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PROFESORADO DE GRADO UNIVERSITARIO EN PORTUGUÉS

TALLER DE COMPRENSIÓN Y PRODUCCIÓN DE TEXTOS ESCRITOS EN PORTUGUÉS (MÓDULO


II)
Prof. Mgter. Adriana E. Suarez

Aluno: Cairo, Analía Celina. Bom trabalho. Nota 90%

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ESTUDO DA HISTÓRIA INFANTIL

Uma vez escolhida a história a ser contada, passamos a estudá-la, (poderia ser
ponto e vírgula ou ponto seguido) isso não significa que devemos decorá-la
textualmente. Aliás, essa é uma dificuldade que alguns contadores alegam (dois
pontos) “não consigo decorar a história direito”, (poderia ser ponto e vírgula ou
ponto seguido) nem é preciso preocupar-se com isso. Estudar uma história é,
em primeiro lugar, divertir-se com ela, captar a mensagem que nela está
implícita e, em seguida, após algumas leituras, identificar os seus elementos
essenciais. Isto é, que constituem a sua estrutura.
Prof. Adriana E. Suarez

A introdução, (nunca separar sujeito do verbo) é a parte inicial, (poderia se


evitar essa vírgula) preparatória. Tem por objetivo localizar o entrecho da
história no tempo e no espaço. Apresentar os principais personagens e
caracterizá-los (isso não é uma oração independente porque não tem verbo
conjugado). Deve ser curta e dar as informações necessárias para facilitar a
compreensão do que se vai escutar.
A sucessão de episódios, os conflitos que surgem e a ação dos personagens,
formam o enredo. Esses episódios devem ser apresentados numa sequência
bem ordenada, mantendo-se a expectativa até alcançar o clímax. É importante
destacar, no enredo, o que é essencial e o que são detalhes. O essencial, deve
ser contado na íntegra, e os detalhes podem fluir por conta da criatividade do
narrador no momento.
Numa história bem produzida, o ponto culminante, (não separar sujeito do
verbo, jamais) surge como uma resultante de todos os acontecimentos que
formam o enredo: uma boa narrativa com enredo bem imaginado, (não separar
sujeito do verbo, jamais) apresenta vários pontos emocionantes: (maiúscula
não segue os dois pontos) Após o clímax com os ouvintes suficientemente
emocionados, nada mais de importante ocorre e a narrativa encaminha-se para
o desfecho(poderia ser dois pontos ou ponto seguido) a história acaba.
Referência:
COELHO, Betty. Contar histórias: uma arte sem idade. 10 ed. São Paulo: Ática, 1999, pp. 21-
24.

Prof. Adriana E. Suarez