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Sistema de ensino á distância

Licenciatura em Pedagogia

ELAINE GOMES DE PAULA

CULTURA E A ARTE NO COTIDIANO ESCOLAR

SÃO BERNARDO DO CAMPO - SP

2020
ELAINE GOMES DE PAULA

CULTURA E A ARTE NO COTIDIANO ESCOLAR

Trabalho de conclusão de curso apresentado á


Faculdade Anhanguera de São Bernardo do Campo,
como requisito de Licenciatura em Pedagogia

Orientador (a): Janilce Meire Gomes Muniz

SÃO BERNARDO DO CAMPO – SP

2020
Introdução
Este trabalho tem por finalidade apresentar uma reflexão sobre o ensino da arte, mostrando
como ela é importante na formação da criança, juntamente como os outros componentes
curriculares, pois a disciplina arte é relevante em seu processo de formação.
Nas aulas de arte os professores, não precisam visar formação de pintores, escultores etc., mas
devem buscar ampliar o conhecimento e a sensibilidade dos alunos tornado- os indivíduos
criativos e dinâmicos inserindo- os assim no contexto da sociedade.
Realizarei um plano de aula do ensino fundamental visando mostrar sobre a importância do
ensino de artes dentro da sala de aula, tendo como objetivo conhecer a importância e a
valorização do ensino de artes no cotidiano escolar, pois a arte é uma qualidade para exercitar
nossas habilidades e estimular a nossa produção, a nossa apreciação e nossa contextualização
por isso ela deve ser não apenas exigida, mas também definida como uma matéria, uma
disciplina igual às outras no currículo das escolas, como a matemática, a história etc., Nesse
sentido, vemos que a arte tem e é usada em sua história, uma linguagem e um domínio e que
se constitui, portanto num campo de estudos específicos e não apenas mera atividade.
Retratarei uma reflexão sobre o porquê ensinar artes nas escolas, sobre qual a melhor maneira
de ensinar arte na sala de aula e sobre o ensino da arte nas escolas de forma
descontextualizada, e de que forma o professor pode trabalhar para que o aluno entenda a
importância desse segmento em sua vida, assim o professor possa ajudar no encontro de
novas possibilidades para o ensino da arte dentro da sala de aula, pois este papel principal no
processo de aprendizagem da criança, onde promove atividades instigantes aos alunos, além
do mais o professor têm um papel fundamental nesse momento, pois é ele quem enriquece as
aulas com atividades criativas, educativas que irão despertar o senso critico e o
desenvolvimento cognitivo dos alunos.

Ressaltarei a importância de a criança aprender brincando de forma lúdica e como estas


atividades irão influenciar no conhecimento e aprendizado já existente do aluno, facilitando
na compreensão de certos conhecimentos, através de jogos e brincadeiras fazendo com que
esse aluno crie laços de amizades, afeto, companheirismo, trabalho em equipe, solidariedade,
companheirismo, solidariedade e respeito, pois viver o lúdico dentro da escola é despertar
uma forma de descoberta para o mundo. O lúdico facilitará para que o professor use a
metodologia no momento adequado na busca de seus objetivos
Compreender que o lúdico é uma forma de estratégia para ser usada como estimulo na
construção do conhecimento humano Friedman (1996, p. 41) considera que;

Os jogos lúdicos permitem uma situação educativa cooperativa e interacional, ou seja,


quando alguém está jogando está executando regras do jogo ao mesmo tempo,
desenvolvendo ações de cooperação e integração que estimulam a vivência do grupo.
Abordarei também a importância da música no cotidiano escolar, as diversas forma e maneira
de se trabalhar com a música em artes e de que maneira escolher os repertórios.

A ludicidade é a capacidade de ensinar e de aprender através de brincadeiras tornando


as aulas prazerosas, através das brincadeiras as crianças podem ter acesso, ou seja,
conhecer outras culturas e vai adquirindo elementos que contribuirão para a formação
de sua personalidade, facilitando assim uma aprendizagem prazerosa.
Desenvolvimento
Nesta atividade trabalharei com os alunos do 2°ano do Colégio Externato Tiradentes os
seguintes conteúdos: Produções artísticas de diferente linguagem com a temática “CHUVA”,
elementos das artes visuais (ponto, linha, ritmo e movimento), sons do corpo, instrumentos
musicais e objetos sonoros, além disso, abordei com a turma planejamento, improviso e
atuação teatral, acompanhamento e recriação de coreografia.

Proposta Didática

Escola Externato Tiradentes


Turma 2° ano
Carga horaria 5 dias, sendo uma hora aula por dia, totalizando 5 horas/ aula.
Conteúdos Produção artística de diferente linguagem com a temática “chuva”,
elementos das artes visuais (ponto, linha, ritmo e movimento) sons do
corpo, instrumentos musicais e objetos sonoros, atuação teatral e
acompanhamento e recriação de coreografias.
Objetivos Permitir aos alunos a apreciação de obras artísticas de variadas
linguagens com a temática chuva, reconhecer e explorar alguns dos
elementos das imagens (ponto e linha) criando ritmos e movimentos,
pintura com rolinho e pincel, compor painel coletivo, apreciar e
reproduzir sons, com o corpo, com objetos e instrumentos musicais, criar
efeitos sonoros para atividades teatrais da turma, planejar, improvisar e
atuar em pequenas cenas teatrais, criar novos movimentos corporais e
estabelecer conexões entre as obras e experiências mencionadas nas
diferente linguagem artística.
Procedimentos Pesquisa de diferentes obras de artistas com a temática “chuva”, através
metodológicos da internet em sites seguros, explorar diferentes tipos de imagens de
artistas, a partir dessas imagens tentar criar uma imagem com pinturas
utilizando diferentes tipos de material como pinceis, rolinhos etc.; usar
musicas que tragam o som de diferentes metáforas da chuva e com o
corpo tentar criar o som para atividades relacionadas ao teatro
explorarmos vídeos de diferentes tipos de danças, indígenas, africanas,
brasileiras, etc.
Recursos Obras de artes com a temática chuva, vídeo da música paisagem sonora
Didáticos de Joao Aly e danças disponíveis no you tube, móveis e objetos da sala
de aula.
Desenvolvimento Trabalhar com desenhos e obras com a temática chuva, os alunos criarão
desenhos que represente a chuva, cada criança escolherá o que desenhar
para representar o fenômeno natural de sua própria maneira. Musica para
que os alunos ouçam o som da chuva, depois com o próprio corpo
tentaremos produzir o som. Organizaremos um teatro onde cada aluno
crie uma cana que possa ocorrer durante a chuva. Usaremos trechos de
alguns filmes e por fim criaremos um painel coletivo.
Avaliação Com alguns alunos que apresentei a proposta, ocorreu uma dificuldade
do grupo em criar o som da chuva, pois a turma se organizava em um
mesmo ritmo, não conseguindo criar sons de forma aleatória e natural.
A cultura e a arte no cotidiano escolar
Arte se tornou muito mais que uma pintura ou um desenho no papel, para muitos a dança, o
desenho, o teatro, a música, pinturas e outras formas de expressão são consideradas como
atividades recreativas e de pouca importância. No entanto a cultura e a arte na educação são
disciplinas fundamentais, pois contribuem para o desenvolvimento integral da criança e do
jovem. A cultura e a arte tem um papel fundamental na aprendizagem dos alunos, pois auxilia
no desenvolvimento socioemocional, trazendo melhores perspectivas pessoais e profissionais
desde a Educação Infantil.
Leitura, atuação critica no mundo, autoconhecimento, exteriorização das emoções,
criatividade, sensibilidade, empatia, autonomia e reconhecimento das diferenças são algumas
habilidades denominadas como socioemocionais que são fortemente estimuladas por essa
pratica e isso significa que não há como alcançar aprendizado efetivo se não for dada a devida
atenção ás diferentes formas de a criança vivenciar, perceber e conhecer o mundo, para que as
coisas façam sentido o aluno deve vivenciar o externo e o interno e é exatamente neste ponto
que a arte se mostra relevante.
Em relação aos Parâmetros Curriculares Nacionais a BNCC amplia as possibilidades de
experiências com a Arte.

Os PCNS trouxeram uma reflexão importante sobre o significado Arte na Educação e foram
responsáveis pelo reconhecimento da Dança, da musica e do Teatro.
A BNCC vai além e sugere caminhos para ampliar o acesso dos alunos a experiências nas
aulas de Artes, colocando todos os alunos crianças e jovens como protagonistas, que podem
expressar seus sentimentos e sua criatividade por meio do processo artístico.

Porque incorporar a cultura e a arte no cotidiano escolar?


Estimula o autoconhecimento, o ensino artístico na infância incentiva o conhecimento de si
e o reconhecimento dos outros como um ser igualmente dotado de características que o
tornam único. Por meio de suas criações a criança consegue acessar seus sentimentos e
expressa-los. Ao apreciar as produções de seus colegas, ela consegue identificar o que as a
próxima e o que as distingue.
Ampliações de Horizontes, Perceber as variedades de cores, formatos, tamanhos, posições e
símbolos que compõe o mundo e amplia os nossos horizontes, ou seja, expande o nosso
universo de possibilidades de conhecimentos e de interpretação do mundo em que nos cerca.
Experiência de Fantasia, a ficção auxilia a criança a perceber que existe uma conexão entre
símbolos e significados, isto é entre o real e o representado. Essa assimilação acontece de
forma muito mais efetiva quando é vivenciada de modo prazeroso e intenso, por meio do faz
de conta e da imaginação.

Desenvolvimento de habilidades interculturais, a criança que tem contato, desde sua


primeira etapa formativa, com as mais distintas formas culturais e suas expressões,
compreende que todos são diferentes e merecemos ter nossas escolhas respeitadas.
A importância da musicalização na grade curricular
A musicalização é um poderoso instrumento que desenvolve na criança além da sensibilidade
á musica, qualidades preciosas como: concentração, a coordenação motora, a sociabilização, a
audição, o respeito a si próprio e ao grupo, a destreza do raciocínio, a disciplina pessoal, o
equilíbrio emocional e inúmeros outros atributos que colaboram na formação do individuo,
para que o professor possa desenvolver uma atividade com a musica juntamente com os seus
alunos o professor deve saber como escolher o repertório a ser trabalhado, separando musicas
de diversos tipos de melodias, algumas que sejam novas e desconhecidas para o grupo, como
os de grupos que foram lançados recentemente ou de grupos instrumentais que utilizam
instrumentos não tão conhecidos pela turma, tentando articular a proposta com as musicas que
constituem as trilhas sonoras do cotidiano dos alunos pois a musica também faz parte da
cultura e da arte no processo de aprendizagem do individuo. O professor deve estar sempre
atento com a faixa etária de seus alunos, o trabalho musical deve reunir toda e qualquer fonte
sonora; brinquedos, objetos do cotidiano e instrumentos musicais, lembrado que a voz é o
primeiro instrumento e o corpo humano é a fonte de produção sonora. Portanto cabe a nós
professores buscar a maior variedade de informações e aplicarmos em nosso dia a dia.

O PCN para o ensino fundamental, 1997, p. 19 diz que: Conhecendo a arte de outras
culturas, o aluno poderá compreender relatividade dos valores que estão enraizados no
seu modo de pensar e agir, que pode criar um campo de sentidos para a valorização do
que lhe é próprio e favorece abertura a riqueza e a diversidade da imaginação humana.
Além disso, torna-se capaz de perceber a realidade cotidiana mais vivamente,
reconhecendo objetos e formas que estão á sua volta, no exercício de uma observação
critica do que existe na sua cultura, podendo criar condições para uma qualidade de
vida melhor.
O ensino da arte deve visar desenvolver nos alunos competências como o domínio de
linguagens, compreender fenômenos, enfrentar situações problemas, construir argumentações
e elaborar propostas, portanto o espaço da sala de aula precisa ser criador de novas
expectativas, estimulador para o desejo de aprender por intermédio da construção e
reconstrução do objeto.
O mundo em que vivemos está se transformando. Nós professores, precisamos nos questionar
quais são as novas finalidades sociais da educação, qual a escola que queremos e sonhamos e
que competências são necessárias para a formação do ser humano. Neste contexto Freire diz
que; Ensinar significa acompanhar, instrumentalizar com intervenções devoluções e
encaminhamentos esse processo de mudanças de apropriação do pensamento, dos
desejos e sonhos de vida. Educador ensina enquanto ensina aprende a pensar (melhor) e
a construir seus sonhos de vida. (Freire, 1996, p, 17).
Sendo assim a arte ocupa um lugar entre o sonho e a realidade. As pessoas precisam do
imaginário para acessar suas imagens e emoções e da forma ao que querem expressar e que as
vezes, não cabem em palavras, mas são possíveis de serem expressas em pinturas, teatros,
danças, filmes e musicas. A arte abre portas para um caminho onde o impossível não existe.
Trabalhar a arte dá possibilidades de improvisar, criar, transformar, ir além da
superficialidade, entrelaçar o conhecimento, entrar no terreno criativo da condição humana. A
arte interage em todos os momentos de nossa vida, como também tem presença marcante em
nossa educação. Focault afirma;
O que me espanta é que em nossa sociedade a arte só tenha relação com os objetos e não
com os indivíduos ou com a vida; e também que a arte seja um domínio especializado, o
domínio dos especialistas que são os artistas. Mas a vida de todo individuo não poderia
ser um obra de arte? Porque um quadro ou uma casa são objetos artísticos, mas não é
nossa vida? (Focault apud Almeida 1984:331).
A arte é importante dentro da escola porque é importante fora dela. Esta presente em tudo,
vivemos em um mundo visual desde a combinação de uma roupa que depende da harmonia de
cores até mesmo para entender a decoração de um ambiente onde entra o equilíbrio das cores
mais uma vez presente no dia a dia. Nos ajuda a entender o estado de espirito das pessoas,
uma vez que expressam seus sentimentos por meio das diversas linguagens artísticas como
dança, musica, teatro e artes visuais.
A nova Lei de Diretrizes e Base da Educação Nacional (LDB N°9394) aprovada em 20 de
dezembro de 1996, lei que obriga o ensino, estabelece em seu artigo 26, paragrafo 2° “O
ensino da arte constituirá componente curricular obrigatório, nos diversos níveis da educação
básica de forma a promover o desenvolvimento cultural dos alunos”.
Ainda (de acordo com os Parâmetros Curriculares Nacionais de Arte 1998, p 95):

É importante esclarecer que a qualidade dessa intervenção depende das experiências


que o professor tem, tanto em artes quanto ao seu grupo de alunos. É fundamental que o
professor conheça, por experiência própria, as questões que podem ocorrer durante um
processo de criação, saiba formular para si mesmo perguntas relativas ao conhecimento
artístico e saiba observar seus alunos durante as propostas que realizam, para que esse
conjunto de dados conduzam intervenções e reflexões.
Quando se trata de cultura e educação, podemos dizer que são estes fenômenos
intrinsecamente ligados, a cultura e a educação, juntas tornam-se elementos socializadores,
capazes de modificar a forma de pensar dos educandos e dos educadores; quando adotamos a
cultura como uma aliada no processo de ensino-aprendizagem estamos permitindo que cada
individuo que frequenta o ambiente escolar se sinta participante do processo educacional, pois
ele nota que seu modo de ser e vestir não é mas visto como "antiético" ou "imoral”, mas sim
uma forma de este se socializar com os demais colegas, alguns autores defendem a ideia de a
educação não pode sobreviver sem a cultura e nem a cultura sem a educação. Candau (2003,
pag.160) afirma que: “A escola é, sem dúvida, uma instituição cultural”.
“Portanto, as relações entre escola e cultura não podem ser concebidas como entre dois pólos
independentes, mas sim como universos entrelaçados, como uma teia tecida no cotidiano e
com fios e nós profundamente articulados.”

Para Vera Candau as escolas além de ser uma instituição educacional, ela também é
uma instituição cultural, onde dentro delas estão inseridos diversos grupos sociais que
não devem ser ignorados pelos educadores muito menos pela escola, mas sim
valorizados, através de discussões e feiras, para que as culturas não tradicionais possam
ser conhecido e reconhecido quanto a suas ideologias e formas de ser.
Considerações Finais

Após os estudos realizados pude concluir que por intermédio da arte, o ser humano, seja qual
for à idade, expressa seus pensamentos, suas emoções, sua visão do mundo.
A arte é um veiculo de expressão da sua própria elaboração da realidade. Na verdade a arte
vai mais além, ela não exprime somente o que a pessoa vê o que ela pensa, mas o que
realmente é: sua vitalidade, sua força, sua fraqueza, seus medos, seus sonhos, suas vontades,
suas duvidas, seus conflitos, seu temperamento, sua caráter, A arte é a mais completa forma
de expressão de ser humano. Quando fazemos arte, estamos trabalhando e desenvolvendo o
pensamento, a percepção, a sensibilidade, a cognição e a intuição.

A arte pode ser usada para descrever, desde pinturas pré- históricas nas cavernas até um
monte de sucatas em um canto de uma galeria. Ainda pode se referir á musica, ao teatro, a
dança, aos desenhos pinturas e a literatura, sempre relacionada com ideias de uma época, a
vida, a cultura, ao processo de desenvolvimento compreendendo-a em sua própria historia,

Acredito que para desenvolver um bom trabalho como professora de arte é importante
descobrir quais são os interesses dos meus alunos, suas vivencias, linguagens, o que
conhecem sobre artes e quais são suas praticas de vida social e cultural. Minhas ações
pedagógicas que poderão mobilizar transformações em suas vidas tornando-se assim um
desafiante e dinâmico caminho na direção conhecimento da arte.

Barbosa (1991, p. 4) afirma que: “Arte não é apenas básico, mas fundamental na
educação de um país que se desenvolve”. Arte não é enfeite, é cognição, é profissão. “É
uma forma diferente da palavra para interpretar o mundo, a realidade, o imaginário e é
conteúdo.”

Pode se dizer que a arte é mediadora do conhecimento e o melhor de tudo isso é que a arte, no
cotidiano escolar, permite que não somente que os educando aprendam, mas também os
educadores tenham experiências enriquecedoras e criativas. Eles vivenciam situações novas,
divertidas, às vezes inusitadas, envolvendo seu próprio crescimento como seres humanos e a
ampliação de sua pratica pedagógica, Neste sentido torna-se realidade a frase de Paulo Freire
em que ele afirma que o “educador já não é o que apenas educa, mas o que, enquanto
educa, em dialogo com o educando que, ao ser educado também educa”.

Referencias Bibliográficas:

BRASIL. Ministério da Educação. Recomendações Curriculares Nacionais Educação


Infantil: Arte. Brasília: MEC, 2001.
BRASIL. Senado Federal. Lei de Diretrizes e Bases da Educação Nacional: nº 9394/96.
Brasília: 1996

Educação e Artes: Luciana Silva Batalha, Tatiane Mota Santos Jardim, Tatiana dos
Santos.

BARBOSA, Ana Mae Tavares Barros. A Imagem no Ensino da Arte: anos oitenta e

novos tempos. São Paulo: Perspectiva, 1991.

Texto: O Lúdico nas séries iniciais do ensino fundamental a brincadeira deve continuar
Pedro Paulo Souza Rios; Thaynara Oliveira da Silva.

Texto: Que músicas escolher para um cd? Maria Cecília de Araújo Rodrigues Torres.