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BIOLOGIA E GEOLOGIA

10 e 11
ENSINO SECUNDÁRIO

PROPOSTAS DE SOLUÇÃO

A
BIOLOGIA E GEOLOGIA 10
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GEOLOGIA 10

ATIVIDADE PÁG. 11 ATIVIDADE PÁG. 25 UV que podem ser nocivos para os


seres vivos da biosfera.
1. Alteração da temperatura. 1.1. O carvão, o petróleo e o gás natural. Texto C – Os desabamentos e des-
2. O aquecimento global da Terra pro- 1.2. 1.2.1. Exploração e consumo de lizamentos de terras (fenómenos
vocado, provavelmente, pelo uso combustíveis fósseis – B. de risco geológico que ocorrem na
intensivo de combustíveis fósseis. 1.2.2. Extinção de espécies e des- geosfera) são o resultado de uma
3. A extinção dos dinossáurios. locação das populações humanas forte precipitação (fenómeno na-
4. Não, uma vez que, quando os dinos- – G e I. tural que se enquadra na hidrosfera).
sáurios desapareceram, a espécie 1.2.3. Degelo das calotes polares e
ATIVIDADE PÁG. 39
humana não existia. dos glaciares e inundação de zonas
5. Sim, uma vez que o celacanto existe costeiras – F e I. 1. Areias de praias – sedimentos;
há cerca de 400 milhões de anos 1.2.4. Aumento da quantidade de Cinzas vulcânicas – rochas magmá-
(400 M.a.), logo também pode exis- CO2 na atmosfera e agravamento ticas extrusivas;
tir na forma fóssil. do efeito de estufa – C e D. Partículas em suspensão aquosa –
1.3. Reduzir o consumo de combustíveis sedimentos;
ATIVIDADE PÁG. 16
fósseis e utilizar outras formas de Material rochoso fundido – magma;
1. Entre o Cretácico e o Paleogénico. energia não poluentes, nomeada- Rochas dobradas – esforços na crusta.
2. Entre o Pérmico e o Triásico. mente as energias renováveis, tais
2. a) Ação da água; afundamento;
3. 65 – 26 = 39 M.a. (milhões de anos) como o Sol, o vento, a biomassa, a
energia hídrica, etc. b) Ascensão de magma;
39 – 26 = 13 M.a. c) Esforços na crusta; aumento de
13 – 26 = - 13 M.a. AVALIAÇÃO PÁG. 28 pressão.
Faltam 13 M.a. para a próxima extin- 3. Areia de praia – ação da chuva;
1.  s sistemas distinguem-se pela
O
ção em massa. Cinzas vulcânicas – ascensão do
troca de matéria e energia com o
meio exterior. Assim, no sistema fe- magma; Partículas em suspensão
ATIVIDADE PÁG. 21
chado só ocorrem trocas de energia aquosa – ação da água; Material
1.1. Precipitação – A; com o meio envolvente, no sistema rochoso fundido – ascensão de
Evaporação – B; aberto ocorre a permuta de energia magma; Rochas dobradas – esfor-
Infiltração – C; e de matéria e no sistema isolado ços na crusta.
Evapotranspiração – D. não ocorrem trocas de qualquer es- AVALIAÇÃO PÁG. 41
1.2. Chuva, neve, granizo e geada. pécie.
2. c). 1.1. Rochas magmáticas – 2;
1.3. Com a diminuição das áreas flo-
restais, a quantidade de vapor de 3.1. Hidrosfera, geosfera, atmosfera e Rochas sedimentares – 1;
água resultante da transpiração das biosfera. Rochas metamórficas – 3.
plantas diminui, o que pode provo- 3.2. Os oceanos, as rochas, a camada de 1.2. X – Erosão; Y – Fusão; Z – Metamor-
car alterações climáticas, a nível da ozono e a espécie humana, respeti- fismo.
precipitação. vamente. 1.3. Rochas magmáticas – cristalização,
2. Glaciares e calotes polares. 3.3. A água. fusão e ascensão de magma; Rochas
3. Água subterrânea. 4. b). sedimentares – erosão; transporte e
4. O degelo dos glaciares e das calo- 5. V, V, F, V, V. sedimentação; Rochas metamórfi-
tes polares pode fazer subir o nível cas – recristalização e aumento da
6. 1 – C; 2 – A, C; 3 – A, B; 4 – D; 5 – A, B;
da água dos mares, alterar o regime pressão.
6 – D, B; 7 – A, C, D.
das correntes marítimas e alterar o 1.4. F, V, V, V, F.
7.1. O2 – A; CO2 – B.
clima à escala global. 2.1. Todas as alíneas anteriores são ver-
7.2. Este aumento deve-se ao apareci-
dadeiras.
ATIVIDADE PÁG. 22 mento de seres vivos fotossintéti-
cos. 2.2. Da meteorização, transporte, depo-
1. Dióxido de carbono. sição e diagénese.
7.3. A quantidade do dióxido de carbono
2. Oxigénio. diminui porque é um gás utilizado 3. A resposta deve contemplar os itens
3. O CO2 é utilizado no processo fotos- pelas plantas no processo fotos- abordados na secção “Voltando à
sintético das plantas e é mobilizado sintético e porque é assimilado em situação-problema” da pág. 39.
para fazer parte de algumas rochas determinadas rochas. ATIVIDADE PÁG. 44
carbonatadas, através de processos 8.1. Texto A – Geosfera e atmosfera;
químicos ou biológicos. Texto B – Atmosfera e biosfera; 1.  facto de as medusas terem sido
O
4. Estas primeiras algas permitiram o cobertas por areia assim que deram à
Texto C – Geosfera e hidrosfera.
aparecimento de oxigénio e a dimi- costa, permitindo a sua preservação.
8.2. Texto A – As cinzas vulcânicas são
nuição da quantidade de dióxido de 2. A ausência de um esqueleto.
lançadas para a atmosfera.
carbono na atmosfera. 3. A existência de partes duras, tais
Texto B – A camada de ozono (per-
como esqueleto ou rocha calcária.
tencente à atmosfera) filtra os raios

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4.  renito. Rocha sedimentar.


A 1.4. D eformação das rochas seguida de o qual é possível que ocorram estes
5. O ambiente onde fossilizam, uma erosão até nova deposição. fenómenos.
vez que permitiu a sua preservação, 2.1. 2 com o 8 e 4 com o 10.
AVALIAÇÃO PÁG. 72
teria que ser um ambiente com uma 2.2. O Princípio da Identidade Paleonto-
taxa de sedimentação elevada, de lógica. 1.1. H utton verificou a ocorrência de
modo a cobrir rapidamente as me- 2.3. Estratos com o mesmo conteúdo acontecimentos que se formaram
dusas. fossilífero terão a mesma idade. de modo calmo e gradual.
2.4. Marinho, uma vez que os fósseis re- 1.2. Deposição da sequência inferior;
ATIVIDADE PÁG. 46
presentados são fósseis que viviam deformação seguida de erosão; de-
1.1. 8 – 7 – 6 – 1 – 5 – 2 – 3 – 4. no mar. posição da sequência superior.
1.2. 1.ª série 1, 2, 5, 6, 7, 8; 2.ª série 3, 4. 2.5. O fóssil dos estratos 2 e 8. 2. V, F, F, V, V, V.
1.3. 1.ª série. 3. F, V, F, V, V. 2.1. b) As extinções em massa são cau-
2.1. São depósitos de sedimentos em 3.1. a) Os fósseis apenas nos permitem sadas, provavelmente, por aconte-
resultado da atividade do rio. atribuir uma idade relativa às rochas cimentos catastrofistas.
2.2. Trata-se do fenómeno de erosão que os contêm. c) Os fósseis encontrados nas ro-
cársica no qual são depositados no c) Os estratos não precisam de estar chas sedimentares nem sempre
interior da gruta sedimentos origi- em sequência para que se estabele- correspondem a grupos de organis-
nados à superfície ou resultantes da çam correlações. mos extintos.
meteorização da rocha encaixante. 4.1. Tempo necessário para que metade 3.1. c). 3.2. b). 3.3. c). 3.4. a).
2.3. Uma vez que sedimentos mais re- dos átomos-pai se transforme em 4.1. A
 s placas possuem um movimento
centes se encontram em posição átomos-filho. convergente, porque o sentido de
geométrica inferior à dos sedimen- 4.2. 4.2.1. a) 65 M.a.; deslocação relativo faz com que
tos mais antigos. elas se aproximem uma da outra.
b) 2 × 65 = 130 M.a.
2.4. B) a – b – c; C) a – b – c. 4.2. 
É um limite destrutivo porque
4.2.2. a) 12,5% ; b) 87,5%.
ocorre a destruição da parte da li-
ATIVIDADE PÁG. 55 tosfera.
ATIVIDADE PÁG. 63
1.  o extremo onde se representam
N 4.3. c).
1. a ) Dinossáurios, pterossáurios, mo-
idades mais recentes. Uma vez que
sossáurios, plesiossáurios e amoni- ATIVIDADE PÁG. 87
nos tempos geológicos mais recen-
tes.
tes os acontecimentos aí ocorridos 1.  classificação a atribuir ao planeta
A
são melhor conhecidos. b) Marsupiais, zooplâncton e fito-
plâncton. Plutão pela comunidade científica.
2. Sim. Verifica-se que alguns dos li- 2. De facto, a classificação de Plutão
mites coincidem com importantes c) Cágados, crocodilos, lagartos e
cobras, ouriços-do-mar, bivalves e como planeta principal nunca foi
acontecimentos relacionados com consensual na comunidade cien-
o aparecimento ou desapareci- mamíferos diversos.
tífica. Desde a sua descoberta, que
mento de seres vivos. 2. Aparentemente, os marinhos, pois
alguns investigadores colocavam em
3. A explosão de vida no Câmbrico são o grupo com maior número de
causa a sua classificação tendo em
coincide com o início do Câmbrico. espécies extintas.
atenção as suas características físicas
4. 0,053% 3. Extinção corresponde ao desapare- (órbita, massa, dimensões, constitui-
cimento de organismos da face da ção química, etc.). Esta “despromo-
5. Dominaram durante 186 milhões de
Terra. ção” efetivou-se em 2006, 76 anos
anos. 4,04%
4. Depende do fator que despoleta a depois da sua descoberta.
6. Os mamíferos terão tido um grande
extinção. 3. Este caso de Plutão é demonstrativo
desenvolvimento só depois do de-
saparecimento dos dinossáurios. ATIVIDADE PÁG. 67 da importância da tecnologia para o
Embora eles já existissem, seriam avanço da Ciência. Esta discussão
representados por mamíferos de 1. a) O acontecimento do texto 2. em torno deste e de outros plane-
pequeno porte que, pontualmente, b) O acontecimento do texto 1. tas só foi possível após a utilização
poderiam servir de alimento a al- c) A erupção, uma vez que durou no de telescópios e satélites sofistica-
guns dinossáurios. mínimo uma semana. dos, que permitiram efetuar novas
d) Ambos são acontecimentos ca- observações e obter novos dados
AVALIAÇÃO PÁG. 58 tastrofistas. sobre as características físicas e
químicas destes corpos celestes.
1.1. D – E – F – C – B – A. 2. Não. Muitas vezes as erupções vul-
cânicas não causam vítimas e, os 4. Como todas as organizações cien-
1.2. Camadas ou estratos.
sismos, se de grande intensidade, tíficas, a União Astronómica Inter-
1.3. D – E – F – conjunto de estratos mais
podem causar. nacional tem o papel de promover
antigos.
a discussão entre os investigadores,
C – B – A – conjunto de estratos mais 3. Esta pesquisa pode ser feita ao
uniformizar critérios de investiga-
recente. longo do ano escolar (ou ao longo de
ção e obter, se possível, conclusões
um período letivo), período durante
consensuais.

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ATIVIDADE PÁG. 88 1.2. L iga metálica constituída por ferro e dobras, falhas, oceanos, mares, rios,
níquel. desertos, dunas e crateras de im-
1.  topo e a base achatam-se e a zona
O 1.3. Porque, durante o processo de for- pacto.
central alarga-se. mação do nosso planeta, devido à Marte: Mantos de lava, dorsais, ca-
2. A força centrífuga exercida durante sua intensa rotação, os materiais deias montanhosas, vulcanismo,
o movimento das mãos é responsá- mais densos, tais como o ferro e o ravinamentos, canais fluviais, de-
vel por esse achatamento. O mesmo níquel, deslocaram-se para o núcleo pósitos lacustres e dunas eólicas.
acontece com a Terra. terrestre. Crateras de impacto.
3. 22 km. 3. Algumas hipóteses podem colocar-
AVALIAÇÃO PÁG. 99
ATIVIDADE PÁG. 89
-se para a ausência de água líquida
1.  s planetas telúricos possuem ele-
O à superfície de Marte, tais como:
1.1. A diferença de composição da vada densidade, pequeno diâmetro, alterações na atmosfera ou altera-
atmosfera entre o planeta Marte estão mais próximos do Sol, não ções na temperatura superficial do
e a Terra reside no facto de este têm anéis e possuem poucos ou planeta. Atualmente, há dados que
último planeta possuir oxigénio. até mesmo nenhum satélite natu- apontam para a existência de gelo,
Comparando estes dois planetas ral. Os planetas gasosos possuem designadamente no seu polo sul.
com Saturno, verifica-se que este é baixa densidade, grande diâmetro,
constituído por uma grande quanti- elevado número de satélites natu- ATIVIDADE PÁG. 103
dade de gases raros, tais como amo- rais, contêm anéis e encontram-se 1.1. O s gases que contribuem para o
níaco e hélio. a grande distância do Sol. efeito de estufa no planeta Vénus
Relativamente à estrutura interna 2. A cauda de um cometa só atinge o podem ser o resultado de uma forte
dos planetas, as principais diferen- seu comprimento máximo quando atividade vulcânica, com elevada
ças são: em relação à crusta, esta este se encontra a reduzida dis- emissão de gases.
encontra-se ausente em Saturno e tância do Sol. O calor desta estrela 1.2. Uma elevada emissão de gases com
ocupa um maior volume em Marte, provoca uma maior fusão do gelo efeito de estufa para a atmosfera,
quando comparada com a Terra. existente no núcleo. tal como acontece atualmente na
1.2. Não se consegue diferenciar uma 3.1. 1.º – B; 2.º – D; 3.º – A; 4.º – E; 5.º – F; Terra, em consequência da com-
crusta rochosa. 6.º – G e 7.º – C. bustão de grande quantidade de
1.3. Porque possuem uma camada exte- 4.1. A, C, D, B combustíveis fósseis, nomeada-
rior, pouco espessa e rochosa, que 4.2. 1 – C; 2 – B; 3 – A; 4 – D; 5 – A. mente o carvão e o petróleo, pode
se designa crusta. 5. F, V, F, F, F. contribuir para um aumento gene-
5.1. O protoplaneta é anterior ao pla- ralizado da temperatura superficial
ATIVIDADE PÁG. 91 do nosso planeta.
neta; os protoplanetas resultaram
1.1. Vénus. 1.4. Mercúrio. da acreção de partículas mais pe- 1.3. Com um aumento da tempera-
1.2. Neptuno. 1.5. Mercúrio e quenas em torno de planetesimais; tura superficial da Terra podem
Vénus. os oceanos formaram-se quando a verificar-se outras catástrofes à
1.3. Júpiter.
Terra já possuía atmosfera; a acre- escala planetária, tais como: alte-
2.  uanto mais distante do Sol, maior
Q ração das condições climatéricas;
será o período de translação de um ção e a diferenciação foram fenó-
menos que ocorreram em tempos fusão das zonas da criosfera, com
planeta. consequente aumento do nível do
distintos.
3. Raios inferiores: Mercúrio, Vénus e mar; aumento das áreas desérticas
Marte; raios superiores: Júpiter, Sa- ATIVIDADE PÁG. 102 e diminuição de zonas de cultivo;
turno, Úrano e Neptuno. desaparecimento de espécies com
4. 1.º tipo – crusta + manto + núcleo; 1.  orque todas as rochas e formas,
P
consequente modificação das ca-
incluindo possíveis crateras de im-
2.º tipo – crusta + manto + núcleo deias alimentares e propagação de
pacto, ficam sujeitas à ação dos
externo + núcleo interno; agentes causadores de doenças.
agentes de geodinâmica externa,
3.º tipo – manto + núcleo. tais como a água, o vento, a tempe- ATIVIDADE PÁG. 104
5. A grande acumulação de gases na ratura, os seres vivos, etc. e também
atmosfera de Vénus (em particular dos agentes da geodinâmica interna 1.  resposta pode contemplar, por
A
o CO2) permite que o calor penetre (formação de cadeias orogénicas). exemplo, a ausência do efeito das
na atmosfera, mas impede que ele 2. Mercúrio: Bacias ígneas, mantos de marés.
saia. Este efeito é semelhante ao de lava, escarpas tectónicas terrenos
uma estufa. ATIVIDADE PÁG. 105
modelados por impacto de meteo-
ritos. 1.1. P orque possui uma estrutura interna
ATIVIDADE PÁG. 94
Vénus: Terras deformadas, rifte, diferenciada, semelhante à do pla-
1.1. A
 s rochas da crusta terrestre são cones vulcânicos, cadeias monta- neta Terra.
pobres em ferro e níquel e possuem nhosas, planícies vulcânicas, rios de 1.2. Esta atmosfera funciona como uma
água. Os meteoritos são ricos em lava e crateras de impacto. estufa, que mantém os valores da
ferro e níquel e não possuem água. Terra: Montanhas, cones vulcânicos, temperatura, na superfície da Terra,

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mais ou menos constantes. ATIVIDADE PÁG. 119 AVALIAÇÃO PÁG. 129


1.3. P orque na Lua são pouco frequentes
os agentes de erosão e alteração das 1. A água potável. 1. A-4; B-3; C-2; D-5; E-1; F-6.
rochas que são frequentes na Terra, 2. Não renovável. Produz-se a uma 2. Fenómenos magmáticos e meta-
tais como a água, o vento, os seres velocidade inferior àquela com o mórficos.
vivos, etc. ser humano é capaz de a consumir. 3. A-V; B-F; C-F; D-F.
1.4. Porque tem o período de translação 3. A recarga em algumas regiões e a 3.2. B – A planície abissal caracteriza-se
idêntico ao seu período de rotação. sua contaminação noutras. por possuir relevos pouco acentua-
3.1. Por exemplo, o mau uso que faze- dos.
ATIVIDADE PÁG. 107 mos da água. C – A crista médio-oceânica é con-
1.1. e 1.2. Na seleção dos diversos ma- 4.1. Por exemplo: tínua à escala planetária. D – As fa-
teriais, há que ter em linha de conta – tomar duche em vez de banho de lhas transformantes que ocorrem na
certas características da Lua, tais como: imersão; crista médio-oceânica são perpen-
ausência de oxigénio, o que não permite – fechar a torneira enquanto lava- diculares ao rifte.
a realização de reações de combustão, mos os dentes, etc. 4.1. Água, floresta, oxigénio e vento.
ausência de água no estado líquido, au- 4.2. Por exemplo: 4.2. Granito, petróleo, urânio, carvão e
sência de atmosfera, existência de um – um maior controlo sobre os cursos cobre.
campo magnético diferente do da Terra, de água; 4.3. a) Petróleo, urânio e carvão.
elevada quantidade de raios ultravioletas b) Fundamentalmente, a atmosfera,
– construir mais ETAR para diminuir
e um valor da aceleração da gravidade di- mas também os restantes serão di-
a poluição, etc.
ferente do da Terra. reta ou indiretamente afetados.
ATIVIDADE PÁG. 124 5. c).
AVALIAÇÃO PÁG. 109
1. a), d), e) e h).
1.  -A; 2-B; 3-A; 4-B; 5-A; 6-B; 7-C;
1 ATIVIDADE PÁG. 134
8-A; 9-B. 2. b), c), f), g), i), j) e k).
3. b) Procurar outras fontes de água 1. F lores e Corvo localizam-se na Placa
2.1. Mares, continentes e crateras de norte-americana;
impacto. “Mares” (mancha escura), onde a contaminação em arsénio
esteja dentro dos limites permitidos S. Jorge, Faial, Pico e Santa Maria,
“continentes” (mancha clara) e cra-
por lei. na placa africana; Graciosa, Terceira
teras de impacto, observáveis nos
c) Equacionar a possibilidade de uti- e S. Miguel situam-se sobre o Rifte
continentes.
lização de outras fontes de energia, da Terceira, com localização mais
2.2. Os mares são de relevo plano e são expressiva na Placa Euro-asiática.
constituídos por basalto. Os con- entre elas a energia nuclear.
f) Reduzir a libertação de CO2, gás 2. Por definição, uma falha é uma su-
tinentes possuem um relevo mais
que é um dos principais responsá- perfície de fratura, ao longo da qual
acentuado e são constituídos por
veis pelo aquecimento global. ocorreu movimento relativo entre
anortositos. As crateras de impacto
g) Reduzir a libertação de compos- os dois blocos que separa. O movi-
resultam da colisão de pequenos
tos químicos e outras partículas que mento ao longo do plano de falha
corpos celestes com a superfície
são responsáveis pela poluição do pode ser convergente, divergente
lunar.
ar. ou transformante.
2.3. Ausência de oxigénio, de água no
i) Procurar utilizar a energia de 3. No Banco de Gorringe, as placas
estado líquido e de uma atmosfera.
forma mais racional e eficaz, evi- convergem, verificando-se uma
3. Na Lua, não existem os mesmos subducção incipiente da Placa Afri-
agentes de meteorização e alte- tando o desperdício.
cana sob a Placa Euro-asiática. No
ração das rochas que existem na j) Proteger o litoral, em particular
troço designado Falha de Glória, ve-
Terra. os sistemas naturais de defesa da
rifica-se um desligamento direito.
4. A Terra tem água no estado líquido, costa como são as dunas.
No troço correspondente ao Rifte da
uma atmosfera adequada e tempe- k) Não permitir a construção em
Terceira, verifica-se uma divergên-
ratura amena. zonas do litoral expostas em dema-
cia destas placas.
5.1. A origem dos gases que, atual- sia aos caprichos da natureza, em
particular o avanço do mar. Causa para este diferente com-
mente, fazem parte da atmosfera portamento ao longo da mesma
de Vénus foram o resultado de forte 4. Resolução dependente de cada si-
fronteira tectónica: admite-se uma
atividade vulcânica num passado tuação em particular.
rotação da Placa Euro-asiática re-
muito distante. lativamente à Placa Africana (que
ATIVIDADE PÁG. 126
ATIVIDADE PÁG. 113 se considera fixa), localizando-se
1.  princípio do Poluidor-Pagador es-
O o centro desta rotação próximo do
1.1. A
 – 5; B – 6; C – 4; D – 3; E – 2; F – 1. tabelece que quem polui deve pagar arquipélago de Cabo Verde.
2. Porque é uma zona de afastamento pela poluição causada ou que pode 4. O vulcanismo dos Açores é um vul-
de placas com forte atividade vulcâ- causar. canismo de vale de rifte.
nica e com numerosas falhas asso- 2. Resposta de carácter livre. 5. O grupo Ocidental (Flores e Corvo)
ciadas. apresenta menor sismicidade do

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que os grupos Central (Terceira, 1.5. A


 s sondagens ultraprofundas cons- da Terra responsáveis, ao longo dos
Graciosa, S. Jorge, Pico e Faial) e tituem métodos de estudo direto tempos geológicos, por intensos
Oriental (S. Miguel e Santa Maria) do interior da Terra, através da rea- períodos de vulcanismo (associado
porque, devido ao seu enquadra- lização de furos, que, envolvendo a pontos quentes).
mento tectónico, é menos afetado técnicas muito complexas, per- 3.2. Os períodos de vulcanismo intenso,
por falhas ativas. O Rifte da Terceira mitem retirar da geosfera colunas eventualmente provocados pela
(RT) e o sistema de falhas ativas as- de rochas (tarolos) que permitem inversão da polaridade do campo
sociadas, nomeadamente, a ZFFP e aos geólogos interpretar aconteci- magnético terrestre, explicam a
a TSJ constituem os principais sis- mentos do passado da Terra. Tem- extinção de espécies devido à eje-
temas geradores da sismicidade do -se verificado, nalgumas situações, ção para a atmosfera de enormes
arquipélago. que os resultados práticos destas quantidades de poeiras vulcânicas.
6. A tensão associada ao movimento perfurações não coincidem com os Esta densa camada de poeiras vul-
relativo entre as placas Euro-asiática resultados teóricos previstos, o que cânicas, ao inibir a realização da fo-
e Africana, na Falha de Glória e no alimenta a discussão científica em tossíntese pelos seres autotróficos,
Rifte da Terceira, permite a acumula- torno da estrutura interna da geos- interrompeu as cadeias alimentares,
ção gradual de energia elástica nesta fera. determinando a extinção de seres
zona de fronteira, bem como no sis- heterotróficos, como, por exemplo,
ATIVIDADE PÁG. 141
tema de falhas ativas associado, cuja dos dinossáurios. Por outro lado, a
libertação origina sismos. 1.
 xploração do problema, discutindo
E magnetosfera funciona como um
7. A localização tectónica dos Açores possíveis métodos de estudo do in- escudo protetor dos ventos solares.
tornam-no numa região geologica- terior da Terra, diretos e indiretos. Estes transportam partículas car-
mente ativa: a expansão oceânica Exemplos: regadas eletricamente – protões,
na DMO e no RT permitiu a constru- – As sondagens, que permitem a eletrões, núcleos de hélio, … – ani-
ção destas ilhas, por fenómenos de recolha de amostras do interior da mados de grande velocidade que,
vulcanismo, que ainda se mantém Terra (método direto); se atingissem a superfície da Terra,
ativo. A interação entre as placas – O estudo comparado dos planetas destruiriam todas as formas de vida.
tectónicas Norte-americana, Euro- do Sistema Solar (método indireto); Assim, é a magnetosfera que per-
-asiática e Africana, no seu ponto de mite o desenvolvimento e a exis-
– A propagação das ondas sísmicas
junção, expressa-se sismicamente tência de vida.
permite “radiografar” o interior da
nos Açores sendo possível inferir, 4. Permite correlacionar, de forma
Terra, à semelhança dos exames ra-
no âmbito da tectónica global do indireta, dados/factos observados
diográficos e tomográficos utiliza-
planeta, aspetos da evolução da di- à superfície da Terra (ex: orienta-
dos na Medicina (método indireto);
nâmica do planeta Terra. O motor ção segundo a direção dos polos
desta atividade vulcânica e sísmica – A atividade vulcânica, que, ao li-
magnéticos Norte-Sul, de qualquer
é a energia interna da geosfera. bertar material do interior da Terra,
corpo magnético livre) com hipó-
fornece importantes testemunhos
teses de estrutura e composição
ATIVIDADE PÁG. 140 da composição e estado do seu in-
do interior (o campo magnético
terior (método direto).
1.1. A distribuição do calor geotérmico, resulta da rotação de metais fluidos
no interior da Terra, não é uniforme. ATIVIDADE PÁG. 143 que constituem o núcleo externo).
A temperatura aumenta com a pro- Assim, o geomagnetismo é um im-
1.1. A magnetosfera é a região em torno portante e complexo método de es-
fundidade, gerando um gradiente
de um corpo celeste, neste caso, tudo indireto do interior da geosfera
geotérmico cujo grau (geotérmico)
o planeta Terra, ocupada pelo seu – a existência de geomagnetismo
é função da variação do fluxo geo-
campo magnético. sugere, para o núcleo da Terra, uma
térmico.
1.2. É o campo de forças magnéticas composição metálica.
1.2. As zonas de reduzido grau geotér-
que envolve a Terra. A admissão de uma composição de
mico são zonas tectonicamente
ativas (zonas quentes), como é o 2. A hipótese mais aceite pela comuni- natureza rochosa, e não metálica,
caso das zonas de fronteira entre dade científica internacional sugere para o núcleo, eventualmente não
placas tectónicas. Exemplo: Açores, o seguinte: permitiria explicar a existência do po-
Islândia, Califórnia, Itália, Japão,… – o núcleo é composto por metais; deroso campo magnético terrestre.
1.3. As zonas de elevado grau geotér- – no núcleo externo, esta liga de
ATIVIDADE PÁG. 145
mico são zonas tectonicamente es- metais, que se encontra no estado
táveis (zonas frias), como é o caso líquido, descreve movimentos de 1.  densidade média da geosfera é de
A
do interior de placas tectónicas. rotação; 5,52 g/cm3.
Exemplo: Kola, na Sibéria (Rússia) e – este movimento de rotação cria 2. A fórmula (4) indica que a densi-
Windischeschenbach, na Alemanha. corrente elétrica, a qual, por sua vez, dade (d) é um fator que condiciona
1.4. Por serem zonas frias permitem, à origina o campo magnético terrestre. o valor de g, na razão direta. Ou seja,
partida, alcançar profundidades su- 3.1. Admite-se que as inversões de po- quanto maior é a densidade, maior é
periores às que seriam obtidas em laridade são acompanhadas de im- o valor da aceleração da gravidade e
zonas quentes. portantes perturbações no interior vice-versa.

6
BIOLOGIA E GEOLOGIA 10
ENSINO SECUNDÁRIO

GEOLOGIA 10

3.  densidade média da geosfera é


A a 10 km de profundidade; por outro ATIVIDADE PÁG. 153
superior à das rochas da crusta. lado, ainda não foi descoberto/pro-
3.1. A diferença entre a densidade média duzido nenhum material capaz de 1.1. D e acordo com os dados do mapa,
da geosfera (5,52 g/cm3) e a das resistir a estas temperaturas. os magmas formar-se-ão, sensi-
rochas da crusta (2,7 a 2,9 g/cm3) 2. O decaimento dos isótopos radioa- velmente, entre os 220 km e os 410
permite inferir, de modo indireto, tivos liberta energia. Assim, uma km de profundidade, porque a tem-
que o interior da Terra deverá ser fonte de energia/calor da geosfera peratura das rochas que constituem
constituído por materiais com é a radioatividade. esta zona (curva azul) encontra-se
densidade consideravelmente muito próxima da sua temperatura
3. O fluxo geotérmico é a transferência
superior a 5,52 g/cm3. de fusão (curva vermelha).
de calor do interior para o exterior,
4. O gravímetro mede a aceleração da função do gradiente geotérmico  Nota: os alunos podem referir que,
gravidade de um corpo de massa m. (na sua superfície, a temperatura da no núcleo externo (2891 km –
O corpo encontra-se preso a uma geosfera é da ordem dos 15 ºC, em 5150  km), a temperatura do ma-
mola cuja distensão é diretamente média, e no núcleo, admite-se ser terial que o constitui também se
proporcional à força gravítica exer- da ordem dos 6900 ºC). encontra próxima do seu ponto de
cida em cada ponto da superfície da fusão; contudo, admite-se que o
4. A distribuição do calor no interior da
geosfera. núcleo externo, não é constituído
geosfera não é uniforme.
por rocha, mas sim por metais
5. No local A da região em análise, ve- 5. Geomagnetismo é o campo de for- (ferro, níquel, entre outros), não
rifica-se um aumento da aceleração ças magnéticas que envolve a Terra. originando, por isso, magmas (que,
da gravidade, por comparação com 6. O núcleo da geosfera não pode ser por definição, são rocha fundida).
os locais B e D, dada a existência, no estudado de forma direta; contudo,
interior da geosfera, de uma subs- Esta questão poderá ser aprovei-
a existência de geomagnetismo tada para combater a ideia errónea
tância de maior densidade (o ouro). permite inferir que a sua compo- de que os magmas se formam no
No local C, verifica-se uma dimi- sição é metálica, dado os metais centro da Terra.
nuição da aceleração da gravidade, serem bons condutores da corrente
por comparação com os locais B e 1.2. Os magmas podem apresentar tem-
elétrica, que é o mecanismo gerador
D, dada a existência, no interior da peraturas entre, aproximadamente,
dos campos magnéticos.
geosfera, de uma gruta, gerando os 800 ºC e os 1500 ºC. Submetidos
7.1. A aceleração da gravidade (g) no a temperaturas inferiores, sensivel-
uma diminuição local da densidade. ponto B diminui em relação à me- mente, a 800 ºC, os magmas ini-
6.1. Local A, porque a aceleração da gra- dida nos pontos A e C [gB<(gA=gC)]. ciam um processo de solidificação.
vidade é superior ao valor médio de Esta diminuição de g, em relação ao
g na superfície terrestre. valor esperado, deve-se à presença ATIVIDADE PÁG. 157
6.2. Local C, porque a aceleração da gra- do domo de halite, que, por ter uma
vidade é inferior ao valor médio de g densidade inferior à do meio en- 1. Vulcão A: Muito fluido, Efusiva,
na superfície terrestre. volvente, provoca uma descida da Muito longas, Nenhumas.
7. As rochas do interior da Terra, su- densidade média da zona em que se Vulcão B: Fluido, Mista, Longas,
jeitas ao aumento progressivo da encontra, isto é, gera uma anomalia Bombas e lapilli.
pressão litostática, vão sendo com- gravimétrica. Vulcão C: Muito viscoso, Explosiva,
primidas, originando rochas mais 7.2. São importantes na medida em que Nenhumas, Fluxos piroclásticos.
densas, por diminuição do seu vo- permitem, por análise da variação 2. Parâmetros de justificação:
lume (d=m/V). Assim, a densidade da aceleração da gravidade, a loca- – A forma dos cones vulcânicos
deverá aumentar em profundidade. lização de marcadores geológicos permite inferir características da
8. A gravimetria apoia a hipótese de da presença de petróleo (ex: domos atividade vulcânica – cones baixos
que a densidade no interior da geos- salinos). e de vertentes suaves associam-se
fera é variável: se um dado corpo, 7.3. Os estudos gravimétricos podem a lavas muito fluidas/fluidas, dada
de massa conhecida apresenta di- também permitir a sua localização, a capacidade da lava de se afastar
ferentes valores de aceleração da verificando-se, neste caso, um au- do seu local de emissão. Contraria-
gravidade, em diferentes pontos da mento considerável da aceleração mente, lavas viscosas/muito vis-
Terra, à mesma latitude e altitude, é da gravidade (anomalia gravimé- cosas têm dificuldade em escoar,
porque a densidade dos seus cons- trica), ou seja, o valor de g será su- pelo que se acumulam em torno da
tituintes é variável, de acordo com a perior ao esperado para a zona. cratera, originando cones altos e de
fórmula (4). A gravimetria é, assim, 8. A distribuição do calor não é uni- vertentes íngremes.
um método indireto de estudo da forme, sendo que a temperatura – Os materiais emitidos dependem
geosfera. interna da geosfera aumenta na da fluidez/ /viscosidade dos mag-
direção do núcleo. A densidade dos mas.
AVALIAÇÃO PÁG. 149
materiais que constituem a geos- O estilo eruptivo pode variar durante
1.  orque o material que constitui as
P fera é variável, lateralmente e em o curso de uma erupção e, certa-
brocas de perfuração fundem às profundidade, aumentando em di- mente, durante a longa história de
temperaturas que se fazem sentir reção ao núcleo. O núcleo apresenta um vulcão.
uma composição metálica.

7
BIOLOGIA E GEOLOGIA 10
ENSINO SECUNDÁRIO

GEOLOGIA 10

ATIVIDADE PÁG. 158 2.  çores, Islândia, Califórnia, Itália,


A nómenos destroem habitações e
Nova Zelândia,… porque são zonas inviabilizam a utilização de campos
1.1. P rimário, porque é eruptivo e fis- quentes, isto é, de elevado fluxo agrícolas, fator que determinou,
sural porque faz-se, preferencial- geotérmico. em épocas precisas, emigração
mente, num sistema de falhas da 3. Exemplos: massiva de açorianos, nomeada-
Crista da Serreta, alinhado segundo mente para os EUA.
Islândia
a direção NE-SW. 2. Realização de estudos vulcanoló-
Em Reiquejavique, cerca de 95%
1.2. É uma lava básica e muito fluida gicos pormenorizados, monito-
das casas são aquecidas geotermi-
porque possui uma percentagem rização sistemática da atividade
camente.
de sílica inferior a 52%, a saber, vulcânica, definição de zonas de
47,25%. Desde 1894 que, na Islândia, se
utilizam os géiseres para acionar risco, informação da população
2.1. Desgaseificação, com borbulhar dos riscos e do seu modo de pre-
máquinas industriais a vapor.
da superfície oceânica; emissão de venção.
cinzas e de blocos flutuantes que Itália
rebentam e se afundam; formação Em Larderello, os primeiros ensaios AVALIAÇÃO PÁG. 171
de colunas de vapor. para produção de energia elétrica
1.  – Cratera; 2 – Bolsada magmática;
1
2.2. A cerca de 500 m de profundidade, remontam a 1904. A capacidade
3 – Cone vulcânico; 4 – Chaminé;
formam-se pillow lavas, caracte- de produção, em 2000, foi de
5 – Gases; 6 – Piroclastos; 7 – Lava.
rísticas de vulcanismo submarino 856 MW.
1.2. Forma-se por acumulação de lava
de lavas fluidas. e de piroclastos, na sequência de
ATIVIDADE PÁG. 164
A cerca de 400 m de profundidade, diversos episódios eruptivos.
ocorre a emissão de blocos (com 1.  o manto profundo, nas proximi-
N 1.3. A lava forma-se a partir de magma,
comprimento da ordem dos 50 cm dades do núcleo, pode iniciar-se por perda de gases.
a 4/5 m) que ascendem à superfí- a formação de plumas térmicas –
2. As caldeiras correspondem a an-
cie, ora suavemente, ora “saltando” colunas de rocha sobreaquecida,
tigos aparelhos vulcânicos do tipo
acima do nível da água. Por vezes, deformável – que ascendem para
central. O esvaziamento, total ou
explodem, por choque térmico, e níveis superiores do manto; aqui,
parcial, da câmara magmática
os seus fragmentos submergem; pode ocorrer fusão destes mate-
torna o aparelho vulcânico instável,
outras vezes, não explodem e flu- riais com formação de magmas. A
por falta de apoio do cone, indu-
tuam; o seu arrefecimento gera libertação destes magmas origina
zindo assim o seu abatimento, e a
colunas de vapor de água; depois pontos quentes com atividade vul-
formação de caldeiras. A retenção
de arrefecidos também submer- cânica (de tipo central ou fissural).
de águas pluviais, nestas depres-
gem. 2. O vulcão V1 é o mais antigo e o V5 sões, origina lagoas.
A cerca de 300 m de profundidade, o mais recente. Devido ao movi-
3. Distinguem-se pelo tipo de mani-
ocorre a emissão de cinzas e de mento da placa, os vulcões são
festação: erupção, no vulcanismo
gases, essencialmente, CO2 e H2S afastados do ponto quente, extin-
primário, e emissão de gases/vapor
[que alteram a densidade e a cor do guindo-se e formando uma cadeia
de água, no vulcanismo secundário.
oceano, tornando-o acastanhado linear de vulcões.
4. F, F, V, V, F.
ou esverdeado]. 3. À medida que se vão afastando do
ponto quente, os vulcões mais ve- 5. O vulcanismo secundário, o magma
3. No momento da erupção, a lava
lhos vão sendo erodidos, acabando em arrefecimento não usufrui das
fluida é espremida, enrolando-se e
por submergir sob as águas do condições geotectónicas que per-
libertando-se. Os gases vulcânicos
oceano, passando pelo estado de mitam a sua libertação para a su-
assim aprisionados tornam estes
atol e de guyot. perfície da geosfera, mas apenas
blocos flutuantes.
de materiais por ele originados
Os blocos/pillow flutuantes for- Nota:  Este modelo de vulcanismo
(gases, água), sob diversas formas
mam-se em falhas. intraplaca foi proposto para o vul-
(fumarolas, nascentes termais,
4. A formação de blocos/pillow tem- canismo das ilhas Havai, no sen-
géiseres).
porariamente flutuantes. tido de explicar o alinhamento e a
idade dos aparelhos vulcânicos. De 6. O potencial geotérmico dos gases
ATIVIDADE PÁG. 161 salientar que há vulcões intraplaca e vapor de água libertados nas
isolados, que não se enquadram manifestações residuais de vulca-
1.  as zonas de baixo grau geotér-
N nismo podem ser rentabilizados,
mico, a instalação de centrais, neste modelo.
por conversão, na produção de
depois de avaliado o seu impacte ATIVIDADE PÁG. 166 energia elétrica, por exemplo.
ambiental, permitirá compensar a A riqueza das águas termais em
diminuição irreversível dos com- 1.  a atividade vulcânica decorre a
D
sais minerais permite a sua utiliza-
bustíveis fósseis. Mesmo para as projeção de piroclastos (cinzas,
ção para fins medicinais.
zonas com grau geotérmico supe- lapilli, …) e emissão de gases e
de lava; associada à atividade vul- 7.1. 7.1.1. O seu baixo teor em sílica e a
rior, existem já possibilidades de
cânica ocorre também atividade sua elevada temperatura indiciam
aproveitamento para aquecimento
sísmica. No seu conjunto, estes fe- um magma muito fluido. A erup-
e climatização.

8
BIOLOGIA E GEOLOGIA 10
ENSINO SECUNDÁRIO

GEOLOGIA 10

ção será efusiva, com formação de 10.2. a subducção da primeira.


grandes escoadas de lava. Viscosi- 2. O sismo de 26 de dezembro foi um
Natureza
7.1.2. A elevada percentagem de Tipo de dade do Escoadas Proje- sismo tectónico (terramoto) inter-
da
erupção magma/ de lava ções
sílica e a sua baixa temperatura in- lava
erupção placa associado a convergência de
diciam um magma muito viscoso. Muito Muito Nenhu- placas com subducção.
Havaiano Efusiva
A erupção será violenta, possivel- fluido longas mas 3. Os tsunamis formam-se quando o
mente com libertação de nuvens Estrom- Bombas,
boliano
Fluido Mista Longas
lapilli fundo oceânico é deformado, na
ardentes e formação de agulhas ou Vulca- sequência da libertação de energia
Viscoso Explosiva Curtas Cinzas
domos. niano sísmica, deslocando verticalmente
Muito Catastró- Nenhu- Nuvens
7.2.1. Vulcão de cone baixo e de Peleano
viscoso fica mas ardentes
a coluna de água que repousa sobre
vertentes suaves – devido à sua ele.
fluidez, a lava afasta-se da cratera. 3.1. A – Antes do sismo.
ATIVIDADE PÁG. 184
7.2.2. Vulcão de cone alto e verten- B – A formação ou ativação de uma
tes íngremes – devido à sua visco- 1.1. Intervalo de tempo S-P em: falha provoca deslocação do fundo
sidade, o magma B acumula-se em Chichuahua – 65 s; Mazatlan – 43 s; oceânico com perturbação na su-
torno da cratera. Rosarito – 61 s. perfície livre e, consequentemente,
7.3.1. Vulcanismo de vale de rifte 1.2. A determinação, em cada um dos com variação no nível da água.
ou intraplaca. sismogramas, do intervalo S-P per- C – A água desloca-se para a zona
7.3.2. Vulcanismo de subducção. mite determinar, no gráfico tempo- epicentral, a fim de corrigir a varia-
8.1. Erupção do tipo explosivo. -distância, a distância quilométrica ção do seu nível, absorvendo parte
8.2. Cinzas e gases. de cada estação ao epicentro: da energia sísmica libertada.
8.3. Espessas camadas de cinzas Chichuahua – 622 km; Mazatlan – D – Inicia-se a propagação dos tsu-
podem permanecer em suspensão 420 km; Rosarito – 585 km. namis.
na atmosfera durante anos redu- 3. Nas proximidades de La Paz.
ATIVIDADE PÁG. 193
zindo a radiação solar que penetra Nota: a interseção dos três círculos
na atmosfera. pode localizar o epicentro ou a área A localização do epicentro do sismo de 9
9.1. Cinzas vulcânicas. epicentral, isto é, a área onde se lo- de julho de 1998 no Faial é incerta, sendo
9.2. A elevada viscosidade do magma caliza o epicentro. a sua localização provável na zona do ali-
conferiu à explosão um forte ca- nhamento da ZFFP ou na zona do alinha-
ATIVIDADE PÁG. 187 mento da falha de S. Jorge.
rácter explosivo, com capacidade
de reduzir a cinzas os piroclastos 1. (P-S) = 24 segundos. As construções foram seriamente afe-
emitidos. 2. Distância epicentral tadas, muitas sem recuperação e outras
9.3. A reconstituição da história erup- 9 220 km. de recuperação complexa (casas, pontes,
tiva de um vulcão ativo permite monumentos,...). Contudo, as constru-
3. A = 23 mm.
estimar o seu comportamento ções mais recentes resistiram incólumes
4. M 9 5 às vibrações sísmicas.
futuro, nomeadamente a duração
5. E = 10(2,4M-1,2) Na ilha do Faial, os efeitos do sismo no
dos seus períodos de repouso.
Esta reconstituição tem em conta E = 10(2,4 * 5-1,2) solo estão representados por fracturação
diversos aspetos: o estudo da gé- E = 10(10,8) tectónica, com formação de fendas, e por
nese e evolução do magma, a iden- E @ 1011 J escorregamentos.
tificação das fases eruptivas e dos Escala A Escala B ATIVIDADE PÁG. 194
mecanismos eruptivos, a evolução 500
50 100
morfológica e estrutural do apare- 400
40 6 50 1.  ossibilidade de minimização dos
P
lho vulcânico, a avaliação dos pe- 300 23 riscos decorrentes da atividade sís-
30 5 10
rigos vulcânicos e a identificação 220 20 5
mica.
4
dos riscos associados. Comple- 100 10 Aumento do stresse e da ansiedade
2
mentarmente, dados técnicos tor- 60 8 3
1 na população.
6
nam as previsões vulcânicas mais 40
4 2 0.5 2. Monitorização sísmica – sistema de
sustentadas, nomeadamente atra- 1
0.2
vigilância que permite a observação,
20 0.1
vés do estabelecimento de redes 2 medição e avaliação contínua de
5 0
sísmicas locais, visando a deteção Amplitude
Magnitude (mm) potenciais indicadores de atividade
de sismos vulcânicos, da vigilância 0 0 sísmica, visando tomar medidas
geoquímica dos campos fumaró- Distância
preventivas e corretivas.
ao (S-P)
licos, do controlo hidroquímico de epicentro (s)
Exemplos: redes de vigilância sis-
(km)
poços, nascentes e furos, etc. mológica, controlo de variação do
10.1. A – Erupção do tipo vulcaniano; nível de água em poços e furos (im-
ATIVIDADE PÁG. 191
B – Erupção do tipo peleano; portante indicador de fenómenos
C – Erupção do tipo estromboliano; 1.  Placa Indo-australiana converge
A de deformação crustal).
D – Erupção do tipo havaiano. com a Placa da Birmânia ocorrendo

9
BIOLOGIA E GEOLOGIA 10
ENSINO SECUNDÁRIO

GEOLOGIA 10

ATIVIDADE PÁG. 196 Pacífico e a Norte-americana causa mecidas acordam. As portas fazem
um enorme atrito e elevada tensão barulho, as louças quebram-se, os
1.  o Pacífico existe espalhada, no
N sísmica (Falha de Santo André). objetos pequenos deslocam-se, as
fundo oceânico, uma rede de tsu- 1.3. A proximidade da Falha Açores- árvores oscilam, os líquidos podem
nâmetros que deteta variações ex- -Gibraltar. transbordar de recipientes abertos, …
cessivas e rápidas do nível do mar. Alentejo e Lisboa – Intensidade IV –
1.4. 1.4.1. Porque é o ponto mais pró-
Estas variações são interpretadas No interior de prédios, a maior parte
ximo da origem do sismo.
em função dos registos de atividade das pessoas sente o movimento. Os
sísmica e da respetiva magnitude. a) Apenas as ondas P; as S não se
propagam em meios líquidos. objetos suspensos vibram, assim
Concluindo-se sobre a possibili- como as janelas, pratos, armação de
dade de formação de um tsunami, b) Ondas P e S, dado que ambas se
propagam em meios sólidos. portas,…
o centro alerta os países membros.
c) M = 6. 4.5. Devido à distância entre o epicentro
Nestes países, ativa-se o plano de
e território português afetado.
evacuação e de socorro das popula- 1.5. 1.5.1. Devido ao choque intenso
ções costeiras. provocado pela propagação 5.1. Edificação que resiste ao movi-
das ondas P (efeito de com- mento provocado pelas ondas sís-
2.1. O elevado número de vítimas. Caso
pressão-descompressão, tipo micas, funcionando como uma só
este centro existisse, o tsunami não
“esmaga-estica”). peça e oscilando como uma massa
teria tido o efeito surpresa e, prova-
homogénea, mas elástica. Ultrapas-
velmente, ter-se-iam salvo muitas 1.5.2. As ondas P, as primeiras a
sado o limite de elasticidade dos
vidas. atingir a superfície, refratam-se
seus materiais, dá-se o colapso da
2.2. O sismo de Lisboa, de 1 de novem- para a atmosfera sob a forma de
estrutura.
bro de 1755, também gerou um ondas sonoras.
5.2. A implementação da construção
tsunami devastador pelo que o li- 2. F, F, F, V.
anti-sísmica é uma importante
toral português está sujeito a sofrer 3.1. Memória dos efeitos devastadores forma de minimizar os efeitos de
de novo esta tragédia, com graves do tsunami do sismo do sudeste um sismo nas construções (casas,
consequências humanas, sociais e asiático de 2004. pontes, sistemas de redes,…). O
económicas. 3.2. Os tsunamis formam-se por de- colapso de edifícios é uma das prin-
Notas: Simulações laboratoriais do formação do fundo oceânico, na cipais causas de morte durante uma
sismo de 1755 geram tsunamis de sequência da libertação de energia crise sísmica e continuarão a ocor-
impacte relevante/grave em Lis- sísmica, deslocando verticalmente a rer enquanto o parque edificado
boa, Cascais e Oeiras; 17 minutos coluna de água que repousa sobre ele. sem resistência sísmica não for
após o sismo, ondas de doze me- 3.3. São, em regra, sismos interplaca de substituído ou reforçado.
tros inundam a costa do Algarve; magnitude superior a 7, na Escala de 5.3. O avanço tecnológico na área da
25 minutos após o sismo, ondas de Richter, e de foco pouco profundo construção civil, após o terramoto
seis metros inundam a costa oeste; (geralmente inferior a 30 km de de 1755, resultou da apropriação
menos de 45 minutos após o sismo profundidade). de saberes já amplamente aplicados
ocorre inundação extensa do litoral 4.1. É um sismo interplaca com epicen- pelos portugueses na construção
do Golfo de Cádiz. tro na área de convergência das pla- naval.
O programa europeu de monitoriza- cas Euro-asiática e Africana.
ção da Terra (GMES – Global Moni- 4.2. Porque a energia sísmica libertada ATIVIDADE PÁG. 205
toring of the Earth System) apoiou propaga-se sob a forma de ondas 1.  s ondas P e S têm comportamen-
A
o desenvolvimento de um projeto sísmicas. tos idênticos até aos, sensivel-
destinado a estabelecer uma estra-
4.3. mente, 2900 km de profundidade e
tégia de monitorização oceânica na
Escala de Mercalli Escala de Richter a partir dos 5150 km; no entanto, a
região circum-europeia (Atlântico
Avalia a intensidade de um Avalia a velocidade das ondas P é superior à
Norte, Mediterrâneo e Mar Negro). sismo, através: magnitude de um das S. As ondas S não se propagam
– da perceção do sismo pela sismo, através do
AVALIAÇÃO PÁG. 201 população. cálculo da energia entre os 2891 e os 5150 km de pro-
– do grau de destruição. libertada no foco. fundidade.
1.1. P
 orque são zonas de fronteira de Instrumentos de trabalho: Instrumentos 2. Rigidez, incompressibilidade e den-
placas. Os movimentos que aí ocor- inquéritos realizados de trabalho:
à população e registos sismogramas. sidade dos materiais que consti-
rem geram tensões no interior da descritivos do grau de tuem a geosfera, de acordo com as
Terra que, quando ultrapassam a destruição. fórmulas da página 180.
capacidade de resistência elástica Fechada, com XII graus Aberta
das rochas, as fraturam, originando Qualitativa Quantitativa 3. Se num intervalo de profundidade
sismos. Sujetiva Objetiva se verificar um aumento de vP e vS,
Exprime-se em numeração Exprime-se em sabendo-se que a densidade condi-
1.2. 1.2.1. Colisão de placas com sub- romana numeração árabe
ciona a sua velocidade de propagação
dução – o atrito gerado pelo movi- 4.4. B
 arlavento Algarvio – Intensidade na razão inversa, deduz-se que, nesse
mento descendente da uma placa V – A maior parte das pessoas sente mesmo intervalo, a rigidez e a incom-
contra a outra origina sismos. a vibração sísmica. As pessoas ador- pressibilidade aumentam, em média,
1.2.2. O deslizamento entre a Placa do muito mais do que a densidade.

10
BIOLOGIA E GEOLOGIA 10
ENSINO SECUNDÁRIO

GEOLOGIA 10

4.  abendo que o único meio capaz


S 3.  endo que os magmas se podem
S apoia, de modo indireto, o modelo
de parar a propagação destas ondas formar, preferencialmente, ao nível estrutural crusta-manto-núcleo.
é o líquido, é de supor que, a esta da astenosfera (nível estrutural do
profundidade, os constituintes da manto superior), será de supor uma AVALIAÇÃO PÁG. 221
Terra estejam neste estado. A di- composição peridotítica, ou ferro- 1.1. O estudo da variação da velocidade
minuição da velocidade das ondas magnesiana, para o manto superior. das ondas sísmicas, as suas refra-
P nesta zona também apoia esta 4. É. O gráfico da atividade da página ções e reflexões.
ideia. 205 (variação da velocidade de 1.2. A ligeira diminuição da velocidade
5. O aumento da velocidade das ondas propagação das ondas P e S, em das ondas internas, no manto su-
P, a partir dos 5150 km de profun- função da profundidade) sugere, perior, sugeriu uma diminuição da
didade, sugere a passagem de um para o manto, um aumento, em rigidez dos materiais a esta pro-
meio líquido a sólido, admitindo-se profundidade, da rigidez dos ma- fundidade; esta fluidez só pode ser
que parte da energia das ondas P se teriais rochosos que o constituem, parcial uma vez que nela se propa-
converta em energia das ondas S, a sem que se verifique uma mudança gam as ondas S.
partir desta profundidade. abrupta na sua composição. Ou 1.3. Para cada sismo, foi identificada
seja, os dados sismológicos apoiam uma zona de sombra, isto é, uma
12
Ondas P
a hipótese de uma composição pe- zona onde não se registam ondas
ridotítica para todo o manto dado internas diretas, dada a alteração
Velocidade (km/s)

8 que, até ao limite com o núcleo das suas trajetórias por reflexões
Ondas S
externo, apenas se verifica um au- e refrações na descontinuidade
4 S mento crescente da velocidade de de Gutenberg. No caso das ondas
propagação das ondas P e S, sem S, elas são totalmente refletidas o
0 interposição de descontinuidades que sugeriu o estado líquido para
19 660 2891 5150
Profundidade (km) (o aluno deve ter presente a defi- o núcleo externo; a diminuição
nição de descontinuidade). brusca da velocidade das ondas P
ATIVIDADE PÁG. 215 apoia esta suposição.
2.1. Da crusta ao limite do núcleo in-
6.
 Terra pode ser dividida em quatro
A 1.  variação da velocidade das ondas
A terno, a velocidade das ondas P e S
camadas, considerando os dados P e S sugere que a Lua se subdivide, aumenta, gradualmente, apresen-
fornecidos pela variação da veloci- internamente, em crusta (0-60 tando uma ligeira baixa no manto
dade sísmicas: km), manto (60-1000 km) e nú- superior (na astenosfera).
– até aos 19 km a velocidade de cleo (1000-1738 km). A cerca de 2900 km de profundi-
propagação das ondas é sensivel- 2. A crusta e o manto serão sólidos, dade, a velocidade das ondas P di-
mente constante, demarcando dada a propagação contínua das minui e a das S anula-se.
uma camada externa; ondas S. É possível estimar, com Na transição para o núcleo interno,
– dos 19 km aos 2891 km de pro- base no aumento crescente da ve- a 5150 km de profundidade, as
fundidade define-se outra camada, locidade de propagação das ondas ondas S voltam a propagar-se, com
tendo em conta a queda brusca na P e S, um aumento da rigidez com aumento gradual de velocidade;
velocidade das ondas P e a anula- a profundidade dos materiais que nesta profundidade, a velocidade
ção da velocidade das ondas S; constituem estas camadas. No das ondas P também aumenta.
– dos 2891 km aos 5150 km manto superior lunar, tal como
2.2. A velocidade de propagação das
define-se uma terceira camada, no terrestre, também existe uma
ondas P e S depende da composi-
supostamente no estado líquido, zona de baixa velocidade, sendo
ção química e das características
devido à ausência de propagação de admitir a existência de uma as-
elásticas da matéria que constitui
das ondas S. tenosfera. No núcleo, pelo menos
as camadas do interior da geosfera
– dos 5150 km até aos 6371 km na sua parte externa, admite-se a
(densidade, rigidez e incompressi-
define-se a zona central da Terra, existência de matéria menos rígida,
bilidade).
que se admite no estado sólido mas que não parece encontrar-se
no estado líquido, de acordo com a 3. Dados da Vulcanologia, indicadores
dado o aumento de VP e a possibi-
variação da velocidade das ondas S de composição química, são com-
lidade de propagação de ondas S.
(diminui a sua velocidade, mas não patíveis com o comportamento,
ATIVIDADE PÁG. 214 se anula). simulado em laboratório, das ondas
sísmicas em materiais de composi-
1.  ílica, óxido de magnésio e óxido
S 3. Se admitirmos uma origem con-
ção idêntica.
de ferro. temporânea para estes dois corpos
celestes, é possível, então, aceitar Dados da Planetologia e da As-
2. O peridotito, rocha constituída, es- trogeologia apoiam o modelo em
sencialmente, por minerais ferro- um processo de formação comum.
De facto, apesar das diferenças, camadas concêntricas, tendo por
magnesianos, como, por exemplo, referência corpos celestes que
as olivinas e as piroxenas; a sua cor existe um paralelismo entre a es-
trutura deduzida para o interior da terão tido uma origem comum.
esverdeada deve-se à presença
abundante do mineral olivina. Lua e para o interior da Terra, o que

11
BIOLOGIA E GEOLOGIA 10
ENSINO SECUNDÁRIO

BIOLOGIA 10

ATIVIDADE PÁG. 19 reconhecer desde as formas mais 3. Ocorreu uma reação de hidrólise.
simples até às formas mais abran- 4. Para neutralizar o efeito do ácido
1. Cinco reinos. gentes e com níveis mais comple- clorídrico.
2. Reino Monera, Reino Protista,
 xos de organização. 5. É o tubo de controlo.
Reino Fungi, Reino Plantae e Reino 5. d).
Animalia. 6. c). ATIVIDADE PÁG. 45
3. O Reino Monera. 7.1. P or exemplo: Fitoplâncton> Zoo- 1.  s nucleótidos do DNA possuem
O
3.1. Este reino é formado por seres uni- plâncton > Caboz > Alcatraz desoxirribose e os nucleótidos do
celulares, cujas células são proca- 7.2. O fitoplâncton. RNA apresentam ribose.
rióticas. 2. Ver informação da tabela da página
7.3. A cadeia alimentar corresponde a
4. O reino Monera. uma sequência de seres vivos que seguinte.
5. Os reinos Plantae e Animalia. se relacionam através do alimento, 3.1. A molécula de DNA contém o “có-
6. Os reinos Protista e Fungi. enquanto que uma teia alimentar digo” de cada indivíduo, sendo, por
7. O facto de não serem capazes de corresponde a um conjunto de isso, diferente. Técnicas cada vez
produzir o seu próprio alimento cadeias alimentares que se inter- mais desenvolvidas permitem a
(são seres microconsumidores e -relacionam. identificação da origem das amos-
não produtores). 8. Os decompositores são seres que tras biológicas.
8. O Reino Monera. transformam a matéria orgânica
AVALIAÇÃO PÁG. 48
9. Os restantes reinos (Protista, Fungi, em matéria mineral, assegurando
Plantae, Animalia). a devolução dos minerais (inicial- 1.1. 1 – Núcleo;
mente incorporados pelos produ- 2 – Citoplasma;
ATIVIDADE PÁG. 21 tores) ao meio. 3 – Mitocôndria;
1. Pesca. 9.1. A – Reino Protista; B – Reino Plan- 4 – Membrana celular;
2. A extinção destas espécies dese- tae; C – Reino Fungi.
5 – Vacúolo;
quilibra todo o ecossistema, uma 9.2. c).
6 – Cloroplasto;
vez que afeta as relações bióticas. 9.3. d).
7 – Nucléolo;
3. O tamanho da rede de pesca vai 10. O
 elevado ritmo da ameaça de
8 – Aparelho de Golgi;
determinar o tamanho mínimo do extinção e a extinção de espécies
fica, atualmente, a dever-se à ação 9 – Membrana celular;
peixe a ser capturado.
direta ou indireta do ser humano. 10 – Mitocôndria;
4. Caça, doenças, alterações climáti-
cas, por exemplo. A extinção pode acarretar cus- 11 – Centríolos.
tos enormes para o equilíbrio dos 1.2. F, F, V, F, V, F, F, F, F, V.
ATIVIDADE PÁG. 23 ecossistemas e, particularmente, 2.1. d).
1. ossuem um regime alimentar
P para o ser humano. Como tal, este 3. b).
generalista e apresentam uma ele- assunto tem-se tornado numa 4. V, F, V, F, F, V, V, F.
vada taxa reprodutiva. preocupação crescente.
5. V, F, V, V, F, F, F, V.
2. Podem ser portadores de micror- 11. 
Por exemplo, a descoberta de
6.1. F, V, V, V, F, F, V, F.
ganismos patogénicos e, como tal, novos medicamentos ou fontes
causadores de doenças. alimentares. ATIVIDADE PÁG. 58
3. Em ecossistemas naturais, as bara- 12. b).
1.1. O verton baseou-se no facto de
tas são importantes como fonte de ATIVIDADE LABORATORIAL PÁG. 32 quanto mais lipossolúvel for uma
alimento de diversas espécies de substância, maior é a sua velo-
animais, pelo que o seu extermínio 1.  úcleo ou citoplasma ou mem-
N cidade de penetração na célula.
afetaria o equilíbrio do ecossis- brana. Além disso, Overton verificou que
tema. 2. Os corantes coram estruturas dife- a membrana era destruída quando
rentes. sujeita à ação de substâncias sol-
AVALIAÇÃO PÁG. 26
ATIVIDADE PÁG. 39
ventes dos lípidos.
1.  Biosfera é um sistema global que
A 1.2. Os estudos com eritrócitos que
inclui toda a vida na Terra, o am- 1.  s proteínas desnaturaram, isto é,
A evidenciaram que a quantidade de
biente onde essa vida se desenrola perderam a sua estrutura tridimen- fosfolípidos isolados da membrana
e as relações que aí se estabele- sional. era suficiente para formar uma
cem. 2. Devido ao ar que fica imobilizado dupla camada à superfície de cada
2.1. B – D – A – E – C. entre as proteínas desnaturadas. uma dessas células. (Estes dados
3. Os seres unicelulares são formados levaram Gorter e Grendel a propor
ATIVIDADE LABORATORIAL PÁG. 41 o modelo de bicamada).
por uma só célula, enquanto que os
seres multicelulares são formados 1. Glicose. 2. O modelo proposto por Gorter e
por várias células. 2. Sim, o amido é um polissacarídeo Grendel é o único que não sugere
4. Nos sistemas biológicos é possível de glicose. a existência de proteínas na cons-

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BIOLOGIA E GEOLOGIA 10
ENSINO SECUNDÁRIO

BIOLOGIA 10

tituição da membrana. como uma membrana semi-per- Seguidamente, o alimento é dige-


3. A bicamada fosfolipídica. meável (permeável à água e im- rido num vacúolo digestivo, graças
4. A existência de poros na mem- permeável ou pouco permeável ao à ação de enzimas. Finalmente, o
brana. cloreto de sódio). Quando as con- alimento digerido difunde-se, pas-
5. As imagens de microscopia ele- centrações entre o meio interno e o sando a fazer parte da célula.
trónica mostravam uma estrutura meio externo são diferentes, existe 2. A fagocitose permite à amiba ingerir
formada por duas linhas escuras, uma tendência para igualar essas partículas de grandes dimensões.
separadas por uma banda clara. As concentrações, ocorrendo movi- 3. Por exemplo, a fagocitose de par-
linhas escuras corresponderiam às mento de água do local onde esta tículas estranhas ao organismo por
proteínas e às partes hidrofílicas está em maior quantidade (meio parte dos glóbulos brancos (ma-
dos fosfolípidos, enquanto que a menos concentrado) para o local crófagos).
banda clara corresponderia às par- onde exista défice de água (meio
tes hidrofóbicas dos fosfolípidos. mais concentrado). ATIVIDADE PÁG. 75

6. Resultados de análises quantita- 3. A generalização de resultados de-


verá implicar a existência de répli- 1. O sistema digestivo da hidra.
tivas indicavam que as proteínas
cas da experiência, não devendo 2. Um qualquer destes três: minhoca,
não poderiam revestir toda a su-
validar-se uma hipótese com base galinha, cão.
perfície da bicamada lipídica; por
outro lado, quando se sujeitavam numa única observação. 3. Um tubo digestivo completo per-
as membranas a uma ação enzi- mite uma digestão e absorção se-
ATIVIDADE PÁG. 64 quenciais, uma vez que os alimentos
mática, a camada lipídica era mais
facilmente danificada que as pro- 1. Em C. se deslocam num só sentido.
teínas; verificou-se que algumas 2. Em A. ATIVIDADE PÁG. 78
proteínas se destacavam da mem- 3. Em B.
brana com facilidade, enquanto 4. Lise celular. 1. Cavidade oral e intestino delgado.
que outras dificilmente conse- 2. Emulsionar os lípidos.
guiam ser removidas; verificou-se, ATIVIDADE PÁG. 65 3. São absorvidas e transportadas

ainda, que as proteínas da mem- 1.  uma fase inicial, a velocidade
N pela corrente sanguínea e linfática
brana apresentavam regiões hi- osmótica diminui rapidamente, a todas as células do organismo,
drofílicas e regiões hidrofóbicas (o tendendo, posteriormente, a esta- existindo uma parte residual que é
que, segundo o modelo de Davson bilizar. eliminada pelas fezes.
e Danielli, obrigaria a que algumas
2. A. AVALIAÇÃO PÁG. 83
regiões hidrofóbicas estivessem
em contacto com a água). ATIVIDADE PÁG. 66 1.1. 1 – Proteína; 2 – Bicamada fosfoli-
7. A localização das proteínas e a exis- pídica; 3 – Glicolípido.
tência de glicoproteínas e glicolípi- 1.  m A, aumenta rapidamente, esta-
E
bilizando a partir de um determi- 1.2. Estão envolvidas nos processos de
dos. reconhecimento celular.
nado valor de concentração; em B,
ATIVIDADE PÁG. 59 aumenta de forma constante. 1.3. São moléculas anfipáticas, isto é,
2. A taxa de difusão estabiliza porque possuem uma extremidade polar
1.  s proteínas membranares apre-
A que é hidrofílica, enquanto que as
a substância passa pela membrana
sentam mobilidade. caudas são apolares e hidrofóbicas.
através de locais específicos, que, a
ATIVIDADE LABORATORIAL PÁG. 62 partir de determinadas concentra- 2.1. A – 2; B – 1; C – 1; D – 1; E – 2; F – 2;
ções, ficam saturados. G – 4; H – 3; I – 4; J – 1; K – 4; L – 2;
1.  a preparação A, ocorreu entrada
N M – 2; N – 3; O – 4; P – 1; Q – 3; R – 4.
de água para a célula, o que con- ATIVIDADE PÁG. 67 2.2. Colocar, junto ao bordo da lamela
duz à diluição da concentração de da preparação A, umas gotas de
1.  ipertónico em relação ao Na+; hi-
H
pigmentos (a mesma quantidade solução hipertónica (a mesma
potónico em relação ao K+.
de pigmentos num maior volume usada como meio de montagem
vacuolar). Assim, a cor apresentada 2. Porque a entrada de Na+ (e a saída
de K+) ocorre a favor do gradiente na preparação B). No bordo oposto
pelos vacúolos é mais clara. Na pre- da lamela colocar papel de filtro, de
paração B, verificou-se a saída de de concentração (por difusão),
enquanto que a saída de Na+ (e a modo a absorver o líquido de mon-
água da célula, aumentando a con- tagem original. Deste modo, subs-
centração de pigmentos no interior entrada de K+) ocorre contra o gra-
diente de concentração (por trans- titui-se uma solução hipotónica por
dos vacúolos, conferindo uma cor uma hipertónica, com consequente
mais intensa (escura) a estes orga- porte ativo).
alteração do aspeto celular.
nelos. ATIVIDADE PÁG. 69 3.1. c). 3.2. c).
2. A hipótese deverá fazer referência
1.  amiba emite prolongamentos
A 3.3. A
 estabilização da velocidade
à permeabilidade seletiva da mem-
citoplasmáticos (pseudópodes), deve-se ao facto de todos os locais
brana e à tendência para a isotonia.
que envolvem o alimento, até que de ligação às permeases estarem
Uma formulação possível será: “A
este passa para o interior da célula. ocupados.
membrana celular comporta-se

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ENSINO SECUNDÁRIO

BIOLOGIA 10

4.1. A – Sódio (Na+); (com o O2 marcado) e verificar se o 3.3. A – água; B – Oxigénio; C – ATP;
B – Potássio (K+). O2 formado seria ou não radioativo. D – NADPH; E – ADP; F  –  NADP+;
4.2. c). G – CO2.
ATIVIDADE PÁG. 94
4.3. Após a morte das células, a bomba 4.1. CO2, (CH2O) e H2O.
de sódio e potássio deixa de efe- 1. O CO2 é necessário para formar as 4.2. H2S/H2O e S/O2.
tuar o transporte ativo destes iões, substâncias sintetizadas no de- 4.3. É legítimo admitir que o O2, liber-
que, no entanto, continuam a mo- curso da fotossíntese. tado pelas plantas, provém da água
vimentar-se por difusão (a favor 2. Sim, pois se a iluminação inicial não (uma vez que nas plantas, a água
do gradiente de concentração), se fizer durante pelo menos 1 hora, (H2O) deve ter a mesma função
através da membrana, equilibrando a incorporação de CO2 cessa, assim que o sulfureto de hidrogénio (H2S)
assim as suas concentrações nos que as algas passam para a obscu- nas bactérias sulfurosas e que essa
meios intracelular e extracelular. ridade. função será a de dador de hidrogé-
5.1. A – 5; B – 4; C – 2; D – 3; E – 1; F – 4; 3. Não, pois, as algas iluminadas du- nios).
G – 3. rante 1 hora continuaram a in- 5.1. Em A, as bactérias distribuem-se
6.1. 1 – A, C; 2 – A, C; 3 – B, D e E; 4 – B; corporar CO2 durante mais alguns uniformemente ao longo de toda
5 – C; 6 – A, C e D; 7 – D; 8 – B, D e E. segundos, após serem colocadas a preparação. Na situação B, as
na obscuridade. bactérias acumulam-se, preferen-
ATIVIDADE LABORATORIAL PÁG. 87 cialmente, em certas regiões da
ATIVIDADE PÁG. 97 preparação.
1.  xistem diferentes pigmentos nas
E
células vegetais utilizados na expe- 1.  o ciclo de Calvin, podem distin-
N 5.2. d).
riência. guir-se três fases. 6.1. e). 6.3. c). 6.5. e).
2. Ribulose difosfato (RuDP). 6.2. c). 6.4. b).
ATIVIDADE PÁG. 89 3. Do dióxido de carbono.
1.  a zona correspondente ao azul-
N 4.1. Na fase de produção de compostos ATIVIDADE PÁG. 110
-violeta e na zona correspondente orgânicos e na fase de regeneração 1.  água entra pela raiz, sobe ao
A
ao vermelho-laranja. da RuDP. longo do caule (vasos condutores)
2. É nessas zonas que há maior liber- 4.2. Na fase de produção de compostos e sai pelas folhas (estomas).
tação de oxigénio, que é funda- orgânicos. 2. Xilema e floema.
mental para as bactérias. 5.1. Duas moléculas. 3. No xilema circula seiva bruta e no
3. Uma vez que o oxigénio é um 5.2. Dez moléculas. floema circula seiva elaborada.
produto da fotossíntese, e que as
bactérias se concentram nos locais ATIVIDADE PÁG. 99 ATIVIDADE LABORATORIAL PÁG. 113
com maior libertação de oxigénio, 1. F ornecer energia para a formação 1.
 s tecidos condutores apresentam
O
pode-se dizer que as bactérias se de ATP, protões (H+) e eletrões para diversos arranjos nos vários órgãos.
distribuem nos locais onde ocorre a formação de NADPH. Este arranjo é distinto nas monoco-
a maior taxa de fotossíntese.
2. Formam-se produtos minerais oxi- tiledóneas e nas dicotiledóneas.
4. Dado que as bactérias se distri- dados, ATP e NADPH + H+.
buem preferencialmente nas zonas ATIVIDADE PÁG. 116
3. São utilizados para produzir com-
azul-violeta e vermelho-laranja,
postos orgânicos. 1.  retende representar a ascensão
P
pode-se dizer que a clorofila tem
maior capacidade de absorção nes- 4. Ambos os processos permitem a xilémica, em que a superfície mi-
sas zonas do espectro. formação de compostos orgânicos croporosa corresponderia às fo-
a partir de compostos inorgânicos; lhas; o tubo corresponde aos vasos
ATIVIDADE PÁG. 92 na fotossíntese, a energia necessá- xilémicos e a água do reservatório à
ria a este processo provém da luz, água absorvida pela raiz.
1.  riestley concluiu que as plantas
P enquanto que na quimiossíntese, 2. A água que evapora causa tensão
renovavam o ar, quando verificou essa energia resulta da oxidação de na parte superior do tubo que, de-
que, se colocasse um rato num re- compostos minerais. vido à coesão entre as moléculas de
cipiente fechado, juntamente com
água, se propaga ao longo do tubo,
uma planta, o animal sobrevivia. Na AVALIAÇÃO PÁG. 103
levando à ascensão da água e, con-
ausência da planta, o rato morria.
1.  – D; 2 – A; 3 – A; 4 – A; 5 – B; 6 – A;
1 sequentemente, à sua diminuição
2. A variável é a luz (intensidade lumi- no reservatório.
7 – B; 8 – B.
nosa).
2. A – F; B – V; C – V; D – F; E – V; F – V. 3. A transpiração e a absorção radicu-
ATIVIDADE PÁG. 93 3.1. Cloroplasto. lar são fenómenos relacionados. A
3.2. I – Fase dependente da luz; transpiração atinge um valor má-
1.  hipótese de Van Niel está correta,
A ximo às 12 horas do dia, o que pro-
tendo em conta os resultados desta II – Fase não dependente direta-
voca uma tensão na parte superior
experiência. mente da luz.
da planta, que leva a um aumento
2. Fornecer às algas CO2 radioativo da absorção radicular.

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BIOLOGIA E GEOLOGIA 10
ENSINO SECUNDÁRIO

BIOLOGIA 10

ATIVIDADE PÁG. 118 4.1. a). 4.2. d). 3.  coração dos peixes é atravessado
O
5. b). somente por sangue venoso, que
1.  remoção do anel de caule levou
A passa uma só vez no coração em
6. B, E, D, A, C.
a um aumento de volume da zona cada circulação (circulação sim-
situada imediatamente acima do 7.1. I e III.
ples). Nos outros Vertebrados, o
corte. 8.1. a) O açúcar passa das folhas para o
sangue passa duas vezes no cora-
2. A remoção de um anel de floema floema por transporte ativo.
ção, em cada circulação (circulação
interrompeu a translocação floé- b) Durante a noite, a intensidade dupla).
mica proveniente das folhas. das radiações é muito baixa, logo,
4. A ave, pois não há mistura de san-
 A seiva floémica acumula-se, a taxa de fotossíntese também o é,
gue venoso e arterial no coração,
assim, acima da zona do corte, pro- o que explica a baixa concentração
como ocorre nos anfíbios.
vocando um aumento de volume de açúcar na folha.
5. No caso dos peixes, o sangue que
dessa zona. Durante o dia, a intensidade das
circula nos vasos que se dirigem
3. Apesar da interrupção do fluxo radiações solares é elevada, logo,
para os tecidos vem das brânquias,
floémico, a parte inferior da planta a taxa de fotossíntese aumenta, o
sem passar novamente no coração,
sobrevive algum tempo graças às que explica a maior concentração
ao contrário do que ocorre nos ou-
reservas de alimento aí localizadas, de açúcar na folha.
tros Vertebrados, em que o sangue,
mas quando essas reservas se es- 8.2. Através das células dos tubos crivo- proveniente dos pulmões, passa
gotam, acaba por morrer. sos. pelo coração, para ser bombeado
8.3. Estas células, colocadas topo a com maior pressão para os tecidos.
ATIVIDADE PÁG. 120 topo, possuem placas crivosas, o
1. Nas folhas. que permite a translocação de sa- ATIVIDADE PÁG. 137
2. No fruto, por exemplo. carose de célula para célula. 1.  istema circulatório fechado; cir-
S
3. A – Fonte; B – Local de consumo ou 9.1. a). culação dupla e completa.
de reserva; C – Floema. ATIVIDADE PÁG. 129 2. Grande circulação: ventrículo es-
4. Porque reproduz o fluxo sob pres- querdo, aorta, restantes artérias,
são que se verifica no floema. 1.  s sistemas circulatórios como o
O arteríolas, capilares dos diversos
do gafanhoto dizem-se “abertos”, órgãos, vénulas, veias, veias cavas,
AVALIAÇÃO PÁG. 123 devido ao facto de os fluidos circu- aurícula direita.
lantes abandonarem os vasos san-  Pequena circulação: ventrículo
1.1. c); d); g); i).
guíneos e banharem diretamente direito, artérias pulmonares, ar-
1.2. Capacidade de coesão (através de as células. Por outro lado, os siste-
pontes de hidrogénio) e capaci- teríolas, capilares do pulmão, vé-
mas circulatórios, como o da mi- nulas, veias pulmonares, aurícula
dade de adesão aos constituintes nhoca, são designados “fechados”
dos vasos xilémicos. esquerda.
quando o sangue (em condições 3. É elevada na aorta e nas outras ar-
2. Quaisquer dois destes quatro tipos: normais) nunca abandona os vasos térias, diminuindo ao longo do per-
– Tracoides (células mortas alonga- sanguíneos. curso, até ser mínima na veia cava.
das e de extremidades afiladas, que 2. O sistema circulatório fechado. O
contactam umas com as outras, 4. A baixa velocidade facilita as tro-
sangue circula sempre dentro de cas (gasosas, de nutrientes e de
formando tubos); vasos. produtos de excreção) entre o san-
– Elementos de vasos (células mor- 3. O sistema circulatório fechado. gue, que circula nos capilares, e os
tas, com diâmetro superior aos tra- Porque permite uma maior rapidez tecidos irrigados.
coides, que perderam as paredes de transporte, assegurando taxas
transversais e cujas paredes late- 5. As veias possuem válvulas, que im-
metabólicas elevadas. Por outro pedem o refluxo sanguíneo.
rais apresentam espessamentos lado, só ao nível das redes de ca-
de lenhina); pilares é que se efetuam as trocas; ATIVIDADE PÁG. 139
– Fibras lenhosas (células mortas desta forma, evitam-se “perdas”
com paredes lenhificadas, que pos- no trajeto e assegura-se que os te- 1.  xigénio: hemácias; Dióxido de
O
suem uma função de suporte); cidos que mais necessitam tenham carbono: plasma e hemácias; Nu-
– Células do parênquima lenhoso uma irrigação mais eficaz. trientes e produtos de excreção:
(células vivas, pouco diferenciadas, plasma.
com função essencialmente de re- ATIVIDADE LABORATORIAL PÁG. 132 2. O plasma e os leucócitos.
serva). 1.  uas no peixe; três no anfíbio; qua-
D 3. Transporte dos leucócitos, de nu-
3. A contínua acumulação de iões tro no mamífero. trientes, de dióxido de carbono e
nas células da raiz tem como con- outros produtos de excreção, hor-
sequência a entrada de água por ATIVIDADE PÁG. 133 monas e anticorpos.
osmose. A acumulação de água 1.  eixe: duas; Anfíbio: três; Ave/Ma-
P 4. Nos sistemas circulatórios fechados,
nos tecidos da raiz provoca uma mífero: quatro. o sangue não banha diretamente as
pressão que força a água a subir no células. Assim, as trocas são rápidas
2. Venoso.
xilema. entre o sangue e as células mais

15
BIOLOGIA E GEOLOGIA 10
ENSINO SECUNDÁRIO

BIOLOGIA 10

próximas dos capilares, tornando-se 6.  velocidade de produção do gás


A tidade de energia (traduzida pela
mais lentas à medida que estas se variou ao longo da experiência, po- sua maior quantidade de ATP for-
encontram mais afastadas. A linfa é, dendo concluir-se que as reações mada).
também, um veículo de transporte que aí tiveram lugar foram-se tor-
de nutrientes e permite remover nando mais lentas no final da expe- ATIVIDADE PÁG. 161
produtos de excreção. Ao banhar riência. 1.  fluxo de eletrões é unidirecional
O
diretamente as células, aumenta a 7. C6H12O6 ➝ 2C2H6O + 2CO2 porque cada transportador tem
eficácia de trocas, sobretudo nas maior afinidade para os eletrões
células que se encontram mais afas- ATIVIDADE PÁG. 154 (apresenta um nível energético
tadas dos capilares. 1.  urante a fase de ativação, é forne-
D menor) do que o transportador an-
cida energia à glicose para que esta terior.
AVALIAÇÃO PÁG. 143
se torne quimicamente ativa e dê 2. O acetor final é o O2.
1. b) início ao processo de degradação. 3. A água resulta da reação entre o O2,
2. F, F, V, F, V, F, F, V. Durante a fase de rendimento, a os eletrões e os H+.
3. c). oxidação dos compostos orgâni-
cos permite libertar energia que é ATIVIDADE PÁG. 163
4.1. a) 3; b) 1; c) 2; d) 3.
4.2. O esquema 1. utilizada para formar ATP.
Respiração
2. Foram gastas 2 moléculas de ATP. Fermentação
4.2.1. No esquema 1, o sangue aeróbia
passa pelo coração apenas uma vez 3. O NAD+ é um transportador de ele- Glicólise 4 4

mados durante:
N.º de ATP for-
em cada circulação. trões e H+. Ciclo de
2 –
4.3. Esquema 3. 4. O saldo é de 2 moléculas de ATP. Krebs
4.3.1. É duplo, porque o sangue ATIVIDADE PÁG. 156 Cadeia
34 –
passa duas vezes no coração em Respiratória
cada circulação. É completo, por- 1.  os dois processos, verifica-se a
N Total 40 4
que não há mistura de sangue ve- degradação da glicose com produ-
ção de ácido pirúvico. No entanto, Total de ATP
noso e arterial. necessário
5. Numa circulação dupla, o sangue na fermentação alcoólica, o ácido para 2 2
atinge a aorta com uma elevada pirúvico é descarboxilado e redu- desencadear
zido, originando álcool etílico. Na o processo
pressão, uma vez que é bombeado
diretamente do coração, aumen- fermentação láctica, o ácido pirú- Rendimento
vico é reduzido, originando ácido em ATP
tando, assim, a eficácia de oxige- de uma 38 2
nação dos restantes tecidos. láctico. molécula de
6.1. B. glicose
ATIVIDADE LABORATORIAL PÁG. 158
6.1.1. No esquema A, o coração só
possui um ventrículo, o que per- 1.  o tubo 1, verificou-se libertação
N AVALIAÇÃO PÁG. 165
mite a mistura parcial de sangue de CO2 devido a fenómenos res-
piratórios realizados pelas células 1.1. 1.1.1. Glicólise.
venoso com sangue arterial. Em B,
do músculo o que levou à turvação 1.1.2. Respiração aeróbia.
o coração apresenta quatro cavida-
des, não havendo, por isso, mistura da água de cal. Por outro lado, no 1.1.3. Fermentação alcoólica.
de sangues. tubo 2 não houve libertação de CO2 1.2. b).
porque as células estavam mortas 2. 1 – D; 2 – A; 3 – C; 4 – B; 5 – B; 6 – A;
7.1. 1, 3, 4, 7.
(devido à cozedura). 7 – C; 8 – C; 9 – A; 10 – B; 11 – A;
7.2. 2 e 8.
2. Controlo. 12 – D; 13 – B; 14 – A; 15 – A; 16 – D;
7.3. d).
17 – D; 18 – C; 19 – B; 20 – D.
8. V, F, V, F, V, V, F, V, F. ATIVIDADE PÁG. 159
3.1. … fermentação … energia.
9. a) I; b) IV; c) I; d) III; e) I; f) II. 1. Glicólise. 3.2. …glicólise… quatro…
10. V, F, F, V, V. 2. No citoplasma (hialoplasma). 3.3. …oxigénio…aeróbia.
ATIVIDADE LABORATORIAL PÁG. 153 3. Na mitocôndria ocorrem três fases 3.4. …superior…
da respiração. 4.1. A – Fermentação láctica.
1. Etanol (Álcool etílico). 4. Ocorre formação de ATP no ciclo B – Fermentação alcoólica.
2. A hipótese deverá referir a possibi- de Krebs e na cadeia transporta-
lidade de as leveduras produzirem C – Respiração aeróbia.
dora de eletrões.
etanol, a partir da glicose. 4.2. A glicólise.
5. Na cadeia transportadora de ele-
3. Presença/Ausência de substrato 4.3. A presença ou ausência de oxigénio.
trões.
(glicose). 4.4. 4.4.1. A e B.
6. O O2 é o acetor final de eletrões (e
4. Controlo. H+). 4.4.2. A, B e C.
5. Para facilitar a atividade metabólica 7. A oxidação da glicose é completa, 4.4.3. C.
das leveduras. libertando-se, assim, maior quan- 5.1. d). 5.2. d). 5.3. c).

16
BIOLOGIA E GEOLOGIA 10
ENSINO SECUNDÁRIO

BIOLOGIA 10

5.4. c). 5.5. c). 5.6. d). para os sacos aéreos anteriores, os dois meios. Assim, existindo
após o que é expulso. mais iões positivos no exterior do
ATIVIDADE LABORATORIAL PÁG. 170 que no interior da membrana e,
3. Os sacos aéreos constituem reser-
2.  aluno deverá fazer referência aos
O vas de ar. Também tornam as aves além disso, existindo iões negati-
fenómenos de osmose e sua rela- menos densas, facilitando-lhes o vos no citoplasma dos neurónios,
ção com o estado de turgidez das voo. Para além disso, contribuem gera-se a diferença de potencial
células estomáticas. para a dissipação de calor, sobre- registada durante a ausência de
tudo durante o voo. estímulos (o que explicaria o po-
ATIVIDADE PÁG. 172 4. Superfície respiratória muito ex- tencial de repouso).
1.  s células estomáticas represen-
A tensa; alvéolos altamente irrigados. 3. A resposta deverá referir a possi-
tadas em A apresentam uma con- bilidade de abertura dos canais de
AVALIAÇÃO PÁG. 182 Na+, em consequência do estímulo,
centração em ião K+ inferior às
representadas em B. 1.1. 1 – Ostíolo; 2 – Cloroplasto; 3 – Cé- permitindo a entrada destes iões,
lulas estomáticas. por difusão facilitada, a favor do
2. Quando há um aumento da con-
gradiente de concentração (o que
centração de K+ nas células es- 1.2. Estoma.
explicaria o potencial de ação).
tomáticas, a água entra nestas 2. A – V; B – F; C – V; D – F; E – V; F – F.
células, por osmose. 4. A diferença de potencial registada
3.1. Pouca espessura; apresentam-se entre as duas faces da membrana,
ATIVIDADE PÁG. 173
húmidas; a sua morfologia permite mesmo em estado de repouso, é
uma grande superfície de contacto explicada com base nas diferen-
1.  ermitir as trocas gasosas entre o
P entre o meio externo e o meio in- ças de concentração de iões. Por
organismo e o meio exterior. terno. outro lado, durante a transmissão
2.1. O2. 3.2. e). do impulso, verifica-se uma inver-
2.2. CO2. 4.1. a) O2; b) CO2. são da polaridade da membrana e
4.2. Em A. não, apenas, a passagem de uma
ATIVIDADE LABORATORIAL PÁG. 175
4.3. A água passa nas brânquias no sen- corrente elétrica. Ambos os dados
1.  m câmaras branquiais, situadas
E tido contrário ao do sangue que estão de acordo com a hipótese de
atrás da boca. circula nos capilares sanguíneos, Bernstein que defendia a existência
2. O peixe abre a boca, para que a água o que permite manter um elevado de um mecanismo eletroquímico
passe para a câmara branquial; se- coeficiente de difusão de O2, au- para explicar o impulso nervoso.
guidamente, o opérculo levanta, mentando, assim, a eficácia da he-
ATIVIDADE PÁG. 193
abrindo a fenda branquial, para que matose.
a água passe através desta. 5.1. 1 – D; 2 – A; 3 – B; 4 – C. 1.  erifica-se uma alteração rápida
V
5.2. O sapo possui pulmões mais sim- do potencial de membrana, pas-
ATIVIDADE PÁG. 176 sando de -70 mV para +35 mV e
ples, com menor superfície res-
1.  água entra pela boca, passa pelas
A piratória, pois também efetua voltando novamente ao seu valor
brânquias e é expulsa pela fenda hematose através da pele. Por sua inicial.
opercular. vez, o rato possui pulmões mais 2. Verifica-se uma entrada rápida de
2. As brânquias são compostas por complexos, como resultado de iões positivos (Na+).
séries de filamentos duplos inseri- uma adaptação evolutiva ao meio 3. A permeabilidade da membrana
dos nos arcos branquiais. Cada fila- terrestre. aos iões Na+ volta ao normal, verifi-
mento possui uma dilatação muito 6. D – C – A – B. cando-se uma saída destes iões por
vascularizada, chamada lamela 7. b). transporte ativo.
branquial. 4. A despolarização propaga-se ao
3. Nos filamentos branquiais, o fluxo ATIVIDADE PÁG. 191 longo da membrana do neurónio.
de água ocorre no sentido contrário 1.  esmo durante o repouso, veri-
M
ao fluxo sanguíneo. ATIVIDADE PÁG. 195
fica-se que existe uma diferença
4. A quantidade de oxigénio na água de potencial de -70 mV entre as 1.  despolarização só se verifica em
A
vai diminuindo, ao mesmo tempo duas faces da membrana do axó- determinados pontos, não sendo
que vai aumentando no sangue. nio, logo não são eletricamente necessário percorrer toda a exten-
neutras. são da membrana.
ATIVIDADE PÁG. 179
2. A resposta deverá fazer referência 2. Os neurónios do tipo representado
1.  anto a ave como o mamífero pos-
T ao bombeamento, por transporte em B.
suem pulmões; no entanto, a ave ativo, de uma maior quantidade de
ATIVIDADE PÁG. 197
também possui sacos aéreos. iões Na+ (3Na+) para o exterior da
2. O ar circula num só sentido, en- membrana e de uma menor quan- 1.  s neurotransmissores libertados
O
trando, através da traqueia, para os tidade de K+ (2K+) para o interior, na fenda sináptica.
sacos aéreos posteriores, destes, conduzindo a uma diferença entre 2. Quando os neurotransmissores se
passa para os pulmões e, depois, o número de cargas positivas entre ligam aos recetores da membrana

BRCBG10-02
17
BIOLOGIA E GEOLOGIA 10
ENSINO SECUNDÁRIO

BIOLOGIA 10

do neurónio pós-sináptico, con- assim sucessivamente. O resultado 3.  ingestão de água salgada junta-
A
duzem à abertura de canais ióni- poderá ser a morte. mente com o alimento, permite
cos associados a esses recetores, aos peixes marinhos obterem água,
permitindo a entrada de iões Na+ ATIVIDADE PÁG. 205 embora com elevadas concentra-
na célula. Esta entrada induz uma 1.  asoconstrição, tremuras, ereção
V ções de sais. Posteriormente, o sal
despolarização da membrana, ori- dos pêlos. é excretado ativamente e a urina
ginando um impulso nervoso nessa 2. As contrações musculares con- produzida é muito concentrada.
célula. duzem à libertação de calor, ATIVIDADE PÁG. 216
ATIVIDADE PÁG. 202 contribuindo para aumentar a tem-
peratura corporal. 1.  aumento da pressão osmótica re-
O
1. A temperatura. 3. A vasodilatação permite que um sulta da perda de água (por trans-
2. Para que a partir dos resultados se maior fluxo de sangue esteja pró- piração), aumentando, assim, a
pudessem fazer generalizações, ximo da pele e, desta forma, que concentração do meio interno.
era necessário que a experiência seja perdido calor, ajudando ao 2. O hipotálamo.
tivesse sido efetuada com um ele- processo de arrefecimento. 3. Quando os osmorrecetores hipo-
vado número de réplicas (vários talámicos detetam o aumento da
animais de cada uma das espécies). ATIVIDADE PÁG. 208 pressão osmótica, libertam ADH.
3. O rato. 1. O caranguejo da espécie A. Esta hormona atua sobre as células
4. Nos seres ectotérmicos, a tempe- 2. Transporte ativo. do tubo coletor, aumentando a sua
ratura corporal varia com a tem- permeabilidade. Assim, verifica-
3. Os indivíduos da espécie A.
peratura ambiente, enquanto que -se um aumento da quantidade de
4. A salinidade é um fator limitante água reabsorvida para os capilares.
nos endotérmicos a temperatura
uma vez que condiciona a vida dos
corporal é mantida constante à 4. A urina produzida é muito concen-
seres vivos.
custa de mecanismos internos de trada.
regulação (aumento ou diminuição 5. Os animais da espécie A toleram
5. Consultar esquema B da página 217.
da taxa metabólica). valores de salinidade mais extre-
mos do que os indivíduos da espé- AVALIAÇÃO PÁG. 220
5. Aumenta a taxa metabólica.
cie B. Assim, pode afirmar-se que o
6. A taxa metabólica do lagarto acom- intervalo de tolerância para a salini- 1. F, V, V, F, F, F, F, V, V, F, V, F.
panha a variação da temperatura dade é mais alargado, isto é, têm li- 2.1. A – Dendrites; B – Nódulo de Ran-
do meio e, portanto, neste caso, mites de tolerância mais extremos vier; C – Axónio; D – Corpo celular.
também diminui. do que a espécie B. 3.1. O esquema A. Os seres vivos cons-
ATIVIDADE PÁG. 203 6. Os indivíduos da espécie A têm a tituem sistemas abertos, dado que
capacidade de controlar a concen- estabelecem trocas com o meio.
1. Entre os 27 ºC e os 32 ºC. tração salina dos seus fluidos inter- 4.1. c).
2. A temperatura corporal começa a nos, mesmo quando há variações 4.2. c).
diminuir (porque o calor produzido dessa concentração no meio (até 4.3. d).
pela atividade metabólica não é su- determinados valores). Por outro 4.4. d).
ficiente para compensar a descida lado, os indivíduos da espécie B não
da temperatura ambiente). 4.5. c).
apresentam essa capacidade e, por
3. A temperatura corporal aumenta isso, a concentração salina dos seus 4.6. c).
(os mecanismos de perda de calor fluidos internos acompanha as alte- 4.7. c).
exigem energia, o que conduz a um rações verificadas no meio. Assim, 4.8. b).
aumento da taxa metabólica). os caranguejos da espécie A podem 4.9. d).
4. A temperatura é um fator limitante viver em ambientes com um maior 5.1. c).
uma vez que condiciona a vida dos leque de concentração salina. 6.1. A expulsão das algas.
seres vivos. Estes só podem sobre- 6.2. O aumento da temperatura da água
ATIVIDADE PÁG. 210
viver com determinados valores do mar.
deste parâmetro (que é variável de 1.  anto os peixes de água doce como
T 6.3. Os corais perdem a sua cor e a sua
espécie para espécie). os de água salgada apresentam capacidade de crescimento, aca-
No caso da espécie humana, se a concentrações de sais nos seus bando por morrer.
temperatura subir acima dos 42 ºC fluidos internos diferentes da con-
o mecanismo de feedback nega- 6.4. Os animais poiquilotérmicos não
centração do meio que os rodeia
tivo deixa de atuar e é substituído têm mecanismos internos capa-
(quer esse meio seja hipotónico ou
pelo mecanismo de feedback po- zes de manter a sua temperatura
hipertónico). Assim, têm de con-
sitivo. Isto ocorre porque as tem- corporal constante. Assim, as va-
trolar ativamente a concentração
peraturas elevadas conduzem ao riações da temperatura ambiental
de água e de sais do seu organismo.
aumento da taxa metabólica, que, refletem-se, mais facilmente, na
2. Absorção ativa de NaCl a nível das sua temperatura corporal, e por
consequentemente, produz mais brânquias, excreção de urina hipo-
calor, o que eleva a temperatura e isso, a sua termorregulação é rapi-
tónica. damente afetada.

18
BIOLOGIA E GEOLOGIA 10
ENSINO SECUNDÁRIO

BIOLOGIA 10

7.1. 7.1.1. A ansiedade é um dos fato- ATIVIDADE PÁG. 230 5.2. a) 10-10 p.p.m.
res que pode ser responsável pelo b) 10-4 p.p.m.
aumento da libertação de ADH. O 1.  aumento da concentração de
O
5.3. a) Inibe o crescimento.
aumento de ADH conduz a um au- auxinas leva a uma estimulação
do crescimento até um ponto má- b) Estimula o crescimento.
mento da permeabilidade dos tubos
ximo, após o qual, esta estimulação 5.4. 10-9 p.p.m.
coletores, verificando-se, assim, um
aumento da reabsorção de água ao vai diminuindo, até um ponto, a
nível destas estruturas. Desta forma, partir do qual, provoca a inibição
ocorre uma maior retenção de água do crescimento desse órgão.
no organismo (e a produção de urina 2. 10-8 p.p.m.
muito concentrada). 3. As raízes.
7.1.2. Após a cessação de uma 4. Os caules.
situação de ansiedade ou de dor,
verifica-se uma diminuição da ATIVIDADE LABORATORIAL PÁG. 233
secreção de ADH. Por outro lado, 1.  maçã cortada liberta uma subs-
A
na presença de álcool há uma ini- tância que promove o amadureci-
bição da ADH. Assim, em ambas mento da banana.
as situações, ocorre uma diminui-
2. Para impedir que se escape a subs-
ção da taxa de reabsorção de água
tância promotora do amadureci-
ao nível dos tubos coletores, de-
mento.
vido ao abrandamento da ação da
ADH sobre estas estruturas. Desta AVALIAÇÃO PÁG. 236
forma, o organismo perde uma
maior quantidade de água, pro- 1. F, V, F, V, V, F, F, V.
duzindo-se urina em quantidade 2.1. c). 2.3. c). 2.5. a).
abundante. 2.2. b). 2.4. d).
3. b)
ATIVIDADE PÁG. 225
4.1. 1 – Bloco de ágar sem auxina.
1.
A – Gravidade; B – Luz. 2 – Bloco de ágar com auxina.
2.
A – A planta inclina-se para cima, 4.2. B – A remoção do meristema apical
no sentido contrário à atuação da promove o crescimento dos gomos
gravidade; laterais.
B – A planta inclina-se em direção C – As auxinas difundidas pelo
à luz. bloco de ágar inibem o cresci-
mento dos gomos laterais.
ATIVIDADE PÁG. 227
5.1.
CRESCIMENTO
1. 1, 4, 5.
Inibição Estimulação
2. A iluminação lateral do ápice do
-55 -35 -15 5 25 45
coleóptilo faz com que a plântula
se curve em direção à luz. Pode-
10–12
-se concluir que se transmite uma
mensagem da parte superior da 10–11
planta para a parte inferior. 10–10
3. Não se verificaria curvatura em ne-
10–9
nhuma planta.
10–8
ATIVIDADE PÁG. 228
10–8
1. 2 – Não aconteceu nada;
10–7
4 – A plântula inclinou-se para o
lado oposto ao bloco de ágar. 10–6
2. Went provou que a inclinação das 10–5
plantas se deve à ação de uma
substância química produzida no 10–4
ápice do coleóptilo, tal como Dar- 10–3
win havia suspeitado. Concentração
10–2 de auxinas
3. A substância que existe no ápice do (p. p. m.)
coleóptilo que passou para o bloco
Crescimento relativo da raiz
de ágar.
Crescimento relativo do caule

19
BIOLOGIA E GEOLOGIA 11
ENSINO SECUNDÁRIO

BIOLOGIA 11

ATIVIDADE PÁG. 15 aminoácidos presentes na bactéria ATIVIDADE PÁG. 27


e que, por isso, não estavam mar-
1. A estirpe de bactérias do tipo S. cados radioativamente. 1.  DNA das bactérias cultivadas
O
2. Os lotes 1, 2 e 3. 3. Os resultados desta investigação com azoto pesado é mais denso,
3. As bactérias do tipo S foram mortas permitem concluir que, embora só pois após ser sujeito a centrifuga-
pelo calor, perdendo a capacidade o DNA viral penetre nas bactérias ção, encontra-se mais próximo da
de provocar pneumonia. e não as proteínas, este contém a base do tubo (ao contrário do DNA
4. Talvez as bactérias mortas do tipo informação necessária para a pro- das bactérias que foram cultivadas
S transmitam alguma informação dução de novos vírus. Desta forma, com azoto normal, que se dispõe
às bactérias do tipo R, de tal forma mais uma vez se reforça a ideia de mais próximo da superfície).
que estas passam a ser capazes de que o DNA é o suporte da informa- 2. Os nucleótidos utilizados para for-
produzir uma cápsula, tornando-se, ção genética e não as proteínas. mar as cadeias de DNA incorpo-
assim, virulentas. raram o azoto disponível no meio
ATIVIDADE PÁG. 22 (azoto pesado), apresentando, por
ATIVIDADE PÁG. 16
1.  s nucleótidos da mesma cadeia
O isso, maior densidade.
1.  ue substância seria transferida
Q estabelecem entre si ligações co- 3. Os resultados apoiam a hipótese
das bactérias mortas do tipo S para valentes do tipo fosfodiéster. semiconservativa, na medida em
as bactérias vivas do tipo R? (Ou 2. Pontes de hidrogénio. que foi obtida uma primeira ge-
qual a natureza química do “princí- ração de DNA com densidade
3. Segundo este modelo, as duas ca-
pio transformante”?). intermédia (entre as bactérias cul-
deias da molécula de DNA estão
tivadas exclusivamente com 14N ou
2. Uma molécula purificada das bac- ligadas por complementaridade,
com 15N).
térias de tipo S constitui o material resultante do facto da adenina só
genético, sendo capaz de transfor- emparelhar com a timina (por duas 4. Na terceira geração deverá surgir
mar bactérias de tipo R em bacté- pontes de hidrogénio) e da guanina 75% do DNA com o nível de densi-
rias de tipo S. só emparelhar com a citosina (por dade correspondente ao 14N e 25%
três pontes de hidrogénio). Assim, a de DNA com densidade intermédia.
3. Nas placas B, D e E.
4. A placa A. percentagem de timinas será idên- ATIVIDADE PÁG. 32
5. Por um lado, dado que na amostra tica à percentagem de adeninas,
assim como a percentagem de gua- 1.  m cada um dos casos, cada tri-
E
tratada com enzimas responsáveis
ninas será idêntica à percentagem de pleto é constituído apenas por um
pela degradação do DNA (e na placa
citosinas (tal como previa Chargaff). tipo de nucleótido. No primeiro
controlo) não ocorria transforma-
4. As duas cadeias iniciam-se numa caso, os tripletos são constituídos
ção das bactérias e, por outro lado,
extremidade 5’ e terminam numa por 3 uracilos. Nos restantes dois
nas amostras tratadas com enzi-
extremidade 3’, no entanto, cada casos, por 3 adeninas e por 3 cito-
mas responsáveis pela degradação
cadeia desenvolve-se em sentidos sinas, respetivamente.
do RNA e das proteínas a transfor-
mação ocorria. No seu conjunto, opostos. Assim, à extremidade 5’ 2. Os péptidos sintetizados a partir
estes resultados indicam que o de uma cadeia irá corresponder a de mRNA poli-U são formados,
princípio transformante é o DNA. extremidade 3’ da outra cadeia. exclusivamente, por um tipo de
aminoácidos – fenilalanina. Por sua
6. O DNA das bactérias de tipo S mor- ATIVIDADE PÁG. 23 vez, quando o mRNA é poli-A, o
tas pelo calor é incorporado nas
1. a ) O esmagamento permite a desa- polipéptido é formado apenas por
bactérias do tipo R. Assim, estas
gregação dos tecidos. aminoácidos lisina. E no caso de o
passam a ter informação para pro-
mRNA ser poli-C, o péptido apre-
duzirem cápsula, tornando-se viru- b) O detergente tem como função
senta somente aminoácidos pro-
lentas, razão pela qual provocam a desagregar as membranas, nomea-
lina.
morte dos ratos. damente, o invólucro nuclear de
natureza fosfolipídica. ATIVIDADE PÁG. 35
ATIVIDADE PÁG. 18
c) O cloreto de sódio permite a neu-
1. RNA polimerase.
1. o marcarem radioativamente
A tralização da carga negativa confe-
estes compostos, foi-lhes possível rida ao DNA pelo grupo fosfato (O 2. Um determinado segmento da

seguir o seu trajeto no decurso da Na+ liga-se ao grupo fosfato). Assim, dupla hélice de DNA desenrola-se;
experiência. impede-se a repulsão elétrica entre a partir de uma das cadeias expos-
as moléculas de DNA, permitindo a tas é copiada, por complementari-
2. As proteínas presentes na cápsula
sua agregação de modo a formar dade, uma molécula de mRNA.
dos vírus, e marcadas radioativa-
mente, não penetram na bactéria. filamentos mais espessos e com- 3. Exões. São estas porções do RNA
As novas cápsulas são produzidas pridos (mais facilmente visíveis). que vão constituir o mRNA, que
pelas bactérias, que trabalham 2. Espera-se que a resposta faça re- abandona o núcleo e migra para o
agora de acordo com as instruções ferência ao papel das bolhas de ar citoplasma, transportando a infor-
do DNA viral. Assim, na produção formadas devido à adição do etanol mação necessária para que a sín-
de novas cápsulas são utilizados a frio. tese proteica ocorra.

20
BIOLOGIA E GEOLOGIA 11
ENSINO SECUNDÁRIO

BIOLOGIA 11

ATIVIDADE PÁG. 42 de cada um dos grupos reorganiza- todos os nutrientes necessários ao


-se um invólucro nuclear; os cro- seu desenvolvimento.
1.  gene mutante apresenta uma
O mossomas iniciam um processo de 3. As células diferenciadas terão re-
adenina substituída por uma timina. descondensação; as fibrilas do fuso vertido essa diferenciação, read-
2. Gene normal: GAA. acromático desorganizam-se. quirindo totipotencialidade, o que
Gene mutante: GUA. lhes permitiu originar um ser vivo
ATIVIDADE PÁG. 52
3. A molécula de hemoglobina resul- completo.
tante do gene mutante apresenta na 1.1. A citocinese ocorre por estrangula-
mento do citoplasma. ATIVIDADE PÁG. 62
posição 6 o aminoácido Valina em
substituição do Ácido Glutâmico. 1.2. As células vegetais possuem uma 1.1. R obert Briggs e Thomas King re-
parede rígida que impede esse es- moveram o núcleo de um ovo de rã.
ATIVIDADE PÁG. 47
trangulamento. Seguidamente transplantaram, para
1. Interfase e fase mitótica. 1.3. Na zona equatorial, verifica-se a esse ovo sem núcleo, um núcleo de
2. G1, S e G2. deposição de material que, pro- uma célula de um embrião de rã.
3.
Para que a mitose ocorra, é neces- gressivamente, vai construindo 1.2. A célula que tinha recebido um
sário que exista a duplicação, quer uma nova parede até que a célula novo núcleo iniciou um processo
do material genético, quer dos res- fique dividida em duas células- de divisão, tendo-se originado um
tantes constituintes celulares para -filhas. embrião de rã.
que, a partir da célula-mãe, sejam 1.3. Concluíram que, quando transplan-
AVALIAÇÃO PÁG. 54
produzidas duas células-filhas. A tavam um núcleo de uma célula
interfase é um período em que 1.1. D. 1.3. D. 1.5. E. 1.7. C. diferenciada (células de embrião)
esses processos de duplicação 1.2. E. 1.4. D. 1.6. B. 1.8. B. para uma célula totipotente (à qual
ocorrem, sendo por isso uma fase tinha sido, previamente, removido
2.1. V. 2.3. F. 2.5. V.
preparatória e indispensável para o núcleo), era possível originar um
2.2. F. 2.4. V. novo organismo.
que a divisão celular se processe.
Durante muito tempo, considerou-se 3. D.
4.1. A – V; B – V; C – F; D – V; E – F; F – F. ATIVIDADE PÁG. 64
que o núcleo permanecia num es-
tado de repouso durante a interfase. 5.1. 4, 3, 5, 1, 2. 1.  os trabalhos de Briggs e King, o
N
G, do inglês Gap = Hiato 5.2. Verifica-se o rompimento do cen- núcleo transplantado provinha de
S, do inglês Synthesis = Síntese trómero, separando-se os dois uma célula de embrião, enquanto
cromatídeos que constituíam cada que no caso dos trabalhos de Wil-
ATIVIDADE PÁG. 48 um dos cromossomas. Os cromos- mut, o núcleo transplantado teve
somas iniciam a ascensão polar ao origem numa célula de um indiví-
1.1. O s cromossomas enrolam-se, tor-
longo das fibrilas dos microtúbulos. duo adulto.
nando-se progressivamente mais
condensados, curtos e grossos. A 6.1. a) 6,5 horas. 2. O óvulo possui proteínas que atuam
partir do centrossoma, forma-se b) 9 horas. sobre os genes nucleares, alterando
um conjunto de fibrilas (consti- 6.2. a) 10 cromossomas. o programa nuclear, conferindo-
tuídas por microtúbulos que origi- b) 10 cromossomas. -lhe, de novo, totipotencialidade
nam o fuso acromático). No final (genes bloqueados são ativados).
da profase, cada cromossoma ATIVIDADE PÁG. 59 3. Não ocorreria desenvolvimento

apresenta-se constituído por dois de um novo embrião (as proteínas
1. O ovo.
cromatídeos ligados pelo centró- presentes nessas células não se-
2. O ovo tem todas as potencialida- riam capazes de alterar o programa
mero; o nucléolo desaparece e o des para originar todas as outras
invólucro nuclear fragmenta-se. nuclear, a ponto de se produzir uma
células, daí a designação de totipo- célula totipotente).
1.2. Os cromossomas dispõem-se no tente.
plano equatorial da célula, unidos 3. São células muito semelhantes
 AVALIAÇÃO PÁG. 68
pelo centrómero às fibrilas do fuso entre si e semelhantes à célula ini-
acromático. 1.1. D. 1.3. D. 1.5. B.
cial que lhes deu origem.
1.3. Os cromossomas são constituídos 4. A diferenciação ocorre porque al-
1.2. D. 1.4. B. 1.6. E.
por dois cromatídeos. guns genes são ativados, enquanto 2.1. O tumor teve origem nas células
1.4. Verifica-se a separação dos cro- que outros são bloqueados. basais.
matídeos de cada um dos cromos- 2.2. 5.
somas; cada um dos cramatídeos ATIVIDADE PÁG. 61 2.3. Os tumores são aglomerados ce-
de um determinado cromossoma lulares, que resultam de alterações
1.  teward retirou células diferencia-
S
inicia um processo de migração, ao dos mecanismos envolvidos no
das da raiz.
longo das fibrilas, para polos opos- controlo da divisão (mitose) e di-
tos da célula. 2. Uma vez que não estavam a ser
nutridas pela planta, estas célu- ferenciação celular.
1.5. Os cromossomas ficam dispostos 3. A – F; B – V; C – F; D – F; E – F; F – F;
las foram colocadas num meio de
em duas regiões opostas; à volta G – V; H – F; I – V; J - V.
cultura para que dispusessem de

21
BIOLOGIA E GEOLOGIA 11
ENSINO SECUNDÁRIO

BIOLOGIA 11

ATIVIDADE PÁG. 75 ATIVIDADE PÁG. 99 ATIVIDADE LABORATORIAL PÁG. 116


1.  urante a bipartição, uma única
D 1.1. 1 – Profase I; 2 – Metafase I; 4 – Te- 1. s esporângios encontram-se
O
célula divide-se em duas, seme- lofase I; 5 – Profase II; 7 – Anafase II; agrupados nos soros e apresentam
lhantes, embora de menores di- 8 – Telofase II. uma parede espessada em forma
mensões. 1.2. Divisão I: 1, 2, 3 e 4; Divisão II: 5, 6, de U, que permite a libertação dos
7 e 8. esporos contidos no seu interior,
ATIVIDADE PÁG. 76 quando maduros.
1.3. Em 1: pares de cromossomas ho-
1.  obtenção de vários indivíduos
A mólogos com dois cromatídeos 2.1. Os esporos.
completos a partir da regeneração cada (bivalentes). 2.2. Nos esporângios.
de fragmentos de um indivíduo Em 5: cromossomas com dois cro- 2.3. a) Anterídeos.
progenitor corresponde à defini- matídeos; b) Arquegónios.
ção de reprodução assexuada por Em 7: cromossomas com um só 2.4. O protalo é formado por mitoses
fragmentação. cromatídeo. sucessivas a partir de um esporo
1.4. Nesta fase, os cromossomas haploide, pelo que também é ha-
ATIVIDADE PÁG. 84
dispõem-se na placa equatorial, ploide.
1.  ermite obter um elevado número
P equidistantes dos polos e presos
de clones num espaço de tempo re- pelo centrómero às fibras do fuso ATIVIDADE PÁG. 117
lativamente curto. Além disso, é um acromático.
1.1. Protalo.
processo com custos reduzidos. 1.5. Na anafase I, os cromossomas
1.2. Pequena estrutura verde, fotossin-
homólogos separam-se aleato-
ATIVIDADE PÁG. 85 tética e de vida livre, resultante da
riamente e afastam-se para polos
germinação de um esporo. Possui
1.  endo clones da árvore-mãe, ela
S opostos. A importância desta fase
anterídeos, onde se formam ante-
própria resistente, as árvores resul- reside no facto de haver redução
rozoides, e arquegónios, onde se
tantes das estacas também o deve- cromática e da separação dos ho-
formam oosferas.
rão ser. mólogos se dar ao acaso, o que
2. Sim. A multiplicação vegetativa contribui para aumentar a variabi- ATIVIDADE PÁG. 119
artificial por estaca permite obter lidade genética.
1.1. Pré-gamética.
muitos clones rapidamente, sendo
AVALIAÇÃO PÁG. 107 1.2. Como a meiose é pré-gamética, os
estes, tal como a árvore-mãe, imu-
nes à doença da tinta. 1. C. 2.2. A. 2.4. B. gâmetas são as únicas células ha-
ploides, daí o ciclo ser diplonte.
3. Poderiam ficar doentes, uma vez 2.1. C. 2.3. D. 3. A.
que são geneticamente iguais à 4. B, E, F. AVALIAÇÃO PÁG. 122
árvore-mãe. 5. A – X, B – Z, C – Y, D – X, E – Y, F – Y, 1.  – Z; B – Y; C – Z; D – X; E – Y; F – Z;
A
AVALIAÇÃO PÁG. 90 G – Y, H – Z. G – Y; H – Y.
6. A fecundação contribui para a va- 2.1. A – fecundação; B – meiose.
1.1. A
 – V, B – F, C – F, D – V, E – V, F – F, riabilidade genética da descendên-
G – F, H – V. 2.2. D.
cia, devido à aleatoriedade da união
2.1. C. 2.2. B. 2.3. A. dos gâmetas. 3.1. A – fecundação; B – meiose.
3.1. S er resultante de processos de re- 3.2. A.
produção assexuada e que é gene- ATIVIDADE LABORATORIAL PÁG. 113 4.1. Protalo.
ticamente igual ao progenitor. 1.
F ormam-se saliências nas células 4.2. A – F, B – V, C – F, D – V, E – F, F – V.
3.2. Os explantes são esterilizados, para de dois filamentos próximos (A). 5.1. I – B, C; II – E; III – G, H; IV – A; V – D
evitar o aparecimento de micror- Ao crescerem, estas saliências en-
ganismos que pudessem contribuir tram em contacto e, por desagre- ATIVIDADE LABORATORIAL PÁG. 133
para a sua degradação. Note-se gação da parede celular no ponto 1.  egundo a hipótese autogénica,
S
que, ainda por cima, são colocados de contacto, forma-se o tubo de os seres eucariontes resultaram
em meios de cultura favoráveis ao conjugação (B). de uma evolução gradual dos pro-
aparecimento de microrganismos. Nas células de um filamento, o con- cariontes. Durante este processo
4. A – 3; B – 4; C – 1; D – 5; E – 6; F – 2. teúdo celular condensa e move-se, evolutivo, ocorreram invagina-
5. A – V, B – V, C – F, D – V, E – F, F – F, através do tubo de conjugação, ções da membrana plasmática,
G – V, H – F. para a célula do outro filamento (C). formando um sistema endomem-
O conteúdo celular que se desloca branar que, por diferenciações
ATIVIDADE PÁG. 93 para a outra célula constitui o gâ- sucessivas, originou os diferentes
meta dador. organelos. Assim, algumas porções
1.
a ) Célula haploide, possui apenas n
O conteúdo celular que não se mo- desse sistema endomembranar re-
cromossomas.
vimenta constitui o gâmeta recetor. tiveram, ou receberam, porções de
b) Célula diploide, possui 2n cro- Sucede-se a fusão dos conteúdos material genético, originando-se,
mossomas. celulares e a formação do zigoto (D).

22
BIOLOGIA E GEOLOGIA 11
ENSINO SECUNDÁRIO

BIOLOGIA 11

respetivamente, o núcleo, as mito- grau de afinidade entre as espécies cimento (lei do uso e do desuso).
côndrias e os cloroplastos. estudadas. 6. Os descendentes deveriam herdar
A hipótese endossimbiótica, em- as características transmitidas pelo
ATIVIDADE PÁG. 145
bora admita que os sistemas endo- progenitor e, assim, apresentarem
membranares e o núcleo tenham 1.  uffon admite que as diferentes
B músculos desenvolvidos (lei da trans-
resultado de invaginações da mem- espécies resultam de transforma- missão dos caracteres adquiridos).
brana plasmática, defende que ções lentas e graduais de espécies
as mitocôndrias e os cloroplastos anteriores. ATIVIDADE PÁG. 153
resultaram de organismos autóno- 2. Ao admitir a existência de trans- 1.  s populações tendem a crescer se-
A
mos, que terão entrado em célu- formações, Buffon afasta-se das gundo uma progressão geométrica.
las de maiores dimensões (células conceções fixistas, admitindo uma 2. Competição pelo alimento, pelo
hospedeiras). Alguns dos ancestrais evolução das espécies. parceiro sexual e pelo habitat;
das mitocôndrias e dos cloroplastos 3. As transformações experimenta- doenças; predação.
conseguiram sobreviver no interior das pelas espécies são, segundo 3. As figuras C e D.
da célula procariótica de maiores Buffon, progressivas, “existindo
dimensões, estabelecendo-se rela- 4. Como se explica a variabilidade de
muitas espécies intermédias”. Para características dentro de uma po-
ções de simbiose. que este processo ocorra, é neces- pulação?
2. A designação “endossimbiótica”, sário muito tempo.
atribuída a esta teoria, resulta do A visão transformista do mundo ATIVIDADE PÁG. 156
facto de esta defender que algu- que Buffon apresentou em História
mas células passaram a viver no 1.1. a) A sequência A.
Natural, levou à incompatibilização
interior de outras (endo), estabele- b) A sequência B.
com Lineu.
cendo-se uma relação de benefício 1.2. a) Ocorridas modificações am-
mútuo e duradouro (simbiose). ATIVIDADE PÁG. 148 bientais (escassez de vegetação
3. O material genético das mitocôn- rasteira), as girafas tiveram neces-
1.  amarck considerava que as altera-
L sidade de alcançar os ramos mais
drias e dos cloroplastos tem uma ções do ambiente e a necessidade
estrutura diferente do material ge- altos. O esforço continuado de es-
dos indivíduos seriam as causas ticar o pescoço para atingir esses
nético presente no núcleo. responsáveis pela evolução.
4. A proximidade entre as sequências ramos levou ao desenvolvimento
2. “…uma ave é obrigada a viver em de pescoços cada vez mais longos,
nucleotídicas dos genes analisados regiões inundadas ou transforma-
dos cloroplastos, mitocôndrias e de em cada geração.
das em lagos (…) faz esforços para Esta característica foi sendo trans-
alguns procariontes atuais. este fim”. “À força de esforços re- mitida de geração em geração,
AVALIAÇÃO PÁG. 140 petidos durante gerações, esta pele conduzindo à sua fixação.
desenvolver-se-ia lentamente…”.
1. E. 3. C. 5. E. b) As populações de girafas apresen-
3. Lei do uso e do desuso: tam, independentemente do meio,
2. D. 4. D. “… faz esforços para este fim; por variações naturais, existindo girafas
6. A-B-C-D. isso, afasta os dedos e a pele que com o pescoço mais longo e outras
7.1. Esta hipótese é sustentada pelo une a base destes que adquire o com o pescoço mais curto. Modi-
facto dos organismos do género hábito de se distender”. ficações ambientais terão levado à
Giardia apresentarem núcleo mas Lei dos caracteres adquiridos: “… diminuição da vegetação rasteira.
não possuírem nem mitocôndrias, as plantas transmitiriam aos des- Assim, as girafas que possuíam
nem cloroplastos, o que pode levar cendentes as características que pescoço mais longo atingiam mais
a supor que o núcleo terá surgido, tinham adquirido para reter água.” facilmente a folhagem das árvores,
nas células eucarióticas, antes das 4. Na tentativa de atingirem ramos de continuando a alimentar-se. Pode
mitocôndrias e dos cloroplastos. árvore mais altos para se alimenta- dizer-se que estas girafas estavam
7.2. A resposta deverá contemplar as rem, as girafas esforçaram-se no mais bem adaptadas a este meio,
seguintes etapas: sentido de esticarem o seu pescoço alimentavam-se melhor e portanto
1.ª etapa – Determinação da se- o mais possível. Este uso continuado reproduziam-se mais. A seleção
quência de aminoácidos de pro- conduziu ao seu desenvolvimento natural fez aumentar o número de
teínas equivalentes (da sequência (lei do uso e do desuso). A carac- girafas de pescoço comprido.
de nucleótidos das moléculas de terística vai sendo transmitida de 1.3. a) O ambiente cria necessidades
DNA, ou de mRNA, ou de tRNA, ou geração em geração (lei da trans- que conduzem a modificações
de rRNA) em Giardia e em células missão dos caracteres adquiridos). morfológicas com vista a uma me-
procarióticas e eucarióticas atuais. 5. Os membros das cobras consti- lhor adaptação.
2.ª etapa – Comparação das se- tuíam uma dificuldade para a sua b) O ambiente exerce uma seleção
quências de aminoácidos (ou da deslocação entre a vegetação natural, favorecendo os indivíduos
sequência de nucleótidos) deter- densa ou aberturas estreitas. O que possuem características que os
minadas. facto de não usarem os membros tornam mais bem adaptados a esse
3.ª etapa – Estabelecimento do conduziu à sua atrofia e desapare- ambiente.

23
BIOLOGIA E GEOLOGIA 11
ENSINO SECUNDÁRIO

BIOLOGIA 11

ATIVIDADE PÁG. 158 insulina do Homem/insulina do admitamos que nem desvanta-


carneiro e insulina do Homem/in- gens) aos indivíduos que a apre-
1.1. O s membros dos vertebrados re- sulina do porco). sentam. Assim, a seleção natural
presentados apresentam o mesmo 3. A insulina do Homem e a do porco não atuará sobre esta caracterís-
plano estrutural (ossos semelhan- diferem em 3 a.a., enquanto que tica e, por isso, será de esperar que
tes que ocupam a mesma posi- a insulina do porco e a do cavalo a frequência deste gene (ou dos
ção relativa), no entanto, cada diferem em apenas 2 a.a. Assim, descendentes do primeiro indi-
um desses ossos varia de espécie tendo apenas em conta a molécula víduo mutante) não aumente de
para espécie, relativamente ao da insulina, dever-se-ia admitir forma significativa.
seu grau de desenvolvimento. Da que, do ponto de vista filogené- b) Nas populações que vivem em
mesma forma, o SNC dos vertebra- tico, o Homem está mais afastado contacto com o poluente, seria
dos apresenta um padrão comum, do porco do que o porco do cavalo. de esperar que a seleção natural
contudo, os seus componentes atuasse no sentido de eliminar, gra-
desenvolveram-se de forma dife- ATIVIDADE PÁG. 173 dualmente, os indivíduos não porta-
rente em diferentes grupos. dores do gene mutante (e, por isso,
1.  ntes da industrialização, as borbo-
A
1.2. A comparação destas estruturas letas de asas brancas; depois da in- sensíveis ao poluente); por outro
anatómicas sugere a existência de dustrialização, as borboletas negras. lado, o número de indivíduos por-
relações de parentesco entre os di- tadores do gene mutante tenderia
2. As borboletas brancas passaram
ferentes vertebrados. Desta forma, a aumentar significativamente (e,
a ser mais visíveis para os pre-
é lícito conceber a existência de portanto, a frequência deste gene
dadores; sendo mais predadas,
um ancestral comum que, por evo- atingiria valores consideráveis).
deixavam menos descendentes.
lução, terá originado os diferentes 5. As provas embriológicas revelam
Por seu lado, as borboletas negras
grupos de vertebrados. que embriões de espécies diferen-
eram, agora, menos visíveis para os
1.3. Cada um dos membros represen- predadores. Desta forma, tinham tes apresentam, durante as primeiras
tados apresenta um plano estrutu- oportunidade de se reproduzirem fases do seu desenvolvimento, uma
ral semelhante, contudo, têm um mais, originando um maior número grande semelhança, sugerindo a
aspeto diferente, o qual está rela- de descendentes portadores desta existência de uma relação de paren-
cionado com a função que desem- característica. tesco que une essas espécies num
penham. Verifica-se que animais que tronco comum, remoto e primitivo.
3. A cor negra das asas poderá ter
vivem em condições semelhantes 6.1. a) A, C e D. b) B e D.
resultado de uma mutação. (Essa
apresentam um desenvolvimento do
mutação poderia ter ocorrido muito 6.2. B.
esqueleto mais próximo (por exem-
antes da Revolução Industrial). 6.2.1. Numa evolução convergente,
plo, o Homem e a tartaruga). Nesse
sentido, vertebrados que conquis- 4. Na população de Biston betularia, verifica-se que estruturas com ori-
taram meios muito diferentes, que surgiram indivíduos mutantes que gem diferente e que apresentam
foram sujeitos a pressões seletivas apresentavam asas negras. Assim, formas semelhantes e a mesma
diferentes, apresentam uma maior coexistem na população de Man- função surgiram, devido a pressões
diferença no padrão de desenvolvi- chester indivíduos de asas negras seletivas idênticas, o que permitiu a
mento dos membros (por exemplo, com indivíduos de asas brancas. A adaptação de seres de grupos muito
o morcego e a tartaruga). partir de 1970, as modificações das diferentes ao mesmo ambiente. As
condições ambientais (diminuição estruturas locomotoras das Aves e
ATIVIDADE PÁG. 165 da fuligem) favoreceram os indiví- dos Insetos são, por isso, chamadas
duos portadores da característica estruturas análogas.
1.  embriologia sugere a existência
A
“asas brancas”, que se reproduzi- 7.1. a) Cão. b) Tubarão.
de uma relação de parentesco entre
ram mais, transmitindo, através dos 7.1.1. O mais próximo do Homem é
os diferentes grupos de seres vivos.
seus gâmetas, esta característica às o cão porque é o ser que apresenta
2. Os animais mais simples sofrem gerações descendentes. uma menor percentagem de ami-
menos modificações, partindo do
noácidos diferentes e quanto maior
padrão inicial. Assim, mais cedo AVALIAÇÃO PÁG. 180
for a semelhança entre as proteínas,
apresentam as características que
1.1. D. 1.2. A. mais próximos se encontram os
vão prevalecer no estado definitivo.
2. 1 – A; 2 – B; 3 – B; 4 – A. seres sob o ponto de vista evolutivo.
ATIVIDADE PÁG. 168 2.1. D. 3.1. C. 7.2. Porque tiveram uma origem mole-
3.2. O facto de as vísceras dos animais cular comum, pois apresentam uma
1.1. O porco e o carneiro. Neste caso, a
representados apresentar um pa- estrutura idêntica, com duas cadeias
molécula de insulina é idêntica.
drão de disposição idêntico, sugere a a e duas cadeias b assim como um
1.2. O Homem relativamente ao porco grupo heme, embora sejam consti-
e o Homem relativamente ao car- existência de um ancestral comum, a
partir do qual terão evoluído os dife- tuídas por alguns aminoácidos dife-
neiro. Em ambas as situações, a rentes que variam na proporção e na
molécula de insulina difere em três rentes animais representados.
posição que ocupam na molécula. As
aminoácidos. 4.1. a) Nesta situação, a nova caracte-
diferenças são explicadas por muta-
2. Em três aminoácidos (nos casos rística não confere vantagens (e
ções ao longo do tempo.

24
BIOLOGIA E GEOLOGIA 11
ENSINO SECUNDÁRIO

BIOLOGIA 11

8.1. B. 8.3. D. ATIVIDADE PÁG. 195 ATIVIDADE PÁG. 208


8.2. C. 8.4. C.
1.1. a) Autotróficos e heterotróficos. 1.  uitos seres vivos apresentam ca-
M
ATIVIDADE PÁG. 188 b) Fototróficos e quimiotróficos. racterísticas comuns aos reino Ani-
1.2. a) Por exemplo: o porco e o cavalo. malia e Plantae, o que dificultava a
1.1. Em características práticas. sua classificação.
1.2. Em características como o tipo de b) Por exemplo: o carvalho e o musgo.
1.3. a) Os autotróficos. 2. As diferenças estruturais entre os
sangue e a forma de reprodução. seres eucariontes e os procariontes.
1.3. Em caracteres apresentados pelos b) Os heterotróficos.
3. Fungi.
organismos, como, por exemplo, o
ATIVIDADE PÁG. 200
número de cavidades do coração e ATIVIDADE PÁG. 218
a capacidade de controlar a tempe- 1.1. R eino, Filo, Classe, Ordem, Família,
ratura corporal. Género, Espécie. 1.1. Uma alga verde.
1.2. Existe uma hierarquia, porque as 1.2. A flor.
ATIVIDADE PÁG. 189 1.3. a) Briófitas/Musgos.
Espécies se agrupam em Géneros,
1.1. a ) Animais que voam: C, E, F; ani- os Géneros em Famílias e assim su- b) Angiospérmicas.
mais que não voam: A, B, D. cessivamente. Este facto facilita o 1.4. A presença ou ausência de tecidos
b) Animais aquáticos: A, B; animais agrupamento dos diversos grupos, vasculares.
terrestres: C, D, E, F. logo, a identificação e o estabele-
cimento de relações entre os seres AVALIAÇÃO PÁG. 222
2. A adoção de apenas um critério
muito geral para agrupar os animais vivos. 1.1. a) A; b) D; c) A; d) E; e) F.
resulta em agrupamentos diferen- 1.3. a) Espécie. b) Reino. 1.2. a) Protista. b) Eubacteria e Ar-
tes, de acordo com o critério eleito. chaeabacteria.
ATIVIDADE PÁG. 201
Para além disso, agrupam-se ani- 1.3. Tipo de organização celular (proca-
mais muito distintos (por exemplo: 1.1. I – C; II – E; III – B; IV – D; V – A. riontes e eucariontes).
animais que voam: inseto, mamí- 1.2. a) A e D. b) C. 2. A – V; B – F; C – F; D – V; E – V; F – F;
fero e ave) no mesmo grupo. 1.3. a) Classe Mammalia. G – F; H – V.
ATIVIDADE PÁG. 190 b) Reino Animalia. 3.1. Protista.
3.2. Algumas algas, por exemplo.
1.  orque se baseiam em várias ca-
P ATIVIDADE PÁG. 202
4.1. a) Fabrico de pão e de cerveja, por
racterísticas evidenciadas pelos
1.1. Parus major. 1.2. 19. exemplo.
organismos.
1.3. O nome científico. b) Qualquer dermoparasita, por
ATIVIDADE PÁG. 191 exemplo.
AVALIAÇÃO PÁG. 205
4.2. A parede celular das células dos
1.1. A lagartixa.
1. A – práticos… racionais; fungos é de natureza quitinosa en-
1.2. A lagartixa. quanto que a das células das plan-
B – filogenéticos… fenéticos;
ATIVIDADE PÁG. 193 C – artificiais… naturais; tas é de natureza celulósica.
D – horizontais… verticais. 5.1. a) As Briófitas, ao contrário das
1.1. A, C, D (cão); B (lobo); E, F (rã). Traqueófitas, não possuem tecidos
2. A – V; B – F; C – F; D – V; E – V; F – V;
1.2. As três raças de cães representa- vasculares.
G – F; H – F.
das possuem importantes diferen- b) As Gimnospérmicas, ao contrário
ças morfológicas entre si (espécie 3.1. B.
das Angiospérmicas, não possuem
polimórfica). Também os girinos 3.2. C. flor.
diferem muito da rã adulta (meta- 3.3. B. 5.2.
morfose). Por outro lado, o cão C é 3.4. D.
mais parecido com o lobo do que CARACTE- MONOCOTI- DICOTILEDÓ-
4. A. 1, 3; B. 5; C. 4; D. 5; E. 2; F. 1, 3, 4. RÍSTICA LEDÓNEAS NEAS
com os restantes cães.
5. E. Cotilédones 1 Cotilédone 2 Cotilédones
ATIVIDADE PÁG. 194 6.1. a) Duas; b) Cinco; c) Ordem; Raiz 1 2
d) Dois; e) Uma; f) Quatro. Nervuras 3 4
1.  orque, na altura, dominavam as
P foliares
6.2. A Espécie é considerada como
ideias fixistas, pelo que se partia Partes florais 5 6
um agrupamento natural, porque
da ideia da imutabilidade das es-
é constituída por um conjunto de
pécies. Os dinossauros ainda não 1 – Fasciculada; 2 – Aprumada; 3 – Para-
indivíduos semelhantes, que par-
eram conhecidos. lelas; 4 – Ramificadas; 5 – Em múltiplos
tilham um mesmo fundo genético,
2. Buckland descobriu o primeiro fós- de 3; 6 – Em múltiplos de 4 ou 5.
o que lhes permite cruzarem-se
sil de dinossauro, o que abriu cami- entre si e originar descendência 6. E.
nho ao conhecimento sobre estes fértil. 7.1. a) Arthropoda; b) Chordata;
saurídeos extintos. c) Cerca de 20.

25
BIOLOGIA E GEOLOGIA 11
ENSINO SECUNDÁRIO

GEOLOGIA 11

ATIVIDADE PÁG. 17 ATIVIDADE PÁG. 28 atrito elevado.


2.1. O
 s materiais incoerentes, como a
1.1. a) Rio Tejo. 1.1. a ) Região litoral do Grande Porto e areia.
b) Rio Douro. região litoral da Grande Lisboa, etc.
2.2. O cubo de granito ou a brita.
1.2. a) Rio Douro. b) Uma pequena parte da península
2.3. A areia e o areão.
b) Rio Douro. de Setúbal e uma pequena região a
sul da Figueira da Foz, etc. 3. A presença de água diminui o ân-
1.3. Porque a construção das barragens gulo de atrito. A água funciona
impede o normal fluxo de sedi- 1.2. Na região da foz do Mondego, foz
como lubrificante fazendo com
mentos. Estas grandes obras de do Sado, Faro e foz do Guadiana.
que os materiais deslizem melhor.
engenharia são uma barreira arti- 1.3. Porque o litoral ocidental português
4.  São diretamente proporcionais.
ficial à passagem dos sedimentos é muito mais energético e mais
Quanto maior for o ângulo de atrito,
transportados por tração e em sus- fustigado por tempestades do que
mais inclinada estará a placa de
pensão. o litoral algarvio.
madeira aumentando a velocidade.
2.1. Em regime natural: 1.4. Nos locais onde está a ocorrer um
Nota: Estes resultados são o refe-
1734,4 × 103 m3/ano. avanço da linha de costa.
rencial teórico. Dada a dificuldade
Após a construção de barragens: 1.5. a) Por exemplo, Lisboa e Aveiro. de reproduzir em laboratório as
284, 6 × 103 m3/ano. b) Uma grande parte da costa alen- condições naturais, podem não se
2.2. Total em regime natural: tejana e uma larga zona litoral a verificar resultados semelhantes.
norte de Lisboa.
7196,1 × 103 m3/ano. ATIVIDADE PÁG. 42
1.6. Nas praias arenosas é expectável
Total após construção de barra-
que se verifique um aumento das 1.  s zonas mais suscetíveis de alte-
A
gens:
taxas de recuo da linha de costa ração são as fraturas, os poros e as
2074,6 × 103 m3/ano. e forte redução da área de praia arestas. Porque são zonas de maior
A diferença entre o total em regime emersa. Nos litorais rochosos veri- fragilidade da rocha e onde os
natural e após a construção de bar- ficar-se-á, também, intensificação agentes de alteração atuam mais
ragens é: do recuo da linha de costa, o desa- facilmente.
7196,1 – 2074,6 = parecimento de pequenas praias 2. O mineral mais resistente à alte-
= 5121,5 × 103 m3/ano aí existentes e o recuo da crista da ração é o quartzo, pois é possível
A percentagem: arriba. verificar que antes e depois da me-
(5121,5 / 7196,1) × 100 = 71% ATIVIDADE PÁG. 32 teorização a quantidade relativa
deste mineral se mantém cons-
ATIVIDADE PÁG. 22 1.  m desabamento de pedras e um
U tante.
1.  subida do nível do mar e a erosão
A pequeno sismo. 3. a) O feldspato e as micas.
costeira. 2. Um sismo corresponde à liberta- b) Os minerais da argila.
2. O aumento do nível da poluição ção repentina de energia. O desa-
atmosférica com o consequente bamento de pedras corresponde, ATIVIDADE LABORATORIAL PÁG. 45
aumento do efeito de estufa, a má por ação da gravidade, ao escorre-
 O procedimento experimental
gestão e a destruição das zonas gamento ao longo de uma encosta
deve ser realizado com cuidados
costeiras. em que se encontrem em posição
adicionais, pois o vidro ao fraturar
instável.
3. Perdas de habitações e vias de co- pode projetar fragmentos.
municação, desaparecimento de 3. A atividade sísmica (ainda que li-
1. Fraturação do vidro.
terrenos agrícolas, destruição de geira), o grau de meteorização e
erosão das rochas da encosta e as 2. Devido à variação brusca da tem-
locais de lazer e, em último caso, a peratura.
perda de vidas humanas. condições meteorológicas adver-
sas. 3. As variações de temperatura diur-
4. Apesar de as notícias fazerem re- nas e anuais afetam de modo se-
ferência a casos isolados e locais, o 4. O forte declive do terreno.
melhante as rochas.
assunto é de natureza global, pois 5. Através da remoção ou contenção
todos os países e regiões que pos- dos materiais rochosos que se en- ATIVIDADE PÁG. 51
suem linha de costa poderão sofrer contrem em posição instável.
1. a) A; b) C e B; c) D
com a erosão costeira.
ATIVIDADE PÁG. 36 2. a) 8 cm/s; b) 100 cm/s.
5. Medidas governamentais: recu-
peração e manutenção das dunas, As respostas a estas questões irão 3. a) Maior que 1,5 mm.
legislação mais rigorosa sobre a depender dos materiais seleciona- b) Menor que 1,5 mm.
construção em locais próximos da dos. Contudo, poderemos prever a
ocorrência das seguintes situações: ATIVIDADE LABORATORIAL PÁG. 62
orla costeira.
Medidas individuais: não pisar as 1. Os materiais com maior aderência à 1.1. A argila é coesa, mas pouco dura
dunas, não arrancar a cobertura placa de madeira, tal como a argila (risca com a unha).
vegetal das zonas próximas da linha e o solo vegetal. O cubo de granito 1.2. Adquire plasticidade, o que a torna
da costa. também apresentará um ângulo de moldável. Numa primeira fase, a

26
BIOLOGIA E GEOLOGIA 11
ENSINO SECUNDÁRIO

GEOLOGIA 11

argila absorve a água; quando fica calcário. Este, porém, reage com A água gaseificada contém CO2
saturada, torna-se impermeável. o ácido clorídrico diluído, fazendo que, reagindo com água, forma
O professor pode explorar, em efervescência imediata. No tubo 1 ácido carbónico. Por sua vez, o
função da propriedade anterior verifica-se a turvação do líquido. ácido carbónico reage com a cal-
(coesão a seco) e desta (moldável Depois de 10 minutos observa- cite, ou seja, com o CaCO3, liber-
quando hidratada), a sua utilização -se a formação de um precipitado, tando iões de cálcio e bicarbonato,
na indústria cerâmica. tornando-se a solução mais lím- que se depositam no fundo do tubo
1.3. A argila fica em suspensão na água. pida. No tubo 2 observa-se uma de ensaio.
2.1. Forma-se uma estrutura sedi- turvação da solução, a qual perma- 2. Devido à grande concentração
mentar particular – as fendas de nece após os 10 minutos. No tubo de CO2 na atmosfera, as águas da
dessecação – típicas de zonas de 3 observa-se que a turvação inicial chuva são, na atualidade, ricas em
sedimentação argilosa (ex: lagos do líquido se mantém. ácido carbónico. Este facto tem
continentais). Ocorre, também, a 2. A calcite (CaCO3) é insolúvel na contribuído para a erosão química
formação de halite. água destilada, ocorrendo a sua dos monumentos construídos em
2.3. As fendas de dessecação formam- deposição no fundo do tubo de calcário.
-se por perda de água, isto é, por ensaio. Em presença de água com 3. Devido à elevada concentração
evaporação; estas estruturas sedi- CO2, a calcite transforma-se numa de fontes de CO2: tráfego intenso,
mentares são sujeitas a variações substância solúvel na água (hidro- comércio e indústria, densidade
de humidade: zona de maré, lagos genocarbonato de cálcio, HCO3–), populacional,…
do deserto, entre outros ambien- pelo que o tubo 2 apresenta um
aspeto ligeiramente turvo. ATIVIDADE PÁG. 76
tes.
Por evaporação, a quantidade de Por diminuição da concentração de 1. a) Detrítico de transição (praia).
água diminui, assim como a possi- CO2 na água, devido ao aumento de b) Detrítico e quimiogénico (eva-
bilidade de reter o sal em solução, temperatura, o hidrogenacarbo- porítico), predominantemente
pelo que este começará a precipi- nato de cálcio transforma-se em continental, dada a aridez asso-
tar quimicamente, formando ha- carbonato de cálcio que precipita. ciada.
lite (realçar a origem quimiogénica Deste modo, a solução no tubo 3
2. a) Areias (origem detrítica).
deste sedimento). torna-se límpida.
b) Argilas (origem detrítica) e sal-
3. O carbonato de cálcio não é so-
ATIVIDADE LABORATORIAL PÁG. 63 -gema (origem quimiogénica).
lúvel na água, por isso precipita.
As águas com dióxido de carbono 3. a) As estruturas de A (marcas
1.  os tubos 1 e 3 verifica-se uma
N de ondulação ou ripple marks)
menor velocidade de sedimen- provocam a dissolução do cal-
cário em Ca2+ e HCO3–. O Ca2+ e o formam-se em resultado da ação
tação do que nos tubos 2 e 4. A do movimento oscilatório das
presença dos sais na água salgada HCO3– são solúveis na água, sendo
esta uma forma de transportar os ondas sobre os depósitos arenosos
interfere com a velocidade de de- (praias). Registam a ação das ondas
posição das argilas. Nos tubos 2 e 4 componentes químicos que, por
precipitação, originam calcário. A durante a subida e a descida das
verifica-se a formação de flocos de marés.
argila. Em águas salgadas, as argilas elevação de temperatura provoca
a transformação do hidrogenocar- b) As estruturas de B (fendas de
floculam, ou seja, agregam-se for- dessecação) são causadas pela
mando pequenos flóculos. bonato de cálcio em carbonato de
cálcio, de acordo com a equação perda de água, por evaporação, das
2. Floculação – formação de agrega- argilas sedimentadas; evidenciam
Ca2+ + 2HCO3– ➝ CaCO3 + H2O + CO2.
dos de argila, neste caso. Este pro- variações, no passado, no nível das
cesso deve-se à neutralização das ATIVIDADE LABORATORIAL PÁG. 67 águas.
cargas elétricas das argilas, por iões 4. Um deserto (ambiente detrítico
de carga contrária existentes nas 2.
 água, contendo os sais dissol-
A
vidos (que representam os iões continental). As marcas de ondu-
águas salgadas. A formação destes lação são formadas pela ação do
flóculos permite a deposição mais Ca2+ + HCO3–), desloca-se ao longo
do cordel. vento, enquanto agente de trans-
rápida em águas salgadas. porte.
3. A deposição das argilas nos tubos A evaporação desta água desen-
cadeia a precipitação de sais de 5. A eventual preservação destas
1 e 2, que não sofreram agitação, estruturas permitirá, num futuro
pode assemelhar-se à deposição frutos (que representam a calcite),
os quais originam estalactites, es- geológico, a caracterização do
verificada num rio calmo. A depo- ambiente, nomeadamente a re-
sição verificada nos tubos 3 e 4, talagmites e, eventualmente, co-
lunas. Na Natureza, este processo constituição das correntes que
que sofreram agitação seguida de condicionaram, no passado, a sedi-
repouso, pode assemelhar-se à de- ocorre no interior de maciços cal-
cários, em grutas. mentação.
posição verificada num rio agitado.
ATIVIDADE LABORATORIAL PÁG. 69 AVALIAÇÃO PÁG. 84
ATIVIDADE LABORATORIAL PÁG. 65
1.  o tubo que contém calcário e
N 1.1. N
 a meteorização os minerais cons-
1. A água destilada não reage com o tituintes das rochas são alterados e
água gaseificada.

27
BIOLOGIA E GEOLOGIA 11
ENSINO SECUNDÁRIO

GEOLOGIA 11

posteriormente arrancados pela 8.1. C. mento da temperatura.


erosão. 8.2. D. 8.3. A. 8.4. D.
ATIVIDADE LABORATORIAL PÁG. 92
1.2. Meteorização química e meteori- 9.  deposição de sedimentos faz-se
A
zação física ou mecânica. por ação da gravidade. 1.  o cadinho, é possível observar al-
N
1.3. A existência de fraturas ou de poros 10.1. A origem dos sedimentos. guns cristais de enxofre; no vidro,
nas rochas. 10.2. São rochas sedimentares detríticas. apenas se observa uma pasta
2. De facto, este provérbio popular amorfa amarelada.
A – brecha; B – conglomerado.
também pode ser adaptado aos 2. As diferenças resultam da veloci-
10.3. A forma angulosa dos sedimentos
fenómenos geológicos. A água é dade de arrefecimento à qual o en-
da rocha A e arredondada dos sedi-
o principal agente de alteração das xofre foi sujeito. Assim, no cadinho,
mentos da rocha B é condicionada
rochas e quando atua em longos a velocidade de arrefecimento foi
pela energia do transporte e pela
períodos de tempo é capaz de pro- lenta, pelo que se formaram alguns
sua duração. No caso da rocha B, o
vocar fenómenos de meteorização cristais; no vidro, o arrefecimento
rolamento dos detritos revela um
e erosão dos materiais litológicos. foi rápido e, desta forma, não se
transporte longo, num ambiente
3.1. Haloclastia ou crescimento de mi- formaram cristais, mas apenas uma
de elevada energia (dada a sua di-
nerais. pasta vítrea.
mensão).
3.2. Este processo atua da seguinte 3. Em analogia com o que decor-
10.4. A – Ambiente detrítico continental,
forma: a água rica em iões de Na+ e reu nesta atividade experimental,
próximo da fonte de sedimentos.
Cl– infiltra-se nas fraturas ou poros também a presença ou ausência de
B – Ambiente detrítico continental cristais numa rocha magmática é
das rochas. Numa fase posterior,
(aluvião) ou de transição (praia). função da velocidade de arrefeci-
quando a água se evapora, os cris-
tais de NaCl (halite) necessitam 11.1. As águas duras localizam-se nas mento do magma. Por exemplo, se
de espaço para crescer. Este cres- zonas assinaladas a vermelho, onde um magma tiver um arrefecimento
cimento pode provocar o alarga- ocorrem importantes maciços cal- lento, haverá tempo para a matéria
mento das fraturas e poros e desta cários. cristalina consolidar e, desta forma,
forma outros agentes naturais 11.2. A dissolução de maciços calcários, irão formar-se cristais visíveis a
poderão atuar mais facilmente na por ação de chuvas ácidas (calcite “olho nu”.
alteração das rochas. = iões de bicarbonato e cálcio), en-
riquece as águas em bicabornato ATIVIDADE PÁG. 97
4. A – 2; B – 1; C – 3; D – 5; E – 4; F – 2;
H – 1. de cálcio tornando-as duras. 1.1. Figura A.
5.1. Erosão ➝ Transporte ➝ Sedimenta- 11.3. Dado que os detergentes, na pre- 1.2. Figura A.
ção ➝ Compactação ➝ Cimentação sença destas águas, fazem pouca
1.3. Quanto mais lenta for a veloci-
➝ Recristalização espuma, quanto mais dura for a
dade de arrefecimento do magma,
água, maior é a dosagem.
5.2. Compactação, Cimentação e Re- maior será a dimensão dos cristais.
11.4. Nas zonas calcárias, as águas são
cristalização. 1.4. A profundidade.
mais duras; a utilização de um
6.1. Quartzo, feldspato e biotite. Os mi-
anticalcário evita a precipitação de ATIVIDADE PÁG. 99
nerais de argila ocorrem em quan-
CaCO3 no tambor, em consequência
tidades vestigiais. 1.1. a) O granito; b) O granito.
da variação da temperatura no
6.2. O quartzo. interior da máquina. 1.2. O basalto, porque é a rocha mais
6.3. Por hidrólise dos feldspatos. 12.1. A – Ambiente pantanoso (lignite e rica em ferro e magnésio.
6.4. A composição química da biotite é carvão betuminoso) sujeito a inva- 1.3. O granito.
diferente da do quartzo. Esta dife- são da água do mar (trilobites). 1.4. O basalto.
rença de quimismo pode refletir-se  B – Ambiente marinho pouco 1.5. Porque, se tomarmos em linha de
no modo de alteração dos dois mi- profundo, em que a temperatura conta a Série Reacional de Bowen,
nerais. poderá ter aumentado, dado o apa- os minerais ferromagnesianos são
6.5. A água e a ação do gelo. recimento de corais. os primeiros a formar-se, como é o
7.1.1. Cor, dureza e traço. 12.2. As trilobites são fósseis de idade, caso da olivina.
7.1.2. Dureza. O traço dos dois mine- atribuindo-se ao estrato que as
ATIVIDADE PÁG. 101
rais é branco, logo a cor não é contêm uma idade paleozoica; a
uma propriedade que, neste presença de amonites na sequên- 1.
O basalto toleítico com água.
caso, permita a sua distinção, cia estratigráfica B, indica uma 2.
1100 ºC.
dada a possibilidade de os mi- idade mesozoica; os corais, por 3.
A temperatura do basalto toleítico
nerais serem alocromáticos. sua vez, são fósseis de fácies, indi- com água @ 1080 ºC (aproximada-
A densidade dos minerais é cando meios marinhos pouco pro- mente).
idêntica. fundos de águas tépidas. A temperatura do basalto toleítico
7.2. Uma representa a cor do mineral e 12.3. Meio marinho pouco profundo ➝ sem água @ 1500 ºC (aproximada-
a outra, o traço, a cor do seu pó. abaixamento do nível das águas mente).
7.3. O mineral risca a ortoclase (H = 6) e com formação de pântanos ➝ su- 1500 ºC – 1080 ºC @ 420 ºC
é riscado pelo quartzo (H = 7). bida do nível das águas com au-

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BIOLOGIA E GEOLOGIA 11
ENSINO SECUNDÁRIO

GEOLOGIA 11

4.  presença de água nos magmas


A laias, em consequência da colisão baixo; a B tem a concavidade virada
provoca a diminuição do ponto de da placa Indoaustraliana com a para cima.
fusão. placa Euroasiática. 3. a) No caso da dobra A, as rochas
4.2. O magma será muito rico em sílica. que ocupam o núcleo são as mais
AVALIAÇÃO PÁG. 106
4.3. O granito e o riolito. antigas.
1.1. a ) A rocha B, porque é pratica- b) No caso da dobra B, as rochas
mente composta pelos minerais ATIVIDADE PÁG. 111 que ocupam o núcleo são as mais
piroxena, olivina e biotite, minerais Numa galeria que interseta um recentes.
que têm na sua composição ferro e plano de falha, o teto é o bloco no 4. A datação relativa dos estratos é
magnésio. qual o mineiro pendura a lanterna e deduzida pelo seu conteúdo fossi-
b) A rocha A, porque é rica em mi- o muro é o chão. lífero.
nerais, tais como o quartzo, o felds- 1. a) Figura 1 – bloco A; figura 2: bloco 5. Contribui para a compreensão e in-
pato potássico e a moscovite, que D. terpretação do relevo (ocorrência
lhe conferem uma cor clara. b) Figura 1 – bloco B; figura 2: bloco de montanhas, vales, …). Permite
1.2. Moscovite, feldspato potássico e C. inferir paleoambientes tectónicos.
quartzo. 2.1. Falha normal. ATIVIDADE LABORATORIAL PÁG. 116
1.3. Permitem determinar quais os 2.2. O bloco A sobe relativamente ao
minerais que, tipicamente, estão bloco B. 1. A plasticina é um material dúctil.
associados às rochas magmáticas, 2.1. Porque apenas se pretende eviden-
4.  A caracterização das falhas no
que a associação, numa mesma ciar a orientação espacial da dobra.
terreno, nomeadamente do seu
rocha, de olivina e de quartzo é 2.2. Porque o tipo de sequência estra-
movimento relativo, pode permitir
altamente improvável, ou, pelo tigráfica, normal ou invertida, é o
localizar estruturas geológicas de
menos, a sua ocorrência simultânea critério que permite distinguir os
interesse económico.
é muito limitada e que os minerais anticlinais dos sinclinais.
formados a altas temperaturas são ATIVIDADE LABORATORIAL PÁG. 112
menos estáveis quando submeti- AVALIAÇÃO PÁG. 118
dos às condições de meteorização, 1.  esponja de florista é um material
A
que ocorrem na superfície terres- frágil ou rígido. 1.1. a ) Falha é uma superfície de fra-
tre. 2. tura, ao longo da qual ocorreu um
movimento relativo entre os dois
2.1. 1 – Zona A; 2 – Zona B; 3 – Zona A;
blocos que a falha separa.
4 – Zona A; 5 – Zona B.
b) Plano de falha é a superfície de
3.1. Porque, como o arrefecimento do
fratura.
magma é rápido, não há tempo
suficiente para que ocorra uma di- c) Rejeito é o movimento relativo
ferenciação dos minerais. A rocha entre os dois blocos da falha.
que se forma nestas condições irá 1.2. A – Muro; B – Plano de falha;
apresentar uma textura vítrea. C – Teto; DD’ – Rejeito; E – Teto;
3.2.1.  A – piroxena, B – anfíbola e F – Muro.
C – moscovite. 1.3. a) Falha normal, porque o teto des-
3.2.2. A olivina. ceu.
3.2.3. O quartzo. b) Falha inversa, porque o teto
subiu.
3.2.4. A) I – Série descontínua dos
minerais ferromagnesianos; 1.4. a) Regime frágil distensivo.
II – Série contínua das plagioclases. b) Regime frágil compressivo.
B) I – Nesta série, enquanto a tem- 2.1. a) Uma dobra consiste no encurva-
peratura diminui, o mineral ante- mento de uma superfície original-
riormente formado reage com o mente plana.
líquido residual, formando um mi- 3.  stado de tensão cisalhante – os
E b) Plano axial é a superfície de si-
neral com composição química e blocos de falha movimentam-se metria da dobra que a divide em
estruturas diferentes. lateralmente (desligamento). Es- duas partes (flancos) aproximada-
II – A passagem de um mineral para tado de tensão distensivo – o teto mente simétricas.
o outro é gradual, na qual a substi- desce (falha normal). Estado de c) Charneira é a linha que une os
tuição dos iões de Ca por iões de Na tensão compressivo – o teto sobe pontos de máxima curvatura de
não altera a estrutura interna. (falha inversa). uma dobra.
3.2.5.  Porque esses minerais pos- 2.2. A – Plano axial; B – Sinclinal;
ATIVIDADE PÁG. 114 C – Charneira/Eixo da dobra;
suem a mesma temperatura
de solidificação. 1. s dobras distinguem-se pela
A D – Anticlinal.
4.1. Por exemplo, na região dos Hima- orientação da concavidade: a dobra 2.3. Regime dúctil compressivo.
A tem a concavidade virada para 3.1. a) Disposição, na dobra, da sequên-

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GEOLOGIA 11

cia estratigráfica (normal ou inver- 2.  orque a clorite é um mineral ca-


P textura da rocha e a estrutura cris-
tida). racterístico de metamorfismo de talina; no caso da tensão litostática,
b) Orientação espacial da dobra. baixas temperaturas e pressões, e a estrutura cristalina nos minerais.
3.2. A – antiforma anticlinal. o contacto com magmas envolve c) A composição química e minera-
B – antiforma sinclinal. sempre altas temperaturas. lógica.
C – sinforma sinclinal. 3.1. As rochas de baixo grau de me- 1.3. Os minerais metamórficos que
tamorfismo podem conter mos- cristalizam sob condições de pres-
D – sinforma anticlinal.
covite, clorite, epídoto e algumas são e de temperatura bem defini-
4.1. A – sinclinal. B – anticlinal. granadas e estaurolites. das permitem inferir as condições
4.2. Todas as afirmações são verdadei- 3.2. As rochas de médio grau de meta- termodinâmicas do meio ambiente
ras. morfismo podem conter granada, em que se formaram as rochas que
ATIVIDADE PÁG. 122 estaurolite, silimanite, epídoto, os possuem.
clorite e alguma moscovite. 2.1. A – Os minerais orientam-se para-
1.1. – Nas proximidades de intrusões 3.3. As rochas de alto grau de meta- lelamente, em bandas de composi-
magmáticas, no interior da litos- morfismo podem conter silimanite ção mineralógica distinta.
fera. e algumas estaurolites e granadas. B – Os minerais estão compacta-
– Nas proximidades de extrusões dos, mas sem nenhuma orientação
magmáticas. ATIVIDADE PÁG. 129
preferencial.
– Em locais onde ocorrem colisões 1.1. M etamorfismo de baixas pressões 2.2. A tensão. No caso da amostra A, a
com meteoritos (fenómeno pouco e de temperaturas médias a altas. tensão era dirigida de tal modo que
vulgar na atualidade). 1.2. Metamorfismo de pressões e tem- a rocha adquiriu foliação; neste
– Na zona de fronteira entre placas peraturas médias a elevadas. caso, uma estrutura bandada. No
tectónicas (o atrito gerado pelo 2.1. O ambiente A, dado que às intru- caso da amostra B, a tensão era
movimento das placas induz au- sões se associam elevadas tem- litostática, tendo determinado, de
mento de temperatura). peraturas dos magmas; por outro modo igual em todas as direções,
1.2. – Na zona de fronteira entre placas lado, as intrusões magmáticas uma aproximação dos constituin-
tectónicas. podem ocorrer a profundidades re- tes mineralógicos, não originando
– Nas bacias sedimentares, quando lativamente pequenas e, portanto, foliação.
ultrapassado o limite da diagénese. a baixas pressões. 2.3. a) Gnaisse.
2. Zonas atualmente estáveis podem 2.2. Nas zonas de convergência de pla- b) Quartzito ou mármore.
ter sido tectonicamente ativas no cas exercem-se grandes pressões 3.1. O metamorfismo desencadeado
passado. Sendo que as rochas me- e a temperatura aumenta à medida seria de carácter local.
tamórficas se formam, em regra, que uma das placas é destruída por 3.2. Essencialmente, a temperatura e
em profundidade, o seu aflora- subducção; logo, será o ambiente a pressão, que dependem do ta-
mento deve-se, por exemplo, ao B. manho do meteorito e da força do
arrasamento do relevo por erosão. 2.3. O ambiente A, porque o meta- impacto.
morfismo estará, sensivelmente, 3.3. Corneanas, nas zonas onde a tem-
ATIVIDADE PÁG. 124
confinado ao contacto local com o peratura foi muito alta, isto é, no
1.  o local A, porque o plano de fo-
É magma. contacto com o meteorito; már-
liação é paralelo ao declive, o que 2.4. O ambiente B, porque está re- more, nas zonas onde o aumento
expõe a habitação a possíveis des- lacionado com acontecimentos de temperatura apenas determi-
lizamentos de terrenos/rochas. tectónicos, que abrangem áreas nou a recristalização do calcário.
2. Vertente A. extensas, como, por exemplo, a 4.1. 1 – b); 2 – c); 3 – a); 4 – d); 5 – f);
3. Estudos litológicos de pormenor formação de cadeias montanhosas 6 – e).
permitem minimizar os riscos em zonas de colisão de placas. 5.1. 
geológicos. Neste caso, a deter- 3. É a curva 2 (neste limite coexistem
minação da direção de foliação e processos de alteração no estado
o conhecimento da forma como sólido com porções magmáticas).
se manifesta a xistosidade e a cli-
vagem ardosífera (facilidade de AVALIAÇÃO PÁG. 137
rutura segundo os planos de folia- 1.1. P orque são alterações que ocorrem
ção) são importantes instrumentos sem que se verifique uma fusão da
de trabalho na gestão, no planea- rocha. nos
mento e no ordenamento do terri- pla
Quando ocorre fusão, termina o d os ade
o id nte
tório. eçã tos
metamorfismo e inicia-se o mag- Dir e xis mina
d d o
matismo. são
ATIVIDADE PÁG. 127 Ten Xisto
1.2. a) A composição mineralógica, por
1.  lorite, epídoto, granada, estauro-
C recristalização de minerais.
lite e silimanite. b) No caso da tensão dirigida, a

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ENSINO SECUNDÁRIO

GEOLOGIA 11

5.2. A xistosidade é uma foliação de usada para consumo humano, uma CTSA PÁG. 168
grau de metamorfismo superior ao vez que alguns dos parâmetros
da clivagem ardosífera. estão acima dos limites legais. 1.  omento em que se atingirá, a
M
5.3. a) A viabilidade deste projeto de- 5. Por aumento da temperatura mui- nível mundial, o pico da produção
pende do estudo de pormenor da tos dos microrganismos são des- de hidrocarbonetos convencionais.
geologia local, nomeadamente do truídos. 2. O gráfico evidencia que, em 2010,
seu suporte em xisto. (Rocha me- 6. A amostra A. a produção de energia a partir do
tamórfica que se parte, com rela- petróleo se encontra em linha as-
tiva facilidade, segundo superfícies AVALIAÇÃO PÁG. 162 cendente. Esta tendência está em
lisas a ligeiramente onduladas.) consonância com as previsões que
1.1. B iosfera, atmosfera, lagos e rios,
b) O conhecimento da geologia dos apontam para que o peak oil seja
reservatórios subterrâneos e ocea-
terrenos permite minimizar os ris- atingido entre 2007 e 2011. Após
nos.
cos geológicos. o peak oil a produção de petróleo
1.2. 1 – evaporação; diminuirá devido ao possível esgo-
6.1. D. 2 – precipitação; tamento de reservas.
6.2. C. 3 – evapotranspiração; 3.1. O custo de extração dos hidrocar-
6.3. A. 4 – infiltração; bonetos convencionais é cerca de
6.4. D. 5 – escorrência subterrânea. 10 vezes inferior ao custo da extra-
6.5. A. 1.3. Hidrogeologia. ção dos não convencionais.
7.1. V. 1.4. A porosidade e a dimensão do re- 3.2. O rendimento energético dos hi-
7.2. F. servatório. drocarbonetos convencionais é
7.3. F. 1.5. Em primeiro lugar, os lagos e rios, muito superior ao dos não con-
7.4. V. por estarem à superfície, e, em vencionais. Por esta razão, o século
7.5. F. seguida, os reservatórios subterrâ- XXI será tecnicamente muito mais
neos. avançado, mas poderá ter uma ca-
7.6. V.
pacidade de crescimento compa-
1.6. A poluição de origem agrícola e in-
ATIVIDADE LABORATORIAL PÁG. 149 rável à do século XIX.
dustrial.
4. Desflorestação; desertificação de
1., 2., 3.1. e 3.2. A resposta a estas ques- 2.1. A camada B, porque está limitada,
grandes áreas; produção de gran-
tões pode ser algo variável, em função superiormente, por uma camada
des quantidades de águas conta-
das características que as amostras se- permeável.
minadas, tóxicas; agravamento do
lecionadas possam apresentar. 2.2. A camada D, porque está limitada, efeito de estufa; aquecimento glo-
4. As amostras que apresentam maior superior e inferiormente, por ca- bal.
variação de peso são aquelas que madas impermeáveis.
5. Ciência – definição de novas es-
armazenam mais água. 2.3. Processa-se lateralmente, uma vez tratégias de extração de hidrocar-
5. Porosidade é o conjunto de vazios que tem por cima uma camada im- bonetos não convencionais menos
que uma rocha apresenta. permeável. poluentes e menos onerosas. Tec-
2.4. A camada A. nologia – aplicação desse conheci-
ATIVIDADE LABORATORIAL PÁG. 151
2.5. As restantes camadas. mento científico na construção de
1. A areia. 3.1. Captação B. novas refinarias, novos motores.
2. A argila. 3.2. A existência de uma camada im- Sociedade – diminuição do con-
3. A areia, como apresenta muitos permeável. sumo de hidrocarbonetos conven-
vazios em contacto uns com os ou- 3.3. Pela área superior, de cota mais cionais, nas suas diversas formas.
tros, é facilmente atravessada pela elevada, de cada um dos aquíferos. ATIVIDADE PÁG. 169
água. 3.4. a) V; b) F; c) F; d) V
4. A maior ou menor facilidade com 3.5. b) Dos aquíferos representados um 1. No Médio Oriente.
que a água consegue atravessar um é livre e o outro é cativo. 2. Na América do Norte, Europa, Eurá-
material geológico. c) No aquífero da captação B, a su- sia e Ásia do Pacífico.
perfície da água encontra-se a uma 3. Eurásia e Médio Oriente.
ATIVIDADE PÁG. 151
pressão superior à atmosférica. 4. Os principais consumidores de

1. A amostra A. 4.1. A combustíveis fósseis serão os paí-
2. O facto de os valores de amónio, 4.2. D. ses mais industrializados, em parti-
nitratos e nitritos serem mais ele- cular os Estados Unidos, o Canadá,
vados, uma vez que os fertilizantes ATIVIDADE PÁG. 164 o Japão e os países europeus mais
químicos são ricos em azoto. desenvolvidos (Alemanha, Ingla-
1. O carvão, o petróleo e o gás.
3. Amostra A – poluição química;
 terra, França e Itália).
2. O sol e o vento.
Amostra B – poluição bacterioló-
3. Por exemplo, a energia hídrica e a ATIVIDADE PÁG. 176
gica.
energia da biomassa. 1. Aproximadamente 20 tep.
4. Nenhuma das amostras pode ser
4., 5. e 6. Na dependência de cada um.

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BIOLOGIA E GEOLOGIA 11
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GEOLOGIA 11

2.  ntre meados de 1994 e meados


E 2. A – 2, 5 e 7; B – 1, 3, 4 e 6. 2.2. a) A abertura de grandes pedreiras.
de 1995. 3. A energia renovável é menos po- b) A criação de enormes escom-
3. Nos últimos anos, a tendência tem luente e, pelo menos por enquanto, breiras.
sido de aumento. é inesgotável. 3. A reserva corresponde a um ma-
4. Não. Pois para produzirmos no ano 4.1. C. terial geológico cuja exploração é
2000 a mesma riqueza que era 4.2. B. economicamente rentável. Por sua
produzida em 1990 é necessário vez, o recurso corresponde a um
consumir mais energia. ATIVIDADE PÁG. 183 material geológico cuja exploração
5. A curva deveria ser descendente 1.1. R
MM – ferro, alumínio, cobre, pode ou não ser economicamente
ou, na pior das hipóteses, deveria chumbo e zinco; rentável.
ser horizontal. RMM – rochas, areias, cloretos, po- 4. Argila: na indústria cerâmica;
tássio, gesso e fosfatos. Calcário: como rocha ornamental,
AVALIAÇÃO PÁG. 179
2. Os não-metálicos. cimento;
1.1. A lenha. 3. O ferro. Construção de grandes es- Areia: na construção civil;
1.2. Lenha, gás natural, petróleo e car- truturas metálicas, tais como fábri- Basalto: na construção civil.
vão. cas e construção de automóveis. 5.1. B.
1.3. Lenha, nuclear, carvão, petróleo e 4. As rochas. Construção de casas, es- 5.2. A.
gás natural. tradas, etc. 5.3. D.
1.4. O aparecimento da energia nuclear
e a subida do petróleo e do gás na- AVALIAÇÃO PÁG. 190
tural. 1.  – 3; B – 5 ; C – 1; D – 7; E – 8; F – 4;
A
1.5.1. Energia proveniente do calor G – 2; H – 6.
interno da Terra. 2.  Calcário, argila, granito, urânio,
1.5.2. A de alta entalpia e a de baixa areia e mármore.
entalpia. 2.1. Cobre – muito utilizado como fio
1.5.3. Alta entalpia nos Açores; baixa condutor de eletricidade;
entalpia nas nascentes ter- Ouro – muito utilizado em ourive-
mais. saria.

89663.10 EXEMPLAR DO PROFESSOR Execução gráfica:


AMOSTRA NÃO COMERCIALIZÁVEL
1 0 Bloco Gráfico

A
Unidade Industrial
da Maia
2019
5 603933 896631