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ajudando casais

Dan Josua
"Amar é sofrer. Para evitares sofrer, não deves amar. Mas, dessa
forma vais sofrer por não amar. Então, amar é sofrer, não amar é
sofrer, sofrer é sofrer. Ser feliz é amar, ser feliz, então, é sofrer, mas
sofrer torna-nos infelizes, então, para ser infeliz temos que amar,
ou amar para sofrer, ou sofrer de demasiada felicidade - espero
que estejas a perceber.”

Woody Allen
obrigado pela dica
ou: como eu não pensei nisso antes

• é óbvio que boa parte das interações sociais acontecem no casal e na família
dificuldade

• apesar de alguma experiência com casais esse não é o meu foco de estudo
dificuldades

• as condições em que eu a preparei


dificuldades
[para essa aula]

• o tema é muito amplo - daria uma qualificação inteira


como resolver?

• mudando o que esperamos dessa aula

• não será uma aula sobre terapia de casais, mas uma aula sobre como podemos usar
de técnicas de terapia de casal para ajudar nossos pacientes a se comunicar melhor
com seus parceiros
• trabalho em parceria professor-alunos

• essa aula deve servir como inspiração para iniciar trabalho e se aprofundar na literatura
(especialmente quem quer aprender a fazer TC propriamente dita)
1. introdução
um sentimento?
• o que é amor?
Amor para skinner
questões recentes: o lugar do sentimento na analise do comportamento

• amor é o nome dado (culturalmente) para as contingências de reforçamento que


aproximam pessoas
• Retoma divisão dos gregos

• EROS: descreve a importância da filogênese

• Philia: importancia da ontogênese

• Agape (ser bem vindo): importância da cultura


1. introdução

• outros autores definem como uma ação ou uma qualidade da ação [aprofundar mais
tarde].
• a cultura do “curtir" X a cultura do “amor"
introdução
(Harris, 2009)

• A paixão vai acabar

• A gente dói onde importa

• de intimidade vem possibilidade de dor


introdução
(Harris, 2009)

• É preciso acabar com alguns mitos que construímos em torno do amor e de


relacionamentos…
mitos sobre amor
Harris, 2009

1. o parceiro perfeito

• o banquete (Platão)
o parceiro perfeito/ alma gêmea
what if? Randal Munroe

• o que aconteceria se isso fosse verdade?


o parceiro perfeito/ alma gêmea
what if? Randal Munroe

• sem muitos spoilers…

• 90% da população não teria encontrado o seu amor perfeito

• como seria o tinder?

• como seria a divisão social - amor se tornaria algo para os ricos?


mitos sobre amor
Harris, 2009

2. Você me completa

• clichê comum em comédias românticas

• exigência absurda + “eu sou especial” (Hayes, 2019)


mitos sobre amor
Harris, 2009

3. O amor verdadeiro dura para sempre

• como isso é possível se o amor for considerado uma emoção?

• Fase da lua-de-mel é necessariamente finita

• quando ela acaba comumente sentimos uma sensação de perda

• as pessoas excessivamente apegadas as ideias de amor eterno e ao amor como uma


emoção podem precipitadamente terminar relacionamentos quando a paixão vai
embora
• apenas quando a lua-de-mel acaba podemos conhecer nosso parceiro como ele de fato é
- começo da intimidade, portanto?
mitos sobre amor
Harris, 2009

4. O amor verdadeiro deveria ser fácil…

• sim, claro…
entrando nos diferentes modelos de TCs
ACT

• Vale notar: o modelo proposto por Harris é muito semelhante ao padrão da ACT.

• Por isso, a dica é:


ACT with Love
o amor por acrônimos
ACT with Love
o amor por acrónimos

• Harris (2009) desenvolve o acrónimo DRAIN (drenar) para falar das questões de casais.

• D - desconectado

• R - reatividade

• A - avoidance (esquiva)

• I - inside your mind (dentro da sua cabeça)

• N - negligenciando valores
ACT with Love
o amor por acrónimos

• mas se isso não é o bastante para você… outro acrónimo: LOVE [para fazer o caminho
de volta]
• L - letting go (deixando ir embora)

• O - opening up (se abrindo)

• V - valorizando

• E - engajando
ACT with Love
o amor por acrónimos

• A sugestão é passar a entender o amor a partir dos princípios desse acrônimo (no lugar
de uma emoção)
• Sair da história verbal conectada às brigas e aos desentendimentos [e às exigências tb]
e ir em direção a valores no relacionamento
• ênfase em “fazer a sua parte”

• eu costumo dizer para os meus pacientes: “se você for a pessoa que você quer ser
em um relacionamento e o outro lado não tiver interesse, o que você perdeu de
verdade? Se você não for essa pessoa e conquistar a pessoa, o que você ganhou?”
ACT with love
algumas sugestões que valem a pena

• Frequentemente o casal que aparece brigado na nossa frente, em algum momento, foi um casal apaixonado

• Perguntas:
• Como vocês se conheceram?
• Além da aparência, o que você achou interessante nele/nela?
• Quais as características dele/a você mais admirava?
• O que vocês gostavam de fazer juntos?
• O que seu parceiro fazia que deixava esses momentos agradáveis?
• Descreva um dos dias mais agradáveis que vocês passaram juntos
• Onde vocês estavam? O que fizeram? Com quem interagiram? Que tipo de coisas vocês falaram e fizeram um com o
outro? Como estava a linguagem corporal?
• O que você mais sente falta desse início de relacionamento?
• O que você considera as maiores qualidades (strengths) do seu parceiro?
ACT with love
algumas sugestões que valem a pena

• Essas perguntas ajudam a retirar o caráter combativo da conversa

• Sair da competição “quem tem razão”

• Em outras palavras, ajuda a direcionar a conversa e a inclinação comportamental para


valores
ACT with love
algumas sugestões que valem a pena

• importante pois o próximo passo é, justamente, falar das questões do relacionamento


treinando uma descrição não julgamentosa [mindful]
High Conflict Couple
DBT - a emoção é tudo - e vamos para as coisa treta
High Conflict Couple
A adaptação da DBT para terapia de casais

• Como com a ACT, ajuda muito ter um bom domínio de DBT o adulto

• aí…

e
High Conflict Couple
A adaptação da DBT para terapia de casais

• a desregulação emocional é o aspecto centrar dos conflitos intensos entre casais.

• repertórios de regulação emocional e mindfulness ajudaria os casais a sair do padrão


de conflitos em que se encontram.
• ênfase em repertórios bem descritos e “lição de casa”

• modelagem em sessão, regras precisas -> generalização em casa


High Conflict Couple
A adaptação da DBT para terapia de casais

• apenas como ilustração, uma lição de casa…


High Conflict Couple
A adaptação da DBT para terapia de casais

1. distração é uma habilidade da DBT/


avaliar função da distração e conexão
com a vida que vale a pena ser vivida,
idem.
2. treino de mindfulness de observação

3. idem

4. idem

5. idem
Terapia Comportamental de Casais Tradicional
(TCBT)
Terapia comportamental de casal - versão raiz
Terapia Comportamental de Casais Tradicional
(TCBT)
muito resumidamente

• Dois grandes campos de intervenção:

A. Troca comportamental [behavior exchange]

B. Treino de comunicação e de resolução de problemas [CPT]


Troca comportamental
muito resumidamente

• melhora a razão de boas interações / más interações do casal.

• mas isso não sustenta mudanças a longo prazo

• ensinar novos repertórios

• aumentar a probabilidade do casal sobreviver a crises.


Estratégias para Treino de Comunicação
Jacobson, N. S., & Margolin, G. (1979). Marital therapy: Strategies based on social learning and behavior exchange principles.
Psychology Press.

• Feedback
• descrição de comportamento observado [e não interpretação]
• “Você começou a elogiando, mas terminou sua fala a criticando em três ocasiões”
• ênfase na função - o efeito do meu comportamento no comportamento do outro
• Podem ser avaliativos de acordo com o critério comportamento desejado ou não
desejado estabelecido com o casal de antemão.
• Feedback de aspectos positivos e negativos
• exemplo [proximo slide]
EXEMPLO FEEDBACK
Jacobson, N.S.. Marital Therapy Strategies Based On Social Learning & Behavior Exchange Principles (p. 194). Taylor and Francis. Kindle Edition.

Esposa: Quando você diz algo, quase sempre ajuda. Você faz um bom trabalho quando você conversa comigo [e me
acalma]
Marido: Eu nem sempre sei quando você esta chateada
E: É isso que eu não entendo. Como você pode ser tão insensível?
Terapeuta: Eu gostei da maneira como você (para esposa) deu crédito para ele. Você (para marido) percebeu isso?
M: Não muito.
T: Ela disse que você faz um bom trabalho quando conversa com ela. Se você tivesse parafraseado o que ela disse,
você teria sacado isso. Diane, a sua última colocação me pareceu critica. Como você escutou isso, Rich?
M: Como criticismo
T: Eu acho que foi a palavra “insensível"que fez isso. Além disso, você fez uma pergunta impossível de responder.
Tente de novo - simplesmente fale para ele o que você não gosta e como isso faz você se sentir
Estratégias para Treino de Comunicação
Jacobson, N. S., & Margolin, G. (1979). Marital therapy: Strategies based on social learning and behavior exchange principles.
Psychology Press.

• Alvos do treino de comunicação


• Habilidades de escuta e empatia
• “Escutar e demonstrações de compreensão são provavelmente dois dos mais potentes reforçadores sociais que um parceiro provê; eles são pre-requisitos de
intimidade e sua falta, ou ocorrência em freqüência baixa, é comumente lamentado pelo parceiro privado? (pp. 201-201)
• CUIDADO NO ENSINO DE EMPATIA
• como casais com problemas X casais saudáveis fazem uso diferente da “leitura de mente”
• [Dan, se vc esqueceu o que queria dizer eu deixei salvo para você na nota do apresentador. ASS: Dan]
• Validação [não vou repetir…]
• Falar sobre sentimentos pessoais
• Falar sobre sentimentos negativos
• não defendem que isso é necessário (tradição sem evidências de que é importante alguma catarse). Se for o caso, manter a estrutura Sentimento-causa.
• “Te ver sentado enquanto eu carrego e lavo as compras me deixou com raiva”
• Expressões Positivas
• Assertividade
Resolução de Problemas
Jacobson, N. S., & Margolin, G. (1979). Marital therapy: Strategies based on social learning and behavior exchange principles.
Psychology Press.

• casais com problemas tendem a usar controle aversivo com seus parceiros

• Cinismo, agressividade, “ignorar" funcionam a curto prazo para suprimir respostas

• Aumento de contra-controle - parceiro revida

• Saber sair dessas situações é a marca de um casamento bem sucedido

• pacientes ganham um manual de resolução de problemas para trabalhar com o


terapeuta
Resolução de Problemas: manual
Jacobson, N. S., & Margolin, G. (1979). Marital therapy: Strategies based on social learning and behavior exchange principles.
Psychology Press.

• “Vamos definir resolução de problemas como uma interação estruturada entre duas pessoa
desenhada para resolver uma determinada disputa entre eles (p.215)
• Setting da resolução de problemas:

• espaço e tempo com privacidade. Um cronograma do que deve ser resolvido

• Atitude colaborativa

• 2 fases

• Definição do problema

• Resolução do problema

• essa contém 12 passos que não dá para passar aqui…


Integrative Behavior Couples Therapy
Terapia comportamental de casais 2.0 (ou versão nutella)
Integrative Behavior Couples Therapy
uma abordagem contextual derivada da Terapia Comportamental de Casais Tradicional (TCBT)

• Integrativa porque tentou aliar as noções de mudança e aceitação na terapia de casal


tradicional.
• Um dos criadores (Jacobson), também ajudou na formação da TCBT

• Os resultados da TCBT sugeriam que provavelmente os casais que respondiam bem à


terapia eram aqueles em que o “ceder” [compromise] já estava bem estabelecido.
• Será que aceitar o outro lado não seria um ingrediente importante?

• [fonte e leitura recomendada] Christensen, A., Dimidjian, S., & Martell, C. R. (2015).
Integrative Behavioral Couple Therapy. In A. S, Gurman, J. L. Lebow, & D. K. Snyder
(Eds.), Clinical Handboook of Couple Therapy, 5th Edition (pp. 61-94). New York: Guilford
IBCT
como os casais vão se perdendo

• As diferenças de estilo, que frequentemente atraem uma pessoa a outra no início de


um relacionamento, muitas vezes se tornam um problema ao passar dos anos.
• Brilho Eterno de uma mente sem lembranças

• é spoiler se o filme é de 2004?

• https://www.youtube.com/watch?v=gdlf-texJaM
IBCT
como os casais vão se perdendo

• Esses padrões tipicamente se retro-alimentam

• EXEMPLO: "Lisa pode se recluir quando a maneira falastrona de Bruce a deixa particularmente
chateada; ele pode então responder ao seu afastamento sendo mais solicito; e Lisa pode
responder a seu comportamento solícito engajando com ele novamente. Assim, seu
comportamento de se recluir é positivamente reforçado pelo comportamento solícito dele; seu
comportamento solicito é, por sua vez, negativamente reforçado (Lisa termina com seu
afastamento)” (p.63)
• Casais saudáveis fogem desses padrões e tendem a aceitar melhor as diferenças entre os pares

• “Do ponto de vista do casal, aceitação significa não se deixar levar por padrões de coerção,
vilificação e polarização. Parceiros são capazes de manter sua conexão positiva apesar - e, por
vezes, talvez ate por conta - de suas diferenças” (p.64).
IBCT
teoria de mudança na terapia

• A TCBT dava ênfase ao emissor do comportamento - i.e., como falar

• a IBCT acrescenta a ênfase no receptor - i.e., como escutar

• Muitas das diferenças e disputas entre os casais não vão mudar ao longo do tempo

• incentivar aceitação para com essas diferenças pode ajudar a construir pontes

• escuta mais generosa aumenta probabilidade de meu parceiro mudar

• meu comportamento alterado é SD de outros repertórios dele


IBCT
prática

• A IBCT tenta se afastar da ideia de comportamento governado por regras para tentar
garantir mais modelagem do repertório
• modelação de comportamento não crítico quando o terapeuta valida a perspectiva de
cada um dos clientes
• No lugar de falar sobre a importância de falar de forma aberta sobre sentimentos,
terapeuta tenta criar a experiência (em sessão) de uma “open disclosure” (fala com
abertura)
IBCT
prática

• Seis questões primárias que a terapia em IBCT deve responder

1. qual o sofrimento do casal?

2.quão comprometido está o casal com a relação ?

3.quais assuntos dividem os parceiros (o tema ou os temas do casal)?

4. porque esses assuntos são problemáticos paras eles (análise DEEP* desses temas)?

5.quais são as qualidades que os mantém juntos?

6.o que o tratamento pode fazer para ajudar?


IBCT
questionários
(parênteses)
IBCT
sendo honesto

• teria muita coisa legal para colocar, mas a aula ficaria insuportavelmente longa…

• decidi pegar um atalho e mostrar como rola a terapia


eu fui fazer…
pra aula… ta tudo bem! :)
ourrelantionship.com
como assim?

• O Site foi desenvolvido por Christensen e Jacobson e pesquisas de eficácia mostraram


que ele realmente funciona para aproximar casais
• um bom jeito de entender de verdade uma terapia é vivencia-la

• especialmente quando faltam orientadores e proximidade com uma comunidade que


manje da coisa.
ourrelationship.com
o programa [parte 1: Observe

• Avalie a sua relação

• Onde estão os problemas?

• Excesso de negativos? Falta de positivos?


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parte 1: Observe

1. Selecionando o problema central

I. algo que pode ser mudado

II. você quer mudar (e não eu acho que o outro vai querer)

III. rotula o problema sem atacar e sem explicar

IV.é tão específico quanto possível


ourrelanship.com
como foi para mim - o passo a passo

2.Ao selecionar o campo

I.qual o problema nas minhas palavras? (exemplo)

II.por que e como isso se tornou um problema (expandir o ponto)

III.quão grave é o problema?

IV.quanto eu acredito que podemos melhorar esse problema?



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parte 1: observar

• ANTES DE COMEÇAR A TRABALHAR O PROBLEMA COM O PARCEIRO:

3. Retomar os momentos positivos [fazer a lista]

I. fácil e no budget

II. não relacionado ao assunto central!


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parte 1: observar

4. Em parceria com o parceiro: conversar sobre o tema central e escolher, juntos qual ou
quais serão trabalhados
• conversa tem uma estrutura determinada

I. A fala

II. B resume

III. A acrescenta o que ficou faltando

IV. inverte o papel (ou volta para o ponto II)


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parte 1 observar

4. Cada um vai para avaliações pessoais

I. traços de personalidade - extrovertido/ Calmo/ etc

II.Sentimentos - qual a minha capacidade de descrever sentimentos e de me abrir

III.quão aberta é a pessoa em um relacionamento

IV.estresse percebido

V.conhecimento - o que eu já sei que pode me ajudar a resolver o problema

VI.selecionar um conflito na última semana relacionado ao assunto central


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parte dois: Entenda (understand)

• Faça um plano de quando as atividades positivas serão feitas

• o módulo vai dar ferramentas para ouvir e compreender o outro melhor


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parte 2: entenda

• o jogo da culpa
• de os dois lados da história para o “terceiro"
• como ver as coisas de outra maneira
• Três maneiras como as pessoas costumam explicar os problemas em um relacionamento:
I.culpar
• o comportamento ruim de agora traz uma longa lista histórica de cagadas
II.você tem um problema e precisa se tratar
III.você é um vacilo - e precisaria ser melhor
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parte 2: entenda

• A ferramenta principal de compreensão: DEEP analysis

Diferenças

Emoçoes

Estressores externos

Padrões de comunicação
parte 2: entenda
DEEP

• Diferenças

• reconhecer o lugar de onde o parceiro experimenta a vida pode ser muito importante!
parte 2: entenda
DEEP

• Diferenças

• importante:

• diferentes capacidade de reconhecer emoções

• quão confortável se sente com proximidade


parte 2: entenda
DEEP

• Padrões de Comunicação

• Diferenças no DEPOIS da briga

• Aproxima ou afasta?

• Tempo de recuperação

• O lugar de pedidos de desculpas


parte 2: entenda
DEEP

• Como chegamos até aqui?

• nossas diferenças

• como elas fazem com que correções fracassem

• pressões para mudar fazem o problema pior

• somando algo de fora daqui: lembre da criança que ele foi [caso Dri]
parte 2: entenda
preparando-se para conversas difíceis

• A FALA

• Fale de suas emoções

• comece por aqui

• procure as escondidas

• “ Estou preocupado que estamos nos afastando” X “Parece que você faz para me irritar”

• Peça por ajuda

• Comece falando de algo positivo (desarme!)


parte 2: entenda
preparando-se para conversas difíceis

• A ESCUTA

• é difícil não interromper - tendência de querer vencer o debate

• Você terá a sua vez de falar (ao final)

• Tente se focar em aspectos NOVOS da fala de seu parceiro

• Lembre-se que é difícil para ele falar disso (desse jeito)


parte 2: entenda
preparando-se para conversas difíceis

• A ESCUTA

• RESUMA -

• e lembra de colocar coisas que você não concorda!

• não comporte-se motivado por sentimentos

• pergunte

• os sentimentos do outro lado


antes de colocar em ação
saiba os riscos / que alguém sinta]

• outro não respeita a minha perspectiva

• não se engaja o bastante

• pretexto para brigar


PARTE 3: Responder
ACEITAÇÃO

• O que não pode ser mudado

• diferenças como valores e traços de personalidade

• Emoções (especialmente as escondidas)

• Estressores externos (em boa medida)


PARTE 3: Responder
MUDANÇA

• Quem deveria mudar antes? De quem é a responsabilidade de mudar?

• o que acontece se eu mudo antes/ ou sozinho?

• Vai dar dicas de:

• como mudar os meus padrões sobre o assunto central

• ANTES e DURANTE a discussão

• Como mudar a maneira como eu respondo ao padrão do meu parceiro


PARTE 3: Responder
MUDANÇA

• olhadinha na lista de materiais que eles mandam


biblioteca super legal
sem chances de dar tempo da gente ver e discutir tudo

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