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GCA 131 – Projeto na Indústria de Alimentos II

Professora Luisa Pereira Figueiredo

PROJETO DE INDÚSTRIA DE MINIMAMENTE PROCESSADOS

GRUPO:
Aline Botelho de Almeida
Bárbara Cristine Fonseca Braz
Lorrany Ramos do Carmo
Maica de Paula Naves
Michelle Aparecida Faria
Willian de Paula Gomes

Lavras – MG

2018
PARTE 1 – REGULAMENTAÇÃO DA INDÚSTRIA E PRODUTO

1. 1- Geração do CNPJ

1º Passo: Acessar o site da Jucemg (www.jucemg.mg.gov.br) e clicar no link


CONSULTA DE VIABILIDADE(1).
Nota: Consulta de Viabilidade - é a consulta prévia:
a) do nome empresarial, pela JUCEMG, nos seguintes casos: na constituição; alteração
do nome empresarial; transferência de registro do Cartório para a Junta Comercial;
abertura da 1ª filial em MG; transferência da sede da empresa de outro Estado para MG.
b) do endereço, pela Prefeitura do Município de Belo Horizonte, relativo a: sede da
empresa, quando de sua constituição e filial, quando de sua abertura.
2º Passo: Clicar em NOVA VIABILIDADE e preencher com os dados solicitados
3º Passo: Verificar no site da Jucemg e no link CONSULTA DE VIABILIDADE a
resposta à consulta já feita. A consulta deve estar deferida.
4º Passo: Acessar o site da Receita Federal do Brasil - Cadastro Sincronizado (CadSinc)
(https://www14.receita.fazenda.gov.br/cadsincnac/inicioAction.do) e preencher a
COLETA WEB (coleta online). Se a empresa for ser enquadrada como ME
(Microempresa) ou EPP (Empresa de Pequeno Porte), deverá informar o porte no
CadSinc.
Nota: Cadastro Sincronizado - CadSinc é a integração dos procedimentos cadastrais dos
órgãos e entidades que participam do processo de formalização e legalização de
empresas.
ME (microempresa) é aquela que terá, em cada ano-calendário, receita bruta igual ou
inferior a R$ 360.000,00; EPP (empresa de pequeno porte) é aquela que terá, em cada
ano-calendário, receita bruta superior a R$ 360.000,00 e igual ou inferior a
R$ 4.800.000,00. O art. 3º da Lei Complementar nº 3/2006 indica as hipóteses em que a
sociedade não pode se enquadrar como ME ou EPP.
5º Passo: Consultar no site
www.receita.fazenda.gov.br/PessoaJuridica/CNPJ/fcpj/consulta.asp a situação do
pedido realizado no CadSinc e gerar o DBE (Documento Básico de Entrada).
Nota: Documento Básico de Entrada - DBE - é o protocolo de transmissão da ficha
cadastral de pessoa jurídica, para a obtenção do CNPJ emitido pela Receita Federal.
6º Passo: Acessar o site da Jucemg (www.jucemg.mg.gov.br) e clicar no PORTAL DE
SERVIÇOS.
7º Passo: Clicar no link INTEGRADOR (Sistema Integrador REMP e FCN) e, em
seguida, no link GERAR NOVO FCN/REMP.
Nota: Módulo Integrador - é um sistema que unifica os dados da Consulta de
Viabilidade e Cadastro Sincronizado.
FCN - Ficha de Cadastro Nacional - formulário para coleta de dados da sociedade
empresária e cooperativa.
REMP - Requerimento de Empresário - formulário que contém dados do Empresário
(antiga Firma Individual).
8º Passo: Preencher o formulário eletrônico, integrando a consulta de viabilidade e o
DBE e adicionar o evento correspondente ao porte da empresa (315 – Enquadramento
de Microempresa ou 316 – Enquadramento de EPP), caso a empresa for ser enquadrada
como tal. No próprio requerimento de empresário, constará a opção pelo enquadramento
(a apresentação do enquadramento em separado não é possível). Clicar em CONCLUIR
a operação.
9º Passo: Pagar o DAE (Documento de Arrecadação Estadual) ou o DAE Consolidado.
Nota: DAE - Documento de Arrecadação Estadual utilizado para o pagamento do preço
relativo ao serviço a ser prestado pela JUCEMG.
DAE Consolidado - Documento de Arrecadação Estadual Consolidado utilizado para o
pagamento do preço relativo ao serviço a ser prestado pela JUCEMG e dos outros
órgãos, como SEF, Corpo de Bombeiros.
10º Passo: Acessar o site da Jucemg (www.jucemg.mg.gov.br) e clicar no PORTAL DE
SERVIÇOS.
11º Passo: Clicar no link REGISTRO DIGITAL e, em seguida, no link SOLICITAR
NOVO REGISTRO.
12º Passo: Preencher os campos solicitados.
13º Passo: Colher a assinatura digital devida e enviar o processo, digitalmente, para a
Jucemg.
14º Passo: A documentação a ser enviada digitalmente para a Jucemg em 1 (uma) via
deverá ser:
 Capa de Processo/Requerimento (documento que contém o requerimento para
solicitação na JUCEMG do registro/arquivamento do contrato social)
 REMP - Requerimento de Empresário
 Documento de Identidade do titular da empresa, ou seja, do Empresário, caso ele
não assine digitalmente. Observação: cópia autenticada em cartório.
15º Passo: Consultar no site da Jucemg (www.jucemg.mg.gov.br), no link CONSULTA
DE PROTOCOLO, decisão sobre o pedido de inscrição do Empresário.
16º Passo: Se aprovado o pedido, retirar a via do contrato social de constituição
registrado e da declaração de enquadramento (quando for o caso), acessando o Portal de
Serviços e clicando em Retirar Documentos - Certidões e documentos aprovados (Via
Única). É permitido efetuar o download do documento 2 vezes, conforme artigo 6º da
Instrução Normativa nº 3 do DREI (Departamento de Registro Empresarial e
Integração), de 06/12/2013, no período de até 30 dias após a sua disponibilização no
site, conforme artigo 78 do Decreto 1.800/96, por isso sugere-se que salve o arquivo em
local seguro.
17º Passo: Acessar o site da Receita Federal do Brasil para imprimir o CNPJ.

1.2- Licença ou alvará de funcionamento

Para expedir o alvará de localização e funcionamento, o empreendedor deverá


acessar o site ww.alf.siatu.pbh.gov.br, onde aparecerá uma página inicial (Figura 1) com
quatro opções devendo clicar no ícone Solicitar Novo Alvará de Localização e
Funcionamento. Após isso, será carregada uma página que exige o preenchimento de
três campos: número da consulta prévia (consulta que corresponde à análise da
Secretaria Municipal do Urbanismo e Assuntos Metropolitanos quanto ao local a ser
implantada a atividade comercial solicitada em relação ao zoneamento / sistema viário,
essa consulta é realizada no próprio site), CNPJ e Inscrição Municipal.

Figura 1 – Página inicial do site que deverá ser acessado para emissão do LAF.

Para a abertura da indústria de minimamente processados a lista de documentos


necessária é a seguinte:

 Licença de Operação da SMMA/COMAM - CÓPIA


 Consulta prévia ou de viabilidade - CÓPIA
 Taxa de fornecimento do Alvará de Localização e Funcionamento
quitada - CÓPIA e ORIGINAL
 Guia de IPTU do ano vigente - CÓPIA
 Requerimento de Alvará de Localização e Funcionamento, preenchido
eletronicamente no site alf.siatu.pbh.gov.br e assinado pelo solicitante -
ORIGINAL
 CNPJ atualizado- CÓPIA
 -Laudo técnico de segurança que ateste a eficiência do sistema de
prevenção e combate a incêndio e pânico (formulário PBH) - CÓPIA
 Anotação de Responsabilidade Técnica (ART-CREA) ou Registro de
Responsabilidade Técnica (RRT-CAU) pela elaboração e
operacionalização do laudo técnico de segurança- CÓPIA;
 Formulário de Informações Ambientais Básicas (IAB), devidamente
preenchidas e assinadas pelo representante legal (Para análise da SMMA)
–CÓPIA;
 Laudo de Liberação das Instalações de Esgotamento emitido pela
COPASA; ou cópia do protocolo do PRECEND na COPASA; ou cópia
do PRECEND, quando este já estiver aprovado. (Para análise da SMMA)
- CÓPIA
 -Taxa de Elaboração de Parecer Técnico Ambiental quitada. CÓPIA e
ORIGINAL

Após a aprovação da Licença Ambiental, o ALF é disponibilizado no site


alf.siatu.pbh.gov.br. Juntamente ao Alvará, é disponibilizada uma guia para pagamento
(Guia de Arrecadação Municipal - GAM) no valor de R$ 217,38 . Para o empreendedor
ter o alvará impresso deverá pagar a taxa.

1.3- Vistoria às normas de segurança do Corpo de Bombeiros

De acordo com a Lei Estadual nº 14.130/2001 e Decreto Estadual nº


46.595/2014, toda edificação destinada ao uso coletivo deve ser regularizada junto ao
Corpo de Bombeiros Militar de Minas Gerais (CBMMG). A regularização visa garantir
à população a segurança mínima contra incêndio e pânico nas edificações.

Como forma de certificar a segurança da edificação regularizada, o Corpo de


Bombeiros Militar de Minas Gerais criou o Auto de Vistoria do Corpo de Bombeiros
(AVCB), que é um documento emitido após a verificação das medidas de segurança
instaladas em conformidade com o Processo de Segurança Contra Incêndio e Pânico
(PSCIP). O PSCIP é um documento que apresentam um conjunto de medidas de
segurança contra incêndio e pânico para toda edificação de uso coletivo e que, por sua
vez, devem ser apresentadas ao Corpo de Bombeiros local, procurando identificar todos
os riscos da edificação.

É importante que todas as empresas realizem o processo de licenciamento para


classificação do risco e para isto deve-se realizar os seguintes passos:
1º Passo: Acessar o Portal de Serviços da Jucemg.

2º Passo: Depois de se cadastrar e fazer o Login clique na opção


"Licenciamento".

3º Passo: Insira o número do CNPJ da empresa.

4º Passo: Confira os dados apresentados e clique no botão "iniciar", na seção do


Corpo de Bombeiros Militar.

5º Passo: Responda as perguntas que classificarão o risco de incêndio da sua


empresa.

6º Passo: Confirme a veracidade das informações prestadas e clique em "Eu


Aceito".

7º Passo: Finalizado o processo, clique em "+ Detalhes" para visualizar o


documento.

A partir da Portaria 11/2011, a Instrução Técnica 01 – Procedimentos


Administrativos - acrescentou a observância ao risco para as edificações/ ocupações. O
risco é determinado através de uma análise da edificação, levando-se em conta a área, a
ocupação e a atividade desenvolvida. Com isto, a edificação é classificada de acordo
com os dados obtidos, como:

- Edificações Brancas: apresentam empreendimentos de prestação de serviço que


exercem suas atividades conjugadas a edificações e endereços residenciais unifamiliares
que não caracterizem ocupação mista. Trata-se de empresas que não necessitam de
Projeto ou Procedimento Simplificado, podendo iniciar seu funcionamento sem a
realização de vistoria do Corpo de Bombeiros, por ser caracterizada como de baixo risco
de incêndio e pânico. Um exemplo desta classificação são as empresas de consultoria
sem escritório de atendimento.

- Edificações Verdes: possuem empreendimentos localizados em edificações ou áreas


de risco que se enquadrem no item 6.1.2.2 da Instrução Técnica 01/2011 (Procedimento
Simplificado - PS) e/ou por caracterizarem baixo risco de incêndio e pânico. Não é
necessária a apresentação de Projeto no ato da vistoria, desde que tenham área de até
200m² e sejam utilizadas apenas nas edificações com classificação residencial, ou de
serviço de hospedagem, ou comércio, ou serviços profissionais ou locais para refeições
com recepção de público de até 100 pessoas. Também não deve possuir outra atividade
auxiliar que demande novas medidas de segurança contra incêndio e pânico. A
edificação não deve ser destinada a eventos. Exemplos: salão de beleza, açougue,
hortifrutigranjeiros, etc.

- Edificações Amarelas: Possuem empreendimentos localizados em edificações ou


áreas de risco que se enquadrem no item 6.1.2.1 da Instrução Técnica 01/2011 (Projeto
Técnico Simplificado - PTS) e/ou por caracterizarem médio risco de incêndio e pânico.
É necessário o pagamento de taxa de vistoria e apresentação de Projeto Técnico
Simplificado, desde que tenham área de até 750m² e não possuam local de reunião de
público com população acima de 100 (cem) pessoas. A edificação não deve apresentar
risco que necessite de sistema fixo (hidrante, detectores, sprinklers e outros). A
edificação não deve ser destinada a eventos. Exemplos: Depósito de material de
construção, loja de roupas, call centers, etc.

- Edificações Vermelhas: Possuem empreendimentos localizados em edificações ou


áreas de risco que se enquadrem no item 6.1.1 da Instrução Técnica 01/2011 (Projeto
Técnico – PT) e/ou por caracterizarem alto risco de incêndio e pânico. É necessária a
apresentação de Projeto Técnico, pagamento de taxa de análise e vistoria. Possuem área
acima de 750m² e local de reunião de público com população acima de 100 (cem)
pessoas. Apresentam ainda risco que necessite de sistema fixo (hidrante, detectores,
sprinklers e outros). A edificação pode ser destinada a eventos. Exemplos: prédios de
apartamentos, casa de fogos de artifício, casa de shows e espetáculos, hospitais, galerias
comerciais, shoppings, indústrias ou de prestação de serviços.

A Auto de Vistoria do Corpo de Bombeiros – AVCB é o documento que irá


comprovar que o prédio possui as condições seguras para abandono em caso de
ocorrência de algum pânico, acesso fácil para os integrantes do Corpo de Bombeiros,
além de equipamentos para combate a incêndio. As edificações que não o apresentarem,
estarão sujeitas em caso de uma fiscalização, às sanções administrativas como por
exemplo: notificação escrita, multas e até a interdição.

1.4- Licença ambiental

O empreendedor deverá preencher a Consulta prévia Ambiental que está


disponível no site:
http://scpa.pbh.gov.br/scpa/main.smma;jsessionid=7A4F77E0A9D4463C931511C8595
7035D.sc pa1?method=index. Ao acessar o site, aparecerá na página inicial os ícones
Solicitar, Pesquisar e Formulários. Deve-se clicar no ícone Solicitar e abrirá uma nova
página que exige o número da consulta prévia feita para o ALF(Alvará de Localização e
Funcionamento). Deste modo, será aberta uma nova página exigindo algumas
especificações da atividade a ser desenvolvida e, assim, será gerada uma consulta.

Para preencher o formulário de Informações Ambientais, o empreendedor deve


acessar o seguinte endereço: http://scpa.pbh.gov.br/scpa/pdf/formularios/IAB-
categoria3e4.pdf e, após isso, deve imprimir o mesmo. Deverá também levar toda a
documentação solicitada na Consulta Prévia Ambiental, juntamente ao formulário de
Informações Ambientais, ao guichê da Secretaria Municipal de Meio Ambiente no BH
RESOLVE. Essa etapa, geralmente, é feita em conjunto com o ALF.

Para que o empreendedor possa retirar seu ALF, a licença ambiental deverá ser
analisada e aprovada pelo órgão. De acordo com o Portal de Serviços o prazo máximo
para emissão de parecer após o início da análise técnica é de 60 dias. Além disso é
cobrada uma taxa de elaboração de Parecer Técnico Ambiental no valor de R$ 238,58 .
1.5- Registro do Estabelecimento na ANVISA
No cadastro da empresa devem existir os seguintes sujeitos cadastrados:
responsável legal, responsável técnico e gestor de segurança.
O Responsável Legal é a pessoa física designada em estatuto, contrato social ou ata,
incumbida de representar, ativa e passivamente, nos atos judiciais e extrajudiciais a
pessoa jurídica.
O Responsável Técnico é a pessoa física legalmente habilitada para a adequada
cobertura das diversas espécies de processos de produção e na prestação de serviços nas
empresas, em cada estabelecimento. No caso de drogarias e farmácias, é um profissional
devidamente registrado no conselho regional de farmácia da região.
O Gestor de Segurança é a pessoa física responsável por administrar e controlar senha
de acesso ao sistema Peticionamento Eletrônico. O sistema Peticionamento Eletrônico
permite fazer as petições e emitir a GRU Eletrônica (boleto para pagamento da taxa)
pertinente à vigilância sanitária. Pode existir, ainda, o representante legal de empresa,
que é uma pessoa física investida de poderes legais para praticar atos em nome da
pessoa jurídica e preposta de gerir ou administrar seus negócios no âmbito da Anvisa.
Equipara-se ao responsável legal no cadastro da empresa. Não há limites em relação ao
número de sujeitos a serem cadastrados para cada empresa, contudo, deve-se ter o
cuidado devido às funções que cada um desses pode desempenhar no relacionamento
com a Anvisa.
Passos para cadastrar a empresa
Na página eletrônica www.anvisa.gov.br, a empresa deve acessar o menu
“Serviços”, clicar em “Atendimento e Arrecadação Eletrônicos” e em "Cadastramento
de Empresas". O sistema mostrará tela para preenchimento de CNPJ e CNAE
(Classificação Nacional de Atividade Econômica, disponível no cartão CNPJ) da
empresa. Preencha os dados e clique em "Cadastrar nova empresa".
Em seguida, devem ser preenchidos: razão social, nome fantasia (opcional), endereço na
internet (opcional), nº SAC (opcional), senha de acesso ao cadastro, e-mail, dados
bancários e endereço completo. O sistema não permite a alteração de porte pela
empresa. Somente a Anvisa poderá atualizar esse dado, mediante o recebimento de
documentação comprobatória pela Gerência de Gestão da Arrecadação (GEGAR).
Para cadastrar telefones para a empresa, na mesma tela, selecione a opção “Incluir
telefone”. Preencha as informações solicitadas e clique em “Gravar”. Selecione
novamente a opção “Incluir telefone, caso seja necessário informar mais de um número
de telefone para a empresa. Retornando a tela principal, cadastre documentos da
empresa, selecionando a opção “Incluir documentos”. Preencha as informações
solicitadas e clique em “Gravar”. Selecione novamente a opção “Incluir documentos”,
caso seja necessário informar mais de um documento para a empresa.
Para associação de responsáveis legais e técnicos e representantes legais, selecione a
opção “Associar Representante /Responsável”, na tela principal do sistema, e preencha
o respectivo nº de CPF. Selecione a opção “Consultar". Caso a pessoa ainda não possua
cadastro na Anvisa, o sistema informará e solicitará o preenchimento dos seus dados.
Preencha e clique em "Gravar". O sistema mostrará tela para o preenchimento do tipo
de vínculo do responsável (legal, técnico ou representante legal) e de documentos da
pessoa que está sendo cadastrada. Preencha e clique em "Gravar".
Para associação de gestores de segurança, selecione a opção “Associar Gestor de
Segurança”, na tela principal do sistema, e preencha o respectivo nº de CPF. Selecione a
opção “Consultar". Caso a pessoa ainda não possua cadastro na Anvisa, o sistema
informará e solicitará o preenchimento dos seus dados. Preencha e clique em "Cadastrar
Gestor de Segurança". Em seguida, o sistema mostrará tela para preenchimento de CBO
(Código Brasileiro de Ocupação) e de documento do gestor. Preencha e clique em
"Associar Gestor de Segurança". ATENÇÃO: O e-mail e senha cadastrados para o
gestor de segurança nesta tela serão usados para acesso ao sistema Peticionamento
Eletrônico.
Para verificar se o cadastro está completo, selecione a opção "Verificar Cadastro" no
menu lateral esquerdo da tela principal do sistema. Se o cadastro estiver completo, a
empresa poderá acessar o sistema Peticionamento Eletrônico com o e-mail e senha do
gestor de segurança.
1.6- Registro ou dispensa de registro do produto

Com base na resolução RDC N° 27, DE 6 DE AGOSTO DE 2010, o produto em


questão está isento da obrigatoriedade de registro sanitário. A regularização do produto
será feita da seguinte forma:

1 º Passo: a empresa responsável deve protocolar o Comunicado de Início de


Fabricação, que é um formulário, constante no anexo X da Resolução nº
23/2000.
2º passo: o formulário preenchido deve ser entregue no órgão de vigilância
sanitária municipal onde está localizada a empresa responsável.

3º passo: deve ser informada à autoridade sanitária, num prazo máximo de até 10
(dez) dias, a data de início de fabricação dos produtos dispensados de registro. O
órgão de vigilância sanitária tem um prazo de até 60 dias para proceder à
inspeção do estabelecimento, a fim de verificar o atendimento às Boas Práticas
de Fabricação.

1.7- Responsável técnico

Embasamento legal: Resolução nº 336/89 do Confea, art. 18:

Art. 18 - Um profissional pode ser responsável técnico por uma


única pessoa jurídica, além da sua firma individual, quando estas
forem enquadradas por seu objetivo social no artigo 59 da Lei nº
5.194/66 e caracterizadas nas classes A, B e C do artigo 1º desta
Resolução. Parágrafo único - Em casos excepcionais, desde que haja
compatibilização de tempo e área de atuação, poderá ser permitido
ao profissional, a critério do Plenário do Conselho Regional, ser o
responsável técnico por até 03 (três) pessoas jurídicas, além da sua
firma individual.

Documentação necessária a ser entregue no CREA-MG na área de Gerência de


Atendimento e Acervo - GAA:

1. Requerimento de Registro/visto e de Anotação de Alterações de Pessoa


Jurídica, devidamente preenchido e assinado pelo representante legal da
empresa.

2. A pessoa responsável pela assinatura (representante legal) deve constar no


contrato social (ou suas alterações) ou em procuração.

3. Formulário Quadro Técnico – Pessoa Jurídica em uma via, devidamente


preenchido e assinado pelo representante legal da empresa. Devem ser
relacionados todos os profissionais da área de "Engenharia, Agronomia,
Geologia, Geografia e Meteorologia" (técnicos de grau médio, tecnólogos e
profissionais de nível superior registrados no Crea).

4. Formulário Declaração de Responsabilidade Técnica – Anexo I, devidamente


preenchido e assinado pelo responsável técnico e representante legal da empresa.

5. Formulário Declaração de Endereço para profissional indicado como


responsável técnico, quando o mesmo residir fora do Estado de Minas Gerais.

6. Original e cópia ou cópia autenticada do cartão de CNPJ.

7. Original e cópia ou cópia autenticada dos seguintes documentos e sua(s)


última(s) alteração(ões) consolidada(s), devidamente registrados na junta
comercial ou cartório:
1. Contrato social, para sociedade limitada;

2. Estatuto social, para cooperativas, associações, fundações e companhias;

3. Ata da assembleia de constituição da empresa, para sociedade anônima;

4. Instrumento de constituição para firma individual/empresário;

5. Lei específica, para autarquias e fundações.

8. Formulário Anotação de Responsabilidade Técnica (A.R.T.) de cargo/função,


para todos os profissionais pertencentes ao quadro técnico da empresa.

9. Documentos que comprovem o salário mínimo dos profissionais pertencentes


ao quadro técnico (engenheiros e tecnólogos), conforme a Lei 4.950-A.

1.8 - Registro da Marca

Marca é um sinal distintivo cujas funções principais são identificar a origem e


distinguir produtos ou serviços de outros idênticos, semelhantes ou afins de origem
diversa. Para a salada de frutas, registraremos a Marca de Produto, na forma gráfica de
“Marca Mista”, ou seja, compostas por elementos nominativos e figurativos. O registro
da marca fica por conta do Instituto Nacional da Propriedade Industrial (INPI). O INPI é
uma autarquia federal vinculada ao Ministério da Indústria, Comércio Exterior e
Serviços, responsável pelo aperfeiçoamento, disseminação e gestão do sistema
brasileiro de concessão e garantia de direitos de propriedade intelectual para a indústria.
Dentre os serviços prestados pelo INPI, encontram-se: os registros de marcas, desenhos
industriais, indicações geográficas, programas de computador e topografias de circuitos
integrados, as concessões de patentes e as averbações de contratos de franquia e das
distintas modalidades de transferência de tecnologia. Estes serviços são legitimados pela
Lei nº 9.279/96 - Lei da Propriedade Industrial (LPI), de 14 de maio de 1996.

Para o registro de marca do produto, pode-se utilizar duas vias:

- Através da internet, por meio do sistema e-Marcas, disponível no portal do INPI;

- Por meio de formulário em papel que deverá ser impresso no portal do INPI e entregue
presencialmente ou pelo correio (utilizando o Aviso de Recebimento – A.R.) na sede do
mesmo, no Rio de Janeiro.
É permitido o pedido de registro de marca tanto para pessoas físicas quanto para
pessoas jurídicas domiciliadas no país. Já para as pessoas que moram fora do país, o
pedido pode ser realizado por meio de um procurador residente no país.

As retribuições pelos serviços prestados pelo INPI são instituídos pela Portaria
MDIC nº 39 de 07/03/2014 e Resolução INPI nº 129 de 10/03/2014. Tais valores podem
ser consultados na página do INPI na aba “serviços”-> “marca” -> “tabela de
retribuições”. Os valores de pedido por meio presencial ou endereço eletrônico se
diferenciam pelos valores, este último se beneficia com desconto. A seção da tabela de
retribuições que corresponde ao registro de marca é apresentada abaixo:

Tabela 1 – valores correspondentes ao pedido de registro de marca

Outros valores presentes em tais tabelas são:

- concessão e prorrogação de pedidos de registro de marca; transferência; nulidade


administrativa; caducidade.

Em relação ao atendimento ao usuário, o INPI disponibiliza dois tipos: virtual e


presencial. No acesso virtual, pode-se tirar dúvidas em relação aos procedimentos para
solicitar um registro, acompanhar os processos em andamento ou questões referentes a
pedidos, registros ou petições de marca em fase de recurso ou processo administrativo
de nulidade. O atendimento presencial se dá por meio de vistas de processos por meio
do email- vistamarcas@inpi.gov.br. Na mensagem deverá constar: número do processo,
marca e motivo de vista. A data e hora da vista é enviada para o email informado pelo
cliente.

Além disto, a Lei do acesso à informação (Lei nº 12527/11) garante as


ferramentas de Revista de Propriedade Intelectual (RPI), que é o meio oficial de
comunicação do INPI, Módulo de Pedidos, Pesquisa na Base das Marcas e Atendimento
ao Usuário.

A seguir é apresentado o passo a passo de como registrar a marca no sistema e-


INPI:

1. Cadastrar-se no sistema através do site: www.inpi.gov.br/pedidos-em-


etapas/faca-busca/cadastro-no-e-inpi;
2. Consultar a tabela de retribuições e valores do serviços para tomar
conhecimento, bem como dos seus descontos de acordo com o tipo de instituição
que você representa (pessoas naturais, microempresas, cooperativas definidas
em lei e dentre outras);
3. Realizar o login no site: formulario.inpi.gov.br/e-
inpi/internetCliente/Principal.jsp;
4. Na página de emissão (logado anteriormente), deve-se selecionar a opção
“Marcas” no campo “Unidade”. Agora basta digitar o código do serviço presente
na “tabela de retribuições” descrita no item 2 desta seção e teclar “Enter”.
Agora, o cliente deve indicar se quer realizar o depósito por meio de papel ou
meio eletrônico;
5. Agora o usuário deve efetuar o depósito em papel ou no formato eletrônico;
6. No caso de pedido de registro de marca é perguntado qual a apresentação da
marca e depois a sua natureza (pode ser encontrado em:
manualdemarcas.inpi.gov.br/projects/manual/wiki/02_O_que_%C3%A9_marca)
;
7. É aberta uma janela com a prévia do serviço solicitado para a conferência das
informações;
8. Agora basta ler atentamente as instruções na página de “Serviço gravado com
sucesso” e acionar o botão “Emissão de GRU” para gerar a Guia de
Recolhimento da União referente ao serviço demandado à Diretoria de Marcas,
Desenhos Industriais e Indicações Geográficas. Esta deve ser paga antes do
pedido de registro ou petição de marca, nos termos do art. 5º da Resolução nº
26/2013, sob pena de que os mesmos sejam desconsiderados;
9. Por fim, basta apertar “Finalizar sessão” e aguardar o encaminhamento através
do email informado.

PARTE 2 – LEGISLAÇÕES APLICADAS À INDUSTRIA DE ALIMENTOS

2. 1 - Legislações sobre padrões de identidade e qualidade (regulamentos técnicos

específicos)

De acordo com a Resolução - CNNPA nº 12 de 1978, salada de frutas é um


produto preparado com três ou mais espécies de frutas, em pedaços de tamanho
razoavelmente uniforme, até o máximo de cinco, não sendo permitido menos de 1/5 da
quantidade de qualquer espécie em relação ao peso total das frutas escorridas. Se o
produto contiver cerejas, estas podem perfazer a quantidade entre 3 a 8% sobre o peso
total das frutas escorridas, e se forem uvas, de 6 a 12% sobre o mesmo total.

2.2 - Legislações sobre rotulagem

- RDC nº 259, de 20 de setembro de 2002: regulamento técnico sobre rotulagem de


alimentos embalados,dispõe sobre informações obrigatórias que deverão constar no
rótulo como denominação de venda, conteúdo líquido, lista de ingredientes, prazo de
validade, lote, dentre outros.

- RDC nº 359, de 23 de dezembro de 2003: contém tabelas de valores de referência para


porções de alimentos e bebidas embalados para fins de rotulagem nutricional.

- RDC n° 360, de 23 de dezembro de 2003: regulamento técnico sobre rotulagem


nutricional de alimentos embalados, tornando obrigatória a rotulagem nutricional,
dispõe sobre valores diários de referência de nutrientes (VDR) de declaração obrigatória
e critérios de arredondamento.

- RDC nº 163, de 17 de agosto de 2006: complementa as resoluções RDC n° 360, de 23


de dezembro de 2003 e RDC nº 359, de 23 de dezembro de 2003.

- Portaria Inmetro nº 157, de 19 de agosto de 2002: regulamento técnico metrológico


estabelecendo a forma de expressar o conteúdo líquido a ser utilizado nos produtos pré-
medidos.

- Lei nº 10.674, de 16 de maio de 2003: Obriga que os produtos alimentícios


comercializados informem sobre a presença de glúten, como medida preventiva e de
controle da doença celíaca.

- RDC n° 26 de 02 de julho de 2015: Requisitos para rotulagem obrigatória dos


principais alimentos que causam alergias alimentares.

2.3 - Legislações sobre controle sanitário (Boas práticas de fabricação)

As Boas Práticas de Fabricação (BPF) abrangem um conjunto de medidas que


devem ser adotadas pelas indústrias de alimentos e pelos serviços de alimentação, a fim
de garantir a qualidade sanitária e a conformidade dos alimentos com os regulamentos
técnicos.
A legislação sanitária federal regulamenta essas medidas em caráter geral, aplicável a
todo o tipo de indústria de alimentos e serviço de alimentação, e também específico,
voltadas às indústrias que processam determinadas categorias de alimentos.
Compete aos Serviços de Vigilância Sanitária Estaduais e Municipais o estabelecimento
de normas complementares, de forma a abranger aspectos sanitários mais específicos à
sua localidade, não podendo contrariar as normas federais.
A Resolução - RDC nº 216, de 15 de setembro de 2004, é uma legislação específica,
que estabelece os procedimentos de Boas Práticas para serviços de alimentação, a fim
de garantir as condições higiênico-sanitárias do alimento preparado. Aplica-se aos
serviços de alimentação que realizam algumas das seguintes atividades: manipulação,
preparação, fracionamento, armazenamento, distribuição, transporte, exposição à venda
e entrega de alimentos preparados ao consumo.
As legislações gerais são:
- Resolução - RDC nº 275, de 21 de outubro de 2002 - Essa Resolução foi desenvolvida
com o propósito de atualizar a legislação geral, introduzindo o controle contínuo das
BPF e os Procedimentos Operacionais Padronizados, além de promover a harmonização
das ações de inspeção sanitária por meio de instrumento genérico de verificação das
BPF. Portanto, é ato normativo complementar à Portaria SVS/MS nº 326/97.

- Portaria SVS/MS nº 326, de 30 de julho de 1997 - Baseada no Código Internacional


Recomendado de Práticas: Princípios Gerais de Higiene dos Alimentos CAC/VOL. A,
Ed. 2 (1985), do Codex Alimentarius, e harmonizada no Mercosul, essa Portaria
estabelece os requisitos gerais sobre as condições higiênico-sanitárias e de Boas Práticas
de Fabricação para estabelecimentos produtores/industrializadores de alimentos.

-Portaria MS nº 1.428, de 26 de novembro de 1993 - Precursora na regulamentação


desse tema, essa Portaria dispõe, entre outras matérias, sobre as diretrizes gerais para o
estabelecimento de Boas Práticas de Produção e Prestação de Serviços na área de
alimentos.

2.4 - Legislações sobre aditivos, padrões microbiológicos e matérias estranhas

Em relação aos padrões microbiológicos de alimentos, especificamente, o de


frutas minimamente processadas pode-se encontrar os padrões estabelecidos através da
RDC nº 12, de 02 de janeiro de 2001. Tal resolução classifica estes padrões
microbiológicos indispensáveis para a avaliação das Boas Práticas de Produção de
Alimentos e Prestação de Serviços, aplicação do Sistema de Análise de Perigos e Pontos
Críticos de Controle (APPCC/HACCP) e de qualidade microbiológica dos alimentos,
incluindo a elucidação de Doenças Transmitidas por Alimentos (DTA). O art. 2º de tal
resolução esclarece que o descumprimento desta resolução é uma infração sanitária,
implicando às penalidades da Lei nº 6.437 de 20 de agosto de 1977.

A resolução define a metodologia para o plano de amostragem, as considerações


sobre os grupos de microrganismos pesquisados e trás, no Anexo I, os “Padrões
Microbiológicos Sanitários para Alimentos”. A sessão do ANEXO I que mais se adequa
à salada de frutas pode ser visualizada abaixo:

Quando se trata de materiais estranhos, a RDC N° 14, de 28 de março de 2014 é


referência. Em seu Art. 2º:

Este regulamento possui o objetivo de estabelecer as disposições gerais para


avaliar a presença de matérias estranhas macroscópicas e microscópicas,
indicativas de riscos à saúde humana e/ou as indicativas de falhas na
aplicação das boas práticas na cadeia produtiva de alimentos e bebidas, e
fixar seus limites de tolerância.

A resolução trás algumas definições em seu art. 4º. Do art. 5º ao 11º são
abordados os princípios gerais. A partir do artigo 12º são apresentados os critérios de
limites de tolerância, bem como as metodologias indicadas para análise de matérias
estranhas macro e microscópicas. Já a Seção III aborda a conclusão e interpretação dos
resultados das análises de limites máximos permitidos (acordo ou desacordo com a
resolução). Há nesta resolução o ANEXO I, que apresenta Limites de tolerância para
matérias estranhas, exceto ácaros, por grupos de alimentos. Tal anexo o qual as frutas se
encaixam pode ser consultado abaixo:
É importante salientar que caso não estejam presentes os limites de matérias
estranhas, o padrão de tolerância a ser considerado é “ausente”.

2.5 - Legislações sobre tratamento de resíduos

Na prática, a PNRS (Política Nacional de Resíduos Sólidos) estabelece que todo


resíduo, doméstico ou industrial, deve ser processado apropriadamente antes da
destinação final, ou seja, precisa de tratamento. Ainda, que não possa ser aproveitado
após o processo de tratamento ou reciclagem são denominados “rejeitos”, devendo
seguir para aterros sanitários, coprocessamento, incineração, etc.

A lei determina, também, que seja feita a Gestão Integrada de Resíduos, em que
o material descartado é regulamentado com base no sistema de responsabilidade
compartilhada. Ou seja, o poder público, o setor empresarial e a coletividade são
responsáveis pela efetividade da Política Nacional de Resíduos Sólidos.

As principais legislações são:

- Lei 12.305/2010 - Política Nacional dos Resíduos Sólidos: estabelece princípios,


objetivos, instrumentos e diretrizes para a gestão e gerenciamento dos resíduos sólidos,
as responsabilidades dos geradores, do poder público, e dos consumidores, bem como
os instrumentos econômicos aplicáveis. Ela consagra um longo processo de
amadurecimento de conceitos: princípios como o da prevenção e precaução, do
poluidor-pagador, da ecoeficiência, da responsabilidade compartilhada pelo ciclo de
vida do produto, do reconhecimento do resíduo como bem econômico e de valor social,
do direito à informação e ao controle social, entre outros. A lei assinala que essas
tecnologias de recuperação dos resíduos sólidos urbanos têm que ter sua viabilidade
técnica e ambiental comprovadas e deve-se implantar um programa de monitoramento
de emissão de gases tóxicos aprovado por órgão ambiental.

- Lei 11.445/2007 - Política Nacional de Saneamento Básico: estabelece diretrizes que


se referem ao abastecimento de água; coleta, tratamento e disposição final de esgotos e
drenagem pluvial. Aborda, também, sobre coleta, tratamento e disposição final de
resíduos sólidos e efluentes líquidos industriais. Esses últimos, de interesse das
empresas tratadoras. O efluente industrial, que é a água restante dos processos
produtivos, deverá ser tratado antes de ser devolvido aos corpos hídricos (rios, lagos,
etc), sendo feito por equipamentos especializados, mediante licença ambiental.

- Lei 9.605/1998 - Lei de Crimes Ambientais: A Lei de Crimes Ambientais que institui
sanções penais e administrativas para condutas e atividades ilegais em relação ao meio
ambiente. Podem ser penalizadas pessoas físicas e também indústrias e empresas, como
as tratadoras de resíduos. As autuações podem variar de acordo com a intenção do autor
— com culpa (sem intenção) ou dolosa (com intenção).

Diante desse controle, as empresas precisam estar cientes da legislação


ambiental que rege o sistema de Gerenciamento de Resíduos, que envolve desde
armazenamento, coleta, transporte e tratamento até o descarte e a destinação correta dos
resíduos.
REFERÊNCIAS BIBLIOGRÁFICAS

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<http://portal.anvisa.gov.br/registros-e-autorizacoes/alimentos/empresas/boas-praticas-
de-fabricacao>. Acesso em: 08 out. 2018.

ANVISA. Cadastramento de empresas na Anvisa. Disponível em:


<http://www.anvisa.gov.br/sngpc/cadastramento_empresas.pdf>. Acesso em: 08 out.
2018.

BRASIL. Agência Nacional de Vigilância Sanitária. Resolução - RDC nº 12, de 02 de


janeiro de 2001. Regulamento técnico sobre os padrões microbiológicos para
alimentos. Diário Oficial da República Federativa do Brasil, Brasília, DF, 2 de julho de
1998.

BRASIL. Agência Nacional de Vigilância Sanitária. RDC n° 259 de 20 de setembro de


2002. Regulamento técnico sobre rotulagem de alimentos embalados. Diário Oficial
da República Federativa do Brasil, Brasília, DF, 23 de setembro de 2002.

BRASIL. Agência Nacional de Vigilância Sanitária. RDC n° 26 de 02 de julho de 2015.


Requisitos para rotulagem obrigatória dos principais alimentos que causam
alergias alimentares. Diário Oficial da República Federativa do Brasil, Brasília, DF, 03
de julho de 2015.

BRASIL. Agência Nacional de Vigilância Sanitária. RDC n° 359 de 23 de dezembro de


2003. Tabela de Valores de Referência para Porções de Alimentos e Bebidas
Embalados para Fins de Rotulagem Nutricional. Diário Oficial da República
Federativa do Brasil, Brasília, DF, 26 de dezembro de 2003a.

BRASIL. Agência Nacional de Vigilância Sanitária. RDC n° 360, de 23 de dezembro de


2003. Aprova Regulamento Técnico sobre Rotulagem Nutricional de Alimentos
Embalados, tornando obrigatória a rotulagem nutricional. Diário Oficial da
República Federativa do Brasil, Brasília, DF, 26 de dezembro de 2003b.

BRASIL. Agência Nacional de Vigilância Sanitária. RDC nº 163, de 17 de agosto de


2006. Aprova documento sobre Rotulagem Nutricional de Alimentos Embalados
(Complementação das Resoluções-RDC nº 359 e RDC nº 360, de 23 de dezembro
de 2003), que consta como Anexo da presente Resolução. Diário Oficial da
República Federativa do Brasil, Brasília, DF, 21 de agosto de 2006.

BRASIL. Instituto Nacional de Metrologia, Normalização e Qualidade Industrial -


INMETRO. Portaria Inmetro nº 157, de 19 de agosto de 2002. Aprova o Regulamento
Técnico Metrológico estabelecendo a forma de expressar o conteúdo líquido a ser
utilizado nos produtos pré-medidos. Diário Oficial da República Federativa do Brasil,
Brasília, DF, 19 de agosto de 2002.
BRASIL. Instituto Nacional de Propriedade Intelectual. RDC nº 129 de 24 de março de
2014. Dispõe a redução de valores de retribuições de serviços prestados pelo INPI e
institui as tabelas de retribuições dos serviços de Programas de Computador e
impressos e publicações. Diário Oficial da República Federativa do Brasil, Brasília,
DF, 10 de março de 2014.

BRASIL. Presidência da República. Lei nº 10.674, de 16 de maio de 2003. Obriga que


os produtos alimentícios comercializados informem sobre a presença de glúten,
como medida preventiva e de controle da doença celíaca. Diário Oficial da
República Federativa do Brasil, Brasília, DF, 16 de maio de 2003c.

CORPO DE BOMBEIROS MILITAR DE MINAS GERAIS. Licencie sua Empresa.


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PORTAL RESÍDUOS SÓLIDOS. Lei 12.305/2010 – Política Nacional de Resíduos


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