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Caminho sempre nos leva de um lugar para o outro.

Esse espaço de transição que,


conhecido ou não percorremos em nossas vidas rumo à um objetivo.
Caminhos que se apresentam com pedras, flores, surpresas, pessoas, vivências.

Há em nossa jornada de caminheiros, aquele ou aqueles momentos em que a


dúvida surge, ensejando conflitos, questionamentos, e nos encontramos em uma
verdadeira encruzilhada, convidando-nos à decisão, ou sentarmos a pensar, rever
objetivos e metas. Por vezes não refletimos e deparamo-nos com erosões, essas
corrosões naturais ou provocadas por nós mesmos ( e por outros) durante o
caminhar, como consequência de atitudes impulsivas, distraídas ou da ação
nefastas de mentes em desalinho.
Há caminhos que nos conduzem a pantanais perigosos, onde nos deixamos levar
por comodismo, fraqueza, vícios, conflitos. 
Outros que nos afastam de pessoas e coisas que amamos, ou as afastam de nós. De
perigos, de sonhos e pesadelos.
Há caminhos que servem para a reflexão, o refazimento e depois tomamos novo
rumo;
Há caminhos ocultos que percorremos e esses mesmos que pessoas de nosso
convívio percorrem, sem que o saibamos.
Há o caminho da vitória pessoal, e esse é nosso, intransferível.
Qual via devo seguir ?
Um caminho dá ideia de saída, mas para onde leva ? É preciso traçar um roteiro ,
organizar-se.
Quando certos de nossa meta, vencemos passo a passo as surpresas que surgem.
A carta 22 traz esse simbolismo de transição ou estagnação, pois posso andar ou
sentar, vislumbrando as diversas opções ao meu redor. É a busca ou dispersão por
algo que nos ilude, encanta.
Tudo depende de nós. Mas como fazer ?
Conhecer o lugar e então definir que rumo tomar.
Onde estão os caminhos que vislumbramos ?. 
Em um jogo, analisar : qual o lugar (contexto) ?
Observar as cartas que indicam o meio onde tudo se apresenta. 
Há uma escolha, um fim ou um começo, um fato, um alguém que toma um rumo.
Uma saída ou bloqueio que nos  pede retornar e recomeçar ( a famosa expressão
“estou em um beco sem saída”).

Na Escola Brasileira é uma carta que se apresenta sob influência do Orixá Ogun, rei
de Irê, senhor da guerra,  do ferro, que sempre aventurou-se desbravando lugares.
Rege todos os caminhos, que domina juntamente  com Exu, regente das
encruzilhadas, o encontro de vários caminhos. À Ogun recorremos na guerra, na
indecisão, pedindo proteção na caminhada.
Caminhos que se apresentam novos, caminhos que percorremos, sejam quais
forem, diante de perdas e ganhos, nos levando à nossa meta existencial .
Caminhemos portanto!

Esse é um conteúdo do blog Conversas Cartomânticas. Para ler mais


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