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A MATEMÁTICA NA EDUCAÇÃO INFANTIL

Gisele Souza Rodrigues1


Juliane Barbosa Alves
Maria Madalena Alves da Costa
Patrícia Gonçalves de Oliveira

Elisangela Barros Miranda Gomes2

RESUMO

O presente trabalho tem como objetivo esclarecer a importância do ensino da matemática na


educação infantil, destacando sua colaboração para o aprendizado e seu desenvolvimento para
as séries iniciais, buscamos ressaltar com a pesquisa qualitativa, com o conhecimento
adquirido através dos estudos de grandes autores, destacamos o papel fundamental dos
professores juntos a equipe técnica pedagógica, vista que os mesmos possuam contextos
criativos, auxiliando no processo ensino e aprendizagem da matemática na educação, valendo
os demais recursos orais e corporais. Vale ressaltar que a manipulação de materiais e
metodologias são válidos para o aprendizado intensivo da criança em fase de suas
curiosidades e descobrimentos, portanto vimos a necessidade de estabelecer conteúdos que
possibilitem a visão do ensino da matemática, descartando a ideia que a disciplina só possa
ser ensinada através de cálculos, fortalecendo a criatividade, o lúdico, as diversas
possibilidades de se ensinar e aprender matemática na educação infantil.

Palavras Chaves: Matemática. Educação. Infantil.

1. INTRODUÇÃO

Neste paper iremos abordar o tema Matemática na Educação Infantil, o mesmo tem
como objetivo mostrar de forma clara a importância e a presença do ensino da matemática na
educação infantil, destacando sua colaboração para o desenvolvimento integral da criança.
Destacar também a contribuição da pedagogia lúdica para o processo ensino aprendizagem da
matemática, através do uso de jogos, brincadeiras e outros.
A metodologia empregada foi a de pesquisa bibliográfica, sendo abordados teorias e
estudiosos como: BERTOSO, BRISUELA, BRUNER, PIAGER, PREDIGER e outros.

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Discentes do 4º Período do Curso de Pedagogia do Centro Universitário Leonardo da Vinci - UNIASSELVI -
Pedagogia (PED- 3056) – Prática do módulo 1 – 30/05/2020.
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Professora tutora externa do Centro Universitário Leonardo da Vinci – UNIASSELVI – Pedagogia (PED - 3056) -
Prática do Módulo 1 – 30/05/2020
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Este paper está organizado em quatro tópicos, sendo que no primeiro tópico,
abordaremos a defesa da história da matemática na educação infantil. Em seguida, nos tópicos
dois e três, discutiremos a importância do ensino da matemática e como ensinar esta
linguagem na educação infantil. Por fim, no ultimo tópico, conheceremos alguns materiais e
métodos utilizados para se trabalharem em sala de aula, uma vez que existem diversas formas
de planejar e trabalhar a matemática na Educação Infantil.

2. A HISTÓRIA DA MATEMÁTICA NA EDUCAÇÃO INFANTIL

Bem, sabemos que muitas pessoas não gostam de matemática, e isso se deve, ao fato
de como professores, vem apresentando a matéria aos alunos. A matemática por ser uma
disciplina vista como “difícil” a criança acaba não gostando desde cedo da palavra
matemática, pois bem, para se fazer um bom trabalho na educação infantil, existe a
necessidade de conhecer a criança em sua tendência empírica, ter um bom conhecimento do
conteúdo a ser ensinado. Com tudo, para que o professor faça uma integração significativa,
afastando assim qualquer atitude negativa em relação a matemática, e quando adentrarem o
ensino fundamental não terão uma visão distorcida, afastando o rigoroso aspecto de ensinar e
aprender matemática.
Diante ao método de ensinar matemática, existem alguns argumentos que estão a favor
da integração do uso da história da matemática na educação infantil como: a contação de
história que cabe como uma estratégia pedagógica, desperta o gosto pela matemática, e
possibilita para o conhecimento do surgimento da matemática. Todavia, faz- se necessário
questionar: qual a criança que não gosta de ouvir histórias? Esses momentos de encanto em
sala de aula, torna o ato de aprender mais estimulante e prazeroso. “Estudar alguma coisa
historicamente significa estudá-la no processo de mudança” (Vygotsky, 1991, p.74).
A criança tem a capacidade e habilidades para construir conhecimentos matemáticos, e
é preciso planejar, formular critérios e metodologias de ensinamento, trabalhando
individualmente ou em grupo. Diante a esse debate encontramos nos Parâmetros Curriculares
Nacional (PCN) a abordagem do conteúdo de matemática em sala, tendo como recurso
pedagógico a história da matemática.
BRASIL, (1997, p. 45)

[...] ao revelar a matemática como uma criação humana, ao mostrar necessidades e


preocupação de diferentes culturas, em diferentes momentos históricos, ao
estabelecer comparações entre os conceitos e processos matemáticos do passado e
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do presente, o professor tem a possibilidade de desenvolver atitudes e valores mais


favoráveis do aluno diante do conhecimento matemático.

Todavia há de se concorda que a curiosidade da criança desenvolve-se estimulando e


exercitando sua imaginação, os fundamentos matemáticos surgem nos primeiros anos.
Claramente, vale ressaltar que a história pode ser contada de maneira divertida, pois para se
educar é preciso educadores qualificados que coloquem a educação em prática. Formulando
recursos com cores, comprimentos, distância, espaço, formas e tamanhos. Essa é sem dúvida a
melhor fase para se criar ideias de como ensinar e aprender é a fase de produzir, inventar e
criar novos conhecimentos.
Para Zunino (1995, p. 27):

Se na escola assumimos tanto ao ensinar como ao avaliar, que fazer matemática é


mais do que fazer contas, não só poderíamos conseguir que as crianças adquirissem
conhecimentos como também ofereceríamos a oportunidade de que elas se
apaixonassem por essa invenção humana que é a Matemática.

É possível afirmar que todo método de ensino é válido, desde que a criança demonstre
interesse no que esteja sendo repassado a ela, sendo que o professor não se limite a um só
método, somente ao contexto histórico, o professor pode usar critérios que faça transposições,
renovando seu método de ensino sempre que necessário.
Evidencia Tahan, (1966, p.16)

A criança e o adulto, o rico e o pobre, o sábio e o ignorante, todos, enfim,


ouvem com prazer as histórias – uma vez que essas histórias sejam interessantes,
tenham vida e possam cativar a atenção. A história narrada, lida filmada ou
dramatizada, circula em todos os meridianos, vive em todos os climas, não
existe povo algum que não se orgulhe de suas histórias, de suas lendas e seus
contos característicos.

Assim, procuramos formular ideias e destacar que a história da matemática na


educação infantil é enriquecedora nas séries inicias. E o ato de contar, o ato de explorar de
forma lúdica, que as narrativas contribuirão para uma melhor compreensão de um todo. A
utilização de imagens, as pausas para a participação ativa da criança, são de grande
importância para a aprendizagem, lembrando sempre que toda a energia deve ser aproveitada
ao longo da história.
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3. A IMPORTÂNCIA DO ENSINO DA MATEMÁTICA NA EDUCAÇÃO


INFANTIL

A matemática é uma linguagem que precisa ser trabalhada e estimulada na


infância, pois sabemos que as crianças tem seus primeiros contatos com os números antes
mesmo de começarem a frequentar a escola.
Segundo Ruiz (2002, p. 218), desta forma, discute à necessidade mundana da
matemática à luz cognitivismo piagetiano:

O epistemólogo Jean Piaget identifica a matemática como uma espécie de


interface entre o espírito humano e o mundo, sendo um instrumento - chave no
intercâmbio entre seu jeito e universo. Aprender matemática e adquirir
ferramentas cognitivas para atuar sobre a realidade. Para ele, existe o caráter de
continuidade entre as estruturas lógico- matemático espontâneas do pensamento
infantil e os edifícios formais constituídos pelos matemáticos.

Portanto, concordamos com o autor que a matemática é de grande relevância para o


desenvolvimento da criatividade e do raciocínio lógico, através da matemática pode-se expor
as próprias ideias, comunicando procedimentos de soluções, validar pontos de vistas e ocultar
erros. A matemática tem seu papel fundamental na educação infantil, pois por meio dessa
linguagem a criança poderá adquirir várias habilidades, não apenas cognitivas, mas também
em sua autonomia e socialização.
Piscareta afirma que “o conhecimento matemático é cada vez mais necessário para
uma participação crítica na sociedade atual, auxiliando na compreensão do mundo e ajudando
nas decisões de situações das mais variadas naturezas” (2001, apud PREDIGER;
BERNANGER; MOS, 2009).
Sendo assim, reforçamos mais uma vez a importância de se ensinar matemática na
educação infantil, sabendo que é nessa idade que as crianças começam a desenvolver o
raciocínio logico- matemático e a compreender conceitos importantes nessa área. Porém,
como já foi mencionado anteriormente, cabe aos educadores proporem situações intencionais
para fortalecer os laços entre a matemática e a vida cognitiva da criança.

4. COMO ENSINAR MATEMÁTICA NA EDUCAÇÃO INFANTIL

A matemática esta presente no dia -a dia do homem, e em tudo o que fazem, e no


ambiente escolar não é diferente. Por isso a forma como a matemática é trabalhada no ensino
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da criança é muito importante na construção de sua formação e pensamentos, pois nessa fase
que eles estão absorvendo conhecimentos, os quais serão levados e lapidados ao longo de suas
vidas, dessa forma educadores tendem a inovar em sala, trazendo para as crianças atividades
de raciocínio lógico, jogos e brincadeiras. Afirma Smole (2000, p. 26) “na escola infantil o
trabalho com a matemática permanece subjacente, escondido sob uma concepção de treinar as
crianças a darem respostas corretas, ao invés de faze-las compreender a natureza das ações
matemáticas”. Assim as instituições de ensino junto aos seus técnicos pedagógicos e
professores, precisam estar sempre a frente renovando seus métodos de ensino, pois a
matemática encaixa- se em várias atividades, como: a dança, a música e a arte e essas técnicas
tornam -se indispensáveis no ensino aprendizagem.
Segundo Bertoso e Mota (2010, p.6):

Toda a atividade na educação infantil deve ser pensada, planejada e elaborada de


acordo com as necessidades apresentadas por cada faixa etária. Deve permitir
que as crianças usem estratégias, estabeleçam planos, descubram possibilidades,
isto é, a brincadeira deve ser permeada por diversas situações problemas.

Portanto, a melhor forma de se ensinar a matemática é formulando estratégias através


de jogos e brincadeiras, de maneira lúdica, dessa forma as crianças sentem mais prazer em
aprender, tornam-se crianças participativas, além de se envolverem gradativamente nas
atividades. De acordo com Piaget (1989 apud Silva e Chue, 2000) “os jogos não são apenas
uma forma de divertimento, mas contribuem e enriquecem o desenvolvimento intelectual da
criança”. Assim o processo de aprendizagem da matemática através do lúdico visa o jogo
livre, o jogo planejado, o jogo comparativo, os jogos demonstrativos e raciocínio lógico.
Destacam Bertoso e Moura (2010, p.7)

No que tange à presença do lúdico no ensino da matemática. Muito mais que


números a serem ensinados o professor também pode ensinar valores como
respeito, valorização e discursão do raciocínio, das soluções e os
questionamentos dos alunos deve ser uma preocupação constante do professor
de educação infantil

Sendo assim, as atividades lúdicas para aprendizagem da matemática vão muito além
de se ensinar números. É através dela que as crianças formam conceitos, distinguem ideias,
estabelecem ralações lógicas, envolvem concepções e socialização.
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5. MATERIAIS E MÉTODOS

A matemática faz- se presente em diversas atividades realizadas pelas crianças, e


oferece aos homens em geral, várias situações que possibilitam o desenvolvimento do
raciocínio lógico, da criatividade e a capacidade de resolver problemas.
Entre os vários objetivos, encontramos o de ensinar a matemática, através dos jogos,
um dos principais meios de se ensinar matemática na educação infantil. Segundo Kishimato
(1998, p.12) “o jogo não pode ser visto apenas como divertimento ou brincadeira para se
gastar energia, pois o mesmo oferece o desenvolvimento físico, cognitivo, afetivo, social e
moral”. O jogo faz parte do cotidiano do aluno, por isso, torna -se um instrumento motivador
no processo ensino aprendizagem, além de possibilitar o desenvolvimento de competências e
habilidades, proporcionando a eles a oportunidade de construir os conceitos matemáticos de
maneira livre, por meio de atividades lúdicas que contemplem a participação ativa da criança.
Os pesquisadores de educação matemática estão primeiramente preocupados com as
ferramentas, os métodos e as abordagens que facilitam a prática ou o estudo. Os métodos
usados em qualquer conceito particular são em grande parte determinados pelos objetivos que
o sistema educacional está tentando alcançar. Estes métodos para ensinar matemática
incluem;
 Educação clássica: ensino da matemática dentro do quadrivium, parte do currículo
de educação clássica da idade média, que era tipicamente baseado nos elementos
euclidianos, ensinado como um paradigma do raciocínio dedutivo.
 Matemática baseada no computador: a abordagem baseada no uso de software
matemática como ferramenta primaria da computação.
 Abordagem convencional: Orientação gradual de ideias, noções e técnicas
matemáticas, começa com aritmética, seguida com geometria Euclidiana e da
álgebra, elementos ensinados sistematicamente, requer que o professor esteja bem
informado sobre a matemática elementar, uma vez que as decisões curriculares
pela lógica do sujeito em vez de pelas considerações pedagógicas. Outros métodos
emergem, enfatizando alguns aspectos desta abordagem.
 Exercícios: Reforço de habilidades matemáticas, contemplando um grande número
de exercícios de um mesmo tipo, como adicionar frações, ou resolver, equações
quadráticas.
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 Métodos históricos: ensino do desenvolvimento da matemática, dentro de um


contexto histórico, social e cultural. Fornece mais interesse humano que a
abordagem convencional.
 Domínio: Abordagem na qual espera-se que os alunos alcancem um alto nivel de
competência antes de progredirem.
 Nova matemática: Método de ensino de matemática que foca em conceitos
abstratos como teorias dos conjuntos, funções e bases diferentes de 10. Adotados
nos Estados Unidos como uma resposta ao desafio da superioridade técnica
soviética no espaço, isto começou a se desafiado no fim dos anos 1960. O método
da matemática era o tópico de uma das paródias mais populares de Tom Leher.
 Resolução de problema: O cultivo da criatividade, engenhosidade e pensamento
heurístico matemático, inserido os alunos em problemas abertos, incomuns e as
vezes em soluções. Podendo variar, os problemas simples de palavras até
problemas de competições internacionais de matemática, como o caso das
olimpíadas internacional de matemática. A resolução de problemas é usada como
meio para construir novos conhecimentos matemáticos, normalmente sobre os
conhecimentos prévios dos alunos.
 Matemática baseada em padrões: visão para a educação matemática pré-escolar nos
Estados – Unidos, no Canada, focada em aprofundar o conhecimento do aluno
sobre avaliar o procedimento matemático, formalizado pelo National Cauncil of
Teachers of Mathematics, que criou o principles and standards for shool
mathematics.
 Abordagem racional: Usa os tópicos da sala de aula para resolver problemas do dia
-a- dia e relacionando o tópico a eventos atuais. Esta abordagem foca nos vários
usos da matemática e ajuda os alunos a entender porque eles precisam aprender
matemática e aplicar a matemática às situações do mundo real fora da sala de aula.
 Rote Learning: ensino de resultados matemáticos, definições e conceitos
normalmente pela repetição e memorização sem significado ou apoio de raciocínio.
Na educação tradicional, rote leanrning é usado para ensinar tabelas de
multiplicação, definições, formulas e outros aspectos da matemática.
Assim, para Lupinacci e Botin (2004, p.46) “o processo ensino e aprendizagem dessa
disciplina pode ser desenvolvido atraves de desafios e da aplicação de problemas
interessantes, que passam ser explorados e não apenas resolvidos”.
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Com tudo, é possível dizer que existem materiais didáticos que podem ser usados no
ensino da matemática, tanto na educação infantil como no Ensino Fundamental, além de
algumas sugestões para o uso dos mesmos. Desta forma o uso destes matérias vem do suporte
para atividades a onde a criança tenham que solucionar problemas conceituais, que estruturem
o pensamento matemático. Dentre os muitos materiais, podemos citar: o ábaco, o material
dourado, os blocos lógicos, o material de frações, o material cusinaire, o cartaz, valor lugar
(cavalu), o geoplano. E outros, pois são muitos que podem fazer parte do ensino da
matemática na educação infantil.
Assim (Montessori, 1968, p. 197-198 apud Rohas, 2010, p. 23)

Quando a criança se encontra diante do material, ela responde com um trabalho


concentrado, serio, que parece extrair o melhor de sua consciência, parece
realmente que as crianças estão atingindo a maior conquista de que seus
espíritos são capazes: o material abre a inteligência vias que nessa idade,
seriam inacessíveis sem ele.

Os materiais e brincadeiras para o aprendizado da matemática, devem ser dirigidos e


com finalidade, desenvolvendo assim capacidades importantes como: a memorização, a
imaginação, a noção de espaço, a percepção e a atenção. Portanto, os professores, devem estar
preparados para essa forma de ensino, tornando as aulas produtivas e com brincadeiras
dirigidas.

6. CONSIDERAÇOÊS FINAIS

Seguindo as orientações do ensino da matemática na educação infantil, a mesma deve


ser vista como ponto importante, pois o ensino e a aprendizagem requerem empenho e
dedicação por parte da escola, e de todos os envolvidos, pois sabemos, que muitos professores
continuam presos ao método tradicional. A grande mudança no processo de ensino da
matemática deve iniciar na educação infantil, com renovações pedagógicas.
Considerando que diante a uma orientação a matemática seja posta em prática através
de métodos renovadores saindo do modo mecanizado e adentrando em um mundo de
capacidades perceptivas. O paper buscou trabalhar o Ensino da Matemática na Educação
Infantil, por fazer- se necessário que desde o início sejam criadas metodologias de ensino da
matemática, pois nesse primeiro momento não pode haver resistência contraria as renovações.
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Quando a criança entra na escola, ela não sabe a verdadeira razão dela está ali, e
muitas dessas crianças já chegam na escola, sabendo contar, conhecendo alguns algarismos,
mais acabam deparando -se com outra forma de aprendizagem, bem diferente do convívio
familiar. Assim vale, salientar que ela entra em um novo mundo, e esse mundo deve ser
apresentado a ela da maneira mais natural possível. Assim o ensino da matemática deve ser
diversificado.
Por fim, a matemática destaca-se como uma disciplina pouco prazerosa, e para acabar
com essa visão, a mesma desde a educação infantil deve ser trabalhada com muito empenho,
com ideias, e materiais como: as cores, cubos, latas, cordas, pinturas e outros, pois a
matemática encaixa-se em tudo. Apresentar a matemática desde seu princípio, abusando da
criatividade, despertando o prazer de aprender do aluno, cabe como método pedagógico e
inovador.

REFERÊNCIAS

BRASIL. Ministério da Educação e do Desporto. Parâmetro Curriculares Nacional:


Matemática – 1ª a 4ª serie. Brasília, MEC/SEF,1997

BERTOSO, Eunice, Moura, Elizete Araújo. A ludicidade no ensino da matemática na


educação infantil.

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https://pazinhomagico.com.br acesso em 17/05/2020


https://www.pedagogia.com.br acesso em: 17/05/2020

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http://www.scielo.br/pdf/ciedu/v8n2/06.pdf. Acesso em: 13/05/2020
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SMOLLE. Kátia Cristina. A matemática na educação infantil. A teoria das inteligências


múltiplas na pratica escolar. Porto Alegre, 2000.

TAHAN, Malba. A arte de ler e contar histórias. 2. Ed. Rio de Janeiro: conquistas, 1961

VYGOTSKY, Lev Semnovich. A formação social da mente: o desenvolvimento dos


processos psicológicos superiores. Tad. José Cipolla Neto; Luiz Silveira Menna Barreto;
Solange Castro Afeche. 4 ed. São Paulo: Martins Fontes, 1991. 168p.

ZUNINO, D. L. A Matemática na escola: aqui e agora. Porto Alegre: Artmed, 1996