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Nome: Agina Pedro Januário

Cadeira: Direito dos contratos

Ano: 4°ano / Turma:4L7LDR1CJE

Código de estudante: 2017131137

1.a) O direito dos contratos são institutos do direito das obrigações que tem a ver com o
estudo da sua parte especial, ou seja o direito dos contratos visa estudar a parte geral dos
contratos ocupando-se assim dos princípios que norteiam os contratos onde podemos
encontrar com destaque o principio da obrigatoriedade, o principio da boa-fé, o
principio do concetualismo por ai em diante, se ocupando de igual forma com a
formação, características, efeitos do contrato e as suas devidas particularidades, sem se
esquecer dos requisitos a serem observados para o garante da validade e eficácia do
contrato, ainda no que toca a validade e eficácia destacam-se a observância da forma
legalmente prevista se for o caso e a capacidade para contratar, e por fim temos a
questão da analise que deve ser feita ao objecto, a tipicidade dos contratos e os sujeitos
que nele entrevem, devendo este sempre assentar na lei e conformar-se com ela.

2. a) O princípio da boa-fé, a boa-fé pode ser objectiva ou subjectivas, a boa-fé


subejectiva consiste num estado psicológico de ignorância da ante juridicidade ou do
potencial ofensivo, isto é encontramos aqui uma espécie de crença interna onde existe
desconhecimento de uma determinada situação, já a boa fé objectiva é uma regra de
conduta comportamental que se espera que um individuo assuma portanto, no âmbito
contratual se espera uma atitude de confiança da contraparte, esperando que esta aga de
forma correcta e leal, sem causar danos a mesma, não deixando de informa-la e sem
criar danos a sua expectativa, tendo-se de agir com ética nas relações jurídicas ate o
adimplemento do contrato, sem em nenhum momento prosseguir com intenções danosas
a contraparte segundo artigo 227 do código civil, ainda visa a boa fé objectiva promover
a solidariedade que a propósito é um principio constitucional que vai na direção da
função contratual, alem de entregar lacunas contratuais conforme estabelece o artigo
239 do código civil. Importa salientar que este princípio se encontra refletido em varias
partes do código civil, passo a fazer referência dos dispositivos legais artigo 612
seguindo a interpretação ao contrário senso, artigo 762,243 e 1260.
b) O princípio da liberdade contratual vem conceder as partes a liberdade de fixação de
conteúdo ao contratar, onde estes além de fixarem de livre ânimo o contudo ao
contratarem no contrato podem escolher qualquer forma de contrato que lhes provier,
fixo ou não no código civil segundo o artigo 405 do código civil, a observar esta
disposição pode-se logo na primeira parte verificar uma limitação, onde a lei estabelece
que a fixação do conteúdo tanto como a escolha do contrato a celebrar deve ser dentro
dos limites da lei, estas limitações incluem o respeito pela ordem publica que consta do
artigo 280n 2 do código civil, a ordem publica é composta por um conjunto de valores
inerentes aa um estado ou uma sociedade, com isso não devem ser violados pela
celebração do contrato e caso haja violação o mesmo pode ser nulo, e as partes estão
obrigadas a indicar um objecto negocial que seja legal e valido conforme estabelece o
artigo sito a cima no seu numero 2, outra limitação e a questão da forma que consta do
artigo 219, se a lei estabelecer uma determinada forma apesar da liberdade contratual
esta deve ser observada imperativamente, com isso concluir que o principio da liberdade
contratual não é absoluto devido os limites expostos por mi a cima.

3.
AF
BF
CF
DF
EF

4. a) Mário um estudante da São Tomas com varias mensalidades atrasadas, já no fim


do semestre sente-se ameaçado na medida em que poderá não realizar os exames nem
ter acesso as notas, se não sanar a divida, com esta situação a vista resolve solicitar a
sua colega Yara para o facilitar o valor que ele necessita para sanar a divida, o valor é
correspondente 50 000,00mt. Explicado a situação em que se encontrava, a Yara
resolveu emprestar-lhe o dinheiro com a condição do mesmo colocar a disposição dela
algo que garantisse que o mesmo havia de pagar a divida, o Mário concordou e mostrou
disponibilidade em entregar o seu iphone 10 max que iria garantir a divida, então
traduziram isso por escrito onde ambos assinaram, contudo foi estabelecido um prazo de
30 dias para o mesmo devolver o valor emprestado, foi de mútuo consenso decidido que
o telemóvel ficaria com o Mário ate a data do pagamento do devido. Com tudo a Yara
colocou a disposição o valor solicitado pelo Mário. Passado 25 dias depois do
empréstimo a Yara encontrava-se a relaxar na piscina da sua casa, quando chegou a
amiga Arlete a informa-la que Mário pretendia vender o telemóvel que assegurava a
divida, e que o mesmo estava a negociar com o primo da Arlete a venda do telemóvel,
na quele exato momento em casa da Arlete, que por acaso e vizinha da Yara, tendo a
Yara de imediato saído da piscina sem nem sequer trocou de roupa e se dirigido a casa
da Arlete, onde encontrará o primo de Arlete já a fazer a conta do dinheiro para a
compra do telemóvel. Com isto de imediato a Yara confrontou o Mário sobre a venda
do telemóvel visto que, assegurava a divida, o Mário simplesmente disse que o prazo
ainda não havia espirado que o telefone ainda lhe pertence e o vendera ao primo da
Arlete, foi neste instante que a Yara se viu desesperada e com receio de nunca mas ser
paga, arrancou forçosamente das mãos do Mário o telemóvel em causa, temendo que a
chagada da data do cumprimento da obrigação o Mário já não tenha fundos para sanar a
divida contraída.

b) Os sujeitos dessa relação jurídica são a Yara como sujeito activo e o Mário como
sujeito passivo.
O objecto são os 50 000, 00 mt que fôramos emprestados ao Mário
O facto é o contrato de mútuo celebrado entre Mário e Yara
Garantia é o telemóvel que assegura divida