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EMBREAGEM E CÂMBIO

Fonte : www.oficinaecia.com.br/bibliadocarro/biblia.asp?status=visualizar.

A embreagem destina-se a desligar o motor das rodas motrizes quando


se efetua uma mudança de velocidade ou quando se arranca. Torna-se assim
possível engatar suavemente uma nova engrenagem antes da transmissão
voltar a ser ligada, ou quando houver um novo arranque, permitindo que o
motor atinja as rotações suficientes para deslocar o automóvel.
O desembrear faz-se separar três partes do conjunto da embreagem: o volante
do motor, o disco e o platô, ou placa de pressão da embreagem. O volante do
motor está fixado por meio de parafusos ao virabrequim e roda solidário com
este; o disco de embreagem encaixa, por meio de estrias, no eixo primário da
caixa de cambio e, assim, roda com este; o platô da embreagem fixa o disco de
encontro ao volante do motor.

CÂMBIO; a caixa de câmbio permite ao motor fornecer às rodas, a força


motriz apropriada a todas as condições de locomoção. A caixa de câmbio
permite ao motor fornecer às rodas a força motriz apropriada a todas as
condições de locomoção. A caixa de câmbio permite ao motor fornecer às
rodas a força motriz apropriada a todas as condições de locomoção.

A Árvore primária ligada ao disco de embreagem recebe o movimento do


motor e introduz potência no mecanismo do cambio.Esta possui as
engrenagens condutoras. O eixo primário recebe o movimento de rotação do
motor para transmiti-lo ao eixo secundário. O eixo da marcha ré), através da
engrenagem marcha ré, acopla-se ao eixo primário No eixo primário dos
câmbios C513 e C510 ficam situadas as engrenagens condutoras que podem
ser fixas ou deslizantes. O mesmo ocorre com o eixo secundário, em que ficam
situadas as engrenagens conduzidas que também podem ser fixas ou
deslizantes. O eixo secundário está acoplado ao conjunto diferencial, o qual
recebe o torque transmitindo-o para as rodas motrizes.
Cada marcha do câmbio corresponde a uma combinação de
engrenagens entre o eixo secundário e o eixo primário. A engrenagem que
aciona (recebe o movimento do motor) é denominada “Condutora / motora”, e a
outra “Conduzida / movida”. O fator que determina a relação entre as
engrenagens é o número de dentes. A Árvore secundária está ligada ao pinhão
do diferencial e tem engrenagens deslizantes para permitir o engrenamento.

A engrenagem da 1ª velocidade é responsável pela obtenção de uma


marcha de baixa velocidade e de alto toque, pelo fato de ser o resultado de
engrenamento de uma engrenagem com número de dentes menor no eixo
primário, com uma engrenagem com número de dentes maior no eixo
secundário. Para as outras engrenagens de 2ª, 3ª, 4ª e 5ª velocidades, tem-se
a situação em que as engrenagens do eixo primário vão aumentando o número
de dentes e as engrenagens do eixo secundário vão diminuindo o número de
dentes, possibilitando assim as variações de torque e velocidades em que o
câmbio é exigido no seu uso.

O sistema de sincronização ocorre da seguinte forma: A alavanca de


seleção de marchas aciona o garfo de comando que arrasta a luva deslizante
de engate, que por sua vez está acoplada nos cubos que estão fixos nos eixos
(primário ou secundário), conseqüentemente todos estão com a mesma
rotação. A luva no seu movimento axial arrasta o anel sincronizador contra o
cone da engrenagem (que não possui a mesma rotação), que por atrito,
ajustam entre si estas diferenças de rotações. Assim o conjunto cubo e luva
que está solidário ao eixo fica com uma rotação relativa zero em relação à
engrenagem, possibilitando um engate perfeito das marchas sem trancos e
privilegiando o conforto e a maciez, além de preservar os dentes das
engrenagens.Este engate é facilitado pelas guias de engate presentes nos
dentes das luvas e das engrenagens.
O Diferencial é um conjunto de engrenagens de aço que, combinadas
entre si, em movimentos rotativos, permitem que as rodas motrizes do veículo
desenvolvam rotações diferentes uma da outra, quando o veículo se desloca
em curvas, garantindo assim a sua estabilidade. Nos veículos com câmbios
compactos, o diferencial é acoplado na própria caixa de câmbio.

Vídeo youtube: http://caixa-mecanica.blogspot.com.br/2012/06/o-que-


ocorre-ao-trocar-ou-engatar-uma.html

Condição de Engrenamento; as duas engrenagens devem estar em


velocidades iguais, condição que é possibilitada pelo anel sincronizador.

O Conversor de torque é um mecanismo de acoplamento entre motor e


transmissão, que transfere o torque do motor proporcionalmente contínuo para
a árvore de engrenagens. A transferência do torque acontece através da
mudança na direção do fluido pelas partes constituintes do conversor (bomba,
turbina, estator e lock-up) de torque.Construtivamente, o conversor de torque
se apresenta como um recipiente com aletas internas, responsáveis pela
criação do fluxo hidráulico.
A bomba é o elemento acoplado ao volante do motor, ou seja, apresenta a
mesma rotação do motor. A turbina é o elemento acoplado ao eixo de entrada
da caixas de marchas e responsável por transferir o torque recebido do fluido
para o câmbio. O estator é um elemento fundamental para que o fluxo
hidráulico dentro do conversor de torque mantenha-se em direção fixa.

Acoplamento hidráulico
O conversor de torque nada mais é que o elemento responsável em transmitir o
torque gerado pelo motor para o câmbio. Quando o motor do veículo entra em
funcionamento, a bomba acoplada ao volante do motor também inicia seu
movimento. Neste momento, o fluido contido dentro do conversor de torque é
pressurizado, sofrendo ação da forca centrifuga, ou seja, é forçado radialmente
para o exterior da bomba. Ao chegar a parte mais periférica da bomba, o fluido
não tem mais por onde circular, pois encontra barreiras físicas construtivas do
conversor.

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