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FACULDADE ANHANGUERA

DISCIPLINA: MATRIZES DO PENSAMENTO EM PSICOLOGIA - EXISTENCIAL


HUMANISTA
TRABALHO MODALIDADES DE PSICOTERAPIAS HUMANISTAS – B2

GERMANO ANTÔNIO DA PAIXÃO PASSOELLO

PORTO ALEGRE
2020
FACULDADE ANHANGUERA

DISCIPLINA: MATRIZES DO PENSAMENTO EM PSICOLOGIA - EXISTENCIAL


HUMANISTA
TRABALHO MODALIDADES DE PSICOTERAPIAS HUMANISTAS – B2

GERMANO ANTÔNIO DA PAIXÃO PASSOELLO

NOME DA PROFESSORA: CRISTIANE DOS SANTOS SCHLEINIGER

NOME DO ALUNO: GERMANO ANTÔNIO DA PAIXÃO PASSOELLO

PORTO ALEGRE
2020
SUMÁRIO
1. INTRODUÇÃO.............................................................................................................................4
2. GESTALT-TERAPIA...................................................................................................................5
3. LOGOTERAPIA:.........................................................................................................................6
4. PSICODRAMA:...........................................................................................................................8
5. PSICOLOGIA EXISTENCIAL DE ROLLO MAY:...................................................................9
6. CONSIDERAÇÕES FINAIS:...................................................................................................11
REFERÊNCIAS BIBLIOGRÁFICAS:.............................................................................................12
1. INTRODUÇÃO

O presente trabalho tem por objetivo aprofundar a investigação sobre as


psicologias humanistas. Tendo como ponto de partida a fundamentação prática do
estudo das filosofias fenomenológicas e existenciais, desenvolvido nas aulas da
disciplina de Matrizes Do Pensamento Em Psicologia - Existencial Humanista, o
texto que segue é a realização da pesquisa sobre as principais modalidades de
psicoterapias humanistas existentes – Gestalt-Terapia, Logoterapia, Psicodrama e
Psicologia Existencial de Rollo May, incluindo seus fundadores, preceitos e método
clínico.

A metodologia usada para o desenvolvimento desse trabalho constitui-se em


uma pesquisa bibliográfica a partir de textos indicados pela professora, acrescido de
outros textos retirados de repositórios de artigos científicos, dentre os quais: Google
Scholar, repositório da CAPES e Scientific Electronic Library Online (SciELO).

Cada uma das modalidades é apresentada individualmente nos capítulos que


seguem, embora no desenvolvimento das definições muitas vezes sejam
observadas influências ou interpelações. O padrão de cada exposição é similar,
breves apresentações histórico culturais de cada modalidade, seguidas de
explicações objetivas sobre cada uma das metodologias. A conclusão desses
escritos se dá nas considerações finais onde são expostas as limitações e avanços
proporcionados pela pesquisa;

.
2. GESTALT-TERAPIA

Segundo Almeida (2010), fundada por Fritz e Laura Perls na década de 1940, a
abordagem psicoterapêutica conhecida como Gestalt, ou Gestalt-terapia, possui
ampla fundamentação na Teoria do Campo, no Holismo, no Existencialismo
dialógico e na Fenomenologia. Wulf (1998), ao retratar o cenário de
desenvolvimento da Gestalt-terapia, em seu artigo, The historical roots of Gestalt
Therapy Theory, também afirma que o cenário europeu na primeira metade do
século XX, com suas tragédias e descobertas teria contribuído fortemente no
direcionamento das ideias que moldariam a teoria. Nesse artigo temos relatos de
que Fritz Perls, teria trabalhado com como ator, e que nessa atuação teria conhecido
Max Reinhard no "Deutsches Theater". Tal pode ter sido o impacto e influência
dessa relação, que Fritz descreveu Max Reinhard em sua autobiografia como "O
primeiro gênio que ele já conheceu." A ênfase do mesmo na comunicação não
verbal teria exercido forte curiosidade em Perls, impactando assim suas pesquisas e
como tal a formulação de sua metodologia terapêutica.

Nesse mesmo período Moreno, o fundador do psicodrama, realizava


experimentos expressionistas no Teatro. Perls, que posteriormente conheceu
Moreno (1947 nos EUA), adotou elementos essenciais de sua abordagem como
roleplay e a técnica da “cadeira vazia”, que o próprio Moreno havia retirado do
drama e modificado para uso como técnica terapêutica. A influência cultural da
época pode ainda ser reconhecida nos traços expressionistas e estéticos que
compõe a teoria. Nesse aspecto, também podemos reconhecer a influência
bergsoniana na definição das noções de espontaneidade, criatividade e intuição 1.
(WULF, 1998).

Ainda quanto as influências e inspirações, Wulf (1998) relata que Perls enfatizou
a psicanalise freudiana e a filosofia de Friedlander com o conceito de "indiferença
criativa" como suas principais fontes espirituais. Na psicologia da Gestalt e na
Organísmica, Goldstein e Perls encontraram uma terminologia que correspondesse
às teses básicas de Friedlander: o conceito de homeostase.

1
For Bergson, life was an ongoing creative process carried by the élan vital (vital impulse). Para
Bergson, a vida era um processo criativo contínuo carregado pelo élan vital (impulso vital). (WULF,
1998, p. 82, nossa tradução).
Enquanto modelo terapêutico podemos dizer que a Gestalt consiste em: “Analisar
a estrutura interna da experiência concreta, qualquer que seja o grau de contato
desta” (PERLS, 1997 p. 46). Ainda segundo Perls, essa análise se dá, não tanto
sobre o que está sendo experienciado, mas, sobre o como se dá essa experiência.
(1997).

Trabalhando sobre aquilo que é uno e o que é diviso na estrutura dessa


experiência, possibilita-se o reestabelecimento do dinamismo da figura e fundo, até
que o contato se intensifique, a awareness 2 seja iluminada e o comportamento se
energize. (PERLS, 1997).

Nessa perspectiva, Almeida (2010), apresenta duas ferramentas para o


desenvolvimento da Gestalt-terapia. A postura dialógica que aponta para a relação
entre terapeuta e cliente. É o relacionamento estabelecido que permite ao cliente
partilhar suas tristezas, expectativas e conflitos, desvelando seu mundo interior e
reparando conexões que se perderam no decorrer da vida. Aliado a essa postura, o
método fenomenológico, instrumentaliza o terapeuta para exploração do mundo inter
e intrapsíquico do cliente.

Como conclusão de seu artigo, a autora indica que, embora essas ferramentas
possam conduzir por muitos caminhos 3 que permitem o acesso ao mundo do cliente,
é a pessoa que nos interessa, em sua absoluta integridade, de modo que o Gestalt-
terapeuta, não busca decompor em uma análise, fragmentando seu cliente, ao
contrário disso a busca é por integrá-lo. (Almeida, 2010).

3. LOGOTERAPIA:

Conforme Bastos e Silva (2017), a Logoterapia, que também é conhecida como


terapia do sentido, se originou em Viena durante o século XX, criada pelo
neurologista e psiquiatra Viktor E. Fankl. O Humanismo e o Existencialismo
embasam suas perspectivas terapêuticas, tendo também fortes influências do
pensamento fenomenológico de Edmundo Husserl.
2
Um conceito central em Gestalt-Terapia é o conceito de awareness,  que se caracteriza pela
consciência de si e a consciência perceptiva; é a tomada de consciência global no momento presente,
a atenção ao conjunto da percepção pessoal, corporal e emocional, interior e ambiental. (Ginger,
1995, p.254).
3
Em seu artigo, de forma sensível e até mesmo estética, a autora desenvolve perspectivas sobre
cada um dos caminhos de acesso ao mundo do cliente, do sintoma (Caminho da Explicação), da
experiência (Caminho da Compreensão) e das Crenças (Caminho do Significado).
A importância da fenomenologia para o pensamento e teoria de Frankl parece ter
sido bem significativo, quando o mesmo se refere a uma importante conferência que
realizou aos presos de San Quintín, ele relata “O que pus em prática quando me
dirigi aos prisioneiros de San Quintín, senão a fenomenologia em seu mais
verdadeiro sentido?” (FRANKl, 2012, p. 27).

Além de médico, Viktor Frankl, também foi professor na universidade de Viena,


onde desenvolveu seu pensamento acadêmico e formulou sua própria teoria, a
Logoterapia e Análise Existencial e a transformou em uma abordagem psicoterápica.
Em sua juventude, dedicou-se ao pensamento de Adler (Psicologia Individual), e
Freud (Psicanálise), até realizar a sistematização de sua própria terapia. (BASTOS e
SILVA, 2017).

Muito embora toda a vivência da Segunda Guerra Mundial tenha causado


profundos impactos na teoria do autor, e tenha sido a partir desses eventos que sua
obra sobre a busca de sentido 4 tenha surgido (com os relatos de sua vivência no
campo de concentração e a relação com sua teoria), os pressupostos da
Logoterapia já eram desenvolvidos por Frankl desde 1926 em seu ambiente
acadêmico, contrariando a crença equivoca, de que o insight teria se dado apenas
da experiência do campo de concentração. (BASTOS e SILVA, 2017).

Frankl principiou suas investigações que deram origem a fundamentação de uma


teoria própria, partindo de uma insatisfação com as linhagens da psicologia que o
antecedia (behaviorismo e psicanálise), e igualmente com as proposições médicas,
que segundo o autor não consideravam o aspecto genuinamente humano da
humanidade. Isso o motivou a empreender seu trabalho de erigir um modo novo de
entender o homem e o mundo. Em sua proposta, o psiquiatra postula que cada ser
humano possuí três dimensões, somatológica (visão biológica e orgânica),
psicológica (abrange as pulsões) e noológica/espiritual. Esta última “seria a
dimensão não contemplada nas outras abordagens, na qual estaria localizada a
essência do ser humano, seus valores e sentidos concretos, o aspecto no qual se
localiza a validade da liberdade, da responsabilidade e da consciência”. (BASTOS e
SILVA, 2017, p. 212).

4
EM BUSCA DE SENTIDO, publicado pela primeira vez em 1946.
Sob essas perspectivas, para Frankl, o que move a humanidade é a vontade
de sentido, essa seria a motivação primária de cada indivíduo. O Homo Sapiens em
sua concepção, seria um ser em busca de sentido. Essa busca, não é considerada
como algo a ser aprendido, mas, algo que está no indivíduo, operando como uma
mola propulsora, impulsionadora de sua existência. Tal sentido sendo único e
diferente para cada pessoa. (BASTOS e SILVA, 2017).

Diante desse panorama, faz-se importante destacar que, a Logoterapia se


diferencia de outras correntes por considerar no humano, não apenas as suas
dimensões biológicas e psicológicas, mas também, uma dimensão espiritual, que
desempenha um papel importante no dinamismo e impulsionamento de cada sujeito.
Essa dimensão propripicia o diálogo sobre sentidos e valores, assim como, a
liberdade e a responsabilidade. (BASTOS e SILVA, 2017).

Tais pressupostos são explicitados por Bastos e Silva (2017), em suas


conclusões sobre a atuação do Logoterapeuta, quando manifestam que: essa
abordagem tem como premissa ajudar o cliente a ter uma visão ampliada das
possibilidades de sentido que existem em sua vida. Nessa busca, o trabalho do
terapeuta é também o de uma humanização da psicoterapia e das práticas de
saúde. Evidenciando assim a importância do trabalho nessas três dimensões, no
desenvolvimento da atuação do logoterapeuta.

4. PSICODRAMA:

Em seu artigo sobre Psicodrama e Gestalt-terapia, Vieira e Vandenberghe


(2015), relatam que Jacob Levy Moreno, assim como outros humanistas de sua
época, participou ativamente da cena cultural de seu lócus social, atuando de forma
intensa nos movimentos expressionistas que propunham reações contra as normas
burguesas de sua época. Em Viena, teria atuado como editor de uma revista
expressionista, Daimon, juntamente com Martin Buber. Nessa mesma época
trabalhou no teatro da Espontaneidade, possível embrião de futuras concepções do
Psicodrama.

Conforme vimos na sessão anterior, as autoras (VIEIRA e VANDENBERGHE,


2015), também ilustram o período de convivência entre Perls e Moreno, que na
década de 1960, teriam trabalhado juntos intercambiando ideias, e onde influências
do psicodrama penetraram na Gestalt-terapia 5, e provavelmente vice-versa.

Essa teoria que surge a partir do amadurecimento do Teatro Espontâneo ou


Teatro de Improvisação, coloca o sujeito (designado em psicodrama de
protagonista), como representante de um drama, o que possibilita que diferentes
formas de existir se escancarem (GONÇALVES e PERES, 2012). Em tal ação
dramática “no seu espaço simbólico – a sociedade, o grupo e o indivíduo –, assim
como o verbal, o corporal, o cultural e o jogo, há possibilidade de o sujeito, antes
eclipsado, emergir e posicionar-se como ação transformadora.” (GONÇALVES e
PERES, 2012, p. 90).

Ainda sobre a metodologia, as autoras (GONÇALVES e PERES, 2012),


destacam as formulações sobre tempo, espaço, realidade e cosmo, figurando em
centralidade, como uma distinção em relação a outras psicoterapias. Essas
concepções portanto, apontariam para o desenvolvimento humano a luz de uma
visão prospectiva, evidenciada na crença de poder criador e transformador do
sujeito. Tais dimensões sendo oportunizadas com maior força através da ludicidade
e jogo de pais, que essa modalidade psicoterapêutica possibilitam.

5. PSICOLOGIA EXISTENCIAL DE ROLLO MAY:

Situando o autor em seu cenário histórico e social, Rollo May é natural de Ada,
Ohio, EUA, e nasceu no início do século XX, em 21 de abril de 1909. Tem em sua
biografia muitas situações conturbadas que vão desde seu relacionamento difícil
com os pais, até sua participação em uma revista radical durante seu período como
universitário na Universidade de Michigan, fato que custou-lhe a permanência nessa
instituição, tendo sido expulso da mesma. Após esse incidente foi para a Faculdade
de Oberlin, Ohio, onde concluiu seus estudos em Artes em 1930. Em seu percurso
formativo, May passou um período na Europa, tempo no qual chegou a ter contato e
estudar com Adler. Em seu retorno aos EUA, também estudou teologia na Union
Theological Seminary de New York, e ao concluir essa etapa de estudos, começou a

5
Conforme vimos na sessão sobre Gestalt: “A partir desta incursão no Psicodrama, Perls buscou
imprimir um cunho experiencial na sua abordagem, criando a técnica da cadeira vazia e adotando o
uso de dramatizações com seus clientes” (VIEIRA e VANDENBERGHE, 2015, p.152)
trabalhar como ministro da Igreja Congregacional em New Jersey. (PONTE e
SOUSA, 2011).

Tal experiência pastoral, assim como a interação com seus fiéis, conduziu Rollo
para uma atuação de conselheiro. Tal demanda provocou importantes reflexões
quanto ao como lidar com as pessoas nessa relação de aconselhamento. Dessa
atuação surgiram as percepções de que há uma grande “necessidade de se
perceber a pessoa como um todo, ali em atendimento, e como deve o aconselhador
relacionar-se com esta pessoa e não com o seu “problema”. (PONTE e SOUSA,
2011, p.48).

Todas essas experiências serão conjugadas em um corpo teórico que foi


publicado em 1938 sob o título de: A Arte do Aconselhamento Psicológico. Rollo,
então retorna a New York e inicia uma formação mais sólida e rigorosa nas
abordagens psicológicas neo-freudianas. Esse período é sucedido pela ida do
mesmo há Columbia onde o mesmo realiza o aprofundamento de seus estudos
recebendo seu doutorado na Universidade de Columbia em 1949. (PONTE e
SOUSA, 2011).

Seu embasamento teórico fundamenta-se em perspectivas postuladas por Freud


e Kiekegaard, considerando os dois pontos de vista de certa forma complementares.
Esses paradigmas levaram May a alinhar sua visão teórica a um viés fortemente
existencial. Suas produções teóricas avançaram nessa linha filosófica, tendo
realizado sua investigação e desenvolvimento de pesquisas nessa linhagem por
toda sua trajetória profissional. (PONTE e SOUSA, 2011).

Quanto a linha terapêutica de Rollo May, Ponte e Sousa (2011), referem-se a ela
como mais o menos diferenciada dentro do movimento Humanista. Um dos pontos
de definição da linha para os autores é a grande influência da filosofia,
especialmente as filosofias existenciais europeias, na constituição dos paradigmas
de May. Outro aspecto destacado foi a relação com o pensamento religiosos-
existencial e sua conjugação em relação a psicologia, tais vivências dão uma
expressão muito particular para as visões de May. Ainda é importante destacar que
a proximidade com o existencialismo reforçou a sensibilidade para a percepção das
dimensões trágicas do ser humano.
Ao buscar dar destaque e contorno para a psicologia proposta por Rollo May, os
autores (PONTE e SOUSA, 2011), expressam aceitar o risco de parecer repetitivos,
mas, que a melhor conceituação para sua psicologia seria chama-la de existencial,
por ser uma linha que enfatiza a “realidade da experiência imediata no momento
presente” (PONTE e SOUSA, 2011, p.57 apud MAY, 1980, p. 17).

6. CONSIDERAÇÕES FINAIS:

A proposição para a redação do presente trabalho, era a de que se realizasse


uma pesquisa orientada sobre as principais modalidades de psicoterapias
humanistas existentes – Gestalt-Terapia, Logoterapia, Psicodrama e Psicologia
Existencial de Rollo May, incluindo seus fundadores, preceitos e método clínico. Tal
diretriz fomentou a busca em diretórios científicos por textos complementares,
auxiliando assim a compreensão aprofundamento e redação de síntese da pesquisa
que materializasse essa investigação.

Do ponto de viste epistemológico, é possível concluir que o exercício e


transcrição de resultados, possibilita o contato do aluno com textos acadêmicos de
qualidade científica, promovendo a formação e desenvolvimento do aspecto
cientista, tão importante para a constituição do aluno como futuro psicólogo. Em
adição a essa aprendizagem metodológica, o presente trabalho igualmente
oportunizou uma imersão em diferentes modalidades de psicoterapias humanistas,
seja através dos textos dos fundadores das correntes ou de seus comentadores,
ampliando o horizonte informacional do aluno e sedimentando conhecimento
importante para a Disciplina de Matrizes do Pensamento em Psicologia - Existencial
Humanista.

Como limitação do presente trabalho, é importante destacar que o projeto inicial


incluiu a consulta e coleta de dados de um expressivo número de artigos e livros, no
entanto, tal opção se mostrou ao longo do desenvolvimento da redação, como uma
opção mal dimensionada para a proposta de trabalho indicada. O caminho tomado
foi o de sintetizar o até então produzido e redimensionar as referências a serem
utilizadas para que fossem cumpridos os parâmetros de redação e de tempo para a
conclusão do presente trabalho. Se por uma lado essa limitação pode ser vista como
fragilidade, sob outro prisma também pode ser encarado como indicação para
aprofundamento da pesquisa e desenvolvimento da área investigada.
REFERÊNCIAS BIBLIOGRÁFICAS:

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GONÇALVES, C. O., & PERES, V. L. O psicodrama na universidade:


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MORENO, J.L. PSICODRAMA. São Paulo: Ed. Cultrix: 1978

PERLS, F., HEFFERLINE, R., & GOODMAN, P. Gestalt-terapia (2ª.ed.). São Paulo:
Summus, 1997.

PONTE, C., SOUSA, H. (2011). Reflexões críticas acerca da psicologia


existencial de Rollo May. Revista da Abordagem Gestáltica, 17(1), 47-58.

VIEIRA, É., VANDENBERGHE, L. Entre o psicodrama e a Gestalt-terapia:


Encontros, obstáculos e perspectivas. Estudos de Psicologia, Natal: 2015.

WULF, R. The historical roots of Gestalt Therapy Theory. The Gestalt Journal,


21(1), 81-96, 1998.