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Universidade Estadual de Maringá

Nome: Karyni Danielly da Silva Da Vila

Primeiramente, pediria para que todos os alunos ficassem em silêncio. Depois de


alguns segundos em silêncio, pediria que todos batessem os pés. Depois, pediria para que
todos batessem palmas, e por último, para que voltassem ao silêncio.
Perguntaria aos alunos se eles conseguiriam definir os barulhos que fizessem, tentando
fazer com que eles compreendam o significado da palavra SOM. Explicaria que barulho
também é uma forma de som, mas que também existem os sons musicais. Mostraria que, o
som de um piano soa um tipo de timbre, mas que o som do chocalho é outro timbre, ou que o
da flauta também é diferente.
O próximo passo seria distinguir a intensidade do som. Com isso, bateria palmas com
muita força e como contraste bateria palmas fraco. Aos poucos, explicaria o que é FORTE e o
que é PIANO, que este último significa fraco e que é diferente do instrumento piano.
Após, explicaria o significado de duração. Perguntaria aos alunos, que quando eles precisam
de alguma coisa, eles gritam e chamam a mãe. Ao chamar a mãe, podem chamar “MÃE!”
rapidamente, ou chamar “MÃÃÃÃEEEEEEEE!”. O primeiro seria uma duração curta, e o
segundo, uma duração longa.
Faria uma relação engraçada perguntando se os alunos têm aquele tipo de professor
bravo, mal encarado e com a voz “grossa” e se tem uma professora “boazinha” e dócil, com a
voz “fina” A partir desse conceito, explicaria o que é som grave e som agudo.

• Referências Bibliográficas
FUSARI, José C. O planejamento do trabalho pedagógico: algumas indagações e tentativas
de respostas. São Paulo.
SANTOS, Cristina B. Aula de Música na Escola: concepções e expectativas de alunos do
Ensino Médio. 2009. 125 f. Dissertação (Mestrado em Música) – Instituto de Artes,
Universidade Federal do Rio Grande do Sul, Porto Alegre, 2009.
VEBER, Andréia. Educação Musical II. Maringá, 2013.

Maringá, 2013.