A Guerra dos Farrapos ou Revoluçã o Farroupilha


(1835-1845) eclodiu como uma reaçã o ao(s):

a) pesados impostos cobrados pela Coroa, que diminuíam a


capacidade de concorrência dos produtos gaú chos,
especialmente do charque.
b) regime de propriedade das terras gaú chas, que favorecia
a concentraçã o da posse de latifú ndios nas mã os dos nobres
ligados à Corte.
c) intensos movimentos do exército imperial no Rio Grande
do Sul, que limitavam a atuaçã o política dos estancieiros
gaú chos.
d) sistema de representaçã o eleitoral, que excluía a
possibilidade de participaçã o política das camadas
populares da sociedade gaú cha.

03.  (Ufrs) A frase "Mui leal e valorosa", existente na


bandeira da capital do Rio Grande do Sul, foi uma
homenagem ao fato de que a administraçã o de Porto Alegre
a) representou a corte do Rio de Janeiro durante a maior
parte do movimento dos farrapos.
b) ocupou terras no extremo sul do Brasil, em nome do rei
de Portugal.
c) comandou as tropas nas lutas com os vizinhos platinos,
nas guerras de demarcaçõ es de fronteiras.
d) conquistou, para a cidade, a condiçã o de ponto mais
importante da política externa do Império do Brasil.
e) planejou a operaçã o militar que culminou na destruiçã o
dos Sete Povos das Missõ es.

04. (Fgv) Associe os fatos político-militares do Primeiro


Reinado e da Regência brasileira a seguir, com suas
localizaçõ es:

Coluna A
1 - Balaiada
2 - Cabanagem
3 - Ato Adicional
4 - Sabinada
5 - Confederaçã o do Equador

Coluna B
I - Pará
II - Bahia
III - Maranhã o
IV - Pernambuco
V - Rio de Janeiro

Escolha a alternativa que tem a associaçã o correta:


a) 1 - III; 2 - I; 3 - V; 4 - II; 5 - IV;
b) 1 - II; 2 - V; 3 - II; 4 - I; 5 - V;
c) 1 - III; 2 - II; 3 - V; 4 - IV; 5 - I;
d) 1 - IV; 2 - I; 3 - V; 4 - III; 5 - II;
e) 1 - V; 2 - III; 3 - IV; 4 - II; 5 – I;

05. (Fuvest) No Brasil, tanto no Primeiro Reinado, quanto


no período regencial,
a) aconteceram reformas políticas que tinham por objetivo a
democratizaçã o do poder.
b) ocorreram embates entre portugueses e brasileiros que
chegaram a pô r em perigo a independência.
c) disseminaram-se as idéias republicanas até a constituiçã o
de um partido político.
d) mantiveram-se as mesmas estruturas institucionais do
período colonial.
e) houve tentativas de separaçã o das províncias que
puseram em perigo a unidade nacional.

06. (Fuvest) "Sabinada" na Bahia, "Balaiada" no Maranhã o e


"Farroupilha" no Rio Grande do Sul foram algumas das lutas
que ocorreram no Brasil em um período caracterizado
a) por um regime centralizado na figura do imperador,
impedindo a constituiçã o de partidos políticos e
transformaçõ es sociais na estrutura agrá ria.
b) pelo estabelecimento de um sistema moná rquico
descentralizado, o qual delegou à s Províncias o
encaminhamento da "questã o servil".
c) por mudanças na organizaçã o partidá ria, o que facilitava
o federalismo, e por transformaçõ es na estrutura fundiá ria
de base escravista.
d) por uma fase de transiçã o política, decorrente da
abdicaçã o de Dom Pedro I, fortemente marcada por um
surto de industrializaçã o, estimulado pelo Estado.
e) pela redefiniçã o do poder moná rquico e pela formaçã o
dos partidos políticos, sem que se alterassem as estruturas
sociais e econô micas estabelecidas.

07. (Unesp) "Mais importante, o país é abalado por choques


de extrema gravidade; nã o mais os motins... mas
verdadeiros movimentos revolucioná rios, com intensa
participaçã o popular, põ em em jogo a ordem interna e
ameaçam a unidade nacional. Em nenhum outro momento
há tantos episó dios, em vá rios pontos do país, contando com
a presença da massa no que ela tem de mais humilde,
desfavorecido. Daí as notá veis conflagraçõ es verificadas no
Pará , no Maranhã o, em Pernambuco, na Bahia, no Rio
Grande do Sul."
                        (Francisco Iglésias, "BRASIL, SOCIEDADE
DEMOCRÁ TICA".)

Este texto refere-se ao período:


a) da Guerra da Independência.
b) da Revoluçã o de 1930.
c) agitado da Regência.
d) das Revoltas Tenentistas.
e) da Proclamaçã o da Repú blica.

08. (Faap) Iniciado por holandeses e ingleses, o


povoamento consolida-se com os portugueses. Em 1835, é
palco do movimento popular da Cabanagem. A economia
fica estagnada até o fim do século XIX. O crescimento é
retomado com o ciclo da borracha e continua com a
produçã o de madeira e castanha.
a) Paraíba
b) Paraná
c) Mato Grosso do Sul
d) Pará
e) Minas Gerais

09. (Faap) A Guarda Nacional foi organizada por:


a) José Bonifá cio para consolidar a Independência
b) Feijó para garantia e ordem interna durante a Regência
c) Caxias como apoio à açã o centralizadora no II Império
d) Floriano Peixoto para obstar as tendências
descentralizadoras
e) Rui Barbosa, quando candidato à Presidência da
Repú blica

10. (Mackenzie) Do ponto de vista político podemos


considerar o período regencial como:
a) uma época conturbada politicamente, embora sem lutas
separatistas que comprometessem a unidade do país.
b) um período em que as reivindicaçõ es populares, como
direito de voto, aboliçã o da escravidã o e descentralizaçã o
política foram amplamente atendidas.
c) uma transiçã o para o regime republicano que se instalou
no país a partir de 1840.
d) uma fase extremamente agitada com crises e revoltas em
vá rias províncias, geradas pelas contradiçõ es das elites,
classe média e camadas populares.
e) uma etapa marcada pela estabilidade política, já que a
oposiçã o ao imperador Pedro I aproximou os vá rios
segmentos sociais, facilitando as alianças na regência.

11. (Fuvest) O período regencial foi politicamente marcado


pela aprovaçã o do Ato Adicional que:
a) criou o Conselho de Estado.
b) implantou a Guarda Nacional.
c) transformou a Regência Trina em Regência Una.
d) extinguiu as Assembléias Legislativas Provinciais.
e) eliminou a vitaliciedade do Senado.

12. (Cesgranrio) O período regencial brasileiro


(1831/1840) foi marcado por revoltas em quase todas as
províncias do Império, em meio à s lutas políticas entre os
membros da classe dominante.  Uma das tentativas de
superaçã o desses conflitos foi a aprovaçã o, pelo Parlamento,
do Ato Adicional de 1834, que se caracterizava por:
a) substituir a Regência Una pela Regência Trina.
b) fortalecer o Legislativo e o Judiciá rio.
c) conceder menor autonomia à s Províncias.
d) extinguir os Conselhos Provinciais.
e) estimular o desenvolvimento econô mico regional.

13. (Cesgranrio) "O período regencial que se iniciou em


1831 teve no Ato Adicional de 1834 um alento de abertura e
um ensaio de um regime menos centralizado. Para os
monarquistas conservadores, a Regência foi uma
'verdadeira' repú blica, que mostrou sua ineficiência. Tal
período é caracterizado como sendo de CRISE."
Segundo o texto, pode-se dizer que a crise ocorreu porque:
a) a descentralizaçã o era um desejo antigo dos
conservadores.
b) a centralizaçã o "encarnava" bem o espírito republicano.
c) a partilha do poder nã o se coadunava com o espírito
republicano.
d) a descentralizaçã o provocou a reaçã o dos meios
conservadores.
e) a descentralizaçã o se opunha aos princípios liberais.

14. (Unirio) O período regencial (1831 -1840) foi marcado,


na histó ria do Império brasileiro, por grave instabilidade
política, como se observa no(a):
a) reforço da política centralizadora que permitiu o fim das
rebeliõ es provinciais.
b) envolvimento do Império em confronto com os países
platinos.
c) cará ter restaurador de diversas revoluçõ es como a
Farroupilha.
d) vitó ria do movimento regressista, que levou à revisã o do
Ato Adicional.
e) oposiçã o dos setores liberais à s reformas implantadas
pelo Ato Adicional.

15. (Uff) Por ser o herdeiro de menor idade, a abdicaçã o de


D. Pedro I, em 1831, resultou na formaçã o de governos
regenciais que, até 1840, enfrentaram inú meras
dificuldades para manter a integridade territorial do
Império.  Entre as vá rias rebeliõ es irrompidas nas
províncias, a ocorrida no Maranhã o notabilizou-se pela
diversidade social dos insurgentes, entre os quais nã o
faltaram escravos a quilombolas.
A revolta mencionada denomina-se:
a) Cabanagem
b) Balaiada
c) Farroupilha
d) Revolta dos Malês
e) Praieira

RESPOSTAS
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