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FILOSOFIA

Arthur Schopenhauer

Publicado por Natália Cruz – Última atualização: 15/10/2018

Índice Vídeo-aula

1) Introdução

2) Filoso a e Pensamentos O Pensamento de


Schopenhauer |
3) O mundo como vontade e representação Curta! Academia
4) Principais In uências 4m01s 1 de 1

5) Exercícios

Introdução
O polonês Arthur Schopenhauer nasceu em 1788 e faleceu na Alemanha em 1860. De uma família de
negociantes, Schopenhauer foi estimulado desde cedo a seguir o mesmo caminho pro ssional. Por conta disso,
sua formação inicial tinha o foco no mundo dos negócios e vendas.

Não satisfeito com a vida pro ssional projetada para ele, Schopenhauer matricula-se em Filoso a na
Universidade de Berlim, onde permanece até a obtenção do doutorado. Nos primeiros anos ligados à loso a,
Schopenhauer dedica seus pensamentos para a questão da existência humana e os problemas do homem.

Os escritos de Schopenhauer garantem a ele a alcunha de “cavaleiro solitário”. Schopenhauer despertou


antipatia no mundo acadêmico pelas críticas feitas a Hegel, a quem chamava de obtuso, charlatão e banal. As
obras do polonês ganharam destaque apenas após sua morte.

Filoso a e Pensamentos
Durante a vida, Schopenhauer dedicou-se aos pensamentos sobre a existência e problemas do homem, que
foram destaques no início da carreira. As obras do polonês foram bastante criticadas, pois foi o primeiro lósofo
ocidental a incluir pensamentos budistas e hinduístas em sua loso a, o que despertou a descon ança dos
leitores e duras críticas por pensadores da época.

No decorrer de sua obra, o lósofo apresenta o mundo como uma representação individual com uma série de
representações distintas e especí cas criadas por cada indivíduo. Em outras palavras, o mundo é repleto de
representações criadas de maneira individual.

Com isso, a essência das coisas só é encontrada através do que o autor chama de insight intuitivo, que pode ser
de nido como uma iluminação que mostra a cada indivíduo de maneira especí ca a essência de cada coisa e
acontecimento existente.

Em boa parte da obra de Schopenhauer, nota-se a in uência do idealismo transcendental kantiano. A partir
dessa linha de pensamento, o polonês apresenta discussões sobre a vontade do ser humano de continuar
vivendo, já que a morte é o único acontecimento do qual o homem não pode escapar.

Schopenhauer conclui que o corpo humano é o único objeto que o homem conhece verdadeiramente. Como
somos o próprio corpo, o reconhecemos de dentro, estamos inseridos nele, portanto nossa visão sobre nosso
próprio corpo é interna. Assim, o eu, o indivíduo interior caracteriza a vontade de viver, mesmo sabendo da
morte. Nosso instinto de sobrevivência é cego e pouco racional, pois o indivíduo busca sempre sua
sobrevivência.

A vontade de não viver pode se manifestar em alguns seres humanos e é somente conseguida com a nolontade,
d d d d ã i
nome dado para a vontade de não viver.

Schopenhauer fala também sobre o nirvana, estado total e sublime da felicidade, conseguido através da fuga da
realidade, jejum, silêncio, castidade e renúncia de tudo aquilo que é real. A vida é uma oscilação entre momentos
de tédio e sofrimento e felicidade passageira, por isso as abdicações são necessárias para a chegada ao
nirvana.

Basicamente as questões ligadas à vida, como a vontade de viver, a vontade de não viver e a felicidade em seu
estado mais sublime, o sofrimento, o tédio são os pontos chave da loso a e dos pensamentos de
Schopenhauer.

O mundo como vontade e representação


O livro “O mundo Como Vontade e Representação” é considerado a obra prima schopenhaueriana. Na obra
lançada pela primeira vez 1818 e posteriormente revisada e ampliada em 1844, Schopenhauer toma como ponto
de partida as obras de Kant.

O mundo kantiano é concebido de forma dualista e com a realidade mostrada em dois aspectos: o suscetível de
ser experimentado e percebido pelo homem e aquele que não pode nem ser experimentado e não é suscetível.

Schopenhauer concorda com a existência de um mundo dualista, no entanto, a realidade também é constituída
por acontecimentos, por fenômenos. Para que exista diferença, Schopenhauer a rma que é preciso existir tempo
e espaço, que pos sua vez, são categorias ligadas à concepção humana de mundo.

Schopenhauer aponta que os fenômenos são manifestações do que chama de coisa-em-si. A coisa-em si é uma
representação vista e percebida através da vontade de cada ser humano e é segundo a visão schopenhaueriana,
experienciável.

Nesse ponto, a ideia de mundo sensível aproxima-se do budismo e hinduísmo, que considera o mundo sensível,
chamado de maya, o responsável por mascarar uma realidade transcendente.

Principais In uências
Apesar de bastante criticado pelos autores de seu tempo, as obras de Schopenhauer serviram de base para os
escritos de importantes lósofos e contaram também com a in uência de vários pensadores anteriores ao
polonês.

Principais In uenciadores

Immanuel Kant: idealismo transcendental;


Friedrich Nietzsche: niilismo;
Spinoza.

Principais In uenciados

Sigmund Freud: análise da repressão;


Albert Einstein;
Karl Popper;
Max Horkheimer;
Max Wittgenstein.

Exercícios

EXERCÍCIO 1
(Quero Bolsa)

De acordo com a loso a de Schopenhauer, a vontade se manifesta no ser humano a partir:

A - de seu querer consciente do mundo.

B - de seu desejo de reprodução e seu instinto de sobrevivência.

C - de sua consciência imanente de si mesmo e do mundo.

D - da sua autopreservação, desvinculada da espécie.

E - da sua autopreservação e a morte de todos os membros de sua espécie, pois a vontade se manifesta
enquanto luta de todos contra todos.

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