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3

RESOLUÇÕES
©AREAL EDITORES

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86 MACS 10 – DOSSIÊ DO PROFESSOR

PS – subiu de 28% para pouco menos de

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PROPOSTAS DE TRABALHO – Págs. 14 à 17
40%.
1.1. A taxa de abstenção é dada por: PCP-PEV – baixou de 12% para menos de
n.° de abstenções 3 104 044 10%.
= ) 0,370 246 BE – baixou um pouco também, de 8% para
n.° de eleitores 8 383 726
menos de 5%.
O que corresponde a uma taxa de abstenção
de 37,02%.
INVESTIGUE E EXPLORE
1.2.
N.° DE VOTOS (%) 4.1. O bama venceu em 29 Estados e McCain em
A 3 459 521 70,3 21.
4.2. Se o candidato vencedor tiver pouca margem
B 696 379 14,2
de vantagem nos Estados em que tem a
C 635 373 12,9 maioria dos votos e tiver uma desvantagem
D 126 581 2,6 significativa nos Estados que não consegue
vencer, poderá acontecer aquilo a que Vital
Total v.v.e. 4 917 854
Moreira alude. De facto, na eleição
Metade 2 458 927 presidencial dos Estados Unidos da América
de 2000 o candidato republicano, George W.
Observando esta tabela, pode afirmar-se que
Bush, derrotou o candidato democrata, Al
o candidato A foi eleito na primeira votação,
Gore, ao conquistar a maioria dos lugares no
uma vez que obteve mais de metade do
Colégio Eleitoral mas sem conquistar a
número total de votos ou mais de 50% dos
maioria dos votos dos eleitores:
votos validamente expressos.
CANDIDATO A PRESIDENTE
2.1. A
 sondagem foi realizada pela Marktest e
George W. Bush Albert Core Jr
decorreu durante o mês de novembro de
2013. Partido Republicano Democrata
2.2. A
 população é constituída por indivíduos de Votos 50 456 002 50 999 897
ambos os sexos com idade igual ou superior
% Votos 47,82% 48,38%
a 18 anos, residentes em Portugal Continental
Lugares no Colégio
(dados de 2011). Eleitoral
271 266

2.3. Foram inquiridas 800 pessoas. % Lugares no Colégio


50,37% 49,44%
Eleitoral
2.4. Cerca de 235 entrevistados.
2.5. Através da leitura do gráfico foi o B.E.
PROPOSTAS DE TRABALHO – Págs. 22 à 24
2.6. Cerca de 32%.
2.7. PS e CDU. 1.1. Número total de eleitores inscritos – 9 085 339;
3. Resultados de 2005 Número de candidatos – 6
1.2. N
 úmero de abstenções:
N.º de votos % v.v.e. 9 085 339 – 5 590 132 = 3 495 207
PPD/PSD 119 837 44,35 Taxa de abstenção:
3 495 207
× 100 ) 38,47%
PS 75 022 27,77

PCP-PEV 32 254 11,94
9 085 339
1.3.
BE 22 342 8,27
CANDIDATO N.º DE VOTOS % v.v.e.
CDS-PP 16 723 6,19
23 983
Garcia Pereira 23 983 * 100 ) 0,4
PCTP/MRPP 2698 1,00 5 487 347

PNR 798 0,30 Cavaco Silva 2 773 431 50,5


Francisco Louçã 292 198 5,3
PH 507 0,19
Manuel Alegre 1 138 297 20,7
v.v.e. 270 181
Jerónimo Sousa 474 083 8,6
Se considerarmos os resultados conjuntos de Mário Soares 785 355 14,3
PPD/PSD e CDS-PP houve uma descida de Total v.v.e. 5 487 347
44% + 6% = 50% para pouco menos de 40%.

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RESOLUÇÕES DAS PROPOSTAS DE TRABALHO E DO APLICANDO 87

1.4. 3.1. 122 042 615 eleitores.


CANDIDATO N.º DE VOTOS % ELEITORES
3.2. Taxa de abstenção:
23 983
Garcia Pereira 23 983 * 100 ) 0,3 26 666 791
9 085 339 * 100 ) 21,9%
122 042 615
Cavaco Silva 2 773 431 30,5
3.3. Percentagem de v.v.e.:
Francisco Louçã 292 198 3,2
59 109 265 + 33 333 045
Manuel Alegre 1 138 297 12,5 ) 96,9%
95 375 824
3.4. Total de v.v.e. = 92 442 310
Jerónimo Sousa 474 083 5,2

Mário Soares 785 355 8,6


Percentagem dos v.v.e. do “Não”:
Total eleitores 9 085 339
59 109 265
* 100 ) 63,9%
92 442 310
1.5. A
 s percentagens em 1.4. dizem respeito
apenas aos eleitores que manifestaram uma 4.1. A escola tem 109 + 147 + 23 + 66 = 345 alunos
preferência por algum dos candidatos; 4.2. São os patins em linha, por maioria simples.
enquanto as de 1.3. dizem respeito a todos
aqueles que poderiam ter votado,
independentemente de o terem feito ou não. INVESTIGUE E EXPLORE – Pág. 24

1.6. A
 través da tabela de percentagens dos v.v.e. 2.1. P
 ensando na situação de maior equilíbrio

RESOLUÇÕES
obtidos por cada candidato (1.3.) é possível possível todos os candidatos teriam 32 votos
concluir que Cavaco Silva obteve maioria e um dos candidatos teria 33 votos, logo seria
absoluta dos votos (50,5% dos v.v.e.). o vencedor por maioria simples.
129
1.7. Repare que = 32,5.
4
2006 2011 129
2.2. Neste caso = 16,125.
Eleitores 9 085 339 9 656 797 8
Então pensando na situação mais
Votantes 5 590 132 4 492 297
equilibrada, sete candidatos teriam 16 votos
Afluência às 61,5 % 46,5 %
e um candidato teria 17 votos, sendo o
urnas (aprox) (aprox)
vencedor por maioria simples.
1.8.
3.1. Raciocinando de modo semelhante
2006 2011
953
Candidato mais ) 136,14
Cavaco Silva Cavaco Silva 7
votado
Então na situação de maior equilíbrio
N.° de votos 2 773 431 2 231 603
possível, seis candidatos terão 136 votos e o
Percentagem
50,5% 53,0% vencedor por maioria simples terá 137 votos.
de v.v.e.
Percentagem
3.2. C
 ontinuando da mesma forma, conclui-se
do total de 49,6% 49,6%
votos
que 120 votos é o número mínimo.

2.1. Foi eleito o Santos com 275 votos.


PROPOSTAS DE TRABALHO – Pág. 28
2.2. Votos Brancos:
14
5 * 100 ou seja de
1.1. A percentagem é de
) 0,7 % 44
700
aproximadamente 31,8%.
2.3. Votaram no José: 31 pessoas.
1.2. N
 ão existe vencedor por maioria absoluta
Não votaram no José:
uma vez que o candidato mais votado não
700 – 31 = 669 pessoas. atinge mais de 50% dos votos.
Para vencer, o José teria de conquistar
1.3. Os candidatos B e C.
275 – 31 + 1 = 245 votos, ou seja, 36,7% dos
votos. 1.4. B – 28 votos (14 + 8 + 6); C – 16 votos (13 + 3)
(obs.: esta solução, a mais simples, 1.5. O candidato B.
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pressupõe que nenhum dos votantes que


28
escolheram o Santos mudaria de voto). 1.6. * 100 ) 63,6%
44

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88 MACS 10 – DOSSIÊ DO PROFESSOR

2.1. A: 3 + 1 = 4 primeiras preferências

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PROPOSTAS DE TRABALHO – Págs. 34 e 35
B: 2 + 1 = 3 primeiras preferências
C: 1 + 1 = 2 primeiras preferências 1.1.
D: 1 primeira preferência N.° de votos 5 3 4 3 2 3

O vencedor pelo Método da Maioria Simples 1.ª preferência A A C D D B


é o candidato A. 2.ª preferência B D E C C E

2.2. U
 ma vez que nenhum candidato obtém uma 3.ª preferência C B D B B A
maioria absoluta na primeira ronda, são 4.ª preferência D C A E A C
apurados para a segunda volta os candidatos
5.ª preferência E E B A E D
A e B.
Na 2.ª volta temos 1.2. O candidato E.
A: 3 + 1 = 4 votos
B: 2 + 1 + 1 + 1 + 1 = 6 votos 1.3. A: 5 + 3 = 8 primeiras preferências

Vence o candidato B. B: 3 primeiras preferências


C: 4 primeiras preferências
3.1. 
D: 3 + 2 = 5 primeiras preferências
Número de votantes
Preferências E: 0 primeiras preferências
6 5 4 2
A é o vencedor pelo Método da Maioria
1.ª X Z Y Y Simples.
2.ª Y X Z X
1.4. É
 necessária uma 2.ª volta, uma vez que não
3.ª Z Y X Z existe maioria absoluta na 1.ª. São apurados
A e D.
3.2. Na 1.ª volta, Consideremos a tabela de preferências
X: 6 votos reestruturada:
Y: 4 + 2 = 6 votos
N.° de votos 5 3 4 3 2 3
Z: 5 votos
1.ª preferência A A D D D A
Como nenhum candidato consegue uma
2.ª preferência D D A A A D
maioria absoluta, apuram-se para a 2.ª volta X
e Y.
A: 5 + 3 + 3 = 11 primeiras preferências
Na 2.ª volta: D: 4 + 3 + 2 = 9 primeiras preferências
X: 6 + 5 = 11 votos O vencedor seria o candidato A também.
Y: 6 votos
2.
Vence X.
N.° de votos 3 3 1 3 2
3.3. Passaríamos a ter na 1.ª volta: 1.ª preferência A A B B C
X: 6 + 2 = 8 votos
2.ª preferência B C A C A
Y: 4 votos
3.ª preferência C B C A B
Z: 5 votos
Mais uma vez ninguém consegue uma 3.1. Votaram 21 pessoas.
maioria absoluta, assim, apuram-se para a 2.ª
3.2. N.º total de votos: 21
volta X e Z.
Mais de 50% dos votos corresponde a mais
Na 2.ª volta de 10 votos, ou seja, o mínimo de votos
X: 8 votos necessários para haver maioria absoluta são
Z: 5 + 4 = 9 votos 11.
O vencedor da eleição passaria a ser o 3.3. E
 xistem 11 pessoas que preferem o Álvaro ao
candidato Z. Diogo e 10 pessoas que preferem o Diogo ao
3.4. U
 ma vez que as mudanças registadas na Álvaro.
votação foram a favor de X, era de esperar
que este visse a sua vitória reforçada. Em vez
disso perde a eleição na 2.ª ronda.

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RESOLUÇÕES DAS PROPOSTAS DE TRABALHO E DO APLICANDO 89

3.4.1. 1.2. N
 ão pode ser menor do que 8, uma vez que
as
1. pref. (%) nessas condições vence A, como acabámos
de ver. Para um número superior, por exemplo
A 8 38,1
9, vejamos o que acontece:
B 3 14,3
1.ª volta
C 5 23,8 A: 10 primeiras preferências
D 5 23,8 B: 8 primeiras preferências
E 0 0
C: 9 primeiras preferências
B é eliminado na 1.ª volta. O mesmo acontece
Não existe nenhum candidato com maioria se o número de votos for superior a 9.
absoluta. Então são eliminados os candidatos
A única hipótese é 8 votos, caso em que B e
B e E.
C ficam empatados na 1.ª volta e o critério de
3.4.2. desempate poderá beneficiar B.
N.° de votos 5 3 5 3 2 3 Mas nesse caso, são apurados para a 2.ª
volta A e B, e A vai ter sempre mais votos do
1.ª preferência A A C D D A
que B.
2.ª preferência C D D C C C
Logo não é possível encontrar um total de
3.ª preferência D C A A A D votos para o terceiro boletim que possibilite
que B seja o vencedor pelo Método da

RESOLUÇÕES
3.4.3. A: 5 + 3 + 3 = 11 primeiras preferências
Maioria a Duas Voltas.
C: 4 primeiras preferências
2.3. B
 asta que seja superior a 18 votos para C ser
D: 3 + 2 = 5 primeiras preferências
eleito na 1.ª volta; superior a 8 para C ser
O candidato vencedor é o Álvaro.
eleito na 2.ª volta.

2.4. S
 e o total for 9, o vencedor por maioria
INVESTIGUE E EXPLORE – Pág. 35
simples é o candidato A e o vencedor pelo
1. A construir pelos alunos. Método da Maioria a Duas Voltas é, como
vimos o candidato C.
2.1. P
 ara que A seja vencedor, C não pode ser
apurado para a 2.ª volta.
PROPOSTAS DE TRABALHO – Págs. 39 e 40
Se o total for 1 voto, teremos
1.ª ronda: 1.  a 1.ª ronda foi eliminada Chicago, com 18
N
votos; na 2ª ronda, Tóquio com 20 votos. Na
A: 10 primeiras preferências
ronda final, entre Rio de Janeiro e Madrid, a
B: 8 primeiras preferências opção mais votada foi Rio de Janeiro, com 66
C: 1 primeira preferência votos a favor, contra 32 a favor de Madrid.
A é vencedor por Maioria Absoluta.
2.
Outra hipótese é A ganhar na 2.ª volta. Para 1.ª ronda Total 1.ª pref.
isso basta que o total de votos seja superior a
A 153 102 55 310
1 mas inferior a 8. Pensemos por exemplo
que é 7. B 202 108 20 330

1.ª volta C 110 160 — 270

A: 10 primeiras preferências D 175 155 — 330

B: 8 primeiras preferências Total 1240

C: 7 primeiras preferências
Elimina-se C.
São apurados A e B.
2.ª ronda Total 1.ª pref.
2.ª volta
A: 10 + 7 = 17 votos A 310 110 420

B: 8 votos B 330 160 490

D 330 — 330
A é vencedor.
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Total 1240

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90 MACS 10 – DOSSIÊ DO PROFESSOR

Elimina-se D.

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2.ª ronda Total 1.ª pref.

3.ª ronda Total 1.ª pref. A 1 1

A 420 175 595 C 2+1 3

B 490 155 645 D 1 1

Total 1240 E 2 2

O vencedor é o aluno B. Verifica-se um empate entre A e D.

3. 1.3. U
 m critério, por exemplo, será eliminar aquele
1.ª ronda que, dos dois, tiver menos segundas
preferências: o candidato D.
A 40%
Mas existem outras possibilidades. Por
B 35% exemplo, considerar apenas os candidatos A
C 25% e D e ver quantos votantes preferem A a D e
quantos preferem D a A.
D 0%

Elimina-se D. PROPOSTAS DE TRABALHO – Págs. 45 à 47

2.ª ronda
1.1. A
 tribuindo 5 pontos pela 1.ª preferência, 4
A 40% pontos pela 2.ª e assim sucessivamente,
B 35% temos:
C 25% Pequim
32 * 5 + 30 * 4 + 11 * 3 + 9 * 4 + 7 * 3 =
Elimina-se C.
= 370 pontos
3.ª ronda
Sydney
A 40%
32 * 4 + 30 * 5 + 11 * 4 + 9 * 3 + 7 * 4 =
B 60% = 377 pontos
O vencedor é o candidato B. Manchester
32 * 3 + 30 + 11 * 5 + 9 + 7 * 2 = 204 pontos
INVESTIGUE E EXPLORE – Pág. 40 Berlim
32 * 2 + 30 * 3 + 11 * 2 + 9 * 5 + 7 =
1.
= 228 pontos
1.ª volta Total 1.ª pref.
Istambul
A 1 1
32 + 30 * 2 + 11 + 9 * 2 + 7 * 5 = 156 pontos
B 0 0
A cidade escolhida seria Sydney.
C 2+1 3

D 1 1 1.2. B
 astaria que 7 dos 9 votantes que preferem
Berlim, trocassem na sua ordem de
E 2 2
preferência, Berlim por Pequim, mantendo-se
tudo o resto.
São apurados para a 2.ª volta C e E.
A tabela de preferências ficaria:
2.ª volta Total 1.ª pref.
1.ª 2.ª 3.ª 4.ª 5.ª
C 2+1 3 pref. pref. pref. pref. pref.

E 2+1+1 4 32 membros Pequim Sydney Manchester Berlim Istambul

30 membros Sydney Pequim Berlim Istambul Manchester


O vencedor é E.
11 membros Manchester Sydney Pequim Berlim Istambul
1.2. P
 elo Método das Eliminações Sucessivas, o 2 membros Berlim Pequim Sydney Istambul Manchester
candidato eliminado na 1.ª ronda é B;
7 membros Pequim Berlim Sydney Istambul Manchester
Na 2.ª ronda as primeiras preferências são as
seguintes: 7 membros Istambul Sydney Pequim Manchester Berlim

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RESOLUÇÕES DAS PROPOSTAS DE TRABALHO E DO APLICANDO 91

E a pontuação seria a seguinte: N.° da Canção FF SO TB FL JG TOTAL


Pequim 1 5 4 4 3 4 20
32 * 5 + 30 * 4 + 11 * 3 + 2 * 4 + 7 * 5 + 7 * 3 = 2 6 5 6 6 5 28
= 377 pontos 3 4 2 3 2 6 17
Sydney 4 1 1 7 8 1 18
32 * 4 + 30 * 5 + 11 * 4 + 9 * 3 + 7 * 4 = 5 2 6 8 4 3 23
= 377 pontos 6 8 12 12 1 10 43
Manchester 7 10 8 10 10 8 46
32 * 3 + 30 + 11 * 5 + 9 + 7 * 2 = 204 pontos 8 12 10 1 12 12 47
Berlim 9 3 3 2 5 2 15
32 * 2 + 30 * 3 + 11 * 2 + 2 * 5 + 7 * 4 + 7 = 10 7 7 5 7 7 33
= 221 pontos
3.1. O
 máximo que um candidato pode obter é
Istambul 4 * 110 pontos (440), na hipótese de todos os
32 + 30 * 2 + 11 + 9 * 2 + 7 * 5 = 156 pontos votantes o colocarem em primeiro lugar das
2.1. suas preferências.

N.° da Canção FF SO TB FL JG TOTAL 3.2. O


 número mínimo é obtido se todos os

RESOLUÇÕES
1 4 3 3 2 3 15 votantes colocarem em última preferência o
mesmo candidato. Nesse caso ele obtém 110
2 5 4 5 5 4 23
pontos.
3 3 1 2 1 5 12
3.3. E
 m cada boletim de voto são atribuídos
4 0 0 6 0 0 6
4 + 3 + 2 + 1 = 10 pontos.
5 1 5 0 3 2 11
3.4. T
 endo em conta o resultado anterior, o
6 7 9 9 7 8 40
número total de pontos atribuídos por todos
7 8 7 8 8 7 38 os votantes será 10 * 110 = 1100 pontos.
8 9 8 7 9 9 42
3.5. B
 astaria retirar ao total de pontos (1100) os
9 2 2 1 4 1 10 pontos obtidos por A, B e C
10 6 6 4 6 6 28
Pontos de D:
Verifica-se que a classificação manter-se-ia, 1100 - 320 - 290 - 180 = 310 pontos.
apenas cada canção obteria um total de
4.1. Se cada 1.ª preferência vale 25 pontos,
votos menor.
1625
= 65 primeiras preferências
2.2. B
 astava que votasse da forma que se 50
apresenta na tabela: Isto é, são 65 os elementos do júri.
N.° da Canção FF SO TB FL JG TOTAL 4.2. U
 ma possibilidade é explorar numa Folha de
1 5 4 4 3 4 20 Cálculo as várias possibilidades.
2 6 5 6 6 5 28 Vejamos a Escola das Bolotinhas

3 4 2 3 2 6 17

4 1 1 7 1 1 11

5 2 6 8 4 3 23

6 8 12 12 8 10 50

7 10 8 10 10 8 46

8 12 10 1 12 12 47

9 3 3 2 5 2 15

10 7 7 5 7 7 33
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2.3. B
 astava que a jurada Fátima Lopes votasse
da maneira que se indica na tabela:

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92 MACS 10 – DOSSIÊ DO PROFESSOR

Ou então: B2 – 64 * 3 + 5 * 3 + 10 * 3 + 11 * 4 = 281 pontos

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A Escola das Bolotinhas tem menos 96 B3 – 64 * 2 + 5 * 2 + 10 * 4 + 11 * 3 = 211 pontos
pontos do que a dos Ases. B4 – 64 + 5 * 4 + 10 * 2 + 11 * 2 = 126 pontos
Se são 65 os membros do júri, O vencedor é agora B1.
96 - 65 = 31 será o número de terceiras
preferências. PROPOSTA DE TRABALHO – Pág. 52

E 65 – 31 = 34 o número de segundas
1.1. a)
preferências.
N.° DE VOTOS
Repare-se que 31 * 23 + 34 * 24 = 1529
3.ª feira 8
Para a Escola dos Capuchos raciocina-se de
modo semelhante: 4.ª feira 10

1529 - 1526 = 3, querendo dizer que a Escola 5.ª feira 0


dos Capuchos tem menos 3 segundas 6.ª feira 12
preferências do que a Escola dos Bolotinhas.
Assim, a Escola dos Capuchos tem Os alunos irão ao cinema na 6.ª feira.
34 - 3 = 31 segundas preferências e
b) São apurados para a 2.ª volta, 4.ª feira e
65 - 31 = 34 terceiras preferências.
6.ª feira.

INVESTIGUE E EXPLORE – Pág. 47 2.ª volta Votos

4.ª feira 18
1. Na situação inicial tem-se
6.ª feira 12
B1 – 12 * 4 + 5 + 10 + 11 = 74 pontos
B2 – 12 * 3 + 5 * 3 + 10 * 3 + 11 * 4 = 125 pontos Os alunos irão ao cinema na 4.ª feira.
B3 – 12 * 2 + 5 * 2 + 10 * 4 + 11 * 3 = 107 pontos c) 3.ª feira: 12 + 8 * 4 + 10 * 3 = 74 pontos
B4 – 12 + 5 * 4 + 10 * 2 + 11 * 2 = 74 pontos 4.ª feira: 12 * 3 + 8 x 2 + 10 * 4 = 92 pontos
O vencedor é B2 5.ª feira: 12 * 2 + 8 x 3 + 10 * 2 = 68 pontos
Ao fazer aumentar o número de votos iguais à 6.ª feira: 12 * 4 + 8 + 10 = 66 pontos
lista mais à esquerda, só o candidato B1 Os alunos irão ao cinema na 4.ª feira.
beneficia em relação a B2. Por cada voto a
mais igual a essa lista, B1 aumenta a d) Na 1.ª ronda é eliminada a 5.ª feira. Nas
pontuação de 1 valor em relação a B2. rondas seguintes:

Comprove-se com 13 listas iguais à lista mais 2.ª ronda 3.ª ronda
à esquerda e tudo o resto igual. 3.ª feira 8 –
B1 – 13 * 4 + 5 + 10 + 11 = 78 pontos
4.ª feira 10 18
B2 – 13 * 3 + 5 * 3 + 10 * 3 + 11 * 4 = 128 pontos
6.ª feira 12 12
B3 – 13 * 2 + 5 * 2 + 10 * 4 + 11 * 3 = 109 pontos
B4 – 13 + 5 * 4 + 10 * 2 + 11 * 2 = 75 pontos Os alunos irão ao cinema na 4.ª feira.
Inicialmente a diferença entre B1 e B2 era de 1.2. a)
125 – 74 = 51
Agendas de votação
E aumentando o número de votos para 13 é
de 128 – 78 = 50 5.ª feira 5.ª feira 5.ª feira 5.ª feira 5.ª feira 5.ª feira

3.ª feira 3.ª feira 4.ª feira 4.ª feira 6.ª feira 6.ª feira
Ora se a diferença de votos entre B2 e B1 é
inicialmente de 51 pontos quer isso dizer que 4.ª feira 6.ª feira 3.ª feira 6.ª feira 3.ª feira 4.ª feira
o número de votos iguais à lista mais à 6.ª feira 4.ª feira 6.ª feira 3.ª feira 4.ª feira 3.ª feira
esquerda tem de ser no mínimo de 52 votos.

Teremos assim 12 + 52 = 64 votos iguais a


essa lista e a pontuação que daí decorre é:
B1 – 64 * 4 + 5 + 10 + 11 = 282 pontos

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RESOLUÇÕES DAS PROPOSTAS DE TRABALHO E DO APLICANDO 93

b) Vejamos primeiro se existe algum vencedor > Agenda BCA


de Condorcet.
B C
3.ª feira 4.ª feira 5.ª feira 6.ª feira
6 5
3.ª 8 3.ª 8 + 10 = 18 3.ª 8 + 10 = 18 2V
3.ª feira 4.ª 12 + 10 = 22 5.ª 12 6.ª 12
Vence 4.ª Vence 3.ª Vence 3.ª 1D 4 2
4.ª 12 + 10 = 22 4.ª 8 + 10 = 18
Total 10 Total 7
4.ª feira Vence 4.ª 5.ª 8 6.ª 12 3V
Vence 4.ª Vence 4.ª

5.ª feira B vai defrontar A.

6.ª feira A B

6 4
Como 4.ª é vencedor de Condorcet, vence
em todas as agendas definidas. 5

INVESTIGUE E EXPLORE – Pág. 52 Total 13 Total 4

1. > Agenda ABC Vence A.

A B
PROPOSTAS DE TRABALHO – Pág. 55
6 4

RESOLUÇÕES
5 1.
2 A B C D E F G H

Total 13 Total 4 N.° de


7 8 2 9 5 8 6 5
aprovações

A vai defrontar C. O candidato escolhido é o candidato D


A C
porque é o que tem maior número de
aprovações.
6 5

2 4 1.2. Os candidatos A, B, D e F.

Total 8 Total 9 1.3.


A B C D E F G H
Vence C.
N.° de
7 8 2 9 5 8 6 5
> Agenda ACB aprovações
%
70% 80% 20% 90% 50% 80% 60% 50%
A C aprovações

6 5 Os candidatos B, D e F.
2 4
1.4. Os candidatos A, B, D e F.
Total 8 Total 9
2.1. A: 7 + 9 + 6 + 1 = 23 aprovações
C vai defrontar B. B: 8 + 9 + 3 + 1 = 21 aprovações
B C C: 9 + 6 + 3 + 1 = 19 aprovações.
6 5 É eleita a personalidade A, seguida de B.
4 2 2.2. E
 sta forma de votar não altera em nada o
Total 10 Total 7 resultado final da votação, seja não votando
em nenhum, seja votando em todos. Digamos
Vence B. que é uma espécie de voto em branco.
©AREAL EDITORES

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94 MACS 10 – DOSSIÊ DO PROFESSOR

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PROPOSTAS DE TRABALHO – Págs. 64 e 65 Catarina Duarte

298 342 + 214 = 556


1.1.
Vence o Duarte
N.° de primeiras preferências

Candidatos 1.ª ronda 2.ª ronda 3.ª ronda Catarina Duarte


A 7 7 13 342 214 + 298 = 512
B 6 6 eliminado — Vence o Duarte
C 5 8 8
O Duarte é um Vencedor de Condorcet.
D 3 eliminado — —
2.3. C
 ontrariamente ao que o critério de
A é a alternativa vencedora.
Condorcet sugere, existe nesta situação um
1.2. Tabela de preferências reestruturada vencedor de Condorcet, o Duarte, que não
vence a eleição se for usado o Método das
N.° de votos 7 6 5 3 Eliminações Sucessivas.
1.ª preferência A B C A
3.1.
2.ª preferência B A B D
A B C D Pontos
3.ª preferência C C A C
A: 5 + 5 = 10 A: 5 + 5 + 4 = 14 A: 5 1V
A B: 6 + 4 = 10 C: 6 D: 5 + 6 + 4 = 15 1E 1,5
4.ª preferência D D D B
Empate Vence A Vence D 1D

Evolução do Método B: 4 B: 5 + 6 + 4 = 15 1V
B Empate C: 5 + 5 + 6 = 16 D: 5 1E 1,5
Vence C Vence B 1D
N.° de primeiras preferências
C: 5 + 6 = 11
2V
Candidatos 1.ª ronda 2.ª ronda 3.ª ronda C Vence A Vence C D: 5 + 4 = 9 2
1D
Vence C
A 10 10 10 3V
D Vence D Vence B Vence C 1
1E
B 6 6 11

C 5 5 eliminado — A bolsa de estudo é atribuída ao Carlos (C).


D 0 eliminado — —
3.2.
A alternativa vencedora é B. A B C Pontos
A: 5 + 5 = 10 A: 5 + 5 + 4 = 14
1V
1.3. A
 pesar das únicas alterações serem a favor A B: 6 + 4 = 10 C: 6 1,5
1E
da alternativa A, vencedora da primeira Empate Vence A
B: 4
eleição, esta passa agora a ser derrotada B Empate C: 5 + 5 + 6 = 16
1E
0,5
1D
pela alternativa B. Vence C
1V
C Vence A Vence C 1
2.1. 1D

N.° de primeiras preferências A bolsa de estudo passa a ser atribuída à


Ana.
1.ª ronda 2.ª ronda

Eduardo 342 342 3.3. A


 eliminação da Diana, aluna com menos
Duarte 214 —
pontos, por isso uma alternativa perdedora,
leva a que o vencedor do concurso se altere,
Catarina 298 512
a Ana em vez do Carlos.
elimina-se o vence a
Duarte Catarina 4.1. A: 8 * 5 + 7 * 3 + 6 + 2 * 4 + 4 = 79 pontos

É eleita a Catarina. B: 8 * 4 + 7 * 4 + 6 * 4 + 2 * 3 + 2 = 92 pontos


C: 8 * 3 + 7 * 2 + 6 * 2 + 2 * 5 + 1 = 61 pontos
2.2.
D: 8 * 2 + 7 * 5 + 6 * 5 + 2 * 2 + 3 = 88 pontos
E: 8 + 7 + 6 * 3 + 2 + 5 = 40 pontos
Catarina Eduardo

214 + 298 = 512 342
O vencedor é o Bar da Rita.
Vence a Catarina
4.2. P
 ara verificar se existe ou não violação do
critério de Condorcet, temos de verificar

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RESOLUÇÕES DAS PROPOSTAS DE TRABALHO E DO APLICANDO 95

primeiro se existe um vencedor de O vencedor é A e no entanto é o candidato


Condorcet. que obtém maior número de últimas
preferências, 6, contra 3 de B, 0 de C e 5 de
A B C D E
D.
A: 8 + 2 + 1 = 11 A: 8 + 7 + 1 = 16 A: 8 + 2 + 1 = 11 A: 8 + 7 + 2 = 17
2V
A B: 7 + 6 = 13 C: 6 + 2 = 8 D: 7 + 6 = 13 E: 6 + 1 = 7
2D 1.3. P
 orque neste método um candidato com
Vence B Vence A Vence D Vence A
B: 8 + 7 + 6 + 1 = 22 B: 8 + 2 = 10 B: 8 + 7 + 6 + 2 = 23 maior número de últimas preferências perde
3V
B Vence B C: 2 D: 7 + 6 + 1 = 14 E: 1 no confronto direto com qualquer outro, logo
1D
Vence B Vence D Vence B
nunca poderá ser o eleito.
C: 8 + 2 = 10 C: 8 + 7 + 2 = 17
1V
C Vence A Vence B D: 7 + 6 + 1 = 14 E: 6 + 1 = 7
3D
Vence D Vence C
D: 8 + 7 + 6 + 2 = 23 PROPOSTAS DE TRABALHO – Págs. 68 e 69
D Vence D Vence D Vence D E: 1 4V
Vence D
1.  seu candidato preferido, R, tem poucas
O
E Vence A Vence B Vence C Vence D 4D hipóteses de vencer, então para que não
vejam ser eleito o candidato que menos
Apesar de existir uma alternativa que vence
preferem, P, poderão optar por trocar R e Q
na comparação com qualquer uma das
na sua ordem de preferências.
outras, o Dunas, ela acaba por não ser a
vencedora desta eleição pelo método da Nesse caso teríamos:
Contagem de Borda.
N.° de votos 45 40 8

RESOLUÇÕES
5.  Critério da Independência das Alternativas
O 1.ª pref. P Q Q
Irrelevantes.
2.ª pref. Q P R

3.ª pref. R R P
INVESTIGUE E EXPLORE – Pág. 65
Neste caso P terá 45 votos e Q, 48, sendo
1.1. Vejamos o seguinte exemplo este último o vencedor pelo Método da
Maioria Simples.
28% 29% 43%

B C A 2.  omecemos por determinar o vencedor na


C
C B B situação original.
A A C P: 45 * 3 + 40 * 2 + 8 * 2 = 231 pontos
Q: 45 * 2 + 40 * 3 + 8 = 218 pontos

A é o vencedor por maioria simples e no
R: 45 + 40 + 8 * 3 = 109 pontos
entanto 57% dos eleitores colocaram-no na
última preferência. O vencedor é P.

1.2. C
 onsideremos a seguinte tabela de Se os eleitores da 2.ª coluna votarem Q > R > P,
preferências: o vencedor passa a ser Q, a sua alternativa
preferida.
Número de votos
N.° de votos 45 40 8
2 4 5 3
1.ª pref. P Q R
1.ª pref. D B A C
2.ª pref. B C B A 2.ª pref. Q R P

3.ª pref. C D C D 3.ª pref. R P Q

A A D B
P: 45 * 3 + 40 + 8 * 2 = 191 pontos
4.ª pref.

Registemos a evolução do método numa Q: 45 * 2 + 40 * 3 + 8 = 218 pontos
tabela: R: 45 + 40 * 2 + 8 * 3 = 149 pontos
N.° de primeiras preferências O vencedor passa a ser Q, o preferido
desses eleitores.
Candidatos 1.ª ronda 2.ª ronda 3.ª ronda
A 5 5 8 3.  máximo que pode fazer é atribuir o 1.º
O
B 4 6 6 lugar à sua equipa favorita – 10 pontos, e o
último lugar ao Cidade Alta FC – 1 ponto,
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C 3 3 eliminado —
resultando a situação num empate que terá
D 2 eliminado — —
de ser resolvido a seguir.

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96 MACS 10 – DOSSIÊ DO PROFESSOR

4.1. 12 Anos Escravo – 5 aprovações

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APLICANDO – Págs. 75 à 83
Gravidade – 6 aprovações
Frozen – O Reino do Gelo – 7 aprovações 1.1. Número de elementos da direção:
É escolhido o filme Frozen – O Reino do Gelo. 6 + 5 + 4 = 15

4.2. B
 astaria que aprovassem apenas a opção 1.2. P
 ara existir uma maioria absoluta alguma das
“Gravidade”. alternativas terá de ter, pelo menos, 50% mais
um do total de votos.
E teríamos então
12 Anos Escravo – 5 aprovações Ora neste caso, Total de votos = 15
Gravidade – 6 aprovações Para alcançar maioria absoluta, uma das
Frozen – O Reino do Gelo – 5 aprovações opções teria de ter mais de 7 votos, o que
não acontece.
INVESTIGUE E EXPLORE – Pág. 69 1.3. Leite – 6 primeiras preferências
Sumo – 5 primeiras preferências
1. 
Comparando as duas propostas, elas utilizam
o voto não sincero por motivos diferentes. Na Água – 4 primeiras preferências
primeira, os votantes podem pensar que já que A bebida escolhida pelo Método da Maioria
não ganha o seu candidato preferido ao menos Simples é o Leite.
que não ganhe o que menos preferem, ou seja,
as alterações são feitas no sentido de evitar a 1.3. T
 endo em conta o número de primeiras
eleição de quem menos gostam. Na segunda preferências de cada opção, na primeira
situação, as alterações são introduzidas para ronda é eliminada a Água.
que vença o candidato preferido. Reestrutura-se a tabela de preferências,
considerando apenas o Leite e o Sumo:
2. Vejamos o seguinte exemplo
6 votos 5 votos 4 votos
Número de votos
1.ª pref. Leite Sumo Sumo
2 4 5 3
2.ª pref. Sumo Leite Leite
1.ª pref. D B A C

2.ª pref. B C B A O Leite tem agora 6 primeiras preferências e


3.ª pref. C D C D o Sumo, 9, pelo que é a opção vencedora
pelo Método das Eliminações Sucessivas.
4.ª pref. A A D B
1.5. N
 o método dos Confrontos Sucessivos, e
A: 2 + 4 + 5 * 4 + 3 * 3 = 35 pontos dado que não é fornecida nenhuma agenda
B: 2 * 3 + 4 * 4 + 5 * 3 + 3 = 40 pontos de votação, teremos de considerar todas as
C: 2 * 2 + 4 * 3 + 5 * 2 + 3 * 4 = 38 pontos comparações possíveis e verificar se existe,
D: 2 * 4 + 4 * 2 + 5 + 3 * 2 = 27 pontos ou não, um Vencedor de Condorcet.
O vencedor é B. Confrontos Leite Sumo Água
Se acrescentarmos um voto igual ao da Leite 6 pessoas 6 pessoas 0 vitórias
última coluna da direita: preferem o preferem o 2 derrotas
Leite ao Sumo Leite à Água
Número de votos 9 pessoas 9 pessoas
preferem o preferem a
2 4 5 4 Sumo ao Leite Água ao Leite
1.ª pref. D B A C Vence o Sumo Vence a Água
Sumo Já vimos que 5 pessoas 1 vitória
2.ª pref. B C B A
vence o Sumo preferem o 1 derrota
3.ª pref. C D C D Sumo à Água
10 pessoas
4.ª pref. A A D B
preferem a
Água ao Sumo
A: 2 + 4 + 5 * 4 + 4 * 3 = 38 pontos
Vence a Água
B: 2 * 3 + 4 * 4 + 5 * 3 + 4 = 41 pontos Água Já vimos que Já vimos que 2 vitórias
C: 2 * 2 + 4 * 3 + 5 * 2 + 4 * 4 = 42 pontos vence a Água vence a Água 0 derrotas
D: 2 * 4 + 4 * 2 + 5 + 4 * 2 = 28 pontos
O vencedor passa a ser C.

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RESOLUÇÕES DAS PROPOSTAS DE TRABALHO E DO APLICANDO 97

A Água é um Vencedor de Condorcet por isso D: 2 primeiras preferências


vence no Método dos Confrontos Sucessivos E: 1 primeira preferência
com qualquer agenda.
É eliminado A, na primeira ronda.
1.6. A
 tribuímos 3 pontos por cada voto na 1.ª
preferência, 2 por cada voto na 2.ª Para a segunda ronda reestrutura-se a tabela
preferência e 1 por cada voto na 3.ª de preferências:
preferência. Obtém-se: Número de alunos
Leite = 6 * 3 + 5 * 1 + 4 * 1 = 27 pontos Preferências
1 1 1 1 1 1 1
Água = 6 * 2 + 5 * 2 + 4 * 3 = 34 pontos
1.ª C D C B E D C
Sumo = 6 * 1 + 5 * 3 + 4 * 2 = 29 pontos
2.ª E E E D D E E
A opção vencedora pelo Método da
3.ª B C D E C B B
Contagem de Borda é a Água também.
4.ª D B B C B C D
2. Maioria Simples
B: 1 primeira preferência
Número total de votos:
C: 3 primeiras preferências
50 + 205 + 145 + 100 = 500 votos
D: 2 primeiras preferências
Vida:
E: 1 primeira preferência

RESOLUÇÕES
50 + 145 = 195 " 39% das primeiras
preferências Existem duas alternativas com o menor
número de primeiras preferências: B e E.
Liberdade:
Escolha-se uma para eliminar, B por exemplo.
100 " 20% das primeiras preferências
Sonhos: 3.ª ronda
205 " 41% das primeiras preferências Número de alunos
Preferências
Recompensa: 0% das primeiras preferências 1 1 1 1 1 1 1

1.ª C D C D E D C
O tema vencedor pelo Método da Maioria
Simples seria o tema Sonhos. 2.ª E E E E D E E

3.ª D C D C C C D
Método proposto no enunciado:

V L S R C: 3 primeiras preferências
V: 50 + 145 = 195 V: 50 + 145 + 100 = 295 V: 50 + 145 + 100 = 295
2V
D: 3 primeiras preferências
V L: 205 + 100 = 305 S: 205 R: 205
Vence L Vence V Vence V
1D E: 1 primeira preferência
L: 50 + 145 + 100 = 295 L: 50 + 145 + 100 = 295
L Vence L S: 205 R: 205 3V
Elimina-se E.
Vence L Vence L
S: 50 + 205 = 255 Ronda final
1V
S Vence V Vence L R: 145 + 100 = 245
2D Número de alunos
Vence S
Preferências
R Vence V Vence L Vence S 3D 1 1 1 1 1 1 1

1.ª C D C D D D C
O tema vencedor por este método é o tema
Liberdade, uma vez que é um Vencedor de 2.ª D C D C C C D
Condorcet.
C: 3 primeiras preferências
Estes resultados mostram que a afirmação da D: 4 primeiras preferências
professora é verdadeira uma vez que no
método proposto é escolhido o tema D é a alternativa vencedora pelo Método das
Liberdade e se se utilizasse o Método da Eliminações Sucessivas
Maioria Simples, o tema escolhido seria o 3.2. A: 0 últimas preferências
tema Sonhos.
B: 3 últimas preferências
3.1. A: 0 primeiras preferências C: 2 últimas preferências
©AREAL EDITORES

B: 2 primeiras preferências D: 2 últimas preferências


C: 3 primeiras preferências E: 0 últimas preferências
MACS10DP-07

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98 MACS 10 – DOSSIÊ DO PROFESSOR

É eliminado B, na primeira ronda, por ter o E: 56 * 2 + 48 * 4 + 41 * 2 + 35 * 2 + 29 =

©AREAL EDITORES
maior número de últimas preferências. = 485 pontos
Para a segunda ronda reestrutura-se a tabela D: 56 + 48 * 3 + 41 * 3 + 35 * 4 + 29 * 4 =
de preferências: = 579 pontos

Número de alunos A alternativa considerada mais importante é a


Preferências Plantação de Árvores.
1 1 1 1 1 1 1

1.ª C D C D E D C 4.2. A
 tribuindo 8 pontos por cada voto na 1.ª
preferência, 6 por cada voto na 2.ª
2.ª A A E A D E A
preferência, 4 pontos por cada voto na 3.ª
3.ª E E D E A E preferência e 2 por cada voto na 4.ª
4.ª D C A C C C D preferência, temos:
R: 56 * 8 + 48 * 2 + 41 * 2 + 35 * 2 + 29 * 6 =
A: 1 última preferência
= 870 pontos
C: 4 últimas preferências
P: 56 * 6 + 48 * 4 + 41 * 8 + 35 * 6 + 29 * 4 =
D: 2 últimas preferências
= 1182 pontos
E: 0 últimas preferências
E: 56 * 4 + 48 * 8 + 41 * 4 + 35 * 4 + 29 * 2 =
É eliminado C. = 970 pontos
3.ª ronda D: 56 * 2 + 48 * 6 + 41 * 6 + 35 * 8 + 29 * 8 =
Número de alunos
= 1158 pontos
Preferências
1 1 1 1 1 1 1 Elevando a pontuação a atribuir ao quadrado:
1.ª A D E D E D A R: 56 * 16 + 48 + 41 + 35 + 29 * 9 =
2.ª E A D A D E E = 1281 pontos
3.ª D E A E A A D P: 56 * 9 + 48 * 4 + 41 * 16 + 35 * 9 +
+ 29 * 4 = 1783 pontos
A: 3 últimas preferências
E: 56 * 4 + 48 * 16 + 41 * 4 + 35 * 4 + 29 =
D: 2 últimas preferências = 1325 pontos
E: 2 últimas preferências
D: 56 + 48 * 9 + 41 * 9 + 35 * 16 + 29 * 16 =
Elimina-se A. = 1881 pontos
Ronda final Verifica-se que não existe qualquer alteração
Número de alunos quanto à escolha da política ambiental mais
Preferências importante, se se atribuir o dobro dos pontos
1 1 1 1 1 1 1
a cada preferência; mas se elevarmos a
1.ª E D E D E D E pontuação de cada preferência ao quadrado,
2.ª D E D E D E D a política ambiental mais importante passa a
ser a Diminuição de desperdícios.
D: 4 últimas preferências
4.3. R: 56 + 29 = 85 primeiras e segundas
E: 3 últimas preferências
preferências
E é a alternativa vencedora pela variante do
P: 56 + 41 + 35 = 132 primeiras e segundas
Método das Eliminações Sucessivas aqui
preferências
apresentada.
E: 48 primeiras e segundas preferências
4.1. A
 tribuindo 4 pontos por cada voto na 1.ª
preferência, 3 por cada voto na 2.ª D: 48 + 41 + 35 + 29 = 153 primeiras e
preferência, 2 pontos por cada voto na 3.ª segundas preferências
preferência e 1 por cada voto na 4.ª Para a segunda volta são apurados P e D. Na
preferência, temos: segunda ronda:
R: 56 * 4 + 48 + 41 + 35 + 29 * 3 = 435 pontos P: 56 + 41 = 97 primeiras preferências
P: 56 * 3 + 48 * 2 + 41 * 4 + 35 * 3 + 29 * 2 = D: 48 + 35 + 29 = 112 primeiras preferências
= 591 pontos

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RESOLUÇÕES DAS PROPOSTAS DE TRABALHO E DO APLICANDO 99

A política vencedora será a Diminuição de Râguebi: 3 primeiras preferências


desperdícios. Voleibol: 0 primeiras preferências
5.1. A
 tribuímos 3 pontos por cada voto na 1.ª Andebol: 0 primeiras preferências
preferência, 2 por cada voto na 2.ª A modalidade vencedora pelo Método da
preferência e 1 por cada voto na 3.ª Maioria Simples é o Futebol.
preferência. Obtém-se:
O Futebol é o vencedor por maioria simples
A: 4 * 3 + 5 * 2 + 4 * 1 + 7 * 2 = 40 pontos mas é simultaneamente a modalidade menos
B: 4 * 2 + 5 * 3 + 4 * 3 + 7 * 1 = 42 pontos preferida pela maioria dos votantes: 19 em
37. Se for o futebol a modalidade escolhida,
C: 4 * 1 + 5 * 1 + 4 * 2 + 7 * 3 = 38 pontos mais de metade dos participantes vai estar a
O candidato vencedor pelo Método da jogar a modalidade que menos prefere.
Contagem de Borda é o candidato B. 6.2. C
 omo não é dada nenhuma agenda de
Reestruturando as preferências: votação temos de ter em conta todos os
confrontos possíveis e ver se existe um
4 votantes: A > C 5 votantes: A > C
Vencedor de Condorcet.
4 votantes: C > A 7 votantes: C > A
Futebol Basquetebol Râguebi Voleibol Andebol
A: 4 * 2 + 5 * 2 + 4 + 7 = 29 pontos Fut: 18
Fut: 18 Fut: 18 Fut: 18
Basq: 16 + 3 = 19

RESOLUÇÕES
C: 4 + 5 + 4 * 2 + 7 * 2 = 31 pontos Futebol Vence
Râg: 19 Vol: 19 And: 19 4D
Vence Râguebi Vence Voleibol Vence Andebol
Basquetebol
C é o candidato classificado em 2.º lugar e A, Basq: 18 + 16 = 34 Basq: 18 + 16 + 3 = 37 Basq: 18 + 16 + 3 = 37
Basquetebol

Vence Râg: 3 Vol: 0 And: 0 4V


em 3.º. Basquetebol
Vence Basquetebol Vence Basquetebol Vence Basquetebol
Râg: 18 + 3 = 21 Râg: 18 + 3 = 21
Os candidatos escolhidos são então os Vence Vence 3V
Râguebi

Vol: 16 And: 16
candidatos B e C. Râguebi Basquetebol
Vence Râguebi Vence Râguebi
1D
Vol: 18
1V
5.2. As preferências passariam a ser: Vence Vence And: 16 + 3 = 19
Voleibol

Vence Râguebi
Voleibol Basquetebol 3D
4 votantes: A > B > C 5 votantes: B > C > A
Vence Andebol
2V
Vence Vence
Andebol

4 votantes: B > C > A 7 votantes: C > A > B


Vence Râguebi Vence Andebol
Andebol Basquetebol 2D

Neste caso, O Basquetebol é um Vencedor de Condorcet


A: 4 * 3 + 5 * 1 + 4 * 1 + 7 * 2 = 35 pontos por isso vence com qualquer agenda no
Método dos Confrontos Sucessivos.
B: 4 * 2 + 5 * 3 + 4 * 3 + 7 * 1 = 42 pontos
6.3. Atribuindo pontos de 1 a 5,
C: 4 * 1 + 5 * 2 + 4 * 2 + 7 * 3 = 43 pontos
Futebol: 18 * 5 + 16 + 3 = 109 pontos
O Candidato C é agora o vencedor e numa Basquetebol: 18 * 4 + 16 * 5 + 3 * 4 =
segunda contagem de pontos: = 164 pontos
4 votantes: A > B 5 votantes: B > A Râguebi: 18 * 3 + 16 * 2 + 3 * 5 = 101 pontos
4 votantes: B > A 7 votantes: A > B Voleibol: 18 * 2 + 16 * 3 + 3 * 2 = 90 pontos
A: 4 * 2 + 5 + 4 + 7 * 2 = 31 pontos Andebol: 18 + 16 x 4 + 3 * 3 = 91 pontos
B: 4 + 5 * 2 + 4 * 2 + 7 = 29 pontos O Vencedor pelo Método da Contagem de
A é o candidato classificado em 2.º lugar e B, Borda é o Basquetebol.
em 3.º. 6.4. T
 endo em conta as primeiras preferências, o
Os candidatos escolhidos são desta vez, os Voleibol e o Andebol são eliminados nas duas
candidatos A e C. primeiras rondas.

5.3. A
 pesar de nenhum dos eleitores alterar a sua Na 3.ª ronda é eliminado o Râguebi.
ordem de preferência relativamente ao Na ronda final teremos:
candidato B, este passa de primeiro a último Futebol: 18 primeiras preferências
lugar. Constata-se uma violação do critério da
Basquetebol: 19 primeiras preferências
independência das alternativas irrelevantes.
Vence o Basquetebol pelo Método de Hare.
©AREAL EDITORES

6.1. Futebol: 18 primeiras preferências


Basquetebol: 16 primeiras preferências

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100 MACS 10 – DOSSIÊ DO PROFESSOR

6.5. C
 omo não existe nenhuma alternativa com a Na ronda final

©AREAL EDITORES
maioria absoluta de primeiras preferências, X: 7 primeiras preferências
são selecionados para a 2.ª ronda o Futebol e
Z: 6 primeiras preferências
o Basquetebol.
Como vimos anteriormente 18 pessoas X é o vencedor no 2.º Colégio.
preferem o Futebol e 19, o Basquetebol. 7.2. C
 onsiderando as preferências conjuntas nos
O vencedor pelo Método da Maioria a Duas dois colégios, teríamos:
Voltas é de novo o Basquetebol. X: 8 primeiras preferências
6.6. R
 elembremos que o Método de Votação é Y: 9 primeiras preferências
definido antes da mesma se realizar. O Z: 9 primeiras preferências
exemplo aqui colocado serve apenas para
Seria eliminado X.
problematizar a escolha do que se considera
ser o método mais adequado. Na ronda final:
Y: 17 primeiras preferências
6.7. S
 e decidirem colocar o Basquetebol na 1.ª
preferência, por troca com o Râguebi, Z: 9 primeiras preferências
analisemos as preferências reestruturadas: Y passa a ser o vencedor e o candidato X
nem para a 2.ª volta é apurado.
Preferências

Futebol 1 5 5
8.1. Maioria Simples
Carlos: 35 votos
Basquetebol 2 1 1
Maria: 24 votos
Râguebi 3 4 2
Luís: 20 votos
Voleibol 4 3 4
Rute: 18 votos
Andebol 5 2 3
Ricardo: 8 + 4 = 12 votos
N.º de votos 18 16 3
O Carlos é o vencedor.
Teremos,
Maioria a Duas Voltas
Futebol: 18 primeiras preferências
Uma vez que nenhum dos candidatos atinge
Basquetebol: 19 primeiras preferências
a maioria absoluta na primeira ronda, são
O Basquetebol vence e os votantes que apurados para a segunda o Carlos e a Maria.
alteraram as suas preferências irão jogar a Carlos: 35 votos
segunda modalidade em termos das suas
Maria: 74 votos
verdadeiras preferências, em vez do Futebol
que é a sua última preferência. A vencedora é a Maria.

7.1. > 1.º Colégio Eliminações Sucessivas


X: 4 primeiras preferências Tendo em conta os votos na primeira
Y: 3 primeiras preferências preferência (indicados no método da maioria
Z: 6 primeiras preferências simples), é eliminado o Ricardo.

Elimina-se Y. 2.ª ronda


Carlos: 35 votos
Na ronda final
Maria: 24 + 8 = 32 votos
X: 7 primeiras preferências
Luís: 20 + 4 = 24 votos
Y: 6 primeiras preferências
Rute: 18 votos
X é o vencedor no 1.º Colégio
Elimina-se a Rute.
> 2.º Colégio
3.ª ronda
X: 4 primeiras preferências
Carlos: 35 votos
Y: 6 primeiras preferências
Maria: 24 + 8 = 32 votos
Z: 3 primeiras preferências
Luís: 24 + 18 = 42 votos
Elimina-se Z.
Elimina-se a Maria.

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RESOLUÇÕES DAS PROPOSTAS DE TRABALHO E DO APLICANDO 101

Na ronda final Eliminações Sucessivas


Carlos: 35 votos Tendo em conta os votos na primeira
Luís: 42 + 24 + 8 = 74 votos preferência (indicados no método da maioria
simples), é eliminado o Luís.
O vencedor é o Luís.
2.ª ronda
Contagem de Borda
Carlos: 35 votos
Carlos: 35 * 5 + 24 + 20 + 18 + 8 + 4 =
Maria: 44 votos
= 249 pontos
Rute: 18 votos
Maria: 35 + 24 * 5 + 20 * 4 + 18 * 2 + 8 * 4 +
+ 4 * 2 = 311 pontos Ricardo: 12 votos
Luís: 35 * 2 + 24 * 2 + 20 * 5 + 18 * 4 + Elimina-se o Ricardo.
+ 8 * 2 + 4 * 4 = 322 pontos
Rute: 35 * 4 + 24 * 3 + 20 * 2 + 18 * 5 + 3.ª ronda
+ 8 * 3 + 4 x 3 = 378 pontos Carlos: 35 votos
Ricardo: 35 * 3 + 24 * 4 + 20 * 3 + 18 * 3 + Maria: 44 + 8 = 52 votos
+ 8 * 5 + 4 * 5 = 375 pontos
Rute: 18 + 4 = 22 votos
A vencedora é a Rute.
Elimina-se a Rute.

RESOLUÇÕES
Confrontos Sucessivos
Na ronda final
Carlos Maria Luís Rute Ricardo Carlos: 35 votos
Carlos: 35
Carlos: 35 Carlos: 35 Carlos: 35 Maria: 74 votos
Maria: 24 + 20 + Luís: 24 + 20 + 18 + Rute: 24 + 20 + Ricardo: 24 + 20 + 18 +
Carlos

+ 18 + 8 + 4 = 74 + 8 + 4 = 74 + 18 + 8 + 4 = 74 4D
+ 8 + 4 = 74
A vencedora é a Maria.
Vence a Maria Vence o Luís Vence a Rute Vence o Ricardo
Maria: 24 + 20 +
Maria: 24 + 8 = 32
+ 8 = 52
Maria: 24 + 20 = 44 Contagem de Borda
Luís: 35 + 20 + 18 + Ricardo: 35 + 18 + 8 + 1V
Carlos: 35 * 5 + 24 + 20 + 18 + 8 + 4 =
Vence a Rute: 35 + 18 +
Maria

Maria + 4 = 77 + 4 = 65
+ 4 = 57 3D
Vence o Luís
Vence a Rute
Vence o Ricardo = 249 pontos
Luís: 20 + 4 = 24
Rute: 35 + 24 +
Luís: 20 + 18 = 38
Ricardo: 35 + 24 + 8 + 2V
Maria: 35 + 24 * 5 + 20 * 5 + 18 * 2 + 8 * 4 +
Vence o Luís Vence o Luís + 18 + 8 = 85 + 4 = 71 + 4 * 2 = 331 pontos
Luís

2D

Luís: 35 * 2 + 24 * 2 + 20 * 4 + 18 * 4 +
Vence a Rute Vence o Ricardo
Rute: 35 + 18 = 53
+ 8 * 2 + 4 * 4 = 302 pontos
Vence a 3V
Vence a Rute Vence a Rute Ricardo: 24 + 20 + 8 + 4 = 56
Rute

Rute 1D
Rute: 35 * 4 + 24 * 3 + 20 * 2 + 18 * 5 +
Vence o Ricardo
Vence o
Ricardo

+ 8 * 3 + 4 * 3 = 378 pontos
Vence o Ricardo Vence o Ricardo Vence o Ricardo 4V
Ricardo

O Ricardo é Vencedor de Condorcet por isso Ricardo: 35 * 3 + 24 * 4 + 20 * 3 + 18 * 3 +


ganha sempre por este método. + 8 * 5 + 4 * 5 = 375 pontos
A vencedora é a Rute.
8.2. Maioria Simples
Carlos: 35 votos Confrontos Sucessivos
Maria: 24 + 20 = 44 votos Carlos Maria Luís Rute Ricardo
Luís: 0 votos Carlos: 35 Carlos: 35 Carlos: 35 Carlos: 35
Maria: 24 + 20 + Luís: 24 + 20 + 18 + + Rute: 24 + 20 + Ricardo: 24 + 20 +
Rute: 18 votos
Carlos

+ 18 + 8 + 4 = 74 8 + 4 = 74 + 18 + 8 + 4 = 74 + 18 + 8 + 4 = 74 4D

Ricardo: 8 + 4 = 12 votos Vence a Maria Vence o Luís Vence a Rute Vence o Ricardo
Maria: 24 + 20 + 8 =
Maria: 24 + 20 + 8 = Maria: 24 + 20 = 44
= 52
A Maria é a vencedora. Vence a = 52
Rute: 35 + 18 + 4 =
Ricardo: 35 + 18 + 1V
Maria

Maria Luís: 35 + 18 + 4 = 57 + 8 + 4 = 65
= 57 3D
Maioria a Duas Voltas Vence o Luís
Vence a Rute
Vence o Ricardo

Luís: 20 + 4 = 24 Luís: 20 + 18 = 38
Uma vez que nenhum dos candidatos atinge Rute: 35 + 24 + 18 + Ricardo: 35 + 24 + 2V
Vence o Luís Vence o Luís + 8 = 85 + 8 + 4 = 71
Luís

a maioria absoluta na primeira ronda, são 2D


Vence a Rute Vence o Ricardo
apurados para a segunda o Carlos e a Maria. Rute: 35 + 18 = 53
Ricardo: 24 + 20 + 3V
Carlos: 35 votos Vence a
Vence a Rute Vence a Rute
Rute

Rute + 8 + 4 = 56
1D
Maria: 74 votos Vence o Ricardo
©AREAL EDITORES

Vence o
Ricardo

Vence o Ricardo Vence o Ricardo Vence o Ricardo 4V


A vencedora é a Maria. Ricardo

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102 MACS 10 – DOSSIÊ DO PROFESSOR

O Ricardo é Vencedor de Condorcet por isso Z: 8 + 6 = 14 primeiras preferências

©AREAL EDITORES
ganha sempre por este método. Vence o candidato Z.
8.3. E
 sta estratégia provoca alteração no
resultado da eleição se se utilizar o Método 10.2. As preferências passariam agora a ser:
da Maioria Simples ou o Método das 4 votantes: X > Y > Z
Eliminações Sucessivas. 8 votantes: Z > Y > X
8.4. U
 ma razão possível seria evitar que um 6 votantes: Y > Z > X
candidato menos preferido por estes 20
X: 4 primeiras preferências
votantes, como o Carlos, pudesse ser eleito,
se o método utilizado fosse o da Maioria Y: 6 primeiras preferências
Simples, preferindo para tal possibilitar, neste Z: 8 primeiras preferências
caso, a eleição da Maria, a sua segunda X é eliminado.
preferência.
8.5. P
 or exemplo, os 35 votantes cuja primeira Na 2.ª ronda
preferência é o Carlos, sabendo que este não Y: 6 + 4 = 10 primeiras preferências
teria possivelmente mais nenhum voto, e Z: 8 primeiras preferências
como tal não teria qualquer hipótese de ser Vence o candidato Y.
eleito, e antevendo que a Maria, a candidata
que menos preferem, seria a eleita, poderiam 10.3. Sendo o ato de votar um direito e um dever
resolver votar estrategicamente trocando o cívico, cabe a todos cumprir este dever de
Carlos pela Rute (sua segunda preferência). cidadania. O que acontece neste caso é que
se os quatro eleitores em causa votarem
9.1. X: 8 primeiras preferências sinceramente, contribuirão, sem o querer,
Y: 4 primeiras preferências para a eleição do candidato que menos
Z: 5 primeiras preferências preferem. Uma possibilidade para estes
eleitores será optarem pelo voto estratégico.
Nenhum dos candidatos obtém maioria
absoluta na primeira ronda. São apurados 11.1. Confronto X com Y
para a segunda ronda os candidatos X e Z. X: 1 + 3 = 4 votos
As preferências na segunda ronda serão: Y: 1 + 2 = 3 votos
X: 8 primeiras preferências Vence X que vai defrontar de seguida Z.
Z: 5 + 4 = 9 primeiras preferências
Confronto X com Z
Vence o candidato Z.
X: 3 votos
9.2. V
 otar estrategicamente pelo candidato Y
Z: 1 + 1 + 2 = 4 votos
significa que 6 votantes votariam Y > X > Z.
Vence Z.
Neste caso,
X: 2 primeiras preferências Confronto final, entre Z e T
Y: 10 primeiras preferências Z: 1 + 1 + 2 = 4 votos
Z: 5 primeiras preferências T: 3 votos
O vencedor é o candidato Z.
Y obtém a maioria absoluta das primeiras
preferências na 1.ª volta e é ele o vencedor. 11.2. As preferências passariam a ser
9.3. D
 esta forma os 6 eleitores conseguiram evitar 3 votantes: Z > Y > X > T
a eleição do candidato que menos preferiam,
1 votante: Z > X > T > Y
o candidato Z.
3 votantes: X > T > Y > Z
10.1. Na 1.ª ronda tem-se:
2 votantes: Y > Z > T > X
X: 8 primeiras preferências
Seguindo a agenda de votação:
Y: 6 primeiras preferências
Z: 8 primeiras preferências Confronto X com Y
Elimina-se Y. X: 1 + 3 = 4 votos
Y: 3 + 2 = 5 votos
Na 2.ª ronda,
Vence Y que vai defrontar de seguida Z.
X: 8 primeiras preferências

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RESOLUÇÕES DAS PROPOSTAS DE TRABALHO E DO APLICANDO 103

Confronto Y com Z São apurados para a 2.ª volta B e C,


Y: 3 + 2 = 5 votos verificando-se de seguida um empate.
Z: 1 + 3 = 4 votos 13.2. Uma das barras teria de ser ligeiramente
Vence Y. mais alta do que as restantes.

Confronto final entre Y e T


Y: 3 + 2 = 5 votos 5

T: 1 + 3 = 4 votos 4

Y é agora o candidato vencedor. 3

11.3. Apesar do candidato Z, vencedor da eleição


anterior, passar a ter mais duas primeiras
preferências, ele deixa de ser o vencedor da 0
A B C
eleição.
13.3. Todas as barras teriam a mesma altura, ou
12.1. X: 2 * 4 + 2 * 3 + 3 = 17 pontos duas das barras seriam as mais altas com
alturas iguais.
Y: 2 + 2 * 4 + 3 * 2 = 16 pontos
Z: 2 * 2 + 2 + 3 * 3 = 15 pontos
T: 2 * 3 + 2 * 2 + 3 * 4 = 22 pontos

RESOLUÇÕES
4 4 4
Vence o candidato T.

12.2. Existem várias possibilidades, mas um dos


critérios pode ser o de escolher o candidato
X por ter sido o que havia ficado em 2.º lugar
na votação. 0
A B C

12.3. Reestruturem-se as preferências:


14.1. C

X Y Z 4 4
Z X Y 8 6
0 0
Y Z X
A B
2 votos 2 votos 3 votos
14.2. Comparação de A com B C
X: 2 * 3 + 2 * 2 + 3 = 13 pontos
Y: 2 + 2 * 3 + 3 * 2 = 14 pontos
4 4
8 6
Z: 2 * 2 + 2 + 3 * 3 = 15 pontos A sombreado os que preferem 0 0
A a B: 8 + 4 + 0 = 12 A B
O primeiro classificado passa a ser o
A branco os que preferem B a A: 4 + 6 + 0 = 10
candidato Z.
Vence A.
12.4. Refazendo a votação sem o candidato T,
passa a ser vencedor o candidato que havia Comparação de A com C C

conseguido alcançar menos pontos na 4 4


votação inicial. 8 6
A sombreado os que preferem 0 0
13.1. Uma das colunas teria altura nula C a A: 4 + 4 + 6 = 14 A B

(correspondendo a 0 votos) e as outras duas, A branco os que preferem A a C: 8


alturas iguais.
Vence C.
6 6
Comparação de B com C C

4 4
8 6
A sombreado os que preferem 0 0
C a B: 4 + 4 + 8 = 16 A B

A branco os que preferem B a C: 6


©AREAL EDITORES

Vence C.
0
A B C

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104 MACS 10 – DOSSIÊ DO PROFESSOR

Logo a alternativa C é um Vencedor de 16.2. Uma hipótese possível seria o Gil convencer

©AREAL EDITORES
Condorcet. a Joana a não votar em Redondo mas sim em
Évora.
15.1. O destino escolhido foi Chaves.
Nesse caso ficaria:
15.2. Se a Joana atribuir 7 pontos a Almourol e 1 Pontos atribuídos
ponto a Chaves, a tabela de pontuação será
N.º de
a seguinte: Cristina Gil Joana Tomé
votos
Pontos atribuídos Almourol X X 2
Cristina Gil Joana Tomé Totais Braga X X 2
Almourol 6 2 7 3 18 Chaves X 1
Braga 1 7 5 2 15 Redondo X X 2
Chaves 7 5 1 4 17 Évora X X X 3
Redondo 5 1 3 7 16 Faro X 1
Évora 3 6 2 5 16 Guarda X X 2
Faro 4 4 6 1 15

Guarda 2 3 4 6 15 18.1. Vejamos uma situação de empate difícil de


resolver:
15.3. Basta, por exemplo, que o Gil atribua 7 Tabela de preferências
pontos a Chaves para que esta passe a ser
Alternativa A 1 3 3
de novo a alternativa vencedora.
Alternativa B 2 1 2
Pontos atribuídos
Alternativa C 3 2 1
Cristina Gil Joana Tomé Totais
N.° de votos 1 1 1
Almourol 6 2 7 3 18

Braga 1 6 5 2 14
18.2.

Chaves 7 7 1 4 19 Tabela de preferências

Redondo 5 1 3 7 16 Alternativa A 1 2

Évora 3 5 2 5 15 Alternativa B 2 1

Faro 4 4 6 1 15 N.° de votos 1 1

Guarda 2 3 4 6 15 18.3.
Tabela de preferências
16.1. O Gil pode votar na Guarda ou em Almourol,
mas o máximo que vai conseguir é um Alternativa A 1 2 3

empate. Alternativa B 3 1 2
Por exemplo, se o Gil votar na Guarda: Alternativa C 2 3 1

Pontos atribuídos N.° de votos 8 6 4

N.º de Considerando todos os confrontos possíveis:


Cristina Gil Joana Tomé
votos

Almourol X X 2 A B C
A: 8 A: 8 + 6 = 14
Braga X X 2 1V
A B: 6 + 4 = 10 C: 4
1D
Vence B Vence A
Chaves X 1
B: 6
1V
B Vence B C: 8 + 4 = 12
Redondo X X X 3 1D
Vence C
Évora X X 2 1V
C Vence A Vence C
1D
Faro X 1

Guarda X X X 3 Logo não existe vencedor de Condorcet.

19.1. Construamos uma tabela com os resultados


de todas as comparações:

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RESOLUÇÕES DAS PROPOSTAS DE TRABALHO E DO APLICANDO 105

A B C D E Pontos
logo, deu apenas 1. Os 7 pedaços que eu dei
A: 6 + 5 + 2 = A: 6 + 2 = 8 A: 8 + 6 = 14
e que o Bagdali forneceu formaram os 8 que
A: 8 + 6 + 5 + 2 = 2V
= 13 C: 8 + 5 + 5 = D: 5 + 5 + 2 = = 21 couberam ao Xeque Salém Nasair. Logo, é
A B: 8 + 5 = 13 = 18 = 12 E: 5
1E 5
Vence A 1D justo que eu receba 7 moedas e o meu
Empate Vence C Vence A
B: 6 + 2 = 8 B: 8 B: 8 companheiro, apenas uma.”
C: 8 + 5 + 5 = D: 6 + 5 + 5 + E: 6 + 5 + 5 + 1E
B Empate = 18 + 2 = 18 + 2 = 18 1
3D 2. Excerto da obra:
Vence C Vence D Vence E
C: 8 + 5 = 13 C: 8 + 5 = 13
D: 6 + 5 + 2 = E: 6 + 5 + 2 = 2V
“ A divisão dos 21 vasos, que acabais de
C Vence C Vence C = 13 = 13 6 apresentar, ó Xeque,poderá ser feita sem
2E
Empate Empate
grandes cálculos. Vou indicar a solução que
D: 8 + 5 + 2 = 15 2V
E: 6 + 5 = 11
me parece mais simples. Ao primeiro sócio
D Vence A Vence D Empate 1E 5
Vence D 1D caberão:
2V 3 vasos cheios; 1 meio cheio; 3 vazios.
E Vence A Vence E Empate Vence D 1E 3 Receberá, desse modo, um total de 7 vasos.
2D Ao segundo sócio caberão:
O vencedor é o candidato C, com 6 pontos. 2 vasos cheios; 3 meio cheios; 2 vazios.
Este receberá também 7 vasos. A cota que
19.2. tocará ao terceiro sócio será igual à do
segundo, isto é:
Número de votos 8 6 5 5 2
2 vasos cheios; 3 meio cheios; 2 vazios.

RESOLUÇÕES
1.ª preferência C E E D D Segundo a partilha que acabo de indicar,
2.ª preferência B D C C E cada sócio receberá 7 vasos e a mesma
3.ª preferência D B D E B
porção de vinho. Com efeito, chamemos 2
(dois) a porção de vinho de um vaso cheio, e
4.ª preferência E C B B C
1 a porção de vinho do vaso meio cheio.
O primeiro sócio de acordo com a partilha
19.3.
receberá:
B C D E Pontos 2 + 2 + 2 + 1
B: 6 + 2 = 8 B: 8 B: 8 E essa soma é igual a 7 unidades de vinho. E
B C: 8 + 5 + 5 = 18 D: 6 + 5 + 5 + 2 = 18 E: 6 + 5 + 5 + 2 = 18 3D 1
Vence C Vence D Vence E
cada um dos outros dois sócios receberá:
C: 8 + 5 = 13 C: 8 + 5 = 13 2 + 2 + 1 + 1 + 1
Vence 1V
D: 6 + 5 + 2 = 13 E: 6 + 5 + 2 = 13
C C 2E
4 E essa soma é também igual a 7 unidades de
Empate Empate
D: 8 + 5 + 2 = 15
vinho. E isso vem provar que a divisão por
2V
D
Vence
D
Empate E: 6 + 5 = 11 5 mim sugerida é certa e justa. O problema que
1E
Vence D
na aparência é complicado, não oferece a
1V
menor dificuldade quando resolvido
E Vence E Empate Vence D 1E 3
1D
numericamente.

O vencedor é agora D, com 5 pontos.

19.4. Existe uma violação do critério da


independência das alternativas irrelevantes,
uma vez que a desistência de um candidato
perdedor (A) faz alterar o resultado da eleição
numa recontagem dos votos.

PROPOSTAS DE TRABALHO – Pág. 91


Esta figura indica,de modo muito simples, a
1. Excerto da obra: solução do problema dos 21 vasos. Os 7
retângulos da primeira linha representam os
“ Se eu dei 5 pães, dei é claro, 15 pedaços;
vasos cheios. Os 7 primeiros retângulos, a
se o meu companheiro deu 3 pães, contribuiu
seguir, representam os vasos meio cheios, e
com 9 pedaços. Houve, assim, um total de 24
os 7 outros, os vasos vazios. Para que os três
pedaços, cabendo, portanto, 8 pedaços para
mercadores recebam o mesmo número de
cada um. Dos 15 pedaços que dei, comi 8;
vasos e quantidade igual de vinho, a divisão
©AREAL EDITORES

dei na realidade, 7; o meu companheiro deu,


deverá ser feita conforme indicam as linhas
como disse, 9 pedaços, e, comeu também, 8;
pontilhadas do desenho.”

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106 MACS 10 – DOSSIÊ DO PROFESSOR

No final,

©AREAL EDITORES
PROPOSTAS DE TRABALHO – Pág. 102
• Miguel fica com direitos sobre a utilização
1. Passo 2 2
do quarto para festas; limpeza, luz e dos
Questões em conflito Miguel Filipe 15
direitos de utilização da Internet:
2
66 + * 15 = 68 pontos.
Volume da música 4 22

Aquecimento 10 20
15

Utilização do quarto para festas 50 25 • Filipe fica com direitos sobre o volume da

Limpeza 6 3
música, aquecimento, televisão, leitor de
13
DVD e dos direitos de utilização da
Internet 15 15 15
2
Televisão 1 8 Internet: 70 – * 15 = 70 – 2 = 68 pontos
15
Luz 10 2 2.1.
Leitor de DVD 4 5 h1 h2 h3
Valor
O Miguel adquire direitos sobre: utilização do Global
700 150 605 225 628 300
quarto para festas; limpeza e luz – 66 pontos. Parte
233 383,33 201 741,67 209 433,33
O Filipe adquire direitos sobre: volume da Justa
música, aquecimento, televisão e leitor de h1 recebe o Rolls-Royce – 250 000 €
DVD – 55 pontos. h2 recebe a Moto – 55 000 €
Existe empate quanto à Internet. O direito do h3 recebe o Apartamento e os Bilhetes –
seu uso será atribuído a quem tem menos 420 000 + 300 = 420 300 €
pontos, isto é, ao Filipe.
h1 h2 h3
Passo 3 Valor
250 000 55 000 420 300
recebido
Miguel – 66 pontos
A pagar 16 616,67 210 866,67
Filipe – 70 pontos
A receber 146 741,67
Passo 4
Banca recebe:
Questões em Miguel Filipe Quociente Ordem do
conflito F/M quociente 16 616,67 + 210 866,67 = 227 483,34 €
Volume da música 4 22 5,5 4.º Dos quais 146 741,67 € são para pagar a h2.
Aquecimento 10 20 2 3.º No final restam
Utilização do 227 483,34 – 146 741,67 = 80 741,67 €
50 25 –
quarto para festas
Que terão de ser divididos igualmente pelos
Limpeza 6 3 –
três herdeiros: 26 913,89 €
Internet 15 15 1 1.º
A divisão final é a seguinte
Televisão 1 8 8 5.º
Valor Global =
Rolls-Royce – 16 616,67 € +
Luz 10 2 – h1 = 250 000 + 10 297,22 =
+ 26 913,89 €
= 260 297,22 €
Leitor de DVD 4 5 1,25 2.º
Valor Global =
Moto + 146 741,67 € +
Passo 5 h2 = 55 000 + 173 655,56 =
+ 26 913,89 €
= 228 655,56 €
Se se transferir a Internet para o Miguel:
Pontuação Miguel: 66 + 15 = 81 pontos Apart. + bilhetes –
Valor Global =
h3 = 420 300 – 210 866,67 +
- 210 866,67 € + 26 913,89 €
Pontuação Filipe: 70 – 15 = 55 pontos + 26 913,89 = 236 347,22 €

Então o Filipe tem de transferir para o Miguel


2.2. E
 sse herdeiro receberá todos os itens e terá
apenas uma parte dos direitos sobre a
de pagar à banca o excesso dos itens
Internet: p
recebidos relativamente ao valor que ele
Para que a igualdade de pontos seja atingida, considera justo, servindo essa quantia para
teremos de ter: pagar a cada um dos outros o
66 + 15p = 70 - 15p § 30p = 70 - 66 § correspondente ao que cada um considera
4 2
§ 30p = 4 § p = §p= uma parte justa.
30 15

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RESOLUÇÕES DAS PROPOSTAS DE TRABALHO E DO APLICANDO 107

3. – Os marcadores mais à esquerda pertencem PROPOSTAS DE TRABALHO – Pág. 111


a X1 e Z1
Podemos atribuir a X1 as miniaturas 1. Aplicando o Método de Hondt:
correspondentes - miniaturas 1, 2 e 3
A B C D
N.º de
Votos 11 000 8000 5000 4000
Divisores
- Retiram-se os marcadores de X e 1 11 000 8000 5000 4000
continua-se o processo.
2 5500 4000 2500 2000

3 3666,667 2666,667 1666,667 1333,333

z1 y1 y2 z2 w2 w3 4 2750 2000 1250 1000


w1
y3 5 2200 1600 1000 800
z3

- Do conjunto de segundos marcadores, o 6 1833,333 1333,333 833,3333 666,6667

que está mais à esquerda é Y2. 7 1571,429 1142,857 714,2857 571,4286


Y recebe as miniaturas entre o seu primeiro e 8 1375 1000 625 500
segundo marcadores – miniaturas 5 e 6
Ordenando os quocientes, obtemos:

RESOLUÇÕES
A B C D

11 000 8000 5000 4000


- retiram-se os marcadores de Y.
1 1 2 4 5

2 3 5 10 12

3 7 9 15 19
z1 w1 z2 w2 w3

z3 4 8 12 21 23

- O 3.º marcador mais à esquerda pertence a


 5 11 16 23 27

Z, por isso ele fica com as miniaturas 8, 9 e 6 14 19 26 29


10. 7 17 22 28 31

8 18 23 30 32

Partido A – 4 deputados
- Retiram-se os marcadores de Z e ficam
 Partido B – 2 deputados
apenas os de W. Partido C – 1 deputado
Partido D – 1 deputado

Aplicando o Método de Sainte-Laguë:


w1 w2 w3
A B C D
N.° de
- W fica com o seu segmento final que
 Votos 11 000 8000 5000 4000
corresponde às miniaturas 14 e 15. Divisores
1 11 000 8000 5000 4000

3 3666,667 2666,667 1666,667 1333,333

5 2200 1600 1000 800

7 1571,429 1142,857 714,286 571,429


- Ficam por atribuir as miniaturas 4, 7, 11, 12

e 13: 9 1222,222 888,889 555,556 444,444

11 1000 727,273 454,546 363,636

13 846,154 615,385 384,615 307,692

15 733,333 533,333 333,333 266,667


©AREAL EDITORES

E ordenando os quocientes:

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108 MACS 10 – DOSSIÊ DO PROFESSOR

O que originaria a seguinte distribuição de

©AREAL EDITORES
©AREAL EDITORES
A B C D
deputados:
11 000 8000 5000 4000
BE +
PPD/PSD PS CDS-PP PAN
1 1 2 3 4 PCP-PEV
2 5 6 8 11 1 1 3 5 8 35

3 7 9 14 18 2 2 7 13 23 40

4 10 13 21 23 3 4 11 18 30 43

5 12 16 24 27 4 6 16 21 33 44

6 14 20 26 29 5 9 19 25 36 45

7 17 22 28 31 6 10 20 27 37 46

8 19 25 30 32 7 12 22 29 38 47

8 14 24 31 39 48
Partido A – 3 deputados
9 15 26 32 41 49
Partido B – 2 deputados
10 17 28 34 42 50
Partido C – 2 deputados
Partido D – 1 deputado Na distribuição original os mandatos são
Comparando os resultados obtidos pelos dois atribuídos da seguinte forma:
métodos: PPD/PSD – 6 mandatos
Número de deputados PS – 3 mandatos

A B C D
CDS-PP – 1 mandato

Mét. Hondt 4 2 1 1 Se o BE e o PCP-PEV tivessem concorrido


coligados conseguiriam eleger um deputado,
Mét. Sainte-Laguë 3 2 2 1
à custa do PS que passaria de 3 para 2
Vemos que o partido A elege mais um deputados.
deputado pelo Método de Hondt e 3.  a resolução que apresentamos, e por
N
contrariamente, o partido C elege mais um simplificação, não consideramos os partidos
deputado pelo Método de Sainte-Laguë. com menos votos do que o PND, uma vez
2.  a resolução que apresentamos, e por
N que, como veremos, eles não elegem nenhum
simplificação, não consideramos os partidos deputado em nenhum dos métodos aqui
com menos votos do que o PAN, uma vez explorados.
que, como veremos, eles não elegem nenhum Aplicando o Método de Hondt:
deputado em nenhum dos métodos aqui
explorados. PS PPD/PSD CDS-PP BE PCP-PEV PND
N.° de
Se o BE e o PCP-PEV tivessem concorrido votos 160 227 139 062 38 046 19 833 13 784 3511
coligados a situação seria: Divisores
BE + 1 160 227 139 062 38 046 19 833 13 784 3511
Divisores PPD/PSD PS CDS-PP PAN
PCP-PEV
2 80 113,5 69 531 19 023 9916,5 6892 1755,5
1 116 672 51 503 31 819 25 700 3009
3 53 409 46 354 12 682 6611 4594,667 1170,333
2 58 336 25 751,5 15 909,5 6675,5 1504,5
4 40 056,75 34 765,5 9511,5 4958,25 3446 877,75
3 38 890,6667 17 167,6667 10 606,3333 4450,333 1003
5 32 045,4 27 812,4 7609,2 3966,6 2756,8 702,2
4 29 168 12 875,75 7954,75 3337,75 752,25
6 26 704,5 23 177 6341 3305,5 2297,333 585,1667
5 23 334,4 10 300,6 6363,8 2670,2 601,8
7 22 889,57 19 866 5435,143 2833,286 1969,143 501,5714
6 19 445,3333 8583,8333 5303,1667 2225,1667 501,5
8 20 028,38 17 382,75 4755,75 2479,125 1723 438,875
7 16 667,4286 7357,5714 4545,5714 1907,2857 429,8571
9 17 803 15 451,33 4227,333 2203,667 1531,556 390,1111
8 14 584 6437,875 3977,375 1668,875 376,125
10 16 022,7 13 906,2 3804,6 1983,3 1378,4 351,1
9 12 963,5556 5722,5556 3535,4444 1483,4444 334,3333

10 11 667,2 5150,3 3181,9 1335,1 300,9

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RESOLUÇÕES DAS PROPOSTAS DE TRABALHO E DO APLICANDO 109

PPD/ PCP- Método de Sainte-Laguë; enquanto os


PS CDS-PP BE PND
PSD PEV segundo e terceiro partidos (PPD/PSD e
1 1 2 8 17 24 39 CDS-PP) conseguem mais 1 deputado. Já o
2 3 4 18 26 29 50
BE e o PCP-PEV que teriam direito a
1 deputado pelo Método de Sainte-Laguë,
3 5 6 25 30 35 55
perdem esse direito pelo Método de Hondt.
4 7 9 27 33 40 56

5 10 11 28 37 43 58 INVESTIGUE E EXPLORE – Pág. 112


6 12 13 31 41 46 60
1.  ecomenda-se a resolução com recurso a
R
7 14 16 32 42 49 61
uma folha de cálculo.
8 15 20 34 44 51 63
Tal como preconiza a lei eleitoral,
9 19 22 36 47 52 65
apresentada na tarefa 5 (pág. 103), aplica-se
10 21 23 38 48 53 66 o Método de Hondt ao conjunto de círculos
eleitorais do território nacional para a
Aplicando o Método de Sainte-Laguë:
atribuição de 226 deputados.
PS PPD/PSD CDS-PP BE PCP-PEV PND
Constrói-se uma tabela com os diferentes
N.° de
votos 160 227 139 062 38 046 19 833 13 784 3511 quocientes recorrendo às potencialidades de

RESOLUÇÕES
Divisores uma Folha de Cálculo (ver ficheiro):
1 160 227 139 062 38 046 19 833 13 784 3511

3 53 409 46 354 12 682 6611 4594,667 1170,333

5 32 045,4 27 812,4 7609,2 3966,6 2756,8 702,2

7 22 889,57 19 866 5435,143 2833,286 1969,143 501,5714

9 17 803 15 451,33 4227,333 2203,667 1531,556 390,1111

11 14 566,09 12 642 3458,727 1803 1253,091 319,1818

13 12 325,15 10 697,08 2926,615 1525,615 1060,308 270,0769


E obtém-se:
15 10 681,8 9270,8 2536,4 1322,2 918,9333 234,0667

PS PPD/PSD CDS-PP BE PCP-PEV PND

1 1 2 5 10 14 27

2 3 4 15 22 24 41

3 6 7 21 26 31 45

4 8 9 23 30 35 46

5 11 12 25 34 37 48

6 13 16 28 36 40 50

7 17 18 29 38 42 51

8 19 20 32 39 43 53

Comparando os resultados obtidos por


aplicação dos dois métodos:
Ordenando os quocientes, a partir das
Número de deputados potencialidades da Folha de Cálculo:
PPD/ PCP-
PS CDS-PP BE
PSD PEV
Mét.
8 6 1 — —
Hondt
Mét.
Sainte- 6 5 2 1 1
Laguë
©AREAL EDITORES

Pelo Método de Hondt o maior partido (PS)


consegue mais 2 deputados do que pelo

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110 MACS 10 – DOSSIÊ DO PROFESSOR

Obtemos uma tabela como a seguinte:

©AREAL EDITORES
©AREAL EDITORES
Graciosa Graciosa (3 deputados)
PPD/PSD
PS PCP-PEV
CDS-PP
Votos 1363 1146 25

1 1363,00 1146,00 25,00

2 681,50 573,00 12,50

3 454,33 382,00 8,33

Mandatos 2 1 —

Faial Faial (4 deputados)


PPD/PSD
PS PCP-PEV B.E.
CDS-PP
Votos 2785 2758 1194 58

Conclui-se assim que o número de deputados 1 2785,00 2758,80 1194,00 58,00


a eleger em cada círculo eleitoral nas 2 1392,50 1379,00 597,00 29,00
Eleições Legislativas de 2011, era o seguinte:
3 928,33 919,33 398,00 19,33
N.° de N.° de
Círculo Círculo 4 696,25 689,50 298,50 14,50
Deputados Deputados
Aveiro 16 Portalegre 2 Mandatos 2 2 — —

Beja 3 Porto 39
Pico Pico (4 deputados)
Braga 19 Santarém 10
PPD/PSD
Bragança 3 Setúbal 17 PS PCP-PEV
CDS-PP
Castelo
4 V. Castelo 6 Votos 3680 3412 135
Branco
Coimbra 9 Vila Real 5 1 3680,00 3412,00 135,00

Évora 3 Viseu 9 2 1840,00 1706,00 67,50

Faro 9 Madeira 6 3 1226,67 1137,33 45,00

Guarda 4 Açores 5 4 920,00 853,00 33,75

Leiria 10 Europa 2 Mandatos 2 2 —


Fora da
Lisboa 47 2
Europa
Terceira Terceira (10 deputados)
2. PPD/PSD
PS B.E. PCP-PEV PPM
Flores Flores (3 deputados) CDS-PP
PPD/PSD
PS PCP-PEV Votos 14 857 9314 303 240 98
CDS-PP
Votos 1067 830 357 1 14 857,00 9314,00 303,00 240,00 98,00

1 1067,00 830,00 357,00 2 7428,59 4657,00 151,00 120,00 49,00

2 533,50 415,00 178,50 3 4952,33 3104,67 101,00 80,00 32,67

3 355,67 276,67 119,00 4 3714,25 2328,50 75,75 60,00 24,50

Mandatos 2 1 — 5 2971,40 1862,80 60,60 48m00 19,60

6 2476,17 1552,33 50,50 40,00 16,33

Sta. Maria Santa Maria (3 deputados) 7 2122,43 1330,57 43,29 34,29 14,00
PPD/PSD 8 1857,12 1164,25 37,88 30,00 12,25
PS PCP-PEV
CDS-PP
Votos 1446 537 83 9 1650,78 2034,89 33,67 26,67 10,89

1 1446,00 537,00 83,00 10 1485,70 931,40 30,30 24,00 9,80

2 723,00 268,50 41,50 Mandatos 6 4 — — —

3 482,00 179,00 27,66

Mandatos 2 1 —

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RESOLUÇÕES DAS PROPOSTAS DE TRABALHO E DO APLICANDO 111

Corvo (2 deputados) PPM: 148 (0,28%) – 0 mandatos


Corvo
PS
PPD/PSD
PPM PCP-PEV
Valores que a notícia do jornal O Público
CDS-PP utiliza. No entanto, pela aplicação do Método
Votos 133 97 30 1 de Hondt podemos verificar que nesta ilha, o
1 133,0 97,00 30,00 1,00 19.° quociente pertence ao PS (35 287/13).
2 66,50 48,50 15,00 0,50 Tendo que ser atribuídos ao PS, 13 mandatos
Mandatos 1 1 — — como está publicado oficialmente.
2.2. D
 e seguida, eliminando para cada partido os
São Jorge (4 deputados)
S. Jorge mandatos já conquistados (52), serão agora
PPD/
PSD PS
PCP-
B.E. PPM atribuídos 5 mandatos relativos ao círculo de
PEV
CDS-PP compensação, através dos 5 maiores
Votos 2571 2249 89 62 17 quocientes obtidos a partir dos totais de
1 2571,00 2249,00 89,00 62,00 17,00 votos. Vejamos na tabela seguinte:
2 1285,50 1124,50 44,50 31,00 8,50
Votação por Partido – Resultados da Região Autónoma
3 857,00 749,67 39,67 20,67 5,67 dos Açores (2004)
4 642,75 562,25 22,25 15,50 4,25 PPD/PSD
PS PCP-PEV BE MPT PPM PDA
CDS-PP
Mandatos 2 2 — — —
Total 60 140 38 883 2942 1022 369 293 248

S. Miguel (19 deputados) 1 1 2 34 80 88 93 96

RESOLUÇÕES
S. Miguel PPD/ 2 3 5 67 85 102 109 115
PCP-
PS PSD B.E. PPM PDA PPM 3 4 7 82 90 116 126 135
PEV
CDS-PP 4 6 10 83 95 129 142 146
Votos 35287 18 191 818 599 369 248 148 5 8 12 84 100 141 149 154
1 35 287,00 18 191,00 818,00 599,00 369,00 248,00 148,00 6 9 15 86 105 147 155 162
2 17 643,50 9095,50 409,00 299,50 184,50 124,00 74,00 7 11 17 87 110 152 161 170
3 11 762,33 6063,66 272,66 199,66 123,00 82,66 49,33 8 13 20 89 114 158 168 177

4 8821,75 4547,75 204,50 149,75 92,25 62,00 37,00


9 14 22 91 119 163 175 186
10 16 25 92 123 167 181 191
5 7057,40 3638,20 163,60 119,80 73,80 49,60 29,60
11 18 28 94 128 173 188 195
6 5881,16 3031,83 136,33 99,83 61,50 41,33 24,66
12 19 30 97 133 179 193 199
7 5041,00 2598,71 116,85 85,57 52,71 35,42 21,14
13 21 33 98 138 184 196 203
8 4410,87 2273,87 102,25 74,87 46,12 31,00 18,50 14 23 36 99 143 189 198 206
9 3920,77 2021,22 90,88 66,55 41,00 27,55 16,44 15 24 39 101 144 192 201 210
10 3528,70 1819,10 81,80 59,90 36,90 24,80 14,80 16 26 41 103 145 194 205 213
11 3207,90 1653,72 74,36 54,45 33,54 22,54 13,45 17 27 44 104 148 197 208 218
12 2940,56 1515,91 68,16 49,91 30,75 20,66 12,33 18 29 46 106 150 200 211 221
19 31 49 107 151 202 214 225
13 2714,38 1399,30 62,92 46,07 28,38 19,07 11,38
20 32 51 108 153 204 217 228
Mandatos 13 6 — — — — —
21 35 54 111 156 207 220 232
Resultados finais: 22 37 57 112 157 209 223 235
PS – 32 Mandatos 23 38 59 113 159 212 226 240
PPD/PSD e CDS/PP – 20 Mandatos 24 40 62 117 160 215 230 243
25 42 64 118 164 216 233 247
Note-se que existe uma discrepância nestes
26 43 66 120 165 219 236 250
resultados relativamente aos apresentados na
27 45 68 121 166 222 239 253
notícia.
28 47 69 122 169 224 242 256
No site da Comissão Nacional de Eleições 29 48 70 124 171 227 245 258
pode ler-se que, nas eleições de 2004 para a 30 50 71 125 172 229 248 260
Assembleia Legislativa Regional dos Açores, 31 52 72 127 174 231 252 262
os resultados oficiais relativos ao círculo da 32 53 73 130 176 234 254 264
Ilha de S.Miguel foram os seguintes: 33 55 74 131 178 237 255 266
PS: 35 287 (65,53%) – 12 mandatos 34 56 75 132 180 238 257 268
PPD/PSD e CDS-PP: 18 191 (33,83%) – 7 35 58 76 134 182 241 259 269
mandatos 36 60 77 136 183 244 261 270
PCP-PEV: 818 (1,52%) – 0 mandatos 37 61 78 137 185 246 263 271
©AREAL EDITORES

MPT: 369 (0,69%) – 0 mandatos 38 63 79 139 187 249 265 272


PDA: 248 (0,46%) – 0 mandatos 39 65 81 140 190 251 267 273

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112 MACS 10 – DOSSIÊ DO PROFESSOR

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No final teríamos: Comparando os resultados obtidos pelos dois
• o PS com 32 mandatos mais 2 (através do métodos:
círculo de compensação) " total de
Número de mangas
34 mandatos;
Jony Tony Many Bruce
• PPD/PSD e CDS/PP com 20 mandatos mais Mét.
2 (através do círculo de compensação) " Hamilton
22 18 15 20

total de 22 mandatos; Mét.


23 17 15 20
Jefferson
• PCP/PEV com 1 mandato através do círculo
de compensação. Em qualquer dos métodos o Many e o Bruce
recebem o mesmo número de mangas: 15 e
PROPOSTAS DE TRABALHO – Pág. 125 20 respetivamente. Já no que se refere ao
Jony o Método de Jefferson favorece-o,
1. atribuindo-lhe mais 1 manga, que é retirada
ao Tony, quando comparamos com o Método
1.1. O divisor padrão é dado pelo quociente: de Hamilton.
N.º total de kilos 353
DP = = 6125
N.º de mangas a distribuir 75 2.1. Divisor Padrão (DP) = = 35
175
1.2. Método de Hamilton A B C D

Jony Tony Many Bruce QP 29,971 14,771 85,743 44,514

Quota QI 29 14 85 44
22,309 17,422 15,085 20,184
Padrão

Quota Soma das Quotas Inferiores: 172


22 17 15 20
Inferior É preciso procurar as três maiores partes
decimais das quotas padrão:
As quotas inferiores totalizam 74 mangas.

Falta por isso atribuir 1 manga a quem A B C D
corresponder uma parte decimal maior da QP 29,971 14,771 85,743 44,514
quota padrão, que é ao Tony.
Terá de ser atribuído mais 1 funcionário aos
Assim a distribuição final das mangas pelo locais: A, B e C.
Método de Hamilton será:
Resultando na seguinte distribuição:
Mét. de
Jony Tony Many Bruce
Hamilton Mét.
A B C D
N.º de Hamilton
22 18 15 20
mangas N.º de
30 15 86 44
funcionários
Método de Jefferson
2.2. C
 omo vimos anteriormente o divisor padrão
Uma vez que, como vimos acima, a soma das não origina uma soma das quotas inferiores
quotas inferiores não perfaz o número de igual a 175. É por isso necessário encontrar
mangas a distribuir, é necessário encontrar um divisor modificado (Dm).
um divisor modificado (Dm).
Tomemos
Tomando Dm = 4,56 (por exemplo), obtém-se: Dm = 34,5
Jony Tony Many Bruce A B C D
Quota QP 30,406 14,986 86,986 45,159
Padrão 23,026 17,982 15,570 20,833
Modificada QI 30 14 86 45

Quota Note-se que 30 + 14 + 86 + 45 = 175


Inferior 23 17 15 20
Modificada 2.3. M
 ais uma vez é necessário recorrer a um
divisor modificado, mas desta vez, terá de
A soma das quotas inferiores modificadas é
originar uma soma das quotas superiores
igual a 75 e por isso o processo está
igual a 175.
terminado.
Basta tomar
Dm = 35,4

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RESOLUÇÕES DAS PROPOSTAS DE TRABALHO E DO APLICANDO 113

A B C D 3.2. Fazendo Dm = 2
QP 29,633 14,605 84,774 44,011 Obtém-se
QI 29 14 84 44 A B C D E F
Quota N.º de votos 4 1 1 1 1 1
30 15 85 45
Superior
Quota Padrão 2 0,5 0,5 0,5 0,5 0,5
30 + 15 + 85 + 45 = 175 Quota Inferior 2 0 0 0 0 0

Os 2 lugares em disputa são atribuídos a A,


2.4. D
 esta vez o divisor modificado a procurar terá
valor que está acima da respetiva quota
de originar quotas padrão que arredondadas
superior determinada em 3.1.
da forma convencional terão de perfazer 175.
Para isso podemos escolher 3.3. A
 partir de 3.1. podemos verificar que existe
Dm = 35,05 um empate entre as cinco forças menos
votadas, que sem mais informações parece
A B C D
impossível de resolver.
QP 29,929 14,750 85,621 44,451
12 500
Quota 4.1. DP = = 50
30 15 86 44 250
arredondada
A B C D E F
(30 + 15 + 86 + 44 = 175) N.º de votos 1646 6936 154 2091 685 988

RESOLUÇÕES
2.5. N
 este método temos de começar por Quota Padrão 32,92 138,72 3,08 41,82 13,7 19,76
Quota Inferior 32 138 3 41 13 19
determinar o ponto de viragem H para cada
local, a partir do Divisor Padrão. A soma das quotas inferiores é
DP = 35 32 + 138 + 3 + 41 + 13 + 19 = 246
A B C D Significa que temos de procurar as quatro
QP 29,971 14,771 85,743 44,514 maiores partes decimais das quotas padrão e
L 29 14 85 44 acrescentar um representante à província
L+1 30 15 86 45 respetiva.
H 29,496 14,491 85,499 44,497
Quota A B C D E F
30 15 86 45
arredondada N.º de votos 1646 6936 154 2091 685 988
Quota Padrão 32,92 138,72 3,08 41,82 13,7 19,76
A soma das quotas arredondadas é
Quota Inferior 32 138 3 41 13 19
30 + 15 + 86 + 45 = 176
N.º de
É por isso necessário recorrer a um divisor representan- 33 139 3 42 13 20
tes
modificado.
Fazendo 4.2. J á vimos na questão anterior que a soma das
Dm = 35,1 quotas inferiores é igual a 246, ficando por
A B C D
isso, por atribuir 4 representantes.
QP 29,886 04 14,729 34 85,498 58 44,387 46 Calcule-se a diferença relativa para cada
L 29 14 85 44 província:
L+1 30 15 86 45
A B C D E F
H 29,496 14,491 85,499 44,497
Quota N.º de votos 1646 6936 154 2091 685 988
30 15 86 44
arredondada Quota Padrão 32,92 138,72 3,08 41,82 13,7 19,76
Quota Inferior 32 138 3 41 13 19
A soma das quotas arredondas é agora dada Diferença
por 30 + 15 + 86 + 44 = 175 Relativa
0,029 0,005 0,027 0,02 0,054 0,04

9 N.º de
3.1. DP = = 4,5 representan- 33 138 4 41 14 20
2
tes
A B C D E F
N.º de votos 4 1 1 1 1 1 4.3. C
 omparando os dois métodos verifica-se que
Quota Padrão 0,889 0,222 0,222 0,222 0,222 0,222
o Método de Lowndes atribui mais
Quota Inferior 0 0 0 0 0 0 1 representante às duas províncias com
©AREAL EDITORES

Quota menor população do que o Método de


1 1 1 1 1 1
Superior Hamilton.
MACS10DP-08

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114 MACS 10 – DOSSIÊ DO PROFESSOR

©AREAL EDITORES
INVESTIGUE E EXPLORE – Pág. 126

2.1. Total de eleitores: 9 431 197


N.º de lugares a atribuir: 226
Ver ficheiro Excel.
9 431 197
Método de Hamilton: DP = = 41 730,96
226

Método de Jefferson

Método de Adams

Método de Webster

Método de Huntington-Hill

Método de Lowndes

Método de Sainte-Laguë
Tabela dos quocientes obtidos na divisão por 1, 3, 5, 7, …

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RESOLUÇÕES DAS PROPOSTAS DE TRABALHO E DO APLICANDO 115

Tabela de atribuição dos lugares

RESOLUÇÕES
Fazendo uma comparação com os resultados obtidos nos diferentes métodos, temos:

2.2. V
 ejamos o que acontece com os Métodos de Hondt, Hamilton e Huntington-Hill, por exemplo.
(Ver ficheiro)
Método de Hondt
Tabela dos quocientes
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116 MACS 10 – DOSSIÊ DO PROFESSOR

©AREAL EDITORES
Lugares atribuídos

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RESOLUÇÕES DAS PROPOSTAS DE TRABALHO E DO APLICANDO 117

RESOLUÇÕES
Resumindo

Método de Hamilton

Método de Huntington-Hill

Comparando as distribuições com as relativas a 226 lugares:

No Método de Hondt: 9 círculos duplicam os seus representantes, 6 círculos mais do que duplicam.
No Método de Hamilton: 6 círculos duplicam os seus representantes, 7 círculos mais do que duplicam.
No Método de Huntington-Hill: 5 círculos duplicam os seus representantes, 7 círculos mais do que
©AREAL EDITORES

duplicam.

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118 MACS 10 – DOSSIÊ DO PROFESSOR

2.3. Vejamos o que acontece com os métodos da questão anterior.

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Método de Hondt
Tabela de quocientes

Lugares atribuídos

Ou seja,

Método de Hamilton

Método de Huntington-Hill

Comparando as distribuições com as relativas a 226 lugares

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RESOLUÇÕES DAS PROPOSTAS DE TRABALHO E DO APLICANDO 119

No Método de Hondt: 1.2. N


 este caso, teremos de calcular o novo
8 círculos diminuem os seus representantes divisor padrão:
1400
em um terço, DP = ) 1272,727
7 círculos diminuem para menos de um terço. 11
A B C
No Método de Hamilton:
N.º de
9 círculos diminuem os seus representantes habitantes
6000 6000 2000
em um terço, Quota Padrão 4,714 286 4,714 286 1,571 429
6 círculos diminuem para menos de um terço.
Quota Inferior 4 4 1
No Método de Huntington-Hill:
10 círculos diminuem os seus representantes Tal como anteriormente a soma das quotas
em um terço, inferiores é 9.
6 círculos diminuem para menos de um terço. Faltam, assim, atribuir dois lugares que terão
de ser atribuídos aos dois Estados com maior
2.4. S
 e considerarmos o total de representantes
parte decimal da sua quota padrão.
obtidos pelos círculos de dimensão superior
a 15 representantes, tomando como base os A distribuição final ficará então a ser:
valores do Método de Hondt, verificamos que: Estado A – 5 lugares; Estado B – 5 lugares;
Estado C – 1 lugar
O Método de Hondt e o Método de Jefferson
atribuem um total de 138 representantes, a 1.3. T
 rata-se do Paradoxo de Alabama, uma vez
estes círculos.

RESOLUÇÕES
que existe um estado, o estado C, que perde
O Método de Hamilton, atribui 135 um representante com o aumento do número
representantes. de lugares de 10 para 11.
O Método de Sainte-Laguë e o Método de 2.  sta situação ilustra o Paradoxo da
E
Webster atribuem 134. População, uma vez que embora o aumento
O Método de Huntington-Hill atribui 132. percentual do partido B seja maior do que o
O Método de Lowndes atribui 132. do partido A, B perde 1 representante,
O Método de Adams atribui 130 representantes. enquanto A ganha 1.
5,2 + 15,1 + 10,6
Parece pois que os dois primeiros métodos, o 3.1. Divisor Padrão = = 0,618
de Hondt e o de Jefferson beneficiam mais os 50
círculos com dimensão maior (neste exemplo 3.2.
considerou-se os círculos com dimensão Alderan Champala Naboo
superior a 15 representantes, mas a N.º de habitantes
5,2 15,1 10,6
conclusão seria a mesma se se aumentasse (milhões)
Quota Padrão 8,414 239 24,433 657 17,152 104
este limite).
Quota Inferior 8 24 17

PROPOSTAS DE TRABALHO – Pág. 131 A soma das quotas inferiores é igual a 49.
Total de habitantes É necessário atribuir mais 1 lugar, que será
1.1. Divisor Padrão = = de Champala por ter a maior parte decimal
Total de lugares
14 000 da quota padrão.
= = 1400
10 A distribuição dos representantes do Senado
A B C é então a seguinte:
N.º de Alderan: 8 representantes; Champala: 25
6000 6000 2000
habitantes representantes; Naboo: 17 representantes
Quota Padrão 4,285 714 4,285 714 1,428 571
Quota Inferior 4 4 1
3.3.1. Nas condições indicadas o Divisor Padrão
mantém-se próximo do da situação anterior:
Soma das quotas inferiores = 9 DP =
40,4
) 0,621 538
Falta assim atribuir 1 lugar, neste caso ao 65
estado C, uma vez que é aquele que tem Alderan Champala Naboo Ryloth
maior parte decimal. N.º de
habitantes 5,2 15,1 10,6 9,5
A distribuição final será: (milhões)
Estado A – 4 lugares; Estado B – 4 lugares; Quota Padrão 8,366 337 24,294 554 17,054 455 15,284 653
©AREAL EDITORES

Estado C – 2 lugares Quota Inferior 8 24 17 15

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120 MACS 10 – DOSSIÊ DO PROFESSOR

A soma das quotas inferiores é 64.


figura valerá 1 do total da baunilha, ou seja,

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O lugar em falta é atribuído a Alderan (maior 2 ) 0,67 €. 3
parte decimal da quota padrão). 3
A distribuição dos representantes do Senado 1.3.2. Parte de baunilha: Parte de chocolate:
passa a ser: 180º    2 € 180º   8€
Alderan: 9 representantes; Champala: 24 20º     x 30º    x
representantes; Naboo: 17 representantes; 20 * 2 30 * 8
Ryloth: 15 representantes. x= ) 0,22 € x= ) 1,33 €
180 180
3.3.2. A situação apresentada ilustra o Paradoxo Valor da fatia: 1,55 €
dos Novos Estados. A introdução de um
2.  odemos resumir numa tabela como a
P
novo planeta absorve para si o aumento do
seguinte:
número de lugares (15). No entanto, um dos
planetas já pertencentes ao Senado, Valor Total da Piza Parte justa Fatias que
considera justas
Champala, acaba por perder 1
4 + 4,80 + 3,20 = 12
representante, apesar dos lugares por A =4€ p1 e p2
= 12 € 3
atribuir entre os três planetas restantes ser o 3,99 + 4 + 4,01 = 12
B =4€ p2 e p3
mesmo que o anterior (50). = 12 € 3
4,40 + 3,60 + 4 = 12
C =4€ p1 e p3
= 12 € 3
INVESTIGUE E EXPLORE – Pág. 131
3.1. ( A) não pode ser porque a parte com
O aumento do número de lugares ou objetos a morango vale menos para a Amélia do que a
distribuir faz diminuir o divisor padrão, que outra.
consequentemente faz aumentar cada uma das Tanto os cortes (B) como (C) dividem o bolo
quotas padrão. Isto leva a que nenhuma das em duas partes que a Amélia considera de
quotas inferiores possa diminuir, logo a sua soma igual valor.
nunca poderá diminuir também.
Na (B), a parte de ananás vale tanto como a
O Paradoxo de Alabama ocorre quando,
de kiwi e a parte de laranja está dividida a
aumentado o número de lugares, o número
meio.
atribuído a uma das forças em confronto diminui.
Ora no Método de Jefferson o número de lugares Na (C), a parte de laranja vale tanto como a
atribuídos é dado pelas quotas inferiores, ou pelas parte de ananás e a parte de kiwi está
quotas inferiores modificadas. Estas nunca dividida a meio. Não esqueçamos que a
poderão ser maiores do que as quotas iniciais, Amélia não valoriza o morango.
uma vez que mesmo que se recorra a um divisor 3.2. ( A) Como o Bruno não gosta nada de ananás
modificado este terá de ser sempre menor do que e morango iria escolher a parte com laranja.
o divisor inicial, o que leva a um possível aumento
(B) Neste caso o Bruno escolheria a parte
das quotas inferiores e nunca a uma diminuição.
que tem o kiwi.
(C) Nesta divisão o Bruno escolheria a parte
PROPOSTAS DE TRABALHO – Pág. 139 que tem laranja e metade de kiwi, porque na
outra parte só tem metade de kiwi e o resto
1.1. D
 e forma a facilitar o raciocínio e visualização ele não valoriza.
da situação podemos imaginar que a Luísa
encara o bolo da seguinte forma: 4.1. P
 ara melhor visualização podemos imaginar
que cada amiga vê o bolo da seguinte forma:

Morango Chocolate

Baunilha Chocolate
Sandra Marina Isabel
No total, estas 5 partes valem 10 €, então
podemos concluir que a parte de baunilha
vale 2 €. Chocolate – Chocolate – Chocolate –
24/4 = 6 € 5/6 * 24 = 20 €
1.2. A parte de chocolate valerá 4 * 2 = 8 €.
0€
Morango – Morango – 24/6 = Morango –
1.3.1. Considerando que a metade de baunilha ¾ * 24 = 18 € =4€ 24 €
corresponde a uma fatia com 180º, a fatia da

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RESOLUÇÕES DAS PROPOSTAS DE TRABALHO E DO APLICANDO 121

4.2. A
 divisão foi feita pela Sandra uma vez que Como a parte de morango vale 1,33 €, a fatia
ela valoriza mais o morango. m1 vai ter que ter uma quantidade de
chocolate no valor de 7,11 – 1,33 = 5,78
4.3. A
 Marina vai escolher de seguida a parte que
tem o chocolate todo porque para ela tem Que vai corresponder a uma fatia com um
mais valor, uma vez que prefere o chocolate ângulo x tal que
ao morango. 180º    20
4.4. A
 Sandra recebe uma parte justa uma vez    x    5,78
que considera as fatias de igual valor. 180 * 5,78
x= ) 52°
A Marina recebe: 20
1 4 m2 e m3 vão ambas corresponder a um
– do morango que ela avalia em ) 1,33 € 180 - 52
3 3 ângulo de = 64º
– O chocolate todo que para ela vale 20 €. 2
Isto é, para a Marina a fatia que recebeu vale 4.7. A Sandra acha que a parte que ficou para a
21,33 €, mais do que considera justo. Marina é mais valiosa que a parte que lhe
coube.
4.5. A
 Isabel vai escolher uma parte qualquer da 60
Sandra, por exemplo s1, uma vez que as 5.1. Parte justa = = 15 m€
4
avalia de igual forma; e da Marina vai 5.2. A – a parte a completar vale 5 m€;
escolher m3 que é a única que tem morango.

RESOLUÇÕES
B – a parte a completar vale 15 m€;
4.6. C – a parte a completar vale 40 m€;
Parte que ficou Parte que Parte que ficou
D – a parte a completar vale 17,5 m€.
para a Sandra ficou para paraa Isabel
a Marina (*) s1 5.3. B
 porque avalia todas as partes de igual
s2 modo.
m3
s3 m1 5.4.
m2
S2 S1 S2 S3 S4
S1
180º 18 180º 6 Parte de chocolate S3 A X X
 80º x 128º x 180º 6 B X X X X
S4
18 * 80 128 * 6  52º x C X
x= ) x= )
180 180 52 * 6 D X X X
x= ) 1,73 €
=8€ ) 4,27 € 180
Avaliação Parte de morango 5.5. A
 – fica com S1; B – fica com S2; C – fica com
da Sandra 60° + 40° S3; D – fica com S4.
180º 18
100º x
100 * 18 INVESTIGUE E EXPLORE – Pág. 141
x= ) 10 €
180
Total: 11,73 € 1.  asta que cada um dos três amigos divida
B
180º 4 180º 20 21,33
m3 = ) 7,11 € agora a sua parte em três pedaços de igual
 80º x 128º x 3
s1 valor.
80 * 4 128 * 20
Avaliação x = ) x= ) 180º 4
A Alice de seguida escolhe uma das partes
180 180  40º x
da Marina
) 1,78 € ) 14,22 € do Bruno, uma das partes da Carla e uma
40 * 4
x = ) 0,89 € das partes do Tiago.
180
Total: 8 €
2.2. N
 a parte final do processo, a divisão pelo
180º 24 0€ Parte de morango –
 80º x 100° método Tu cortas/eu escolho garante aos dois
180º 24 últimos intervenientes uma partilha que
80 * 24
x= ) 100º x ambos consideram justa como vimos.
Avaliação 180
da Isabel ) 10,67 € 100 * 24
x = ) Resta então analisar as etapas anteriores.
180
) 13,33 €
Se em cada ronda a parte do bolo é atribuída
Total: 13,33 €
à última pessoa que a aparou, esta receberá
1
aquilo que considera valer (sendo N o
(*) para a Marina dividir a sua parte em 3 de N
número de intervenientes nessa ronda), ou
igual valor terá de cortar fatias no valor de
seja, uma parte que considera justa.
©AREAL EDITORES

21,33
= 7,11 €
3

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122 MACS 10 – DOSSIÊ DO PROFESSOR

1.5.

©AREAL EDITORES
APLICANDO – Pág. 148
Athos Porthos Aramis
1.1. Total das licitações
6500 10 100 6300
(em moedas de ouro)
Athos Porthos Aramis
Total do valor da
Total das licitações 11 500 15 100 11 300
6500 7100 6300 herança
(em moedas de ouro)
Parte justa 3833,33 5033,33 3766,67
Total do valor da
11 500 12 100 11 300
herança Cavalo
Itens a Receber Espadas –––
Quadro
Parte justa 3833,33 4033,33 3766,67
Valor dos Itens
Cavalo 500 10 000 0
Itens a Receber Quadro ––– recebidos
Espadas
Quantia a receber ou 3333 4967 3767
Valor dos Itens a pagar à banca a receber a pagar a receber
4500 5000 0
recebidos
Banca 5000 - 3333 + 4967 - 3767 = 2867
Quantia a receber ou 667 967 3767
a pagar à banca a pagar a pagar a receber Acerto final 956 956 956
Banca 5000 + 667 + 967 - 3767 = 2867 Cavalo
Espadas
Quadro 4723
Acerto final 956 956 956 4289
Resultado final (*) - 4011 moedas de
Cavalo moedas de
Quadro moedas de ouro
Espadas 4723 ouro
– 11 ouro
Resultado final (*) 289 moedas de
moedas de
moedas de ouro 1.6. T
 udo se manteria como em 1.1., mas o Athos
ouro
ouro
teria de dar as 289 moedas de ouro mais
(*) Existe no final a diferença de 1 moeda de 1711 moedas do seu bolso ao Porthos, para
ouro, relativamente ao montante inicial de perfazer o pagamento de 2000 moedas
5000 moedas, que resulta dos prometido.
arredondamentos intermédios e que deverá
2.1. Parte justa do Astérix:
ser negociada entre os intervenientes. 70 000
= 35 000 sestércios
2
1.2. N
 o caso de um herdeiro não poder pagar,
Parte justa do Obélix:
poder-se-ia instituir, por exemplo, que não 60 000
receberia o item licitado que passaria a ser = 30 000 sestércios
2
atribuído à segunda licitação mais alta. 2.2. Diferença entre a parte que o Astérix
A partilha continuaria considerando que o considera justa e a parte que o Obélix
herdeiro que deixou de receber esse item considera justa:
teria recebido 0. 35 000 - 30 000 = 5000 sestércios
1.3. U
 ma possibilidade é atribuir o item àquele 2.3. P
 or ter feito a licitação mais alta o Astérix
que no conjunto das licitações tenha recebido recebe a propriedade, que para ele vale
menos. 70 000 sestércios, 35 000 mais do que o que
considera justo. Por isso, tem de pagar essa
1.4. N
 este caso a partilha decorreria do seguinte quantia à herança.
modo:
2.4. O Obélix como não recebeu a propriedade
Athos Porthos Aramis em partilha, deverá receber em dinheiro,
Total do valor da 30 000 sestércios.
herança (em moedas 6500 7100 6300
de ouro) 2.5. D
 os 35 000 sestércios que o Astérix paga à
Parte justa 2166,67 2366,67 2100 banca, 30 000 são para pagar ao Obélix.
Cavalo No final restam ainda 5000 sestércios que
Itens a Receber Quadro –––
Espadas serão repartidos igualmente pelo Astérix e
Valor dos Itens pelo Obélix.
4500 5000 0
recebidos
Quantia a receber ou 2333 2633 2100 Assim, o Obélix recebe
a pagar à banca a pagar a pagar a receber 30 000 + 2500 = 32 500 sestércios.
Banca 2333 + 2633 - 2100 = 2866 E o Astérix recebe a propriedade, paga
Acerto final 955 955 955 35 000 sestércios e recebe do dinheiro que
Cavalo sobra na banca, 2500 sestércios. Ou seja
Quadro
Espadas 3055 recebe um item no valor de 70 000 e paga
- 1678
Resultado final (*) - 1378 moedas de 32 500 sestércios à banca, o que equivale a
moedas de
moedas de ouro
ouro
ouro receber 37 500 sestércios.

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RESOLUÇÕES DAS PROPOSTAS DE TRABALHO E DO APLICANDO 123

2.6. R
 eceberiam o equivalente a 35 000 sestércios O Nelson recebe o piano de parede, num
cada um. Neste caso o Astérix paga mais no total de 30 pontos.
final e o Obélix recebe mais. A característica Existe empate quanto ao serviço de chá, que
principal neste processo é que no final ambos é atribuído ao Nelson por ser aquele que tem
os intervenientes recebem o mesmo valor menos pontos.
(a parte justa do que avalia em maior valor)
Temos assim, neste passo
sem ter em conta as diferenças nas
Diogo – 85 pontos    Nelson – 40 pontos
valorizações de cada um. Como
consequência, exige que aquele que faz a É pois necessário transferir itens do Diogo
licitação mais alta tenha uma maior para o Nelson.
disponibilidade financeira.
Quociente Ordem do
Diogo Nelson F/M quociente
3.1. S
 egundo as indicações do pai, o filho do
35 Serviço
meio teria de receber ) 11,(6) camelos e o de chá
10 10 —
35 3
filho mais novo ) 3,(8) camelos. Coleção de
15 10 1,5 2.º
9 livros
3.2. Ao juntar 1 camelo ficam com 36 camelos no Coleção de
50 40 1,25 1.º
discos de vinil
total. Ora 36 é um número divisível por 2, por
Conjunto tacos
3 e por 9, logo passa a ser possível efetuar a de golfe
20 10 2 3.º
divisão dos camelos. Piano de
5 30 —

RESOLUÇÕES
parede
36
3.3. Filho mais velho: = 18 camelos;
2 O item a transferir em primeiro lugar é a
36
Filho do meio: = 12 camelos; coleção de discos. Se isso acontecesse
3
36 ficaria:
Filho mais novo: = 4 camelos.
9 Pontuação Diogo: 85 – 50 = 35 pontos
3.4. Sim, uma vez que cada um acaba por ficar Pontuação Nelson: 40 + 40 = 80 pontos
com mais do que o inicialmente previsto. Então o Diogo tem que transferir para o
3.5. O
 autor da obra sugere que os dois camelos Nelson apenas uma parte da coleção de
sejam atribuídos ao Homem que Calculava. discos: p
Um deles será o que ele juntou para tornar Essa parte p terá que obedecer a:
possível a partilha, e o outro será a 40 + 40p = 85 – 50p § 90 p = 45 §
recompensa pela resolução da situação. 45 1
§p= §p=
Do próprio livro: 90 2
“– (…) dos 36 camelos, sobram, portanto, dois. No final,
Um pertence, como sabem, ao Bagdali, meu • O Diogo fica com a coleção de livros, o
amigo e companheiro, outro toca por direito a conjunto de tacos de golfe e metade da
mim, por ter resolvido, a contento de todos, o coleção de discos: 15 + 20 + 25 = 60 pontos
complicado problema da herança! • O Nelson fica com o piano de parede, o
– Sois inteligente, ó Estrangeiro! – exclamou o serviço de chá e metade da coleção de
mais velho dos três irmãos. discos: 30 + 10 + 20 = 60 pontos
– Aceitamos a vossa partilha na certeza de
que foi feita com justiça e equidade!” 4.2.
Diogo Nelson
4.1.
Diogo Nelson Serviço de chá 10 10

Coleção de livros 15 10
Serviço de chá 10 10
Coleção de discos de vinil 50 40
Coleção de livros 15 10
Conjunto tacos de golfe 20 10
Coleção de discos de vinil 50 40
Piano de parede 5 30
Conjunto tacos de golfe 20 10
Valor Global 100 100
Piano de parede 5 30
Parte Justa 50 50
O Diogo recebe as coleções de livros e de
©AREAL EDITORES

discos de vinil e o conjunto de tacos de golfe, O Diogo recebe as coleções de livros e de


num total de 15 + 50 + 20 = 85 pontos. discos de vinil e o conjunto de tacos de

MACS10DP-08

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124 MACS 10 – DOSSIÊ DO PROFESSOR

golfe: 85 euros. O Nelson recebe o piano de O terceiro marcador mais à esquerda é agora

©AREAL EDITORES
parede: 30 euros. Quanto ao item em da Melissa. Ela fica com os bombons 10, 11,
empate, o método preconiza que ele seja 12 e 13.
atribuído aleatoriamente a um dos Restam os marcadores da Jéssica que fica
intervenientes. Suponhamos que ia para o com o quarto segmento que definiu e que
Diogo. Teríamos assim: corresponde ao bombom 15.
Assim, o bombom 5 vai para a Letícia, o
Diogo Nelson
bombom 11 vai para a Melissa e o bombom
Valor recebido 95 30
15 para a Jéssica. O bombom 9 não é
A pagar 45 — atribuído.
A receber — 20
6. Método de Hondt
A Banca recebe do Diogo 45 euros dos quais
20 são para pagar ao Nelson.

No final restam 25 euros que são igualmente


divididos pelos dois. A divisão final é a
seguinte:
coleção de livros
coleção de discos de
vinil
conjunto de tacos de Valor Global =
Diogo golfe = 95 – 45 + 12,50 =
serviço de chá = 62,50 euros
paga 45 euros à banca
recebe 12,50 euros nos
ajustes finais
Valor Global =
Piano de parede
Nelson = 30 + 32,50 =
Recebe 32,50 euros
= 62,50 euros

4.3. O
 método do ajuste da partilha não obriga a
recorrer a dinheiro, mas podem existir
situações de conflito quanto à transferência
de bens se os intervenientes não acordarem
na divisão de direitos. No método das
licitações secretas, os intervenientes não têm Ordenando os quocientes
de estabelecer acordos, mas se algum tiver
de reembolsar o outro poderão existir
situações de dificuldades financeiras,
obrigando-o eventualmente a fazer licitações
mais baixas.
5. 1 2 3 4 5 6 7 8 9 10 11 12 13 14 15

Ma1 Me1 J1 Ma2 L2 J2 Me2 Ma3 Me3 J3


L1 L3

O marcador mais à esquerda é da Margarida.


Ela recebe o bombom 1.
Retirando os marcadores da Margarida:
1 2 3 4 5 6 7 8 9 10 11 12 13 14 15

Me1 J1 L2 J2 Me2 L3 Me3 J3


L1
O segundo marcador mais à esquerda é da
Letícia. Ela fica com os bombons 3, 4, 5, 6 e 7.
Retirando os marcadores da Letícia:
1 2 3 4 5 6 7 8 9 10 11 12 13 14 15

Me1 J1 J2 Me2 Me3 J3

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RESOLUÇÕES DAS PROPOSTAS DE TRABALHO E DO APLICANDO 125

A distribuição dos lugares é a seguinte: 24 80 184 126 109 218 228 175
25 83 188 128 113 220 231 179
Osh Batken Chuy Jalal- Issyk
Abad Naryn Talas Kul 26 87 191 132 118 221 233 181
27 90 194 137 121 223 235 185
N.° de representantes 31 9 20 23 6 5 11
28 94 198 139 124 225 237 186
29 98 200 145 127 227 239 190
Método de Sainte-Laguë
30 101 204 148 131 229 240 193
31 104 207 151 135 230 241 196
32 108 210 152 138 232 242 199
33 110 213 157 141 234 243 202

A distribuição dos lugares pelo Método de


Sainte-Laguë será a seguinte:

Osh Batken Chuy Jalal- Issyk


Abad Naryn Talas Kul
N.° de
representan- 31 10 19 23 6 5 11
tes

Método de Hamilton
População

RESOLUÇÕES
Divisor Padrão = =
N.° total de representantes
4 416 600
= ) 42 062,86
105
A aplicação do método pode ser ilustrada
pela seguinte tabela:

Osh Batken Chuy Jalal- Issyk


Abad Naryn Talas Total
Kul

População 1 299 500 400 400 818 000 962 200 269 700 216 100 450 700 4 416 600
Quota
30,894 24 9,519 087 19,447 09 22,875 29 6,411 833 5,137 549 10,714 92
Padrão
Quota
E ordenando os quocientes 30 9 19 22 6 5 10 101
Inferior
N.° de
Osh Batken Chuy Jalal-Abad Naryn Talas Issyk Kul represen- 31 10 19 23 6 5 11 105
1 1 6 3 2 9 11 4 tantes
2 5 18 8 7 25 32 15
Nota: a amarelo estão as quatro quotas
3 10 28 14 12 42 51 24
padrão com maior parte decimal.
4 13 38 20 17 58 71 34
5 16 50 23 21 76 92 45 Método de Jefferson
6 19 61 30 26 91 112 55
Uma vez que a soma das quotas inferiores,
7 22 72 36 31 107 130 65
calculada a partir do divisor padrão, não
8 27 82 41 35 123 143 75
perfaz o total de representantes, teremos de
9 29 95 47 39 134 156 84
encontrar um divisor modificado Dm.
10 33 105 52 44 146 165 93
11 37 116 57 48 155 170 102 Basta tomar Dm = 40 700
12 40 125 63 54 162 176 114
Osh Batken Chuy Jalal- Issyk
Abad Naryn Talas
13 43 133 68 59 168 183 122 Total
Kul
14 46 140 73 62 173 189 129
População 1 299 500 400 400 818 000 962 200 269 700 216 100 450 700 4 416 600
15 49 149 79 67 178 195 136
Quota
16 53 153 85 70 182 201 142 31,928 75 9,837 838 20,098 28 23,641 28 6,626 536 5,309 582 11,073 71
Padrão
17 56 160 88 77 187 208 150
Quota
18 60 164 97 81 192 212 154 31 9 20 23 6 5 11 105
Inferior
19 64 167 100 86 197 216 159
20 66 171 106 89 203 219 163 Método de Adams
21 69 174 111 96 206 222 166
A partir do divisor padrão, a soma das quotas
©AREAL EDITORES

22 74 177 117 99 211 224 169


superiores será dada por 101 + 7 = 108.
23 78 180 120 103 214 226 172

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126 MACS 10 – DOSSIÊ DO PROFESSOR

É pois, também necessário, neste caso, 7. Passo 1. – Determina-se a quota

©AREAL EDITORES
recorrer a um divisor modificado Dm. 1 052 567
Q= ) 13 849,57
Seja Dm = 43 500 76

Osh Batken Chuy Jalal- Issyk N S E O M Total


Abad Naryn Talas Total
Kul
População 49 875 166 158 82 888 626 667 126 979 1 052 567
População 1 299 500 400 400 818 000 962 200 269 700 216 100 450 700 4 416 600
Passo 2. 3,602 11,997 5,985 45,248 9,168
Quota
29,873 56 9,204 598 18,8046 22,119 54 6,2 4,967 816 10,360 92
Padrão Passo 3. 3 11 5 45 9 73
Quota
29 9 18 22 6 4 10 Passo 4. 12 468,75 13 846,5 13 814,67 13 623,2 12 697,9
Inferior
Quota 3 12 5 45 9 74
30 10 19 23 7 5 11 105
Superior
Passo 5. 12 468,75 12 781,38 13 814,67 13 623,2 12 697,9
Método de Webster 3 12 6 45 9 75
Se recorrermos ao divisor padrão
DP ) 42 062,86, obtém-se 8.1. M
 ais uma vez se recomenda o recurso a uma
folha de cálculo. (Ver ficheiro)
Osh Batken Chuy Jalal- Issyk
Abad Naryn Talas Total
Kul
Tabela dos quocientes
População 1 299 500 400 400 818 000 962 200 269 700 216 100 450 700 4 416 600
Quota
30,894 24 9,519 087 19,447 09 22,875 29 6,411 833 5,137 549 10,714 92
Padrão
Quota
arredon- 31 10 19 23 6 5 11 105
dada

Método de Huntington-Hill
Desta vez, se recorrermos ao divisor padrão,
obteremos uma soma das quotas
arredondadas pela regra de arredondamento
de Huntington-Hill inferior ao pretendido:

Jalal- Naryn Talas Issyk


Osh Batken Chuy Total
Abad Kul

População 1 299 500 400 400 818 000 962 200 269 700 216 100 450 700 4 416 600
Quota
30,894 24 9,519 087 19,447 09 22,875 29 6,411 833 5,137 549 10,714 92
Padrão
Quota
30 9 19 22 6 5 10
Inferior
H 30,4959 9,486 833 19,493 59 22,494 44 6,480 741 5,477 226 10,488 09
Quota
arredon- 30 9 20 22 7 6 10 104
dada

Torna-se mais uma vez necessário recorrer a


um divisor modificado Dm, que poderá ser:
Dm = 41 200
Originando:

Osh Batken Chuy Jalal- Issyk


Abad Naryn Talas Total
Kul

População 1 299 500 400 400 818 000 962 200 269 700 216 100 450 700 4 416 600
Quota
31,541 26 9,718 447 19,854 37 23,354 37 6,546 117 5,245 146 10,939 32
Padrão
Quota
31 9 19 23 6 5 10
Inferior
H 31,496 03 9,486 833 19,493 59 23,494 68 6,480 741 5,477 226 10,488 09
Quota
arredon- 31 9 19 24 6 6 10 105
dada

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RESOLUÇÕES DAS PROPOSTAS DE TRABALHO E DO APLICANDO 127

Ordenação dos quocientes anteriores e um limite mínimo de 180 e um máximo de


respetiva atribuição de representantes: 230 Deputados.

9.
Região/N.° Quota Quota Quota
habitantes Padrão Inferior Superior
254 000 50,8 50 51

153 000 30,6 30 31

103 000 20,6 20 21


Total: 100
510 000 deputados

Se atribuirmos a quota inferior a cada região


conseguimos distribuir 100 dos 102 lugares.
De seguida, atribui-se mais 1 lugar à região
com maior parte decimal na quota padrão, a
região mais populosa neste caso,
registando-se um empate entre as restantes
para a atribuição do lugar que resta.
 m critério possível será atribuir esse lugar à
U

RESOLUÇÕES
região que, até ao momento, tem menos
lugares atribuídos.
A constituição da legislatura seria então
51 – 30 – 21.

10. A
 plique-se o Método de Hondt, por ser o
método de representação proporcional
utilizado em Portugal.

Matias Central Colina


Albuquerque
N.° de
alunos 1350 1750 150
Divisores
1 1350 1750 150
2 675 875 75
Distribuição de deputados:
3 450 583,3333 50
4 337,5 437,5 37,5
5 270 350 30
6 225 291,6667 25
8.2. U
 m argumento contra que poderá ser usado 7 192,8571 250 21,42857
pelos partidos mais pequenos é o facto de 8 168,75 218,75 18,75
mais dificilmente conseguirem eleger um 9 150 194,4444 16,66667
deputado, levando a uma menor 10 135 175 15
representatividade. 11 122,7273 159,0909 13,63636

8.3. O
 facto de Portalegre passar a eleger apenas 12 112,5 145,8333 12,5

um deputado mostra que o sistema deixa de 13 103,8462 134,6154 11,53846


14 96,42857 125 10,71429
ter em conta a proporção das diferentes
15 90 116,6667 10
forças ao nível distrital, para passar a ser
uninominal. Apenas será eleito o que tiver
mais votos (maioria simples). Matias Central Colina
Albuquerque
8.5. É
 a Lei Fundamental, a Constituição da 1350 1750 150
República Portuguesa, consubstanciada pela 1 2 1 20
Revisão Constitucional de 1997, que no 2 4 3 32
disposto no artigo 148, respeitante à 3 6 5 33
©AREAL EDITORES

Composição da Assembleia da República, 4 9 7 34


Estatuto e Eleição, determina e estabelece 5 11 8 35

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128 MACS 10 – DOSSIÊ DO PROFESSOR

Note que:

©AREAL EDITORES
6 13 10 36
7 16 12 37
8 18 14 38
9 20 15 39 e
10 23 17 40
11 26 19 41
12 28 22 42
13 29 24 43 A soma das quotas inferiores é 9, é
14 30 25 44 necessário por isso atribuir mais um lugar ao
15 31 27 45 círculo cuja quota padrão tenha maior parte
decimal, que é o Círculo do Norte.
Verifica-se que a Escola da Colina tem direito
apenas a 1 representante, apesar de ser A distribuição pelo Método de Hamilton é
aquela em que não se registaram casos então dada por:
disciplinares graves. No sentido de premiar Círculo do Sul – 4 lugares
essa Escola poderemos ter em conta o Círculo do Oeste – 3 lugares
número de suspensões, por exemplo Círculo do Norte – 3 lugares.
descontando-as no número total de alunos,
o que originará a seguinte redistribuição: 11.2. Para aplicar o Método de Hondt na TI-NSPIRE
inserimos numa página os dados:

Nota: para que os resultados seguintes sejam


apresentados com números decimais
introduzem-se os valores da população como
Observamos que o número de representantes números decimais.
da Escola da Colina se mantém. De seguida definimos listas de divisores e
Uma outra hipótese de beneficiar a Escola calculamos os respetivos quocientes.
com menos suspensões será recorrer ao
Método de Sainte-Laguë, que protege mais
os círculos pequenos.

Numa nova página colocam-se todos os


divisores e os círculos a que correspondem,
recorrendo às funções de copiar, cortar e colar.

Mas os resultados relativos à Escola da


Colina continuam a manter-se.

11.1. Vejamos uma resolução com recurso à


TI-NSPIRE.

Selecionam-se de seguida as duas colunas e


escolhe-se AÇÕES: ORDENAR

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RESOLUÇÕES DAS PROPOSTAS DE TRABALHO E DO APLICANDO 129

Com o Método de Sainte-Laguë a distribuição


de lugares é a seguinte:
Círculo do Sul – 4 lugares
Círculo do Oeste – 3 lugares
Círculo do Norte – 3 lugares

11.4. Agora com a sequência de divisores: 1.4, 3,


5, 7, …

Ordenam-se os dados da coluna B por ordem


descendente. Como só queremos saber a
que círculos pertencem os primeiros dez
quocientes, podem apagar-se as restantes
células.

A distribuição obtida é:
Círculo do Sul – 4 lugares

RESOLUÇÕES
Círculo do Oeste – 3 lugares
Círculo do Norte – 3 lugares

12. Método de Hamilton

Finalmente para um mais rápido


reconhecimento de quantos quocientes
pertencem a cada círculo, ordenam-se agora
os dados da coluna A.
A soma das quotas inferiores é 12.
Verificamos assim que o Círculo do Sul tem
direito a 4 lugares; o Círculo do Oeste a Os dois lugares restantes são atribuídos ao
4 lugares e o Círculo do Norte a 2 lugares. Círculo do Oeste e de seguida ao Círculo do
Sul, obtendo-se a seguinte distribuição:
Círculo do Sul – 6 lugares
Círculo do Oeste – 5 lugares
Círculo do Norte – 3 lugares

Método de Hondt

11.3. Repetimos o processo utilizado na TI-NSPIRE


para o Método de Hondt mas agora com a
sequência de divisores: 1, 3, 5, 7, …

Círculo do Sul – 6 lugares


©AREAL EDITORES

Círculo do Oeste – 5 lugares


Círculo do Norte – 3 lugares
MACS10DP-09

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130 MACS 10 – DOSSIÊ DO PROFESSOR

Método de Sainte-Laguë 13.1.

©AREAL EDITORES
Círculo do Sul – 5 lugares
Círculo do Oeste – 5 lugares
Círculo do Norte – 4 lugares

Método de Sainte-Laguë Modificado

Círculo do Sul – 5 lugares


Círculo do Oeste – 5 lugares
Círculo do Norte – 4 lugares

Comparemos as distribuições de lugares obtidas


em cada um dos métodos para 10 e para 14
lugares:
Círculo do Círculo do
Círculo do Sul Oeste Norte
10 lugares 4 3 3
M. Hamilton
14 lugares 6 5 3
10 lugares 4 4 2
M. Hondt
14 lugares 6 5 3
10 lugares 4 3 3
M. Sainte-Laguë
14 lugares 5 5 4
M. Sainte-Laguë 10 lugares 4 3 3
modificado 14 lugares 5 5 4

- Os Métodos de Hamilton e de Hondt, que na


distribuição de 10 lugares originavam resultados
diferentes, com benefício para o Círculo do Norte
no Método de Hamilton, na distribuição de 14
lugares originam os mesmos resultados; note-se
também que na distribuição de 14 lugares, o
Círculo do Norte não aumenta o número de
representantes na distribuição dos14 lugares.
O aumento de 4 lugares é completamente
absorvido pelos dois círculos maiores;
- Não existem, neste caso, diferenças nos
resultados entre os métodos de Sainte-Laguë e
Sainte-Laguë modificado, quer na distribuição de
10 lugares, quer na distribuição de 14 lugares;
- Os métodos de Sainte-Laguë são aqueles em que
o aumento de lugares mais beneficia o círculo mais
pequeno, uma vez que recebe 4 representantes,
um a mais do que nos restantes métodos.

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RESOLUÇÕES DAS PROPOSTAS DE TRABALHO E DO APLICANDO 131

A distribuição de lugares obtida em cada um Luís Humberto Teixeira apresenta o exemplo


dos Censos está apresentada na seguinte das Eleições ao Parlamento Europeu de 2004
tabela: onde o MPT conseguiria ter um mandato se
aplicado o Método de Sainte-Laguë, o que
Província Censo anterior Censo atual
não aconteceu pela aplicação do Método de
A 42 deputados 43 deputados Hondt.
B 27 deputados 26 deputados Na mesma tarefa vimos o exemplo do que
C 30 deputados 29 deputados aconteceria nas Legislativas de 2011, no
D 1 deputado 2 deputados círculo de Leiria, se utilizássemos o Método
de Sainte-Laguë em vez do método de
13.2. Só a província D perdeu população e, no Hondt.
entanto, é a província C que, embora tendo
aumentado de população, perde um PPD/ CDS- PCP-
PS B.E.
PSD PP PEV
deputado. Esta situação é conhecida por
Hondt 6 3 1 — —
Paradoxo da População.
Sainte-
5 2 1 1 1
14. N
 OTA: A exploração deste aplicando será Laguë
mais rica se os alunos tiverem realizado o
Investigue e Explore 2 da página 112, No Método de Hondt os dois partidos mais
votados obtêm mais 1 deputado cada um, do
no qual, foi pedido que se simulasse a
que no Método de Sainte-Laguë. Enquanto

RESOLUÇÕES
aplicação da nova lei eleitoral aqui referida
partidos mais pequenos, como o BE e o PCP-
aos resultados verificados nas eleições de
PEV não conseguem representação no
2004.
Método de Hondt.
Conclui-se que, com a aplicação da lei
Outro exemplo que ilustra esta propriedade
vigente à altura os resultados obtidos foram:
do Método de Hondt é o apresentado na
PS – 32 lugares;
Proposta de Trabalho 3 da página 111.
PPD/PSD-CDS/PP – 20 lugares
(Observação: os resultados oficiais indicam Uma sugestão de trabalho interessante seria
31 e 21 lugares, mas houve um erro nas comparar os resultados que se obteriam nas
contas oficias, reconhecido já pela Comissão legislativas portuguesas desde 1975 pela
Nacional de Eleições). aplicação de diferentes métodos: Hondt,
Sainte-Laguë, Jefferson e Huntington-Hill, por
Simulando a aplicação da nova lei, a
exemplo.
distribuição teria sido:
PS – 35 Lugares; 
(B) Na proposta de trabalho 3 da página 111
PPD/PSD-CDS/PP – 21 lugares; é precisamente apresentada uma situação,
PCP-PEV – 1 lugar relativa ao círculo de Leiria nas Legislativas
Assim, tal como aconteceu em 2008, o PCP- de 2011, em que dois partidos, que não
PEV conseguiria representação a partir do conseguiram eleger nenhum deputado
círculo de compensação, aumentado o concorrendo isoladamente, teriam
número de forças representadas de 2 para 3. conseguido eleger 1 deputado caso se
tivessem coligado.
Uma sugestão de trabalho será comparar os
resultados obtidos pela aplicação dos dois Também aqui são vários os exemplos reais
métodos às eleições regionais dos Açores de que ilustram esta propriedade do Método de
2012. Hondt. Frequentemente têm surgido questões
nos exames nacionais que solicitam
15. ( A) Das várias aplicações que têm vindo a precisamente a verificação de situações em
ser feitas ao longo das propostas do manual que a formação de coligações favorece os
verifica-se que de facto o Método de Hondt partidos na aplicação do Método de Hondt.
tem maior tendência para atribuir mais Uma sugestão de trabalho é explorar estas
representantes às maiores forças, do que os questões, ou em alternativa, no círculo
restantes métodos. eleitoral dos alunos verificar que coligação,
Na tarefa 6 e respetiva discussão (páginas entre dois partidos próximos, poderiam ter
105 a 107) vimos como o Método de Hondt sido constituídas com vantagem nos
pode por vezes favorecer mais os partidos resultados das últimas eleições legislativas.
©AREAL EDITORES

mais votados, do que outros métodos


proporcionais, como o de Sainte-Laguë, por 
(C) Tomemos o exemplo do que aconteceu
exemplo. nas Legislativas de 2011:

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132 MACS 10 – DOSSIÊ DO PROFESSOR

©AREAL EDITORES
Percentagem Percentagem Percentagem
Partido Deputados Votos 1999 2002 2005
votos lugares afastamento
BE 8 288 923 5,17% 3,48% - 33% Votos Depu- Votos Depu- Votos Depu-
PCP-PEV 16 414 147 7,90% 7,00% - 11% (%) tados (%) tados (%) tados

PS 74 1 566 347 28,05% 32,17% - 15% 1.° partido 51,2 2 45,3 2 54,9 2
PPD/PSD 108 2 159 181 38,66% 47,00% + 22% 2.° partido 22,5 1 30,6 1 20,2 0
CDS-PP 24 653 888 11,71% 10,43% - 11% 3.° partido 15,0 0 12,4 0 12,1 0

Embora a análise de apenas um exemplo não 2009 2011


seja suficiente para nenhum tipo de Votos Depu- Votos Depu-
conclusão verificamos que os partidos menos (%) tados (%) tados
votados obtêm percentagens de lugares 1.° partido 38,3 1 32,5 1
abaixo da sua percentagem de votação, ao
2.° partido 23,8 1 32,4 1
contrário do que acontece com os partidos
3.° partido 12,9 0 12,8 0
maiores. Tanto mais abaixo da sua
percentagem de votação quanto menor for o Existem várias dimensões de análise possível,
partido e tanto mais acima quanto maior for a mas centremo-nos fundamentalmente no que
votação. acontece desde 2005 no círculo de
É neste sentido que a afirmação de James Portalegre (altura em que passou a eleger 2
Hogan, poderá ser sustentada. deputados) e comparemos com os resultados
Uma sugestão de trabalho será ver o que se nacionais das mesmas eleições.
verifica noutras eleições legislativas em 2005 2009 2011
Portugal, ou na aplicação de outros métodos
Votos Depu- Votos Depu- Votos Depu-
de representação proporcional. (%) tados (%) tados (%) tados


(D) Debrucemo-nos sobre o histórico dos 1.° partido 54,9 2 38,3 1 32,5 1
resultados em eleições legislativas do círculo 2.° partido 20,2 0 23,8 1 32,4 1
de Portalegre, o menor círculo nacional 3.° partido 12,1 0 12,9 0 12,8 0
atualmente.
Resultados Nacionais
De 1975 a 1983, este círculo elegia 4
1.° partido 7,5 14 10,4 21 11,7 24
deputados.
2.° partido 7,2 12 9,8 16 7,9 16
Fruto do decrescimento populacional, de
3.° partido 6,4 8 7,9 25 5,2 8
1985 a 2002 passou a eleger 3 e desde 2005
elege apenas 2 deputados. Vimos que quer em 2005, quer em 2009,
1975 1976 1979 forças com votação na ordem dos 13% não
conseguem eleger deputados em Portalegre.
Votos Depu- Votos Depu- Votos Depu-
(%) tados (%) tados (%) tados
Se compararmos com os resultados
nacionais, em 2005 o 3.º partido mais votado
1.° partido 52,4 3 41,9 3 32,1 2
teve 10,4% dos votos (menos do que 3.º
2.° partido 17,5 1 22,0 1 29,8 1
partido de Portalegre) e elegeu 21
3.° partido 9,9 0 10,1 0 29,4 1 deputados. O mesmo se repetiu em 2011.
O caso mais flagrante é o de 2005 em que
1980 1983 1985 apenas uma força política conseguiu eleger
Votos Depu- Votos Depu- Votos Depu- deputados em Portalegre, não havendo assim
(%) tados (%) tados (%) tados representação de mais nenhuma força
1.° partido 33,4 2 38,5 2 25,2 1 política. Nesse ano, em Portalegre um partido
2.° partido 32,4 1 28,7 1 23,7 1 com 20% dos votos não conseguiu eleger
3.° partido 26,1 1 19,1 1 20,9 1 deputados, o que ilustra bem a afirmação de
Vital Moreira.
1987 1991 1995
16. C
 não terá razão de queixa porque fica com
Votos Depu- Votos Depu- Votos Depu- uma das fatias que cortou inicialmente e que
(%) tados (%) tados (%) tados 1
para ele vale do bolo.
1.° partido 37,4 1 38,9 2 50,5 2 3
2.° partido 25,1 1 33,5 1 23,4 1 No 1.º caso, A e B também não terão razão
3.° partido 20,9 1 15,2 0 14,0 0 de queixa porque ficam com fatias que

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RESOLUÇÕES DAS PROPOSTAS DE TRABALHO E DO APLICANDO 133

consideram aceitáveis, isto é, que valem pelo 


c) Como o Daniel não gosta nada de nozes,
1 vai escolher:
menos do bolo cada.
3
20º
No 2.º caso, se A e B só consideram uma das 60º
60º
fatias aceitável, então as outras duas não
1 da Ana do Simão
valem, na sua perspetiva, do bolo cada.
3 
d) Vejamos a avaliação que cada aluno faz
Assim, C, ao ficar com uma dessas fatias das partes que couberam a cada um
1
ficará com menos de do bolo (no entender
3
de A e de B). O que resta valerá, pois, mais Ana Simão Daniel
2
de e ao ser divido pelo método Tu Cortas/ 50º 20º
3 60º 60º
Eu Escolho, que garante uma partilha 50º 60º 60º
equilibrada, cada um ficará com uma fatia Como vimos Parte de noz Parte de noz
1
que vai valer, no seu entender, mais de do anteriormente 1
* 7,20 = 2,40 € 180 –– 7,20
3 as duas partes 3 120 –– x
bolo. de noz valem Parte de 20 * 7,20
Morango x= =
2 €, num total 180
17.1. Simão Ana Daniel Avaliação de 4 €
1
* 3,60 = 1,20 € = 0,80 €
da Ana 3
Morango Nozes Morango Nozes Morango Nozes Total – Parte de Morango
2,40 + 1,20 = 2
* 3,60 = 2,40 €
3,60 € 3
5,40 € 5,40 € 3,60 € 7,20 € 10,80 € 0€ Total – 0,80 + 2,40 =
3,20 €

RESOLUÇÕES
180 –– 5,40 2 180 –– 5,40
17.2. Corte do
100 –– x 3
* 5,40 = 3,60 €
140 –– x
Simão Avaliação
Morango
100 * 5,40 140 * 5,40
do Simão x= = x= =
180 180
Nozes = 3,00 € = 4,20 €
Como não Só valoriza a Só valoriza a parte de
gosta de nozes parte de morango

a) A Ana escolherá a parte que tem mais Avaliação avalia em 0 € morango 180 –– 10,80
1
do Daniel * 10,80 = 3,60 € 120 –– x
nozes, isto é, a parte que tem dois terços de 3 120 * 10,80
x= = 7,20 €
nozes e um terço de morango. 180

b) Ana: Cada um fica com uma parte que considera


A parte de morango da sua fatia vale – de valor justo ou superior. Mas o Simão achou
3,60
= 1,20 € que a parte que coube ao Daniel vale mais
3 do que a sua.
A parte de nozes da sua fatia vale –
2 18. V
 ejamos como decorre o processo ao longo
7,20 * = 4,80 € das diferentes voltas:
3
Total: 1,20 + 4,80 = 6 €
1.ª volta 2.ª volta 3.ª volta 4.ª volta (…)
Significa que cada fatia que a Ana corte deve Bernardo Inicia
valer para ela 2 €.
Joana Parte
Pensemos na parte das nozes
Duarte Parte ––––– –––––
180º –– 7,20 Sofia Parte ––––– ––––– –––––
x –– 2
Miguel Inicia Inicia –––––
2 * 180
x=
= 50° A 1.ª fatia A 2.ª fatia O Miguel
7,20 vai para a vai para o recebe a
Quer dizer que a Ana deverá dividir Sofia, que Duarte. 3.ª fatia.
a parte com nozes em duas fatias 60º
sai do
com um ângulo ao centro de 50º e, processo
β
ficando a terceira fatia com o resto α 50º
50º A afirmação (A) é falsa porque a 1.ª fatia vai
das nozes e o morango.
para a Sofia.
Quanto ao Simão, como ele gosta igualmente A afirmação (B) é falsa porque quem inicia a
dos dois sabores limita-se a dividir a sua 2.ª volta é quem vem a seguir à Sofia, ou seja,
metade em três porções 2.º Corte o Miguel.
do Simão
cujo ângulo ao centro 60º A afirmação (D) é falsa porque como o Miguel
©AREAL EDITORES

seja de 60º.
recebe a 3.ª fatia, tem de ser o Bernardo a
iniciar a 4.ª volta.

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134 MACS 10 – DOSSIÊ DO PROFESSOR

Como podemos verificar acima, a afirmação

©AREAL EDITORES
PROPOSTAS DE TRABALHO – Pág. 160
(C) é a verdadeira.
1.1. A
 conclusão do jornal é baseada apenas nas
19.
respostas recebidas pelo correio. Ora estas
1.ª
volta A B C D E F G H podem não ser representativas, uma vez que
se referem apenas aos leitores do jornal que
inicia diminui diminui diminui
se disponibilizaram a gastar tempo e dinheiro
a enviar a resposta pelo correio. Além do
19.1. A 1.ª parcela de terreno vai para o último a
mais, é muito pouco provável que aqueles
diminuir na 1.ª volta, ou seja, o Dário.
que desconheciam de facto o sistema
19.2. O Evaristo inicia a 2.ª volta por é aquele que métrico se dispusessem a enviar a resposta
está a seguir ao Dário. na qual afirmavam que não o conheciam.
Assim, enquanto a Gallup procurou
19.3. cuidadosamente entrevistar um conjunto
2.ª E F G H A B C representativo de toda a população britânica,
volta
contemplando idades, níveis de instrução,
inicia diminui géneros, zonas geográficas, etc., o jornal, por
razões económicas, decidiu publicar um
A 2.ª parcela de terreno vai para o Berto, cupão nas suas páginas e limitou-se a
porque foi o único a diminuir na 2.ª volta. esperar pelas respostas espontâneas dos
19.4. A 3.ª volta inicia-se com o Carlos. seus leitores.
1.2. N
 uma primeira análise parece que a empresa
19.5. A tem vindo a registar um crescimento mais
3.ª C E F G H A acentuado. Mas se observarmos na escala
volta
utilizada no eixo do Lucro, concluiremos que
inicia não é a mesma para ambos os gráficos. Se
desenharmos os dois gráficos usando a
Como ninguém diminui nesta ronda, a 3.ª mesma escala para os Lucros veremos que
parcela de terreno vai para quem iniciou, ou eles são exatamente iguais.
seja, o Carlos.
20 100
2.1. = 0,1 " 10%; = 0,2 " 20%
19.6. A 4.ª volta inicia-se com o Evaristo. 200 500
800 360
19.7. 2.2. = 0,8 " 80%; = 0,9 " 90%
1000 400
4.ª 2.3. O jornal fez os seguintes cálculos:
E F G H A
volta
Homens Admitidos 820
inicia diminui = " 68%
Total Homens 1200
Mulheres Admitidas 460
A 4.ª parcela de terreno vai para o Gustavo, = " 51%
Total Mulheres 900
único a diminuir nesta ronda.
2.4. O
 jornal tomou por base o total de candidatos
19.8. A 5.ª volta inicia-se com o Hélder. do género masculino e o total de candidatos
do género feminino, sem ter em conta o que
19.9. se passou separadamente em cada
5.ª departamento.
H A E F
volta

inicia 3.1. 27,1 milhões de zeds


3.2. 9% * 42,6 = 0,09 * 42,6 = 3,834 milhões de zeds
Como ninguém diminui na 5.ª volta, a
1237,5 - 2252
5.ª parcela de terreno vai para o Hélder que 4.1. 9 5,6%
225
a iniciou.
4.2. De 1996 a 1998.
19.10. No final da 5.ª ronda estão em jogo o
4.3. De 1990 a 1993.
António, o Evaristo e o Fábio. Sem a
128 869
indicação de que alguém diminuiu ou não 4.4. 9 54%
na ronda seguinte, nada se poderá concluir. 238 746
5.1. S
 ignifica que nos Estados Unidos da América
houve um acréscimo de 11% nos níveis de
emissão de CO2 de 1990 a 1998.

MACS10DP_20142982_134_150_3P.indd 134 4/10/15 2:52 PM


RESOLUÇÕES DAS PROPOSTAS DE TRABALHO E DO APLICANDO 135

Relativamente à Rússia houve um decréscimo 3.2. G


 énero e tipo de fecundidade – variáveis
de 35% nos níveis de emissão de CO2 de qualitativas; número de filhos – variável
1990 a 1998. quantitativa discreta.
5.2. A
 Maria não tem razão, porque embora a 3.3. P
 opulação – Mulheres dos 18 aos 49 anos e
emissão de CO2 tenha decrescido na homens dos 18 aos 54 anos residentes na UE
Alemanha, ela aumentou noutros países, 28 e Estados-Membros. Género, País e Tipo
como por exemplo na Holanda. Assim o de fecundidade – variáveis qualitativas;
decrescimento total médio na UE, que tem Número de filhos – variável quantitativa
em conta todos os crescimentos e discreta.
decrescimentos, pode ser menor do que o da
Alemanha. 4.1. A
 população é constituída pelas empresas
portuguesas, com dez ou mais pessoas ao
5.3. A
 mbos podem ter recorrido a conceitos
serviço, existentes em 2008 e com histórico
matemáticos diferentes: o maior aumento
de pelo menos 5 anos (desde 2003).
absoluto (Estados Unidos da América) e o
maior aumento percentual (Austrália). 4.2. Variáveis em estudo:
– Utilização de computador
6.1. (D) 6.2. (C) 6.3. (A) – Ligação à Internet
– Ligação à Internet através de banda larga
7.1. A
 taxa de analfabetismo era maior em 2001 – Posse de website
(9,03 > 5,23), e o género que registou uma – Utilização de e-mail

RESOLUÇÕES
maior evolução foi o género masculino
4.3. A amostra utilizada tem dimensão 2941.
(- 44,48% aprox.).
4.4. A
 ligação à Internet através de banda larga
7.2. M
 aiores taxas de analfabetismo: Alto Trás-os-
registou uma evolução, entre 2003 e 2007, de
Montes; Pinhal Interior Sul, Beira Interior Sul,
cerca de 45%, sendo a variável com maior
Alto Alentejo, Alentejo Central, Alentejo
variação entre a data inicial e a final em que
Litoral, Baixo Alentejo. Menores taxas de
se realizou o estudo.
analfabetismo: Cávado, Grande Porto, Entre
Douro e Vouga, Baixo Vouga, Grande Lisboa, 5.1. O
 gráfico mostra-nos a distribuição da
Península de Setúbal. população residente em Portugal, entre 1960
7.3. Por exemplo, a Beira Interior Sul. e 2001, quanto ao nível etário, agrupando-a
em três grupos – 15 a 24 anos; 25 a 44 anos
8.  nalisando o gráfico podemos verificar que o
A e 45 a 64 anos. Os dados foram recolhidos
número de pessoas com 65 anos ou mais em em 1960, 1970, 1981, 1991 e 2001.
1960 era de cerca de 700 milhares, e em
5.2. A
 população em estudo é a população
1997 era de cerca de 1500 milhares, mais do
residente em Portugal, em idade ativa, entre
que o dobro, o que confirma a afirmação.
1960 e 2001. A variável em estudo é a idade
9.  ão as regiões identificadas por: BI, RO, ALE
S de cada indivíduo.
e ALG. 5.3. Uma possibilidade, entre várias.
Repartição da população residente
em idade ativa, Portugal, 1960-2001
PROPOSTAS DE TRABALHO – Pág. 171 15-24 anos 25-44 anos
(%)
35 45-64 anos
30
1.1. A
 população são os utilizadores do Facebook 25
em Portugal com idade superior ou igual a 20
15 anos. 15
10
1.2. Idade – variável quantitativa; género – 5
0
variável qualitativa. 1960 1970 1981 1991 2001 Anos

2.1. T
 odos os candidatos colocados no ensino 6.1. P
 ortugueses com idade entre os 18 e os 64
superior. anos, residentes em Portugal Continental.
2.2. A
 s variáveis estatísticas em estudo são: 6.2. D
 eixar ou tentar deixar de fumar nos últimos
cursos escolhidos, cursos de proveniência, 12 meses. Idade dos que afirmaram ter
local a que se candidatam; todas elas são deixado ou ter tentado deixar de fumar nos
qualitativas. últimos 12 meses.
©AREAL EDITORES

3.1. M
 ulheres dos 18 aos 49 anos e homens dos 6.3. Variável qualitativa | Variável quantitativa.
18 aos 54 anos, residentes em Portugal.

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136 MACS 10 – DOSSIÊ DO PROFESSOR

6.4. É
 possível observar de facto que, com a que têm telefone e se disponham a gastar

©AREAL EDITORES
exceção dos inquiridos na faixa etária dos um pouco do seu tempo.
55-64 anos, onde a percentagem é mais B: Apenas responderão os leitores que
baixa (9%), a percentagem de indivíduos que estejam suficientemente interessados no
deixaram ou tentaram deixar de fumar nos assunto em questão, para estarem
últimos 12 meses é, aproximadamente, a dispostos a gastar dinheiro nas despesas
mesma ao longo de todas as faixas etárias, de correio para além do trabalho que esse
com valores percentuais que variam entre os ato lhes dará.
12% e os 13%. C: São apenas considerados os alunos
membros ativos da Associação de
Estudantes e não todos os alunos da escola.
PROPOSTAS DE TRABALHO – Pág. 176
3. B e C.
1. A: Pessoas que vão ao cinema | sondagem;
B: Alunos da sua turma | recenseamento; 4.1. V
 auban defende que nos recenseamentos se
C: Lâmpadas produzidas pelo fabricante em estudam as populações de um país
questão | sondagem; organizadas segundo as cidades. Quanto às
variáveis, enumera: sexo, idade, profissão e
D: Alunos da sua escola | sondagem;
meios de produção.
E: Sopa | sondagem;
4.2. S
 egundo Vauban, os recenseamentos
F: Eleitores portugueses | sondagem. mostram o estado em que se encontra o
crescimento e enfraquecimento dos povos,
2. Não sabemos porque:
fundos da terra e animais.
– não sabemos qual é a dimensão do
universo dos leitores da revista; 4.3. O
 projeto de reforma da dízima real de
– uma vez que a resposta era voluntária, é Vauban, baseando-se nos conhecimentos
provável que aqueles que não sentiram retirados das pesquisas estatísticas,
algum benefício não se tivessem disposto a promovia a democracia entre os povos,
despender qualquer esforço para acabando com a isenção dos impostos
responder ou a ter qualquer custo. As aplicável a certos elementos da população e
respostas podem ter sido sobretudo das propondo a criação de um único que
pessoas que, sentindo-se motivadas pelo englobasse toda a população.
benefício da toma de vitaminas, se
5.1. Domingo.
dispuseram a responder.
5.2. P
 ara terem conhecimento acerca dos dias em
3.  omo o jornal do Minho é regional então as
C que mais pessoas poderão assistir aos seus
respostas que obteve serão dessa região, e produtos.
como o clube a que se refere é dessa região 5.4. M
 enos tempo para recolha e análise dos
podemos concluir que as respostas tendem a resultados e menores custos.
ter uma perspetiva positiva acerca de um
5.5. D
 imensão e constituição da amostra; forma e
clube da região.
período da recolha de informação.

PROPOSTAS DE TRABALHO – Pág. 183 PROPOSTAS DE TRABALHO – Pág. 194

1.1. O
 facto de não serem entrevistados 1. Tabela de frequências absolutas e relativas:
isoladamente pode ter como resultado que os Frequência Frequência
Frequência Frequência
Idade (xi) absoluta relativa
inquiridos não forneçam uma resposta absoluta (ni) relativa (fi)
acumulada (Ni) acumulada (Fi)
sincera por vergonha perante os demais 18 1 3,3% 1 3,3%
presentes.
19 11 36,7% 12 40,0%
1.2. S
 im, porque o facto de o inquérito não ser 20 6 20,0% 18 60,0%
anónimo aliado ao facto do entrevistador ter 21 7 23,3% 25 83,3%
uma posição de ascendência sobre o
22 3 10,0% 28 93,3%
entrevistado pode fazer com que este último
23 1 3,3% 29 96,6%
dê a resposta que considera que o
30 1 3,3% 30 100%
entrevistador gostaria de ouvir.
Total 30
2. A: Apesar do número ser gratuito, as ni
respostas serão dadas apenas por aqueles fi 1em %2 = * 100
30

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RESOLUÇÕES DAS PROPOSTAS DE TRABALHO E DO APLICANDO 137

Diagrama de caule-e-folhas: 5.1. N.º de ni Ni


filhos
Idades de 30 jovens atores presentes num casting
0 18 18
1 8 9 9 9 9 9 9 9 9 9 9 9
1 32 50
2 0 0 0 0 0 0 1 1 1 1 1 1 1 2 2 2 3
2 66 116
3 0
3 41 157
1
2.1. * 365 dias ) 121,7 dias 4 32 189
3 5 9 198
As cidades onde choveu mais do que 121,7 6 2 200
dias foram: Bragança, Porto, Coimbra,
Portalegre e Ponta Delgada. 66
5.2. 33% a = 0,33 = 33%b
2.2. Portalegre com aproximadamente 10% 200
5.3. 42%
38
a ) 0,10 = 10%b (há 116 famílias com menos de 3 filhos
365
84
2.3. As cidades em que os dias de nevoeiro não 200 - 116 = 84 e = 0,42 = 42%)
200
ultrapassaram uma quinzena foram:
5.4. Seis (1%)
Santarém, Faro, Lisboa, Ponta Delgada e
5 Zero (9%)
= 50%.
Cinco (5%)
Funchal.
10 Quatro
(16%) Um

RESOLUÇÕES
(16%)
3.1. Figura III
Figura III: VA = c * l * a Três
(21%) Dois
VB = c * l * 2a = 2 * VA (33%)

3.2. Figura I - 4 ni
Amplitude de cada setor = * 360º
Figura I: VA = c * l * a 200
VB = c * 2l * 2a = 4 * VA
PROPOSTAS DE TRABALHO – Pág. 202
Figura II - 8
Figura II: VA = c * l * a 1.1.
VB = 2c * 2l * 2a = 8 * VA Classes Frequência Frequência Frequência Frequência
absoluta absoluta relativa relativa
(ni) acumulada (fi) acumulada
Figura III - 2 (Ni) (Fi)
Figura III: VA = c * l * a [0, 5[ 2 2 3,6% 3,6%
VB = c * l * 2a = 2 * VA [5, 10[ 0 2 0,0% 3,6%
[10, 15[ 0 2 0,0% 3,6%
3.3. [15, 20[ 1 3 1,8% 5,4%
[20, 25[ 0 3 0,0% 5,4%
[25, 30[ 4 7 7,1% 12,5%
[30, 35[ 4 11 7,1% 19,6%
[35, 40[ 11 22 19,6% 39,3%
Escola A Escola B [40, 45[ 9 31 16,1% 55,4%
[45, 50[ 8 39 14,3% 69,6%
VA = c * l * a [50, 55[ 4 43 7,1% 76,8%
VB = 2c * l * 1,5a = 3 * VA [55, 60[ 4 47 7,1% 83,9%
[60, 65[ 3 50 5,4% 89,3%
4. [65, 70[ 3 53 5,4% 94,6%
Percentagem
Amplitude Número de
Listas Ampl. setor
do setor votantes [70, 75[ 1 54 1,8% 96,4%
a * 100%b
360º [75, 80[ 1 55 1,8% 98,2%
A 180 50% 10 368
[80, 85[ 1 56 1,8% 100,0%
B 90 25% 5184
C 30 8,(3)% 1728 ni Ni
fi 1em %2 = * 100 e Fi 1em %2 = * 100
D 60 16,(6)% 3456 56 56
©AREAL EDITORES

(valores arredondados às décimas)

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138 MACS 10 – DOSSIÊ DO PROFESSOR

1.2. ni N

©AREAL EDITORES
Velocidade dos automóveis em km/h
fi = e Fi = i
Freq. Absoluta 40 40
12 (valores arredondados às décimas)
11
10 9
8 2.3. Resultados dos testes de glicémia
8
6 ni
4 4 4 4
4 3 3 16
2 14
2 1 1 1 1
0 0 0 12
0
10
2,5
7,5
12,5
17,5
22,5
27,5
32,5
37,5
42,5
47,5
52,5
57,5
62,5
67,5
72,5
77,5
82,5
8
1.3. Classes 6
4
Classes Frequência Frequência Frequência Frequência 2
absoluta absoluta relativa relativa 0
(ni) acumulada (fi) acumulada 45 55 65 75 85 95
(Ni) (Fi)
Classes
[0, 10[ 2 2 3,6% 3,6% 3.1. 30 alunos (2 + 3 + 9 + 8 + 6 + 2 = 30)
[10, 20[ 1 3 1,8% 5,4%
3.2. Tempo que demora a percorrer a distância casa-escola
[20, 30[ 4 7 7,1% 12,5%
[30, 40[ 15 22 26,8% 39,3% n
i
[40, 50[ 17 39 30,4% 69,6% 10
[50, 60[ 8 47 14,3% 83,9%
8
[60, 70[ 6 53 10,7% 94,6%
[70, 80[ 2 55 3,6% 98,2% 6
[80, 90[ 1 56 1,8% 100,0% 4
ni Ni
fi 1em %2 = * 100 e Fi 1em %2 = * 100
2

56 56
(valores arredondados às décimas) 0 5 10 15 20 25 30
Velocidade dos automóveis em km/h Tempo (em minutos)
Freq. Absoluta 3.3. Tempo que demora a percorrer a distância casa-escola
18 17 Frequência
16 15 Frequência relativa
14 Classes relativa (fi) acumulada
12 (Fi)
10 [0, 5[ 6,(6)% 6,6%
8
8
6 [5, 10[ 10% 16,(6)%
6
4 [10, 15[ 30% 46,(6)%
4 2 2
2 1 1 [15, 20[ 26,(6)% 73,(3)%
0
[20, 25[ 20% 93,(3)%
5
15
25
35
45
55
65
75
85

Classes [25, 30] 6,(6)% 100%


1.4. O histograma que parece fornecer Total
informação mais detalhada e mais próxima
100%
93,(3)%

dos dados reais é aquele cujas classes têm F (%)


i
menor amplitude.
73,(3)%

100
1.5. No primeiro histograma podemos observar 80
43,(6)%

que nenhum veículo passou na avenida a


60
uma velocidade compreendida entre os 5 e
16,(6)%

40
os 15 km/h nem entre os 20 e os 25 km/h.
6,(6)%

20
2. Um exemplo possível:
2.1. e 2.2. 0 5 10 15 20 25 30
Freq. Freq. Tempo (em minutos)
Freq. Freq.
Absoluta Relativa Relativa
Classes Absoluta Acumulada 4.1. E
 m menos de 5 minutos chegam apenas 2
Acumulada
(ni) (fi)
(Ni) (Fi) alunos e 16 alunos demoram 15 minutos ou
[40, 50[ 2 2 0,05 0,05
mais a chegar à escola.
[50, 60[ 8 10 0,20 0,25
[60, 70[ 14 24 0,35 0,60 4.2. Tempo gasto no percurso para a escola (em minutos)
[70, 80[ 7 31 0,175 0,775 0 3 4 6 7 8
[80, 90[ 6 37 0,15 0,925 1 0 0 1 2 2 3 4 4 4 5 5 5 6 7 8 8 9
[90, 100] 3 40 0,075 1 2 0 1 2 2 3 4 7
Total 40 3 0

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RESOLUÇÕES DAS PROPOSTAS DE TRABALHO E DO APLICANDO 139

4.3. PROPOSTAS DE TRABALHO – Pág. 211


Classes Freq. Absoluta (ni)
1.1. a) Sim, se todos os alunos tiverem a
[0, 5[ 2
pontuação máxima.
[5, 10[ 3
b) Não, porque a média nunca pode
[10, 15[ 9
ultrapassar o valor máximo, que neste
[15, 20[ 8
caso é de 60 pontos.
[20, 25[ 6
[25, 30] 2
c) Não, porque se existirem 12 elementos
Total 30
com nota de 60 já será impossível a média
ser de 30, uma vez que para isso,
4.4. poderiam existir, no máximo, 10 alunos
Classes Freq. Relativa (fi) com 60 pontos (tendo os restantes 10,
0 pontos).
[0, 5[ 6,(6)%
d) Sim, por exemplo: 8 notas com 60 pontos,
[5, 10[ 10%
8 notas com 0 pontos e 4 com 30 pontos.
[10, 15[ 30%
48 * 100
[15, 20[ 26,(6)% 1.2. nova média = = 80
60
[20, 25[ 20%
2.1. Média = 125,71;
[25, 30] 6,(6)%
90 + 80 + 80 + 100 + 110 + 240 + 180
x= ) 125,71

RESOLUÇÕES
Total 100%
7
Tempo gasto no percurso para a escola (em minutos)
Moda = 80 (valor mais frequente)
f (%)
i Mediana = 100
30 (mediana = x4 = 100)
2.2. E
 scolheria a mediana uma vez que os dados
20 são muito dispersos, existe uma grande
discrepância entre o valor mínimo e o
10 máximo.
2.3. C
 olocando os dados numa lista da
calculadora;
0 5 10 15 20 25 30
Q1 = 80; Mediana = 100; Q3 = 180.
Tempo (em minutos)

4.5. Frequência relativa


Classes acumulada
(Fi)
[0, 5[ 6,6%
[5, 10[ 16,(6)%
[10, 15[ 46,(6)%
[15, 20[ 73,(3)%
[20, 25[ 93,(3)%
[25, 30] 100%

Tempo gasto no percurso para a escola (em minutos)


3.1. Média = 69,5;
69 + 70 + 71 + 71 + 68 + 69 + 69 + 69
x= = 69,5
100%
93,(3)%

F (%)
i 8
Moda = 69 (valor mais frequente);
73,(3)%

100

80
Mediana = 69 ax ~ = x4 + x5 = 69 + 69 = 69b
43,(6)%

60 2 2
3.2. Poderia escolher a média uma vez que os
16,(6)%

40
6,(6)%

20
dados são muito próximos uns dos outros.
Mas neste caso, qualquer uma das medidas
0
representa de forma semelhante a distribuição.
5 10 15 20 25 30
Tempo (em minutos)
©AREAL EDITORES

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140 MACS 10 – DOSSIÊ DO PROFESSOR

3.3. C
 olocando os dados numa lista da 5.2. E
 scolheria a mediana uma vez que os dados

©AREAL EDITORES
calculadora; são muito dispersos, existe uma grande
Q1 = 69; Mediana = 69; Q3 = 70,5 discrepância entre o valor mínimo e o
máximo.

6.1. O
 s trabalhadores da empresa A têm 75% dos
valores dos salários acima de 550 euros,
sendo 50% entre 550 e 650 e 25% entre 650
e o máximo de 800 euros. Na empresa B
apenas 25% dos salários estão acima de 550
euros, registando-se uma maior amplitude
uma vez que o salário máximo é de 950
euros.
4.1. 5378 horas. 6.2. A
 empresa B, dado que 75% dos salários são
4.2. M
 aior número de horas de publicidade inferiores a 550 euros (embora não inferiores
–
novembro e dezembro 2007; Menor número a 300 euros).
de horas de publicidade – abril 2008. 6.3. N
 a empresa A entre 650 € e 800 €; na
4.3. Média 9 413,69; Mediana = 406 empresa B entre 550 € a 950 €.

7.  oda, porque se trata de uma variável


M
qualitativa.

8.1. N
 a empresa E o salário médio é de 1275 € e
na empresa F é de 1270 €.

4.4. a) Os meses cuja duração mensal de xE = 0,75 * 1300 + 0,25 * 1200 = 1275
publicidade é inferior ou igual a 406 horas xF = 0,20 * 1350 + 0,80 * 1250 = 1270
são: março, abril, maio, junho, agosto,
8.2. N
 a empresa E os homens ganham 25 € acima
setembro e outubro de 2008, o que
do salário médio, e as mulheres ganham 75 €
corresponde a 50% dos meses, uma vez
abaixo do salário médio; na empresa F as
que 406 é a mediana.
mulheres ganham menos 20 € do que o
b) Os meses são janeiro, fevereiro, maio, salário médio e os homens ganham mais 80 €
julho, agosto, setembro e outubro de 2008, do que o salário médio.
uma vez que 374,5 e 464 são os valores
do 1.º e 3.º quartis, respetivamente,
corresponde a 50% dos meses também. INVESTIGUE E EXPLORE – Pág. 213

376 - 468 1.2. D


 ado que se trata de uma variável
4.5. ) - 19,7%
468 quantitativa discreta, toma apenas valores
5.1. Movimentos Nacionais: inteiros. A moda será então um desses
Média ) 1213,89; Mediana = 934. valores inteiros.
A mediana será dada pela média dos valores
centrais, que são inteiros também, logo será
um valor inteiro ou um valor com parte
decimal igual a 0,5.

PROPOSTAS DE TRABALHO – Pág. 219


Movimentos Internacionais:
7
Média ) 4464,33; Mediana = 2618. 1.1. Em 35% dos dias a = 0,35 = 35%b
20
1.2. Frequência
Marca de classe
Classes relativa
(xi) acumulada
[0, 5[ 2,5 20%
[5, 10[ 7,5 65%
[10, 15[ 12,5 90%
[15, 20[ 17,5 100%

Ni
Fi 1em %2 = * 100
20

MACS10DP_20142982_134_150_3P.indd 140 4/10/15 4:45 PM


RESOLUÇÕES DAS PROPOSTAS DE TRABALHO E DO APLICANDO 141

1.3. Temperaturas máximas registadas  édia = 15,1875; Q1 = 7; Mediana = 14;


2.3. M
(%) Q3 = 19
100
90
80
70
60
50
40
30
20
2.4. A
 s medidas estatísticas não coincidem mas
10
~
os valores correspondentes são valores
0 5 x 10 15 20
Temperatura (ºC)
próximos (quando se agrupam os dados em
x– classes perde-se informação sobre os dados
Média: originais).
4 * 2,5 + 9 * 7,5 + 5 * 12,5 + 2 * 17,5
x= = 8,75 2.5. Marca de Frequência Frequência Relativa
20 Classes classe relativa fi (%) Acumulada (%)

Classe mediana: [5, 10[ [0, 5[ 2,5 14,1 14,1


[5,10[ 7,5 21,9 35,9
[10,15[ 12,5 15,7 51,6
[15,20[ 17,5 28,1 79,7

RESOLUÇÕES

[20,25[ 22,5 9,4 89,1
[25,30[ 27,5 0 89,1
[30,35[ 32,5 4,7 93,8
[35,40[ 37,5 0 93,8
2.1. Frequência [40,45[ 42,5 3,1 96,9
Classes Marca de classe absoluta [45,50[ 47,5 0 96,9
(ni)
[50,55[ 52,5 3,1 100
[0, 5[ 2,5 9
[5, 10[ 7,5 14 (%)
[10, 15[ 12,5 10 100
90
[15, 20[ 17,5 18 80
70
[20, 25[ 22,5 6 60
50
40
[25, 30[ 27,5 0 30
20
[30, 35[ 32,5 3 10
0
[35, 40[ 37,5 0
5
10
15
20
25
30
35
40
45
50

[40, 45[ 42,5 2 x mín x máx


Q1 Q2 Q3
[45, 50[ 47,5 0
[50, 55[ 52,5 2
3.1. A média é 97,59 subscrições de telemóvel
ni por 100 pessoas.
18
16
14
12
10
8
6
4
2
0
5 10 15 20 25 30 35 40 45 50 55 60
Idade
3.2. A
 classe mediana é [90, 100[, logo a mediana
é 95.
 édia = 15,468 75; Q1 = 7,5; Mediana = 12,5;
2.2. M
Q3 = 17,5


©AREAL EDITORES

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142 MACS 10 – DOSSIÊ DO PROFESSOR

3.3. 4.3. 0 livros (classe com maior percentagem).

©AREAL EDITORES
Subscrições Frequência Frequência Relativa
Telemóvel Absoluta
por 100 pessoas Acumulada (%) Acumulada (%) 4.4. Classe mediana: 5 a 9 livros.
[60,70[ 1 3,7
[70,80[ 3 11,1
[80,90[ 8 29,6
[90,100[ 18 66,7
[100,110[ 23 85,2
[110,120[ 24 88,9
[120,130[ 24 96,3 4.5. 55,1% (30,5% + 14,3% + 10,3% = 55,1%)
[130,140[ 26 96,3
4.6. 27% (5,5% + 8,9% + 12,6% = 27%)
[140,150[ 26 96,3
4.7. 2
 1,5% (2 livros por mês correspondem a 24
[150,160[ 27 100
livros por ano; 8,9% + 12,6% = 21,5%)
(%)
100
90 PROPOSTAS DE TRABALHO – Pág. 227
80
70
60
50 1.1. Turma X Turma Y
40
30
20
10
0 Subscrições
10
30
50
70
90
110
130
150
170

~
x

3.4. Fi(%)
100
90
8075
70
A média de ambas as turmas é 13.
60
50
40 1.2. O
 desvio-padrão é maior na turma X
3025
20 (3,05 > 2,04) uma vez que apresenta mais
10
0 valores mais afastados da média.
Subscrições
60
70
80
90
100
110
120
130
140
150
160

x mín x máx
1.3. Turma X:
Q1Q2Q3
desvio-padrão ) 3,047;
4.1. Número de livros lidos durante o ano mediana = 13;
≥50 (12,6%) 0 (30,5%) Q1 = 10; Q3 = 16.

25-49 (8,9%)
20-24 (5,5%) Turma Y:
15-19 (4,8%) desvio-padrão ) 2,041;
mediana = 13;
1-4
(14,3%)
Q1 = 11,5; Q3 = 14,5
10-14 (13,1%) 5-9 (10,3%)
percentagem
Amplitude de cada setor = * 360º
100
1.4. C
 omo a média é a mesma, a turma de melhor
4.2. 17 livros. aproveitamento é a Y pois tem menor desvio-
N.º de livros lidos Marca de classe % de pessoas padrão. Nessa turma há menos alunos muito
0 0 30,5
fracos, mas também há menos alunos muito
1a4 2,5 14,3 bons quando comparados com os alunos da
5a9 7 10,3 turma X.
10 a 14 12 13,1
15 a 19 17 4,8  inásio A - corresponde ao 3.º gráfico, dados
G
2.
20 a 24 22 5,5 mais condensados, logo apresenta menor
25 a 49 37 8,9 desvio-padrão.
50 ou mais 70 12,6 Ginásio B - corresponde ao 1.º gráfico, dados
mais dispersos, logo maior desvio-padrão.
Ginásio C - corresponde ao 4.º gráfico, dados
condensados próximo da classe [70, 80[.
Ginásio D - corresponde ao 2.º gráfico, dados
condensados próximo da classe [50, 60[.

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RESOLUÇÕES DAS PROPOSTAS DE TRABALHO E DO APLICANDO 143

3.1. P
 opulação – Clientes da estação de correios; 5.1. A classe modal é [20, 30[.
Variável em estudo – tempo de atendimento
Frequência
em minutos. Classes Frequência relativa
relativa (fi) (%) acumulada
3.2. D
 emorará, em média, cerca de 66 minutos a (Fi) (%)
ser atendido. 50% dos clientes foram [0, 10[ 10 10

atendidos em menos de 53 minutos e 25% [10, 20[ 15 25

em menos de 23 minutos. [20, 30[ 22 47

Média = 66,255; Mediana = 52,5 [30, 40[ 20 67


[40, 50[ 13 80
[50, 60[ 10 90
[60, 70[ 8 98
[70, 80] 2 100

5.2. 5
 3% dos trabalhadores levam meia hora
3.3. Amplitude total = 292,5 – 7,5 = 285; ou mais a chegar ao local de trabalho
Variância ) 3812,19; Desvio-Padrão ) 61,74. (100% - 47%)

4.1. 5.3. E
 m média os trabalhadores levam 33,3
Sujeito IMC
Sujeito 1 21,1
minutos a chegar à empresa.
Sujeito 2 22,0

RESOLUÇÕES
Sujeito 3 17,3
Sujeito 4 33,4
Sujeito 5 20,9
Sujeito 6 19,1
Sujeito 7 26,8
Sujeito 8 23,0
(%)
Sujeito 9 21,1 5.4.
Sujeito 10 20,5 100
90
Sujeito 11 22,3 80
Sujeito 12 20,3 70
Sujeito 13 31,7 60
50
Sujeito 14 22,5
40
Sujeito 15 20,0 30
20
4.2. Média IMC = 22,8; 10
Desvio-padrão ) 4,5
0 10 20 30 40 50 60 70 80 90

x mín x máx
Q1 ~
x Q3

4.3. Mínimo = 17,3;


PROPOSTAS DE TRABALHO – Pág. 240
1.º Quartil = 20,3;
Mediana = 21,1; 1.1. G
 ráfico I – D (os pontos encontram-se numa
3.º Quartil = 23; linha reta com declive positivo);
Máximo = 33,4 gráfico II – A (correlação negativa moderada);
gráfico III – B (correlação positiva moderada);
2
4.4. ) 13,3% gráfico IV – C (os pontos encontram-se numa
15 linha reta com declive negativo).
4.5. Grau de obesidade
Obesidade moderada 1.2. Gráfico I – A (correlação positiva forte);
(13%) gráfico II – D (correlação negativa moderada);
Magreza (7%)
gráfico III – B (correlação positiva fraca);
Excesso de peso
(7%) gráfico IV – C (a reta de regressão terá declive
negativo e contém todos os pontos da nuvem).
2.1. I - Tempo de aceleração/ Consumo – C

II - Idade do trabalhador/ Massa do
Normal (73%) trabalhador – B
©AREAL EDITORES

III - Largura do ovo/Comprimento do ovo – D


ni
Amplitude do setor = * 360º IV - Horas de sono/Horas de estudo – A
15

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144 MACS 10 – DOSSIÊ DO PROFESSOR

2.2. I – Consumo/Tempo de aceleração – procurando a regressão linear entre as duas

©AREAL EDITORES
Correlação negativa forte. Quanto maior o variáveis, o coeficiente de correlação é,
tempo de aceleração, menor tende a ser o aproximadamente, igual a 0,988. O modelo
consumo. linear construído, informa que o número da
II – Idade/Massa – correlação positiva fraca. população residente em Portugal aumentou
Existe uma certa tendência para aumentar de entre 1964 e 2000; os valores reais são bem
peso com a idade. interpretados pelos valores obtidos através do
III – Largura do ovo/Comprimento do ovo – modelo linear apresentado, uma vez que os
Correlação positiva forte. Quanto mais largos pontos do diagrama de dispersão estão
os ovos, mais compridos são. próximos dos pontos da reta para os mesmos
IV – Horas de sono/ horas de estudo – valores da variável a.
Correlação negativa fraca. Alguma tendência
para se dormir menos à custa das horas de
estudo.
3.1. Literacia de Leitura – média ) 495,6


4.2. Se o afastamento das datas a 1864 e a 2000 for
acentuado, o modelo deixa de ser apropriado,
por não ter sido obtido a partir de dados em
anos exteriores ao intervalo considerado.
Literacia de Matemática – média ) 493,2 Repare-se que em 1780, por exemplo, o
número de residentes em Portugal já seria
negativo, p(1780) = – 0,044; por outro lado,
de acordo com o modelo linear, a população
cresceria sem limitações, o que não
corresponde à realidade.
4.3. C
 omparem-se alguns números obtidos a
3.2. partir do modelo linear, apresentado no
enunciado da prova, com a previsão para a
população portuguesa nas projeções do INE.

População, em milhões (p)

A partir do modelo
3.3. y ) 0,944x + 25,12 Ano (a) linear Projeções do INE
3.4. G (x–, y–), onde x– = 495,6 e y– = 493,2 p = 0,047 a – 84,95

Temos de verificar que estes valores 2010 10,927 10,626


obedecem à equação da reta de regressão
2050 12,835 9,302
y ) 0,944x + 25,12
Ora se x– = 495,6 Os valores obtidos através do modelo linear
0,944 * 495,6 + 25,12 ) 493 ) y– para a população residente em Portugal, em
3.5. Com a equação da reta de regressão no 2010, não se afastam das projeções
editor de funções e consultando a respetiva apresentadas pelo INE. Ambos apontam para
tabela de valores verificamos que para valores na ordem dos 10 milhões de
x = 450, se tem y = 450,12 habitantes. Isto significa que, pelo menos até
2010, se tem um modelo adequado para a
evolução da população residente em Portugal.
O mesmo já não se pode dizer para meados
do século XXI; pelo modelo, uma vez que é
linear, a população continuaria a aumentar,
apresentando nessa data o valor de 12,835
milhões, enquanto as previsões do INE
4.1. Introduzindo os valores das variáveis a, ano de apontam para uma diminuição da população
recolha de dados, e p, número de portugueses, motivada pelo atual envelhecimento da
em milhões, residentes em Portugal, em duas população e pelos níveis de fecundidade
listas de modo estatístico da calculadora, e abaixo do limiar de substituição de gerações.

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RESOLUÇÕES DAS PROPOSTAS DE TRABALHO E DO APLICANDO 145

5.1. 5. (C)
20

Nota obtida
Dada uma distribuição de média x– e desvio-
15 -padrão s, se adicionarmos a cada dado mais
um valor, obtemos uma outra distribuição,
10
cuja média será x–’ = x– + 1 = 14,5 + 1 = 15,5 e
5 cujo desvio-padrão se mantém (s’ = s = 1,5).

0 6. (A)
5 10 15 20
N.º de horas de estudo 5 * 0 + 7 * 1 + 10 * 2 + 5 * 3 + 1 * 4 + 1 * 5
x= =
Parece existir uma associação linear positiva. 5 + 7 + 10 + 5 + 1 + 1
51
= ) 1,8
5.2. r ) 0,926. Cerca de 21 horas. 29

7.1. % (em relação ao


Listas N.º de votos
n.º de votantes)

A 38 25

B 48 32

C 18 12
y = 0,9393 * 20 + 2,2469 ) 21 horas
D 46 31

RESOLUÇÕES
nB
APLICANDO – Pág. 245 = 0,32 § nB = 48
150
1. Tomam 320 nD = 150 - 138 + 48 + 182 = 46
Tomam pequeno-almoço
38
fA = = 0,25132 ) 25%
pequeno-almoço e almoçam Almoçam

150
18
20 125 145 fC = = 0,12 = 12%
150
(145 – 125 = 20) (270 – 125 = 145)
46
fD = = 0,30162 ) 31%
30 150
(320 – 20 – 125 – 145 = 30)

1.1. (D) 7.2.


Listas N.º de votos (ni) Amplitude do setor
20
Freq.relativa = = 0,0625 = 6,25%
320 A 38 91,2º
1.2. (B)
B 48 115,2º
125
Amplitude do setor = * 360º ) 141º
320 C 18 43,2º

1.3. (A) D 46 110,4º


270 – 125 = 145
ni
Amplitude do setor = * 360º
2. (C) 150

Grupo sanguíneo ni fi

A (25%)
A 350 0,35 D (31%)

B 116 0,116
C (12%) B (32%)
AB 22 0,022

O 512 0,512
8. O jornal cujos resultados darão provavelmente
Total 1000 1
uma melhor previsão do nível de apoio ao
ni
fi = Presidente, se as eleições se realizarem no dia
1000 25 de janeiro, será o jornal 3, uma vez qua a
3. (B) amostra considerada é de 1000 cidadãos com
direito a voto escolhidos ao acaso. O jornal 1
7,5 8,5 8,5 13 15
não seria a melhor opção porque foi o que
~
x = x3 = 8,5 realizou a sondagem mais cedo; o jornal 2
apenas considera 500 cidadãos e o jornal 4
©AREAL EDITORES

4. (C) Amplitude do setor = 0,40 * 360º = 144º apenas considera os leitores do jornal que
telefonaram.
MACS10DP-10

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146 MACS 10 – DOSSIÊ DO PROFESSOR

9. Não será a melhor opção porque o tempo de

©AREAL EDITORES
13.2.  % escolas em
decomposição é dado por um intervalo e não Concelho Total
risco de fechar
se pode representar 1-3 anos ou 20-25 anos
Alijó 37 64,9%
através de barras.
Boticas 24 83,3%
10. Resposta “Não” para as cinco afirmações. Não Chaves 88 64,8%
se pode tirar nenhuma das conclusões. Mesão Frio 10 40%
Mondim de Basto 25 44%
11. A média das notas da Dália foi de 64 pontos.
Montalegre 32 62,5%
4 * 60 + 80
x= = 64 pontos Murça 25 76%
5
Peso da Régua 41 24,4%
12.1. xi ni Ni Ribeira de Pena 24 58,3%
38 10 10 Sabrosa 25 72%
39 5 15 Valpaços 67 82,1%
40 10 25 S. Marta Penaguião 19 31,6%
41 15 40 V. Pouca de Aguiar 56 64,3%
42 10 50 Vila Real 87 35,6%

A dimensão da amostra é de 50. O concelho com maior percentagem de


escolas em risco de fechar é o de Boticas
12.2. A moda é 41, valor mais frequente.
20
a ) 83,3%b
A mediana é 40,5 24
x + x26 40 + 41
ax~ = 25 = = 40,5b 13.3. Os concelhos que têm mais de 50% das suas
2 2 escolas em risco de fechar são:
12.3. A média é de 40,2 e o desvio-padrão é de, 24
Alijó a ) 64,9%b
aproximadamente, 1,4. 37
20
Boticas a ) 64,9%b
24
57
Chaves a ) 64,8%b
88
20
Montalegre a ) 62,5%b
32
19
12.4. Teria de pedir 100 camisas dos tamanhos 38, Murça a ) 76%b
25
40 e 42; 150 do tamanho 41 e 50 do tamanho 14
39. Ribeira de Pena a ) 58,3%b
24
Número de camisas do tamanho i = fi * 500 Sabrosa a ) 72%b
18
25
ex.: Número de camisas do tamanho 38
55
10 Valpaços a ) 82,1%b
* 500 = 100 67
50
36
13.1. A percentagem de escolas na região de Trás- V. Pouca de Aguiar a ) 64,3%b
56
os-Montes e Alto Douro em risco de fechar no 20 12
próximo ano letivo é de 58% 13.4. 32; 62,5 a b; 60 a b; 23,2 (*); 16,45 (*);
32 20
325
a ) 0,58 = 58%b 6,2 a
20
b
560 325
Total de escolas: 560
(*) Tabela com o número de escolas com
Total de escolas com menos de 10 alunos: 325 menos de 10 alunos por concelho
 14.1. 113 466 aeronaves.
14.2. O aeroporto do
Porto foi o que registou um
maior aumento percentual do número de
passageiros, de 3 060 000 para 3 550 000.
3 550 000 - 3 060 000
) 0,160 = 16,0%
3 060 000

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RESOLUÇÕES DAS PROPOSTAS DE TRABALHO E DO APLICANDO 147

14.3.  2007 2008


de se verificar o contrário quando tomamos os
(em milhares de (em milhares de números no conjunto das duas localidades.
passageiros) passageiros)
15.4. Se atendermos aos números globais a revista
Média = 3437,7 Média = 3574,8 parece ter razão. Mas se olharmos
Mediana = 2463 Mediana = 2736,5 separadamente para cada localidade
verifica-se o inverso.
2007: Esta situação é conhecida por Paradoxo de
 Simpson, em que a associação entre estratos
de uma população pode ser invertida quando
se considera o todo.
15.5. Bons Ares
10%
20%
2008:

80% 90%

Homens Mulheres
Admitidos Admitidas
Não admitidos Não admitidas

RESOLUÇÕES

14.4. Média = 3741,5 milhares de passageiros; Vila Pequena

Mediana = 2736,5 milhares de passageiros


10%

33%
A média é muito mais sensível do que a
mediana a alterações significativas de valores. 67%
90%

Homens Mulheres
Admitidos Admitidas
Não admitidos Não admitidas

Bons Ares e Vila Pequena

15.1. 30%
Admitidos Não admitidos 44% 56%
70%
Homens 490 210

Mulheres 280 220 Homens Mulheres


Admitidos Admitidas
Não admitidos Não admitidas
490
15.2. 70% a b dos candidatos do sexo masculino
700 16.1. Agrupando os dados em classes de
foram admitidos.
amplitude 1 (a começarem em zero) e
280
56% a b dos candidatos do sexo feminino obtendo o respetivo histograma, podemos
500
foram admitidos. observar que a distribuição não é muito
480 simétrica.
15.3. Em Bons Ares, 80% a b dos candidatos do
600
sexo masculino foram admitidos e 90% Classes N.º de países (ni)
180 [0, 1[ 0
a b dos candidatos do sexo feminino. [1, 2[ 0
200
[2, 3[ 1
10
Em Vila Pequena 10% a b dos homens [3, 4[ 3
100
[4, 5[ 4
forem admitidos e aproximadamente 33%
[5, 6[ 2
100
a b das mulheres foram admitidas. [6, 7[ 4
300 [7, 8[ 5
Em ambas as localidades a percentagem de [8, 9[ 2
mulheres admitidas em relação ao número de [9, 10[ 0
[10, 11[ 1
©AREAL EDITORES

candidatos é superior à dos homens, apesar


[11, 12[ 0
[12, 13] 1

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148 MACS 10 – DOSSIÊ DO PROFESSOR

 Em 19.1. podemos indicar qualquer conjunto


19.3. 

©AREAL EDITORES
de quatro números iguais.
Em 19.2. existe apenas uma possibilidade.
20.
20.1. Média = 16; Desvio-Padrão ) 1,0408
Sem ser bimodal, apresenta no entanto duas
regiões, não adjacentes, com valores mais
elevados. Calculando algumas estatísticas,
obtemos: Média ) 6,33; Mediana ) 6,5 e
Desvio-Padrão ) 2,4.

20.2. a)

Freq. Relativa (fi)


Acumulada (Ni)

Acumulada (Fi)
Freq. Absoluta

Freq. Absoluta

Freq. Relativa
Idade

(ni)
16.2. O valor relativo a Espanha – 12,8 pode ser
considerado um outlier. (Observação:
significa que está a ter um peso significativo 15 2 2 8 8

no valor da média, desviando-a em direção a 16 6 8 24 32


valores mais elevados). 17 8 16 32 64
IRQ = Q3 – Q1 = 7,5 – 4,5 = 3 18 8 24 32 96
1,5 x IRQ = 1,5 * 3 = 4,5 19 1 25 4 100

Um país com um valor fora do intervalo Total 25 100


[Q1 – 4,5; Q3 + 4,5] = [0; 12] é, por este ni Ni
critério, considerado um outlier. fi 1em %2 = * 100 e Fi 1em %2 = * 100
25 25
17. A
 pesar de os alunos da turma A
b) Média = 17; Desvio-Padrão ) 1,0408
apresentarem uma média inferior, estes
apresentam o dobro de alunos no intervalo de
80 a 89, por exemplo.

18.1. Média da UE27 ) 1,56



c) Média = 18; Desvio-Padrão ) 1,0408
Se adicionarmos uma mesma quantidade k a
20.3. 
todos os valores de uma distribuição (xi), de
média x–, a média da nova distribuição será
18.2. Valor mínimo = 1,23; Q1 = 1,36;
 x– + k e o desvio-padrão será igual ao anterior.
Mediana = 1,49;
Q3 = 1,76; População – crianças nascidas nessa
21.1. 
Valor máximo = 2,05 semana na maternidade.

 Dimensão – 35
Variável em estudo – massa à nascença (em kg)
21.2. Média ) 3,51; Mediana = 3,5;
Desvio-Padrão ) 0,4023



21.3. Amplitude: 4,25 – 2,9 = 1,35


19.1. Por exemplo: 7, 7, 7, 7 Podemos constituir 4 classes com amplitude
0,5 a iniciar com 2,5
19.2. 0, 0, 10, 10

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RESOLUÇÕES DAS PROPOSTAS DE TRABALHO E DO APLICANDO 149

Massa N.º de crianças 23.1. A média passará a ser 525 €, mas o desvio-
[2,5 ; 3[ 4
-padrão ir-se-á manter nos 128,75 €, porque
se adicionarmos uma mesma quantidade k a
[3 ; 3,5[ 12
todos os valores de uma distribuição (xi), de
[3,5 ; 4[ 13
média x–, a média da nova distribuição será
[4 ; 4,5[ 6
x– + k e o desvio-padrão será igual ao anterior.
Total 35
23.2. A média passaria para 1000 €, e o desvio-
Histograma padrão para 257,50 €, porque se
multiplicarmos cada valor pelo mesmo número
14
Nº. de recém nascidos

12
k a todos os valores de uma distribuição (xi),
10
de média x–, a média da nova distribuição será
8 x–’ = k x– e o desvio-padrão será s´= |k| s.
6 24.1. 10%
4 Percentagem de alunos que “Não responde”
100% - 125% + 10% + 35%2
2
0 = = 10%
2,75 3,25 3,75 4,25 3
Massa à nascença (kg) 24.2. A afirmação é falsa. Apenas podemos
Diagrama de Extremos e Quartis: assegurar que 25% dos alunos inquiridos têm
Mínimo = 2,9 18 ou mais anos de idade (Q3 = 18).
1.º Quartil = 3,2

RESOLUÇÕES

24.3. Intenção de prosseguir os estudos
mediana = 3,5
ni
3.º quartil = 3,8 Masculino (M)
máximo = 4,25 200 Feminino (F)
4,3 Total (T)
4,1
100
3,9
3,7
3,5 T F M T F M
3,3 deseja não deseja
3,1 25.1. a)
2,9
2,7

Máximo 3.º quartil


1.º quartil Mínimo
Mediana
22.1.
classes ni Ni

[0, 5[ 4 4

[5, 10[ 9 13 b)
[10, 15[ 5 18

[15, 20[ 2 20

18
22.2. 90% a b
20
22.3. A média é de 8,75, e desvio-padrão, é
aproximadamente, 4,55.

c)

22.4. A cidade anterior apesar de ter uma


temperatura média inferior, apresenta menos
oscilações, o que se pode tornar mais
©AREAL EDITORES

agradável.

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150 MACS 10 – DOSSIÊ DO PROFESSOR

25.2. Potência – velocidade: G (106,25; 183,125); 25.4. Gráfico Velocidade-Potência

©AREAL EDITORES
 200

Potência
y = 1,5428x – 176,28
180
160
140 148
120
100
80
60
40
Velocidade – consumo: G (183,125; 8,05); 20
0
 50 100 150 200 250
Velocidade
Reta de regressão linear: y = 1,5428 x + 176,28
y = 1,5428 * 210 – 176,28 ) 148 CV din
A potência será de aproximadamente 148 CV din.
Potência – preço de custo: 25.5. Aproximadamente 9,08 litros/100 Km
G (106,25; 16 041,875) Reta de regressão linear: y = 0,0383 x + 1,0347
 y = 0,0383 * 210 + 1,0347 ) 9,08 L/100 km
26.1. Gestação (dias) N.º animais
[0; 100[ 7
[100; 200[ 5
[200; 300[ 8
25.3. Gráfico Potência-Velocidade [300; 400[ 3
Reta de regressão linear: [400; 500[ 2
y = 0,6378 x + 115,3587 [500; 600[ 0
[600; 700[ 1
Total 26

10
N.º de animais

8
6
4
2
Gráfico Velocidade-Consumo
0
Reta de regressão linear:
50

150

250

350

450

550

650

y = 0,0383 x + 1,0347 Tempo de gestação (em dias)

26.2. Média ) 14,46;


Desvio-Padrão ) 7,95;
1.º quartil = 8; 45
Mediana = 13,5; 40
3.º quartil = 20 35
30
45 25
40 20
35 15
Gráfico Potência-Preço de custo 30 10
25
Reta de regressão linear: 5
y = 176,666 x + 2728,9398
20 0
45 Longevidade
15
40 10 Máximo 3.º quartil
35 5 1.º quartil Mínimo
30 0 Mediana
25 Longevidade
20 Máximo 3.º quartil
15 1.º quartil Mínimo
10 Mediana
5
0
Longevidade
Máximo 3.º quartil
1.º quartil Mínimo
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RESOLUÇÕES DAS PROPOSTAS DE TRABALHO E DO APLICANDO 151

26.3. Gestação de 1485 dias. (Observação: os


45

Longevidade
valores indicados poderão ser ligeiramente
35
diferentes conforme o tipo de folha de cálculo
25 que se use ou se se recorrer a uma
15 calculadora.)
5 27.1. a)
Tempo (minutos) Frequência absoluta
0
100
200

300
400
500

600
700
para a recolha
Tempo de gestação seletiva dos resíduos
Parece existir uma correlação positiva não 86 2
muito forte. 87 3
26.4. Coeficiente de correlação ) 0,651 que evidencia 89 2
um grau de correlação positiva moderada. 90 2
94 2
95 4
103 2
106 2
108 1
26.5. Recorrendo à reta de regressão. 111 1

RESOLUÇÕES
116 1
45
Longevidade média
(em anos)

40 média = 96; desvio-padrão ) 8,98


35 y = 0,0348x + 6,9563
30
25
20
15
10
5
0
200 400 600 800
Tempo de gestação (em dias) 27.2. O intervalo dos tempos pedido será:
]87,02; 104,98[.
y = 0,0348 * 250 + 6,9563 = 15,6563
A Longevidade será de cerca de 15,7 anos. Foram registados 12 tempos compreendidos
no intervalo pedido, num total de 22 tempos
26.6. 1237 dias
registados, o que corresponde, em
50 = 0,0348 x + 6,9563 § x ) 1237 dias 12
percentagem, a aproximadamente 55% a b.
26.7. O novo diagrama de dispersão passará a ser: 22
28. 
30
Longevidade
(em anos)

25
y = 0,0281x + 8,2689
20
15
10
a ) 3,85 e b ) 4,94
5
29.1. A variável em estudo é o comprimento de
0
200 400 600 800 cada parafuso medido em cm.
Tempo de gestação (em dias)
48
29.2. 48% ( , 48 parafusos).
100
N.º de parafusos inferiores a
5,5 cm = 3 + 5 + 9 + 13 + 18 = 48
29.3. Aproximadamente, 5,5 cm.
Tendo em conta a marca de cada uma das
classes e colocando nas listas da calculadora
O coeficiente de correlação é agora de, a marca de cada classe e a respetiva
aproximadamente, 0,522, o que indica um frequência absoluta, obtém-se:
grau de associação mais fraco.

Para um animal com tempo de Gestação de
250 dias, teremos uma Longevidade de 15,3
©AREAL EDITORES

anos.
Para um animal com uma Longevidade


de 50 anos esperaremos um tempo de

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152 MACS 10 – DOSSIÊ DO PROFESSOR

29.4. Uma vez que o menor valor registado é Tarifa Bi-Horária – Ciclo Semanal (Verão)

©AREAL EDITORES
5,025 cm, pode considerar-se para extremo
Consumo
esquerdo da primeira classe 5,020 cm. Se se (Kwh) 2.ª a 6.ª Sábado Domingo
tomar para extremo direito da última classe o
22.00 – 24.00 61,35 12,27 12,27
próprio valor 6,070 cm, o maior valor
20.00 – 22.00 2,79 0,56 0,56
registado na amostra, então a amplitude do
14.00 – 20.00 8,36 1,67 1,67
intervalo [5,020; 6,070] é de 1,05 cm.
9.00 – 14.00 6,97 1,39 1,39
Como se pretende a existência de sete
8.00 – 9.00 1,39 0,28 0,28
classes, cada uma delas terá uma amplitude
1,05 7.00 – 8.00 1,39 0,28 0,28
de = 0,15 e as classes serão:
7 0.00 – 7.00 9,75 1,95 1,95
[5,020; 5,17[; [5,17; 5,32[; [5,32; 5,47[; 61,35 + 2,79 +
[5,47; 5,62[; [5,62; 5,77[; [5,77; 5,92[; Total consumo 8,36 + 6,97 + 0,56 + 1,39 =
0
[5,92; 6,070]. fora vazio 2 * 1,39 = = 1,95
82,25
Nestas novas sete classes não se conseguem 12,27 + 1,67
distribuir os parafusos de acordo com o seu Total consumo + 2 x 0,28 +
9,75 18,4
comprimento, porque não se tem acesso à vazio 1,95 =
distribuição inicial dos dados. O estudo da = 16,45
amostra de dimensão 100 só contém os vazio (Ciclo Semanal)
dados agrupados em 11 classes de
Vazio – 0,0946 €/Kwh
dimensão 0,1 cm.
Fora do vazio – 0,1785 €/Kwh

Consumos
PROPOSTAS DE TRABALHO – Pág. 262 2.ª a 6.ª Sábado Domingo
diários (euros)

552 82,25 * 0,1785 1,95 * 0,1785


1.1. Consumo diário médio = = 18,4 Kw Fora do vazio
) 14,68 ) 0,35
0,00
30
2 18,4 *
1.2. * 18,4 ) 12,27 Kw 9,75 * 0,0946 16,45 *
) 0,92
vazio 0,0946
3 0,0946 ) 1,56
) 1,74
2
1.3. Se das 22 às 24 ocorre
do consumo diário, Tarifa Bi-Horária – Ciclo Diário (Verão)
3
quer dizer que durante o resto do dia (22
1 Consumo Kwh 2.ª a 6.ª Sábado Domingo
horas) o consumo diário é * 18,4 ) 6,13 Kw
3 22.00 – 24.00 61,35 12,27 12,27
O que dá um consumo médio por hora de 20.00 – 22.00 2,79 0,56 0,56
6,13
) 0,28 Kw
14.00 – 20.00 8,36 1,67 1,67

22 9.00 – 14.00 6,97 1,39 1,39
2.ª a 6.ª Sábado Domingo 8.00 – 9.00 1,39 0,28 0,28
12,27 * 5 = 7.00 – 8.00 1,39 0,28 0,28
22.00 – 24.00 12,27 12,27
= 61,35
0.00 – 7.00 9,75 1,95 1,95
0,28 * 2 * 5 = 0,28 * 2 =
20.00 – 22.00
= 2,79 = 0,56
0,56 2,79 + 8,36 + 0,56 + 1,67 +
Total consumo
0,28 * 6 * 5 = 0,28 * 6 = 6,97 + 1,39 = 1,39 + 0,28 = 3,90
14.00 – 20.00 1,67 fora vazio
= 8,36 = 1,67 = 19,51 = 3,90
0,28 * 5 * 5 = 0,28 * 5 = 12,27 + 0,28
9.00 – 14.00 1,39 61,35 + 1,39 +
= 6,97 = 1,39 Total consumo + 1,95 = 14,50
vazio 9,75 = 72,49
0,28 * 5 = =14,50
8.00 – 9.00 0,28 0,28
= 1,39
0,28 * 5 = vazio (Ciclo Diário)
7.00 – 8.00 0,28 0,28
= 1,39
0,28 * 7 * 5 = 0,28 * 7 = Consumos 2.ª a 6.ª Sábado Domingo
0.00 – 7.00 1,95
= 9,76 = 1,95 diários (euros)
3,90 *
1.4. Tarifa simples - 0,1528 €/Kwh Fora do vazio
19,51 * 0,1785 3,90 * 0,1785
0,1785
) 3,48 ) 0,70
) 0,70
Consumos diários euros 14,50 *
72,49 * 0,0946 14,50 *
2.ª a 6.ª 18,4 * 0,1528 * 5 ) 14,06 vazio 0,0946
) 6,86 0,0946 ) 1,37
Sábado 18,4 * 0,1528 ) 2,81 ) 1,37

Domingo 18,4 * 0,1528 ) 2,81 1.5. Tarifa simples: 2,81 x 30 = 84,30 €


Tarifa Bi-Horária – Ciclo Semanal (Verão)
20 dias úteis; 10 dias de fim de semana

MACS10DP_20142982_151_165_3P.indd 152 4/10/15 2:52 PM


RESOLUÇÕES DAS PROPOSTAS DE TRABALHO E DO APLICANDO 153

2.ª a 6.ª – (14,68 + 0,92) * 4 = 62,40 € Máquina Fotográfica


129
Sábados – (0,35 + 1,56) * 5 = 9,55 € 129 = (1 - x) * 289 § 1 - x = §
289
Domingos – 1,74 * 5 = 8,70 € § 1 - x ) 0,446 § x = 1 - 0,446 = 0,553

Total: 62,40 + 9,55 + 8,70 = 80,65 € A percentagem de desconto é de 55%


aproximadamente.
Tarifa Bi-Horária – Ciclo Diário (Verão)
20 dias úteis; 10 dias de fim de semana PROPOSTAS DE TRABALHO – Pág. 282
2.ª a 6.ª – (3,48 + 6,86) * 4 = 41,36 €
1.1. Juros = 0,16 * 3000 = 480 €
Fins de semana – (0,70 + 1,37) * 10 = 20,70 €
1.2. Capital acumulado = 3000 + 480 = 3480 €
Total: 41,36 + 20,70 = 62,06 € 2. Lembrando que
CF = (1 + ni) * C
2.1. 1.ª escolha: Ar Telecom; 2.ª escolha – Clix Onde CF – capital final ou acumulado;
C – capital inicial; i – taxa anual de juros;
2.2. 1.ª escolha – Clix; 2.ª escolha – Cabovisão n – número de períodos de tempo
Como o prazo não chega a 1 ano temos de
PROPOSTAS DE TRABALHO – Pág. 273 ver a que parte do ano se referem os juros,
1

RESOLUÇÕES
neste caso a do ano. Uma taxa anual de
4
1.1. a) 1500 * 1,23 = 1845 € juros de 20%, significa que os juros relativos
1
b) 1500 * 1,22 = 1830 € a do ano correspondem a 5%.
4
c) 1500 * 1,18 = 1770 € Então
1.2. 1500 * 1,16 = 1740 € 0,20
8000 = a1 + b * C § 8000 = 1,05 C §
4
1.3. a) IVA = PB * taxa de IVA
8000
256,20 §C= = 7619,05 €
256,20 = PB * 0,15 § PB = = 1708 € 1,05
0,15 3. Quer dizer que ao fim de 1 ano, os juros
b) foram de
256,20
256,20 = PB * 0,21 § PB = = 1220 € 1750 – 1300 = 450
0,21
1.4. IVA = PB * taxa de IVA Ora
450
= 0,346 154
1300
156 = 1300 * taxa IVA § Significando que a taxa anual de juro é de
156
§ taxa IVA = = 0,12 " 12% 34,6% aproximadamente.
1300
OU
O produto foi adquirido na Madeira em 2014.
Como
1.5. CF = (1 + ni) * C
Mochila Automóvel Máquina Produto Neste caso
fotográfica 1750
1750 = (1 + i) * 1300 § 1 + i = §
1300
Preço base

29,56 € 7826,09 € 266,39 € Madeira


30,56 € 8091,38 € 275,42 € Açores § 1 + i = 1,346 15 § i = 0,346 15
29,32 € 7762,46 € 264,23 € Continente O que significa que a taxa anual de juro é de
34,6% aproximadamente.
6,50 € 1721,74 € 58,61 € Madeira
IVA

5,50 € 1456,45 € 49,58 € Açores


4. Isso significa que os juros são de 200 € ao
6,74 € 1785,37 € 60,77 € Continente
fim de um ano.
36,06 € 9547,83 € 325 € Preço Final
1
Ora, 200 = * 1000
2. Seja x a percentagem do desconto 5
Ou seja, a taxa de juros é de 20%.
Preço final = (1 – taxa de desconto * Preço Base)
Máquina de Lavar Roupa 5. 8100 = (1 + i) * 4500 § 1 + i = 1,8 § i = 0,8
339
339 = (1 - x) * 429 § 1 - x = § A taxa de juro é de 80%.
429
§ 1 - x ) 0,79 § x = 1 - 0,79 = 0,21 6. Juros anuais = 0,15 * 100 = 15
©AREAL EDITORES

A percentagem de desconto é de 21% Durante 3 anos = 3 * 15 = 45


aproximadamente. CF = 100 + 3 * 15 = 145 €

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154 MACS 10 – DOSSIÊ DO PROFESSOR

7. 8 meses e 3 dias: 243 dias

©AREAL EDITORES
INVESTIGUE E EXPLORE – Pág. 282
243
243 dias: do ano
365
243
40% ao ano corresponde a * 0,40
365
Teremos então
243
CF = 12 000 * * 0,40 = 3195,62 €
365
7
8. 7 meses: do ano
12
Seja i a taxa anual de juros
7
18 000 * * i = 4000 § 10 500 * i = 4000 §
12
4000
§i= § i = 0,380 952
10 500
A taxa anual de juros é de aproximadamente
38,1%.

9. Seja i a taxa anual de juros


180
180 dias:
do ano
365
180
5000 * * i = 1200 §
365
§ 2465,75 i = 1200 § i ) 0,4866
A taxa anual de juro é de aproximadamente
48,7%.

10. P
 odemos abordar o problema a partir de uma
tabela que nos mostre a situação mês a mês.
ou
Em dois anos existem 8 trimestres.
A taxa de juro a aplicar em cada trimestre é
de 0,6%.
CF = 1000 (1,006) 4 * 2 = 1049,02 €
PROPOSTAS DE TRABALHO – Pág. 287
11.1. CF = 1237,50 * (1,0825) 3 ) 1569,74 €
1. Ao fim de 4 anos
11.2. CF = 1237,50 * (1,0825) 4,5 ) 1767,95 €
CF = C e i * n
0,03
12.1. Taxa de juro mensal: = 0,0025 " 0,25% 
CF – capital final; C – capital inicial;
12
e – número de Neper; i – taxa de juro;
12.2. Em 3 anos existem 36 períodos de conversão. n – número de anos
36
0,03
CF = 1580 * a1 + b ) 1728,60 € CF = 3250 e0,036 * 4 ) 3753,37 €
12
100
0,03 1000 dias: anos
12.3. Taxa de juro diária: * 100 ) 0,0082% 365
365
CF = 3250 e0,036 * 365 ) 3586,89 €
1000

Capital em dívida
365 * 3
0,03 2. 1645,37 = C e0,0185 * 3 §
CF = 1580 * a1 + b =
365 § 1645,37 = C * 1,05707 §
= 1580 * (1,0025)1095 ) 1728,79 € 1645,37
§C= ) 1556,54 €
1,05707
3.1. 1 * 1,03 = 1,03 €, o que corresponde a uma
TE de 3%.
2
0,03
3.2. CF = 1 * a1 + b ) 1,030 225 €
2
O que corresponde a uma TE de 3,0225%

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RESOLUÇÕES DAS PROPOSTAS DE TRABALHO E DO APLICANDO 155

0,03
12 4.  e considerarmos o número índice do IPC em
S
3.3. CF = 1 * a1 +b ) 1,030 416 € cada um dos países, tendo como base o ano
12
O que corresponde a uma TE de 3,0416% anterior, obtemos:
aproximadamente.
Espanha França Itália Portugal
3.4. CF = e 0,03
) 1,030 455 € 117,9 101,6 115,9 167,6
* 100 * 100 * 100 * 100
O que corresponde a uma TE de 3,0455% 113,8 100,0 112,8 160,5
aproximadamente.
103,6 101,6 102,7 104,4

PROPOSTAS DE TRABALHO – Pág. 295 O que significa que o IPC aumentou, de 2000
para 2001, 3,6% em Espanha, 1,6% em
76 600 - 68 000
1.1. ) 7% França, 2,7% em Itália e 4,4% em Portugal.
68 000 Constata-se assim que a França é aquele
1.2.
país em que a taxa de aumento do IPC foi a
Anos Variação de índice
menor de 2000 para 2001.
70 500
1970-1971 = 4% 5.  taxa de inflação nos 5 anos é dada por
A
68 000
1,055 ) 1,276 28 (27,6%).
71 200
1971-1972 = 1%
70 500 Se eu comprar bens no valor de 100 000 € no
ano zero, esse conjunto de bens sujeito à

RESOLUÇÕES
72 600
1972-1973 = 2% taxa de inflação vai custar 5 anos depois:
71 200
100 000 * 1,055 ) 127 628,16 €
A evolução do índice do custo de vida foi
1.3.  Será esta a quantia de que é necessário
aumentando sempre; de 1970 a 1971 dispor.
aumentou 15%, de 1971 a 1972, aumentou 6.1. No final do ano terei no banco – 104 000 €.
9% e de 1972 a 1973 aumentou 19%, logo Mas para comprar o que comprava no início do
como podemos observar o aumento do custo ano com 100 000, vou precisar de 105 000 €.
de vida é muito superior ao aumento do Ou seja perdi 1000 € de poder de compra em
rendimento desta família. 100 000 €, o que equivale a 1% a 1000 b.
xt 100 000
2. it =
* 100 6.2.
x0 Aumento relativo ao Ano 0 Índice de Preços
x 101,76
101,76 = t * 100 § xt = * 85 § Ano 1 100 * 0,02 = 2 102
85 100
Ano 2 102 * 0,04 = 6,08 106,08
§ xt = 86,496
Ano 3 106,08 * 0,05 = 11,384 111,384
Valor da Produção no Ano 2: No final terei menos 11,38 € euros de poder
86,496 * 1,5 = 129,744 de compra, o que equivale a uma perda de
Variação absoluta: 11,38%. Mas o dinheiro depositado no banco
129,744 – 106,25 = 23,494 (103 euros) renderá 12 000 €. Ou seja não haverá perda
Variação relativa: de poder compra.
23,494
= 0,22112 ou 22,112% 6.3. No final dos 5 anos:
106,25 CF = 100 000 * (1,04)5 ) 121 665,29 €.
3.1. S
 ignifica que houve uma quebra de 8% neste Mas o que comprava com 100 000 € no
setor relativamente ao último trimestre de 2000. início, vai custar
100 000 * 1,055 ) 127 628,16 €
3.2.
Ou seja, na realidade eu perderei 127 628,16
Construção Obras
– 121 665,29 = 5962,87 em relação ao início
2002.1 100 100 do período
5962,87
2002.2
105,9
* 100 ) 99,1
110,9
* 100 ) 99,7 * 100 ) 5,96%
106,9 111,2 100 000
90,4 100,2 Ou seja, cerca dos 100 000 € valerão cerca
2002.3 * 100 ) 84,6 * 100 ) 90,1
106,9 111,2 de 94%.
500 000
102,4 103,3 7.1. Em 2008: = 400 000 litros de leite
©AREAL EDITORES

2002.4 * 100 ) 95,8 * 100 ) 92,9


106,9 111,2 1,25
660 000
Em 2009: = 440 000 litros de leite
1,50

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156 MACS 10 – DOSSIÊ DO PROFESSOR

7.2. Aumento absoluto: 40 000 litros Mas porque foi necessário efetuar mais

©AREAL EDITORES
40 000 custos aumentou-se o preço dos últimos 20
Aumento percentual: * 100 = 10%
400 000 bilhetes a vender. O aumento dos custos foi
7.3. a) de 50 euros.
A venda de bilhetes rendeu no final 200 € de
Ano N.º de litros vendidos lucro.
2010 440 000 * 1,10 = 484 000
2011 484 000 * 1,10 = 532 400
2.6. 300

b) Alteração percentual do preço de 2010 200


1,50
para 2011: * 100 = 120 o que 100
1,25
equivale a 20%. 0
10 20 30 40 50 60 70 80 90 100110
– 100
Ano Preço por litro Volume de vendas
– 200
2010 1,50 * 1,20 = 1,80 € 484 000 * 12,80 = 871 200 €
2011 1,80 * 1,20 = 2,16 € 532 400 * 2,16 = 1 149 984 €
3.1. Observando o gráfico pode concluir-se que:
7.4. N
 os dois anos o volume de vendas foi de – Sala A, 25 bilhetes;
500 + 660 = 1160 milhares de €, isto é, – Sala B, 100 bilhetes.
580 000 € em cada ano. 3.2. S
 ala A – a venda de 100 bilhetes rendeu 2000
O total de litros vendido nos dois anos foi de euros (1500 + 500), ou seja, cada um custou
400 + 440 = 840 milhares de litros. 2000
) 20 €
Então o preço de cada litro terá de ser dado 100
por Sala B – a venda de 90 bilhetes rendeu 1200
1 160 000 euros, ou seja, cada bilhete custou
) 1,38 €
840 000 1200
) 13,33 €
90
APLICANDO – Pág. 298 3.3. Se se venderem menos de 100 bilhetes, a
venda tem de render 1900 € (500 + 1400), o
 Natasha trabalha 3 * 4 = 12 horas por
A
1. 1900
semana que corresponde a ) 95 bilhetes.
20
Ganha portanto 120 zeds,
3.4. O prejuízo será de 500 €.
Com as gorjetas: 120 + 80 = 200 zeds
Põe de parte: 100 zeds  5 bilhetes dão um lucro de 95 * 20 – 500 =
3.5. 9
Terá portanto de trabalhar 6 semanas para = 1900 – 500 = 1400 €
obter uma poupança de 600 zeds. 105 bilhetes dão um lucro de 700 + 5 * 12,22
= 761,1 €
2.1. 50 bilhetes
O melhor será vender 95 bilhetes (ocupando
2.2. V
 enderam-se 70 bilhetes ao preço inicial e o a sala A portanto).
total da venda dos bilhetes corresponde a
100 + 250 = 350 € 4. Dinheiro colocado de parte: 0,45 * 120 = 54 €
350 Restante: 120 – 54 = 66 €
Preço inicial de cada bilhete: =5€
70 Vestido: 0,40 * 66 = 26,4 €
2.3. Os últimos 20 bilhetes vendidos renderam: Carteira: 66 – 26,4 = 39,6 €
200 – 50 = 150 € O vestido custou 26,40 € e a carteira 39,60 €.
150
Preço de cada bilhete: = 7,5 € 5. Seja x o montante que os avós ofereceram.
20
Se o André colocou de parte 40% significa
2.4. Por exemplo: ao ultrapassar os 70 bilhetes
que gastou os restantes 60%.
vendidos, é excedida a capacidade da sala
Os 10 € que lhe restam no final são 25%
inicialmente prevista e portanto é necessário
desses 60%.
encontrar uma sala maior, mais dispendiosa.
Ou seja,
2.5. O
 s 50 primeiros bilhetes servem para pagar
os custos que podemos concluir que são de 10 = 0,25 * 0,60 x § 10 = 0,15 x §
10
50 * 5 = 250 € como se pode observar na §x= § x ) 66,67 €
0,15
representação gráfica.
A partir daí os bilhetes seguintes são lucro. 6. Valor a receber este ano:
9600 * 1,05 = 10 080 €

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RESOLUÇÕES DAS PROPOSTAS DE TRABALHO E DO APLICANDO 157

7. Valor da gorjeta: 0,05 * 56,80 = 2,84 € Rendimento global do casal:


12 500 + 500 + 1000 = 14 000 €
Seja p o valor da propina inicial; a o aumento
8. 14 000
anual. Rendimento coletável: = 7000 €
2
O valor da propina ao fim de 3 anos é dado por Taxa a aplicar: 14,5%
p(1 + a)3 Parcela a abater: 0 €
Por outro lado, se a propina sofreu um Valor da Coleta: 7000 * 0,145 * 2 = 2030 €
aumento de 12,4864% teremos
O Manuel não tem razão porque o rendimento
p * 1,124 864 = p(1 + a)3 § coletável fica no limite do 1.º escalão.
§ 1,124 864 = (1 + a)3 § 1 + a = 1,04 §
13. U
 ma consequência positiva reside no facto
§ a = 0,4
do Sr. José poder pagar de imediato os 7400
A percentagem do aumento anual é de 4%. zeds em dívida ao FirstZed Finance. Por outro
lado, o novo empréstimo está sujeito a uma
9.  habitação que adquirir enquadra-se na
A
taxa de juros menor, com os mesmos
Habitação própria e permanente (Ilhas), no
pagamentos mensais de 150 zeds.
escalão de 215 435 € até 359 016 €, ao qual
O único senão é o facto de o empréstimo ser
corresponde uma taxa de 7%.
maior e por isso, mesmo com taxa de juro
Assim, o Sr. Antero teve de pagar de IMT:
menor, demorar mais tempo a pagar.
220 000 * 0,07 = 15 400 €
181

RESOLUÇÕES
14. 181 dias: do ano
10.1. O automóvel da Maria é anterior a 1 de julho 360
de 2007, enquadra-se no escalão Outros 181
2500 * * 0,043 ≈ 54,05 €
(gasóleo, etc.) até 1500 cm3 de cilindrada, 360
posterior a 1995, o que corresponde a 17,64 €. Aplicando a taxa de IRS de 28%:
Tem também de pagar uma taxa adicional de 54,05 * 0,28 ≈ 15,13 €
3,14 €. Juro líquido: 54,05 – 15,13 = 38,92 €
No total a Maria teve de pagar de IUC em
2014: 17,64 + 3,14 = 20,78 € 15. Neste caso temos,
10.2. O carro do irmão da Maria é posterior a 1 de Cn = 1680; C = 1500;
julho de 2007, com uma cilindrada de mais n = 2 e queremos saber i
de 1250 cm3 e menos de 1750 cm3, Cn = C + C * n * i § 1680 = 1500 * 2 * i §
180
emissões de CO2 superiores a 120 g/km e § 1680 - 1500 = 3000i § i = = 0,06
inferiores a 180 g/Kg, o que corresponde a 3000
56,5 + 86,55 = 143,05 €. Ou seja, uma taxa de juro trimestral de 6%.
A este total aplica-se um coeficiente de 1,15
16. CF = 561,80 €; C = 500 €; n = 2
e como não é a gasóleo não há lugar a
qualquer taxa adicional. CF = C(1 + i)n § 561,80 = 500(1 + i)2 §
Assim, o irmão da Maria pagou de IUC: 561,80
§ (1 + i)2 = § (1 + i)2 = 1,1236 §
1
43,05 * 1,15 = 164,51 € 500
§ 1 + i = "1,1236 § 1 + i = 1,06 §
11. C
 omecemos por calcular o valor patrimonial
§ i = 0,06
tributário (Vt)
Vt = 312,32 * 1,00 * 1,40 * 1,10 * 0,85 * 603,00 )
 Assim, ao fim do primeiro ano o capital
) 246 522,61 acumulado é de:
CF = 500 * 1,06 = 350 €
Valor do IMI: 0,006 * 246 522,61 ) 1479,14 €
O rendimento anual no primeiro ano é de 30 €
12.1. Rendimento bruto do casal: 20 950 € (530 – 500).
20 950
Rendimento coletável: = 10 475 € No segundo ano:
2 CF = 530 * 1,06 = 561,80 €
Valor da Coleta:
- taxa a aplicar: 28,5% O rendimento é de 31,80 € (561,80 - 530).
- parcela a abater: 980 €
17. CF = C ei * n
10 475 * 0,285 – 980 = 2005,38 €
Onde C = 500 €; i = 0,03 ; n = 6
Valor a pagar de IRS: 2005,38 * 2 = 4010,75 €
CF = 500 e0,03 * 6 ) 598,61 €
©AREAL EDITORES

12.2. Cálculo do IRS com a prestação do serviço O João terá 598,61 €.


de Natal:

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158 MACS 10 – DOSSIÊ DO PROFESSOR

18. C
 apital acumulado ao fim dos dois primeiros 22. D
 e novo se supõe a exploração numa folha

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anos: nk de cálculo:
i
CF = C a1 + b
k
CF = 20 000 (1 + 0,012)2 * 2 ) 20 978,42 €
Nos dois anos seguintes a taxa de juro
semestral diminuiu para 0,0105. O capital
acumulado ao fim destes dois anos será de:
CF = 20 978,42 (1 + 0,0105)2 * 2 ) 21 872,44 €
O capital acumulado ao fim destes 4 anos é
de 21 872,44 €.

19. E
 m 30 meses ocorrem 7 períodos de
conversão e ainda sobram 2 meses que
correspondem a meio período de conversão
CF = 250 (1 + 0,045)7,5 ) 347,79 €

20. CF = 15 (1 + 0,025)12 ) 20,17 €

21. A
 exploração deste aplicando pode ser feita
a partir de uma folha de cálculo:
Saldo por liquidar 7000

Taxa de juro 0,089

Períodos de conversão 4

Pagamento mensal 179,66

Dedução no
Ano Juro Saldo por liquidar
Empréstimo
1 623 2155,92 5467,08
2 486,5701 2155,92 3797,730 12
3 337,998 2155,92 1979,808 101
4 176,2029 2155,92 0,091 021 641

A taxa de juro anual é aplicada ao capital em


dívida no início de cada ano.
As mensalidades totalizam 12 * 179,66 =
2155,92 €.
Ao capital em dívida somam-se, em cada
ano, os juros e deduzem-se as mensalidades. O valor do empréstimo pode chegar aos
Nestas condições, podemos concluir que 17 857 €.
com uma mensalidade de 179,66 €, no final
do prazo restarão por liquidar 0,09 €. 23. A dívida acumulada é dada pela expressão
nk
i
CF = C a1 + b C
k
Onde C = 160 000; i = 0,0557; k = 12 e n = 30.
30 * 12
0,0557
CF = 160 000 a1 + b ) 847 514,26 €
12
Ou seja, pagarão de juros
847 514,26 – 160 000 = 687 514,26 €.
24. Explorando numa folha de cálculo
Saldo por liquidar 138 104
Taxa de juro 0,055
Períodos de conversão 12
Pagamento mensal 950

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RESOLUÇÕES DAS PROPOSTAS DE TRABALHO E DO APLICANDO 159

27.2.
Ano Base fixa: 1994
1994 100
1995 0,95 * 100 = 95
1996 1,20 * 95 = 114
1997 0,50 * 114 = 57

27.3. Podemos recorrer aos índices de preços de


base móvel (27.1.) ou fixa (27.2.).

Base Móvel –
Ano Preço (€)
(…) ano anterior
1994 100 17 500
1995 95 0,95 * 17 500 = 16 625
1996 120 1,20 * 16 625 = 19 950
1997 50 0,50 * 19 950 = 9975

RESOLUÇÕES
Ora 138 104 + 25 000 = 163 104.
É possível então dizer que o valor pago pela
casa foi de 163 100 € aproximadamente.
25. Podemos analisar a situação ano a ano:
Se desvaloriza 12% ao ano significa que no
final do ano vale 88% do que valia no início.
Ano Valor comercial (€)
2002 10 000
2003 10 000 * 0,88 = 8800
2004 8800 * 0,88 = 7744
2005 7744 * 0,88 = 6814,72
2006 6814,72 * 0,88 = 5996,95
2007 5996,95 * 0,88 = 5277,32

Ou simplesmente
10 000 * 0,885 = 5277,32
O valor comercial do carro em 2007 é de
5277,32 €.

26. Um terço do orçamento corresponde a 33%.


A percentagem de portugueses com
encargos iguais ou superiores a 33% é de
14,8 + 28,7 = 43,5%

27.1.
Base Móvel –
Ano ano anterior
1994 100
Decréscimo de 5% em relação
1995 95
ao ano anterior
1996 120 20% superior ao ano anterior
©AREAL EDITORES

1997 50 50% inferior ao ano anterior

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160 MACS 10 – DOSSIÊ DO PROFESSOR

Procede-se de seguida à aplicação do

©AREAL EDITORES
PREPARAR O EXAME NACIONAL DE MACS
Método de Contagem de Borda:
T1_U1 – TEORIA MATEMÁTICA DAS ELEIÇÕES Braga: 8 * 3 + 6 * 1 + 4 * 1 + 3 * 2 = 40 pontos
Lamego: 8 * 2 + 6 * 3 + 4 * 2 + 3 * 1 = 45
1. Exame Nacional de MACS – 2007 – 2.ª Fase pontos
Amarante: 8 * 1 + 6 * 2 + 4 * 3 + 3 * 3 = 41
1.1. MÉTODO PREFERENCIAL pontos
Contagem dos pontos Pontuação total Após a aplicação do Método de Borda, a
João 40 × 1 + 45 × 3 + 38 × 1 213 cidade escolhida será Lamego com um total
Rui 40 × 3 + 45 × 1 + 38 × 2 241 de 45 pontos e não Braga a que reúne o
Luís 40 × 2 + 45 × 2 + 38 × 3 284 maior número de primeiras preferências.

O candidato vencedor, segundo este 3.  xame Nacional de MACS – 2013 – época


E
método, foi o Luís. especial
As comparações a considerar são as
1.2.1. COMPARAÇÃO DA VOTAÇÃO NO RUI COM
seguintes: jazz e gospel, já apresentada;
A VOTAÇÃO NO LUÍS
jazz e pop e pop e gospel.
Preferências Votos Comparação entre jazz e pop:
1.ª Rui Luís Luís 1024 votos 4328 votos 5152 votos
2.ª Luís Rui Rui 1.ª preferência jazz pop pop
TOTAL 40 45 38 2.ª preferência pop jazz jazz

Vence o Luís com 83 votos, contra 40 do Rui. Jazz: 1024 votos na primeira preferência
COMPARAÇÃO DA VOTAÇÃO NO JOÃO Pop: 4328 + 5152 = 9480 votos na primeira

COM A VOTAÇÃO NO LUÍS preferência

Preferências Votos
Ganha o pop.
1.ª Luís João Luís Comparação entre pop e gospel:
2.ª João Luís João 1024 votos 4328 votos 5152 votos
TOTAL 40 45 38 1.ª preferência pop pop gospel

Vence o Luís com 78 votos, contra 45 para o 2.ª preferência gospel gospel pop
João. Pop: 1024 + 4328 = 5352 votos na primeira
preferência
1.2.2. O Luís está em condições de se considerar
um vencedor global, pois ele ganha quando Gospel: 5152 votos na primeira preferência
comparado com qualquer um dos outros Ganha o pop.
dois candidatos, dito de outra forma, ele só Uma vez que o pop vence todas as
não ganha na comparação em que não está comparações com os restantes tipos, será
presente. ele o tipo de música escolhido.
O Luís comparado com o Rui ganha – 83
contra 40 votos – e o Luís comparado com o 4. Exame Nacional de MACS – 2013 – 1.ª Fase
João também ganha – 78 contra 45 votos. De acordo com o método apresentado, a
No confronto em que o Luís não está contagem de pontos de cada tema, incluindo
presente ganha o Rui contra o João com 78 o tema “Festas” é dado por:
votos e o João com 45.
• Bullying: 415 x 3 + 370 * 1 + 200 * 2 = 2015
Em suma, o Luís ganha em duas
pontos
comparações, o Rui uma e o João nenhuma.
• Solidariedade: 415 * 2 + 370 * 3 + 200 * 1 =
2. Exame Nacional de MACS – 2011 – 2.ª Fase = 2140 pontos
• Festas: 415 * 1 + 370 * 2 + 200 * 3 = 1755
Da análise da tabela com os resultados da
pontos
votação, é possível observar que a primeira
preferência mais votada é a cidade de Se o tema “Festas” for excluído, a contagem
Braga. De facto: de pontos para os restantes dois temas é
Braga – 8 primeiras preferências; dado por:
Lamego – 6 primeiras preferências; • Bullying: 415 * 2 + 370 * 1 + 200 * 2 = 1600
Amarante – 7 primeiras preferências. pontos

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RESOLUÇÕES DAS PROPOSTAS DE TRABALHO E DO APLICANDO 161

• Solidariedade: 415 * 1 + 370 * 2 + 200 * 1 = Partidos A B C D E


= 1355 pontos Número de votos 80676 74745 28867 13971 6148
Desta forma, se o tema “Festas” for incluído, Quota padrão 3,552 3,291 1,271 0,615 0,271
o tema escolhido será “Solidariedade”, e se Quota arredondada 4 3 1 1 0
o tema “Festas” for excluído o tema Número de mandatos 4 3 1 1 0
escolhido será “Bullying”, pelo que não se
mantém a escolha do tema nos dois casos. Da análise da tabela anterior podemos
concluir que o comentador televisivo tem
razão. A aplicação do Método de Webster
T1_U2 – TEORIA DA PARTILHA resultaria na atribuição de um mandato ao
Partido D e de menos um mandato atribuído
5. Exame Nacional de MACS – 2011 – 1.ª Fase ao Partido B, quando comparado com a
aplicação do Método de Hondt.
5.1. P
 ara a análise da situação descrita fez-se a
distribuição dos mandatos com as hipóteses Os restantes partidos obtêm igual número de
de coligação descritas: mandatos por qualquer um dos dois métodos
em análise.
Coligação C + D
Número de votos da eventual coligação: 6. Exame Nacional de MACS – 2013 – 2.ª Fase
28 867 + 13 971 = 42 838
Aplicando o Método de Hondt, os quocientes
calculados são os seguintes:

RESOLUÇÕES
Coligação C + E
Desta forma a distribuição dos 8 mandatos é:
Número de votos da eventual coligação:
• 3 mandatos para a lista A
28 867 + 6148 = 35 015
• 3 mandatos para a lista B
• 1 mandato para a lista C
• 1 mandato para a lista D
Aplicando o Método de Hamilton:

Da análise dos quadros anteriores podemos


concluir que o presidente do Partido C tem
razão relativamente à eventual coligação
com o partido D, mas não relativamente à
coligação com o partido E. Caso os Partidos
Desta forma a distribuição dos 8 mandatos
C e D tivessem concorrido coligados teriam
seria:
conseguido mais um mandado (com prejuízo
• 3 mandatos para a lista A
do Partido B). Quanto a uma coligação entre
• 2 mandatos para a lista B
os partidos C e D, esta apenas conseguiria
• 2 mandatos para a lista C
eleger um mandato, ou seja, o mesmo que o
• 1 mandato para a lista D
partido C elegeu sem qualquer coligação.
Pelo que a lista C seria a única que
5.2. P
 rocede-se de seguida à aplicação do aumentaria o número de mandatos atribuídos
Método de Webster: caso a alteração do método eleitoral viesse a
Número total de votos: 80 676 + 74 745 + ser concretizada.
+ 28 867 + 13 971 + 6148 = 204 407
Número total de mandatos: 4 + 4 + 1 = 9 7. Exame Nacional de MACS – 2012 – 1.ª Fase
204 407 Para proceder ao apuramento do número de
Divisor padrão: ) 22 711,889
9 convites distribuídos, aplicando o método
©AREAL EDITORES

descrito, registaram-se os cálculos e os


valores na tabela seguinte:

MACS10DP-11

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162 MACS 10 – DOSSIÊ DO PROFESSOR

*No apuramento da percentagem de votos

©AREAL EDITORES
foi desrespeitada a indicação do
arredondamento às unidades para permitir o
cálculo da porção justa.

T2 – ESTATÍSTICA

10. Exame Nacional de MACS – 2013 – 2.ª Fase


Sabemos que

x= 531 + 518 + 482 + 535 + 493 + 500 + 490 + 525 + 502 + 493 + 550 + a
=
12
Como a soma das quotas padrão = 512,5
arredondadas é igual ao número de convites,
5619 + a
o método dá-se por finalizado, sendo = 512,5 § 5619 + a = 6150 §
12
atribuídos 107 convites à aldeia A, 101 § a = 531
convites à aldeia B, 85 convites à aldeia C e Introduzindo os dados nas listas da
67 convites à aldeia D. calculadora:
8. Exame Nacional de MACS – 2013 – 1.ª Fase Lista A (ou L1) " 531; 518; 482; 535; 493;
500; 490; 525; 502; 493; 550; 531
A distribuição do número de lugares é
apresentado na tabela seguinte: E recorrendo às funcionalidades estatísticas
da mesma, obtemos:
Desvio-padrão (sx) ) 22.

11.  xame Nacional de MACS – 2013 – época


E
especial
Coloquemos os dados relativos às duas
empresas nas listas da calculadora:
Uma vez que o total das quotas Empresa X
arredondadas é diferente do número de Lista 1 " vencimento mensal em euros: 500;
lugares a distribuir, há que encontrar um 512; 752; 840; 1520; 3850
divisor modificado para substituir o divisor Lista 2 " número de trabalhadores: 4; 6; 3;
padrão. Verifica-se que para um divisor 1; 1; 1
modificado igual a 21,4 se tem: Empresa Y
Lista 3 " vencimento mensal em euros: 750;
870; 1088
Lista 4 " número de trabalhadores: 5; 10; 1
Recorrendo às funcionalidades estatísticas
da calculadora, obtém-se:

Assim a distribuição dos 20 lugares da Empresa X Empresa Y


comissão deverá ser de 7 lugares para os Média 13 538 13 538
10.º e 12.º anos e de 6 lugares para o 11.º Desvio-Padrão 842,74 85,79
ano.
Verifica-se que a dispersão em relação à
9. Exame Nacional de MACS – 2013 – 2.ª Fase média, medida pelo desvio-padrão, é quase
dez vezes maior na empresa X do que na
Aplicando o método descrito, temos que:
empresa Y. Isto é, embora as médias dos
vencimentos mensais sejam iguais nas duas
empresas, na empresa Y os vencimentos, de
forma geral, estão mais próximos deste valor,
ao passo que na empresa X, haverá um
maior número de vencimentos
significativamente abaixo da média e acima
dela também.

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RESOLUÇÕES DAS PROPOSTAS DE TRABALHO E DO APLICANDO 163

12. Exame Nacional de MACS – 2014 – 1.ª Fase O que origina um diagrama de extremos e
quartis como o seguinte:
12.1. Tabela de Frequências Absolutas Simples
N.º de cafés bebidos Frequência Absoluta
em cada dia (n.º de dias)
0 4
0 1 2 3 4 5 6 7 8
1 9
2 7 A diferença entre este diagrama e o da figura
3 7 dada está nos valores da mediana (2,5 neste
4 8 e 2 no dado) e do 3.º quartil (4 neste caso e
5 3 3 no da figura dada).
6 0
13. Exame Nacional de MACS – 2013 – 2.ª Fase
7 0
Inserindo os dados relativos às 5 primeiras
8 2
linhas da tabela na calculadora gráfica,
Total 40 obtemos:
1.ª lista 2.ª lista
Diagrama de barras
0 650
10
9 5 940
N.º de dias

RESOLUÇÕES
7 10 1380
6
5 15 1999
4 20 2373
3
2
1 De acordo com as informações do
0 enunciado podemos ajustar um modelo
0 1 2 3 4 5 6 7 8
N.º de cafés bebidos por dia linear a estes dados:

12.2. Coloquemos nas listas da calculadora os


dados fornecidos:
Na 1.ª lista " n.º de cafés bebidos por dia
pelo Manuel
Na 2.ª lista " os correspondentes valores
da frequência absoluta
1.ª lista 2.ª lista
0 4
1 9
2 7
3 7

4 8 Obtemos assim o modelo linear:
5 3 y = 90,1x + 567,4.
6 0 A variação anual é dada pelo declive da reta
7 0 que representa este modelo, podendo assim
8 2 concluir que a variação anual é de cerca de
90 habitantes por ano.
Recorrendo às funcionalidades da
calculadora obtém-se:
Xmín = 0
Q1 = 1
Med = 2,5
Q3 = 4
Xmáx = 8
©AREAL EDITORES

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164 MACS 10 – DOSSIÊ DO PROFESSOR

14. Exame Nacional de MACS – 2009 – 2.ª Fase

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Turma B
N.º de mensagens Freq. Absoluta
14.1.1. Apresentando as frequências pedidas numa
tabela: 10 1
11 2
N.º de mensagens Frequência Frequência relativa 12 4
recebidas relativa acumulada
13 12
10 0,04 0,04
14 3
11 0,08 0,12
15 2
12 0,16 0,28
16 1
13 0,48 0,76
14 0,12 0,88 Turma A
15 0,08 0,96 Média: 12,96
16 0,04 1 Desvio-Padrão (sx): 3,46
Total 1 Turma B
Média: 12,96
14.1.2. Diagrama de barras com a frequência Desvio-Padrão (sx): 1,31
absoluta do número de mensagens
Conclui-se que a média em ambas as turmas
recebidas (Turma B)
é 12,96 mensagens, mas os desvios-padrão
14 são diferentes: 3,46 na turma A e 1,31 na
Frequência absoluta

12
12 turma B.
10
8 Sendo as médias das duas turmas iguais, os
6 desvios-padrão serão necessariamente
4
4 3
2 1
2 2
1
diferentes porque na turma B, a observação
0
10 11 12 13 14 15 16
13 (valor aproximado da média) é aquela
N.º de mensagens que tem maior frequência absoluta e as
observações inferiores ou superiores a 13
14.2. Colocando os dados nas listas da têm frequências absolutas menores, e
calculadora e determinando as medidas quanto mais os valores se distanciam de 13,
estatísticas solicitadas, obtemos: menor será essa frequência. Há uma baixa
Turma A variabilidade dos dados relativamente à
1.ª lista " número de mensagens média.
2.ª lista " frequência absoluta Na turma A, apesar de a observação 13 ser
Turma B igualmente a que tem maior frequência
3.ª lista " número de mensagens absoluta, existe uma maior amplitude
4.ª lista " frequência absoluta amostral (19 − 6 = 13), do que na turma B
(16 – 10 = 6), e observa-se que valores mais
Turma A afastados da média, como por exemplo 10
N.º de mensagens Freq. Absoluta ou 16 têm frequências absolutas superiores a
6 1 valores mais perto da média, como por
7 1 exemplo 11 ou 15, respetivamente. Há
8 0 portanto uma maior variabilidade dos dados
9 2 relativamente à média na turma A do que na
10 3
turma B, o que se traduz num desvio-padrão
maior, e poderá ter sido este o raciocínio do
11 1
António para ter feito aquela afirmação.
12 2
13 6
14 0
15 2
16 3
17 1
18 2
19 1

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RESOLUÇÕES DAS PROPOSTAS DE TRABALHO E DO APLICANDO 165

T3 – MODELOS FINANCEIROS 16. Exame Nacional de MACS – 2012 – 2.ª Fase

15. Exame Nacional de MACS – 2009 – 1.ª Fase

15.1. Vencimento na Vencimento na


situação A (€) situação B (€)
1.º mês 1280,00 450,00
2.º mês 1280,00 495,00
3.º mês 1280,00 544,50
4.º mês 1280,00 598,95

15.2. Para se saber, qual das situações, situação A


ou situação C, é mais vantajosa para o
Manuel, tem de se determinar o total de
dinheiro recebido, durante cinco anos, em
cada um dos casos.
Comece-se por determinar o valor do Assim a diferença de preço de venda ao
vencimento do 12.º mês: público deste veículo, entre 2011 e 2010 é
Situação A Situação C de: 26 303,85 – 25 797,68 = 506,17 euros.
12 - 1

RESOLUÇÕES
1280 € 800 × 1,05 , ou seja, de 1368,27 €

Determine-se a soma total dos vencimentos


a receber desde o 1.º mês do 1.º ano até ao
último mês do 1.º ano:
Situação A Situação C

12 × 1280, ou seja,
15 360 €

Ao fim dos 12 primeiros meses


receberia: 12 733,70 €

Finalmente calculem-se os valores finais, ou


seja, a soma total dos vencimentos a receber
desde o 1.º mês do 1.º ano até ao último mês
do 5.º ano, em cada uma das seguintes
situações:
Situação A Situação C
15 360 × 5, ou seja, 12 733,70 € + 1368,27 × 4 × 12,
76 800 € o que totaliza: 78 410,66 €

Se o contrato do Manuel tiver a duração de


cinco anos, na situação A receberia
76 800 €, enquanto na situação C totalizaria
78 410,66 €, o que permite concluir que a
opção C é mais vantajosa.

15.3. No primeiro mês, embora o vencimento seja


de 1280 €, como há uma redução de 17%,
efetivamente o Manuel só receberá 83%, ou
seja, 1280 * 0,83 = 1062,40. O Manuel
recebeu 1062,40 €.
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