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Desenvolvimento

Mediúnico
AULA 9
Reencarnação, Vidas Passadas e Psicometria
Comunidade de Cultura Divinista/CCD
Instituto Divinista
27-Outubro-2012
Parte I - Teórica

1.Recapitulando

2.Reencarnação

3.Psicometria
1. Recapitulando...

Aula 1. Mediunidade, Tipos


de Mediunidade e
Autoconhecimento e Aula 3. Chakras e Aula 5. O Despertar
Autoconsciência suas Propriedades da Visão – Vidência

Aula 6. Legiões
Aula 4. Mediunidade
Espirituais, Incorporação e
Ativas e Passivas
Psicografia
Mediunidade da Cura,
Aula 2. Proteção, Campo Cura a distância e
Eletromagnético e Aura Irradiações
1. Recapitulando...
Aula 9. Reencarnação, Vidas
Passadas e Psicometria

Aula 7. Diagrama Celestial e


Aula 11. Comunicabilidade
Desdobramento Mediúnico
entre os dois planos

Aula 12. A prática de


Pensamentos Positivos
Aula 10. Anjo da Guarda, Mentores Oportunidades, Escolhas e
Aula 8. Processo
e Guias: conhecendo nossa equipe Desafios
Reencarna tório
espiritual e aprendendo a trabalhar
Engenheiros do Karma
com ela
Missão e Lição de Vida
Parte I - Teórica

1.Recapitulando

2.Reencarnação

3.Psicometria
2. Reencarnação
Reencarnação

A válvula redentora e evolutiva dos espíritos, que tem, por


Determinação Divina, curso forçado, gostem ou não os
preconceitos estultos de todos os escravos de fanatismos
sectários.

A Reencarnação é a válvula redentora e


evolutiva dos espíritos, pois sem ela
a Justiça Divina seria tudo,
menos Justiça Divina.
2. Encarnação e Reencarnação
Definição teórica

A palavra encarnar significa nascer em um corpo de carne; quando


um espírito vai encarnar, aproxima-se de sua mãe, unindo-se ao
novo ser que se forma desde o instante da concepção. Vai
gradativamente envolvendo-se com o processo de crescimento do
embrião, do feto, até que eclode para a vida biológica, corporal, no
momento em que nasce pelo parto. Aí se diz que ele está encarnado,
Às sucessivas encarnações de um Espírito, através de sua jornada
evolutiva , dá-se o nome de reencarnação.

O termo desencarnação tem sido utilizado para designar a saída


definitiva do Espírito do corpo, ou morte física ou biológica. A
palavra “encarne” vem sendo empregada para indicar o mesmo que
“encarnação” bem como a palavra “desencarne” utilizada como
sinônimo de “desencarnação”.
2. Encarnação e Reencarnação

A encarnação não é nenhum castigo: não estamos voltando à vida


material para sofrer e sim, para aprender. Se dificuldades existem, são frutos do
mau uso que fizemos de nosso livre-arbítrio, e não porque Deus deliberadamente
assim o quis;

As limitações impostas pela existência encarnada são necessárias para


preservar os “iniciantes” de cometer equívocos ainda maiores;

A inteligência e a moral, exercitadas e desenvolvidas durante a vida


encarnada, permitem que nos aproximemos mais de Deus, e que o auxiliemos de
forma mais efetiva, como colaboradores de sua obra, e não como meros
expectadores;

A permanência na vida encarnada irá depender única e exclusivamente


de nossa dedicação, esforço e velocidade de aprendizado: quem aprende mais
rápido, volta menos vezes ao plano material;

Novos campos de aprendizado esperam por nós no plano espiritual.


.
2. Encarnação e Reencarnação
Parte I - Teórica

1.Recapitulando

2.Reencarnação

3.Psicometria
3. Psicometria

É fazendo uso da Psicometria que


os espíritos perscrutam o próprio
passado ou de qualquer outra
individualidade.

Assim sendo, não há dúvida nenhuma


de que a Psicometria representa a espinha dorsal da Revelação
e, por isso mesmo, os fenômenos espíritas sempre
acompanham os fenômenos psicométricos.

Ela se faz no sentido regressivo do tempo, porque as


vibrações são estratigrafadas, isto é, se sobrepõem em estratos
vibratórios correspondentes a cada ocorrência e a cada data.
3. Psicometria

Nenhuma vibração, uma vez


emitida, jamais se desvanece ou
se perde; ela subsiste eternamente
Gravada tanto no ambiente atmosférico
como no duplo etérico de todos os seres e de todas as coisas.

No espaço interestelar, ela caminha na sua projeção eterna


rumo ao infinito desconhecido. As vibrações luminosas partidas
de mundos afastados de nós milhares de anos-luz, muitas
vezes só atingem a nossa sensibilidade quando o seu foco
gerador já nem mais existe.
3. Psicometria

Os nossos atos, as nossas volições*, os nossos pensamentos,


que, como fenômenos, são outras tantas vibrações, estão
definitivamente engrafadas no nosso duplo ou perispírito, assim
como também as reações do mundo exterior que nos atingem.

Somos, por assim dizer, filmotecas ambulantes à espera de


que os operadores (neste caso, os psicômetras) exibam as
“películas” imperceptíveis aos
olhares comuns.
(*) Volição (do latim volitione) é o processo cognitivo
pelo qual um indivíduo se decide a praticar uma ação em
particular. É definida como um esforço deliberado e é uma
das principais funções psicológicas humanas (sendo as
outras afeto, motivação e cognição) . É o ato pelo qual
se determina a vontade
Parte II- Prática
Dinâmica de Grupo – Desenvolvimento Mediúnico

Reencarnação e Vidas Passadas


Psicometria
Psicometria
Peça à pessoa para quem você está fazendo a leitura que lhe dê alguma coisa que
pertence a ela. Um anel ou um relógio que foi usado durante muito tempo é
uma boa escolha.

1) Segure o objeto nas mãos e dirija os pensamentos (e portanto a sua energia) para o
objeto. Talvez você se concentre melhor fechando os olhos.

2) Visualize-se enviando uma seta de pensamento que liga o objeto. Em seguida, relaxe
imediatamente e deixe que as impressões afluam para a sua mente. Ao fazer isso, a
energia que você está usando é simultaneamente ativa e receptiva. Você precisa de
ambas durante o trabalho psíquico.

3) Registre exatamente o que você recebe, seja uma imagem, sensação, um pensamento
ou impressão. Não despreze nada; mesmo a sensação mais vaga pode ser uma
indicação. Por outro lado, a Psicometria pode ser muito física e você pode ter sensações
bastante diferentes, como a de um objeto esquentando ou esfriando.

4) Procure não se deixar abater pela idéia de que esses pensamentos e impressões são
“apenas coisas da mente” (confie! E acredite!). Simplesmente aceite que todas as
informações precisam passar por sua mente. Você pode receber imagens familiares,
mas isso não significa que não sejam importantes.

5) Diga à pessoa exatamente o que você vê, não omita nem enfeite nada. Evite projetar
os seus julgamentos e experiência no que está vendo.
Dúvidas
 Encaminhar e-mail para curso.mediunidade@gmail.com
Referências Bibliográficas

 KARDEC, Allan, O Livro dos Espíritos, Editora Lake, setembro 1998

 KARDEC, Allan, O Livro dos Médiuns, Editora Lake, setembro, 1998

 POLIDORO, Osvaldo, Evangelho Eterno e Orações Prodigiosas, Leitura e Arte


Editora, São Paulo, 2000

 POLIDORO, Osvaldo, Moral, Amor e Revelação, Editora D&Z Computação


Gráfica, São Paulo, 2000

 POLIDORO, Osvaldo, Nos Domínios Maravilhosos da Psicometria, Leitura e Arte


Editora, São Paulo, 2000

 POLIDORO, Osvaldo, O Pentecoste, Leitura e Arte Editora, São Paulo, 2000

 SOSKIN, Julie, Você é Sensitivo?, Editora pensamento, São Paulo, 2002