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10 profissões que um músico pode seguir

em sua carreira
Helio Moreira
09/07/2016
profissão de músico

Há ainda quem encare a profissão de músico como um hobbie, e não como uma
profissão formalizada. Mas a carreira de músico tem respaldo legal – Lei nº 3.857, de 22
de dezembro de 1960, e oferece ainda diversas opções para aqueles que investem em
formação profissional. Veremos, neste artigo, algumas destas opções lucrativas e
satisfatórias. Confira!

Escolhendo a formação correta para a sua carreira


O primeiro passo é escolher ótimas opções de formação. Mesmo aquele músico popular,
que se forma a partir de sua experiência e aprende os conhecimentos musicais por conta,
deve se especializar no seu ofício para alcançar boas possibilidades de carreira. Você
pode fazer cursos livres, workshops, treinamentos, ou ainda partir para um bacharelado
em música, seja em uma universidade ou escola de música. Estas instituições muitas
vezes exigem que o estudante já tenha um conhecimento prévio em música e vivência
no campo musical.

Em grande parte dos casos, há um processo seletivo, que inclui teste de conhecimentos
gerais sobre a área e uma prova de aptidão. Uma vez inscrito no curso superior, o
estudante irá se deparar com uma matriz curricular repleta de disciplinas, como história
da música e da arte e percepção musical. Poderá ainda ter à disposição diferentes
habilitações, que poderá seguir, como canto (popular, lírico ou erudito), composição,
regência (coral, banda, orquestra), MPB e instrumento – de cordas, teclado, sopro,
percussão ou instrumentos específicos, como flauta, guitarra, piano, trompete e violão.
E se quiser ser professor de música, deverá se formar em licenciatura.

No caso de carreiras musicais mais específicas, a formação acadêmica faz diferença,


uma vez que muitos empregadores exigem um diploma de curso superior na área. Mas
isso nem sempre é regra, dependendo de onde quer atuar. É importante lembra, no
entanto, que há uma legislação que ordena a profissão de músico no Brasil – Lei nº
3.857, de 22 de dezembro de 1960. Segundo a OMB – Ordem dos Músicos do Brasil, a
palavra “músico” serve apenas para indicar o profissional de música, aquele que atua
como músico na maior parte do seu tempo – independentemente se a formação da
pessoa seja formação é erudita ou popular, ou se tem uma segunda profissão.

Veja a diferença entre músico amador e músico profissional lendo esta matéria.
Para ser um músico profissional registrado na OMB, é preciso fazer um exame de
habilitação, prático e teórico, com banca designada pelo conselho regional. Contudo, se
a pessoa tem diploma de músico em curso superior ou curso técnico de música, não
precisará fazer o exame. Quando habilitado, o músico poderá exercer a profissão e ainda
lecionar a matéria de sua especialidade.

Conheça a diferença entre músico clássico e músico popular neste artigo.

1) Canto
Quem decide se especializar em canto, pode atuar em óperas ou recitais e em gravações,
organizar e fazer a preparação vocal de corais, trabalhar com teatro e todo tipo de
apresentação ao vivo, pode ser contratado para trabalhos em estúdio e para peças
publicitárias, etc.

2) Composição e arranjo
O músico por atuar como compositor e arranjador. Neste caso, é ele quem cria partituras
musicais para instrumentistas ou cantores. Pode ainda atuar na criação de trilhas sonoras
de filmes, animações, peças teatrais e websites, assim como jingles para filmes
publicitários. Poderá trabalhar ainda na produção de música para games (jogos
eletrônicos).

Sobre os compositores de trilhas sonoras, um detalhe: há um verdadeiro “apagão” de


profissionais deste gênero no Brasil. É um mercado em ascensão, que pode ser bastante
lucrativo. Já em países com maior tradição cinema, como é o caso dos Estados Unidos,
os resultados neste segmento são milionários, além de muitos compositores de trilhas
sonoras serem muito reconhecidos.
Leia também: Tocar em grupo – Vou ensaiar e meus amigos não leem partitura

3) Ensino
Uma forma de atuar como músico é lecionando. Você pode lecionar em escolas de
música, para crianças de pré-escola e nos ensinos Fundamental e Médio, ensino
Superior, para adultos ou qualquer pessoa que queira aprender a tocar um instrumento
ou trabalhar a sua voz.

Muitos músicos profissionais trabalham como professores, seja para ampliar seu
currículo ou sua renda, seja por satisfação pessoal. Neste caso, o músico precisa ter
licenciatura e estar inscrito na OMB. Para ser um bom professor, é preciso conhecer
bem seu instrumento, possuir conhecimentos profundos sobre música e sobre o
desempenho do instrumento que escolheu, ter experiência, ter visão do todo, conhecer
todos os elementos musicais (timbre, harmonia, ritmo, melodia, intensidade do som,
etc.) e diversos outros conhecimentos técnicos. Vale a pena cogitar uma formação
superior e até especializações para se destacar da concorrência. Deve ter conhecimento
ainda sobre as diferentes metodologias e didática, e ter muito tato interpessoal.

Veja também esta matéria sobre vivendo de ensinar música e saiba tudo sobre este
segmento.

4) Instrumento
Há muitas possibilidades para músicos instrumentistas. Poderá tocar um instrumento
como solista e em orquestras, bandas ou grupos instrumentais de formações diversas.
Poderá ter trabalhos fixos e ser convidado a participar de determinados projetos. As
possibilidades de atuação são infinitas, desde trabalhar em estúdio, como em
apresentações ao vivo, na atuação em peças publicitárias, peças teatrais ao vivo,
gravação de trilhas sonoras, atuação em orquestras, etc.
Para ser um exímio instrumentista, é preciso investir bastante tempo e esforço para
adquirir e pôr em prática conhecimentos acerca do seu instrumento, bem como ter noção
do todo, ainda mais quando toca com outros músicos. Neste caso, conhecer partitura faz
toda a diferença. É preciso ter capacidade de adaptação, comprometimento com horário
e com o projeto, entre outras competências exigidas pelo mercado, e que fazem toda a
diferença em uma carreira.

Veja Também: Aprender piano – Um curso on-line funciona para qualquer um?

5) Pesquisa
Muitas pessoas desconhecem esta possibilidade de atuação do músico. Fazer estudos e
desenvolver pesquisas acadêmicas, de investigação e de resgate de cultura na área de
música ou sobre outros assuntos, a partir de metodologias científicas e culturais.

Ter conhecimentos sobre diversos instrumentos e sobre a produção cultural e social de


um grupo é muito importante – uma dica é se especializar em antropologias e as áreas
correlatas à música. Há muita procura por este profissional em projetos governamentais
e não governamentais, em entidades de ensino, pesquisa e extensão e outros.

6) Regência
Trabalhar como regente musical é outra opção daqueles que querem explorar suas
carreiras como músicos. Este profissional atua na organização, ensaio e direção
conjuntos, orquestras e corais. É ele quem pesquisa e escolhe as peças e os intérpretes
que irão executá-las, organiza ensaios e orientar instrumentistas e cantores em diferentes
projetos. É ele também que estuda a forma como será executada uma peça a partir das
possibilidades que possui.

O regente é um líder em um grupo musical e pode ter uma carreira de destaque atuando
neste segmento. Ele deve saber organizar as estruturas sonoras, velocidade da execução,
nuances e destaques de naipes e solos. Ele segue a partitura e passa aos músicos qual
será a forma de interpretação. Para você ter uma ideia, se colocarmos dez regentes para
reger a mesma orquestra com a mesma música, o som sairá diferente nas dez vezes.

É importante dizer que regente não é a mesma coisa que maestro. Todo regente é um
maestro, termo que significa “mestre”, mas nem todo maestro é necessariamente um
regente. Para ficar mais claro, maestro é um título, regente é uma profissão, dentre as
diversas que a carreira de músico pode oferecer.

7) Produção musical
Ser um produtor musical é um cargo de grande responsabilidade, mas pode ter uma
carreira muito promissora. Em uma indústria que movimenta bilhões todos os anos, é
preciso que o produtor musical tenha uma ótima formação e aprofundados
conhecimentos para executar o melhor trabalho possível. Este profissional é responsável
por completar uma gravação e reprodução sonora para que esteja pronta para o
lançamento. É ele quem controla as sessões de gravação, ensaia e guia os músicos e
cantores e faz a supervisão do processo de mixagem e de masterização de áudio.
Os conhecimentos agregados a esta função não são poucos: conhecer os hardware e
software implicados em seu trabalho, além de novas tecnologias; ser um grande
conhecedor de Teoria musical; ter percepção rítmica; conhecer e usar sintetizadores, ter
amplo conhecimento em engenharia de áudio, composição, mixagem, masterização;
conhecer bem o mercado e as técnicas mais avançadas de marketing; etc. Muitos
músicos desistem no meio do caminho antes mesmo de serem bem formados nestes
assuntos.

8) Editores de partituras musicais


Além de atuar em projetos que produzem materiais gráficos ou impressos para o
segmento de música, com especialização em partituras, o músico pode ainda contribuir
com novas soluções, como é o caso dos softwares e programas de notação musical, que
a cada dia se tornam mais comuns e abrangem inclusive dispositivos móveis, como
tablets e smartphones.

Apenas músicos especializados conseguem oferecer este tipo de consultoria às empresas


de Tecnologia de Comunicação, no desenvolvimento de seus produtos. Deve ter
conhecimentos, preferencialmente, em desenvolvimento de softwares e nas
necessidades do usuário final.

Veja ainda: Músico que não lê partitura é um profissional?

9) Desenvolvedores de instrumentos
Esta opção é indicada para aqueles que não são apenas músicos, mas designers de
instrumentos musicais ou luthieres – construtores de instrumentos musicais. É uma
carreira que exige conhecimentos adequados e amplo conhecimento em música e
sonorização. Pode trabalhar como consultor, ter sua própria empresa de construção e
desenvolvimento de instrumentos ou trabalhar nas várias empresas desde mercado, que
todos os anos produzem milhares de peças instrumentais.

Veja Também: Consigo viver de música?

10) Negócios musicais


Falar em negócios musicais é algo muito vago. Há uma infinidade de funções em que
um músico pode empreender. Pode atual em funções administrativas ou técnicas em
gravadoras, representar artistas (e para isso, um empresário deve ter conhecimento de
música), trabalhar em processos de direitos autorais e registros, gerente de aquisições de
novos talentos, entre outras funções. O mercado musical muda constantemente e sempre
reserva oportunidades para quem quer atuar, empreender ou investir.

101 maneiras de ganhar dinheiro como músico


Há um monte de jeitos diferentes de se ganhar dinheiro sendo músico. Não estou
dizendo que todo o mundo consegue lucrar com todos eles.Mas te garanto que você
pode ganhar dinheiro ao menos com um desses.

Este é um post de Philip Taylor, editor


do PT Money, site em que escreve sobre como conseguir realizar seus planos
financeiros com foco. Seu podcast têm entrevistas com empresários que não se dedicam
em tempo integral a seu negócio, mas que deram certo. Eis Philip…

Há um monte de jeitos diferentes de se ganhar dinheiro sendo músico. Não estou


dizendo que todo o mundo consegue lucrar com todos eles.Mas te garanto que você
pode ganhar dinheiro ao menos com um desses.

Eu te ofereço 101 jeitos de ganhar dinheiro sendo músico. Aumente a lista sugerindo
outros jeitos na seção de comentárioa, aqui embaixo.
1. Dê aulas de música ao vivo em lojas de discos ou de artigos musicais – A loja
Bounty Music em Maui, no Havaí, emprega músicos que dão aula ali mesmo.Você já
perguntou nas lojas de música da sua cidade se eles têm vagas?  Se eles nunca fizeram
isso, deixe sua mente empreendedora agir e negocie uma ideia de negócio com eles.

2. Fale sobre ou ensine música – Vá a conferências e ganhe para falar sobre o processo
criativo de música. Confira o video do Mike Rayburn’s TEDx talk  para se inspirar um
pouquinho.

3. Faça parcerias com marcas – Se você é influente com outros músicos (por
exemplo, É instrutor musical) ou se simplesmente têm muitos seguidores em redes
sociais, é capaz que você consiga um contrato para endossar uma marca da indústria
musical.

4.Construa um relacionamento com os músicos locais –Fique amigo dos donos e


funcionários das lojas de música da sua cidade .Quando as pessoas estiverem atrás de
professores de música, eles vão encaminhar essas pessoas a você. Ofereça a eles uma
comissão e eles ficarão ainda mais animados de te encaminhar esses alunos.

5. Entre para a banda do Exército – Você gostaria de server seu país e treinar sua
música ao mesmo tempo? Combine os dois se alistando no Exército e se inscrevendo
para a banda militar. Ryan Guina tocou na banda da Força Aérea Americana e com isso
viajou o mundo. Foi para 20 países e ainda conheceu sua esposa, que também estava no
grupo.

6. Escreva para uma publicação musical – Se você já está no mercado, tem uma
perspectiva privilegiada e pode compatilhá-la com leitores. Se escreve bem, ainda por
cima,  você pode conseguir trabalhos frequentes, ainda que mal pagos, nessa área. O
Marilyn Manson começou sua carreira escrevendo para a revista 25th Parallel, por
exemplo.

7.Ganhe prêmios –A American Society of Composers, Authors, and Publishers


(ASCAP) deu mais de US$ 1,8 milhão em prêmios em dinheiro no ano passado.Há
outras premiações no Brasil. Se você é músico, por que não tentar?

8. Seja um afiliado de guias musicais –Se você tem um site para sua banda, venda
espaço publicitário nele para guias musicais. Um ótimo exemplo disso são os guias 
Cyber PR.

9. Seja o reserva de outra banda – Não importa o que você sabe, e sim quem conhece.
Conheça as outras bandas do seu tipo na região. Quando um dos membros dessa banda
não conseguir aparecer em um show, eles vão lembrar de você e ainda vai ganhar uns
trocados.
10. Venda videos das suas apresentações – Filme sua próxima apresentação e ofereça
a fãs que não puderem ir. Distribua de graça para quem foi, como parte de um clube de
frequentadores. Faça do material um DVD, para aumentar a distribuiçãp.

11. Produza gravações para outros músicos – Produzir e gravar sua música está
ficando a cada dia mais fácil. Você pode usar seu conhecimento para fazer o mesmo
para outros músicos, e cobrar pelo período trabalhado.

12. Transcreva música– Transcrever uma música  é geralmente escrever em partitura


um som que nunca foi escrito ou mudar a tabulação de uma canção que foi feita para um
instrumento e você quer tocar com outro.Se você tem um ouvido bom e muita paciência,
pode ser feito para esse trabalho.

13. Ofereça seu som para licenciamento – Outros músicos podem querer usar uma
batida ou um solo da sua música, e você pode ser pago por licenciar só um pedaço dela.

14 Programas de TV – The Voice e Fama existem. E é sempre um músico que ganha


nesses programas, não?

15. Tente vencer concursos de vídeos– Videoclipes geralmente se saem bem em


concursos de vídeos. A maioria dessas competições exige que você use músicas sem
royalties mesmo, então por que não usar sua criatividade e entrar num concurso deles?

16. Crie um canal no YouTube e compartilhe um link para vender sua música –
Greg Skalak, pianista e artista CD Baby, que toca com o nome TalkWithYourFingers,
se gravou tocando Everlong, dos Foo Fighters.Ele postou o vídeo no canal de YouTube,
que tem um link de onde comprar a música no CD Baby. O Dave Grohl viu e postou na
sua p[agina de Facebook. Milhares viram o vídeo. Quase um milhão  de views depois, o
canal do Greg no YouTube tem 15.000 assinantes, todos esperando por sua próxima
canção.

17. Faça um show – Então você está pronto para marcar seu primeiro livro? Há uma
arte de como fazer isso, de acordo com o guia  Do músico independente. Uma arte que
envolve conhecer outras bandas, achar o local certo e pensar na apresentação exata.

18. Seja um garoto-propaganda – Você não tem de ser um músico famoso para ser
garoto-propaganda. Se você tem uma história interessate, tipo  Mr. Reed and Tom
Larsen, você pode trabalhar para uma grande empresa do mercado, dando seu
testemunho.

19. Ganhe royalties de associação – Direitos de associação são pagos quando um


artista oca uma música de outra pessoa e sua versão é usada na TV ou no rádio. Esse
tipo de direito não é pago o Brasil nem nos EUA, mas outros países, como o Canadá, os
pagam.

20. Vire um imitador e venda –Muita gente diz que você se parece com o Zé Ramalho
ou soa que nem a Maria Bethânia? Há um bom dinheiro no mercado de imitar músicos. 
E, já que as pessoas vão precisar de um lugar para entrar em contato com você, por que
não criar um site só para seu negócio de imitador, e colocar nele uma loja virtual, como 
nesse de imitador do Elvis?
21. Venda CDs em lojas locais – Conhece uma loja bacana na sua cidade?Cheque se
eles não topam vender seus CDs para os clientes bacanas.

22. Ofereça sua música para o sistema de licenciamento sincronizado – Conheça


pessoas do cinema e da TV e dê um jeito de licenciar sua música para eles usarem em
obras. Aqui vai uma ótima entrevista com o artista indepente Mr. Robotic sobre como
ele fez isso.

23. Faça Crowdfund para seu próximo disco – Conte ao mundo seus planos musicas
e deixe eles te ajudarem a concretizá-lo. É possível com a tecnologia de hoje de
crowdfunding. É claro que é mais fácil para quem já tem um público definido, mas
mesmo quem está começando pode conseguir. O cantor e compositor John Mark
McMillan conseguiu fincancimento de US$ 69.000 para seu próximo CD no
Kickstarter.

24. Trabalhe como DJ e remixe suas próprias músicas – Você conhece música e sabe
como se divertir,certo? Comece a atacar de DJ em eventos e, enquanto estiver por lá,
aproveite e lance umas músicas suas que remixou.  É um jeito excelente de as pessoas
conhecerem seu som. Bem, a não ser que você toque hip-hop e vá tocar num baile de
terceira idade.

25. Crie música para videogame– Danny Baranowsky se cansou se tentar viver


compondo música para filmes e mudou  e a mudança para o universo dos videogames
valeu a pena. Alguém tem que escrever as músicas e os efeitos sonorous que ouvimos
quando jogamos Wii, Xbox ou PlayStation. Por que não pode ser você?

26. Crie um canal de YouTube e tenha publicidade nele – Nenhum executivo dat
MTV pode evitar que você faça um vídeo de sucesso. O YouTube mudou as regras para
esse mercado. Tenha uma camera na mão, grave-se e faça proveito do programa de
anúncios do YouTube para ganhar algum dinheiro.

27. Publique um livro – Você já viu a série de livros de capa amarela For Dummies ,
não? Deve saber que existe Baixo para Dummies, Composição para Dummies e Violino
para Dummies? Alguém precisa escrever o próximo volume para…dummies.

28. Seja substituto de um professor de música – Não importa se você é jovem ou


velho, pode se candidatar a ser professor substituto de música.E, em algumas escolas,
pode até escolher para que tipo de classe quer ensinar. E depois de começar a dar uma
aula ou outra, pode virar o professor que eles chamam quando precisam de alguém para
tapar o buraco deixado por outro mestre por mais tempo.

29. Crie um blg para promover sua música – No mínimo, um blog  (ou tumblr)  vai
ajudar a fazer marketing da sua música mostrando os bastidores da sua banda. Mas, se
você realmente tiver algo de interessante a dizer,um blog com ótimo conteúdo pode ser
a porta de entrada para publicidade na imprensa e para fãs.

30. Dê cursos de férias– As crianças têm férias. Os pais estão procurando


desesperadamente pessoas e lugares para entretê-las nesses três meses. Pense em fundar
um curso de férias, sublinhando suas áreas de competencia e o que poderia ensinar a
elas. Você vai precisar de um lugar onde ministrar de de muito, mas muito, boca a boca.
Isso pode virar uma fonte de renda nos meses mais parados.

31. Crie um aplicativo de música –Sua especialidade musical é uma area que outros
músicos não conhecem bem? Você pode criar um app que não só vai educar, como
também deixará as pessoas ouvirem esse tipo de som. Um ótimo exemplo é o app Blue
Note Records, que ajuda as pessoas a descobrirem jazz.

32. Toque na rua – Há um senso-comum de que artistas de rua são moradores de rua
(ou quase), lutando por cinco reais para comer.Quando Max Judelson estava estudando
no Boston Conservatory, eledescobriu que horas de que dia podia tocar na rua e ganhar
bem, além de outras 10 dicas para quem quer lucrar mais .

33. Dê aulas online – A sala de aula tradicional está evoluindo.Ensine música online
em comunidades como a  Zoen e mostre virtualmente a que veio. Ou, se você for Kristin
Shoemaker, dê aulas para gente de outros Estados ou outros continentes

34. Ganhe bolsas do governo ou de ONGs – Se você está criando música que precisa
ser preservada (porque é rara ou beira a extinção), você pode conseguir apoio do
governo ou de ONGs. Essas bolsas podem ser grandes,tipo a de US$45.000 recebida
pelo músico australiano Richard Frankland.

35. Grave trilhas de fundo e as venda –Se você tem um estúdio ou mais acesso a
equipamentos do que as outras pessoas, pode criar um negócio online que vende trilhas
sonoras de fundo. Vá para a cama de noite sabendo que sua música está lucrando
mesmo quando dorme.

36. Toque em restaurantes, bares ou lojas– Lojas de departamento como a Nordstrom


estão demitindo seus pianistas, mas há milhares de outras lojas, hoteis e restaurantes que
precisam de músicos  (pianistas, na maioria) para vender. De acordo com o site
Mucisian Wages, a primeira apresentação é a mais difícil de emplacar, mas uma vez que
você tiver uma reputação, será mais fácil conseguir oportunidades.

37. Crie Arquivos de Som – Aqui vai uma ideia única. Para aqueles que tocam mais de
um instrument, especialmente os raros, podem ajudara  outros na hora de compor. E já
que você não pode estar em todos os lugares ao mesmo tempo, você pode gravar o som
deses instrumentos e colocar eles à venda online (como na Impact Soundworks). É bom
para você e para sua carteira.

38. Escreva Músicas para uma Peça de Teatri – O compositor Stephen Lias diz que
se , se você gosta de trabalhar com outras pessoas e está disposto a trabalhar por pouco
(os salários no começo não são grandes coisas, mas crescem),então a oportunidade de
criar trilha para peças é imensa.

39. Seja afiliado de empresas do ramo musical – Se você não for chamado para ser
garoto-propaganda, pode ao menos ganhar uma comissão com seu site. Inscreva-se
no Musician’s Friend e ganhe uma comissão toda vez que alguém comprar uma
partitura ou música por sua causa.
40. Se inscreva nos programas de fidelidade de CD Baby, Amazon, e iTunes – Se
você já está vendedo suas músicas nesses sites (e você provavelmente está, se faz parte
do CD Baby), aproveite e ganhe uma comissão. É só colocar os links de afiliado no seu
site. Inscreva-se no programa de fidelidade do CD Baby.

41.Faça Seu próprio site e venda sua música lá – O CD Baby é um ótimo lugar para
vendas, mas não dá para colocar todas suas fichas de marketing lá. Crie seu próprio site
usando um serviço grátis tipo WordPress, ou algo mais sofisticado, como as opções
oferecidas pelo HostBaby.

42. Toque em casamentos, Bar Mitzvahs e outros eventos – Você não vai virar um
rockstar tocando em casamentos. Mas o cachê pode ser bem bom. E, se você se sair
bem, o boca a boca vai trazer a clientela e você terá um negocião em mãos. Um dos
jeitos de divulgar seu nome é usar sites como o Gig Masters.

43. Ofereça sua música como Ringtone – Seus fãs podem querer usar suas músicas
como toque de telefone. Facilite a tarefa para eles, cria os ringtones você mesmo e os
coloque no iTunes, como faz o Mike Ty-Wharton.

44. Crie um App que melhore o som da sua música – Produtor e primo do Jon Bon
Jovi, Tony Bongiovi, criou um app, chamado Digital Power Station. Ele faz a música
rodar melhor em tempo real no seu iPhone.

45. Venda produtos – Camisetas,  pôsteres etc. depois de cada show.

46. Revenda seus Instrumentos Antigos Online – Ebay e Craigslist te dão uma chance
fácil de fazer uma limpa. Se você está duro, talvez seja a hora de liberar os instrumentos
antigos, que você não usa mais ou que nem funcionam. Michael Carlini usa o Craigslist 
para comprar e vender instrumentos, e dá dicas a quem quer fazer o mesmo.

47. Venda Partituras – Você é hábil em um instrumento raro? Isso é uma chance de
ganhar uma grana. Ted Yoder, que toca o raro dulcimero, e vende partituras dele.

48. Faça Música para videos corporativos – Vídeos corporativos são um mercado em
ascenção,  que significa que isso é um nicho para gente como Claire Batchelor, que cria
e edita canções para essas empresas. Entre no mercado fazendo uma parceria com um
videografista que tope fazer alguns vídeos de graça, para se fazer conhecer por
empresas.

49. Venda seu single na internet com o CD Baby – Você não precisa ter um disco
inteiro para começar a vender sua música. Inscreva-se no CD Baby e suba suas
primeiras músicas. Você estará fazendo negócios antes do que pensa.

50. Comece um blog de música e ajude outros músicos – Dave Hahn começou um
blog para compartilhar sua experiência como músico em cruzeiros. Seu blog atraiu
muita atenção de pessoas que queriam trabalhar no ramo. Dave acabou juntando a
informação em 3 guias, que ele vende online.
51. Empresarie outros músicos –Já está no mercado há tempo suficiente para saber o
caminho das pedras, após conhecer profissionais importantes e entender como o
mercado funciona? Você pode usar sua experiência empresariando outros músicos.

52. Venda discos de vinil – Ofereça sua música em vinil e alcance um novo mercado.
Caso você não tenha ouvido, o vinil está de volta.

53. Toque em navios de cruzeiro – Você não tem de ser o Roberto Carlos para tocar
em alto mar. Se você está pronto para o desafio, Josh Greenberg, que trabalhou em
cruzeiros por anos, diz que há vários deles procurando pessoas que saibam ler música e
tocar gêneros diferentes.

54. Crie um app que incorpore sua música – M. Ward é um artista folk que viu uma
necesidade de mercado: colocar músicas fora do circuito pop para streaming. Ele criou a
A Wasteland Companion, que também é o título do seu disco. Donos de smart phones
podem baixar o Wasteland app,  e tocar em streaming rádios alternativas de todos os
EUA, e também achar outros conteúdos, como a agenda de turnês do criador.

55. Considere ter uma carreira como musico-terapeuta – uma carreira em  musico-
terapia  não acontece do dia para a noite. Há uma graduação na faculdade e um diploma
necessário. Mas, no fim, trata-se de um caminho para ajudar os outros com seu amor
pela música.

56. Faça um show no parque da sua cidade – Se você acha que bolar um festival é
coisa demais, faça uma série de shows e leve um artista para tocar a cada fim de
semana. A comunidade local pode te ajudar com os custos.

57. Seja reserva de uma banda – Todo mundo fica doente de vez em quando ou tem
problemas de agenda. Seus amigos músios sabem que você está a fim de tocar com eles,
caso alguém não possa? Talvez seja a hora de vocês saberem.

58. Distribua sua música de graça – Parece ser contraproducente, não? Não
necessariamente. Confira sites como o NoiseTrade, que dá amostras de músicas e até
CDs inteiros de graça, mas que permite a quem baixa dar uma gorjeta como incentivo.
Você ficará surpreso com o quanto as pessoas são generosas quando podem dar o
dinheiro que quiserem, em vez de serem obrigadas. Funciona para artistas
independentes e também para outros mais consagrados.

59. Ganhe Royalties de Performance – “Um royalty de performance é de direito do


autor e do editor que publicou uma música toda vez que ela é tocada em rádio, TV ou
num show ao vivo.”

60. Faça Tweets Patrocinados – A estrela do pop Kimberly Cole tem mais de um


milhão de fás no Twitter. Ela usa um serviço chamado Sponsored Tweets e ganha US$
1.300 por cada tweet patrocinado que posta. Visite o SponsoredTweets.e descubra
quanto ganharia com seus tweets.

61. Faça Crowdfund Para Sua Próxima Música ou Vídeo – Não tem dinheiro para
financiar um álbum inteiro, e precisando de ajuda mesmo para gravar uma música ou
clipe? Pense em usar um serviço como o Patreon, que permite a pessoas se tornarem
assinantes do seu trabalho (geralmente dando só um dólar para ter depois sua próxima
música). Por exemplo, Lauren O’Connell está criando novas músicas no Patreon e 132
“patrões” assinaram e vão pagar  US$570 por sua próxima canção.

62. Grave Aulas e As Venda Online – David Walliman levou seu conhecimento de
violão para o YouTube e criou o Guitar Playback, um site que vende vídeos em alta
qualidade, com aulas de instrumento e outras coisas.

63. Venda Instrumentos Após Seus Shows – Essa ideia serve para quem toca
instrumentos de percursão em pontos turísticos. Faça um círculo de tambores e deixe as
pessoas tocarem um pouco antes de vender instrumentos.

64. Atue como um Músico – A indústria do cinema e do teatro precisam de músicos


para atuar em certos papeis. Se você é músico e sabe atuar, faça como o Mark Morgan,
um trompetista freelancer  que trabalha para a companhia de turismo de Nova York e
também é ator.

65. Venda seus CDs pessoalmente – As pessoas ainda compram CDs quando um
músicos os vende pessoalmente. Não perca a chance de vender após os shows.

66. Ganhe com os Direitos Autorais de suas Partituras – Assim como com
gravações, você também ganha quando alguém reproduz suas partituras.

67. Venda seus Discos Online com o CD Baby – Esta lista não estaria completa se não
tivesse a ideia que fez do CD Baby blog possível. Vida longa ao músico independente!

68. Crie um Fã-Clube VIP –Venda assinaturar premium para seu fã-clube. E faça essa
assinatura mensal ou anual valer a pena dando vários presentes e acesso a cenas de
bastidores.

69. Entre no arquivo do Shazam – Estar no Shazam é essencial caso você queira sua
música num programa de TV ou comercial.  O CD Baby pode te ajudar a entrar na
biblioteca do Shazam .

70. Produza Músicas para Comerciais – Muitos músicos pensam que fazer música
para comercial é sufocar seu lado criativo, mas  Gabe Sokoloff diz que não é por aí. Ele
diz até que isso pode melhorar sua capacidade musical, fazer você dar valor a diferentes
tipos de música e dar passos para a frente na sua carreira.Não sabe por onde começar?
Comece com Negócios locais que precisem de músicas para anúncios na TV.

71. Venda seus produtos online no seu próprio site – Você nunca sabe quando
alguém está procurando um presentinho para ele mesmo ou para um amigo ou familiar,
que podem todos ser seus fãs. A Street Drum Corps vende produtos através da loja
virtual, no CafePress.com.

72. Inscreva sua música em um programa de licenciamento numa biblioteca – O


contrato de All Media vai estender o uso da sua música em mídias como comerciais,
progamas de TV e outras. O CD Baby faz isso possível em parceria com o Rumblefish.
73. Faça Uma Turnê Estadual –Se você tem amigos em outras cidades do mesmo
Estado, pense em fazer uma turnê. Cobre entrada, pague o dono do lugar e gaurde seu
salário. Grave um dos shows e venda o CD e DVD, como faz a Shannon Curtis.

74. Ganhe Royalties Mecânicos – “Toda vez que uma música que você escreveu for
vendida em gravação, download ou streaming em serviços como o Spotify e o Rdio,
você tem direito a  royalty mecânico.”

75. Organize uma Conferência de Música de Nicho– É natural que um músico queira
ficar perto de outros músicos. Então por que não organizar um encontro para conversar
sobre o mercado com os colegas, trocar experiências e evoluir na carreira? Ian
Crombie,  compositor de sucesso, é o diretor da West Coast Songwriters conferência
anual.

76. Vire um bibliotecário de música – É um mercado de trabalho muito competitivo, 


mas se você é formado em biblioteconomia ou teoria musical,  e você conhece mais de
música que outras pessoas, então uma carreira de bibliotecário pode ser uma opção. Há
bibliotecas públicas, TVs, estações de rádio e universidades que também contratam esse
serviço.

77. Inscreva-se para sua música ser trilha do YouTube – Ao permitir que sua música
seja licenciada, voc6e pode ganhar dinheiro toda vez que alguém usar sua música como
trilha de fundo no YouTube. O CD Baby te permite fazer isso.

78. Trabalhe como músico num estúdio – Fale com os donos de estúdios que conheça
e tente ser um músico fixo para quando artistas sem banda forem gravar lá.

79. Crie um App Divertido para Seus Fás – Siga o exemplo do Dan Deacon e crie um
app que seus fãs possam usar na plateia do seu show. O Dan Deacon app permite que os
fãs tenham um sinal luminoso no celular que interage com as luzes do palco.

80. Alugue seu estúdio para outros músicos – Tem seu lugar próprio para gravar? É
provável que outros músicos aí perto estejam precisando de um. Ganhe uma grana extra
alugando. Neal Morse, músico de rock progressivo, aluga o dele.

81. Crie um Guia Digital – Se você não fica muito bem no video, outra alternativa é
gravar um e-Book ensinando as pessoas como tocar um instrumento, como fez
o guitarista Justin Sandercoe. Seu cliente tem a informação de que precisa na hora e
você não tem muito trabalho.

82. Faça Shows de Graça – Crie um burburinho e faça seu nome ser dit. Dê duro antes
e depois colha os frutos (especialmente o dinheiro) depois.

83. Ofereça versões acústicas da sua música– Dê a seus fãs uma visão diferente da
sua música. Grave em versão acústica. E dai divulgue como se fossem novas músicas.

84. Grave um Cover – Primeiro, consiga a licença para gravar a música que quer. Daí
grave e compartilhe com o mundo. Aprenda os três jeitos  de ganhar dinheiro com isso.
85. Vire professor de música – Em muitas escolas, as primeiras aulas a serem cortadas
quando o orçamento aperta são as de artes, então postos em tempo integral para
professores de música estão ficando mais raros. Entretanto, cada vez mais escolas
oferecem vagas em meio período, como a que acietou o Koen Guedens. E, mesmo que
você não consiga uma vaga em escola, dar aulas particulares nas casas dos aluns pode
dar bastante lucro, se você souber o preço a cobrar.

86. Mande um Tweet – Em 2009,a música independente Amanda Palmer, do Dresden


Dolls, arrecadou US$19.000 em 10 horas pelo Twitter. É sério. Está na hora de todos
nós aprendermos a usar as mídias sociais.

87. Construa uma Turnê – Antes que você decida sair pela estrada, seria sábio falar
com outros artistas e bandas que já saíram em turnê. Para sua sorte, a banda
Marbin recentemente escreeu no DIY Musician blog como eles conseguiram fazer uma
turnê que fosse financeiramente possível.

88. Abra sua Casa para Aulas – A gasoline não anda barata, e seu tempo é dinheiro.
Em vez de ir até os alunos para ensinar a arte da música, faça eles virem até você
Monte um espaço na sala de visitas ou uma sala de música e deixe sua casa te ajudar a
lucrar.

89. Mande sua música para um clube de discos –Se seu som for bom, empresas como
a Feedbands.com vão deixar sua música em streaming para os internautas ouvirem, e se
eles gostarem dela o suficiente, podem mandar prensar um disco de vinil com ela e te
pagar por isso.

90. Comece um festival de música e toque com outros –  Se você não está
conseguindo esgotar seus ingressos por si só, una-se a vários outros grupos e faça um
festival.Se você ainda não ouviu, o Tenacious D vai voltar a tocar. Mas não vão parar
em um show. Não, eles vão se juntar a outras bandas e humoristas num festival.

91. Ache um patrocinador– Se você quer sair em turnê com sua banda ou
sozinho, Simon Tam, da Last Stop Booking ensina que não há como saber se uma
empresa quer te patrocinar antes de perguntar a ela. Mas ninguém gosta de divas, então
seja bacana quando for pedir.

92. Seja pago para testar e escrever resenhas de instrumentos – Se você tem
seguidores o suficiente no YouTube, pode fazer uma ou outra resenha em vídeo de
instrumentos. Procure as empresas que fazem os produtos de que gosta e veja se eles se
interessam por pagar pela sua opinião em vídeo.

93. Escreva e Produza Jingles –  Se você é bom letrista e tende a ser rápido e
engraçado, como o ShiftyPop, pense em escrever jingles. Use um site como o Fiverr
para oferecer seus préstimos.

94. Consiga um pagamento adiantado ou um bônus de uma gravadora –É fácil


falar, certo? Mas isso acontece e você deve se lembrar que um adiantamento é só um
adiantament.Depois dele, você ainda precisa fazer um CD que dê lucro. Um bom
método pode ser gastar o bônus mas guardar o adiantamento numa poupança até o
lançamento do álbum.
95. Faça Shows Educacionais –Misture seu amor por ensinar com as qualidades como
músico. Faça workshops para juntar outros interessados por música. A Denver Brass,
banda de 14 pessoas, faz shows educacionais na pré-escola, ensino médio e faculdade, e
cobra uma taxa.

96.  Crie um Guia Digital Para Fazer seu Marketing como Músico – Se você é bem-
sucedido na música, especialmente no marketing, pode criar um eBook ou guia digital
para ajudar quem está apenas começando. Aqui vai um exemplo do músico Ariel Hyatt.

97. Toque na sala de estar de alguém – Se você não está atrás da fama, e topa tocar
num lugar mais intimista, cogite tocar na casa de alguém. Consiga um conhecido (um
fã, talvez?) que abra sua casa e venda os ingressos.

98. Se Apresente numa Igreja – É pecado para a igreja pagar um músico? Bom,
muitas igrejas não têm um problema com isso. E se você achar uma que tope pagar para
você tocar nos domingos de manhã, não é um mau show.

99. Toque emu ma orquestra– Douglas Yeo toca com a Boston Symphony Orchestra e
diz que há muitos benefícios– bom salário, uma agenda atraente e muitas viagens são só
alguns deles. Ele também tem uma lista de  perguntas a se fazer se você considera esse
campo.

100. Partiipe de um concurso de composição – O cantor e compositor Larry G(ee), de


Dallas, recentemente ganhou equipamentos e dinheiro ao ganhar o John Lennon
Songwriting Contest. Outro consurso para se inscrever é o International Songwriting
Competition.

101. Use seu estúdio para dar aulas –Você gastou dinheiro criando um estúdio de
ponta para você gravar sua música. Mas você yambém pode usar esse espaço para dar
aulas e complementar a renda.Ou alugar para outros professores.

Parabéns! Boas dicas.


Se você acredita que dá certo, dá certo. Se acredita que não dá certo, você tmb está
certo.
O artista só tem que adaptar ao seu contexto profissional.
Se você não acredita que no Brasil não funciona, vá para um país que funciona. O que te
impede?
As dicas são boas. Faça acontecer. Estude as causas. Aplique. Analise. Redefina.
Execute. Analise. Aprimore.
Se você realmente tem entusiasmo pelo que faz, a estrada está livre pra você obter
resultados. Abraço a todos.

Meu nome é Augustron

Uma grande forma de ganhar dinheiro com musica hoje em dia também é dar aula
online ou criar um mini-curso do instrumento que toca e disponibilizar pra venda pro
Brasil todo.
Como ganhar dinheiro com sua música no SoundCloud
Depois do YouTube, é a vez do SoundCloud começar a anunciar nas suas músicas (e a
te repassar parte dos lucros). Saiba como tirar uma casquinha do serviço de “streaming”
no blog SomosMúsica

Apresentando a nova plataforma de


divisão de renda do  SoundCloud: On SoundCloud
O SoundCloud sempre foi uma ave rara no mercado de música em “streaming”. O que o
diferencia é como permitia a qualquer um subir sua música e coloca-la para “streaming”
sem anúncios chatos ou taxas mensais. Nos últimos seis anos, o SoundCloud continuous
a perseverar, mesmo num mercado cheio de competidores. Entretanto, apesar do seu
sucesso, a empresa mudou os rumos e lançou recentemente um programa de parceria
colaborativa, chamado On SoundCloud.
Parecido com o programa YouTube’s Partner Program, o novo serviço permitirá que
artistas capitalizem seu conteúdo quando eles sobem uma música para o SoundCloud
através de anúncios pagos. Os anúncios aparecerão no player do SoundCloud  ou num
arquivo de áudio “streaming”.  Quando o programa foi apresentado pela primeira vez,
não havia regras claras para delimitar como seria a divisão da renda. Mas a partir do que
eu li, parece que o artista sera pago por cada vez que um anúncio aparecer numa página
com música que ele tenha colocado.

Uma coisa da qual gosto muito no SoundCloud é que, como essa empresa sempre foi
focada na figura do artista e nessa comunidade, podemos prever que a renda gerada vai
apoiar os artistas e não só as marcas que pagam pelo anúncio. Outra plataforma legal é
que o SoundCloud oferece uma estrutura de serviços bem-amarrada, então cada
assinante pode pedir para ter as ferramentas que desejar,.

Aqui vai uma lista explicando cada serviço oferecido:

Partner (Parceria) – Esta opção é grátis, mas só te permite fazer upload de 3 horas de
conteúdo. Também vem com assistência técnica online e dados estatísticos (contador de
plays, likes, comentários e downloads).

Pro – Esse plano custa US$ 6 (R$ 15) por mês (ou US$ 55, R$ 137 por ano) e seu
limite de “uploads” vai para 6 horas de conteúdo.  A conta Pro te permite ativar o Quiet
Mode (modo silencioso) que te permite gerenciar comentários das suas faixas. Esse
plano também permite que os artistas “sublinhem” seus melhores trabalhos, escolhendo
as faixas top e as playlists que ficam em cima na sua página.

Pro Unlimited (Pro Sem Limites) – Este plano permite uploads sem limite– vide o
nome – e custa US$ 15 (R$ 37,50) por mês (ou US$ 135 R$ 330 por ano). Além de
todas as ferramentas citadas acima, você também ganha análise dos seus dados
estatísticos. Com o Pro Unlimited, você também consegue ver quem está tocando ou
fazendo download de suas faixas, de que países/estados e cidades vêm as pessoas que te
curtem e que redes sociais estão te trazendo mais fluxo.

(OBS: Se você tiver uma conta Partner, Pro ou Pro Unlimited, nenhum anúncio de
áudio sera colocado nas suas faixas e você não poderá participar do programa de
divisão de renda.)

Premier – O nível Premier só está disponível para quem for convidado e é nesse ponto
que os artistas podem começar a ganhar dinheiro com as músicas que sobem no
SoundCloud.

Se você não recebeu um convite do SoundCloud ainda, não tema. O SoundCloud


selecionou um bocado de artistas ou, como chamam, “Criadores” para participar no
início dessa nova categoria. No futuro – tomara que mais cedo do que tarde – o
SoundCloud planeja aumentar a abrangência desse formato, tornando ele disponível
para os usuários com todos os tipos de conta.

Além de limitar o número de artistas que têm acesso à novidade, o SoundCloud também
manteve restrita a quantidade de marcas que participarão da primeira leva de anúncios.
Entre essas empresas estão Red Bull, Jaguar e Comedy Central. Alguns dos parceiros de
conteúdo são Sony/ATV, BMG, Funny or Die e o artista de hip-hop de Washington
Goldlink.

Será interessante ver aonde isso vai chegar. Tenho certeza que muitos usuários não
ficarão contentes com os anúncios. Mas, ao mesmo tempo, acho que o SoundCloud
deixou abundantemente claro que esse serviço é para os artistas – não para os
consumidores. Então, contanto que eles mantenham a mesma ideologia, não devem
encontrar muita resistência dos usuários. Enquanto isso, ouvi rumores que as pessoas
que têm uma conta no SoundCloud podem pedir para serem convidados. Não consegui
confirmar isso, mas imagino que seja só uma questão de tempo.

Biografia do autor: Brandon Seymour é o fundador da Beymour Consulting – uma


agência de marketing e produção de conteúdo na Flórida. Brandon é apaixonado por
música ao vivo e tocou em várias bandas diferentes e centenas de shows nos últimos 15
anos. Você pode segui-lo no Twitter e no Google+.

Dando continuidade ao nosso especial Quero ser Músico, nesta segunda parte vamos
falar sobre o “temido” mercado de trabalho.
Muita gente pensa que ser músico é pegar estrada e tocar no palco #sonho. Mas nem só
de turnês – ou de processos criativos – vive o músico. É justamente isso que mete medo
em muita gente.

Muitos são os mitos relacionados à área, como: será que eu nunca vou ganhar
dinheiro? Ser músico se limita a tocar e viver disso? E se eu nunca for famoso e
não conseguir levantar uma grana com minha banda?

Pois pode se livrar desses medos!

Ao contrário do que muitos pensam, o mercado de trabalho é bastante versátil para


quem quer se especializar em música. Quem se forma na faculdade de música pode ter
empregos que variam de professor de instrumentos ou canto à musicoterapeuta –
vamos falar mais um pouco sobre essa última profissão nos próximos capítulos.

E quem gosta de música desde o “processo de fábrica”, pode também trabalhar com a
construção e manutenção de instrumentos: o famoso luthier. Isso rola porque os cursos
de música oferecem disciplinas que dão base para que você conheça bem o instrumento
no qual queira se especializar.

Já imaginou fabricando um violão do seu jeitinho pra ser tocado por aí?
A professora Walênia Silva, da UFMG, explica mais: “Você não assiste uma
propaganda que não tenha música. O seu celular toca música. Tem a pessoa que
trabalha com vendas, seja de discos ou de instrumentos… são muitas as áreas
relacionadas direta e indiretamente à música”, comenta.

Para além das áreas que já falamos – musicoterapia, luthieria – o site Mundo Educação
aponta as outras áreas que um músico pode seguir:
1. Canto
Atuação em óperas, gravações, recitais etc.; organização e preparação de vocais para
apresentação.

2. Trabalhar em estúdio
Já pensou em ajudar na criação de outros músicos? Você pode trabalhar com mixagem
de álbuns e até auxiliar nos ensaios de uma banda

3. Professores
Lecionar o ensino musical básico em escolas de ensino regular ou em escolas de
música. Você também pode trabalhar de forma autônoma, dando aulas particulares e até
mesmo online

4. Instrumentalista
Atuação com solista em orquestras ou tocar em bandas profissionais, como músico
contratado

5. Pesquisa
Realização de estudos e pesquisas acadêmicas acerca da cultura musical

6. Regência ou maestria
Direção, coordenação e organização de corais, orquestras, etc
O site Forbes Brasil (2013) divulgou no último dia 08 uma lista com as 12 profissões no
mundo da música com os melhores salários. Para quem é verdadeiramente apaixonado
por música e pensa em seguir carreira no ramo, vale a pena dar uma conferida.

Veja abaixo quais são esses empregos e seus respectivos salários:

1. Áudio de Videogame (US$ 18.000 a 150.000/anual)

2. Músico de Orquestra (US$ 28.000 a 143.000/anual)

3. Músico Terapeuta (US$ 20.000 a 135.000/anual)

4. Supervisor de Música em Cinema/TV (US$ 2.000 a 500.000/por projeto)

5. Advogado de Música (US$ 70.000 a 170.000/anual)

6. Maestro (US$ 15.000 a 275.000/anual)

7. Empresário (US$ 20.000 a 1.000.000 ou mais/anual)

8. Engenheiro de Som (US$ 25.000 a 150.000 ou mais/anual)

9. Chefe de Turnê (US$ 25.000 a 125.000 ou mais/anual)

10. Bioacústico (US$ 20.000 a 100.000 ou mais/anual)

11. Músico de Apoio (Superior a US$ 100.000/anual)

12. Assessoria de Imprensa (US$ 25.000 a 200.000/anual)

O que o músico pode fazer e


onde pode trabalhar?

O músico pode trabalhar realizando muitas


atividades, em áreas diferentes, e em lugares
diferentes. Saiba abaixo as principais ocupações e
os principais lugares de trabalho desse
profissional.
Saiba também sobre a profissão de compositor.

Arranjador

Em música um arranjo é a preparação de uma


composição, para que seja executada. Ou seja, o
arranjador reescreve o material pré-existente para
que fique de forma diferente das execuções
anteriores, e mais atraente para o público, deixa a
música mais harmônica.

Fazer um arranjo musical é acrescentar,


reescrever e dar outras características para uma
música inédita, mas respeitando a melodia. Muitas
vezes os próprios compositores fazem os arranjos
para suas músicas.

O músico que faz arranjos precisa ser um músico


experiente, e com muitos conhecimentos
musicais.

O arranjo é usado na composição de músicas para


outros músicos, orquestras, composição de trilhas
sonoras e outras coisas.
 
 

Instrumentista

O instrumentista é o profissional que toca algum


instrumento, como piano, violino, tuba etc.

Um instrumentista pode trabalhar em diversos


lugares, em orquestras, como músico de sessão
(que é um profissional que é contratado para ir até
um estúdio e gravar músicas do contratante) e
fazendo apresentações em eventos (seja solo, ou
com uma banda ou quarteto).

Normalmente esses eventos são: casamentos,


eventos corporativos, reuniões, jantares e até
festas de aniversário. O cache varia bastante,
depende onde vai tocar e o quanto é famoso.
 
Pode tanto ser sua profissão principal, como uma
maneira de ganhar uma renda extra.
 

Maestro

O maestro ou regente, é a figura mais importante


de uma orquestra, ele indica o tempo da música,
quando cada músico deve começar a tocar, a
melodia, ou seja, ele é quem dá a interpretação da
música (é como se fosse um diretor).

Dentro de uma orquestra, o maestro também tem


várias atividades relacionadas a administração,
como selecionar o repertório, e escolher os novos
músicos.

Normalmente um regente é um músico bastante


experiente, que toca qualquer instrumento e acaba
se tornando maestro. Mas hoje em dia, já existem
faculdades de música que possuem habilitação
para regência, e também cursos de regência em
festivais de música.
De qualquer forma, um jovem não vai sair da
faculdade e já se tornar um maestro, é preciso
anos de experiência e estudo de música.

Existem diferentes maneiras para chegar a essa


profissão, uma é ser nomeado pela direção que
mantém financeiramente o lugar em que o maestro
trabalha, ou então, ser escolhido pelos outros
músicos, e raramente pode ser preenchido por um
concurso público.

Em grandes orquestras o maestro sempre é


convidado, não há um processo seletivo.

A remuneração desse profissional é bastante


variável, depende do lugar que o maestro
trabalha. 
 
Profissionais que trabalham em grandes
orquestras ganham muito dinheiro.

Não é uma carreira fácil, pouquíssimos músicos


se tornam maestros, demanda muito esforço e
dedicação.
Produtor musical

Como o próprio nome diz, é o profissional que


trabalha com produção musical. Ele é responsável
por controlar a sessão de gravação e guiar os
músicos e cantores, é quem faz a produção do CD
e determina como vai ficar.
 
Supervisiona todas as etapas da produção
musical, que são:

Pré-produção: Onde são definidos os arranjos e a


estrutura das músicas.

Gravação: Na gravação, a programação da pré-


produção é executada por instrumentos reais, e as
músicas, que já estão preparadas, são gravadas.

Edição: A edição é onde é feito as correções e os


ajustes, todas as notas tocadas vão ficar
perfeitamente no tempo.

Mixagem: É na mixagem que o som de cada


instrumento é limpado, permite que todos os
instrumentos soe com clareza.
Masterização: Nessa fase as faixas são analisadas
e homogeneizadas, em termos de sonoridade e
volume. Completa o processo da mixagem.

 
O produtor musical precisa ter conhecimentos
bastante diversificados sobre gravação e sobre as
tecnologias que envolvem produção musical.

Precisa entender sobre hardware, software, teoria


musical e composição. Também é necessário
entender sobre o mercado da música, ser capaz de
identificar o que é comercial e o que não é, entre
outras coisas.
 
Da mesma forma que outras carreiras na música,
essa também é bastante dependente de contatos.

Enquanto estiver na faculdade, procure um


estágio ou uma vaga de emprego em uma equipe
de produção. É importante que você conheça na
prática como funciona esse mercado.
 
Os estágios nessa área estão bastante
concentrados em grandes centros.
Você pode também produzir coisas por conta
própria, ir construindo um portfólio e conhecendo
pessoas.

O produtor musical é um prestador de serviços,


ele é contratado para um projeto, não é um
contratado de uma gravadora, seu salário não é
um salário fixo.
 

Professor

Professor é uma das profissões mais importantes


do mundo, ele não é só responsável por ensinar e
apresentar a música ao aluno, mas também faz
parte da sua formação como pessoa e como
cidadão.

Se você quer ser professor, a faculdade de


licenciatura em música é mais recomendada.

Hoje, o ensino de música é obrigatório no ensino


fundamental, por conta disso, há uma grande
demanda em escolas para contratar professores
de música. Mas infelizmente, o salário não é muito
atrativo.
Para trabalhar em escolas públicas é preciso
passar por um concurso público.

Além de escolas, o músico pode dar aulas


particulares para pessoas que estejam
interessadas a aprender a tocar algum
instrumento, ou cantar e aprender sobre música.

Se você decidir seguir esse caminho, deve lembrar


que além de professor de música também será um
empreendedor, e é preciso ter em mente que seu
trabalho também vai ser um negócio.
 
 

Professor universitário e Pesquisador

O músico pode também dar aulas em


universidades e contribuir para a formação de
outros músicos. O professor que dá aulas em
universidades, além de professor, normalmente é
pesquisador também.

Para conseguir esse emprego é preciso seguir


carreira acadêmica, e se dedicar muito aos
estudos, fazer mestrado e doutorado.

A função do pesquisador é realizar pesquisas com


intuito de obter mais informações sobre
determinado assunto, contribuir para a melhoria
de algo, e passar conhecimento.

Para trabalhar em uma universidade pública é


preciso passar por um concurso, ou como
temporário. Em faculdades particulares o que
conta é o currículo acadêmico. 

Um pesquisador/professor pode chegar a ganhar


muito bem, mas para isso é preciso tempo e
dedicação.
O início de carreira não paga muito bem, e os
resultados também não aparecem rápido.

As pessoas que se dedicam completamente a


pesquisa podem receber bolsas para se dedicar
somente aos estudos. São ofertadas bolsas para
mestrado, doutorado e para pesquisadores que
participam de um determinado projeto. 

Essas vagas para pesquisadores normalmente são


divulgadas no site das secretarias de extensão
das faculdades. As bolsas normalmente são
concedidas pelo CNPQ, CAPES ou
alguma fundação, como a fundação Araucária.

Para conseguir uma bolsa é importante (não


necessariamente determinante) ter bom
desempenho acadêmico, realizar atividades
acadêmicas e ir bem na prova do
mestrado/doutorado.

Para seguir esta carreira é importante gostar de


estudar, e se envolver no máximo de atividades
acadêmicas que puder.
Quando ainda estiver na graduação, você pode
participar de um projeto de iniciação
científica, outros projetos de pesquisa e participar
de eventos acadêmicos. A participação nessas
atividades contam pontos no seu currículo.

Abaixo falamos sobre algumas áreas de pesquisa


que o músico pode trabalhar.
 

Música e Cultura

Realiza estudos sobre a relação da música com a


sociedade, com a cultura, e com história.

Performance Musical

Tem como foco a performance de um repertório.


Essa área procura aperfeiçoamento técnico, de um
instrumento, ou de canto.

Processos analíticos e criativos


Estudo de diversas modalidades de criação
musical, composição, elementos de estruturação,
arranjo, fonografia etc.

Sonologia

Aborda problemas de criação, estuda o material


acústico e sua vinculação com atividades
musicais. Estuda os processos de criação.
 

Orquestras  

Apesar de muita gente nem conhecer, existem


muitas orquestras espalhadas pelo mundo,
inclusive no Brasil. As orquestras mais famosas
se encontram no exterior, onde a música clássica
é mais popular.

Mas, no nosso país há ótimas orquestras também,


a maioria delas são mantidas por prefeituras ou
governos estaduais. Portanto quando uma
orquestra quer contratar músicos é lançado um
edital, onde são divulgados os processos
seletivos.

Normalmente as seleções são uma audição, que


pode ser de diversas maneiras. Podem pedir que o
candidato execute uma obra que é dada na hora,
ou então pedem para tocar uma música que
escolheu etc.

Quem faz essa avaliação são os principais


músicos das orquestras.

O seu currículo também pode ser analisado, se


você já participou de concertos internacionais,
festivais, se ganhou prêmios etc.

Nas orquestras internacionais o procedimento não


é muito diferente, para entrar é preciso passar por
um processo seletivo, que sempre envolve uma
audição. Muitas vezes essas audições acontecem
em vários países, inclusive no Brasil.

Para entender quem é quem


Gravadora: A gravadora grava a música, mas
trabalha com artistas.

Produtora de áudio: Para quem quer passar uma


mensagem ou uma ideia com áudio e música. Faz
jingles, propagandas, em um jogo pode fazer as
falas dos personagens e até trilhas sonoras.
 
Editora musical: A editora musical trabalha
gerindo obras musicais, funciona como um meio
de campo. Faz negociações com quem vai fazer
um filme, uma propaganda (intermedia a compra
de músicas).
 
Mas as editoras só atendem pessoas jurídicas, se
você se interessa em disponibilizar suas músicas
em uma editora, mas é uma pessoa física,
precisa entrar em contato com o ECAD.

Se você tem uma música que tem um bom


potencial de mercado, uma editora pode ter
interesse em administrar essa música, e pode falar
com um intérprete para gravar
Frentes de trabalho
Além da carreira solo ou atuação em bandas e orquestras, o profissional encontra outras
frentes de trabalho. Ele pode se dedicar a jingles, trabalhar em gravadoras, criar trilhas
sonoras de filmes, canais de televisão e peças teatrais. Ele pode também dedicar-se à
pesquisa acadêmica (resgate da cultura musical e ritmos do presente, por exemplo) ou
ao ensino superior.

“Para estar sempre inserido no mercado de trabalho, o músico deve, além de manter sua
técnica em dia, estar apto para atuar em diversos setores da atividade musical. Por ser
um mercado jovem, que recentemente começou a se profissionalizar, o ambiente do
músico ainda é muito instável”, explica.

Segundo o professor, o músico deve ser flexível e estar sempre pronto para transitar
entre as mais diversas áreas da profissão. “Para isso, é necessário muito estudo,
conhecimento de línguas e aspectos da tecnologia musical.”

Áreas de Atuação
Canto
Você pode usar essa voz maravilhosa, de quem acorda de um sono de 92 horas, em
óperas, recitais, shows e tudo mais. Pode atuar também preparando os cantores de um
coral.

“Ah, mas só ópera e essas coisas de velho”.

Duas razões pra você repensar essa sua frase:

1. Os cantores de ópera têm as melhores vozes.


2. Você sabia que o Fred Mercury (sim, o do bigode)
era cantor de ópera também?
Esse tipo de música te prepara muito bem para diversos outros ritmos e estilos musicais,
já que exige muita habilidade com as cordas vocais.

Composição e arranjo
Adivinha: o profissional de música pode atuar na composição de músicas!

Ele compõe músicas pra qualquer fim: filmes, peças de teatro, orquestras e até jingles
pra campanhas publicitárias.

Ensino
A tarefa aqui é ensinar música das kids da pré-escola até os espinhentos do terceirão.
Obviamente, você também poderá dar aulas em escolas especializadas no ensino de
música. Desafiador, não? Mas é irado!

Porém, pra atuar nessa área, você precisa do curso de licenciatura.

Instrumento
O músico também pode trabalhar como tocador de instrumento. Pode ser em bandas,
orquestras ou então sinistro o suficiente pra seguir numa carreira solo.

Pesquisa
Ué, pesquisa em música? SIM!

O profissional que decidir seguir numa carreira acadêmica pode atuar com pesquisas
sobre os milhares de assuntos da música. Ele pode elaborar artigos, documentos,
aprofundar conhecimento em temas ainda desconhecidos e desenvolver trabalhos que
valorizem a música perante à sociedade.

Produção
O profissional pode trabalhar em um estúdio, fazendo a edição, mixagem e direção das
gravações.
Você acha que é só chegar no estúdio e tocar que o álbum tá pronto?
NANANINANÃO. Tem muito trabalho por trás da mesa de som pra deixar aquela sua
música favorita nos trinques.

Regência
O músico pode mandar nos outros também. Mas não é bem mandar, na verdade, ele
REGE. O profissional pode comandar corais, orquestras e outros tipos de conjuntos
musicais. Ele seleciona a peça e os músicos, ensaia e dirige tudo.

E OS SALÁRIOS?
O mais comum na carreira de um músico é que ele receba por apresentação. Para
trabalhos em casas noturnas, restaurantes, hotéis e outros locais, o profissional pode
começar recebendo cerca de R$ 30 por hora. Esse valor cresce conforme sua
experiência.

Também existe a opção de ter um emprego fixo, em um estúdio ou orquestra, por


exemplo. Em orquestras, o instrumentista pode receber entre R$ 4.000,00 e R$ 8.000,00
por mês. Já em um estúdio, a hora de gravação de jingles, vinhetas e álbuns costuma
variar entre R$ 50 a R$ 500.

O professor de música costuma receber conforme o número de aulas que dá, ou seja,
quanto mais aulas, mais grana.

Se a gente considerar médias salariais no país todo, a remuneração mensal costuma


variar entre R$ 1.000,00 e R$ 4.200,00. Mas é claro que isso depende da sua
experiência, qualidade do trabalho, conhecimento técnico e muitos outros fatores.
Workshop 30 Profissões na Música
Eletrônica por Paulo Cani.
Então, pessoal… eu resolvi dividir a “matéria” desta vídeo aula grátis sobre música
eletrônica em 6 partes. Seis mercados que norteiam a dance music no geral e você pode
explorar para aumentar sua renda extra no fim do mês. Importante lembrar que algumas
profissões se encaixam em diversos cenários, mas é interessante separar pra gente
manter tudo organizado. Nesta oportunidade vamos aprender sobre:

 Cenário 1: Mercado da Atuação.


 Cenário 2: Mercado da Criação.
 Cenário 3: Mercado da Gestão.
 Cenário 4: Mercado da Disseminação.
 Cenário 5: Mercado da Propagação.
 Cenário 6: Mercado da Promoção.

Pessoal é bem comum que após desmembrar as 30 profissões a gente encontre mais 30,
60, 90 e por aí vai. É assim em todos os mercados de trabalho, não é mesmo? Você
descobre uma coisa, depois outra e vai longe! O interessante é dar o pontapé inicial e
depois a criatividade vem de vocês. Falar de todas as profissões do mercado da música
eletrônica iria ser bem (quase!) impossível hahaha vamos lá…

 
 

? Cenário 1: Mercado da Atuação.


1) DJ – Vamos começar pelo óbvio? Tudo bem! Não seja por isto. O DJ é o cara que
faz você dançar, mas em tese não é só isto. Ele é o artista responsável pela seleção de
músicas, mixagem de músicas e por consequência apresentação das mesmas em tempo
real para o público. Este público pode ser durante uma festa, na rádio, em um podcast
online, entre outras, maneiras de promover a música eletrônica.

2) Produtor Musical – O produtor musical de música eletrônica geralmente atua como


DJ para apresentar o seu trabalho ao público. A grosso modo, este é o cara que cria as
músicas próprias que um DJ vai tocar. É importante separar quem cria de quem
reproduz. Mas, hoje em dia, é muito comum a maioria dos DJs atuarem como
produtores musicais, visando conquistar o seu espaço no mercado.

3) Produtor Fantasma – Apesar de pouco falado é importante destacar o complemento


do item 2. O produtor musical fantasma, também conhecido como ghost producer é uma
espécie de artista que não aparece nunca, literalmente. Ele produz suas próprias
músicas, mas vende para outros produtores musicais e/ou DJs que desejarem contratar
os seus serviços e por consequência levar todo o crédito do trabalho.

4) Dançarina(o) e/ou Atriz(or) – Papel fundamental na atuação ao vivo ou em


gravação de vídeo clipes. Uma dançarina, por exemplo, pode se apresentar durante o
show de um DJ, bem como pode trabalhar em uma casa noturna. Por outro lado um
Ator pode vir a ser mocinho do clipe daquela música romântica que você gosta e circula
na internet. É muito comum encontrar dançarinas(os) que são atrizes(ores) e por tal
resolvi juntar na mesma categoria.

? Cenário 2: Mercado da Criação.


5) Fotógrafo e/ou Dono de Estúdio Fotográfico – o fotógrafo trabalha de forma direta
na criação do presskit de um DJ. Ele é responsável por bater as fotos no estúdio ou em
cenários externos, bem como pode vir a acompanhar o DJ em turnês durante as viagens.
Por outro lado, também é bem comum encontrar fotógrafos especializados em fotos de
eventos de música eletrônica, se dedicando a trabalhar nas casas noturnas e festas.

6) Cinegrafista / Produtor de Vídeo – seguindo em paralelo com os fotógrafos, a


galera que trabalha com vídeo também, atua em festas ou acompanha os artistas nas
turnês. Porém, este profissional pode trabalhar para casas noturnas criando vídeo
chamadas para festas ou até mesmo um aftermovie, aquele famoso vídeo que rola
depois da bagunça toda. Por fim não podemos esquecer do importante e rico mercado da
produção de vídeo para clipes musicais, um ótimo campo para trabalhar.

7) Designer – a profissão designer pode ser facilmente desmembrada em inúmeros


complementos, mas mantendo o foco da música eletrônica, este profissional atua de
forma direta na identidade visual de um DJ. Ele quem cria seu logotipo, imagens para
internet e até mesmo o layout de roupas. Outro campo bacana para trabalhar, mais um
vez, são as festas e casas noturnas criando flyers, etc.

8) Publicitário / Marketing – aqui vamos generalizar, porém, assim como a anterior o


papo vai longe para a ocasião. Na maioria dos casos neste universo ele é responsável
pelo marketing digital (internet) dos DJs, casas noturnas, gravadoras, rádios, agências e
assim por diante. Mas, claro que pode vir a atuar em mídias impressas como revista, por
exemplo.

9) Desenvolvedor – as profissões anteriores são facilmente complementadas com o


desenvolvedor. Hoje em dia não só a música eletrônica evoluiu como, também a
internet. Não é novidade pra ninguém! O fato é que este profissional é capaz de
desenvolver sites, aplicativos, hotsites, entre outras, programações especiais que podem
atender o mercado de DJs, casas noturnas e outros já citados.

10) Dono do Estúdio de Gravação – há diversas formas de atuar se você tem um
estúdio de gravação, produzindo artistas, cuidando da engenharia de som, produção
musical, enfim, é um vasto espaço para se preencher. Nem todo artista deste universo
tem rios de dinheiro para bancar uma estrutura em casa, conforme você vai evoluindo é
natural que procure profissionais (e estrutura) acima da sua média para complementar
seu trabalho com masterização, por exemplo.

? Cenário 3: Mercado da Gestão.


11) Empresário – existem diversos tipos de empresários da música eletrônica. Um
deles pode ser aquele cara que está afim de ganhar dinheiro em cima de outros talentos
como, por exemplo, o DJ e produtor musical. Ele pode ser o investidor da carreira e
ganhar sobre o seu retorno. O empresário, também pode atuar como investidor em uma
rede de negócios no universo do entretenimento.

12) Manager / Gerente Geral – é importante que você não confunda este item com o
número 11. O manager é o gerente geral da sua empresa, neste caso, da sua carreira. É
ele quem ditará o caminho do certo e errado para você ser o DJ número 1 do mundo.
Pode acontecer dele atuar como investidor/empresário, também. Mas, não vamos
confundir as coisas! Manager é a pessoa responsável a lhe ajudar a conquistar o sucesso,
em resumo.

13) Booker / Agente – após o excelente trabalho feito pelo manager, é importante que
alguém consiga shows para o DJ se apresentar e o responsável por esta função é
exatamente o booker, também conhecido como agente. Muitas pessoas confundem
booker com management, pois não é todo artista que tem a oportunidade de ter um
gerente geral, logo ele acaba seguindo os conselhos do seu agente. Bom, lembrando:
vender datas.

14) Dono da Agência de Bookings / Agência de Management – conforme o


crescimento do seu negócio for evoluindo vai chegar um momento que você terá
diversos bookers, isto é, agentes trabalhando para você. Nem sempre o dono da agência
atua na forma direta com vendas, então eu resolvi separar, pois ele pode atuar em outros
setores como administrativo, financeiro e por aí vai. Gerenciar uma equipe não é fácil e
merece nosso reconhecimento!

15) Analista e/ou Gerente de Logística – em grandes negócios deste mercado é
comum encontrar o profissional de logística, o qual fica encarregado de, literalmente,
tudo dar certo. A hora que sai o avião, que horas entrar no palco, quanto tempo para
dormir, tempo e distância, sem mais bla bla bla, enfim um profissional de respeito!
Trabalha tanto em Agência de DJs como, também em Casas Noturnas. É comum o
chamarem de Tour Management!

16) Roadie – trabalha de forma direta com toda equipe dos mercados de atuação e
gestão. O profissional responsável pela gestão dos equipamentos, palco, camarim, entre
outras, oportunidades ao lado da equipe em turnê. Ele sempre acompanha os artistas e
sua equipe que seguem viagem para os shows. Geralmente são profissionais da área de
música devido ao alto contato com equipamentos e palco.

17) Estilista – por último e não menos importante vale lembrar das(os) estilistas. Nem
todo artista possui a capacidade de identificar o seu público-alvo e encontrar a roupa
ideal que venda, literalmente, o seu produto que é a sua música. As pessoas, ou seja, os
fãs se identificam com o artista pela sua pessoa como um todo e isto envolve a roupa do
mesmo. Também, vale lembrar que as estilistas decidem as roupas das dançarinas, por
exemplo.

 
 

♻️Cenário 4: Mercado da Disseminação.


18) Dono de Gravadora – o DJ que produz suas próprias músicas, isto é, o produtor
musical, vai precisar de uma gravadora para cuidar de toda a gestão da disseminação do
seu produto que, repetindo, é a sua música. Disseminação neste caso estamos falando de
plataformas virtuais de venda de música, bem como distribuição da maneira correta em
TV, rádio, etc. Creio que isto é bem claro, não é mesmo? Vamos em frente.

19) Produtor Artístico / A&R – conhecido na maioria dos casos como A&R é o
profissional responsável por “artistas e repertórios” de uma gravadora. Provavelmente o
seu primeiro contato com uma gravadora não será com o dono da mesma,
principalmente se você está indo atrás das maiores do mercado. Até mesmo as pequenas
costumam separar o profissional. A&R é o cara que escolhe as músicas/artistas que
assinaram contrato com a gravadora.

20) Dono de Editora – geralmente são esquecidas pelo mercado, pois a grande maioria
generaliza todas as funções no item 18. Mas o dono de editora e seus respectivos
profissionais que trabalham para sua empresa são responsáveis por coordenar a
promoção e publicação das músicas. Sua função é zelar para que haja proteção nos
direitos de uso e assim sendo distribuição dos lucros às partes envolvidas.

 
 

? Cenário 5: Mercado da Propagação.


21) Assessoria de Imprensa – em geral podemos resumir que este profissional é aquele
que distribui notícias aos interessados do mercado. Por exemplo: quando sai uma
música nova de um artista, ele comunica todos os jornais, blogueiros, radialistas, entre
outros, que atuam neste mercado. Por outro lado, atua para casas noturnas,
disseminando a informação sobre os eventos.

22) Jornalista – diferente do item anterior, apesar de formação acadêmica semelhante,


este profissional trabalha para TV, rádio, jornal, revista, portais na internet e hoje em dia
a conversa vai longe. Ele mantém o público final informado através dos respectivos
veículos de comunicação que temos em destaque. Muito, mas muito importante para o
cenário em que vivemos.

23) Blogueiro – repetindo, diferente do item anterior… é comum confundir blogueiros


com jornalistas. Neste universo os blogueiros são responsáveis pela propagação do
conteúdo unindo a notícia com sua bagagem profissional e ou pessoal. Geralmente
trabalham na primeira pessoa e podem ir além não só propagando uma música como,
também, ensinando outros profissionais do mercado. Exatamente o que estou fazendo
agora!

24) Radialista – é bem comum a gente encontrar DJs que também, atuam como
radialistas e vice/versa. Mas, não da pra confundir as profissões e o radialista merece o
nosso reconhecimento. Podem atuar tanto nas tradicionais rádios brasileiras como, hoje
em dia, podem propagar a música e entretenimento para música eletrônica através da
internet pelos famosos e conhecidos podcasts.

25) Professor – todos sabem o que faz um professor, não é mesmo? No mercado que
estamos trabalhando ele pode vir a atuar na propagação de conhecimento. Ele pode
ensinar novos DJs, produtores musicais e assim por diante. Eu, por exemplo, sou
Professor de Marketing para DJs na AIMEC Florianópolis, em Santa Catarina. Então
como vocês podem notar temos um campo gigante para trabalhar.

26) Dono da Escola de DJs – como já falamos lá em cima sobre o dono da agência de
DJs, também é possível encontrar donos de escolas de DJs que em certa época da sua
carreira acabam abandonando as salas de aula. A função de gerenciar inúmeros
professores e alunos acabam tomando conta do seu tempo e não resta muito para
propagar conhecimento de forma direta. Em alguns casos pode virar a se tornar uma
franquia como, por exemplo, a AIMEC Brasil.

? Cenário 6: Mercado da Promoção.


27) Dono de Casa Noturna – o nome já nos leva ao sentido literal, bem como ocorreu
em outras oportunidades já citadas. O dono de casa noturna tem função fundamental no
mercado, pois atua de forma direta na gestão de inúmeros profissionais citados por aqui.
Além de gerenciar, também é responsável por investir em festas e festivais de música
eletrônica que acredita obter retorno financeiro.
28) Comissário de Casa Noturna – é claro que você não vai encontrar o dono da casa
noturna batendo de porta em porta para vender ingressos. Este trabalho é feito por uma
empresa de venda de ingressos para festas de música eletrônica ou pela equipe de
comissários da casa noturna. Geralmente são pessoas bem relacionadas nas suas
respectivas cidades, pois influenciam de forma direta no número total de presentes no
evento.

29) Produtor de Eventos – nem sempre o dono de casa noturna produz os seus
eventos. Ser produtor de eventos ou produtor cultural é uma profissão bem comum
neste mercado, pois ele é responsável pelas ideias e contratações de uma festa. Produzir
um evento de sucesso requer um estudo avançado, este tema será abordado em outro
Workshop no meu blog em breve… fique ligado!

30) Funcionário de Casa Noturna e/ou Eventos – o último item eu resolvi generalizar
um pouco, pois se não a gente iria se estender demais. Mas, você pode trabalhar em uma
casa noturna ou evento de música eletrônica nas seguintes funções: administrativo,
financeiro, legislativo, segurança, limpeza, entre outras, funções importantes para que
tudo ocorra bem. Todas estas, também são facilmente aplicadas em uma Agência de
Bookings, por exemplo, na elaboração de um contrato para seu show será necessário um
advogado especializado e assim por diante.

Bônus item 30 / Relações Públicas – o profissional que trabalha como Relações
Públicas para uma casa noturna, por exemplo, é responsável pela construção da imagem
da mesma. Ele promove e preserva a boa imagem de empresas para com o público-alvo
desejado. É um trabalho árduo e de suma importância, pois atua de forma direta com
fornecedores, logo tem que ser uma pessoa estudada e bem relacionada no mercado. O
profissional de Relações Públicas integra toda uma equipe a fim de entregar um bom
resultado.

Escolha da profissão? Tome Cuidado.


Veja cursos com os 10 piores salários!

Artes, Design, História, Educação Física, Literatura e


Filosofia estão em baixa na lista da revista Forbes. Mas
não se desespere se você escolheu sua profissão nestas
áreas. Há casos de sucesso também. Veja abaixo as 10
piores profissões.
Se você está em dúvida sobre qual curso e profissão
escolher, leia esse post atentamente! Veja os 10 cursos
com os piores salários e menores chances de emprego.
Listas da Revista Forbes, e do jornal Folha de São Paulo.
Engenheiros estão em alta no mundo inteiro. Ganham tanto ou até mais que médicos ou
advogados de sucesso. A maior parte dos cursos da área da saúde está bem posicionada
no mercado, com demanda permanente. Quem se forma em cursos nas áreas de
Tecnologia da Informação também não encontra dificuldades tanto no Brasil quando no
exterior.

 Lista dos piores cursos: Mas, na outra ponta da fila, a revista norte-
americana Forbes apontou as dez carreiras em baixa no mercado mundial. Se o seu
sonho é conseguir logo um emprego ou ficar rico com sua profissão, a revista
recomenda que você fuja dos seguintes cursos de graduação: Antropologia,
Arqueologia, Artes, Música, Design, Filosofia, Teologia, História, Educação Física e
Literatura.

Poucas chances no mercado de trabalho – A revista pesquisou as chances de emprego


e o valor dos salários tanto para os jovens recém-formados nestas dez carreiras, para
profissionais na faixa dos 22 e 26 anos, quanto para os profissionais já mais experientes,
na faixa de 30 e 54 anos. De fato, na média, as profissões da lista não têm salário nas
alturas e as vagas no mercado de trabalho são muito poucas.

Curso Enem 2018 Gratuito

 Aqui no Brasil uma pesquisa do jornal Folha de São Paulo apontou


uma relação de outras profissões relacionadas a cursos superiores de graduação que
estão em baixa no mercado interno por conta das mudanças na economia. Veja a seguir
a lista dos cursos de graduação em baixa e das áreas com excesso de gente já formada
no mercado:

Cuidado com as Áreas de trabalho com Excesso de Profissionais no Brasil – Há


também mudanças no mercado de trabalho provocadas pelo excesso de profissionais
formados em alguns cursos. As carreiras ‘mais complicadas’ para os próximos anos de
acordo com a Folha de São Paulo são estas: Gestão Ambiental, Design Web,
Fisioterapia, Engenharia de Petróleo e Gás, Turismo, Corretor de Imóveis, e mesmo em
algumas áreas de cursos tradicionais, como Administração.
Veja notas de corte para Medicina
 Em baixa – Por exemplo, quem faz Administração pensando em ser bancário ou
Analista de Investimentos está em baixa, porque muitos destes serviços migraram para a
internet, e o cliente ou investidor faz praticamente tudo sozinho. Uma boa dica para
você compartilhar.

Este post está valendo pra você? - Então, compartilhe


com os colegas!
Em alta – Por outro lado, a maior parte das Engenharias e dos cursos da Área da Saúde
são sempre uma boa opção. Veja a lista com  As Profissões Mais Vantajosas do
Brasil. Fique de olho nos caminhos do dinheiro: A economia brasileira está ‘andando
de lado’ ou até mesmo em desaceleração.

Entre as melhores está Medicina. Na pior das piores das hipóteses quem se formar pode
virar médico de prefeituras pequenas ou entrar para o Mais Médicos ganhando R$ 10
mil por mês. Veja aqui como é o curso e as notas de corte do Enem para Medicina.

Veja a lista e por que estas carreiras estão em baixa de


acordo com a Folha de São Paulo:
Gestão Ambiental –  porque o ritmo de novos empreendimentos em Mineração e
grandes obras caiu;

Design Web – porque surgiram novas ferramentas que facilitam a criação e alteração de
sites, exigindo menos funcionários nas empresas;

Fisioterapia – porque diminui a quantidade de vagas disponíveis para esta função (e há


um excesso de pessoas já formadas no mercado);

Engenharia de Petróleo e Gás – Este setor é muito dependente da Petrobrás, e a crise


da empresa vai demorar muitos anos para passar, o que restringe as contratações;

Turismo – os agentes de turismo estão perdendo espaço para ferramentas automáticas


na web, em que o próprio cliente seleciona, faz as reservas, emite os bilhetes ou
vouchers, e faz o pagamento.
Corretor de Imóveis – Além da redução da atividade econômica, que contribui para
limitar o mercado imobiliário, o mercado está saturado destes profissionais.

Confira aqui 10 textos


com nota máxima
Sobre os 10 piores cursos apontados pela Revista
Forbes: 
Mas, será que a revista Forbes está mesmo certa? Será
que não existem profissionais de sucesso nestas áreas que
tem baixos salários e pouca empregabilidade?
A revista está errada se o tema estiver tratado como um veredicto. Afinal, no mundo das
Artes, por exemplo, existem diversos exemplos de sucesso. Pablo Picasso estudou artes
e virou um dos mestres da pintura contemporânea. Ficou podre de rico vendendo
quadros, como Salvador Dali também.  A artista plástica brasileira Adriana Varejão
ganha centenas de milhares de dólares com as suas esculturas e instalações
contemporâneas ao ar livre em todo mundo.

Pensou em desistir de Filosofia, História ou Teologia? Pois olhe que pode até ser uma
boa insistir em uma profissão nessas áreas. Quanto não ganham por mês os
conferencistas da área que seduzem auditórios no Brasil inteiro?

O conferencista filósofo Cortella


Só o professor Sérgio Cortella (foto), filósofo da Pontifícia Universidade Católica de
São Paulo, e com formação em história e teologia faz uma dúzia de palestras por
mês. Ele não cobra menos de cinco a dez mil reais para sair de casa,e tem agenda
cheia. Mário Sérgio Cortella é um profissional de sucesso e que se formou em cursos da
área de humanidades, e que são mal cotados pela Forbes.

Lula – o palestrante mais caro da história do Brasil


É claro que o que Cortella ganha por palestra é muito menos do que o ex-presidente
Luís Inácio Lula da Silva, que recebia em média R$ 300 mil por palestra de uma hora
que fazia para funcionários de empresas da construção civil (empreiteiras).
Lula: conferencista que cobra caro
 E olha que Lula nem precisou fazer uma carreira de palestrante ou ter resultados
administrativos para mostrar. Mesmo assim virou o conferencista mais bem pago da
história Brasil.  Nunca antes na história deste país uma pessoa ganhou tanto dinheiro
assim fazendo conferências para um grupo de poucas empreiteiras, em salas fechadas
para poucos funcionários. Em menos de quatro anos juntou 27 milhões de reais com
este esquema.

É, ficou rico mesmo, ganhando R$ 14 mil reais por minuto de conferência. Mas, depois
que estourou o escândalo de corrupção conhecido por Lava-jato, as empresas nunca
mais contrataram o Lula para fazer as palestras milionárias. A Polícia Federal e o
Ministério Público Federal afirmam nas investigações da Lava-jato que estas palestras
para empreiteiras ‘ninguém viu’ , pois não há gravações ou listas de presença, apenas
notas ficais e dinheiro na conta.

Músicos que se destacam ficam milionários

Zezé di Camargo & Luciano


Outra exceção que se encontra na lista da revista Forbes é a profissão de músico. É claro
que muita gente fica pelo caminho, sem conseguir um lugar ao Sol como cantor ou
cantora, ou como um instrumentista valorizado.

Mas, quem passa na peneira do gosto popular ou mesmo na música erudita tem chances
de ganhar muito bem. Quanto não ganha uma dupla como Fernando & Sorocaba, Zezé
de Camargo & Luciano, ou uma cantora como a Ivete Sangalo por show?

10 profissões que surgiram com a


Tecnologia
Conheça dez carreiras que nasceram com a tecnologia e estão em alta no mercado!
A tecnologia definitivamente transformou nosso mundo para sempre. Se não acredita,
imagine-se vivendo as seguintes situações:

 Ficar seis meses sem internet


 Não ter um smartphone
 Não usar qualquer aplicativo de geolocalização (mapas)
 Viver sem poder mandar mensagens pelo celular
 Não ter conta em nenhuma rede social
 Ouvir música somente no formato de CD ou LP

Dá para pensar na vida sem essas facilidades? Difícil, não é?

Descubra a faculdade certa pra você em 1 minuto!

O fato é que cada nova tecnologia abre todo um mercado para novos profissionais.
Somente nas últimas décadas vimos dezenas de profissões surgirem: desenvolvedor de
aplicativos, analista de mídias sociais, engenheiro de software, especialista em
marketing digital, etc.

Enfim, se você é fissurado em novidades e quer trabalhar em algo realmente inovador,


dê uma olhada nas 10 profissões que surgiram com a tecnologia. De repente uma delas é
a ideal para você!

1. Cientista de Dados
Com conhecimentos científicos e um olhar analítico, é o profissional capaz de
organizar, decifrar e extrair informações estratégicas a partir da quantidade gigantesca
de dados que as empresas têm gerado nos últimos anos – o tal Big Data. É a carreira do
momento!

O cientista de dados pode ter formação em Matemática, Estatística, Engenharia ou em


qualquer curso da área de Tecnologia da Informação. Com ainda poucos profissionais
especializados no mercado, os salários oferecidos estão nas alturas e o campo de
trabalho está mais do que aquecido!

2. Desenvolvedor de Aplicativos
O desenvolvedor de aplicativos surgiu há pouco tempo, junto com a popularização dos
smartphones. É um mercado que está em plena ebulição no mundo todo, recebendo
incentivos públicos e privados. Muitas empresas iniciantes, as chamadas start-ups, estão
centradas em desenvolver ou aperfeiçoar algum aplicativo – e aqui entra a figura central
do desenvolvedor. É ele quem define a arquitetura do programa, a linguagem, as etapas
de criação, a navegação, etc.

3. Marketing Digital
O profissional de Marketing Digital tem a missão de entender o público-alvo da
empresa para a qual trabalha – seus hábitos e desejos de consumo – e, com isso em
mãos, desenvolver ações para alavancar as vendas de um produto ou melhorar a imagem
de uma instituição na internet. Também pode fazer estudos de mercado para definir o
posicionamento mais adequado de determinado produto ou serviço nas redes.

4. Analista de Mídias Sociais


O analista de mídias sociais sabe exatamente como uma determinada empresa ou figura
pública deve se portar nas redes: como se “vender”, como interagir com o público,
como reagir em caso de repercussões negativas ou crises, o que é politicamente correto
e o que deve ser evitado. Nos últimos anos, as redes sociais passaram a ocupar um
espaço imenso nas nossas vidas. E isso, obviamente, não passou despercebido no
mercado. Hoje, os profissionais dessa área são disputados e têm um mercado bastante
diverso à sua disposição.

5. Tecnologia da Informação (TI)


Os profissionais de TI estão por aí já há algum tempo, mas esta é uma carreira que está
sempre se atualizando. Conforme a tecnologia avança, mais campos de atuação vão se
abrindo para quem trabalha na área e mais oportunidades de trabalho surgem. São
inúmeras as carreiras ligadas à TI – desde a infraestrutura que conecta redes de
computadores até a proteção e armazenamento de dados importantes. Embora seja um
mercado sempre em alta, faltam profissionais especializados para dar conta da demanda.

6. Desenvolvedor de Jogos
Outro mercado que se transformou radicalmente nos últimos anos foi o de jogos. Pense:
há algum tempo tínhamos apenas os videogames e um ou outro joguinho para
computador. As plataformas se expandiram e hoje podemos encontrar jogos em diversos
formatos, até nos nossos telefones. Alguns, inclusive, são pensados para vender ou
divulgar produtos – o que prova que outros mercados já abriram os olhos para o poder
dos games. O desenvolvedor de jogos é capaz de pensar a estrutura e o objetivo de um
jogo, criá-lo para diversos formatos (web, mobile, videogames, etc.) e expandi-lo se for
preciso.

7. Desenvolvedor Web
Junto com o pessoal de TI, o desenvolvedor de web já é um velho conhecido do
mercado. Mas também é uma profissão muito mutante, já que há sempre uma nova
tecnologia a ser aprendida. Os desenvolvedores web atuam na criação de sistemas para
internet (publicadores, comércio eletrônico, sistemas de intranet para empresas, por
exemplo) ou na adaptação de sistemas já existentes. É normal que se dedicarem a
alguma linguagem de programação (Java, .NET, JavaScript, PHP, Ruby, etc.). Também
é um mercado que carece de profissionais especializados.

8. Engenheiro de Software
O trabalho do engenheiro de software mistura tecnologia da informação,
desenvolvimento web e engenharia. É o profissional que concebe, desenvolve e expande
softwares e aplicativos, mas também está de olho na infraestrutura, na arquitetura do
produto e na análise de requisitos. O engenheiro de software deve ter um olhar analítico
e mercadológico daquilo que desenvolve. Também deve saber gerenciar pessoas,
elaborar relatórios e gerar documentação. É um dos cargos que o Google mais contrata,
por exemplo.

9. Especialista em e-Commerce
Qualquer empresa que queira ampliar seus negócios busca no comércio eletrônico (e-
commerce) uma forma de alcançar mais clientes. E esse tipo de transação eletrônica está
se expandindo, chegando a plataformas diferentes como telefones e tablets. O
especialista em e-commerce é uma profissão surgida com a chegada da internet e deve
continuar se expandindo com as próximas transformações. Ele é capaz de indicar as
tecnologias mais confiáveis, implantar sistemas de compra e venda e garantir a
segurança das transações feitas nesses ambientes.

10. Influenciadores digitais


Os influenciadores digitais são aquelas pessoas que têm muitos seguidores nas redes
(blogs, YouTube, Facebook, Instagram, Snapchat, etc.) e se transformaram, com o
avanço da tecnologia, em formadores de opinião, criadores de tendências de consumo,
promotores de marcas, etc. É uma atividade ainda muito nova, que começou com o
blogs e hoje encontra diversos formatos. Existem influenciadores digitais em política,
na moda, na tecnologia, em viagens, estilo de vida, decoração, enfim, em tudo o que
você imaginar.

PROFISSÕES QUE PROMETEM

Muitas profissões somem, muitas apresentam muitos profissionais e poucas


vagas e outras, bem, apresentam um futuro promissor. Conforme desaparecem
certas profissões, novas profissões surgem. Este é um círculo vicioso. As
profissões em alta variam conforme a região do país, mas no geral, áreas como
saúde, meio ambiente, lazer, biotecnologia, turismo, informática e educação
tendem a se destacar. De forma mais centralizada, se analisarmos o Mercado
da região Sul do País, percebemos que profissões relacionadas à Informática,
Engenharia e setores da Indústria estão em destaque. Mas então, quais são
as profissões em alta no Brasil?

INFORMÁTICA – A área da Informática tem crescido cada vez mais


no país e no mundo, com isso surgem inúmeras vagas para
profissionais como analistas de sistema, programadores, engenheiros de
mobilidade, web designers,gerentes de TI etc.

CONSTRUÇÃO CIVIL – O crescimento do mercado Imobiliário tem


como resultado uma maior necessidade de profissionais ligados à
construção civil, com isso, engenheiros, arquitetos, designers de interiores,
construtores(pedreiros), eletricistas entre outros profissionais, têm sido
muito valorizados.

ENGENHARIA ESPACIAL – O Brasil depende muito de outros países


quando se trata de tecnologia espacial. Atualmente há um grande
investimento nessa área, o que torna a profissão uma boa escolha.
Fiquem sabendo que um engenheiro espacial recebe um salário de cerca
de 10 mil reais. Para saberem mais sobre a profissão, cliquem aqui.

COMÉRCIO ELETRÔNICO – As vendas pela internet têm crescido


muitíssimo no país, deste modo, têm surgido no mercado inúmeras
vagas para profissões ligadas à área, tais como analistas de sistemas,
webdesigners, analistas de mídias digitais e marketing digital, segurança da
informação e arquitetura da informação etc. Com certeza estas profissões
prometem.

GESTÃO AMBIENTAL - Nunca se falou tanto em sustentabilidade


quanto hoje em dia. A cada dia, mais e mais empresas têm investido
em consciência ambiental. Com isso, surgem vagas no Mercado para
administradores com formação em marketing e especialização em gestão
ambiental, além de muitas vagas para outras profissões ligadas à
sustentabilidade, como gerente de Eco Relações.

PETROQUÍMICA - Agora que o Brasil descobriu novas fontes de


petróleo, têm surgido no Mercado vagas para profissionais formados
em química. Por que? Simples, os químicos participam de todas as
etapas de “produção” dos derivados de petróleo. Um número
interessante, um químico júnior pode ganhar cerca de 6 mil reais por
mês trabalhando na Transpetro.

 
7 carreiras possíveis na música
Uma geral em algumas das carreiras possíveis na música, para quem quer viver de
música, mas tem medo de não conseguir ganhar o suficiente
Muitos músicos, iniciantes ou não, têm a vontade de seguir carreira. Muitas vezes
pensamos apenas naquela possibilidade que nos levou à música, sem pensar que existem
várias formas diferentes de viver disso – e, não raro, usamos mais de uma!

Vamos dar uma olhada em algumas das principais carreiras dentro da música:
1. Trabalho autoral

Show de lançamento do
meu primeiro álbum, Prototype: Freedom. Na foto, Matteo
Papaiz na guitarra,Thiago Consorti no baixo e Pedro
Torres na bateria. Foto por Lucas Trabachini
Ainda que muitos de nós (talvez a maioria) tenha começado na música pensando nisso,
a verdade é que viver do seu trabalho autoral exige muito, muito tempo, esforço e
dedicação. Inclua aí uma genuína vontade de se aprimorar continuamente, a paciência
de treinar as mesmas músicas todos os dias, e ainda uma série de coisas que não são
diretamente relacionadas a fazer música: a não ser que você tenha sido escolhido a dedo
por um produtor (os casos são raríssimos), você vai ter que aprender a vender seu
trabalho, marcar ensaios, conseguir casas de show para tocar, negociar cachê… E
geralmente leva tempo para os frutos virem. Se estiver disposto a isso, não faltam
exemplos de sucesso!

2. Compositor(a) de trilhas sonoras

É comum compositores de
trilha sonora trabalharem em seus home studios
Como compositor(a) de trilhas para cinema, games, TV ou publicidade, sua música não
será feita “pra você”: ela servirá à mídia para a qual foi feita. Nesse sentido, você terá
que criar com as limitações do tema escolhido pelo diretor do projeto, da emoção a ser
veiculada em cada momento, do espaço disponível para a música (seja ele medido em
tempo de cena ou em bytes de armazenamento num jogo mobile)… E, dentro dessas
restrições, sua liberdade autoral vai até onde o diretor concordar! Pra mim, essas
restrições são excelentes para estimular a criatividade.

3. Professor(a)

Dar aulas de música


costuma ser uma ótima opção para quem toca bem um
instrumento e sente facilidade em explica-lo
É difícil achar um autodidata “genuíno” na era do YouTube. A grande maioria dos
músicos de hoje teve um mentor, seja numa sala de aula, seja num curso online ou em
videoaulas na internet. Arrisco dizer que a maior parte dos músicos profissionais já deu
aulas, e muitos mantêm o ensino como uma fonte de renda fixa enquanto trabalham
numa carreira mais autoral, por exemplo. E, para alguns, o prazer de passar o
conhecimento adiante se tornou a carreira principal! Poucas coisas são tão gratificantes
quanto ver os frutos do trabalho dos seus alunos 🙂

4. Músico acompanhante e/ou de estúdio

Guitarrista, baixista,
baterista, violonista… a maioria dos artistas solo precisa
de pelo menos mais um músico para gravar e tocar ao vivo
Pense em cantores muito famosos – de Katy Perry a Roberto Carlos. Para gravar discos
e fazer shows, eles precisam de a banda, certo? Aí entra esta categoria de músicos.
Ambos os tipos precisam de uma técnica bem polida (ainda que não precisem ser
necessariamente virtuoses em seus instrumentos) e versatilidade de estilos – afinal,
podem aparecer trabalhos de sertanejo, rock, MPB, samba… E músicos de estúdio em
geral também precisam ler partituras muito bem, já que muitas vezes o primeiro contato
com a música que vão gravar é direto na sala de gravação.

5. Youtuber

Não precisa de uma câmera


deste nível para ser Youtuber! Mas é bom saber um pouco
de filmagem.
Fazendo vídeos de música ou de qualquer outro assunto, aqui você vai disputar com um
mar de concorrentes. Vai precisar também investir em equipamentos de gravação de
áudio E de vídeo, e vai ter que estudar bastante sobre edição de vídeos. Além disso, sua
ideia de canal tem que convencer muita gente – o YouTube paga por visualizações de
anúncio, e cada visualização te rende milésimos de centavo. Pra realmente ganhar
dinheiro com um canal, você vai precisar de muitos vídeos com dezenas de milhares de
views. Ainda assim, é um trabalho muito gostoso de fazer, e pode servir de suporte a
outra carreira principal, como professor(a) ou com seu trabalho autoral. E quem sabe
você não faz o próximo vídeo viral de música?

6. Compositor(a) de bibliotecas de música

O site Audio Jungle é uma


das bibliotecas de som mais acessadas, e é relativamente
fácil subir conteúdo nele.
Pouca gente sabe que existe um negócio com grande potencial de renda: as bibliotecas
de música. Imagine a seguinte situação: uma empresa que faz vídeos corporativos, por
exemplo, precisa de música para o vídeo de treinamento de um cliente de baixo
orçamento. Não há dinheiro para contratar um compositor que crie uma música
exclusiva para aquele vídeo (e nem necessidade). Por um valor menor, eles podem
comprar uma “trilha branca” – uma música livre de royalties feita para casar com
emoções “padrão” (música “emotiva”, música “de ação”, música “romântica”…). Como
essa música pode ser usada em várias mídias diferentes, a empresa paga um valor menor
pelo uso e você pode lucrar vendendo a mesma música várias vezes. Evidentemente,
trilhas de biblioteca não servem apenas para vídeos corporativos de baixo orçamento,
mas são comumente usadas também em publicidade, rádio, programas de TV…

Muita gente vive apenas disso, e você nunca ouviu falar dessas pessoas! Bons lugares
para começar a publicar suas trilhas são o Audio Jungle, a Jacarandá Licensing (criada
pela mesma mente do nosso parceiro Pro Audio Clube) e a Unity Asset Store
(exclusivamente para jogos).

7. Engenheir@ de som

Pilotar a mesa de som (ou a


DAW) também é um trabalho muito criativo!
Nem só de tocar e compor vive o músico. Ainda que a carreira de engenheir@ de som
não exija conhecimento sobre composição musical ou um instrumento, é certamente
algo que atrai apaixonados pela área. Seu foco é em criar boas mixagens e/ou
masterizações para trabalhos de diversos tipos de música, atingindo uma qualidade
sonora profissional. É um trabalho que aplica a criatividade de forma diferente, na busca
de soluções sonoras a partir de volumes, compressores, equalizadores, reverbs… Tudo
isso, com sorte, dentro de um belo estúdio.

Vale dizer que várias das carreiras acima (compositor(a) de trilhas, de bibliotecas,
youtuber) exigem um certo conhecimento nessa área, pois geralmente é o mesmo
indivíduo que faz a música em todo o seu processo, da criação até o resultado final –
pelo menos no início!
7 projetos que usam a música como
ferramenta de transformação
Redação Observatório 3º Setor 8 de janeiro de 2018

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Por Gabriel Higute

“Se a música é o alimento do amor, toque” – William Shakespeare.

A música é uma expressão cultural universal que une as pessoas. Não se conhece
nenhuma civilização que não possua manifestações musicais em sua cultura. Qualquer
um pode fazer música, desde o simples batuque em uma mesa até o arranjo de uma
grande orquestra. Com base nisso, entidades do terceiro setor buscam na música uma
forma de promover a inclusão social e o desenvolvimento físico e intelectual de pessoas
de todas as idades, podendo levar o jovem em situação de vulnerabilidade social para
longe da criminalidade ou funcionar como terapia para uma pessoa com deficiência
intelectual, por exemplo.
Conheça a seguir sete projetos que utilizam a música como ferramenta de transformação
social.

1 – Som+Eu
O Projeto Som+Eu foi fundado pela Associação Cultural de Amigos da Providência, a
fim de promover a democratização e a ampliação da cultura. Por meio de aulas de
educação musical para crianças e adolescentes, busca trazer qualidade de vida e
desenvolvimento cultural e artístico para seus participantes. Atualmente, conta com
duas sedes, uma no Morro da Providência, no Rio de janeiro e a outra em Campos
Elíseos, em Duque de Caxias (RJ). Além das sedes, o projeto fornece aulas para
algumas escolas da rede pública.

2 – Projeto Guri
O Projeto Guri oferece, gratuitamente, cursos de iniciação musical, luteria (construção e
manutenção de instrumentos musicais), canto coral, instrumentos de cordas, sopro,
percussão e teclas para crianças e adolescentes de 6 a 18 anos. Conta com mais de 400
polos de ensino espalhados por todo o Estado de São Paulo, além de ter polos em
unidades da Fundação CASA. O Guri é considerado o maior programa sociocultural
brasileiro e, atualmente, tem 49 mil alunos atendidos por ano.

3 – Praticatatum
O Praticatatum atua em São Paulo e começou em 2008, oferecendo cursos de percussão
gratuitos. Tem como objetivo promover a cidadania, a sensibilidade, as habilidades
artísticas e intelectuais dos jovens, utilizando os valores que o conhecimento musical
traz, como trabalho em equipe, respeito mútuo e portfólio cultural, além de desenvolver
a coordenação motora, a percepção auditiva e o espírito crítico do jovem. Atualmente
tem cerca de 700 participantes de 6 a 20 anos estudando percussão, musicalização
infantil, violão, guitarra, contrabaixo, teclados, instrumentos de sopro e cordas.

4 – Ação Social pela Música do Brasil


A ASMB – Ação Social pela Música do Brasil é uma organização não governamental
que surgiu do sonho do maestro David Machado em 1994. O projeto visa levar a música
clássica para crianças e adolescentes que vivem em comunidades em situação de
vulnerabilidade social e estimular a formação de orquestras jovens. Através da educação
musical, a ASMB busca promover a inclusão social e a formação da cidadania nesses
jovens. Possui 4 núcleos na cidade do Rio de Janeiro, 2 núcleos em Petrópolis e 1
núcleo em Piraí, além de 2 núcleos fora do Estado do Rio de Janeiro, localizados em
João Pessoa (PB) e Ji-paraná (RO).

5 – Samba para todos


Localizada em São Paulo, a instituição Casa de David, que trabalha abrigando pessoas
com deficiência intelectual, física e com autismo realiza o projeto “Samba Para Todos”.
Por meio de aulas de instrumentos de percussão de bateria de escola de samba, o projeto
promove a inclusão social dessas pessoas e ajuda em seu desenvolvimento físico e
cognitivo. O curso é dividido entre “Recreação Sambística”, com os alunos de maior
comprometimento mental e físico, e “Ensaio Técnico”, com alunos com menor
comprometimento mental e físico.

6 – Grupo Cultural AfroReggae


O Grupo Cultural AfroReggae foi fundado em 1992, no Rio de Janeiro, e tem como
objetivo reduzir as desigualdades sociais e combater o preconceito através da
disseminação da arte e da cultura como instrumento de transformação social. Na área
musical, o grupo oferece gratuitamente cursos de percussão, canto, guitarra, violão,
bateria e de instrumentos de musica clássica, como flauta, clarinete, violoncelo, violino,
trombone e trompete. Além de oferecer um estúdio musical para aulas de produção
musical e gravar artistas interessados.

7 – Música Para Todos


Fundado em 1999, o projeto Música Para Todos atende prioritariamente crianças e
adolescente de Teresina (PI) e de cidades vizinhas que cursam o ensino básico, mas
também oferece cursos para jovens, adultos e idosos interessados. Com o objetivo de
investir no potencial e na sensibilidade humana, o projeto oferece cursos de bateria,
contrabaixo elétrico e acústico, flauta, percussão, teclado, violão popular e erudito,
violino, violoncelo e viola.

O mercado de trabalho é sempre movimentado para a área de música, uma das


expressões artísticas mais populares da nossa sociedade. Os trabalhos de execução de
instrumentos de música popular são mais disputados, principalmente porque não existe
exigência de diploma para a atividade. No entanto, os músicos com preparação
acadêmica têm um maior arcabouço teórico, capacitando-os melhor para a composição,
regência, arranjo e criação de trilhas sonoras. Nos concursos públicos para orquestras,
exige-se o diploma, assim como para a docência. Para dar aulas em faculdades os
músicos precisam da pós-graduação, que os habilita para o ensino superior. A expansão
do mercado fonográfico trouxe boas oportunidades para os profissionais da área,
gravadoras e produtoras absorvem boa parte dos recém formados. A área de restauração
de partituras antigas também requisita os conhecimentos desse profissional. Outro novo
nicho que surgiu para os profissionais é a produção de trilhas sonoras exclusivas para
websites e cd-rom’s.

Leia mais em: https://www.portalsaofrancisco.com.br/profissoes/musica


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Ofertas de Emprego A área que mais emprega é a do ensino, para aulas em escolas
públicas e privadas, conservatórios e universidades. As produtoras fonográficas também
são grandes empregadoras, requerem um profissional qualificado e com bons
conhecimentos em informática aplicada. Empresas que mantém institutos culturais
também absorvem parte desses profissionais, como o projeto “Tim Música nas
Escolas”. Ong’s e Oscip’s ligadas à difusão e preservação cultural da música necessitam
das habilidades desse profissional e também são empregadoras. A pesquisa acadêmica
também é uma atividade para os formados em música. Institutos de fomento,
universidades e fundações culturais aplicam recursos para o desenvolvimento de
pesquisas e acolhem os trabalhos do musico profissional graduado

Leia mais em: https://www.portalsaofrancisco.com.br/profissoes/musica


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Mercado de trabalho no Brasil

No Brasil, a parcela da população que consome música erudita é pequena. Por isso,
quem busca formação clássica também precisa estar aberto para atuar em outras áreas,
como música popular brasileira e mesmo acompanhar bandas de sertanejo, rock, axé e
pop.

Em termos formais, não é preciso ter diploma universitário para exercer a profissão.
Porém, em alguns casos é exigido uma carteira profissional emitida pela Ordem dos
Músicos do Brasil (OMB), autarquia federal que regulamenta a profissão e os interesses
da classe. E para lecionar, a formação acadêmica completa é obrigatória.

De acordo com a lei, todos os músicos devem ter contrato com seus empregadores,
mesmo as bandas que se apresentam em bares e casas de show. Porém, na prática isso
não acontece com a frequência que deveria, o que aumenta a insegurança profissional.

E os jovens músicos devem estar preparados, acima de tudo, para diversificar sua fonte
de renda, pois mesmo instrumentistas de orquestra com contrato fixo ou professores
universitários costumam ter mais de uma atividade profissional. É comum encontrar
músicos que dão aulas particulares, tocam com banda própria, são contratados para
acompanhar artistas e compõe jingle publicitário, tudo ao mesmo tempo.

Apenas aqueles raros músicos que atingem o auge do sucesso conseguem viver bem
com uma única renda. Mas a maior parte dos profissionais brasileiros, precisa dominar
diversas áreas de atuação. Por isso, a dica para os jovens que sonham em seguir essa
carreira é dedicar-se ao estudo teórico e à prática, mas também desenvolver uma ampla
rede de contatos e ser flexível quanto às possibilidades futuras.
Em inglês, o termo “compositor” é escrito como “songwriter”; e em alemão.
“liedermacher”. Na prática, o escritor da letra de uma música também é referido como
letrista.

Suas principais características são:

 autoconfiança
 boa audição
 capacidade de liderança
 desembaraço
 disciplina
 equilíbrio emocional
 espírito empreendedor
 facilidade de expressão
 habilidade para trabalhar em equipe
 interesse pela natureza humana
 interesse pelas artes
 intuição

Além disso, quem compõe é considerado o criador original da música, e com isso, ele
terá o direito autoral dela, sendo sua titularidade de posse de sua obra intransferível.
Todos os compositores devem registrar suas obras na Escola Nacional de Música,
apresentando partitura e letra.

Mercado de trabalho

O mercado para o consumidor, ainda não é muito amplo. Mas o mesmo pode atuar em
Bienais e festivais de música e salas de concerto. Intérpretes e conjuntos especializados
na música de hoje são ótima fonte de trabalho para o compositor e, em geral, oferecem
uma opção mais segura de boa interpretação da produção contemporânea.

Formação
Um compositor não necessariamente precisa ter diploma, para quem quer se dedicar à
música popular. Mas, se quiser reger orquestras, ou tocar, tem de ter formação em
Universidade (bacharel em música) ou conservatório.
Musicoterapia como programa
Quem pretende ingressar na área, o ideal é consolidar o saber formal da musicoterapia
em um programa completo de graduação. O processo vestibular cobra questões pontuais
e não pede aptidão em instrumento. O ingressante passa pelo vestibular comum –
biológicas humanas e exatas.

Os melhores programas segundo avaliação do MEC estão na Federal de Goiás (UFG),


na Faculdade de Artes do Paraná, no Conservatório Brasileiro de Música no Rio de
Janeiro, e nas Faculdades Metropolitanas Unidas, FMU, de São Paulo.

A especialização possui modalidade de educação a distância e presencial. Pela questão


da prática e a atividade musical estarem atreladas a um desenvolvimento fisiológico, o
programa presencial merece maior deferência.

Mercado de trabalho e áreas de atuação.


O mercado de trabalho para o profissional da música é bem amplo e com boas
oportunidades. Para quem trabalha na área, o cenário sobre as atuações estão bem
divididos. Boa parte dos músicos atuam como professores em escolas, ongs e
instituições e a outra parte vive da prática, tocando em orquestras, fanfarras, bandas e
seguindo como cantor/compositor.

Essas são algumas das áreas onde o profissional em Música pode atuar:

• Escolas: O músico licenciado poderá atuar em escolas públicas ou privadas como


professor, sendo responsável pelas aulas de músicas, instrumento, regência de coral,
preparação de apresentações artísticas e musicais.

• Cursos livres: O músico pode utilizar dos seus conhecimentos para oferecer aulas
particulares, workshops, cursos de temporadas, aprimoração e aperfeiçoamento.

• Produtoras musicais; São profissionais da música responsáveis por produzir,


controlar, guiar músicos e cantores para gravações, além de supervisionar todas as
etapas desse processo: pré-produção, gravação, edição, mixagem e masterização.

• Empresas de eventos: Profissional responsável por se preocupar com o som do


ambiente, desde os aparelhos necessário, tipo de evento e que tipo de música pode
conter, estuda o material acústico, organiza e prepara banda, músicos e coordena
grandes eventos.

• Entidades ligadas à cultura: Realiza estudos sobre a música na sociedade, influência


com a cultura, história e realizações. Desenvolve e aplica projetos e festivais. O
profissional pode trabalhar em órgãos como prefeituras e outras instituições.• Editoras
de partituras musicais: Profissional responsável por elaborar, criar e dar vida à música
pelas partituras. Trabalho delicado, as vezes feito a mão mas que hoje também recebe
ajuda de diferentes softwares e da tecnologia.

• Igrejas, eventos, corais e orquestras: Podem atuar como regentes ou instrumentistas


nessas atividades.

• Cantor: Profissional da música que utiliza talento, conhecimentos e técnicas


adquiridos para cantar. Responsável pela carreira, composições, arranjos e outros
materiais necessários.

Música tocando negócios: saiba como empreender no setor musical

Guia ajuda você a empreender na música. Veja indicadores sobre esse mercado, sua
relação com economia criativa e saiba como obter sucesso na indústria musical.
A música talvez seja a
expressão artística mais presente no cotidiano da sociedade brasileira, abrangendo
todas as classes sociais, de qualquer cidade, e consumida por diferentes faixas etárias.

E, ao contrário do que normalmente se imagina, a indústria da música não está restrita


apenas ao grande mercado, ao grande hit, à grande estrela da música. Há também
milhares de micromercados, de minihits e de artistas satélites.  

As oportunidades de negócios são para todos, da corporação multinacional ao músico


independente.

Ou seja, viver de música é possível, mas também tem suas dificuldades.  Existem
muitas oportunidades de negócio para quem deseja empreender na indústria da música.
Mas, como em toda atividade econômica, também existem muitos riscos e adversidades.
O panorama do setor
O negócio da música envolve uma série de profissionais. São autores, artistas, técnicos,
produtores, empresários, profissionais liberais, além dos veículos de comunicação.

Existem empresas que fornecem produtos e serviços, órgãos e entidades que regulam e
fiscalizam o setor. Essa cadeia de pessoas, processos, produtos e serviços – além do
público consumidor – forma o que se chama indústria da música, gera renda e emprega
milhares de pessoas no mundo inteiro.

Atualmente, existem 91.023 pequenos negócios formalizados operando na indústria da


música no Brasil. As oportunidades de negócio estão distribuídas em 14 atividades
econômicas, abrangendo as atividades fonográficas, de direitos autorais e do show
business. E contemplando todas as etapas da cadeia produtiva da música.

A publicação

O objetivo do guia Música


Tocando Negócios é aumentar as suas chances de sucesso nesse cenário. Com ele, você
vai entender o conceito de alcançar o sucesso nesta indústria e aprender como construir
as condições necessárias para viver da música.

Ou seja, para que possa realizar sua vocação sendo capaz de não somente pagar todas as
contas do presente, mas também possuir recursos disponíveis para investir no futuro e
garantir uma aposentadoria satisfatória - tudo isso com atividades relacionadas à
música.

 Na primeira parte da publicação, você terá acesso a


informações introdutórias sobre o negócio da música
no Brasil. Também vai conhecer números, tabelas e
gráficos sobre o mercado musical brasileiro, além de
entender como a indústria da música se relaciona com
a economia criativa (com o mercado de audiovisual,
por exemplo).
 A segunda parte é dedicada aos temas empresariais,
como gestão da carreira musical, desenho de modelos
de negócios, comportamentos empreendedores,
processo de abertura de uma empresa, marketing 2.0
aplicado à música, ferramentas para controle
financeiro e fontes alternativas de financiamento de
projetos musicais.
 Um pequeno glossário esclarece ainda os principais
termos técnicos relacionados com a indústria da
música.

ANÁLISE DE TENDÊNCIA
Estudo de Inteligência Setorial: Música

Conheça as tendências das mídias, tecnologia e o panorama desse mercado no Brasil.


As empresas modernas estão
embasadas na informação e no conhecimento. Há uma necessidade de adaptar-se aos
novos tempos. Isso é especialmente verdadeiro no setor da música.

A união entre tecnologia, internet e música virou de cabeça para baixo a indústria
fonográfica no Brasil e no mundo. A música digital proporcionou um aumento no
volume de receitas e mudou radicalmente os padrões de como esse produto hoje é
acessado e consumido.

Para se ter uma ideia, antes da internet, a produção musical tradicional era linear,
composta por uma série de atividades interligadas que adicionavam valor ao produto.
As atividades para a produção e comercialização de um produto musical dividiam-se em
etapas bem definidas e eram de maneira geral concentradas em grandes players também
bem definidos.

Com a chegada e a popularização da internet como meio de comunicação, interação e


compartilhamento, os diversos paradigmas que sustentavam o cenário do mercado
musical mudaram.

Aliadas a novas formas de distribuição, temos novas formas de consumo e a


horizontalização da cadeia produtiva, na qual o consumidor participa ativamente de
todos os processos.

As tendências do mercado
Este cenário certamente continuará trazendo algumas consequências ao mercado da
música, tais como:
 Maior democratização das ferramentas de
produção: a evolução natural das soluções existentes
hoje para captação de áudio, edição e pós-produção
permitirá cada vez mais que músicos não dependam
da estrutura tradicional do mercado para realmente
criar produtos com qualidade.
 Maior compartilhamento de conhecimento: além
da questão do acesso à tecnologia, o
compartilhamento de conhecimento por meio das
redes sociais e de ações de coworking, por exemplo,
traz uma nova sinergia ao mercado, permitindo que o
mesmo seja também democratizado. Isto permite que
mais pessoas tenham acesso à criação e à produção e,
com isso, desenvolvam seus produtos musicais de
forma independente.
 Maior democratização da distribuição: o aumento
da banda de internet e a crescente interação existente
na rede permitirá ainda mais a transferência de
conteúdos. Novos canais que permitem acesso a
nichos de mercado – por estilo ou perfil de público,
por exemplo, sites especializados em música
eletrônica – permitirão ainda mais contato entre o
artista e seu público de forma direta.
 Ligação mais íntima entre oferta e demanda: o
papel da mídia tradicional, com a TV e o rádio, ficará
cada vez menos relevante. Existe uma proximidade
virtual e quase direta entre o produtor musical e o seu
público consumidor, por meio das redes sociais, sites
e blogs.
O maior desafio é transformar essas mudanças em oportunidades de crescimento, novas
formas de remuneração e sobrevivência das empresas e empreendedores frente a esse
mercado.

É necessário que as empresas consigam se estruturar  melhor e planejar suas ações a


médio e longo prazo, sendo mais sustentáveis e profissionais, mais competitivas e
preparadas para encontrarem formas de rentabilizar seus produtos em meio a grandes
obstáculos, como a prática massiva de downloads piratas.

A publicação

A competitividade do mercado exige hoje o


acesso imediato a informações relevantes que auxiliem na tomada de decisões dos
empresários. O estudo Inteligência de Mercado de Música oferece essas informações
e um panorama abrangente sobre o ecossistema da música no Brasil.

Com foco na análise de tendências, na convergência das mídias, na questão


multiplataformas e nas novas tecnologias trabalhadas, o estudo evidencia uma maneira
diferente de relacionar-se e consumir música no país.

A publicação identifica áreas onde os players dessa indústria podem sofrer impactos
consequentes do avanço das tecnologias impulsionados por novos modelos de negócio,
novas formas de competitividade e de consumo.

No estudo, você vai encontrar:

 O panorama atual e o histórico da indústria musical


no país
 Uma detalhada explicação sobre a cadeia produtiva
da música
 Os mecanismos de financiamento de iniciativas e
modelos para a monetezição de novas atividades
 Iniciativas de colaboração na música
 As principais leis que regem o setor
 Uma visão sobre o cenário da pirataria no país e as
principais iniciativas de combate ao problema
 As principais tendências para o mercado
 Os principais eventos no setor
Tudo isso permeado por dicas práticas sobre como se informar mais e como identificar
as principais instituições que lidam com todos esses temas.
DEVERES E OBRIGAÇÕES
Como formalizar seu negócio no mercado da música

A profissionalização e a formalização podem oferecer grandes oportunidades de


crescimento e sucesso nesse importante mercado de economia criativa.

A música é um segmento de negócios bem alternativo, especialmente se considerarmos


que muitos músicos e bandas começam em garagens, tocando em barzinhos, gravando
em pequenos estúdios. No entanto, características assim não são motivo para continuar
sem formalização. Uma vez regularizado e com muito trabalho, fica mais fácil
conseguir os louros do sucesso e da realização profissional.

Este material aborda a importância da formalização de empresas no mercado da música,


dividindo-as conforme os diversos enquadramentos (MEI, EIRELI, sociedade limitada,
cooperativa etc.) e mostra o passo a passo para garantir a regularização.

Há também um caso de sucesso da cantora Rita Benneditto, que, ao lado de sua irmã
e com o apoio do Sebrae, montou e formalizou sua produtora e levou sua música para
fora do País.

Outro caso envolve os irmãos Uilton e Uedson Nascimento, músicos que viram seus
rendimentos aumentarem depois da formalização como MEI.