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DIREITOS REAIS NA COISA PROPRIA - PROPRIEDADE

Aquisição da propriedade pelo (a)

Usucapião
1. (OAB/2012 - VIII EXAME -Questão 37) Em janeiro de 2010, Nádia, unida estavelmente com
Rômulo, após dez anos de convivência e sem que houvesse entre eles contrato escrito que
disciplinasse as relações entre companheiros, abandona definitivamente o lar. Nos dois anos
seguintes, Rômulo, que não é proprietário de outro imóvel urbano ou rural, continuou,
ininterruptamente, sem oposição de quem quer que fosse, na posse direta e exclusiva do
imóvel urbano com 200 metros quadrados, cuja propriedade dividia com Nádia e que servia de
moradia do casal. Em março de 2012, Rômulo – que nunca havia ajuizado ação de usucapião,
de qualquer espécie, contra quem quer que fosse ‐ ingressou com ação de usucapião,
pretendendo o reconhecimento judicial para adquirir integralmente o domínio do referido
imóvel. Diante dessa situação hipotética, assinale a afirmativa correta.

A) A pretensão de aquisição do domínio integral do imóvel por Rômulo é infundada, pois o


prazo assinalado pelo Código Civil é de 10 (dez) anos.

B) A pretensão de aquisição do domínio integral do imóvel por Rômulo é infundada, pois a


hipótese de abandono do lar, embora possa caracterizar a impossibilidade da comunhão de
vida, não autoriza a propositura de ação de usucapião.

C) A pretensão de aquisição do domínio integral do imóvel por Rômulo é infundada, pois tal
direito só existe para as situações em que as pessoas foram casadas sob o regime da
comunhão universal de bens.

D) A pretensão de aquisição do domínio integral do imóvel por Rômulo preenche todos os


requisitos previstos no Código Civil.

2. (MP/SP/Promotor de Justiça/2011) É correto afirmar que a aquisição por usucapião de


imóvel urbano, por pessoa que seja proprietária de imóvel rural, se dá:

a) após 5 (cinco) anos, independentemente de justo título e boa-fé, limitada a área a 250m2.
b) após 15 (quinze) anos, independentemente de justo título e boa-fé, sem limite de tamanho
da área.
c) após 5 (cinco) anos, independentemente de justo título e boa-fé, limitada a área de 350m2.
d) após 10 (dez) anos, independentemente de boa-fé, desde que não utilizado o imóvel para
moradia.

3) MP/SP/Analista de Promotoria/2010). É CORRETO afirmar que


a) aquele que possuir como seu imóvel urbano por cinco anos ininterruptos, sem oposição,
tendo nele sua moradia, adquirir-lhe-á a propriedade pela usucapião constitucional, ainda
quando proprietário de outro imóvel, desde que rural.
b) na usucapião especial rural têm legitimidade para usucapir a pessoa natural, nata ou
naturalizada, o estrangeiro residente no Brasil e a pessoa jurídica sediada em território
nacional.
c) a usucapião, mobiliária ou imobiliária, tem como pressuposto comum ter como objeto coisa
hábil, além da posse mansa, pacífica, pública, contínua e exercida com ânimo de dono, durante
o lapso prescricional estabelecido em lei.
d) as coisas fora do comércio e os bens públicos, exceto os de uso especial e os dominicais, são
suscetíveis de usucapião.
e) o proprietário também pode ser privado da coisa se o imóvel reivindicado consistir em
extensa área, na posse ininterrupta independentemente de boa-fé, por mais de cinco anos, de
considerável número de pessoas.

4. (Prefeitura de São Paulo/Auditor Fiscal/2007) Não enseja a aquisição de propriedade de


bem imóvel particular, por usucapião, a posse contínua, ininterrupta e sem oposição, de

a) qualquer bem imóvel, por 10 (dez) anos, com justo título e boa-fé.

b) qualquer bem imóvel, por 10 (dez) anos, independentemente de justo título e boa-fé.

c) imóvel residencial do possuidor, por 10 (dez) anos, independentemente de justo título e


boa-fé.

d) imóvel urbano de até 250m2 (duzentos e cinquenta metros quadrados) e que seja o único
imóvel do possuidor, destinado a sua residência, por 5 (cinco) anos, independentemente de3
justo título e boa-fé.

e) imóvel rural com até 50 há (cinquenta hectares) e que seja o único imóvel do possuidor,
destinado a sua residência e subsistência, por 5 (cinco) anos, independentemente de justo
título e boa-fé.

5. (MP/ES/Promotor de Justiça/2010). Com relação à usucapião da propriedade imóvel,


assinale a opção CORRETA.

a) Se um condômino ocupar área comum, como se sua fosse, e sem qualquer oposição, a
duradoura inércia do condomínio, aliada ao prazo legal, poderá provocar a usucapião.

b) Diferentemente do que ocorre com a usucapião ordinária, o prazo para a aquisição de


propriedade por usucapião extraordinária é igual ao prazo para a posse simples e qualificada.

c) O justo título que enseja a aquisição da propriedade por usucapião é aquele que foi levado a
registro pelo possuidor.
d) De acordo com a jurisprudência dominante, não é possível usucapião voluntária de bem de
família.

e) Se determinado condomínio for pro indiviso e a posse recair sobre a integralidade do


imóvel, é possível que um dos condôminos usucape contra os demais comproprietários.

6. (MP/SP/Promotor de Justiça/2010). Assinale a alternativa CORRETA:

a) na usucapião urbana individual, prevista na Lei n. 10.257/2001 (Estatuto da Cidade), não é


possível levar-se a efeito a aquisição de terreno inferior ao mínimo módulo urbano.

b) a usucapião rural consagra no artigo 1.238 do Código Civil, que exige a chamada posse
trabalho/moradia, não reclama animus domini da parte usucapiente.

c) a usucapião coletiva pode ter como objeto áreas particulares e públicas.

d) os bens dominicais, à luz do novo Código Civil Brasileiro, podem ser usucapidos.

e) na usucapião coletiva, prevista na Lei n. 10.257/2001 (Estatuto da Cidade), como regra geral,
a cada possuidor será atribuída, por decisão judicial, igual fração ideal de terreno.

7. (MP/SP/2003) Pode-se afirmar que constituem pressupostos da usucapião a coisa hábil ou


suscetível de ser usucapida, a posse manda e prolongada, o decurso do tempo, o justo título e
a boa-fé. Diante de tal enunciado, indique a alternativa CORRETA para as seguintes hipóteses:

a) o justo título e a boa-fé apenas são exigidos nos casos de usucapião ordinária, dispensados
os demais requisitos.

b) os primeiros três requisitos acima referidos não são absolutamente indispensáveis e


exigidos em apenas algumas situações de usucapião.

c) o título anulável não é obstáculo para a obtenção da usucapião, porquanto sendo eficaz e
capaz de produzir efeitos, válido será enquanto não for decretada a sua anulação.

d) qualquer espécie de posse mansa e pacífica pode conduzir à usucapião, desde que
presentes a coisa hábil ou suscetível de ser usucapida, o decurso do tempo e o justo título.

e) para a consumação da usucapião extraordinária exige-se que o possuidor ostente justo


título e boa-fé.

8. (TJ/TO/Juiz de Direito/2007) A respeito da posse e da propriedade, assinale a opção


CORRETA.
a) A posse que gera a usucapião extraordinária, ordinária ou especial é aquela exercida por
alguém com ânimo de proprietário e sobre coisa certa, não podendo ser reclamada sobre coisa
incerta, salvo quando se tratar de composse de coisa indivisa.

b) Gera usucapião a posse ininterrupta e sem oposição, com ânimo de dono, por cinco anos
ininterruptos, de área de terra em zona rural não superior a cinquenta hectares, utilizada
como moradia pelo possuidor, que a torne produtiva pelo seu trabalho e dela tire a sua
subsistência e de sua família, não sendo o possuidor propriedade de qualquer outro imóvel.

c) A tolerância da administração pública quanto à ocupação dos bens públicos de uso comum
ou especial por particulares faz nascer para estes direito assegurável pelos interditos
possessórios e direito à indenização pelas benfeitorias úteis e necessárias , o que lhes
assegura a prerrogativa de retenção.

d) O convalescimento da posse adquirida de forma violenta, clandestina ou precária é


permitido pela cessação da violência ou da clandestinidade e pelo decurso de ano e dia.

9. (PGE/SP/Procurador do Estado/2005) João faleceu em 5 de agosto de 1985 e deixou três


filhos: Antônio, então com 18 anos; José, com 15 anos e Maria com 3 anos. Como bem passível
de herança, deixou um imóvel residencial, localizado em zona urbana, com área superior a
250m2. Não houve abertura de inventário. Desde o falecimento de João, seu filho Antônio
permaneceu na posse do imóvel, utilizando-os nos finais de semana e dias de veraneio,
arcando com todas as despesas de conservação, além de pagamento de tributo que recaíam
sobre essa propriedade, ou seja, exerceu posse como se dono fosse. José e Maria, desde o
falecimento do pai, foram residir em outro lo9cal. Somente em janeiro de 2005 José e Maria
tentaram reaver sua posse sobre o imóvel. Diante desses fatos, é CORRETO dizer que

a) Antônio adquiriu o quinhão de José por usucapião, mas não o de Maria, uma vez que não
houve causa eficiente em relação a esta.

b) Antônio somente poderia adquirir por usucapião a propriedade do imóvel , em relação a


Maria, quando esta completasse 31 anos de idade.

c) Antônio adquiriu o quinhão de José e Maria por usucapião, tendo ocorrido a causa eficiente
e o fato operante sem qualquer oposição.

d) não é possível Antônio adquirir por usucapião a parte relativa aos irmãos, haja vista que não
ocorre usucapião entre herdeiros.

e) Por se tratar de posse velha, não pode ser admitida a reintegração de posse do imóvel em
questão.

10. (Fazenda Nacional/Procurador/2006) São requisitos da usucapião pro labore (Parágrafo 4º


do art. 1.228 do CC):
a) posse por mais de cinco anos, de área traduzida em trabalho criador de um considerável
número de pessoas, considerado de interesse social e econômico relevantes reconhecidos
pelo Poder Executivo.

b) posse ininterrupta e de boa-fé por mais de dez anos de uma extensa área, traduzida em
trabalho criador de um considerável número de pessoas, concretizado em construção de
moradia.

c) posse por mais de cinco anos de uma extensa área, traduzida em trabalho criador de um
considerável número de pessoas, concretizado em construção de moradia ou investimentos de
caráter produtivo ou cultural assim considerados pelo juiz.

d) posse por mais de dez anos de área traduzida em trabalho criador de um número
considerável de pessoas, de interesse público, econômicos e social relevantes.

e) posse, por mais de cinco anos, de área traduzida em trabalho criador de um considerável
número de pessoas, concretizado em construção de moradia ou investimentos de caráter
produtivo ou cultural.

11. (OAB/RS/2006/2) Sobre o usucapião e sua tutela, assinale a assertiva CORRETA.

a) Trata-se de modo derivado de aquisição de propriedade.

b) Não ocorre entre cônjuges na constância do casamento.

c) Nos casos de usucapião urbano coletivo, somente o possuidor é legitimado ativo.

d) Não exige intervenção do Ministério Público.

12. (Defensoria Pública/RN/Defensor Público/2006 ) Dá-se usucapião quando

a) o possuidor ocupar a área por quinze anos, independentemente de justo título,


demonstrando que realizou obras ou serviços de caráter produtivo.

b) em cinco anos quando o possuidor de área rural de até 50 hectares e não possuidor de
outro imóvel urbano ou rural, que tenha tornado a área produtiva, por seu trabalho ou de sua
família, e nela estabelecido a sua moradia.

c) um número considerável de pessoas ocupar por dez anos, de boa-fé e ininterruptamente,


área na qual realizem obras e serviços, considerados pelo juiz de interesse social e econômico
relevante.

d) alguém possuir coisa móvel como sua, contínua e incontestadamente por cinco anos, com
justo título e boa-fé.
13. (TRF/4 Região/Juiz Federal/2005) Assinale a alternativa INCORRETA. Quanto à usucapião,
pode-se afirmar que:

a) adquire a propriedade do imóvel que o possuir como seu, ininterruptamente e em oposição,


por quinze anos.

b) adquire a propriedade do imóvel aquele que o possua por dez anos, continua e
incontestadamente, com justo título e boa-fé.

c) adquire a propriedade urbana aquele que, não sendo proprietário de qualquer outro imóvel,
a possua como sua, por cinco anos ininterruptos e sem oposição, não sendo a mesma superior
a 400 metros quadrados.

d) o título de domínio e a concessão de uso serão conferidos ao homem ou à mulher, ou a


ambos, independentemente do estado civil.

14. (TJ/SC/Juiz de Direito/2007) Relativamente à usucapião especial de imóvel urbano (Lei


10.257/10-7-2001), assinale a alternativa CORRETA.

a) A usucapião de imóvel urbano será concedida apenas a quem não seja proprietário de outro
imóvel urbano, podendo ser o usucapiente, entretanto, proprietário de área rural, desde que
seja esta inferior a um módulo rural.

b) A usucapião especial de imóvel urbano pode ser invocada como matéria de defesa, não
tendo esse reconhecimento, entretanto, eficácia como título hábil para fins de registro no
Cartório de Imóveis.

c) A usucapião especial não pode ser requerida por uma coletividade de pessoas.

d) A sentença atribuirá cada um dos compossuidores fração ideal idêntica,


independentemente da área efetivamente ocupada por cada um deles.

e) Na sentença, de regra, o juiz atribuirá a cada um dos compossuidores a área efetivamente


ocupada.

15. (TJ/SE/Juiz de Direito/2008) Quanto à ação de usucapião de terra particulares, assinale a


opção CORRETA.

a) A usucapião pode ser alegada como matéria de defesa em qualquer processo em que se
discuta a posse ou a propriedade de bem imóvel, e em qualquer fase do processo. Nesse caso,
é obrigatória a intervenção do Ministério Público no processo, como fiscal da lei, sob pena de
nulidade.
b) A posse pacífica é aquele que se estende ao longo do tempo necessário, sem violência ou
oposição de outrem, seja proprietário ou não do bem objeto da posse. Assim, será considerada
como interrupção dessa posse, capaz de impedir a aquisição domínio, a turbação por parte de
qualquer pessoa, que obrigue o possuidor a desforço pessoal ou à ação em juízo.

c) Na usucapião, ocorre a sucessão de pessoas quando o titular da posse ad usucapionem a


cede ou transfere a outra pessoa que continua a exercê-la até completar o legal, exigindo-se,
para se computar esse prazo, que não haja solução de continuidade entre as posses somadas e
que todas sejam dotadas dos qualificativos indispensáveis à configuração da prescrição
aquisitiva.

d) Na ação de usucapião, serão sempre citados, por via postal, para manifestarem interesse na
causa, os representantes da fazenda pública da União dos estados, do Distrito Federal e dos
municípios. O prazo para contestar a ação conta-se da data da intimação da decisão que
considera justificada a posse.

e) Os compossuidores não podem usucapir uns contra os outros, enquanto a posse for
exercida conjuntamente, só podendo, portanto, usucapir em comum, pois a composse não
gera a aquisição do domínio pela usucapião.

16. (Defensoria Pública/SP/Defensor Público/2007) Com relação à ação de usucapião especial


coletiva de imóvel urbano localizado em área ocupada por população de baixa renda,

a) só é admissível a ação se for possível identificar os terrenos ocupados por cada possuidor.

b) a área, objeto da ação, deve ser de até duzentos e cinquenta metros quadrados.

c) o possuidor pode acrescentar sua posse à de seu antecessor, contanto que sejam contínuas.

d) a sentença não servirá como título de registro dominial em razão da indefinição das áreas
que compõem o condomínio especial.

e) essa modalidade de ação não tem o condão de suspender as demandas petitórias ou


possessórias que venham a ser proposta relativamente ao imóvel usucapiendo.

17. (Defensoria Pública/SP/Defensor Público/2007) É correto afirmar sobre a usucapião


especial urbana:

a) Para os efeitos da ação de usucapião especial de imóvel urbano, o herdeiro legítimo


continua, de pleno direito, a posse de seu antecessor, independentemente de residir no
imóvel usucapiendo por ocasião da abertura da sucessão.
b) A associação de moradores da comunidade, regularmente constituída, com personalidade
jurídica e devidamente autorizada pelos representados, detém legitimidade própria para
postular ação de usucapião especial coletiva.

c) Pessoas solteiras, que vivem sozinhas, não podem postular a ação de usucapião de imóvel
urbano pela não caracterização de moradia familiar exigida pela norma.

d) Os benefícios da assistência judiciária gratuita não se estendem ao registro da sentença


perante o serviço de registro imobiliário.

e) Em regra, o condomínio constituído por força da ação de usucapião especial coletiva é


indivisível, não sendo passível de extinção.
USUCAPIÃO – GABARITO

1. Resposta: “d”

2. Resposta: “b” . Vide art. 1.238 do CC.

3) Resposta: “c”. Vide arts. 1.238 e 1.260 do CC.


4. Resposta: “b”. Vide art. 1.242 do CC.

5. Resposta: “e”. Decidiu o STJ: “Pode o condômino usucapir, desde que exerça posse própria
sobre o imóvel, posse exclusiva” (REsp 10.978-RJ, rel. Min. Nilson Naves, j. 25.5.1993).

6. Resposta: “e”. Vide art. 10, § 3º, da Lei n. 10.257/2001 (Estatuto da Cidade).

7. Resposta: “c”. Segundo Marco Aurélio S. Viana, “se o cancelamento do título decorre da
nulidade do negócio jurídico, não se tem justo título. Isso só é possível em sendo o negócio
anulável” (Comentários ao novo Código Civil, Forense, v. XVI, p. 110).

8. Resposta: “b”. Vide art. 1.239 do CC.

9. Resposta: “b”. “Aplicando-se o art. 553 do CC de 1916 (art. 1.244 do novo Código),
suspender-se-ia a prescrição até Maria completar 16 anos, o que ocorreria em 1998 (art. 169,
I, do CC/16, art. 198, I, do novo CC). Com a entrada em vigor do novo CC em 2003, não houve o
decurso de tempo necessário para a aplicação do art. 2.028. Sem justo título, proporcionado
por eventual abertura de inventário, o prazo para a aquisição da propriedade por usucapião
seria o do art. 1.238, ou seja, de 15 anos. Contando-se o prazo a partir de 1998, a usucapião se
concretizaria em 2013, ano em que Maria alcançaria a idade de 31 anos” (Elpídio Donizetti,
Para passar em concursos jurídicos, 6ª ed., São Paulo: Gen/Editora método, n. 469, p. 54).

10. Resposta: “c”. Vide art. 1.228, §4º, do CC.

11. Resposta: “b”. Vide art. 1.244, c/c art. 197, I, do CC.

12. Resposta: “b”. Vide art. 1.239 do CC.

13. Resposta: ”c” . Vide art. 1.240 do CC.

14. Resposta: “d”. Vide art. 10, § 3º, da Lei 10.257/2001 (Estatuto da Cidade).

15. Resposta: “e”. Vide art. 1.199 do CC.

16. Resposta: “c”. Vide art. 10, § 1º, da Lei n. 10.257/2011 (Estatuto da Cidade).

17. Resposta: “e”. Vide art. 10. § 4º, da Lei n. 10.257 (Estatuto da Cidade).

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