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E SCOLA S ECUNDÁRIA DE F RANCISCO

R ODRIGUES L OBO
11º Ano de Escolaridade - Ensino Secundário - T U R M A A, E

29 de abril de 2016

PROVA ESCRITA DE BIOLOGIA E GEOLOGIA

PROF. MARIA ISABEL ROLDÃO


GRUPO I – Formação do carvão

O carvão constitui uma das principais fontes de energia para a nossa sociedade. Enquanto combustível,
o carvão possibilitou a Revolução Industrial e o desenvolvimento rápido das sociedades.
A queima do carvão e de outros combustíveis tem originado um aumento da libertação de dióxido de
carbono para a atmosfera, cujos impactes ainda não são totalmente conhecidos.
O carvão é muito rico em energia e pode conter vestígios de minerais, tais como a caulinite, a pirite, o
quartzo, a calcopirite e a galena.
A figura I.1 apresenta a sequência de formação de uma série de estratos, contendo carvão.

Figura I.1

1. O carvão é essencialmente formado a partir da […] de material de origem vegetal que evolui ao longo
de milhões de anos, com […] em carbono. (5 pontos)
A. […] diagénese […] empobrecimento.
B. […] metamorfização […] enriquecimento.
C. […] diagénese […] enriquecimento.
D. […] metamorfização […] empobrecimento.

2. Os carvões encontram-se frequentemente sob a forma de um estrato, que pode ser definido como uma
camada distinta […]. (5 pontos)
A. […] de sedimentos que se depositam na posição horizontal, podendo sofrer alterações na sua
posição ao longo do tempo, sob ação de forças tectónicas.
B. […] resultante da deposição, na posição horizontal, de rochas magmáticas intrusivas.
C. […] resultante da deposição, na posição horizontal, de rochas provenientes do metamorfismo de
contacto.
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D. […] de sedimentos que se depositam na posição horizontal mantendo a sua horizontalidade sempre
inalterada ao longo do tempo, sob ação de forças tectónicas.

3. Um mineral é um sólido […] que possui uma estrutura interna ordenada e uma composição química
[…]. (5 pontos)
A. […] orgânico natural […] variável.
B. […] inorgânico […] variável.
C. […] orgânico natural […] definida.
D. […] inorgânico natural […] definida.

4. A dureza de um mineral refere-se à resistência que apresenta ao risco. Assim, o mineral granada, com
grau de dureza 6,5 a 7,5 […]. (5 pontos)
A. […] risca a ortóclase (dureza 6) e é riscado pelo topázio (dureza 8).
B. […] risca e é riscado pelo diamante.
C. […] é riscado pela faca (dureza 7) e pelo vidro (dureza 5,5).
D. […] é riscado pelo corindo (dureza 9) e pela moeda (dureza 3,5).
5. Ordene as letras de A a E de modo a reconstituir uma possível sequência cronológica dos
acontecimentos relacionados com a formação de carvões. (5 pontos)
A. A hulha é transformada na antracite, em resultado do aumento das condições de pressão e
temperatura.-5
B. Formação de turfa, onde ainda são visíveis restos vegetais.-4
C. A matéria vegetal fóssil fica sujeita a condições redutoras, próximas das anaeróbias.-2
D. Expulsão de elevadas quantidades de água, aumento do teor em carbono e libertação de voláteis.-3
E. Acumulação, em zonas pantanosas, de matéria fóssil vegetal, formando camadas espessas.-1

6. Classifique como verdadeira (V) ou falsa (F) cada uma das seguintes afirmações relativas ao ciclo das
rochas. (10 pontos)
A. O aumento da pressão e temperatura com a profundidade não provoca alterações da textura das
rochas.-F
B. A deposição sucessiva de sedimentos provoca compactação e afundamento das camadas, que
sofrem litificação formando rochas sedimentares consolidadas.-V
C. As rochas magmáticas intrusivas apresentam cristais que podem ser distinguidos à vista
desarmada, resultado do arrefecimento lento do magma.-V
D. Os minerais das rochas magmáticas intrusivas sofrem meteorização quando expostos às condições
de pressão e de temperatura da superfície terrestre.-V
E. Os processos de metamorfismo e magmatismo estão dependentes da energia solar e da energia
interna da Terra.-F
F. Na formação de rochas metamórficas ocorre recristalização de minerais no estado sólido. -V
G. As rochas magmáticas são sempre formadas diretamente a partir de sedimentos.-F
H. As rochas plutónicas quando afloram sofrem a ação dos agentes da dinâmica externa podendo, por
isso, originar rochas metamórficas.-F

7. Explique a importância da presença de água no ambiente de formação dos carvões. (10 pontos)

GRUPO II – O vulcão Bardarbunga


O vulcão Bardarbunga localiza-se na Islândia, por baixo de 850 metros de gelo do maior glaciar da
Europa. Corresponde a uma elevação com 2000 m acima do nível do mar, cuja caldeira tem 11 km de
comprimento, tendo a sua identificação só sido possível a partir de imagens de satélite.
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O vulcão está associado a um ponto quente na região e a um rifte que atravessa a ilha. No dia 29 de
agosto de 2014, entrou em erupção, emitindo grandes volumes de lava de composição basáltica ao longo de
seis meses, originando a maior erupção da Islândia nos últimos 230 anos. Para além da lava, foram emitidos
volumes significativos de gases, muito ricos em dióxido de enxofre.
A existência de uma vasta rede de sismómetros e de estações GPS (registam a posição e as variações
topográficas) forneceram dados em tempo real acerca da movimentação do magma em profundidade nesta
região da Islândia. A atividade sísmica iniciou-se em 2007, mas em agosto de 2014 sofreu modificações: os
sismos tornaram-se mais frequentes (chegaram a ocorrer milhares de sismos por dia), com maiores
magnitudes (máxima 5,7) e com frequências que indicavam a movimentação de magma em profundidade e o
abatimento da caldeira do Bardarbunga na ordem das dezenas de metros.
Os dados permitiram verificar a injeção de magma num dique magmático (formação ígnea intrusiva de
forma tabular) com 46 km de comprimento, cerca de 17,5 km de altura e 0,5 a 5 m de largura. Este exemplo
permitiu estudar a formação de nova crusta ao longo de muitos quilómetros a partir de um rifte, um evento
raro e de difícil observação. A propagação do dique só parou quando o magma ascendeu e atingiu a
superfície, na região de Holuhraun, originando um manto de lava.

Figura II.1 – Localização do vulcão Bardarbunga e mapa de epicentros de 16 a 27 de agosto de 2014.

Os cientistas ainda não conhecem com detalhe o fluxo de magma em profundidade, mas um dos
modelos que defendem encontra-se representado na figura II.2.

Figura II.2

1. Após o início da atividade sísmica intensa, no dia 16 de agosto de 2014, verificou-se que […]. (5 pontos)
A. […] ocorreu elevação da caldeira do vulcão, com a injeção de magma num dique com orientação N-
NE.
B. […] o vulcão Bardarbunga não entrou em erupção.

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C. […] ocorreu uma erupção explosiva.


D. […] ocorreu subsidência da caldeira do vulcão, com a injeção de magma num dique com orientação
N-NE.

2. A formação de nova crusta como a que está representada no exemplo islandês ocorre em limites […],
associado a magmas que tendem a ser […] em sílica. (5 pontos)
A. […] convergentes […] ricos.
B. […] divergentes […] pobres.
C. […] divergentes […] ricos.
D. […] convergentes […] pobres.

3. Os dados sísmicos e de GPS permitiram […]. (5 pontos)


A. […] acompanhar a formação de crusta a partir de um rifte.
B. […] estudar a estrutura do solo.
C. […] detetar a presença do vulcão Bardarbunga.
D. […] elaborar planos de proteção contra tsunamis.
4. A existência de um glaciar por cima do vulcão Bardarbunga […]. (5 pontos)
A. […] reduz o risco de erupção, uma vez que o gelo, ao derreter e entrar em contacto com o magma,
bloqueia a erupção.
B. […] facilita a ocorrência de uma erupção.
C. […] aumenta o risco de uma erupção explosiva.
D. […] aumenta o risco de uma erupção efusiva.

5. O vulcão Grímsvötn localiza-se próximo do vulcão Bardarbunga e é um dos mais ativos da Islândia. Os
instrumentos de GPS instalados neste vulcão permitiram, em 2011, detetar a subida da caldeira do
vulcão e prever, com uma hora de antecedência, uma erupção violenta, desviando o tráfego aéreo que
passava por cima do vulcão.
Explique a importância da evolução tecnológica na minimização dos riscos vulcânicos. (10 pontos)

GRUPO III – Maciço de Sintra


O maciço eruptivo de Sintra (MES) está relacionado com a abertura do oceano Atlântico, de sul para
norte. Uma vez que as Placas Euro-Asiática e Norte-Americana se encontravam unidas e que o Atlântico não
se encontrava totalmente aberto, um braço de mar insinuava-se, de sul para norte, constituindo a Bacia
Lusitânica, onde as formações sedimentares se foram depositando.
A história geológica desta região começa com a deposição de sedimentos em meio marinho profundo.
Devido ao preenchimento da bacia por sedimentos e a variações do nível do mar, o ambiente de deposição
evoluiu sucessivamente, no decurso do Mesozoico, para marinho menos profundo, recifal, laguno-marinho,
fluvial e lacustre. As rochas magmáticas geradas a grandes profundidades, há cerca de 80 M.a.,
metamorfizaram as formações sedimentares do Mesozoico. Posteriormente, estas foram erodidas, ficando a
descoberto o núcleo ígneo, que se encontra atualmente acima das plataformas sedimentares que o rodeiam A
figura III.1 representa, sem relações de escala, um corte geológico da região.

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Figura III.1 – Corte geológico da serra de Sintra

As rochas ígneas que o constituem distribuem-se por um núcleo de natureza sienítica envolvido por um
largo anel granítico e um anel descontínuo de rochas gabrodioríticas que separa, a sul, o sienito do granito
(figura III.2). O MES é cortado por uma densa rede de filões de natureza muito variável (doleritos, andesitos,
traquitos e riólitos).
As rochas ígneas do MES apresentam dimensões macroscopicamente analisáveis, estando as rochas de
grão muito fino confinadas à rede de filões e a alguns locais da periferia do maciço.
Os sienitos são rochas em que
identificamos macroscopicamente quartzo,
em quantidade inferior a 20% do total da
rocha em volume e feldspato alcalino em
percentagem superior ou igual à plagióclase
sódico-cálcica. A este conjunto associa-se,
biotite e outros minerais só diagnosticáveis
ao microscópio petrográfico.

Figura III-2 - Mapa geológico simplificado do


maciço eruptivo de Sintra.

1. De entre as rochas sedimentares (figura III.1), a deposição mais […] da unidade de conglomerados
permite inferir que houve […] da energia do agente transportador. (5 pontos)
A. […] recente […] diminuição.
B. […] antiga […] aumento.
C. […] recente […] aumento.
D. […] antiga […] diminuição.

2. Ordene as letras de A a F, que se referem a acontecimentos ocorridos na região da atual serra de Sintra,
de modo a reconstituir a sequência cronológica desses acontecimentos. Inicie a ordenação pela afirmação
[A]. (5 pontos)
A. Formação da Bacia Lusitânica.
B. Instalação da intrusão magmática.
C. Formação da auréola de metamorfismo.
D. Fossilização das pegadas dos dinossauros.
E. Ocorrência de uma falha.
F. Deposição de sedimentos em meio marinho.

3. Foi possível reconstituir o paleoambiente do Mesozóico na serra de Sintra, devido à […]. (5 pontos)

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A. […] existência de fósseis de fácies na região.


B. […] ocorrência de rochas magmáticas.
C. […] existência de fósseis de idade na região.
D. […] ocorrência de fenómenos de metamorfismo.

4. As principais rochas do MES apresentam textura […], o que sugere a sua formação […]. (5 pontos)
A. […] afanítica […] à superfície.
B. […] afanítica […] em profundidade.
C. […] fanerítica […] em profundidade.
D. […] fanerítica […] à superfície.

5. Os sienitos do MES, tendo em conta a sua cor, podem ser classificados como […]. (5 pontos)
A. […] melanocratas, devido à predominância de feldspatos e minerais ricos em sílica.
B. […] melanocratas, devido à predominância de minerais ferromagnesianos.
C. […] mesocratas, visto que existe um equilíbrio entre minerais félsicos e máficos.
D. […] leucocratas, devido à predominância de minerais félsicos.

6. Relativamente à percentagem em sílica, o diorito é uma rocha […]. (5 pontos)


A. […] intermédia e o gabro é uma rocha ácida.
B. […] básica e gabro é um rocha ácida.
C. […] ácida e o gabro é uma rocha intermédia.
D. […] intermédia e gabro é um rocha básica.
7. Na composição mineralógica do gabro deverá predominar a presença de minerais de temperatura de fusão
[…]. (5 pontos)
A. […] baixa, como quartzo, biotite e plagióclases cálcicas.
B. […] mais elevada, como olivinas, anfíbolas e plagióclases cálcicas.
C. […] mais elevada, como moscovite, quartzo e plagióclases sódicas.
D. […] baixa, como anfíbolas, piroxenas e plagióclases sódicas.

8. A sua origem mantélica sugere que o magma original que iniciou a formação do MES era do tipo […].
(5 pontos)
A. […] andesítico, relacionado com a presença de um ponto quente.
B. […] riolítico, que, por diferenciação, originou os sienitos e os gabros.
C. […] andesítico, formado devido à presença de água.
D. […] basáltico, que sofreu diferenciação posterior.

9. A cristalização fracionada é um dos processos responsáveis pela diferenciação magmática. No decurso da


cristalização, um magma […]. (5 pontos)
A. […] andesítico origina anortite e biotite.
B. […] basáltico origina quartzo e moscovite.
C. […] andesítico origina olivina e piroxena.
D. […] basáltico origina olivina e piroxena.

10. As rochas de composição basáltica são muito suscetíveis à meteorização pois […]. (5 pontos)
A. […] os minerais formados a elevadas temperaturas sofrem modificações químicas e mecânicas de
forma mais intensa.
B. […] os minerais ferromagnesianos são mais estáveis que os restantes minerais das rochas basálticas.
C. […] as rochas encontram-se expostas a condições ambientais mais adversas que outras rochas
magmáticas de composição distinta.
D. […] possuem minerais mais estáveis a condições de temperatura, humidade e pressão superficiais.

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11. Os granitos do MES apresentam forte alteração, transformando-se num areão grosseiro explorado em
saibreiras, locais de extração de saibro (mistura de argila e areia, para preparação de argamassa).
Explique os fenómenos envolvidos neste processo. (10 pontos)

GRUPO IV – VALE TIFÓNICO DAS CALDAS DA RAINHA


A região de Caldas da Rainha, do ponto de vista geomorfológico, está inserida num vale tifónico. Esta
unidade geomorfológica, situada no interior de um diapiro extruído, formou-se por erosão diferencial entre os
limites do diapiro, constituídos por rochas mais resistentes [calcários] e o seu núcleo, constituído por rochas
friáveis [argilitos] e por rochas solúveis [evaporitos]. Os geomateriais mais antigos que afloram no vale tifónico
das Caldas da Rainha pertencem à Formação de Dagorda, complexo pelítico-carbonatado-evaporítico, constituída
essencialmente por argilas gipsíferas e salíferas, muito brechificadas, que se terão depositado em ambientes de
clima árido a semiárido.
A génese da Formação de Dagorda iniciou-se durante as primeiras tentativas de transgressão que ocorreram
no início do Jurássico, devido ao primeiro episódio de rifting da Pangeia, que principiou a abertura do Atlântico
Norte. Nesta formação rochosa, na zona de Rio Maior, encontram-se importantes ocorrências de sal-gema,
exploradas nas marinhas (salinas artificiais), abastecidas por água salgada extraída de um poço. Posteriormente à
Formação de Dagorda, ainda no Jurássico inferior, depositou-se uma série rochosa carbonatada. No vale tifónico
predominam as areias, os calhaus rolados e os arenitos pouco consolidados, com cerca de 1,8 M.a. Nesta região
regista-se também atividade hidrotermal, tendo a cidade de Caldas da Rainha nascido e crescido em torno do
primeiro hospital termal do mundo. A figura IV.1 representa um perfil geológico do vale tifónico das Caldas da
Rainha e estruturas geotectónicas associadas.
Para avaliar as propriedades das rochas sedimentares dos terrenos Terciários da Bacia do Tejo, figura IV.1,
efetuaram-se estudos das características dos materiais detríticos contidos nos tubos A, B, C e D, representados na
figura IV.2. Em cada um dos tubos foi introduzido igual volume de material, mas enquanto os materiais dos tubos
A, B e C eram bem calibrados, o material do tubo D continha uma mistura dos outros três materiais. Os tubos eram
todos idênticos e, na base, foram fechados com uma membrana permeável. No início da experiência, os materiais
encontravam-se secos, tendo sido vertida a mesma quantidade de água em cada tubo, em condições exatamente
iguais, e quantificado o tempo de escoamento. Na tabela I encontram-se registados os valores relativos às
variáveis em estudo.

Figura IV.1 - Perfil geológico da região das Caldas da Rainha (as setas da camada 4 representam diapirismo).

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Tamanho das partículas Porosidade Tempo de


escoamento
Tubos (diâmetro em mm) (%) (s)
A Fino (0,08) 40 14
B Médio (0,2) 40 8
C Grosseiro (1) 40 6
D Variável (entre 0,08 e 1) 20 20

Figura IV.2 Tabela I

1. A série de rochas que compõe a Formação de Dagorda sedimentou em regime […]. (5 pontos)
A. […] de ciclos transgressivos/regressivos com clima quente e seco.
B. […] detrítico-quimiogénico de fácies marinha abissal.
C. […] detrítico-quimiogénico transgressivo.
D. […] transgressivo com clima árido a semiárido.

2. Na natureza, o carbonato de cálcio pode ocorrer na forma de calcite e de […], sendo estes minerais […].
(5 pontos)
A. […]
B. […] aragonite […] isomorfos. D. […] aragonite […] polimorfos.
C. […] halite […] isomorfos. E. […] halite […] polimorfos.

3. Na área das salinas de Rio Maior, a ocorrência natural de águas cloretadas sódicas com salinidade
elevada está relacionada com a […]. (5 pontos)
A. […] dissolução de rochas quimiogénicas por águas subterrâneas.
B. […] contaminação das águas do aquífero por águas oceânicas.
C. […] acumulação de água fóssil com cerca de 195 M.a.
D. […] infiltração de águas meteóricas através das argilas.
4. Os cristais de gesso observados no domo salino resultam de […]. (5 pontos)
A. […] precipitação de halite em meio aquoso.
B. […] precipitação de sulfato de cálcio em meio aquoso.
C. […] dissolução de carbonato de cálcio em meio aquoso.
D. […] diferenciação fracionada do magma.

5. Os domos salinos revelam anomalias gravimétricas […]. (5 pontos)


A. […] negativas, uma vez que o sal-gema é uma rocha de elevada densidade.
B. […] positivas, uma vez que o sal-gema é uma rocha de baixa densidade.
C. […] positivas, uma vez que o sal-gema é uma rocha de elevada densidade.
D. […] negativas, uma vez que o sal-gema é uma rocha de baixa densidade.

6. No estudo apresentado dos terrenos Terciários da Bacia do Tejo (figura IV.2 e tabela II), a variável
dependente é […]. (5 pontos)
A. […] a quantidade de detritos.
B. […] o tamanho dos detritos.
C. […] a quantidade de água vertida.
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D. […] o tempo de escoamento.

7. Os dados da tabela II permitem concluir que o tubo cujo material apresenta […] permeabilidade está
assinalado pela letra […], pelo facto de […]. (5 pontos)
A. […] maior [...] A […] o tempo de escoamento ser maior.
B. […] maior [...] C […] o tempo de escoamento ser menor.
C. […] menor [...] C […] os detritos serem bem calibrados.
D. […] menor [...] A […] os detritos serem bem calibrados.

8. Considerando que o conteúdo dos quatro tubos (figura IV.2) ficou saturado de água, […]. (5 pontos)
A. […] o tubo C é o que contém mais água e o tubo D é o que contém menos.
B. […] os tubos A, B e C contêm igual quantidade de água e metade da do tubo D.
C. […] os tubos A, B e C contêm igual quantidade de água e o dobro da do tubo D.
D. […] o tubo D é o que contém mais água e o tubo A é o que contém menos.

9. Deitou-se o conteúdo do tubo D (figura IV.2) num outro tubo contendo apenas água e deixou-se
depositar. A ordem natural de deposição dos materiais, da base para o topo, foi […]. (5 pontos)
A. […] fino, médio e grosseiro.
B. […] grosseiro, fino e médio.
C. […] fino, grosseiro e médio.
D. […] grosseiro, médio e fino.

10. Na região de Rio Maior, os domos salinos deram lugar a vales tifónicos.
Explique de que modo a ação de agentes de geodinâmica externa sobre os domos salinos contribuiu para
o estabelecimento da rede fluvial nesta região. (15 pontos)
Bom Trabalho!
M.I.R.
ITENS PRÁTICOS/EXPERIMENTAIS (30%)
Grupo Questão Cotação
I 4 5
III 1, 2 5+5
IV 1, 3, 6, 7, 8, 9, 10 5+5+5+5+5+5+15
TOTAL 60pts

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