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Interpretação de texto

Texto I (Carlos Chagas)


Ganhamos a guerra, não a paz
Os físicos se encontram numa posição não muito diferente da de Alfred Nobel .Ele inventou o
mais poderoso explosivo jamais conhecido até sua época, um meio de destruição por excelência.
Para reparar isso, para aplacar sua consciência humana, instituiu seus prêmios à promoção da
paz e às realizações pacíficas. Hoje(*), os físicos que participaram da fabricação da mais
aterradora e perigosa arma de todos os tempos sentem-se atormentados por igual sentimento de
responsabilidade, para não dizer culpa. E não podemos desistir de advertir e de voltar a advertir,
não podemos e não devemos relaxar em nossos esforços para despertar nas nações do mundo, e
especialmente nos seus governos, a consciência do inominável desastre que eles certamente irão
provocar, a menos que mudem sua atitude em relação uns aos outros e em relação à tarefa de
moldar o futuro.
Ajudamos a criar essa nova arma, no intuito de impedir que os inimigos da humanidade a
obtivessem antes de nós, o que, dada a mentalidade dos nazistas, teria significado uma
inconcebível destruição e escravização do resto do mundo. Entregamos essa arma nas mãos dos
povos norte-americano e britânico, vendo neles fiéis depositários de toda a humanidade, que
lutavam pela paz e pela liberdade. Até agora, porém, não conseguimos ver nenhuma garantia das
liberdades que foram prometidas às nações no Pacto do Atlântico. Ganhamos a guerra, não a
paz. As grandes potências, unidas na luta, estão agora divididas quanto aos acordos de paz.
Prometeu-se ao mundo que ele ficaria livre do medo, mas, na verdade, o medo aumentou
enormemente desde o fim da guerra. Prometeu-se ao mundo que ele ficaria livre da penúria, mas
grandes partes dele se defrontam com a fome, enquanto outras vivem na abundância. (...)
Possa o espírito que motivou Alfred Nobel a criar sua notável instituição, o espírito de fé e
confiança, de generosidade e fraternidade entre os homens, prevalecer na mente daqueles de
cujas decisões dependem nossos destinos. Do contrário, a civilizaçãohumana estará condenada.
(Albert Einstein, Escritos da maturidade.. Rio de Janeiro: Nova Fronteira, 1994)
(*) Este texto foi escrito em 1945, logo depois do fim da II Guerra Mundial.

1. Ao escrever esse texto, o grande físico Albert Einstein preocupou-se sobretudo em


formular uma grave advertência contra
(A) a pacificação do mundo por meio da ação de governos totalitários.
(B) a perigosa instabilidade gerada pelo Pacto do Atlântico.
(C) o novo potencial belicoso da situação de pós-guerra.
(D) o poder de devastação representado pelo invento de Alfred Nobel.
(E) o espírito do armistício assinado pelas grandes potências.

2. Considere as seguintes afirmações:


I. A criação e a entrega da mais aterradora e perigosa arma de todos os tempos aos norte-
americanos e britânicos se deram em meio a uma perigosa e disputada corrida armamentista.
II. Einstein mostra-se insatisfeito quanto aos termos em que se configurou o Pacto do Atlântico,
um acordo em si mesmo tímido e incapaz de gerar bons resultados.
III. Einstein inclui-se entre os responsáveis pelo término da guerra e pela derrota dos nazistas,
mas declina de qualquer responsabilidade quanto a uma futura utilização da nova e devastadora
arma.
Em relação ao texto, está correto APENAS o que se afirma em
(A) I.
(B) II.
(C) III.
(D) I e II.
(E) II e III.
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3. A atitude de vigilância, para a qual Einstein convoca a todos nesse texto, deve
materializar-se, conforme deseja o grande físico,
(A) numa advertência contra os preocupantes riscos representados pela iminente reorganização
dos nazistas.
(B) na conscientização dos vitoriosos quanto à necessidade de se entenderem e de assumirem
suas responsabilidades diante do futuro.
(C) no cumprimento das exigências feitas pelos cientistas quando se propuseram a elaborar as
condições do Pacto do Atlântico.
(D) na manutenção das auspiciosas condições políticas do pós-guerra, marcadas pela derrota dos
nazistas.
(E) na constituição de um novo tratado que, indo de encontro ao Pacto do Atlântico, represente um
esforço de real pacificação.

4. Quanto à sua construção interna, as frases Ganhamos a guerra, não a paz e As grandes
potências, unidas na luta, estão agora divididas têm em comum .
(A) um jogo entre alternativas.
(B) uma relação de causa e efeito.
(C) a formulação de uma condicionalidade.
(D) a articulação de uma hipótese.
(E) a exploração de antíteses.

5. Considerando-se o contexto, traduz-se corretamente o sentido de uma expressão do


texto em:
(A) numa posição não muito diferente da de Alfred Nobel = em atitude inteiramente similar à de
Alfred Nobel.
(B) para aplacar sua consciência humana = para obliterar seu juízo sobre a humanidade.
(C) dada a mentalidade dos nazistas = em que pese a consciência dos nazistas.
(D) vendo neles fiéis depositários = reconhecendo-os como confiáveis guardiões.
(E) consciência do inominável desastre = concepção inevitável da tragédia.

6. Possa o espírito que motivou Alfred Nobel a criar sua notável instituição, o espírito de fé
e confiança, de generosidade e fraternidade entre os homens, prevalecer na mente
daqueles de cujas decisões dependem nossos destinos.
Observa-se que na construção do período acima, se empregou o verbo
(A) poder como auxiliar do verbo criar.
(B) criar como auxiliar do verbo prevalecer.
(C) motivar como auxiliar de prevalecer.
(D) criar como auxiliar do verbo poder.
(E) poder como auxiliar do verbo prevalecer.

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Texto II (Carlos Chagas)
Ciência e esoterismo
A astrologia é muito mais popular do que a astronomia. Um número muito maior depessoas
abre um jornal ou uma revista para consultar uma coluna astrológica do que paraler uma coluna
sobre astronomia. E a astrologia não está sozinha: numerologia, quiromancia, cartas de tarô,
búzios etc. também são extremamente populares.
Como físico, não cabe a mim explicar o porquê dessa irresistível atração pelo que
obviamente está além do que chamamos fenômenos naturais. Mas posso ao menos oferecer uma
conjectura. O fascínio pelo esotérico vem justamente de seu aspecto pessoal, privado: você paga
a um profissional com conhecimentos ou "poderes" esotéricos para que ele fale sobre você, sua
vida, seus problemas, seu futuro...
O problema com o esoterismo é que não temos nenhuma prova concreta, científica, de que
certos fenômenos realmente ocorrem. As "provas" que foram oferecidas até o momento – fotos,
depoimentos pessoais, sessões demonstrativas e compilações estatísticas de dados –
misteriosamente se recusam a sobreviver quando testadas no laboratório sob o escrutínio do
cientista ou após uma análise quantitativa mais detalhada.
Uma das grandes armas da ciência contra o charlatanismo é justamente a possibilidade de
repetirmos certos experimentos tantas vezes quantas desejarmos. Os cientistas não precisam
"acreditar" nos resultados de outros cientistas; basta repetir o experimento em seu próprio
laboratório, sob condições idênticas, e os mesmos resultados devem ser encontrados.
Seria realmente fascinante se houvesse uma força desconhecida que pudesse influenciar
nosso comportamento (ou pelo menos indicar tendências) a partir de um arranjo cósmico em que
nós, como indivíduos, participássemos ativamente, uma espécie de astronomia personalizada.
Mas, para mim, mais fascinante ainda é seguir os passos de outros cientistas e dedicar
toda uma vida ao estudo dos fenômenos naturais, armado apenas com inspiração e razão. Ao
compreendermos um pouco mais sobre o mundo à nossa volta, estaremos, também,
compreendendo um pouco mais sobre nós mesmos e sobre nosso lugar neste vasto e misterioso
Universo.
(Marcelo Gleiser, Retalhos cósmicos. São Paulo: Companhia das Letras, 1999)

7. Observando-se alguns dos recursos utilizados na construção do texto, verifica-se que


(A) o emprego das aspas em "poderes" justifica-se do mesmo modo que em "provas".
(B) a falta de marca pessoal na linguagem garante a objetividade da demonstração.
(C) as expressões astronomia personalizada e basta repetir o experimento são manifestações da
ironia do autor.
(D) o emprego das aspas em "acreditar" deve-se à ênfase atribuída a uma ação afirmativa dos
cientistas.
(E) o emprego da palavra inspiração, no final do texto, revela que o autor reviu e retificou sua
posição contrária ao esoterismo.

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8. Na argumentação que desenvolve em seu texto, o autor se vale dos seguintes
procedimentos:
I. Não aceita a suposta popularização das crenças de natureza esotérica, considerando-a uma
manipulação dos charlatões que têm interesse em propagar seus falsos poderes.
II. Afirma que os fenômenos esotéricos não são comprovados quando submetidos a testes
rigorosamente científicos ou a análises largas e detalhadas.
III. Admite que a ciência é menos atraente que as práticas esotéricas, já que ela não se propõe a
desvendar as grandes incógnitas do nosso Universo.
IV. Conclui que a ciência também tem seus encantos, embora aceite que os que a praticam não
costumam se valer dos conhecimentos já conquistados dentro da tradição científica.
Em relação ao texto, está correto APENAS o que se afirma em
(A) I.
(B) II.
(C) III.
(D) I e II.
(E) III e IV.

9. Considerando-se o contexto, traduz-se corretamente o sentido de uma expressão do


texto em:
(A) ao menos oferecer uma conjectura = pleitear, mesmo assim, uma comprovação.
(B) seu aspecto pessoal, privado = sua verdade íntima, inconfessável.
(C) arranjo cósmico = pretexto universal.
(D) sob o escrutínio do cientista = pela análise minuciosa do cientista.
(E) armado apenas com inspiração e razão = tão-somente com a fé e a perseverança.

Texto III (Carlos Chagas)


O Brasil entrou no século XXI justificando o lugar comum do século passado: continua sendo um
país de contrastes. Isso é o que revelam os números iniciais do Censo 2000, divulgados pelo
Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística (IBGE). No último ano da década passada, em
comparação com o primeiro – 1991 –, muito mais brasileiros estavam estudando, tinham carros,
eletrodomésticos, telefones, luz, água encanada, esgoto e coleta de lixo, e muito menos
brasileiros morriam antes de completar um ano de vida. A mortalidade infantil caiu 38%: de 48 por
mil nascimentos para 29,6. A queda foi maior do que os especialistas haviam projetado no início
da década.
Isso, a despeito de a maioria da população continuar vivendo com rendimentos franciscanos:
pouco mais da metade dos 76,1 milhões de membros da população economicamente ativa
ganhava até dois salários mínimos por mês (ou R$ 302,00 à data do recenseamento e R$ 400,00
hoje) e apenas 2,4% ganhavam mais de vinte salários mínimos, ou seja, R$ 4 000,00 – um salário
relativamente modesto nas sociedades desenvolvidas. Por esse ângulo, pode-se dizer que o
Brasil é um país igualitário: ostenta a dramática igualdade na pobreza.
Os números agregados escondem que o consumo se distribui de forma acentuadamente desigual
pelo território e entre os diversos grupos de renda. Enquanto no Sul e no Sudeste os domicílios
com carro somam mais de 40%, no Norte e no Nordeste não chegam a 15%. De certo modo,
quem pode consumir bens duráveis acaba consumindo por si e por quem não pode. O
desequilíbrio regional e social do consumo acompanha, obviamente, a concentração da
capacidade aquisitiva.
Os dados que apontam para a intolerável persistência da igualdade na pobreza entre os
brasileiros têm relação manifesta com o desempenho da economia. Se é verdade que, em matéria
de expansão dos benefícios sociais e do acesso a bens indispensáveis no mundo contemporâneo,
como o telefone, os anos 1990 foram uma década ganha, no que toca ao crescimento econômico
foram uma década das mais medíocres, desde a transformação do País em sociedade industrial.

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Entre 1991 e 2000, o Brasil cresceu, em média, parcos 2,7% ao ano. Mesmo em 1994, o melhor
ano do período, o Produto Interno Bruto (PIB) não chegou a 6% – muito abaixo dos picos
registrados na década de 1970, a do "milagre brasileiro". É óbvio que a retomada do
desenvolvimento é condição sine qua para a elevação da renda do povo.
(Adaptado de O Estado de S. Paulo, maio/2002)

10. De certo modo, quem pode consumir bens duráveis acaba consumindo por si e por
quem não pode. A afirmação acima aponta para
(A) a melhoria real do padrão de vida da população brasileira, registrando existência de consumo
mesmo entre os mais pobres.
(B) resultados estatísticos aparentemente otimistas, mas que deixam de mostrar dados pouco
animadores da situação econômica e social da população brasileira.
(C) um equilíbrio final da capacidade de consumo da população nas várias regiões brasileiras,
igualando os resultados de cada uma delas.
(D) o paradoxo que resulta dos dados do último censo, pois eles indicam o consumo de bens
duráveis por uma população que não tem poder aquisitivo.
(E) a falsidade do resultado de certas pesquisas, cujos dados desvirtuam a realidade,
especialmente a da classe social mais desfavorecida.

11. Considere as afirmativas abaixo, a respeito do texto. O Censo 2000


I. indica o avanço do Brasil, idêntico ao de algumas sociedades desenvolvidas, especialmente
quanto à garantia de emprego, apesar de um valor modesto para o salário mínimo.
II. apresenta índices positivos de melhoria na qualidade de vida do povo brasileiro, ao lado de
disparidades acentuadas, em todo o território nacional.
III. assinala um aumento geral do poder aquisitivo do povo brasileiro, reduzindo a um mínimo as
diferenças regionais.
Está correto o que se afirma SOMENTE em:
(A) I e II
(B) II e III
(C) I
(D) II
(E) III

12. A afirmação no segundo parágrafo: “Por esse ângulo, pode-se dizer que o Brasil é um
país igualitário”. É correto afirmar que a conclusão acima tem um caráter
(A) acentuadamente irônico, pela constatação que se segue a ela.
(B) bastante otimista, por ter sido possível constatar melhorias na distribuição de renda.
(C) de justificado orgulho, pela melhoria da qualidade de vida no Brasil.
(D) de extremo exagero, considerando-se os dados indicativos do progresso brasileiro.
(E) pessimista, tendo em vista a impossibilidade de aumento do salário mínimo.

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13. A queda foi maior do que os especialistas haviam projetado no início da década. O
emprego da forma verbal grifada na frase acima indica, no contexto,
(A) uma incerteza em relação a um fato hipotético.
(B) um fato consumado dentro de um tempo determinado.
(C) a repetição de um fato até o momento da fala.
(D) uma ação passada anterior a outra, também passada.
(E) uma ação que acontece habitualmente.

14. O segundo parágrafo do texto está ligado ao primeiro


(A) por tratar-se de uma explicação das afirmações apresentadas de início.
(B) pela condição imposta no início desse segundo parágrafo, em relação aos dados observados
no Censo.
(C) por ser uma síntese do que vem sendo desenvolvido.
(D) pela continuidade da mesma idéia, desenvolvida em ambos.
(E) por uma ressalva, marcada pelo uso da expressão a despeito de.

15. Há, no texto, relação de causa e efeito entre


(A) retomada do desenvolvimento e elevação da renda do povo.
(B) a década do "milagre brasileiro" e a persistência da situação de pobreza do povo.
(C) situação econômica do Brasil no século XX e a que se apresenta no início do século XXI.
(D) queda dos índices de mortalidade infantil e valor do salário mínimo.
(E) consumo maior no Sul e no Sudeste e acentuadamente menor no Norte e no Nordeste.

16. A mortalidade infantil caiu 38%: de 48 por mil nascimentos para 29,6. O emprego dos dois
pontos assinala
(A) uma restrição à afirmação do período anterior.
(B) a ligação entre palavras que formam uma cadeia na frase.
(C) a inclusão de um segmento explicativo.
(D) a citação literal do que consta no relatório do IBGE.
(E) a brusca interrupção da seqüência de idéias.

17. Os números iniciais do Censo 2000 revelam melhorias. A queda das taxas de
mortalidade infantil foi maior do que o esperado. Boa parte da população brasileira
continua vivendo na pobreza.
As frases acima formam um único período, com correção e lógica, em:
(A) Se as taxas de mortalidade infantil entraram em queda maior do que era esperada, a
população brasileira continua vivendo na pobreza, apesar das melhorias que o Censo 2000,
revelam em seus dados iniciais.
(B) A população brasileira em boa parte continua vivendo na pobreza, os números iniciais do
Censo 2000 revelam as melhorias, onde as taxas de mortalidade infantil em queda, maior do que
se esperava.
(C) Com a queda das taxas de mortalidade infantil, e os números iniciais do Censo 2000 revela
que foi maior que o esperado, mas boa parte da população brasileira continua vivendo na
pobreza.
(D) Os números iniciais do Censo 2000 melhoraram, com a queda das taxas de mortalidade
infantil, que foi maior do que se esperavam, onde boa parte da população brasileira continua
vivendo na pobreza.
(E) Boa parte da população brasileira continua vivendo na pobreza, conquanto os números iniciais
do Censo 2000 revelem melhorias, como a queda das taxas de mortalidade infantil, maior do que
o esperado.

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Texto IV (Esaf)
18- Em relação ao sentido das palavras e expressões do texto, assinale a opção correta.
A farsa — se existe rigorosamente — é, no momento atual, o menor problema que temos de
enfrentar. Sabemos, hoje, que a repetição histórica tem-nos conduzido muito mais a novas
tragédias — não raro, aproximando-se da barbárie — do que a ações burlescas; ou ao menos há
uma certa identificação entre ambas, sendo aquelas mais penosas do que estas. Se tomarmos a
globalização como referência, a pantomima atribuída a ela não difere muito de sua face trágica.
Mas a última excede a primeira à medida que revela o ângulo visível de sua aparente inocência.
Só se percebe o que acontece, efetivamente, quando os olhos (e a razão) dão conta da realidade
em toda sua crueza.
(Fernando Magalhães, “A globalização e as lições da história”)
a) A palavra “barbárie” está associada à idéia de barbarismo, ou seja, à inadequação de
linguagem.
b) A expressão “burlescas” está associada à idéia de heróicas.
c) A palavra “pantomima” está sendo utilizada em seu sentido conotativo de vanguarda,
modernidade.
d) A expressão “à medida que” pode ser substituída por à proporção que, sem prejuízo gramatical
para o período.
e) A expressão “sua crueza” refere-se à palavra “razão”.

Texto VI (Esaf)
19- Considerando as idéias do texto, assinale as inferências como verdadeiras (V) ou falsas
(F) e marque a correta opção em seguida.
Li que a espécie humana é um sucesso sem precedentes. Nenhuma outra com uma proporção
parecida de peso e volume se iguala à nossa em termos de sobrevivência e proliferação. E tudo
se deve à agricultura. Como controlamos a produção do nosso próprio alimento, somos a primeira
espécie na história do planeta a poder viver fora de seu ecossistema de nascença. Isso nos deu
mobilidade e a sociabilidade que nos salvaram do processo de seleção, que limitou outros bichos
de tamanho equivalente. É por isso que não temos mudado muito, mas também não nos
extinguimos.
(Luiz Fernando Veríssimo, Recursos Humanos, in: O Desafio Ético, org. de Ari Roitman, com
adaptações)
( ) Mede-se o sucesso pela capacidade de sobrevivência e proliferação.
( ) Se a espécie humana tivesse outro peso e volume não teria sobrevivido.
( ) Viver fora do ecossistema de nascença depende da capacidade de criar o próprio
alimento.
( ) O processo de seleção das espécies é que limita a mobilidade e a sociabilidade.
( ) A história da espécie humana poderia ser outra se não houvesse agricultura.
( ) Poucas mudanças trazem como conseqüência a não-extinção da espécie.
A seqüência correta é:
a) V, V, V, F, F, V
b) V, F, F, V, V, F
c) F, F, V, V, F, V
d) F, V, F, V, V, F
e) V, F, V, F, V, F

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Texto VII (Esaf)
A racionalidade comunicativa se tornou possível com o advento da modernidade, que emancipou
o homem do jugo da tradição e da autoridade, e permitiu que ele próprio decidisse, sujeito
unicamente à força do melhor argumento, que proposições são ou não aceitáveis, na tríplice
dimensão: da verdade (mundo objetivo), da justiça (mundo social) e da veracidade (mundo
subjetivo). Ocorre que simultaneamente com a racionalização do mundo vivido, que permitiu esse
aumento de autonomia, a modernidade gerou outro processo de racionalização, abrangendo a
esfera do Estado e da Economia, que acabou se automatizando do mundo vivido e se incorporou
numa esfera "sistêmica", regida pela razão instrumental. A racionalização sistêmica, prescindido
da coordenação comunicativa das ações e impondo aos indivíduos uma coordenação automática,
independente de sua vontade, produziu uma crescente perda de liberdade.

20. De acordo com o texto, na modernidade:


a) a racionalização comunicativa valorizou o trabalho
b) o homem pôde decidir quais seriam os novos valores aceitáveis
c) o advento da racionalidade emancipou o homem do jugo da tradição e da autoridade
d) o homem, ao perder a tradição, perdeu a autoridade
e) a racionalidade impeliu o homem ao jugo da tradição

21. A racionalização do mundo vivido permitiu:


a) a tríplice dimensão da verdade d) um aumento da autonomia
b) a aceitação da autoridade e) a busca da justiça social
c) a valorização do trabalho

22. A modernidade gerou dois processos da racionalização:


a) a do mundo vivido e a sistêmica
b) a subjetiva e a objetiva
c) a instrumental e a da Economia
d) a da tradição e a da autoridade
e) a da comunicação e a do mundo vivido

23. A racionalização regida pela razão institucional:


a) veio explicar a tradição e a autoridade
b) é imprescindível para a comunicação humana
c) impõe aos indivíduos a comunicação das ações
d) ganhou dimensão maior por causa do Estado
e) fez decrescer a liberdade

Texto VIII - (NCE/UERJ)


A liberdade e o consumo
Quantos morreram pela liberdade de sua pátria? Quantos foram presos ou espancados pela
liberdade de dizer o que pensam? Quantos lutaram pela libertação dos escravos?
No plano intelectual, o tema da liberdade ocupa as melhores cabeças, desde Platão e Sócrates,
passando por Santo Agostinho, Spinoza, Locke, Hobbes, Hegel, Kant, Stuart Mill, Tolstoi e muitos
outros. Como conciliar a liberdade com a inevitável ação restritiva do Estado? Como as liberdades
essenciais se transformam em direitos do cidadão? Essas questões puseram em choque os
melhores neurônios da filosofia, mas não foram as únicas a galvanizar controvérsias.
Mas vivemos hoje em uma sociedade em que a maioria já não sofre agressões a essas liberdades
tão vitais, cuja conquista ou reconquista desencadeou descomunais energias físicas e intelectuais.
Nosso apetite pela liberdade se aburguesou. Foi atraído (corrompido?) pelas tentações da
sociedade de consumo.

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O que é percebido como liberdade para um pacato cidadão contemporâneo que vota, fala o que
quer, vive sob o manto da lei (ainda que capenga) e tem direito de moverse livremente?
O primeiro templo da liberdade burguesa é o supermercado. Em que pesem as angustiantes
restrições do contracheque, são as prateleiras abundantemente supridas que satisfazem a
liberdade do consumo (não faz muitas décadas, nas prateleiras dos nossos armazéns ora faltava
manteiga, ora leite, ora feijão). Não houve ideal comunista que resistisse às tentações do
supermercado. Logo depois da queda do Muro de Berlim, comer uma banana virou ícone da
liberdade no Leste Europeu.
A segunda liberdade moderna é o transporte próprio. BMW ou bicicleta, o que conta é a sensação
de poder sentar-se ao veículo e resolver em que direção partir.
Podemos até não ir a lugar algum, mas é gostoso saber que há um veículo parado à porta,
concedendo permanentemente a liberdade de ir, seja aonde for. Alguém já disse que a Vespa e a
Lambretta tiraram o fervor revolucionário que poderia ter levado a Itália ao comunismo.
A terceira liberdade é a televisão. É a janela para o mundo. É a liberdade de escolher os canais
(restritos em países totalitários), de ver um programa imbecil ou um jogo, ou estar tão perto das
notícias quanto um presidente da República - que nos momentos dramáticos pode assistir às
mesmas cenas pela CNN. É estar próximo de reis, heróis, criminosos, superatletas ou cafajestes
metamorfoseados em apresentadores de TV.
Uma “liberdade” recente é o telefone celular. É o gostinho todo especial de ser capaz de falar com
qualquer pessoa, em qualquer momento, onde quer que se esteja.
Importante? Para algumas pessoas, é uma revolução no cotidiano e na profissão. Para outras, é
apenas o prazer de saber que a distância não mais cerceia a comunicação, por boba que seja.
Há ainda uma última liberdade, mais nova, ainda elitizada: a internet e o correio eletrônico. É um
correio sem as peripécias e demoras do carteiro, instantâneo, sem remorsos pelo tamanho da
mensagem (que se dane o destinatário do nosso attachment megabáitico) e que está a nosso
dispor, onde quer que estejamos. E acoplado a ele vem a web, com sua cacofonia de
informações, excessivas e desencontradas, onde se compra e vende, consomem-se filosofia e
pornografia, arte e empulhação.
Causa certo desconforto intelectual ver substituídas por objetos de consumo as discussões
filosóficas sobre liberdade e o heroísmo dos atos que levaram à sua preservação em múltiplos
domínios da existência humana. Mas assim é a nossa natureza, só nos preocupamos com o que
não temos ou com o que está ameaçado. Se há um consolo nisso, ele está no saber que a
preeminência de nossas liberdades consumistas marca a vitória de havermos conquistado as
outras liberdades, mais vitais.
Mas, infelizmente, deleitar-se com a alienação do consumismo está fora do horizonte de muitos.
E, se o filósofo Joãosinho Trinta tem razão, não é por desdenhar os luxos, mas por não poder
desfrutá-los.
Cláudio de Moura Castro

24. O primeiro parágrafo do texto apresenta:


(A) uma série de perguntas que são respondidas no desenrolar do texto;
(B) uma estrutura que procura destacar os itens básicos do tema discutido no texto;
(C) um questionamento que pretende despertar o interesse do leitor pelas respostas;
(D) um conjunto de perguntas retóricas, ou seja, que não necessitam de respostas;
(E) umas questões que pretendem realçar o valor histórico de alguns heróis nacionais.

25. Nos itens abaixo, o emprego da conjunção OU (em maiúsculas) só tem nítido valor
alternativo em:
(A) “Quantos foram presos OU espancados pela liberdade de dizer o que pensam?”;
(B) “A segunda liberdade moderna é o transporte próprio, BMW OU bicicleta...”;
(C) “...de ver um programa imbecil ou um jogo, OU estar tão perto das notícias...”;

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(D) “...só nos preocupamos com o que não temos OU com o que está ameaçado.”;
(E) “É estar próximo de reis, heróis, criminosos, superatletas OU cafajestes...”.

26. “Como conciliar a liberdade com a inevitável ação restritiva do Estado?”; nesse
segmento do texto, o articulista afirma que:
(A) o Estado age obrigatoriamente contra a liberdade;
(B) é impossível haver liberdade e governo ditatorial;
(C) ainda não se chegou a unir os cidadãos e o governo;
(D) cidadãos e governo devem trabalhar juntos pela liberdade;
(E) o Estado é o responsável pela liberdade da população.

27. “O primeiro templo da liberdade burguesa é o supermercado. Em que pesem as


angustiantes restrições do contracheque, são as prateleiras abundantemente supridas que
satisfazem a liberdade do consumo...”; o segmento sublinhado corresponde
semanticamente a:
(A) as despesas do supermercado são muito pesadas no orçamento doméstico;
(B) os salários não permitem que se compre tudo o que se deseja;
(C) as limitações de crédito impedem que se compre o necessário;
(D) a inflação prejudica o acesso da população aos bens de consumo;
(E) a satisfação de comprar só é permitida após o recebimento do salário.

28. “Não houve ideal comunista que resistisse às tentações do supermercado”.; com esse
segmento do texto o autor quer dizer que:
(A) todo ideal comunista se opõe aos ideais capitalistas;
(B) a ideologia comunista sofre pressões por parte dos consumidores;
(C) os supermercados socialistas são menos variados que os do mundo capitalista;
(D) o ideal comunista ainda resiste à procura desenfreada por bens de consumo;
(E) as tentações do supermercado abalaram as estruturas capitalistas.

29. “É a liberdade de escolher os canais (restritos em países totalitários),...”; o segmento


sublinhado significa que:
(A) nos países totalitários a censura impede o acesso à programação capitalista;
(B) o número de canais disponíveis é bem menor do que nos países não-totalitários;
(C) a televisão, nos países totalitários, é bem de que só poucos dispõem;
(D) nos países totalitários todos os canais são do sistema de TV a cabo;
(E) nos países totalitários, a TV não sofre censura governamental.

Texto IX (NCE-UERJ)
Leia atentamente o texto a seguir para responder às duas primeiras questões!
“Os principais da agricultura brasileira referem-se muito mais à diversidade dos impactos
causados pelo caráter truncado da modernização, do que à persistência de segmentos que dela
teriam ficado imunes. Se hoje existem milhões de estabelecimentos agrícolas marginalizados, isso
se deve muito mais à natureza do próprio processo de modernização, do que à sua falta de
abrangência”.
(Folha de S. Paulo, Editoral, fevereiro/2001)

30. Podemos afirmar, de acordo com o texto acima, que:


a) O processo de modernização deve tornar-se mais abrangente para implementar a agricultura.
b) Os problemas da agricultura resultam do impacto causado pela modernização progressiva do
setor.
c) Os problemas da agricultura resultam da inadequação do processo de modernização do setor.

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d) Segmentos do setor agrícola recusam-se a adotar processos de modernização.
e) Os problemas da agricultura decorrem da não-modernização de estabelecimentos agrícolas
marginalizados.

31.No trecho “à persistência de segmentos que dela teriam ficado imunes”, a expressão
“teriam ficado” exprime:
a) Desejo de que esse fato não tenha ocorrido.
b) A certeza de que a imunidade à modernização é própria de estabelecimentos agrícolas
marginalizados.
c) A certeza de que esse fato realmente não ocorreu.
d) A hipótese de que esse fato tenha ocorrido.
e) A possibilidade de a imunidade à modernização ser decorrente de certos segmentos
.
Texto X (Esaf)
Num de seus poemas, Carlos Drummond de Andrade refere-se à rotina dos “homens que voltam
para casa”, que “levam o jornal embaixo do braço”, depois de mais de um dia de trabalho. Sugere
o poeta que esses homens cansados, depois do jantar, vão ao jornal e “soletram o mundo,
sabendo que o perdem”.
“Soletram o mundo”: é um belo modo que Drummond encontrou para expressar seu ponto de
vista. Num jornal, a vida não é a vida, é um conjunto de letras impressas, que nos cabe apenas
soletrar. Quem passa os olhos pelas noticias não vive os fatos, apenas percorre as letras, as
sílabas, as palavras em que os fatos se converteram. Daí se entende porque o poeta concluiu:
“sabendo que o perdem”. Sim, parece que a simples leitura do jornal, longe de ser uma forma de
participarmos do mundo, é um modo de perdê-lo. Por quê? Porque, diante das noticias de jornal,
somos meros contempladores da vida, assistindo sentados à variedade do noticiário. Estar bem
informado não é, ainda, viver:
O poeta Carlos Drummond de Andrade, funcionário publico, homem tímido, de hábitos metódicos
e rotineiros, conhece de perto esse estado de pura observação das coisas, forma de perder o
mundo, não deixa de dar um belo recado para quem julga que as informações sejam essenciais
em si mesmas. De que valem elas, se não nos orientam para algum tipo de ação? Embora
informadíssimos, perdemos o mundo quando apenas nos dispomos a soletrá-lo.
(Celso de Oliveira, inédito)

32. É correto afirmar que o autor do texto deu a seguinte interpretação ao verso “soletram
o mundo, sabendo que o perdem”, de Carlos Drummond de Andrade
a) Quem se fixa nas notícias de jornal sabe que esse pode ser um modo de afastar do mundo, em
vez de participar dele.
b) As notícias do mundo, para serem de fato compreendidas, não podem ser lidas
apressadamente.
c) Os homens que lêem jornal metodicamente acreditam que esse é um modo ativo de participar
do que ocorre no mundo.
d) Quando desabituados à leitura, os homens soletram o mundo, não podendo por isso
compreender bem as noticias de um jornal.
e) Os fatos noticiados num jornal só se tornam relevantes se forem analisados em seus mínimos
elementos.

33. Considere as seguintes afirmações.


I- As informações dadas sobre o poeta Carlos Drummond de Andrade, no terceiro parágrafo,
aproximam-nos dos “homens que voltam para casa”, de que fala em um de seus poemas.
II- O autor do texto afirma que as informações sobre os fatos essenciais não costumam ser
publicadas.

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III- A expressão “meros contempladores de vida” caracteriza a quem apenas “percorre as letras,
as sílabas, as palavras em que os fatos se converteram”.
Está correto somente o que vem afirmando em
a) I. c) I e II. e) II e III
b) II d) I e III.

34. Indique a afirmação correta, considerando o sentido do conjunto do texto.


a) A expressão “hábitos metódicos” seria contraditória, se utilizada para caracterizar a rotina dos
“homens que voltam para casa” e “vão ao jornal”.
b) A expressão “longe de ser”, utilizada no segundo parágrafo, poderia ser substituída por “não
deixa de ser”, sem prejuízo para o que afirma o autor.
c) As expressões “metódico” e “rotineiro” caracterizam uma pessoa volúvel em seus atos.
d) A frase “Estar bem informado não é, ainda, viver” afirma o contrário do que diz o ultimo período
do texto.
e) O “belo recado” a que se refere o autor, no ultimo parágrafo, tem como destinatário todo aquele
que acha que o essencial é estar bem informado.

35. Quanto à função sintática, e dentro do terceiro parágrafo:


a) “funcionário público” e “homem tímido” têm classificações diferentes.
b) O termo “esse estado” é sujeito de “conhece”.
c) O termo ,“informadíssimos” refere-se ao sujeito de “perdemos”.
d) As formas verbais “deixa” e “julga” tem o mesmo sujeito.
e) As formas verbais “valem” e “orientam” têm distintos sujeitos.

36. A frase em que o termo destacado tem a função de complemento verbal é:


a) somos meros contempladores da vida.
b) Soletrar notícias não é o mesmo que participar dos fatos.
c) O poeta conhece de perto esse estado da pura observação das coisas.
d) As informações não são essenciais em si mesmas.
e) Assistimos sentados à variedade do noticiário.

37. No período “Embora informadíssimos, perdemos o mundo quando apenas nos


dispomos a soletrá-lo”, a oração em destaque conservará o mesmo sentido e o mesmo
valor sintático se substituirmos embora pela expressão:
a) desde que estejamos.
b) Porque estamos.
c) Uma vez que estejamos.
d) Mesmo estando.
e) Já que estamos.

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Texto XI (Esaf)
“Desde os seus primeiros dias, o ano de 1919 trouxe uma inusitada excitação às ruas de São
Paulo. Era alguma coisa além da turbulência instintiva, que o calor um tanto tardio do verão quase
tropical da cidade naturalmente incitava nos seus habitantes. De tal modo esse novo estado de
disposição coletiva era sensível, que os paulistanos em geral, surpresos consigo mesmos, e os
seus porta-vozes informais em particular, os cronistas, se puseram a especular sobre ele”. (Autor
desconhecido)

38. Considere as seguintes afirmativas sobre o uso de artigos no texto.


I- Se suprimíssemos o primeiro artigo “os” do texto, isso não acarretaria qualquer erro, já que a
ocorrência de artigo antes de possessivo não é obrigatória na língua portuguesa.
II- Se substituíssemos o artigo “uma”, no primeiro período, por “a”, isso não acarretaria qualquer
alteração de significado, porque ambos desempenham a mesma função semântica e são do
mesmo gênero gramatical.
III- Se suprimíssemos o artigo “um”, no segundo período, isso não acarretaria qualquer erro,
porque no contexto pode-se usar igualmente “um tanto” e “tanto”.
Podemos afirmar que estão corretas:
a) apenas I.
b) apenas II.
c) apenas III.
d) apenas I e III.
e) todas estão corretas.

39.Assinale a opção que apresenta sinônimos convenientes para as palavras “inusitada”,


“turbulência” e “sensível” sem alterar significativamente os respectivos sentidos.
a) Estranha, ventania, perceptível;
b) Exagerada, perturbação, suscetível;
c) Estranha, perturbação, suscetível;
d) Exagerada, ventania, perceptível.
e) Estranha, perturbação, perceptível.

40. O trecho “De tal modo... sensível”, no último período pode ser reescrito de várias
maneiras. Assinale aquela em que há alteração do significado original.
a) Era de tal modo sensível esse novo estado de disposição coletiva.
b) De tal modo era sensível esse novo estado de disposição coletiva.
c) Esse novo estado de disposição coletiva era de tal modo sensível.
d) Esse novo estado de disposição coletiva de tal modo era sensível.
e) De tal modo sensível esse novo estado era de disposição coletiva.

41. Assinale a opção correta sobre a razão do uso das duas últimas vírgulas do texto acima.
a) Marcam a separação de adjunto adverbial deslocado.
b) Marcam a separação de itens de uma série.
c) Marcam um vocativo.
d) Marcam um aposto.
e) Marcam um sujeito deslocado.

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Texto XII (CESPE)
As marcas do bem
Nos anos 30, Charles Chaplin empenhava toda a sua criatividade naprodução de filmes como
Tempos Modernos. Na obra, que se passa durante aDepressão Econômica, o genial Carlitos
torna-se operário de uma grande indústria e vira líder grevista por acaso. O filme é uma crítica à
industrialização desenfreada, às relações desumanas nas linhas da produção e ao descaso com
os deserdados em geral, especialmente os operários. A engraçada – nem por isso pouco ácida –
crítica de Carlitos já não cabe a um grupo de empresas que, nos anos mais recentes, introduziram
nos seus planos estratégicos e a preocupação com a responsabilidade social. Essa nova postura
pressupõe o resgate de valores, como o humanitarismo e a solidariedade, além de adoção de
princípios éticos na sua relação com empregados, clientes, fornecedores, comunidade e meio
ambiente. São empresas que abandonaram a posição acomodada de doar um chefe,
periodicamente, a instituições em apuros. Essa postura foi substituída por outra, “na qual o
aprendizado coletivo é um dos itens mais importantes”, na definição de Guilherme Leal, presidente
do conselho consultivo do Instituto Ethos, entidade fundada recentemente para aglutinar
empresários que compartilham idéias parecidas, quando o assunto é responsabilidade social.
Nessa nova concepção de apoio, o dinheiro quase nunca chega sozinho às entidades sociais.
Junto com ele, os empresários transferem o aprendizado que acumulam ao longo dos anos no
próprio gerenciamento de seus negócios. “Queremos fortalecer as entidades que apoiamos”, diz
Antônio Meireles, diretor-presidente de uma das empresas associadas ao Instituto Ethos. Há, pelo
menos, duas conseqüências dessa postura, que está muito distante do “paternalismo” e da
caridade descompromissada.
Uma delas é o surgimento de instituições bem gerenciadas e que, por isso mesmo têm mais
condições de captar recursos na sociedade. Par destacá-las já existe até um prêmio, o “Bem
Eficiente”.
O apoio a projetos que nascem na própria comunidade é propriedade das empresas socialmente
solidárias. Um dos exemplos é o programa Crer para Ver. Mantido pela Fundação Abrinq Pelos
Direitos da Criança, financiou, em 1998, projetos em 1.103 escolas públicas, localizadas em 16
estados, atendendo a 154.000 crianças. Todas as idéias vieram da comunidade e foram
submetidas a análise de um comitê técnico. O dinheiro para manter o programa foi captado com a
venda de cartões de Natal. As experiências vividas no trabalho comunitário enriquecem também o
dia-a-dia dentro das empresas. Essa troca é possível porque algumas corporações liberam
empregados para ir a campo e fazer trabalho social.
Os motivos que levam as empresas adotarem posturas solidárias não são necessariamente
humanitários, mas é inegável que seus projetos aglutinam pessoas dispostas a doar parte de seu
tempo e experiência a quem nasce com a sina de perdedor em uma cidade cada vez mais
excludente. O consumidor está atento e prefere as marcas de quem faz o bem. No Brasil, ainda
não existem dados sobre isso, mas, nos Estados
Unidos, pesquisa mostram que mais de 60% das pessoas optam por artigos de fabricantes
“politicamente corretos”. Os benefícios à imagem são inegáveis. O diferencial competitivo também.
Do lado dos colaboradores, há mais envolvimento.
(Ícaro Brasil, nº 172, dezembro / 98 – com adaptações.)

42. Com referência à tipologia textual, o texto:


a) é fundamentalmente argumentativo; o redator posiciona-se favoravelmente ao
comprometimento de empresas com os problemas sociais, pelo resgate de valores humanitários e
solidários;
b) é essencialmente a descrição do programa Crê para Ver, pois quantifica as metas alcançadas
ao longo de um ano de atividades;
c) compara, narrando a história do tratamento dado à questão social nas últimas seis décadas, os
resultados de pesquisas acerca do assunto no Brasil e nos Estados Unidos da América;

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d) é principalmente dissertativo porque desenvolve o assunto das relações desumanas na
sociedade industrial contemporânea, exemplificando com iniciativas no sentido da solução desse
problema;
e) é uma propaganda do Instituto Ethos, pois visa estimular os empresários a adquirirem seus
produtos incentivando o consumo.

43. De acordo com as idéias do texto, assinale a opção correta.


a) Charles Chaplin com “filmes como Tempos Modernos” criticava as causas da Depressão
Econômica: a industrialização desenfreada, as relações de trabalho desumanas e o descaso com
os empregados.
b) Atualmente, não há mais espaço para a crítica de Carlitos, pois as empresas “introduziram nos
seus planos estratégicos a preocupação com a responsabilidade social”.
c) O “dinheiro quase nunca chega sozinho às entidades sociais”: em geral, os próprios
empresários o levam.
d) O programa Crer para Ver, por ter sido criado por empresas, não constitui um exemplo de
“experiências vividas no trabalho comunitário”.
e) Embora as razões das empresas não tenham sempre caráter humanitário, a postura
empresarial solidária por elas adotada leva o consumidor a optar por produtos ligados a esse tipo
de ação.

44. Segundo o texto, são politicamente corretas:


a) todas as experiências vividas no trabalho comunitário, iniciando com Carlitos, na década de 30;
b) todas as razões que levam as empresas adotarem postura solidária;
c) as ações de empresas preocupadas com a responsabilidade social que, fugindo da postura
paternalista, propõem o humanitarismo e a solidariedade;
d) as trocas que algumas corporações fazem com os empregados, liberando-os da carga horária
contratual para a prestação de serviços de assistência social;
e) somente as iniciativas que visam ao bem-estar da empresa e também dos empregados e de
seus familiares.

45. No texto, não se estabelece nenhuma relação entre:


a) trabalho e alienação;
b) capital e educação;
c) industrialização e desumanização;
d) economia e ética;
e) empresariado e responsabilidade social.

46. Não serão respeitadas as idéias do texto I caso se substitua:


a) “empenhava” por aplicava;
b) “desenfreada” por descomedida;
c) “descompromissada” por descomprometida;
d) “análise” por apreciação;
e) “liberam” por concedem.
47. Assinale a opção correta quanto à regência e ao emprego do sinal indicativo da
crase:
a) O filme de Carlitos traça a crítica à um processo de industrialização desenfreado.
b) O texto manifesta-se contrário às relações desumanas nas linhas de produção e à indiferença
para com as camadas deserdadas, na sociedade em geral.
c) A crítica de Carlitos não se sustenta frente a mais de uma dezena de empresa que, às vezes,
introduzem para os seus planos estratégias visando a minimização dos problemas atinentes as
conjunturas sociais.

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d) A contribuição pecuniária quase nunca chega sozinha àquelas entidades sociais favorecidas;
junto com ela, as empresas transferem na aprendizagem acumulada no longo dos anos.
e) O apoio à iniciativas pertinentes a própria comunidade é prioridade junto as entidades
socialmente solidárias.

Texto XIII – (Esaf)


Os velhos das cidadezinhas do interior parecem muito mais plenamente velhos que os das
metrópoles. Não se trata da idade real de uns e outros, que pode até ser a mesma, mas dos
tempos distintos que eles parecem habitar. Na agitação dos grandes centros, até mesmo a velhice
parece ainda estar integrada na correria; os velhos guardam alguma ansiedade no olhar, nos
modos, na lentidão aflita de quem se sente fora do compasso. Na calmaria das cidades
pequeninas, é como se a velhice de cada um reafirmasse a que vem das montanhas e dos
horizontes, velhice quase eterna, pousada no tempo.
Vejam-se as roupas dos velhinhos interioranos: aquele chapéu de feltro manchado, aquelas largas
calças de brim cáqui, incontavelmente lavadas, aquele puído dos punhos de camisas já sem cor –
tudo combina admiravelmente com a enorme jaqueira do quintal, com a generosa figueira da
praça, com as teias no campanário da igreja. E os hábitos? Pica-se o fumo de corda, lentamente,
com um canivete herdado do século passado, enquanto a conversa mole se desenrola sem
pressa e sem destino.
Na cidade grande, há um quadro que se repete mil vezes ao dia, e que talvez já diga tudo: o
velhinho, no cruzamento perigoso, decide-se, enfim, a atravessar a avenida, e o faz com aflição,
um braço estendido em sinal de pare aos motoristas apressados, enquanto amiúda o que pode o
próprio passo. Parece suplicar ao tempo que diminua seu ritmo, que lhe dê a oportunidade de
contemplar mais demoradamente os ponteiros invisíveis dos dias passados, e de sondar com
calma, nas nuvens mais altas, o sentido de sua própria história.
Há, pois, velhices e velhices - até que chegue o dia em que ninguém mais tenha tempo para de
fato envelhecer.
Celso de Oliveira.

48. A frase "Os velhos das cidadezinhas do interior parecem muito mais plenamente velhos
que os das metrópoles" constitui uma:
a) impressão que o autor sustenta ao longo do texto, por meio de comparações.
b) impressão passageira, que o autor relativiza ao longo do texto.
c) falsa hipótese, que a argumentação do autor demolirá.
d) previsão feita pelo autor, a partir de observações feitas nas grandes e nas pequenas cidades.
e) opinião do autor, para quem a velhice é mais opressiva nas cidadezinhas que nas metrópoles.

49. Indique a afirmação INCORRETA em relação ao texto:


a) roupas, canivetes, árvores e campanário são aqui utilizados como marcas da velhice.
b) autor julga que, nas cidadezinhas interioranas, a vida é bem mais longa que nos grandes
centros.
c) Hábitos como o de picar fumo de corda denotam relações com o tempo que já não existem nas
metrópoles.
d) que um velhinho da cidade grande parece suplicar é que lhe seja concedido um ritmo de vida
compatível com sua idade.
e) autor sugere que, nas cidadezinhas interioranas, a velhice parece harmonizar-se com a própria
natureza.

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50. O sentido do último parágrafo do texto deve ser assim entendido:
a) Do jeito que as coisas estão, os velhos parecem não ter qualquer importância.
b) Tudo leva a crer que os velhos serão cada vez mais escassos, dado o atropelo da vida
moderna.
c) prestígio do que é novo é tão grande que já ninguém repara na existência dos velhos.
d) A velhice nas cidadezinhas do interior é tão harmoniosa que um dia ninguém mais sentirá o
próprio envelhecimento.
e) No ritmo em que as coisas vão, a própria velhice talvez não venha a ter tempo para tomar
consciência de si mesma.

51. Indique a alternativa em que se traduz corretamente o sentido de uma expressão do


texto, considerado o contexto.
a) "parecem muito mais plenamente velhos" = dão a impressão de se ressentirem mais dos males
da velhice.
b) "guardam alguma ansiedade no olhar" = seus olhos revelam poucas expectativas.
c) "fora do compasso" = num distinto andamento.
d) "a conversa mole se desenrola" = a explanação é detalhada.
e) "amiúda o que pode o próprio passo" = deve desacelerar suas passadas.

Texto XIV – (Cespe)


O anônimo
Tão logo o carteiro entregou a correspondência, Eduardo foi em busca daquilo que a experiência
já lhe ensinara. Certamente estaria ali: a carta anônima. De fato, não tardou a encontrar o
envelope, àquela altura familiar: o seu nome e endereço escritos em neutra letra de imprensa, e
nenhuma indicação de remetente (alguns missivistas anônimos usam pseudônimo. Aquele não
fazia concessões: nada fornecia que pudesse alimentar especulações com respeito à identidade).
Com dedos um pouco trêmulos – a previsibilidade nem sempre é o antídoto da emoção – Eduardo
abriu o envelope. Continha, como sempre, uma única folha de papel ofício manuscrita em letra de
imprensa. Como de hábito, começava afirmando: “Descobri teu segredo”. Nova linha, parágrafo, e
aí vinha a acusação.
No presente caso: desonestidade. “Todos acham que você é um homem sério, correto”, dizia a
carta, “mas nós dois sabemos que você não passa de um refinado patife.
Você está roubando seu sócio, Eduardo. Há muito tempo. Você vem desviando dinheiro da firma
para a sua própria conta bancária. Você disfarça o rombo com supostos prejuízos nos negócios.
Seu sócio, que é um homem bom, acredita em você. Mas a mim, você não engana, Eduardo. Eu
sei de tudo que você está fazendo. Conheço suas trapaças tão bem como você”.
Eduardo não pôde deixar de sorrir. Boa tentativa aquela, do missivista anônimo. Desonestidade na
firma, isto não é tão incomum. Com um sócio tão crédulo como era o Ênio, Eduardo de fato não
teria qualquer dificuldade em subtrair dinheiro da empresa.
Só que ele não estava fazendo isso. Em termos de negócios, era escrupulosamente honesto. Mais
que isto, muitas vezes repassara dinheiro para a conta de Ênio – um trapalhão em matéria de
finanças – sem que este soubesse. Honesto – e generoso. Contudo, como certos caçadores tão
pertinazes quanto incompetentes, o autor da carta anônima atirara no que vira e acertara no que
não vira.
Eduardo enganava Ênio, sim. Mas não na firma. Há meses – em realidade, desde que aquela
história das cartas anônimas começara – tinha um caso com a mulher do sócio, Vera: grande
mulher. Claro, não poderia garantir que não sentia um certo prazer em passar para trás o amigo
que sempre fora mais brilhante e mais bem sucedido do que ele, mas, de qualquer forma, isto
nada tinha a ver com a empresa. Desonestidade nos negócios? Não. Tente outra, missivista.
Quem sabe na próxima você acerta. Tente. Tente já.

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Sentou à mesa, tomou uma folha de papel ofício e escreveu, numa bela, mas inconspícua letra de
imprensa: “Descobri teu segredo”.
Moacyr Scliar.

Para a leitura compreensiva se efetivar, um dos passos essenciais é o entendimento do


vocabulário utilizado. Julgue os itens a seguir como Verdadeiro ou Falso, considerando o
sentido das palavras do texto.
52. O vocábulo “concessões” (primeiro parágrafo) está utilizado denotativamente, com o sentido
de privilégios; da mesma forma, “especulações” (primeiro parágrafo) traz o sentido de
negociações.
53. Contextualmente, “antídoto” (segundo parágrafo) significa droga, veneno.
54. As palavras “desonestidade” (terceiro parágrafo) e “pertinazes” (quinto parágrafo) estão
empregadas como antônimos de probidade e de volúveis, respectivamente.
55. O termo “crédulo” (quarto parágrafo) apresenta conotações de religiosidade, significando
crente, devoto.
56. A palavra “inconspícua” (último parágrafo) tem o significado de ilegível, indecifrável.
57. Infere-se do texto que o remetente era o próprio destinatário das cartas.
58. O título “O Anônimo” é, frente ao conteúdo do texto, um emprego irônico dessa palavra.
59. O narrador faz suposições acerca da identidade do remetente, ao registrar, como texto da
carta, a seguinte idéia: “nós dois sabemos que você não passa de um refinado patife” (terceiro
parágrafo).
60. Infere-se do texto que são comuns casos de desonestidade profissional, mas tal acusação não
pode ser aplicada a Eduardo.
61. No sexto parágrafo, depreende-se do texto que Eduardo sentia um complexo de inferioridade
profissional frente a Ênio.
62. A história acerca das cartas anônimas, conforme contada pelo autor, apresentando-se na
forma de uma narrativa curta, densa, pode exemplificar o que é conhecido por crônica.
63. O trecho entre aspas situado no terceiro parágrafo possui várias marcas de oralidade:
registros típicos da língua falada, transpostos para a língua escrita.
64. O texto apresenta algumas expressões típicas da linguagem vulgar, como, entre outras,
“patife”, “trapaças”, “trapalhão”.
65. Os trechos registrados entre aspas no texto estão dispostos na forma de discurso indireto.
66. As passagens descritivas são predominantes nos quatro últimos parágrafos.
67. Em “Eduardo foi em busca daquilo” (primeiro parágrafo), o termo destacado refere-se ao que
“a experiência já lhe ensinara” (primeiro parágrafo).
68. Embora o texto seja narrativo como um todo, predomina a descrição.
69. O uso de frases curtas ao lado das frases de maior extensão, principalmente no sexto
parágrafo, é um recurso estilístico ligado ao ritmo da prosa, utilizado para dar densidade ao texto,
prendendo o interesse do leitor.
70. Ao destacar a figura feminina com “Vera: grande mulher” (sexto parágrafo), o narrador dá duas
informações, simultaneamente: que ela era valorosa e também robusta.
71. Com a passagem “Desonestidade nos negócios? Não” (sexto parágrafo), o autor usa de um
recurso estilístico denominado apóstrofe.

Texto XV – (Cespe)
Em qualquer acampamento ou ocupação de sem-terra que se visite, uma constatação é inevitável:
grande parte dessas pessoas que vivem embaixo de lonas pretas nas estradas e fazendas saiu
das franjas sujas e maltrapilhas das grandes cidades.
Expulsos do campo por um processo cruel de concentração de terras, milhões de trabalhadores
rurais buscaram redenção sob o gás néon (o termo, de origem grega, significa novo) das

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metrópoles. Queimaram asas feito mariposas. Caíram numa espécie de vácuo social – a favela
intransponível.
Sem emprego, sem saúde, sem teto, sem instrução, esse povo desgraçado pelo descaso das
autoridades descobriu no Movimento dos Trabalhadores Rurais Sem-Terra (MST) o que alguns
buscam em entidades e organizações como as novas seitas e igrejas: esperança. Mais
pragmaticamente, trabalho, comida, teto e, se sobrar, educação e saúde.
Correio Braziliense (com adaptações).

Em relação ao emprego dos elementos no texto, julgue os itens a seguir.


72. A palavra “franjas”, no primeiro parágrafo, está empregada em sentido figurado e significa
periferia, ou seja, a região mais afastada do centro urbano, em geral carente em infra-
estrutura e serviços urbanos, e que abriga os setores de baixa renda da população.
73. A palavra “redenção”, no segundo parágrafo, significa salvação eterna, perdão, fé.
74. As palavras “vácuo” e “saúde”, que aparecem no texto, são acentuadas com base na mesma
regra ortográfica.
75. A expressão “Queimaram asas feito mariposas”, no segundo parágrafo, constitui uma metáfora
do insucesso, do fracasso, da melancolia, da nostalgia, da saudade.
76. O vocábulo “teto” está empregado metonimicamente, significando casa, moradia, habitação.
77. A repetição intencional da preposição sem, no início do terceiro parágrafo, constitui um
recurso estilístico de ênfase.
78. A expressão “Mais pragmaticamente”, no terceiro parágrafo, significa mais objetivamente,
mais concretamente, de forma mais direcionada para a ação prática.

Texto XVI (Cespe)


É comum e procedente o comentário de que a justiça e o povo estão separados por um grande
abismo, o que torna praticamente impossível ao cidadão leigo, mesmo aquele com grau de
instrução superior à média do País, compreender os assuntos inerentes ao Judiciário.
Uma das razões que contribuem para esse triste distanciamento – que se confunde com seus
próprios efeitos e, por isso, engendra um círculo vicioso reside na falta de cultura jurídica do povo
brasileiro. Falta de cultura jurídica não no sentido de que as pessoas leigas não têm o desejável
tirocínio para entender os meandros, o tecnicismo e os termos próprios do Direito, o que
realmente não têm. Refiro-me ao fato de que o brasileiro não tem o costume de interessar-se por
assuntos relativos à função judiciária do Estado.
Rogério Schietti Machado Cruz. Direito e Justiça, in Correio Braziliense.

Com relação às idéias do texto, julgue os itens abaixo.


79. Mesmo os cidadãos com formação específica em Direito têm dificuldade de compreender os
assuntos relativos ao judiciário.
80. A falta de cultura jurídica do povo brasileiro é razão, e também efeito, do distanciamento entre
a justiça e o cidadão.
81. Os leigos não têm experiência prática suficiente para entender os procedimentos, o tecnicismo
e os termos próprios dos trâmites judiciários.
82. É lamentável que o brasileiro não desenvolva o costume de se interessar pelos assuntos
referentes à função judiciária do Estado.
83. O judiciário cria, voluntariamente, um círculo vicioso entre as pessoas leigas e os meandros do
tecnicismo.
84. “procedentes” (primeiro parágrafo) significa freqüente, antigo.
85. “leigo” (primeiro parágrafo) significa alheio a um assunto, desconhecedor.
86. “inerentes (primeiro parágrafo) significa prioritários, especializados.
87. “engendra” (segundo parágrafo) significa gera, produz.
88. “tirocínio” (segundo parágrafo) significa vaticínio, tiromancia.

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Texto XVII (Cespe)
Os estados e a União não têm recursos para coisa nenhuma. Hoje em dia, com essa preocupação
neoliberal de Estado mínimo, de redução das atividades públicas, de sucateamento da máquina
pública, eu faço uma pergunta: se todas as atividades ficassem com a iniciativa privada e o Estado
fosse reduzido a uma única atividade, qual seria essa atividade? A justiça, administrar a Justiça. E
isso pressupõe segurança. Se o Estado abdicar de uma dessas funções, ele simplesmente deixa
de ser Estado. A palavra Estado existe desde Maquiavel e significa uma nação com um governo
institucionalizado e dotada de estabilidade. Estado e estabilidade têm a mesma raiz. Um Estado
que deixa de ter estabilidade deixa ser Estado. E um Estado que deixa de ter segurança pública
deixa de ter estabilidade.
Flávio Bierenbach. Folha de São Paulo.

Quanto às idéias do texto, julgue os itens.


89. Os recursos dos estados são inversamente proporcionais aos recursos da União.
90. Pode-se inferir que a “redução das atividades públicas” é decorrência de uma preocupação
neoliberal de Estado mínimo.
91. Quanto mais antigo o Estado, mais atividades são deixadas à iniciativa privada.
92. Nação com governo institucionalizado + estabilidade = Estado.
93. Se há estabilidade, há segurança pública; se há Estado, há segurança pública e estabilidade.
94. No primeiro período, o uso do acento gráfico na forma verbal “têm” indica que, no texto, o
verbo está concordando com o sujeito simples “União”.
95. Respeita-se a idéia de negação e a correção gramatical ao se substituir “nenhuma” por
“alguma” no primeiro período.
96. Para respeitar as regras de pontuação, se, no lugar da expressão “uma pergunta”, for usada a
expressão “a seguinte pergunta”, então uma vírgula deve ser usada no lugar dos dois-pontos.
97. Pelo sentido textual, a forma verbal subentendida no início da oração “A justiça, administrar a
justiça” é “seria”.
98. O pronome “isso” em “E isso pressupõe segurança” tem a função textual de retomar e resumir
as idéias expressas pela pergunta anterior.

Texto XVIII (Cespe)


Ética e moral
Que é ética? Que é moral? São a mesma coisa ou há distinções a serem feitas?
Há muita confusão acerca disso.
Tentemos um esclarecimento. Na linguagem comum e mesmo culta, ética e moral são sinônimos.
Assim, dizemos “aqui há um problema ético” ou “um problema moral”.
Com isso emitimos um juízo de valor sobre alguma prática pessoal ou social, se boa, se má, se
duvidosa.
Mas, aprofundando a questão, percebemos que ética e moral não são sinônimos.
A “ética” é parte da filosofia. Considera concepções de fundo, princípios e valores que orientam
pessoas e sociedades. Uma pessoa é ética quando se orienta por princípios e convicções.
Dizemos, então, que tem caráter e boa índole. A “moral” é parte da vida concreta. Trata da pratica
real das pessoas que se expressam por costumes, hábitos e valores aceitos. Uma pessoa é moral
quando age em conformidade com valores e costumes que podem ser eventualmente,
questionados pela ética. Uma pessoa pode ser moral (segue costumes) mas não necessariamente
ética (obedece a princípios).
Embora úteis, essas definições são abstratas, porque não mostram o processo como a ética e a
moral, efetivamente, surgem.
Leonardo Boff. In: O.popular, 4/7/2003, p.8 (com adaptações).

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A respeito das idéias e da estrutura do texto, julgue os itens a seguir.
99. Ao compreender o título e constatar, no inicio da exposição, uma série de interrogações, de
cunho filosófico, o leitor depreende que está perante uma estrutura textual expositiva, ou
argumentativa.
100. A substituição de “acerca disso” (primeiro parágrafo) pela expressão sobre disso não altera
o sentido nem a sintaxe do texto.
101. A partir do segundo parágrafo, o autor passa a responder às questões apresentadas no
parágrafo inicial.
102. Segundo o texto, as duas palavras que compõem o titulo são sinônimos perfeitos, tanto na
língua culta quanto na coloquial.
103. Ao empregar a forma verbal “dizemos” (segundo parágrafo), o autor está se referindo à
população em geral, indiscriminadamente, e não apenas às pessoas cultas.
104. Infere-se do texto que o leitor deve desconfiar de quem se utiliza da linguagem comum para
expressar um juízo de valor, tanto bom, quanto mau.
105. Ao iniciar o terceiro parágrafo com a conjunção “Mas”, o autor passa a explorar o assunto sob
outro enfoque, oposto ao que estava sendo apresentado antes.
106. Todas as pessoas que tem “caráter e boa índole” (terceiro parágrafo) norteiam suas condutas
por princípios sólidos e convicções inabaláveis.
107. A distinção sutil entre ética e moral interessa apenas àqueles que têm por função social
orientar a “prática real das pessoas” (terceiro parágrafo).
108. No último parágrafo, pelo emprego do pronome demonstrativo “essas”, depreende-se que o
substantivo “definições” refere-se às palavras que, ao longo do texto, são postadas em confronto:
ética e moral.

Texto XIX (Cespe)


Para entender as distinções entre ética e moral, os gregos partiam da experiência, sempre válida,
do sentido de “morada”: a morada entendida, essencialmente, como o conjunto de relações entre
o meio físico e as pessoas. Chamam a morada de ethos (em grego, com o e longo). Para que a
morada seja morada, precisa-se organizar espaço físico – quartos, sala, cozinha – e o espaço
humano – relações dos moradores entre si e com seus vizinhos – segundo critérios, valores e
princípios para que tudo flua e esteja a contento. Isso confere caráter à casa e às pessoas. Ao que
os gregos chamam de ethos, nós diríamos ética e caráter ético das pessoas.
Na morada, os moradores têm costumes, maneiras de organizar as refeições, os encontros,
estilos de relacionamento, tensos e competitivos ou harmoniosos e cooperativos. A isso os gregos
chamavam também de ethos (com o e curto); nós diríamos moral e postura moral e de uma
pessoa.
Ocorre que esses costumes (moral) formam o caráter (ética) das pessoas. Winnicot, prolongando
os trabalhos de Freud, estudou a importância das relações familiares para estabelecer o caráter
das pessoas. Elas serão éticas (terão princípios e valores) se tiverem tido uma boa moral
(relações harmoniosas e inclusivas) em casa.
Os medievais não tinham as sutilezas dos gregos. Usavam a palavra “moral” tanto para os
costumes quanto para o caráter. Distinguiam a moral teórica que estuda os princípios e as atitudes
que iluminam as práticas, e a moral pratica que analisa os atos à luz das atitudes e estuda a
aplicação dos princípios à vida.
Idem, ibidem (com adaptações)
Considerando a construção morfossintática, semântica e discursiva do texto, julgue os itens a
seguir.

109. O trecho “Para entender as distinções entre ética e moral” (primeiro parágrafo) equivale,
semanticamente, a Para se entenderem as distinções entre ética e moral.

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110. Está sintaticamente correta e reescritura de “Isso confere caráter à casa e às pessoas”
(primeiro parágrafo) como Isso confere caráter para a casa e para os seus ocupantes.
111. A substituição da parte sublinhada em “têm costumes” (segundo parágrafo) pelo pronome
oblíquo correspondente está correta em tê-los.
112. As observações “com o e longo” e “com o e curto” revelam que, em grego, as alterações de
pronúncia produziam mudanças de sentido nas palavras.
113. As palavras “caráter” e “éticas” recebem acento agudo porque são proparoxítonas.
114. Depreende-se do texto que Freud foi contemporâneo a Winnicot nos estudos sobre a
importância da família e seu sucessor na configuração do caráter das pessoas.
115. Depreende-se das relações sintáticas e semânticas do período “Elas serão (...) em casa”
(terceiro parágrafo) que as pessoas com princípios e valores só serão éticas caso tenham vivido
relações harmoniosas e inclusivas,e m família.
116. Ao registrar que “Os medievais não tinham as sutilezas dos gregos” (último parágrafo), o
texto informa que os povos românicos, no período medieval, não eram sutis.
117. A pontuação da seguinte reescritura do ultimo período do texto está correta, pois não altera o
sentido original:
Os medievais faziam distinção entre a moral teórica (que estuda os princípios e as
atitudes que iluminam as práticas) e a moral prática que analisa os atos à luz das
atitudes e estuda a aplicação dos princípios à vida.

Texto XX (Cespe)
Quais a ética e a moral vigentes hoje? A capitalista. Sua ética diz: bom é o que permite acumular
mais com menos investimento e em menos tempo possível, pagar menos salários e impostos e
explorar mais natureza. Imaginemos como seria uma casa e uma sociedade que tivessem tais
costumes (moral) e produzissem caracteres (éticos) assim conflitivos. Seriam ainda humanas e
benfazejas à vida? Eis a razão da grave crise atual.
Idem, ibidem(com adaptações).

Considerando os três anteriores, julgue as idéias e a correção gramatical dos itens


que se seguem.

118. A autoria, a fonte e o tema dos textos XVIIII e XIXI são os mesmos do texto XX; isso, no
entanto, não é suficiente para assegurar que são fragmentos de um mesmo todo textual.
119. O texto XX, perante os dois textos anteriores, circunscreve espacialmente o tema tratado: o
contexto brasileiro, desde a Revolução Industrial.
120. No início do texto XX, “Sua” refere-se, respectivamente, à ética capitalista e à moral
capitalista hodiernas.
121. No texto XX, após as formas verbais “diz” e “reza” os dois-pontos estão empregados porque
houve a supressão do pronome relativo que.
122. No texto XXI, o emprego do adjetivo “confilitivos e a pergunta retórica “seriam ainda humanas
e benfazejas à vida?”, que enseja a resposta Não, evidenciam a postura antiética e amoral que
perpassa o texto.
123. Segundo o autor, tanto a ética quanto a moral capitalistas são causas negativas do contexto
da modernidade: a “grave crise atual”.

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Coerência e coesão
1- Assinale a opção que preenche, de forma coesa e coerente, as lacunas do texto abaixo.
O fenômeno da globalização econômica ocasionou uma série ampla e complexa demudanças
sociais no nível interno e externo da sociedade, afetando, em especial, o poder regulador do
Estado. _________________ a estonteante rapidez e abrangência _________ tais mudanças
ocorrem, é preciso considerar que em qualquer sociedade, em todos os tempos, a mudança
existiu como algo inerente ao sistema social.
(Adaptado de texto da Revista do TCU, nº82)
a) Não obstante – com que
b) Portanto – de que
c) De maneira que – a que
d) Porquanto – ao que
e) Quando – de que

2- Marque a seqüência que completa corretamente as lacunas para que o trecho a


seguir seja coerente.
A visão sistêmica exclui o diálogo, de resto necessário numa sociedade ________ forma de
codificação das relações sociais encontrou no dinheiro uma linguagem universal. A validade dessa
linguagem não precisa ser questionada, ________ o sistema funciona na base de imperativos
automáticos que jamais foram objeto de discussão dos interessados.
(Barbara Freytag, A Teoria Crítica Ontem e Hoje, pág. 61, com adaptações)
a) em que – posto que
b) onde – em que
c) cuja – já que
d) na qual – todavia
e) já que – porque

3. Leia o texto a seguir e assinale a opção que dá seqüência com coerência e coesão.
Em nossos dias, a ética ressurge e se revigora em muitas áreas da sociedade industrial e pós-
industrial. Ela procura novos caminhos para os cidadãos e as organizações, encarando
construtivamente as inúmeras modificações que são verificadas no quadro referencial de valores.
A dignidade do indivíduo passa a aferir-se pela relação deste com seus semelhantes, muito em
especial com as organizações de que participa e com a própria sociedade em que está inserido.
(José de Ávila Aguiar Coimbra – Fronteiras da Ética, São Paulo, Editora SENAC, 2002).

a) A sociedade moderna, no entanto, proclamou sua independência em relação a esse


pensamento religioso predominante.
b) Mesmo hoje, nem sempre são muito claros os limites entre essa moral e a ética, pois vários
pensadores partem de conceitos diferentes.
c) Não é de estranhar, pois, que tanto a administração pública quanto a iniciativa privada estejam
ocupando-se de problemas éticos e suas respectivas soluções.
d) A ciência também produz a ignorância na medida em que as especializações caminham para
fora dos grandes contextos reais, das realidades e suas respectivas soluções.
e) Paradoxalmente, cada avanço dos conhecimentos científicos, unidirecionais produz mais
desorientação e perplexidade na esfera das ações a implementar, para as quais se pressupõe
acerto e segurança.

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4- Assinale a opção que não constitui uma articulação coesa e coerente para as
duas partes do texto.
O capital humano é a grande âncora do desenvolvimento na Sociedade de Serviços, alimentada
pelo conhecimento, pela informação e pela comunicação, que se configuram como peças-chave
na economia e na sociedade do século XXI.
_____________,no mundo pós-moderno, um país ou uma comunidade equivale à sua densidade
e potencial educacional, cultural e científico-tecnológico, capazes de gerar serviços, informações,
conhecimentos e bens tangíveis e intangíveis, que criem as condições necessárias para inovar,
criar, inventar.
(Aspásia Camargo, “Um novo paradigma de desenvolvimento”)
a) Diante dessas considerações,
b) É necessário considerar a idéia oposta de que,
c) Partindo-se dessas premissas,
d) Tendo como pressupostos essas afirmações,
e) Aceitando-se essa premissa, é preciso considerar que,

5- Assinale a opção que não representa uma continuação coesa e coerente para o trecho
abaixo.
É preciso garantir que as crianças não apenas fiquem na escola, mas aprendam, e o principal
caminho para isso, além de investimentos em equipamentos, é o professor. É preciso fazer com
que o professor seja um profissional bem remunerado, bem preparado e dedicado, ou seja,
investir na cabeça, no coração e no bolso do professor.
a) Qualquer esforço dessa natureza já tem sido feito há muitos anos e comprovou que os
resultados são irrelevantes, pois não há uma importação de tecnologia educacional.
b) Tal investimento não custaria mais, em 15 anos, do que o equivalente a duas Itaipus.
c) Esse esforço financeiro custaria muito menos do que o que será preciso gastar daqui a 20 ou
30 anos para corrigir os desastres decorrentes da falta de educação.
d) Isso custaria muitas vezes menos que o que foi gasto para criar a infra-estrutura econômica.
e) Um empreendimento dessa natureza exige como uma condição preliminar: uma grande
coalizão nacional, entre partidos, lideranças, Estados, Municípios e União, todos voltados para o
objetivo de chegarmos a 2022, o segundo centenário da Independência, sem a vergonha do
analfabetismo.
(Adaptado de Cristovam Buarque, O Estado de S.Paulo, 09/7/2003)

6- Os trechos abaixo compõem um texto, mas estão desordenados. Ordene-os para que
componham um texto coeso e coerente e indique a opção correta.
( ) O primeiro desses presidentes foi Getúlio Vargas, que soube promover, com êxito, o modelo de
substituição de importações e abriu o caminho da industrialização brasileira, colocando, em
definitivo, um ponto final na vocação exclusivamente agrária herdada dos idos da colônia.
( ) O ciclo econômico subseqüente que nos surpreendeu, sem dúvida, foi a modernização
conservadora levada à prática pelos militares, de forte coloração nacionalista e alicerçado nas
grandes empresas estatais.
( ) Hoje, depois de todo esse percurso, o Brasil é uma economia que mantém a enorme vitalidade
do passado, porém, há mais de duas décadas, procura, sem encontrar, o fio para sair do labirinto
da estagnação e retomar novamente o caminho do desenvolvimento e da correção dos
desequilíbrios sociais, que se agravam a cada dia.
( ) Com JK, o país afirmou a sua confiança na capacidade de realizar e pôde negociar em
igualdade com os grandes investidores internacionais, mostrando, na prática, que oferecia
rentabilidade e segurança ao capital.
( ) Em mais de um século, dois presidentes e um ciclo recente da economia atraíram as atenções
pelo êxito nos programas de desenvolvimento.

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( ) Juscelino Kubitschek veio logo depois com seu programa de 50 anos em 5, tornando a indústria
automobilística uma realidade, construindo moderna infra-estrutura e promovendo a arrancada de
setores estratégicos, como a siderurgia, o petróleo e a energia elétrica.
(Emerson Kapaz, “Dedos cruzados” in: Revista Política Democrática nº 6, p. 39)
a) 1º - 2º - 4º - 5º - 6º - 3º
b) 2º - 3º - 5º - 1º - 4º - 6º
c) 2º - 5º - 6º - 4º - 1º - 3º
d) 5º - 2º - 4º - 6º - 3º - 1º
e) 3º - 5º - 2º - 1º - 4º - 6º

7. Se cada período sintático do texto for representado, respectivamente, pelas letras X, Y, W


e Z, as relações semânticas que se estabelecem no trecho correspondem às idéias
expressas pelos seguintes conectivos:
a) X e Y mas W e Z.
b) X porque Y porém W logo Z.
c) X mas Y e W porque Z.
d) Não só X mas também Y porque W e Z.
e) Tanto X como Y e W embora Z.

8. Indique a opção que completa com coerência e coesão o trecho a seguir.


Na hierarquia dos problemas nacionais, nenhum sobreleva em importância e gravidade ao da
educação. Nem mesmo os de caráter econômico lhe podem disputar a primazia nos planos de
reconstrução nacional. Pois, se a evolução orgânica do sistema de um país depende de suas
condições econômicas,
a) subordina-se o problema pedagógico à questão maior da filosofia da educação e dos fins a que
devem se propor as escolas em todos os níveis de ensino.
b) é impossível desenvolver as forças econômicas ou de produção sem o preparo intensivo das
forças culturais.
c) são elas as reais condutoras do processo histórico de arregimentação das forças de renovação
nacional.
d) o entrelaçamento das reformas econômicas e educacionais constitui fator de somenos
relevância para o soerguimento da cultura nacional.
e) às quais se associam os projetos de reorganização do sistema educacional com vistas à
renovação cultural da sociedade brasileira.

Atenção: as próximas questões são de Verdadeiro ou Falso.


Como se tornar o número 1
Chegar ao posto mais alto de uma empresa não é tarefa para acomodados. Exige talento,
dedicação, persistência e principalmente uma boa dose de sacrifício. Segundo consultores de
recursos humanos, é justamente esse empenho e espírito de liderança que as empresas
valorizam nos ocupantes de cargos mais altos. “A pessoa deve ter iniciativa, capacidade de tomar
decisões, fazer as coisas acontecerem”, diz o diretor da Top Human Resources, de São Paulo.
A qualificação profissional também é um dos principais aspectos para se alcançar o posto mais
alto. “Qualquer executivo tem de investir sempre em sua educação”, enfatiza outro diretor de
recursos humanos. “Senão você será um computador sem software”, completa.
Traçar metas profissionais é outro aspecto fundamental para quem quer chegar ao topo. Nesse
caso, a ambição acaba sendo uma boa aliada.
A intuição também é uma boa arma na hora de dar um palpite em uma reunião. E, quem sabe,
pode valer aquela promoção esperada...
Conhecer passo a passo cada etapa do processo de produção da empresa e do setor é um dos
principais fatores que levaram M.C.P. a uma carreira bem-sucedida.

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Ele aponta ainda a importância de valorizar os colegas. “Ninguém consegue as coisas sozinho. É
fundamental reconhecer a participação do grupo e sempre motivá-lo”.
A primeira regra da cartilha daqueles que anseiam alcançar um alto cargo em uma corporação, de
acordo com esses consultores, é não permanecer estagnado em uma função ou empresa por um
longo período.
Daniela Paiva. Emprego e formação profissional. In Correio Braziliense, 23/6/2002.

Considerando o desenvolvimento das idéias do texto acima, julgue a pertinência das inserções
sugeridas em cada parágrafo indicado nos itens abaixo, de modo a preservar os argumentos
utilizados, as relações de coesão e coerência e a correção gramatical do texto.

9. Ao final do segundo parágrafo: Ciente disso, o economista R. B. nunca passou mais de um


ano sem participar de algum tipo de especialização e considera que a aprendizagem é que
vai permitir que alguém permaneça na função e obtenha resultados melhores.
10. Ao final do terceiro parágrafo: “Pois, se não sabe o que quer, dificilmente o profissional
vai alcançar uma função significativa”, alerta um consultor paulista.
11. Ao final do quarto parágrafo: “Correr riscos com bom senso e ter uma boa percepção são
necessários para se tornar um líder”, acrescenta um diretor da Executive Search.
12. Ao final do quinto parágrafo: Ele planejou, detalhe por detalhe, sua carreira de executivo
na empresa X, qualificando-se por meio de cursos especializados e dedicando tempo, além
do horário de expediente, ao aprimoramento de línguas e pesquisas sobre o mercado.
13. Ao final do sexto parágrafo: O executivo da CBI, J. S., concorda com M. C. P. e acrescenta:
“Você tem de reconhecer a importância de cada um e as dificuldades de sua equipe”.
Julgue os itens subseqüentes com relação aos recursos de coesão textual e à adequação das
palavras e da pontuação utilizadas no texto acima.
14. O adjetivo “acomodados”, no primeiro período, está empregado, textualmente, em oposição ao
conjunto de substantivos expressos em “talento, dedicação, persistência e principalmente uma
boa dose de sacrifício”, no período seguinte, que, por sua vez, podem ser interpretados como
resumidos em “esse empenho”, no terceiro período.
15. Para que o texto fosse adequado ao tema e aos leitores em potencial, o estilo muito informal
de linguagem e, especialmente, o título deveria sofrer ajustes retóricos de modo a se tornarem
mais coerentes com o gênero argumentativo utilizado.
16. O emprego de outro (terceiro parágrafo), também (quarto parágrafo) e ainda (sexto
parágrafo) mostra que diferentes classes gramaticais podem desempenhar a função de manter
coesão textual entre os parágrafos e no texto como um todo.
17. Ao usar, tão freqüentemente, o recurso do discurso alheio, o autor do texto toma o cuidado de
marcar por aspas aquelas afirmações acerca das quais não tem muita certeza ou que são
empregadas com ironia.
18. De acordo com o desenvolvimento da argumentação, a troca de lugar entre o último período
sintático do texto e o primeiro preservaria a coerência e a coesão textuais.

Leia o texto a seguir para responder às questões.


Os fragmentos abaixo, adaptados de VEJA, 13/2/2002, constituem um texto, mas estão
ordenados aleatoriamente.
I. Para chefes, o caso é ainda mais complexo.Os que acham que seus subordinados nunca
entendem o que eles falam precisam ficar atentos à própria conduta. Talvez o problema seja tanto
de habilidade quanto de falta de comunicação.
II. E você? Está pronto para coordenar uma equipe ou para relatar a um grupo as propostas de
seu departamento? Se a resposta é não, cuide-se. Corra atrás de cursos de liderança, compre
livros que lhe ensinem a expressar suas idéias claramente.

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III. O caixa da agência bancária é o mais indicado para liderar a equipe que vai propor alteração
no desenho da área de atendimento ao público, onde ficam as filas. O faxineiro deve tomar a
frente do pessoal que decidirá o local mais adequado para estocar material de limpeza.
IV. Competência técnica é só um ingrediente necessário à liderança. Um bom coordenador tem de
conseguir explicar como a tarefa sob seu controle vai contribuir para os resultados da companhia,
ou da instituição.
Considerando que a organização de um texto implica a ordenação lógica e coerente de seus
fragmentos, julgue os itens a seguir quanto à possibilidade de constituírem seqüências lógicas e
coerentes para os fragmentos acima.
19. I, II, IV, III.
20. I, III, II, IV.
21. II, III, IV, I.
22. III, I, II, IV.
23. IV,III, I, II.

Ortografia-semântica
1. Foram insuficientes as ....... apresentadas, ....... de se esclarecerem os .......
a) escusas - a fim - mal-entendidos
b) excusas - afim - mal-entendidos
c) excusas - a fim - malentendidos
d) excusas - afim - malentendidos
e) escusas - afim - mal-entendidos

2. Este meu amigo .......... vai ..........-se para ter direito ao título de eleitor.
a) extrangeiro - naturalizar d) estrangeiro - naturalizar
b) estrangeiro - naturalisar e) estranjeiro - naturalisar
c) extranjeiro – naturalizar

3. Assinale a alternativa em que todas as palavras estão corretamente grafadas:


a) quiseram, essência, impecílio
b) pretencioso, aspectos, sossego
c) assessores, exceção, incansável
d) excessivo, expontâneo, obseção
e) obsecado, reinvidicação, repercussão

4. O orador “ratificou” o que afirmara. O termo destacado pode ser substituído sem prejuízo
de sentido por:
a) negou d) confirmou
b) corrigiu e) enfatizou
c) frisou

5. "A ............... de uma guerra nuclear provoca uma grande .............. na humanidade e a
deixa ............... quanto ao futuro."
a) espectativa - tensão - exitante
b) espectativa - tenção - hesitante
c) expectativa - tensão - hesitante
d) expectativa - tenção - hezitante
e) espectativa - tenção - exitante

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6. Assinale a alternativa que possa substituir, pela ordem, as partículas de transição dos períodos
abaixo, sem alterar o significado delas: "Em primeiro lugar, observemos o avô. Igualmente,
lancemos um olhar para a avó. Também o pai deve ser observado. Todos são altos e morenos.
Conseqüentemente a filha também será morena e alta."
a) primeiramente, ademais, além disso, em suma
b) acima de tudo, também, analogamente, finalmente
c) primordialmente, similarmente, segundo, portanto
d) antes de mais nada, da mesma forma, por outro lado, por conseguinte
e) sem dúvida, intencionalmente, pelo contrário, com efeito

7. Estava ....... a ....... da guerra, pois os homens ....... nos erros do passado.
a) eminente, deflagração, incidiram
b) iminente, deflagração, reincidiram
c) eminente, conflagração, reincidiram
d) preste, conflaglação, incidiram
e) prestes, flagração, recindiram

8. Indique a alternativa correta:


a) O ladrão foi apanhado em flagrante.
b) Ponto é a intercessão de duas linhas.
c) As despesas de mudança serão vultuosas.
d) Assistimos a um violenta coalizão de caminhões.
e) O artigo incerto na Revista das Ciências foi lido por todos nós.

9. "A solidão é um retiro de ......., mas ninguém vive sempre em trégua, ....... só, ....... o
preguiçoso, eternamente em repouso."
a) descanço, tampouco, exceto
b) descanso, tãopouco, exceto
c) descanço, tão pouco, esceto
d) descanso, tampouco, exceto
e) descanso, tão pouco, esceto

10. "Durante a .......... solene era .......... o desinteresse do mestre diante da ..........
demonstrada pelo político."
a) seção - fragrante - incipiência
b) sessão - flagrante - insipiência
c) sessão - fragrante - incipiência
d) cessão - flagrante - incipiência
e) seção - flagrante - insipiência

11. Em "Repare bem o braço que ninguém sabe de onde circunda o busto da moça e a quer
levar para um lugar esconso." A palavra sublinhada só não pode conotar a idéia de:
a) um lugar de volúpia
b) um lugar escondido, suspeito
c) um lugar desconhecido, misterioso
d) um lugar escolhido, eleito
e) um lugar escuro, recôndito

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12. Considerando-se a relação Veneza (cidade) - gaturamo (pássaro) como modelo, as
palavras que sucessivamente completariam a relação: Califórnia - pretos - morrer -
Gioconda - cem mil réis, seriam:
a) estado, raça, ação, escultura, dinheiro
b) país, povo, fato, escultura, valor
c) província, etnia, acontecimento, literatura, moeda
d) estado, raça, acontecimento, pintura, valor
e) território, gente, ação, música, moeda

13. Há palavras escritas de modo INCORRETO na alternativa:


(A) Investimentos maciços em educação, saúde e reforma agrária constituíram a fórmula utilizada
por países mais atrasados do que o Brasil, para reduzir os índices de pobreza.
(B) O problema da miséria no Brasil apresenta componentes bem mais perversos do que a
simples escassez de recursos, que caracteriza o problema em outros países, como no continente
africano.
(C) Os recursos gastos na área social acabam sendo insuficientes, como por exemplo, a parcela
mínima destinada ao saneamento básico, importante para aumentar a expectativa de vida da
população.
(D) A desnutrição, resultado da falta de ingestão de proteínas e de outras substâncias, degenera
em má-formação do sistema neurológico, com danos irreversíveis, na maioria das vezes.
(E) Vários estudos afirmam que a taxa de miséria só baixará quando houver crecimento da
economia, assossiado a um modelo mais justo de distribuição de renda para a população.

14. Está correta a grafia de todas as palavras da frase:


(A) Ao ascender à condição de um grande sistema de mercados, a economia mundial propisciou o
poder hegemônico dos grandes conglomerados financeiros.
(B) Se os grandes centros econômicos não se emiscuíssem decisivamente nas economias
nacionais, talvez estas lograssem alcançar um índice expressivo de desenvolvimento.
(C) Os economistas podem discentir quanto às soluções para o nosso desenvolvimento, mas
reconhecem que o imperialismo econômico é um fator crucial para nosso atraso.
(D) A necessidade de sincronizar o ritmo de nossa economia com o da expansão da economia
global constitui uma das exigências mais difíceis de serem atendidas.
(E) Não fosse a dicotomia das direções econômicas com que nos deparamos, o Brasil talvez não
se firmasse numa posição de maior relevância entre os países emerjentes.

15. Está correta a grafia de todas as palavras da frase:


(A) A comprensão dos fatos só foi possível porque algumas pessoas propuzeramse a relatá-los tal
como ocorreram.
(B) A repreção da polícia acabou por ocazionar a morte de um estudante e ferimento em vários
jovens.
(C) O autor sentiu-se honrado com o privilégio de ter sido homenageado pelo grande poeta.
(D) Nos versos transcrevidos na cronica, há aluzão ao frio que fazia naquela tarde paulistana.
(E) O autor supoz que nos versos de Drummond havia referência a termos utilisados num artigo.

16. Todas as palavras estão corretamente grafadas na seguinte frase:


(A) Concessão inadequada de privilégios e atitudes maltomadas geram sempre excesso de
gastos, propício a suspensões de crédito.
(B) O menospreso para com bens culturais excede o tolerável, chegando à atingir níveis
desesperadores.
(C) Na palavra "dilapidar", o etmologista vai identificar a raíz latina "lapid -", que significa "pedra";
estabelecese, assim, assossiação entre "destruir" e "atirar pedra".

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(D) Estavam tão anciosas para ver o resultado da pesquisa, que dei à elas autorização para
estender o expediente.
(E) O hêsito de manifestações em pró da revisão das leis relacionadas à posse de fósseis
dependerá de muitos fatores.

17. A frase em que todas as palavras estão corretamente flexionadas é a seguinte:


(A) A quem se dispor a colaborar, os voluntários entregarão listas de abaixoassinados para serem
preenchidas.
(B) Nas mesas-redondas em que se discutiram mudanças na legislação, muitos se manteram
indecisos.
(C) Não é um único dirigente que institue os passos a serem dados; nesta questão, quanto maior
o número de cidadões a opinar, melhor será.
(D) Eles detêm um saber específico que devemos respeitar; não se pode fazer como aqueles
pseudoespecialistas que criticam tudo aleatoriamente.
(E) Se eles verem necessidade de conferir a autenticação dos documentos a serem enviados ao
museu, os tabeliões poderão ajudar.

18. A frase totalmente correta quanto a grafia e acentuação é:


(A) Trabalhadores reinvindicavam alí a contratação de mão-de-obra sem grande burocracia.
(B) Nessa conjuntura, é difícil explicar porquê a mobilidade da mão-de-obra decresceu.
(C) Assessores especializados procuram pôr no papel todas as variáveis que envolvem o tema.
(D) Pesquizas realizadas recentemente mostram que o êxito do "euro" é questionável.
(E) Até em adjacências de pequenos centros, chega a haver letígio para preenchimento de vagas.

19. Estão corretamente grafadas todas as palavras da frase:


(A) Um jornalista deve abster-se de julgar o que noticia, afim de que seu públicopossa ter assesso
às várias posições e emitir, ele sim, seu próprio julgamento.
(B) Alberto Dines é um notório crítico da imprensa; o fato de ser jornalista não o impede de
polemisar com vários colegas, quando cometem algum deslise.
(C) A dúvida suscitada por uma manchete poderia ser evitada caso o redator não se eximisse da
responsabilidade de mostrar os dois lados de um mesmo fato.
(D) A repercusção das primeiras manchetes deveu-se ao fato de que elas destorceram a
declaração do Ministro, reproduzindo-a apenas parcialmente.
(E) A virtude jornalística não está em previlegiar a face sensacionalista de um fato, mas em
abranjê-lo em toda a sua complexidade.

20. Há palavras escritas de modo INCORRETO na frase:


(A) O anseio geral por uma sociedade mais justa e igualitária transformou a luta trabalhista num
dos mais expressivos modelos que caracteriza a sociedade contemporânea.
(B) De início, as idéias trabalhistas, fenômeno quase excluzivamente inglês,
tiveram pouca ou nenhuma repercursão nos sindicatos.
(C) O trabalho é sempre uma atividade que depende da habilidade manual e da inteligência de
quem o desempenha, e exige o dispêndio de certa energia física e mental.
(D) O trabalho, de início coleta ou extrativismo, diversificou-se com a caça, a pesca e a utilização
do fogo, possibilitando o progresso, pelo uso de objetos como o arco e a flecha.
(E) Os alicerces da produção social deslocaram-se da agricultura para a indústria quando o
comércio se sobrepôs ao trabalho agrícola e ampliou suas atividades.

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21. Indique, dentre os grupos de palavras abaixo, aquele cuja sílaba tônica das palavras
esteja na mesma posição da sílaba tônica de: corpos, abolido e funerais, respectivamente:
(A) glória, enxergar, decisão;
(B) sutil, tulipa, juiz;
(C) doutor, rubrica, poder;
(D) erudito, item, recém.

22. Assinale a alternativa em que os vocábulos formem o plural como funeral e cadáver,
respectivamente:
(A) abdominal / ardor;
(B) funil / qualquer;
(C) cônsul / açúcar;
(D) mal / caráter.

23. Todos os pronomes estão corretamente empregados na seguinte frase:


(A) As discussões perdem seu vigor; considerem-nas encerradas e façam os relatórios chegarem
até eu.
(B) É remota a possibilidade de eles, atravessadores, se sensibilizarem, motivo pelo qual dirijo-me
a V.Sa. para pedir-lhe providências.
(C) Mandei-os sair, e o motivo de tal procedimento, não o sei dizer; convide-lhes a voltarem, por
favor.
(D) A questão da procedência é relevante, é onde que nos debatemos para chamar a atenção a
quem de direito.
(E) Entre os maiores especialistas está este aqui, por quem me responsabilizo e que dou-o todo o
apoio.

24. Quanto à colocação do pronome oblíquo, analise os enunciados e,


depois, assinale a alternativa correta:
I – Em pensando-se em licença, as reservas já foram feitas.
II – Não tenho visto-te nas baladas dominicais.
III – Poupe-me dos seus comentários maldosos.
IV – Solicitei a Vossa Senhoria que remetesse-lhe as cópias imediatamente.
V – Tudo transcorreu conforme nos foi dito.
(A) Apenas IV está correto.
(B) Apenas I e II estão corretos.
(C) Apenas III e V estão corretos.
(D) Apenas V está correto.
(E) Todos estão corretos.

25. Quanto à colocação do pronome oblíquo, analise os enunciados e,


depois, assinale a alternativa correta:
I – Convidaria-te, com prazer, se eu pudesse.
II – A norma não se deve utilizar neste caso.
III – Ambos se odeiam.
IV – Nada o impedirá de conseguir o cargo que ele pretende.
V – Chegou tarde, lhe dando péssimas explicações.
(A) Apenas I, III e IV está correto.
(B) Apenas III está correto.
(C) Apenas II, III e V estão corretos.
(D) Apenas II, III e IV estão corretos.
(E) Todos estão corretos.

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26. O Brasil representa 3% do problema mundial.
A frase do texto em que o verbo apresenta o mesmo tipo de complemento
exigido pelo verbo grifado acima é:
(A) Parecem inexpugnáveis.
(B) .. eles começaram a vida num patamar inferior.
(C) O Brasil aparece com menos de 1% do movimento...
(D) ... o Brasil é hoje o país mais rico do mundo...
(E) ... os miseráveis nem entram na equação econômica...

27. Antonio Candido escreveu uma carta, fez cópias da carta e enviou as cópias a amigos
do Rio.
Substituem de modo correto os termos sublinhados na frase acima, respectivamente,
constituem
(A) destas -enviou-as
(B) daquela -os enviou
(C) da mesma -enviou-lhes
(D) delas -lhes enviou
(E) dela -as enviou

28. O diploma de jornalista é obrigatório, mas há quem veja o diploma de jornalista como
uma inutilidade, pois os cursos que oferecem o diploma de jornalista não podem cobrir
todas as áreas de atuação.
Evitam-se as desnecessárias repetições da frase acima substituindo-se os elementos
sublinhados, respectivamente, pelas formas
(A) o veja e oferecem-lhe.
(B) o veja e o oferecem.
(C) lhe veja e lhe oferecem.
(D) veja-o e oferecem-o.
(E) veja ele e oferecem ele.

29. Diante das fotos antigas, olhamos as fotos para captar dessas fotos a magia do tempo
que repousa nessas fotos.
Evitam-se as abusivas repetições da frase acima substituindo-se os elementos sublinhados
por, respectivamente:
(A) olhamo-lhes -captá-las -lhes repousa
(B) as olhamos -captar-lhes -nelas repousa
(C) olhamo-las -as captar -repousa nas mesmas
(D) olhamo-las -captar-lhes -nelas repousa
(E) olhamo-as -lhes captar -lhes repousa

30. As leis muçulmanas são rigorosas, mas muitos julgam as leis muçulmanas
especialmente draconianas com as mulheres, já que se reflete nas leis muçulmanas a
hierarquia entre os sexos, hierarquia que deriva de fundamentos religiosos. Evitam-se as
repetições do período acima substituindo-se os elementos sublinhados por,
respectivamente:
(A) julgam-as -se lhes reflete -a qual
(B) julgam-nas -se reflete nesta -o que
(C) julgam-nas -naquelas se reflete -a qual
(D) julgam-lhes -nas quais se reflete -a qual
(E) julgam-lhes -naquelas se reflete -à qual

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31. ... que usam grandes extensões ... (meio do 2º parágrafo) O mesmo tipo de complemento
exigido pelo verbo grifado acima está na frase:
(A) Levantamentos comprovam uma maior devastação em toda a região amazônica.
(B) Poucos acreditam na possibilidade de controle das queimadas na Amazônia.
(C) A devastação da floresta amazônica parece sempre maior a cada ano.
(D) As queimadas, sem controle, avançam muitas vezes sobre a floresta.
(E) Surgem, cada vez mais, propostas para a preservação da região florestal.

32. Assinale a opção que preenche corretamente as lacunas. “Todos os cidadãos devem
saber _________ o Poder Legislativo está assim. Estamos instalando novos computadores,
é um momento de transição, eis o _________.
a) por que - porquê
b) porque – por quê
c) porquê – por que
d) por que – porque

32. Assinale a opção em que o vocábulo entre parênteses preenche corretamente a


lacuna correspondente.
a) Não se punem os malfeitores ____ não se dispõe de um Código Penal atualizado? (porque.)
b) Essa questão requer indagar-se preliminarmente __________ não se derrubou ainda a inflação.
(porque.)
c) Pergunta-se, para começar, o ________ não foi votada ainda. (por quê.)
d) Não se fará mudança _________ não foi votada uma nova Constituição? (por que.)
e) Todos sabem, aqui no Brasil, _________ não se punem os bandidos. (porque.)

33. Assinale a alternativa incorreta, de acordo com o padrão culto da modalidade escrita do
Português.
a) Maria ficou indignada por que não obteve a classificação.
b) Por que haveria de se ocupar daquele assunto, se não era sua a obrigação?
c) O princípio de que o réu é inocente até prova em contrário é uma conquista da
civilização; daí por que não tem ele que se preocupar.
d) Depois de suas explicações foi fácil entender por que tomara aquela decisão.

34. Assinale a opção em que a palavra sublinhada está empregada incorretamente.


a) Durma cedo, senão acordará tarde demais.
b) Mal começou a chover, o barranco deslizou.
c) Disse que há cinco anos ganhou na loteria.
d) Estava mau informado, por isso equivocou-se.
e) De hoje a dois meses pedirei novo empréstimo.

35. Assinale a seqüência que preenche corretamente as lacunas.


“Era ______________ a ___________ do conflito, pois as partes ____________ nos erros já
cometidos.”
a) iminente – deflagração – reincidiram.
b) eminente – confraglação - incidiram
c) inevitável – defraglação – reicindiram.
d) iminente – deflagração – reincidiram.

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36. Os sinônimos de ignorante, principiante, sensatez e confirmar são, respectivamente:
a) incipiente – insipiente – descreção – retificar.
b) incipiente – insipiente – discrição – ratificar.
c) insipiente – incipiente – discrição – ratificar.
d) insipiente – incipiente – discreção – ratificar.
e) incipiente – incipiente – descrição – retificar.

37. Aponte a alternativa em que há confusão entre mal e mau.


a) Falar no mau, preparar o pau.
b) Os agentes sanitários interditaram o bar porque estava mau-cheiroso.
c) Ao disputar uma bola o zagueiro caiu de mau jeito.
d) De um mau espera-se todo o mal.
e) Mau proceder é substantivação de proceder mal.

38. Assinale a alternativa correta.


a) O marceneiro usa brocha; o pintor, broxa.
b) Às 18 horas, a bandeira deve ser arreada de seu mastro.
c) Quando o doente assuou o nariz, viu que havia pequeno sangramento.
d) O Plano Cruzado trouxe prejuízo vultuoso a todos os comerciantes.
e) Minha estadia em Paris foi brevíssima, porém inesquecível.

39. Assinale a opção incorreta.


a) A regra que orienta a acentuação gráfica de “saúde” é a mesma que justifica o acento de
“diminuíram”.
b) A regra que orienta a acentuação gráfica de “dispôs” é a mesma que justifica o acento de
“Canadá”.
c) A regra que orienta a acentuação gráfica de “países” é a mesma que justifica o acento de
“mídia”.
d) A regra que orienta a acentuação gráfica de “hábito” é a mesma que justifica o acento de
“genérica”.
e) Uma mesma regra orienta o uso do acento grave indicador de crase em “relacionava-se à
descoberta” e “expõe-se à fumaça”.

40. A alternativa que apresenta erro quanto à acentuação gráfica em um dos vocábulos é:
a) lápis – júri
b) bônus – hífen
c) ânsia – série
d) raízes – amável
e) baú – bambu

Classes de Palavras
1. Assinale o item que só contenha preposições:
a) durante, entre, sobre d) em, caso, após
b) com, sob, depois e) após, sobre, acima
c) para, atrás, por

2. Observe as palavras grifadas da seguinte frase: "Encaminhamos a V. Senhoria


cópia autêntica do Edital nº 19/82." Elas são, respectivamente:
a) verbo, substantivo, substantivo d) pronome, adjetivo, substantivo
b) verbo, substantivo, advérbio e) pronome, adjetivo, adjetivo
c) verbo, substantivo, adjetivo

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3. Assinale a opção em que a locução grifada tem valor adjetivo:
a) "Comprei móveis e objetos diversos que entrei a utilizar com receio."
b) "Azevedo Gondim compôs sobre ela dois artigos."
c) "Pediu-me com voz baixa cinqüenta mil réis."
d) "Expliquei em resumo a prensa, o dínamo, as serras..."
e) "Resolvi abrir o olho para que vizinhos sem escrúpulos não se apoderassem do que era
delas."

4. Aponte a alternativa em que a palavra em negrito é conjunção explicativa:


a) Como estivesse cansado, não foi trabalhar.
b) Assim que fores ao Rio, não te esqueças de avisar-me.
c) Retirou-se antes, já que assim o quis.
d) Não se aborreça, que estamos aqui para ouvi-lo.
e) Não compareceu, porque não foi avisado.
5. O "que" está com função de preposição na alternativa:
a) Veja que lindo está o cabelo da nossa amiga!
b) Diz-me com quem andas, que eu te direi quem és.
c) João não estudou mais que José, mas entrou na Faculdade.
d) O Fiscal teve que acompanhar o candidato ao banheiro.
e) Não chore que eu já volto.

6. "Saberão que nos tempos do passado o doce amor era julgado um crime."
Temos na frase anterior.
a) 1 preposição d) 7 palavras átonas
b) 3 adjetivos e) 4 substantivos
c) 4 verbos

7. Em "Orai porque não entreis em tentação", o valor da conjunção do período é de:


a) causa d) explicação
b) condição e) finalidade
c) conformidade

8. As expressões sublinhadas correspondem a um adjetivo, exceto em:


a) João Fanhoso anda amanhecendo sem entusiasmo.
b) Demorava-se de propósito naquele complicado banho.
c) Os bichos da terra fugiam em desabalada carreira.
d) Noite fechada sobre aqueles ermos perdidos da caatinga sem fim.
e) E ainda me vem com essa conversa de homem da roça.

9. No trecho: "E o azul, o azul virginal onde as águias e os astros gozam, tornou-se o azul
espiritualizado...", as palavras grifadas correspondem morfologicamente, pela ordem, a:
a) adjetivo - pronome relativo - substantivo - pronome relativo
b) substantivo - pronome relativo - substantivo - pronome reflexivo
c) adjetivo - advérbio - substantivo - pronome reflexivo
d) substantivo - advérbio - advérbio - pronome relativo
e) adjetivo - conjunção - substantivo – pronome

10. Na frase "As negociações estariam meio abertas só depois de meio período de
trabalho", as palavras grifadas são, respectivamente:
a) adjetivo, adjetivo d) numeral, adjetivo

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b) advérbio, advérbio e) numeral, advérbio
c) advérbio, adjetivo

11. Assinale o caso em que não haja expressão numérica de sentido indefinido:
a) Ele é o duodécimo colocado.
b) Quer que veja este filme pela milésima vez?
c) "Na guerra os meus dedos dispararam mil mortes."
d) "A vida tem uma só entrada; a saída é por cem portas."
e) n.d.a

12. Na frase: "Passaram dois homens a discutir, um a gesticular e o outro com a


cara vermelha", o termo a está empregado, sucessivamente, como:
a) artigo, preposição preposição
b) pronome, preposição, artigo
c) preposição, preposição, artigo
d) preposição, pronome, preposição
e) preposição, artigo, preposição

13. Nos trechos: "A menina conduz-me diante do leão..."; "... sobre o focinho contei
nove ou dez moscas..."; "... a juba emaranhada e sem brilho."
Sob o ponto de vista gramatical, os termos destacados são, respectivamente:
a) locução adverbial, locução adverbial, locução adverbial
b) locução conjuntiva, locução adjetiva, locução adverbial
c) locução adjetiva, locução adverbial, locução verbal
d) locução prepositiva, locução adverbial, locução adjetiva
e) locução adverbial, locução prepositiva, locução adjetiva

14. Assinale a frase em que "meio" funciona como advérbio:


a) Só quero meio quilo. d) Parou no meio da rua.
b) Achei-o meio triste. e) Comprou um metro e meio.
c) Descobri o meio de acertar.

15. "Podem acusar-me: estou com a consciência tranqüila." Os dois pontos do período
acima poderiam ser substituídos por vírgula, explicando-se o nexo entre as
duas orações pela conjunção:
a) portanto d) pois
b) e e) embora
c) como

16.Classifique as palavras como nas construções seguintes,


numerando,convenientemente, os parênteses:
1) preposição
2) conj. subord. causal
3) conj. subord. conformativa
4) conj. coord. aditiva
5) adv. interrogativo de modo
( ) Perguntamos como chegaste aqui.
( ) Percorrera as salas como eu mandara.
( ) Tinha-o como amigo.
( ) Como estivesse frio, fiquei em casa.
( ) Tanto ele como o irmão são meus amigos.

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a) 2 - 4 - 5 - 3 - 1 d) 3 - 1 - 2 - 4 - 5
b) 4 - 5 - 3 - 1 - 2 e) 1 - 2 - 4 - 5 - 3
c) 5 - 3 - 1 - 2 – 4

17. Talvez seja bom que o proprietário do imóvel possa desconfiar de que ele não é
tão imóvel assim. A palavra destacada é, respectivamente:
a) substantivo e substantivo d) advérbio e adjetivo
b) substantivo e adjetivo e) adjetivo e advérbio
c) adjetivo e verbo

18. Assinale a alternativa correspondente à classe gramatical da palavra a,


respectivamente: Esta gravata é a que recebi; Estou disposto a tudo; Fiquei contente com a
nota; Comprei-a logo que a vi.
a) artigo - artigo - preposição - preposição
b) preposição - artigo - pronome demonstrativo - artigo
c) pronome demonstrativo - preposição - artigo - pronome pessoal
d) pronome pessoal - preposição - artigo - pronome pessoal
e) nenhuma das alternativas

19. No trecho: "Todo romancista, todo poeta, quaisquer que sejam os rodeios que
possa fazer a teoria literária, deve falar de ... o mundo e o escritor fala, eis a
literatura." A palavra destacada é:
a) advérbio de inclusão d) palavra denotadora de inclusão
b) advérbio de designação e) palavra denotadora de designação
c) conjunção subordinativa

20. Assinale a alternativa cuja relação é incorreta:


a) Sorria às crianças que passavam - pronome relativo
b) Declararam que nada sabem - conjunção integrante
c) Que alegre manifestação a sua - advérbio de intensidade
d) Que enigmas há nesta vida - pronome adjetivo indefinido
e) Uma ilha que não consta no mapa - conjunção coord. Explicativa

21. Assinale a frase em que a colocação do pronome pessoal oblíquo não obedece às
normas do português padrão:
a) Essas vitórias pouco importam; alcançaram-nas os que tinham mais dinheiro.
b) Entregaram-me a encomenda ontem, resta agora a vocês oferecerem-na ao chefe.
c) Ele me evitava constantemente!... Ter-lhe-iam falado a meu respeito?
d) Estamos nos sentido desolados: temos prevenido-o várias vezes e ele não nos escuta.
e) O Presidente cumprimentou o Vice dizendo: - Fostes incumbido de difícil missão, mas
cumpriste-la com denodo e eficiência.

22. A frase em que a colocação do pronome átono está em desacordo com as normas
vigentes no português padrão do Brasil é:
a) A ferrovia integrar-se-á nos demais sistemas viários.
b) A ferrovia deveria-se integrar nos demais sistemas viários.
c) A ferrovia não tem se integrado nos demais sistemas viários.
d) A ferrovia estaria integrando-se nos demais sistemas viários.
e) A ferrovia não consegue integrar-se nos demais sistemas viários.

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23. Assinale a alternativa correta:
a) A solução agradou-lhe. d) Darei-te o que quiseres.
b) Eles diriam-se injuriados. e) Quem contou-te isso?
c) Ninguém conhece-me bem.

24. Indique a estrutura verbal que contraria a norma culta:


a) Ter-me-ão elogiado. d) Temo-nos esquecido.
b) Tinha-se lembrado. e) Tenho-me alegrado.
c) Teria-me lembrado.
25. A colocação do pronome oblíquo está incorreta em:
a) Para não aborrecê-lo, tive de sair.
b) Quando sentiu-se em dificuldade, pediu ajuda.
c) Não me submeterei aos seus caprichos.
d) Ele me olhou algum tempo comovido.
e) Não a vi quando entrou.

26. Assinale a alternativa que apresenta erro de colocação pronominal:


a) Você não devia calar-se.
b) Não lhe darei qualquer informação.
c) O filho não o atendeu.
d) Se apresentar-lhe os pêsames, faço-o discretamente.
e) Ninguém quer aconselhá-lo.

27. "O individualismo não a alcança." A colocação do pronome átono está em desacordo
com a norma culta da língua, na seguinte alteração da passagem acima:
a) O individualismo não a consegue alcançar.
b) O individualismo não está alcançando-a.
c) O individualismo não a teria alcançado.
d) O individualismo não tem alcançado-a.
e) O individualismo não pode alcançá-la.

28. Há um erro de colocação pronominal em:


a) "Sempre a quis como namorada."
b) "Os soldados não lhe obedeceram as ordens."
c) "Todos me disseram o mesmo."
d) "Recusei a idéia que apresentaram-me."
e) "Quando a cumprimentaram, ela desmaiou."

29. Pronome empregado incorretamente:


a) Nada existe entre eu e você.
b) Deixaram-me fazer o serviço.
c) Fez tudo para eu viajar.
d) Hoje, Maria irá sem mim.
e) Meus conselhos fizeram-no refletir.

30. "Alguém, antes que Pedro o fizesse, teve vontade de falar o que foi dito." Os pronomes
assinalados dispõem-se nesta ordem:
a) de tratamento, pessoal, oblíquo, demonstrativo
b) indefinido, relativo, pessoal, relativo
c) demonstrativo, relativo, pessoal, indefinido
d) indefinido, relativo, demonstrativo, relativo

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e) indefinido, demonstrativo, demonstrativo, relativo

31. Assinale a alternativa onde o pronome pessoal está empregado corretamente:


a) Este é um problema para mim resolver.
b) Entre eu e tu não há mais nada.
c) A questão deve ser resolvida por eu e você.
d) Para mim, viajar de avião é um suplício.
e) Quanto voltei a si, não sabia onde me encontrava.

32. Assinale o mau emprego do pronome:


a) Aquela não era casa para mim, comprá-la com que dinheiro?
b) Entre eu e ela nada ficou acertado.
c) Estava falando com nós dois.
d) Aquela viagem, quem não a faria?
e) Viram-no mas não o chamaram.

33. Os técnicos .......... bem para os jogos, mas, .......... contra nova derrota, pediam que
treinasse ainda mais.
a) o haviam preparado - se tentando precaver
b) haviam preparado-o - se tentando precaver
c) haviam preparado-o - tentando precaver-se
d) haviam-no preparado - se tentando precaver
e) haviam-no preparado - tentando precaver-se

34. Ninguém atinge a perfeição alicerçado na busca de valores materiais, nem mesmo os
que consideram tal atitude um privilégio dado pela existência. Os pronomes destacados no
período acima classificam-se, respectivamente, como:
a) indefinido - demonstrativo - relativo - demonstrativo
b) indefinido - pessoal oblíquo - relativo - indefinido
c) de tratamento - demonstrativo - indefinido - demonstrativo
d) de tratamento - pessoal oblíquo - indefinido - demonstrativo
e) demonstrativo - demonstrativo - relativo – demonstrativo

35. O emprego dos tempos e modos verbais está correto apenas em:
(A) Quando houver condições de todos os funcionários públicos serem confiáveis, aí, sim, os
procedimentos judiciais eram simplificados.
(B) Não se apoiarão supressões de solenidades jurídicas, caso elas fossem realmente
indispensáveis à garantia da ampla defesa.
(C) Se curadores de réus forem consultados, eles provavelmente defenderiam o que é melhor
para seus representados.
(D) Visto que vivenciou experiências bem-sucedidas, ele talvez pudesse ter sido convidado a dar
sua opinião.
(E) Desde que tomasse conhecimento da contestação, o proponente das mudanças pode querer
rebatê-la.

36. Está adequada a articulação entre os tempos verbais na frase:


(A) Caso venha a ser considerado nocivo à comunidade, o programa “Nheengatu” deverá ter sido
proibido pelas autoridades.
(B) A menos que fosse nocivo o conteúdo veiculado pelo programa “Nheengatu”, não há razões
para que se o houvera proibido.

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(C) Se o conteúdo veiculado pelo programa “Nheengatu” vier a se revelar nocivo, só assim se
pudesse cogitar de proibir sua transmissão.
(D) No caso de que o programa “Nheengatu” se caracterizasse por transmitir idéias nocivas à
comunidade, cabe cogitar sua proibição.
(E) A menos que o conteúdo veiculado pelo programa “Nheengatu” possa ser considerado nocivo
à comunidade, não há razões para que se venha a proibi-lo.

37. A frase totalmente correta quanto à flexão é:


(A) Tenho certeza de que reouverei o gráfico que mostra a mobilidade dos artesãos.
(B) Se eles revirem a questão do contrato, muito dessa celeuma terá fim.
(C) Alguns se entretem com o "euro" e não percebem que os problemas continuam iguaisinhos.
(D) Analistas crêm que essa núpcia com o "euro" pode acabar logo.
(E) Dizem as má-línguas que esses dados não advém de relatório oficial.

38. Todas as formas verbais estão corretamente flexionadas na frase:


(A) Embora se requeram, aqui e ali, medidas locais, não haverá como abstermosnos de medidas
de caráter geral.
(B) Se um país não se provir de planos econômicos próprios, estará cada vez mais dependente do
ritmo que lhe impor a economia global.
(C) Se não nos convir o ritmo ditado pela economia global, fazer-se-á necessário criar um modelo
que melhor se adeqüe à nossa realidade.
(D) Os grandes centros econômicos associaram-se e comporam, paulatinamente, um sistema de
mercados ao qual é praticamente impossível um país deixar de pertencer.
(E) O que de fato obstrui o desenvolvimento da economia nacional é a oscilação entre direções
dificilmente conciliáveis, a que vimos nos sujeitando.

39. Estão corretas as formas dos verbos intervir, propor e obter empregadas na frase:
(A) Se obtessem tudo o que propuseram, não seria preciso que a polícia tivesse intervido.
(B) Se a polícia não interviesse, eles teriam obtido tudo o que proporam.
(C) No caso de a polícia intervir, eles não obterão tudo o que propuseram.
(D) Eles só obtiveram o que propuseram porque a polícia não interviu.
(E) O fato de a polícia ter intervindo evitou que obtessem o que antes propuseram.

40. Por equívoco na flexão, é preciso corrigir a forma verbal sublinhada na frase:
(A) Viu-se que muita gente soubera dos fatos pelas cartas enviadas de São Paulo.
(B) Ainda bem que os policiais não apreenderam as cópias das cartas.
(C) Muitas pessoas não se abstiveram de protestar contra a ditadura da época.
(D) Muitas pessoas do Rio obteram cópias das cartas do pessoal de São Paulo.
(E) Outros leitores supuseram que no poema repercutiam as palavras do artigo.

41. Estão corretamente flexionadas todas as formas verbais da frase:


(A) Caso as células não se recompossem, todos os tecidos entrariam rapidamente em colapso.
(B) Como não lhe aprouveu ficar mais uns dias, acabou perdendo a comemoração do centenário
da cidade.
(C) Se não reavermos nossas malas, prestaremos queixa na delegacia.
(D) Ainda bem que obtiveram tudo o que requereram, sem que a polícia interviesse.
(E) Ele intervia a todo momento no jogo, buscando boicotá-lo.

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42. Está adequada a articulação entre os tempos verbais na frase:
(A) Nunca poderia imaginar que o adiamento de minha viagem viesse a causar tantos transtornos
para aqueles que pretendiam me hospedar.
(B) Não admito que vocês pudessem tomar qualquer medida antes que eu venha a expor as
minhas justificativas.
(C) Tão logo desembarcamos, notáramos que ninguém se dispunha a ter ido nos receber.
(D) A menos que eles se retratem, não teríamos como relevar seus erros, que tanto prejuízo nos
haviam dado.
(E) Quero que a partir de agora você esteja providenciando os papéis que eu devesse estar
assinando na próxima semana.

43. Estão corretos o emprego e a forma de ambos os verbos sublinhados em:


(A) Não há o que contenhe o ânimo exaltado de quem é contrário à exigência, de quem se
indiguine com a obrigatoriedade do diploma.
(B) Caso um veterano jornalista requera o diploma, alegando toda a sua experiência, é justo que
seje atendido?
(C) Há quem julgue que um profissional só deveria fazer o curso de jornalismo se esse lhe
conviesse e quando bem lhe aprouvesse.
(D) Se alguém se dispor a fazer o curso de Jornalismo apenas para obtiver o diploma, beneficiar-
se-á com as prerrogativas da profissão?
(E) Alguns jornalistas interviram no momento da tramitação do projeto, mas não obteram sucesso.

44. Mantém-se corretamente a mesma pessoa gramatical na seguinte frase:


(A) O lixo é seu, esse lixo que deixai à beira de sua porta.
(B) O lixo é teu, esse lixo que deixa à beira de vossas portas.
(C) O lixo é teu, esse lixo que deixas à beira de tua porta.
(D) O lixo é de vocês, esse lixo que deixais à beira de suas porta.
(E) O lixo é vosso, esse lixo que deixas à beira de suas portas.

45. Toda vez que ...... seu caminhão com tanto capricho, o motorista ...... demonstrando
toda sua dignidade.
Para completar corretamente a frase acima, devem-se usar as formas verbais
(A) limparia -estivesse
(B) limpar -estivesse
(C) limpasse -estará
(D) limpar -estará
(E) limpará –estaria

46. Todas as formas verbais estão corretas na frase:


(A) Elas se absteram de votar nas últimas eleições.
(B) Quando vocês requiserem mais material, preencham corretamente o formulário.
(C) Se virdes a mudar de opinião, comunicai-nos a tempo.
(D) A menos que eles se imponhem na reunião, não serão ouvidos pelos colegas.
(E) Se tivéssemos podido responder, tê-lo-íamos feito de modo contundente.

47 Estão corretamente flexionadas as formas verbais da frase:


(A) Os caboclos de fato obtiveram algumas melhorias, mas nem todas asnovidades lhes
convieram.
(B) O pesquisador deteu-se em alguns dados e percebeu que do progresso adviram, também,
alguns prejuízos.
(C) Conclue-se, da leitura do texto, que a alimentação mais natural constitue um fator de saúde.

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(D) Se o progresso não intervisse na vida de Aracampina, os moradores não fazeriam novos
projetos de vida.
(E) Quando os habitantes de Aracampina se proporam a aceitar as novidades, ninguém conteu
seu ingênuo entusiasmo.

48. As formas verbais sublinhadas respeitam as normas de concordância na frase:


(A) Não caberiam aos caboclos ter consciência de todas as coisas que o progresso lhes trariam.
(B) Entre os diversos fatores que determinam o estresse, um dos mais importantes está nos
hábitos alimentares.
(C) Toda a comunidade de Aracampina acabaram por se envolver em tanta melhoria que
passaram a ficar ao seu alcance.
(D) Tão logo surgiu, as primeiras manifestações de estresse deixou bem claro que se deviam às
novidades do cotidiano.
(E) Fogão a gás, televisão, luz elétrica, tudo fascinavam os caboclos, a quem ninguém advertiram
da outra face da moeda.

49. Está adequada a articulação entre os tempos verbais na frase:


(A) Na primeira vez em que lá esteve, o pesquisador notara que os caboclos pescassem mais do
que da segunda vez.
(B) Uma vez que a dieta dos caboclos se alterasse, tinham passado a sofrer de hipertensão.
(C) Se os alimentos que ingeriam fossem, em boa parte, industrializados, a taxa de hipertensão
tende a crescer.
(D) No caso de surgir a necessidade de ganhar mais dinheiro, a taxa de hipertensão elevava-se
rapidamente.
(E) Tão logo passaram a usar fraldas descartáveis, as mulheres viram reduzido o seu trabalho.

50. Estão corretos o emprego e a forma do verbo sublinhado na frase:


(A) São grandes os esforços que o complexo pensamento de Rousseau sempre requereu de seus
intérpretes.
(B) Advêem de Rousseau as principais formulações sobre a soberania política do povo.
(C) A teoria de Rousseau ainda hoje contribue para a análise das relações entre o homem e a
natureza.
(D) Os ingênuos seguidores de Rousseau não se deteram na complexidade de seu pensamento.
(E) Em seu tempo, Rousseau interviu radicalmente na formação do pensamento democrático.

51. Os tempos e modos verbais estão corretamente articulados na frase:


(A) Foi um contra-senso interpretativo quando afirmáramos que o princípio da soberania absoluta
do povo terá origem em Rousseau.
(B) Seria um contra-senso interpretativo se afirmássemos que o princípio da soberania absoluta
do povo teve origem em Rousseau.
(C) Será um contra-senso interpretativo se afirmássemos que o princípio da soberania absoluta do
povo haverá de ter origem em Rousseau.
(D) É um contra-senso interpretativo quando afirmávamos que o princípio da soberania absoluta
do povo tem tido origem em Rousseau.
(E) É um contra-senso interpretativo quando afirmarmos que o princípio da soberania absoluta do
povo tinha origem em Rousseau.

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52. Está correta a flexão de todos os verbos da seguinte frase:
(A) Tudo o que advir de uma experiência esotérica sempre obterá, da parte dos cientistas, a
atenção e o cuidado de uma verificação objetiva.
(B) Os profissionais da quiromancia ou da numerologia não apreciam os consulentes que
regateam na hora do pagar o que lhes é pedido.
(C) Quando diz que um cientista se "inspira", o autor sugere que ele intui um caminho, que ele se
provê de confiança para considerar uma hipótese objetiva.
(D) O esoterismo obstrue o caminho da ciência; a cada vez que manter os incautos distantes das
práticas científicas, estará propagando o irracionalismo.
(E) É explicável que creamos em práticas esotéricas, pois elas nos fornecem imediatamente
explicações mirabolantes para todos os mistérios.

53. Segundo a Anistia Internacional, a prova usada contra ela foi o fato de ter engravidado
sem ser casada. O segmento sublinhado na frase acima pode ser corretamente substituído,
mantendo-se o sentido da frase, por:
(A) fora o fato de haver engravidado sem ter sido casada.
(B) foi o fato de que engravidou sem que fosse casada.
(C) era o fato de que teria engravidado sem que seja casada.
(D) foi o fato de que se engravidara sem que se casasse.
(E) é o fato de que engravidaria sem que seja casada.

54. Está correta a flexão de todas as formas verbais da frase:


(A) Caso não se detessem nas questões formais, os responsáveis pelo julgamento de Amina não
teriam satisfazido as expectativas internacionais.
(B) Toda mulher que manter uma relação amorosa fora do casamento será submissa ao rigor da
lei islâmica.
(C) As leis nigeriana provêem da tradição islâmica, e jamais se absteram de observar os rígidos
postulados desta.
(D) Se a Anistia e outros órgãos internacionais não intervissem no caso de Amina, não havia o
que contivesse o ânimo punitivo do tribunal nigeriano.
(E) Não se propusessem os formadores de opinião pública a intervir no caso de Amina, é quase
certo que a ela se imporia a pena de morte por apedrejamento.

55. Todas as formas verbais estão corretamente flexionadas na frase:


(A) No caso de rever suas teorias, em face do que julgue algum mistério divino, um cientista
sobreporá a atitude espiritual ao método propriamente científico.
(B) É preciso que o cientista se abstenhe de incorporar ao seu trabalho hesitações de natureza
espiritual, que trazeriam prejuízo para a objetividade de sua pesquisa.
(C) Cientistas como Newton ou Einstein proporam-se considerar a idéia platônica de que tudo, na
natureza, se constitue como obra de um Arquiteto Universal.
(D) Se os cientistas não conterem seus impulsos subjetivos, submeterão-se às paixões, em vez de
se guiarem pelos procedimentos científicos.
(E) O conhecimento que um cientista por vezes intue deve ser objeto de verificação científica, para
que não o submissa a força da pura imaginação.

56. Transpondo para a voz passiva a frase: "Haveriam de comprar, ainda, um trator maior",
obtém-se a forma verbal:
a) comprariam d) ter-se-ia comprado
b) comprar-se-ia e) haveria de ser comprado
c) teria sido comprado

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57. Leia a seguinte passagem na voz passiva: "O receio é substituído pelo pavor, pelo
respeito, pela emoção ..." Se passarmos para a voz ativa, teremos:
a) O pavor e o respeito substituíram-se pela emoção e o receio.
b) O pavor e o receio substituem a emoção e o respeito.
c) O pavor, o respeito e a emoção são substituídos pelo receio.
d) O pavor, o respeito e a emoção substituem-se.
e) O pavor, o respeito e a emoção substituem o receio.

58. Assinale a frase que não está na voz passiva:


a) "Esperavam-se manifestações de grupos radicais japoneses de esquerda e de direita... ."
b) "Foram salvos pelo raciocínio rápido de um agente do serviço secreto... ."
c) "Vocês se dão pouca importância nessa tarefa."
d) "Documentos inúteis devem ser queimados em praça pública."
e) "Devem-se estudar estas questões."

59. Transpondo para a voz ativa a frase: "Os ingressos haviam sido vendidos com
antecedência", obtém-se a forma verbal:
a) venderam d) haviam vendido
b) vendeu-se e) havia vendido
c) venderam-se

60. Transpondo para a voz passiva a frase: "Eu estava revendo, naquele momento, as
provas tipográficas do livro", obtém-se a forma verbal:
a) ia revendo d) comecei a rever
b) estava sendo revisto e) estavam sendo revistas
c) seriam revistas

61. Transpostos para a voz passiva, os verbos do texto "Que miragens vê o iluminado no
fundo de sua iluminação? (...) E por que nos seduz a ilha?" (Carlos Drummond de Andrade),
assumem, respectivamente, as formas:
a) eram vistas e somos seduzidos
b) são vistas e fomos seduzidos
c) foram vistas e somos seduzidos
d) são vistas e somos seduzidos
e) foram vistas e fomos seduzidos

62. O verbo da oração: Os pesquisadores orientarão os alunos" terá, na voz passiva, a


forma:
a) haverão de orientar d) terão orientado
b) haviam orientado e) serão orientados
c) orientaram-se

63. "Explicou que aprendera aquilo de ouvido." Transpondo para a voz passiva, o verbo
assume a seguinte forma:
a) tinha sido aprendido d) tinha aprendido
b) era aprendido e) aprenderia
c) fora aprendido
64. Transpondo para a voz ativa a frase "Os livros seriam postos em um líqüido
desinfetante", obtém-se a forma verbal:
a) vão pôr d) vão ser postos
b) íamos pôr e) poriam

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c) põem-se

65. Transpondo para a voz passiva a oração "Os colegas o estimavam por suas boas
qualidades", obtém-se a forma verbal:
a) eram estimadas d) era estimado
b) tinham estimado e) foram estimadas
c) fora estimado

66. Transpondo para a voz passiva a frase: "A assembléia aplaudiu com vigor as palavras
do candidato", obtém-se a forma verbal:
a) foi aplaudido d) estava aplaudindo
b) aplaudiu-se e) tinha aplaudido
c) foram aplaudidas

67. "O farol guiava os navegantes". Transpondo esta frase para a voz passiva, o verbo
apresentará a forma:
a) guiava-se d) guiavam
b) iam guiando e) foram guiados
c) eram guiados

68. Assinale o trecho que não contém erro na voz passiva:


a) Lamentamos que o pouco tempo disponível venha a prejudicar o processo que foi iniciado de
forma tão incorreta.
b) No quarto, já tinham sido espalhados vários colchões pelo chão, para acomodar os parentes
que vinham de longe.
c) À distância, viam-se pequenos pontos de luz, a denunciar a presença de casas por ali.
d) Assim que começou a cursar medicina, sentiu-se atraído para a área de neurologia.
e) A lembrança de sua convivência conosco ia sendo afastada à medida que os afazeres iam nos
absorvendo.

69. "Um prólogo a um livro de versos é cousa que se não lê, e quase sempre com razão."
(Sílvio Romero) O verbo "lê":
a) está na voz passiva e seu sujeito é "que"
b) está na voz ativa, seu sujeito é "cousa" e seu objeto direto é "versos"
c) está na voz reflexiva, e o sujeito "versos" pratica e recebe a ação, ao mesmo tempo
d) sugere reciprocidade de ação, pois há troca de ações entre os "versos" e quem os lê
e) funciona acidentalmente como verbo de ligação, com predicativo oculto

70 A forma passiva correspondente ao enunciado "Vi, no claro azul do céu, um papagaio de


papel, alto e largo", é:
a) O garoto viu, no claro azul do céu, um papagaio de papel, alto e largo.
b) Um papagaio de papel, alto e largo, estava sendo visto pelo menino, no claro azul do céu.
c) No claro azul do céu, era visto um papagaio de papel, alto e largo, por mim.
d) Alto e largo, um papagaio de papel foi visto por mim no claro azul do céu.
e) Foi visto pelo menino, no claro azul do céu, um papagaio de papel.

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Análise sintática
1. Em todas as alternativas, o termo em negrito exerce a função de sujeito, exceto
em:
a) Quem sabe de que será capaz a mulher de seu sobrinho?
b) Raramente se entrevê o céu nesse aglomerado de edifícios.
c) Amanheceu um dia lindo, e por isso todos correram às piscinas.
d) Era somente uma velha, jogada num catre preto de solteiros.
e) É preciso que haja muita compreensão para com os amigos.

2. Em "Eu era enfim, senhores, uma graça de alienado.", os termos da oração grifados são
respectivamente, do ponto de vista sintático:
a) adjunto adnominal, vocativo, predicativo do sujeito
b) adjunto adverbial, aposto, predicativo do objeto
c) adjunto adverbial, vocativo, predicativo do sujeito
d) adjunto adverbial, vocativo, objeto direto
e) adjunto adnominal, aposto, predicativo do sujeito

3. "O homem está imerso num mundo ao qual percebe ..." A palavra em negrito é:
a) objeto direto preposicionado d) agente da passiva
b) objeto indireto e) adjunto adnominal
c) adjunto adverbial

4. Assinale a frase cujo predicado é verbo-nominal:


a) "Que segredos, amiga minha, também são gente ..."
b) "... eles não se vexam dos cabelos brancos ..."
c) "... boa vontade, curiosidade, chama-lhe o que quiseres ..."
d) "Fiquemos com este outro verbo."
e) "... o assunto não teria nobreza nem interesse ..."

5. Todos os itens abaixo apresentam o pronome relativo com função de objeto direto,
exceto:
a) "Aurélia não se deixava inebriar pelo culto que lhe rendiam."
b) "Está fadigada de ontem? perguntou a viúva com a expressão de afetada ternura que exigia o
seu cargo."
c) "... com a riqueza que lhe deixou seu avô, sozinha no mundo, por força que havia de ser
enganada."
d) "... O Lemos não estava de todo restabelecido do atordoamento que sofrera."
e) "Não o entendiam assim aquelas três criaturas, que se desviviam pelo ente querido."

6. A partícula apassivadora está exemplificada na alternativa:


a) Fala-se muito nesta casa. d) Ria-se de seu próprio retrato.
b) Grita-se nas ruas. e) Precisa-se de um dicionário.
c) Ouviu-se um belo discurso.

7. Classifique o "se" na frase: "Ele queixou-se dos maus tratos recebidos".


a) partícula integrante do verbo
b) conjunção condicional
c) pronome apassivador
d) conjunção integrante
e) símbolo de indeterminação do sujeito

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8. O “se” é índice de indeterminação do sujeito na frase:
a) Não se ouvia o sino.
b) Assiste-se a espetáculos degradantes.
c) Alguém se arrogava o direito de gritar.
d) Perdeu-se um cão de estimação.
e) Não mais se falsificará tua assinatura.

9. O “se” é pronome apassivador em:


a) Precisa-se de uma secretária.
b) Proibiram-se as aulas.
c) Assim se vai ao fim do mundo.
d) Nada conseguiria, se não fosse esforçado.
e) Eles se propuseram um acordo.

10. A palavra "se" é conjunção integrante (por introduzir oração subordinada substantiva
objetiva direta) em qual das orações seguintes?
a) Ele se mordia de ciúmes pelo patrão.
b) A Federação arroga-se o direito de cancelar o jogo.
c) O aluno fez-se passar por doutor.
d) Precisa-se de operários.
e) Não sei se o vinho está bom.

11. Em relação à função da partícula “se”, numere a segunda de acordo com a primeira e
depois assinale a numeração correta:
1. Partícula apassivadora
2. Índice de indeterminação do sujeito
3. Objeto direto reflexivo
4. Objeto indireto
5. Conjunção
6. Partícula de realce
( ) Veja se falta alguém.
( ) "Vai-se a primeira pomba despertada..."
( ) Daqui se assiste ao desfile.
( ) Ele arroga-se o direito de reclamar.
( ) Ainda se ouvem gemidos.
( ) A jovem olhava-se no espelho.
a) 5, 4, 2, 6, 1, 3 d) 5, 6, 2, 1, 3, 4
b) 5, 6, 2, 4, 1, 3 e) 2, 6, 5, 4, 1, 3
c) 2 ,6, 5, 1, 4, 3

12. No período "Avistou o pai, que caminhava para a lavoura", a palavra que classifica-se
morfologicamente como:
a) conjunção subordinativa integrante
b) pronome relativo
c) conjunção subordinativa final
d) partícula expletiva
e) conjunção subordinativa causal

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13. Das expressões sublinhadas abaixo, com as idéias de tempo ou lugar, a única que tem a
função sintática do adjunto adverbial é:
a) "Já ouvi os poetas de Aracaju"
b) "atravessar os subúrbios escuros e sujos"
c) "passar a noite de inverno debaixo da ponte"
d) "Queria agora caminhar com os ladrões pela noite"
e) "sentindo no coração as pancadas dos pés das mulheres da noite"

14. "Ande ligeiro, Pedro". O termo destacado tem a função sintática de:
a) sujeito d) aposto
b) objeto direto e) adjunto adverbial
c) vocativo

15."Não se sabe se é verdade ou não." O “se” nos dois casos em que aparecem no texto
são, conforme a sua colocação:
a) partícula apassivadora - pronome reflexivo, sujeito
b) partícula apassivadora - conjunção integrante
c) partícula integrante do verbo - conjunção condicional
d) índice de indeterminação do sujeito - partícula de realce
e) partícula integrante do verbo - conjunção integrante

16. Considerando como conjunção integrante aquela que inicia uma oração subordinada
substantiva, indique em qual das opções nenhum ”se” tem esta função:
a) Se subiu, ninguém sabe, ninguém viu.
b) Comenta-se que ele se feria de propósito.
c) Se vai ou fica é o que eu gostaria de saber.
d) Saberia me dizer se ele já foi?
e) n.d.a

17. Na oração "Esboroou-se o balsâmico indianismo de Alencar ao advento dos Romanos",


a classificação do sujeito é:
a) oculto d) composto
b) inexistente e) indeterminado
c) simples

18. Em "O hotel virou catacumba":


a) o predicado é nominal d) o verbo é transitivo direto
b) o predicado é verbo-nominal e) estão corretas c e d
c) o predicado é verbal

19. Nas frases abaixo, o pronome oblíquo está corretamente classificado, exceto em:
a) "Fugia-lhe é certo, metia o papel no bolso ..." (objeto indireto)
b) "... ou pedir-me à noite a bênção do costume" (objeto indireto)
c) "Todas essas ações eram repulsivas: eu tolerava-as ..." (objeto direto)
d) "... que vivia mais perto de mim que ninguém" (objeto indireto)
e) "... eu jurava matá-los a ambos ..." (objeto direto)

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20. Na frase "Fugia-lhe, e certo, metia o papel no bolso, corria a casa, fechava-se, não abria
as vidraças, chegava a fechar os olhos", são adjuntos adverbiais:
a) no bolso - a casa - não
b) no bolso - não
c) certo - no bolso - a casa - se - não
d) lhe - certo - no bolso - a casa - se - não
e) certo - no bolso - a casa - não - a fechar

21. Entre as alternativas abaixo, aponte a única em que um dos termos corresponde à
análise dada: "Pareciam infinitas as combinações de cores no azul do céu."
a) Pareciam é um verbo intransitivo
b) Infinitas é objeto direto
c) Cores é o núcleo do sujeito
d) Do céu é o complemento nominal
e) n.d.a

22. No período "... a nacionalidade viveu da mescla de três raças que os poetas xingaram de
tristes: as três raças tristes", as unidades sublinhadas exercem, respectivamente, as
funções sintáticas de:
a) adjunto adverbial - objeto direto - predicativo do objeto - aposto
b) objeto indireto - sujeito - predicativo do objeto - adjunto adverbial
c) objeto direto - objeto direto - adjunto adnominal - adjunto adverbial
d) adjunto adverbial - objeto direto - adjunto adnominal - aposto
e) adjunto adverbial - sujeito - adjunto adverbial - adjunto adverbial

23. "Nesse momento começaram a feri-lo nas mãos, a pau." Nessa frase o sujeito é:
a) nas mãos
b) indeterminado
c) eles (determinado)
d) inexistente ou eles: dependendo do contexto
e) n.d.a

24. Em: "Os sururus em família têm por testemunha a Gioconda", as expressões
sublinhadas são:
a) complemento nominal - objeto direto
b) predicativo do objeto - objeto direto
c) objeto indireto - complemento nominal
d) objeto indireto - objeto indireto
e) complemento nominal - objeto direto preposicionado

25. "No mar, tanta tormenta e tanto dano, / Tantas vezes a morte apercebida; / Na terra,
tanta guerra, tanto engano, / Tanta necessidade aborrecida! / Onde pode acolher-se um
fraco humano, / Onde terá segura a curta vida, / Que não se arme e se indigne o Céu
sereno / Contra um bicho da terra tão pequeno?"
Na oração "Onde terá segura a curta vida...":
a) o adjetivo segura é predicativo do objeto vida
b) o adjetivo curta é adjunto adnominal do sujeito vida
c) os dois adjetivos - segura e curta - são adjuntos do substantivo vida
d) o adjetivo segura está empregado com valor de adjunto adverbial
e) os adjetivos - segura e vida - são predicativos do sujeito vida

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26. A oração sublinhada está corretamente classificada, EXCETO em:
a) Casimiro Lopes pergunta se me falta alguma coisa / oração subordinada adverbial condicional
b) Agora eu lhe mostro com quantos paus se faz uma canoa / oração subordinada substantiva
objetiva direta
c) Tudo quanto possuímos vem desses cem mil réis / oração subordinada adjetiva restritiva
d) Via-se muito que D. Glória era alcoviteira / oração subordinada substantiva subjetiva
e) A idéia é tão santa que não está mal no santuário / oração subordinada adverbial consecutiva

27. No seguinte grupo de orações destacadas:


1. É bom que você venha.
2. Chegados que fomos, entramos na escola.
3. Não esqueças que é falível.
Temos orações subordinadas, respectivamente:
a) objetiva direta, adverbial temporal, subjetiva
b) subjetiva, objetiva direta, objetiva direta
c) objetiva direta, subjetiva, adverbial temporal
d) subjetiva, adverbial temporal, objetiva direta
e) predicativa, objetiva direta, objetiva indireta

28. "Lembro-me de que ele só usava camisas brancas." A oração sublinhada é:


a) subordinada substantiva completiva nominal
b) subordinada substantiva objetiva indireta
c) subordinada substantiva predicativa
d) subordinada substantiva subjetiva
e) subordinada substantiva objetiva direta

29. Neste período "não bate para cortar", a última oração apresenta idéia de:
a) a causa d) a explicação
b) o modo e) a finalidade
c) a conseqüência

30. Em todos os períodos há orações subordinadas substantivas, exceto em:


a) O fato era que a escravatura do Santa Fé não andava nas festas do Pilar, não vivia no coco
como a do Santa Rosa.
b) Não lhe tocara no assunto, mas teve vontade de tomar o trem e ir valer-se do presidente.
c) Um dia aquele Lula faria o mesmo com a sua filha, faria o mesmo com o engenho que ele
fundara com o suor de seu rosto.
d) O oficial perguntou de onde vinha, e se não sabia notícias de Antônio Silvino.
e) Era difícil para o ladrão procurar os engenhos da várzea, ou meter-se para os lados de Goiana

31.Classifique as palavras como nas construções seguintes, numerando,


convenientemente, os parênteses:
1) preposição
2) conj. subord. causal
3) conj. subord. conformativa
4) conj. coord. aditiva
5) adv. interrogativo de modo
( ) Perguntamos como chegaste aqui.
( ) Percorrera as salas como eu mandara.
( ) Tinha-o como amigo.
( ) Como estivesse frio, fiquei em casa.

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( ) Tanto ele como o irmão são meus amigos.
a) 2 - 4 - 5 - 3 - 1 d) 3 - 1 - 2 - 4 - 5
b) 4 - 5 - 3 - 1 - 2 e) 1 - 2 - 4 - 5 - 3
c) 5 - 3 - 1 - 2 – 4

32. Em - "Há enganos que nos deleitam", a oração grifada é:


a) substantiva subjetiva d) substantiva apositiva
b) substantiva objetiva direta e) adjetiva restritiva
c) substantiva completiva nominal

33. Em que período há oração subordinada substantiva completiva nominal?


a) Era preciso que ninguém desconfiasse do nosso conluio para prendermos o Pedro Barqueiro.
b) Para encurtar a história, patrãozinho, achamos Pedro no rancho, que só tinha três divisões.
c) Quando chegamos, Pedro estava no terreiro debulhando milho, que havia colhido em sua
rocinha.
d) Pascoal me fez um sinal, eu dei a volta e entrei pela porta do fundo para agarrar o Barqueiro
pelas costas.
e) Tanto eu como Pascoal tínhamos medo de que o patrão topasse Pedro nas ruas da cidade.

34. Em qual opção está incorreta a análise do período “Jejuo o materialismo, logo amo”?
a) o período é composto por coordenação.
b) a segunda oração possui adjunto adverbial.
c) a primeira oração é coordenada assindética.
d) o predicado das duas orações é verbal.
e) o verbo da segunda oração é intransitivo.

35. “O homem que confessa a sua ignorância revela-a uma só vez; o homem que tenta
ocultá-la, revela-a muitas vezes.” Assinale a análise incorreta.
a) período composto por coordenação e subordinação.
b) os pronomes relativos exercem função de sujeito.
c) a primeira oração adjetiva possui dois adjuntos adnominais.
d) a segunda oração adjetiva não possui complemento verbal.
e) as orações principais não possuem predicativo.

36. Aponte a alternativa em que a oração destacada estiver analisada incorretamente.


a) “O homem não é uma ilha que possa viver isolado.” (principal.)
b) “O homem que não comete erros geralmente nada fez.” (adjetiva.)
c) “Tremo pela minha pátria quando penso que Deus é justo.” (temporal e principal.)
d) “Eduquem-se os meninos e não será preciso castigar os homens.” (subjetiva reduzida de
infinitivo.)
e) “A máscara é tão bonita que sinto medo de tudo.” (causal.)

37. Teimou em contratar os serviços de uma empresa, se bem que não houvesse
necessidade. Substituindo a oração destacada, comece com: Não havia necessidade...
a) porém
b) portanto
c) ainda que
d) porque
e) visto que

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38. Em qual das orações o “se” é conjunção subordinativa integrante.
a) Ela se morria de ciúmes pelo patrão.
b) A Federação arroga-se o direito de cancelar o jogo.
c) O aluno fez-se passar por doutor.
d) Precisa-se de pedreiros.
e) Não sei se o vinho está bom.

39. Espere até tarde, que ele aparecerá. Substituindo a oração destacada, comece com: Ele
aparecerá...
a) assim que
b) enquanto
c) quando
d) portanto
e) para que

40. Qual o período composto por coordenação e subordinação.


a) Se não és generoso na penúria, não serás generoso na abundância.
b) O silêncio diz mais que o longo discurso.
c) Palavras fortes e amargas indicam uma causa fraca.
d) Tudo que é débil é velho; tudo que é forte é bom.
e) Mudamos de paixões, mas não vivemos sem elas.

41. No período: “Ainda que fosse bom jogador, não ganharia a partida”, a primeira oração
encerra idéia de:
a) causa
b) concessão
c) finalidade
d) condição
e) proporção

42. Dentre as orações abaixo, uma é subordinada causal. Assinale-a!


a) Mesmo que parta antes, precisarei do resultado da prova.
b) Chegamos tão cedo que o portão da faculdade ainda estava fechado.
c) Já que possuo pouco dinheiro, não poderei viajar.
d) O público aplaudia euforicamente para que o circo continuasse a apresentação.
e) Realizou os exercícios de acordo com as instruções do mestre.

43. Assinale a única alternativa em que não aparece oração coordenada conclusiva.
a) Só tive decepções; por isso fiquei descrente.
b) Vive mentindo; logo, não merece crédito.
c) Considero-me pessoa sensata, portanto não reagirei à provocação.
d) Vou mudar de atividade, pois não me sinto realizado.
e) O espetáculo acabou bem; foram, pois, infundadas as críticas e as incertezas.

44. Aponte a alternativa em que a vírgula indica que há oração subordinada adjetiva
explicativa.
a) Anda logo, que a chuva te pega.
b) Que não é atitude legal, isso eu já sabia.
c) A verdade, que não é dita por todos, sempre incomoda.
d) Estude toda a matéria, que a prova será amanhã
e) Nossos alunos, os mais estudiosos, passarão neste concurso.

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45. Observe os períodos abaixo.
I – Como tinha fé, nada temia.
II – Terminarei o curso, ainda que tenha de estudar à noite.
III – Ao entrar, deparou com a chocante cena.
As orações adverbiais sublinhadas indicam, respectivamente:
a) causa – concessão – tempo.
b) causa – causa – tempo.
c) concessão – causa – causa.
d) causa – concessão – causa.
e) conformidade – concessão – condição

Concordância
1. Indique a opção correta, no que se refere à concordância verbal, de acordo com a norma
culta:
a) Haviam muitos candidatos esperando a hora da prova.
b) Choveu pedaços de granizo na serra gaúcha.
c) Faz muitos anos que a equipe do IBGE não vem aqui.
d) Bateu três horas quando o entrevistador chegou.
e) Fui eu que abriu a porta para o agente do censo.

2. Assinale a frase em que há erro de concordância verbal:


a) Um ou outro escravo conseguiu a liberdade.
b) Não poderia haver dúvidas sobre a necessidade da imigração.
c) Faz mais de cem anos que a Lei Áurea foi assinada.
d) Deve existir problemas nos seus documentos.
e) Choveram papéis picados nos comícios.

3. Assinale a opção em que há concordância inadequada:


a) A maioria dos estudiosos acha difícil uma solução para o problema.
b) A maioria dos conflitos foram resolvidos.
c) Deve haver bons motivos para a sua recusa.
d) De casa à escola é três quilômetros.
e) Nem uma nem outra questão é difícil.

4. Há erro de concordância em:


a) atos e coisas más
b) dificuldades e obstáculo intransponível
c) cercas e trilhos abandonados
d) fazendas e engenho prósperas
e) serraria e estábulo conservados

5. Indique a alternativa em que há erro:


a) Os fatos falam por si sós.
b) A casa estava meio desleixada.
c) Os livros estão custando cada vez mais caro.
d) Seus apartes eram sempre o mais pertinentes possíveis.
e) Era a mim mesma que ele se referia, disse a moça.

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6. Assinale a frase que encerra um erro de concordância nominal:
a) Estavam abandonadas a casa, o templo e a vila.
b) Ela chegou com o rosto e as mãos feridas.
c) Decorrido um ano e alguns meses, lá voltamos.
d) Decorridos um ano e alguns meses, lá voltamos.
e) Ela comprou dois vestidos cinza.

7. Verbo deve ir para o plural:


a) Organizou-se em grupos de quatro.
b) Atendeu-se a todos os clientes.
c) Faltava um banco e uma cadeira.
d) Pintou-se as paredes de verde.
e) Já faz mais de dez anos que o vi.

8. Verbo certo no singular:


a) Procurou-se as mesmas pessoas
b) Registrou-se os processos
c) Respondeu-se aos questionários
d) Ouviu-se os últimos comentários
e) Somou-se as parcelas

9. A concordância verbal está correta na alternativa:


a) Ela o esperava já faziam duas semanas.
b) Na sua bolsa haviam muitas moedas de ouro.
c) Eles parece estarem doentes.
d) Devem haver aqui pessoas cultas.
e) Todos parecem terem ficado tristes.

10. É provável que ....... vagas na academia, mas não ....... pessoas interessadas:
são muitas as formalidades a ....... cumpridas.
a) hajam - existem - ser d) haja - existe - ser
b) hajam - existe - ser e) hajam - existem - serem
c) haja - existem – serem

11. ....... de exigências! Ou será que não ....... os sacrifícios que ....... por sua causa?
a) Chega - bastam - foram feitos d) Chegam - basta - foram feitos
b) Chega - bastam - foi feito e) Chegam - bastam - foi feito
c) Chegam - basta - foi feito

12. Soube que mais de dez alunos se ....... a participar dos jogos que tu e ele ....... .
a) negou - organizou d) negou - organizaram
b) negou - organizasteis e) negaram - organizastes
c) negaram – organizaste

13. A frase em que a concordância nominal contraria a norma culta é:


a) Há gritos e vozes trancados dentro do peito.
b) Estão trancados dentro do peito vozes e gritos.
c) Mantêm-se trancadas dentro do peito vozes e gritos.
d) Trancada dentro do peito permanece uma voz e um grito.
e) Conservam-se trancadas dentro do peito uma voz e um grito.

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14. Aponte a alternativa correta:
a) Considerou perigosos o argumento e a decisão.
b) É um relógio que torna inesquecível todas as horas.
c) Já faziam meses que ela não a via.
d) Os atentados que houveram deixaram perplexa a população.
e) A quem pertence essas canetas?

15. Vão ............ à carta várias fotografias. Paisagens as mais belas ............. . Ela
estava ............. narcotizada.
a) anexas - possíveis - meio d) anexo - possível - meio
b) anexas - possível - meio e) anexo - possível - meia
c) anexo - possíveis – meia

16. Vai ............ à carta minha fotografia. Essas pessoas cometeram crime de ............-
patriotismo. Elas ............. não quiseram colaborar.
a) incluso - leso - mesmo d) incluso - leso - mesmas
b) inclusa - leso - mesmas e) inclusas - lesa - mesmo
c) inclusa - lesa – mesmas

17. Assinale a alternativa em que há erro de concordância:


a) Tinha os olhos e a boca abertos.
b) Haviam ratos no porão.
c) Tu e ele permanecereis na mesma sala.
d) Separamo-nos ela e eu.
e) Ouviam-se passos lá fora.

18. No grupo, ............ os trabalhos.


a) sou eu que coordena d) é eu quem coordeno
b) é eu que coordena e) sou eu que coordeno
c) é eu quem coordena

19. Para se atender às normas de concordância, é preciso corrigir a forma


verbal sublinhada na frase:
(A) Não nos parece que sejam irrelevantes quaisquer medidas que visem à preservação de
línguas utilizadas pelas minorias.
(B) Que não se meça esforços para se preservar ou resgatar um fato cultural que ajude a
compreender o nosso passado histórico.
(C) Tem havido muitas pressões para garantir os direitos das minorias, tais como a utilização e a
veiculação de línguas que resistem ao desaparecimento.
(D) As populações a quem interessa preservar seus direitos históricos devem unirse e mobilizar-se
contra medidas autoritárias.
(E) Caso politicamente não convenha às autoridades do Ministério das Comunicações proibir o
programa “Nheengatu”, este será mantido em sua forma original.

20. A concordância está feita corretamente em:


(A) Os poucos anos de escolaridade do trabalhador são insuficientes para um bom uso das
inovações tecnológicas.
(B) O número de postos de trabalho geralmente aumentam quando as empresas elevam a
produtividade.
(C) Os trabalhadores que perdem o emprego pode ser admitido em novos postos, dependendo do
nível de escolaridade.

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(D) Existe vários efeitos que é resultante da aplicação da tecnologia, capazes de gerar novos
empregos.
(E) A recuperação de novos postos de trabalho nas empresas são possíveis para candidatos com
formação adequada a eles.

21. As normas de concordância estão inteiramente respeitadas na frase:


(A) Muitos julgam imprescindíveis que se consulte os especialistas para que se avalie com
precisão os livros de uma velha biblioteca.
(B) Qualquer um dos que entram desprevenidos numa velha biblioteca podem se defrontar com
surpresas de que jamais se esquecerá.
(C) Mesmo que hajam passado cem anos, as fotos revelam instantâneos de um presente perdido,
no qual não se contava com os efeitos do tempo.
(D) Nada do que se lê nos grandes livros, mesmo quando extinta a época em que foram escritos,
parecem envelhecidos para quem os compreende.
(E) Lá estão, como se fosse hoje, a imagem das jovens e sorridentes senhorinhas daqueles
tempos, inteira mente alheias ao passar do tempo.

22. O verbo indicado entre parênteses adotará, obrigatoriamente, uma forma no plural, ao
se flexionar na seguinte frase:
(A) À grande maioria dos livros de uma biblioteca ...... (caber) um destino dos mais melancólicos.
(B) É comum que livros antigos, na perspectiva de um herdeiro pouco afeito às letras, ......
(representar) mais um incômodo do que uma dádiva.
(C) ....... (costumar) haver muitas surpresas para quem se propõe a vasculhar uma antiga
biblioteca.
(D) Pouca gente, tendo o compromisso de avaliar uma biblioteca, ...... (saber) separar com rigor os
livros valiosos dos que não o são.
(E) ....... (ocorrer) a muitos imaginar que uma velha biblioteca valerá mais pela quantidade do que
pela qualidade dos livros.

23. A frase em que há pleno atendimento às normas de concordância verbal é:


(A) Deve espantar-nos que sejam consideradas crimes, na Nigéria, atitudes que, entre nós, são
passíveis de uma simples censura moral?
(B) É possível que venha a ocorrer, imediatamente após o caso de Amina Lawall, julgamentos
relativos à mesma infringência das leis muçulmanas.
(C) Muitos acreditam que não se deveriam admitir, em nome dos direitos humanos, a aplicação da
pena máxima contra desvios de ordem moral.
(D) É polêmica a proposta de que se confira a um tribunal internacional poderes para intervir em
normas jurídico-religiosas estabelecidas em culturas milenares.
(E) Caberiam aos cidadãos ocidentais, cujas leis se estabeleceram em sua própria tradição
cultural, o direito de intervirem nos códigos de outros povos?

24. Quanto às normas de concordância verbal, está inteiramente correta a frase:


(A) Einstein não deseja que se acusem os físicos de se omitirem quanto às suas
responsabilidades depois da guerra, para cujo fim deram importante contribuição.
(B) A todos aqueles que ajudaram a criar a nova e terrível arma devem-se responsabilizar por toda
e qualquer omissão diante da construção do futuro da humanidade.
(C) Não cabem aos físicos, de fato, tomar as medidas que redundem no efetivo controle da
utilização da nova arma, o que não significa que eles devam se omitir sobre o assunto.
(D) Se a quaisquer dos físicos fossem permitido tomar decisões quanto à utilização da nova arma,
provavelmente haveria nelas mais sensatez do que nas dos políticos.

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(E) Não se impute aos físicos todas as responsabilidades por alguma desastrosa utilização da
nova arma, pois não pertencem a eles as iniciativas políticas.

25. O verbo indicado entre parênteses deverá se flexionar numa forma do plural para
preencher adequadamente a lacuna da frase:
(A) Ao percalço que ...... (haver) de enfrentar, responderam os romeiros com um ato de fé.
(B) Aos romeiros não ........... (convir) dificultar as coisas para a Providência divina.
(C) Tem gente que só diante dos grandes perigos é que ...... (persignar-se).
(D) Aqueles a quem não ...... (mover) a fé abalam-se pelo temor.
(E) Não ...... (queixar-se) das águas fortes quem as cruza com fé maior.

26. O verbo indicado entre parêntenses deverá se flexionar numa forma do plural para
completar corretamente a lacuna da frase:
(A) Por mais que se ........ (haver) beneficiado com o progresso, os caboclos não deixaram de
sofrer algumas de suas desvantagens.
(B) Em todas as vezes que se ........ (falar) dos benefícios do progresso, costumase omitir o quanto
ele pode ser prejudicial.
(C) Até mesmo às fraldas descartáveis ....... (ter) acesso, agora, a mulher que vive em
Aracampinas.
(D) Entre as novidades com que se ........... (entusiasmar) o morador de Aracampinas estão a
televisão e o telefone.
(E) Pouca gente......... (poder) censurar a atração que têm os moradores pelas novidades que
chegaram a Aracampinas.

27. A frase que está inteiramente de acordo com as normas da concordância verbal é:
(A) A corrupção dos povos que saem da infância e da juventude parecem fazer parte do nosso
destino histórico, segundo o pessimista Rousseau.
(B) Constituem os males da humanidade um desafio invencível para qualquer providência de
natureza jurídica.
(C) De acordo com Rousseau, devem-se discriminar o que é a vontade geral, diante do que é a
vontade de todos.
(D) Quanto mais contra-sensos houverem na interpretação de Rousseau, menos compreendido
será o filósofo.
(E) Nas teses de Rousseau, a reforma dos costumes sempre tiveram mais importância do que
quaisquer remédios jurídicos.

28. Para completar corretamente a lacuna da frase, o verbo indicado entre parênteses
deverá adotar uma forma do plural em:
(A) Não se ........ (dever) atribuir às idéias de Rousseau qualquer grau de ingenuidade.
(B) Quando se......... (administrar) aos males da humanidade apenas um remédio jurídico, os
efeitos são insignificantes.
(C) Nunca ....... (faltar) às teorias de Rousseau a preocupação com o destino dos povos.
(D) O moralismo e o desejo de justiça social de Rousseau sempre o ......... (estimular) a pensar
criticamente.
(E) Foram muitos os pensadores a quem Rousseau ......... (influenciar) com suas preocupações
morais.

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29. Quanto à concordância, está inteiramente correta a frase:
(A) Não ocorrem aos cientistas imaginar que as explicações dos fenômenos naturais possam ser
dadas pelas práticas esotéricas.
(B) Se conviessem aos charlatões demonstrar suas crenças em experimentos de laboratório, eles
seriam os primeiros a fazê-lo.
(C) A todo cientista, seguindo os passos de seus antecessores e submetendo-se aos
procedimentos próprios da ciência, cumprem desmascarar as malícias dos charlatões.
(D) É desejável que se oponham às "provas" oferecidas pelos charlatões a prática das
experiências controladas nos laboratórios.
(E) Não se recorra às práticas esotéricas para que se "provem", sem nenhum rigor, "fatos" que
não passam de construções da fantasia e da especulação.

30. ...... de ...... alguns estudos sobre o stress no trabalho, com resultados semelhantes, não
...... os países.
(A) Acabam -ser concluídos -importam
(B) Acaba -ser concluído -importam
(C) Acaba -ser concluído -importa
(D) Acabam -ser concluído -importam
(E) Acaba -ser concluídos –importa

31. A frase totalmente correta quanto à concordância é:


(A) Cidades históricas inteiras estão deixando de serem referências para a humanidade, dado,
especificamente, os poucos recursos destinados a elas.
(B) São muitas as áreas em que se reconhece as insuficiências no trato da coisa pública, na
maioria das vezes insuperável.
(C) Levada em conta a totalidade da questão, tratam-se mesmo de prioridades: realiza-se
governantes consideram mais urgente.
(D) As mais variadas facetas preservação do patrimônio dedo um problema país deve de ser
analisado com equilíbrio e apoio técnico.
(E) Deve haver obstáculos legais para certas decisões, mas existem, certamente, outras medidas
para as quais não se apresente impedimento.
32. A concordância nas frases abaixo, adaptadas do texto, está correta em
(A) Os números iniciais do Censo 2000 mostram que o consumo nas diversas regiões brasileiras
são distribuídas de maneira desigual e contrastante.
(B) Constituem uma proporção relativamente pequena as famílias brasileiras que podem dar-se ao
luxo de serem sustentadas por um único membro.
(C) Alguns dados resultantes do Censo 2000 parece incompatível com aqueles que assinalam o
aumento do consumo de bens duráveis, no mesmo período.
(D) A qualidade de vida dos brasileiros, refletida principalmente na saúde, dependem de aspectos
importantes na área de serviços, como a de saneamento básico.
(E) Os dados referentes à economia informal não é captados pelas estatísticas, o que geram
algumas situações aparentemente contraditórias.

33. Para que a concordância verbal se faça corretamente, é preciso flexionar no singular a
forma verbal sublinhada na frase:
(A) Seus protestos de beleza e de dignidade estão no zelo com seu caminhão.
(B) Aos homens da cidade devem-se dizer que motorista é um herói.
(C) O lixo e a imundície constituem o vosso presente.
(D) As flores, em vossas mãos impregnar de vossa sujeira.
(E) É com a mão suja que recebem alguns as dádivas da vida.

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34. Está de acordo com as normas de concordância verbal a seguinte frase:
(A) Aos editores preocupados com o perigo do simplismo cabem recorrer aos expedientes que o
evitam.
(B) Um daqueles famosos petardos, freqüentes na página de opinião, acabaram sendo disparados
no dia seguinte.
(C) O respeito aos direitos adquiridos constituem uma das cláusulas pétreas da Constituição.
(D) Quando se recorrem a manchetes com duas idéias, permitem-se manifestar-se as
contradições.
(E) Fatos ou afirmações divergentes, numa mesma manchete, hão de traduzir mais fielmente a
complexidade de uma questão.

35. O verbo indicado entre parênteses adotará, obrigatoriamente, uma forma do plural para
preencher de modo correto a lacuna da frase:
(A) A punição dos abusos ....... (CORRIGIR) essa onda de exageros da imprensa.
(B) É degradante a situação a que se .... (EXPOR) alguns suspeitos.
(C) É difícil saber qual dos dois "ismos" a que se refere Ceneviva .... (TRAZER) piores
conseqüências.
(D) Entre os excessos a serem eliminados ..... (ESTAR) o sensacionalismo da imprensa.
(E) Em busca de notoriedade, há sempre gente que..... (FAZER) o jogo da má imprensa.

36. O verbo indicado entre parênteses adotará uma forma do plural, ao se flexionar
corretamente na seguinte frase:
(A) Agissem os membros do tribunal de acordo com os cânones da escola Maliki, (redundar) tudo
na morte de Amina.
(B) É de se perguntar quantos apedrejamentos (haver) de ocorrer, caso se observasse o mesmo
rigor da lei em relação ao adultério masculino.
(C) Por mais razões que (poder) haver para se condenar moralmente um adultério, nenhuma
delas tem força para torná-lo um crime.
(D) Acreditam os observadores que um conflito de interpretações entre juizes muçulmanos e
juizes laicos (ensejar), provavelmente, uma guerra civil.
(E) Aos fanáticos religiosos não (satisfaz) que se solucionem casos como esse de um modo
político.

37. A concordância respeita o padrão culto da língua na frase:


(A) O estudo das condições de vida no Brasil permitem avaliar a movimentação dos indivíduos nas
diferentes classes sociais.
(B) Ocupações manuais, como pescador e lavrador, foram colocadas abaixo, na lista, e em cima
estão as atividades liberais, como medicina e advocacia.
(C) Em um grande trabalho de pesquisa foi entrevistado 42 000 chefes de família e os dados
mostram que muita coisa mudou ultimamente.
(D) Os resultados de todo esse trabalho mostra que no Brasil cinco entre dez brasileiros vivem
melhor do que vivia seus pais.
(E) Em alguns países, como a Índia, engessado por sua milenar cultura de castas, a mobilidade,
tendo em vista etnias, religiões e idiomas diversos, tendem a zero.

38. Assinale a opção com a concordância correta.


a) A Revista Ilustrada, periódico da época, publicaram uma descrição da máquina.
b) Por meio do teclado, transmite-se ao papel os caracteres correspondentes.
c) O Padre Azevedo pertencia a uma família em que havia diversos mecânicos.
d) As letras vão imprimir-se ao papel que se envolvem e deslizam por um rolo.
e) As peças que sobraram da máquina encontra-se em Recife.

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39. Assinale a opção que completa, corretamente, as lacunas das seguintes frases.
Neste carro ________ dezesseis latas de tinta.
Poucos dias antes, ________ de três empregados.
Certamente, __________ muitas reclamações na reunião.
Qual de vocês _________ coragem para isto?
a) couberam – precisava-se – haverá - tem
b) coube – precisava-se – haverão - têm
c) couberam – precisavam-se – haverão - tem
d) coube – precisa-se – haverá - têm
e) couberam – precisavam-se – haverá – têm

40. Marque a opção em que a concordância verbal está correta.


a) Os encarregados de coibir a violência contra a população não cumpre a lei.
b) João Paulo, um dos melhores advogados da cidade, defenderam a vítima.
c) Tem domicílio em comarcas diferentes os dois réus.
d) Não é permitido que se estacionem os carros sem cartão.
e) Foi publicada em abril as leis necessárias à punição do criminoso.

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Regência
1. Assinale a opção que apresenta a regência verbal incorreta, de acordo com a norma culta
da língua:
a) Os sertanejos aspiram a uma vida mais confortável.
b) Obedeceu rigorosamente ao horário de trabalho do corte de cana.
c) O rapaz presenciou o trabalho dos canavieiros.
d) O fazendeiro agrediu-lhe sem necessidade.
e) Ao assinar o contrato, o usineiro visou, apenas, ao lucro pretendido.

2. Assinale a opção em que todos os adjetivos devem ser seguidos pela mesma
preposição:
a) ávido / bom / inconseqüente d) orgulhoso / rico / sedento
b) indigno / odioso / perito e) oposto / pálido / sábio
c) leal / limpo / oneroso

3. Regência imprópria:
a) Não o via desde o ano passado.
b) Fomos à cidade pela manhã.
c) Informou ao cliente que o aviso chegara.
d) Respondeu à carta no mesmo dia.
e) Avisamos-lhe de que o cheque foi pago.

4. Alternativa correta:
a) Precisei de que fosses comigo.
b) Avisei-lhe da mudança de horário.
c) Imcumbiu-me para realizar o negócio.
d) Recusei-me em fazer os exames.
e) Convenceu-se nos erros cometidos.

5. Isso ..... autorizava ..... tomar a iniciativa.


a) o - à d) o - a
b) lhe - de e) lhe - a
c) o - de

6. Assinale a alternativa gramaticalmente correta:


a) Não tenham dúvidas que ele vencerá.
b) O escravo ama e obedece o seu senhor.
c) Prefiro estudar do que trabalhar.
d) O livro que te referes é célebre.
e) Se lhe disserem que não o respeito, enganam-no.

7. Indique a alternativa correta:


a) Preferia brincar do que trabalhar.
b) Preferia mais brincar a trabalhar.
c) Preferia brincar a trabalhar.
d) Preferia brincar à trabalhar.
e) Preferia mais brincar que trabalhar.

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8. As palavras ansioso, contemporâneo e misericordioso regem, respectivamente, as
preposições:
a) em - de - para d) de - com - para com
b) de - a - de e) com - a - a
c) por - com – de

9. Observe o verbo que se repete: "aspirou o ar" e "aspirou à glória". Tal verbo:
a) apresenta a mesma regência e o mesmo sentido nas duas orações
b) embora apresente regências diferentes, ele tem sentido equivalente nas duas orações
c) poderia vir regido de preposição também na primeira oração sem que se modificasse o sentido
dela
d) apresenta regência e sentidos diferentes nas duas orações
e) embora tenha o mesmo sentido nas duas orações, ele apresenta regência diferente em cada
uma delas

10. Assinale o item em que a regência do verbo proceder contraria a norma culta da língua:
a) O juiz procedeu ao julgamento.
b) Não procede este argumento.
c) Procedo um inquérito.
d) Procedia de uma boa família.
e) Procede-se cautelosamente em tais situações.

11.Quando implicar tem sentido de "acarretar", "produzir como conseqüência", constrói-se


a oração como objeto direto, como se vê em:
a) Quando era pequeno, todos sempre implicavam comigo.
b) Muitas patroas costumam implicar com as empregadas domésticas.
c) Pelo que diz o assessor, isso implica em gastar mais dinheiro.
d) O banqueiro implicou-se em negócios escusos.
e) Um novo congelamento de salários implicará uma reação dos trabalhadores.

12. Assinale a única alternativa incorreta quanto à regência do verbo:


a) Perdoou nosso atraso no imposto.
b) Lembrou ao amigo que já era tarde.
c) Moraram na rua da Paz.
d) Meu amigo perdoou ao pai.
e) Lembrou de todos os momentos felizes.

13. Assinale a alternativa em que a regência verbal está correta:


a) Prefiro mais a cidade que o campo.
b) Chegamos finalmente em Santo André.
c) Esta é a cidade que mais gosto.
d) Assisti ao concerto de que você tanto gostou.
e) Ainda não paguei o médico.

14. Assinale a frase que apresenta um erro de regência verbal:


a) Este autor tem idéias com que todos nós simpatizamos.
b) Eis a ordem de que nos insurgimos.
c) Aludiram a incidentes de que já ninguém se lembrava.
d) Qual o cargo a que aspiras?
e) Há fatos que nunca esquecemos.

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15. Assinale a alternativa correta quanto à regência:
a) Fomos ao cinema e assistimos um filme.
b) Prefiro mais trabalhar do que estudar.
c) Iremos para o Rio de Janeiro nas próximas férias.
d) Ele está curioso em saber a resposta.
e) Ele aspira a um cargo de chefia.

16. Observe as frases seguintes:


I - Pedro pagou os tomates.
II - Pedro pagou o feirante.
III - Pedro pagou os tomates ao feirante.
Assinale a alternativa que teve considerações corretas sobre tais frases:
a) Estão corretas apenas a I e II porque o verbo pagar é transitivo direto.
b) A II está errada, porque pagar tem por objeto um nome de pessoa, é transitivo indireto (o certo
seria "ao feirante").
c) Apenas a I está correta.
d) A frase III é a única correta e pagar é transitivo direto nesta frase.
e) Todas as frases estão construídas conforme as regras de regência do verbo pagar.

17. Assinale a opção que completa corretamente as lacunas da seguinte frase: "O controle
biológico de pragas, ............ o texto faz referência, é certamente o mais eficiente e
adequado recurso ............ os lavradores dispõem para proteger a lavoura sem prejudicar o
solo."
a) do qual, com que d) ao qual, cujos
b) de que, que e) a que, de que
c) que, o qual

18. Assinale a opção em que o verbo exige a mesma preposição que referirse em "... a
boneca de pano a que me referi":
a) O homem .......... quem conversei há pouco.
b) O livro .......... que lhe falei há pouco.
c) A criança .......... quem aludi há pouco.
d) O tema .......... que escrevi há pouco.
e) A fazenda .......... que estive há pouco.

19. Assinale a opção que preenche corretamente as lacunas da frase: "As mulheres, ..........
olhos as lágrimas caíam, assistiram a uma cena .......... não gostavam."
a) cujos - que d) cujos - de que
b) em cujos - que e) de cujos - que
c) de cujos - de que

20. Assinale a alternativa que preenche corretamente as lacunas do período ao lado: "Não
nos interessa .......... eles vêm, .......... moram, nem .......... pretendem ir."
a) donde - onde – aonde d) de onde - aonde - onde
b) aonde - onde - aonde e) donde - aonde - onde
c) donde - aonde - aonde
21. O funcionário ...... ele se referiu é pessoa ...... se pode confiar.
a) que - da qual d) do qual - que
b) a que - quem e) o qual - em que
c) a quem - em que

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22. Assinale a única frase cuja lacuna não deve ser preenchida por um pronome relativo
preposicionado:
a) O relator da emenda constitucional apresentou proposições ..... todos simpatizavam.
b) Recordaram com carinho a ponte ..... trocaram o primeiro beijo.
c) Fui ver hoje o filme ..... mais gosto.
d) Guimarães Rosa é o escritor brasileiro ..... mais gosto.
e) Esta é a região ......... fronteira agrícola deve ser aplicada.

23. Indique a alternativa que completa corretamente as lacunas das frases abaixo:
I. Não foi essa a pessoa ............ aludi.
II. Há certos acontecimentos ............ nunca nos esquecemos.
III. Itaipu foi uma das obras ............ construção mais se comprometeu o orçamento nacional.
IV. A conclusão ............ chegou não tem o menor fundamento.
V. O conferencista, ............ conhecimentos desconfiávamos, foi infeliz em suas colocações.
a) à qual de que em cuja a que de cujos
b) à que que cuja à que em cujos
c) a qual dos quais com cuja a qual dos quais
d) a quem que em cuja à qual em cujos
e) a que de que cuja à que de cujos

24. O auxiliar judiciário, .......... méritos não se discutem, merece confiança.


a) de cujos d) cujos os
b) em cujos e) por cujos
c) cujos

25. Preencha as lacunas


I - O livro ..................... me refiro não está traduzido.
II - Os candidatos ............... cartões foram extraviados, poderão fazer a prova. Os termos que
completam, respectivamente, as lacunas das frases acima são:
a) que - cujos os d) a que - cujos
b) ao qual - dos quais e) que - dos quais
c) onde – cujos

26. A desigualdade jurídica do feudalismo ..... alude o autor se faz presente ainda hoje nos
países ..... terras existe visível descompasso entre a riqueza e a pobreza.
Tendo em vista o emprego dos pronomes relativos, completam-se corretamente as lacunas
da sentença acima com:
a) a qual / cujas d) o qual / por cujas
b) a que / em cujas e) ao qual / cuja as
c) à qual / em cuja as

27. Preencha as lacunas


I - Pé-de-Meia é cabo eleitoral ....... mostra serviço.
II - O homem ....... te referiste é alistador de gente.
III - Eis os documentos ....... necessitamos para o registro do candidato. A opção que completa
corretamente as frases é:
a) que / o qual / os quais d) a que / a que / que
b) que / o qual / de que e) cujo / a que / que
c) que / a que / de que

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28. A lacuna da frase "A situação ....... aspiro começou a se delinear" é preenchida, de
acordo com a norma culta, por:
a) onde d) que
b) cujo e) a qual
c) a que

29. A preposição nos parênteses não preenche corretamente a lacuna do período em:
a) O perigo ......... o qual informaram a mulher era conhecido de quase todos. (sobre)
b) A menina .......... que ele deparou trouxe-lhe muita esperança. (com)
c) O triste acontecimento .......... que lembramos esclareceu a verdade. (de)
d) O jovem .......... que chamamos de imprudente saiu às pressas. (a)
e) A verdade ......... que ansiávamos surgiria a qualquer momento. (por)

30. ............ você estima o orçamento ............ solicitei?


a) Quanto - em que lhe d)Em quanto - de que o
b) Quanto - por que lhe e)Em quanto - que o
c) Em quanto - que lhe

31. Assinale a alternativa que preencha, pela ordem, corretamente, às lacunas:


1. A aurora é o terceiro tom .......... fala o poeta.
2. A aurora é o terceiro tom .......... se refere o poeta.
3. A aurora é o terceiro tom .......... propõe o poeta.
4. A aurora é o terceiro tom ........... faz menção o poeta.
a) de que, a que, a que, que
b) que, a que, que, a que
c) de que, a que, que, a que
d) a que, a que, que, que
e) de que, que, de que, a que

32. Assinale a opção que contém os pronomes relativos, regidos ou não de preposição, que
completam corretamente as frase abaixo: Os navios negreiros, ....... donos eram traficantes,
foram revistados. Ninguém conhecia o traficante ....... o fazendeiro negociava.
a) nos quais / que d) de cujos / com quem
b) cujos / com quem e) cujos / de quem
c) que / cujo

33. O que devidamente empregado só não seria regido de preposição na opção:


a) O cargo ....... aspiro depende de concurso.
b) Eis a razão ....... não compareci.
c) Rui é o orador ....... mais admiro.
d) O jovem ....... te referiste foi reprovado.
e) Ali está o abrigo ....... necessitamos.
34. Os encargos ....... nos obrigaram são aqueles ....... o diretor se referia.
a) de que - que d) cujos - cujo
b) a cujos - cujos e) a que - a que
c) por que – que

35. As mulheres da noite ....... o poeta faz alusão ajudam a colorir Aracaju, ....... coração bate
de noite, no silêncio.
A alternativa que completa corretamente as lacunas da frase acima é:
a) as quais / de cujo d) às quais / cujo

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b) a que / no qual e) que / em cujo
c) de que / o qual

36. É tal a simplicidade ....... se reveste a redação desse documento, que ele não comporta
as formalidades ....... demais.
a) que - os d) em que - nos
b) de que - aos e) a que - dos
c) com que - para os

37. Diferentes são os tratamentos ....... se pode submeter o texto literário. Sempre se deve
aspirar, no entanto, ....... objetividade científica, fugindo ....... subjetivismo.
a) à que, a, do d) a que, a, do
b) que, a, ao e) a que, à, ao
c) à que, à, ao

38. Alguns demonstram verdadeira aversão ..... exames, porque nunca se empenharam o
suficiente ..... utilização do tempo ..... dispunham para o estudo.
a) com - pela - de que d) com - na - que
b) por - com - que e) a - na - de que
c) a - na – que

39. Em qual das alternativas o uso de cujo não está conforme a norma culta?
a) Tenho um amigo cujos filhos vivem na Europa.
b) Rico é o livro cujas páginas há lições de vida.
c) Naquela sociedade, havia um mito cuja memória não se apagava.
d) Eis o poeta cujo valor exaltamos.
e) Afirmam-se muitos fatos de cuja veracidade se deve desconfiar.

40. Assinale a opção cuja lacuna não pode ser preenchida pela preposição entre
parênteses:
a) uma companheira desta, ..... cuja figura os mais velhos se comoviam. (com)
b) uma companheira desta, ..... cuja figura já nos referimos anteriormente. (a)
c) uma companheira desta, ..... cuja figura havia um ar de grande dama decadente. (em)
d) uma companheira desta, ..... cuja figura andara todo o regimento apaixonado.(por)
e) uma companheira desta, ..... cuja figura as crianças se assustavam. (de)

41. Assinale a opção que completa corretamente as lacunas da seguinte frase: Toda
comunidade, ..... aspirações e necessidades devem vincular-se os temas da pesquisa
científica, possui uma cultura própria, ..... precisa ser preservada.
a) cujas / de que d) cuja / que
b) a cujas / que e) a cujas / de que
c) cujas / pela qual

42. Assinale o período em que foi empregado o pronome relativo inadequado:


a) O livro a que eu me refiro é Tarde da Noite.
b) Ele é uma pessoa de cuja honestidade ninguém duvida.
c) O livro em cujos dados nos apoiamos é este.
d) A pessoa perante a qual comparecemos foi muito agradável.
e) O moço de cujo lhe falei ontem é este.

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43. Assinale a alternativa que preencha corretamente as lacunas abaixo:
1. Veja bem estes olhos ....... se tem ouvido falar.
2. Veja bem estes olhos ....... se dedicaram muitos versos.
3. Veja bem estes olhos ....... brilho fala o poeta.
4. Veja bem estes olhos ....... se extraem confissões e promessas.
a) de que - a que - sobre o qual - dos quais
b) que - que - sobre o qual - que
c) sobre os quais - que - de que - de onde
d) dos quais - aos quais - sobre cujo - dos quais
e) em quais - aos quais - a cujo – que

44. São excelentes técnicos, ....... colaboração não podemos prescindir.


a) cuja d) de que a
b) de cuja e) dos quais a
c) que a

45. Destaque a frase em que o pronome relativo está empregado corretamente:


a) É um cidadão em cuja honestidade se pode confiar.
b) Feliz o pai cujos os filhos são ajuizados.
c) Comprou uma casa maravilhosa, cuja casa lhe custou uma fortuna.
d) Preciso de um pincel delicado, sem o cujo não poderei terminar meu quadro.
e) Os jovens, cujos pais conversei com eles, prometeram mudar de atitude.

46. Sendo o carnaval uma das festas ..... mais gosto, achei preferível ir ao baile ..... viajar
para a praia.
a) que - à d) de que - a
b) que - do que e) de que - do que
c) das quais – que

47. Embora pobre e falto ..... recursos, foi fiel ..... ele, que ..... queria bem com igual
constância.
a) em - a - o d) de - a - lhe
b) em - para - o e) de - para - lhe
c) de - para – o

48. Indique a alternativa que completa corretamente as lacunas do seguinte período: "Era
um tique peculiar ..... cavalariço o de deixar caído, ..... canto da boca, o cachimbo vazio .....
fumo, enquanto alheio ..... tudo e solícito apenas ..... animais, prosseguia ..... seu serviço."
a) ao - ao - de - a - com os - em
b) do - no - em - de - dos - para
c) para o - no - de - com - pelos - a
d) ao - pelo - do - por - sobre - em
e) do - para o - no - para - para com os – no

49. Assinale a letra correspondente à alternativa que preenche corretamente as lacunas da


frase apresentada: O projeto, ............ realização sempre duvidara, exigiria toda a
dedicação .......... fosse capaz.
a) do qual a, que d) que sua, de cuja
b) cuja a, da qual e) cuja, a qual
c) de cuja, de que

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50. O projeto ............ estão dando andamento é incompatível ............ tradições da firma.
a) de que, com as d) à que, às
b) a que, com as e) que, com as
c) que, as

Crase
1. Assinale a opção incorreta com relação ao emprego do acento indicativo de crase:
a) O pesquisador deu maior atenção à cidade menos privilegiada.
b) Este resultado estatístico poderia pertencer à qualquer população carente.
c) Mesmo atrasado, o recenseador compareceu à entrevista.
d) A verba aprovada destina-se somente àquela cidade sertaneja.
e) Veranópolis soube unir a atividade à prosperidade.

2. Assinale a opção em que o “a” sublinhado nas duas frases deve receber acento grave
indicativo de crase:
a) Fui a Lisboa receber o prêmio. / Paulo começou a falar em voz alta.
b) Pedimos silêncio a todos. Pouco a pouco, a praça central se esvaziava.
c) Esta música foi dedicada a ele. / Os romeiros chegaram a Bahia.
d) Bateram a porta fui atender. / O carro entrou a direita da rua.
e) Todos a aplaudiram. / Escreve a redação a tinta.

3. Disse ..... ela que não insistisse em amar ..... quem não ..... queria.
a) a - a - a d) à - à - à
b) a - a - à e) a - à - à
c) à - a - a
4. Quanto ..... suas exigências, recuso-me ..... levá-las ..... sério.
a) às - à - a d) à - a - à
b) a - a - a e) as - a - a
c) as - à – à

5. Há crase:
a) Responda a todas as perguntas.
b) Avise a moça que chegou a encomenda.
c) Volte sempre a esta casa.
d) Dirija-se a qualquer caixa.
e) Entregue o pedido a alguém na portaria.

6. A casa fica ..... direita de quem sobe a rua, ..... duas quadras da avenida do Cortorno.
a) à - há d) à - a
b) a - à e) à - à
c) a – há

7. Não nos víamos ..... tanto tempo, que ..... primeira vista não ..... reconheci.
a) a - à - a d) há - à - a
b) a - à – há e) a - a - a
c) há - a – há

8. Aconselhei-o ..... que, daí ..... pouco, assistissse .... novela.


a) a - à - a d) à - à - a
b) a - a - à e) à - a - à
c) a - a – a

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9. Observe as alternativas e assinale a que não contiver erro em relação à crase:
a) Rabiscava todos os seus textos à lápis para depois escrevê-los à máquina.
b) Sem dúvida que, com novos óculos, ele veria a distância do perigo, aquela hora do dia.
c) Referia-se com ternura ao menino, afeto às meninas e, com respeito, a várias pessoas menos
íntimas.
d) Àquela distância, os carros só poderiam bater; não obedeceram as regras do trânsito.
e) Fui à Maceió provar um sururu à região.

10. ....... noite, todos os operários voltaram ....... fábrica e só deixaram o serviço ....... uma
hora da manhã.
a) Há, à, à d) À, a, há
b) A, a, a e) A, à, a
c) À, à, à

11. Garanto ....... você que compete ....... ela, pelo menos ....... meu ver, tomar as
providências para resolver o caso.
a) a, a, a d) a, à, a
b) à, à, a e) à, a à
c) a, à, à

12. Sentou ....... máquina e pôs-se ....... reescrever uma ....... uma as páginas do relatório.
a) a - a - à d) à - à - à
b) a - à - a e) à - à - a
c) à - a – a

13. Assinale a alternativa que completa corretamente as lacunas no seguinte período:


"Agradeço ....... Vossa Senhoria ....... oportunidade para manifestar minha opinião .......
respeito."
a) à - a - à d) a - a - a
b) à - a - a e) à - à - a
c) a - a - à
14. ....... dias não se conseguem chegar ....... nenhuma das localidades ....... que os socorros
se destinam.
a) Há - à - a d) Há - a - a
b) A - a - à e) À - a - à
c) À - à – a

15. Assinale a alternativa em que não deve haver o sinal da crase:


a) O sonho de todo astronauta é voltar a Terra.
b) As vezes, as verdades são duras de se ouvir.
c) Enriqueço, a medida que trabalho.
d) Filiei-me a entidade, sem querer.
e) O sonho de todo marinheiro é voltar a terra.

16. A alternativa que preenche corretamente as lacunas da frase, é: "....... muito tempo,
devido ....... condições político-econômicas do país, não é dado ....... população o direito de
viver ....... salvo de sobressaltos financeiros", é:
a) a, as, à, à d) há, às, à, à
b) à, às, à, a e) à, as, à, a
c) há, às, à, a

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17. O pobre homem fica ....... meditar, ....... tarde, indiferente ........ que acontece ao seu
redor.
a) à, a, aquilo d) à, à, aquilo
b) a, a, aquilo e) à, à, àquilo
c) a, à, àquilo

18. Não me refiro ....... essa peça, mas ....... a que assistimos sábado ....... noite.
a) a, àquela, à d) à, àquela, a
b) a, aquela, a e) à, àquela, à
c) à, aquela, à

19. Quanto à necessidade ou não de utilização do sinal de crase, está inteiramente correta a
frase:
(A) Quem está à alguma distância de Campo Grande não pode avaliar à contento o mérito da
polêmica à que se refere o texto.
(B) Não é aqueles que se instalam nos gabinetes oficiais que cabe a interdição do uso de uma
língua à cuja preservação estejam devotados milhares de falantes.
(C) Quem visa à restringir a utilização de uma língua das minorias deveria também se ater à toda
e qualquer má utilização das chamadas línguas oficiais.
(D) As decisões que se tomam à revelia do interesse das populações são semelhantes àquelas
tomadas na vigência dos atos institucionais da ditadura militar.
(E) Quem se manifeste contrário à uma única manifestação de arbitrariedade está manifestando
sua hostilidade à todas as medidas arbitrárias.

20. Quanto à necessidade ou não de utilização do sinal de crase, a frase inteiramente


correta é:
(A) O processo correrá às expensas do denunciante, a menos que a isto se oponha a autoridade
do Ministro, de cuja decisão nenhuma parte poderá vir a recorrer.
(B) Em meio as atribulações do processo, uma das testemunhas recusou-se a comparecer a
sessão, alegando à autoridade judicial, num simples bilhete à lápis, que estava acamada.
(C) À despeito de haver provas contundentes, o juiz decidiu inocentar àquela velha senhora, a
quem não falta malícia: viram quando se pôs à soluçar?
(D) Sem advogado, o rapaz ficou à deriva, enquanto o juiz designava como sua defensora à jovem
bacharel, que ainda não se submetera à uma prova de fogo, como aquela.
(E) Ele ficou à distância, em meio as profundas hesitações que a ausência da testemunha lhe
provocou: se ela não chegasse, poderia ele aspirar à que fosse adiada a sessão?

21. O acento indicativo da crase está corretamente empregado em:


(A) Especificamente à ele, transgressor confesso, muito interessava a leitura dos direitos do réu.
(B) Não sabia que até o réu tem direito à compulsar os autos durante o interrogatório.
(C) A sociedade pede lucidez àqueles que podem alterar as regras dos rituais democráticos.
(D) Esse texto deve ser indicado à todas as pessoas que lidam com o Direito.
(E) Sociedades pós-modernas quebram formalismos à torto e à direito.

22. Há plena observância da necessidade de utilização do sinal de crase em:


(A) Não espantou à maioria das pessoas que o caso de Amina tenha chegado à uma solução tão
feliz, pois acreditavam que o tribunal nigeriano seria sensível à pressões internacionais.
(B) Pouco à pouco, a Anistia Internacional e outras organizações congêneres vão ascendendo
àquele mais alto patamar de respeitabilidade, à que sempre fizeram jus.
(C) Não se impute à corte nigeriana qualquer culpa pelo fato de se ater às leis do país, pois é a
estas, e não a outras, que lhe cabe dar cumprimento.

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(D) Aqui e ali se verifica, à toda hora, algum tolerado desacato às nossas leis; que faríamos se os
nigerianos nos conclamassem a cessação dessa permanente afronta às nossas normas legais?
(E) Tendo em vista à condenação do acusado de sodomia a morte por apedrejamento, e à falta de
indícios positivos, não se confira a absolvição de Amina um significado maior do que o de uma
concessão.

23. A população de miseráveis não tem acesso ...... quantidade mínima de alimentos
necessária ...... manutenção de uma vida saudável, equivalente ...... uma dieta de 2000
calorias diárias.
A alternativa que preenche corretamente as lacunas da frase apresentada é:
(A) a-à-a
(B) à-à-a
(C) à-à-à
(D) à-a-a
(E) a-a-à

24. Está correto o emprego do sinal de crase em:


(A) Quem recorre às escolas de jornalismo deve saber que terá acesso apenas às informações
básicas acerca da profissão.
(B) Não dá para ensinar jornalismo à todo aquele que se dispõe à fazer o curso.
(C) Ocorrendo à falta de talento, um diplomado não terá acesso à nenhum órgão da imprensa.
(D) Instituindo-se à obrigatoriedade do diploma, muitos profissionais competentes poderão ficar à
ver navios.
(E) Deve-se à essa obrigatoriedade o fato de que muita gente se obrigou a freqüentar às
faculdades de comunicação.

25. O Brasil é um país favorável ...... ascensão social, ao contrário dos países ricos, onde
quem chega ...... uma posição social de prestígio já parte de condições favoráveis ...... essa
situação. As lacunas da frase apresentada acima estão corretamente preenchidas por
(A) a - a - à
(B) a - à - à
(C) à - à - à
(D) à - a - a
(E) à - à – a

26. Chegar ao desrespeito ...... propriedade privada, na cidade e no campo, e ...... um


eventual não-cumprimento de contratos, pode levar ...... ruptura das instituições
democráticas vigentes no País. As lacunas da frase acima estão corretamente preenchidas por
(A) à -à -à
(B) à -à -a
(C)a -à -a
(D)à -a -à
(E) a -a –a

Pontuação
1. Assinale a opção que apresenta erro de pontuação:
a) Sem reforma, social, as desigualdades entre as cidades brasileiras, crescerão sempre.
b) No Brasil, a diferença social é motivo de constante preocupação.
c) O candidato que chegou atrasado fez um ótimo teste no IBGE.
d) Tenho esperanças, pois a situação econômica não demora a mudar.

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e) Ainda não houve tempo, mas, em breve, as providências serão tomadas.

2. Assinale a alternativa cuja frase está corretamente pontuada:


a) O sol que é uma estrela, é o centro do nosso sistema planetário.
b) Ele, modestamente se retirou.
c) Você pretende cursar Medicina; ela, Odontologia.
d) Confessou-lhe tudo; ciúme, ódio, inveja.
e) Estas cidades se constituem, na maior parte de imigrantes alemães.

3. Assinale o texto de pontuação correta:


a) Não sei se disse, que, isto se passava, em casa de uma comadre, minha avó.
b) Eu tinha, o juízo fraco, e em vão tentava emendar-me: provocava risos, muxoxos, palavrões.
c) A estes, porém, o mais que pode acontecer é que se riam deles os outros, sem que este riso os
impeça de conservar as suas roupas e o seu calçado.
d) Na civilização e na fraqueza ia para onde me impeliam muito dócil muito leve, como os pedaços
da carta de ABC, triturados soltos no ar.
e) Conduziram-me à rua da Conceição, mas só mais tarde notei, que me achava lá, numa sala
pequena.
4. Das redações abaixo, assinale a que não está pontuada corretamente:
a) Os candidatos, em fila, aguardavam ansiosos o resultado do concurso.
b) Em fila, os candidatos, aguardavam, ansiosos, o resultado do concurso.
c) Ansiosos, os candidatos aguardavam, em fila, o resultado do concurso.
d) Os candidatos ansiosos aguardavam o resultado do concurso, em fila.
e) Os candidatos, aguardavam ansiosos, em fila, o resultado do concurso.

5. Assinale a opção correta em relação à pontuação:


a) Pouco depois, quando chegaram, outras pessoas a reunião ficou mais animada.
b) Pouco depois quando chegaram outras pessoas a reunião ficou mais animada.
c) Pouco depois, quando chegaram outras pessoas, a reunião ficou mais animada.
d) Pouco depois quando chegaram outras pessoas a reunião, ficou mais animada.
e) Pouco depois quando chegaram outras pessoas a reunião ficou, mais animada.

6. Assinale a opção correta em relação à pontuação:


a) Precisando de mim procure-me; ou melhor telefone que eu venho.
b) Precisando de mim procure-me, ou, melhor telefone que eu venho.
c) Precisando, de mim, procure-me ou melhor, telefone, que eu venho.
d) Precisando de mim, procure-me; ou melhor, telefone, que eu venho.
e) Precisando, de mim, procure-me ou, melhor telefone que eu venho.

7. Os períodos abaixo apresentam diferenças de pontuação. Assinale a letra que


corresponde ao período de pontuação correta:
a) José dos Santos paulista, 23 anos vive no Rio.
b) José dos Santos paulista 23 anos, vive no Rio.
c) José dos Santos, paulista 23 anos, vive no Rio.
d) José dos Santos, paulista 23 anos vive, no Rio.
e) José dos Santos, paulista, 23 anos, vive no Rio.

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8. A alternativa com pontuação correta é:
a) Tenha cuidado, ao parafrasear o que ouvir. Nossa capacidade de retenção é variável e muitas
vezes inconscientemente, deturpamos o que ouvimos.
b) Tenha cuidado ao parafrasear o que ouvir: nossa capacidade de retenção é variável e, muitas
vezes, inconscientemente, deturpamos o que ouvimos.
c) Tenha cuidado, ao parafrasear o que ouvir! Nossa capacidade de retenção é variável e muitas
vezes inconscientemente, deturpamos o que ouvimos.
d) Tenha cuidado ao parafrasear o que ouvir; nossa capacidade de retenção, é variável e -muitas
vezes inconscientemente, deturpamos o que ouvimos.
e) Tenha cuidado, ao parafrasear o que ouvir. Nossa capacidade de retenção é variável - e muitas
vezes inconscientemente - deturpamos, o que ouvimos.

9. Assinale a opção correta em relação à pontuação:


a) Entra a propósito, disse Alves, o seu moleque, conhece pouco os deveres da hospitalidade.
b) Entra a propósito disse Alves, o seu moleque conhece pouco os deveres da hospitalidade.
c) Entra a propósito, disse Alves o seu moleque conhece pouco os deveres da hospitalidade.
d) Entra a propósito, disse Alves, o seu moleque conhece pouco os deveres da hospitalidade.
e) Entra a propósito, disse Alves, o seu moleque conhece pouco, os deveres da hospitalidade.

10. Assinale a opção correta em relação à pontuação:


a) Prima faça calar titio suplicou o moço, com um leve sorriso que imediatamente se lhe apagou.
b) Prima, faça calar titio, suplicou o moço com um leve sorriso que imediatamente se lhe apagou.
c) Prima faça calar titio, suplicou o moço com um leve sorriso que imediatamente se lhe apagou.
d) Prima, faça calar titio suplicou o moço com um leve sorriso que imediatamente se lhe apagou.
e) Prima faça calar titio, suplicou o moço com um leve sorriso que, imediatamente se lhe apagou.

11. Assinale a opção correta em relação à pontuação:


a) Era um homem de quarenta e cinco anos, baixo, meio gordo, fisionomia insinuante, destas que
mesmo sérias, trazem impresso constante sorriso.
b) Era um homem de quarenta e cinco anos, baixo, meio gordo, fisionomia insinuante, destas que
mesmo sérias trazem, impresso constante sorriso.
c) Era um homem de quarenta e cinco anos, baixo, meio gordo, fisionomia insinuante, destas que,
mesmo sérias, trazem impresso, constante sorriso.
d) Era um homem de quarenta e cinco anos, baixo, meio gordo, fisionomia insinuante, destas que,
mesmo sérias trazem impresso constante sorriso.
e) Era um homem de quarenta e cinco anos, baixo, meio gordo, fisionomia insinuante, destas que,
mesmo sérias, trazem impresso constante sorriso.

12. Assinale a opção correta em relação à pontuação:


a) Deixo ao leitor calcular quanta paixão a bela viúva, empregou na execução do canto.
b) Deixo ao leitor calcular quanta paixão a bela viúva empregou na execução do canto.
c) Deixo ao leitor calcular quanta paixão, a bela viúva, empregou na execução do canto.
d) Deixo ao leitor calcular, quanta paixão a bela viúva, empregou na execução do canto.
e) Deixo ao leitor, calcular quanta paixão a bela viúva, empregou na execução do canto.

13. Assinale a opção correta em relação à pontuação:


a) Bem te dizia eu, que não iriam a bons resultados as tuas paixões simuladas.
b) Bem te dizia eu que, não iriam a bons resultados as tuas paixões simuladas.
c) Bem te dizia eu que não iriam a bons resultados, as tuas paixões simuladas.
d) Bem te dizia eu que não iriam, a bons resultados as tuas paixões simuladas.
e) Bem te dizia eu que não iriam a bons resultados as tuas paixões simuladas.

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14. Assinale a opção correta em relação à pontuação:
a) Eram frustradas, insatisfeitas; além disso, seus conhecimentos eram duvidosos.
b) Eram frustradas, insatisfeitas, além disso seus conhecimentos eram duvidosos.
c) Eram frustradas; insatisfeitas: além disso, seus conhecimentos eram duvidosos.
d) Eram frustradas, insatisfeitas; além disso, seus conhecimentos eram duvidosos.
e) Eram frustradas, insatisfeitas, além disso, seus conhecimentos eram duvidosos.

15. Assinale a opção correta em relação à pontuação:


a) Escancarou-as, finalmente; mas a porta, se assim podemos chamar ao coração, essa estava
trancada e retrancada.
b) Escancarou-as finalmente; mas, a porta se assim podemos chamar ao coração, essa estava
trancada e retrancada.
c) Escancarou-as, finalmente; mas a porta se assim podemos chamar ao coração, essa estava
trancada, retrancada.
d) Escancarou-as finalmente; mas a porta, se assim podemos chamar ao coração, essa estava
trancada e, retrancada.
e) Escancarou-as finalmente, a porta, se assim podemos chamar ao coração, essa estava
trancada e retrancada.

16. Assinale a opção correta em relação à pontuação:


a) E, tornou a olhar para a rua, inclinando-se, sorrindo enquanto na sala o pai continuava a guiar o
Rubião para a porta, sem violência, mas tenaz.
b) E tornou a olhar para a rua inclinando-se, sorrindo, enquanto na sala, o pai continuava a guiar o
Rubião para a porta, sem violência, mas tenaz.
c) E tornou a olhar para a rua, inclinando-se, sorrindo, enquanto na sala o pai continuava a guiar o
Rubião para a porta, sem violência, mas tenaz.
d) E tornou a olhar para a rua, inclinando-se, sorrindo, enquanto na sala o pai continuava a guiar o
Rubião para a porta, sem violência, mas, tenaz.
e) E tornou a olhar para a rua, inclinando-se, sorrindo, enquanto, na sala o pai continuava a guiar
o Rubião para a porta sem violência, mas tenaz.

17. Assinale a opção correta em relação à pontuação:


a) Esqueceu-me apresentar-lhe, minha mulher, acudiu, Cristiano.
b) Esqueceu-me, apresentar-lhe minha mulher, acudiu Cristiano.
c) Esqueceu-me, apresentar-lhe: minha mulher acudiu Cristiano.
d) Esqueceu-me apresentar-lhe minha mulher, acudiu Cristiano.
e) Esqueceu-me, apresentar-lhe; minha mulher acudiu, Cristiano.

18. Assinale a opção correta em relação à pontuação:


a) Em suma poderia haver algumas atenções, mas, não devia um real ninguém.
b) Em suma, poderia dever algumas atenções, mas não devia um real ninguém.
c) Em suma poderia dever algumas atenções, mas não devia um real a ninguém.
d) Em suma poderia dever, algumas atenções, mas não devia um real a ninguém.
e) Em suma, poderia dever, algumas atenções, mas, não devia um real a ninguém.

19. Assinale a opção correta em relação à pontuação:


a) Um deles muito menor, que todos, apegava-se às calças de outro taludo.
b) Um deles, muito menor que todos, apegava-se às calças de outro, taludo.
c) Um deles, muito menor que todos apegava-se, às calças de outro, taludo.
d) Um deles - muito menor - que todos, apegava-se às calças de outro taludo.
e) Um deles muito menor que todos, apegava-se, às calças de outro taludo.

74
20. Assinale a opção correta em relação à pontuação:
a) Hoje, eu daria o mesmo conselho, menos doutrina e, mais análise.
b) Hoje eu daria o mesmo conselho: menos doutrina e mais análise.
c) Hoje, eu, daria o mesmo conselho, menos doutrina e mais análise.
d) Hoje eu daria o mesmo conselho menos doutrina e mais análise.
e) Hoje eu, daria o mesmo conselho: menos doutrina, e, mais análise.

21. Assinale a opção correta em relação à pontuação:


a) Precisando de meu auxílio por favor não hesite em chamar-me.
b) Precisando, de meu auxílio, por favor não hesite em chamar-me.
c) Precisando de meu auxílio, por favor, não hesite em chamar-me.
d) Precisando de meu auxílio por favor não hesite, em chamar-me.
e) Precisando, de meu auxílio por favor, não hesite, em chamar-me.

22. Assinale a opção correta em relação à pontuação:


a) Cada qual tem o ar que Deus lhe deu.
b) Cada qual, tem o ar que Deus, lhe deu.
c) Cada qual, tem o ar, que Deus lhe deu.
d) Cada qual tem o ar, que Deus, lhe deu.
e) Cada qual tem, o ar que Deus lhe deu.

23. Assinale a opção correta em relação à pontuação:


a) Apesar de toda a atenção o fato passou despercebido a todos.
b) Apesar de, toda a atenção, o fato, passou despercebido a todos.
c) Apesar de, toda a atenção o fato passou, despercebido a todos.
d) Apesar de toda a atenção o fato, passou despercebido, a todos.
e) Apesar de toda a atenção, o fato passou despercebido a todos.

24. Assinale a alternativa em que o texto está pontuado corretamente:


a) Matias, cônego honorário e pregador efetivo, estava compondo um sermão quando começou o
idílio psíquico.
b) Matias cônego honorário, e pregador efetivo estava compondo um sermão quando começou o
idílio psíquico.
c) Matias, cônego honorário e pregador efetivo, estava compondo um sermão, quando começou o
idílio psíquico.
d) Matias cônego honorário e pregador efetivo, estava compondo um sermão, quando começou, o
idílio psíquico.
e) Matias, cônego honorário e, pregador efetivo, estava compondo um sermão quando começou o
idílio psíquico.

25. Assinale o período que está pontuado corretamente:


a) Solicitamos aos candidatos que respondam às perguntas a seguir, importantes para efeito de
pesquisas relativas aos vestibulares.
b) Solicitamos aos candidatos, que respondam, às perguntas a seguir importantes para efeito de
pesquisas relativas aos vestibulares.
c) Solicitamos aos candidatos, que respondam às perguntas, a seguir importantes para efeito de
pesquisas relativas aos vestibulares.
d) Solicitamos, aos candidatos que respondam às perguntas a seguir importantes para efeito de
pesquisas relativas aos vestibulares.
e) Solicitamos aos candidatos, que respondam às perguntas, a seguir, importantes para efeito de
pesquisas relativas aos vestibulares.

75
26. Assinale a correta:
a) O fogo, está apagado; defendeu-se a moça; mas, o almoço está pronto.
b) O fogo está apagado, defendeu-se a moça. Mas, o almoço, está pronto.
c) O fogo está apagado... defendeu-se, a moça; mas o almoço está pronto.
d) O fogo está apagado? Defendeu-se a moça. Mas o almoço, está pronto.
e) O fogo está apagado - defendeu-se a moça. Mas o almoço está pronto.

27. Assinale a opção correta em relação à pontuação:


a) Quem foi, que me disse, que o Pedro estava à procura, de uma gramática de alemão?
b) Quem foi que, me disse, que o Pedro, estava à procura de uma gramática, de alemão?
c) Quem foi que, me disse que o Pedro estava à procura de uma gramática de alemão?
d) Quem foi que me disse que o Pedro estava à procura de uma gramática de alemão?
e) Quem foi, que me disse que o Pedro, estava à procura de uma gramática, de alemão?

28. Assinale a opção correta em relação à pontuação:


a) Cada qual, busca a salvar-se , a si próprio.
b) Cada qual busca, a salvar-se a si próprio.
c) Cada qual, busca a salvar-se a si, próprio.
d) Cada qual busca, a salvar-se, a si próprio.
e) Cada qual busca a salvar-se a si próprio.

29. Assinale a opção correta em relação à pontuação:


a) Justamente no momento em que as coisas iam melhorar, ele pôs tudo a perder.
b) Justamente no momento em que as coisas iam melhorar, ele pôs tudo, a perder.
c) Justamente, no momento, em que as coisas iam melhorar, ele pôs tudo a perder.
d) Justamente no momento, em que as coisas iam melhorar, ele pôs tudo, a perder.
e) Justamente, no momento em que as coisas iam melhorar ele pôs tudo, a perder.

30. Assinale a opção correta em relação à pontuação:


a) Prezados colegas deixemos agora a boa conversa, de lado!
b) Prezados colegas deixemos agora, a boa conversa de lado!
c) Prezados colegas, deixemos agora, a boa conversa de lado!
d) Prezados colegas deixemos agora a boa conversa de lado!
e) Prezados colegas, deixemos agora a boa conversa de lado!

31. Assinale a opção correta em relação à pontuação:


a) O assunto do romance: é o naufrágio, do navio no mar encapelado, o tema a força, trágica, do
destino.
b) O assunto do romance é o naufrágio do navio no mar encapelado; o tema, a força trágica do
destino.
c) O assunto do romance é, o naufrágio do navio, no mar encapelado, o tema a força trágica do
destino.
d) O assunto do romance é o naufrágio do navio no mar encapelado; o tema a força, trágica do
destino.
e) O assunto do romance é, o naufrágio do navio, no mar encapelado; o tema a força trágica do
destino.

76
32. Assinale a opção correta em relação à pontuação:
a) Tu meu amigo, se não me engano, estás atrasado.
b) Tu meu amigo se não me engano, estás atrasado.
c) Tu, meu amigo se não me engano estás atrasado.
d) Tu meu amigo, se não me engano estás atrasado.
e) Tu, meu amigo, se não me engano, estás atrasado.

33. Assinale a opção correta em relação à pontuação:


a) Tantos fatos agradáveis, guardo-os a todos na memória.
b) Tantos fatos agradáveis guardo-os a todos na memória.
c) Tantos fatos agradáveis, guardo-os, a todos na memória.
d) Tantos fatos, agradáveis, guardo-os, a todos na memória.
e) Tantos fatos, agradáveis guardo-os, a todos na memória.

34. Assinale a opção correta em relação à pontuação:


a) Ainda não sabemos quando se realizarão as provas.
b) Ainda não sabemos, quando se realizarão as provas.
c) Ainda, não sabemos quando, se realizarão, as provas.
d) Ainda não sabemos, quando se realizarão, as provas.
e) Ainda não sabemos, quando, se realizarão as provas.

35. Assinale a opção correta em relação à pontuação:


a) E, palavra, no caso desta última, senti profundamente o que aconteceu.
b) E palavra, no caso, desta última senti, profundamente o que aconteceu.
c) E palavra no caso desta última: senti profundamente, o que aconteceu.
d) E, palavra, no caso desta última senti profundamente o que, aconteceu.
e) E palavra: no caso desta última senti, profundamente o que aconteceu.

36. Terminada a aula, o professor Jacinto, dirigindo-se à classe, disse: "Todos deverão
trazer dicionário na próxima aula." No texto, as aspas foram colocadas:
a) para enfatizar a necessidade do dicionário.
b) porque a oração entre aspas vem depois dos dois pontos.
c) porque os componentes da frase estão em ordem inversa.
d) para sugerir que a falta do dicionário será prejudicial aos alunos.
e) para iniciar uma citação.

37. Está inteiramente correta a pontuação da seguinte frase adaptada do texto:


(A) Na chapada do Araripe, com seus 9000 km2, a fiscalização dos fósseis está a cargo única e
exclusivamente, de dois geólogos.
(B) Uma boa maneira de destruir as formas, que poderiam ser úteis para o desenvolvimento da
ciência, é deixá-las fora do controle, de especialistas.
(C) Considerando o que ocorre no Brasil - merece destaque, o descaso com as obras do
Aleijadinho; elas estão se esfacelando, ao sabor de intempéries.
(D) A verdade, é que: todo patrimônio, não só na área paleontológica, deveria merecer zelo e
permanente.
(E) Diante de um fóssil, a preocupação é com o valor científico do achado, por isso seria
interessante a atuação permanente do Ministério da Ciência e Tecnologia.

77
38. A pontuação está totalmente correta na frase:
(A) Alterações – em qualquer campo do conhecimento – podem ser: bem-vindas, desde que não
impliquem, perdas.
(B) Alterações em qualquer campo do conhecimento, podem ser bem-vindas desde que não
impliquem perdas.
(C) Alterações, em qualquer campo do conhecimento, podem ser bem-vindas, desde que não
impliquem perdas.
(D) Alterações em qualquer campo do conhecimento podem ser bem-vindas, desde que: não
impliquem perdas.
(E) Alterações, em qualquer campo do conhecimento podem ser bem-vindas desde que, não
impliquem perdas.

39. Está inteiramente adequada a pontuação do seguinte período:


(A) Consta que o nheengatu, uma mistura de termos indígenas com o português tem suas raízes
no período colonial brasileiro, chegando a ser proibido por D. João IV em seu intuito de oficializar
o português.
(B) A indignação de Bosco Martins é das mais justas pois, tendo os índios sido vítimas de tantos
crimes, a possível proibição ao “Nheengatu” parece soar como: mais uma violência injustificável.
(C) O fato de que cerca de 370 mil pessoas utilizam o nheengatu, mereceria, por si só, uma
atenção especial não só das zelosas autoridades federais como de todos aqueles que têm visto
na cultura popular, uma forma de resistência.
(D) Dado que a lei de 1963 não podia prever o advento da Internet, parece anacrônico hoje em dia
estabelecer o confinamento, à freqüência de, ondas curtas, dos programas de rádio transmitidos
em língua estrangeira.
(E) A repórter, precavidamente, valeu-se do dicionário Aurélio, mas certamente obteria melhores e
mais precisas informações acerca do nheengatu se, em vez de um dicionário, recorresse a um
especialista em línguas indígenas.

40. Está inteiramente adequada a pontuação do seguinte período:


(A) A população de Aracampinas, povoado próximo a Santarém sofreu fortes influências dos
avanços tecnológicos, que alteraram a rotina, e o modo de vida de cada um.
(B) Segundo Hilton da Silva o consumo de produtos industrializados, foi um dos fatores
responsáveis pelas ocorrências de hipertensão, em boa parte dos caboclos.
(C) Relógios, bicicletas, aparelhos de som: eis alguns dos novos objetos de desejo dos caboclos
de Aracampinas, comunidade estudada pelo antropólogo Hilton da Silva.
(D) O abandono do extrativismo significou entre outras coisas, uma sensível diminuição das
atividades físicas nas quais, os caboclos, há muito vinham se empenhando.
(E) O progresso não chegou totalmente: pois falta água encanada e mesmo a luz elétrica, é
fornecida por meio de geradores a diesel.

41. Está inteiramente adequada a pontuação do seguinte período:


(A) Se de fato, a vontade geral predominasse, sobre as vontades particulares, as decisões
políticas, refletiriam mais do que interesses, pessoais ou corporativos.
(B) A distinção entre as duas vontades feita por Rousseau, pode parecer estranha à primeira vista,
mas logo, revela-se cheia de sabedoria.
(C) Ao se referir à infância dos povos, o pensador francês alude ao homem no estado da pura
natureza, longe dos artifícios da civilização.
(D) Os bons leitores, de um grande filósofo, devem evitar que, um pensamento complexo, se torne
simplório, para assim não falsificar sua tese central.
(E) O pessimismo de Rousseau ao qual o autor do texto alude, prende-se ao fato de que, o
filósofo genebrino, lamentava os rumos da civilização.

78
42. Está inteiramente correta a pontuação do seguinte período:
(A) A imprensa nigeriana noticiou, no mesmo dia da libertação de Amina, a sentença de morte por
apedrejamento, aplicada a um acusado de sodomia.
(B) Não deixou de constituir, para o presidente Obasanjo um alívio a notícia: de que a execução
de Amina, já não ocorreria.
(C) A interpretação da lei muçulmana, a "sharia", é a de que em casos como o de Amina, a
gravidez constitui em si mesma, uma prova de culpabilidade.
(D) O homem, identificado por Amina como o parceiro que a engravidara, sequer foi indiciado já
que lhe bastou negar o fato, valendo sua palavra, mais do que a da mulher.
(E) Deve-se alertar que contrariamente ao que muitos supõem, não houve propriamente
julgamento do mérito mas, sim, reconhecimento de erro processual.

43. O recurso de se separar e confrontar duas idéias divergentes por meio de um ponto-e-
vírgula está adequadamente utilizado na frase:
(A) A medida foi aprovada pela Câmara; a expectativa é que seja rejeitada pelo Senado.
(B) Ele afirmou que não entrará com recurso; muito embora ninguém acredite.
(C) O delegado prometeu fazer uma investigação rigorosa; seu passado avaliza sua promessa.
(D) Muitos se interessaram em fazer o concurso; cujo edital deverá ser publicado brevemente.
(E) A notícia gerou muita polêmica; porque a matéria tratada divide, efetivamente, as opiniões.

44. Assinale, na folha de respostas, a letra da alternativa que contém o período


corretamente pontuado.
(A) Apesar, de convocada em caráter de urgência, poucas pessoas compareceram, à reunião,
havia porém, uma extensa pauta a ser discutida e aprovada.
(B) Apesar de convocadas, em caráter, de urgência, poucas pessoas compareceram à reunião,
havia porém uma extensa pauta, a ser discutida e aprovada.
(C) Apesar de convocadas em caráter de urgência poucas pessoas, compareceram à reunião;
havia, porém uma extensa pauta a ser, discutida e aprovada.
(D) Apesar de convocadas em caráter de urgência poucas pessoas compareceram, à reunião,
havia porém uma extensa, pauta a ser discutida e aprovada.
(E) Apesar de convocadas em caráter de urgência, poucas pessoas compareceram à reunião;
havia, porém, uma extensa pauta a ser discutida e aprovada.

79
Gabarito
Interpretação de texto
1.C 2.A 3.B 4.E 5.D 6.E 7.A 8.B 9.D 10.B 11.D 12.A 13.D 14.E 15.A 16.C 17.E 18.D 19.E 20.B
21.D 22.A 23.E 24.D 25.B 26.A 27.B 28.B 29.B 30.C 31.D 32.A 33.D 34.E 35.C 36.B 37.D 38.A
39.E 40.E 41.D 42.A 43.E 44.C 45.A 46.E 47.B 48.A 49.B 50.E 51.C 52.F 53.F 54.V 55.F 56.F
57.V 58.V 59.F 60.V 61.V 62.V 63.V 64.F 65.F 66.V 67.F 68.F 69.V 70.F 71.F 72.V 73.F 74.F 75.F
76.V 77.V 78.V 79.F 80.V 81.V 82.F 83.F 84.F 85.V 86.F 87.V 88.F 89.F 90.V 91.F 92.V 93.V 94.F
95.V 96.F 97.V 98.F 99.V 100.E 101.C 102.E 103.C 104.E 105.C 106.E 107.E 108.C 109.C 110.C
111.E 112.C 113.E 114.E 115.E 116.E 117.C 118.C 119.E 120.C 121.E 122.E 123.C

Coerência e coesão
1.A 2.C 3.C 4.B 5.A 6.C 7.A 8.B 9.V 10.V 11.V 12.F 13.V 14.V 15.F 16.V 17.F 18.F 19.F 20.F 21.F
22.V 23.V

Ortografia e semântica
1.A 2.D 3.C 4.D 5.C 6.D 7.B 8.A 9.D 10.B 11.D 12.D 13.E 14.D 15.C 16.A 17.D 18.C 19.C 20.B
21.D 22.A 23.B 24.C 25.D 26.B 27.E 28.B 29.D 30.C 31.A 32.A 33.A 34.D 35.D 36.C 37.B 38.A
39.C 40.E

Classes de palavras
1.A 2.C 3.E 4.D 5.D 6.E 7.E 8.B 9.B 10.B 11.A 12.C 13.D 14.B 15.D 16.C 17.B 18.C 19.E 20.E
21.D 22.B 23.A 24.C 25.B 26.D 27.D 28.D 29.A 30.E 31.D 32.B 33.E 34.A 35.D 36.E 37.B 38.E
39.C 40.D 41.D 42.A 43.C 44.C 45.D 46.E 47.A 48.B 49.E 50.A 51.B 52.C 53.B 54.E 55.A 56.E
57.E 58.C 59.D 60.E 61.D 62.E 63.C 64.E 65.D 66.C 67.C 68.D 69.A 70.D

Análise sintática
1.D 2.C 3.A 4.C 5.E 6.C 7.A 8.B 9.B 10.E 11.B 12.B 13.D 14.C 15.B 16.B 17.C 18.B 19.D 20.B
21.E 22.A 23.B 24.B 25.A 26.A 27.D 28.B 29.E 30.C 31.C 32.E 33.E 34.B 35.D 36.E 37.A 38.E
39.D 40.D 41.B 42.C 43.D 44.C 45.A

Concordância
1.C 2.A 3.D 4.D 5.D 6.A 7.D 8.C 9.C 10.C 11.A 12.E 13.E 14.A 15.A 16.B 17.B 18.E 19.B 20.A
21.C 22.B 23.A 24.A 25.A 26.A 27.B 28.D 29.E 30.A 31.E 32.B 33.B 34.E 35.B 36.B 37.B 38.C
39.A 40.D

Regência
1.D 2.D 3.E 4.A 5.D 6.E 7.C 8.D 9.D 10.C 11.E 12.E 13.D 14.B 15.E 16.B 17.E 18.C 19.C 20.A
21.C 22.E 23.A 24.C 25.D 26.B 27.C 28.C 29.C 30.C 31.C 32.B 33.C 34.E 35.D 36.B 37.E 38.E
39.B 40.E 41.B 42.E 43.D 44.B 45.A 46.D 47.D 48.A 49.C 50.B

Crase
1.B 2.D 3.A 4.B 5.B 6.D 7.D 8.B 9.C 10.C 11.A 12.C 13.D 14.D 15.E 16.C 17.C 18.A 19.D 20.A
21.C 22.C 23.B 24.A 25.D 26.D

Pontuação
1.A 2.C 3.C 4.E 5.C 6.D 7.E 8.B 9.D 10.B 11.E 12.B 13.E 14.A 15.A 16.C 17.D 18.B 19.B 20.B
21.C 22.A 23.E 24.C 25.A 26.E 27.D 28.E 29.A 30.E 31.B 32.E 33.A 34.A 35.A 36.E 37.E 38.C
39.E 40.C 41.C 42.A 43.A 44.E

80