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UNIVERSIDADE DE CABO VERDE

Unidade Orgânica Departamento de Ciências e Tecnologias

Curso COMUNICAÇÃO E Ano 1º


MULTIMÉDIA
Disciplina/Unidade História das Artes Visuais Semestre 1º
Curricular

Carga Horária Total T 15 TP 25 P 20

Docente Octávio Cândida Francisca

1. Enquadramento

Integrada no grupo de disciplinas [História das artes visuais, Semiótica visual, Antropologia
digital e Cibercultura] de história crítica da imagem, da cultura visual e das condições de
produção e difusão das mensagens mediatizadas digitalmente que visam dotar os alunos de
competências na área da comunicação visual e nas questões da linguagem visual e dotá-los dos
quadros conceptuais necessários à construção crítica de uma enciclopédia de imagens, a disciplina
de História das Artes visuais privilegia uma abordagem sócio-pragmática às práticas de
representação visual mais que a abordagem canónica de fruição do belo, periodizações ou
estratégias curatoriais [Da sinopse].

2. Objetivos da Unidade Curricular/Disciplina

- Identificar a relação história das imagens / crítica das imagens enquanto expressão das categorias
ontológicas do espaço, tempo, causalidade, materialidade;
- Questionar a natureza das relações e transformações no jogo de representação e de criação de
espaços, artefactos a partir simbiose entre a História das Artes e os textos que configuram o quadro
fenomenológico entre o corpo, os meios técnicos, a memória, a narrativa, as imagens e os símbolos.
- Propor ontologias imagéticas que considerem as diversidades culturais subjacentes à historicidade
e à geografia de diferentes sociedades;
- Identificar os conceitos, os instrumentos e os métodos de trabalho de modo que o aluno possa
construir problemas como resultado de estudo de analogias formais ou de conteúdos de diferentes
espaços e tempos.
- Construir portefólios de imagens, museus imaginários, que possam constituir-se em bases de
dados utilizados nos trabalhos posteriores dos alunos;
- Desenvolver a imaginação visual e conceptual, com vista ao estímulo da criatividade; a formação
do espírito crítico e a educação estético-sentimental quer poderão permitir ao estudante articular a
dimensão estética com o domínio das novas tecnologias.

3. Metodologias de ensino-aprendizagem
2/7

A metodologia centra-se no aluno, manifestando o professor como um mero orientador das


pesquisas a serem por eles desenvolvidos, quer com recurso a meios virtuais, quer com recurso as
experiências obtidas em visitas a Atelieres e galerias de artistas. Para isso, prevêem-se:
Aulas teóricas expositivas dos diferentes quadros conceptuais;
Aulas teórico-práticas, participativas, para ilustração dos conteúdos teóricos;
Aulas práticas, com recurso à pesquisa na internet, para elaboração e apresentação de trabalhos de
grupo. Muitos destes trabalhos, já previamente combinados com o docente, serão pesquisa e análise
de obras de artes visuais nos vários períodos, dando enfase menos a dimensão periódica e mais a
sensibilidade estética e dimensão sócio pragmática.
Visitas de estudos a galerias/atelieres de artistas (pintores, escultores, artesãos, oficinas de dança…)
visando entrar em contacto direto com a obra de arte e seus criadores.

3. Sistema de Avaliação
A avaliação dos alunos é contínua e presencial com a participação activa na sala de aulas, nos
trabalhos de grupos e nas recensões apresentadas. Em termos quantitativos avalia-se por um teste
de aferição de conhecimentos adquiridos no âmbito da disciplina (35%). Para cimentar os outros
componentes da investigação científica: Trabalhos práticos sobre a história da arte e participação
nas aulas teórico-práticas (25%). (T+TP=60%)
Relatório crítico de visitas de estudos – Galerias e Ateliers de artistas (20%) mais a construção de
um portfólio sobre um tema da arte visual (20%). (20 R+20 P =40%).

4. Conteúdos da Unidade Curricular/Unidades de Aprendizagem

1. Introdução e Conceptualização Inicial: propósito geral da disciplina


- Conceitos de artes visuais e estética: artes visuais e história da arte/ belo e beleza/ estético e
estética/ gosto estético e educação do gosto/ obra de arte e natureza da obra de arte/ categorias
estéticas.
- Objetos, metodologias, noções e conceitos da disciplina da História da Arte: Forma, função,
expressão, conteúdo, estilo(s) e símbolos / Imitação, morfologia, imaginação, iconologia, imagem e
fenomenologia.
- Porque estudar História das Artes Visuais no curso de Comunicação e Multimédia?
2. As Artes Visuais: o espaço real e o virtual
- As várias formas de artes visuais (breve introdução) / O enquadramento: Forças, materiais e
produção/ Valor e ornamento. Modelo e tensões.
- 2.1. Materiais, Suportes e Instrumentos1:

- Materiais: origens e composição. / Suportes e Instrumentos: características, dimensões e


funções.
3. As grandes Famílias da História da Arte

1
Retomando as ideias transversais apresentadas no ponto 1 do programa, o aluno estará em condições de entrar em contacto com
os materiais, suportes e instrumentos utilizados pelos artistas e criadores no seu processo de criação artística. Os artistas (já
contactados) irão explicar aos discentes a natureza, as qualidades e categorias dos materiais e suportes utilizados. E, o 1º ponto do
programa, tem a missão de consciencializar os discentes sobre os materiais, suportes e instrumentos utilizados, de modo a
compreenderem que estes materiais produzem sentido, sendo fundamental conhece-los, bem como manipulá-los no seu sentido
prático. Terão a oportunidade de realizar pequenas experiências com artistas. Realizaremos, para isso, algumas visitas a ateliers e
galerias (ou oficinas) de pintores, escultores, artesãos, bem como para espaços arquitetónicos, com vista a desenvolveram a sua
sensibilidade e imaginação visuo-conceptual. Também, de modo a perceberem que existem formas de criação artística que não
somente o vídeo, cinema, instalações. Quando a estas últimas formas de artes visuais (vídeo-arte; cinema, tudo o que se relaciona
com o tecnológico; etc), os nossos estudantes terão acesso, quando estivermos a leccionar arte contemporânea. Temos já contacto e
disposição de artistas que deslocar-se-ão à sala de aulas para partilhar com os estudantes a sua experiência de criação artística.
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- Filosofia da arte/ Psicologia da arte/ Antropologia da arte/ Fenomenologia da Arte/ Sociologia


da Arte/ Crítica da Arte/Artes da Informação
4. Artes visuais e sua história2:
Tópicos de: Arte pré-histórica/ Arte na Mesopotâmia/ Arte Egípcia/ Arte Grega/ Arte Romana.
A Arte no Romantismo/ A Arte Gótica/A Arte Islâmica/ A Arte no Renascimento/ A Arte
Barroca/ Rococó e Neoclássica/ O Realismo e Impressionismo/ As Vanguardas: simbolismo,
modernismo, fauvismo, cubismo/ dadaísmo, surrealismo, Abstracionismo, Expressionismo.
Arte Contemporânea: Escultura no seculo XX (renovação da escultura; o crescente interesse pela
técnica; o cientismo e a escultura). / Arquitetura moderna e pós-moderna/ O desenho industrial e a
estética da máquina. /Artes decorativas e estética aerodinâmica: como a imaginação decorativa
penetra no mundo da moda, da pintura, do cartelismo, da decoração de interiores, a joalheria e o
vidro. / A arte Pós-moderna: tendências atuais da pintura, a fotografia/ Vídeo criação, multimédia e
outras tecnologias.
5. O espaço e as suas ficções: lugares e representações:
- Do túmulo ao monumento. /- Do desenho, a pintura e arquitetura. /- Comparações e críticas
das representações do paleolítico ao contemporâneo. / As imagens na história: Do anacronismo
a Montagem. / A arte africana
6. Análises e estudos de obras de arte
- O touro na arte minoica. / Chauvet até à arte performativa. /A proporção e a ordem clássica.
A imago cristã. /A perspetiva no Renascimento. /A inflexão da linha maneirista. /A elipse na arte
barroca. /O retorno da figura. Clacissismo e Neo-classicismo. / A tensão visual do sublime:
Romantismo. /A «indiferença» e o temperamento. Realismo e Naturalismo. /A agitação do
modernismo, as vanguardas e a arte contemporânea.
7. Reflexões finais em torno das Artes Visuais em Cabo Verde
Pintura, Escultura, Artesanato, Cinema, Arquitetura…

5. Referências Bibliográficas

5.1 Bibliografia básica

1) AAVV (2006). História del Arte – El Realismo y el Impressionismo, Ed- Salvat: Madrid, Vol 15.
2) AAVV (2006). História del Arte – Las Vanguardas, Del simbolismo al Cubismo, Ed- Salvat: Madrid, Vol 16.
3) AAVV (2006). História del Arte – Las Vanguardas, Expressionismo e Abstracción, Ed. Salvat: Madrid, V. 17.
4) AAVV (2006). História del Arte – Pré-história, África Negra e Oceania, Ed- Salvat: Madrid, Vol.I.
5) AAVV (2006). História del Arte –Arte Contemporâneo, Ed- Salvat: Madrid, Vol 18.
6) ACKERMAN, J. S. (2002). Origins, imitation, conventions, representation in the visual arts. Cambridge: MIT
Press.
7) ALBERTI. Leon B. (1999). Da Pintura. trad. de António Mendonça., 2 ed. Campinas: Editora Unicamp.
8) ARGAN, GIULIO; GFAGIOLO, MAURIZIO (1994). Guia de História da Arte, Ed. Estampa: Lisboa.
9) ARNHEIM, Rudolf (1986). El pensamiento visual. trad. de Rúben Masera. Barcelona: Paidós.
10) ARNHEIM, Rudolf (1997). Arte y percepción visual. Madrid: Alianza Forma.
11) ARNHEIM, Rudolf (2006). Film as Art. Berkeley: University of California Press.
12) BENJAMIM, W (1992). Sobre a Arte, Técnica, Linguagem e Política, trad. de V.A. Relógio d`Água,
Antropos, Lisboa,
13) CARLOS, ELTER (2015). Filosofia, Arte e Literatura: uma abordagem sobre a formação poética, literária e
estética do Povo cabo-verdiano, Lisboa: MIL.
14) CASHEN, T. and H. Gardiner (2009). Digital Visual Culture: Theory and Practice. Chicago: intellect Bristol.
15) CHALUMEAU, J. LUC (1997). As teorias da arte: filosofia, crítica e história da arte, Instituto Piaget: Lisboa.
16) CONTI, FLÁVIO (s/d). Como Reconhecer a Arte Barroca, Ed. 70: Lisboa.

2
As aulas não serão construídas como meras periodizações. O estímulo à sensibilidade estética e imaginação visual e criadora serão
tidos como mote, conscientes de que os vários períodos serão brevemente tratados com recurso sempre a obras de cada período, em
vez de uma apresentação voltada para a periodização. E os alunos apresentarão trabalhos (previamente orientados pelo professor)
sobre alguns destes períodos).
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17) CONTI, FLÁVIO (s/d). Como Reconhecer a Arte do Renascimento, Ed. 70: Lisboa.
18) CONTI, FLÁVIO (s/d). Como Reconhecer a Arte do Rococó, Ed. 70: Lisboa.
19) CONTI, FLÁVIO (s/d). Como Reconhecer a Arte Grega, Ed. 70: Lisboa.
20) CONTI, FLÁVIO (s/d). Como Reconhecer a Arte no Renascimento, Ed. 70: Lisboa.
21) D’AGOSTINHO (1968). “Arte moderna”, uma monstruosidade: Análise fria de sua inconcepção e
aberrações. São Paulo: s.ed.
22) DALÍ, Salvador. Libelo contra a arte moderna. L&PM POCKET PLUS
23) DEBRAY, Régis (1993). Vida e morte da imagem: uma história do olhar no ocidente. Trad. De Guilherme
Teixeira, RJ: Vozes.
24) DEBRAY, Régis. (1997). Transmitir. Trad. Horácio Pons. Buenos Aires: Manantial.
25) DIDI-HUBERMAN, Georges (2004). Imágens pese a todo Memoria visual del Holocausto. Trad. De Maria
Miracle. Barcelona: Paidós.
26) DIDI-HUBERMAN, GEORGES (2009). La imagem superviviente: Historia del arte y tempo de los fantasmas
según Aby Warburg. trad. Juan Calatrawa. Madrid: Abada Editores.
27) DIONÍSIO DE HALICARNASSO (1986). Tratado da Imitação. Editado por Raul Miguel Rosado Fernandes.
Lisboa: Instituto Nacional de Investigação Científica.
28) DONDI. Donis A (2003). Sintaxe da Linguagem Visual. Trad. De Jefferson Luiz Camargo. São Paulo: Martins
Fontes.
29) FLUSSER, Vilém. O Mundo Codificado: Por uma Filosofia do Design e da Comunicação. (org. Rafael
Cardoso. Trad. Raquel Abi-Sâmara. Cosacnaify.
30) FORTINI, Franco. (1980). O Movimento Surrealista. 2ª edição. Lisboa: Editorial Presença
31) GALLAGHER, David (2013).World Cinema and the Visual Arts. London: Anthem Press
32) GOBI, Maria Cristina e Maria Teresa Miceli Kerbauy (orgs.) (2010). Televisão Digital: Informação e
Conhecimento. São Paulo Cultura Académica Editora, UNESP.
33) GOMBRICH, E.H. (1995). La Historia del Arte. Mexico : Editorial Diana 
34) GOMBRICH, E.H. Iniciação à História da Arte, Álvaro Cabral, LTC Editora, 16ª Edição.
35) GOWING, Lawrence (ed) (1985). Encyclopedia of Visual Art. V.1. Danbury: Grolier Educational Corporation.
36) GOZZOLI, M. CRISTINA (s/d). Como Reconhecer a Arte Gótica, Ed. 70: Lisboa.
37) GUBERN, Román (1996). Del Bisonte a la realidade virtual: La escena y el labirinto. Barcelona: Editorial
Anagrama.
38) HAUSER, Arnold (2003). Teorias da Arte. Lisboa: Presença.
39) JANSON, H.W & Janson, Anthony E (1996). Iniciação à História da Arte. São Paulo: Martins Fontes,
40) MANDEL, GABRIELE (s/d). Como Reconhecer a Arte Islâmica, Ed. 70: Lisboa.
41) McCARTHY, Kevin F. [et al.] (2005). A portrait of the visual arts: meeting the callenges of a new era. Rand
Coporation: httpp://www.rand.org/.
42) MOSCATI, SABATINO (s/d). Como Reconhecer a Arte Mesopotâmica, Ed. 70: Lisboa.
43) OJEDA, Betty(2006). Homo Digitalis - Etnografia de la cibercultura. Universidad de los Andes, Facultad de
Ciencias Sociales: Uniandes – Ceso
44) PANOFSKY, Erwin (s.d). Significado nas Artes Visuais. Editora Perspectiva
45) PANOFSKY, Erwin (s.d). A perspectiva como forma Simbólica, Colecção Arte & Comunicação, Edições 70.
46) PANOFSKY, Erwin (s.d.). Renascimento e Renascimentos na Arte Ocidental, Lisboa: Editorial Presença.
47) PROENÇA, Graça (2005). História da Arte, São Paulo.
48) SATACCIOLO, ROMOLO (s/d). Como Reconhecer a Etrusca, Ed. 70: Lisboa.
49) SCOLARI, Carlos (2008). Hipermediaciones: Elementos para una Teoría de la Comunicación Digital
Interactiva. Barcelona: Gedisa editorial.
50) SILBERMANN, A. e Bordieu. P (1968). Sociología del arte. Buenos Aires: Ediciones Nueva Visión.
51) SONTAG, Susan (2006). Sobre la fotografia. trad. de Carlos Gardini. México. Santillana Ediciones Generales.
52) SPÍNOLA, DANNY (2009). Cabo Verde e a s Artes Plásticas – Percurso e Perspectivas, Praia: INBL.
53) STEINER, Rudolf (1986). La Arte y Ciencia del Arte, Epidauro Editora, Biblioteca Antroposófica,
54) SUASSUNA, Ariano (2008). Iniciação à Estética, 9ª ed. – Rio de Janeiro: José Olympio,
55) TARELLA, ALDA (s/d). Como Reconhecer a Arte Romana, Ed. 70: Lisboa.
56) TRIBE, Mark e Reena Jana. Arte y nueva tecnología Mark Tribe, London: Taschen,
57) VELHO, Gilberto (org.) (1977). Arte e Sociedade: Ensaios de sociologia da arte. R. Janeiro: Zahar Editores.
58) WOLTON, Dominique (2001). Pensar a Internet. In Revista FAMECOS. Porto Alegre. Nº 15. Agosto.
59) WOLTON, Dominique (s.d). Internet,? y después?. Una teoria crítica de los nuevos médios de comunicación.
Barcelona, Gedisa editorial.
60) WOODS, Kim (2013). Art & Visual Culture 1100-1600. Medieval to Renaissance.Tate: The Open University.

5.2 Bibliografia Complementar:


5/7

ADORNO, W. Theodor (2008). A Teoria Estética, trad. de Arthur Morão, Colecção Arte & Comunicação, Edições 70,
ARGAN, Carlo G. (1987). As fontes da arte moderna In Novos Estudos, CEBRAP, n.18, Setembro de 1987, pp.49-56.
ARISTÓTELES. Poética (2007). Fundação Calouste Gulbenkian, trad. de Ana Maria Valente, 2ª Edição, Lisboa.
ARTAUD, Antonin (s/d).. O Teatro e o o seu Duplo, Editora Martins da Fontes,
BADIOU, Alain (1999). Meditações Filosóficas, vol. III – Pequeno Manual de Inestética, Instituto Piaget.
BAUDELAIRE, Charles (1996). Sobre a Modernidade, o pintor da vida moderna. Rio de Janeiro: Paz e Terra,
BAUMGARTEN, Alexander Gottlieb (1993). Estética. Trad. de Miriam Sutter Medeiros. Petrópolis, RJ: Vozes.
BENEDITO, Nunes. (1999). Introdução à Filosofia da Arte, 4ª Edição.
BOUARRIARD, N. (2009). Pós-Produção:Como a arte reprograma o Mundo Contemporâneo. S.P: Martins Fontes.
BÜRGER, Peter (1993). Teoria da Vanguarda, Veja,
CALABRESE, Omar (1997). Como se lê uma obra de Arte, trad. de António Maia Rocha. Edições 70.
CAMNITZER, Luís, Pérez-Barreiro, Gabriel (org.). (2009). Arte para educação /Educação para arte, Trad. de
Gabriela. Porto Alegre: Fundação Bienal do Mercosul.
CARAMELLA, E. (1998). História da Arte: fundamentos semióticos. Bauru, São Paulo: EDUSC,
COSTA, Cristina (s.d). Questões de Arte, A natureza do Belo, da perceção e do prazer estético, Editora Moderna.
DE VINCI, Léonard (1987). Traité de la Peinture, trad. de André Chastel, Éditions Berger-Levrault.
DORFLES, Gillo (1989). As oscilações do gosto, Lisboa, Livros Horizonte.
DUFRENNE, M. (1982). A estética e as ciências da arte.2 vols., Lisboa, Bertrand,
ECO, Umberto (2000). A definição da Arte, Colecção Arte & Comunicação, Edições 70.
EGLEATON, Terry. Estetica Como Ideología, trad. de Germán Cano e Jorge Cano Cuenca, Madrid, 2006.
FRANCSTEL, Pierre (s.d). A Imagem, a Visão e a Imaginação, Colecção Arte &Comunicação, Edições 70.
GOODMAN, Nelson (2006). Linguagens Da Arte, trad. de Vítor Moura, Gradiva,
HEIDEGGER, Martin (1999). A Origem da Obra de Arte, trad. de Maria da C. Costa, Edições 70. (Esta obra está
também publicada nos Caminhos de Floresta de Heidegger).
HUISMAN, Dennis (1997). A Estética, Colecção Arte & Comunicação, Edições 70,
HUYGHE, René (s/d). Sentido e Destino da Arte I / II, Colecção Arte & Comunicação, Edições 70.
JANNIC, Durand (2001). A Arte na Idade Média, trad. de Isabel Saint-Alubyn. Edições 70, Lisboa,
LESSING. Gotthold E. (2005). Dramaturgia de Hamburgo, Fundação Calouste Gulbenkian. Lisboa.
LUKÀCS, George (1970). Introdução a uma Estética Marxista,. R.J: Editora Civilização Brasileira.
MARCUSE, Herbert. (2007). A Dimensão Estética, Edições 70.
MARZONA, Daniel, Arte Conceptual, Taschen.
MOLINARI, Cesare (2010). História do Teatro, trad. de Sandra Escobar, Edições 70,
MORRIS, William (2003). Artes Menores, trad. de Isabel Donas Botto, Antígona,
PERNIOLA, Mário (1998). A Estética do Século XX – Do Sentir, Editorial Estampa,
RANCIÈRE, Jacques (2009). L`Inconscient Esthétique (2001). O Inconsciente Estético, Editora 34 Lda,
READ, Herbert (s.d). A Educação pela Arte, Colecção Arte & Comunicação, Edições 70.
ROMILLY DE, Jacqueline (S/d.). A Tragédia Grega, Editora UnB,
SALLES, Cecilia Almeida (2008). Crítica genética: fundamentos dos estudos genéticos sobre o processo de criação
artística, 3ª ed. Revista. São Paulo: EDUC.
SÁNCHEZ V. Adolfo (1999). Convite a Estética, trad. De Gilson Baptista Soares. Rio de Janeiro: Civilização
Brasileira.
6. Cronograma das Actividades de Ensino-Aprendizagem

Aula Data Nº de Conteúdo de Aprendizagem Bibliografia Avalia


Nº Horas ção
1, 2 Apresentação do programa. Indicações programáticas e F
4-6/10 4 bibliográficas. A problemática das artes visuais –
orientações gerais.
3, 4, 5 Conceitos de Estética e artes visuais (as imagens): artes 15 T
e6 visuais e história da arte/ belo e beleza/ estético e estética/ 23 [DEBRAY,
gosto estético e educação do gosto/ natureza da obra de 1993]
11-13 e arte/. As categorias estéticas: além do belo, o feio, 25,26
[DIDI-
18- 8 grotesco, sublime, patético, horrível, cómico, dramático ou HUBERMAN,
20/10 trágico. 2004, 2009], 44
- Educação estética como estímulo à criatividade e [PANOFSKY]
imaginação.
- Géneses das imagens; A transmissão simbólica
6/7

7,8 As várias formas de artes visuais (breve introdução e 31[GALLAGH T


história). ER, 2013], 32
Teatro, dança, pintura, artesanato, colagem, gravura, [GOBI, 2010]
9, 10, 14, 20
cinema, fotografia (51), escultura, cinema, arquitetura,
[CONTI;
moda, paisagismo, decoração, web design. DEBRAY,
Objetos, metodologias, noções e conceitos da disciplina (1993);
25- da História da Arte: (Porque estudar História das Artes ARNHEIM,
27/10; 4 Visuais no curso de Comunicação e Multimédia?) - Forma, (1997);
1/11 função, expressão, conteúdo, estilo(s) e símbolos; - CASHEN
Imitação, morfologia, imaginação, iconologia, imagem e (2009)]
fenomenologia. 28 [DONDI,
As Artes Visuais: o espaço real e o virtual: - As várias 2003]
29 [FLUSSER],
formas de artes visuais (breve introdução). - O
35 [GOWING,
enquadramento: Forças, materiais e produção - Valor e 1985]
ornamento. Modelo e tensões
(consenso) Espaço para encontro e discussão sobre o portefólio
9, 10 Parte I (teórica): Introdução à Problemática dos 24, DEBRAY, TP
Suportes, Materiais e Instrumentos: 1997).
Suportes: características e medidas; ECO,
Suportes para Técnicas secas;
3 e 8-11 4 Suportes para técnicas húmidas.
- A construção de um Mapa Conceptual.
- A medialogia: matéria organizada, redes e territórios.
- Modos de fazer: materializar, descentralizar, dinamizar e
contra corrente.
11 Diálogo com
Parte II (prática): artista TP
-Materiais, Suportes e intrumentos: convidada;
Identificar origem e composição de materiais diversificados,
tais como: grafite, carvão, pastel, barro, gesso [Ateliers
artes].
-Suportes e Instrumentos: características, dimensões e
10 de funções: propriedades físicas de suportes e instrumentos 37 [GUBERN,
2 1996]
11 como factores determinantes na construção das obras
plásticas e gráficas [Ateliers artes].
- Consciencializar da necessidade de perceber que não
existe separação entre humanidades e tecnologias; Que as
TICs fazem parte do ser humano: por isso, os instrumentos
são madeira, gesso, argila, palavras, programas de
computador, máquinas de captação e reprodução de
imagens.
12, 13 As grandes Famílias da História da Arte: 27, 50, 53, T
- Psicologia da arte 57
15 e 17- - Fenomenologia da Arte
4
11 - Sociologia da Arte [57]
- Antropologia da arte
- Ciências de informação
14, 15, Arte pré-histórica: entre o Paleolítico e o Neolítico e a Idade 4,8,20, 47, TP
16 dos Metais: análise imagens. 34 GOMBRICH,
Arte na Mesopotâmia: Arquitetura, escultura, relevo 1995]; 36 Trab.
22; 24 e monumental e artes menores; [GOZZOLI, S.D]
Pesqui
28 de 4 Arte Egípcia. 40 [MANDEL]
sa
11. Arte Grega: arquitetura, escultura e artes menores. 19
/Arte Romana: Arquitetura, escultura, pintura e artes 42 [MOSCATI] aluno/
menores. - Arte Islâmica profes
- Arte africana sor
18, 19 1e 6 de 4 A Arte Gótica: Arquitetura, pintura, escultura e artes 60
12 menores. [WOODS,2013
]
7/7

A Arte Islâmica: Arquitetura, decoração, cerâmica, 1,2,3,8,7, TP


miniatura, tapetes. 16,17,18, 20
A Arte no Renascimento: Arquitetura, escultura, pintura. 45, 46
A Arte Barroca: Arquitetura, pintura, escultura. [PANOFSKY]
Rococó: Arquitetura, pintura, escultura.
Neoclássica.
O Realismo e Impressionismo
As Vanguardas: simbolismo, modernismo, fauvismo,
cubismo/ dadaísmo, surrealismo, Abstracionismo,
Expressionismo.
20, 21 Arte Contemporânea: delimitação do conceito de arte e 2,3, 21,22 P
8 e 13 estética contemporânea. 30 [FORTINI]
4
de 12
22, 23 Arquitetura moderna e pós-moderna TP
O desenho industrial e a estética da máquina
Artes decorativas e estética aerodinâmica: como a 24,
imaginação decorativa penetra no mundo da moda, da 43[OJEDA]
15 e 20
4 pintura, do cartelismo, da decoração de interiores, a 58, 59
de 12 joalheria e o vidro. [WOLTON]
A arte Pós-moderna e Tecnologias [Cultura digital]
tendências actuais da pintura, a fotografia/ Vídeo criação,
multimédia e outras tecnologias.
24, 25 O espaço e as suas ficções das artes visuais: lugares e 38 [HAUSER, P
representações: 2003]
39 [JANSON,
- Do túmulo ao monumento. [aulas
1996]
- Do desenho, a pintura e arquitetura. auto-
3 e 5 de 37 [
4 - Comparações e críticas das representações do GUBERN, reflexiv
01/2017 paleolítico ao contemporâneo. 1996] a]
- As imagens na história: do anacronismo a Montagem. 41[McCARTH
- Sistema de Artes de Visuais: Arte, Artista, Mercado Y, 2005]
de a Arte e Pública
26, 27, Análises e estudos de obras de arte: P
28 e 29 i) O touro na arte minoica; i) Chauvet até à arte Estudos
performativa.
10; 12; A proporção e a ordem clássica; iii) A imago cristã.
17; 20 A perspetiva no Renascimento; iv) A inflexão da linha
8
de maneirista; v) A elipse na arte barroca; vi) O retorno da
01/2017 figura. Clacissismo e Neo-classicismo; vii) A tensão visual
do sublime: Romantismo; viii) A «indiferença» e o
temperamento. Realismo e Naturalismo; ix) a agitação do
modernismo, as vanguardas e a arte contemporânea
30, 31 25 e 27 Reflexões finais e conclusivas: artes visuais em Cabo 13, 53 P
de 4 Verde. Reflexão
01/2017
32 31/01 2 Entrega do Portefólio e autoavaliação
7. Horário e local de atendimento semanal: todas as manhãs da 5ª f -9.30-11.00 – sala de coordenação de
Filosofia ou outra sala a indicar.