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relatório de estagio educação

infantil
Pedagogia
Centro Universitário Anhangüera (UNIFIAN)
30 pag.

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UNIVERSIDADE ANHANGUERA – UNIDERP
SISTEMA DE ENSINO A DISTÂNCIA
CURSO DE PEDAGOGIA

EDILAINE DE SOUZA ALVES


RA 2324113905

RELATÓRIO DO
ESTÁGIO CURRICULAR OBRIGATÓRIO I –
EDUCAÇÃO INFANTIL - PED

SUMARÉ
2020

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EDILAINE DE SOUZA ALVES
RA 2324113905

RELATÓRIO DO
ESTÁGIO CURRICULAR OBRIGATÓRIO I –
EDUCAÇÃO INFANTIL - PED

Relatório apresentado à Universidade


Anhanguera - UNIDERP, como requisito parcial
para o aproveitamento da disciplina de Estágio
Curricular Obrigatório I – Educação Infantil do
curso de Pedagogia.

SUMARÉ
2020

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SUMÁRIO

INTRODUÇÃO.............................................................................................................4
1 RELATO DAS LEITURAS OBRIGATÓRIAS 5
2 RELATO DA ANÁLISE DO PROJETO POLÍTICO PEDAGÓGICO (PPP) 7
3 RELATO DA ANÁLISE DE MATERIAIS DIDÁTICOS DA ESCOLA 9
4 RELATO DA ENTREVISTA COM O PROFESSOR REGENTE 10
5 RELATO DE REUNIÃO PEDAGÓGICA OU CONSELHO DE CLASSE 12
6 RELATO DO LEVANTAMENTO DE MATERIAIS DE APOIO ESPECÍFICOS
PARA ABORDAGEM DOS TEMAS TRANSVERSAIS CONTEMPORÂNEOS
14
7 RELATO DO PROCESSO DE IMPLANTAÇÃO DA BNCC NA ESCOLA 15
8 RELATO DA ANÁLISE DOS INSTRUMENTOS AVALIATIVOS UTILIZADOS
PELO PROFESSOR 17
9 RELATO DA ANÁLISE DA ATUAÇÃO DA EQUIPE PEDAGÓGICA NO
ACOMPANHAMENTO DA DISCIPLINA 19
10 RELATO DA OBSERVAÇÃO 21
11 PLANOS DE AULA 23
12 RELATO DA APRESENTAÇÃO DOS PLANOS DE aula AO PROFESSOR
25
13 RELATO DA REGÊNCIA 27
CONSIDERAÇÕES FINAIS 28
REFERÊNCIAS 29

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INTRODUÇÃO

O presente relatório refere-se ao resultado de atividades realizadas na Escola


Infantil Villa Flora situada na Rua Doutor Francisco Queiroz Guimarães, 370
Chácara Bela Vista – Sumaré – SP no período do dia dezoito de fevereiro ao dia
quinze de abril de dois mil e vinte. Atua exclusivamente na fase infantil possui uma
ótima estrutura física: salas de aula amplas, iluminadas e arejadas são decoradas
com várias ilustrações coloridas e de cunho pedagógico adequada a faixa etária.
Conta com parque infantil, salas de artes, de berços, casinha de bonecas, sala
multiuso, sala de vídeo, biblioteca; praça de alimentação, banheiros masculinos e
femininos e além do espaço administrativo, cozinha. É um ambiente de afetividade e
respeito entre todos, demonstra o objetivo de proporcionar às crianças acolhimento
e segurança fazendo se sentirem amadas e respeitadas, oferecendo cuidados
necessários para que haja desenvolvimento de forma lúdica e prazerosa. Nota-se
também a preocupação em manter uma equipe de profissional qualificada para dar
segurança aos pais durante esse momento de socialização de seus filhos. A
organização das atividades na Educação Infantil é em forma de Projetos, atividades
diversificadas e atividades permanentes. Os “Espaços de aprendizagem” são
utilizados como suporte para o desenvolvimento dos Projetos, das atividades
diversificadas e das atividades permanentes.
Neste estágio realiza-se uma análise sobre a Prática Docente, com o
propósito de adquirir habilidades, conhecimentos, realizando ações relativas a
profissão, complementando a experiência do acadêmico através de vivencias no
campo profissional, no ambiente da educação infantil, unindo assim a teoria à
prática, onde o estagiário terá um conhecimento mais abrangente sobre a realidade
escolar, assim aplicando os conhecimentos até aqui adquiridos à prática
pedagógica, construindo novas propostas de ensino.
Durante a experiência escolar obtida através do estágio observa-se desde as
práticas realizadas pelo corpo docente dessa instituição, bem como as dificuldades
enfrentadas na aprendizagem dos alunos, as questões mais problemáticas no
interior da instituição, também aqueles que têm um rendimento qualitativo e efetivo
em suas aprendizagens. Conhecer e compreender o funcionamento da instituição
faz parte do estágio.

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1 RELATO DAS LEITURAS OBRIGATÓRIAS

O artigo “O papel do professor e do ensino na educação infantil: a perspectiva


de Vigotski, Leontiev e Elkonin” é de autoria de Juliana Campregher Pasqualini e
aborda a pesquisa de mestrado da autora, que realizou um estudo de natureza
teórico-conceitual que tinha como finalidade a análise e a investigação das relações
entre desenvolvimento infantil e ensino da faixa etária de 0 a 6 anos.
O texto procura entender o que é desenvolvimento infantil e em que aspectos
a educação escolar pode atuar em seu auxílio, tendo como foco os papéis do
educador e do ensino esclarecidos por Vigotski, Leontiev e Elkonin. É analisada a
literatura contemporânea sobre educação infantil e sua veia ante escolar e o que diz
a psicologia histórico-cultural sobre desenvolvimento infantil e o ensino.
Primeiro é levantada a questão de que a educação para crianças pequenas era vista
essencialmente como ferramenta de assistência ou para preparar o aluno para o
ensino fundamental não tinha um valor próprio.
Então, cresceram os debates acerca da função do ensino para crianças
pequenas e chegou-se à conclusão que ela tem que ter como propósito cuidar e
educar, tirando o ensino como objetivo e colocando as relações educativas dentro
de um espaço de convívio coletivo. Para Vigotski, não se pode utilizar, como
principal determinante, a biologia para explicar o desenvolvimento da criança, sendo
esse desprovido de leis naturais universais pré-definidas pela genética e dado em
um contexto social e cultural. Leontiev e Elkonin tem pensamentos parecidos ao
concordarem que é preciso levar em consideração, principalmente, a relação da
criança com o meio e que a mesma é exclusiva para cada situação. Sendo a
definição de cultura, por Vigotski, tudo que foi criado e modificado pelo homem na
natureza, ele afirma que nesse processo de transformação do meio, o homem acaba
transformando sua própria conduta e que o domínio de tal conduta (como a atenção
voluntária, por exemplo) é caracterizado por uma função psicológica superior
exclusiva dos seres humanos. Esse domínio é dado pela significação (criação de
signos) e o principal signo é a linguagem, tendo, então, grande importância no
desenvolvimento psicológico. A significação é uma característica primariamente
social que depois é transferida para o interior do indivíduo, e esta é a lei genética
geral do desenvolvimento cultural, que o caracteriza como uma operação

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organizada. Leontiev e Vigotski concordam, então, que as aptidões exclusivamente


humanas, são adquiridas pela criança após introdução de signos e apropriação
cultural, não sendo transmitidas biologicamente. A apropriação cultural só é dada
com a mediação de outro indivíduo, sendo caracterizada por Leontiev como
educação. Logo, o ensino, como agente educador, não pode se basear na
maturação espontânea da criança nem na hereditariedade das funções psíquicas
superiores, mas na promoção de condições para que as mesmas se formem.
Desta forma, após análise do texto identifica-se que a escola é um dos
espaços sociais e educacionais fundamentais para que as crianças desenvolvam, a
partir do trabalho do professor, os princípios humanos éticos para serem bons
cidadãos na sociedade.

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2 RELATO DA ANÁLISE DO PROJETO POLÍTICO PEDAGÓGICO (PPP)

Uma proposta Pedagógica é o documento que define as intenções da escola


em realizar um trabalho de boa qualidade. Deve resultar de um desejo coletivo, ou
seja, do trabalho de todos os educadores que trabalham na escola.
Os componentes curriculares são organizados pelos sistemas educativos, em
forma de áreas de conhecimento, disciplinas, eixos temáticos, preservando-se a
especificidade dos diferentes campos do conhecimento.
Diante de um novo olhar para a avaliação, tanto no aspecto pedagógico como
no da legalidade, a escola infantil Villa Flora tem proporcionado momentos de estudo
e de discussão sobre o tema e que não se esgotou até o presente momento. A
avaliação deve permear todas as atividades pedagógicas, principalmente na relação
do professor com o aluno e no tratamento dos conhecimentos trabalhados. É
importante que os pais acompanhem o processo vivido pelos filhos, dialoguem com
a escola, assumam o que é de suas responsabilidades, sem que esta participação
signifique atribuir a eles a tarefa da escola. Em síntese, os procedimentos avaliativos
propostos pela escola e em consonância com a concepção de avaliação da
Secretaria Estadual da Educação do Estado de São Paulo ocorrem de forma
diagnóstica, processual e formativa.
O calendário escolar é o documento que organiza o período letivo,
estabelecendo as datas de matrículas, início e término das aulas, períodos de férias,
listando os feriados e recessos praticados pela escola e planejando os eventos que
serão realizados durante o ano. O calendário também é essencial para a distribuição
bimestral, trimestral ou semestral do conteúdo didático – a depender da forma como
a instituição organiza o seu currículo escolar – bem como para o planejamento das
avaliações. No caso das escolas públicas, o calendário escolar normalmente segue
a definição da Secretaria de Educação Estadual ou Municipal. Para as escolas
privadas, este documento deve ser validado anualmente com o Núcleo Regional de
Educação. Analisando o calendário escolar do colégio Villa Flora, consta 207 dias
letivos, dois períodos de férias totalizando em 50 dias, conta também com quatro
reuniões de pais, sendo uma em cada bimestre, além de quatro eventos sendo eles:
festa caipira, festa do dia dos pais, festa da primavera e festa da família.

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O conselho de classe consiste em uma reunião realizada regularmente a cada


bimestre, trimestre ou semestre, entre os professores, os coordenadores
pedagógicos e os diretores da escola. Nele, são analisados diversos aspectos do
desempenho dos alunos a fim de se deliberar a respeito de estratégias que poderão
trazer melhorias no processo pedagógico.
Muito além de representar um momento de discussão sobre alunos
específicos, levantando problemas e, em última instância, tomando decisões a
respeito da sua aprovação ou reprovação no final do ano, o conselho de classe
serve para debater uma ampla variedade de temas que concernem o desempenho
de toda a escola.
O colégio Villa Flora tem como plano de ação alguns projetos para
participação da comunidade escolar com oficinas pedagógicas, datas
comemorativas e outros. Sabemos que a grande maioria dos pais hoje em dia
trabalha e deixam seus filhos na escola o dia inteiro, não por opção, mas sim por
necessidade. Sendo assim o colégio Villa Flora viu a necessidade de desenvolver
um trabalho de interação escola/família para que os pais participem ativamente da
vida escolar de seus filhos, trazendo assim maior conforto para as crianças e mais
segurança aos pais em relação a escola. O colégio também conta com ambiente
acessível como, rampa de acesso, calçada, banheiros para deficientes e
portas/passagens com medidas exigidas, tudo isso para atender e incluir alguma
criança com necessidades especiais.

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3 RELATO DA ANÁLISE DE MATERIAIS DIDÁTICOS DA ESCOLA

Como o conhecimento é construído pela criança a través da interação com o


meio físico e social, e a constrói valores e regras de acordo com seu
desenvolvimento e seu processo nesta construção.
Com espaços amplos, favorecendo a liberdade de expressão, o andar, o
correr e o brincar das crianças. O mobiliário, brinquedos, materiais e equipamentos
são organizados de forma agradável, ao alcance das crianças, para que promova o
bem-estar das mesmas que o utilizam, podendo ser modificado de acordo com as
necessidades de cada faixa etária, a sim como de acordo com as diferentes
atividades realizadas no dia-a-dia.
Os resultados do trabalho educativo desenvolvido pela equipe deste centro de
educação infantil são de qualidade, satisfazendo as necessidades das crianças tanto
no educar como no cuidado, pois ambos são indissociáveis.
Referente a gestão escolar o PPP apresenta que Gestão é todo processo que
rege tomada de decisões, planejamento, execução, acompanhamento e avaliação
das questões administrativas e pedagógicas. É feita com a participação efetiva de
gestores, coordenadores, professores, pais e conselho escolar.
O trabalho pedagógico é desenvolvido por meio da metodologia de
projetos.
Um projeto surge conforme a necessidade, desejo ou problema concreto
percebido pela turma, desta forma é necessária constante observação feita pelo
professor que tem o papel de mediador na sala de aula para perceber o que está
despertando o interesse da criança. A organização do projeto é um documento no
qual o professor desenvolve e executa atividades, objetivos, que serão utilizados
para atingi-los e como serão avaliados os resultados. Pois auxilia na sistematização
do trabalho em etapas que serão cumpridas no decorrer do andamento do projeto.
Quanto aos aspectos didáticos observa -se que a professora expõe com
clareza e objetividade o s conteúdos, o trabalho realizado tem base interdisciplinar,
estimula a participação dos alunos, utilizando de vários recursos e técnicas como,
pintura, jogos, brincadeiras, musicas, o que permite à criança um melhor
conhecimento de si mesma.

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4 RELATO DA ENTREVISTA COM O PROFESSOR REGENTE

1. Nome completo do professor regente.


Ranielle Aparecida Borges de Oliveira.
2. Ano em que concluiu a graduação.
Junho de 2015.
3. Possui curso de especialização? Área do curso de especialização.
Sim, possui especialização em Educação Especial.
4. Tempo de magistério e locais de atuação.
Atua desde 2014, no colégio Villa Flora.
5. Participa de cursos de capacitação ou formação continuada? Citar os
últimos cursos realizados.
Sim, curso para certificação de coordenadores pedagógicos.
6. Visão sobre o ensino da respectiva disciplina.
Ensino mais dinâmico prezando por uma educação mais completa, de
forma lúdica, os alunos são estimulados a desenvolverem sua liderança.
7. Rotina de trabalho nas aulas.
É sabido que quanto menor é a criança, maior a necessidade de haver uma
rotina de seu dia na escola, ou seja, os pequenos precisam saber o que vai
acontecer em cada momento do período que passa na escola.
8. Como desenvolve atividades de ensino: Utiliza vídeos (filmes/ desenhos),
músicas, livros didáticos, computador, internet?
Utilizando narrações, HQs (histórias em quadrinhos), anúncios, filmes,
músicas e livro didático.
9. Costuma desenvolver atividades voltadas para temas específicos, como
“cultura afro-brasileira e africana” e “cultura indígena”, em sala de aula?
Com trabalhos de lendas indígenas e textos relacionados ao tema nas datas
especificas.
10. Recebe materiais de apoio enviados pela Secretaria Estadual de
Educação ou Secretaria Municipal de Educação para trabalhar os temas
citados? Relacionar os materiais.
Não.
11. Como trabalha os temas contemporâneos transversais nas aulas?

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Integração dos conteúdos com projetos, palestras, mascotes e filmes.

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5 RELATO DE REUNIÃO PEDAGÓGICA OU CONSELHO DE CLASSE

A reunião pedagógica ou conselho de classe ao longo do ano letivo


proporciona momentos de aprendizado tanto para equipe diretiva como para o
corpo docente, além de excelentes oportunidades para debater o currículo e
as estratégias metodológicas, aproximam pessoas que exercem diferentes
funções dentro da escola.
O Relato abaixo consiste em uma prática de Conselho de Classe aplicado
nos anos letivos de 2019. Enfatizando que até chegar neste formato, o Conselho
de Classe foi aperfeiçoado a cada nova reunião, uma vez que ao final sempre
houve a reflexão dos pontos falhos, a fim de corrigi-los para o próximo.
No Conselho de Classe, os professores reuniam-se juntamente com a direção e a
equipe pedagógica. A pauta do Conselho de Classe era apresentada. Antes de
iniciarmos cada Conselho de Classe deixávamos claro que o enfoque principal
não era a discussão de questões pessoais dos alunos, mas os problemas
apresentados no pré-conselho de classe, bem como a análise do processo de
avaliação aplicado no período. Os problemas apresentados no pré-conselho com
alunos e agentes educacionais eram então apresentados aos professores. Nos
primeiros conselhos realizados, deixamos claro que o objetivo do pré-conselho
com alunos e funcionários era a busca de melhoria do processo de ensino-
aprendizagem, a fim de obter uma visão mais ampla do todo, além de realizar um
trabalho preventivo contra eventuais problemas que interfiram neste processo.
Destacamos, também, o sentido do trabalho coletivo e da gestão democrática na
escola. Dessa forma, ficou claro para os professores que o objetivo do trabalho
não era perseguir profissionais - o que muitos pensavam - mas analisar os
problemas e buscar soluções. Com o tempo, a confiança se estabeleceu, não
havendo necessidade de tal explanação. Os professores, inclusive, gostavam
muito deste formato, enfatizando sua objetividade e funcionalidade na resolução
dos problemas. Assim, a reunião geralmente era iniciada com um apanhado geral
das respostas que os alunos apresentaram (a respeito das disciplinas que eles
vão bem), sem citar o nome das disciplinas. Evitávamos qualquer comentário
direcionado a determinado professor no coletivo. Nossa prática era avisar, neste
momento, que comentários específicos seriam realizados em particular. A partir

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de então, os problemas eram apresentados e os professores definiam


encaminhamentos em conjunto. Após as definições, apresentávamos os
problemas e as sugestões levantadas pelos professores no Pré-Conselho de
Classe. Apresentamos os gráficos de rendimento, os quais ao final da reunião
eram fixados na sala de professores para análise mais profunda do professor, e
enfatizamos que o objetivo deste era para que o professor realizasse uma auto
avaliação das práticas do 1o Bim/Trim em comparação as do 2o Bim/Trim. O
professor era convidado a analisar os motivos que fizeram a turma, em geral, a
decair ou a progredir, a fim de identificar e repetir as ações que surtiram bons
resultados. Por fim, apresentamos o nome dos alunos que obtiveram mais do que
três médias abaixo de 6,0 no período, solicitando para que todos os professores
anotassem seus nomes. Todas as decisões eram registradas em livro ata e
assinadas pelos presentes, colocando os nomes dos alunos que necessitavam de
maior atenção no próximo período, enfatizando as ações que seriam tomadas
para recuperá-los.

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6 RELATO DO LEVANTAMENTO DE MATERIAIS DE APOIO ESPECÍFICOS


PARA ABORDAGEM DOS TEMAS TRANSVERSAIS CONTEMPORÂNEOS

Diferentemente das matérias obrigatórias, os conteúdos abordados pelos


temas transversais não se dividem em ciclos, podendo ser tratados em qualquer
etapa do trabalho pedagógico. O MEC tem como ideia central que eles sejam
abordados de modo coordenado e interdisciplinar, visando que os estudantes
tenham uma percepção clara da importância destes assuntos dentro do contexto
social contemporâneo. Os temas transversais na escola visam mostrar que as
disciplinas não são isoladas e que existem relações com a organização social e o
que se aprende na escola.
A transversalidade, que, segundo Ribeiro (2013, p. 66), tem como proposta
a compreensão social da educação escolar, surge para aproximar os conteúdos
dos componentes curriculares convencionais à realidade do aluno. É uma
maneira de equiparar o conteúdo estudado no currículo desses componentes
curriculares com temas de relevância social, incluindo saberes extraescolares nas
discussões realizadas em sala de aula.
Para a execução da proposta dos temas transversais, os PCNs indicam a
elaboração de projetos, que são uma das formas de organizar o trabalho didático
e que podem integrar diferentes modos de organização curricular. Existem
múltiplas possibilidades de projetos que visem resultados voltados para a vida
comunitária, tais como os que envolvem a questão do lixo, o desperdício, a
necessidade de reciclagem e reaproveitamento de materiais, a qualidade
ambiental da comunidade, o que fazer em casa, na escola, no bairro, e que
podem ter resultados significativos na mudança de atitudes e práticas de todos os
envolvidos, sendo o principal deles o fato de que os alunos se vejam como
verdadeiros cidadãos.
Sobre os temas: Meio Ambiente, Economia, Saúde, Cidadania e Civismo,
Multiculturalismo e Ciência e Tecnologia a escola possui materiais de apoio
específicos para abordagem dos respectivos temas como computadores, filmes,
contação de histórias com mascotes dentre vários projetos. Porém, não possui
equipe multidisciplinar.

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7 RELATO DO PROCESSO DE IMPLANTAÇÃO DA BNCC NA ESCOLA

O primeiro passo para a implementação da Base Nacional Curricular é


a reformulação dos currículos das escolas, para que estes contemplem as
aprendizagens previstas na BNCC e nos documentos oficiais locais. Além de
compreender tudo aquilo que é Base comum, os novos currículos escolares
podem incluir práticas e conteúdos que estejam alinhados à realidade local da
instituição – a chamada parte diversificada. Para isso, é importante envolver
professores, pais e alunos durante a etapa de reelaboração curricular.
Com a homologação da Base Nacional Curricular, outro documento
que precisa passar por revisão nas escolas é o Projeto Político Pedagógico
(PPP). Essa revisão tem o objetivo de garantir que o projeto esteja de acordo
com as competências, conhecimentos e habilidades estabelecidas pela Base.
Este é o momento ideal para engajar a comunidade escolar na construção de
um PPP real, capaz de refletir a realidade e as ambições da escola.
Talvez o passo mais importante na implantação da Base seja a
formação do corpo docente, que deve ser prioridade em todas as instituições
de ensino desde o momento presente. Os professores são os responsáveis
por transportar as definições da BNCC para a realidade das turmas e salas de
aula. Para tanto, é preciso garantir que estejam preparados e seguros para
empreender essa missão. Deles é a responsabilidade de ensinar conforme as
orientações dos documentos oficiais, logo precisam conhecer a fundo a
natureza e a importância das mudanças propostas, bem como a forma como
esses documentos se traduzem em suas práticas pedagógicas.
Assim como as práticas pedagógicas, os materiais e recursos didáticos
utilizados em sala de aula também foram atualizados para que atendam às
expectativas da Base Nacional Curricular. As escolas precisam garantir que o
material disponibilizado aos estudantes esteja de acordo com a BNCC e os
novos currículos locais. Neste ponto, é importante o diálogo com o sistema de
ensino utilizado pela escola, para que esta, além de ter um material
atualizado, consiga extrair dele as práticas mais adequadas e com maior
potencial para essa nova realidade de ensino.

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Todas as transformações decorrentes da implementação da Base


Nacional Curricular devem ser comunicadas com clareza e transparência a
toda a comunidade escolar, em especial aos pais dos estudantes. É preciso
que todos estejam cientes da importância do documento para elevar a
qualidade da Educação Básica no país, assim como também é importante
que estejam cientes do próprio papel nesse processo. É necessário engajar a
comunidade escolar na transição para um modelo de ensino que deve formar
estudantes com habilidades e conhecimentos essenciais para uma realidade
que, assim como alunos, professores e o processo de ensino e
aprendizagem, está em constante transformação.

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8 RELATO DA ANÁLISE DOS INSTRUMENTOS AVALIATIVOS UTILIZADOS


PELO PROFESSOR

Nas instituições de ensino, é possível presenciar a existência de processos


avaliativos em diferentes âmbitos, desde avaliações que buscam medir o nível de
conhecimento e aprendizagem dos alunos, até processos que objetivam analisar
o desenvolvimento do trabalho do corpo docente e da equipe gestora. Nesta
dimensão, entende-se que a avaliação é um elemento de extrema importância
que, por sua vez, deveria possibilitar a visualização e compreensão, entre tantas
coisas, do caminho que tem sido percorrido pela escola e do processo de
funcionamento da mesma, a fim de fornecer subsídios para ações futuras de
todos os seus sujeitos.
No que se refere à Educação Infantil, a importância dada ao processo
avaliativo não deve ser diferente, a Educação Infantil constitui-se como uma etapa
da Educação Básica que deve contemplar um conjunto de aspectos próprios que
a qualificam como ambiente educativo. Dentre este conjunto de aspectos,
destacamos a avaliação como indicador de qualidade da prática docente e do
processo de aprendizagem e desenvolvimento das crianças de zero a cinco anos.
Durante o estágio nota-se que o acompanhamento do desenvolvimento das
crianças da creche e pré-escola é realizado por Nuances. Os portfólios, de cada
aluno, continham todas as atividades realizadas por eles: as “folhinhas” de
atividade escrita, as brincadeiras e os jogos realizados e as atividades na horta e
ao ar livre. Tais registros eram feitos por meio de desenhos e fotos. Pôde ser
observado, ainda, que os alunos não participavam da construção do seu portfólio
como um item a ser contemplado pela rotina. Assim a professora da classe
organizava todo o seu conteúdo, inclusive a parte estética e o acabamento dos
portfólios e os alunos só tinham contato com o material finalizado quando o
semestre acabava e estes eram entregues aos seus pais. Já a ficha de
observação era elaborada ao longo do período letivo, a partir de uma observação
sistematizada do dia a dia, na qual as professoras descreviam os progressos,
objetivos alcançados, as dificuldades encontradas por cada criança, além de
outras informações que julgavam relevantes para o processo de ensino-
aprendizagem. Esta ficha, posteriormente, era apresentada e discutida com os

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pais em reuniões. Não havia um modelo para a elaboração dessa ficha de


acompanhamento dos alunos, cada professora a elaborava de acordo com sua
concepção de avaliação, fato que implica no processo de ensino-aprendizagem,
uma vez que de acordo com a concepção adotada os instrumentos utilizados e as
finalidades do ato de avaliar são colocados em jogo. Importa ressaltar que a
avaliação deve ser utilizada para “perceber as necessidades dos alunos, planejar
o que fazer para ajudá-los a superá-las” (MENDES; MUNHOZ, 2007, p. 35).

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9 RELATO DA ANÁLISE DA ATUAÇÃO DA EQUIPE PEDAGÓGICA NO


ACOMPANHAMENTO DA DISCIPLINA

A Equipe Pedagógica é responsável pela coordenação das ações didático-


pedagógicas, que acontecem na instituição escolar. É um trabalho de liderança
que ajuda a escola a desempenhar melhor o seu processo de ensino-
aprendizagem, em função de uma educação de qualidade oferecida aos alunos.
Equipe Pedagógica Atender aos pais e alunos, orientando para um melhor
aproveitamento das atividades escolares. A Equipe Pedagógica é um órgão
responsável pela coordenação, implantação e implementação da Proposta
Pedagógica do Estabelecimento. A Equipe Pedagógica é composta por
Supervisor de Ensino, Orientador Educacional, Corpo Docente e Responsável
pela Biblioteca Escolar. A equipe pedagógica é responsável pela coordenação
das ações didático – pedagógicas que acontecem na instituição escolar. Funciona
como um elo que une as partes envolvidas no ensino e aprendizagem dos alunos,
estabelecendo uma ponte entre direção, professores, alunos e pais, formando
uma rede interligada por interesses comuns. É um trabalho de liderança que
ajuda a escola a desempenhar melhor o seu processo de ensino-aprendizagem,
em função de uma educação eficaz oferecida aos alunos. Também está entre
seus afazeres promover o crescimento daqueles com quem lida diretamente,
como professor e aluno.
A pesquisa realizada, demonstrou que o profissional “pedagogo”, encontra-
se em fragilização de seu papel em grande parte das escolas públicas estaduais
do Paraná. Somando-se a carência de ordem administrativa, material e humana
existente no interior das escolas, a falta de planejamento e organização dos
papéis contribui para a descaracterização do pedagogo e consequentemente dos
demais profissionais. É preciso definir com clareza a especificidade do trabalho,
distinguindo a competência das funções, de forma que cada integrante do grupo
seja comprometido, assumindo com coerência e responsabilidade suas ações,
vinculando-as ao resultado do processo ensino – aprendizagem. Nesse aspecto,
a presença do pedagogo é fundamental, pois é ele, que irá nortear as ações, que
deverão ter como princípio o Projeto Político-Pedagógico da escola. Não basta
apenas caracterizar a função do pedagogo. É preciso redimensionar esse

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profissional no interior da escola, de forma que o seu trabalho seja realmente


voltado à obtenção de melhores resultados no processo ensino - aprendizagem
que acontece na relação professor - aluno na sala de aula. Para isso, é preciso
criar condições que deem possibilidades ao pedagogo para pôr em prática o seu
referencial teórico, limitando o seu espaço de trabalho ao número e
características das turmas a serem atendidas, considerando o ideal, não o real.
Conforme pesquisa realizada, há escolas com um único profissional para o
atendimento a dez ou mais turmas no seu período de trabalho. Também deverá
ser levado em consideração a divisão do trabalho burocrático e atendimento às
demais questões pedagógicas. Soma-se aqui, a Educação Especial, que se
encontra no interior da escola, necessitando de uma proximidade maior do
pedagogo, tanto com relação ao encaminhamento, quanto ao acompanhamento
desses educandos. Para dar um atendimento condizente à realidade, este campo
exige um profissional com disponibilidade ao atendimento, não sendo dividido às
demais questões educacionais. É um trabalho que exige tempo integral do
pedagogo, pois tanto as tarefas práticas quanto as burocráticas são bastantes
elevadas e exigem dedicação contínua. Considerando ainda a diversidade de
formação profissional devido as reestruturações sofridas ao curso de pedagogia
ao longo do tempo, podendo limitar a atuação deste profissional no campo
educacional atual é necessário também criar espaços para estudos no próprio
ambiente de trabalho, buscando na teoria, a partir da prática responder as
questões relevantes ao seu papel na escola. Para isso, é importante direcionar
um cronograma que atenda tal necessidade por meio de horas - estudos,
garantindo ao pedagogo a sua formação continuada em serviço. No entanto,
sugere-se que outras pesquisas sejam realizadas, tendo como referencial o papel
do pedagogo e as demais funções pedagógicas e administrativas, incluindo os
profissionais que exercem funções a nível de Ensino Médio, também
considerados “educadores”, podendo contribuir para uma melhor organização do
trabalho pedagógico, porém, parecem alheios às questões pedagógicas e
resistentes à participação nas discussões e tomada de decisões.

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10 RELATO DA OBSERVAÇÃO

A observação foi realizada na série Pré-Escolar Turma II, no período


vespertino. A professora não apresentou nenhuma dificuldade para atingir os
objetivos como docente da educação infantil. Os dados após termos concluídos o
estágio, revelaram o profissionalismo da docência, como um momento
extremamente importante para nós.
Durante todo momento, a professora demonstrou ser profissional em sua
área. Disponibilizou materiais adequados para as atividades, explicando de forma
carinhosa e eficaz.
A forma de aprendizagem que presenciamos, faz com que o aluno obtenha
conhecimentos e descobertas de forma prazerosa, facilitando seu aprendizado.
Domina também os conceitos, as questões e os paradigmas que
estruturam os saberes no seio de uma disciplina, pois sem esse domínio, a
capacidade de reconstruir um planejamento didático a partir dos alunos e dos
acontecimentos encontra-se enfraquecida. Entretanto, mesmo que a escola
proponha uma reescrita dos programas nesse sentido, deve-se tomar o cuidado
em não permanecerem como letra morta, pois muitos professores não estão
preparados para um trabalho tão importante.
Verifiquei que a professora deixa o aluno se apaixonar pelo conhecimento,
transmitindo a sua própria paixão, mas infelizmente nem todos os professores são
apaixonados ou não partilham seu amor. É preciso entender que somente a
paixão pessoal não basta, o professor precisa saber estabelecer uma
cumplicidade e uma solidariedade na busca do conhecimento. Ele deve buscar
com seus alunos deixando de lado a imagem de professor “que sabe tudo”,
aceitando mostrar suas próprias ignorâncias, não cedendo à tentação de
interpretar a comédia do domínio, não colocando sempre o conhecimento ao lado
da razão, da preparação para o futuro e do êxito.
Kramer (1994), afirma que os professores devem estar em permanente
formação, pois assim terão a oportunidade de “construir” e “reconstruir” suas
práticas pedagógicas.
Observar os alunos na Educação Infantil foi de grande importância, e com
certeza enriqueceu mais ainda nossos conhecimentos.

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Os alunos demonstraram iniciativas para fazer perguntas e resolver suas


dúvidas. Algumas crianças apresentavam mais interesses que as outras ao
realizarem suas atividades, precisando assim do nosso apoio.
No momento em que eram entregues as atividades, a maioria dos alunos
se concentrava totalmente, conseguindo assim realizar os exercícios com muito
capricho.
Os alunos utilizavam materiais variados para realizar as atividades como,
giz de cera, lápis de cor, colagem e outros muitos criativos. O comportamento do
grupo no início foi interessante. No início, eles ficaram muitos curiosos como a
minha presença, observando tempo todo.
O relacionamento entre as crianças apresentou total harmonia, facilitando
assim o aprendizado entre eles. No final da aula todos só queriam brincar, ficando
todos impacientes não permanecendo sentados. Durante as atividades, no
intervalo das atividades e no recreio compartilhavam seus brinquedos que traziam
de casa. Percebi que durante todas as atividades, os alunos participavam com
muito entusiasmo. A professora colava as atividades para casa em seus
caderninhos.

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11 PLANOS DE AULA

Plano de Aula
Escola Escola Infantil Villa Flora
Professor regente Roberta Feiteiro
Professor estagiário Edilaine de Souza Alves
Disciplina Língua Portuguesa
Série Jardim
Turma II
Período Vespertino
Conteúdo Vogais
Objetivos Objetivo Geral:
Possibilitar as crianças a interagir com diversos saberes e usufruir
dessa aprendizagem no decorrer da sua vida.
Objetivos Específicos:
Reconhecer as vogais através de fichas, musicas, brincadeiras
com dado e pescaria;
Possibilitar o desenvolvimento da linguagem oral através das
músicas das vogais;
Estimular o gosto pela música;
Desenvolver a coordenação viso-motor e a interação entre
aluno/professor através da brincadeira “Pescaria das vogais”;
Desenvolver a expressão corporal com a brincadeira da “Dança da
Cadeira”.
Metodologia Aula expositiva e dialogada das vogais;
Apresentação de cartazes com figuras ilustrativas representando
as vogais;
Cantar a música das vogais gesticulando de maneira lúdica;
Oração de agradecimento;
Brincadeira com o dado das vogais;
Pescaria das vogais;
Brincadeira da “Dança da cadeira”.
Recursos Cartazes;
Dado;
CD;
Som;
Vara;
Peixe de papel;

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Cola;
Tesoura;
Fita Adesiva;
Arame;
Cartolina;
Pirulito;
Balinha;
Sacola plástica;
Areia;
Bacia.
Avaliação Esse plano de aula tem como finalidade auxilia as crianças em seu
desenvolvimento afetivo, intelectual, moral, cultural e social.
As atividades didáticas serão ministradas de maneira lúdica
proporcionando-lhe momentos de análise, de lógica de percepção
visual, dentre outros aspectos. A educação pelo lúdico leva a uma
aprendizagem espontânea, a um maior interesse e ao aumento da
autoconfiança.
A criança necessita de estímulos e oportunidades que alimentem o
seu impulso natural de curiosidade. Dessa forma estarei utilizando
recursos variados, como objetos concretos, cantigas, cartazes,
jogos e brincadeiras.
Referencias BOUQUET, Graça. Letramento Divertido: Alfabetização. 1. ed. Belo
Horizonte: Editora FAPI, 2008.

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12 RELATO DA APRESENTAÇÃO DOS PLANOS DE AULA AO PROFESSOR

As observações de aulas contribuem para identificar os comportamentos de


alunos e professores nos processos de ensino e aprendizagem, bem como perceber
a relação professor-aluno, os métodos e técnicas utilizadas e os fenômenos
ocorridos em sala de aula. Torna-se uma prática essencial ao estagiário, por
apresentar um exemplo de prática profissional que pode ser problematizado em
suas análises. Enquanto observa aulas e o processo de reflexão sobre essas
observações, o estagiário pode aprender sobre como agir em determinadas
situações, como trabalhar com dificuldades de aprendizagem, metodologias e
estratégias de ensino que se adequam melhor a cada conteúdo e turma, como
resolver conflitos, como estabelecer relações interpessoais com colegas de
profissão e alunos. A regência de classe é o momento em que o estagiário estará
ministrando as aulas, com um conteúdo definido junto aos professores (supervisor e
orientador), mas estando sob responsabilidade do estagiário planejar as aulas,
definir a metodologia de ensino a ser trabalhada, desenvolver as atividades em
classe e avaliar a aprendizagem dos estudantes, enfim é a etapa em que ele
assume o papel do professor, ainda que sob supervisão e orientação externa. O
período de regências de classe contribui para o desenvolvimento de diversos
elementos fundantes da profissão professor, aliando teoria e prática de modo a
propiciar o desenvolvimento de habilidades e competências próprias ao processo de
ensino de conteúdos, de estabelecimento de relações pessoais e profissionais com
os diversos sujeitos relacionados ao processo ensino-aprendizagem. Na prática das
atividades do estágio, o estagiário pode refletir sobre os pontos positivos e negativos
encontrados em sala de aula, visando ter uma maior compreensão sobre a mesma.
Para Pimenta e Lima (2008), o aprendizado de Página | 265 ACTIO, Curitiba, v. 2, n.
1, p. 263-281, jan./jul. 2017. qualquer profissão é prático e esse conhecimento pode
ocorrer a partir de observação, em que o futuro professor irá repetir aquilo que ele
avalia como bom ou viável, resultando num processo de escolhas. Tudo isso é um
grande desafio, pois durante o estágio o licenciando aprende na prática sobre o
convívio da sala de aula, tendo a responsabilidade de planejar como serão as aulas
ministradas por ele, qual metodologia de ensino será utilizada, a organização das
aulas, quanto ao tempo e as atividades realizadas com os alunos, de que forma

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serão feitas as explicações e como será feita a verificação do aprendizado dos


alunos. Dentre as aulas ministradas pelo estagiário podem ocorrer diversas
situações como, por exemplo, indisciplina dos alunos e falta de materiais. Diante
disso, cabe ao estagiário aprender como solucionar esses problemas que também
ocorrem ao longo da prática profissional de professores já formados.

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13 RELATO DA REGÊNCIA

ESCOLA Escola Infatil Villa Flora

DATA 07/04/2020

Identificação da TURNO Vespertino


Aula
SERIE E TURMA Jardim II

CONTEÚDO Vogais

PROFESSOR REGENTE Roberta F. B. Lima

A aula foi iniciada com a apresentação do professor estagiário aos


DESCRIÇÃO alunos. Após, comentou-se brevemente com os alunos o projeto do
DA AULA estágio. Em seguida, dei início à aula, durante a aula expositiva
busquei sempre interagir com os alunos, fazendo-lhes perguntas que
incitavam a reflexão sobre o conteúdo proposto e tentava trazê-los
se concentrarem na aula. Os alunos participaram ativamente da aula
responderam às perguntas que lhes foram feitas, e não se
acanharam em opinar sobre o conteúdo.
A aula desse dia ocorreu muito bem. Os alunos participaram da aula,
REFLEXÃO interagiram entre si e comigo (o professor estagiário) e
SOBRE A desenvolveram as atividades propostas. Não houve nenhum
AULA contratempo inesperado que pudesse atrapalhar o andamento a
aula. Da minha parte, tudo correu muito bem, pois consegui cumprir
o plano de aula exatamente como havia planejado. Foi uma aula
muito gratificante, uma aula que aconteceu.

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CONSIDERAÇÕES FINAIS

A experiência do Estágio Supervisionado em Educação Infantil realizado na


Creche Municipal Maria Laura da Silva Pinheiro foi gratificante e de grande
importância, de maneira que contribuiu para minha prática pedagógica, pois foi
possível colocar em prática todos os conhecimentos adquiridos durante o curso de
pedagogia. Porém, despertei mais ainda o interesse em desenvolver uma
aprendizagem significativa, inovadora e criativa, ocupando um lugar de um agente
de transformações junto às crianças. Pois elas são seres sociais que nascem
completos, isto é, com capacidades afetivas, emocional cognitivas. E essas crianças
necessitam de todo afeto e dinamicidade para desenvolver seu conhecimento e
habilidades.
No entanto, considerando-se os aspectos observados e vivenciados no tempo
do estágio supervisionado na educação infantil, comprova-se que é uma etapa
crucial para a formação docente, juntamente com as experiências a conquistadas,
fortalecerá a base da pratica educativa, nesse aspecto nos conduz a realidade da
pratica docente. Essa experiência proporcionou uma ampla visão do que será
trabalha a realidade do dia a dia escolar das crianças, juntando a teoria com a
pratica docente. Despertando-nos a refletir sobre os vários conflitos que iremos bater
de frente na educação.

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REFERÊNCIAS

Uma contribuição à teoria do desenvolvimento da psique infantil. In:


VIGOTSKI, L. S.; LURIA, A. R.; LEONTIEV, A. N. Linguagem, desenvolvimento e
aprendizagem. 9.ed. São Paulo: Ícone, 2001a.

Os princípios psicológicos da brincadeira pré-escolar. In: VI-GOTSKI, L. S.;


LURIA, A. R.; LEONTIEV, A. N. Linguagem, desenvolvimento e aprendizagem. 9.ed.
São Paulo: Ícone, 2001b.

MARTINS, LM., and DUARTE, N., orgs. Formação de professores: limites


contemporâneos e alternativas necessárias [online]. São Paulo: Editora UNESP; São
Paulo: Cultura Acadêmica, 2010. 191 p.

MENEZES, Ebenezer Takuno de; SANTOS, Thais Helena dos. Verbete temas
transversais. Dicionário Interativo da Educação Brasileira - Educabrasil. São Paulo:
Midiamix, 2001. Disponível em: <https://www.educabrasil.com.br/temas-transversais/
>. Acesso em: 19 de abr. 2020.

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