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N-2910 REV. B 06 / 2015

CONTEC
Comissão de Normalização
Técnica
Segurança nos Trabalhos em Altura

SC-16
Segurança Industrial
1a Emenda

Esta é a 1a Emenda da PETROBRAS N-2910 REV. B, e se destina a modificar o seu texto na(s)
parte(s) indicada(s) a seguir:

NOTA 1 A(s) nova(s) página(s) com a(s) alteração(ões) efetuada(s) está(ão) colocada(s) na(s)
posição(ões) correspondente(s).
NOTA 2 A(s) página(s) emendada(s), com a indicação da data da emenda, está(ão) colocada(s) no
final da norma, em ordem cronológica, e não devem ser utilizada(s).

CONTEÚDO DA 1ª EMENDA - 06/2015

- Subseção 4.7:

Inclusão da Nota 2.

PROPRIEDADE DA PETROBRAS 1 página


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N-2910 REV. B 01 / 2015

Segurança nos Trabalhos em Altura

Procedimento

Esta Norma substitui e cancela a sua revisão anterior.


Cabe à CONTEC - Subcomissão Autora, a orientação quanto à interpretação do
texto desta Norma. A Uni dade da PETROBRAS usuária desta N orma é a
responsável pela adoção e aplicação das suas seções, subseções e
enumerações.

Requisito Técnico: Prescrição estabelecida como a mais adequada e que


deve ser uti lizada estritamente em conformidade com esta Norma. Uma
CONTEC eventual resolução de não segui-la (“não conformidade” com esta Norma) deve
Comissão de Normalização ter fundamentos técnico-gerenciais e dev e ser aprov ada e registra da pela
Técnica Unidade da PETROBRAS usuária desta Norma. É caracterizada por verbos de
caráter impositivo.

Prática Recomendada: Prescrição que pode ser uti lizada nas condições
previstas por esta Norma, mas que admite (e adverte sobre) a possibilidade de
alternativa (não escrita nesta Norma) mais adequada à aplicação específica. A
alternativa adotada deve ser aprovada e re gistrada pela Unidade da
PETROBRAS usuária desta Norma. É c aracterizada por verbos de caráter
não impositivo. É indicada pela expressão: [Prática Recomendada].

Cópias dos registros das “não conformidades” com est a Norma, qu e possam
contribuir para o seu aprimoramento, devem ser enviadas para a
SC - 16 CONTEC - Subcomissão Autora.

Segurança Industrial As propostas para revisão desta Norma devem ser enviadas à CONTEC -
Subcomissão Autora, indicando a sua identificação alfanumérica e revisão, a
seção, subseção e e numeração a ser r evisada, a proposta de red ação e a
justificativa técnico-econômica. As propostas são apreciadas durante os
trabalhos para alteração desta Norma.

“A presente Norma é titularidade exclusiva da PETRÓLEO BRASILEIRO


S.A. - PETROBRAS, de uso interno na PETROBRAS, e qualquer
reprodução para utilização ou divulgação externa, sem a prévia e expressa
autorização da titular, importa em ato ilícito nos termos da legislação
pertinente, através da qual serão imputadas as responsabilidades
cabíveis. A circulação externa será regulada mediante cláusula própria de
Sigilo e Confidencialidade, nos termos do direito intelectual e propriedade
industrial.”

Apresentação
As Normas Técnicas PETROBRAS são elaboradas por Grupos de Trabalho
- GT (formados por Técnicos Colaboradores especialistas da Companhia e de suas Subsidiárias), são
comentadas pelas Unidades da Companhia e por suas Subsidiárias, são aprovadas pelas
Subcomissões Autoras - SC (formadas por técnicos de uma mesma especialidade, representando as
Unidades da Companhia e as Subsidiárias) e homologadas pelo Núcleo Executivo (formado pelos
representantes das Unidades da Companhia e das Subsidiárias). Uma Norma Técnica PETROBRAS
está sujeita a revisão em qualquer tempo pela sua Subcomissão Autora e deve ser reanalisada a
cada 5 anos para ser revalidada, revisada ou cancelada. As Normas Técnicas PETROBRAS são
elaboradas em conformidade com a Norma Técnica PETROBRAS N-1. Para informações completas
sobre as Normas Técnicas PETROBRAS, ver Catálogo de Normas Técnicas PETROBRAS.

PROPRIEDADE DA PETROBRAS 8 páginas, Índice de Revisões e GT


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1 Escopo

1.1 Esta Norma estabelece os requisitos complementares a NR-18 (item sobre medidas de proteção
contra quedas de altura) e NR-35 para trabalhos realizados em altura.

1.2 A aplicação desta Norma para as empresas do Sistema PETROBRAS sediadas no exterior deve
ter como princípio o respeito à l egislação local, assim como aos demais requisitos aplicáveis. Fica
estabelecido que todas as demais legislações ou re ferências brasileiras existentes e destacadas
nesta Norma podem servir como insumo ao seu processo de adaptação.

1.3 Esta Norma se aplica a procedimentos iniciados a partir da data de sua edição.

1.4 Esta Norma contém somente Requisitos Técnicos.

2 Referências Normativas

Os documentos relacionados a seg uir são indispensáveis à aplicação deste documento. Para
referências datadas, aplicam-se somente as edições citadas. Para referências não datadas,
aplicam-se as edições mais recentes dos referidos documentos.

Norma Regulamentadora nº 12 (NR-12) - Segurança no T rabalho em Máquinas e


Equipamentos;

Norma Regulamentadora nº 18 (NR-18) - Condi ções e Mei o Ambiente d e Trabalho na


Indústria da Construção;

Norma Regulamentadora nº 34 (NR-34) - Condi ções e Mei o Ambiente d e Trabalho na


Indústria da Construção e Reparação Naval;

Norma Regulamentadora nº 35 (NR-35) - Trabalho em Altura;

PETROBRAS N-2162 - Permissão para Trabalho;

ABNT NBR 14626 - Equipamento de Proteção Individual Contra Queda de Altura -


Trava-Queda Deslizante Guiado em Linha Flexível;

ABNT NBR 14627 - Equipamento de Proteção Individual Contra Queda de Altura -


Trava-Queda Guiado em Linha Rígida;

ABNT NBR 15475 - Acesso por Corda - Qualificação e Certificação de Pessoas;

ABNT NBR 15595 - Acesso por Corda - Procedimento para Aplicação do Método;

ABNT NBR 15986 - Cordas de Alma e Capa d e Baixo Coefici ente de Along amento para
Acesso por Cordas - Requisitos e Métodos de Ensaio;

ASME B 30.5 - Mobile and Locomotive Cranes.

3 Termos e Definições

Para os efeitos deste documento aplicam-se os seguintes termos e definições.

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3.1
piso de referencia
superfície imediatamente abaixo da área de trabalho

3.2
ponto de ancoragem
ponto destinado a suportar carga de pessoas para a conexão de dispositivos de segurança, tais como
cordas, cabos de aço, trava-queda e talabartes

3.3
ponto de ancoragem temporário
aquele que foi avaliado e selecionado para ser utilizado de forma temporária para suportar carga de
pessoas durante determinado serviço

3.4
sistema de proteção contra queda
conjunto de dispositivos com obj etivo de garantir condições seguras de trabalhos em al tura, tais
como: linha de vida, trava quedas, talabarte, absorvedor de energia

3.5
zona de queda
espaço compreendido entre o ponto de ancoragem e o piso de referencia ou obstáculo mais próximo

4 Requisitos Gerais

4.1 O acesso ao local de trabalho não deve ser considerado trabalho em altura. Contudo, levando-se
em consideração as condições do ambiente, podem ser previstos Equipamento de Proteção
Individual (EPI) específicos contra queda após a realização da analise de risco.

4.2 Na etapa de planejamento devem ser atendidos os seguintes requisitos:

a) estabelecer procedimento de execução da atividade;


b) prever acesso ao local d e realização do trabalho e para o seu abandono ou resgate em
caso de emergência;
c) considerar movimentação de cargas, equipamentos e materiais;
d) selecionar pontos de ancoragem e de apoio do sistema de içamento na estrutura;
e) avaliar condições de armazenamento no local de trabalho elevado;
f) avaliar estabilidade da estrutura de suporte;
g) considerar perigos associados a: instalações elétricas (ver Tabela 1), escavações, tipo e
resistência do piso, existência de linhas subterrâneas, presença de gases, trabalhos
simultâneos, espaço confinado, trabalhos sobre o mar, dentre outros;
h) prever sinalização e isolamento da área sob o local de trabalho;
i) considerar zona de queda;
j) estabelecer condições ambientais mínimas para realização da ope ração (visibilidade,
velocidade de vento, chuva, temperatura ambiente, descargas atmosféricas, condições
de mar e trabalho noturno);
k) prever inspeção de ferramentas e equipamentos;
l) prever meios de comunicação;
m) identificar possíveis incompatibilidades químicas dos eq uipamentos e acessórios
(conforme orientações do fabricante) com produtos existentes no local;
n) elaborar análise de risco e, quando aplicável, emitir Permissão para T rabalho (PT),
conforme PETROBRAS N-2162.

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Tabela 1 - Distância para Redes e Cabos de Alta Tensão

Voltagem Distância mínima


(kV) (m)
até 50 3,1
de 51 a 200 4,6
de 201 a 350 6,1
de 351 a 500 7,7
de 501 a 750 10,7
de 751 a 1 000 13,8
Tabela baseada na ASME B 30.5

4.3 Para toda atividade rotineira de trabalho em altura deve ser elaborado um procedimento,
contendo no mínimo os requisitos da NR-35.

4.4 Os pontos de ancoragem devem:

a) ser selecionado por profissional legalmente habilitado;


b) ter resistência para suportar a carga máxima aplicável;
c) ser inspecionado quanto à integridade antes da sua utilização.

4.5 A linha de ancoragem (flexível - conforme ABNT NBR 14626 e rígida - conforme
ABNT NBR 14627) deve ser tecnicamente avaliada quanto a sua integridade e resistência para
suportar a carga prevista.

4.6 Em trabalhos desenvolvidos com restrição de espaço, em posição fixa e em elevação/suspensão


(como, por exemplo, limpeza de fachada) deve ser previsto um sistema complementar de proteção
contra quedas.

4.7 Na condição de ventos superiores a 40 km/h e inferiores 55 km/h, o trabalho em altura só deve
ser autorizado quando atendidos os seguintes requisitos:

a) justificada a impossibilidade do adiamento do trabalho por meio de documento escrito,


contendo medidas de proteção adicionais aplicáveis, assinado por profissional de
Segurança, Meio Ambiente e Saúde (SMS) e pelo responsável pela execução das
atividades e anexada a analise de risco em vigor;
b) realizado de forma assistida por profissional de SMS e pelo responsável pela execução
das atividades.

NOTA 1 Os requisitos e as condições de vento para trabalhos em altura realizados por acesso por
cordas estão definidos na NR-35.
NOTA 2 Nas atividades operacionais em sondas de perfuração não se aplicam os requisitos
estabelecidos em a) e b), limitada a condição de vento ao máximo de 55 km/h.

4.8 A análise de risco, além de atender aos critérios da NR-35, deve considerar as interferências
(como por exemplo: cantos vivos, superfícies quentes ou abrasivas, hidrocarbonetos, produtos
químicos, vento, redes elétricas etc) que possam comprometer a integridade dos trabalhadores, dos
equipamentos e cordas.

4.9 A realização de trabalho em altura por uma única pessoa, torna-se necessária a presença de
outra pessoa para apoio ou auxilio em caso de emergência.

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5 Condições Especificas

5.1 Acesso por Cordas (Alpinismo Industrial)

5.1.1 Para a execução de trabalho em altura, com a té cnica de acesso por cordas, devem ser
atendidos os critérios da NR-35 e das ABNT NBR 15475 e NBR 15595.

5.1.2 Os trabalhos em altura com a cesso por cordas devem ser precedidos de um plano de resgate
considerando o cenário da execução dos serviços.

5.1.3 Nos trabalhos em altura com acesso por cordas devem ser utilizados cordas e acessórios
novos, sem uso anterior. A reutilização das cord as e acessórios é permitida apenas na unidade
operacional que os recebeu e manteve sua guarda, desde que garantida a rastreabilidade.

5.1.4 No recebimento das cordas e acessórios devem ser apresentados, ao SMS local, os atestados
de qualidade, de resistência e de conformidade de fabricação.

5.1.5 Cada unidade deve estabelecer uma sistemática de identificação das cordas e acessórios no
ato de seu recebimento.

5.1.6 As cordas e a cessórios devem ser a rmazenados e ma ntidos conforme recomendação do


fabricante ou fornecedor, em local com acesso permitido somente à equipe de execução do trabalho.

5.1.7 As cordas e ace ssórios devem ser inspecionados de acordo com o s critérios da
ABNT NBR 15595, com periodicidade de seis meses em atendimento a NR-35. As cordas utilizadas
devem atender aos requisitos da ABNT NBR 15986.

5.1.8 As cordas e acessórios devem possuir, obrigatoriamente, carga de ruptura mínima de 22 kN.

5.1.9 As cordas de execução do trabalho e a corda de segurança devem ser di stintas e de cores
diferentes, devendo estar conectadas a pontos de ancoragem independentes.

5.1.10 Em função do tipo de utilização (esforço, atrito, tração, impacto etc.) ou exposição a agentes
agressivo que possam causar degradação, as cordas e acessórios devem ser segregados,
inutilizados e descartados.

5.1.11 Em paradas de manutenção, os sistemas de acesso por cordas somente devem ser montados
após a unidade ser considerada liberada pela área de operação.

5.1.12 Quando os trabalhos de acesso por cordas ocorrerem com a unidade em operação, deve ser
realizada inspeção no lo cal, identificando possíveis pontos de contato (como por exemplo , pontos
quentes ou frios, “vents” atmosféricos, descarga de válvulas de segurança, pontos de
amostragem/drenagem) e aplicadas as devidas medidas de controle para evitar danos as cordas e
acessórios.

5.1.13 No encerramento das atividades do dia, as cord as e a cessórios devem ser removidos ou
acondicionados no local onde estão instalados, de forma que não comprometam a sua integridade.

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5.2 Plataforma de Trabalho Aéreo (PTA)

Quando do uso de PTA levar em consideração os requisitos estabelecidos tanto na NR-18 quanto na
NR-34, independente do campo de aplicação, tendo os riscos cobertos por analise de risco.

5.3 Cestos Suspensos

Para a realização de trab alhos em alt ura nos quais sejam utili zados cestos suspensos também
devem ser considerados os requisitos da NR-12.

5.4 Andaime

5.4.1 A montagem e de smontagem de andaim es devem ser realizadas conforme os requisitos


estabelecidos tanto na NR-18 quanto na NR-34, independente do campo de aplicação.

5.4.2 Para andaimes montados há 3 0 dias ou mais, deve ser elaborado um cronograma para
inspeção, de forma a ve rificar as suas condições de segurança e a continuidade da liberação para
uso.

5.5 Sistema de Proteção Contra Queda

5.5.1 Os equipamentos, acessórios de proteção contra queda e sistema de ancoragem devem ser
utilizados exclusivamente para trabalhos em altura.

5.5.2 Os equipamentos, acessórios de proteção contra queda e sistema de ancoragem devem ser
certificados.

5.5.3 Os equipamentos, acessórios de proteção contra queda e sistema de ancoragem devem ser
inspecionados na aquisição, periodicamente e antes da realização de qualquer trabalho em altura de
modo a ga rantir que e stejam dentro do seu p razo de validade e em perfeit as condições de uso,
recusando os que apresentem defeitos ou deformações. Cada unidade da PETROBRAS deve definir
a sistemática de registro das inspeções em conformidade com os critérios da NR-35.

5.5.4 As inspeções periódicas devem ser feitas, no mínimo, com base nos critérios estabelecidos
pelos fabricantes.

5.5.5 Qualquer equipamento e acessório d e proteção contra queda que sofrer uma ocorrência
imprevista, que possa alterar sua integridade e funcionalidade, devem ser substituídos imediatamente
e encaminhado para área de SMS da unidade, para análise.

5.5.6 Os equipamentos reprovados, na análise feita pelo SMS da unidade, devem ser inutilizados.

5.5.7 O talabarte com absorvedor de energia deve ser utilizado conforme previsto no item de
equipamentos de proteção individual, acessórios e sistemas de ancoragem da NR-35, levando em
consideração o comprimento de abertura total em relação à zona livre de queda.

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5.5.8 A utilização de equipamentos e acessórios de proteção contra queda (talabarte, absorvedor e


elemento de engate do cinto de segurança) deve levar em consideração a soma do comprimento dos
mesmos e prever uma distancia de segurança mínima de 1 m do pi so de referencia, conforme
Figura 1.

Ponto Ponto
peitoral dorsal

Comprimento
do talabarte

Comprimento
do absorvedor (aberto)

Distância máxima entre


o pé do usuário e os pontos
de ancoragem (aprox. 1,5 m)

Altura de segurança
(aprox. 1,0 m)

Figura 1 - Avaliação da zona livre de queda

5.5.9 Deve ser limitada a angulação do talabarte ou linha flexível com a vertical, a fim de reduzi r o
efeito pendulo em ca so de queda considerando as possíveis interferências (por exempl o: impacto
contra estruturas e cabos elétricos).

5.5.10 Ganchos e mosquetões devem ter travamento duplo.

5.5.11 Os pontos de ancoragem previstos no planejamento, tanto os permanentes quanto os


temporários, devem ser devidamente identificados “in loco” antes da execução dos trabalhos.
Qualquer alteração na escolha desses pontos deve ser precedida de um novo planejamento.

5.6 Materiais e Ferramentas

5.6.1 Antes da realização de qualquer trabalho em altura o s materiais e ferramentas a sere m


utilizados devem ser inspecionados de modo a assegurar que estejam em perfeitas condições de
uso.

5.6.2 Devem ser a dotadas medidas preventivas para evitar queda d e objetos, m ateriais e
ferramentas durante a realização de trabalhos em altura.

5.6.3 Toda a movimentação vertical de materiais e ferramentas deve ser feita através de cordas ou
sistemas próprios de içamento, não sendo permitido o lançamento em queda livre.

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6 Capacitação e Treinamento

Todos os trabalhadores que exerçam atividades em altura devem po ssuir documentação que
comprove a capacitação e treinamento conforme a NR-35.

NOTA O profissional selecionado para d esempenhar a atividade de mo ntagem de a ndaime deve


atender aos requisitos da NR-18 e da NR-34.

7 Emergência e Salvamento

7.1 Além do atendimento aos requisitos da NR-35, a eq uipe de resgate deve ser dimensionada
considerando o pior cenário de resgate.

7.2 Os equipamentos e acessórios, também, devem ser dimensionados considerando o pior cenário
de resgate e ter documentos que comprovem sua rastreabilidade. Devem ser identificadas possíveis
incompatibilidades químicas (conforme orientações do fabricante) com produtos existentes no local.

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ÍNDICE DE REVISÕES

REV. A
Partes Atingidas Descrição da Alteração

Seção 4 Inclusão do item de alpinismo industrial

REV. B
Partes Atingidas Descrição da Alteração

Todas Revisão

IR 1/1
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N-2910 REV. B 01 / 2015

Tabela 1 - Distância para Redes e Cabos de Alta Tensão

Voltagem Distância mínima


(kV) (m)
até 50 3,1
de 51 a 200 4,6
de 201 a 350 6,1
de 351 a 500 7,7
de 501 a 750 10,7
de 751 a 1 000 13,8
Tabela baseada na ASME B 30.5

4.3 Para toda atividade rotineira d e trabalho em altura deve ser elabo rado um procedimento,
contendo no mínimo os requisitos da NR-35.

4.4 Os pontos de ancoragem devem:

a) ser selecionado por profissional legalmente habilitado;


b) ter resistência para suportar a carga máxima aplicável;
c) ser inspecionado quanto à integridade antes da sua utilização.

4.5 A linha de ancoragem (flexível - conforme ABNT NBR 14626 e rígida - confo rme
ABNT NBR 14627) deve ser tecnicamente avaliada quanto a sua integridade e resi stência para
suportar a carga prevista.

4.6 Em trabalhos desenvolvidos com restrição de espaço, em posição fixa e em elevação/suspensão


(como, por exemplo, limpeza de fachada) deve ser previsto um sistema complementar de proteção
contra quedas.

4.7 Na condição de ventos superiores a 40 km/h e inferiores 55 km/h, o trabalho em altura só deve
ser autorizado quando atendidos os seguintes requisitos:

a) justificada a impossibilidade do adiamento do trabal ho por meio de documento escrito,


contendo medidas de p roteção adicionais aplicáveis, assinado por profissional de
Segurança, Meio Ambiente e Sa úde (SMS) e pelo responsável pela execução das
atividades e anexada a analise de risco em vigor;
b) realizado de forma assistida por profissional de SMS e pelo responsável pela execução
das atividades.

NOTA Os requisitos e as condições de vento para trabalhos em altura realizados por acesso por
cordas estão definidos na NR-35.

4.8 A análise de risco, al ém de atend er aos critérios da NR-35, deve consi derar as inte rferências
(como por exemplo: cantos vivos, su perfícies quentes ou a brasivas, hidrocarbonetos, produtos
químicos, vento, redes elétricas etc.) que possam comprometer a integridade dos trabalhadores, dos
equipamentos e cordas.

4.9 A realização de trabalho em altu ra por um a única pessoa, torna-se necessária a presença de
outra pessoa para apoio ou auxilio em caso de emergência.