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Fé, Fé Cega e Fé Raciocinada

Fé é uma atitude de consciência.


Crer é um ato de boa vontade

Um dos princípios básicos do Espiritismo é a fé raciocinada. O capítulo XIX do Evangelho Segundo o Espiritismo
é inteiro dedicado ao estudo da fé. Kardec, primeiro, analisa o poder da fé em remover as mais difíceis
montanhas morais que atrapalham o progresso da humanidade. As características da fé são também
analisadas. “A fé sincera e verdadeira é sempre calma” diz Kardec no item 3 do referido capítulo, mostrando
que “a calma na luta é sempre um sinal de força e de confiança” e que a violência apenas denota a fraqueza e
insegurança daquele que assim procede para resolver seus problemas Kardec analisa, também, o poder da fé
na ação magnética dos fluidos sobre a matéria. Ele diz que “aquele que a um grande poder fluídico normal
junta ardente fé, pode, só pela força da vontade dirigida para o bem, operar esses singulares fenômenos de
cura e outros, tidos antigamente por prodígios, mas que não passam de efeito de uma lei natural”. É por essa
razão que os discípulos de Jesus não puderam curar o moço lunático na passagem de Mateus, cap. XVII, vv. 14
a 20.
Em seguida, Kardec analisa a fé religiosa e apresenta a condição da fé inabalável. A fé pode ser cega ou
raciocinada. No primeiro caso, a fé nada examina e aceita sem controle o falso e o verdadeiro Aquela que tem
a verdade por base é a única que pode resistir às transformações devido ao progresso do conhecimento. Dessa
forma, Kardec apresenta a condição da fé inabalável: “Fé inabalável só o é a que pode encarar de frente a
razão, em todas as épocas da Humanidade” (Item 7, cap. XIX, Evangelho Segundo o Espiritismo).
Kardec não fica apenas na análise do assunto. Ele exemplifica o exercício da fé raciocinada ao preparar, por
exemplo, o conteúdo do capítulo XXIII do Evangelho Segundo o Espiritismo, Moral Estranha, onde ele
analisa algumas passagens em que Jesus faz afirmativas que ao pé da letra são contrárias à mensagem de
amor contida no Evangelho. Ao invés de aceitar sem questionar o conteúdo dessas passagens, Kardec as
analisa sob a luz da razão e do bom senso, retirando delas lições preciosas para todos nós.
Cristo ele não anulava arte de pensar, ao contrário, era um mestre intrigante nessa arte. Cristo não discorria
sobre uma fé sem inteligência. Para ele, primeiro se deveria exercer a capacidade de pensar e refletir antes de
crer, depois vinha o crer sem duvidar. Se estudarmos os quatro evangelhos e investigarmos a maneira como
Cristo regia e expressava seus pensamentos, constataremos que pen-sar com liberdade e consciência era uma
obra-prima para ele.”


Fé é a firme opinião de algo que é verdade.
Não existe dúvidas quando se tem a verdadeira fé, pois é impossível duvidar e ter fé ao mesmo tempo.
Podemos ter fé em uma pessoa, num objeto, numa ideologia, num pensamento filosófico, num conjunto de
sistemas e regras, num paradigma, num dogma.

Fé > vem do latim fides = fidelidade


Crer > vem do latim credere = ter como verdadeiro
Diz-se fiel aquele que incorpora de corpo e alma o modelo. Vale dizer: todos os pensamentos,palavras e
atos da pessoa estão em consonância absoluta com o modelo, expressam o modelo.
A fé quanto à aplicabilidade(CAP.XIX-12
a) Fé humana: O homem de muita inteligência, que persegue a realização de algum grande
empreendimento, triunfa, se tem fé, porque sente em si que pode e há de chegar ao fim colimado, certeza que
lhe faculta imensa força.2º Alan Kardeck,no cap.19 do evangelho -Fé é a combinação de 3 fatores:VONTADE-
desejar fazer,CERTEZA- vai conseguir e LUCIDEZ –para escolher o melhor caminho e tem relação direta de
causa e efeito.

b) Fé divina: O homem de bem que, crente em seu futuro celeste, deseja encher de belas e nobres ações a sua
existência, haure na sua fé, na certeza da felicidade que o espera, a força necessária, e ainda aí se operam
milagres de caridade, de devotamento e de abnegação. Enfim, com a fé, não há tendências más que não
possam ser vencidas.

Fé Cega
A fé cega é aquela sem conhecimentos, sem experiência e sem vivência, é uma fé emocional.
Estamos numa caminhada pela nossa evolução, mas para que esse crescimento aconteça temos que
estudar, temos que saber como as coisas funcionam e também procurar viver aquilo que aprendemos.
Só vivendo esse aprendizado é que teremos condições de abrir os olhos para os detalhes que se
apresentam em nossa frente.
A criatura que possui uma fé cega é aquela que na hora do desespero corre ao encontro de uma solução,
que acredita em tudo que lhe dizem sem questionamento, é aquela que apenas repete fórmulas superfíciais,
formuladas e ditadas por esta ou aquela religião, pois não possui a base do aprendizado para discenir o certo
do errado e assim vive desorientada e confusa diante dos problemas e situações mais difíceis.
Muitos são os que se aproveitam da boa fé dessas pessoas nesses momentos de fragilidade para as
ludibriarem, para tirarem delas tudo o que podem usando o dom da palavra, cerimoniais, rituais, antes que
elas possam parar para pensar ou que outras pessoas possam alerta-las. Asseverou Kardec: “Fé inabalável só o
é a que pode encarar frente a frente a razão, em todas as épocas da Humanidade”.
Pois desde que temos a fé lúcida, baseada em verdades, não em dogmatismos ou regras criadas e impostas
com o escopo de dominância, estamos de posse da verdade una, aquela que torna-se inquebrantável em
todas as épocas e em meio a todos os povos. É regra básica em qualquer um dos sóis criados por Deus, nosso
Pai.
Dizem uns: Se Deus quiser! Os que assim se expressam colocam em Deus a responsabilidade pelo sucesso
ou fracasso de sua empreitada. Frase retrógrada e que muitos falam sem pensar.
Outros dizem: Deus sabe o que é melhor para nós! E nós sabemos? Trabalhamos pelo melhor? Nos
qualificamos para darmos nosso melhor ou colocamos nas mãos de Deus esquecidos que Ele nos deu uma
virtude maravilhosa: o livre-arbítrio.

Fé Raciocinada(racional)
A fé raciocinada é quando a criatura entende as leis do universo, que são as leis que as dirigem, não há
dúvidas, para tudo existe uma explicação. Quando racionalmente se entende que Deus é bom e dá aos seus
filhos inúmeras oportunidades, que os permite aprender com seus erros e com suas escolhas, chega-se a
conclusão de que Deus não tem mistérios, ele permite que as pessoas compreendam através de sua própria
responsabilidade.
"Escolhemos segundo desejamos e colhemos segundo escolhemos"
Deus não tem preferências, não pune e nem premia a ninguém. Ele garante a todos nós a igualdade.
Temos que raciocinar sobre as coisas que vemos e ouvimos ou que alguém ouviu falar. Kardec já dizia que
temos que ter uma fé baseada no conhecimento. Com o estudo temos condições de colocar ou não fé no que
está sendo exposto.
A fé representa segurança, pois conhecendo os fundamentos, a base daquilo em que a pessoa acredita, ela
adota o comportamento correspondente aos princípios morais.
Com a fé raciocinada a criatura não permite que os problemas da vida a derrube, pois fundamenta a sua fé
não nas manifestações sejam elas manipuladas ou não e nem nas aparências, mas no cumprimento fiel daquilo
em que tem fé.
Fé não é o que se fala, não está numa vestimenta ou num corportamento. Fé não é cerimônia, não é
evento, não é ritual, não é repetir palavras, não são sinais. Fé é algo muito mais profundo, é padrão da
verdade, é a essência da escolha que a criatura fez nos princípios que devem ser vividos.
Aquela pessoa que tem fé raciocinada, coloca o seu comportamento de acordo com aquilo que diz que
acredita e pelo simples fato da coerência entre a fé e atitude, encontra as raízes que lhe sustenta em
qualquer dificuldade. Enquanto que aquela pessoa que só acredita, não faz nada além de se desesperar, pois
sempre está movida pela dúvida, o que a faz pular de um lugar para o outro.
Quem tem fé raciocinada não se desespera nunca.
Defende sempre seus princípios morais, pois, quando no dia-a-dia não agimos de acordo com aquilo em que
acreditamos verdadeiramente e temos fé, perdemos a nossa identidade.
Ter fé exige conduta coerente com os seus valores morais.
A criatura que apenas acredita, age sempre de acordo com as suas conveniências.

Se a criatura não estiver sintonizada com o espírito de Deus, seu Criador, ela não tem fé, apenas acredita
Nele.
"Escolhemos segundo desejamos e colhemos segundo escolhemos"
Continua Kardec com seu raciocínio lúcido e cristalino
(...) A fé necessita de uma base, base que é a inteligência perfeita daquilo em que se deve crer. E para crer não
basta ver; é preciso, sobretudo, compreender.
Jesus, após ouvir uma explicação dada pelo Centurião em MATEUS, Capítulo VIII, versículos de 5 a 13, afirma
que jamais viu tamanha fé em toda Israel! O presente estudo mostra, claramente, que a fé do Centurião era
uma fé raciocinada.
Uma das passagens evangélicas de grande expressão é aquela conhecida como “Jesus e o Centurião”. Caibar
analisa essa passagem retirando valiosíssimos ensinamentos sobre a humildade e a fé. Em resumo, nessa
passagem, Jesus é interpelado por um Centurião ao entrar em Cafarnaum: “Senhor, o meu criado jaz em casa
paralítico (...)”Jesus, então, respondeu-lhe: “eu irei curá-lo” O Centurião, demonstrando enormes conquistas
no terreno da humildade, exclamou que não se sentia digno de receber Jesus em sua casa mas “dize somente
uma palavra e o meu criado há de sarar.” O ponto que nos interessa nessa matéria vem das seguintes palavras
do Centurião proferidas após as que acabamos de citar: “Porque também sou homem sujeito à autoridade e
tenho soldados às minhas ordens, e digo a um: vai ali, e ele vai; a outro: vem cá, e ele vem; ao meu servo: faze
isto, e ele o faz.” (destaque em negrito feito por nós). “(...) foi esta a Fé, engrandecida pelos conhecimentos,
purificada pela humildade, santificada pela prece na pessoa do centurião, que o mestre justificou, dizendo:
‘Em verdade vos afirmo que nem mesmo em Israel achei tamanha fé!’ ”. A fé é um sentimento no qual estão
envolvidas a razão e a intuição, ambas oriundas do Espírito
a fé do Centurião estava “engrandecida pelos conhecimentos” como um dos fatores para a exclamação de
Jesus perante ele. Nós aqui desejamos destacar que isso nada mais significa que o Centurião usou aquilo
que chamamos de fé raciocinada.
Jesus reconhecia que o Centurião era uma pessoa boa e que o servo doente, certamente, merecia a cura de
sua moléstia. Por isso afirmou que iria curar o doente. Porém, o Centurião disse que ao invés de ir à sua casa,
bastava Jesus dizer uma palavra que o servo estaria curado. E para mostrar que entendia como isso era
possível o Centurião expôs um raciocínio, uma analogia. Assim como ele, uma autoridade militar, tinha
soldados e servos sob suas ordens, Jesus, uma autoridade moral, também tinha Espíritos que cumpriam suas
determinações. O que é isso senão um simples, porém legítimo raciocínio?
Após o raciocínio do Centurião, Jesus demonstrou enfaticamente sua aprovação e apoiou essa manifestação
de fé ao dizer que nunca tinha visto tamanha fé em toda Israel!
Essa passagem evangélica é muito simples e não tem sentido figurado. Tanto o Centurião em seu raciocínio,
quanto Jesus na sua exclamação, foram muito claros. A maior fé de Israel não era a dos discípulos que
conviviam com Jesus, mas sim de um homem que soube aliar a pureza de seus sentimentos com a
simplicidade da razão e do bom-senso.
A análise de Caibar Schutel de toda essa passagem evangélica é muito instrutiva e merece ser lida e estudada
por todos. E
não tenhamos nenhum receio em afirmar que Jesus aprovou a fé
raciocinada. Não foi a toa que os Espíritos superiores ensinaram que a
verdadeira fé possui a compreensão das coisas e é a única capaz de
sobreviver ao progresso da razão em qualquer época.
Segundo Mateus Mateus, cap. XVII, vv. 14 a 20.Jesus foi procurado por um homem dizendo que seu filho
estava possesso e seus apóstolos nada puderam fazer. Então Jesus o curou, seus discípulos vieram lhe
perguntar, porque eles não haviam conseguido curar o rapaz. E Jesus respondeu-lhes, que eles não tiveram fé,
pois se tivessem uma fé do tamanho de um grão de mostarda teriam conseguido.
## Existem algumas interpretaçãos para essa expressão ¨transportar montanhas¨ Claro que Jesus não estava
falando de arrancar uma montanha e transportá-la para outro lugar. Mas significa o que conseguimos, e que
nos parece impossível, isto é a verdadeira fé .Existem dois tipos de fé como está explicado no ¨ O Evangelho
Segundo Espiritismo ¨ que é a Fé cega e a Fé raciocinada.

A fé cega é a fanática, acredita que coisas impossíveis possam acontecer, aceitam sem questionar,
dependendo de quem afirme, inclusive fatos impossíveis para a natureza. Eles não questionam. O
indivíduo não consegue enxergar além, está sempre esperando um grande milagre, não importa o que
aconteça, ele simplesmente acredita . A fé raciocinada analisa, questiona antes de aceitar a idéia
apresentada.

Ainda no Livro ¨O Evangelho Segundo o Espiritismo ¨ é ensinado que a fé não é prescrita, não é imposta por
ninguém, a fé pode ser desenvolvida com entendimento. O importante não é ver para crer, mas é preciso
compreender os fatos. Os temas do Estudo Espírita são fundamentais para adquirirmos a fé. O Espiritsmo
também não se considera o dono da verdade.O avanço da humanidade não depende apenas dos espíritos
encarnados, mas o trabalho dos desencarnados intuindo os encarnados trabalham para o bem geral. Porém o
importante é entendermos que a ¨Fé inabalável ¨ é aquela que pode encarar frente a frente a razão, em todas
as épocas da humanidade. A Doutrina espírita foi preparada adequadamente por Espíritos Superiores que
participaram da Codificação.
Outro exemplo de fé raciocinada
A MULHER QUE TINHA UM FLUXO DE SANGUE
E, passado Jesus outra vez num barco para a outra margem do lago de Genezaré, ajuntou-se a Ele uma
grande multidão que o apertava.
Na multidão, estava uma certa mulher que havia doze anos sofria de uma hemorragia. E que havia
padecido muito com muitos médicos, e gasto tanto quanto tinha, nada lhe aproveitando os tratamentos.
Ouvindo falar de Jesus, juntou-se no meio da multidão, por trás dele e tocou em seu vestido, porque,
dizia ela para si mesma, se tão somente tocar nas suas vestes, ficarei sã.
E Jesus, conhecendo que uma virtude de si mesmo saíra, voltou-se para a multidão e disse:
— Quem me tocou? Quem tocou em minhas vestes?
— E seus discípulos disseram-lhe: vês que a multidão te aperta e dizes que te tocou?
Então a mulher, que sabia o que tinha acontecido, aproximou-se e prostrou-se diante Dele e disse-lhe
toda a verdade.
E Ele lhe disse: Filha, a tua fé te salvou; vai em paz e sê curada deste mal.
"Espíritas, amai-vos ! Este o primeiro ensino ! Instruí-vos, este o segundo! - ( E.S.E. - cap. VI item 5 )

Conclusão!!
. A fé deve ser consciente, raciocinada, como colocou Allan Kardec. Essa fé raciocinada é responsável
pela motivação do Espírito para seu desenvolvimentoespiritual. Ter fé é ir além da aparência externa,
buscando as forças superiores da natureza. É penetrar o insondável pelas vias do corpo físico. É utilizar-se dos
potenciais do Espírito,mobilizando outros Espíritos sintonizados no mesmo
princípio motivador.
A fé é uma atitude psíquica consciente que coloca,através de Si mesmo, o ego em contato com a essência
divina no próprio psiquismo. Ela permite uma motivação interna capaz de alavancar novas atitudes e
disposições geradoras de estados psíquicos renovadores. Movimenta a energia
psíquica a serviço do que existe de mais nobre no ser humano. Permite que se entre em contato consciente
com a matéria prima de Deus no ser humano.
A afirmação categórica do Cristo pressupõe um grau de consciência imenso a respeito das ações humanas e
suas possibilidades. Ao colocar essa afirmação na consciência do ser humano, Ele o preparou para os embates
da vida,calçando-o para as provas inevitáveis do Espírito. Deu-lhe a certeza de que seu futuro não era a morte,
mas a esperança de um mundo melhor e mais rico de espírito.
***A emoção, se analisada e orientada pela inteligência, pode ser auxiliar valiosa para levar a criatura a
modificar-se para melhor. Entretanto, se não for esclarecida pela razão pode conduzir ao fanatismo, à
chamada fé cega, que é a negação da própria fé. Com a fé emocionalmente vivida(RACIOCINADA) temos a
certeza,através de um sentimento profundo e inconfundível, da existência de Deus e de Sua presença em
nós.
. A fé raciocinada é aquela que acredita em algo que pode ser questionado. Não são aceitas respostas como "é
assim e pronto!". Não é crer por crer, mas crer por entender o que é, como funciona e achar isso lógico e
racional.É crer na reencarnação, por exemplo, não porque Kardec disse que ela existe, mas sim por entender
seus mecanismos e perceber que somente através dela que se explicam as misérias do mundo e a destinação
do homem após a morte.
Com a fé RACIOCINADA E emocionalmente vivida temos a certeza,através de um sentimento profundo e
inconfundível, da existência de Deus e de Sua presença em nós.A importância que o Cristo deu à fé
equipara-s
diferença em tamanho existente entre o grão de mostarda e uma montanha. Ele colocou a fé num patamar
de potência inimaginável, pois deu-lhe um poder superlativo na vida do ser humano. Com ela seremos
capazes de fazer mais do queimaginamos. Representa uma força interior mobilizadora de outras forças
psíquicas.E é essa fé que precisamos nos dias de hoje, onde tudo é questionado e respostas coerentes são
necessárias.
Eu vos repito(CAP.XIX-12 A fé é humana e divina. Se todos os encarnados se achassem bem
persuadidos da força que em si trazem, e se quisessem pôr a vontade a serviço dessa força, seriam capazes
de realizar o a que, até hoje, eles chamaram prodígios e que, no entanto, não passa de um desenvolvimento
das faculdades humanas. Um Espírito Protetor. (Paris, 1863.)
Torna-se fundamental submeter tudo ao crivo da razão, inclusive a própria Doutrina Espírita.
Daí ser espirita é justamente isso: ter fé raciocinada, equilibrada, ser ponderado, ajudar ao proximo, dar
exemplo no moral e no proceder, NA palavras e atos QUEestão em consonância absoluta com o modelo,
QUE expressam o modelo, usar a inteligência, o amor e o perdão. (tripé)
sem esse tripé, jamais alguem poderá ser considerado espirita, poderá sim, frequentar um centro, tomar agua
fluidificada, mas será sempre uma pessoa vazia. Ex.ESE- CAP.XIX-8-PARABOLA DA FIGUEIRA SECA QUE É O
SIMBOLO DAS PESSOAS QUE NÃO TEM SENAO AS APARENCIAS DO BEM,É O EMBLEMA DAS PESSOAS QUE TEM
MEIOS DE SEREM UTEIS E NÃO SÃO.O QUE FALTA E A VERDADEIRA FÉ,A FE FECUNDA,A QUE TRANSPORTA
MONTANHAS.)

Por isso Kardec:” Nascer, morrer, renascer ainda e progredir


sempre, tal é a lei”
"Espíritas, amai-vos ! Este o primeiro ensino ! Instruí-vos,
este o segundo! - ( E.S.E. - cap. VI -CRISTO CONSOLADOR
-item 5 )