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Data de Receção 17 de dezembro de 2019

Responsável Elsa Coelho

Avaliação
Observações

Agrupamento de Escolas de Padre Benjamim Salgado

Curso Profissional Técnico Auxiliar de Saúde

“Ante-projeto da PAP”
2019/2020

Encontro
Envelhecimento de
Ativo Saberes
Envelhecimento Ativo

Ana Rodrigues
Diana Filipa Silva
DianaAna Rodrigues
Silva
Gabriela Simões
Diana Filipa Silva

Diana Silva

Gabriela Simões

dezembro, 2019
June, 2020
[Escreva o título do documento]

Índice

1. INTRODUÇÃO.......................................................................................................6

2. ENVELHECIMENTO ATIVO...................................................................................7
2.1 PROMOÇÃO DA SAÚDE DOS IDOSOS........................................................................9
2.2 PAPEL DO TÉCNICO AUXILIAR DE SAÚDE (TAS) NA PRESTAÇÃO DE CUIDADOS AOS
IDOSOS........................................................................................................................11

3. OBJETIVOS......................................................................................................... 13
3.1 OBJETIVOS GERAIS................................................................................................13
3.2 OBJETIVOS ESPECÍFICOS.......................................................................................13

4. ATIVIDADES E CALENDARIZAÇÃO..................................................................14
4.1 ENCONTROS (CON)VIDA.........................................................................................14
4.2 FEIRA DA SAÚDE....................................................................................................14

5. CONCLUSÃO.......................................................................................................17

6. WEBLIOGRAFIA..................................................................................................18

7. LISTA DE SIGLAS E ACRÓNIMOS.....................................................................20

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Índice de Gráficos

Gráfico 1 - Evolução da proporção de jovens e idosos no Mundo, 1960-2050………..7

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Índice de Tabelas

Tabela 1 - Tabela de orçamento da PAP de Encontro de Saberes - Envelhecimento


Ativo………………………………………………………………………….………………...16

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1. Introdução

A Prova de Aptidão Profissional (PAP) é uma prova executada, ao longo do


ano letivo, pelos alunos do ensino profissional como forma de concluírem o curso.
Deste modo, esta deve ser apresentada e divulgada perante um júri, pelo qual
seremos avaliadas, individualmente, mesmo tendo realizado um trabalho em grupo.

No âmbito deste projeto foi-nos proposto o tema “Envelhecimento Ativo”. Sendo


esta temática de interesse para o grupo o principal objetivo é Promover o
Envelhecimento Ativo com os idosos do ATC Casa de Giestais, Centro Social de Brito,
Centro Social da Paróquia de Castelões e Centro de Dia de Pousada.

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2. Envelhecimento Ativo

Em Portugal, o envelhecimento é uma realidade bem evidente e, segundo o


Instituto Nacional de Estatística (INE), a situação pode vir a reforçar-se nas próximas
décadas. Este aumento da esperança média de vida da população portuguesa deve-
se, essencialmente, ao aumento da sobrevivência em idades avançadas promovido
por vários fatores.

Segundo a Organização Mundial de Saúde (OMS, 2002), a proporção de


pessoas acima de 60 anos está a crescer rapidamente em todo o mundo. Este cenário
também é visível em Portugal. O número de idosos, nos próximos 25 anos, poderá
ultrapassar o dobro de jovens (Instituto Nacional de Estatística – INE, 2007). Segundo
dados mais recentes do INE (2010), o cenário confirma-se com um continuado
envelhecimento demográfico, numa relação de 118 idosos por cada 100 jovens.

Gráfico 1 - Evolução da proporção de jovens e idosos no mundo,1960-2050

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A OMS adotou o termo de “envelhecimento ativo” no final dos anos 90. A


Organização Mundial de Saúde (OMS) define Envelhecimento ativo como sendo um
processo de optimização das oportunidades para a saúde, participação e segurança,
para melhorar a qualidade de vida das pessoas à medida que envelhecem. Desta
forma o envelhecimento ativo representa muito mais do que a habilidade de se manter
fisicamente ativo.

O envelhecimento deve ser vivido de uma forma ativa (OMS, 2005). Para esta
organização há três pilares basilares em que se apoia o envelhecimento ativo: saúde,
segurança e participação (OMS, 2005), sendo a saúde o bem-estar físico, mental e
social é importante evitar os fatores de risco que interferem no aparecimento das
doenças crónicas e no declínio funcional. Por sua vez quando os fatores de proteção
são elevados, as pessoas beneficiam de uma melhor qualidade de vida, são capazes
de cuidar de si, mantendo-se mais saudáveis. À medida que vão envelhecendo as
pessoas idosas precisam de tratamentos médicos constantes e de serviços
assistenciais, por vezes onerosos.

A segurança que as políticas e os programas abordam diz respeito às


necessidades e aos direitos das pessoas idosas à segurança social, física e financeira.
Ficam assim, asseguradas a proteção, a dignidade e o auxílio às pessoas idosas que
não se podem sustentar e proteger (OMS, 2005).

A participação está relacionada com a educação, as políticas sociais de saúde


e os programas que apoiam a participação na íntegra em atividades sociais, culturais e
espirituais, de acordo com os direitos humanos, as capacidades, as necessidades e
vontades das pessoas contribuem para que continuem a ter um desempenho na
sociedade com atividades não remuneradas enquanto envelhecem (OMS, 2005).É
importante salientar que a OMS (2005) associa o termo “ativo” não somente à
capacidade de estar fisicamente ativo. Assim, o envelhecimento ativo tem como
objetivo “aumentar a expectativa de uma vida saudável e a qualidade de vida para
todas as pessoas” que se encontram neste processo (OMS, 2005).

O envelhecimento ativo também preconiza que as pessoas idosas participem


na sociedade de acordo com as suas necessidades, desejos e capacidades. Para
além disto, também propicia proteção, segurança e cuidados adequados quando
necessários (OMS, 2005).

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Com o avançar da idade a maioria das pessoas idosas reduzem a sua


participação na comunidade, o que pode originar sentimentos de solidão e
desvalorização, com efeitos ao nível da integração social e familiar, e ao nível da
saúde física e psíquica. A velhice caracteriza-se pela mudança de papéis e pela perda
de alguns deles, tais como a perda do estatuto profissional, mudança nas relações
familiares e nas redes sociais (Figueiredo, 2007). Essas mudanças são inevitáveis
pois a velhice é uma etapa especialmente intensa de perdas afectivas (perda de
papéis, filhos que saem de casa, reforma, viuvez, etc.)

Neto (1993 cit. por Melo e Neto, 2003) menciona que a satisfação com a vida
está negativamente ligada com a solidão. Estudos empíricos comprovaram que as
pessoas que estão mais satisfeitas com a vida encontram-se habitualmente melhor
adaptadas e libertas de patologias.

Segundo Ribeiro e Paúl (2011) a segurança está associada ao local de


residência do idoso, ao meio ambiente e, essencialmente, aos climas sociais de não
violência na sua comunidade. Já a participação, envolve os grupos sociais onde as
pessoas idosas estão inseridas. Por isso, para um envelhecimento bem-sucedido é
essencial a presença da família e dos amigos, assim como o envolvimento no
exercício da cidadania e uma participação ativa nos diferentes contextos sociais
(Ribeiro e Paúl, 2011).

Como refere Ferreira (2009) o envelhecimento ativo aplica-se a toda a


comunidade e tem como objetivo principal aumentar a espectativa de uma vida
saudável e de qualidade. Para isso é necessário que os indivíduos entendam o seu
potencial para o seu bem- estar físico, social e mental, proporcionando deste modo a
participação ativa das pessoas idosas, nas questões económicas, culturais, espirituais
e cívicas.

2.1 Promoção da saúde dos idosos

Segundo Zimerman (2000) envelhecer é simplesmente passar para uma nova


fase da vida, que deve ser vivida da forma mais positiva, saudável e feliz possível.
Considerando a promoção da saúde como um processo que permite aos indivíduos
controlarem a sua saúde e melhorá-la e que a prevenção de doenças engloba a
prevenção e o tratamento das mesmas.

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Na prevenção estão incluídos os três níveis: primária, em que o enfoque está


em evitar ou remover fatores de risco; secundária, que visa a detenção precoce de
problemas de saúde e terciária, que pretende limitar a progressão da doença e evitar
ou diminuir as consequências ou complicações (OMS, 2002).

Mesmo implementando medidas na área da promoção da saúde e prevenção


de doenças, os indivíduos aumentam o seu risco de desenvolver doenças. Daí surge a
necessidade dos serviços curativos, pois são indispensáveis nesta fase do ciclo de
vida, sendo a área de eleição os cuidados de saúde primários (OMS, 2005). À medida
que a população envelhece novas necessidades de saúde emergem decorrentes do
aumento de doenças crónicas, entre outras. Assim, o consumo de medicamentos que
retardem e tratem as doenças crónicas, aliviem a dor e melhorem a qualidade de vida
também continua a aumentar.

A partir do momento em que a qualidade de vida passou ser vista como um


indicador de adaptação ao envelhecimento, surgiu uma crescente preocupação e
investigação no âmbito da qualidade de vida das pessoas idosas. Também o
crescente envelhecimento da população tem vindo a fomentar o interesse por esta
temática (Paúl e Fonseca, 2005).

Jacob (2007) ao fazer uma revisão de estudos sobre a qualidade de vida dos
idosos observou que esta está depende sobretudo dos seguintes determinantes: a)
possuir autonomia para executar as atividades do dia-a-dia; b) manter uma relação
familiar e/ou com o exterior regular; c) ter recursos económicos suficientes; e d)
realizar actividades lúdicas e recreativas constantemente.

A promoção da saúde é muito mais do que uma atividade, é uma estratégia


bem definida que, através de programas educacionais visa a “melhoria dos estilos de
vida individuais, influenciando escolhas pessoais realizadas num contexto social”
(Frank-Stromborg, M et al: 1998).

A promoção da saúde “é uma intervenção conjunta e integrada sobre o


indivíduo e o meio envolvente em que nasce, cresce, vive, respira, trabalha, consome
e se relaciona”. Os determinantes comportamentais estão associados aos estilos de
vida saudáveis e ao cuidar da saúde como bem essencial ao longo de todo o ciclo de
vida. Compreendem: o consumo do tabaco; a atividade física; a alimentação saudável,
a saúde oral; o álcool e a gestão do regime medicamentoso (OMS, 2005). O uso de
tabaco é prejudicial em qualquer idade.

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Fumar aumenta o risco de aparecimento de doenças, como também, pode


levar a perdas da capacidade funcional. Este comportamento tem repercussões
graves nos fumadores e nos não fumadores que estão expostos ao fumo,
nomeadamente pessoas que sofram de asma ou de outros problemas respiratórios
(OMS, 2002).

A atividade física é muito importante, nomeadamente na vida da pessoa idosa,


pois além de se sentirem úteis na sociedade adquirem mais autonomia nas suas
atividades de vida diárias. A atividade física é também considerada uma mais valia
para as pessoas alcançarem um envelhecimento bem-sucedido. Mas, é de salientar
que o conceito de atividade inclui não só a atividade física, como também, a atividade
mental (Sé, 2009).

O exercício e a estimulação das capacidades cognitivas nas pessoas idosas


têm importância, uma vez que, apesar de não fazerem desaparecer as diferenças de
idade, tendem a contribuir para um declínio mais tardio do que as capacidades não
exercitadas (Denney, 1982, cit por Fonseca, 2006).

Uma grande aliada da atividade física é a alimentação saudável. A alimentação


saudável é muito importante para a qualidade de vida e bem-estar das pessoas.
Relativamente às pessoas idosas, estes problemas podem ter diversas causas: baixos
recursos sócio económicos, dificuldade em angariar alimentos, falta de informação e
conhecimento sobre nutrição, doenças e uso de medicamentos, perda de dentes,
isolamento social, deficiências cognitivas ou físicas que as impede de comprar comida
e/ou prepará-la, situações de emergência e falta de atividade física (OMS, 2006). Para
se ter uma alimentação adequada e saudável tem é importante preservar a saúde oral.

O desafio atual da promoção da saúde do idoso é pensar em estratégias para


favorecer a ideia de viver mais e melhor, e para proporcionar uma qualidade de vida
superior.

2.2 Papel do Técnico Auxiliar de Saúde (TAS) na prestação de


cuidados aos idosos

O/A Técnico/a Auxiliar de Saúde é o/a profissional que auxilia na prestação de


cuidados de saúde aos utentes, na recolha e transporte de amostras biológicas, na
limpeza, higienização e transporte de roupas, materiais e equipamentos, na limpeza e

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higienização dos espaços e no apoio logístico e administrativo das diferentes unidades


e serviços de saúde, sob orientações do profissional de saúde.

O TAS tem algumas funções no âmbito do envelhecimento ativo como por


exemplo: contribuir para o combate à solidão e ao isolamento dos seniores,
incentivando o convívio e a participação; valorizar os conhecimentos dos seniores e
reforçar o seu papel na comunidade realizando atividades, aumentando assim a sua
autoestima e diminuindo os sintomas de exclusão social; promover e manter a saúde,
prevenindo assim a doença; integrar a pessoa em idade avançada na sua própria
comunidade, tornando-a o mais independente possível em contacto com pessoas de
todas as idades, promovendo relações interpessoais; destacar os aspetos preventivos
do envelhecimento prematuro e da promoção da saúde; incentivar, encorajar e
estimular o idoso a continuar a fazer planos, ter ambições e inspirações; contribuir
para o ajustamento psico-emocional do idoso e da sua expressão social; desenvolver
habilidades adaptativas visando auxiliar o indivíduo a atingir o grau máximo possível
de autonomia no ambiente social, doméstico, de trabalho e de lazer, tornando-o
produtivo na vida.

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3. Objetivos

No âmbito da PAP establecemos alguns objetivos: gerais e específicos

3.1 Objetivos Gerais

Determinamos alguns objetivos gerais para a nossa Prova de Aptidão Profissional:

 Estimular cognitivamente os idosos;


 Prevenir o isolamento social dos idosos;
 Promover o convívio intergeracional.

3.2 Objetivos Específicos

Estipulamos alguns objetivos específicos:

 Estimular a concentração dos idosos,


 Estimular o raciocínio dos idosos;
 Estimular a memória;
 Promover o convívio intergeracional e a socialização entre os idosos;

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4. Atividades e Calendarização

4.1 Encontros (con)Vida

Na realização desta atividade "Encontros (con)Vida" pretendemos ir a alguns


lares, nomeadamente ao Lar de Brito, ao Lar de Castelões e ao Lar de Giestais com o
objetivo de conhecer os idosos e criarmos, de certa forma, afinidade. Pretendemos
também realizar atividades com eles de maneira a promover o envelhecimento ativo,
momentos de lazer e fazer com que se distraiam das mágoas que a vida lhes deu.

Ao Lar de Brito pretendemos ir duas vezes, a primeira vez nos dias 25 e 26 de


fevereiro com o intuito de juntamente com os idosos preparar o desfile de carnaval e
as suas respetivas máscaras. A segunda vez será no dia 13 de maio (Aparição aos
Pastorinhos). Nesta atividade iremos realizar uma peça de teatro alusiva ao dia e, no
final, entregar uma dezena a cada idoso.

No dia 12 de março pretendemos ir ao Lar de Giestais realizar a atividade “O


meu sonho é…”. Nesta atividade os idosos terão de escrever o seu sonho num papel
e tirar uma fotografia para posteriormente expor na escola.

No dia 29 de abril iremos também ao Lar de Castelões celebrar o Dia Mundial


da Dança. Nesta atividade temos planeado criar uma coreografia juntamente com os
idosos e no final elaborar um cartaz alusivo ao dia que ficará para a instituição.

Os "Encontros (con)Vida" pretendem criar laços com os idosos que irão estar
presentes na Feira da Saúde.

4.2 Feira da Saúde

A atividade principal da Prova de Aptidão Profissional realizar-se-á no dia 4 de


junho (quinta-feira). A Feira da Saúde consiste numa feira relacionada com o Curso
Profissional Técnico/a Auxiliar de Saúde onde cada grupo de PAP elaborará projetos
para serem apresentados neste dia.

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No âmbito da nossa PAP traremos idosos de três lares (Lar de Brito, Lar de
Castelões e o Lar de Giestias) e ainda traremos um grupo de idosos do centro de dia
de Pousada de Saramagos.

Esta atividade tem como objetivos o convívio e a socialização entre os idosos,


a diversão entre eles, o desenvolvimento do espírito de trabalho em equipa e ainda o
convívio e a diversificação de saberes entre as diversas gerações presentes.

As PAP´s, Alimentação Saudável e Socorrismo/ Doenças Súbitas ficarão


responsáveis pelos idosos de centro dia para a realização das suas atividades. No
período que estivermos com os idosos dos diferentes lares iremos realizar algumas
atividades com eles, as quais consistem na divisão pelos postos existentes de acordo
com as atividades que vão ser realizadas pelas outras PAP´s.

A nossa PAP terá uma tenda " Animação ao Idoso ", sendo que esta estará
dividida em duas partes, uma parte que se destina à pintura e outra parte à fotografia.
Na parte da pintura o principal objetivo é o desenvolvimento da criatividade e das
capacidades de concentração através da pintura, assim como o seu raciocínio
abstrato. Na parte da fotografia teremos acessórios, os quais os idosos poderão
enriquecer as suas fotografias usando os mesmos. O principal objetivo é a promoção
do sorriso de cada um e estimular as emoções e a área cognitiva.

Apesar da Feira da Saúde ser uma atividade realizada no âmbito das Provas
de Aptidão Profissional do 3º ano do Curso Técnico/a Auxiliar de Saúde esta será
aberta à comunidade educativa e à comunidade em geral.

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Para estas atividades pretendemos utilizar alguns materiais que serão


posteriormente cedidos pela escola.

O pedido de orçamento contempla os recursos que se seguem:

Tabela 1 - Tabela de orçamento da PAP de Encontro de Saberes- Envelhecimento Ativo

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5. Conclusão

Com a realização da PAP pretendemos atingir todos os objetivos propostos.


Concretizaremos algumas atividades, com o intuito de promover estilos de vida
saudáveis, não deixando que os idosos se isolem. Pretendemos ainda promover o
envelhecimento ativo mostrando à sociedade que os idosos por terem uma idade
avançada não significa que não tenham valor.

"Saber envelhecer é a obra-prima da sabedoria e um dos capítulos mais difíceis na


grande arte de viver." (Herman Melville).

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6. Webliografia

 AZEVEDO, M. (2015). O ENVELHECIMENTO ATIVO E A QUALIDADE DE


VIDA: UMA REVISÃO INTEGRATIVA. Porto Escola Superior De Enfermagem
Do Porto [Consult. 29 nov. 2019]. Disponível na Internet:
https://comum.rcaap.pt/bitstream/10400.26/10776/1/marta%2020%20de
%20abril%20-%20tese%20final%20-%20pdf.pdf;
 CABRAL, M. & FERREIRA, P. (2017), Envelhecimento Activo em Portugal, (s.
ed.), Lisboa: © Fundação Francisco Manuel dos Santos;
 DIREÇÃO-GERAL DA SAÚDE. Envelhecimento activo. Direção-Geral da
Saúde web site, [Consult. 26 nov. 2019]. Disponível na Internet:
https://www.dgs.pt/paginas-de-sistema/saude-de-a-a-z/saude-do-idoso.aspx;
 FERREIRA, Anna. A Qualidade de Vida em Idosos em Diferentes Contextos
Habitacionais: A Perspectiva do Próprio e do Seu Cuidador. Dissertação de
Mestrado, Faculdade de Psicologia e Ciências da Educação, Universidade de
Lisboa, 2009;
 FIGUEIREDO, L. (2007). Cuidados familiares ao idoso dependente. Lisboa:
Climepsi Editores;
 FONSECA, António. O envelhecimento. Uma abordagem psicológica. [Em
linha]. Lisboa: • Universidade Católica Editora, 2006. [Consult. 26 nov. 2019].
Disponível na Internet: URL:
http://www.uceditora.ucp.pt/resources/Documentos/UCEditora/Indices/2007/8_
O%20Envelhecimento.pdf ;
 FONSECA, A. M., Paúl, C., Martin, I. e Amado, J. (2005). Condição
psicossocial de idosos rurais numa aldeia do interior de Portugal. Em, C. Paúl e
A. Fonseca (Eds), Envelhecer em Portugal: Psicologia, Saúde e Prestação de
Cuidados (pp. 97-108). Lisboa: Climepsi;
 JACOB, L. (2007). Animação de idosos: actividades. Porto: Âmbar;
 MELO, L. & NETO, F. (2003). Aspectos psicossociais dos idosos em meio
rural: solidão, satisfação com a vida e locus de controlo. Psicologia, Educação
e Cultura. III, 1, 107- 121;
 ORGANIZAÇÃO MUNDIAL DE SAÚDE (OMS) - Envelhecimento Ativo: Uma
política de Saúde: [Em linha]. Brasília: OMS, 2005. [Consult. 26 nov. 2019].

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Disponível na Internet: URL:


http://www.bvsms.saude.gov.br/bvs/publicacoes/envelhecimento_ativo.pdf;
 ORGANIZAÇÃO MUNDIAL DE SAÚDE (OMS). Envelhecimento ativo: um
projeto de política de saúde: [Em linha]. Madrid: OMS, 2002. [Consult. 26 nov.
2019]. Disponível na Internet <URL: http://www.google.pt/url?
sa=t&rct=j&q=&esrc=s&source=web&cd=1&ved=0CCkQFjAA&url=http%3A
%2F%2Fwww.crdeunati.uerj.br%2Fdoc_gov%2Fdestaque
%2FMadri.doc&ei=woiRU_r8NPL50gW7rYGQAw&usg=AFQ>;
 ORGANIZAÇÃO MUNDIAL DE SAÚDE (OMS) - Envelhecimento ativo. Um
Projeto de Política de Saúde: [Em linha]. Madrid: OMS,2006. [Consult. 26 nov.
de 2019]. Disponível na Internet: URL:
http://www.crdeunati.uerj.br/doc_gov/destaque/Madri.doc;
 RAMIRO, J. (2012) Envelhecimento e dinâmicas sociais (s. ed.). Local:
Coimbra Editora. [Consult. 26 nov. 2019]. Disponível
em:http://www4.fe.uc.pt/fontes/trabalhos/2012021.pdf;
 RIBEIRO, Óscar; PAÚL, Constança. Manual de envelhecimento. Lisboa: Lidel
Edições técnica, Lda, 2011.ISBN 978-972-75-77-392;
 SÉ, Elisandra. Caminhos para uma velhice bem-sucedida. [Em linha]. 2009,
[Consult. 26 nov. 2019], Disponível na Internet: <URL
http://www2.uol.com.br/vyaestelar/velhice_bem_sucedida.htm>;
 TEIXEIRA, L. (2010). SOLIDÃO, DEPRESSÃO E QUALIDADE DE VIDA EM
IDOSOS: UM ESTUDO AVALIATIVO EXPLORATÓRIO E IMPLEMENTAÇÃO-
PILOTO DE UM PROGRAMA DE INTERVENÇÃO. Lisboa. Universidade De
Lisboa- Faculdade De Psicologia. [Consult. 29 nov. 2019], Disponível na
Internet:
https://repositorio.ul.pt/bitstream/10451/2608/1/ulfp037460_tm_tese.pdf;
 ZIMERMAN, G. I. (2000). Velhice, aspectos biopsicossociais. Porto Alegre:
Artemed Editora.

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7. Lista de Siglas e Acrónimos

"ATC" - Associação Teatro Construção;

"INE" - Instituto Nacional de Estatística;

"OMS" - Organização Mundial da Saúde;

"PAP" - Prova de Aptidão Profissional;

"TAS" - Técnico Auxiliar de Saúde.

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